Gilson Kleina não é mais o técnico do Palmeiras. Na tarde desta quinta-feira (08), a diretoria se reuniu  e decidiu pela saída do técnico que estava comandando o Palmeiras desde setembro de 2012.

Kleina comandou o Palmeiras em 105 jogos, e obteve 56 vitórias, 20 empates e 29 derrotas.

E ele agradeceu pela oportunidade de trabalhar num clube como o Palmeiras:

– “O Palmeiras, uma potência do futebol brasileiro e mundial, foi um lugar onde eu tive a honra de trabalhar durante 20 meses. Me orgulho de ter ficado à frente da equipe em importantes momentos. Agradeço em especial à torcida, jogadores, funcionários, diretoria e a todos que sempre estiveram me apoiando e dando força em momentos difíceis, que, com garra e força de vontade, superamos e vencemos etapas importantes. Encerro esse ciclo e espero que o Palmeiras tenha muito sucesso e esteja sempre no lugar em que merece”.

Muito obrigada, Kleina, por ter aceitado dirigir o Palmeiras quando nenhum outro técnico, nem aquela porcaria do Falcão, aceitou o cargo…

Muito obrigada por ter nos ajudado a voltar à serie A, sem sustos…

Obrigada pelo título da série B… (se não o conquistássemos cairiam de pau na gente por isso)…

Obrigada pela boa vontade, que eu sei que você teve…

E obrigada por sair agora. Não dava mais pra você.

Boa sorte no seu caminho, Fred Flintstone!

E que venha o próximo! Seja quem for, vai ter todo o nosso apoio!!

“Uma inverdade/mentira, continua sendo inverdade/mentira, ainda que todos acreditem nela,  e mesmo que tenha sido proferida pelo Papa.”

Há uma semana, na Folha de São Paulo, foi publicada uma matéria que tratava da saída do jogador Alan Kardec do Palmeiras, e abordava a economia feita pelo clube, que, segundo o redator da matéria, o jornalista Paulo Vinícius Coelho, é uma economia porca e vai tirando do Palmeiras a possibilidade de se equiparar com as outras grandes equipes do estado.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/163454-economia-porca.shtml

Até aí, tudo bem. Se o jornalista, mesmo sabendo que as outras equipes não fizeram tão boas contratações assim, que o Palmeiras não faz economia por hobby (é uma necessidade herdada da gestão anterior), e, ainda assim, acha que essa política é errada, e que o Palmeiras fica em desvantagem em relação aos outros clubes, ele está no seu direito.

Mas o que deu grande visibilidade à matéria foi a resposta que Valdivia deu à ela (muita gente, que não tinha lido o que o jornalista escreveu, correu saber do que se tratava).

No entanto, o que fez com que a matéria passasse a ser criticada, discutida, foi algo que, no meu leigo entender, e no de alguns profissionais de imprensa também, extrapolou a esfera da competência jornalística. Além da deselegante comparação feita entre a saída de Kardec e os salários pagos a Valdivia – como se um jogador fosse o responsável pela pulada de muro do outro, o que não é verdade -, a matéria traz os números do que seria o salário do camisa 10 do Palmeiras. E, para piorar, o valor publicado não é o correto, e está BEM ACIMA do valor real.

E, como aconteceria com qualquer um de nós, Valdivia ficou bravo com a atitude do jornalista e com a inverdade (mentira) publicada, e o chamou de mentiroso. E a polêmica foi instaurada, e todo mundo passou a analisar a questão.

Acho que o jogador está certo, afinal, se sentiu desrespeitado com essa invasão e com a  mentira sobre o seu salário. E todo mundo sabe, salários são de interesse de empregados e empregadores. E você não vê nenhum jornalista publicando quanto ganha, ou quanto ganham os colegas de profissão, não é mesmo? Trocam de emissoras de TV, de redação, são contratados, demitidos, e os seus salários, como deve ser com qualquer cidadão, são mantidos em sigilo).

A tal notícia diz que, “… na hora de decidir, era Kardec quem resolvia e não o meia chileno” (o “chileno” tem nome, mas parte da imprensa faz questão de esquecer esse detalhe).

E a própria frase diz tudo, “o meia”. Valdivia é o meia do time; Kardec era o atacante, o centroavante (e o salário de um não tem relação alguma com o salário de outro. Ou Kardec vai chegar do outro lado do muro ganhando, ou querendo ganhar o mesmo que Pato e Luís Fabiano, por exemplo?). É natural e lógico que atacantes sejam mais credenciados para fazer gols. É deles que esperamos as bolas na rede. Do meia, esperamos a criação das jogadas,  a bola nos pés dos atacantes  – e o Mago faz isso como ninguém – e alguns gols também. Além disso, basta uma pesquisada para constatarmos que o atacante não fez tantos gols a mais que o meia…

ALan Kardec

Vasco (2007-2009) – 88 jogos – 23 gols
Inter (2009) – 2 jogos – nenhum gol
Benfica (2010-2014) – 53 jogos – 13 gols
Santos (2011-2012) – 62 jogos – 14 gols
Palmeiras (2006-2014) – 46 jogos – 24 gols

Seleção Brasileira Sub-20 (2009) – 15 jogos – 6 gols

Valdivia

(Para ser justa, vou contar os gols do Mago a partir de 2007 também, muito embora o que deveria ser contado, no caso de Valdivia, seriam as suas assistências a gol e as suas jogadas que resultaram em gols. Mas aí, fica tão injusto com Kardec, que não é meia, quanto é injusta a comparação que o jornalista fez com os dois. E se forem contados os passes feitos por Valdivia e desperdiçados pelos atacantes, até mesmo por Kardec, aí a conta da importância do jogador para o time ficará mais desigual ainda)

Palmeiras (2007-2008) – 78 jogos – 24 gols
Al-Ain (2008-2010) – 36 jogos – 20 gols
Palmeiras (2010-2014) – 124 jogos – 17 gols

Seleção Chilena Sub-23 – 9 jogos – 1 gol
Seleção Chilena – 54 jogos – 4 gols
(em 2009, no jogo Chile e Colômbia, Valdivia saiu do banco quando o Chile perdia por 1 x 0, deu duas assistências pra gol, fez a jogada de um outro e marcou o seu, classificando o Chile para a Copa de 2010)

Num outro trecho da notícia, o jornalista pergunta “por que Kardec deveria receber metade de Valdivia (vão dividir o Valdivia ao meio??  😯 ), se ele cumpre o contrato assinado em 2010 e não precisa ser campeão para arrecadar mais?” (Deve ser por isso mesmo, porque Valdivia tem um contrato que foi firmado há quatro anos, e assinado por um outro presidente, não é mesmo? Ou talvez seja porque ele é o cara que chama a marcação em campo, e apanha feito um condenado, para que seus companheiros possam ficar livres para marcar gols, ou porque ele é o cara que pensa o jogo, ou porque é o mais criativo e diferenciado do time, ou porque é o jogador  que os nossos adversários mais temem, ou porque ele tem uma história no clube, mais títulos conquistados… vai saber…)

Prêmios Individuais de Alan Kardec

  • Artilheiro do Campeonato Paulista 2014 Série A1: 9 gols
  • Melhor atacante do Campeonato Paulista 2014 Série A1 
  • Seleção do Campeonato Paulista 2014 Série A1

Prêmios individuais de Jorge Valdivia

  • Melhor Meia Esquerda do Campeonato Brasileiro 2007 (Prêmio        Craque do Brasileirão) 
  • Bola de Prata (Placar) 2007
  • Melhor Meia de Ligação do Campeonato Brasileiro 2007 (Troféu        Mesa Redonda)   
  • Melhor jogador do Campeonato Brasileiro 2007 (Troféu Mesa          Redonda)  
  • Seleção do Campeonato Brasileiro 2007
  • Melhor Meia Ofensivo das Américas 2007 (Jornal El País)  
  • Melhor jogador do Campeonato Paulista 2008
  • Melhor Jogador Estrangeiro da Liga dos Emirados Árabes 2008   
  • Melhor jogador da Liga dos Emirados Árabes 2009

Com todo respeito a Kardec, que está caminhando para se tornar um grande jogador, mas, por enquanto, Valdivia joga muito mais bola. Kardec, até hoje, só conseguiu destaque jogando pelo Palmeiras. Valdivia é ídolo no Palmeiras, no Colo-Colo, no Al-Ain, e qualquer grande clube brasileiro gostaria de contratá-lo.

E a notícia traria mais um trecho “nada a ver”… a crítica à politica de salários do Palmeiras, com uma comparação com o salário de um jogador,  “desde o ano passado havia o alerta das pedras no caminho para implantar a política de bônus salariais num time que paga 700 mil para Valdivia…” .

Achei grosseira e irresponsável essa matéria. Primeiro, pela tentativa de vincular a saída de Kardec com o salário pago a um outro atleta do clube, o que leva um leitor incauto a se voltar contra o jogador, a responsabilizá-lo por Kardec ter escolhido/preferido ir jogar no rival; segundo, por trazer valores de salários, algo que é assunto particular entre Valdivia e Palmeiras, e só a eles diga respeito, algo que é assunto particular entre qualquer patrão e empregado do mundo (você não costuma ver revelados os salários de jogadores de outros times, costuma?); terceiro, porque não tem cabimento desmerecer a qualidade, inquestionável, de um profissional, para amplificar as qualidades de um outro – se Kardec, que é muito bom jogador, fez muitos gols e viveu no Palmeiras o seu melhor momento da carreira até hoje, obviamente que ele deve isso ao seu próprio talento, mas deve também ao Palmeiras, que o tirou do desvio lá no Benfica, e deve aos companheiros de time, Valdivia, inclusive, que lhe deram passes e cruzamentos na medida; quarto, porque traz uma informação de impacto (o Palmeiras paga 700 mil a Valdivia), que não é verdadeira.

É lamentável que um profissional de imprensa, por mais credibilidade que tenha, se ache no direito de publicar os valores de salário de um jogador, ou de qualquer outro profissional; ainda mais, num país como o nosso, com sérios problemas de segurança e violência.  E fazendo de destaque, de alvo – mesmo que seja sem querer – um jogador que já foi sequestrado (ninguém pensa nessas coisas?).

Se publicar valores de salários aqui no Brasil é algo irresponsável, com valores incorretos e aumentados então… é pior ainda. Não pode, né?

Não é a toa que o jogador respondeu publicamente. Você já pensou se fosse o inverso? Um jogador, qualquer um, divulgando e questionando quanto ganha um profissional de imprensa? Comparando o salário de um jornalista com o de um outro profissional do mesmo veículo de comunicação? Comparando a competência profissional dessas pessoas? Seria o caos, você não acha?

O jornalismo precisa estar atrelado à verdade. Não se pode levar para milhares, milhões de leitores, uma informação originada no “achômetro” de uma “fonte”, uma informação, que pode ter saído (who knows?) das “fontes de água ratificada” que existem no Palestra.

Não sou jornalista,  mas imagino que uma informação como essa, que vem direto da “fonte” – que nunca é revelada, mas pode mentir, se enganar – deveria, sim, ter sido checada com o jogador, com seus representantes, sua assessoria (algo tão fácil de ser feito por um jornalista, não é mesmo? Até eu fiz isso antes de escrever aqui) e parece que esse caminho não foi percorrido. Uma grande mancada! Não é a toa que Valdivia está bastante aborrecido, e ele tem toda a razão.

Talvez agora, os profissionais passem a se questionar um pouco mais sobre a exposição que fazem de algumas pessoas, de seus assuntos particulares, de suas vidas privadas… talvez sabe agora, passem a, pelo menos, duvidar da confiabilidade de certas fontes…

 

Depois que fiz a postagem com a “capivara” dos nossos anti-éticos, deselegantes e desmemoriados vizinhos, para rebater os comentários ridículos do seu presidente, apareceu um monte de torcedores deles aqui. É óbvio que seus comentários não serão aprovados, uma vez que esse espaço é de uma palmeirense, destinado a torcedores palmeirenses. E de maneira alguma vou permitir que o blog vire um local de bate-boca entre torcedores de times rivais.

Alguns torcedores adversários listaram um monte de bobagens, como se fosse o Palmeiras quem estivesse se vangloriando por ter trapaceado um rival, e tivesse chamado um outro clube de ‘clube pequeno’ (essa falta de ética e de classe “queimou o filme” do presidente vizinho e falastrão, e, consequentemente, do seu clube também. Parece que nem o patrocinador gostou). Helloooo, leonores, quem fez isso foi o “desmemoriado” e “ético” presidente do “Dona Wilma F.C”.

Selecionei duas coisas para trazer a você, leitor…

“… o Palmeiras era um time racista nos primeiros anos após a sua fundação, e não aceitava jogadores negros”

Parece que houve um tempo que era assim mesmo, mas isso não era algo que acontecia exclusivamente com o Palmeiras, a sociedade brasileira era racista, esse era um problema da época (infelizmente, existe racismo no país até hoje). Dizem que o Fluminense, por exemplo, naquele tempo, ganhou o apelido de “pó de arroz” porque o jogador Carlos Alberto, mulato, tentando disfarçar a cor da pele, passava o cosmético no rosto antes de entrar em campo. Um horror isso, não é?

Graças a Deus, o Palmeiras consertaria logo as coisas. Og Moreira, em 1942, foi o primeiro negro a jogar pelo clube. Foi ele, aliás, que sofreu o pênalti que fez o São Paulo fugir do jogo, na final do Campeonato Paulista, momento espetacular da nossa história, que ficou marcado como “Arrancada Heroica”. Liminha, o autor do gol que  deu o título ao Palmeiras no primeiro Torneio Mundial de Clubes Campeões, em 1951, também era negro. Na galeria de imortais do Verdão estão craques maravilhosos, de futebol inesquecível, como Djalma Santos, Luís Pereira, Edu Bala, Nei, Jorge Mendonça, César Sampaio, Cleber, Djalminha… e o maior de todos, o Divino Ademir da Guia, filho de Domingos da Guia.

E atribuir a condição de racista à uma instituição cujos membros sofreram na pele a discriminação, apenas mostra que o jogo baixo não é privilégio da direção do tal clube vizinho, mas do pensamento comum de quem se identifica com ele.

Ou vamos fazer que não sabemos que os  italianos também sofreram com o preconceito, com a xenofobia? Especialmente, na época da guerra, quando qualquer italiano residente e trabalhador no Brasil, passou a ser “inimigo da pátria”, a ser perseguido, a ter os seus bens confiscados. O Palestra Italia também foi perseguido pelos quatrocentões da época, apenas por ser o “time de italianinhos”, “time de colônia”…

E foi por isso mesmo, para tentar se aproveitar da perseguição que havia aos italianos, e do confisco que faziam dos bens desses imigrantes, que os nossos atuais vizinhos tentaram tomar o estádio do Palestra Italia (as pessoas que lideravam o movimento para que o Palestra perdesse seu patrimônio eram todas ligadas a eles. E vale lembrar, o patrimônio do Palmeiras foi adquirido com recursos da sua gente e não com favores de governos). E isso tudo é história, é real, não é a torcedora palmeirense que inventa, por mais que os torcedores leonores queiram ‘berrar’ o contrário (e não foi só com o Palestra… Tietê em 35, Juventude da Mooca em 38, Associação Alemã de Esportes em 40 e em 42 a tentativa sobre o Palestra. Esse é o perfil deles).

E ainda hoje, o racismo, o preconceito, não são problemas resolvidos na sociedade brasileira, tampouco estão resolvidos no resto do mundo. Apesar de hoje, graças a Deus, essas demonstrações de preconceito serem consideradas atraso e ignorância, serem combatidas, ainda temos acompanhado várias situações de racismo e preconceito, principalmente no futebol. Entre as mais recentes, podemos citar a banana jogada em Daniel Alves e  a declaração do presidente “classudo” e “sensato” do SP (olha ele aí, de novo), que disse querer contratar o jogador Kaká porque ele tem todos os dentes na boca, porque ele é bonito (se precisa ser bonito, o que o goleiro faz lá há tanto tempo?) e sabe falar bem (ele quer um jogador ou um marido?)… a parte técnica do atleta parece nem ser levada em consideração… seria engraçado se não fosse uma baita demonstração de preconceito, não é mesmo?

Mas o absurdo “hors concours”, o suprasumo da falta de informação e da ignorância – uma vez que esse assunto já foi esclarecido e desmentido diversas vezes -, foi esse:

“… o Palmeiras se originou do Corinthians…”

Como diria o Chaves: “Que burro, dá nota zero pra ele(s)!”

O Corinthians foi fundado em 1910, por operários da região do Bom Retiro – principalmente da “São Paulo Railway” -, que praticavam o futebol em clubes da várzea dessa região. O objetivo era fundar um clube para continuar atuando na várzea (até porque era sabido por todos que a Liga da elite tinha enorme preconceito contra equipes populares da várzea).

O referencial dessas pessoas não era a etnia, mas sim a classe social e a região; eram todos operários, e de uma mesma região. E entre eles haviam espanhóis, portugueses, italianos, e até ingleses.

Na fundação do Palmeiras, os objetivos eram totalmente diferentes e mais arrojados. Em 1914, já haviam vários clubes italianos na cidade (25% da população era vinculada a esses imigrantes), mas eram todos varzeanos, clubes de operários que praticavam o futebol pelos campos disponíveis da cidade. Nas ligas da elite paulistana desfilavam apenas equipes representantes dos ingleses [Mackenzie], escoceses [Scottish Wanderers], alemães [Germânia] e da burguesia da cidade [como Paulistano e São Bento].

Depois da visita ao país de duas equipes italianas, que encheram a colônia de orgulho ao enfrentarem as poderosas equipes da elite paulista,  surgiu a vontade de se criar uma equipe que pudesse representar toda a colônia na cidade de São Paulo e jogasse na Liga da elite; um clube que pudesse reunir os vários atletas de origem italiana, espalhados por vários clubes da cidade, montando uma equipe única, competitiva, capaz de brigar por títulos contra as grandes equipes da elite.

Como você pode notar, a forma como os dois clubes foram criados e os seus objetivos na fundação eram totalmente diferentes. Vejamos agora, quem foram os seus fundadores e pioneiros.

Na reunião de fundação do Corinthians, em 1910, estiveram presentes:

Ambrósio, Joaquim
Bataglia, Miguel
Bataglia, Salvador
Campbell, Jorge
Correia, Anselmo
Desiderio, Afonso
Lopomo, Salvador
Lotito, Emilio
Magnani, Alexandre
Nunes, Antonio Alves
Pereira, Antônio
Perrone, Rafael
Silva, Carlos
Silva, João da
Teixeira, Alfredo
Valente, Felipe

Na reunião de fundação do Palmeiras, em 26/08/1914, eram esses os participantes:

Cervo, Luigi [Secretário-Geral]
Marzo, Luigi Emmanuelle [Vice-Presidente]
Ragognetti, Vicente [Diretor Esportivo]
Simone, Ezequiel [1º Presidente]
Aulicino, Antonio [vice-secretário]
Cileno, Francesco Vicenzo [inspetor de sala]
Giangrande, Oreste [revisor de contas]
Giannetti, Guido [revisor de contas]
Morelli, Francesco [2º mestre de sala]
Nipote, Francisco De Vivo [tesoureiro]
Rebucci, Armando [revisor de contas]
Silva, Alvaro F. da [1º mestre de sala]
Azevedo, Alfonso de
Betti, Delfo
Bucciarelli, Amadeo
Camargo, Francesco
Ciello, Michele A.
Del Ciello, Clementino
Ferré, Fábio
Gallo, Eugenio
Gallucci, Antonio
Giannetti, Giorgio
Giannetti, Giulio
Izzo, Adolfo
Izzo, Alfredo
Izzo, Luigi
Lamacchia, Giovanni
Lilla, Onofrio
Maninni, Battista
Médici, Luigi
Migliori, Alfredo
Mosca, Alfonso
Nigro, Giuseppe
Pareto, Leonardo
Prince, Giuseppe
Rizzo, Vicenzo
Rosario, Luigi M. F.
Romano Filho, Gennaro
Romano, Oreste
Rossi, Giovanni
Russo, Ercole
Tavollaro, Michele
Vaccari, Aughusto

E, agora, para concluirmos o assunto, aqui vai um passatempo do Blog da Clorofila…

Procure na lista de fundadores do Palmeiras (em verde), os “dissidentes do Corinthians”, da lista em preto, que ‘teriam fundado o Palmeiras’, e ligue os nomes. Quem encontrar nomes iguais nas duas listas vai ganhar um autógrafo do Valdivia.

Encontrou?

Não? 

Leia com calma…

Presta atenção…

Procura mais um pouquinho…

Nada ainda?

Oh, oh… Não tem, né?

Touché!!!  😉 

Depois  de ter atravessado a renovação de contrato do Palmeiras com o seu jogador, que, segundo deu a entender um apresentador de um programa esportivo, já tinha “pulado o muro” antes mesmo de jogar pelo Palmeiras contra o Criciúma (coisa feia, hein ‘Travec’?); depois de receber críticas do presidente da SEP, Paulo Nobre, sobre a sua conduta nada ética (Paulo Nobre foi ingênuo ao imaginar que o vizinho se conduziria com ética e lisura), o presidente bambi disse, entre outras bobagens, que o Palmeiras é um time pequeno.

Desrespeito e provocação irresponsáveis, de uma pessoa que não se dá conta que, ao se vangloriar de ter aliciado o jogador do Palmeiras,  está se comportando como se fosse um moleque contando vantagem por ter tomado a figurinha do álbum do vizinho; ao desrespeitar o clube rival, está instigando a animosidade e, consequentemente, a violência entre as torcidas dos clubes, que graças às presepadas históricas, e nada lícitas, do time dele, se tornaram inimigos.

Além do mais, todo mundo sabe qual é o time mais vencedor do Brasil, todo mundo sabe também, qual foi o time que recebeu o título de Campeão do Século…  Portanto, perdeu uma boa oportunidade de ficar calada essa pessoa, não é mesmo? Se ela acha que se comportar como um dirigente de um time de várzea é bacaninha, isso é problema dela. Mas precisa compreender melhor o sentido daquilo que fala.

“Time pequeno”…

E eu pergunto:

O time que é eliminado pela Ponte Preta, time da segunda divisão, numa semifinal de Sul-Americana, que tamanho tem???

O time que perde do CRB, time da terceira divisão, que tamanho tem?

O TIME QUE COLOCA O PREÇO DOS INGRESSOS A 2 REAIS, PARA NÃO TER ESTÁDIO VAZIO, QUE TAMANHO TEM?

O time que vende planos de sócio-torcedor com promoções de primeira mensalidade no valor de 0,50 centavos, QUE TAMANHO TEM?

O clube que tenta roubar, EU DISSE R-O-U-B-A-R, O ESTÁDIO DE UM OUTRO CLUBE, QUE TAMANHO TEM?

O time que consegue um estádio com terreno doado e com material de construção desviado de obras públicas, que tamanho tem?

O clube que se salvou da falência, numa partida realizada por caridade entre PALMEIRAS e Corinthians; o time que pegou dinheiro jogado em barricas por PALMEIRENSES e corintianos, nessa partida, e cujo presidente passava com uma bandeira aberta, recolhendo moedas jogadas por essas torcidas, QUE TAMANHO TEM??

O clube, que manda seguranças agredirem jogadores adversários no intervalo de uma partida, para poder sair com a vitória, QUE TAMANHO TEM?

O clube que contrata seguranças de um time pequeno, para agredir árbitros em seu vestiário, no intervalo de um jogo, pressionando-os a apitar favoravelmente pra ele, que tamanho tem?

O clube que recebe a alcunha de “Dona Wilma” por roubar jogadores da Base de outros clubes, que tamanho tem?

Um time que tenta ” fazer um agrado” no árbitro que vai apitar um jogo seu, dando a ele ingressos para um show da Madonna, que tamanho tem?

Um clube que precisou fazer um acordo com a SEP, para que o time alviverde, lhe fazendo um favor, fosse jogar partidas em seu campo, para conseguir dinheiro para a finalização do estádio, uma vez que não tinham torcida e nem renda, que tamanho tem?

O time que, por despeito, mandava esburacar o gramado do seu próprio estádio, que seria usado, em aluguel, por outros dois times, numa decisão de campeonato, que tamanho tem?

O TIME QUE ENGENDROU A FARSA DO GÁS, A FARSA DA PILHA, QUE TAMANHO TEM?

O time que, numa final histórica e épica no Pacaembu, valendo o título de “Campeoníssimo”, foge do gramado (SIM, ELE FUGIU, quando já perdia por 3 gols) para não ser goleado pelo Palmeiras, que tamanho tem?

Não basta se comportar como um imbecil, não é mesmo? É preciso também não ter memória.

Eu não queria escrever sobre esse assunto baseada nas incontáveis especulações que o cercam. Queria ter informações mais concretas, saber detalhes, mas parece que, por enquanto, isso não será possível.

A bomba da vez (palmeirenses sempre convivem com “bombas”) é a saída de Kardec… para o outro lado do muro! Tão de repente, tão sem termos o que fazer. E o torcedor se pergunta: Como assim? Perdemos Kardec? E para o time useiro e vezeiro em sacanear o Palmeiras? (Quem mandou o Palmeiras ajudar o São Paulo a se salvar da falência na década de 30, né? Arrumou um “encosto” do tamanho do mundo)

A partir dessa cacetada (com requintes de crueldade), o caos palestrino se instaurou, e não era pra menos. A imprensinha fez a festa e tocou o terror nos palmeirenses, os ressentidos pelas regalias e cargos perdidos encontraram a “arma” com a qual sonhavam, os torcedores ficaram decepcionados e transtornados.

Eu também fiquei. Até entendo quando dizem que talvez os títulos não venham agora, MAS NÃO QUERO QUE ME TIREM A P%@RRA DO DIREITO DE SONHAR COM ELES! E se vamos perder bons jogadores do time, não vamos poder sonhar com títulos, não é mesmo?  Sabemos que o amor ao clube não tem data de validade, no entanto, o que move um torcedor, o que alimenta e sustenta esse amor, não são os títulos, e sim a possibilidade de acreditar neles a cada novo campeonato…

E foi uma chuva de informações…

“O pai, ou o empresário, do Kardec já assinou com o São Paulo” (como assim já assinou – sim, assinou/acertou -, se o jogador tem um contrato com o Palmeiras até o último dia de Junho?).

“O SP ofereceu salários maiores ao atleta” (verdade, mas, se ofereceu salários maiores, então sentaram com o jogador, ou seu agente, pra conversar sobre o assunto, enquanto ele ainda é jogador do Palmeiras, e enquanto negociava com o Palmeiras. Isso é aliciar jogador, não é?)

– “Brunoro e Omar já tinham acertado tudo com o atleta, o ok havia sido dado, mas a besteira de querer reduzir ainda mais o salário foi feita pelo presidente Paulo Nobre” (como assim presidente? Que mancada foi essa, que nos fez perder nosso melhor atacante?)

– “O São Paulo teria oferecido mais ao Benfica, clube que detém os direitos do jogador” (Mas o Palmeiras, clube para o qual o valor do jogador era de 4 milhões de euros, não tinha um prazo até 30 de Maio para concluir a negociação? E, durante esse prazo, o valor para qualquer outro clube não era de 6 milhões de euros? E se ainda está no prazo/prioridade de compra dado ao Palmeiras, como um outro clube pode atravessar a negociação oferecendo menos do que os tais 6 milhões?)

“O Palmeiras cobriu a oferta do clube oculto junto ao Benfica” (quem age sem ética, com sordidez, sempre se mantém oculto. E se ele cobriu a oferta e o jogador vai mudar de clube, então ele está pulando o muro porque lá o salário vai ser maior, porque as comissões foram maiores?)

– “Paulo Nobre quer contratar o jogador mas o COF não permite” (por que o presidente não manda o COF, e seu ‘proprietário’, pra ponte que caiu? Mas, segundo fui informada depois, o COF nada teve a ver com isso.)

O impasse no acerto, que facilitou o aparecimento do clube oculto, ficou por conta de uma diferença de 20 mil reais no salário” (bobagem, inventada sabe-se lá por quem. Basta a gente pensar… não dá para acreditar que o Palmeiras, e o jogador também, preferindo até mudar de clube, tenham sido tão inflexíveis por causa de 20 mil reais)

“O atleta não vai jogar mais para não cumprir as sete partidas que o impedirão de jogar o campeonato brasileiro por um outro clube” (mas, se ele tem um contrato com o Palmeiras até final de junho, ele não teria que honrar esse contrato e jogar pelo Palmeiras até o encerramento dele? Ou vai ter gastrite até lá?)

“O atleta, através de seu agente, na hora de renovar/acertar contrato  “encostou a faca” no pescoço do Palmeiras. Seu agente (pai) promoveu um leilão do jogador. (acompanhamos o leilão, mas mal sabíamos que o acerto com o clube do subterrâneo já havia sido feito)

“O Palmeiras tentou de tudo, inclusive cobriu o valor dos salários, mas o atleta se recusou a ficar no clube. (como o pai/agente do atleta já estava acertado com o outro time, recusou qualquer oferta posterior do Palmeiras)

O que pensarmos de tudo isso?

Acho que qualquer diretoria, qualquer uma, comete erros e acertos, e isso é fato  (Vagner Love, vendido para a Rússia por uma ninharia; Luxa e Muricy demitidos, e o Palmeiras tendo que pagar multas absurdas; gastos excessivos, ou gastos insuficientes; Valdivia e Henrique, negociados na metade de um campeonato que tínhamos totais condições de conquistar; dois rebaixamentos; presidente na praia depois de um descenso; presidente comprando picanha, enquanto o time era rebaixado; vaga na disputa de um mundial da Fifa, trocada – “vendida?” – por algo que nunca aconteceu; contrato do Thiago Neves, do Martinuccio; o “caso Rogério”, “caso David Braz”; aumentos de salários oferecidos e não pagos; Wesley comprado por 21 milhões, e o calote no clube que o vendeu… a nossa lista é longa)…

Mas, perder o artilheiro do time, num país com uma baita escassez de jogadores eficientes nessa posição, no início do campeonato brasileiro, do ano do nosso centenário, e para o inimigo mais sórdido, é para f…. com 20 milhões de torcedores, presidente! Como assim? Por melhores que fossem as suas intenções na tal negociação, e eu acredito que você tem boas intenções, que você é uma pessoa de bem, como você levou essa bola nas costas? Como não percebeu que qualquer time estaria cobiçando o artilheiro do Paulistão, cogitado para a seleção brasileira, e que haveria quem jogaria sujo para levá-lo? Jogadores importantes para o time precisam ser valorizados, senão, aparece quem os valorize.

E como vamos fazer agora? Ficou provado na última partida, que sem um atacante mais categorizado a coisa fica difícil. Não vamos mais poder nem sonhar nesse ano, tão especial pra nós? Por mais que você esteja consciente do caminho que deve seguir, caminho que você traçou, há que se ter alguma flexibilidade de vez em quando, há que se permitir um ou dois passos fora da trilha, se esses passos forem ajudar a chegar ao objetivo. Nem sempre se pode esticar tanto a corda…

E essa acertou o nosso fígado, viu? Não porque ele seja o mais maravilhoso dos atacantes, mas porque ele estava acertadinho no nosso time, porque vai fazer falta, e porque gostávamos um bocado dele. E, de uma hora pra outra, permitiram (ele também) que Kardec virasse “inimigo”…

Mas, se estamos muito contrariados com a maneira com a qual imaginamos que o Palmeiras conduziu essa negociação, se ficamos putos da vida com esse desfecho, não podemos fechar os olhos para o outro lado da moeda…

Kardec sempre foi um jogador mediano, e nunca foi uma “Brastemp”, nunca teve status de estrela, mas se encaixou no Palmeiras, e caiu como uma luva lá na frente do nosso ataque (e nem sempre o sucesso num clube se repete em outro, né Barcos?).

E foi o Palmeiras que o tirou do ostracismo em que ele vivia lá no Benfica (se o Benfica o colocou à venda é porque ele não deu certo lá), que o ‘ressuscitou’, fazendo com que ele ganhasse uma exposição que nunca teve antes. E foi no Palmeiras que a torcida o elevou à condição de um grande jogador. Foi vestindo a camisa do Palmeiras que ele se tornou o melhor atacante do Paulistão (graças à sua performance e competência, eu sei, mas também, graças  às performances dos companheiros de time,  que lhe deram passes e cruzamentos perfeitos, que resultaram em gols), foi à frente do ataque do Verdão que Kardec foi cogitado para a seleção.

Depois de Valdivia, era o meu jogador favorito: o “Lã Kardec, lindo”. E o “Lã Kardec lindo” tem todo o direito de escolher o clube onde quer jogar; tem todo o direito de se aborrecer com a maneira que, imaginamos, o Palmeiras teria conduzido a negociação; tem todo o direito de querer o maior salário, de crescer os olhos para valores que ele não vira até agora em toda a sua carreira… essas coisas fazem parte do futebol e da profissão.

Mas ele não tem o direito de inventar uma gastrite para se recusar a cumprir o contrato que ainda tem com o Palmeiras (Kleber – O retorno). Não tinha o direito de fechar com o outro clube (o seu pai ou seu empresário o fez) quando ainda negociava com o Palmeiras. Isso, na minha opinião, é de uma ‘filhadaputice’ sem tamanho! Tão grande quanto deixar um clube para jogar no seu maior inimigo. E isso, Alan Kardec, do jeito que eu o imaginava, por mais aborrecido que estivesse com os dirigentes, não podia fazer com o clube que jogou todos os holofotes nele, nem com a torcida que tão bem o tratou.

E como gosto de analisar as situações, não pude deixar de reparar numa notícia de hoje (27/04) e analisá-la com as muitas informações que pipocaram nos últimos dias. Os parênteses são meus.

Enquanto a nossa “desavisada” diretoria não percebia o que ia acontecer…

Primeiro, o presidente bambi anuncia o Kardec, a imprensa toda diz que ele acertou com o SP. que os bambis ofereceram um salário “X”, maior do que o que o salário “Y” que o Palmeiras  teria oferecido (então, o SPFW conversou com o jogador, mesmo que seja atráves do pai dele, sobre salários, né? E os valores foram colocados na mesa).

Depois, sai na Folha:

O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, disse hoje que a negociação com o atacante palmeirense Alan Kardec será definida nesta semana (se não definiu ainda, como é que o Kardec comunicou ao Palmeiras que não vai ficar no clube?).

Em entrevista ao SporTV em Uberlândia, onde o time paulista enfrenta o Cruzeiro pelo Brasileiro, Aidar chegou até a se contradizer. Primeiro ele disse que os representantes do atleta disseram ao São Paulo que ele não pretende continuar no Palmeiras (se ele não tivesse a proposta  e o acerto com o SPFW, ele não seria bobo de comunicar ao Palmeiras que não iria ficar, NÉ???).

Depois, Aidar, disse que ainda não acertou salário porque não conversou com Kardec e seu estafe (E O KARDEC DEIXA O PALMEIRAS, POR NÃO ACEITAR O SALÁRIO OFERECIDO,  E QUER IR PARA OS BAMBIS SEM SABER QUANTO VAI GANHAR LÁ??? Ah, tá… e eu sou a Angelina Jolie.)

“Até quarta-feira o Palmeiras tem prioridade para fazer um pagamento ao Benfica [clube que tem os direitos econômicos do atacante]. O que ouvimos é que precisa ter o acerto com o jogador e ele [Kardec] não quer ficar lá”, disse Aidar.

O Palmeiras acertou com o Benfica que pagaria 4 milhões de euros para ficar com o atleta, mas ofereceu a Kardec um salário inferior ao pretendido pelo jogador. O São Paulo esta disposto a pagar ao clube português 4,5 milhões de euros e um salário superior do que o oferecido pelo rival ao atacante (ENTÃO, O KARDEC SABE O VALOR DO SALÁRIO QUE O SPFW QUER PAGAR, NÉ? ELE E OS DIRIGENTES DOS BAMBIS ACERTARAM VALORES… ENQUANTO ELE AINDA É JOGADOR DO PALMEIRAS. O time do São Paulo fez a oferta ao clube português e ao atleta enquanto ele negociava com o Palmeiras, clube com o qual ainda tem contrato).

Difícil não acharmos que os leonores, que costumam agir nos subterrâneos, vendo que havia um impasse nas negociações palestrinas com Kardec, aproveitaram para aliciar o jogador do Palmeiras e, agora, essas notícias, de que não há nada acertado, são divulgadas pela imprensa – que se faz de desinformada -, com o intuito desse clube trapaceiro se esquivar da responsabilidade com que conduziu o negócio em conluio com o empresário do jogador.

É bastante provável (e bota bastante nisso) que as pessoas que cuidam da carreira do atleta já tinham se acertado com o outro time, quando o pai dele começou a fazer ameaças de ouvir propostas de outros clubes (não nascemos ontem, né?)… e tá na cara que a nossa diretoria comeu uma bola imensa (na melhor das hipóteses, foi ingênua ao não imaginar que tão alardeado impasse não fosse criar a brecha para os nossos velhos e conhecidos trapaceiros  da farsa do gás, da pilha, do estádio que quiseram nos tomar um dia…)

Não esperava essa burrada master da nossa diretoria, mas também não esperava esse “profissionalismo” do Kardec… Ao se utilizar da desculpa de uma “gastrite agravada” para não honrar o contrato que ainda tem com o Palmeiras, fez papel de moleque (O Palmeiras que o obrigue a cumprir  o restante do contrato. Se ele refugar, vamos saber um pouco mais sobre ele).

Eu não digo que não há amizade entre os clubes? Amizade entre clubes é só “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite” e “ô, essa ‘carteira’ aí é minha”…

Tomara que a lição seja aprendida rapidamente, e mais rapidamente ainda seja feita a reposição do jogador.

É o mínimo que pode ser feito.

 

 

 

Algumas coisas são explicadas pela ciência, outras pela fé. A Páscoa ou Pessach é mais do que uma data, é mais do que ciência, é mais que fé, Páscoa é amor. Albert Einstein

Podemos acreditar em Jesus Cristo como o Filho enviado por Deus, ou não… Podemos achar que ele foi apenas um visionário que passou por aqui, ou acharmos que ele foi apenas uma pessoa comum… Podemos sentir que ele foi o espírito mais iluminado que já pisou este planeta… Podemos acreditar em tudo isso e mais um pouco… ou nem acreditar…

Mas, o que ele veio nos ensinar, e que mais de dois mil anos depois, ainda não conseguimos aprender totalmente, é algo que nos toca profundamente, e em que todos acreditamos, tenhamos fé ou não, é algo que todos buscamos vivenciar, é aquele sentimento que nos faz melhores, nos faz felizes, nos faz maiores, nos faz mais humanos e, ao mesmo tempo, divinos… nos faz estar mais perto do inexplicável, nos leva pra perto da Luz,  pra perto de… Deus, nos faz entender que a vida é muito maior do que parece na maioria dos dias… nos faz renascer. Foi a amar que Ele veio nos ensinar, foi pra nos mostrar que somos amados que ele morreu e renasceu.

E o mundo não é nada sem amor…  Não seríamos quem somos, se nunca tivéssemos vivenciado e experimentado pelo menos um pouquinho de amor. Amor de Deus, de uma mãe, de um pai, de um filho, de um irmão, de uma avó, de um avô, de uma professora, de um amigo, de um homem, de uma mulher… de trocarmos amor e amarmos alguém, ao próximo, como amamos a nós mesmos.

Onde há amor, há paz, há luz…

A Páscoa é a paz dentro de cada um de nós, é o amor pela vida que nos foi dada…  é a gratidão pelo mundo de Luz que Ele veio nos mostrar… Páscoa é lembrarmos que Jesus morreu e renasceu para nos mostrar o sentido da vida, para nos ensinar o amor. Páscoa é a nossa alegria pelo renascimento!

Que Jesus, o grande mentor espiritual de nosso planeta, esteja no coração de todos nesta Páscoa!! E que a alegria do renascimento esteja em seu coração hoje e sempre!

FELIZ PÁSCOA!!

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=ito14AL7-cQ[/youtube]

Depois de ter sentido na pele o que as arbitragens fizeram com o Palmeiras nos “mata-matas” do Paulistão, depois de ter visto o Bragantino arrebentar nossos jogadores – com a conivência do juiz, que não puniu ninguém – e tirar o Mago, o nosso mais talentoso jogador, da semifinal; depois de ter visto Alan Kardec ser agredido por duas vezes na semifinal contra o Ituano, e, por isso, ter saído de campo lesionado ainda no primeiro tempo, sem que seu agressor tivesse sido expulso; depois desse “enfraquecimento forçado” do Verdão, fator determinante para tirá-lo da final do campeonato, eu não poderia deixar de escrever sobre o futebol do último final de semana.

No País da Copa do Mundo, dos estádios superfaturados e não-acabados, construídos com dinheiro público; no país do Fluminense, que é rebaixado, e volta à série A na mutreta armada para rebaixar a Lusa; no país em que o torcedor (do Ituano), num programa de rádio, agradece ao seu zagueiro, por ele ter quebrado o jogador adversário (Kardec) e “ter conquistado o campeonato nesse lance”; num país como esse, o futebol não poderia ser uma maravilha mesmo. Mas o que se viu na reta de chegada de alguns estaduais, é para deixar o Cristo Redentor, no RJ, e a estátua do Borba Gato, em SP, querendo comprar passagem, só de ida, pra Argentina.

Nesse último domingo, nas finais dos campeonatos paulista e carioca, as arbitragens nos mostraram que não sabemos nada sobre o futebol e suas regras disciplinares.

Ao acompanhar as decisões do final de semana, me senti como aquelas mulheres que não manjam niente de futebol, que desconhecem a regra de impedimento, que nem desconfiam porque aquele homem de calção preto, que usa uma camisa igualzinha à do Corinthians, sopra o apito quando alguém cai naquele lugar do campo com uns retângulos pintados na grama, e que fica perto do jogador que pode por a mão na bola. Na verdade, sem conseguir associar o que via acontecer em campo ao que sabia de futebol, fiquei com a impressão que as regras todas mudaram.

NO RJ…

Partida final entre Vasco e Flamengo pelo campeonato carioca; nos últimos minutos da partida, o placar apontava 1 x 0 para o Vasco, resultado que faria o time de São Januário campeão. O Flamengo precisava do empate para ficar com o título, mas, com o relógio caminhando para a última volta do ponteiro, a situação dos rubros-negros parecia muito difícil e a fatura praticamente liquidada…

Só que, aos 45′, num ataque do Flamengo, a bola bateu na trave, Márcio Araújo (o Caramujinho) ficou com o rebote, empatou a partida, e o título do campeonato mudou de mãos.

Que sorte do Flamengo! SORTE???? Sorte de ter um árbitro, por acaso torcedor, que ‘não viu’ o lance, não é? Sorte os auxiliares também ‘não terem visto nada’ (não é o que mostram as imagens).

O Sr. Marcelo de Lima Henrique, da foto acima, validou o gol de Márcio Araújo, que só chegou na bola em condições de mandá-la pra rede, porque se beneficiou de uma posição irregular. Estava “impedidaço”! Pelo menos, eu costumava achar que esse tipo de lance era impedimento, mas já não sei mais se é, uma vez que a arbitragem, mesmo tendo visto claramente a posição do jogador, nada assinalou.

E, assim, com um “erro grosseiro”, o título foi tomado do Vasco e dado de bandeja ao Flamengo. Nessa batida, o Vasco vai ser vice “ad eternum”.

Dá uma olhada no tamanho do impedimento que os auxiliares viram muito bem:

 Impedimento-Flamengo1

Num país com tantos “erros” de arbitragem, como pode a FERJ escalar um árbitro – que já cometeu outros grandes erros -, para apitar a decisão do time… dele?

E para completar a lambança, e aguçar ainda mais a desconfiança sobre esse título que caiu no colo do Flamengo, a gente volta no tempo e lê  o que a esposa, vascaína, do árbitro flamenguista, escreveu numa rede social, dias antes da partida: “Quanto ao Vice isso já é certo”… “qualquer coisa a gente comemora o campeonato como vice de novo, mesmo. kkkkkkkk”. E não é que, graças ao marido dela, ela acertou na profecia? Que coisa, não? Só eu achei estranhíssimo uma torcedora fazer piada com o que seria (mais) um possível vice campeonato (mais uma desgraça) do seu próprio time?

Que horror, não? Só por isso, para evitar qualquer problema, o árbitro da partida jamais deveria ser o marido dessa senhora, não é mesmo? É muita coincidência para ser só coincidência… Tudo tão suspeito… E valendo título… Tão fácil colocar a culpa num “erro” e pronto.

E para fechar com chave de (des)honra essa lambança (mais uma) do futebol carioca, ao final da partida, o goleiro flamenguista, Felipe, esquecendo os valores morais e o profissionalismo no vestiário,  zombou e tripudiou dos adversários e do próprio futebol, dizendo que “ganhar roubado é mais gostoso” (então, até ele confirma que foi roubado?). Nossa! Como ele é “esperto”, não? “Profissionalíssimo o cara”! Perdeu uma grande oportunidade para ficar de boca fechada.

E pensar que a Justiça Desportiva puniu Valdivia, com uma pena inédita no futebol brasileiro, por um “sorrisinho” que incomodou o promotor… Tenho quase certeza que a tal Justiça Desportiva será omissa agora. Quer apostar que não vai acontecer nada com o goleiro das “trancinhas” com as cores favoritas dos promotores? Quer apostar como não vai aparecer nenhum promotor para enquadrá-lo em nenhum artigo? Quer apostar como a imprensa toda vai publicar um monte de notícias dizendo que foi… piada?

E depois não sabem porque o público é cada vez menor nos estádios do RJ e do Brasil. O futebol brasileiro, com seus campeonatos de cartas marcadas, vai enchendo o saco de todo mundo e perdendo o brilho dia após dia.

EM SP…

E se no RJ, foi vergonhoso ver o título ser tirado do Vasco e dado ao Flamengo, graças a um “erro” de arbitragem, em SP, só não aconteceu o mesmo porque o Ituano levou a melhor nas cobranças de pênaltis e evitou que o título fosse parar nas mãos do Santos. Mas os dois times só chegaram a esse tipo de decisão, porque o árbitro da partida, Raphael Claus, deu uma mãozinha para o time da Vila, quando marcou uma penalidade em Cícero. Com o gol marcado, o Santos conseguiu tirar a vantagem do empate do Ituano e levar a decisão para a loteria dos pênaltis.

Acontece que a penalidade assinalada pelo árbitro não existiu, e, ainda que tivesse existido, na jogada que originaria o lance houve uma irregularidade. O jogador Cícero, que sofreria o tal pênalti, estava em completo impedimento  antes de  ir em direção à bola e cair/ser derrubado na área. Confira:

 Impedimento-Santos1

Mais uma partida em que a arbitragem interferiu no resultado. E o título do paulistão só não mudou de endereço de novo (já tinham mudado o seu endereço na semifinal do Pacaembu), porque o Santos foi incompetente. Afinal, o time da Vila pôde decidir em duas partidas contra o Ituano, com o estádio cheio de santistas nas duas ocasiões, com time completo, com juiz ajudando a levar a decisão para os pênaltis, lhe dando uma sobrevida e, nem assim, conseguiu superar o adversário. Mas, como disse a imprensa, isso foi zebra, foi raça do Ituano. ‘Vexame’, ‘vergonha’, ‘tropeço’, é só com o Palmeiras, que, graças ao regulamento mal-feito da FPF, jogou uma partida só com o time de Itu, foi garfado pela arbitragem e perdeu jogadores importantes, antes e durante a partida semifinal.

Como vai mal o futebol brasileiro, não é mesmo? Cada vez mais afundado em armações e situações que não enganam ninguém. Os torcedores reclamam, reclamam e nada acontece. São sempre os mesmos clubes a serem favorecidos, assim como são sempre os mesmos os prejudicados. A impressão que se tem é que os demais servem apenas de instrumento para que os favorecimentos ou desfavorecimentos possam ser colocados em prática.

Foi lamentável acompanhar o que aconteceu no RJ e em SP na semifinal e final, é revoltante saber que alguns campeonatos e finalistas possam ser decididos no apito; dá nojo imaginar que esses “erros”, que acontecem cada vez mais, possam não ser apenas “erros” …   e que tem sempre alguém da imprensa para tentar fazê-los parecer legítimos (será que as arbitragens da Copa terão esse mesmo nível?).

O futebol perde a credibilidade, o público vai perdendo o interesse e diminuindo nos estádios, o espetáculo vai ficando mais pobre de futebol-arte… Nem mesmo a seleção brasileira é unanimidade entre os torcedores do país, descontentes com as convocações mandrakes, com os amistosos caça níqueis, com os escândalos envolvendo a CBF, com o balcão de negócios que virou a seleção nacional.  Se a coisa não mudar, chegará a hora em que vai ficar ruim pra todo mundo… até mesmo para quem acha que está levando vantagem hoje.

Quem viver verá…

*”juiz ladrão” é a forma com que as torcidas se referem aos  árbitros que cometem erros grosseiros demais.

 

violência
vi.o.lên.cia
sf (lat violentia1. Qualidade de violento.
2. Qualidade do que atua com força ou grande impulso; força, ímpeto, impetuosidade. 3. Ação violenta. 4. Opressão, tirania. 5. Intensidade. 6. Veemência. 7. Irascibilidade. 8. Qualquer força empregada contra a vontade, liberdade ou resistência de pessoa ou coisa.  Dir. Constrangimento, físico ou moral, exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a submeter-se à vontade de outrem; coação.  10. usar a agressividade de forma intencional e excessiva para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.

Incitar: v.t.d e v.bit. Incentivar alguém a fazer alguma coisa; impelir, instigar, encorajar.

O leitor que não me acompanha no Twitter e Facebook, e que não leu alguns tweets que me foram dirigidos por um profissional de imprensa, não deve estar entendendo muito bem esse início de postagem, mas eu explico.

Recebi alguns tweets de um repórter que trabalha no SporTV. Repórter, a quem nunca me dirigi no Twitter, no Facebook, ou em qualquer lugar que fosse, mas que foi citado por mim num tweet e numa das minhas postagens do blog:

https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/03/04/e-press-nao-desiste/

Esse profissional, pasme, atribuiu ao meu blog e a alguns outros, que ele classificou como iguais ao meu, a existência da violência no futebol!?!  Pode uma coisa dessa?

Se, por um lado, essa afirmação é digna de risos,  porque todo mundo sabe (até a minha cachorra sabe) que a violência no futebol é bem mais antiga do que a existência de qualquer blog, que ela se origina por vários outros motivos e não pelo que alguém escreve/lê num blog sobre o esporte favorito dos brasileiros, e que um profissional de imprensa esportiva TEM que saber isso; por outro lado, ela é uma acusação muito séria e irresponsável, além de ser uma inverdade e uma baita falta de argumentos, não é mesmo?

E, diante dessa descabida e pública afirmação; diante dos e-mails, mensagens inbox, mensagens via Whatsapp, DMs, e até alguns telefonemas que recebi depois, com mensagens de apoio ao blog, com perguntas sobre o que estava acontecendo (nem todo mundo entendeu a história) e com a indignação de algumas pessoas com o que me fora dirigido; diante do fato de o profissional se referir ao blog, mas não vir aqui dizer o que pensa dele, como seria o correto; e porque foi o blog e suas postagens que foram citados e responsabilizados pelo futebol violento (Chesus!); por todos esses motivos, vou contar aqui o que aconteceu. E, como é de praxe, no mesmo estilo “Clorofila way of writing”, documentando tudo, sem inventar nada.

No sábado passado, enquanto fazia panquecas americanas pro café da tarde, recebi esses dois tweets:

AndréHernan-blogAndréHernan-blog1

Oiiiiii??? Não fui informada pelo repórter, que caiu de paraquedas na minha timeline, sobre o quê, exatamente, ele falava. Os tweets dele vinham atrelados a um tweet que eu havia escrito, com um questionamento aos meus seguidores, que estavam reclamando um bocado por causa uma mesma pergunta ‘mandrake’, que ele, repórter, teria feito a dois jogadores do Palmeiras. E eu queria saber do que se tratava (copiei e colei os demais tweets aqui, mas é claro que tenho os prints) .

E o André Hernan (sei lá como escreve) do SporTV fez a mesma pergunta para dois jogadores do Palmeiras?

Não havia nada demais nesse tweet…  então, como ele citava o blog, que “detona os outros”, concluí que a reclamação fosse pela postagem que eu havia feito umas semanas antes, e que trazia críticas à maneira como ele conduzira uma entrevista com o jogador Valdivia, após a partida contra o São Bernardo.

Não me agrada ficar ‘batendo boca’ no Twitter – penso que um profissional de imprensa deveria gostar disso menos ainda -, tenho milhares de seguidores – e ele também tem -, e penso que eles não precisam acompanhar esse tipo de coisa, mas, diante do que me foi dito e atribuído, diante da confusão que ele fazia entre “reclamar da falta de profissionalismo de alguém” e “detonar esse alguém”, eu tive que responder:

@andrehernan Se vc tivesse bom-senso, o mínimo que faria seria se questionar sobre as reclamações que algumas pessoas fazem do seu trabalho.

@andrehernan E não, não sou jornalista. Mas, como torcedora, esclarecida, que sou, sempre vou apontar o dolo ao Palmeiras onde eu o encontrar.

@TaniaClorofila Vc ja repensou algum post que fez (pelo jeito faz sempre) detonando alguém?

@andrehernan Repenso sim. Por isso, procuro me valer de imagens, fatos anteriores, que sustentem aquilo que penso sobre um assunto.

@andrehernan Como fiz quando o seu amigo cavou uma suspensão para um jogador do Palmeiras, sem ter feito o mesmo para o do time dele.

@andrehernan Essa sua afirmação é bastante inconsequente, viu moço jornalista??

@TaniaClorofila Se vc é uma torcedora esclarecida, repense seus tweets e posts detonando quem está trabalhando.

@andrehernan Moço, por acaso, eu lhe dirigi algum tweet? Não me lembro de tê-lo feito.

Abaixo, o suprasumo da incoerência, a pessoa que me dirigiu tweets reclamando das críticas à sua conduta profissional, que foram feitas no blog, me respondia assim:

@TaniaClorofila Não quer ver criticas? então assista a TV do Palmeiras… a chance de vc se chatear é zero.

Ele poderia fazer o mesmo com o blog e com os meus tweets, não é verdade? Não quer ler críticas ao seu trabalho, que vá ler blogs sobre horticultura, jardinagem…

@andrehernan Se vc não quer receber críticas, esqueça o futebol, com seus milhões de torcedores e vai entrevistar as bordadeiras no Ceará.

@TaniaClorofila Crítica é uma coisa… Clubismo é outra. Por um futebol sem ódio.Boa tarde pra senhora!

@andrehernan Vou desenhar pra vc… Eu sou t-o-r-c-e-d-o-r-a!! Posso ser clubista o qto eu quiser. Os jornalistas é q não podem!

@andrehernan Quem dá ao Palmeiras o mesmo tratamento que dá a outros clubes tem todo o meu respeito e consideração. Tenha uma boa tarde.

@TaniaClorofila Então… sugiro vc soletrar, desenhar a palavra Respeito!! Boa tarde para a senhora.

Como você pode observar, leitor, ele não apresentou nenhum argumento que indique que a(s) minha(s) postagem(s) incite(m) os leitores à violência; tampouco apresentou alguma prova de que seja por causa de blogs como o meu que o futebol é violento (é duro ele provar isso, hein?). Ao falar de clubismo e fanatismo, ao falar em ódio (??) ele apenas demonstrou incapacidade de argumentação, pois apelou a chavões que, sem argumentos, não têm valor algum.

E se for assim, o que dizer da própria imprensa, o canal PremiereFC (SporTV), por exemplo, que fez matéria em sua página do FB, para ‘comemorar’ o dia em que um clube, ‘por acaso’ o Palmeiras, levou uma goleada de um time pequeno? E ainda trazia a chamada: “Lembra do vexame do Verdão? Então, curte aí!”. Clubismo? Maaaagina! Não é preciso esforço algum para imaginarmos para que time time provavelmente torce o estagiário que fez essa “beleza” de postagem, não é mesmo? E imagine a raiva que isso causou na torcida palmeirense, que é uma das  maiores assinantes do Premiere? Foi tão sem propósito e desrespeitosa a postagem, que eles acabaram retirando-a do site e se retratando com o clube e com a torcida.

O fato é que a internet, com a participação do público, acabou com aquela conhecida e desagradável via de mão única, onde o cara com microfone na mão podia fazer e acontecer, podia te dar a informação do jeito que ele quisesse, e, muitas vezes, com meias verdades, ou com verdades um tanto quanto distorcidas, cheias de veneno. E blogs como o meu passaram a mostrar ao público a falta de profissionalismo de algumas pessoas em alguns momentos; pessoas que deveriam estar no esporte para trabalhar e não para distorcer fatos, provocar jogadores nas entrevistas, jogar a torcida contra eles, criar situações polêmicas para ganhar audiência, e até usar de inverdades – o próprio Palmeiras já desmentiu alguns veículos de comunicação, e mais de uma vez.

O Palmeiras vence uma partida, um jogador se destaca, e o repórter, que o entrevista na saída de campo e, depois, na saída do vestiário, não tem mais nada a lhe perguntar, a não ser sobre um terceiro cartão amarelo tomado. Recebe uma resposta irônica e aborrecida e continua  insistindo na mesma questão. Do jogo mesmo, dos gols, da excelente partida que  time e jogador haviam feito, daquilo que o torcedor quer ouvir, o repórter não tem nada a perguntar.

O Palmeiras ganha do Vilhena, e um repórter vai perguntar para um jogador DO PALMEIRAS se é um jogo para esquecer? Recebe uma resposta meio azeda e, não satisfeito com a resposta, faz a mesma pergunta para um outro atleta palestrino, recebendo outra resposta meio azeda. Como assim? Os jogadores, que obviamente não gostaram da perguntinha mandrake, não são torcedores e nem blogueiros ‘clubistas e fanáticos’, são profissionais, e um deles, por acaso, é só campeão mundial de futebol, com larga experiência no futebol profissional europeu. Quem será que foi o torcedor nessa história?

Talvez  o repórter tenha achado que a partida era para esquecer, é um direito dele achar o que ele quiser, mas, o que ele acha, não interessa aos jogadores e tampouco aos torcedores. Uma vitória,  desde que não seja construída no apito, será sempre soberana a qualquer problema ou dificuldade que a equipe tenha encontrado dentro de campo. Ainda mais, uma  vitória que leva o time à uma próxima fase de um campeonato.

E eu pergunto: onde estava o repórter após o jogo contra o Ituano, para perguntar ao Kardec sobre as agressões que ele sofrera em campo? Onde estava o profissional, para perguntar ao árbitro porque ele não expulsou o desleal  e botinudo jogador Alemão, que agredira Kardec duas vezes? Onde estava o repórter para pedir a esse mesmo Alemão, que falasse sobre as agressões que ele cometera na partida? Para ir atrás dele na saída do vestiário e pedir que contasse detalhes das duas joelhadas desferidas em Kardec, que tiraram o melhor atacante do campeonato do jogo da semifinal, ainda no primeiro tempo, prejudicando consideravelmente o Palmeiras na disputa pela vaga? Onde estava o repórter para lembrar que esse mesmo Ituano, fugindo do descenso em 2013, e com a mesma prática de botinadas, quebrou o goleiro do Palmeiras e o tirou da partida? Onde estava o repórter para trazer a você a informação de que Valdivia saíra machucado da partida diante do Bragantino, quando ele foi deslealmente caçado?  O próprio jogador é quem teve que publicar uma foto do seu tornozelo vermelho e bastante inchado, para mostrar à torcida o que a imprensa ‘não viu’, o que repórter nenhum lhe perguntou na saída do vestiário. Onde estava o profissional para dizer o quanto o Palmeiras fora prejudicado sem seus dois melhores jogadores, e sem que um único adversário tivesse sido punido por tê-los tirado da semifinal?

Mas foi atribuída a mim uma parte da culpa  pelo futebol violento – a outra parte é culpa dos blogs iguais ao meu -,  sim, a mim, uma vez que o blog não tem alma, não pensa, a não ser através de sua redatora, que lhe empresta as suas ideias e conceitos a respeito de determinados assuntos, que lhe empresta a sua “voz”.

Triste isso, né? O jornalista, não possui argumentos; eu, a blogueira “fanática” e “clubista”, que, segundo ele, é uma das responsáveis pelo futebol violento, fundamento e documento tudo o que publico aqui. Acho que isso é respeito (que ele diz que não conheço) com o Palmeiras, com os meus leitores, comigo mesma, e, principalmente, com as pessoas citadas nas postagens, uma vez que não critico a conduta profissional de quem quer que seja, por criticar, não faço críticas por fanatismo e nem clubismo, e é isso que me dá credibilidade. Credibilidade, que faz com que algumas pessoas se incomodem comigo e com a seriedade das coisas que escrevo.

Imagino que deveria ser assim também, ou muito mais cuidadoso ainda o trabalho da imprensa: se preocupar com a credibilidade, respeitar quem a lê/ouve/assiste, respeitar as personagens que servem de notícia, sem distorcer fatos,  sem provocar, irritar, apimentar, sem agigantar os problemas de um e minimizar os de outros, sem minimizar as pequenas conquistas de um e ampliar as de outros… sem fazer o papel de torcedor, e apenas levar a informação ao torcedor do jeito que ela é, da maneira que aconteceu.

Mas o que temos visto é o contrário disso. Um dia, é o cara que telefonou para o tribunal para sugerir punição a um jogador do Palmeiras, mas não fez o mesmo com o jogador do time dele… outro dia, é a página do FB de um canal de TV que desrespeita o time e da torcida do Palmeiras… tem dias em que é o repórter preocupadíssimo com o cartão amarelo recebido por um jogador palmeirense, ou provocando jogadores ao final de uma partida…

Parece aquele ‘rodízio de faltas’, em que cada hora é um que ‘bate’. A continuar assim, vamos  ficar curiosos para saber se existe um “técnico” orientando esse time…

O Blog da Clorofila vai continuar apontando a falta de profissionalismo sempre que ela se fizer notar, vai continuar cobrando da imprensa que o Palmeiras receba o mesmo tratamento que ela dá aos outros clubes, e isso nada tem a ver com ódio, com violência. E quem não gostar disso, que passe a ter uma conduta estritamente profissional.

NÃO TEM JEITO, “PRESS”, ESTAMOS DE OLHO, E VAMOS CONTINUAR ASSIM!

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Olha só, amigo palestrino, para comemorar o lançamento da nova terceira camisa do Palmeiras, os palmeirenses poderão ajudar na composição de uma música em homenagem ao centenário do clube.
Já pensou que coisa fantástica poder dar uma contribuição na composição da música que homenageará o centenário do clube mais amado do planeta?
Para participar, será necessário fazer um cadastro no site familiapalmeiras.com.br. Lá, o torcedor poderá enviar versos que completem a letra do poema, que será convertido em música.
A nova e linda camisa III do Verdão remete à época de Palestra Italia e traz um símbolo de 100 anos com parte do poema Ovunque gridiamo: Vittoria! Vittoria! Palestra Italia è un nome di gloria, tradicional lema palestrino, cantado nas arquibancadas durante as primeiras décadas de existência do clube – e quantas glórias o Palestra Italia viveu. O modelo ainda tem como principal novidade o retorno da Cruz de Savoia, um dos primeiros escudos da história do clube.
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O novo uniforme do Palmeiras estará à venda a partir do dia 23 de abril nas lojas adidas, adidas e-com http://www.adidas.com.br/palmeiras, nas oficiais do clube e lojas de varejo esportivo, nas versões Adulta, Infantil e Feminina.
E, enquanto pensamos nos versos que vamos enviar para a composição da música do centenário,  já podemos tratar de esvaziar os cofrinhos… mas com cuidado, sem quebrar o porquinho, tá?

Sabe aquele deus do futebol, que deu uma caneta no Pelé? Aquele, que jogava um futebol tão lindo, mas tão lindo, que as pessoas, sem encontrar um adjetivo que definisse o dono de tão raro talento, passaram a lhe chamar “Divino”? Aquele, que era o craque da Academia, e que escreveu páginas maravilhosas da história da Sociedade Esportiva Palmeiras?

Ele está comemorando 70 anos hoje…


Parabéns, mestre Ademir da Guia, Divino e imortal camisa 10 do Verdão!! Saúde, alegrias, sucesso e um OBRIGADO TAMANHO GIGANTE!

Foi uma benção você jogar no meu time, é motivo de orgulho ter um ídolo como você e foi um privilégio tê-lo conhecido!!

Foto: Sabe aquele deus do futebol que deu uma caneta no Pelé? Aquele, que escreveu páginas maravilhosas da história da Sociedade Esportiva Palmeiras? Ele está comemorando mais um aniversário...Parabéns, Ademir da Guia,  Divino e imortal camisa 10 do Verdão!! Saúde, alegrias, sucesso e um OBRIGADO TAMANHO GIGANTE!  Foi uma benção você jogar no meu time, é uma honra ter um ídolo como você e foi um privilégio tê-lo conhecido!!Que Deus o abençoe e ilumine, sempre! Amamos você, seu lindo!!  Bjs

Que Deus o abençoe e ilumine, sempre! Você mora no meu coração!