PAULISTÃO 2018… O MECANISMO

Alguém tem que tomar providências contra esse “Esquema Crefisa” (Crefisa? AHAM),  que, dizem, “beneficia” tanto o Palmeiras…

Já não bastam os gols de mão validados sem problema algum, e sem interferência externa, soladas e cotoveladas que ficam sem punição, impedimentos absurdos e inexistentes (“perigo de gol”) que são marcados… gols impedidos que são validados… jogadores agressores cujas faltas não são nem marcadas, e para quem os cartões vermelhos nunca são mostrados… inúmeros pênaltis cometidos e não marcados pelas arbitragens – teve campeonato em que durante 34 rodadas os árbitros não conseguiram enxergar um único pênalti, dos muitos cometidos por um mesmo time -, pênaltis inventados para um mesmo time… árbitros fazendo resultados, decidindo partidas e campeonatos…  jogador que é expulso pela “fama”… agressões consideradas lances normais de jogo… tribunal que denuncia jogador de um time por imagem (imagem que ninguém viu), mas ignora as imagens que denunciariam gravemente outros jogadores…

A coisa é tão descarada, tão cara de esquema, que coitado daquele que reclamar de ser garfado. Será denunciado pelo tribunal no dia seguinte e ameaçado de punição (as declarações e notícias sobre a denúncia  e o que pode acontecer aos reclamões subtraídos pelo apito – situações que a imprensinha faz questão de ampliar – , não são nada mais do que ameaças, um “cala a boca e fica pianinho aí” para os próximos que pensarem  em se insurgir contra o status quo).

E no status quo “brazilis”,  no modelo  (i)moral vigente no país, o “metralha que rouba a moedinha do Tio Patinhas” é o certo, é o “esperto”, e se vangloria disso;  o Tio Patinhas, que foi roubado, que é sempre o alvo dos ladrões, que sempre tem que lidar com os que querem tomar algo dele, é o errado, é o que está com mimimi, é o motivo de chacota;  não pode reclamar de ser roubado.  Como exigir/esperar lisura, moral de quem não tem? Como reclamar da falta de moral num país que louva o corrupto, que glorifica o trambique, o “levar vantagem sobre o outro” de toda e qualquer maneira possível”?

Um polvo enorme, de grandes tentáculos… e, agora, esse ‘polvo’ mostrou a sua cara de vez na final do Paulistão, ou melhor, do Apitão 2018….

Uma vergonha, uma sujeira,  e com a participação, pasme, da Federação Paulista de Futebol.

Quem não sabia o que aconteceria, não é mesmo? Saber que os muleteiros do apito seriam favorecidos pela arbitragem de alguma maneira, todo mundo sabia, mas se pensava que ficaria no de sempre, no usual, no jogador que agride o outro, cospe nele e não é expulso, no gol impedido que é validado (como acontecera no primeiro jogo), ou no gol de mão, escandaloso, que a arbitragem finge que não vê… na falta marcada pra um e ignorada pra outro… nas faltas invertidas (o árbitro inverteria 18 faltas na decisão do campeonato), no “segurar um time em campo” e dar aval para o outro fazer o que quer… Mas, para a indignação de muitos, a coisa foi muito além e trouxe à superfície a ponta de um provável iceberg de sujeira.

De novo, os adversários se favoreceram com o uso de interferência externa na arbitragem (nos três últimos derbis, é a segunda vez que isso ocorre)… e agora em uma final, e da maneira mais vergonhosa possível.

O Palmeiras teve um gol anulado por impedimento, dois pênaltis não marcados, um terceiro, no toque de Henrique, também foi ignorado por Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, o árbitro, e por seus auxiliares também. Lances capitais, que podiam decidir a partida e o endereço do título.

No lance do gol, aos 5′ de jogo, Lucas Lima cobrou a falta,  Bruno Henrique(?) desviou e Willian guardou de cabeça. O bandeira prontamente apontou impedimento. Eu estava do lado oposto no estádio, não dava pra ter certeza. Quando fui ver as imagens no dia seguinte, na Rede Goebbels eram imagens de PS (achei estranho isso e achei estranho que Willian, na imagem, estivesse com as pernas tão abertas, destoando de qualquer um dos outros jogadores). Mas todo mundo falou que estava impedido, então, deixei pra lá.

Ontem, cismei de rever, e não tenho certeza desse impedimento… Também não tenho certeza se alguém que esperava uma bola pelo alto teria o peso do corpo todo em uma perna só, em um joelho só… se precisasse saltar (não precisou), não conseguiria nunca… pra saltar é preciso que o peso do corpo esteja sobre as duas pernas. No entanto, mesmo com essa imagem esquisita (da Goebbels), de perna esticada demais, não me parece que ele estava impedido… o corpo está bem atrás do corpo do corpo do adversário, que está mais à frente, e ele não tem a perna tão comprida assim, para ela ultrapassar essa distância. Não posso cravar, é verdade, mas esse impedimento é, no mínimo, “desconfiável” e, por isso, posto as imagens aqui… As duas primeiras são da rgt…

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Essa, de um outro ângulo, do momento em que Bruno Henrique toca a bola, mostra que a perna do Willian não estava tão esticada quanto estava na imagem acima… Façam as suas análises.

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Também no primeiro tempo, Borja foi seguro na área. E desse lance não tenho dúvida. Segurar um atacante na área, com a bola em jogo, é pênalti sim. O braço direito de Ralf, no peito de Borja, impede que ele avance, a mão esquerda o puxa pelo ombro, também fazendo força contrária para impedir que ele chegue na bola. Borja foi seguro na área, em uma disputa de bola, e o árbitro Marcelo  Aparecido Ribeiro de Souza nada marcou, e muitos jornalistas, com a maior cara de pau, dizem que não foi nada, que ele se jogou (vamos observar na Copa do Mundo como o critério vai mudar)…

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Um outro lance, bem significativo, ocorrido depois do pênalti em Borja, também foi ignorado pela arbitragem. O toque de Henrique, dentro da área e com braço afastado do corpo . A TV, que anda ajeitando as imagens para elas parecerem outra coisa – como fez com o toque na mão de Antonio Carlos, FORA DA ÁREA, na primeira final –  diria que foi na barriga… só se a barriga de Henrique ficar nas costas, onde estava o braço, né?

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E aí, o lance, capital, do pênalti em Dudu (a imprensinha, que legitima muita coisa errada, focou – e foca – só no lance em Dudu – porque insiste em dizer que ele não sofreu falta – fazendo de conta que o pênalti em Borja e o toque de Henrique não existiram)

Aos 26′ do segundo tempo, o Palmeiras no ataque (o jogo todo foi nessa dinâmica de o Palmeiras atacar e o outro se defender. Pra se ter uma ideia, o goleiro Cássio tomou um amarelo aos 16′ do primeiro tempo por… cera), Palmeiras precisando de um empate, Dudu (ele tava dando um trabalhão para os lava jato) recebe passe de Lucas Lima e é atropelado por Ralf. É atingido, por trás, na coxa (antes do toque na bola), no pé direito e depois no esquerdo.

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O árbitro, bastante convicto no lance, marcou o pênalti. Na hora,  Ralf nem reclamou… mas, seus companheiros ficaram inconformados,   aí começou a bagunça, o teatrinho mambembe da farsa e picaretagem. Depois de 8 minutos, de muita confusão, revolta, indignação, depois de coisas que todos sabíamos bem o que era, mas não tínhamos como provar, o árbitro desmarcou o pênalti… o jogo seguiu até o final, terminou. Vieram as cobranças de pênalti e o título ficou com o adversário.

Só depois depois de algumas horas, no dia seguinte, e nos outros também,  as peças começaram a aparecer e a se encaixar…

Logo depois do jogo, com as reclamações do Palmeiras sobre o “apitaço”, sobre a interferência externa (deu na cara demais), proibida e passível até da anulação da partida, a Federação Paulista alegou que o árbitro não iria se pronunciar.

Na súmula da partida, Marcelo relataria que, no momento em que marcou a penalidade máxima, os jogadores corintianos protestaram contra a marcação e queriam que ela fosse anulada, reclamavam com o 4º árbitro, com o bandeira… relatou que o 4º árbitro disse pra ele “Canto”, mas ele não entendeu por causa do barulho da torcida, então, ele se aproximou e o 4º árbitro lhe disse: “Marcelo, pra mim, ele toca na bola, mas a decisão é sua” (tocar na bola não exime o jogador do atropelamento, do pênalti cometido, não é mesmo? Jaílson, num outro derby, também foi na bola primeiro, fez a defesa, e foi punido… duas vezes – também por interferência externa -, com pênalti e expulsão por causa da falta que fez na sequência dessa defesa. A regra muda de acordo com a cor da camisa? Para arbitragem e imprensa parece que muda sim). E como ele, juiz, achou que a visão do 4º árbitro era melhor do que a dele (que estava pertinho do lance), ele decidiu pelo escanteio. Informou ainda que a partida ficou paralisada 7 minutos.

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A situação foi a mesma desse outro pênalti – mais light – aqui cujas análises foram completamente diferentes… Esse aqui, todo mundo achou muito pênalti… até o Juca Kfouri, que agora diz que não foi pênalti em Dudu… esperteeeeenho…

Era estranho… ficava claro nas imagens que o quarto árbitro passara um tempão sem dar nenhum indicativo de que tinha visto algo, de que tivesse algo que quisesse comunicar ao juiz… E mais estranho ainda era o juiz, que marcou o pênalti com tanta convicção – um árbitro só pode assinalar um pênalti se ele tiver certeza do que viu -, aceitar prontamente que um outro, que estava mais longe, tivesse visto melhor do que ele. Que um outro o fizesse desver o que ele vira com tanta convicção. E por que essa comunicação entre os dois levaria tantos minutos?

O juiz, assim que o pênalti foi marcado, passou a ser muito pressionado pelos corintianos, era empurrado, gritavam com ele, Sheik o puxava pelo braço, e o juiz “bonzinho”, nada fazia. O quarto árbitro continuava lá na dele, cercado de enlouquecidos reservas que reclamavam até não querer mais… o mais interessante nesses momentos todos foi observar no vídeo que Balbuena pedia “imagens”… 😉

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Estranho observar também, que o árbitro, mesmo tendo o quarto árbitro por perto… parecia querer uma comunicação visual com alguma outra pessoa, parecia esperar uma informação, orientação de alguma outra pessoa… Que parte do jogo é essa que o torcedor desconhece?

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Segundo Salvio Spinola mostrou em um vídeo (de onde essas imagens foram tiradas), era para Dionísio Roberto Domingos, o diretor de Arbitragem da Federação Paulista (!?!) que ele olhava.  O dirigente da FPF, com quem Carille parecia discutir (Carille querendo a anulação de uma marcação do juiz e cobrando isso do dirigente da FPF?) ,  era a pessoa de quem o árbitro  parecia esperar alguma coisa…

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Veja o vídeo…

Então, mais imagens começaram a aparecer, as pessoas começaram a entendê-las melhor, e as versões do árbitro começaram a mudar… A bravata do “foi o quarto árbitro quem me disse que viu o Ralf tocar primeiro na bola” caía por terra com um vídeo mostrando uma movimentação estranha da arbitragem em campo…

https://www.youtube.com/watch?v=KBt2sucK1Qw

E foi assim, com imagens inquestionáveis, que surgiu a figura do quinto árbitro na “conversa”… Quinto árbitro que não poderia ter ido lá passar informação nenhuma – na verdade, ele não poderia ter ido até lá para nada. Isso não é permitido. E ficava bem claro pelas imagens, o 4º árbitro só “viu”, ou “lembrou que viu” o Ralf tocar primeiro na bola depois que o quinto árbitro foi falar com ele.

Já estava bem errada a coisa e cada vez mais suspeita, mas outra pergunta pairava no ar: Quem tinha passado informação para o quinto árbitro, para que ele fosse até lá soprá-la ao quarto árbitro??

Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza,  já tinha dado uma mudadinha na sua versão, dizendo que reunira os jogadores e perguntara para Ralf  – o cara que fez o pênalti – se ele tinha tocado primeiro na bola. Um pênalti que poderia dar um gol ao Palmeiras e talvez o título, e o juiz foi perguntar ao Ralf, do outro time, se ele o fez? “Inocente” o juiz, né? E se era para o infrator determinar se cometera o pênalti ou não, baseado em quê o árbitro assinalara  a infração, e com tanta convicção?

Mas, então, o Palmeiras que têm câmeras no estádio também, divulgou uma imagem que ninguém tinha… e que, muito provavelmente, muita gente não sonhava que fosse aparecer…

Antes de o quinto árbitro ir até o quarto árbitro “lembrá-lo” de que ele tinha visto o Ralf tocar na bola primeiro, ele teve alguma informaçãozinha soprada por…  Dionísio Roberto Domingos, diretor de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol, é mole? A Federação Paulista metida nisso? Que nojo!

E, repare nas imagens, o dirigente da Federação Paulista, indecentemente empenhado em anular a marcação do pênalti em Dudu, teve uma ajuda que quase passa despercebida… a do delegado da partida… A que “deus”, ou “deuses” serviam essas pessoas todas, tão empenhadas para que o Palmeiras não cobrasse o pênalti, ou melhor, para que o Palmeiras não tivesse nenhum pênalti para cobrar? Será que foi por isso, por quererem que o Palmeiras não tivesse chance alguma de fazer gol que nenhum deles se intrometeu quando o pênalti em Borja não foi marcado, quando o toque de mão de Henrique foi ignorado?

Vergonha das vergonhas, sujeira das sujeiras, a Federação Paulista metida num imbróglio, desrespeitando regras e regulamento para evitar que o Palmeiras cobrasse um pênalti (conquistasse um título?)…

 

https://www.youtube.com/watch?v=oYcmqQSvdeU

Olha as figuras aqui, à volta do quinto árbitro… Os três, que não poderiam intervir na arbitragem… os dois (dirigente da FPF e delegado) que, pelo regulamento, não poderiam nem estar ali.  A interferência externa desenhada…

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O diretor de Arbitragem da FPF saiu da entrada do túnel, foi até a beira do campo onde o quinto árbitro estava cercado por corintianos e onde já se encontrava o delegado da partida. Esperou um pouco, pra que os jogadores se afastassem (tinha jogador do Palmeiras por ali também), e se aproximou, disse alguma coisa e voltou para o lugar de onde tinha saído. E só depois desse encontro entre o delegado, o representante da Federação Paulista e o quinto árbitro é que o “aplicativo desmarcar a penalidade” começou a funcionar. Até então, o pessoal da arbitragem tava cada um quietinho no seu canto…

Fica tudo muito claro… O quinto árbitro,  que antes do contato o delegado da partida e com Dionísio (que poderia ter sido apenas visual – e isso não tiraria o dolo da ação – mas as imagens mostram que algo foi dito), também estava lá, na dele, depois da aproximação, e só depois da aproximação, ele se dirigiu rapidamente até onde estava o quarto árbitro, falou com ele, esse quarto árbitro, por sua vez, relatou algo ao juiz e, SÓ ENTÃO, o pênalti foi desmarcado. Não precisamos ser muito espertos para saber o que aconteceu, não é? Para saber que foi um “telefone sem fio”, um “mecanismo” com a participação de um monte de gente.

Salvio Spinola, ex-árbitro e comentarista de arbitragem na TV, afirmaria: “Quinto árbitro não pode participar de decisões técnicas. Ele deve ficar sentado esperando alguma lesão. Não pode participar das decisões”.

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E se não pode participar, por qual motivo e com qual interesse, teria ele participado?

E tem mais uma participação proibida nisso, a do representante da Federação Paulista… certamente,  Dionísio Roberto Domingos, o diretor de arbitragem da FPF, não saiu de onde estava, para ir até o quinto árbitro dizer: “Migo, avisa lá o Marcelo (juiz) que a cueca dele tá entrando na b%nda”. Né?

Cara de mutreta, cheiro de mutreta, e imagens comprovando isso… A troco de quê? A mando de quem? De onde partiu a informação primeira (ordem?)? Teria vindo da declaração de PCO no ar, durante a transmissão da Globo? Do ex-árbitro que se cansou de favorecer o Lava Jato?

Dionísio estava dentro do campo. Ele não poderia estar. Não pode ficar ninguém nem na porta dos vestiários. Há uma determinação de que ninguém mais pode ficar ali. Nem presidente de clube pode ficar, nem diretor, nada. “, diria Antonio Olim, o presidente do TJD-SP, a um canal de TV, depois de ver as imagens. Não poderia, mas Dionísio estava dentro do campo, ele se encaminhou até o quinto árbitro, se aproximou dele. Levou alguma informação que fez o quinto árbitro, também descumprindo as regras, se dirigir até o quarto árbitro para lhe informar de alguma coisa…

E por que essas pessoas fariam algo que não lhes é permitido? Por que iriam contra uma determinação? Por que tinham pressa? Por que precisavam interferir na arbitragem? Por que queriam tanto interferir para anular um pênalti legítimo (foi legítimo sim) , mas não quiserem interferir para marcar o pênalti em Borja, o toque de Henrique? Por que ninguém interferiu  quando marcaram impedimento numa jogada legal do Palmeiras na primeira final? Por que ninguém interferiu quando o Palmeiras tomou aquele gol impedido no derby do segundo turno do BRA 2017? Por que a interferência externa sempre para um time só ser beneficiado? Quem estaria por trás desse mecanismo? Quem seria o mandante?

O Delegado Olim teria citado o uso do VAR, mas depois teria recuado, dado uma desculpa…

https://www.youtube.com/watch?v=uCzlhlg5P1o

Claro, né? Se o VAR ainda não está em uso, esse equipamento, e a pessoa responsável por ele, não poderiam estar no Allianz, na final do Paulistão. Admitir o uso do VAR seria admitir que a Federação Paulista fez uso de um recurso que ainda não está aprovado… seria admitir que fez uso do recurso ilegal… e para um time só, num jogo valendo título, o que tornaria a coisa muito pior do que já é. E valeria um processo contra a FPF e contra a CBF também.

O Palmeiras apresentou pedido de instauração de inquérito (Art. 81). Ao final do inquérito, o Palmeiras terá a prerrogativa ou não de requerer a impugnação. O TJD vai analisar as imagens – que são tão óbvias, e só não verá a interferência externa na arbitragem quem não quiser ver.

Não queremos esse troféu manchado, sujo. Mas queremos, sim, provar o que aconteceu,. E o Palmeiras que vá até a Fifa se preciso for.

Foi muito grave, foi vergonhoso, foi nojento demais, com cara de coisa orquestrada (e escancarada), de “mecanismo”…  Como se fosse em um reality show, os envolvidos se esqueceram das câmeras… e elas mostraram tudo. E é  fácil sabermos o porque de tanta gente envolvida na anulação dessa marcação de pênalti, na não marcação de pênaltis, na omissão da imprensa… o porque de tanta coisa errada… Sem os erros das arbitragens nas duas partidas, o título mudaria de endereço… e o pessoal do “Esquema Crefisa”, do “status quo” do futebol, parece que não queria que isso acontecesse de jeito nenhum…

 

18 comentários

  1. Esse caso tem que ser levado à FIFA para punição à Federação Paulista de Futebol. Mais ainda, cabe ação na justiça comum por perdas e danos.
    Essa Taça vai custar caro ao rival e a todos que participaram dessa farsa. Ficará marcada para a história como a prova incontestável do que todo mundo já sabia. Passaram recibo e reconheceram firma.

  2. Como eu disse, a taça do Brasileirão/2017 e agora esse paulistinha/2018 estão cheias e transbordando de m…a! O grande mal é que os principais times dos outros estados estão amarrados pela rgt que precisa da audiência dos torcedores de 1 time de Sampa e 1 do Rio com as maiores torcidas, fato! Não é de hoje que sabemos que ROUBAM os times indiscriminadamente mas principalmente o nosso VERDÃO. Não precisamos ir longe no tempo para lembrar que o Inter-RS foi roubado tão descaradamente que os próprios gambás nem gostam de lembrar alguns jogos contra eles, porém, esta final do paulistinha não pode ter a “página virada” ou a torcida não pode “esquecer”, como disse o pres. Galiotti sob risco de isso se perpetuar e se tornar corriqueiro e todos passaremos como trouxas. A semelhança com a política é que lá dizem “foi gópi” e aqui dizem “é mimimi”, interessante é que ambos são os beneficiários perdulários de um mesmo ParTido. Penso que se for a julgamento e se não considerarem nulo esta “performance patética”, estarão assinando e carimbando a legalização das falcatruas e favorecimentos. SE o jogo for anulado, deve o VERDÃO se negar a jogar uma nova partida e encaminhar a taça de vice também para a galeria deles pois ambas estão lambuzada de m…a!

    Vendo várias emissoras, nota-se que os “analistas” mais velhos são categóricos e taxativos de que houve pênalti sim já os mais “modernos” ou ficam em dúvida ou dizem que houve o toque na bola primeiro. Apesar da velocidade do lance e de nenhuma emissora (muito menos a rgt) mostrar o lance desde início até o final em SUPER SLOW, tenho a convicção que Dudu foi tocado PRIMEIRO na coxa depois na panturrilha e por fim a bola foi tocada sim. NÃO PODEMOS DEIXAR CAIR NO ESQUECIMENTO e vamos gritar cada vez mais alto e em bom som quando houver essas roubalheiras. Apesar de saber que tanto na Conmenbol quanto na Fifa existe muita safadeza, gostaria de saber se não há maneira de denunciar essas barbaridades que ocorrem no futebol brasileiro pelo menos para que o mundo fique sabendo que aqui as coisas são ajeitadas mas que estamos sabendo e de olho e que as coisas não vão perdurar por muito tempo. Precisamos, nós torcedores nos juntar e apoiar a diretoria nesse tipo de ação para pelo menos tornar o esporte palatável pois eu já estou perdendo o tesão de torcer até ficar rouco sabendo que seremos roubados impunemente.
    Um bom exemplo é o título de 87 que um queridinho do rio se achava dono mas que por direito foi para o Sport e ponto final. Talvez demore mas se a cada torneio/campeonato houver algum tipo de manipulação devemos meter a boca no trombone com amplificador até que os “ouvidos de mercador” tenham os tímpanos destroçados sim. Chega de tapinhas nas costas, agora tem que ser marretada nas cabeças dos ladrões.
    Avanti VERDÃO!!!

  3. Que texto maravilhoso!!!! Apesar de ficar ainda mais indignada!!!!!!! hoje na feira discuti com 6 corintianos. E fiquei triste, porque esta é a cara do Brasil, se levarmos vantagem não tem problema. A ética e a falta de cumprir regras, é nosso problema.

    1. Obrigada, Angela. Não adianta discutir com quem desconhece valores morais. Algumas pessoas acham que se for pra levar vantagem, qualquer coisa é válida. Mas isso nada mais é do que desonestidade travestida de esperteza. “Desonestidade” e “esperteza” não são sinônimos, embora no Brasil tanta gente ache que é.
      Eu morreria de vergonha se meu time precisasse de um esquemão assim para ganhar um campeonato, ainda mais um campeonato Paulista, que, embora seja uma conquista como outra qualquer, seja importante como qualquer outra conquista, é sim um campeonato mais fácil.
      Mas os lava jato ficaram com vergonha também. E a prova disso foi não se ver camisa do time deles nas ruas, e em lugar nenhum, no dia seguinte à conquista do Apitão, e nos outros também.

  4. Tânia, parabéns por outra ótima reportagem.

    Vou copiar o comentário que deixei no Observatório Alviverde:

    2019 pode ser um ano muito bom.
    Paulo Nobre de volta.
    Palmeiras no Esporte Interativo.
    Presidente da República palmeirense e a fim de acabar com mutretas e maracutaias.
    Lava-jato chegando no estádio Lulão.

    Mas não podemos esperar.
    O Palmeiras tem que agir agora, ser firme, ir às últimas consequências.

  5. Ótimo texto Tãnia. Uma pergunta, e o pênalti no Keno no 2º jogo? Eu e meu pai tivemos a impressão que o curintia trava o pé dele, mas não vi nenhum comentário sobre o lance, em nenhuma mídia palestrina.

    1. Lá, eu também achei que o Keno tinha sofrido pênalti, mas como a imprensa esconde os lances, não fala deles, não mostra as imagens, eu não o citei na postagem. No entanto, recebi imagens desse lance, vou observar direitinho, e editar a postagem se realmente tiver sido falta.

  6. Possivelmente o Palmeiras não vai participar do Paulistão de 2019. Então vai ter que procurar renda do mesmo nível para a pré-temporada. Eu estava pensando na Copa do Nordeste ou Primeira Liga.
    E o Palmeiras vai ter que ser mortal tanto na renda quanto nos jogos do Brasileirão e Libertadores para a FPF perceber que quem perdendo é ela e não o Palmeiras. É a FPF quem precisa dos clubes grandes e não os clubes grandes quem precisam dela.

    Quanto mais cedo o Esquemattos perceber que precisa contratar 1 atacante matador e 1 zagueiro sólido, mais rápido a maioria dos nosso problemas se resolvem. Quanto mais rápido o careca bundão perceber que precisa acompanhar todos os treinos, estar super atento ao mercado e ficar em cima do Roger e do Mattos cobrando resultados e os ajudando, mais cedo o Palmeiras irá monopolizar o futebol brasileiro.

    Quando o Palmeiras ser muito superior aos demais clubes e ter em mente que sempre terá a arbitragem como inimiga, a RGT pode roubar quanto quiser que não irá adiantar nada, ainda mais nos pontos corridos e competições internacionais.

    1. Caso o Palmeiras decida que não vai participar do Paulistão (não dá para participar de um campeonato cuja federação age sem lisura, ética e honestidade e participa da mutreta para favorecer um time em uma final), ele pode disputar em uma outra liga, ou pode fazer um torneio por conta própria. Nós lotaremos o Allianz com o maior prazer.

      1. Assim como o Flamengo e Corinthians implodiram o Clube dos 13, o Palmeiras poderia implodir a FPF.
        Todos sabem que são as arenas quem estão dando sobrevida aos estaduais, se o Palmeiras sair, a FPF sofreria bastante com a queda de arrecadação. Se o São Paulo sair junto (já que o PTrinthians nunca irá sair), aí a FPF estaria realmente ferrada.

  7. Ótimo texto.
    O Verdão não precisa deste troféu manchado mas que as coisas fiquem claras para que não voltem a ocorrer.
    Acho que você deveria fazer uma nova investigação sobre os interesses por trás desta vergonha.
    Dica siga o dinheiro pelos contratos da rede Globo com a Federação Paulista de Futebol e os clubes e a quebra de exclusividade do Palmeiras com a rede Globo em contratos de transmissão fechada.
    O verdadeiro big boss vai aparecer…

  8. Tânia, meus parabéns pelo texto um verdadeiro documentário, não sei se o verdão terá êxito em sua ação más não se pode admitir tal falcatrua destes bandidos da FPF e time lava jato.
    Nosso time ainda não desligou de tal fato basta ver nossa atuação contra o Boca, temos sim que esquecer e deixar que o nosso jurídico faça o que deve ser feito. Uma coisa é certa não se pode deixar batido em hipótese alguma. Já ví inúmeras vergonhas, más como esta não!!
    Avanti Palestra!!!
    Parabéns Tânia.

    1. Obrigada, Fernando.
      Penso o mesmo que você, não importa o que a corriola fará em relação às medidas que o Palmeiras tomou. Não podemos é deixar isso pra lá, e não podemos deixar que caia no esquecimento.

  9. Não podemos nos iludir. A Federação já disse que o chefe da arbitragem tinha o direito de estar ali. E prova pra eles não se limita a evidencias. Tem que ter a confissão ou alguma coisa gravada provando o conluio. Então, podem esquecer anulação do jogo. O que podemos e devemos fazer é: gravar todos os jogos do clube sujo e do Palmeiras. Assim que houverem os erros a favor de um e contra o outro, fazermos um alarde tal que os mulambos não possam ter paz. E isso tem que vir da diretoria. Os erros têm que ser catalogados. Parece que nossa diretoria escolhe muito as palavras pra não melindrar o inimigo. Na final, por exemplo, poderiam ter colocado o erro de arbitragem dessa maneira: O árbitro marcou o penalti com convicção. Ele viu o penalti. Do angulo que ele estava foi penalti. Se há outros angulos que mostram toque na bola, isso não é problema do árbitro. Ele tem que marcar o que vê e não o que o quarto árbitro vê. Aliás, ao contrário do que dizem, ele estava muito melhor posicionado do que o quarto árbitro. Então porque mudou a convicção pela opinião do quarto árbitro? Não é estranho? E a pressão dos jogadores inimigos? alguém foi punido? Algum outro time poderia ter feito aquela pressão sem punição? Buffon foi reclamar de um penalti duvidoso que mudou a história da champions e foi expulso. O árbitro manteve sua decisão sem consultar ninguém. Sabe o que viu e assume a responsabilidade e pronto. No gol de mão do Jô o árbitro voltou atrás? No impedimento do Romero contra o Palmeiras, o árbitro voltou atrás? Então se nos erros contra os sujos o árbitro volta atrás, se dá penalti retroativo, não dá o segundo amarelo para jogador que entra sem autorização burlando a regra,permite cotoveladas e agressões dos jogadores do time sujo e se quando os erros são a favor desse time asqueroso os árbitros nunca voltam atrás, pergunto: não está estabelecido um desequilíbrio na competição já que pra objetivos iguais as condições são diferentes para um e para outro? Não basta o que acontece fora do campo com essa entidade podre sendo favorecida por governos, renegociando eternamente dívidas com órgãos públicos sem nunca pagá-las, coisas que outros clubes não têm? VAmos fazer um documentário Tania. VAmos fazer uma varredura desde 1977, com todos os erros e falcatruas e fazer um filme para exibição no mundo inteiro. Mas não podemos deixar de incluir as arbitragens de Márcio Resende Freitas em jogos dos sujões e de Paulo Cesar de Oliveira em jogos do Palmeiras. Abraços.

    1. A Federação disse que ele poderia estar ali (imagina se ela admitiria o dolo), mas antes de ela dizer, o presidente do TJD já tinha dito que o dirigente não poderia estar ali de jeito nenhum, que o regulamento não permite. Assim como não permite ao quinto árbitro ir passar informações ao quarto árbitro, assim como não permite ao delegado ir lá no campo, ir falar com o quinto árbitro.
      A coisa está escancarada agora, eles não contavam com a câmera do Allianz Parque. Ela mostrou a movimentação toda.
      E o pior, se levaram em conta a opinião de PCO, useiro e vezeiro em prejudicar o Palmeiras e beneficiar o Lava jato, é mais complicado ainda (não acredito nisso. Não queriam que o Palmeiras ficasse com o título, e um gol àquela altura da partida…). Além de o cara trabalhar na Rede Goebbels, que instrui jornalistas a falarem mal do Palmeiras (no pacote deve ter tb ignorar os prejuízos q ele recebe), como a opinião dele pode ser mais importante do que a do árbitro, que viu de perto, para que todos recuem e mudem de ideia? Como ninguém levaria em conta que ele poderia estar equivocado. Obviamente, tem mais gente por trás desse “muro”…
      Como vc mesmo citou, como é que ninguém interferiu em outras lances, absurdos, que aconteceram e foram validados? O gol de mão de Jô, na cara do auxiliar de linha de fundo… o impedimento inexistente de Willian assinalado, na primeira partida… a agressão de Henrique e a cuspida em Borja, a agressão de Gabriel em Moisés… o pênalti em Borja… o pênalti em Keno… as agressões de Sheik, Balbuena e Maycon em Felipe Melo, por trás, e na cara do árbitro… o toque de Henrique na área… o impedimento de Romero, no derby do ano passado…
      Se existem dois livros de regras diferentes, existe trapaça. É isso é óbvio.
      São os muleteiros do apito e dos favorecimentos públicos e, exatamente por isso, a gente imagina que a coisa toda tem mandante, né?
      Fazer uma varredura desde 77 vai dar um documentário longa metragem… de umas 12 horas de duração, e olha lá. Mas a ideia é boa… 😉

      Abraços

  10. Que vergonha deste país , sujeira em tudo , corrupção em tudo , isto só vai mudar quando cabeças começarem a rolar pelo chão , e pressinto que não tarda a hora da verdade !

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