SEGUNDONA O ESCAMBAU! AQUI É PALMEIRAS, P%$@RRA!!

Por causa de alguns probleminhas no blog, e mais alguns, de ordem pessoal, só hoje consegui postar o que escrevi sobre o último jogo do Palmeiras no campeonato Brasileiro. Mas, antes tarde do que nunca… ESTAMOS SALVOS! 

Acho que nenhum palmeirense dormiu tranquilo de sábado para domingo… se é que teve palmeirense que conseguiu dormir.

Não era mais um jogo… era “O” jogo para o Palmeiras e para os palmeirenses.

Os erros cometidos pelo Departamento de Futebol, o time fraco, as entregadas de alguns dos nossos goleiros, gols desperdiçados, escalações e substituições horrendas, as muitas garfadas no apito (imagina se podemos esquecê-las?) nos levaram a ter que decidir a nossa sorte – a permanência na série A – na última partida… Pobre torcedor palmeirense…

Tocada por essa apreensão, essa ansiedade, eu já tinha chorado a manhã inteira. Estava confiante que nos salvaríamos, entendia que éramos o time mais provável a escapar, no entanto, a situação de brigar pra não cair era mais do que incômoda, era desesperadora, e fazia doer um bocado. Mas nem adiantava muito tentar ser racional, porque, na hora do jogo, na hora do “vamo vê”, quando a sorte está lançada no apito inicial, a gente nem sabe onde vai parar a razão.

E apesar de toda a nossa aflição, quando cheguei na Turiaçu, o clima parecia de festa. Embora os torcedores estivessem meio ressabiados e inquietos, nem parecia que o jogo significava o que ele significava… como se fosse um sinal (e como eu buscava algum sinal dos céus nesse dia), as expressões pareciam apenas felizes.

Na entrada do Allianz, fui barrada por uma policial arrogante, que não me permitia entrar com “Cristaldo”, a minha touca de porco. Como entro sempre no estádio com a tal touca – a usei também na estreia do Allianz Parque -, não entendi a proibição “nova”. A alegação era a de que eu – e qualquer outra pessoa – poderia esconder o rosto com o meu chapéu de porco, que poderia usá-lo como uma máscara. Perguntei porque permitiam a entrada de bandeiras, bonés, chapéus diversos (lhe apontei alguns, que entravam impunemente) se todos eles poderiam servir para esconder o rosto, caso um torcedor assim desejasse. E ela me respondia: Você entendeu? Com isso, você não entra.

Meus amigos entraram e fiquei do lado de fora. Já não bastava o stress da partida, e agora eu não podia entrar no estádio. Falei com uma pessoa da federação, e ela me sugeriu que pedisse para algum torcedor organizado, porque talvez eles tivessem permissão para entrar com esse tipo de material, veja só, me sugeriu também deixar no carro – meus amigos e eu tínhamos ido até lá de metrô e trem.

Falei com dois policiais, com mais um monte de pessoas e as respostas eram as mesmas: máscaras são proibidas! Meu chapéu tinha virado “máscara” – mais tarde, no telão, eu veria algumas verdadeiras máscaras de porco no rosto de alguns torcedores. Mas não eram proibidas? Quis falar com o ouvidor, mas ninguém sabia onde ele estava. “Cada hora ele está num portão diferente”, diziam. E eu que me virasse e fosse caçar o ouvidor, ou jogasse fora a minha touca, ou  então, que ficasse do lado de fora.

Arbitrariedade pura e simples. Falta de flexibilidade e de percepção, pura e simples. Descaso com o torcedor, puro e simples. O que foi permitido em “n” jogos, passou a ser proibido em uma única ocasião.

Consegui alguém para guardar o “Cristaldo” pra mim e, muito mais nervosa ainda, entrei no estádio quando o hino nacional já estava sendo tocado – quase uma hora depois de ter sido barrada pela prepotente policial (prepotência é despreparo).

Mago no jogo… Graças a Deus! Eu sabia o sacrifício que ele vinha fazendo para poder estar na partida, eu sabia que ele queria muito estar na partida. Tomara desse tudo certo com ele, porque, Valdivia em campo significava esperança. E cadê os argentinos?? Ah, esse DoRIVOTRIL… não aprende mesmo!

Quando o juiz apitou o início do jogo, o restinho de razão e tranquilidade que eu ainda tinha, saíram correndo. Muitos torcedores se benziam, rezavam. A ansiedade reinava absoluta em nossa arena.

O Allianz Parque, tão lindo… a torcida cantando forte, espantando seus medos… a energia existente ali pulsava em nossas veias. Eu olhava à minha volta, olhava o Allianz cheio de gente, o céu quase sem nuvens, e diante daquela beleza toda, dizia comigo mesma: “Não tem como dar errado”. Minha emoção aumentava um bocado e eu ajeitava o terço, benzido pelo Papa Francisco, que estava no meu braço… “Deus, protege o Valdivia” (minha maior esperança vinha dele).

O nervosismo era palpável, dentro e fora de campo. Só o  time adversário, sem pressão alguma, podia jogar tranquilo. Nós, torcedores,  olhávamos uns para os outros e nossos olhos pareciam de posse do mesmo segredo: o medo do improvável, do qual não queríamos tomar nenhum conhecimento. Era difícil até respirar normalmente. Por algum desígnio divino, os palmeirenses seriam colocados à prova mais uma vez… e quão dura era essa prova.

Não tínhamos bons volantes em campo, e a bola acabava indo para a defesa com mais facilidade, o que fazia com que Lúcio tivesse que correr atrás dos atacantes, e todos antevíamos que isso não ia dar certo.

Eu mal conseguia “ver” o jogo… o coração se agitava a cada lance… Wesley pra João Pedro, mas o goleiro chegou primeiro… Cobrança de falta, a bola passa na área, e Lúcio, do lado esquerdo, erra o chute… Valdivia, com “uma perna só”, impressionantemente, corria, se movimentava, e começava a ter alguma liberdade pra receber… Vaaaaaai, Palmeiras!!

Mas o Atlético chegava… chegou na cara de Prass, que fez a defesa, a bola ficou pipocando na área, o adversário chutou, e Gabriel Dias tirou em cima da linha. O Allianz Parque gelou…

Na jogada seguinte, numa cobrança de escanteio, aconteceu o que ninguém queria que acontecesse… e o Allianz Parque se calou…  Olhos arregalados olhavam uns para os outros, e a dor que eles mostravam era a mesma. Eu acreditava, de verdade, que empataríamos, mas, como saber o que o futuro nos reservaria nos próximos 80 minutos? A torcida voltava a cantar forte.

Para piorar, alguém nos avisou que o Bahia abrira o placar no Couto Pereira… nem em nossos piores pesadelos teríamos imaginado uma situação tão pavorosa, e com apenas 13 minutos de jogo. O coração do torcedor ia se rasgando…. e, por isso, ele cantava ainda mais forte.

João Pedro chutou forte pra dentro da área, mas o goleiro espalmou… Gabriel Dias dominou, entrou na área e chutou, e o zagueiro do Atlético desviou a bola com o braço… PÊNALTI!!!! O Allianz Parque explodiu na marcação… e o palmeirense, tão machucado, chorava lágrimas mistas de alegria e nervosismo.

Não consegui ver a cobrança. De costas para o campo, ajoelhada na escada, terço apertado na mão, de olhos fechados, fiquei só esperando pelo grito da torcida… e ele não vinha (Henrique resolveu dar duas paradinhas antes da cobrança, e eu não sabia)… E então, o Allianz Parque explodiu de felicidade!

Que alegria, meu Deus! Um gol catártico! Gritamos todos os nossos sofrimentos naquele gol, expulsamos o monstro que quase nos matou no gol do Atlético… O Allianz se encheu de luz! Os torcedores choravam… Só depois, ao chegar em casa, eu veria a cobrança de Henrique. Frio, olhar glacial, cobrou lindamente, com categoria, e guardou no cantinho. Obrigada, Henrique!

Eu já não conseguia prestar atenção direito em nada. O Atlético, tranquilão com qualquer resultado, foi pro ataque. Prass, seguro, fazendo uma partidaça, mandou pra escanteio uma bola difícil. Obrigada, Prass!

Lúcio, apesar de toda a garra, fazia uma partida bem ruim; Wesley, que nem garra demonstrava, não jogava nada.  Mas o time lutava… Valdivia, mesmo machucado, corria mais que o time inteiro. Ia marcar saída de bola inimiga, e eu me desesperava de medo que ele se machucasse mais. Ele ganhou três divididas, seguidas, no meio campo e a torcida, reconhecendo o seu esforço e superação, e o quanto ele honrava a camisa, gritava “Valdivia, Valdivia” no meio do jogo. Obrigada, Mago!

A tensão nos consumia. São Marcos, lá no camarote, torcia e sofria como nunca (isso eu também veria só depois). Meu terço arrebentara sozinho – a energia era muito grande. À essa altura, o Bahia vencia o Coritiba por 2 x 1 (vamos, Alex!). O Vitória empatava com o Santos, enfraquecido sem Robinho e Arouca. Não precisávamos de mais nada, só que a rodada acabasse assim.

Renato acertou um chute lindo, mas o goleiro espalmou… Honrando como nunca as traves que canonizaram São Marcos, Prass, abençoado, fazia mais uma defesa difícil. A torcida era um coração só, que pulsava forte.

E o primeiro tempo acabou…

Na volta do intervalo, susto geral, Valdivia não voltara! Como assim, Deus? Meu coração quase parou, mas contei os jogadores em campo e só tínhamos dez, faltava um… Milhares de olhos grudados na saída do túnel, viram o “um” que faltava entrar em campo. E o Allianz Parque comemorou a aparição de Valdivia como se fosse um gol – ele ficara fazendo tratamento no vestiário para poder continuar no segundo tempo. E, lá dentro, seria aplaudido por seus companheiros mais tarde.

Vitória e Santos prolongaram o intervalo do seu jogo por mais 7 minutos. Convenientemente para o Vitória, o jogo do Palmeiras terminaria antes.

Mal o segundo tempo começou e quase o Palmeiras faz o segundo com Mazinho. E, com vários jogos de atraso, Dorival sacou Wesley do time. Cristaldo entrou em seu lugar. Nossos zagueiros deram mole e quase o Atlético fez o segundo. Que susto imenso! A cabeça rodava, a visão era meio embaçada, o suor parecia grudar na pele. E os motivos para aumentar a tensão surgiam do nada, Nathan, contundido, ia sair. Victorino foi pro jogo

Não me lembro de tudo que aconteceu dali pra frente. Só tinha olhos e coração… lembro de Prass, driblando o atacante do Atlético… lembro do Mago dando um passe lindo para o Cristaldo, e o goleiro desviando o chute dele… lembro que o Palmeiras ia pra cima, e eu só conseguia torcer e rezar…. lembro que Mouche entrou no jogo… lembro que ele fez uma jogada com João Pedro, que cruzou pro meio da área, e Renato desperdiçou, tentando de letra, enquanto Henrique estava sozinho na cara do gol… lembro que parava de respirar em alguns momentos… E via o jogo em flashes…

Era difícil suportar aquilo… estávamos com os nervos em frangalhos… as pessoas tinham olhos injetados; alguns, com rostos vermelhos demais; outros, com rostos pálidos, sem sangue… arrasados psicologicamente… um torcedor passou mal e desmaiou (teve um infarto) a menos de dois metros de onde eu estava… Como puderam nos deixar passar por isso de novo?

As chances do Palmeiras se sucediam, ele era o melhor em campo, mas na hora de finalizar, a pressão e o nervosismo decidiam para o Verdão… Deus do céu! Ao mesmo tempo que parecia que não ia acabar nunca, o relógio voava… “Vai dar certo” era o mantra que ecoava na minha cabeça, “Vai dar certo”… O Coritiba empatava com o Bahia, estava tudo favorável ao Palmeiras, mas o medo… ah, o medo… que estrago fazia com a gente.

Os quatro minutos de acréscimo foram de loucura total… Valdivia – que guerreiro. O melhor em campo – dominou a bola na área, livrinho, mas Vuaden marcou falta de Cristaldo…

As pessoas pareciam ilhas, perdidas dentro do seu próprio inferno particular. Sim, aquela tensão era um inferno. O juiz encerrou a partida. O Palmeiras estaria salvo se o jogo do Vitória terminasse empatado.

Dois minutos mais… dois minutos que não acabavam nunca. Voltei pra escada e me ajoelhei novamente, sem olhar pra ninguém, sem olhar o celular… só esperando que se concretizasse aquele bendito empate… e então, ganhamos um extra, o Santos fez um gol no Vitória… e as pesadas correntes que tínhamos arrastado durante as últimas semanas se romperam, e nos sentimos livres novo. Alívio… Felicidade… Ninguém conseguia conter o choro… E choramos tudo que não tínhamos chorado, rimos todos os risos que tínhamos guardado… demos todos os abraços que tínhamos sonhado… era tão bom respirar normalmente.

Saímos rapidamente dali, para ganhar as ruas e nos dirigirmos à Turiaçu… E, lá fora, ainda na Matarazzo, a realização de um deja vu maravilhoso… o momento com o qual eu tanto sonhara acordada nos últimos dias, que antevira, pressentira… a saída do Allianz com o coração em paz, com o Palmeiras a salvo. Impossível traduzir o que eu sentia…

Ainda tinha um nó na garganta quando fui buscar o “Cristaldo”… sorri pra ele e lhe disse: Vamos pra casa. O pesadelo acabou e essa noite dormiremos em paz!!

E, com um sorriso enorme naquela sua cara de porco, ele me respondeu: SEGUNDONA O ESCAMBAU!! AQUI É PALMEIRAS, P%#@RRA!!

20 comentários

  1. E ISSO AE TANIA TRADUZIU TODO O MEU PENSAMENTO E ATE MAIS E EM FIM ESTAMOS LIVRES DE 2014
    VAMOS PRA 2015 VER O QUE VAI DAR A MUDANÇA COMEÇOU (BRUNORO OMAR E DORIVAL WESLEY LUCIO BRUNO CESAR FELIPE MENEZES EGUREM NAO TA DANDO PRA FALAR E ESCREVER NADA AINDA E MUITA EMOÇAO CHOREI LENDO SEU TEXTO
    HOJE DE FELICIDADE E NAO DE TRISTEZA COMO NOS JOGOS DE CORITIBA SAO PAULO INTERNACIONAL ETC

    1. Fábio, foi tenso mesmo, mas agora estamos aliviados e contentes porque não nos aconteceu o pior.
      Não merecíamos mais essa provação.
      Vamos ver o que nos trará 2015. Gostei das primeiras mudanças, e espero que venham outras mais.
      E vamos torcer, que essa é a parte que nos cabe.

  2. Boa noite, Tania e palestrinos:
    É claro que o Vinícius vai voltar, pois ele é “patrimônio” do Palmeiras. Aliás, ele colaborou muito para a permanência do Palmeiras na 1ª divisão, afinal ele jogava no Vitória. Mas também, ele é muito melhor que o Wesley, é só compararmos o custo benefício. Prefiro ele em campo tentando acertar, do que os pagodeiros, como chama o Canuto, que só se omitiam de tudo.
    Acho também, que a empresa telefônica errou de garoto propaganda: ao invés do Barrichello, devia ser o Nobre, pois ele é de uma velocidade.
    Quantos gols esse novo contratado Cícero Sousa vai marcar? Presidente, precisamos de jogadores para ontem.
    Quanto ao Henrique, porra 6 paus pro Marília? Manda ele procurar clube e paga os 6 paus de salário anual para um grande atacante, um bom atacante, um fazedor de gols, pois o ex 9 da Lusa é batedor de penais.
    To com a turma da xepa: vamos ter o que sobrar e novas e ardentes emoções nos aguardam em 2015.

  3. Oswaldo de Oliveira, pelo amor de Deus, NÃO!!!!
    Já vai chegar com prazo de validade vencido.
    Só resta saber em quanto dará o primeiro chilique.
    Foi demitido do Santos por INCOMPETÊNCIA.

    Espero que seja balão de ensaio de empresário, ou sensacionalismo da imprensa.

    Tudo indica que o Palmeiras vai formar um bom elenco. Não vamos “chutar o balde”.

  4. pois é! ao ler o teu brilhante texto, toda a emoção de domingo veio novamente à tona, e com a garganta engasgada que eu o li, adorei! muito obrigado Taninha, por colocar em palavras exatamente o que me vai na alma!

    1. Angela, querida, foi difícil, hein?? Mas o importante é que conseguimos.
      Os palmeirenses todos, do Brasil e do mundo, sofreram um bocado, mas acabou dando tudo certo.
      Graças a Deus!

      Beijão!

  5. Oswaldo de Oliveira não tem perfil de técnico do verdão, é fraco em todos os sentidos, não possui liderança, não tem autoridade, limitado em seus conceitos, não é possível e inadmissível tê-lo como técnico. Será que os que dizem isto não viram o que fez e foi demitido do Santos? Temos tanta gente com perfil que necessitamos e vem este boca mole, não tem nem força em falar, parece que está morrendo!!! Paulo Nobre, não jogue esta oportunidade fora, não podemos errar novamente, respeite a nós torcedores palmeirenses…”DIGA NÃO AO OSWALDO DE OLIVEIRA”..volte ao Rio Janeiro.

    1. Olha, Fernando, eu imagino que isso seja apenas especulação, como foi o nome do Ney Franco – a imprensa dizia que era o favorito da diretoria – na metade do ano, quando o Palmeiras acabou trazendo o Gareca.
      Também não acho nada no Osvaldo de Oliveira, e espero que o nosso técnico seja outro.

      1. Quem publica a matéria informando que o Palmeiras até aumentou a proposta pelo oswaldinho é o Lance.
        Segundo a publicação, trata-se da primeira indicação do Alexandre Matos. Caso seja, começou muito mal, mostrando total desconhecimento do Palmeiras e desse cidadão.

        Não se trata de rejeição por ele ter forte ligação com o gambá. Rejeição aprendemos a superar quando torcemos pelo Viola em 97. Trata-se de reconhecer nesse cidadão a INCOMPETÊNCIA para dirigir o Palmeiras. Foi mandado embora do Santos devido à INCOMPETÊNCIA.

        Vindo para o Palmeiras, não terá o menor compromisso. Em pouco tempo terá seu famoso “chilique” e sairá com o bolso cheio.

        Contratar esse elemento será assinar um atestado público de amadorismo esportivo. O cara está sem mercado, pelo que pensa que vale e o Palmeiras ainda vai atrás e aumenta a oferta? Só pode ser piada.
        Tudo indica que formaremos um grande time esse ano, ao contrário do que pregam as pessoas que querem sempre o pior.
        Tem gente boa no mercado, com vontade de vencer e com personalidade forte para dirigir o Palmeiras, basta abrir os olhos.
        Se quiserem treinador de nome, também tem. Não vamos jogar fora um trabalho que pode ter muito sucesso no Palmeiras contratando isso ai que chamam de oswaldinho. Um cara medíocre!

        1. Marco, penso o seguinte a respeito do técnico:

          Uns, execram Osvaldo de Oliveira; outros, gostam da possibilidade dele vir a ser o técnico.
          Uns, querem o Abel; outros, não querem o Abel…
          Uns, querem Luxemburgo; outros, repudiam ferozmente a ideia de contratarem o Luxa…
          Há quem peça Caio Junior, há quem peça Bielsa (eu peço)e assim vai…

          Cada pessoa prefere um técnico diferente. Cada um de nós se estivesse na cadeira presidencial, contrataria um diferente. Não há consenso nem entre a torcida, portanto, deixemos que o presidente escolha quem ele e o Mattos acharem melhor. E depois, a gente torce.

          P.S – A ideia de ter Osvaldo de Oliveira como técnico não me agrada também, mas vou torcer muito por ele se for contratado. E, a propósito, quem era o técnico do Cruzeiro antes de vir a ser campeão lá?

  6. Tânia, Realmente é assim, cada um tem sua preferência.
    Marcelo Oliveira era um treinador que perdia campeonato e desmerecia adversários e Levir Culpi era o treinador do nosso rebaixamento em 2002.
    Emiti todos esses comentários na tentativa de chamar a atenção para a contratação de um treinador MEDÍOCRE.
    Mesmo que este cidadão venha a ser confirmado, não deixarei de ser palmeirense. Sempre vou esperar que a força da nossa camisa supere mais esse problema.
    Aproveito para fazer uma promessa, que repetirei a todos os palmeirenses que tenho contato.
    Após esse treinador assinar contrato com o Palmeiras, caso assine, prometo não emitir uma opinião, um comentário sobre ele, vencendo ou fracassando no comando técnico.
    Jamais farei o que condeno em muitos palmeirenses que é torcer contra, não farei qualquer campanha para que as coisas não funcionem, como é comum no Palmeiras.
    Ficarei em silêncio sobre ele, na esperança de que o time a ser montado apresente qualidade e resultados.
    Não quero ter razão, quero o Palmeiras vencedor!
    Acredito que depois de tudo o que passamos, merecemos uma vida melhor e mais sorte no futebol. Penso que pode acontecer.
    Entretanto, até ele assinar, farei o possível para alertar sobre um gravíssimo erro que pode ser cometido, que será a contratação de treinador fraquíssimo, sem a menor identificação com o clube, sem o menor compromisso, que na primeira oportunidade dará um de seus famosos chiliques e sairá rapidamente com o bolso cheio. Mesmo com toda a rejeição à pessoa dele, o que me motiva a combater o seu nome é a incompetência desse treinador.
    Rejeição, nós até superamos, chegamos a torcer até pelo Viola em 97!
    Não fomos extintos em 1942 e acabamos de nos salvar de uma situação muito grave. Vamos passar por cima até desse oswaldo, nome que não citarei enquanto ele for nosso contratado, pelo bem maior que é o Palmeiras.

    1. Marco, acredito que você não fará isso, mas, pena que esse não será o comportamento de boa parte dos que não queriam o Osvaldo de Oliveira aqui.
      Já estão dando como certa a contratação. Folha e ESPN publicaram que o negócio foi fechado, e muita gente vai esperar pelo primeiro mísero erro do técnico para mostrar como tinha razão em não querê-lo- hoje em dia essa é a preocupação de boa parte dos torcedores: Ter razão.
      Tite não servia pra gente, foi escorraçado daqui, e ganhou tudo nos gambás; Celso Roth, nem pensar, e o cara ganhou Libertadores; Cuca, era a grande piada, que nunca ganhava nada, até conquistar a Libertadores também (você já citou Marcelo Oliveira e Levir Culpi); em compensação, Muricy nos fez perder o título mais ganho da história, Felipão nos rebaixou…
      Não há mais nenhum grande técnico no Brasil. Pelo menos, é o que eu acho. O melhor foi o Luxemburgo – antes de querer ser manager -, sabia tudo da montagem de um time, de associar as qualidades e características de um jogador às de outros, em proveito da equipe; sabia tudo de fazer um time jogar pra frente; sabia tudo de motivar os caras. Pena que esqueceu a fórmula faz tempo.

      Se é que Osvaldo de Oliveira fechou mesmo, que o Palmeiras dê um bom time a ele, porque ele não tem a manha de tirar coelhos da cartola, e que Deus o ilumine. Nós, só poderemos torcer por ele.

  7. Na folha deste domingo dá como certo a contratação deste Oswaldo e será apresentado na próxima terça-feira, para quem espera mudança, esta notícia é um tapa na cara, como disse Tânia, o mercado está em baixa com relação a treinadores, sou contrário a este por que o vejo como alguém que não tem liderança e tão pouco autoridade por dirigir seja qual for o clube. Deixo aqui meus protestos e indignação. Por ser palmeirense, torço para que dê certo pelo bem do verdão, más coloco em dúvida sua capacidade em formar equipe. Fico tremendamente frustado com esta aquisição, gostaria do Argel em relação a este incompetente, parece o Dorival depois de um sono profundo!!! Não tem força nem para falar, que dirá para dirigir um elenco como o nosso?

  8. Boa tarde a todos:
    Tudo leva a crer que as indicações para treinador e jogadores, já estão sendo feitas pelo novo Diretor de Futebol, Alexandre Mattos.
    Se assim não for, ele não mandará em nada. Mas com certeza é ele que fechou com Oswaldo, em quem confia, que pediu a contratação de Lucas (ex-Bota), Victor Hugo (América-MG) e Vinícius (Naútico), jogadores dentro da política mesquinha e burra do Sr. Nobre, que ganham pouco, e talvez, agora com o aval do homem que montou esse time competitivo do Cruzeiro, possam render muito. Vai que ele acerta outra vez!!!!
    Já foi feita essa política no passado, e sabemos no que deu: rebaixamento e quase rebaixamento.
    A única perspectiva diferente, é a acima citada. Pode ser que o Alexandre acerte de novo, e ao invés da mediocridade imperante no Palmeiras, consigamos um time de futebol.
    Acho a política errada, pois deveríamos estar atrás de Conca, Anderson (Manchester), Luiz Fernando (Shaktar), Patric (Sport), Eric (Goiás), Barcos ou Fred; bons jogadores que atrairiam torcida, mídia e investidores, dando assim dividendos ao investimento, dentro de campo e na combalida situação financeira do clube.

    1. Renato, no campeonato brasileiro quem tinha os jogadores mais badalados e caros, os medalhões, que atraem torcida, mídia e investimentos? Quem tinha o técnico com mais grife e salário mais alto? O campeão, ou os que ficaram pra trás, tipo São Paulo, Corinthians?
      A política do Cruzeiro foi mais modesta e deu título. Né?
      Só vamos saber se os jogadores são/foram boas contratações ou não, depois que os virmos em campo defendendo as nossas cores. Nem sempre o cara de nome, que custa mais caro é a melhor aposta. Corinthians trouxe o Pato por 40 milhões, para ser um fiasco e precisar ser trocado por Jadson.

      Se gostamos da contratação do Mattos, teremos que confiar no trabalho que ele fará.

      1. Concordo plenamente, Pato, Ganso e Damião que vieram por somas vultosas, onde deram resultado para seus times? Quando falam do custo X benefício do “Mago” porque não falam ao menos destes nomes comentados? Sabe quando irão recuperar o investimento feito por estes? “NUNCA”. Onde Fred irá jogar com salário de quase 1 milhão? Nossa realidade é outra e disso temos que estar atentos, já passou e faz tempo a era da galinha dos ovos de ouro. Agora é mais “Pés no chão”.

        1. Verdade, Fernando.
          Esquecem de falar do Luís Fabiano também. A realidade do futebol brasileiro está tão distante da imaginada por muitos torcedores; os clubes mal conseguem pagar os salários dos seus jogadores.
          Sabemos que hoje é mais difícil encontrar bons jogadores, sem que esses já estejam nas mãos de empresários fazendo leilão pelos seus direitos, mas, se os dirigentes observarem atentamente, dá pra trazer bons atletas, e dá para se montar um bom time. O campeão Cruzeiro é a maior prova disso.

  9. Não importa quais contratações serão feitas. Nosso time será classificado como fraco, limitado, que não chegará a lugar algum pelos formadores de opinião da imprensa. Muitos deles que se dizem palmeirenses, como o tal Noriega do Sportv, por exemplo, o principal formador de opinião negativa sobre o Palmeiras nos últimos anos.
    Começam no dia primeiro de janeiro e só terminam na última rodada do campeonato.
    Nossa torcida compra a ideia de começa a repetir como papagaio tudo que é empurrado garganta abaixo, contribuindo para manter o ambiente de baixa autoestima.
    Times comuns formados por outros clubes se tornam campeões, enquanto o Palmeiras é condenado a voltar a vencer somente se montar seleções superiores a Real Madrid e Barcelona.
    O Cruzeiro, bi campeão brasileiro, formou esse elenco com um pacotão de medianos em 2013. Tivesse o Palmeiras contratado os mesmos nomes, seria fracasso certo.
    Precisamos rever, como clube e como torcida, nossos conceitos e parar para pensar em tudo o que nos envolve. Não é só contratar treinador e jogadores para tentar vencer.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.