Alguém tem que tomar providências contra esse “Esquema Crefisa” (Crefisa? AHAM),  que, dizem, “beneficia” tanto o Palmeiras…

Já não bastam os gols de mão validados sem problema algum, e sem interferência externa, soladas e cotoveladas que ficam sem punição, impedimentos absurdos e inexistentes (“perigo de gol”) que são marcados… gols impedidos que são validados… jogadores agressores cujas faltas não são nem marcadas, e para quem os cartões vermelhos nunca são mostrados… inúmeros pênaltis cometidos e não marcados pelas arbitragens – teve campeonato em que durante 34 rodadas os árbitros não conseguiram enxergar um único pênalti, dos muitos cometidos por um mesmo time -, pênaltis inventados para um mesmo time… árbitros fazendo resultados, decidindo partidas e campeonatos…  jogador que é expulso pela “fama”… agressões consideradas lances normais de jogo… tribunal que denuncia jogador de um time por imagem (imagem que ninguém viu), mas ignora as imagens que denunciariam gravemente outros jogadores…

A coisa é tão descarada, tão cara de esquema, que coitado daquele que reclamar de ser garfado. Será denunciado pelo tribunal no dia seguinte e ameaçado de punição (as declarações e notícias sobre a denúncia  e o que pode acontecer aos reclamões subtraídos pelo apito – situações que a imprensinha faz questão de ampliar – , não são nada mais do que ameaças, um “cala a boca e fica pianinho aí” para os próximos que pensarem  em se insurgir contra o status quo).

E no status quo “brazilis”,  no modelo  (i)moral vigente no país, o “metralha que rouba a moedinha do Tio Patinhas” é o certo, é o “esperto”, e se vangloria disso;  o Tio Patinhas, que foi roubado, que é sempre o alvo dos ladrões, que sempre tem que lidar com os que querem tomar algo dele, é o errado, é o que está com mimimi, é o motivo de chacota;  não pode reclamar de ser roubado.  Como exigir/esperar lisura, moral de quem não tem? Como reclamar da falta de moral num país que louva o corrupto, que glorifica o trambique, o “levar vantagem sobre o outro” de toda e qualquer maneira possível”?

Um polvo enorme, de grandes tentáculos… e, agora, esse ‘polvo’ mostrou a sua cara de vez na final do Paulistão, ou melhor, do Apitão 2018….

Uma vergonha, uma sujeira,  e com a participação, pasme, da Federação Paulista de Futebol.

Quem não sabia o que aconteceria, não é mesmo? Saber que os muleteiros do apito seriam favorecidos pela arbitragem de alguma maneira, todo mundo sabia, mas se pensava que ficaria no de sempre, no usual, no jogador que agride o outro, cospe nele e não é expulso, no gol impedido que é validado (como acontecera no primeiro jogo), ou no gol de mão, escandaloso, que a arbitragem finge que não vê… na falta marcada pra um e ignorada pra outro… nas faltas invertidas (o árbitro inverteria 18 faltas na decisão do campeonato), no “segurar um time em campo” e dar aval para o outro fazer o que quer… Mas, para a indignação de muitos, a coisa foi muito além e trouxe à superfície a ponta de um provável iceberg de sujeira.

De novo, os adversários se favoreceram com o uso de interferência externa na arbitragem (nos três últimos derbis, é a segunda vez que isso ocorre)… e agora em uma final, e da maneira mais vergonhosa possível.

O Palmeiras teve um gol anulado por impedimento, dois pênaltis não marcados, um terceiro, no toque de Henrique, também foi ignorado por Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, o árbitro, e por seus auxiliares também. Lances capitais, que podiam decidir a partida e o endereço do título.

No lance do gol, aos 5′ de jogo, Lucas Lima cobrou a falta,  Bruno Henrique(?) desviou e Willian guardou de cabeça. O bandeira prontamente apontou impedimento. Eu estava do lado oposto no estádio, não dava pra ter certeza. Quando fui ver as imagens no dia seguinte, na Rede Goebbels eram imagens de PS (achei estranho isso e achei estranho que Willian, na imagem, estivesse com as pernas tão abertas, destoando de qualquer um dos outros jogadores). Mas todo mundo falou que estava impedido, então, deixei pra lá.

Ontem, cismei de rever, e não tenho certeza desse impedimento… Também não tenho certeza se alguém que esperava uma bola pelo alto teria o peso do corpo todo em uma perna só, em um joelho só… se precisasse saltar (não precisou), não conseguiria nunca… pra saltar é preciso que o peso do corpo esteja sobre as duas pernas. No entanto, mesmo com essa imagem esquisita (da Goebbels), de perna esticada demais, não me parece que ele estava impedido… o corpo está bem atrás do corpo do corpo do adversário, que está mais à frente, e ele não tem a perna tão comprida assim, para ela ultrapassar essa distância. Não posso cravar, é verdade, mas esse impedimento é, no mínimo, “desconfiável” e, por isso, posto as imagens aqui… As duas primeiras são da rgt…

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Essa, de um outro ângulo, do momento em que Bruno Henrique toca a bola, mostra que a perna do Willian não estava tão esticada quanto estava na imagem acima… Façam as suas análises.

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Também no primeiro tempo, Borja foi seguro na área. E desse lance não tenho dúvida. Segurar um atacante na área, com a bola em jogo, é pênalti sim. O braço direito de Ralf, no peito de Borja, impede que ele avance, a mão esquerda o puxa pelo ombro, também fazendo força contrária para impedir que ele chegue na bola. Borja foi seguro na área, em uma disputa de bola, e o árbitro Marcelo  Aparecido Ribeiro de Souza nada marcou, e muitos jornalistas, com a maior cara de pau, dizem que não foi nada, que ele se jogou (vamos observar na Copa do Mundo como o critério vai mudar)…

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Um outro lance, bem significativo, ocorrido depois do pênalti em Borja, também foi ignorado pela arbitragem. O toque de Henrique, dentro da área e com braço afastado do corpo . A TV, que anda ajeitando as imagens para elas parecerem outra coisa – como fez com o toque na mão de Antonio Carlos, FORA DA ÁREA, na primeira final –  diria que foi na barriga… só se a barriga de Henrique ficar nas costas, onde estava o braço, né?

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E aí, o lance, capital, do pênalti em Dudu (a imprensinha, que legitima muita coisa errada, focou – e foca – só no lance em Dudu – porque insiste em dizer que ele não sofreu falta – fazendo de conta que o pênalti em Borja e o toque de Henrique não existiram)

Aos 26′ do segundo tempo, o Palmeiras no ataque (o jogo todo foi nessa dinâmica de o Palmeiras atacar e o outro se defender. Pra se ter uma ideia, o goleiro Cássio tomou um amarelo aos 16′ do primeiro tempo por… cera), Palmeiras precisando de um empate, Dudu (ele tava dando um trabalhão para os lava jato) recebe passe de Lucas Lima e é atropelado por Ralf. É atingido, por trás, na coxa (antes do toque na bola), no pé direito e depois no esquerdo.

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O árbitro, bastante convicto no lance, marcou o pênalti. Na hora,  Ralf nem reclamou… mas, seus companheiros ficaram inconformados,   aí começou a bagunça, o teatrinho mambembe da farsa e picaretagem. Depois de 8 minutos, de muita confusão, revolta, indignação, depois de coisas que todos sabíamos bem o que era, mas não tínhamos como provar, o árbitro desmarcou o pênalti… o jogo seguiu até o final, terminou. Vieram as cobranças de pênalti e o título ficou com o adversário.

Só depois depois de algumas horas, no dia seguinte, e nos outros também,  as peças começaram a aparecer e a se encaixar…

Logo depois do jogo, com as reclamações do Palmeiras sobre o “apitaço”, sobre a interferência externa (deu na cara demais), proibida e passível até da anulação da partida, a Federação Paulista alegou que o árbitro não iria se pronunciar.

Na súmula da partida, Marcelo relataria que, no momento em que marcou a penalidade máxima, os jogadores corintianos protestaram contra a marcação e queriam que ela fosse anulada, reclamavam com o 4º árbitro, com o bandeira… relatou que o 4º árbitro disse pra ele “Canto”, mas ele não entendeu por causa do barulho da torcida, então, ele se aproximou e o 4º árbitro lhe disse: “Marcelo, pra mim, ele toca na bola, mas a decisão é sua” (tocar na bola não exime o jogador do atropelamento, do pênalti cometido, não é mesmo? Jaílson, num outro derby, também foi na bola primeiro, fez a defesa, e foi punido… duas vezes – também por interferência externa -, com pênalti e expulsão por causa da falta que fez na sequência dessa defesa. A regra muda de acordo com a cor da camisa? Para arbitragem e imprensa parece que muda sim). E como ele, juiz, achou que a visão do 4º árbitro era melhor do que a dele (que estava pertinho do lance), ele decidiu pelo escanteio. Informou ainda que a partida ficou paralisada 7 minutos.

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A situação foi a mesma desse outro pênalti – mais light – aqui cujas análises foram completamente diferentes… Esse aqui, todo mundo achou muito pênalti… até o Juca Kfouri, que agora diz que não foi pênalti em Dudu… esperteeeeenho…

Era estranho… ficava claro nas imagens que o quarto árbitro passara um tempão sem dar nenhum indicativo de que tinha visto algo, de que tivesse algo que quisesse comunicar ao juiz… E mais estranho ainda era o juiz, que marcou o pênalti com tanta convicção – um árbitro só pode assinalar um pênalti se ele tiver certeza do que viu -, aceitar prontamente que um outro, que estava mais longe, tivesse visto melhor do que ele. Que um outro o fizesse desver o que ele vira com tanta convicção. E por que essa comunicação entre os dois levaria tantos minutos?

O juiz, assim que o pênalti foi marcado, passou a ser muito pressionado pelos corintianos, era empurrado, gritavam com ele, Sheik o puxava pelo braço, e o juiz “bonzinho”, nada fazia. O quarto árbitro continuava lá na dele, cercado de enlouquecidos reservas que reclamavam até não querer mais… o mais interessante nesses momentos todos foi observar no vídeo que Balbuena pedia “imagens”… 😉

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Estranho observar também, que o árbitro, mesmo tendo o quarto árbitro por perto… parecia querer uma comunicação visual com alguma outra pessoa, parecia esperar uma informação, orientação de alguma outra pessoa… Que parte do jogo é essa que o torcedor desconhece?

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Segundo Salvio Spinola mostrou em um vídeo (de onde essas imagens foram tiradas), era para Dionísio Roberto Domingos, o diretor de Arbitragem da Federação Paulista (!?!) que ele olhava.  O dirigente da FPF, com quem Carille parecia discutir (Carille querendo a anulação de uma marcação do juiz e cobrando isso do dirigente da FPF?) ,  era a pessoa de quem o árbitro  parecia esperar alguma coisa…

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Veja o vídeo…

Então, mais imagens começaram a aparecer, as pessoas começaram a entendê-las melhor, e as versões do árbitro começaram a mudar… A bravata do “foi o quarto árbitro quem me disse que viu o Ralf tocar primeiro na bola” caía por terra com um vídeo mostrando uma movimentação estranha da arbitragem em campo…

https://www.youtube.com/watch?v=KBt2sucK1Qw

E foi assim, com imagens inquestionáveis, que surgiu a figura do quinto árbitro na “conversa”… Quinto árbitro que não poderia ter ido lá passar informação nenhuma – na verdade, ele não poderia ter ido até lá para nada. Isso não é permitido. E ficava bem claro pelas imagens, o 4º árbitro só “viu”, ou “lembrou que viu” o Ralf tocar primeiro na bola depois que o quinto árbitro foi falar com ele.

Já estava bem errada a coisa e cada vez mais suspeita, mas outra pergunta pairava no ar: Quem tinha passado informação para o quinto árbitro, para que ele fosse até lá soprá-la ao quarto árbitro??

Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza,  já tinha dado uma mudadinha na sua versão, dizendo que reunira os jogadores e perguntara para Ralf  – o cara que fez o pênalti – se ele tinha tocado primeiro na bola. Um pênalti que poderia dar um gol ao Palmeiras e talvez o título, e o juiz foi perguntar ao Ralf, do outro time, se ele o fez? “Inocente” o juiz, né? E se era para o infrator determinar se cometera o pênalti ou não, baseado em quê o árbitro assinalara  a infração, e com tanta convicção?

Mas, então, o Palmeiras que têm câmeras no estádio também, divulgou uma imagem que ninguém tinha… e que, muito provavelmente, muita gente não sonhava que fosse aparecer…

Antes de o quinto árbitro ir até o quarto árbitro “lembrá-lo” de que ele tinha visto o Ralf tocar na bola primeiro, ele teve alguma informaçãozinha soprada por…  Dionísio Roberto Domingos, diretor de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol, é mole? A Federação Paulista metida nisso? Que nojo!

E, repare nas imagens, o dirigente da Federação Paulista, indecentemente empenhado em anular a marcação do pênalti em Dudu, teve uma ajuda que quase passa despercebida… a do delegado da partida… A que “deus”, ou “deuses” serviam essas pessoas todas, tão empenhadas para que o Palmeiras não cobrasse o pênalti, ou melhor, para que o Palmeiras não tivesse nenhum pênalti para cobrar? Será que foi por isso, por quererem que o Palmeiras não tivesse chance alguma de fazer gol que nenhum deles se intrometeu quando o pênalti em Borja não foi marcado, quando o toque de mão de Henrique foi ignorado?

Vergonha das vergonhas, sujeira das sujeiras, a Federação Paulista metida num imbróglio, desrespeitando regras e regulamento para evitar que o Palmeiras cobrasse um pênalti (conquistasse um título?)…

 

https://www.youtube.com/watch?v=oYcmqQSvdeU

Olha as figuras aqui, à volta do quinto árbitro… Os três, que não poderiam intervir na arbitragem… os dois (dirigente da FPF e delegado) que, pelo regulamento, não poderiam nem estar ali.  A interferência externa desenhada…

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O diretor de Arbitragem da FPF saiu da entrada do túnel, foi até a beira do campo onde o quinto árbitro estava cercado por corintianos e onde já se encontrava o delegado da partida. Esperou um pouco, pra que os jogadores se afastassem (tinha jogador do Palmeiras por ali também), e se aproximou, disse alguma coisa e voltou para o lugar de onde tinha saído. E só depois desse encontro entre o delegado, o representante da Federação Paulista e o quinto árbitro é que o “aplicativo desmarcar a penalidade” começou a funcionar. Até então, o pessoal da arbitragem tava cada um quietinho no seu canto…

Fica tudo muito claro… O quinto árbitro,  que antes do contato o delegado da partida e com Dionísio (que poderia ter sido apenas visual – e isso não tiraria o dolo da ação – mas as imagens mostram que algo foi dito), também estava lá, na dele, depois da aproximação, e só depois da aproximação, ele se dirigiu rapidamente até onde estava o quarto árbitro, falou com ele, esse quarto árbitro, por sua vez, relatou algo ao juiz e, SÓ ENTÃO, o pênalti foi desmarcado. Não precisamos ser muito espertos para saber o que aconteceu, não é? Para saber que foi um “telefone sem fio”, um “mecanismo” com a participação de um monte de gente.

Salvio Spinola, ex-árbitro e comentarista de arbitragem na TV, afirmaria: “Quinto árbitro não pode participar de decisões técnicas. Ele deve ficar sentado esperando alguma lesão. Não pode participar das decisões”.

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E se não pode participar, por qual motivo e com qual interesse, teria ele participado?

E tem mais uma participação proibida nisso, a do representante da Federação Paulista… certamente,  Dionísio Roberto Domingos, o diretor de arbitragem da FPF, não saiu de onde estava, para ir até o quinto árbitro dizer: “Migo, avisa lá o Marcelo (juiz) que a cueca dele tá entrando na b%nda”. Né?

Cara de mutreta, cheiro de mutreta, e imagens comprovando isso… A troco de quê? A mando de quem? De onde partiu a informação primeira (ordem?)? Teria vindo da declaração de PCO no ar, durante a transmissão da Globo? Do ex-árbitro que se cansou de favorecer o Lava Jato?

Dionísio estava dentro do campo. Ele não poderia estar. Não pode ficar ninguém nem na porta dos vestiários. Há uma determinação de que ninguém mais pode ficar ali. Nem presidente de clube pode ficar, nem diretor, nada. “, diria Antonio Olim, o presidente do TJD-SP, a um canal de TV, depois de ver as imagens. Não poderia, mas Dionísio estava dentro do campo, ele se encaminhou até o quinto árbitro, se aproximou dele. Levou alguma informação que fez o quinto árbitro, também descumprindo as regras, se dirigir até o quarto árbitro para lhe informar de alguma coisa…

E por que essas pessoas fariam algo que não lhes é permitido? Por que iriam contra uma determinação? Por que tinham pressa? Por que precisavam interferir na arbitragem? Por que queriam tanto interferir para anular um pênalti legítimo (foi legítimo sim) , mas não quiserem interferir para marcar o pênalti em Borja, o toque de Henrique? Por que ninguém interferiu  quando marcaram impedimento numa jogada legal do Palmeiras na primeira final? Por que ninguém interferiu quando o Palmeiras tomou aquele gol impedido no derby do segundo turno do BRA 2017? Por que a interferência externa sempre para um time só ser beneficiado? Quem estaria por trás desse mecanismo? Quem seria o mandante?

O Delegado Olim teria citado o uso do VAR, mas depois teria recuado, dado uma desculpa…

https://www.youtube.com/watch?v=uCzlhlg5P1o

Claro, né? Se o VAR ainda não está em uso, esse equipamento, e a pessoa responsável por ele, não poderiam estar no Allianz, na final do Paulistão. Admitir o uso do VAR seria admitir que a Federação Paulista fez uso de um recurso que ainda não está aprovado… seria admitir que fez uso do recurso ilegal… e para um time só, num jogo valendo título, o que tornaria a coisa muito pior do que já é. E valeria um processo contra a FPF e contra a CBF também.

O Palmeiras apresentou pedido de instauração de inquérito (Art. 81). Ao final do inquérito, o Palmeiras terá a prerrogativa ou não de requerer a impugnação. O TJD vai analisar as imagens – que são tão óbvias, e só não verá a interferência externa na arbitragem quem não quiser ver.

Não queremos esse troféu manchado, sujo. Mas queremos, sim, provar o que aconteceu,. E o Palmeiras que vá até a Fifa se preciso for.

Foi muito grave, foi vergonhoso, foi nojento demais, com cara de coisa orquestrada (e escancarada), de “mecanismo”…  Como se fosse em um reality show, os envolvidos se esqueceram das câmeras… e elas mostraram tudo. E é  fácil sabermos o porque de tanta gente envolvida na anulação dessa marcação de pênalti, na não marcação de pênaltis, na omissão da imprensa… o porque de tanta coisa errada… Sem os erros das arbitragens nas duas partidas, o título mudaria de endereço… e o pessoal do “Esquema Crefisa”, do “status quo” do futebol, parece que não queria que isso acontecesse de jeito nenhum…

 

Resultado de imagem para bandeira Palmeiras

“E senti um amor imenso. Por tudo, sem pedir nada de volta” – Caio Fernando Abreu

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1993 está distante, mas não tenho como não me lembrar dele agora. Das noites em que eu fiquei sem dormir – porque era impossível dormir direito – esperando a final…

Não tenho como esquecer que, na véspera, insone e ansiosa, sonhando acordada, imaginando as situações que eu queria que acontecessem, apesar daquela faísca do medinho besta – medo do improvável, e só do improvável -, que a gente sempre tem, e que às vezes aparece, eu tinha certeza, absoluta, que o Palmeiras seria campeão…

Impossível não buscar todas aquelas maravilhosas imagens em minha memória, impossível elas não atravessarem o tempo espontaneamente… aquelas sensações todas, o perfume daquela noite, o grito que ganhou os ares – e me fez perder completamente a voz- no gol de Zinho… o gosto das lágrimas de alegria….  todas as minhas conversas com Deus… a falta em Edmundo… a cobrança de Evair… ele correndo de braços abertos… o grito de “É Campeão” alcançando as estrelas e acordando até os anjos no céu…

Foi a maior alegria da minha palestrina vida… foi, de verdade, um contato com o divino, com Deus… e aquela emoção, tão grande, tão quente, tão arrebatadora, ainda está comigo, vive dentro do meu peito…

O relógio do tempo deu um salto de 25 anos para o futuro daquele dia memorável… lá, naquele dia 12 de Junho de 1993, nós não poderíamos prever como seria 25 anos à frente, não poderíamos imaginar que em 2018 a história se repetiria… E ela se repetiu, e estou aqui, outra vez, na madrugada do dia da final, insone e ansiosa – desta vez não consegui nem ir deitar ainda. O tempo misturou os tecidos todos do meu corpo com os tecidos de outrora, com os de agora.

Mas 2018 é outra história, nós ainda precisamos escrevê-la, nossos guerreiros precisam escrevê-la… Ela servirá para colorir a alma daqueles que vieram depois de 93, ou que eram muito pequeninos naquela época, com as cores de uma nova conquista, com novas sensações, novos perfumes… novas alegrias…

Falta um jogo…

Falta uma vitória (até mesmo um empate)…

Falta aquela última promessa… a última reza antes  de sair de casa…

Falta aquele amuleto que temos sempre que levar conosco…

Falta vestir a camisa da sorte… a meia da sorte… dar um beijo na mãe, no pai, na vó, no vô, em alguém especial, no gato, no cachorro, no papagaio…

Falta o terço de contas verdes na mão… a bandeira… a touca de porco… aquela gente de verde e branco, pintada de verde e branco, com cabelos verdes, bandeiras verdes, com sonhos  e almas verdes…

Falta o coração batendo alucinado dentro do peito… a respiração ficando mais difícil…

Falta o Allianz,  no movimento frenético das pessoas que vão chegando,  cantando forte mais uma vez…

Falta aquela dose absurda de raça… de confiança, de entrega…

Falta acreditar mais do que em todas as outras vezes…

Falta o não se entregar em nenhum momento porque agora é pra valer…

Falta aquele gol “ZINHO” (DuduZINHO?) que abre o caminho para os outros… e faz a gente perder até a voz de tanto gritar…

Falta o time jogar na mesma pegada do jogo passado, do mesmo jeitinho do jogo passado, sem dar espaços como no jogo passado… com a mesma raça e determinação, com a faca nos dentes, mas também com a mesma paciência pra não cair na pilha, pra buscar a jogada certa…

Falta querer ser campeão acima de qualquer outra coisa…

Falta aquela energia mágica que vem de todos os cantos e recantos do Brasil…

Falta torcida  e time jogarem juntos outra vez, no Allianz e fora dele… até o minuto final…

Falta 1993 se fundir e se confundir com 2018… na mesma pegada, na mesma determinação, na mesma vontade de fazer história… no talento em campo… nas meias brancas… no grito que está preso na  garganta…

Falta tanto e ao mesmo tempo falta tão pouco…

Tá chegando a hora… temos mais uma batalha a lutar… O CALDEIRÃO DO PORCO VAI FERVER!!

Boa sorte, Palmeiras! Que Deus ilumine e abençoe o Roger e os nossos guerreiros em campo…

É FINAL! É DIA DE DE TÍTULO EM JOGO! É DIA DE CORAÇÃO PRA FORA DO PEITO!

FORÇA, PALMEIRAS! CHEGOU A HORA… VAMOS BUSCAR/GANHAR, PORCOOOO!!!

 

 

 

 

 

 

……….

Desci na estação Mal. Deodoro e a chuva, que já fazia um tempinho que tinha parado, recomeçou… Fraquinha, a principio, que me permitia ir caminhando numa boa. Mas começou a apertar e tive que pegar a capa que trazia na bolsa. E foi só eu pôr a capa que a chuva não se fez de rogada e começou a cair mais forte…

Eu olhava pra baixo pra não entrar água pelo capuz e, na noite molhada, caminhava o mais rápido que podia… a água escorrendo no meu rosto, nas minhas mãos, molhando a barra da minha calça e os meus tênis… As luzes da rua e dos faróis dos carros faziam a calçada brilhar… e ao iluminar a água nas pedras do calçamento, fazia parecer que vários pontos acesos estavam no caminho… Do outro lado da rua, a caminhada, ininterrupta, de dezenas (centenas?) de estranhos seres vestindo verde e branco e  envoltos em plástico… Todo mundo tinha pressa…  todo mundo queria se livrar da chuva que caía sem parar, todo mundo queria chegar logo… e todo mundo, como se fosse para uma festa, parecia ter o semblante feliz…

Pensamentos tão diversos e confusos povoavam a minha cabeça… Mas um deles persistia… Semifinal do Paulistão… a partida da volta contra o Santos, valendo vaga na final… naquele momento, ali, na rua, eu parecia meio anestesiada, como se soubesse que o final acabaria sendo feliz pra mim.

Dentro da capa o calor era insuportável, e o Pacaembu parecia ainda tão longe… Água, água e mais água… ela era a dona da noite…

Tínhamos a vantagem de uma vitória por 1 x 0 sobre o rival conquistada na primeira partida;  e, vantagem, seja ela qual for, é sempre uma coisa boa. Mas era uma vantagem pequena, sabíamos disso. As nuvens carregadas choviam sobre as poças d’água na rua e na calçada… choviam sobre os apressados seres envoltos em plástico…

A praça do Pacaembu estava repleta de torcedores, as barracas de comida e bebida estavam cheias de pessoas espremidas no espaço coberto… Meus amigos já estavam lá dentro do estádio. E mesmo com todo mundo parecendo igual  no uniforme das capas de chuva, consegui encontrá-los facilmente. O jogo logo começaria…

Times em campo, chuva chovendo… e o  nosso hino… “Palmeiras, meu Palmeiras, meu Palmeiras…” quase 37 mil vozes cantavam o hino nacional à moda palestrina. A chuva não dava uma trégua…

O jogo teve início… Se, pela escalação, o Santos parecia que seria bem ofensivo, na hora do jogo ele fez o oposto, ficou mais atrás, esperando o Palmeiras, esperando um erro nosso, e cometendo muitas faltas também –  algumas, no decorrer da partida, seriam bastante desleais, e não receberiam a punição devida.

Nos primeiros minutos de jogo, o Palmeiras era melhor. Foi avançando e já trocava passes no campo do Santos… Keno já aparecera com perigo depois de um lançamento de Felipe Melo… Parecia tudo tranquilo. No entanto, aos 13′, numa vacilada  enorme nossa, e muito por causa dela, na primeira descida santista no jogo os adversários abriram o placar. Sasha, sem marcação alguma, recebeu tranquilamente um cruzamento que veio da direita e cabeceou pro gol, sem que Jaílson pudesse fazer alguma coisa.

Quase nem deu tempo de ficarmos contrariados… Três minutos depois, Tchê Tchê, batendo lateral, mandou a bola lá na área, Pitbull tentou interceptar, a bola bateu no zagueiro e sobrou para Bruno Henrique, na entrada da área, mandar um canudo pro fundo do gol. O Pacaembu quase veio abaixo no grito de gol… Ufa! Voltava tudo ao normal.

O jogo esquentou com esse empate – o Santos sentiu o gol tomado – e o Palmeiras passou a ter mais posse de bola ainda. Ao Santos cabia ficar mais na defesa esperando o Palmeiras… os dois times marcavam muito e no meio-campo o jogo ficava mais truncado, não fluía…

Cabeçada de Thiago Martins… Tabela de Victor Luís e Keno… Troca de passes entre Lucas Lima, Bruno Henrique, Keno, e quase que o Pitbull faz…

O Palmeiras marcava mais a saída de bola e o Santos se complicava perdendo a posse várias vezes… Dudu recebeu no ataque, achou Felipe Melo, e ele arriscou, de longe, e a bola passou raspando a trave…

Os palmeirenses sofriam muitas faltas, e o juiz relevava muitas delas… O Santos, ainda que tivesse muitos atacantes no time, não jogava um futebol muito ofensivo (Gabinongol era uma nulidade), procurava fechar os espaços e esperar o Palmeiras ir pra cima…

Mas, aos 39′, uma outra bobeada do Palmeiras e tomamos o segundo gol. Os santistas tiveram seu mérito pela jogada, claro, mas eles eram 3 na área, e o Palmeiras tinha 6 jogadores ali… Alguns jogadores nossos reclamaram impedimento – eu também pensei que tinha havido alguma coisa errada -, mas o gol foi legal.

O Santos abusava de entradas duras que, no máximo, geravam algum amarelo – no tranco de Gabinongol em Lucas Lima, por exemplo, por trás, sem bola, e na frente do árbitro, nada foi marcado…

 

 

Na mão de Lucas Veríssimo, deixada na cara do mesmo Lucas Lima, o cartão foi amarelo…

Bruno Henrique bateu falta e o goleiro santista fez uma defesaça.

Dudu achou Keno na entrada da área. Ele tentava o giro quando David Braz, esquecendo a bola entrou de sola, no palmeirense. O árbitro… nada marcou, e tinha que ter dado um vermelhinho para o zagueiro santista…

(Estou sem Photoscape e fotografei as imagens abaixo. Dá pra ver mesmo assim. Logo, elas serão substituídas por imagens melhores)

David Braz esqueceu a bola, foi de sola (foi pra quebrar), no tornozelo de Keno, entrou rasgando na perna que servia de apoio ao palmeirense (e qual é o jogador que não sabe o estrago que isso pode causar?). A entrada dura, desleal, acabou numa tesoura… e o árbitro deixou passar tudo isso.


………………………………….

Que “sorte” teve o Palmeiras no jogo, não?

Victor Luís cobrou uma outra falta, chutou forte, rasteiro, e o goleiro santista teve que fazer outra boa defesa…

Gabigol, que não jogava nada, deu um golpe em Bruno Henrique, sem bola, na cara do bandeira… e ficou por isso mesmo. Imagina o Felipe Melo fazendo qualquer uma dessas faltinhas aí?

Só deu Palmeiras nos últimos minutos do primeiro tempo, mas o gol não saiu…

A água continuava a cair… a noite parecia estranha… o Palmeiras pecando nas suas finalizações – poderia ter matado o jogo no primeiro tempo – e perdendo para um time que desceu apenas duas vezes e fez dois gols, o árbitro sendo conivente com a deslealdade de alguns santistas…

No segundo tempo, o Palmeiras ia pra cima, mas parecia nervoso, querendo resolver de todo jeito,  e também parecia pilhado pelas muitas faltas que sofria e o árbitro deixava pra lá… e essa “pilha” só era boa para o adversário.

Não sei se por causa da chuva, ou se porque Lucas Lima precisava ser mais criativo, mas o Palmeiras insistia nos cruzamentos, nas bolas altas, voltava muitas bolas para Jaílson… não me parecia nada produtivo isso. Somos melhores com bola no chão. Sem contar que, nervoso, o time errava muitos passes. As atuações palestrinas, quase como um todo, deixavam a desejar… mas nem por isso o time deixava de buscar o gol de empate que garantiria a classificação do Palmeiras na final.

O tempo ia passando… a chuva nos castigava… mas a tensão nos castigava ainda mais…  Roger já tinha colocado Guerra, Deyverson e Moisés no time…

Dudu levou um pontapé (mais um)… e o árbitro só no amarelinho…

Dudu cobrou uma falta, o goleiro santista saiu de soco na bola, ela sobrou pra Keno, que fez o corte e chutou, mas ela foi pra fora…

Eu resolvera tirar da cabeça o capuz, e estava encharcada, com a roupa toda molhada, as meias molhadas também… mas nem sentia mais o desconforto… o coração, ansioso, tentava adivinhar o final daquela noite…

O segundo tempo acabou e teríamos os famigerados pênaltis… O Pacaembu gritava: Jaílson! Jaílson! Jaílson! Mesmo sabendo do absurdo potencial de Jaílson, não tive como não me lembrar de Prass – lá no campo, ele parecia falar algo ao grupo – e daquela semifinal e final de Copa do Brasil… Lá íamos nós outra vez…

Parece incrível, mas quase sempre sei quem vai, e se vai, errar a cobrança, por isso, não vejo as cobranças do Palmeiras nunca, para não contaminar meu coração com alguma coisa negativa…

Eu ouvia o nome de quem ia bater ser gritado e rezava por ele, torcia por ele… e, olhando para o céu, ficava esperando só pelo grito da minha torcida…

Dudu (Capricha, Duduzinho! lindo!)… GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL !!

O sardinha, que se acha o último anel de Saturno (aham), converteu o dele…

Tchê Tchê (No fundo da rede, Tche Tchezinho) … GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL !!

E, então, lembrando de todas as dificuldades que Jaílson enfrentara na carreira, e de como tudo mudara ´pra melhor quando ele foi contratado pelo Verdão, decidi que veria as cobranças santistas, porque Jaílson ia pegar… Parecia tão óbvio que ele ia pegar algum… ele merecia esse momento. A chuva molhava meu rosto, algumas lágrimas molhavam meu rosto… meu coração tinha certeza agora… a vaga seria nossa.

Gian Motta marcou para o Santos…

Victor Luís (Pra guardar, Victor Luís!)… GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL !!

Jaílson foi pro gol…  a cobrança seria de Diogo Vítor (“Pega, Jaílson, pega, Jaílson!! Você vai pegar!!”)…   DEFENDEEEEEEEEEEEEEEU, JAÍLSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOON!!!

,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,Resultado de imagem para Palmeiras x Santos 2018 penaltis

Deus do céu… ali, na bancada cheia de água, castigados pela chuva incessante, os encharcados seres envoltos em plástico enlouqueceram… e gritaram muito, e se abraçaram muito…

A tensão aumentava conforme as cobranças iam chegando ao final…

Moisés (“Capricha, Moisés. Guarda essa, profeta!”)… GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL !!

Arthur Gomes converteu o dele… e Jaílson tinha acertado o canto… quase….

Última cobrança para o Palmeiras…bastava acertar e a vaga seria nossa… O torcedor gritava o nome de Guerra…

Guerra foi pra marca da cal (Guarda, Guerra! Guarda!!)… Ninguém ousava respirar no Pacaembu… nossos olhos dentro de campo… nossos corações também… GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL !!

A respiração, que estivera suspensa, se fartou de ar… o Pacaembu explodiu no grito de gol… os jogadores corriam alucinados em direção de Jaílson… os reservas corriam para o campo… Roger comemorava muito… os seres envoltos em plástico, inundados de água, lágrimas e alegria, se embriagavam com aquele momento… alguns deles choravam convulsivamente… nada mais nos importava aquela noite… o mundo todo era verde… nós éramos os verdadeiros donos da noite.

Tche Tchezinho lindo chorava lá no campo… Jailsão da Massa, nosso anjo da guarda, festejadíssimo, chorava também…

Saíramos de uma grande batalha… Estávamos todos vivos, exaustos, mais fortes e mais unidos do que nunca, encharcados de felicidade… e na final!

Grazie, Dio!! Grazie, Palmeiras!!

E vamos em frente, que a guerra ainda não acabou…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

……Resultado de imagem para pALMEIRAS 5 X 0 nOVORIZONTINO

Depois de o Palmeiras fazer 3 x 0 lá em Novo Horizonte, ninguém duvidava da sua classificação à semifinal do Paulistão. Mas aquele 7 x 1, que a seleção brasileira e boa parte dos brasileiros tiveram que engolir há uns poucos anos, ensinou a todos nós que a soberba não é boa companheira. Portanto, ficamos esperando pelo jogo da volta, em nossa casa, para que pudéssemos comemorar a vaga. Mas nenhum de nós imaginou que com uma vantagem tão boa, o Palmeiras fosse fazer de conta que partia do 0 x 0…

E foi um passeio… não só pelo placar dilatado, que poderia ter sido até maior, mas pelo futebol apresentado, pela velocidade do ataque, pela boa movimentação, cheia de toques rápidos, pela incessante procura do gol, pela afinidade de Dudu, Willian, Keno e Lucas Lima (sobraram no jogo)… pela cabeça muito pensante de Felipe Melo (cada enfiada de bola/virada de jogo linda que ele deu. Perdeu uma cobrança de pênalti, é verdade, mas isso foi nada perto do muito que ele jogou e da quantidade de gols que o Palmeiras fez)… pela bela partida de Victor Luís e Marcos Rocha (eles nos surpreendem a cada jogo)… pelo desempenho de Prass nas raríssimas vezes em que teve que trabalhar… pela presença de Antonio Carlos e Thiago Martins, incansáveis na defesa (mas tiveram pouco trabalho)… pelo Bruno Henrique, que está cada vez melhor… pelos 4 gols marcados no primeiro tempo, e mais um na etapa final.

Para a caminhada no campeonato, foi uma partida excelente… o Palmeiras continua líder na classificação geral, com a opção de decidir no Allianz, cresce no momento certo, o time encorpa, ganha mais confiança…

Para a torcida, foi simplesmente delicioso ver o Palmeiras tão superior… tão “indo pra cima do adversário”… jogando um futebol tão envolvente, com a bola passando de pé em pé, com um gol mais bonito do que o outro… e com chances reais e bem palpáveis de brigar pelo título.

O primeiro gol aconteceu aos 6′ de jogo. Dudu ficou com a bola na linha de fundo e cruzou pra área, a defesa tirou. Na sobra, Lucas Lima, de fora da área, tocou para Willian que entrava, ele tentou cruzar pra Bruno Henrique, a zaga afastou, a bola voltou pra Willian, e ele, cruzou rasteiro pra Bruno Henrique dessa vez guardar no fundo da rede.

Festa da torcida, e festa dos jogadores em campo. Eles comemoravam muito. O Novo Horizontino, que já tinha a vida complicada com os 3 x 0 do outro jogo, ficava mais enrolado ainda com 4 x 0 no agregado. Para os parmeras, era um sossego só ver o time confirmando a vaga.

Só dava Palmeiras no jogo…. e a bola era de pé em pé… e, assim, aos 18′, o Verdão tratou de aumentar o placar. Keno desceu em velocidade, tabelou com Lucas Lima  – que devolução enjoada do nosso meia – e, por cobertura fez um golaço. O Novo Horizontino não tinha mais aspiração alguma ali…

Mas o Palmeiras estava “on fire”… aos 34′, Lucas Lima, antes da linha do meio de campo, deu um belo passe para Marcos Rocha lá na frente; ele deu uma ajeitada de cabeça, colocou a bola no chão, girou, e tocou lá do outro lado onde chegava Willian, que lance bonito… O BGod bateu de primeira e fez um golaço… o terceiro do Verdão.

A chuva caía forte no Allianz Parque… O juiz avisara que o jogo ia até os 46’… Duduzinho deve ter pensado: “vai até os 46? Oba! Dá tempo de eu marcar também”…

Marcos Rocha cobrou uma falta e lançou Dudu; o baixinho passou a bola pra Keno, que tentou enfiar lá no meio para Bruno Henrique, a zaga tirou e a bola voltou pra Dudu, ele avançou, driblou o adversário, driblou o Bruno Henrique e guardou o quarto do Verdão. Se nos outros gols, nós, que estávamos no lado oposto, na hora não sabíamos ao certo quem tinha marcado, uma vez que as jogadas eram rápidas e muita gente participava delas, nesse eu sabia, com certeza, que tinha sido Duduzinho a marcar. O gol tinha a cara e o jeitão dele.

O Novo Horizontino nada mais podia fazer, a não ser que marcasse oito gols no Verdão… e todos sabíamos que isso não ia acontecer.

Roger trouxe Dracena e Tchê Tchê depois do intervalo para os lugares de Thiago Martins e Marcos Rocha. Mas com 7 x 0 no agregado, o Palmeiras passou a fazer um jogo mais frio. O adversário, por sua vez, nem se aventurava e esperava pelas oportunidades de sair em contra ataque…

Jonatan Lima deu uma botinada nas costas de Keno e foi expulso. Minutos depois, Roger sacou Willian e promoveu a entrada de Papagaio. Com um a menos o Novo Horizontino achou que tinha que bater mais, o Palmeiras não gostou e o jogo ficou mais tenso.

Keno foi empurrado na área e o juiz não marcou a penalidade…

………………………..

Não demorou nadinha e Keno deu umas pedaladas na frente do adversário e levou um tranco. O jogador do Novo Horizontino esqueceu a bola, nem a disputou e foi no corpo de Keno. Essa falta o juiz marcou (tem que sofrer dois pênaltis para que marquem um). Pitbull foi para a cobrança, deu uma cavadinha (matou o goleiro) mas mandou a bola por cima.

Eu e um amigo, que tínhamos que sair mais cedo, por causa do horário infeliz do jogo, estávamos no corredor  quando ouvimos mais um grito de gol dos palmeirenses (vi depois, Keno meteu de calcanhar no meio de dois adversários e deixou Lucas Lima livre para colocar a bola na cabeça de Papagaio)… E o menino Papagaio, na sua bela e verde plumagem, balançou a rede e saiu “voando” feliz, inebriado pela sensação mágica do primeiro gol marcado no profissional, num jogo em casa, diante da sua torcida e valendo vaga na semifinal…

Estávamos na rua quando o juiz terminou a partida… Palmeiras (de fraque) 5 x 0 Novo Horizontino. Partidaça do Palmeiras!

“Ainnn, mas é só o Novo Horizontino” , disseram alguns. Novo Horizontino, que foi a terceira melhor campanha na classificação geral, melhor do que a do Santos e a do São Paulo, classificados para as semifinais (o regulamento do Paulistão é, no mínimo, estranho), e que como disse um de seus jogadores, “deu o azar de pegar o Palmeiras na disputa da vaga para a semifinal” e ser atropelado. Será que anotaram a placa?

https://www.youtube.com/watch?v=JYpWCyjRG6k

E hoje tem mais… A primeira partida do Palmeiras contra o Santos, pela semifinal do Paulistão, será jogada às 19h00 no Pacaembu.

Que Deus nos livre de juiz ladrão e… VAMOS GANHAR, PORCOOO!! 

 

Depois que um jornalista do SporTV disse em seu Twitter que os jornalistas ali eram instruídos a falarem mal do Palmeiras, nossas antenas, que sempre estão alertas com o dois-pesos-e-duas-medidas da imprensa, das arbitragens e do tribunal, ficaram ainda mais espertas… Se a emissora faz esse tipo de coisa (tentando prejudicar o Palmeiras), ficamos imaginando o que mais não poderia ser feito, sem que a gente saiba/perceba, para trazer prejuízo ao Verdão…

Na quinta-feira, a liminar que liberou o jogador Gustavo Scarpa do Fluminense, o autorizando a assinar com o Palmeiras, foi derrubada por um tribunal trabalhista do… Rio de Janeiro.

Deixa eu entender… Você trabalha para uma empresa que não te paga, então, você entra na justiça e ela o autoriza a  rescindir seu contrato e se empregar em uma outra empresa. Depois que você está no novo emprego – por autorização da justiça –  de carteira assinada, recebendo em dia, a mesma justiça diz q você tem q voltar para a empresa que não te pagava? A mesma justiça quebra o seu novo vínculo e o atrela, de novo, ao clube que não cumpriu as suas obrigações trabalhistas? Como assim?

Teve alguma coisa estranha no meio desse caminho… O Fluminense, por não cumprir os seus deveres como empregador,  perdeu os direitos que tinha sobre o jogador e a justiça, agora, inverte o que já tinha sido decidido e dá ganho de causa ao clube infrator, que não agiu bem com o seu empregado?

Autorizaram o Scarpa a se transferir para o Palmeiras e, agora, mudaram de ideia? SE NÃO PODIA, POR QUE TINHAM AUTORIZADO? Será que o Palmeiras vai ter que ‘molhar a mão’ de alguém?

E olha que interessante…

  • Os advogados de Scarpa não foram intimados a comparecer ao julgamento.
  • Não houve pedido de expedição de ofício no agravo regimental.
  • Não houve pedido de urgência (E MESMO ASSIM, FOI EXPEDIDO OFÍCIO COM URGÊNCIA)
  • Não houve lavratura de acórdão (E HOUVE EXPEDIÇÃO DE OFÍCIO SEM ACÓRDÃO)

Os advogados de Scarpa vão recorrer, e nem poderia ser diferente diante de tanta coisa feita de qualquer jeito.

E tem mais… O Palmeiras não concordou, claro, com a conduta da CBF de retirar Scarpa do BID (às 18 horas de uma sexta-feira), E TIRÁ-LO DO PRÓXIMO JOGO DO PALMEIRAS, baseada em um ofício sem qualquer ordem judicial para tal, uma vez que o documento recebido não determinava que se cumprisse a exclusão imediatamente, NEM QUE SE RESTABELECESSE O CONTRATO DELE COM O FLUMINENSE NO BID (e aí a gente presta atenção ao fato de que Carlos Eugênio Lopes, diretor jurídico da CBF, é benemérito e membro nato do Conselho Deliberativo do Fluminense).

A decisão desta quinta, contrariou parecer do Ministério Público do Trabalho, QUE REJEITOU TODAS AS ALEGAÇÕES DO CLUBE CARIOCA E CONSIDEROU JUSTOS OS MOTIVOS PARA A RESCISÃO. O MPT ainda fez recomendação ao tribunal para que fosse rejeitado o recurso do Fluminense. Mas o tribunal carioca resolveu desfazer tudo o que havia sido decidido antes. E a CBF se apressou a tirar Scarpa do Palmeiras, ou, pelo menos, do jogo de hoje.

A CBF se apressou bastante para restabelecer o contrato dele com o Fluminense,  para tirar o jogador do Palmeiras, não? (Mas até hoje ela não teve pressa, não conseguiu determinar quem eram os clubes interessados na venda da vaga da Portuguesa em 2013… até hoje, ela não conseguiu saber quem subornou a Lusa para vender a sua vaga na série A). E por que será que ela agiu assim?

A pagadora de propina, nós já sabemos, está em guerra com o Palmeiras porque ele assinou com Esporte Interativo. E, pelo andar da carruagem, parece que a CBF (o escritório da emissora, como disse o ex-jogador Alex) a está ajudando nisso…

É uma verdadeira guerra contra o Palmeiras… dentro e fora de campo. Foi prejudicado pelas arbitragens nos três clássicos do ano… Tomou um gol do Santos, de uma jogada que continuou depois de a bola ter saído pela linha de fundo; teve o goleiro Jaílson expulso diante do Lava Jato, quando ele deveria ter tomado apenas amarelo por ter cometido um pênalti, não visto pela arbitragem, e marcado (por interferência externa) quase 5 minutos depois da falta ter acontecido, sem contar que Fagner, que agrediu Lucas Lima com uma solada (como ele costuma fazer sempre sem ser punido) e deveria ter tomado o vermelho, ficou só com o amarelo. Uma invertida de cartões e quem jogou com um a menos foi o Palmeiras. E, diante do São Paulo, um gol legal de Borja foi anulado, e duas penalidades máximas sobre Dudu não foram marcadas, sem contar os amarelos todos que o juiz não quis dar para os leonores.

Some a isso a denúncia de Jaílson, Dudu e Felipe Melo – que reclamaram  da roubalheira no derby. Denúncia, que aconteceu depois de o representante do tribunal (TJD) ter falado com seu amigo Cara de Areia. E os jogadores do Palmeiras serão julgados mais de 20 DIAS APÓS O DERBY (Maoeee)! Ok que  pode ser feito nesse prazo, mas não fazem assim pra todo mundo, para todos os clubes. O cartão dado por engano para o Gabriel, ano passado, por exemplo, foi “consertado” (e não se pode consertar o que um árbitro decidiu em campo) no dia seguinte, o cartão dado por engano para o Felipe Melo, ficou por isso mesmo… A reclamação, mais acintosa de Rodrigo Caio sobre a arbitragem ter prejudicado o São Paulo, ano passado, diante do Lava Jato… também não deu em nada. Fica quase impossível não imaginarmos que o tribunal possa ter segurado o julgamento, por conveniência, para prejudicar o Palmeiras na fase de mata-mata, não é mesmo?

A coisa está descarada, e não vê quem não quer… vamos observar no jogo de hoje. O árbitro será o mesmo Flávio Rodrigues de Souza, que apitou o jogo contra sardinhas e leonores…

ABRE O OLHO, PALMEIRAS! É UMA GUERRA SIM!

 

 

 

“Uma mãe sabe o que é importante para o filho dela e não aprendeu isso com os livros, mas com o seu próprio coração”. Papa Francisco

Como eu havia dito na postagem anterior, um derby sempre dá muito ‘pano pra manga’, antes, durante e depois…

E como qualquer coisinha serve para acirrar os ânimos, para provocações, para dar ibope e acessos, imagina se a a emissora, que manda os jornalistas falarem mal do Palmeiras durante as transmissões, e que faz um lobby desgraçado para o seu rival (o sustenta com cotas de TV, patrocina bandeirão da organizada), não arranjaria uma pauta pra lá de sem vergonha antes do clássico?

Imagina se a rgt, que adora ter Ibope mostrando para o Brasil inteiro um sujeito fazendo a sua noiva de trouxa, numa situação desagradável e constrangedora pra moça, iria se importar em conseguir audiência às custas de uma situação deselegante que coloca em lados opostos mãe e filho?

Se aproveitando do fato de que a mãe de Jaílson é torcedora do lava jato (a irmã também), a rgt fez uma matéria com ela, a acompanhou ao Esmolão, vestida com a camisa do seu time, no meio da torcida do seu time (a filha também estava). Certamente ela não foi torcer pelo filho ali, não é mesmo? Depois da  expulsão de Jaílson, injusta por sinal, qualquer mãe estaria mortificada pelo filho, jogasse ele em qual time jogasse, torcesse ela para qual time torcesse, mas as familiares de Jaílson pareciam não se importar nem um pouco com isso. Não vi o vídeo todo, a não ser alguns trechinhos que me foram enviados, e li os comentários sobre eles… mas achei  uma falta de respeito e de carinho absurdas com Jaílson.

Triste isso… que até revolta a gente.

E, com exceção da “esperta” mãe,  que pareceu não pensar no filho, que não tentou antever as consequências, o dano que pudesse causar a ele  (coisa que toda mãe faz desde que o filho nasce, começa a engatinhar…), quem não sabia o que aconteceria, não é mesmo? Quem não sabia que apareceriam uns bobocas, com mais dificuldade para raciocinar, que se voltariam contra o goleiro? Que o culpariam  pela atitude da mãe, culpariam até a assessoria do atleta, como se a assessoria fosse um serviço extensivo à toda a família dele e tivesse controle sobre as ações de todos.

A mãe do Jaílson  – que ainda não deve ter se dado conta que a celebridade da família é o filho  – pode torcer para o time que ela quiser, pode vestir a camisa que ela quiser, ir ao jogo que ela quiser, é um direito dela. E nenhum de nós tem nada com isso, nem mesmo o Jaílson – que também não teria como evitar que a “ingênua” participasse de tão cirúrgica matéria (a impressão que se tem é que conturbar o ambiente no Palmeiras, às vésperas da estreia na Libertadores, parece ter sido o motivo de tão “singela” pauta – a mãe nem se tocou disso. Alguma vez, por exemplo, você viu alguma matéria com o palmeirense pai de Lucas Lima durante todo o tempo em que o jogador esteve no Santos? Antes das finais entre os dois clubes? Não viu, né? Isso não interessava para a rgt) . Mas a mãe do Jaílson e qualquer outra pessoa nesse mundo torce para quem quiser. Quantos torcedores, de todos os times, têm pai/mãe/irmão/irmã torcedores de times rivais aos seus. Ainda somos livres para fazermos as nossas escolhas, e para termos gostos e preferências diferentes dos demais, não é mesmo?

No entanto, como a coisa é assunto de domínio público, posso falar o que penso a respeito. Como torcedora eu até a entendo (só até a pagina dois do Livro do Entendimento),  mas como mãe… não tem como. Uma mãe, desde que o filho nasce – até mesmo antes do seu nascimento -, passa diferenciar as coisas entre o que será bom para esse filho, o que não lhe fará mal algum, e o que lhe será nocivo. Passamos a tentar antever e evitar quedas, ferimentos, doenças, perigos e toda e qualquer infelicidade que possa visitar o coração do nosso filho. Passamos a ser mais preocupadas… porque precisamos antever até mesmo o improvável (fiquei 5 anos sem ir aos jogos do Palmeiras – uma provação imensa pra mim – para voltar só quando achei que já podia ser mais tranquilo e seguro levar minha filha também). Mães são assim mesmo, têm mania de fazer dos filhos prioridades.

E aí, por empatia, nos colocamos no lugar das pessoas envolvidas…

Eu, se tivesse um filho, um irmão, jogando num time rival do Palmeiras, realizando o sonho de ser bem sucedido na sua profissão, realizando o sonho de jogar num grande clube, de ter seu potencial  reconhecido e ser amado por milhões, jamais iria assistir ao jogo entre o time dele e o meu. Torcer contra o meu time seria impossível, torcer contra meu filho, ou me alegrar com o seu insucesso, seria mais impossível ainda. Para o meu time ganhar, o do meu filho precisaria perder, meu filho teria que se frustar, se aborrecer. E, sendo goleiro, teria que tomar gols, fracassar na sua tarefa de defender a sua meta. É complicado uma mãe se alegrar com o insucesso do filho. É complicado uma irmã desrespeitar tanto, nas redes sociais, o time onde o seu irmão se projeta, brilha, e é amado. Na minha cabeça não entra – elas pouco se importaram com as consequências, nem depois que a coisa já estava em ebulição… Um pouco de bom senso e polidez caberia bem nessa situação. Mas cada um é cada um. Não conheço a história, mas posso imaginar que Deus foi grande quando deu uma avó para cuidar do Jaílson.

E  nós, torcedores, precisamos saber separar o joio do trigo, precisamos saber separar a pérola da “ostra”…

O Jaílson é uma pessoa e a mãe dele é outra. A parte que nos interessa, a pessoa que nos interessa, é o Jaílson, nosso goleiro bom pra caramba, muito querido, excelente profissional, bom de grupo, palmeirense, gente boa demais,  que honra a nossa camisa e que nos ajudou a conquistar um título maravilhoso – sem perder nenhuma partida com ele, aliás.

Pra mim, a mãe do nosso goleiro poderia ser até do Estado Islâmico, e sair cortando cabeças por aí, que, ainda assim, nada mudaria em relação ao carinho, respeito e admiração que sinto por ele. Se a mãe é uma  ‘ostra’, que consegue ser tão tola e egoísta num dia importante para o próprio filho, quando ele estava próximo de alcançar uma marca histórica, no primeiro grande clube de sua carreira, e onde ele faz tanto sucesso… se ela consegue ser estúpida a ponto de até torcer contra o time do próprio filho (se é que torceu mesmo)… O QUE É QUE O JAÍLSON TEM COM ISSO??

Se ela não tem amor por ele… NÓS TEMOS, E MUITO! E não foi à toa que ele foi criado pela avó, né?

TE AMAMOS, JAILSÃO DA MASSA, SEU LINDO!!!  Tamojunto!! 

 

“Jogar contra o Lava-Jato no Esmolão é igual a fazer entrega com caminhão no RJ… Você sabe que será roubado, mas tem que ir”

Duas coisas distintas (de novo)  no derby: a pasmaceira do Palmeiras em campo e a arbitragem fazendo lambança (metendo a mão)… Como nossos neurônios nos permitem pensar sobre as duas coisas, e porque uma não anula a outra, falemos sobre elas…

Eu tinha passado o dia todo no hospital, cheguei em casa em cima da hora do jogo, cheia de dores, de perna enfaixada e assistindo num link que travava toda hora. Não assisti muito bem o jogo, mas nem precisava para ver que o Palmeiras deixou bastante a desejar.

Não dá para entrar num derby sem estar ligadíssimo. Não precisa valer vaga, título, nada disso, que ainda assim vale muito, pela rivalidade, vale pelo agito todo do “antes, durante e depois” e todo o “pano pra manga” que esse confronto sempre dá…

Alguém lá no Palmeiras precisa explicar para técnicos e jogadores que chegam – e reforçar para os que já estão há mais tempo – a importância que tem isso. Desde o ano passado que o Palmeiras entra meio apático nesses clássicos. E os resultados têm sido um desastre. Tudo bem que o Daronco tinha feito o resultado do último derby de 2017, mas também naquela ocasião tínhamos entrado com a tomada do 220 ligada no 110. Funcionou, mas não como deveria. E repetimos a dose agora.

Começo de jogo, os dois times procuravam ir para o ataque… Meu link travava muitas vezes… a perna doía um bocado, Tchê Tchê deu uma enfiada de bola pro Borja, que entrou na área e chutou, mas o goleiro conseguiu abafar…

Fagner fez falta em Dudu, por trás, e o juiz deixou pra lá… No minuto seguinte, Fagner, de novo (ele tem licença pra bater sem se complicar) entrou de sola em Lucas Lima, o árbitro, Raphael Claus deu vantagem, quando a maior vantagem seria a marcação da falta na entrada da área e a expulsão de Fagner… os jogadores do Palmeiras reclamaram, e com razão. Imagina se fosse o Felipe Melo a fazer isso?

…………………………

Depois que a “vantagem” deu em nada, Raphael Claus deu amarelo para o jogador lava jato – Lucas Lima também levou cartão a seguir. Se deu amarelo é porque viu a falta, e se viu a falta, tinha que ter dado vermelho. Amarelo para uma solada dessa, seu juiz? Tem certeza?

A regra diz:

Um jogador será expulso e receberá o cartão vermelho se cometer uma das seguintes 07 (sete) faltas (duas nos interessam aqui) :

  1. for culpado de jogo brusco grave;

  2. for culpado de conduta violenta

Se essa solada aí do Fagner, esquecendo da bola e visando o corpo de Lucas Lima –   o tipo de coisa que Fagner faz constantemente com adversários, sem ser expulso -, não for jogo brusco grave, é o quê? Raphael Claus é mais um que “esquece” a regra…

Fizemos um primeiro tempo ruim sim. Faltou uma marcação mais atenta, mais intensa, faltou aquele “sangue no zóio” no time todo e faltou futebol – faltou também o juiz deixar o adversário com um a menos. E estávamos  perto dos 40′, quando tomamos um gol, de uma jogada bonita do adversário, é verdade, mas que ele fez como quis porque os defensores palmeirenses ficaram de bobeira.  Borja (ajudando na defesa) e Antonio Carlos ainda passaram batido na tentativa de interceptação e praticamente se chocaram, antes do chute a gol de Rodriguinho. E o gol aconteceu depois de o Palmeiras, mais recuado, permitir que o adversário – segundo quem contou – trocasse 28 passes, à vontade, por quase um minuto e meio. Não pode, né Palmeiras? Nem o São Bento deu esse mole lá…

Na segunda etapa, o Palmeiras até pareceu mais ligado e já tinha feito uns cruzamentos mais perigosos na área adversária. Lucas Lima deu uma enfiada de bola bem bonita no meio da defesa adversária, Borja ficou com ela e quando ia entrar na área, Cássio saiu no abafa pegando bola, Borja e tudo. Aí, pra disfarçar, e como ele sempre faz quando vai com tudo pra cima de um atacante, Cássio se jogou no chão “sentindo” o choque.

O Palmeiras tentando ir, o adversário também… mas o Palmeiras continuava jogando menos, devendo bastante em campo. Em futebol e gana. Penso que pode faltar tudo para um time, mas nunca aquela vontade enorme, aquela força que faz você tentar superar até um dia de futebol muito ruim. Sem tesão, não dá nem pra fazer café. O Palmeiras, muito provavelmente, e pelo que (não) víamos em campo, teria perdido a partida de maneira normal (ou não), com 11 em campo, com o resultado sendo feito apenas pelo futebol das equipes…

Mas era contra o Lava Jato, e lá no Itaquerão… e lá sempre tem juiz que joga a regra no lixo para não ter que expulsar jogador – como fez Daronco ano passado -, lá sempre tem juiz que valida gol impedido – como também fez Daronco ano passado -, que não vê pênalti cometido pelo time da casa; lá pode dar carrinho por trás e mandar o jogador adversário para o hospital, e o juiz não marcar nem falta (e também não ser punido depois), lá tem auxiliar de linha de fundo que não vê quando um gol é feito escandalosamente com o braço… E, sendo assim, imagina se não ia ter mais nada esquisito além da não expulsão de Fagner?

E assim foi… Adversário no ataque, e a bola foi lançada à frente onde haviam dois jogadores em impedimento, um deles era Balbuena (havia um terceiro, que estava apenas voltando). No lançamento a bola tocou em Thiago Martins. Esse toque teria anulado o impedimento de Balbuena caso tivesse sido um toque voluntário do palmeirense, uma defesa “deliberada”.  E não foi.

A regra diz: Uma “defesa deliberada” se caracteriza quando um jogador deliberadamente  joga ou tenta jogar a bola que vai em direção ou está muito próxima da sua meta, com qualquer parte do corpo, exceto com as mãos, a menos que seja o goleiro em sua própria área de pênalti.

Não foi o que aconteceu, a bola apenas resvalou em Thiago Martins e seguiu seu caminho.

…………….

Renê, que não estava impedido, e o impedido Balbuena correm em direção à bola…

……………

Os dois vão disputar a bola com Jaílson…

……………

Balbuena até se prepara para chutar, mas a bola acaba ficando para Renê… O impedimento deveria ter sido assinalado, uma vez que ele participou ativamente da jogada (Jaílson teve que tentar fechar a porta para os dois).

……………

Jaílson faz a defesa, e na sequência do lance atinge o jogador adversário. Ainda que Jaílson não tenha tido a intenção – ele realmente fez a defesa primeiro -, ele levantou o pé e acertou Renê sim. Pênalti, que o juiz não marcou na hora. Não marcou na hora porque não viu. A jogada continuou, o time adversário perdeu umas duas chances de gol e, uns 30 segundos depois, o juiz parou tudo e assinalou a penalidade. E fez sinal em direção ao quarto-árbitro, indicando que ele o teria avisado.

Se o juiz, ali em cima do lance, não viu, imagina o quarto-árbitro lá perto do meio de campo? Imagina se não houve interferência externa? E justamente em benefício de quem é contra o uso do VAR – fica a impressão que o VAR, nesse caso, deve ter sido só o Velho Amigo Repórter de sempre.  Mas não teve VAR naqueles jogos decisivos na reta final do Brasileiro 2017, quando Heber, e no jogo seguinte, Daronco, operaram o Palmeiras sem anestesia, não é mesmo?

Achei pênalti sim, mas a marcação foi um trambique. E Raphael Claus puniu o Palmeiras duas vezes marcando o pênalti e expulsando Jaílson… Rigor excessivo pra um, camaradagem pra outro…

……………………………….

E o árbitro inaugurou o pênalti assinalado por exame de corpo de delito, ao expulsar Jaílson. Num disfarçation danado afirmaria depois que ninguém o avisara, e que ao ver os dois buracos na coxa do jogador Renê, ele entendeu que houve a falta e que ela acontecera com uso excessivo de força. E qual goleiro, na iminência de tomar um gol não sai com tudo na jogada para tentar impedir?

Jaílson não tinha que ter sido expulso. Ele saiu na bola, fez a defesa, e na sequência do lance atingiu o jogador. Era pra ter sido marcado pênalti (sem VAR) e dado um amarelo para o jogador. A Fifa prevê que seja dado amarelo em casos assim. Os jogadores do Palmeiras, que ficou com um a menos (era o adversário quem tinha que estar com um a menos) ficaram nervosos, discutiram…

E no Livro de Regras de Raphael Claus (é ele ali, não é?) só é pênalti se tiver buraco na perna… a força excessiva aqui, o pé levantado pra acertar e parar o atacante, sem fazer a defesa, não tiveram problema nenhum e um outro derby…

…………………………..

E parece que até o buraco na perna é relativo… Num jogo contra o Cruzeiro, Cássio fez dois buracos no joelho de Abila, teve sangramento, e nada foi marcado, não teve expulsão…

…………

Onde será que tem pra vender essa permissão para cometer pênaltis, entrar rasgando nos atacante, não ser expulso, e os pênaltis não serem marcados, que o Cássio comprou? Quero comprar uma pro Jaílson, uma pro Prass e uma pro Weverton…

Parece pouca coisa, mas muda só o vermelho do Jaílson, que tinha que ser amarelo, e o amarelo do Fagner, que tinha que ser vermelho… e a dinâmica da partida seria outra, né?

Prass foi pro jogo no lugar de Lucas Lima… Jadson foi pra cobrança e chutou pra fora. Prass estava inteiro no lance e certamente teria pegado, caso o jogador tivesse tido melhor pontaria.

O time do Palmeiras, que já não estava bem, que parecia sem muita determinação e não produzia a contento, ficou nervoso também, e aí que não saiu nada mesmo. Dudu cometeu um pênalti, o adversário converteu, e o jogo terminou 2 x 0.

Que a gente fique bravo com a derrota na hora, ok, a rivalidade é muito grande e o Palmeiras podia ter tido mais gana, podia ter sido menos apático e mais ofensivo. Podia até perder, mas dando trabalho. Mas já foi. Tem torcedor que gosta de esticar as desgraças. É preciso que saibamos administrar os reveses também, ou será que tem quem ache que o timaço de 93/94 e a Academia não perdiam? Ou será que algum palmeirense quer trocar de time/elenco com qualquer um dos clubes que estão no Paulistão 2018?

Torcer para um clube, para um time é opcional. Eu torço para o Palmeiras porque eu quero, porque eu decidi, eu escolhi (já nasci parmera). Ele já existia, eu vim depois. Eu fui até ele. Eu aceito as condições e não tenho que impor condições para torcer, para amar o meu time. Amo e ponto final. E ele não me deve nada… nunca.

Ele podia perder de 60 x 0, 20 vezes seguidas, se o futebol dos dois times assim permitisse. E eu só poderia me lamentar (a vantagem em confrontos continua sendo verde, e o número de gols marcados também) . Uma hora seu time passa três anos levando a melhor, outra hora é o adversário que fica um ano sem saber o que é perder. Essas coisas são do futebol. Mas ser roubado a cada vez que joga lá, não dá, né?  Ano passado, Daronco fez o serviço  lá, Heber já tinha feito o serviço no Allianz, e eles tiraram do Palmeiras a possibilidade de assumir a liderança do campeonato. Não receberam nenhuma punição, mas o árbitro que  expulsou Gabriel equivocadamente está lá na A2.

Tá ficando esquisito… e é inevitável que a gente vá ligando os pontos… O canal de TV instrui jornalistas para meterem o pau no Palmeiras; o canal de TV, ao que parece, não gosta do Palmeiras; o canal de TV patrocina bandeirão de time rival do Palmeiras; o Palmeiras foi garfado outra vez jogando contra esse mesmo time…  árbitro que prejudica o Lava Jato é punido prontamente, árbitros que prejudicam o Palmeiras nunca são punidos… Lembrando que a emissora, manda chuva do canal de TV, está sendo acusada de pagar propina, e o manda chuva do time queridinho do canal de TV teria sido acusado, segundo as notícias, de ser o entregador de propina no esquema de R.Teixeira…

Então, né?? Pelo sim pelo não o cabelo da gente fica em pé… Mesmo com o nosso time tendo merecido a derrota, temos que reclamar desses “erros” sim… afinal, eles acontecem muitas vezes, e é sempre a vítima que grita: Pega ladrão!

 

127 gols com a camisa do Palmeiras
2 Campeonatos Paulistas
2 Campeonatos Brasileiros
1 Rio-São Paulo
1 Libertadores
Muita categoria, pênaltis bem cobrados, pivôs, dribles, chutes precisos, passes, e uma tonelada de encantamento e felicidade que saíam de seus pés…

Apelido: Matador  (matava os adversários de desgosto e os parmeras de alegria)…

Adivinha quem é o Evair q faz aniversário hoje?  PARABÉNS, SEU LINDO! DEUS O ABENÇOE SEMPRE! Love U Forever 🎉💚😘 

Eô, Eô… Evair é um terror!!

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Essa foto tem história pra mim…

Em 93, antes da primeira final, eu fiquei tendo visões (mesmo) do Evair correndo, assim, de braços abertos, enlouquecido de alegria, em direção à parte da bancada onde eu estava… era muito forte o que eu sentia e via, inúmeras vezes. Achei que podia ser um sinal, de que ele ia marcar gol… quem podia saber, de verdade, o que seria aquilo?

Mas, quando perdemos o primeiro jogo, achei que eu estava mesmo ficando louca… que era a minha ansiedade pelo que tinha me feito ficar vendo, por tantas vezes, essa imagem diante dos meus olhos… bem abertos, acredite.

E,  na segunda partida, a minha visão se materializou diante dos meus olhos, do jeitinho que eu tinha ‘visto’ tantas vezes antes. Evair, correndo, enlouquecido de alegria, na direção da parte da arquibancada onde eu estava…

Lá se vão tantos anos, e ainda me emociono muito ao lembrar… Evair, sem querer, sem saber, me colocou em contato com Deus.

Obrigada, Evair. Por tudo.

…………Resultado de imagem para pONTE X PALMEIRAS CAMPO ENCHARCADO

 

Na alegria e na tristeza…
Na saúde e na doença…
Com sol e com chuva… 

Com jogo bonito e com jogo feio…

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O Palmeiras foi à Campinas enfrentar a Ponte Preta, pela oitava rodada da fase de classificação do Paulistão. Meio de olho no derby, Roger Machado não relacionou Felipe Melo – com dois cartões -, Vítor Luís também ficou fora. Borja, o artilheiro do campeonato, com dores no joelho, não foi relacionado.

Mas de nada teria adiantado escalar o time de outro jeito… Chovera o domingo todo e o gramado estava impraticável. Encharcado, cheio de poças d’água, o campo possibilitava a prática de um monte de esportes – polo aquático, natação, canoagem… – menos futebol. Não tinha como tocar a bola, não tinha como criar as jogadas, as grandes chances de gol, não tinha como o Palmeiras aproveitar a habilidade de alguns de seus jogadores. As poças d’água – onde as bolas paravam inúmeras vezes – ‘driblavam’ mais, desarmavam mais. Aos times sobravam as bolas longas e as que eram levantadas na área. E nem podia ser diferente. Embora a Ponte esteja acostumada a jogar ali, o campo era ruim pra ela também, não só para o Palmeiras.

..……………………….Resultado de imagem para Palmeiras joga no Moisés Lucarelli encharcado

O jogo foi ruinzinho de assistir, imagino que, com o campo pesado, com a bola parando tantas vezes nas poças d’água, deva ter sido ruinzinho de jogar também. No primeiro tempo, o lado esquerdo do campo, por onde o Palmeiras atacava, estava encharcado, não tinha jeito de fazer a bola correr. Ainda bem que as notícias diziam que funcionários da Ponte tinham furado o gramado antes do jogo para que a drenagem funcionasse melhor…

…………………………Resultado de imagem para Palmeiras joga no Moisés Lucarelli encharcado

Chances de gol mesmo, daquelas que a gente até levanta do sofá, não teve nenhuma, mas o Palmeiras deu umas ameaçadas lá na área da Macaca que, por sua vez, deu um chute com mais perigo e Jaílson defendeu; Tchê Tchê chutou de longe e a bola passou perto.

Na segunda etapa, Vítor Luís voltou em lugar de Michel Bastos, que tomara cartão amarelo. As poças d’água continuavam desarmando os jogadores. Um problema para o Palmeiras, que tem um time mais técnico. Aos 14′, foi a vez de Guerra desarmar o jogador da Ponte com um carrinho, e partir pra área, chutar pro gol, mas o goleiro fez uma grande defesa e espalmou, William, pegou rebote, cabeceou para Guerra, ali pertinho do goleiro… ele chutou, mas ela bateu na trave e saiu.

O Palmeiras começava a pressionar mais… o campo parecia ficar menos encharcado  em algumas partes e Roger chamou Keno pro aquecimento.

A Ponte Preta, com Orinho, e em chute de longe, mandou uma na trave… Dudu quasecolocou o Palmeiras em vantagem.  Dominou com a maior categoria dentro da área, deu um corte no marcador e bateu no canto, mas a bola foi na rede pelo lado de fora.

Jogada com Willian, Lucas, Lima, Dudu e quase que o Palmeiras chega…

Apesar do campo ruim, é preciso dizer que Marcos Rocha foi muito bem (anda jogando muito nosso lateral), Lucas Lima e Dudu parecem ir se entrosando mais a cada jogo. E em lançamento de Lucas Lima, Dudu, outra vez, quase abriu o placar…

Laterais, escanteios, desarmes e atacantes na área… o Palmeiras era mais perigoso nessa segunda etapa, mas o futebol estava mesmo comprometido pelo gramado. Roger sacou Lucas Lima e colocou Bruno Henrique.  Dudu desarmou o ponte pretano, levou a bola até a área e chutou, mas o goleiro conseguiu defender…

O jogo chegou aos 45, o juiz deu mais 4, e a partida terminou mesmo 0 x 0.

Alguns torcedores – daqueles que acham que o time tem que ganhar todas, que acham – erradamente – que os times de 93, 94 não perdiam e nem empatavam, que a gloriosa Academia não perdia e nem empatava, ficaram desapontados, reclamaram.

Mas o resultado, nessas condições tão adversas, não foi ruim. O Palmeiras nadou bastante… e continuou invicto. Aliás, é o único time dentre todos os times da série A no país que não perdeu nenhuma partida; de 24 pontos disputados, ganhou 20.  Tá tranquilo, tá invicto, Jaílsão está há 29 partidas sem perder, e alcançou a marca de Veloso (ainda bem que negão não serve pra goleiro, né Edílson?). E nessa fase de classificação, além das vitórias nos clássicos, se possível, a única coisa que nos interessa mesmo é classificar…

E, para os nutellinhas, mimizentos,  do “Ainnnn, mas o Palmeiras não ganhou… que time ruim!”, não tem dificuldade alguma… é só dar uma olhada na tabela…

PAL – 20 Pontos – 0 Derrota
San – 14 Pontos – 2 Derrotas
Cor – 13 Pontos – 3 Derrotas 
Sao- 10 Pontos – 3 Derrotas

Tem mais 15 times na disputa, quem não estiver contente, é só escolher outro…