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Foi uma aula de vida…
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E, sinceramente, eu não esperava por isso quando fui até o Mackenzie assistir à uma Palestra de Luiz Felipe Scolari, o nosso Felipão. Acredito que os alunos do Curso de Administração também não…
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Quando cheguei o auditório estava repleto, o mezanino também. Enquanto eu me dirigia para as primeiras fileiras, destinadas aos amigos da Pró-Palmeiras e aos convidados palestrinos, percebia que muitos dos alunos estavam vestidos com o manto. Ia ser um momento e tanto quando Felipão adentrasse o recinto. E foi exatamente o que aconteceu. Depois da apresentação dos componentes da mesa, onde estava o nosso amigo pró-palmeirense, o conselheiro do Palmeiras e professor da universidade Mackenzie, Wilson Nakamura, foi a vez de anunciarem Felipão.
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A plateia vibrou muito e não parava de aplaudir aquela pessoa tão simpática, um tanto quanto acanhada e de expressão tão simples que entrara no palco. Cantamos todos o Hino Nacional, o reverendo falou sobre Davi, leu o salmo 23, as pessoas da mesa foram apresentadas, falaram aos alunos e depois foi a vez do palestrante tão aguardado. Quantos aplausos!!
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E foi aí que Felipão deu um show! De autenticidade, integridade, valores, caráter, qualidades de uma pessoa simples que soube lutar para achar o seu espaço e se tornar vencedora.
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E a primeira coisa que nos disse, depois dos cumprimentos, me emocionou um bocado…Ele nos disse que, naquele dia, ele teria que estar em casa, rezando com a família, por um problema de um outro familiar. E que seria ele quem iniciaria as orações, caso estivesse em casa. E sabem com que salmo? Exatamente o 23 que acabara de ser lido pelo reverendo. E sabem em que horário? Às 20h30. Exatamente no horário em que a oração acabara de ser feita. E Felipão disse que aquilo tudo deveria ter um propósito, deveria ser um sinal, e que não seria obra do acaso. Nesse momento, bastante emocionada, percebi que havia um outro Felipão, no técnico que comanda o meu time.
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E ele falou sobre a sua vida. Sobre a infância do menino pobre do interior gaúcho, que conseguiu ter seu primeiro par de chuteiras, junto com um amigo.  Sim, eles dividiam o par de chuteiras! Um, calçava o pé direito e o outro, o esquerdo. E ele nos mostrou a foto que comprovava a história. Todo mundo riu, mas deve ter sido difícil para aquele menino ter começado, não é mesmo? Quantos impedimentos ele deve ter tido, quantos motivos para desistir… Mas ele perseverou.
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E virou jogador! E enquanto nos contava a sua vida, nos maravilhava com a sua simplicidade, com casos muito divertidos, ele também falava da amizade, da necessidade de se administrar as situações, engolindo alguns sapos se fosse preciso, para se alcançar os objetivos. Era como se estivéssemos assistindo ao filme de sua vida porque, enquanto ele ia falando, imagens desses momentos eram mostradas em um telão ao fundo do palco.
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E a narrativa se tornava cada vez mais deliciosa e algumas vezes extremamente divertida. E fomos acompanhando a sua carreira de técnico desde o começo. Os medos, as inseguranças, a vontade de buscar um lugar ao sol, a maneira como ele se preparava, se municiava de conhecimentos relacionados à carreira que tanto queria seguir. A amizade com Murtosa, que lhe ajudou no início da carreira de técnico, quando todas as portas pareciam fechadas. E nos falou do primeiro contrato que fez com os árabes, dos primeiros sucessos, do título conquistado com o Criciúma, da passagem pelo Grêmio, da sua ida para o Palmeiras.
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O anfiteatro quase veio abaixo quando o telão mostrou Felipão, em 99, segurando  a nossa Taça da Libertadores. E morremos de rir quando ele nos falou sobre Arce, que levava broncas e só dizia: Sim, senhor. E numa certa ocasião, por uma jogada errada, Felipão espinafrou o lateral. E ele só dizia: Sim, senhor. No dia seguinte, um tímido Arce o procurou para dizer: Sabe professor, aquela jogada? Sim, sei! Pois é, não era eu ali! –  Não foi tu?  E tu levou todas aquelas broncas e só disse “sim, senhor”? – É que eu não queria ser traíra… Esse era o Arce, um dos melhores atletas com quem Felipão trabalhou.
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E foi nos contando da seleção brasileira e dos caminhos que percorreu para chegar até ali, das dificuldades em manter o grupo fechado com ele e de como lidou com os momentos difíceis. As imagens do Brasil pentacampeão apareciam no telão. A plateia delirava… Quantos momentos fantásticos, inesquecíveis!
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Chelsea, Uzbequistão… até a volta ao Palmeiras. E não cansávamos de aplaudi-lo de festejar aquela pessoa tão querida.
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Mas foi ao final da Palestra, quando já se despedia, que ele disse o que mais me marcou ali: “Eu sonho em fazer o Palmeiras voltar a ser Palmeiras”. Foi aplaudido de pé!!! Merecidamente!
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Ao sair dali, minha admiração e respeito por Felipão eram infinitamente maiores do que quando eu entrei… Desequilibrado esse homem? De jeito nenhum! Lúcido, inteligente, ponderado, bem intencionado, íntegro. Queria que um dia o Palmeiras pudesse ter um dirigente como ele… queria que um certo dirigente do Palmeiras pudesse ter assistido àquela palestra…
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Placa que a Pró-Palmeiras entregou a Luís Felipe Scolari
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Os amigos da Pró

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“Amores eternos existem sim, e superam qualquer coisa, mesmo quando ninguém mais acredita neles, eles continuam sempre à espreita, esperando apenas um olhar, um retorno, uma reconciliação”  – (Augusto Branco)
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Se vai dar eu não sei, assim como não sei o que vai acontecer em campo a cada vez que vou assistir à uma partida. É muito difícil que o Palmeiras consiga reverter o desastre ocorrido em Curitiba, eu sei.  Mas não é impossível…
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O impossível não existe para essa camisa!
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Tomar 5 do Grêmio de Felipão, lá no Sul, e devolvê-los depois não parecia possível… O Palmeiras tinha outra opinião…
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=-9pnrjJXxIM&feature=player_embedded[/youtube]
Enfiar 7 x 0 num time Argentino parece impossível…  Não para o Palmeiras!
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Dowj4cZnNG0[/youtube]
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Golear o bicho- papão Boca Juniors? Imagina! É impossível! Ninguém avisou o Palmeiras!
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=WqLcllYhXDA&feature=related [/youtube]
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Vencer o Cruzeiro de 99 era muito difícil, golear então, era missão impossível. Mas o Palmeiras não sabia disso…
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=bNVYSJLiJ0U&feature=related[/youtube]
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Ter que ganhar do Flamengo por dois gols de diferença, valendo vaga na final e, aos 32′ do segundo tempo estar perdendo por 2 x 1, tendo que fazer 3 gols para se classificar, é para matar qualquer esperança, não é verdade? Para o Palmeiras não!
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O estádio estava lotado, mas nem todos viram o feito histórico. Houve os que desistiram antes… Que abandonaram o time à própria sorte… Só aqueles que o amaram, ainda mais, na hora difícil, só os que acreditaram, viveram aquela emoção incomparável…
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=FCebgeX_3hI&feature=related[/youtube]
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Estar desclassificado no último minuto de jogo e, no segundo derradeiro, conseguir a classificação é coisa de que time? Do Palmeiras, claro!
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O que sonhamos hoje não é baseado em utopias, em “achismos”, em clichês. O que sonhamos hoje é baseado na força da camisa do Palmeiras. Ela é mítica! Ela consegue fazer com que um jogador comum vire herói,  ela imortaliza os craques, ela consegue fazer com a gente quase morra de felicidade. E é em homenagem à essa camisa que hoje eu vou ao Pacaembu! Com o mesmo orgulho e amor de sempre!
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Se não der, não deu. Fracassos fazem parte do repertório de qualquer time e temos que saber conviver com eles. As glórias não! Elas fazem parte da história dos grandes, dos vencedores. Está em todos os capítulos da história do Campeão do Século.
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E caso hoje, mais uma vez, aconteça o impossível, eu quero estar lá e viver mais um momento histórico do Palmeiras!
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A sorte está lançada!  Tomara ela nos sorria, mais uma vez!

“… na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte os separe…”
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Enquanto a WTorre se esmerava na construção da Arena Palestra, cujo lay-out final ficará ainda mais bonito do que imaginávamos; enquanto jogadores corintianos imitavam e ridicularizavam a contusão de Valdivia, mas não conseguiam imitar o simples gesto de levantar a Taça da Libertadores, como fez César Sampaio; enquanto no Portal UOL afirmavam que Valdivia tem a imagem desgastada por ser honesto demais (que grande defeito é ser honesto, hoje em dia); enquanto o mundo discutia se Osama Bin Laden está morto, ou não; no Palmeiras, os ratos faziam (ainda fazem) a festa…
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E fizeram da semana que antecedeu o jogo em Curitiba, um inferno… com direito a entrevista de Gilto Avallone ‘vomitando” bobagens aos microfones da Rádio Bandeirantes e revoltando o torcedor; com matérias de imprensa, sensacionalistas e pagas, para tumultuar o ambiente; e com a lenga lenga da assinatura de Tirone, nos documentos para a WTorre. Acho que ele deve estar aprendendo a assinar o nome, por isso tanta demora…
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E, em meio à essas “benesses” todas, lá foi o nosso time, totalmente “amparado” por Tirone e Frizzo, após o episódio PCO, enfrentar o entrosado time do Coritiba. Não foi nada do jeito que queríamos, pelo contrário, foi um pesadelo e um vexame imensos. 6 x 0 para o Coritiba. Resultado que nenhum torcedor, nem mesmo os do Paraná esperavam. Não mereciamos uma vergonha dessa!! Sim, eu senti vergonha! Não poderíamos, depois da luta reconhecida e aplaudida no clássico contra os gambás, ter visto um time (com exceção de Marcos) tão sem cara, tão sem identidade, tão sem “Palmeiras” no sangue e na alma… Tivesse realmente entrado em campo, o Palmeiras poderia até perder, mas jamais de 6 x 0. Vamos ter que ressuscitar Freud, e haja divã prá tanta gente…
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Todo mundo viu o que aconteceu e não adianta eu ficar remoendo aqui os detalhes da atuação do time, que não lutou, não defendeu, não chutou para a bola entrar, não quis nem mesmo diminuir o placar… Parecia um daqueles jogos para se derrubar treinador…
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E por que parecia, logo as teorias da conspiração apareceram… Uma mais “apimentada” que a outra. Alguns disseram: “O responsável é o Danilo, que liderou um grupinho e foi culpado pelos 6 gols”. E isso não é verdade. Muitos falharam. E por que ele ia querer derrubar o técnico justamente quando está saindo? E como ele poderia fazer com que, do meio prá frente, o time também não jogasse nada? E por que não fez isso no clássico? Perder de 6 pros gambás teria derrubado até o que já foi construído da nova Arena… É só a gente pensar,  que vê que as coisas não batem.
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Alguns apontaram Rivaldo, Luan e Márcio Araújo como integrantes do tal grupo. E eu pergunto: Por que é que eles se voltariam contra a única pessoa que os bancou no time essse tempo todo? Totalmente sem sentido isso. E surgiram “grupos” do Deola, do Kleber… PORRA, EM QUALQUER LUGAR ONDE CONVIVAM MAIS DE DUAS PESSOAS OS GRUPOS EXISTIRÃO! Por afinidade as pessoas se aproximam.
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Houve ainda a “teoria” de que o grupo estaria contra a volta de Marcos (que estava sem ritmo) ao time…
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Só eles sabem o que realmente aconteceu… O Santo, melhor que ninguém, percebeu que houve algo errado na partida, que os companheiros não correram como deveriam, não trombaram como deveriam, não deram o sangue, como de costume… e deixou isso claro em suas declarações depois do jogo. Concordo com ele, mas eu não vou jogar no lixo o caráter de jogadores que, até antes do jogo, eram tidos como guerreiros, apenas porque existem suspeitas e não provas. Eu não vou caçar as ‘bruxas’ e fazer o jogo de Frizzo, que sem admitir, mas convenientemente sem desmentir, ao conversar com pessoas no clube, ‘sugeriu’ que os grupinhos estavam com raiva entre si e fizeram a lambança. Com informações tendenciosas como essas, não tardará e o torcedor se voltará contra Felipão (pela, sugerida implícitamente, falta de pulso)… que é o que muito interessa à diretoria.
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Nos últimos campeonatos tivemos Luxemburgo, Muricy e agora Felipão no comando do time. Nosso problema é mesmo o técnico?  A cada campeonato perdido, os verdadeiros responsáveis pela falta de títulos no Palmeiras, se escondem atrás de vilões inventados. Alex Mineiro, Muricy, Diego Souza…
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Parece que Frizzo confidenciou a algumas pessoas que Felipão fica, mas que ele gostaria muito que o técnico se demitisse. Se ele gostaria, é óbvio que fará o que puder para que isso aconteça. Tenta imaginar uma diretoria que não reconhece a importância de Felipão. Que finge não ver que ele, ainda que medroso e retranqueiro, tira leite de pedra  num time em que ainda faltam peças. Sem contar que faz nos bastidores o que deveria ser de responsabilidade de nossos incompetentes dirigentes. As bruxas de “Macbeth” parecem fadas perto das que conspiram nos corredores do Palestra.
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Mas por esquecer que o time entrou desfalcado de peças importantes (Thiago Heleno, Cicinho e Valdivia); pela dificuldade de admitir que nosso time foi escalado equivocadamente; com dificuldade para reconhecer que o Coritiba, ao contrário do que pensavam muitos de nós, está com time montado há muito tempo, jogando certinho e é perigoso; por fingirmos não ter ouvido a declaração de Kleber de que faltou tesão para jogar (devia ter tomado Viagra no vestiário); pela incapacidade de perceber que depois de tomar gols que não esperava, o time se perdeu totalmente, o torcedor achou mais fácil encontrar um motivo conspirador para justificar tamanha vergonha… Pode até ser que seja, mas quem poderá provar?
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O time apanhou pô! Foi goleado! É isso! Os problemas internos cabem à comissão técnica, jogadores e diretoria resolverem. E NÃO SEI PORQUE OS DIRIGENTES PRECISAM DE “AVIÕES”, COMO FAZEM OS TRAFICANTES, PARA DISSEMINAR AS INFORMAÇÕES QUE ELES QUEREM PLANTAR NA CABEÇA DO TORCEDOR. Valdivia é a bola da vez.
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Apontado como uma pessoa de caráter por Felipão, com um talento inegável, tem a reputação destruída pelo dirigente, que “à meia boca”, mas querendo que se espalhe aos quatro ventos, faz fofocas sobre o jogador que é patrimônio do Palmeiras. Diz que ele não se cuida como deveria. Mas não diz que o Setor de Fisioterapia no Palmeiras é muito deficiente. EM QUE OUTRO CLUBE VOCÊ VÊ UM DIRIGENTE FAZER ISSO? Como eu sempre digo, além de burros, por desvalorizar patrimônio do clube, nossos dirigentes se utilizam de métodos de fazer inveja à Camorra! Não têm dinheiro para pagar o banco, então preferem esse “teatro de vampiros” para enfiar na cabeça dos torcedores que o melhor é vender o jogador.
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E é assim, “em paz”, “motivados”, “confiantes”, em meio a tanta “união”, que time e torcida vão para o próximo confronto diante do Coritiba. Claro que os jogadores estão nos devendo muito, claro que terão que honrar a camisa (como fizeram em muitas oportunidades) e, pelo, menos vencer a partida. Claro que Felipão terá que ser mais ousado. Mas a nossa parte é torcer! A vaga já está decidida, dirá a maioria. Pode ser… Mas quem é capaz de garantir? Qualquer resultado é possível, até mesmo uma derrota nossa. Mas o meu time é o Palmeiras e não deixei de amá-lo depois de quinta-feira. Muito pelo contrário! Meu caso com ele é prá toda vida e além dela! O time do meu coração já provou, num certo jogo diante do Flamengo, que o que parece impossível, às vezes, vira superação, ato heróico, milagre… E eu vou com ele! Estarei lá no Pacaembu e farei a minha parte! O que mais teremos a perder?
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Vamos correr atrás do “Milagre da Multiplicação dos Gols”, da multiplicação da garra e da vontade de vencer! Empenho, luta, é o mínimo que eu espero do time. E sonho, sim, com uma classificação heróica! Afinal, se os gambás, há décadas, acreditam que vão ganhar a Libertadores, por que eu não posso acreditar no Palmeiras?
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É difícil prá c………….! E só quem estiver lá viverá esse momento, caso ele aconteça…
É LUTAR, OU LUTAR!  PRÁ CIMA DELES, PALMEIRAS!
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#FelipãoEstamosComVoce  #ValdiviaEstamosContigo

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O relacionamento (cuma?) dele (PauloCésar Oliveira) em partidas nossa [sic] sempre acabam [sic] sendo tumultuados… Mas a água que já passou pelo rio não mata a sede de ninguém. Agora tem a Copa do Brasil – Frizzo
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Bom dia, boa tarde, boa noite, para você que tem todos os seus títulos legítimos! Mas que, se dependesse de dirigentes como esse, que deu a declaração acima, jamais teria título algum!
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Já tínhamos cantado a bola aqui mesmo no Blog. Toda a Nação esmeraldina sabia o que aconteceria, menos os  obtusos e omissos dirigentes palestrinos que, a julgar pelo comentário acima, nem mesmo se importaram com a desclassificação do Palmeiras, engendrada pela FPF e executada pelo apito de PCO. Prevenimos que aconteceria… E ACONTECEU! E com o requinte de sabermos antecipadamente que Paulo César Oliveira seria o árbitro “sorteado”, fato revelado pelo JT, horas antes do “sorteio”, em notícia provavelmente “psicografada”. E não é deu ele mesmo? (Os estúpidos dirigentes palestrinos aceitaram o local e o juiz que os adversários queriam) Tudo nebuloso, como sempre, com as desculpas inconsistentes de sempre, tal qual o caso dos ingressos da Madonna para um certo árbitro, lembram disso?
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O futebol brasileiro está podre em seus alicerces, e tem sido “cuidado” por pessoas tão ou mais podres que ele…
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Mas era jogo de semifinal, e a torcida palestrina,  mesmo sabendo das costumeiras tramoias e do pilantra que ia apitar o jogo, mesmo com toda a chuva que caíra horas antes, e continuava a cair, estava lá. A festa era linda e digna da nossa gente! Sabíamos que no futebol, o Palmeiras era muito mais time. Jogar contra o Corinthians era fácil, provamos isso dentro de campo, mas jogar contra o Sport Clube Paulo César de Oliveira, e isso era a única coisa que eu temia, seria outro papo…
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E eu não estava enganada. O jogo começou duro, pegado! O Palmeiras foi prá cima! Kleber fez uma falta, um empurrão comum de jogo, e foi amarelado (!?!), logo aos 3′. Parecia que o juiz seria muito duro com as faltas. Que nada! Faltas idênticas às que Kleber cometera, não eram motivo de cartão amarelo para os corintianos e, algumas vezes, não eram nem mesmo marcadas. Já pudemos perceber que PCO ESTAVA ALI A “TRABALHO”! Essa comi$$ão de arbitragem ficou uma “coisa” depois que colocaram o Coronel “Armarinho” lá, hein? A podridão sai pelos ralos…
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Em campo só dava Palmeiras e, no jargão futebolístico, Valdivia ‘deitava’… Aos 10’, o Mago chutou de fora da área, o goleiro espalmou;  no rebote Luan chutou cruzado, mas Rivaldo não conseguiu guardar… Roubada de bola de Cicinho, Valdivia mandou pro gol e o goleiro teve que fazer uma defesa difícil… O “todo-poderoso” Corinthians não passava do campo de defesa, acuado, com medo do Palmeiras. A foto tá meio embaçada mas dá para ver perfeitamente:
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Aos 26′ Valdivia sentiu a perna e pediu substituição. Justo quando o Palmeiras atacava muito,  quando empurrava os gambás para dentro da área, íamos perder o Mago, que desnorteava os defensores adversários. Senti uma tristeza profunda… daquelas de doer na alma… Mas nada me tira da cabeça que “algo” lá dentro do clube tem responsabilidade sobre essa cura que nunca vem… E nesse mesmo momento, em que perdíamos nosso craque, Danilo acabou dando ao juiz a oportunidade de “igualar” as coisas para os mais fracos.
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Deu uma entrada dura em Liedson, que poderia muito bem ter sido advertida com amarelo, mas acabou levando o vermelho. Estaria tudo bem se Liedson, que entrou propositalmente, de sola na canela de Danilo, tivesse levado vermelho também. Mas ele nem mesmo levou amarelo! O empurrão que fez Kleber receber cartão em sua primeira falta, para o safado do árbitro, foi mais grave do que a entrada de Liedson que fez um rasgo na perna de Danilo. Repare na segunda repetição do lance:
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=5JC-cd2A7ZY[/youtube]
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Esta imagem não deixa dúvidas da intenção de Liedson e também da facilidade para juiz e bandeira verem o lance. NÃO PUNIRAM PORQUE NÃO QUISERAM!
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Dois minutos depois, Felipão também era expulso de campo! Bizarro… Tite foi discutir com Felipão, dizer que ele reclamava demais (e o que Tite tem com isso?), Felipão o mandou ‘passear’ e só o técnico do Palmeiras foi expulso. Depois diriam que Felipão fizera gestos de que PCO estaria roubando o Palmeiras (e não estava?). Engraçado é que ninguém, além do árbitro, nem mesmo os jornalistas em campo, viram esses gestos! Estranho é que as poderosas câmeras de TV, que acham um torcedor chorando, em meio a milhares de outros, também não captaram essas imagens… Prá completar o quadro, perdemos também Cicinho, que, muito provavelmente, deve ter tido a sua volta liberada equivocadamente pelo depto. médico.
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ESTAVA FEITA A LAMBANÇA! O CIRCO ESTAVA ARMADO!
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O torcedor então, entendeu o que estava por trás das ações do bandido de preto, acho que os jogadores também… QUE ORGULHO FILHO DA PUTA EU SENTI DO MEU TIME! As lágrimas não demoraram a chegar… Se a garra já estava em campo, se o amor já estava nas arquibancadas, eles foram ampliados milhões de vezes a partir daí!
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Faltou pouco para o Palmeiras estragar a armação dos vagabundos! Tinga destoava da boa partida que faziam os companheiros. E os gambás, com dois a mais, nada conseguiam fazer. A partida era cada vez mais nervosa. A roubalheira do árbitro e a conivência de PCO, com as botinadas que os gambás davam (tivesse ele sido correto e alguns deles teriam ido pro chuveiro mais cedo), geravam uma revolta imensa nas arquibancadas!
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Palmeiras e torcida jogavam juntos de maneira espetacular!! A superioridade do Palmeiras era gritante! Mas, sem um zagueiro titular, sem o talento do Mago e com o juiz operando, o time teria que ser ainda mais guerreiro!! E ele foi! Deola, depois da ajeitada que o árbitro dera na partida, passava a ser um pouco exigido e, ao final primeiro tempo, fez duas boas defesas.
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O Verdão voltou para o segunda etapa pressionando os gambás. Aos 5′, Tinga recebeu falta que Assunção cobrou. O goleiro conseguiu colocar prá escanteio. A torcida não parava de cantar! Na cobrança, Assunção colocou a bola no primeiro pau, Thiago Heleno e Leandro Amaro subiram juntos, Leandro guardou nas redes!! Que gol maravilhoso! O Pacaembu explodiu! Os reservas correram abraçar o jogador, Marcos e Valdivia vibravam! Os torcedores se abraçavam, eufóricos! Que raça tinha o Palmeiras! O nervoso não me deixava parar de chorar. Muitos choravam comigo…
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O Palmeiras foi segurando o jogo… Mas, aos 19′, numa jogada de bola parada, Willian igualou o placar. Leandro Amaro tinha tirado em cima da risca (foi a impressão que tive), mas o bandeira não hesitou um segundo e assinalou o gol (a bola entrou mesmo). Pena que a excelente visão do bandeira não tenha funcionado no lance da sola de Liedson.  Naquele momento, ele nada viu…
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Se no primeiro tempo, com todas as confusões, PCO dera apenas 3 minutos de acréscimo, no segundo não poderia ser diferente. E, finalmente, como queriam os mais fracos, a partida foi para os pênaltis. Estranhamente, Paulo César Oliveira, escolheu o gol lá do fundo, longe da torcida do Palmeiras, mas perto da torcida dos gambás. Estranhamente? Ah, tá…
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Confesso que não assisti nenhuma cobrança… Era impossível prá mim. Nesse momento tudo conta. Competência, equilíbrio emocional, sorte…  Eu apenas esperava pelo som da minha torcida a cada cobrança. E ele só não veio na última… O silêncio que se seguiu à cobrança desperdiçada de João Vítor deixavam todas as esperanças nas mãos de Deola…
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Mas pênalti mesmo, era com aquele careca que estava no banco. Com as 3 substituições feitas não pudemos nem pensar em colocar Marcos em campo… E Deola não conseguiu defender nenhum.
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E foi aí, quando o jogo acabou, que eu senti mais forte a expressão de um certo canto da torcida: “EI, PALMEIRAS MINHA VIDA É VOCÊ”. Foi aí que fez todo sentido um time ser chamado de grande… Tínhamos um buraco imenso no peito, mas ele estava cheio de orgulho… fruto do trabalho de Felipão. E, sem que ninguém combinasse; da maneira mais espontânea do mundo, a Que Canta e Vibra começou a cantar e a aplaudir o time… E mesmo com os olhos cheios d’água, eu podia ver a saída daqueles guerreiros. Alguns com as lágrimas correndo na face, outros, sem lágrimas, mas com o coração sangrando.
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E todos nós, jogadores, técnico e torcida; roucos, molhados e extenuados, saímos de campo tristes, mas de cabeça erguida…
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Obrigada, Palmeiras! Pela raça e pela grandeza! ORGULHO IMENSO DE VOCÊ!!
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Eu não tenho como saber o resultado do jogo de hoje, mas meu coração pode muito bem antever, desejar….

Posso imaginar Marcos, o melhor do mundo, comemorando abraçado à Felipão; posso ouvir a Que Canta e Vibra enlouquecida de alegria, gritando gol na arquibancada;  posso ver o Gladiador batendo forte no peito; posso sonhar com passes mágicos, posso imaginar o sorriso mais lindo do mundo, bailando feliz no gramado…
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Mas é clássico, dirão alguns! Sem lógica, sem regras… E, neste mata-mata, sem empate também. É verdade…Todo resultado é possível, todo resultado é cabível. E um empate levará às cobranças de pênaltis. Será a Luz para quem for à final, e a Treva pra quem perder.
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E, quando eu penso em Luz, penso logo em Valdivia! Penso em seu futebol mágico, seus dribles e gols que enlouquecem todo mundo no estádio. Uns, de encantamento; outros, de raiva… E todos nós, inclusive os gambás, sabemos muito bem o que acontece quando o Mago joga o que sabe, o que pode… Nunca fomos batidos pelos nossos fregueses com Valdivia em campo; nunca sequer tomamos um gol.
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E na hora em que vamos buscar aquela coisinha a mais, na hora em que nos apegamos às rezas, às superstições, à qualquer coisa que nos diga que vamos vencer, e que sirva como um sinal, lembrar que Valdivia veste a nossa camisa é a melhor coisa do mundo. Afinal, ele é quem pode desequilibrar o jogo, ele é quem pode, magistralmente, colocar um companheiro na cara do gol, o Mago é quem pode decidir a partida a qualquer momento, ele é quem pode nos “matar” de alegria…
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É obvio que a marcação será dura e num lance fortuito, enquanto os adversários estiverem distraídos caçando Valdivia e o nosso Gladiador, por exemplo, nosso menino Patrik pode decidir, Assunção pode guardar uma falta, Cicinho pode fazer um cruzamento perfeito, Thiago Heleno ou Danilo, podem aparecer de cabeça… Luan, Rivaldo, Araújo… qualquer um deles, guerreiros que são, podem balançar as redes inimigas… E não podemos esquecer que temos a Melhor Defesa do Mundo, os volantes que desarmam tudo, o melhor técnico no banco… Dá um frio na barriga, né?
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Sabemos que a ‘marcação adversária’ já começou na semana passada. A imprensa só fala do Mago e seu chute no vácuo. Chama a jogada  de deboche, instiga os adversários a se sentirem ofendidos com o talento do nosso craque. Imaginem quantas porradas já não estão “ensaiadas” e preparadas para Valdivia, Kleber e Cia? E os adversários, estúpidos, ensaiam a jogada do Mago para ver se, porventura, podem usá-la numa tentativa de diminuí-lo, de esculhambar o Palmeiras. Olha só com o que eles estão preocupados!
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E o Mago está quietinho, na dele… e nós sabemos muito bem no que isso resulta, não é mesmo? Kleber também está contido. Imaginem com que vontade ele vai entrar em campo amanhã. Tentem imaginar a preleção de Felipão… ou o que Marcos irá dizer aos companheiros…  Todos nós já pressentimos o que está para acontecer… Todos nós já sentimos o coração querendo ganhar os ares…
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TÁ VALENDO VAGA NA FINAL! Vamos à luta, Verdão! Com o coração na ponta da chuteira! Com chutes-no-vácuo, ou sem eles; com chororo,  bailado, ou sem; não importa qual sortilégio nosso Mago vai usar , qual será a espada que o Gladiador irá empunhar, qual a estratégia escolhida pelo general Felipão… Não importa nem mesmo se o juiz é ladrão! O QUE IMPORTA É QUE O PALMEIRAS VAI BUSCAR A VAGA, COM O TALENTO E A RAÇA DE TODOS OS SEUS GUERREIROS! E NÓS VAMOS COM ELES! Seremos o 12º, 13º, 14º… jogador!
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Seremos vinte milhões de “jogadores” palestrinos no Pacaembu! Juntos de alguma maneira, unidos pela força do nosso amor, pela vontade de ver o Verdão na final, com os nossos corações cantando e vibrando no ritmo das arquibancadas. Nós merecemos! Felipão, Murtosa  e os jogadores também merecem. Não importa onde esteja cada um de nós; amanhã (hoje) seremos uma força única! Vamos apoiar e empurrar o time durante os 90 minutos, como pediu Felipão, como o Palmeiras merece, como sabemos fazer…
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Prepare o seu coração, amigo! A magia vai  entrar em campo, outra vez… O PALMEIRAS VAI JOGAR, NÓS VAMOS!!!!!
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AUGURI PALMEIRAS!!



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É como eu sempre digo… De onde não se espera nada é que não sai nada, mesmo!
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Nós passamos tanto tempo reclamando da falta de atitude e  pulso de Della Monica e, mais tarde de Belluzzo, nos bastidores do futebol. Mas vejam só que bela dupla de “Bananas de Pijamas” estão se saindo Tirone e Frizzo.
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Vamos disputar um clássico, diante do Corinthians (aquele mesmo do título comprado em 2005), valendo vaga na final do Paulistão, e Tirone e Frizzo permitem que o adversário escolha o juiz!!
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Até poderia ser, caso esse mesmo juiz, não fosse o famigerado Paulo César Oliveira, que está cansado de roubar e prejudicar o Palmeiras. “Cansado”  é só força de expressão. Parece que, de nos prejudicar, esse sujeito não se cansa nunca.
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E o mais absurdo e inaceitável é que O JORNAL DA TARDE, “PROFETICAMENTE”, ANTECIPOU O NOME QUE SAIRIA NO SORTEIO!! Pode? Vejam só a matéria de Luiz Antônio Prósperi:
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Nosso presidente, além de escolher o Pacaembu, a pedidos da diretoria corintiana, e de um poderoso cartola (WHO?) que quis vetar o Morumbi, ainda aceitou que os adversários determinassem que o jogo seja apitado por um dos juízes que mais garfou o Palmeiras ao longo de sua história!!  Mas essa p…. é presidente do Palmeiras ou do time da Marginal sem nº? Bem se vê que esse pessoal, que costumava ser oposição, não está nem aí pro futebol, não acompanha o time e tampouco os campeonatos. Torcedores então, não são mesmo, e parece que tanto faz se vamos nos classificar, ou não! Só carregam sobrenomes italianos nos RGs e sangue de barata corre em suas veias. Dá até para pensar que o nosso presidente está fazendo um “agrado” ao seu mentor, o comedor de quibes e picanha.
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Alguns dirão que os palestrinos são doidos, paranóicos e reclamam de tudo. Pois bem… olha só o naipe do juiz que a marionete do Sapo aceitou para apitar a nossa partida. Se formos prejudicados, a torcida já sabe muito bem que deve cobrar de Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo (que agora diz não ter aceitado o nome de Paulo César Oliveira. Meio tarde, né?), esses moleirões.
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Os dados abaixo foram retirados de um levantamento feito por  Fernando Galuppo. Mas não estão aqui, os números de um campeonato Paulista, de anos atrás, quando os cartões amarelos serviam para determinar um vencedor, caso os números na partida fossem iguais entre as equipes. O Palmeiras foi jogar contra o São Paulo, que já  tinha recebido bem mais amarelos que o Verdão. O árbitro amarelou vários palmeirenses, deixou de amarelar alguns são paulinos e fez a balança pender para os bambis. O Palmeiras foi desclassificado.
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9/4/1997 – Palmeiras 2×1 Rio Branco-SP – Paulistão (1º fase)  /  Palestra Itália
Na vez em que PCO apita um jogo do Palmeiras, ele expulsa três jogadores nossos (Djalminha, Velloso e Sandro) de forma descontrolada e com um “excesso” de zelo. Interferiu diretamente no andamento da partida contra o Palmeiras.
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25/2/1998 – Palmeiras 0x1 São Paulo – Torneio Rio São Paulo (semifinal) /  Brinco de Ouro
Na vez em que apita um jogo do Verdão, Paulo César de Oliveira expulsa o capitão do Palmeiras, o meia Zinho, e provoca uma instabilidade emocional nos jogadores que viram o adversário crescer na partida e eliminar o Palmeiras nos pênaltis.
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17/4/1999 – Palmeiras 4×4 São Paulo – Paulistão (2º fase) / Morumbi
jogo do Verdão apitado por ele. Paulo César de Oliveira expulsa Agnaldo e Jackson. Marca um pênalti duvidoso contra o Palmeiras, quando a equipe vencia por 4 a 3, aos 37 minutos do segundo tempo, que foi convertido e originou o empate
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9/5/1999 – Palmeiras 1×5 São Paulo – Paulistão (2º fase) / Morumbi
Paulo César de Oliveira expulsa Roque Junior e Jackson. Marca dois pênaltis contra o Palmeiras, o primeiro deles quando a partida estava 1 a 1 e o segundo quando o São Paulo já vencia por 2 a 1. Essa foi a vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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30/5/1999 – Palmeiras 4×3 Portuguesa – Paulistão (2º fase) / Palestra Itália
Paulo César de Oliveira marca três pênaltis a favor da Portuguesa. O primeiro quando a partida estava 0 a 0. O Segundo quando o Palmeiras vencia por 2 a 1 e o terceiro quando o Palmeiras já vencia por 4 a 2. Foi a vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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20/6/1999 – Palmeiras 2×2 Corinthians – Paulistão (Final – 2º jogo) / Morumbi
Paulo César de Oliveira expulsa o zagueiro Cléber. Não teve pulso para administrar uma confusão generalizada entre os jogadores e encerrou a partida antes do tempo regulamentar. Foi a vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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7/5/2000 – Palmeiras 2×2 Corinthians – Paulistão (3º fase) / Morumbi
Paulo César de Oliveira expulsa o zagueiro Agnaldo aos 37 minutos do segundo tempo e aos 39 minutos o Corinthians empata a partida. Foi a vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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27/8/2000 – Palmeiras 3×2 Santos – Copa João Havelange / Vila Belmiro
Paulo César de Oliveira expulsa Tiago Silva e Rodrigo Taddei, além de marcar um pênalti contra o Palmeiras que não foi convertido. Foi a vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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9/12/2000 – Palmeiras 2×2 São Caetano – Copa João Havelange (4ª-de-final) / Palestra Itália
Paulo César de Oliveira marca um pênalti contra o Palmeiras numa falta fora da área quando estava 2 a 1 a favor do alviverde que foi convertido por César e  causou a eliminação da equipe palmeirense.  Foi a 10ª vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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1/4/2001 – Palmeiras 1×3 Santos-SP – Paulistão / Vila Belmiro
Paulo César de Oliveira marca um pênalti contra o Palmeiras aos 8 minutos de jogo e expulsa Rodrigo Taddei. Foi a 12ª vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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23/10/2002 – Palmeiras 2×2 Corinthians – Campeonato Brasileiro / Morumbi
Paulo César de Oliveira marca um pênalti contra o Palmeiras aos 25 minutos do segundo tempo, quando o Palmeiras vencia por 2 a 1. Foi a 14ª vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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19/2/2003 – Palmeiras 2×2 Ponte Preta – Campeonato Paulista / Moisés Lucarelli
Paulo César de Oliveira expulsa o volante Claudecir aos 30 minutos do segundo tempo. Foi a 15ª vez que ele apitou uma partida do Palmeiras
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5/2/2008 – Palmeiras 5×2 Bragantino –  Paulistão / Marcelo Stefani
Paulo César de Oliveira expulsa o goleiro Marcos, alegando na súmula que o goleiro do Palmeiras agrediu o atleta do Bragantino com um pontapé enquanto o mesmo estava deitado no gramado. (o próprio atleta do Bragantino foi ao tribunal isentar Marcos de agressão). Foi a 23ª vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.
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13/4/2008 – Palmeiras 1×2 São Paulo – Paulistão (Semifinal) / Morumbi
O São Paulo venceu o jogo graças a um gol de mão claríssimo e intencional do atacante Adriano, validado pela arbitragem de Paulo Cesar de Oliveira (que confirmou ter visto o toque) e da bandeirinha Maria Eliza Correia Barbosa. Esta ainda deu impedimentos contra o Palmeiras inexistentes. Foi a 24ª vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.
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31/5/2009 – Palmeiras 2×2 Barueri – Campeonato Brasileiro / Arena Barueri
Paulo Cesar de Oliveira expulsa o volante Wendel do Palmeiras. Foi a 25ª vez que ele apitou uma partida do Palmeiras.
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21/1/2010 – Palmeiras 2×2 Barueri – Paulistão / Eduardo José Farah- Presidente Prudente
Arbitragem desastrosa.  No segundo gol marcado pelo Grêmio Barueri, marcado aos 14min do segundo tempo, o atacante Tadeu cobrou um pênalti na trave e, no rebote, a bola voltou para um jogador dos donos da casa, que tocou para Tadeu completar para as redes. Apesar de o autor do gol estar em posição ilegal, o lance foi validado pelo árbitro e pelo assistente, que estavam próximos à  jogada. Paulo César Oliveira tomou um gancho de 5 jogos pela lastimável atuação. Seu assistente também foi punido. Foi a 26ª vez que ele apitou um jogo do Palmeiras.
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Nossa Comissão Técnica deve ter “adorado”… Pois, como vocês podem ver, esse “senhor” adora expulsar jogadores do Palmeiras, marcar pênaltis inexistentes e até validar gol de mão, MESMO TENDO VISTO A INFRAÇÃO! Já apitou 26 partidas do Palmeiras em sua carreira. Os números são alarmantes:
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Assinalou 11 pênaltis contra o Palmeiras
Expulsou 16 atletas do Palmeiras
O Palmeiras ganhou apenas 8 vezes com ele no apito
O Palmeiras empatou 11 vezes com ele no apito
O Palmeiras perdeu 7 partidas com ele no apito
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Dá para entender porque os dirigentes corintianos querem esse árbitro, não é mesmo? MAS ALGUÉM CONSEGUE ENTENDER COMO, OU A TROCO DE QUÊ, TIRONE E FRIZZO ACEITARAM ESSE ACORDO, DISFARÇADO DE SORTEIO?
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Nosso time vai ter que se desdobrar para jogar contra os 11 da Marginal sem nº , reforçados pelo juizinho safado.  Nossos mais badalados craques que se cuidem… E os bananas do Palmeiras, que tratem de levar o camburão para o Pacaembu! É bem capaz que o tal sujeito precise dele para sair…

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Eu tinha trocado o almoço de Páscoa com a família, pelo jogo do Palmeiras. Tudo bem que a partida começaria só às 18h30, mas com o almoço se esticando pela tarde afora, tava na cara que eu acabaria perdendo a hora. Nada disso! Se o Palmeiras vai jogar, eu vou!(A família me entende…) Ainda mais com o meu ídolo em campo! Sonhei tanto com a volta do Mago e, agora que ele está aqui(tem horas em que ainda não acredito), não quero perder nadinha. Meu sanduíche de Páscoa, em companhia da Frida (minha cachorra), acabou valendo muito a pena…
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O Pacaembu não estava tão cheio quanto estivera na quinta-feira, mas num feriado de Páscoa, com significado religioso de renascimento e amor… a maioria preferiu ficar na companhia da família. E 18 mil pessoas, num feriado desse, é público para ninguém botar defeito. Que o digam os bambis lá na Arena Barueri, que fazia eco… Além do mais, por ser o último a jogar na rodada, o Palmeiras ia a campo com uma baita responsabilidade. Os outros três grandes já estavam classificados. Todo aquele blá blá blá de perder vaga para time pequeno, já devia estar prontinho, digitado, esperando só o momento de ser publicado pela impren$inha…
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Mas, neste ano, o Palmeiras também renasceu! E com ele, o orgulho de ser palestrino ficou ainda maior. Se eu já me sentia emocionada ao ver o meu time entrar em campo, nem sei dizer o que sentiu meu coração ao ver o Santo, de uniforme branco, caminhando em direção ao banco de reservas. Ele também renasceu! Mais uma vez, nosso goleiro tão amado ressurge das contusões e dores que o atormentam há tanto tempo. Mesmo com Deola jogando muito, me pareceu tão estranho saber que Marcos ficaria no banco…
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O jogo começou como gostaríamos que começasse. Com o Palmeiras em cima do Mirassol. Aos 6′, por pouco Luan não marca. Chutou de dentro da área, mas o goleiro espalmou. Quatro minutos depois, o mundo parou… O palestrino ficou alguns segundos sem respirar… Jogada espetacular do Mago… o craque, lá de fora da área, com a bola dominada, dá uma entortada no seu marcador e chuta… Olhei para o gol e vi o cantinho onde “a coruja dorme”. A bola subiu, e nosso coração subiu com ela… Foi tão rápid0, mas deu tempo de pensar tantas coisas, de torcer prá bola entrar, de querer que ela descesse um pouco, de desejar que o goleiro não a pegasse, de sentir que o Mago merecia aquele momento; de saber que, por lances assim, geniais, é que sonhamos com o título… Com a respiração suspensa, e o coração querendo voar do peito, vimos a bola morrer no gol… e ele sair comemorando como se fosse um coelho… Nosso amado Coelhinho da Páscoa!! O Pacaembu quase veio abaixo! QUE MOMENTO MARAVILHOSO! Momento de alegria pela abertura do placar, e de estupefação pelo talento do nosso craque! Um gol mágico, sensacional! Um poema, que só poderia ter sido escrito pelos pés de Valdivia, o “Coelhinho da Páscoa” mais lindo do mundo!
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Eu, que ainda não tinha conseguido ver um gol do Mago, desde a sua volta, não contive as lágrimas… O meu Palmeiras saindo na frente, o meu Palmeiras se credenciando ao título, os torcedores se abraçando, o meu ídolo sendo reverenciado pelo estádio inteiro… Mas era Páscoa, né? Comemorávamos o renascimento! E o Mago fez nossos sonhos renascerem, nossas esperanças aumentarem… Que Deus o abençoe sempre por tudo de bom que nos dá.
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O jogo, que deveria ter acabado naquele momento, dada a grandeza do que tínhamos presenciado, continuou. E Xuxa, do Mirassol, acabou expulso. O Palmeiras se mantinha soberano na partida. Aos 17′, Valdivia achou Luan, que entrou no meio da zaga e cruzou. A bola passou na frente do gol, pedindo para ser chutada, mas Tinga não conseguiu tocar nela. Tivesse se jogado num ‘carrinho’, ela teria entrado. O Palmeiras desarmava tudo que o Mirassol tentava fazer mas, no finalzinho do primeiro tempo, demos uma vacilada e eles empataram. Que saco! Mas em momento algum temi pela classificação e tampouco achei que decidiríamos nos pênaltis. E, caso fosse assim, São Marcos estava no banco. Tínhamos tudo sob controle…
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No segundo tempo, o Palmeiras continuava em cima do Mirassol. Luan ia perdendo um gol atrás do outro… A Que canta e Vibra não parava de cantar, de empurrar o time. Márcio Araújo, que nunca vi jogar tanto (Rivaldo também jogou bem), parecia estar em estado de graça. Já tinha descido com perigo algumas vezes e feito belas jogadas; mas quando Kleber avançou com a bola dominada e tocou prá trás, na entrada da área, o Mago só abriu espaço para o chute certeiro de Márcio Araújo, que parou no fundo do gol!! QUE FESTA NA ARQUIBANCADA! FESTA NO CHIQUEIRO!! O Palmeiras, merecidamente, estava na frente, outra vez. Fiquei tão feliz por ver meu time vencendo, tão feliz por Márcio Araújo…
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Em campo, Valdivia, o homem que monopoliza a mídia toda, por causa do seu chute-no-vácuo (que existe desde 2006, diga-se de passagem), fazia uma partidaça! Que importa se a jogada genial é feita com 0 x 0, ou com 1000 x 0? Valdivia a usa quando acha que dá, quando quer despistar seu marcador, quando lhe é conveniente. E é ele quem determina isso! Só idiotas para discutirem, medirem e encontrarem regras para “determinar” como alguém deve se utilizar do próprio talento.
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Valdivia é um presente de Deus! E como o futebol fica melhor com ele em campo… Como a bola fica  dócil, submissa… Como os torcedores sem sentem mais felizes quando podem ver o Mago jogar… E  Valdivia, que nos brindou com chapéus, chute-no-vácuo, ainda deu um gol de bandeja para Luan. Pena que ele perdeu esse também…
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Felipão então tirou Tinga e colocou Chico. O Palmeiras tratou de se defender um pouco mais, mas sem abdicar de atacar. Continuávamos perdendo gols mas, nas arquibancadas, o torcedor ficava apreensivo com as faltas e escanteios a favor do Mirassol. Na beira do campo, a cena era de arrepiar o mais indiferente dos mortais!! São Marcos, como se fosse um auxiliar de Felipão, como se fosse ele o técnico, gritava e gesticulava. Só vi isso direito depois, na TV, e quase morri de chorar. Nosso Santo, tão querido, guerreiro, sofrendo lá no banco de reservas, gritando para os companheiros, empurrando o time que ele tanto ama… Só o Palmeiras tem dessas coisas…
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Ainda teríamos uma bela oportunidade com Rivaldo, mas o goleiro defendeu. Aos 40′, a magia deu lugar ao futebol de Lincoln (como eu queria ver esses dois jogando juntos). O estádio inteiro reverenciava o craque mágico que saía de campo. Emocionante! Minutos depois, aos 49′, o juiz encerraria a partida.
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=z2sXycioI1Q[/youtube]
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Com a classificação garantida, o Palmeiras vai agora enfrentar os gambás. POIS QUE VENHAM! Nosso exército está pronto! Nosso “general” desenhou a estratégia para chegarmos e chegamos! Mago, Santo, Gladiador, Defesa Que Ninguém Passa, Zagueiros Artilheiros, Volantes Guerreiros, Operários do time, Vontade, Garra, União, Torcida, Amor… essas são as nossas armas. E É COM ELAS QUE VAMOS À LUTA!
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CHEGOU A HORA! TANTI AUGURI, PALMEIRAS!

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“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor” – Paulo de Tarso
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Era o último jogo da fase de classificação do Paulistão… Claro que eu queria uma vitória do Palmeiras, claro que eu queria a liderança também. Mas eu sabia que, dependendo dos resultados dos demais confrontos, ficar em segundo lugar poderia acabar sendo vantajoso. Além do mais, o Palmeiras, que enfrentaria a Ponte Preta em Campinas, estava prá lá de desfalcado. Felipão, cauteloso, não quis correr o risco de perder jogadores titulares para o momento em que o Paulistão vai realmente começar, colocando só quatro deles em campo (cinco se considerarmos Rivaldo titular). Valdivia, Patrik e Lincoln tinham sido vetados pelo Depto Médico e Gabriel estava suspenso. Mas, mesmo com o time todo remendado, Felipão montou o Palmeiras com três atacantes: Max “Pardalzinho”, Kleber e Adriano MJ.
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Prá variar, tão logo a partida teve seu início, as botinadas em Kleber começaram, com as bençãos do árbitro Sálvio “Cu rintia” Spínola. A Ponte, o mais forte entre os chamados “pequenos”, fazia dura marcação. O Gladiador, tão logo tocava o pé na bola, era derrubado. Cicinho também apanhava um bocado. E o juizão… fazia cara de paisagem! Será que ele foi ao show do U2?? Sei não… Felipão estava muito bravo porque, se dependesse do juiz, os jogadores da Ponte quebrariam o Kleber ao meio e o tirariam das semifinais do Paulistão. Cada vez mais eu achava que o homem do apito tinha ido ao tal show…
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E mesmo com Sálvio Spínola atrapalhando um bocado (quantas faltas ele deixava de marcar), o Palmeiras era mais ofensivo e dava mais trabalho à zaga adversária. Aos 20′, a boa atuação que Pardalzinho tinha na partida, foi recompensada. O garoto arriscou um chute de fora da área e o goleiro da Ponte aceitou. Ele bem que tentou puxar a bola rapidinho, mas ela já tinha entrado e todo mundo viu! Foi o “Frango de Páscoa”!!
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Com a vantagem no placar e com os bambis perdendo do Mirassol, o Palmeiras se mantinha líder. Mas, ao tomar o gol, a Ponte veio prá cima e levou só quatro minutos para empatar a partida. Márcio Diogo recebeu na área, se livrou (facilmente, eu diria) de Leandro Amaro e bateu. Mesmo tendo tocado na bola, Deola nada pode fazer. A botinada rolava solta. Cicinho, que era muito acionado, a cada vez que descia com perigo, era parado na falta. Kleber era caçado – isso enche o saco – e Felipão reclamava com o 4º árbitro e com o mundo porque, já que o juiz não coibia a caçada ao Gladiador, ele teria como única opção tirá-lo de campo, caso não o quisesse machucado para a próxima fase. Que raiva disso! E mesmo com o Palmeiras perdendo algumas chances, o primeiro tempo acabou empatado.
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Para a segunda etapa Felipão já voltou com Vinícius no lugar de Kleber. Sem o Mago para armar, já era complicado; os titulares ausentes faziam muita falta e, ainda por cima, fomos obrigados a ficar sem o Kleber… Claro que o futebol do Palmeiras iria se enfraquecer. Quem gostou foi a Ponte, que mandou uma na trave. Eu juro que não sabia se queria que o Palmeiras ficasse em primeiro na tabela, ou se o segundo lugar acabaria sendo melhor, caso pegássemos um adversário mais fraco. Nessas horas, não devemos deixar que o orgulho faça a “contabilidade” prá gente. O mais importante é onde se quer chegar. E deve ter sido pensando nisso que, aos 16′, Felipão sacou Cicinho (outro que seria quebrado ao meio se continuasse em campo) e colocou Luís Felipe.
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Como a Ponte chegava com perigo, Felipão colocou Luan em campo no lugar de Max Pardalzinho, muito aplaudido pela boa participação na partida  e pelo gol marcado. O volume de jogo da Ponte era maior e a zaga palestrina passava maus bocados. E, aos 31′, deu zebra… Na cobrança de escanteio, a zaga palestrina tirou como pôde, mas na sobra, Renatinho, de fora da área, meteu pro gol.  De novo eu reclamei do gol tomado, sem um pingo de convicção se estaríamos mesmo sendo prejudicados ao perder a liderança.  A lamentar mesmo, só o fato que lá se ia a nossa invencibilidade de 15 jogos… O Palmeiras ainda tentaria empatar em algumas oportunidades, mas nada de aparecer alguém prá guardar. A Ponte fazia o dela e ficava lá atrás só tocando bola. E foi assim até o apito final.
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Perder nunca é bom mas, por outro lado,  pegar um adversário, teoricamente, mais fraco é auspicioso. Ecá entre nós, que hora boa para se perder, né?  Acredito que os quatro grandes têm condições de ganhar o título e talvez a Ponte vá dar trabalho. Mas, seja qual for o adversário, eu confio no Palmeiras e acho que temos alguns diferenciais que podem desequilibrar a balança a nosso favor. O primeiro deles está no banco comandando o time. Em campo teremos o Mago (desequilibrar partidas é com ele mesmo), Kleber (nosso Homem-de-Ferro), a zaga “Melhor do Mundo”, os dois melhores goleiros do planeta e a raça e determinação da Família Scolari… Que venha quem vier!
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As cortinas se abrem e o campeonato vai começar! Chegou a hora, amigo palestrino! De roer as unhas, de sentir aquele frio na barriga, de vestir a roupa “da sorte”, de sentir o coração apertado no peito! Hora de perder a fome e a concentração no trabalho, de não conseguir dormir na véspera de um jogo e nem depois dele… de rezar, acender velas, fazer promessas… Cada qual tem o seu jeito de torcer, tem o seu ritual, sua superstição… Mas, para todos nós, é hora de ter fé no time! De ter esperança!  De sonhar! De gritar gol! É hora da QUE CANTA E VIBRA, que nunca para de cantar e nunca deixa de acreditar! É hora da torcida que tem o maior amor do mundo! Essa gente palestrina, guerreira, que vive e respira Palmeiras!
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Nosso destino é vencer! É superar as adversidades com jogadas perfeitas, partidas inesquecíveis! Com gols inacreditáveis, marcados no último minuto… Com raça, encantamento e magia… Com a torcida cantando e dançando nas arquibancadas,  o coração enlouquecendo de alegria…
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E é na bancada que vamos fazer a diferença! Amanhã tem Copa do Brasil e no domingo o primeiro mata-mata do Paulistão! O PACAEMBU SERÁ PEQUENO! O PALMEIRAS VAI JOGAR, NOS VAMOS!!
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AUGURI, PALESTRA! SCOPPIA CHE LA VITTORIA È NOSTRA!
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=iKLWPbYEhvs&feature=player_embedded[/youtube]

Até parecia jogo contra os bambis… (Mais à frente você entenderá porquê) Mas era contra o Santo André, lá no Bruno José Daniel e seu gramado horroroso. O time do Palmeiras treina no gramado certinho da Academia e depois tem que ficar fazendo “tour” pelos piores estádios de Sampa e do Brasil. E pensar que a FPF, por tantas vezes, quis vetar o Palestra para jogos contra os grandes, porque um deles sempre reclamava do nosso estádio. E esse “grande” vai jogar em Santo André, São Caetano… E não reclama. Que coerente!

O jogo começou com o Santo André marcando forte, mas sem levar perigo ao Palmeiras, que era superior na partida. Logo aos 3′, quase que Marcos Assunção abre o placar, em cobrança de falta. Mas o comentarista da Globo e vidente, Caio Ribeiro, jurava que o Assunção quis cruzar. Haja saco! Comentários infelizes à parte, a superioridade verde foi ficando mais acentuada. Aos 21′, depois de passe mágico do Mago, Kleber recebeu e entrou na área, tentou cortar e foi derrubado. PÊNALTI!!! O Gladiador foi para a cobrança e o goleiro defendeu! Mas a alegria de Neneca durou só meio segundo. Porque Kleber, rápido, pegou o rebote e guardou! O grito de gol explodiu nas arquibancadas! A festa palestrina, que já começara antes do apito inicial, se consolidava entre os 6 mil palmeirenses que compunham a maioria no estádio.

E aí o Palmeiras cresceu! Valdivia estava soberbo! Kleber se movimentava muito bem lá na frente e Luan na esquerda. Pena que Luan esteja pecando nas finalizações… Perdeu uma chance depois de um belo cruzamento de Cicinho, e mais outra após cruzamento de Danilo. Ele cabeceou, tirando do goleiro, mas a bola foi muito alta. Antes que o juiz apitasse o final do primeiro tempo, Tinga ainda tentaria com um belo chute, mas a bola passou perto…

Na segunda etapa, com 20s de jogo, Aloísio chutou de longe; Deola teve que cair e se esticar para fazer a defesa. O Palmeiras parecia ter diminuído o ritmo e, o Santo André, pelo primeiro lance de real perigo que levou ao gol de Deola, parecia estar disposto a vir prá cima. Mas não aconteceu nem uma coisa nem outra. Um estranho e misterioso gás, liberado, sabe-se lá como (por isso eu disse que parecia jogo contra os bambis. Eles é que gostam dessas artimanhas.), se espalhou pelo campo e a partida teve que ser interrompida por cinco minutos. Jogadores e comissão técnica tossiam, tinham os olhos ardendo  e ninguém sabia nem mesmo o que estava acontecendo… Mais tarde diriam que a PM teria usado gás lacrimogênio do lado de fora do estádio… Essa Copa do Mundo promete!

O jogo foi reiniciado e Tinga, tentando por cobertura, perdeu uma bela chance. O Santo André insistia em atacar, mas a defesa barrava as investidas do “Ramalhão”. Aos 17′, Tinga, do meio de campo meteu uma bola linda para Luan, que entrou na área, tentou bater cruzado, mas chutou em cima do goleiro. Aos 22′, Valdivia tirou mais um sortilégio ‘das mangas de sua capa’ e achou Luan pela esquerda; ele entrou na área e foi derrubado. Pênalti! Cleber Machado, incansável, ao invés de comentar a maravilha de passe de Valdivia, tentava de todas as formas achar uma irregularidade qualquer na marcação do árbitro. Alguém precisa avisá-lo que se houve o toque (como ele mesmo afirmou), ainda que o jogador tenha valorizado (outra afirmação dele), é pênalti, sim senhor! Kleber foi para a cobrança, bateu do mesmo jeito que batera o primeiro e… o goleiro defendeu! Para alegria do narrador que não se cansava de dizer que, agora sim, Neneca tinha defendido do jeito que queria, sem dar rebote, mandando para escanteio. E o escanteio foi cobrado por Assunção, Thiago Heleno cabeceou, Neneca defendeu e, no rebote, adivinhem quem apareceu? QUEM?? Ele mesmo! Kleber chegou primeiro e marcou o segundo gol do Palmeiras, o segundo do nosso Gladiador artilheiro!

Um jogador que perde dois pênaltis na mesma partida, e marca dois gols logo em seguida, se aproveitando dos rebotes, tá ou não tá com sorte e garra de campeão?? E foram dois pênaltis originados pelos mágicos pés de Valdivia. Mas, aos 30′, o Mago extrapolou! Levou a torcida ao delírio e presenteou a todos os que assistiam à partida com mais uma jogada de encantamento e magia… Uma jogada de Valdivia! Um toque de letra digno de aplausos e que me fez chorar de alegria… Eu sempre disse e vou continuar a afirmar: VALDIVIA É UM PRESENTE DE DEUS! E eu nunca vou deixar de agradecê-Lo por isso.

Que maravilha ver o Palmeiras assim! Que maravilha  ter o Mago e o Gladiador no time! Que maravilha ter Felipão no banco para fazer do nosso antigo amontoado de jogadores, um time de verdade, com padrão de jogo, consciência e pegada. QUE DÁDIVA SER PALMEIRENSE!

Em campo, aos 34′, Felipão sacou Valdivia, que sofrera um forte pisão no pé, chamando pro jogo o estreante Wellington Paulista. A Que Canta e Vibra o recebeu com muitos aplausos. Aos 40′, foi a vez de Chico ir a campo em lugar de Assunção. Mas, com a vantagem, o Palmeiras diminuiu o ritmo. Sem o Mago, ficou menos perigoso. E, numa cobrança de falta’, Anderson, de cabeça, diminuiu para o Santo André. Felipão ainda faria mais uma substituição, colocando João Vítor no lugar de Kleber. Com a partida quase no fim, o Ramalhão viu Vítor Hugo ser expulso após entrada muito dura em Danilo. Com 7 minutos de acréscimo o juiz encerrou a partida.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=u9MIA7OVAQY[/youtube]

Os palestrinos que saíram felizes, cantando e confiando no time para a segunda partida, à noite iriam sonhar com os gols de Kleber, com os encantamentos do Mago, com a Copa do Brasil… Do outro lado, Neneca, com certeza, iria ter pesadelos com o Gladiador…

E hoje é em Campinas, ‘parmeras’! A última partida da fase de classificação do Campeonato Paulista. O Palmeiras vai em busca de mais uma vitória e da manutenção da liderança (que tantos profetizaram, seria do Verdão apenas uma rodada)! Não teremos o Mago e vários outros titulares estarão no banco. Mas o time do Palmeiras é uma família agora. E fazemos parte dela. ENTÃO VAMOS APOIAR OS “PARENTES”, SEJAM ELES QUAIS FOREM A VESTIR O MANTO!

FORÇA, PALMEIRAS! ÔÔÔ VAMOS GANHAR PORCOOOOO!

Até uns dias atrás isso era segredo… Hoje já é notícia. E notícia muito boa para os palestrinos.
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Você sabia que na Arena Palestra poderá ser implantado o Conceito Stehplatz? Assim como aconteceu comigo na primeira vez em que li a respeito desse assunto, você deve estar se perguntando: o que vem a ser isso?
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Todo mundo sabe que, na arquibancada, os torcedores não sentam mesmo. Estão sempre em pé. É quase como uma tradição no futebol brasileiro, ficar em pé na arquibancada. Mas a Arena Palestra vai atender às exigências da Fifa e, segundo ela,  todos os lugares deverão possuir assentos para que os torcedores assistam  às partidas sentados.
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E aí a gente se pergunta: E as arquibancadas? Vão desaparecer? É aí que entra a inovação chamada de Conceito Stehplatz, que é o nome dado pelos alemães ao espaço no estádio em que as cadeiras podem ser retiradas quando necessário, deixando o torcedor de pé, em contato direto com o concreto.
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Preocupados em manter a tradição da arquibancada, onde as pessoas são livres para pular, correr, fazer coreografias e quase que atuar junto com o time, um grupo de palmeirenses entregou à WTorre,  o projeto batizado de “La Curva”. Com ele, o estádio pode ganhar entre sete e dez mil lugares extras, passando de 45 mil para até 55 mil.
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Nesse sistema, as cadeiras deixam de ser implantadas diretamente no concreto e são afixadas à uma barra de ferro. Assim, elas podem deslizar pela estrutura e, caso queiram transformar o espaço em arquibancadas, do jeito que as conhecemos,  as cadeiras podem ser retiradas sem nenhum dano ao assento. Um outro detalhe interessante é que os pés da cadeira podem ser encaixados ou desencaixados à essa barra de maneira rápida.
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A implantação desse sistema inovador deve custar aproximadamente R$ 1,5 milhão à empresa de engenharia, segundo estimativas de Walter Torre Jr., presidente da companhia.
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E ele acrescenta: “É um sistema alemão que recolhe as cadeiras. É interessante porque atende a torcida organizada. Não poderíamos usar isso em jogo Fifa, porque é obrigado a sentar, mas em jogo nacional e continental dá para tirar e aumentar o espaço. Vários estádios pelo mundo já têm e como queremos fazer estádio de primeiro mundo, a tendência é adotar isso. Estou 99,99% convencido”
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A ideia da WTorre é de implantar esse sistema atrás dos gols, para as organizadas, e também no local em que a torcida visitante será alocada. Segundo o projeto entregue à companhia, na Alemanha já é lei que os estádios tenham 10% dos lugares com esse estilo.
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(Fonte e imagem IG Esportes)
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Portanto, em jogos nacionais e continentais, ao retirarem as cadeiras, a capacidade da Arena Palestra seria aumentada em aproximadamente 10 mil lugares, aumentando a arrecadação também. Sem contar que nos chamados clássicos, o risco, em caso de tumultos ou revolta das torcidas, seria bem menor.
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E segundo Walter Torre, as cadeiras não correriam nenhum risco de serem destruídas: “Eles não destruiriam nada, porque a cadeira não fica lá, a gente guarda. O Palmeiras não vai perder nunca para o SãoPaulo e para o Corinthians, mas vai que dá azar, eles ficam nervosos e se revoltam? Não aconteceria nada com as cadeiras(risos)”.
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Os palmeirenses responsáveis por levar a ideia das cadeiras removíveis para W.Torre são Gabriel Manneta, Rubens Filho e Lucca Barbarisi. Gabriel pesquisou em vários sites de estádios para entender como o sistema funcionava. “Fiquei durante um mês pegando informações, fotos e entendendo como seria. Ia ser algo inédito no Brasil e muito bom para o Palmeiras e para os torcedores que preferem ver o jogo de pé. Depois de fechar uma apresentação, conversei com membros de um grupo político do clube e conseguimos entrar em contato com a WTorre. Eles adaptaram algumas coisas e acho que vai dar certo”
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Veja um vídeo que explica o funcionamento desse sistema, que já está sendo implantado em alguns estádios europeus:
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=YViOCl_YAh8[/youtube]
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Nossa nova casa ficará pronta só em 2013, mas parece que vai ficar melhor do que imaginávamos, não é mesmo? O Palmeiras sempre pioneiro…
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VIDA LONGA À ARENA PALESTRA! E QUE ELA SEJA PALCO DE MUITAS CONQUISTAS E GLÓRIAS DO NOSSO AMADO PALMEIRAS!!