A temporada 2017 se encerrou no domingo passado…

O Palmeiras, ainda que não tivesse chegado perto das nossas altíssimas expectativas (confesso, as minhas não eram tão altas como as de alguns), acabou sendo vice campeão brasileiro. Nem vou me aprofundar aqui sobre os jogos nos quais as arbitragens canalhas fizeram o resultado das partidas (sobre a “assinatura de trambique” do árbitro que até “esqueceu” a regra”)… tira 3 ali, soma 3 aqui, tira mais 2 ali, soma mais dois aqui, marca uma penalidade legítima aqui, deixa de marcar uma penalidade inventada acolá…  e a equação  passa a ser outra.

No entanto, ganhar títulos é consequência de muitas coisas; por melhor planejados, montados e preparados estejam os times não há garantias de conquista para nenhum deles. Existem outros fatores determinantes também… 13 derrotas no campeonato é algo muito significativo (somadas aos empates, foram 51 pontos perdidos)…  3 técnicos  no ano também (demitir um técnico após 4 meses de contrato, como aconteceu com Eduardo Baptista no início do ano, significa que faltou convicção na escolha de seu nome)… As contratações de jogadores, tenham dado certo ou não (alguns não tiveram oportunidades, sequência; outros não renderam o esperado), foram desejadas por todos à época em que foram feitas. “Esquecer” disso  agora, e falar que elas foram mal feitas, é bem desonesto.

A administração palestrina deixou a desejar… andou pra trás em algumas coisas… e vimos isso em vários momentos e situações em que o clube pareceu a casa da “mãe joana”.

E quantos episódios lamentáveis – que jamais deveriam ter saído dos muros da Academia – ganharam as manchetes por não terem sido resolvidos dentro de casa… e quantas vezes os jogadores não foram blindados; quantas vezes foram desrespeitados por alguns “imprenseiros”, foram chamados até para a briga, sem que ‘il capo’ desse as caras… quantas notícias caluniosas ficaram sem a resposta e a ação devidas… e quantas notícias vazaram, quantas intenções de contratação vazaram… quantas brigas vazaram… e o time – com o “obsessão” na camisa” – sendo eliminado de algumas competições importantes no mesmo período em que o presidente se dava férias na Europa…

E quantos pontos perdemos no apito, principalmente, nas duas partidas que poderiam levar o Palmeiras à liderança do Brasileirão… e onde estava o pulso, a coragem em defesa do Palmeiras?  Onde estava o “murro na mesa” para dizer basta? Sem contar a mentalidade tacanha e obtusa de antigamente pairando de novo no ar, mortos-vivos (re)aparecendo nas manchetes… ingressos, que não poderiam ser vendidos (300 ingressos por mês), sendo passados via patrocinadora/conselheira, ex-presidente, protegida do ex-presidente/amiguinha da conselheira para torcedores organizados venderem, e o ‘crime de cambismo’ ganhando as manchetes… os tijolinhos errados sendo colocados sobre a construção que estava tão certinha… o Palmeiras sendo sutilmente puxado pra trás…

Porém, em campo, outras coisas foram determinantes… E assim como teve ano em que o problema foi a falta de um meia… assim como teve ano em que tinha meia e não tinha centroavante… assim como teve um período em que não tínhamos um bom goleiro no time… podemos culpar o jogador que quisermos agora, mas nosso maior problema esse ano foram… os técnicos. E quantas desculpas para o time que nunca tinha um padrão… que em algumas partidas, importantes, deixava o goleiro adversário sair de campo de uniforme e luvas limpinhos… quantas invenções que não deram certo, ou não foram devida e suficientemente treinadas…

Eduardo Baptista, Cuca, Valentim… o primeiro,  não passou da semifinal do Paulista diante da Ponte Preta, mas nos classificou na fase de grupos da Libertadores com o time bastante vibrante, como, por exemplo, na virada de jogo contra os botinudos uruguaios do Peñarol, e lá na casa deles. No entanto, após uma derrota para o Jorge Wilstermann lá na altitude, mesmo com o time classificado, ele perdeu o emprego…

O segundo, o comandante do eneacampeonato em 2016, voltava gloriosamente ao clube cinco meses depois de sua voluntária saída, e mesmo  tão festejado, ele voltou com uma cara muito amarrada, não conseguiu acertar o time, errou muitas vezes, insistia no bendito chuveirinho, inventava jogadores em outras posições, não dava chances a muitos dos contratados, “fritava” patrimônio do clube, não achava o time nunca, não acertava a defesa… cada hora dava uma desculpa e, com ele no comando, o Palmeiras foi eliminado na Libertadores, em casa, diante do fraco Barcelona; foi eliminado na Copa do Brasil, com dois empates diante do Cruzeiro (por erros de escalação, havíamos tomado 3 gols no empate da primeira partida, no Allianz) e o time que foi colocado pra se defender, antes dos 30 min da segunda etapa, quando vencíamos o jogo da volta . No Brasileiro, o time não tinha regularidade, perdeu muitas partidas que não poderia nem pensar em perder (11 no total), se distanciava muitos pontos do líder  e,  depois do empate no Allianz,  por 2 x 2, diante do Bahia (um resultado bem ruim),  que deixava o time fora do G4, Cuca saiu/o Palmeiras saiu com ele…

Se foi esquisito ficar com um técnico apenas 4 meses no início do ano, não podemos reclamar da diretoria ter trazido Cuca de volta, todo mundo o queria comandando o time de novo, todo mundo esperava que fosse um sucesso…

E, então, veio o terceiro, Valentim, o auxiliar de Cuca, que assumia a equipe como técnico interino, com chances de ser efetivado. A princípio, nos pareceu que Valentim ia acertar tudo. Tirou Keno do banco (um absurdo Keno ser esquecido no banco) e o colocou em campo, colocou Borja também e sentou Deyverson… deu uma mudada no jeito do time jogar, a bola ficou mais no chão; Keno, jogando muito, e na companhia de Dudu e Willian, deu outra cara pro time, o futebol empolgou, os gols ficaram mais fáceis de serem marcados , ganhamos 3 seguidas, encostamos no líder e voltamos pra briga pelo título. Seis pontos de diferença… Então,  Heber R. Lopes nos assaltou diante do Cruzeiro, e  fabricou o empate no Allianz (rodadas antes, um outro árbitro fabricou a vitória, com gol de mão, do líder diante do Vasco), Daronco terminou de fazer o serviço no jogo contra o Lava Jato, líder da competição, e perdemos o jogo…

Mas o técnico interino cometeu alguns pecados em outras partidas que vieram depois, insistiu numa linha de defesa alta, sem ter os jogadores muito técnicos e rápidos pra isso (e quem tem?),  sem que isso tivesse sido devidamente treinado (leva algum tempo) – e isso foi desastroso na última rodada… insistiu no time sem um meia, mesmo quando ele colocou cinco atacantes em campo… atiçou a desconfiança de todo mundo em relação ao que poderia fazer no time… Não deu pra ele também…

E então, o Palmeiras foi buscar Roger Machado para a temporada 2018.

Alguns torcedores,  incapazes de lidar com a frustração e com o fato de que o “Papai Noel” que não trouxe o brinquedinho tão esperado, surtaram. E cada um focou em um alvo/culpado diferente, nem o Dudu, o craque do time, escapou… nem mesmo o Palmeiras, a instituição, o clube pelo qual morremos de amor, escapou – denegrir o clube para o qual se torce é assinar atestado de burrice, ou de falta de palestrinidade mesmo. Se a ele cabe todos os adjetivos depreciativos que algumas pessoas usam, elas continuam torcendo por quê, elas exigem/esperam algo dele por quê?

Eu também fico contrariada por não ter dado certo, e num ano em que tínhamos tudo para fazer melhor, mas…

Palmeiras – vice campeão (sem apito), melhor ataque da competição – torcida ‘puta da cara’, querendo ‘matar’ até os artilheiros do time, o mascote…
San, Cru, Fla – comemorando vaga na Libertadores…
Vas – fazendo foto “de título” por ter conseguido Pré Libertadores…
Galo – ansioso para que sobre mais uma vaguinha na Pré…
SPFW – a 7 pontos do primeiro rebaixado, e felizão por causa disso…

Isso não tem que nos fazer perceber algo? Isso não  tem que nos fazer ver que o Palmeiras não vive mais naquele torpor onde tinha sido colocado pela incapacidade de alguns ex-presidentes? Que ele voltou a ser o clube do qual todos – até mesmo os adversários -, esperam títulos? Em nosso ano “desastroso” fomos vice campeões brasileiros. E com o apito nos tomando muitos pontos ainda e ajeitando a vida de outros por aí…

Cometemos erros em 2017 – muitos -, é verdade, mas não é hora de destruir nada… é hora de aprender com eles, de refazer as coisas da maneira certa; de consertar o que estava bem e deixamos estragar. Não há terra arrasada. Mesmo com as decepções deste ano, desde Paulo Nobre, e graças a ele, o Palmeiras é outro – dois títulos nacionais (2015/2016), um vice-campeonato no Brasileiro agora, jogador da nossa base brilhando na Inglaterra e na seleção brasileira. Todas as categorias de base fazendo final este ano – levamos 4 títulos. Estrutura de primeiro mundo, ótimas receitas, um fortíssimo patrocinador máster, salários em dia, Allianz sempre cheio, poderio econômico para contratar; não dependemos de patrocinador estatal, não somos sustentados por cotas de TV.

É hora de voltar a dar passos pra frente, de apoiar o clube, o técnico que chegou, os jogadores do elenco e os novos contratados que estão chegando… é hora de retomar o caminho da reconstrução… e ela é um caminho mesmo, que nunca vai ter fim. A qualquer vacilo, a qualquer relaxada, poderemos nos desviar desse caminho de novo…

Bola pra frente, e que venha 2018!

 

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“Au, au, au… Zé Roberto é Animal”

Nada como dividirmos a casa com alguém, dividirmos a vida, as alegrias e tristezas, para conhecermos melhor esse alguém…

Tudo de bom que sempre ouvimos sobre Zé Roberto era pouco… o profissionalismo, a seriedade, a classe, a elegância que percebíamos nele quando jogava em outros clubes aqui no Brasil, ou no Real Madrid, no Bayern, na seleção… o respeito pela profissão, pelos clubes que representava, pelos adversários, pelos torcedores… eram pouco diante do que viríamos a conhecer depois.

“Convivendo” com ele dimensionamos o real tamanho de Zé Roberto, aprendemos a admirá-lo e respeitá-lo ainda mais, e ele passou a ser simplesmente o Zé… o nosso Zé… da família Palmeiras.

Pra mim, as despedidas sempre são dolorosas… E chegou a hora de nos despedirmos do Zé…

Sim, o Zé Roberto, esse grande jogador, que nos presenteou vindo jogar aqui, esse profissional nota mil, vencedor, que tanta coisa boa acrescentou ao Palmeiras, à sua história e aos corações palestrinos, decidiu que é hora de parar de jogar, de curtir mais a família… O futebol certamente ficará ainda mais triste do que nós no dia de hoje.

Fiquei pensando…  O que dizer do Zé, e para o Zé agora? O que dizer para um cara que é um dos melhores profissionais da história do nosso futebol? Um cara que é admirado e respeitado no mundo todo? O que eu apreendi dessa passagem do Zé aqui no Palmeiras? O que fica conosco agora, além da saudade e dos gols e títulos que ele nos ajudou a conquistar?

Poderia falar do meu espanto (sim, fiquei de olhos arregalados), da minha admiração, quando, fazendo uma postagem sobre as novas contratações do Palmeiras para a temporada de 2015, listando as conquistas e feitos dos jogadores que chegavam, quase caí dura com o tamanho da lista de títulos conquistados por você, Zé Roberto. Poucos têm tantas conquistas. O Palmeiras tinha contratado um grande campeão.

Poderia falar daquele primeiro jogo, e daquela preleção mítica… do jogador líder, de sensibilidade aguçada, que mesmo tendo acabado de chegar ao Palmeiras, sentiu o momento palestrino que se desenhava no universo… o momento da retomada – o gigante estava de pé outra vez, e retomaria a sua caminhada de glórias… e você, Zé, queria caminhar com ele…

E foi você quem despertou  o guerreiro que havia no peito de cada jogador do nosso elenco; foi você que chamou jogadores e torcida para a caminhada; foi você quem ordenou que cada um batesse no peito do amigo e dissesse “o Palmeiras é grande… é gigante”… E mais do que se tornar o nosso novo “Animal” – como você disse que desejava vir a ser  -, nesse dia, você nos arrebatou, nos encheu de orgulho, nos brindou com o seu carinho e respeito ao Palmeiras… e nos identificamos com você, nos vimos em você e o vimos em nós, e foi então que você se tornou o Zé, o nosso Zé…  Abriu todas as portas do nosso coração e entrou…

Talvez eu pudesse falar de todas as vezes que o vi  em campo e  tive certeza de que você dava o máximo de si, Zé… que eu senti, em todas as vezes que o vi jogando pelo Palmeiras, que você não brincava, não fazia menos do que podia, muito pelo contrário, você dava o sangue em campo, era sério o tempo todo, e honrava a camisa que vestia,  respeitava os que te apoiavam e aplaudiam… E quanto bem  isso fazia ao nosso coração.

Poderia falar das tantas vezes em que eu, admirada, vi o jogador já maduro, experiente, correr em campo, dar piques, piques mesmo, como se fosse um garoto em busca do primeiro título…   Poderia falar da liderança do capitão que você foi por um bom tempo… dos desarmes, do jogo limpo, leal, porém sem jamais se intimidar, sem ‘afinar’ pra ninguém…

Poderia falar das ocasiões em que você, sem saber, nos fazia brincar na bancada… Focado no jogo, se entregando em campo, você, às vezes, puxava uma perna do calção mais pra cima, e, rindo, dizíamos na arquibancada: O Zé puxou o calção, agora a coisa é séria, é certeza que vamos ganhar. E ganhávamos mesmo.

Poderia falar da sua competência, das vezes em que você foi decisivo… poderia falar do gol lindo (com passe de Valdivia) que você, de cabeça, e para nosso delírio, marcou lá no Esmolão… poderia falar do golaço contra o Tucumán,  na Libertadores… daquele outro golaço contra o Santa Cruz… que lindos.

Poderia falar do orgulho de vermos o nosso Zé, merecidamente,  na Seleção do Paulistão 2015, na Seleção da América do Sul 2016, do Diário AS, da Espanha…

Poderia falar da conquista, épica, enlouquecedora, da Copa do Brasil 2015, do pênalti que você tão calmamente cobrou na final, do nosso capitão levantando a taça… Pensei que morreria de tanta alegria…

Poderia falar do Zé, que nos ajudou a conquistar, depois de 22 anos, o Brasileirão 2016, fazendo do Palmeiras o eneacampeão brasileiro, o maior vencedor do país, e fazendo com que nos deliciássemos de novo,  e depois de tanto tempo, com o sabor e o perfume do título maior do Brasil…  Felicidade sem tamanho…

Poderia falar naquele lance, naquela bola cruzeirense entrando em nosso gol, que você, Zé, foi tirar não sei como, não sei de que jeito, mas o fez da melhor maneira possível… sem um erro sequer que permitisse ao árbitro marcar qualquer coisa contra nós… um lance em que você foi de corpo, alma e corações, milhões deles (os nossos estavam com você) e impediu um gol certo do Cruzeiro, quando nosso goleiro já estava batido… Fiquei uns quinze minutos tremendo… Depois desse ‘milagre’ seu, sabíamos que ninguém nos tiraria o título. Não fosse você ali, Zé… talvez nem tivesse dado certo tudo o que nos aconteceria depois… Gratidão…

Você é isso, Zé! É competência! Seriedade! Profissionalismo x 1000! É sangue… suor…e muita vontade! É talento… alma. É caráter! E você nos deu exemplos diários de profissionalismo e humildade (nunca o vimos contrariado nas vezes em que esteve no banco)… exemplos de seriedade, respeito (pelo Palmeiras, por si mesmo e pelos demais), felicidade, amor próprio… Nos ensinou sobre sempre fazermos o melhor que pudermos, que quem se cuida vai mais longe… ensinou para nós e para o mundo todo que a vontade de vencer, de fazer algo, é soberana. E foi assim que, juntos, nós vivemos momentos inesquecíveis… Você deixa seu nome na história do Palmeiras e do futebol mundial, Zé, deixa o exemplo,  deixa um legado, e vai levar daqui  gratidão, saudade, e um caminhão de carinho e de respeito.

Você é f%da, Zé! E  não é por acaso que um jogador do seu quilate vai encerrar a carreira no maior do Brasil.

Muito, muito, muito obrigada,  Zé, seu lindo!!  Que a sua vida seja linda, seja plena. E que Deus o abençoe sempre!

Hoje, somos nós que  “batemos” no teu peito e te dizemos: Você é grande, Zé! É gigante! A torcida do Palmeiras te admira, te respeita, te ama e te aplaude!

FOI UMA HONRA, ZÉ! 💚  Uhuuuu! 

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Nosso 2017 não foi de acordo com as nossas expectativas e ficamos apenas com a vaga na Libertadores. Cuca, fazendo um trabalho ruim, saiu… Valentim assumiu o time, mas desapontou a torcida (repetiu Cuca) e, provavelmente, desapontou a diretoria também, porque acabou não sendo efetivado. Um novo técnico ia ser contratado…

Pegando carona no que me disse um torcedor, e acrescentando mais alguns nomes, segundo a nossa torcida, o técnico do Palmeiras teria que ser: Wanderley Pep Gareca Scolari Braga Valentim Ventura de Machado Bielsa Ancelotti Portaluppi… ou seja, não há um nome de consenso. E em relação só aos técnicos brasileiros, menos ainda. 

No entanto, ontem, ficamos sabendo que Palmeiras contratou Roger Machado.

Pra ser sincera, não me entusiasmei muito com essa contratação. Pelo técnico, e pela visão da diretoria… Depois desse ano, em que tínhamos tudo para conquistar algum(ns) campeonato(s) mas acabamos de mãos vazias, até mesmo o Paulistão, que muitos clubes usam como laboratório, passará a ter o valor da sua conquista ampliado para o Palmeiras, em 2018.  Ou seja, temos que iniciar 2018 ganhando título, porque senão a chiadeira vai ser grande.

Achei que nossa diretoria pensou pequeno… Pelas pretensões que temos para 2018, pela obrigação de começarmos o ano conquistando títulos, tínhamos que ter contratado um técnico mais acostumado a ganhá-los, ou, pelo menos, a disputá-los. Precisaríamos de alguém que conhecesse melhor o caminho das pedras.

No entanto, se observarmos a coisa por um outro ângulo – e sempre há uma outra maneira de se observar uma situação -, veremos que nenhum técnico traz a garantia de sucesso com ele, nem o mais badalado deles. O técnico assina com o clube, mas não pode oferecer a garantia de um trabalho promissor. Taí o Cuca 2017, por exemplo, que não me deixa mentir. Quem diria que, depois do maravilhoso título de 2016, a sua volta seria como foi, não é mesmo? E nenhum de nós pode cravar que um técnico, seja ele quem for, vai dar certo e vai conquistar títulos, ou que ele não vai dar certo e vai ser um fiasco. Sem contar que, todos  os técnicos, até ganharem o primeiro grande título, ainda não tinham ganhado nada… Embora ele já tivesse uma Libertadores, o primeiro – e único – campeonato Brasileiro na carreira do Cuca, por exemplo, foi com o Palmeiras, há menos de um ano…

Mas grande parte da nossa torcida surtou com a contratação do Roger.  Uns queriam Luxemburgo (veja só), e até mesmo Felipão (veja só 2 x)…  mas a maioria queria Abel, mesmo ele não fazendo um grande trabalho há anos –  não me inclua nisso, dentre os brasileiros eu preferia o Renato Portaluppi.

Luxemburgo já deu o que tinha que dar, sua última passagem aqui nos deu um título paulista, é verdade, mas depois ficou turbulenta, complicada, jogadores desconhecidos eram contratados como se fossem grandes craques, novos “Mozarts” a se revelar – e isso não acontecia; os substitutos de Valdivia  – que o técnico fez questão de despachar –  nem serviam para ‘amarrar as suas chuteiras’… E Luxa ia comentar jogo na TV, só que o jogo era o do Palmeiras, o time que ele comandava, e que entrava em campo sem seu técnico; o futebol não rendia o esperado, seus contratados também… Ele trabalhou a maior parte do tempo tranquilamente, sem muita pressão e cobrança, mas acabou sendo demitido…  e mesmo assim,  mesmo sem conseguir fazer um bom trabalho há muitos anos, tem gente que o queria de volta agora.

Mesma coisa com Felipão,  em sua última passagem aqui fez um monte de bobagens. Enchia o time de volantes, pedia pra contratar Pardalzinho, dizia: “a torcida quer o X no time? Então, não ponho”; mesmo com o time mais arrumadinho de 2010, perdeu a vaga para o Goiás, em casa, e quando a vantagem era nossa (a insistência com o Patrik já começava aí); obrigou o Palmeiras a gastar milhões no Luan sob a ameaça de deixar o clube se isso não fosse feito e, a despeito disso tudo, tinha sossego pra trabalhar. Torcedores inventavam mil e uma desculpas para justificar as suas presepadas. E ele deu um pé na nossa bunda em 2012, nos deixando na 24ª rodada do brasileirão com apenas 19 pontos; fomos rebaixados depois e por causa disso, e ainda assim tinha gente, inebriada pelo perfume de 20 anos atrás e esquecendo a última passagem,  o queria de volta agora.

Mas o Roger, que nunca treinou o Palmeiras, e que foi contratado pelo Palmeiras agora, não vai ter sossego pra trabalhar, porque já tem uns doidos criando um novo apoRcalipse pra ele… Atrapalhar o trabalho de um novo técnico, antes mesmo de ele começar a ser feito, é errado, é injusto, e não ajuda nada o Palmeiras, muito pelo contrário, atrapalha um bocado.

Ainnn, mas o Abel Braga…

Não acho que o Roger seja uma puta contratação, mas não dá para saber como será o time com ele antes de o seu trabalho se iniciar. No entanto, o Abel, que já ganhou títulos, não faz um bom trabalho há muitos anos. Podia dar certo e podia não dar.  Tem a carreira consolidada, já ganhou títulos importantes, ‘tá com o burro na sombra, cheio da grana, sem grandes cobranças…  Fazer um ano ruim no Flu é completamente diferente de fazer um ano ruim no Palmeiras.

Temos que aprender com as experiências (e com o que observamos nos outros também). Não dá para termos certezas, nem fazermos previsões definitivas. Fizemos tanta festa quando Cuca voltou, ficamos tão tranquilos em relação ao desempenho do time dali em diante,  e o trabalho dele foi ruim neste ano e nos desapontou bastante…

Vamos esperar, E DEIXAR, nosso novo técnico trabalhar. Depois disso a gente fala o que achou.

Se Roger é novo técnico do Palmeiras, vamos lhe mostrar que ele está vindo para o maior do Brasil e vai ter o apoio da melhor e mais maravilhosa torcida de todas!!

SEJA BEM-VINDO, ROGER MACHADO!! BOA SORTE E MUITO SUCESSO NO MAIOR CAMPEÃO DO BRASIL!! 🐷 

 

“O óbvio é a verdade mais difícil de se enxergar” – Clarice Lispector
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Eu não entendo muito (quase nada) de esquemas e táticas, mas tem gente que parece entender bem menos do que eu… e acha que qualquer vitória é sinônimo de raça e comprometimento de todos, que todo jogador é “monstro” quando ganhamos um jogo, e que qualquer derrota é o inverso… jogadores “vagabundos”, “lixos”, sem vontade de vencer, fazendo corpo mole, querendo mandar técnico embora… Isso acontece também, é verdade, mas esquema tático ruim, escalações e substituições pavorosas,  jogadores fora de suas posições, jogador em má fase que não vai pro banco, deficiência técnica de alguns atletas, árbitros fazendo resultado… são sempre os motivos mais comuns. E não é preciso muito esforço pra se enxergar isso. 
… 
Cuca, em 2017, armava mal o time inúmeras vezes, escalava e substituía sem priorizar o melhor rendimento da equipe, e sim colocando em campo somente os jogadores que seu ego permitia, e excluindo outros que seu ego, por algum motivo, não tolerava.  A bola que o sujeito poderia ou não jogar,  não parecia ser a prioridade. Muita gente em má fase nunca ia para o banco, e muita gente com mais bala na agulha continuava assistindo o jogo sentado no banco de reservas. Isso, e o chuveirinho incessante e irritante, mais alguns “erros” do apito, nos custaram muitos pontos e  eliminações.
Valentim assumiu, mudou algumas peças – Keno, jogado pras traças lá no banco, virou titular e fez toda a diferença nas 3 vitórias seguidas que o Palmeiras conquistou; Borja, voltando a ter chances no time, também nos ajudou a vencer – a moçada colocou a bola no chão e o futebol reapareceu, a ofensividade também. Valentim mudou apenas dois jogadores e, com praticamente o mesmo time do técnico anterior, fez diferente.
O Palmeiras então, com essas três vitórias e com as derrotas do líder, voltou a brigar pelo título. E o que aconteceu? Foi GARFADO nos dois jogos seguintes diante do Cru, no Allianz, e contra o Lava Jato, no Itaquerão. Ainda que parecesse nos ter faltado sangue no zóio, no derby, foi só  PELA OBRA DO APITO, que o Palmeiras não conquistou mais duas vitórias e assumiu a liderança da competição – esquecer isso é ser conivente com a trapaça e com os trapaceiros que, talvez, possam estar por trás desses “erros” do apito. 
Culparmos nossos jogadores pelo resultado que não veio nas partidas em que tivemos que jogar contra 16, é jogarmos contra nós mesmos – Daronco, o juiz do derby, pra se ter uma ideia, vai ser julgado por ter jogado a regra no lixo e não ter dado o segundo amarelo para Gabriel,  não ter expulsado o jogador, que voltou a campo sem autorização – um árbitro, experiente (árbitro FIFA desde 2015), desconhece a regra? Um árbitro Fifa “esquecer a regra”, “esquecer” que SÓ ELE poderia autorizar a entrada do jogador e passar a responsabilidade para o bandeira – que também sabe que não poderia autorizar a entrada – foi muito significativo, não é mesmo? E isso é um erro de direito, bem mais grave que o erro de fato do gol impedido que foi validado, por exemplo. Mas, depois que o ‘serviço’ está feito, eles nos dão um “enganation” com um julgamento que certamente não dará em nada.
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E eu até entendo que o Palmeiras tenha desanimado depois dessa “apitada” dupla e descarada que sofreu. Entendo que, depois de ser tirado, no apito, da briga pelo título,  pela armação de sabe-se lá quem, o Palmeiras desse uma “brochada” na partida seguinte diante do Vitória, lá na Bahia, e nem podia ser muito diferente. Era previsível esse desânimo, mas, ainda que todo mundo estivesse desanimado pelas garfadas de Heber e Daronco,  dava pra termos  nos saído bem melhor nessa partida…
 …
Valentim armou  mal o time, não escalou os jogadores que poderiam fazê-lo render mais, nem mesmo quando fez as substituições (colocou em campo, como primeira substituição, um garoto da base, de 18 anos, que nunca tinha jogado  com o principal antes, deixando um Guerra no banco, um Felipe Melo, um Thiago Santos) não trocou algumas peças que não vinham funcionando bem (e ainda tirou o Keno)… e, apático, jogando mal, o Palmeiras perdeu o jogo (nos afanaram um gol legítimo nessa partida também, mas não foi por isso que perdemos). 
E então, com parte da torcida surtando – e esquecendo que, das seis partidas sob o comando de Valentim, o Palmeiras tinha ido mal em apenas uma delas -, caçando todas as bruxas, e fazendo lista de dispensas que incluíam até Dudu e Prass (pode?), fomos enfrentar o Flamengo no último domingo,  no Allianz Parque (temos todo o direito de reclamar,  era pra ter sido bem melhor o nosso ano; temos todo o direito de protestar pelo “presente de grego” que nos deram, mas sem gerarmos uma crise monstruosa para o clube que ganhou o BRA 2016 e, apesar de todos os vacilos e tropeços no ano, ainda ocupa as primeiras posições do campeonato 2017)…


E bastou o Valentim voltar a escalar melhor o time (eu ainda gostaria que Guerra fosse titular), bastou ele colocar o  Michel Bastos (outro esquecido)  na lateral esquerda, onde vínhamos tendo problemas; bastou ele dar uma reforçada no meio escalando Felipe Melo e deixando a defesa mais protegida;  bastou apenas alguns ajustes para a bola não ficar voltando para nossa área o tempo todo, de qualquer jeito, e pegando nossos zagueiros de “calças curtas”, que a coisa funcionou. Com o time menos vulnerável
, dando menos espaços, os jogadores ficaram mais tranquilos, renderam mais (ou erraram menos), o futebol  melhorou de novo  – não foi uma ‘Brastemp’, mas foi bem melhor -, fomos mais ofensivos, objetivos e, com dois gols de Deyverson, ganhamos por 2 x 0 – poderia até ter sido por um placar maior. Vitória tranquila, sem sustos e, mais importante, uma vitória no estilo Palmeiras… sem a ajuda do apito.

Então… quando o técnico acerta o “desenho na prancheta”, e quando a arbitragem não parece incumbida de fazer o resultado de um jogo,  o futebol melhora e aparece… e isso é tão óbvio, não é mesmo?

“Ainnn, mas o X não tá comprometido… Ainnn, mas o Y ganha não sei quanto… Ainnn, mas o W foi na balada e pegou umas p#tas 2 dias antes do jogo… Ainnn, mas  o Z pintou o cabelo…” 

“Ainnn, eu não acertei todas as questões no vestibular, mas o cara do meu lado RECEBEU COLA e acertou uma a mais, então, ele passou e eu não… porque eu fui incompetente” – Leonardo Da Vinci

Alguns torcedores precisam usar melhor o cérebro, nada justifica que um árbitro interfira no resultado de um jogo… nada.

Domingo de derby no Itaquerão… domingo de briga pelo campeonato brasileiro… o jogo das duas equipes de maior rivalidade no país… um século de rivalidade em campo…

Foi um jogão. Foi disputado. E foi uma roubalheira… descarada!

Em relação ao futebol propriamente dito, achei o Palmeiras deixou a desejar; achei que Valentim poderia ter armado melhor o time e substituído melhor também (Bruno Henrique em campo e o Pitbull no banco? Guerra no banco? Myke e Egídio (esse, num dia complicado demais), davam muitos espaços e o técnico nem tentou mexer as peças e mudar isso; achei que o Palmeiras poderia ter mordido mais, vacilado menos, que poderia ter tido mais sangue nos olhos, poderia ter sido mais vibrante e mais atento, como a ocasião exigia… o adversário, em sua casa, parecia mais disposto, digamos assim, mais voluntarioso, parecia estar mais consciente do que valia o jogo, do que poderia significar pra ele uma derrota nessa altura do campeonato e tocou melhor a bola e fez uma partida melhor (será que ele sabia que jogaria com 16?).

Mas não foi tão melhor assim… como dizem alguns.

Palmeiras  —  Corinthians
62% – Posse de bola – 38%
15 – Finalizações – 12
4 – Chances reais – 6
7 – Escanteios a favor – 6
11 – Faltas cometidas – 21
18 – Passes errados – 24

No entanto, adivinha quem mais se destacou na partida? Pense bem… Você disse a arbitragem? Então, acertou!

Foi uma roubalheira, uma rasgação de regras… uma vergonha. Daronco e seus auxiliares  arrancaram o fígado do Palmeiras, e fizeram o resultado do jogo. O Palmeiras deu um gol de presente ao adversário, é verdade, mas a arbitragem deu dois, fora os acontecimentos extras.

Mas, também, depois de Heber “gambá” Lopes ter operado o Palmeiras, sem anestesia, diante do CRU, no Allianz, (nos afanou 2 pontos); depois de Rodrigo (PON), também na rodada anterior, ter sido chutado e a arbitragem fazer de conta que não viu,  e não punir nem com um amarelo o seu pendurado e gambá agressor, quem não sabia o que aconteceria no jogo contra o Lava Jato? #ApitoPraElesÉMuleta Acho que só o presidente do Palmeiras, inocente, que tinha aceitado passivamente ser garfado em casa, não sabia o que aconteceria…

O jogo equilibrado no primeiro tempo, uma defesa aqui, um sustinho no goleiro lá… O Palmeiras tinha mais posse de bola e aparecia mais no ataque. Após uma cobrança de escanteio, quando Prass já tinha a bola praticamente dominada, Balbuena foi em sua direção, se jogou pra cima dele, deu um tranco em Prass, que estava no ar pegando a bola. Uma entrada dura, desnecessária, um lance pra cartão, mas o juiz deixou passar…

Prass fez uma outra defesa; Borja deu um susto no Cássio… jogo pau a pau, quando, aos 29′, o Lava Jato abriu o placar… com um gol impedido. Imagina se não, né? Romero recebeu em claro impedimento e abriu o placar. Um lance fácil de ser visto e apitado, mas nem árbitro, nem bandeira, nem o auxiliar de linha de fundo viram…  E o recurso de vídeo, por enquanto,  só para os amigos do rei…

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Na comemoração do gol impedido, Romero pegou o celular e foi fazer uma selfie… E a gente pensando que o uso de celulares eram proibidos em campo, que isso era passível de expulsão, não é mesmo?

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Um jogador do Palmeiras – de preferência Dudu ou Felipe Melo – deveria fazer o mesmo na próxima partida, só para testarmos a canalhice de alguns na aplicação das regras.

O Coronel “Armarinho”, picareta como ele só, diria no dia seguinte que o celular USADO em campo era só uma comemoração, então não tinha problema algum… Guedes também só comemorava um gol quando foi expulso por subir na escadinha ao lado do campo, numa outra partida do Palmeiras, não é mesmo? As regras sempre cumpridas à risca por uns e descumpridas sem problema algum por outros. Isso é que tem cara de esquema, juiz, bandeira, auxiliar de linha de fundo não aplicam a regra, o chefe dá declaração na imprensa legitimando o ‘erro’… e a imprensinha reforça. #AUniãoFazAForça

O adversário saiu na frente do placar com um gol… ilegal. Era tão impedido que, pra se ter uma ideia, até o ‘lava jatíssimo’ PCO, que tanto favorecia o seu time quando apitava, viu o impedimento.

O Palmeiras sentiu o gol tomado, se atrapalhou, se desconcentrou, no minuto seguinte Prass fez uma defesa e, no outro, com uma falha de Dracena, tomou o segundo. Dois gols em dois minutos…

A imagem mostra uma irregularidade nesse segundo gol também, mas essa até poderia ser discutível, pois foi menos flagrante e aconteceu muito rápido – ainda assim, poderia ter sido vista.  Na imagem podemos ver, quem tocou a bola mesmo, antes de Balbuena, que estava mais a frente, ficar com ela e fazer o gol,  foi um outro corintiano, como podemos ver na imagem.

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Seis minutinhos depois,  Dudu cobra o escanteio e Mina, ganhando de dois adversários no alto, cabeceia pro gol colocando a bola no canto esquerdo do goleiro… Gol legalíssimo, gol de Palmeiras!

Mas, então… como o Palmeiras tinha “voltado pro jogo”, dois minutos depois do seu gol, o Daronco marcou um pênalti para o Lava Jato (imagina se ele ia deixar o Verdão estragar o ‘serviço’ que ele fazia tão direitinho)… Daronco pareceu ficar em dúvida e o auxiliar de linha de fundo (esse tipo de auxiliar nunca vê gol de mão, bola que não ultrapassa a linha, nunca vê pênaltis marcados em jogadas fora da área, não vê agressões, como o chute que Rodrigo levou outro dia, não vê os pênaltis sofridos, como o que  Keno sofreu na partida contra o CRU,  nunca abre a boca para marcar nada) marcou essa penalidade…

O jogador “mais honesto do Brasil”, o “mais fair-play de todos”, repetindo o que já fez várias vezes no campeonato, se joga…

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Ele mesmo cobra o “pênalti” (é justo que seja ele, afinal, foi que cavou) e faz 3 x 1…

No segundo tempo, embora o Palmeiras, por causa do prejuízo no apito precisasse criar mais (e não criava) o jogo era parelho… e então, Gabriel, que estava fora de campo para ser atendido, e que já tinha um cartão amarelo, voltou sem a autorização do juiz (isso é que é confiar numa no apito amigo, não?)… Segundo a regra, ele deveria ter levado o segundo amarelo… mas, pasme, Daronco deu um migué, fez uma encenação, foi perguntar para o bandeira se ele tinha autorizado e deixou por isso mesmo. Perguntar se alguém autorizou, é ótimo, né? QUEM  AUTORIZA A ENTRADA EM CAMPO É O JUIZ! E ele não tinha autorizado.

Achei muito significativo o Daronco ir perguntar para o bandeira se ele tinha autorizado a volta do Gabriel, sendo que quem tinha que autorizar era ele, sendo que o único que podia autorizar era ele… o Daronco. Aí, ficou claro que era arbitragem mandrake mesmo (Gabriel foi substituído rapidinho depois dessa mutreta).

Só o árbitro pode autorizar a volta de um jogador a campo, o bandeira não pode autorizar ou deixar de autorizar nada… e Daronco sabe muito bem disso, o bandeira também sabe, o Gabriel e qualquer outro jogador idem. Cansamos de ver jogador esperar um tempão até o juiz o notar ali na lateral e ele poder entrar em campo de novo. Não tem bandeira autorizando não. Daronco jogou a regra no lixo para não ter que expulsar o Gabriel… e por que será que ele fez isso, não?

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E então, aos 22′, o Palmeiras fez o segundo gol… e foi um golaço. Guerra cobrou escanteio, a zaga lava jato afastou de qualquer jeito, pra trás, e Moisés, do lado direito da área,  chutou cruzado e guardou no ângulo. Gol lindo… e sem ajuda do apito.

O Palmeiras não dava mais tantos espaços para o adversário, mas o jogo não tinha ritmo. Eram muitas as paralisações,  por bastante tempo, e por qualquer coisa… Deyverson foi expulso aos 49′, por falta em Felipe Bastos. O jogo foi até os 51 minutos e Daronco encerrou a partida.

A defesa do Palmeiras foi muito mal no jogo, não marcou a arbitragem e ela fez o que quis em campo. Por isso a derrota.

Sem apito… Palmeiras 2 x 1 Lava Jato, Gabriel, Jadson (COR) e Deyverson (PAL) expulsos.

Com apito… Palmeiras 2 x 3 Lava Jato, Deyverson expulso

Mesmo com todos os erros cometidos pelo time do Palmeiras, mesmo com todos os senões… o resultado foi feito pelo apito, vergonhosamente… e de novo. Com duas arbitragens sérias (gol legal de Borja anulado e pênalti em Keno não marcado contra o Cruzeiro, gol ilegal e pênalti inventado a favor do Lava Jato, juiz deixando de expulsar jogador) o Palmeiras seria o líder do campeonato… E, agora, depois das armações todas, ele certamente vai perder bastante o pique na competição. Se existe um esquema no campeonato, ele certamente não é para favorecer o Palmeiras.

Mas sabemos como funcionam as coisas para alguns… Se não for roubado, não é Cu rintia. E eles mesmos admitem isso…

 

 

 

 

 

 

“Pra quem é especialista em mala-preta, mala-branca é fichinha”. – Napoleão Bonaparte

No dia seguinte à partida entre Palmeiras e Cruzeiro, a pauta da maioria das notícias esportivas era mala-branca que o Lava Jato teria enviado para as marias antes do jogo. Se o Cruzeiro, que tomou três gols e cometeu dois pênaltis, recebeu um “in$entivo”, é impossível não ficarmos imaginando… o que será que recebeu o Heber, que anulou gol legal de Borja, deixou de marcar duas penalidades, tirou dois pontos do Palmeiras e fez o resultado do jogo?

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Então… Cinco agentes, ou assessores, diferentes, de cinco jogadores diferentes, confirmando que houve mala-branca e que o valor foi de R$ 500 mil… Com tanta gente confirmando, como acreditar nos desmentidos que vieram depois?

E que medo é esse que o Lava Jato tá sentindo do Palmeiras? Mesmo com muitos pontos à frente, e todas as chances de ser campeão, mesmo na pindaíba, sem pagar as “prestassaum” da impressora, sem pagar salários para alguns atletas, acharam que precisavam de uma ajuda extra e deram um jeito de pagar mala-branca. Ah, esse “Esquema Crefisa”… de emprestar dinheiro para negativados…

E, com mala-branca ou sem ela, o diferencial no empate do Palmeiras com o Cruzeiro não foi o Cruzeiro, foi o… árbitro. Ele interferiu diretamente no resultado da partida – será que era o Heber que estava dentro da tal “mala”?

Ainnn, mas o Palmeiras perdeu gol feito… Ainnn, o zagueiro fez gol contra…

Todos os times têm jogadores mais talentosos, jogadores menos talentosos, jogadores sem talento algum, e todos eles – uns mais, outros menos -, perdem gols feitos e fazem bobagens em campo uma vez ou outra…. isso faz parte do curriculum de qualquer jogador e de qualquer time do mundo. O que não faz parte do futebol, ou melhor, não deveria fazer de jeito nenhum – se a CBF fosse séria, não seria essa baderna aqui -, o que é totalmente contra as regras, é um juiz decidir o resultado de uma partida, decidir campeonatos e isso ficar na conta do “erro” – Marcelo de Lima Henrique, em 2014, decidiu um campeonato para o Flamengo, o seu time de coração, validando um gol absurdamente impedido de Márcio Araújo, e ninguém tomou providência alguma. Ao que parece, a CBF não presta atenção a isso, ou, quem sabe, é isso mesmo que ela quer que aconteça. Heber, o mais recente exemplo, fez o resultado do jogo no Allianz,  surrupiou dois pontos de um time que disputa o título do brasileirão, e, mesmo assim, já foi “sorteado” para um jogo na rodada seguinte.

E aí a gente lembra do juiz, que expulsou o Gabriel(Cor) por engano,  chorando na TV, se lamentando e se desculpando pelo erro cometido (ele sabia que ia se complicar errando naquele jogo e para aquele time, não é?), a gente lembra dele sendo punido também… lembramos do erro do árbitro, contrariando o que diz a regra, sendo consertado pelo tribunal no dia seguinte…

Colocar tantos holofotes na tal mala-branca agora, deu a impressão de ser apenas uma tentativa de se tirar o foco do que houve no jogo do Allianz, mas não adianta, todo mundo sabe… a “mala-branca” lava jato era/é mala-Fifa, de couro careca, modelo “manipulação de resultados 2005”, e já vem com apito.

Mas eu não acho que seja o fim do mundo a tal mala-branca. Pra mim, ela apenas significa que o time que está pagando não se garante muito na bola. Entrar em campo para ganhar, é, ou deveria ser, o objetivo de todos os times e  jogadores. A mala-preta é muito pior, é criminosa, e tem time que “viaja” com ela pelos campeonatos todos… e leva até na “mão”.

No entanto, agora, não podemos deixar de observar algumas outras coisas também…

Lembra quando Prass, já defendendo o Palmeiras, afirmou que, há alguns anos, quando defendia um outro clube, os jogadores desse clube – ele também – receberam mala-branca? Lembra da repercussão que teve? E do tanto que a imprensinha martelou o assunto? Lembra que, na época (há uns dois anos apenas) era totalmente ilegal receber um incentivo para ganhar um jogo? Prass passou a ser o ‘bandido’ da vez… O procurador rapidinho avisou que ia denunciar Prass, e as notícias falavam em até 720 dias de suspensão pra ele… falavam em eliminação, em caso de reincidência.

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Então,  receber incentivo para vencer é passível de punição (pagar o incentivo pode?), mas parece que agora não é mais… Você viu alguém do tribunal querendo denunciar jogadores do Cruzeiro? Ouviu falar sobre alguém querendo investigar as informações de cruzeirenses comemorando a mala-branca?  Viu algum portal afirmar que a mala-branca não é ilegal, como o UOL fez agora? Não, né?

Na época em que a coisa era com o Prass, tinha um artigo do CBJD para enquadrá-lo… Será que esse artigo deixou de existir?

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A vontade e disposição do tribunal de denunciar jogadores são seletivas, têm dois pesos e duas medidas… sempre. E a vontade da imprensa de dar luzes, ou tirar as luzes de um fato, também é seletiva, e depende muito da conveniência, do clube que ela vai ajudar ou prejudicar… Não vai dar nada para os jogadores do Cruzeiro, nem ameaçados de denúncia eles serão – e isso me parece correto. Todo aquele exagero na época da declaração do Prass, todo aquele terror pra cima do atleta, a vontade de enquadrá-lo no tal artigo, era só porque era o Prass, jogador do…  Palmeiras. Ficou claro isso agora, não é mesmo?

O “pulo do gato” nessa história toda  era distrair as pessoas, amenizar o dano que Heber Roberto Lopes causou ao Palmeiras… Enquanto todos falavam da mala-branca, enquanto comparavam a maneira de agir da imprensa em relação ao  que Prass declarou há dois ou três anos, com a maneira que ela age agora em relação aos jogadores do Cruzeiro, o Heber, o picareta que produziu o empate no jogo do Allianz, foi esquecido, não foi cobrado… saiu de foco… os “erros” cometidos por ele deixaram de ser mostrados, não foram mais comentados… e ficou parecendo que eles nem existiram… ficou parecendo que ninguém percebeu que ele garfou dois pontos do Palmeiras.

O Palmeiras que tome muito cuidado no Derby… O perigo é a “mala-preta”. Depois, não adiantará reclamar… e a imprensinha certamente tratará de escurecer todos os “erros”, tirá-los da visão do torcedor… se eles forem prejudiciais ao Palmeiras, claro.

 

 

 

 

Eu achava que o jogo do Palmeiras contra o Cruzeiro seria difícil… mas, difícil, por causa do adversário.  Não imaginei que seríamos nós a facilitar a vida deles, nem que nosso zagueiro, totalmente de bobeira, faria um gol contra logo aos cinco minutos de jogo – com tantas direções possíveis para isolar a bola, Juninho chutou na direção do gol de Prass… mas nem que nosso goleiro fosse o Superman…

No entanto, mesmo com esse balde de água fria logo de cara, com essa vacilada master do Juninho, e com a retranca do Cruzeiro depois, o Palmeiras fez um bom jogo, e deu bastante trabalho para o goleiro adversário, principalmente no segundo tempo. E teria vencido a partida não fosse a “garfada” cirúrgica que o árbitro Heber Roberto “figurinha carimbada” Lopes deu no Palmeiras – que ele poderia nos prejudicar eu tinha imaginado, e imaginado muito, tão logo soube que apitaria nosso jogo.

Ainda no primeiro tempo, o árbitro anulou um gol legal de Borja assinalando falta do palmeirense em Manoel (mas só apitou a fictícia falta depois que a bola entrou). Era o segundo gol do colombiano na partida, e seria o gol da virada de jogo, feito no final do primeiro tempo, e uns cinco minutos depois de ele ter empatado a partida em 1 x 1 (Borja marcaria um terceiro gol ainda)…. Mas não houve falta de Borja no lance. E não sou a única a dizer que o gol foi legal. Com exceção do Heber, e de Arnaldo “ex-juiz picareta” Rabbit, da Rede Goebbels, todo mundo sabe que Borja não fez falta alguma.  Até Zico e Zinho, que “não entendem nada de futebol”, confirmam isso:

Além do gol legal anulado, Heber Roberto Lopes não marcou também um pênalti em Keno – puxado pela camisa e derrubado -, e um toque de mão de Manoel na área (porque não teve replay desse lance, ainda não tenho essa imagem)… quase nada, né?

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E depois de mais um vacilo da nossa zaga, quando tomamos o segundo, e de mais um gol de Borja, que empatou de novo, o jogo terminou 2 x 2.

E os picaretas ainda dizem que existe um “Esquema Crefisa”… Se esse é o “Esquema Crefisa” que, segundo o “lava jatense” Chico Lambe, está comprando o campeonato para o Palmeiras, a Crefisa que trate de desfazer o negócio, porque foi enganada. O time que dizem ser “prejudicado” ganha com gol de mão, e o que dizem ser “favorecido” empata com gol legal anulado, pênalti não marcado (em quase todos os jogos)… é roubado escandalosamente.

Então… o campeonato aberto, o Palmeiras na disputa do título com o Lava Jato, podendo diminuir para três pontos a diferença entre eles (a vantagem é do rival), com um confronto direto entre os dois na próxima partida, e o árbitro tira o bisturi do bolso e opera o Palmeiras? Hmmmmm… Esquisito, né? E mais esquisito ainda quando a gente se lembra de algumas coisas…

Não faz muito tempo, Heber Roberto Lopes foi suspenso por ter favorecido o… time Lava Jato. Uma entrada desleal de Fagner em Ederson (Fla), uma tesoura criminosa, que causou uma lesão óssea no joelho da vítima, e que mandou o flamenguista para o hospital e o deixou por mais de 10 meses sem jogar, não foi vista por Heber Roberto Lopes, que não marcou nem falta no lance. É mole? E nas “vigarísticas” manobras tribunalescas, que sempre livram a cara de alguns, o jogador brucutu pegaria um – SÓ UM – jogo de suspensão por ter quebrado um companheiro de profissão e o deixado sem poder jogar por quase um ano (tribunal bonzinho, não?); o árbitro se valeria de recurso suspensivo e voltaria a apitar normalmente.

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Olha só o que o Fagner fez com o joelho do Ederson. Como será que Heber não viu uma “faltinha” dessa, não?

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Mais recentemente, há menos de duas semanas, antes de um jogo contra o Lava Jato, o presidente do Grêmio reclamou de  Heber Roberto Lopes ter sido escalado para apitar seu jogo no Itaquerão…

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Mas eu disse que o Heber é figurinha carimbada, não disse? E isso vem de longe…  Lembra da Máfia do Apito de 2005? O esquemão arranjado para fazer algumas partidas serem jogadas de novo (foi preciso meterem a mão no Santos em uma delas para o esquemão dar certo), mesmo aquelas sobre as quais nenhuma suspeita havia, e surrupiarem o título do Internacional? Lembra do árbitro Edílson Pereira de Carvalho, acusado de fabricar resultados, e do empresário Nagib Fayad, apontado como o chefe da Máfia do Apito que ganhava dinheiro com apostas nesses jogos de resultados fabricados? Lembra que outros árbitros tiveram seus nomes envolvidos? Então…

Heber Roberto Lopes era um deles… foi dedurado indiretamente por Nagib Fayad  – em depoimento na CPI dos Bingos. Ele afirmou ter sido aconselhado por Edílson Pereira de Carvalho a apostar no time carioca na partida entre Botafogo e Juventude – que seria apitada por Heber -,  porque o Botafogo seria protegido (segundo ele, Heber sempre protegia os times cariocas)…

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Isso foi praticamente esquecido logo depois,  sem que investigassem a denúncia e a coincidência que havia entre o que Edilson falou que aconteceria no jogo do Botafogo, apitado por Heber, e o que aconteceu de fato.

Nesse mesmo ano, 2005, o apito “equivocado” de Heber fabricou a vitória do COR diante do CRU assinalando um pênalti inexistente contra o clube mineiro e deixando de marcar um outro, escandaloso, em cima do lateral Maurinho. Tevez, que teria sofrido a penalidade inexistente, saiu de campo dizendo “não saber” se de fato a tinha sofrido.

Também em 2005, no jogo BOT x SAN, um outro empate (3 x 3) acabaria sendo produzido pelo apito de Heber… Ele deixou de assinalar um pênalti a favor do time paulista, inventou um pênalti para o time carioca aos 44′ do segundo tempo. O goleiro Saulo defendeu, mas Heber Roberto Lopes fez voltar a cobrança. Na ocasião, ele foi até processado por um advogado que se sentiu lesado ao deixar de ganhar R$ 1,4 milhão na Loteria Esportiva com o resultado.

No Brasileiro 2010, teve mais um empate fabricado em uma partida arbitrada por Heber… empate, que tiraria 2 pontos do CRU no jogo diante do BOT, no Engenhão. Um gol legal do time mineiro foi anulado (gol legal anulado te lembra alguma coisa?),  e um pênalti, a favor do Botafogo, foi marcado em uma falta ocorrida  FORA da área.

Na 35ª rodada do Campeonato Brasileiro 2014, Heber Roberto Lopes “apitou” o empate entre São Paulo e Internacional ao validar um gol  irregular do Colorado – marcado pelo zagueiro Paulão, em completa posição de impedimento.

Um árbitro, com nome envolvido na Máfia do Apito, acusado por duas pessoas condenadas por manipulação de resultados… árbitro, que já cometeu “erros” absurdos, que já fez vários resultados de jogos… árbitro, que já foi suspenso por ter claramente beneficiado  o time Lava Jato, deixando de expulsar o autor de uma falta criminosa que mandaria um atleta para o hospital… Na melhor das hipóteses, ele seria um árbitro muito ruim. E nem poderia/deveria continuar apitando, não é mesmo? Principalmente, jogos importantes, de times que disputam um título…

E ainda tem mais uma cerejinha nesse bolo de “erros” aí…

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http://esportes.r7.com/futebol/fotos/influenciaveis-veja-para-que-times-torcem-os-arbitros-de-futebol-20130417-10.html#fotos

https://doentesporfutebol.com.br/2014/03/time-de-coracao-dos-arbitros/

Aí a coisa fica pior, e mais esquisita… principalmente em relação ao último empate que o apito “equivocado” do Heber produziu…

Brasileirão sendo disputado em suas últimas rodadas, alguns clubes com chances de conquistá-lo… O líder vindo de derrotas e caindo vertiginosamente de produção… o Palmeiras, segundo colocado na tabela, vindo de 3 vitórias e bom futebol, se aproximando do líder na pontuação…

E, então, no jogo em que o Palmeiras poderia – caso vencesse – encostar no líder, e ir para o derby em condições até de assumir a liderança do campeonato (caso vencesse também)… a CBF manda a campo um árbitro que é torcedor do time com o qual o Palmeiras disputa o título?  Um árbitro que já teve seu nome envolvido na Máfia do Apito, em muitos resultados produzidos por seus “erros”, e portanto, com a sua credibilidade e isenção bastante arranhadas? Um árbitro que já foi até punido por favorecer o time para o qual ele  torce – e que já favoreceu esse time em outras oportunidades e campeonatos com “erros” em jogos de seus concorrentes diretos?

E esse árbitro anula um gol legal do Palmeiras (e só apitou a falta quando viu a bola entrar no gol), deixa de marcar pênalti a seu favor (o toque do Manuel até poderia ter passado despercebido, mas o puxão no Keno não), impedindo-o de ganhar o jogo e tirando dele dois pontos? Maoeeee!

O empate do Palmeiras diante do Cruzeiro, os dois pontos que lhe foram subtraídos nessa partida, têm a assinatura de Heber Roberto Lopes, foram desenhados por ele. No entanto, ele estar em campo fazendo o resultado de uma partida, decidindo o placar de um jogo, é de responsabilidade total da CBF (será que o Estatuto do Torcedor nos permite processá-la por prejuízos e danos?).  Na dúvida, esse árbitro, com tantos senões em seu curriculum, não deveria entrar no sorteio para apitar esse jogo.

Não dá para acreditarmos na seriedade da CBF… Na rodada passada, e como já ocorreu conosco em outras oportunidades igualmente importantes, decisivas, ela mandou outra “carta marcada” para um jogo do Palmeiras.

E a diretoria alviverde assiste calada… #VoltaPauloNobre

 

Um salve para o Brasileirão 2015 (dos muitos pênaltis não marcados, e do Galo tão sacaneado)…  um salve para o campeonato comprado em 2005… para o relógio de ouro, que o laranja do lavador de dinheiro deu de presente para o presidente da CBF… um salve para a lavagem de dinheiro de máfia russa, para as escutas telefônicas da PF, para os mandados de prisão – até mesmo para o presidente do clube… um salve para a empresa patrocinadora, que ia investir milhões num certo clube – e até comprar os naming rights de uma certa arena – mas não tinha nem CNPJ  -, um salve para a arena conseguida às custas das armações do maior bandido do país, às custas de propinas e de dinheiro roubado do povo… um salve para as “prestassaum”, que nunca são pagas, e para os salários atrasados… – Genghis Khan (sabia das coisas o Genghis Khan)

No Brasil de hoje em dia o rabo anda balançando o cachorro mesmo… O corrupto quer processar o juiz… O pervertido macula a inocência de crianças e diz que é “arte”…  A atriz acha que uma menina brincar de boneca é construção social das mais cruéis, mas cede seu nome e imagem – à custa de um bom dinheiro – para a fabricação de uma boneca,  que será vendida para… meninas.  A arrogante starlet, que faz apologia ao aborto e não tem filhos,  quer constranger e ensinar à uma senhora, de 70 anos, sobre a melhor forma de se cuidar e proteger uma criança… A famosa faz campanha pelo desarmamento, mas vai morar nos EUA, e diz que o que mais gosta na sua bem armada cidade é a… segurança. O famosão, aos 40 anos, tira a virgindade de uma menina de 13, também censura a publicação de biografias, mas se acha no direito de c@gar regras à sociedade e chamar os cidadãos comuns de… censores. O cara faz gol de mão, “sem sentir a mão na bola”, mas pede honestidade para os jogadores dos outros clubes… Os valores todos invertidos e subvertidos… e a hipocrisia é a moeda vigente.

E na onda da inversão de valores e da hipocrisia apareceu na boca de uns panacas o “Esquema Crefisa”… e na mais nova e estapafúrdia versão: “Se o rival do Palmeiras amarela nas partidas e não joga nada… se ele perde pontos no campeonato que lidera, ou mesmo se recebe um prejuízo no apito, em meio a inúmeros benefícios que tem recebido, é por causa da influência da patrocinadora do Palmeiras, que “está comprando o campeonato” (e ninguém explica o Parmera com 9 derrotas na competição)…

Bastou o “Lava-jato” passar a ter apenas 36% de rendimento no segundo turno e queimar boa parte da gordura que tinha acumulado no primeiro, bastou a diferença de pontos entre ele e o Palmeiras diminuir, que a paura baixou nos ‘lava jatenses’ todos, nos “imprenseiros” principalmente (haja fralda descartável pra tanta gente borrando as calças). Parecem estar se descabelando e vomitam um monte de bobagens (não sei porque estão com tanto medo do Palmeiras – ele briga pelo G4 -, a diferença de pontos entre os dois clubes ainda é bem grande, e o ‘Lava Jato’ só não leva o campeonato se for muito incompetente)…

A “Mamma Bruschetta” versão imprensa esportiva – um ‘jornaleiro’ torcedor do Lava Jato e, portanto, acostumado com títulos conquistados no trambique, acostumado  com essa régua de “mérito” -,  incapaz de admitir que seu time não anda jogando niente e querendo ganhar uns holofotes, of course – ,  de maneira nada honesta, passou a apontar a patrocinadora do Palmeiras como a “mentora de prejuízos no apito ao time ‘Lava Jato’ (prejuízos? aham!) : “Ainnn, tem esquema Crefisa”… Os caras jogam mal, tomam gols, e é por causa da Crefisa? O  Alfacio saiu  do  gol, outro dia, e foi pra área adversária (não voltou até hoje), deixou o gol vazio, e o Bahia fez 2 x 0  e é por interferência da Crefisa?  Ah, tá…

Vejamos se a coisa é mesmo como querem fazer parecer que é…

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Cuma? Até a CBF está mostrando o  ‘Lava Jato’ como favorecido pelo apito? O mais favorecido nesse Brasileirão 2017? Fim dos tempos! Mas os ‘lava jatenses’ não estão berrando o contrário? Se não fosse o levantamento da CBF, “jamais imaginaríamos” uma coisa assim, né? Teve uns erros contra eles sim, mas a CBF está certa, eles foram mais favorecidos do que prejudicados pelas arbitragens (foram garfados contra o Cheirinho, por exemplo, numa marcação muito mandrake de impedimento, mas aí é coisa entre os reis do apito). No entanto, a CBF errou ao dizer que o favorecimento se deu em apenas cinco ocasiões… ele aconteceu em mais oportunidades.

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Na lista de benefícios do apito para o ‘Lava Jato’ a CBF esqueceu o 2 x 2 diante do Atl-PR, na 14ª rodada… Pênalti de Moisés (COR) sobre Jonathan (ATL-PR) e com o auxiliar de linha de fundo/adicional, vendo de camarote o lance e fazendo de conta que não viu…

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Talvez o lance mais escabroso do campeonato. O adicional/auxiliar de linha de fundo devia estar em transe, porque olhava o lance, com totais condições de ver que foi com o braço, mas “não viu nada”, fez a egípcia e não abriu a boca, nem mesmo quando os vascaínos, revoltados, foram lá reclamar com ele… E depois de três derrotas no segundo turno, o Lava Jato voltava a vencer… com gol de braço do defensor do Jogo Limpo (para os outros).

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A CBF esqueceu da 24ª rodada também. O 1 x 1 contra o São Paulo… E teve cada coisa nesse jogo…

Um gol do São Paulo foi anulado porque a arbitragem alegou que Pratto havia feito falta no goleiro Cássio. Repare, desde a cobrança do escanteio, Pratto está no mesmo lugar. Quem vai em sua direção, por trás, é o goleiro. A regra diz que o jogador teria que sair dali para dar espaço ao Alfacio? Não, né?

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http://espn.uol.com.br/video/729721_para-salvio-sao-paulo-teve-gol-legal-anulado-no-classico-veja 

O time leonor tomou um gol e reclamou que houve falta, não marcada, de Rodriguinho no lance. As imagens mostram que não foi exatamente um drible espetacular de Rodriguinho, como disseram alguns. Ele abraça, puxa e derruba o jogador leonor.  Petros até diria depois do jogo que os árbitros sempre marcavam esse tipo de falta quando ele jogava no ‘Lava Jato’.

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Outro lance que a arbitragem deixou passar foi essa atrasada de bola, que o Alfacio pegou com a mão… Pablo até dá uma mudadinha de direção para poder tocar para o goleiro.

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Petros foi pisado por Maycon, e a arbitragem nada marcou…  Preste atenção às imagens… de perna esticada, pisando firme, Maycon pisa na dobra do cotovelo de Petros, depois, da uma deslizada no pé, e pisa igualmente forte na altura do punho do jogador leonor. Bem sem querer querendo, não? Qual seria a chance dessa agressão não virar cartão vermelho, na mesma hora, se Petros jogasse no time do Maycon, e o Maycon jogasse no time do Petros?

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O ‘Lava Jato’ vencia por 2 x 1 quando o juiz anulou um gol do Coritiba, por causa desse “impedimento” de Rildo…

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É bom ser ‘atrapalhado’ assim, não é mesmo? Se tem um esquema nessa  história,  ele certamente não visa favorecer o Palmeiras… e com toda a certeza a nossa patrocinadora nada tem a ver com isso…

Mesmo porque, é cada coisa absurda que as arbitragens têm deixado de marcar a favor do Alviverde… ou que, equivocadamente, têm marcado contra ele…

 

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E, mais recentemente,  teve pênalti no Borja, não marcado pela arbitragem, no jogo contra a Ponte Preta, na 29ª rodada… teve pênalti no Keno, também não marcado pela arbitragem, no jogo contra o Grêmio,  na 30ª rodada… que “Esquema Crefisa” mais furado esse, não?

 Inventa outra,  “Mamma Bruschetta”… essa não cola!

 

 

“O medo de perder tira a vontade de ganhar” – Wanderley Luxemburgo

Vamos combinar? Essa humildade forçada de alguns é tão horrível quanto a soberba de outros…

Qual o problema de almejarmos que o Palmeiras seja campeão se ele tem chances de brigar pelo título? Isso é muito diferente de já se achar campeão, de achar que já ganhou, de contar vantagem sobre isso.

Por que temos que ficar dizendo que queremos apenas o G4? Só para parecermos diferentes dos flamenguistas e seu cheirinho de hepta? Uma coisa é ‘sentir cheiro de título’, fazer musiquinha para a conquista do título, de se achar campeão antes da hora, de torcedores comemorarem título antes de seu clube efetivamente conquistá-lo e enquanto o potencial e provável campeão é outro time… como fez o Cheirinho; outra coisa, bem diferente, é querer brigar por um título, mesmo sabendo que o líder tem boa vantagem e muito mais chances, é tentar fazer o melhor possível em uma reta final de torneio  pensando em chegar na ponta.

Claro que não vamos fazer/dizer as bobagens que fizeram/disseram os rubro-negros, nada disso, e nem poderíamos.  Mas seríamos muito burros se, com chances de o Palmeiras brigar pelo título, focássemos apenas no G4, não é mesmo? Sem ambição não se pega nem um ônibus.  Para pensarmos em título nosso time precisa fazer muito mais, precisa correr mais, suar mais, se superar a cada jogo, precisa defender mais, atacar mais, vencer muitas partidas, precisa fazer de cada jogo uma final… e, se fizermos assim, com título ou não, certamente a vaga no G4 terá sido conquistada.

Nossa próxima partida diante do Cruzeiro será uma pedreira; a partida seguinte, contra o  Lava Jato, vai ser outra pedreira. Todas as  partidas serão duras batalhas. E cada próxima partida sempre será a mais importante. Ninguém ganha antes de jogar.

É difícil pra caramba, e sabemos disso. Parece perto, mas está bem longe… Não dá para ter empolgação alguma. Mas não dá mesmo.  Se não tem “já ganhou” nem para o líder do campeonato, que anda com o c…oração na mão,  imagina se teria para nós, ou qualquer outro time, que estamos vários pontos atrás dele… No entanto, caso aconteça desse título gritar na nossa cara: “me leve”, não conseguiremos levá-lo se tivermos como única ambição uma vaguinha no G4. Para ficarmos entre os 4, podemos até perder a próxima partida, e a seguinte… para pensarmos em título, não podemos perder nenhuma delas.

Pra todos os efeitos o título é do Lava Jato, a pressão é lá com eles. Quem  lidera a competição há trocentas rodadas e se vê na obrigação de ganhar o título são eles. Nós somos francos atiradores.  Até outro dia mesmo, estávamos na festa só para comer os brigadeiros, porém surgiu uma chance de comermos o bolo também… Por que não? O Palmeiras tem alguma chance de conquistar esse título? Sim, tem! Então, vamos torcer para que aconteça. Se ele vai conseguir, é outra história. Nossa parte é só torcer.

É um passo de cada vez, é muito pé no chão, muito bom senso, muita vontade, determinação…  é focar sempre na próxima partida, é saber que vai ser uma final a cada jogo disputado, é esperar que o nosso rendimento suba e que o do líder continue muito ruim (e isso não depende de nós)… mas, se há alguma possibilidade, vamos pensar em buscar sim! E não há nada errado nisso. Afinal, não é pensando nos títulos que disputamos os campeonatos?

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“Fui testemunha do amor de Rapunzel, eu vi a estrela de Davi brilhar no céu, eu vi Arouca jogando novamente e o Borjão fazendo gol… de chapéu”

Na rodada anterior, já tínhamos saído cantando do Pacaembu com mais uma vitória do Palmeiras, a segunda vitória sob o comando de Valentim. Time jogando bem, tocando bola no chão (que maravilha isso), sabendo se defender nos momentos em que isso se fez necessário,  jogadores mais próximos uns dos outros… nenhuma mudança muito significativa no papel, na escalação, a não ser pela importante presença do Keno, outra vez, mas com muita diferença no futebol, que voltou a ser bonito, e no rendimento do time.

Um gol de Keno e um golaço de Borja – chapelando Aranha(!!) – deram números ao placar. Egídio fazendo uma boa partida, Arouca de volta ao time depois de tanto tempo, foram os extras do jogo. Mas “era só a Ponte Preta, que está brigando lá em baixo”, disseram muitos… Na rodada seguinte – jogada há dois dias – teríamos o Grêmio lá no sul…

Mesmo sabendo que eles jogariam apenas com dois titulares (alguns dos reservas têm atuado várias vezes, inclusive na Libertadores), enfrentar o Grêmio, na casa dele, enfrentar o jogo sempre pegado, de marcação dura, nunca é fácil. Valendo o segundo lugar na tabela então… Seria um bom teste.

O Palmeiras também estaria desfalcado. Ainda sem o gigante Mina, sem Willian, o seu artilheiro na temporada, que está lesionado, e com dois jogadores que Valentim tirou do banco: Keno, que, merecidamente, virou titular há três partidas, e Borja, que com o outro treinador se cansava de ser um esquecido reserva.

Valentim  mandou a campo a mesma equipe que vencera a Ponte Preta, com exceção de Borja, que começou como titular em lugar de Willian.

O primeiro tempo, para os dois times, foi de muita marcação e pouco atrevimento na área adversária. O Palmeiras parecia não conseguir encontrar espaços na defesa gremista. A impressão que se tinha era a de que os times priorizavam não tomar gols; eles até rondavam a área adversária, mas sem levar real perigo. O Palmeiras, como visitante, até que não estava de todo errado. No entanto, com o jogo correndo, era preciso mais.

Achei que o Palmeiras começou a se acertar ainda no primeiro tempo, começou a aparecer mais no jogo, a ir mais para o ataque… e isso era bom. O relógio já marcava 45′ quando Keno teve uma oportunidade  de chutar a gol, depois de uma bela enfiada de bola de Borja, mas ele não chutou com muita força e o goleiro defendeu; uns segundos depois, Borja recebeu de Dudu, e, da entrada da área, com um chutinho maroto, de leve, por cobertura, quase fez um golaço… a bola passou raspando a trave… o jogo começava a ficar mais interessante pra nós… mas o primeiro tempo ficou nisso.

Por mais que eu, nervosíssima, esperasse que Valentim desse uma acertada no time, por mais que eu esperasse um segundo tempo todo verde,  não imaginei que ele seria uma explosão de alegria,  de gols; não imaginei que em 17 minutos o Palmeiras já teria liquidado a fatura atropelando o Grêmio…

O Palmeiras saiu de trás… foi ao ataque… Tínhamos apenas 3 minutos de jogo na segunda etapa quando Duduzinho lindo chutou forte de fora da área, a bola, querendo mesmo ir pro gol, deu uma desviadinha em Marcelo Oliveira e foi morrer lá no fundo da rede do Grêmio. Aeeeeeee, Dudu!!

Cinco minutos depois, Keno sofreu falta na área e o juiz nada marcou (a arbitragem não viu o pênalti porque não quis). Mas o Palmeiras deu o troco no juiz no minuto seguinte… Borja recebeu no lado esquerdo da área, chutou para o gol, o goleiro espalmou, a bola sobrou na área para Moisesão da Massa chutar forte e marcar o segundo.

Mas que Palmeiras abusado! Tchuuupa, juiz!

Aos 17’…  Triangulação de Myke, Tche Tche e Keno, a bola foi tocada para Myke de novo, ele  desceu em velocidade até a linha de fundo e cruzou forte, cruzou certinho para o outro lado. Dudu apareceu livre na pequena área e fuzilou pro gol. Partidaça do Duduzinho lindo, decisivo  e matador.  #DuduAnimal

Com essa vantagem, ficou mais fácil administrar o jogo, jogar no contra ataque… O Grêmio parecia atordoado, a sua torcida vaiava… Valentim, acertadamente, sacou Bruno Henrique e colocou Thiago Santos em campo. Logo depois, substituiu Moisés – com dores no joelho – por Raphael Veiga (outro “sumido” que Valentim fazia reaparecer).

E então, Valentim sacou Borja – o colombiano fez uma boa partida -, e colocou Deyverson em campo.  Assim que ele entrou, fez uma falta totalmente desnecessária na lateral, próxima à área… na cobrança, os defensores palmeirenses vacilaram e o Grêmio descontou. Prass ficou muito bravo com a defesa, até o Coé Josti (Egídio)  ficou p… da vida. Mas é assim que tem que ser, não pode se acomodar, mesmo ganhando por 3 x 0, tem que ficar muito contrariado se tomar um gol.

O Palmeiras estava bem, soube se aproveitar da boa vantagem que tinha, e não deu mole pros gaúchos depois do gol tomado, não deixou que crescessem na partida e, quando o jogo já se aproximava dos quarenta minutos, começou a espertamente valorizar a posse de bola. O juiz deu mais três de acréscimo, mas nada mudou… o Palmeiras, muito merecidamente, jogando bem, venceu o Grêmio por 3 x 1.

E nós, os atuais campeões brasileiros, que brigávamos apenas pelo G4 nesse brasileirão, estamos agora em segundo lugar na tabela, abrimos 3 pontos do Grêmio, temos o melhor ataque, a segunda melhor campanha do segundo turno…  estamos pertinho do líder – que perdeu do Botafogo ontem… com totais chances de brigarmos pelo título, pelo bicampeonato, que seria a nossa décima conquista no maior torneio do país.

Ainda é difícil, sabemos bem disso, e precisamos pensar apenas em fazer a nossa parte, em vencer as nossas partidas – já vacilamos bastante nesse campeonato. Nas oito rodadas que faltam, cada próxima partida será sempre a mais difícil…  É um passo de cada vez, estamos bem conscientes disso. Serão oito “finais”…

Não sei se vamos ganhar todas, se os concorrentes vão perder as partidas deles… não sei o que teremos mais à frente… Mas, agora, é meu Palmeiras de volta. Palmeiras jogando bonito, subindo na tabela, e brigando por título, como deve ser… Palmeiras sem portas fechadas pra uns e portas escancaradas pra outros… Palmeiras preocupado apenas em ser Palmeiras… do técnico determinado a fazer o melhor possível com as peças que tem no elenco, para que o time faça o melhor em campo… Palmeiras do Borja, do Keno, do Veiga, do Deyverson (ó Senhor), do Myke… Palmeiras do Pitbull… e de qualquer um que faça parte do elenco. Como deve ser.

A ‘brincadeira’ ficou bastante interessante agora … E o Palmeiras vai ‘brincar’ sim, claro, o Palmeiras vai buscar. 

E CUIDADO COM O PORCO, QUE O PORCO TE PEGA!