“Pau que bate em Chico… bate em Francisco também.”

Tem uns torcedores (torcedores jornalistas também) que são uns bobocas mesmo , e devem ser assim, bobocas, em todos os setores da vida…

‘Retardado’ Oliveira, enquanto achava que ia ser campeão da CB (e não só nessa ocasião), provocava os torcedores do Palmeiras, provocava jogadores (pisou no Prass, foi gritar na orelha do Dudu), tirava sarro de todo mundo, era um deboche só, e a sardinhada achava lindo (a press idem)… O Palmeiras foi o campeão do torneio, e fez máscara do ‘Retardado’ – pra zoar mesmo, para dar o troco (isso é do futebol, tem a ver com rivalidade, e sempre existiu) – e, então, ficou todo mundo de mimimi, inclusive, ele…

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………………..Imagem relacionada

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Romarinho, depois de um gol, no Pacaembu,  foi até a grade, em frente à torcida organizada do Palmeiras, para comemorar… com a mão nos testículos, no gesto característico de provocação (ali, naquele momento,  foi uma irresponsabilidade a provocação, pois ela poderia ter desencadeado até mesmo uma tragédia)… e ninguém condenou o moço por isso… Numa outra ocasião, jogando fora do país, fez um vídeo para provocar o Palmeiras e os palmeirenses, de novo, e o time Lava-jato até usou a provocação em seu site…
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Edilson Capetinha, também num derby, ficou fazendo embaixadinhas com a bola no pescoço, provocando a torcida e desrespeitando os jogadores do Palmeiras… e, com exceção dos palmeirenses, todo mundo achou lindo, teve até quem tenha chamado aquilo de “futebol arte”…
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Jogadores do Corinthians, no treino, após uma vitória sobre o Palmeiras (uma ocasião em que Valdivia saiu lesionado), se divertiram imitando o chute no vácuo (inventado pelo Mago) e o momento da sua lesão… Apesar de,  no meu entender, isso ser apenas um demonstrativo da pequenez, como profissionais e como seres humanos, dos jogadores “lava-jato”, ninguém achou nada errado nisso, nenhum jornaleiro de ‘programicho’ esportivo desceu a lenha neles… e ficou tudo na conta do “isso é do futebol”

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As provocações são muitas, dos profissionais de imprensa também… Para fazer graça, ou até mesmo por rivalidade, falam e escrevem cada coisa, fazem gozação com clubes, técnicos e jogadores… e está tudo certo, “é do futebol”

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“Agora sim” é ótimo, né?

………………..Será que só o Palmeiras usa o tal “GPS”, e só ele o utiliza sob esse mesmo suporte?

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Quem não lembra, ou não ouviu falar, de Viola, imitando um porco em provocação aos palmeirenses, num derby de final de campeonato (no jogo seguinte, de paura, estava vomitando no vestiário antes mesmo do jogo começar, antes de levar 4 x 0 no lombo)… e ninguém achou condenável o que ele fez, pelo contrário, acharam tão divertida a provocação, “isso é do futebol”

Vampeta, Sheik, Romário,  Diego Souza, Leo, Lucas Lima, Felipe (que disse: “ganhar roubado é mais gostoso”, depois de o Flamengo ser campeão graças a um gol escandalosamente impedido) … a lista é enorme, e as provocações são sempre “coisa do futebol” (e são mesmo, a reação dos provocados também é ), menos quando quem provoca  joga no Palmeiras (Valdivia, Dudu, Felipe Melo…),  aí a implicância/perseguição da imprensinha transforma a  coisa em crime inafiançável, com direito à pública” execução, em cadeira elétrica”, do provocador…

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E não foi diferente depois do último domingo… Antes do jogo entre Palmeiras e Santos, no Aquário,  Lucas Lima – que é muito falastrão e adora provocar antes da hora (e depois tem que engolir  o sapo) disse que ia rir da cara do Felipe Melo…  As sardinhas torcedoras, por sua vez, provocaram o Pitbull o jogo todo, e desde antes do jogo – até mesmo durante a execução do hino, quando dirigiram um monte de impropérios para vários jogadores do Palmeiras, inclusive, Felipe Melo -, e estava tudo bacaninha, era tudo coisa do futebol… E então, o Palmeiras virou o jogo, saiu com a vitória, e o Pitbull, claaaaaaaaro, devolveu a provocação (e foi sábio em fazê-lo depois de o Palmeiras ter vencido, quando era ele quem “estava por cima da carne seca”, ou seria da sardinha seca?). E começou o mimimi…

Afinal, eles não gostam de provocar ninguém, não é mesmo?

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ENTÃO, NÉ?  SE NÃO SABE BRINCAR, NÃO DESCE PRO PLAY!!

 

 

 

Que o Palmeiras – bem sucedido, ganhando campeonatos, com muitas e boas receitas, com o melhor elenco do país, com um patrocinador forte, com uma torcida apaixonada/parceira/patrocinadora – incomoda os rivais, a gente sabe… que ele incomoda, muito, os torcedores (rivais) “profissionais” de imprensa, já estamos até carecas de saber…

O Palmeiras não tem culpa de estar na excelente situação em que se encontra hoje,  não tem culpa de ter as melhores rendas (no Paulistão 2017, até agora, o Palmeiras arrecadou mais que Corinthians, São Paulo e Santos juntos, no Brasileirão 2016, foram aproximadamente 42 milhões em bilheterias); não tem culpa de ter o programa de sócio torcedor com mais adesões; não tem culpa de ter um patrocínio forte, enquanto a maioria dos times no Brasil, cujas administrações beiram o amadorismo, não consegue patrocinador, enquanto a maioria deles se sustenta às custas do dinheiro público da CAIXA, o banco estatal que é patrocinador máster da maioria dos clubes brasileiros (e nenhum jornalista vê nada errado numa estatal que acha necessário aumentar a prestação do “Minha Casa Minha Vida”, mas injeta muitos milhões em mal administrados clubes de futebol).

O Palmeiras também amargou um período sem um patrocínio máster que valesse a pena… também amargou um período de vacas muito magrinhas… Ninguém queria investir no clube desestruturado, que ia disputar a segundona, que estava falido e sem receitas…

Só que o Palmeiras, administrado por Paulo Nobre, consertou e estruturou a casa para que o clube passasse a ser atraente, financeiramente falando, para os investidores (com exceção de Paulo Nobre, ninguém, nenhuma empresa, coloca muitos milhões num clube se não for para ter retorno/lucro muito bom), e talvez seja essa a “culpa” do Palmeiras, que tanto incomoda “torcedores jornalistas” e pseudo jornalistas por aí: o trabalho e a seriedade que serviram para estruturar o clube, para torná-lo rentável e uma excelente opção de investimento  – foi por esse motivo, por ter se tornado um clube no qual valia a pena um patrocinador investir, é que a Crefisa veio expor a sua marca em nossas camisas. Se não fosse por isso, por querer investir de maneira segura, e se fosse apenas para ajudar, como dizem alguns, ela teria vindo antes, quando estávamos a help, atolados em problemas e sem nenhuma moedinha no porquinho, não é mesmo?

Tentaram de todo jeito encontrar algo errado, condenável, na maneira em que Paulo Nobre, no início da sua gestão, emprestou o seu dinheiro ao Palmeiras, mas não conseguiram (a dívida com ele atualmente, e segundo as notícias, já foi paga em mais de 50% do seu total). Tentam, então, achar algo errado no patrocinador máster do Palmeiras – que investe uma boa quantidade de dinheiro no clube sim,  mas tem um retorno muito bom também, claro (tem centuplicada cada moeda investida no Palmeiras, ou seja, ganha muito mais dinheiro do que investe). Tentam diminuir o Palmeiras usando o seu patrocinador…

A Crefisa (Crefisa e FAM, dos empresários José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, são os patrocinadores do clube) não administra o Palmeiras, não é a dona do Palmeiras como tanto tentam fazer parecer algumas pessoas, tampouco é a tábua de salvação do clube como insistem em dizer alguns – até mesmo, e infelizmente, os donos da empresa. A Crefisa é parceira, uma excelente parceira, e a parceria é ótima para os dois lados, clube e empresa ganham bastante com o contrato de patrocínio. A empresa dá e recebe de volta, e recebe muito; em exposição da marca e, consequentemente, em muito dinheiro. O patrocínio gira em torno de apenas 20% das receitas da SEP, portanto, o Palmeiras não é dependente da “caridade” dos proprietários da Crefisa. O Palmeiras tem uma parceria forte, tem um bom investidor ao seu lado, mas a vontade de desvalorizar/atacar o Palmeiras – o rival bem sucedido – é tanta, que esse patrocínio acaba sendo uma das pautas preferidas da imprensinha, e os patrocinadores, infelizmente, entram nessa. Colocando a vaidade em primeiro plano, e adorando a visibilidade que têm agora, embarcam na canoa furada da avidez de alguns profissionais de imprensa de querer  ignorar a importância da marca Palmeiras.

“Sai do Armário” Cezar, o torcedor flamenguista e jornalista – figurinha carimbada em ter raivinha do Palmeiras -, entrevistou o dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia, para o seu blog no portal UOL (espn.uol.com.br)… e algumas coisas me pareceram incoerentes… nas respostas do empresário, e também nas perguntas, que, a mim, deram a impressão de conduzir a uma resposta específica, que o entrevistador, talvez, quisesse muito ouvir/ler, e que serviu até de título para a matéria.

Vejamos…

Ele paga mais do que vale, mas diz que compensa… Se compensa, então vale o investimento, não é mesmo?

O próprio entrevistador admite que só fixou a marca “Crefisa” depois que ela passou a patrocinar o Palmeiras;  o investidor diz que vale a pena investir em futebol, revela que faz anúncios na Globo há anos (imagine quanto dinheiro foi investido nisso) e, mesmo assim, muita gente – o entrevistador, inclusive – só passou a conhecer a sua empresa DEPOIS QUE ELA TEVE A SUA MARCA ESTAMPADA NA CAMISA DO PALMEIRAS (então, a parceria com o Palmeiras foi muito boa para o patrocinador também, não é?). Uma declaração bastante significativa, que mostra que não há ninguém fazendo benemerência nessa parceria, e que ela só existe porque é muito vantajosa para clube e empresa.

De novo, o empresário afirma que o patrocínio é um ótimo negócio (pra sua empresa). Diz que o retorno é excelente e que vale a pena patrocinar

 

Mesmo com a afirmação do empresário de que a Crefisa e o Palmeiras já tinham combinado que, quando ela banca a contratação de um atleta para o clube o Palmeiras fará a devolução, sem juros e sem correção monetária, do valor pago no jogador, o entrevistador imagina/supõe/adivinha/chuta que, se algum deles for vendido, o Palmeiras vai querer usar o dinheiro para fazer novas contratações (nas entrelinhas, parece que ele acha que  o clube não vai honrar o combinado, vai dar um “perdido” no patrocinador). E o empresário, que gosta tanto do Palmeiras e do presidente atual, mostrando não ser muito perspicaz ao responder, diz que “sabe bem disso (que o clube vai querer o dinheiro para novas contratações) e que não é bobo”.

E então, uma declaração  intrigante…

Segundo o empresário, ele pagou a reforma e a construção do Centro de Excelência – mais ou menos R$ 6,5 milhões  de um total de R$ 8 milhões do investimento total.

Uéééééé…

Se o total do investimento era de R$ 8 milhões, como afirmou o empresário, e se Paulo Nobre deu R$ 4 milhões, se um fundo parceiro também ajudou na construção, no início, então tem algo errado nesse “a estrutura e o Centro de Excelência paguei a reforma e a construção”,  e também tem algo errado na conta desse “de aproximadamente R$ 8 milhões paguei uns R$ 6,5 milhões”…  E nenhum jornalista procura checar essa informação que não bate… parece até que é mais interessante vender a falsa ideia de que sem a patrocinadora o Palmeiras não seria nada.

As notícias de alguns meses atrás são diferentes do que nos é falado agora, não é mesmo? Até Alexandre Mattos – de quem José Roberto Lamacchia fala tão bem – confirma que Paulo Nobre terminava a obra com recursos próprios…

Acho que está na hora de a Crefisa ser uma grande parceira também nas declarações de seus proprietários. Está na hora de assumir que se deu muito bem ao resolver patrocinar o Palmeiras, e que se faz assim, se investe valores considerados altos para o mercado (o que determina se um valor investido é alto ou não é o retorno que ele dá) o faz porque tem uma grande compensação financeira, que justifica o investimento feito, que a relação com o clube é de parceria e não de favor.

Acho que está na hora, também, de ficarem mais espertos com a mídia e jogarem no time do parceiro, porque, se resolverem fazer o jogo da maioria dos parciais, despeitados e tendenciosos “jornaleiros”, se escolherem apenas estar “bombando em toda e qualquer notícia”,  estarão jogando no time dos clubes rivais ao clube onde investem o seu dinheiro, estarão jogando contra o seu próprio investimento.

E essa insistência em querer não reconhecer, de tentar diminuir o que fez o presidente anterior, em querer ter uma importância maior do que a que teve Paulo Nobre para o Palmeiras, é luta perdida. Paulo Nobre é palmeirense, de sangue e alma (era torcedor de arquibancada), sempre esteve envolvido com o clube, com a política do clube, e ajudou – até mesmo financeiramente – em outras gestões. Seguiu um longo caminho, não caiu de paraquedas na cadeira de presidente e fez um bem imenso ao Palmeiras – quem quiser fazer o mesmo, tem que esquecer os “atalhos” e seguir no caminho certo.

E, gostem dele ou não, Paulo Nobre foi o divisor de águas, merece reconhecimento, respeito e muita gratidão, foi um dos melhores presidentes palestrinos de todos os tempos (pra mim, foi o melhor), e já está na história da Sociedade Esportiva Palmeiras… pra sempre.

E quanto aos “jornalishtaish”… que continuem “verdes” de inveja… 😉

Palmeiras x SPFW, no Allianz Parque… mais de 36 mil palestrinos, ansiosos, sorridentes, aguardavam o apito inicial…

Tche Tche, nosso motorzinho, estava de volta; Mina, nosso motorzão da zaga, também… Eduardo Baptista escalara Prass, Fabiano, Mina, Mito, Egídio, Thiago Santos, Tche Tche, Michel Bastos, Guerra, Duduzinho e Willian… Borjão da Massa estava no banco, Jean, Zé, Dracenão e Keno também estavam; o Pitbull, que havia tomado um amarelo pra lá de mandrake, encomendado, estava suspenso; Moisés, lesionado, continuará fora do time pelos próximos seis meses…

Torcedores sempre ficam tensos em clássicos e, ao mesmo tempo, se sentem confiantes, esperam grandes atuações, goleadas… ainda mais quando o adversário é mais do que um rival, é um inimigo de longa data. Ter grandes expectativas com esse timaço atual do Palmeiras é  natural, espontâneo, ainda que os ‘mimizentos’ vivam reclamando do técnico – mesmo nas vezes em que o técnico não merece – , no entanto, a parmerada não estava achando que seria tão fácil… de novo, e nem que aconteceria… de novo.

Cantamos o nosso hino, nos emocionamos… festejamos nossos craques… A torcida, linda, gritou o nome do Eduardo Baptista, gritou o nome do Vitor Hugo (é dessa maneira que se joga com o time, e não perseguindo os que se vestem de verde e branco)… Fizemos um minuto de silêncio – de aplausos, na verdade – para o Moacir, um dos fundadores da Mancha, que fora covardemente assassinado…

E, então, o clássico começou.

Logo de cara, já percebemos que o Palmeiras não ia dar mole para os bambis; com dois minutos de jogo, Michel Bastos, lá da direita do ataque, arriscou um chutão de fora da área, e a bola pegou a rede pelo lado de fora. Achei (todo mundo achou) que a bola ia entrar.

O Palmeiras era ofensivo, aguerrido, e marcava a saída de bola do adversário muito bem… os bambis pareciam temerosos, talvez, pelo retrospecto  – em Paulistas, não ganham do Palmeiras desde 2009, e no Allianz, até hoje, ainda não conseguiram ganhar nem um pontinho -,  alguns jogadores deles, algumas vezes, pareciam nem saber o que fazer com a bola.

Em compensação, o árbitro… ah, o árbitro… esse parecia saber muito bem o que fazia. Ignorava todas as faltas que o Palmeiras sofria perto da área – mesmo as mais escandalosas -, transformava nossos escanteios em tiros-de-meta, deixava Duduzinho apanhar e nem falta marcava…  ele tinha um critério para as infrações do Palmeiras e outro, bem diferente, para as infrações dos bambis.  E, por isso, era “homenageado” muitas vezes pela torcida…

Só dava Palmeiras no jogo – com Tche Tche em campo é outra coisa. Ele joga muito -, os bambis eram um arremedo de time, mas, mesmo assim, o nosso gol não saía…  O toque de bola do Palmeiras era bonito, veloz, envolvente, com bola no chão (essa bola no chão me agrada muito), mas parecia faltar um acerto antes do último passe… Embora o Palmeiras fosse muito mais ofensivo do que o adversário, faltava chegar de maneira mais incisiva, faltava emoção. O primeiro tempo se desenrolava meio morno e, para atrapalhar, os leonores estavam sempre parando o jogo, precisando de algum atendimento, sempre tinha um caído… todos vítimas daquela velha e conhecida “lesão”: ‘paura cerosa purulenta’.

Bambi Ceni, diplomado no “supletivo de técnico” na Inglaterra, enquanto via seu time totalmente inoperante, sendo anulado pela defesa do Palmeiras, enquanto via a sua defesa, horrorosa (ainda bem que ele foi goleiro e entende de defesa, né?), tomando umas entortadas e enfiadas de bola, ficava lá na lateral fazendo pose, sem ao menos tirar a mão do bolso. Era “homenageado” pela nossa torcida também.

A placa de  3 minutos de acréscimo já tinha subido, o relógio marcava 45′ e, muito provavelmente, iríamos levar o empate para o intervalo…

E então, Egídio, na lateral, bem próximo da linha do meio de campo, bateu a carteira do distraído Buffarini e tocou para Dudu… e então, o Allianz parou até de respirar… Duduzinho lindo resolveu botar fogo no jogo e, de muito longe, olhou, viu o discípulo de Bambi Ceni adiantado,  e bateu pro gol encobrindo o goleiro (Denis, que fez todo mundo lembrar do M1CO na hora, estava ‘adiantadérrimo’,  já estava em Maio, no mês das noivas, quando Dudu, em Março, chutou)…

Como se fosse um Da Vinci pintando a sua Monalisa, Duduzinho fez uma pintura, uma verdadeira obra de arte, um gol m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o!! Nós ficamos olhando a longa trajetória da bola… encantados, sem falar, sem respirar…  E com que perfeição ela  foi morrer no fundo da rede…

A torcida enlouqueceu no gol de Dudu… o grito de gol foi um estrondo que fez o Allianz tremer, todo mundo gritava alucinado (só tínhamos vontade de gritar, gritar muito), todo mundo se abraçava… De novo, um golaço, e, de novo, por cobertura; de novo, em cima do inimigo, de novo no gol que nomeamos “Rogério Ceni” (o do Gol Norte). Vaidar, você tinha razão, meu caro, tem clube se apequenando mesmo, você só não sabia que era o seu, né?

Não basta apenas uma falha, um goleiro adiantado, para se fazer um gol desse… é preciso a percepção e o chute perfeito do craque. Sem isso, o goleiro pode falhar quanto quiser, que um gol desse não sai de jeito nenhum (Rogério Ceni, o técnico bambi, sabe bem como isso acontece)…. Méritos totais do Duduzinho.

Nossos jogadores correram levantar o Pequeno Gigante para festejar a maravilha de gol que ele fizera, e ele parecia até meio sem jeito pra comemorar  a sua obra prima… Eduardo Baptista vibrava como se estivesse na bancada… Que momento, amigo palestrino, que momento…

O intervalo foi ruidoso, festivo, a parmerada, contente com o Palmeiras que via em campo, não parava de conversar sobre o gol e comemorar. Voltamos para o segundo tempo com a imagem do gol em nossa memória… olhávamos um para o outro e dizíamos/pensávamos: “De novo por cobertura?”  hahahaha Ninguém tirava mais o sorriso da nossa cara.

Quando o Palmeiras voltou, e até que a bola rolasse de novo, não nos demos conta de que ele voltara “de fraque e cartola”… Que segundo tempo espetacular ele faria.

Só dez minutos tinham se passado – o Palmeiras já tinha ido na área dos bambis algumas vezes -, quando Michel Bastos, pela direita, achou Tche Tche pertinho da área… ‘Yaya’ Tche Tche ajeitou a bola e, de esquerda, bateu forte no canto , fazendo 2 x 0.  E saiu batendo no peito e dizendo: “Eu não, Deus”, antes de sumir no bolo de jogadores que foram comemorar com ele. Eduardo Baptista, morrendo de alegria, puxava a própria camisa, batia no escudo do Parmera em seu peito… Foi um gol lindo. E que delícia a sensação de bater “azinimiga” de novo. A festa no chiqueiro pegava fogo…

O SPFW, perdidaço, dava espaços para o Palmeiras e ele ia pra cima (alguns jogadores leonores pareciam que não viam a hora do jogo acabar)… Pratto, pesadão, não assustava ninguém. A torcida cantava e vibrava como sempre…

Eduardo chamou Borja pro lugar de Willian. “Ole lê, ola lá… o Borja vem aí e o bicho vai pegar”.

Cabeçada de Egídio… uma grande defesa, meio milagre, de Denis…

Passe lindo de Guerra pra Borja, ele chuta forte, mas a bola vai por cima do gol…

Era uma atrás da outra, os bambis, atordoados, estavam praticamente nocauteados. E o Palmeiras jogava bonito, jogava do jeito que a gente gosta, do jeito que a gente quer ver o Palmeiras jogar, do jeito que eu acho que Eduardo Baptista vai nos fazer jogar sempre, tão logo esse time e esquema encaixem, e tomara isso aconteça. Mesmo ganhando, e com o adversário já batido, o Palmeiras ia pra cima, e Eduardo Baptista dava uma aula para a Borboleta-Mor…

Denis cobrou o tiro de meta e Thiago Santos devolveu de cabeça pro ataque; Michel Bastos ficou com a bola e lançou Borja, que tinha Douglas em seu encalço. Borja levou a melhor, mas quando chegou na cara de Denis foi empurrado pelo são paulino e foi para o chão, Denis se atrapalhou todo, a bola passou por ele, e Guerra, esperto, chegou rápido para empurrar pro gol. Com goleada é mais gostoso!

Com muita festa na torcida, aos gritos de “Olé”, com o Palmeiras em tarde de gala e  infernizando as vizinhas, o jogo seguiu… e, aos 48′, pra alívio dos leonores (o jogo poderia durar dois dias que eles não iam conseguir fazer nada), e com muita alegria verde , o juiz encerrou a partida.

E, mais uma vez, o recado foi dado: No Allianz, o “sorvete” é com cobertura sim! Tchuuuuupa, bambi!

 

Texto publicado em 08/03/2015 e editado em 2017.

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Guerreira, forte, mãe dedicada, sexo frágil, batalhadora, intuitiva, sexy, que não desce do salto, que não fala palavrão, que fala palavrão, que trabalha fora, que cuida do lar, que faz as duas coisas, recatada, despudorada, desinteressada, interesseira, que sabe cozinhar, que não sabe cozinhar, que tem filhos, que não tem filhos, que não gosta de futebol, que não vive sem futebol,  “boa de cama”, “o alicerce do lar”, “que suporta todas as dores”, “que adora fazer faxina” (o.O)”,  “que dá colo pra família inteira”… Uffa!

Quantos rótulos nos dão, quantos “TEM QUE” ou “NÃO DEVE” ouvimos a vida toda (e acabamos dizendo e rotulando também)…

Eu desejo às minhas amigas, parmeras e não parmeras, desejo à minha filha, à todas as mulheres do mundo, principalmente às que são tão massacradas por sociedades machistas, o mesmo que desejo pra mim… a liberdade de apenas “ser”… que possamos ser apenas mulheres, de acordo com a essência de cada uma de nós, e do jeito que bem entendermos!! O único rótulo que nos cabe é esse “MULHER”, e ele já diz tudo, já faz toda a diferença!

E que não nos esqueçamos, nas relações pessoais, de trabalho, ou em qualquer outra, o melhor “veneno” contra o machismo de alguns é, e sempre vai ser, o amor próprio, o cuidar de si mesma com muito amor, respeito e responsabilidade, o “não permitir ser desvalorizada, diminuída”, o “não me faz feliz, não é recíproco, então, não quero”…  ainda que isso não resolva tudo, certamente será meio caminho andado.

FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES, SUAS LINDAS!!

E que as palestrinas tenham como presente hoje uma bela e deliciosa vitória do Verdão! 😉

Depois da goleada de carnaval  na Ferroviária, foi a vez de o Palmeiras enfrentar o Red Bull, em Campinas. Seria nosso último teste, uma última oportunidade de experimentos antes da estreia na Libertadores…

Porque tinha chovido bastante, o gramado estava cheio de poças d’água, e isso atrapalhava o toque de bola dos ‘parmeras’, mas, mesmo assim, o Verdão fez um bom jogo, soube se impor na casa do adversário e foi aprovado com méritos.

Logo nos primeiros minutos – nem tínhamos reclamado do campo encharcado ainda – , o Verdão balançou a rede do Red Bull… Cobrança de falta marota de Egídio, cheia de veneno,  e o goleiro tirou de manchete, do jeito que deu, a bola sobrou pra Dudu tentar concluir, mas ele acabou mandando a bola  na direita, onde estava Willian; o Bigode, esperto, só teve o trabalho de completar pro fundo da rede. E na alegria da comemoração, como tem acontecido sempre, jogadores que chegaram agora, e jogadores que já estavam aqui antes,  num abraço e alegria gigantes, nos mostravam o quanto o grupo está unido.

O Verdão pressionava o Red Bull, marcava forte, procurava criar as jogadas, e era cada enfiada de bola, que assustava o Red Bull; o adversário, embora já tivesse feito uma tentativa num chute de fora da área, que Prass tirou de mão trocada,  não conseguia nem trocar passes direito, e nas vezes em que botou alguma pressão no Palmeiras não chegou mesmo a nos assustar. Adversário, que tinha o Valentim como técnico, o nosso ex-auxiliar técnico, que trabalhou com Cuca, com MO… e devia estar doidinho pra ganhar da gente.

O árbitro, naquele esquemão manjado, usado pelas arbitragens  em jogos do Palmeiras, ignorava algumas faltas (pra cartão) que o Palmeiras sofria… Guerra foi atropelado em campo, os jogadores do Palmeiras cobraram amarelo do árbitro, mas ele nem pensou em punir o “atropelador”… se as camisas fossem contrárias, certamente nem precisaria um atropelamento para o cartão sair do bolso dele (teríamos a comprovação disso mais à frente)…

Palmeiras no ataque, a bola sobra pra Willian, que mata no peito e é derrubado; o juiz nada marca (essa falta em Willian foi muuuuito mais falta do que a que a falta – que não existiu – que o árbitro, e só ele, veria Felipe Melo fazer mais tarde)…

O Red Bull tentava dificultar a saída de bola do Palmeiras, e o jogo ficou mais equilibrado, porém o Palmeiras continuava tentando criar jogadas, continuava em busca de mais um gol.

Lembra do atropelamento do Guerra, sem cartão para o atropelador? Lembra do zagueiro acertando bola e Willian na área? Então… Como se fosse uma “encomenda”, o árbitro deu um cartão amarelo para Felipe Melo, por uma falta que ele não cometeu, uma falta que nem existiu, tirando-o do próximo jogo do Paulistão contra o SPFW…

E pensa que apareceu algum jornalista reclamando falta de caráter de alguém? Pensa que o tribunal burlou alguma regra do futebol para anular o cartão dele como fez com o do jogador do time que tem o apito por muleta? Na na ni na não… A regra é clara, não se pode cancelar nada que que tenha sido decidido por um árbitro durante uma partida, nem mesmo cartões dados equivocadamente, a não ser quando isso é feito no trambique… para ajudar determinados times…

O Palmeiras voltaria do intervalo com Michel Bastos, no lugar de Guerra, e Borja, no lugar de Willian.

E o Borjão da Massa começou a preocupar os defensores adversários, puxou um contra ataque com Michel Bastos e quase que Dudu marcou – eu achava que Borja parecia meio ansioso para balançar a rede logo -; no entanto, o Red Bull conseguia criar chances, achava uns espaços…

O rendimento do Palmeiras caíra, não era o mesmo do primeiro tempo, a chuva também tinha voltado. Eduardo Baptista chamou Guedes para o lugar de Keno.

O Red Bull, por sua vez, tentava crescer no jogo, mas o Palmeiras, mesmo rendendo menos, continuava a buscar mais um gol.

Guedes foi lançado, o goleiro saiu na bola, tirando-a com os pés, ela desviou no jogador do Red Bull e voltou para Guedes. Ele girou e tocou, encobrindo o goleiro, mas a bola bateu na trave e foi pra fora… que pecado, teria sido um gol lindo.

As 34′, Roger Guedes interceptou um passe de Luan, a bola ficou com Zé Roberto… ele deu um passe lindo demais, com uma baita categoria, para Guedes… que entrou na área e fuzilou o goleiro, marcando o segundo do Verdão.

A parmerada, que estava em peso no Moisés Lucarelli fazia a festa. Faltava o gol de alguém… alguém que pareceu bem iluminado em sua estreia…

O Red Bull, que tentava chegar e tomou o segundo, sentiu o gol, claro, e o Palmeiras aproveitava para ir pra cima. No entanto, aos 42′,  num erro de marcação da nossa zaga, o adversário descontou… 2 x 1. E claro que, com a diferença de um gol, o juiz, que no final do primeiro tempo dera apenas dois minutos de acréscimo, ia resolver dar quatro minutos agora , não é mesmo? Imagina se não?

E então… aos 48′, após a cobrança de falta, Borja fez o pivô (o zagueiro não achou nada e ficou no chão) e tocou na saída do goleiro… ‘borjamente’ perfeito, preciso… pra enlouquecer a parmerada e fechar a conta e o jogo.

“Ole lê, ola lá… o Borja já chegou e o bicho já pegou”.

Tudo certinho com o Palmeiras no Paulistão, líder do seu grupo, com 15 pontos, 8 à frente do Novorizontino…

E VAMOS ATRÁS DA LIBERTADORES AGORA… BOOOOORA BUSCAR ESSA VITÓRIA, VERDÃO!!

 

 

 

 

Sábado de carnaval…  A Unidos de Alviverde Imponente entrou na passarela do futebol e, sob os muitos aplausos de sua torcida, brilhou na “avenida” com muitos gols, dribles e ginga no pé…

Soltinho, veloz, do jeito que a gente gosta, o Verdão não teve nenhum problema na primeira etapa, a bateria não atravessou, o mestre-sala não perdeu o passo, a comissão de frente estava um espetáculo… e os passistas sambaram à vontade… A Ferroviária, dominada pelo Verdão, praticamente não assustou Prass.

Com vários volantes machucados (Tche Tche, Moisés, Felipe Melo, Arouca), Eduardo Baptista optou por Zé Roberto na posição (ele explicaria isso após a partida), Egídio ocupou a lateral-esquerda.

A nossa expectativa era a melhor possível para o jogo. Buscando espaços na defesa adversária o Palmeiras ia chegando…

Aos 13′, jogada linda do Verdão. Michel Bastos recebeu de Willian e, rapidamente, tocou de calcanhar para Jean; ele tocou para Willian, que descia pela direita, o ‘Bigode’ entrou na área, passou pelos adversários, foi até a linha de fundo e cruzou para Keno, de cabeça, e no momento em que a bateria deu a paradinha, marcar o primeiro (ah, Palmeiras, é assim que se joga contra times de elencos inferiores, que só se defendem… marcou bobeira na rodada anterior, né?).

Duduzinho recebeu de Michel Bastos, dominou no peito e chutou forte, mas o goleiro espalmou, na sequência, Willian não acertou o pé e perdeu a chance de marcar o segundo.

Eu estava gostando de ver o  Palmeiras fazendo triangulações rápidas pelos lados, ver Dudu criando chances de gol, mas a Ferroviária, cada vez mais recuada, tentava atrapalhar do jeito que podia as nossas pretensões de ampliarmos o placar.

Dudu deu um passe lindo para Keno, mas ele perdeu o ângulo, ou o momento certo de chutar, e o zagueiro conseguiu tirar… em cima da linha. Gosto bastante desse jogador, ele, que ajudava também na marcação, parecia incansável (corria por todo o campo), veloz e sempre descendo com perigo.

Borja estava no banco e boa parte da torcida não entendia porque ele não estava em campo… eu achava que Eduardo sabia o que estava fazendo… e colocar o craque depois, seria motivo de uma grande festa…

As chances surgiam e ora um zagueiro aparecia tirando de qualquer jeito, ora tinha uma trave no meio do caminho… Na melhor partida do Palmeiras no campeonato, no sábado de carnaval, Michel Bastos, assim como Keno e Thiago Santos, era um dos destaques.

Embora ainda não saibamos, com certeza, se o trabalho do Eduardo vai ser bom ou não (quanta gente reclama e , precocemente, bate o martelo de “não serve”), se o enredo vai pegar ou não, confesso, me agradava o jogo pelos lados e a bola sempre rodando em vários pés palestrinos, os dribles… se as peças se encaixarem, e parece que isso vai acontecer, vai ficar muito interessante.

Só dava o Verdão – segundo li depois, ele tinha 70% de posse de bola. Prass, se quisesse, poderia até tomar um cafezinho, no entanto, com várias chances desperdiçadas, fomos para o intervalo com 1 x 0.

Na segunda etapa, o Palmeiras veio pressionando nos primeiros minutos, jogando na área do adversário… a zaga da Ferroviária passava apertado, no entanto, o rendimento palestrino pareceu cair um pouco e a Ferroviária parecia querer ficar mais atrevida… E se a torcida já queria ver Borja em campo  desde o início, e ficava o tempo todo de olho, “filmando”, pra ver se ele saía do banco (os jogadores se aqueciam, mas ele permanecia sentado), imagina a impaciência dela nessa segunda etapa, quando ele saiu do banco e foi se aquecer com os seus companheiros…

Leandro Amaro, ‘aquele’, cometeu pênalti em Dudu e o juizão marcou falta fora da área  – ele até caiu fora, mas a falta foi dentro. Ah, esses árbitros que tanto “beneficiam” o Palmeiras -,  na cobrança, o Jean deu só uma ajeitadinha para o Michel Bastos chutar, firme, forte e direto pro goooooool! Adorei a ginga do Michel na comemoração…

E então,  aos 22′, Eduardo chamou Borja para o lugar de Willian… Sem exagerar nem um pouquinho, o Allianz foi à loucura… eu fiquei arrepiada! “Ole lê… Ola lá… o Borja vem aí e o bicho vai pegar”…  Borjão da Massa em campo, e com a camisa 12… #TodosComemoram

Guedes veio para o lugar de Keno, que ganhou muitos aplausos…

Mas, aos  28′, num ataque da Ferroviária, a bola bateu no braço de Michel Bastos na área; o juiz assinalou a penalidade.  Prass defendeu a cobrança, mas o juiz mandou voltar alegando que ele se adiantara e deu cartão pra ele. Na cobrança, o jogador fez a tal paradinha enganando Prass que andou um pouquinho, bem pouquinho mesmo – eu jurava que a paradinha era proibida – mas a proibição é interpretativa – se for paradinha e não paradona, pode -, então, já viu, né? Na TV, eu vi depois, diriam que o auxiliar exagerara na marcação. Na segunda cobrança, a Ferroviária descontou.

Thiago Santos tinha pedido para sair momentos antes da cobrança da penalidade, e Eduardo Baptista colocara Raphael Veiga em seu lugar. Sem o nosso volante, ficamos meio desacertados por um tempinho…

Mas, era carnaval… e nosso destaque do dia ainda estava dando os primeiros passos na passarela… E não precisamos mais de 15 minutos para ver o Matador em ação…

Ferroviária tentando atacar, Dracenão da Massa, de cabeça, mandou a bola lá pra frente iniciando o contra-ataque do Palmeiras… O jogador da Ferroviária tentou ficar com a bola, mas… Borja, rápido, forte, chegou junto, ganhou do marcador e ficou com a bola, acertou o passo do “samba” e desceu em velocidade… Duduzinho acompanhava do outro lado… “Nois nem respirava” na iminência de ver um gol do Borja, o grito quase explodindo na garganta… Borja passou pra Dudu, ele avançou na esquerda e, rei das assistências que é no Verdão, rolou pra Borja na direita… e matador que é matador não tem medo de goleiro não… Borja entrou na área e chutou forte, no canto do goleiro, balançando as redes e o Allianz todo… E, na apoteose, chamou Dudu pro abraço, e veio o time todo , vieram os reservas todos comemorarem com ele… “Ainnn, essa contratação vai gerar ciúme e estragar o ambiente no vestiário”…Aham…

O jogo já estava nos 40′ e o Palmeiras estava no ataque quando Dudu sofreu uma falta pela esquerda; na cobrança,  Raphael Veiga levantou na área, na cabeça de Guedes, que, no meio de quatro adversários, mandou firme e forte pra dentro do gol… e fechou a conta.

4 x 1… goleada carnavalesca do Palmeiras…

E, na dispersão, era só alegria… A Unidos de Alviverde Imponente dera um show na avenida…

Ole lê… ola lá… o Borja já chegou e o bicho já pegou ♫♪

 

 

 

Duas coisas, que aconteceram no derby, estão servindo de pauta pra todo mundo, desde quarta-feira, e também são o motivo de escândalo dos nossos “honestíssimos” rivais, “reis do fair-play”, “que nunca recebem benefício algum das arbitragens” e que, quando recebem, “comunicam o erro imediatamente ao árbitro”: a cotovelada que Vítor Hugo desferiu no jogador do Corinthians (segundo dizem, em revide a algo que Pablo lhe fizera antes – as imagens já começam a aparecer por aí, logo saberemos se isso é verdade ou não) e a expulsão equivocada do Gabriel.

Eu achei horroroso o que Vítor Hugo fez , seja por revide ou não. Não pode. Não estamos acostumados a ver o Vítor Hugo fazendo esse tipo de coisa e isso nos envergonhou, nos chocou. Não tinha nada que agredir e, se foi mesmo revide, não tinha nada que revidar. Agressões não são do feitio de Vítor Hugo, tanto, que ele se arrependeu, pediu desculpas depois – são poucos os que se desculpam – mas, com desculpas ou sem elas, ele deveria ter sido expulso,  e nenhum de nós poderia reclamar da sua expulsão.

Agressões são inadmissíveis, seja o Mito a fazê-lo ou qualquer outro jogador… são os “melhores recursos” de jogadores desleais, que só sabem ser desleais, que não se garantem dentro das quatro linhas, ou então dos que são desequilibrados e nunca conseguem raciocinar em campo, e em nenhuma dessas coisas o VH se encaixa; além de ser um grande zagueiro ele é gente boa pra caramba. Não faz mais isso, Mito! Que vergonha!

Eu sei que todo e qualquer torcedor fica furioso quando seu time é prejudicado pela arbitragem e quando um jogador do seu time é agredido, ainda mais se a agressão ficou impune; não há desculpas para esse tipo de coisa, a arbitragem está lá pra ver… e para punir. No entanto, vermos os ‘lava-jato’  fazerem um escândalo tão grande, se sentirem tão indignados com um árbitro que lhe deu uma garfada e com uma jogada desleal sofrida é o suprassumo da cara de pau, não é mesmo?

Logo eles, useiros e vezeiros em agredir adversários sem receber punição (né Fagner, Cássio, Vilson, Elias, Sheik, Gil, Liedson, Chicão…?) , ou sem receber a punição devida; useiros e vezeiros em benefícios e pontos oriundos do apito (vide Brasileirão 2015)… Logo eles, os “honestíssimos”, que costumam molhar só um lado do campo, que conseguiram “golear” o São Bento de Sorocaba por 1 x 0 graças a um pênalti que Jô simulou ter sofrido…

Pois eles estão com amnésia agora e, desde quarta-feira, juram que são um poço de virtudes e fair-play e nunca viram nada parecido com a cotovelada – indesculpável – do Vítor Hugo e com o erro do árbitro – e a imprensinha faz o mesmo… Que fiquem aborrecidos, eu entendo, eles têm razão, e não poderia ser diferente, ninguém gosta de ser prejudicado, mas que ‘metam o louco’ se fazendo de ‘Madre Teresa dos gramados’, de ‘vítima do apito’, pedindo punição pra todo mundo, não dá, né? E logo quem… Nem em novela mexicana isso seria verossímil. É como ver o Fernandinho Beira-Mar escandalizado com o tráfico de drogas…

Não me importo e nem acho errado que o tribunal use as imagens da agressão e puna o Vítor Hugo (ele fez por merecer), mas desde que o tribunal faça o mesmo com os demais que dão cotoveladas, os que agridem seus adversários (cujos nomes e delitos são ignorados por um monte de gente), desde que as regras se apliquem a todos, igualmente. 

No entanto, observando as reações de muitos, percebo que dimensionam de maneira diferente as agressões, dependendo de quem foi o jogador agressor e quem foi o agredido, dependendo da camisa que esse agressor veste e a que veste o agredido…

Por que não fizeram o mesmo estardalhaço, que fazem agora, quando aconteceu essa cotovelada aqui?

Não me lembro de tribunal algum querer pegar imagens para punir o Vilson por ele ter rachado a cabeça do Guedes com uma cotovelada (o árbitro nada marcou)… Também não vi a imprensa fazer um escarcéu, pedir a punição dele – como  faz agora agora com VH -, não vi nenhum ‘lava-jato’ se escandalizar com essa agressão do Vilson (nem com qualquer uma das outras agressões que estão nas imagens abaixo)… não vi ‘lava-jato’ nenhum falar que o árbitro os estava beneficiando ao ignorar essa agressão, que ele tinha sido comprado…

E se fosse só essa… ainda ia…

Olha que “anjo da bondade e do fair-play” é o Alfacio… olha a posição que está a perna dele só para conseguir atingir o joelho do jogador do Cruzeiro… Arrebentou o joelho do cara e o juiz não marcou nada.


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Fagner, o moço do “jogo limpo”, que “não costuma agredir ninguém” (o Ederson que o diga), dando uma bela cotovelada no Dudu… e ficando por isso mesmo…

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Renato Augusto… deu soco na cara do adversário e não levou vermelho… ah, esses árbitros que apitam a favor do Palmeiras…

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Mais dois momentos “jogo limpo” do Fagner, que “não agride ninguém”… o jogador do Flamengo (na segunda imagem abaixo) está há meses parado, sem poder jogar,  e Fagner continua batendo em todo mundo, sem medo de ser feliz.

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Esse é o Gil, que, assim como Fagner, tem “imunidade” e quase nunca é expulso… mas, também, como expulsar um jogador tão “fair-play”, né?


E esses não são os únicos exemplos. Existem muitos outros… Wallace pisando na perna de Barcos, Elias dando cotovelada no Mago, Chicão solando Barcos, Liedson dando um chute no peito de Deola, o mesmo Liedson entrando de sola  e rasgando a coxa do Danilo (os dois se agrediram e só o Palmeirense foi expulso)…  Gil dando cotovelada em Henrique, Sheik pisando no pescoço de um adversário e pegando um jogo de gancho, Cassio entrando de pé alto e fazendo pênalti em Gabriel Jesus (e nem falta o juiz marcou)…

Então…  agressão é agressão e ponto. É inadmissível e ponto. Mas pimenta nos olhos dos outros é refresco… não é mesmo?

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A outra coisa a ser falada aqui é a intenção de se punir o Keno pelo erro do juiz, Thiago Duarte Peixoto, na expulsão do Gabriel.  “O Keno induziu o árbitro ao erro ao apontar o Gabriel como o autor da falta”, dizem alguns…

O Keno foi tocado por trás, caiu, foi atingido por mais um jogador ‘lava-jato’, levantou, viu Gabriel à sua frente e achou que tinha sido ele.  Ao árbitro não cabe consultar jogadores para saber quem fez falta e quem não fez, para saber quem ele deve punir… ele está em campo pra isso, pra ver as infrações, identificar os infratores, ele tem auxiliares em campo pra isso também, tem até um quarto-árbitro. A responsabilidade pela aplicação das regras no campo de jogo é do juiz e dos seus auxiliares. Se Thiago Duarte Peixoto, o árbitro, errou, errou por sua própria responsabilidade.

Querer punir o Keno por causa disso é querer inventar uma regra só pra ele. Afinal, se é preciso punir quem ‘leva o juiz no bico’ e o induz a assinalar algo equivocadamente, então o tribunal vai ter que rever algumas situações e punir mais um monte de jogadores, e não só o Keno…

Por exemplo, se um jogador simula ter sofrido uma falta na área e o árbitro marca o pênalti, esse jogador induziu o árbitro ao erro, não é mesmo? E o jogador que faz isso tem que ser punido também, ou é só para o Keno que isso vale?

Parece que a noção de certo e errado do Jô varia de acordo com com quem fez a ação… Se for ele a induzir o árbitro ao erro, é motivo de riso;  se for um adversário a fazê-lo, é errado…

É absurdo um árbitro expulsar um jogador por engano, ainda mais porque identificar os infratores é parte da tarefa dele em campo (ele também errou ao não dar  amarelo para o Gabriel quando ele fez uma falta dura em Dudu).

Mas já aconteceu a mesma coisa em outras oportunidades… Numa delas, um SAN x COR, em 2015, o árbitro expulsou David Braz (SAN) por engano, por achar que ele cometera um pênalti que, na verdade, fora cometido por Zeca.  Uma informação equivocada que lhe fora passada pelo bandeira.

E nenhum jogador do Corinthians avisou ao árbitro que ele cometia um erro, que não era o David, e ninguém cobrou os corintianos por terem ficado calados; ninguém chamou o Corinthians e seus jogadores de “desonestos”, ninguém falou em falta de caráter…. e tribunal nenhum, mesmo depois de tomarem conhecimento do erro do árbitro, anulou o cartão vermelho que David recebeu…

Essa decisão foi tomada dois meses depois da partida entre Santos e Corinthians. No entanto, em relação à expulsão do Gabriel nessa quarta-feira passada, o TJD, no dia seguinte, decidiu que o cartão vermelho do atleta seria anulado – mudou o código ou só mudou a “boa vontade” do tribunal em razão do clube prejudicado ser outro?

O árbitro foi punido, mas o bandeira, que “cantou” o nome de David Braz para o árbitro, mesmo tendo sido a pessoa que induziu o árbitro ao erro, não recebeu punição alguma.

Ah, mas o Keno tem que ser exemplarmente punido…

E depois as pessoas falam em honestidade…

Quer dizer que, segundo alguns jornalistas, a culpa de o juiz ter amarelado o ‘lava-jato’ errado e tê-lo expulsado (no momento errado), ontem, é do Palmeiras, por ele não ter alertado o juiz sobre o engano que ele cometera ao expulsar Gabriel? Nossos jogadores não foram honestos porque ajudaram a ludibriar o juiz?

É fato que Gabriel não era o jogador que fez a falta em Keno, portanto, naquele momento, ele não tinha que tomar cartão amarelo nenhum, mas também é fato que o juiz já tinha errado ao deixar de amarelar Gabriel muito antes de ele tomar o primeiro cartão, e, na verdade, tivesse o juiz apitado direito, Gabriel teria sido expulso bem antes. O juiz errou ao não amarelá-lo e expulsá-lo antes, e errou ao amarelá-lo e expulsá-lo quando ocorreu a falta em Keno.

Mas o Palmeiras foi desonesto porque deveria ter avisado o juiz…

Oi??? Como dizia a minha avó, “vê se no céu tem festa”

Por acaso a gambazada, em 2015, avisou ao juiz que o David Braz(SAN), tinha sido expulso, por engano, porque o juiz confundiu os jogadores?

Será que avisaram ao juiz que o pênalti, sem vergonha, que marcaram outro dia no Jô, não tinha sido nada? Que o jogador se jogou simulando ter sido empurrado?

SERÁ QUE OS ‘HONESTÍSSIMOS’ GAMBÁS AVISARAM AO JUIZ QUE ELE TINHA EXPULSADO O CARA ERRADO QUANDO TINGA FOI EXPULSO POR LEVAR UMA VOADORA DE FÁBIO COSTA? (Isso mudou uma taça de campeão de endereço e quem acusou o beneficiado de desonestidade? Onde estavam esses hipócritas que agora chamam o Palmeiras de desonesto?)

Será que algum jogador lava-jato avisou ao juiz, ontem, no derby, que o Gabriel tinha que ter levado amarelo quando pegou o Dudu?

Será que a gambazada avisou ao juiz que aquele gol anulado do Alecsandro, na Libertadores, tinha sido legal?

Os jogadores ‘lava-jato’ avisaram ao árbitro que tinha sido o Petros quem o empurrara?

Será que avisaram aos árbitros todos, em 2015, que tinham cometido todos os pênaltis que as arbitragens deixaram de marcar?

Será que o ‘Lava-jato” avisou ao árbitro que, em 93, o Tonhão tinha sido expulso injustamente porque fora o goleiro Ronaldo quem ludibriara o juiz simulando ter levado uma cabeçada do palmeirense?

Será que a gambazada avisou ao juiz que o gol de Luisão, no Torneio de Verão, não foi gol porque a bola não entrou?

NÃO?????

Será que o Fluminense avisou ao juiz que o Obina não tinha feito falta nenhuma e, na verdade, tinha sofrido um pênalti no momento em que marcava um gol?

Será que o Santos avisou ao juiz que, na final com o Palmeiras, o Barrios não tinha tropeçado nas próprias pernas – como afirmaram os que quantificam a honestidade alheia agora -, e tinha sido atingido, sim, por trás, pelo jogador sardinha?

Será que o Santos avisou ao árbitro que ele errou ao validar um gol seu, nesse Paulistão 2017, porque a bola não entrou?

Será que o São Paulo avisou ao árbitro que o Adriano tinha feito o gol com a mão?  Será que o clube e os jogadores avisaram ao árbitro e a imprensa que a “farsa da pilha” era só isso mesmo, uma farsa?

Será que, na final da Copa do Brasil, o Coritiba avisou ao árbitro que era o Willian Farias quem tinha que ter sido expulso e não Valdivia, porque ele dera um chute no palmeirense primeiro?

Será que a seleção brasileira avisou ao árbitro que o gol de Túlio, que balançou a rede argentina e eliminou os hermanos da Copa América, tinha sido feito com a mão?

Será que os jogadores canarinhos avisaram ao árbitro que Luís Fabiano, na Copa do Mundo 2010, fez um gol com o braço na partida contra a Costa do Marfim?

Será que o Flamengo avisou ao árbitro que o gol de Márcio Araújo, que tirou um título do Vasco, no último minuto de jogo, tinha sido escandalosamente impedido?

Será que o Flamengo, no Brasileiro 2016, avisou ao juiz que não era só o gol irregular do Flu que tinha que ter sido anulado, porque, ele, Flamengo, também fizera um gol ilegal no mesmo jogo?

NÃO????

Nenhum desses clubes e jogadores, beneficiados com os muitos erros e “erros” das arbitragens, avisou aos árbitros que eles cometiam um engano? Ninguém falou a verdade pra eles?

NÃO??

E algum jornalista tirou o senso de honestidade seletivo do bolso, desceu do muro, cobrou honestidade desses clubes e jogadores? Os adjetivou de “desonestos” por terem se omitido nessas ocasiões, e em todas as outras vezes que as arbitragens erraram e “erraram” feio? Pautaram as suas notícias falando na desonestidade e falta de caráter dos clubes e jogadores beneficiados com esses erros e “erros”?

TAMBÉM NÃO?? Então, vão carpir um lote!

Estranho cobrarem do Palmeiras aquilo que nenhum dos que o cobram faz, que nenhum clube faz, aquilo que não cobram de nenhum outro clube e seus jogadores em nenhuma situação, estranho agirem assim, de maneira dúbia, seletiva, e falarem em honestidade, em caráter…

Honestidade seletiva, sazonal, não é honestidade, coisa nenhuma. É a hipocrisia – de sempre – vestida com outra roupa.

Na partida diante do Linense, não conseguimos ser 100% felizes, mesmo com a goleada e o belo futebol do Palmeiras. Eu diria que foi uma felicidade bem triste…  Numa entrada dura do jogador Zé Antonio, do Linense, Moisés sofreu um entorse no joelho,  saiu chorando muito na maca (o que nos fazia saber que era sério pra caramba) e a possibilidade de perdermos um jogador fundamental para o time por quase todo o resto da temporada nos deixou arrasados (botinadas já nos tiraram Tche Tche também, extramegasuperhiper fundamental ao time, nos tiraram Fabiano)…

Como não foi o Felipe Melo que torceu o joelho de ninguém, a imprensinha correu livrar a cara do jogador do Linense, correu vesti-lo com as roupas de “coitadinho” – se fosse o Felipe Melo mandando algum adversário para o hospital, certamente ele seria crucificado e execrado pelos mesmos que agora vitimizam o Zé Antonio. Um escrotíssimo “jornaleiro” da Fox teve a pachorra de dizer que Moisés tinha que pedir desculpas ao Zé Antonio por tê-lo chamado de ‘agressor’. Entorse e cirurgia no joelho dos outros é refresco, não é mesmo escrotíssimo ‘jornaleiro’?

Acho que todo jogador (seja ele quem for, e do clube que for) que atinge um adversário, na maldade, e o deixa sem poder exercer a profissão por meses, deveria ser punido/multado. Deveria ter que pagar a cirurgia/tratamento do atleta que ele quebrou/lesionou, e também os salários dele, até ele poder voltar ao trabalho. Ou, então, ser punido com um gancho que dure o mesmo período em que o outro ficará afastado dos gramados.

Ok, talvez o Zé Antonio não tenha tido a intenção de estourar o joelho do Moisés e mandá-lo para o hospital (mas não ponho a minha mão no fogo por essa falta de intenção de estourar o palmeirense), mas, o jogador que dá uma entrada dura, maldosa, uma joelhada, de lado. no joelho da perna de apoio de um adversário que está tentando chutar uma bola com a outra perna, só pode estar querendo pará-lo na marra, tirá-lo de combate, mesmo machucando-o, não é? Porque é óbvio que o joelho vai torcer e é óbvio que quem comete a falta sabe que vai machucar.

E, no ‘sem querer querendo’, o cara é serial rompedor de ligamentos alheios…

Campeonato Paulista 2016 – Palmeiras x Linense… Em lance com Zé Antonio, Moisés sofre fratura e tem lesão de ligamento do pé.  Foi tão “simples” a coisa, que ele precisou colocar pinos no pé.

Em Dezembro/2016, após a conquista do eneacampeonato brasileiro, Moisés se submeteu a outra cirurgia, agora mais simples, para a retirada dos pinos. Ele queria estar bem, estar zerado, para a nova temporada…

E então, com um ano de diferença, de novo no mês de Fevereiro, de novo num Paulistão, de novo contra o Linense e de novo numa falta maldosa de Zé Antonio…  Moisés teve um entorse no joelho e foi parar no hospital…

Assista ao vídeo abaixo e repare, Zé Antonio não toca na bola, ele aparece com tudo (atrasado) e vai no corpo do Moisés… ele não está dando a passada pra ir atrás da bola, a perna de trás já arrasta o pé, no movimento de quem vai usar o joelho, com o qual ele acertou o joelho de Moisés…

Veja esse outro vídeo com imagens da Band… Repare uma outra coisa,  Zé Antonio acaba de acertar Moisés,  que está desesperado no chão, pedindo substituição, morrendo de dor… É a segunda vez que Zé Antonio lesiona o Moisés “sem querer”… Deve ser horrível machucar alguém sem querer, imagino que a primeira coisa que a gente faça numa situação assim é ir ver o que aconteceu, ver se machucou pra valer, e pedir desculpas… mas  ele não tá nem aí pro Moisés, não se importa nem um pouco com o companheiro de profissão que ele acabou de lesionar “sem querer” e que está no chão se torcendo todo de dor… muito significativo isso, não é mesmo? Me engana que eu gosto, viu Zé Antonio?

 

E enquanto o Moisés ia para o hospital, para mais uma cirurgia, para mais seis meses, no mínimo, sem poder jogar, uma outra vítima, um terceiro caso, de  alguém que também teve os ligamentos do joelho lesionados pelo Zé Antonio, há alguns anos, e que também precisou se submeter à uma cirurgia, se fazia lembrar…


É muita fatalidade pra ser só fatalidade…

…..
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E não é que o time do Palmeiras começa a se ajustar?

Eu já tinha gostado do Palmeiras contra o São Bernardo, do time mais acertado, da vitória tranquila por 2 x 0, tinha gostado das substituições que o Eduardo Baptista fizera na segunda etapa, quando conseguimos marcar os dois gols da partida – Michel Bastos arrasou, entrou e mudou o jogo; Raphael Veiga também me agradou bastante. Achei que o time já dava mostras que ia dar liga.

E então, no domingo, o Palmeiras foi enfrentar o Linense, em Araraquara, pela quarta rodada do Campeonato Paulista… e que delícia de futebol ele apresentou para os muitos palmeirenses que lá estavam, e para os milhões que acompanharam pela TV.

Eduardo deu uma mudada no time escalando Michel Bastos, Raphael Veiga – nem poderia ser diferente depois do que os dois apresentaram na partida anterior -, Egídio e, na zaga, Mina estava de volta.

E o Palmeiras não teve dificuldade alguma para vencer e golear o Linense, que não nos deu trabalho, a não ser e duas ocasiões em que Prass e, depois, Vitor Hugo resolveram bem. As únicas dificuldades que o Linense nos causou foram a cera picareta (o goleiro, ator, simulou ter sofrido agressões de jogadores palmeirenses que nem sequer encostaram nele. Deveria ter tomado uns oito gols o filho da mãe) e as botinadas. Logo no início da partida, aos 9′,  Zé Antonio entrou rasgando em Moisés – acertou o joelho do palmeirense, de lado, rompendo os ligamentos todos -, mandando-o direto para o hospital. Que tristeza… Gambá Oliveira, o árbitro, como faz sempre que apita jogo do Palmeiras, nem amarelo deu pra ele. É a segunda vez que esse mesmo Zé Antonio lesiona o Moisés, a outra foi no ano passado – mas “o Felipe Melo é violento”. Desta vez, Moisés deverá ficar seis meses parado, no mínimo. Vou falar sobre isso na próxima postagem.

Sem Moisés, Eduardo chamou Keno pro jogo e ele se ajustou direitinho ao time, ajudando o Palmeiras a voar em campo.  Passes precisos, time veloz, enfiadas de bola muito boas, o Palmeiras ia apertando o Linense em sua área.

Eu estava adorando o que estava vendo, Michel Bastos, Raphael Veiga, Willian e Keno pareciam jogar no Palmeiras há tempos. Tranquilos, fazendo o que sabem, sem aquela coisa de quem está chegando num time grande  – que acabou de ser campeão brasileiro –  e que precisa fazer um drible a mais, ou precisa se expor menos ao erro, ser mais cauteloso, para causar boa impressão, agradar a torcida… nada disso. Com muita vontade, eles batiam um bolão, driblavam quando tinham que driblar, chutavam ao gol quando achavam que deviam… livres, leves e soltos, não pareciam sentir o peso da camisa.

E ainda tinha o Felipe Melo, Mito, Mina, Jean, Egídio, Prass… todos comandados pelo nosso soldadinho de chumbo. Que partidaça do Duduzinho…

Aos 23′, quando já tínhamos criado várias oportunidades de gol, o placar começou a ser justo… Keno recuperou uma bola na direita, meteu pro meio da área, Dudu tentou chutar pro gol, mas foi travado, Michel Bastos voltou a bola para Dudu e ele deu um passe maravilhoso, em diagonal, pra Willian chutar forte, balançar a rede e colocar o Palmeiras à frente. Que gol bonito! A defesa do Linense está procurando o Dudu e o Willian até agora…

E, como estava fácil, três minutos depois, o Palmeiras resolveu balançar a rede de novo… De Prass pra Willian, lá na direita, já no campo de ataque, Willian mandou de cabeça para Duduzinho, que ajeitou e tocou pra Willian de novo, que já entrava pelo meio, e ele deu um passe lindo (parecido com o do Dudu no primeiro gol) para Raphael Veiga completar e mandar pro fundo da rede do bobão, que agora não fazia mais cera.

Lindo o futebol do Palmeiras, leve, envolvente… e a gente morrendo de alegria por isso.

Na segunda etapa, o Palmeiras continuou dominando o jogo. Logo de cara, Michel Bastos tentou uma bicicleta… Dois minutinhos depois, Willian roubou uma bola na entrada da área, passou pra Duduzinho, ele meteu de calcanhar pro Willian (de novo), que chutou pro gol obrigando o goleiro a fazer a defesa. O bandeira assinalou impedimento, que não existiu, e gambá de Oliveira, mesmo próximo do lance, embarcou na do auxiliar.

Aos 8′, Duduzinho cruzou, Zé Antonio (bem feito) tentando tirar, deu uma desviadinha, o Michel Bastos aproveitou e, de cabeça, na bola baixa,  guardou o terceiro. Faz cera aí, goleiro!!

Eduardo chamou Barrios pro jogo. Eu queria muito vê-lo em campo. Ainda que goste bastante do Willian, e que saiba que Borja veio pra ser titular, gostaria que Barrios tivesse uma sequência com esse time; ele é finalizador e agora temos bastante gente pra colocar a bola no pé dos atacantes.

Depois da troca de Willian por Barrios, foi a vez do Pitbull, que saiu bastante aplaudido, para dar lugar a Thiago Santos, outra fera.

Keno fez uma jogada linda, invadiu a área pela esquerda, tocou mais atrás, Barrios entrava pelo meio e chutou pro gol, o maledeto do goleiro defendeu. Eu queria muito um gol de Barrios… ter nossos atacantes todos com moral elevada e uma boa dose de auto estima pode nos ajudar bastante na temporada.

E não é que meu desejo se cumpriu? Egídio cobrou lateral mandando a bola para Barrios, ele protegeu direitinho chamando a marcação e tocou pro Dudu, enquanto avançava, sozinho (os seus marcadores ficaram de bobeira na jogada) esperando a devolução… a tabelinha foi linda e a conclusão de Barrios foi perfeita. Goleada verde, pra fechar a conta! Tchuuuuupa, Leonardo de Caprio falsificado (se preocupou mais em atuar do que pegar no gol)!

Passeio do Verdão, time veloz, leve, “liso”, escalações, substituições e esquema de jogo certinhos do Eduardo, Duduzinho com uma atuação soberba, parmerada feliz, cantando, comemorando… como deve ser.

As peças estão se encaixado, o futebol dos nossos craques está aparecendo… esse time está dando liga…

Quarta-feira tem mais… é dia de derby! E o jogo será lá no Itaquerão, o nosso salão de festas.  Se o Mina e o Mito derem conta do Drogba e do Pottker… “é nóis”. rsrsrs

PRA CIMA DELES, VERDÃO!! E MUITO BOA SORTE!

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