Não pude escrever no dia, mas não deixaria de falar sobre o jogo do Verdão contra o Santos…

O Palmeiras não anda nada bem no campeonato brasileiro, nós sabemos muito bem… Cuca ainda não acertou a mão (está quase), às vezes, inventa umas coisas estranhas, que  não dão  muito certo – quando fez o simples diante do Fluminense, foi uma beleza. Além disso, tenho a impressão que em boa parte dos jogos, nossos jogadores parecem marcar a bola, e ficam correndo pra lá e pra cá, esquecendo de marcar os atacantes adversários. Foi assim no gol de D’Alessandro, para o Inter; foi assim no gol de Henrique, para o Fluminense… mas não foi por nenhuma dessas coisas que ele foi derrotado pelo Santos na rodada passada. Na verdade, lá no Aquário , as coisas ocorreram  de maneira bem diversa. O  Palmeiras foi bem, mas, como tem sido usual a cada vez que o Palmeiras vai jogar lá, quem decidiu a partida foi o árbitro, Wilton Pereira Sampaio (aquele mesmo, que num outro Palmeiras x Santos, marcou um toque de Barrios, o amarelou por isso, mas  ignorou o pênalti cometido por Zeca, que dominou uma bola como braço… o mesmo  árbitro de Palmeiras  x Internacional, pela Copa do Brasil-2015, que permitiu que o Inter fizesse dois gols irregulares e, por pouco, não nos tira a classificação)…

Ao contrário do que muita gente poderia ter esperado, o Palmeiras não deixou que o Santos desse as cartas em seus  domínios. Apesar de um primeiro tempo não muito movimentado, meio morno, com erros de passe dos dois lados, e de uma boa defesa de Prass nos primeiros minutos, o Palmeiras levou mais perigo ao gol santista. Tche Tche  arriscou de fora da área e a bola passou raspando… Guedes chutou de longe, e a bola pegou a trave. Que lance! Por pouco ele não abriu o placar…

O Santos fazia muitas faltas e Wilton Pereira Sampaio, nosso velho e costumeiro ‘conhecido’, esquecia o cartão dos santistas algumas vezes, como fez com Lucas Lima, depois de ele fazer uma falta muito dura em Roger Guedes… mas, para os palmeirenses, ele  não esqueceria de tirar o cartão do bolso.

Thiago Santos arriscou de longe, a bola desviou e saiu em escanteio… Aos 46′,  Guerra cruzou na área e Willian apareceu para cabecear forte… o goleiro santista fez uma grande defesa e salvou o Santos de tomar o gol.

Na segunda etapa, nos primeiros minutinhos, Guerra chutou perigosamente de fora da área, mas um Vanderlei em noite inspirada fez uma baita defesa e impediu o gol do Verdão… Guerra lançou Guedes, mas o goleiro chegou primeiro  e ficou com a bola…

E então, aos 5′, o Santos abriu o placar… Kayke, que tinha Dracena pela frente, recebeu de Jean Mota, fez falta em Dracena, o empurrou, o jogador do Palmeiras foi pro chão. Árbitro, bandeira e auxiliar de linha de fundo (pra que servem esses p%rras?) nada marcaram, e o atacante ficou livre para abrir o placar. Prass  nada pôde fazer. Um monte de gente, cara de pau pra caramba, diria que Dracena tropeçara na própria perna.

Eis aqui o momento em que Dracena “tropeçou” na própria perna…

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Um horror esse “tropeção”, não é mesmo? Ele empurra Dracena com o braço, mas repara na perna e no pé do santista… Me lembrou até do Barrios “tropeçando na própria perna”, na final da Copa do Brasil/2015…

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Como “tropeçam” esses parmeras… Estão sempre tropeçando em árbitros picaretas (Wilton Pereira Sampaio sempre faz dessas com o Palmeiras)… Os palmeirenses reclamaram, mas não adiantou (a picaretagem na CBF é tanta, que árbitros com  acesso à imagens de  vídeo para corrigir erros do apito, só estão disponíveis em jogos do vice de 87)…

O dono da casa se animou com o gol que Wilton Pereira Sampaio lhe dera de presente, e, por duas vezes, Prass precisou aparecer. Numa das vezes, com uma defesa linda, depois da cabeçada de David Braz.

Guerra driblou o santista e finalizou… o goleiro conseguiu se esticar todo e desviar…

Troca de bola do Palmeiras, Guedes finaliza de fora da área e o Vanderlei espalma…

O Palmeiras era melhor que o Santos em campo.

Ataque do Palmeiras,  a bola sobra para Willian na pequena área. Ele chuta pro gol, mas Vanderlei se estica todo e faz verdadeiro milagre…

45′, Raphael Veiga manda uma bomba de fora da área,  Vanderlei consegue tirar lá no cantinho – como os goleiros adoram crescer pra cima do Palmeiras; dá uma exposição danada pra eles.Vanderlei está até pedindo chance na seleção.

49’… finalzinho dos acréscimos… Raphael Veiga faz lançamento na área, Edu Dracena se adianta ao zagueiro santista, vai pra bola, mas é puxado… De novo, nem árbitro, nem bandeira e muito menos o auxiliar de linha de fundo (não prestam pra nada esses espantalhos) viram o pênalti – devem ter fechado os olhos na hora, só assim para não verem (teve também uma botinada, dentro da área, no Mayke,  num momento anterior da partida, mas não encontrei as imagens para conferir o lance)…

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E, mesmo com o Palmeiras mais acertado, jogando muito mais do que o Santos, fazendo, talvez, a sua melhor partida sob o comando de Cuca neste ano, graças à ‘partidaça’ que Wilton Pereira Sampaio, o árbitro, fez pelo Santos (ele fez o resultado do  jogo), o Verdão saiu do Aquário derrotado.

E como nada aconteceu depois desses “erros” absurdos em lances importantes, como nenhuma punição foi dada ao apitador, como a maioria dos jornalistas fez parecer que não aconteceu nada demais no jogo e camuflou a roubalheira com performance de Vanderlei (só falaram disso depois do jogo), como os responsáveis pela arbitragem nada viram de errado nessa garfada, como a CF não se importa com nada disso, nós podemos acreditar que o resultado feito no apito foi de encontro ao que todos eles queriam que acontecesse, não é mesmo? Ficamos com a impressão que foi uma (mais uma) prestação de serviço…

Ah, esse ‘esquema Crefisa’, que os rivais juram que compra os resultados para o Palmeiras…

E é claro que eu comemoro o 12 de Junho… tem muito amor envolvido nisso, envolvido nessa data, nas minhas lembranças, na minha história e no meu coração… 💚💚💚

Obrigada, Evair, Edmundo, Sérgio, Antonio Carlos, Tonhão, Mazinho, Roberto Carlos, César Sampaio,  Daniel Frasson, Alexandre Rosa, Jean Carlo, Luxemburgo…

Obrigada, Deus, por me deixar viver a enormidade daquele momento, por me deixar viver aquela felicidade sem tamanho, a maior  alegria da minha vida… e, por favor, Deus, mesmo que eu viva cem anos, não permita que algum dia eu me esqueça do que vi,  vivi e senti  naquele dia…

#PalmeirasOMaiorAmorDoMundo #AmorPraTodaVida 💚💚💚

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Jogo da volta contra o Inter, e valendo vaga nas quartas de final da Copa do Brasil…

O  Palmeiras, depois da vitória por 1 x 0, no Allianz , levava para o sul a vantagem do empate.

Jogar pelo empate pode acabar sendo perigoso, e quase sempre traz alguma dor de cabeça. Ainda mais, quando a partida é o jogo do ano, o jogo da vida para o adversário, quando ele está trocando de técnico (isso sempre dá um gás novo). No frio na chuva, Inter e Palmeiras, como em 2015, disputariam uma vaga na Copa do Brasil… O Inter jogava todas as suas fichas de 2017 nessa partida. Rebaixado à Série B no último Brasileirão, se fosse eliminado da Copa do Brasil, só lhe sobraria a segundona mesmo, onde amarga uma 12ª posição. Claro que não seria fácil… mas com empate, com vitória,  fosse como fosse, o importante era o Palmeiras sair do sul classificado.

Não “mi” gostei muito da escalação do Cuca, do time cheio de volantes e sem alguém para armar o time… pelo visto, nossa estratégia ia ser só a bola aérea… Por outro lado, ele parecia querer reforçar a marcação ao colocar Tche Tche, Jean e o Pitbull e isso poderia nos ser benéfico, mas eu preferiria o Thiago Santos nessa trinca, porque ele costuma desarmar mais que chuveiro elétrico no frio, e o Inter – podíamos apostar nisso -, iria vir pra cima do jeito que desse e pudesse.

Já de cara,  numa jogada toda errada e infeliz de Dracena, que tocou de cabeça pra trás buscando Mina,  mas deu a bola de presente pro adversário, quase o Inter abre o placar. Só não marcou o gol porque Prass salvou com o pé…

Os gaúchos pareciam colocar mais  intensidade na partida, e Prass começava a aparecer no jogo… E não demorou muito pra termos uma grande dor de cabeça… Depois de roubar a bola no meio de campo, avançar com  ela, Edenílson, tocou para D’Alessandro receber sozinho na entrada da área, dominar, e mandar pro fundo das nossas redes. Zé e Dracena, que poderiam ter tentado dificultar para D’Alessandro, também estavam marcando Edenílson, que já tinha Mina em seu encalço.

O Palmeiras não se achava em campo, errava muitos passes… Dracena, que já fizera 10 partidas como companheiro de Mina na zaga e perdera só uma,  não estava num bom dia. Mas depois do gol, o Verdão pareceu reagir… Aos 17′, num lance rápido, Guedes recebeu belo passe de Dudu,  avançou na área e meteu pro fundo do gol. O juiz Ricardo Marques assinalou impedimento (os televisivos, vasculharam, vasculharam, e acharam um pedaço de calcanhar impedido)…

Eu achei estranho juiz e bandeira assinalarem impedimento, e com tanta certeza… no início da  jogada, quando a bola já está no pé de Dudu, o jogador do Inter dá totais condições ao palmeirense…. na hora do passe, uma fração de segundo depois dessa”total condição de jogo de Guedes”, eles estão na mesma linha… Numa fração de segundo juiz e bandeira veem o colorado dando totais condições e logo em seguida os dois na mesma linha… e categoricamente assinalaram impedimento? “Visão de águia”, hein? Hmmmm…

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É vôlei, seu juiz?
Três minutinhos depois, Willian tenta o chute a gol, mas Léo Ortiz corta com a mão e, na sequência do lance, toca a bola de novo com a outra mão. E não teve “visão de águia” nenhuma. Dois toques num mesmo  lance… braço longe do corpo… isso não é discutível, não  é polêmico… a regra é clara: é pênalti. Mas o árbitro Ricardo Marques, que estava pertinho do lance, e viu tudo, mandou seguir…

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Em  menos de 5 minutos, Ricardo Marques, o juiz do jogo, resolvera tirar do Palmeiras o gol de empate e também, quem sabe,  o da virada de jogo… Deixar de marcar um pênalti desse é só por muita vontade de deixar de marcar, de querer ignorar a regra, não é? E isso porque era um mata mata, valendo vaga nas quartas de final… Que vontade de esganar o filho da mãe. Uma lambança as arbitragens no Brasil, uma roubalheira, e, enquanto isso, Marco Polo Del Nero, o presidente da CBF, a entidade que deveria zelar pela lisura dos campeonatos, muito provavelmente estava escondido embaixo da cama com medo de ser preso, por corrupção, pelo FBI.

O Inter, inflado pelos seus quase 35 mil torcedores, vencendo o jogo, e tendo o juiz por companheiro, vinha pra cima em seu “jogo do  ano”. O Palmeiras, embora tentasse, não fazia nada de efetivo, não criava, não assustava o goleiro do Inter e, ainda por cima, perdia Dudu, que sentia dores na coxa. Keno o substituiu.

O Palmeiras precisava só de um golzinho, mas nada de  chegar no gol adversário no primeiro tempo…

Na segunda etapa, o Palmeiras  voltou com Thiago Santos no lugar de Dracena, Felipe Melo iria para a zaga… Ok, que é uma opção, mas prefiro o Pitbull em sua posição costumeira.

Já no comecinho, jogada perigosa do Inter… e quase que o tal de Sasha fez…

A gente esperando a reação do Palmeiras, mas quem fez gol foi o Inter, aos 10′, e abriu 2 x 0.  Que “brincadeira” de mau gosto, Palmeiras. Eu ficava dividida entre o “já era” e o “vamos marcar” que parecia gritar dentro de mim…

Cuca chamou Borja para o lugar de Guedes… Com um estrago de 2 gols de diferença e sem um meia no time, não ia ser tão fácil pra ele. Tadinho… pedi a Deus que iluminasse Borjão da Massa…

Já passava dos 20′ e nada do Parmera marcar… e o Inter fazendo o seu  “jogo do ano, vinha pra cima e também marcava muito o Palmeiras… Aos 22′, D’Alessandro cometeu pênalti em Zé Roberto… imagina se o  juiz deu? Maledeto! E olha que até na TV  – que nunca vê nada a favor  do Palmeiras – mostraram o replay mais de uma vez e falaram que foi… e tinha sido mesmo.

Difícil assim… Num jogo em que muito pouco criamos, que raras vezes chegamos com perigo, quando a gente chega, o juiz nos dá uma rasteira?

A adrenalina estava a milhão. Eu mal  conseguia assistir ao jogo. Já tinha nas mãos o meu terço benzido, o terço das “emergências”… e já não conseguia parar diante da TV… entrava e saía da sala o tempo todo… resolvi deixar o terço na frente da TV… e quase o Willian fez… o goleiro do Inter defendeu com o queixo.

As chances do Palmeiras começavam a aparecer… num vai e vem incessante, eu ia na sala só pra dar uma passadinha de mão no terço, uma espiadinha no jogo (só assistia quando o Verdão tinha posse de bola) e voltava. Acredita, Verdão!

Não termos tomado gol em casa nos dava a chance de conseguirmos  nos classificar apenas fazendo um gol e não tomando mais nenhum. Senti uma coisa tão diferente, uma energia tão forte, uma força… Sei lá, senti que o gol ia sair…  A energia era tanta que eu chorava, mesmo sem querer…

Quando o Inter ia pro ataque, eu saía da sala e ia rezar em outro lugar. Quando era o Palmeiras com a bola, eu corria lá pra ver…

O tempo passando… o Inter já ficava todo no campo de defesa para tentar impedir o nosso gol… Força, Palmeiras, vai que dá!

Falta para o Palmeiras… Jean vai cobrar… Agora, Jean, capricha!  Bola levantada na área… os parmeras todos sobem, se movimentam, e a bola vai parar… dentro do gol! Glória a Deus!!

Gol do Palmeiras, p@rra!! Jogadores saem correndo, comemorando … e eu quero saber quem fez… Thiago Santos é quem está  no meio do abraço gigante… Thiago Santos é o nome do gol palmeirense… O replay mostra, Jean cobra a falta, Mina sobe mais que todo mundo, mas a bola passa por ele… Borja parece dar uma raspadinha nela (eu achei), e Thiago Santos, dividindo com o defensor do Inter, cabeceia pro gol…

E ainda tínhamos 34 minutos de jogo. Pra mim, o tempo de jogo agora era “ainda”… Minha Nossa Senhora! Força, Verdão!! Segura aí!!  

O smorfioso do juiz deu mais 5… meu coração ia sair pela boca… e eu chorava de nervoso, alegria, emoção… Mina, Pitbull, Zé, Borja, Prass, Tche Tche, Thiago Santos, Keno, Fabiano, Jean, Willian… o time inteiro pra segurar a classificação…

No banco, Roger Guedes, pálido, nervoso, come as unhas de quatro dedos de uma vez… Antonio Carlos, apreensivo, tenso, também come as unhas… “Ainn, esses jogadores riem da gente e não estão nem aí pro time”, dizem os hardys.

E então, o juiz, que tanto nos garfara, apita o final da partida. PALMEIRAS… C-L-A-S-S-I-F-I-C-A-D-O !!

Pega o seu impedimento, juiz, pega os pênaltis que você não deu também e enfia onde você quiser… AQUI É PALMEIRAS, P%RRA!! Uffa…

Certa vez, ouvi alguém dizer que torcedores que escrevem sobre os jogos dos seus times, deveriam esperar o dia seguinte para fazê-lo. Depois de uma noite de sono, as coisas sempre parecem um pouco diferentes.

Achei interessante, pertinente, e passei a por isso em prática, para testar, e gostei. Muitas  coisas que, no calor de um fim de jogo, nos parecem importantes, imensas, no dia seguinte, depois de refletirmos melhor sobre elas, passam a ter peso totalmente diferente e diminuem um bocado de tamanho. E quantas bobagens deixam de ser ditas… Por outro lado, a emoção arrebatadora de um resultado maravilhoso, pode acabar perdendo um pouco da sua força no dia seguinte… Mas existem coisas que queremos dizer que não mudam de um dia para o outro,  a gente pode dormir e acordar e ela continua lá “conversando com a gente”, o tempo todo… Como essa postagem anda fazendo comigo há uns dias…

Torcedores são passionais, é verdade, os do Palmeiras, então… não são  chamados de bipolares, cornetas, hardys… à toa.

Não sei bem o que acontece atualmente, o que vem acontecendo nos últimos anos… uma parte da nossa torcida, acometida de não sei qual doença – talvez a da ingratidão -, vem se transformando em algoz do próprio time… e dos jogadores dos quais ela espera maravilhas em campo…

Nada nunca está bom… Tem sempre um “se”. Até mesmo quando vence bem e se classifica, sempre tem quem reclame de alguma coisa. E esses algozes do próprio time exigem um padrão de 100% de excelência dos profissionais, o tempo todo… senão não servem. 100% de excelência, que nenhum desses “exigidores” têm em seus trabalhos, em seus estudos, em seus relacionamentos, em área nenhuma de suas vidas… o tempo todo; nem eles nem os jogadores, nem eu e nem ninguém… seres humanos não são máquinas infalíveis, e eles podem ter a profissão que tiverem que a coisa não muda. Todos temos momentos maravilhosos, em que tudo dá muito certo, e outros tantos em que, por mais que queiramos que seja diferente, a coisa não vai bem. Bem que a gente gostaria, mas ninguém ganha todas, ninguém acerta em todas… Todos cometemos erros às vezes, (muitas vezes) e eles nos servem de aprendizado.

Somos torcedores, porque estamos, ou deveríamos estar, sempre torcendo, pelo nosso time, incondicionalmente, porque o apoiamos em qualquer situação, faça chuva, faça sol, entra ano, sai ano, na série A, na B, na X, na Y, na Libertadores, no Paulistão, no Desafio ao Galo, no amistoso, com time  ruim, com time bom,  com time péssimo, com time maravilhoso… não importa. Claro que todos nós preferimos que sejam só times maravilhosos, só vitórias, sem falhas, sem sofrimento, sem frustração… Ver o time perder é de lascar, na hora a gente fica furioso mesmo, mas, nem por isso vamos ‘apoiar’ o time crucificando e pressionando os que vestem a nossa camisa, impondo condições para isso, desrespeitando quem veio, ainda que por um tempo pequeno, fazer parte da nossa família… Não é nosso papel, não é sadio isso… não é também um problema do futebol, eu acho, é um problema pessoal, de não sabermos lidar com uma frustração… na vida.

Nossa história é rica de momentos maravilhosos desenhados pelos pés e pelas mãos de nossos ídolos… mas corremos o risco de não apresentarmos novos ídolos  para os nossos filhos….

Eu conheci, aprendi a admirar e amar Oberdan, que “segurava a bola com uma mão só e jogava sem luvas” , pelos olhos e palavras do meu pai… aprendi que o Divino era de outro mundo, que “não corria,  porque não precisava, e jogava com elegância”, que Dudu era seu companheiro inseparável, importantíssimo pra ele, que Waldemar Fiume “puta que pariu, jogava demais”, porque meu pai me mostrou isso…

E o que vamos deixar para os que vierem depois de nós? Um vazio? O que vamos contar a eles? Quem sobrará dessa “matança” diária que fazemos?

Nada é suficiente, nada basta… Tudo  é líquído, nada mais dura… nem mesmo o amor e o respeito pelos que nos dão títulos e muita emoção… ídolos não são descartáveis.

Foi doloroso, uma heresia,  chamarem São Marcos de “frangueiro”, um dia, em pleno Palestra… logo ele, que já nos tinha dado tanto. E não só em resultados, em defesas… Não. Ele nos deu tanto em alegria, em respeito e amor ao time, ao compartilhar a sua luz interior conosco, e em todas as vezes que se quebrou (e ainda se quebraria) defendendo a nossa camisa… e o magoamos (eu não) porque não soubemos lidar com um revés…

Não gostei de ver torcedores menosprezarem Alex, lhe dar um apelido que o ridicularizava e diminuía seu talento – anos depois, quanta gente não entendeu porque ele não quis vir encerrar a sua carreira aqui…

Meu coração sempre doeu com o que faziam com Valdivia, que resgatou nosso orgulho, nosso futebol, que tirou as teias de aranha da nossa Sala de troféus, que fez nossos adversários voltarem a nos temer, num período tão difícil pra nós, tão estéril, em que tivemos que torcer por tantos jogadores sem brilho e sem talento…

Não consigo compreender os horrores que alguns (ainda) falam de Gabriel Jesus… acho absurdo ver como alguns ainda esperam que ele não se dê bem lá fora (sim, acredite, essa maravilha de menino não é unanimidade na nossa torcida)…como se um dia ele tivesse assinado algum contrato em que tivesse se obrigado conosco a ser 100% perfeito, a nunca errar. Nosso menino Jesus, que mesmo sendo tão novinho, mesmo sendo o cara caçado em campo, teve a grandeza de um homem experiente para nos ajudar a conquistar dois títulos… menino que ajudou o Brasil a ganhar a inédita medalha de ouro na Olimpíada… que honrou e respeitou a nossa camisa… e se despediu da gente em lágrimas…

Meu coração  se revoltou com o que fizeram recentemente com Vítor Hugo, que não apelidamos de “Mito” à toa… que nos ajudou a conquistar dois títulos nacionais, a ser a defesa menos vazada do Palmeiras campeão Brasileiro em 2016, um dos caras mais gente boa do elenco, e que foi muito desrespeitado em seu perfil do Instagram por algumas falhas que cometeu em campo no início deste ano, e pelos mesmos que iam lá escrever “monstro”, “craque” todos os dias antes disso… falhas, que não têm 1% do peso de todas as suas defesas, desarmes, gols e cambalhotas… E Vitor Hugo, negociado com um clube europeu, merecia uma despedida cheia de carinho da nossa parte…

E fazem o mesmo com Dudu, o craque desse Palmeiras renascido (que já tinha sido esculhambado por perder um pênalti no início de 2015), que alguns vivem dizendo “não ser tudo isso”… fazem o mesmo com Zé, com Mina, o melhor zagueiro deste país, que segundo esses mesmos, “esqueceu como se joga futebol”…

Fico triste quando vejo que o atacante contratado por um  clube rival tem 16 jogos, 9 gols, e 3 eliminações neste ano, a do outro clube tem 30 jogos e  9 gols (alguns impedidos, de pênalti inventado), e Borja tem 17 jogos e 6 gols e alguns já dão o veredito definitivo:  “Ainn, o Borja não deu certo”… e isso vem da parte dos que faltaram ‘vender a  mãe’ para convencer o Palmeiras a trazer o jogador que, segundo esses mesmos, era o melhor atacante de todos e, com ele, seria só entregar as taças…  #admiração descartável.

Não consigo entender esse tipo de coisa…

Mas,  o que não dá para entender mesmo é a falta de consideração e carinho com Prass… porque ele falhou em alguns gols que tomou nos dois últimos jogos (quando ninguém – nem o técnico – foi bem)… e qual bom goleiro nosso e do mundo todo nunca falhou? Prass é um profissional sério, dedicado, que honra e respeita a nossa camisa e a nossa torcida demais… e merece ser respeitado de volta. Mesmo pelos mais desesperados que acham que ele deve ir para o banco. Nós podemos lamentar essas falhas, e torcer pra ele voltar logo ao normal, mas desfazer do Prass, atacá-lo? Magoar o Prass? Por causa de 2 ou 3 falhas? NUNCA!

Prass falhou, é verdade. E quantas vezes ele já nos salvou? E quantas vezes ele fez o que nos parecia impossível? Quantas vezes as suas mãos, salvadoras, ou mesmo seus pés,  nos tiraram aquele frio da espinha de lances nos quais, mortos de desgosto, já “víamos” a bola dentro do gol? Quantas vezes ele nos fez gritar enlouquecidos de alegria? Quantas vezes eles  nos fez chorar de emoção?

Defendeu o nosso gol por 15 rodadas do Brasileirão 2016, e só saiu do time porque foi servir a seleção e lá se machucou… e deixou o time na liderança do campeonato pro Jailsão fazer o resto. Ganhamos a Copa do Brasil , em 2015, porque o Prass jogou pra c#$@lho, porque fez muitas defesaças e porque pegou vários pênaltis  – não fossem essas defesas, nem os muitos gols dos nossos craques teriam adiantado -, ganhamos porque ele teve frieza e competência para fazer aquela última e inesquecível cobrança de pênalti…

Ele virou parte do nosso dia a dia…. “Bom dia, Prass você”… “Agora são três PRASS nove”… “Em nome do Prass, do Filho e do Espírito Santo”…

E não foi à toa que ganhou o canto que nós jamais imaginamos que um outro goleiro fosse merecer… PQP, É O MELHOR GOLEIRO DO BRASIL, FERNANDO PRASS!!

Prass é ídolo, p#rra! Vai ser lembrado e reverenciado pelos que virão depois de nós.  Merece todo o nosso amor, respeito e consideração … PRASS sempre! <3

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O presidente do clube “Lava-jato”, Roberto de Andrade (eu nem sabia quem era a figura), em entrevista coletiva, e numa “elegância” imensa, citou a parceria entre Crefisa e Palmeiras:

“Ninguém mais nesse mundo tem dinheiro mais que banco, é desleal. Todos os clubes relatam a mesma situação. Esse é um caso a parte, um ponto fora da curva”.

Pronto! O Palmeiras é o responsável pela incompetência administrativa do time dele, pela falta de um patrocinador forte. Só pela frase do sujeito, pela argumentação, já dá pra ver que, além de muito amador, incapaz… ele também é muito cara de pau. Começa que ele não tem nada a ver com o Palmeiras, ele tem a ver com o clube dele, tem que se preocupar com os problemas que tem lá. E é muito pequeno da sua parte ficar se vitimizando, procurando a culpa no outro, para desculpar a sua própria incapacidade administrativa de gerar receitas para o seu clube, de conseguir um patrocinador forte. E tirar os incompetentes do poder e colocar gente séria para administrar o clube – como o Palmeiras fez -, reestruturar as finanças e a casa, nem pensar, né?

O Palmeiras (de Paulo Nobre) passa dois anos, sem patrocínio máster, reestruturando o clube, as finanças, tapando os vazamentos por onde escoavam o dinheiro do futebol (clube social, Palmeiras B…), segurando a bronca imensa da sua torcida, faz o Avanti explodir em número de adesões,  e com uma gestão séria, transparente, torna o clube atraente para investidores, traz um patrocinador forte, e com a força da exposição em sua camisa, faz a marca Crefisa ser muito conhecida, e proporciona ao investidor um retorno de mais de 1 bilhão (não foi à toa que o contrato foi renovado e com valores mais  elevados) – não caiu nada do céu -, e o dirigente ‘lava-jato’, amador, incapaz, do clube que vive de trambique, de dirigentes aproveitadores  – Andrés Sanchez, é investigado por ter aparecido na planilha da Odebrecht como o recebedor de propina de R$ 500 mil nas mutretas da construção do Itaquerão – afirma que o Palmeiras é que é desleal?

Mas isso aqui  não era desleal, né?

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R$ 80 milhões no ano… R$ 400 milhões nos naming-rights (que o clube, há anos, não consegue vender)… ajudar o time com reforços… astro alemão, argentino ou holandês, da seleção de seu país, já bem encaminhado para a próxima temporada… Que maravilha! O patrocínio dos sonhos, com valores bem maiores do que os dos outros clubes… E tudo isso anunciado na imprensa com muita alegria por parte dos dirigentes e dos jornalistas também – os mesmos que agora acham sempre um jeito de reclamar da parceria Palmeiras-Crefisa…

Pena – pra eles – que não deu certo, né? Pena que a empresa era de fachada (e sabe-se lá de onde viria tanto dinheiro como foi anunciado, sabe-se lá quem colocaria mesmo o dinheiro no clube)… Pena que a empresa, que “ia investir tantos milhões”, não possuía nem CNPJ e, tão logo isso foi descoberto, por um garoto, um blogueiro, e passou a ser de conhecimento público, tão logo a o cheiro de trambique se fez sentir, ela sumiu do mapa e da camisa ‘lava-jato’ e nunca mais se ouviu falar dela.

Mas o problema é o Palmeiras… é ele que inflama alguns cotovelos… e não sou eu que digo…

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Estavam loucos para conseguirem um patrocínio de valor maior do que o do Palmeiras, e o Palmeiras é desleal por ter conseguido patrocínio aos moldes do patrocínio que eles tanto queriam ter e chegaram até a anunciar? Então, né?

“Leal” mesmo é ser sustentado por banco/muleta estatal (A CAIXA é banco?? UIA!!), com valores maiores do que os que são pagos a outros clubes… é lavar dinheiro de crimes da máfia russa com a MSI (a PF comprovou isso) e comprar campeonato (BRA 2005) com ele…  é passar 36 rodadas num Brasileirão (2015) sem um único pênalti assinalado, mesmo tendo cometido muitos… é conseguir mais de 15 pontos – e o título – no apito… é conseguir ter um estádio, no trambique, com propinas, com vergonhosas e arranjadas isenções de impostos e muito dinheiro roubado do povo e nem assim pagar as prestações (a obra, além de escusa desde a sua idealização pelo corrupto-mor do país, foi superfaturada)… “Leal” é receber da TV 40% do total das receitas do clube – valores muito maiores do que os outros clubes recebem, e muito maior do que a Crefisa paga ao Palmeiras… Aí é o ponto dentro da curva, não é? Aí, os outros clubes que se danem. Se não paga as dívidas, se não honra compromissos, é porque o clube é caloteiro mesmo, e a administração é amadora.  

VAI CARPIR UM LOTE, GAMBÁ! E passa Gelol nos cotovelos e óleo de peroba nessa sua cara de pau!

Honestidade, lisura, correção… são coisas que andam distantes da Conmebol nas últimas décadas. Pra se ter uma ideia, seus três últimos presidentes, Eugenio Figueredo, Nicolás Leoz, Juan Ángel Napout – trio que comandou a entidade de 1986 até 2016 -,  estão presos… por corrupção – os dois primeiros, em prisão domiciliar (o ex-presidente da CBF, José  Maria Marin, também está preso por corrupção).

Os escândalos são inúmeros… e não é à toa que muitos considerem que a Conmebol seja uma das entidades mais corruptas do mundo.

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Um lamaçal essa Conmebol, não? Seríamos ingênuos demais se achássemos que essa sujeira toda não esteve nos gramados também, imagina se poderia ser diferente… Torneios disputados em campos horríveis, péssimas arbitragens, garfadas históricas, resultados de jogos feitos pelo apito, agressões, pancadarias, emboscadas… são marca registrada dos torneios organizados pela Conmebol, que não está nem aí pra nada disso. Quantos gordo$ intere$$e$ podem haver em resultados de jogos fabricados, em punições ‘mandrakes’ pra um, exageradas pra outros, em determinados clubes ganhando competições, não é mesmo?

Quem não se lembra de Ubaldo Aquino, assaltando o Palmeiras na Argentina, em 2001 (sempre pensei que se um árbitro prejudica muito uma equipe, se “erra” demais, em lances capitais, e em partidas importantes, se faz o resultado de uma partida e não recebe uma severa punição por isso, certamente ele agiu servindo aos interesses de quem poderia puni-lo)…

Quem nunca ouviu falar da roubalheira descarada do árbitro José Roberto Wright para favorecer o Flamengo – seu time de coração -, na Libertadores de 1981?

Quem não se lembra da torcida corintiana que matou um torcedor dentro de um estádio, na Bolívia, e da punição – ultrajante – de um único jogo com portões fechados que a Conmebol deu ao clube que inúmeras vezes admitiu bancar essa mesma torcida? A mesma Conmebol que excluiu o Boca da Libertadores 2015, depois de uma confusão em campo e do uso de gás pimenta por parte dos seus torcedores. Além da exclusão,  o Boca sofreu outras sanções: 4 partidas sem torcida – como mandante – em competições organizadas pela Conmebol; e 4 partidas, também sem a sua torcida, como visitante em torneios sul-americanos, além de multa de US$ 200 mil. Os casos são tantos… e a falta de critério é assombrosa. Não que o Boca não merecesse punição, mas, de acordo com as punições aplicadas, para a Conmebol, um torcedor perder a vida, dentro do estádio, sem motivo algum, apenas pela sacanagem dos que acenderam e direcionaram um sinalizador na torcida adversária, parece ter muito menos importância,  do que uma confusão com uso de gás pimenta…

Uma lata de lixo essa Conmebol… por onde circularam (será que ainda circulam?) muitos ratos.

Com a prisão de Juan Napout, um novo presidente foi eleito em 2016. Alejandro Dominguez, também paraguaio, como Leoz e Napout – dois dos que estão presos -,  chegou prometendo mudanças, transparência, prometendo limpar a sujeira,  mas será que ele está mudando algo mesmo?

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Parece que não…

Dentro de campo, as competições com o selo de “qualidade” da Conmebol continuam a mesma coisa. Como é o caso da Libertadores, torneio em que muitos clubes brasileiros são prejudicados.

Ano passado, obrigaram o Palmeiras a cobrir o nome da Allianz em sua arena, do patrocinador que pagou 300 milhões para que seu nome fosse visto, tivesse exposição (legal a Conmebol, né?)mas o patrocinador do Toluca pôde aparecer à vontade nas transmissões dos jogos lá na Argentina – postei aqui sobre isso na época.

Postei aqui também, há algumas semanas, imagens sobre as muitas pancadarias, desde 1961, que o Peñarol promoveu em inúmeras partidas em que foi derrotado, inclusive em competições sulamericanas. Fosse a Conmebol uma entidade séria,  o Peñarol, e seus jogadores, com tantas reincidências, já teriam levado uma punição bem severa. Mas o Peñarol, que parece ser apadrinhado pela benevolente Conmebol, continua tendo alvará para a covardia.

E foi isso que vimos a Conmebol confirmar há alguns dias, quando julgou os incidentes (a emboscada preparada para o Palmeiras) de Peñarol 2 x 3 Palmeiras,  pela Libertadores 2017.

No mesmo dia em que iríamos conhecer o resultado do julgamento, em um evento da Conmebol, estiveram presentes o presidente da AUF, a Associação Uruguaia de Futebol, Wilmar Valdez – ele tinha sido muito cotado para ser o presidente da Conmebol em 2016. Deve ter “pouca” influência o dirigente uruguaio,  não é mesmo? -, e Rubem Paz, técnico de futebol e ex-jogador do Peñarol…

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E, quando veio o resultado do julgamento, vimos o mesmo de sempre, o mesmo que sempre acontecia no tempo dos corruptos que agora estão presos… o Palmeiras, que tinha vencido a partida na casa do adversário, que estava felizão da vida, sem motivo algum para querer brigar com alguém (a troco de que ele brigaria, se saía dali praticamente classificado?), e que teve seus jogadores cercados pelos jogadores do Peñarol (que já não tinha mais nada a perder, já estava desclassificado), que teve Prass e Willian agredidos (Willian foi agredido segundos antes do apito final), que teve Felipe Melo perseguido e acuado por jogadores uruguaios, que queriam agredi-lo, assim como agrediram o Prass (Felipe Melo se defendeu e deu um soco num jogador uruguaio); Palmeiras, que se viu em meio à uma emboscada, num estádio sem policiamento, com portões fechados, que não davam ao Palmeiras a chance de sair do campo e ir para os vestiários (não fosse os seguranças que o Palmeiras sabiamente levou ao Uruguai, e que abriram os portões na marra e tiraram nossos jogadores de lá, teria acontecido uma tragédia)… pois esse mesmo Palmeiras recebeu uma punição maior do que os covardes e violentos uruguaios… que partiram pra briga, que foram pra cima dos jogadores do Palmeiras depois do apito final.

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Mesmo com ‘trocentas’ imagens, de vários ângulos, que confirmam que o Palmeiras não iniciou a briga, que seus jogadores foram agredidos… mesmo com toda a escancarada culpa do Peñarol, a Conmebol, das “mudanças” e “transparência”(AHAM), deu 6 jogos de punição para Felipe Melo, que foi perseguido e acuado por vários jogadores depois do final da partida, e que tentou evitar o confronto de várias maneiras, e deu 5 jogos de punição para os uruguaios que iniciaram a confusão e agrediram Prass e Willian, vê se tem cabimento?

Não bastasse isso,  pra mostrar que  Alejandro Dominguez não está mudando coisa nenhuma na entidade, e está com jeitão de ser ‘farinha do mesmo saco’, a Conmebol determinou que Palmeiras jogue 3 partidas, como visitante, sem a sua torcida, e para o Peñarol, o responsável pela confusão, o que time que partiu para a briga, e que não levou policiamento ao estádio,  a Conmebol deu 1 jogo apenas, como mandante, sem a torcida. Coube ainda ao Palmeiras, uma multa de US$ 80 mil dólares (R$ 250,7 mil) e para o Peñarol a multa foi de US$ 150 mil.

É muito suspeita essa benevolência da Conmebol com o responsável pelos acontecimentos no Uruguai – para quem tanto faz a punição,uma vez que já está eliminado da competição – e esse rigor todo ao Palmeiras, a vítima da emboscada, e que está a  ponto de se classificar…

E todo mundo se pergunta: E cadê a CBF? Por que ela não faz nada a esse respeito? A CBF não faz nada a respeito porque o seu presidente, Marco Polo Del Nero, não pode colocar nem um pezinho pra fora do país com medo de ser pego pelo FBI e ir parar na cadeia também.

Tá ‘bem cuidado” o futebol Sul-americano, não é amigo leitor? Não é a toa que estamos há anos-luz dos campeonatos europeus… E, se continuar assim, nessa picaretagem toda, os próximos torneios Sul-americanos serão idealizados/organizados de dentro dos presídios.

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Uma agitação esse nosso Palmeiras…

Na noite de ontem, foi anunciada a saída de Eduardo Baptista – que ele seja feliz e tenha sorte onde for…

Na noite de hoje, depois de um dia de muito frisson e especulação na torcida, na imprensa… Cuca já está de volta!

Sim, amigo palestrino, pode comemorar. Nosso técnico favorito, que nos deu uma alegria tamanho gigante há alguns meses, voltou! Que a sua luz brilhe de novo e ele faça nosso Palmeiras campeão outra vez!

ÔÔÔ, O CUCABOL VOLTOU!!

 

1961 – Final da Libertadores – Jogadores do Peñarol agridem jogadores do Palmeiras (não encontrei  imagens disponíveis)…

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1990 – Copa Competência – Peñarol e Nacional protagonizam uma luta campal…

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1993 – Supercopa – Peñarol (derrotado, claro) quebra o pau com o Grêmio, agride policiais e jogadores do time brasileiro…

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1999 – Semifinal da Copa Mercosul – Eliminado pelo Flamengo, em Montevidéu, o Peñarol partiu pra cima dos brasileiros assim que a partida foi encerrada, e os jogadores do Flamengo foram agredidos até chegarem ao túnel de acesso para os vestiários.

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2000 – Torneio Clausura – Mais uma covarde, e corriqueira, batalha campal de uruguaios… e adivinha se o  Peñarol não estava nela?

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2009 – Amistoso com o Newell Old Boys,  e mais violência e covardia… ainda bem que era amistoso, não é mesmo?
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2011 – Final da Libertadores – Derrotado pelo Santos, o Peñarol, covarde e despeitado, querendo impedir a volta olímpica do time brasileiro, promoveu a maior pancadaria depois que o jogo acabou (teve agressão durante a partida também). E, pra variar, os covardões, cheios de querer bater em todo mundo, apanharam um bocado.

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2016 – Campeonato Uruguaio – Peñarol x Nacional – Mais pancadaria…

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2017 – Amistoso com o Atlético-PR … Muy ‘amistoso’ esse Peñarol, não?

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2017 – Copa Libertadores – Fase de Grupos – Derrotado  em Montevidéu pelo Palmeiras, e praticamente eliminado da competição, o Peñarol partiu para o que sabe fazer de melhor… e não é mais futebol o que ele sabe melhor. Mais uma vez, os covardes, racistas e despeitados uruguaios,  que não praticam um bom futebol há muito tempo, que não se garantem na bola, e que sempre mostram não ter hombridade e civilidade suficientes para aceitar uma derrota… partiram para a briga, chamaram nossos jogadores de “macacos”, agrediram Willian com um soco na cara, antes de o juiz apitar o final de jogo, e, após o apito, cercaram Felipe Melo, correram atrás dele querendo agredi-lo, cercaram Prass e o agrediram… Deram um vexame duplo. Tomaram uma virada espetacular quando venciam por 2 x 0 (com um gol irregular) e pipocaram na briga que arrumaram… e, como sempre, covardes e sujos e desleais que são, justificaram a sua incompetência e selvageria culpando o adversário, que não se cansaram de chamar de “macaco”…

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O vídeo abaixo tem todas as imagens e não deixa nenhuma dúvida sobre quem começou, sobre quem queria a violência… e por qual motivo Felipe Melo deu um direto na cara do uruguaio – o sujeito corria atrás dele para agredi-lo.

E a culpa dessa violência toda que vimos acima, a culpa da ignorância e covardia uruguaia,  que acontece desde que a Libertadores começou a ser disputada, que acontece sempre e em qualquer campeonato, há mais de 50 anos, é do… Felipe Melo.

Faz tempo que o Pitbull joga  futebol, hein?

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Antes do jogo, imaginando que os nossos adversários transformariam a partida em uma guerra campal (que intuição a minha), eu achava que qualquer pontinho que o Palmeiras pudesse trazer lá do Uruguai seria lucro … e ele trouxe TRÊS!!

Que jogo! Com duas etapas totalmente distintas…

Tive que assistir ao jogo no note, e o link travava, tinha delay de quase dois minutos… um sofrimento para um espírito ávido por ver o Palmeiras em mais uma partida importante.

À princípio, achei bom (mais ou menos bom) irmos com três zagueiros,  não sermos tão ofensivos (o Peñarol, em sua casa, teria que ir pra cima), no entanto, mesmo tendo assistido muito mal à partida, não tive como não perceber que a coisa não ia, o Palmeiras não rendia, não atacava, não tinha posse de bola, tinha problemas com a marcação, Borja estava isolado… que aquilo que o Eduardo parecia ter imaginado não dera certo… e que Willian tinha que estar no time.

Pra piorar, logo aos 12′, o Peñarol abriu o placar com um gol irregular. Mina foi muito visivelmente puxado na área, impedido de disputar a bola. Que raiva. Um jogo difícil, na casa do adversário, o Palmeiras, desfalcado de Dudu, defendendo a primeira colocação no grupo, buscando a classificação, e a arbitragem valida um gol irregular ignorando uma falta tão fácil de ser vista.

Mas o Palmeiras não estava nada bem na partida, não dava mostras que ia em busca do empate, não criava nada, não se acertava na marcação, não conseguia trocar três passes direito…

E então,  aos 39′, tomamos o segundo gol, que o link travado nem me deixou ver, e nem queria ver mesmo – um amigo me  enviara uma reclamação no messenger e, então, concluí que eles tinham marcado o segundo, e cadê coragem pra confirmar?  Que desgraça… Sem a visão ‘full time’ do que acontecia em campo, e numa aflição enorme, com o coração acelerado, eu só podia torcer, e conversar com o meu outro Amigo, o lá de cima…

O primeiro tempo terminou 0 x 2… e então, na volta para a segunda etapa, Eduardo Baptista, com duas substituições certeiras, mudou tudo… e consertou o que não estava dando certo antes. Fez surgir o Alviverde Imponente. O sol palestrino, que, daquele momento em diante, passaria a brilhar no Uruguai, iria aquecer nosso sangue, nosso coração e nossa alma…

O Palmeiras voltou com Tche Tche e Willian nos lugares de Egídio e Vítor Hugo. Tirando um zagueiro e colocando um atacante, EB dava mostras que queria o Palmeiras consertando o estrago do primeiro tempo. Michel Bastos acabaria indo, e indo muito bem, para a lateral esquerda, Tche Tche iria jogar ao lado de Felipe Mello (como joga bem nosso Pitbull) e Willian, certamente  – e era o que eu esperava – ia ser Willian, o bom e iluminado jogador de sempre. Vaaaamos, Palmeiras!

Meu link ainda estava mostrando uma falta para o Peñarol quando fui avisada do gol do Palmeiras… de Willian! Quando vi o lance quase caí dura… que golaço, que categoria do Bigode! Depois do cruzamento de Jean, da tentativa de Borja pelo alto, Willian pegou a bola que sobrava pra ele, dominou, DEU UM CHAPÉU NO ZAGUEIRO e, de voleio, mandou pro fundo das redes. É muita “ousadura”! 1 x 2, e tínhamos só 3 minutos de jogo no segundo tempo… Pra cima deles, Palmeiras, vamos buscar !

Eduardo Baptista reposicionara o time e o futebol começara a fluir… o Alviverde Imponente, que não tinha aparecido no primeiro tempo, chegou para a segunda etapa com tudo. O Peñarol não conseguia acompanhar a subida de produção do Verdão, não tinha como segurar os toques mais rápidos, as chegadas na área, os belos passes trocados entre nossos velozes jogadores… a marcação do Palmeiras voltava a ser eficiente. A intensidade do Verdão determinava o ritmo da segunda metade de jogo. Meu coração já estava de sobreaviso esperando o segundo gol, e quase que o gol saiu pelos pés de Guedes, que perdeu uma chance incrível aos 12′, depois de um cruzamento de Jean.

Mas não demoraria nada… O Palmeiras tinha voltado com tudo mesmo…

Cinco minutinhos depois do gol de Willian, aos 17′, Jean cruzou de longe… a bola, perfeita de Jean, encontrou Mina lá na área, entre dois zagueiros… nosso zagueiro artilheiro, esperto, subiu mais e mandou pro fundo da rede. O Palmeiras empatava a partida! E Mina certamente estaria dançando pra comemorar. Graças a Deus! Eu chorava de alegria e emoção… e tinha que esperar quase dois minutos para ver nosso gol, para ver a dança do Mina… Não tinha importância. Nada tinha mais importância agora… o Palmeiras estava jogando do jeito que a gente gosta, do jeito que ele sabe e pode jogar.

E eu, que antes do jogo me contentava com um empate, agora queria a virada… E acreditava muito nela… o amigo que me mantinha informada também acreditava. Meu coração estava totalmente descontrolado… Eu assistia ao jogo sabendo que aquilo que eu via em campo já tinha acontecido quase dois minutos antes, e sabendo também que, se ninguém me avisara de nada, é porque nada relevante acontecera… mas eu torcia mesmo assim.

Tínhamos tempo de sobra para virar… “Deus, por favor”…

O jogo chegara aos 27’… o celular me avisou que tinha uma mensagem no whatsapp… meu coração deu um salto… será que era gol do Palmeiras? Uma outra mensagem chegava no messenger… era, sim, gol do Palmeiras! Willian!! Meu Deus! Como assim? Já viramos? Fizemos 3 gols em 24 minutos? Sim… Saímos do inferno e entramos no paraíso! Tche Tchezinho tocou para Guerra e ele chutou forte, de fora da área; o goleiro espalmou para o lado, Jean estava lá (que partidaça do Jean!), pegou o rebote, viu Willian LIVRE DE MARCAÇÃO NA ÁREA, e cruzou nos pés do Bigode mais iluminado de todos… ele só teve o trabalho e a competência de mandar pro fundo da rede…  O sol verde brilhava em nosso mundo… os parmeras no estádio, aquecidos pelos gols de Willian e Mina, nem sentiam mais o frio… e faziam a festa…

Calma agora Verdão, paciência, e força… os uruguaios vão até morder, se for preciso, pra tentar empatar… Eu nem conseguia respirar direito esperando o tempo correr, o Palmeiras, quem sabe, marcar outro gol, e o juiz acabar logo o jogo…

O Palmeiras continuou jogando bem e se impondo diante do Peñarol… o jogo se aproximava do final… Fui avisada de que Keno tinha entrado no lugar do Guedes e que Guerra quase tinha feito o quarto gol, mas eu ainda estava vendo o desarme perfeito do Pitbull, que acontecera um pouco antes disso… Guenta aí, Parmera, falta pouco…

Eu já não assistia mais, aflita, esperava só o aviso de que o jogo tinha acabado…

– Falta quanto?

– Um minuto.

Parecia que meu coração estava batendo em vários lugares do corpo…

– Pqp! Fim!

#Amor #Orgulho desse meu Palmeiras, meu Alviverde Imponente, valente, raçudo, talentoso, que venceu o Peñarol, no Uruguai, de maneira espetacular, histórica – o Peñarol, em seus domínios, e ganhando por 2 x 0, nunca tomara uma virada antes…

Queria poder morar na alegria desses gols…

Mas, tão logo o jogo acabou, os jogadores uruguaios, de maneira covarde, muito provavelmente querendo tirar o foco de terem sido derrotados em casa, de virada, e também, muito provavelmente, porque é de praxe arrumarem encrencas com seus adversários, é de praxe a pancadaria… fizeram uma emboscada, deixaram trancados os portões de acesso aos vestiários e partiram pra cima dos jogadores palmeirenses.

Willian foi agredido, Prass foi cercado por vários jogadores uruguaios e também foi agredido, Felipe Melo, de braços levantados, comemorando o resultado da partida, foi puxado pelo pescoço, cercado por vários jogadores e deu um murro, com ousadura (bem dura mesmo) e muita responsabilidade, na cara de um dos jogadores que queriam agredi-lo, a torcida uruguaia jogou bombas em nossa torcida, tentou invadir o seu espaço… não fosse a nossa torcida organizada segurando a bronca na bancada, não fossem os vinte seguranças que o Palmeiras sabiamente tinha levado para o Uruguai, certamente teria acontecido uma tragédia… Eduardo Baptista, na coletiva, de maneira sensacional, espinafrou a imprensa, especialmente Juca Kfouri, pelas inverdades que ele, escondido atrás de uma fonte qualquer, publicara em seu blog… mas isso é coisa para a próxima postagem…

Hoje, só quero lembrar que o Alviverde Imponente, do time “rachado”, “brigado”, “em crise”, se matou em campo, jogou muito, fez jogadas lindas, fez três gols, virou o jogo, enfrentou os covardes uruguaios, ganhou no campo e fora dele… #RachaMaisQueTáPouco

 

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“Eu não perco pra essa Ponte Preta nem a pau! Eu me quebro todinho de novo se for preciso…” – São Marcos, na final do Paulistão 2008.

Ultimamente, apenas por falta de tempo, não tenho escrito sobre os jogos do Palmeiras, e olha que andamos fazendo algumas partidas memoráveis (contra o Santos, Jorge Wilstermann, Peñarol, por exemplo)… mas quero falar sobre o jogo contra a Ponte Preta, que, para nós, nada teve de bom.

Acho que nem o mais otimista torcedor da Ponte imaginou um resultado como o do jogo de domingo… nós, palestrinos, muito menos. Ainda bem que, segundo alguns debiloides, ‘a Crefisa compra os resultados dos nossos jogos’, né?

Eu sei que não existe time imbatível, tenha ele o elenco que tiver… não tenho a pretensão que o Palmeiras seja invencível – ele não foi invencível no Brasileiro 2016, e foi campeão, com sobras. No entanto, tenha o Palmeiras um elenco de craques, ou de jogadores comuns, ele tem que entrar em campo pra buscar a vitória. Se vai ganhar, se vai perder, é outro papo, mas o time tem que suar a camisa, tem que sujar o uniforme, tem que ralar em campo… e, pra mim, o Palmeiras não fez nada disso no domingo. Tomar 3 gols, no primeiro tempo, e, no segundo, não tentar nem descontar o prejuízo? Inimaginável, ainda mais com esse elenco atual, que tem jogado sempre com tanto empenho.

Não sei o motivo desse desastre – sim, foi um desastre -, não sei se a partida anterior contra o Peñarol, de adrenalina a milhão, acabou fazendo essa partida do Paulistão ser vista de outra forma, se a fez perder a importância, não sei se estavam todos “de chico”, ou se estavam mental e fisicamente cansados… Não sei, não tenho como saber, tampouco posso adivinhar, mas, sinceramente, achei que faltou atitude, eles não costumam ficar nessa preguiça, só andando em campo… Muitos torcedores disseram que foi soberba, pois eu acho o contrário, tivesse o time um pouquinho que fosse de soberba, e não teria aceitado aquele resultado tão passivamente.

E sem querer desmerecer a Ponte e seus jogadores (têm um bom time e mereceram a vitória), mas o Palmeiras, num dia de apagão total, não foi realmente um adversário , e acabou entregando o resultado ‘facinho, facinho’. No primeiro tempo, a única coisa que o Palmeiras fez foi tomar três gols. E o adversário nem precisou jogar grande coisa pra isso, como o Palmeiras não oferecia perigo, ela fez o arroz com feijão mesmo, e nós ajudamos um bocado.

Acredito que em condições normais, com o time do Palmeiras ligado, no ModeON, a Ponte poderia até ganhar, mas não iria fazer esses 3 gols não (faz tempo que não somos derrotados assim), com toda essa facilidade, com vacilos e escorregões (justo do cara que, em 2016, num escorregão mágico, cheio de garra e determinação nos ajudou num lance importantíssimo na conquista de um título maravilhoso – até a sorte estava de mal da gente no domingo).

Tudo muito confuso… o juiz também. Deixou de expulsar Bob, da Ponte,  por agredir Willian, quando o placar marcava 2 x 0 para os donos da casa.

O árbitro deixou de marcar  um pênalti também, cometido por Prass, quando a Ponte já vencia por 3 x 0.

Muito embora fosse provável que a Ponte fizesse o quarto gol caso o juiz apitasse corretamente, não dá para se ter certeza disso, afinal, Prass defendendo penalidades é coisa bastante comum.

Também não dá para sabermos se, com um a menos, caso o juiz expulsasse Bob (o juiz já tinha deixado de dar um amarelo pra ele antes) como ele merecia e quando a partida estava 2 x 0, a Ponte teria feito o terceiro gol, não dá para sabermos se a dinâmica de jogo mudaria, se o Palmeiras, com um a mais, teria descontado, ou se a coisa teria se desenrolado do mesmo jeito…

Uns acham que poderiam ter feito o quarto gol, outros acham que não teriam tomado nem o terceiro e teriam descontado… Mas fica tudo no campo da hipotése, no “e se”… A partida acabou mesmo com 3 x 0.

Foi difícil de lidar com esse resultado, mais difícil de lidar ainda foi termos visto o Palmeiras tão apático, sem alma… tão ao contrário do que temos visto ultimamente. Mas já passou… já é página virada. Jamais vou ficar “de mal” com o meu tão amado time, que tem me dado tantas alegrias…

E por isso mesmo, porque esse time me dá muitas alegrias, porque ele é sempre cheio de garra, está sempre jogando com a alma e o coração, é que eu espero outro Palmeiras para o jogo de hoje (sim, já chegou o dia da segunda partida); espero aquele Palmeiras, valente, que vai “morder” o adversário… aquele, que incendeia o Allianz Parque com garra, energia, dribles e ataques velozes… aquele, que não desiste, que entrega a alma em busca da vitória…  e luta muito… até o último minuto… até o apito final…

Está no nosso DNA, está na nossa história…

E já vencemos a Ponte por 3 ou mais gols… 18 vezes. Já vencemos esse mesmo clube, por 5 x 0, em uma final de Paulistão… Neste ano, já vencemos 4 partidas no campeonato por 3 ou mais gols…

Em nosso livro de grandes feitos, já viramos uma partida – que até o narrador considerava decidida -, de maneira épica, pra cima do Flamengo, nos últimos minutos…

Já tomamos 5 gols do Grêmio, no sul, e depois fizemos 5 gols em nossa casa…

Já decidimos uma Libertadores, num jogo em parecia que ia dar tudo errado (tomamos gol, tivemos jogador expulso)… e saímos campeões…

Em 2012, a torcida do Coritiba já tinha até pintado a estrela de campeão na parede… e teve que tirar, porque a estrela veio brilhar no céu do Palestra…

Disputamos uma Copa do Brasil, em 2015, e o adversário da final, antes mesmo do jogo, já tinha até poster de campeão… só que o caneco foi morar em nossa casa…

Fomos campeões brasileiros em 2016 – com sobras, diga-se de passagem – mas todo mundo fazia questão de sentir um ‘cheiro’ diferente… e o único cheiro que se sentiu, de verdade, o campeonato todo, foi cheiro de porco, líder e campeão…

Nosso destino é lutar… e vencer…  Tá no sangue, no DNA, na alma… tá na história do maior campeão do Brasil!

Boooooora Prass, Jailsão da Massa, Vinícius, Jean, Fabiano, Zé Roberto, Egídio, Mina, Vitor Hugo, Dracena, Antonio Carlos, Thiago Martins, Tche Tche, Arouca, Felipe Melo,Thiago Santos, Guerra, Michel Bastos, Raphael Veiga,  Dudu, Keno, Willian, Guedes, Rafa Marques, Borja, Alecsandro… seus lindos!! Booooooora, Verdão! Vamos buscar!

Booooooora, Eduardão da Massa, agita a rapaziada aí… nós confiamos em vocês!

É difícil? É… muito, mas não é impossível. E se não é impossível, a gente corre atrás. Não precisamos inventar nada, não precisamos nos pilhar… basta jogarmos o que sabemos e o que podemos… no ritmo do coração da Que Canta e Vibra.

Temos time, temos torcida, temos vontade, temos alma e coração, temos um amor do tamanho do mundo… E QUEREMOS A VITÓRIA! O placar… depois a gente vê o que dá!

O CALDEIRÃO DO PORCO VAI FERVER!!! O PALMEIRAS VAI JOGAR,  NÓS VAMOS! BOA SORTE, VERDÃO!!!!!

 É LUTA, É GARRA, É ALMA E CORAÇÃO…  #AtéOMinutoFinal