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“Eu não perco pra essa Ponte Preta nem a pau! Eu me quebro todinho de novo se for preciso…” – São Marcos, na final do Paulistão 2008.

Ultimamente, apenas por falta de tempo, não tenho escrito sobre os jogos do Palmeiras, e olha que andamos fazendo algumas partidas memoráveis (contra o Santos, Jorge Wilstermann, Peñarol, por exemplo)… mas quero falar sobre o jogo contra a Ponte Preta, que, para nós, nada teve de bom.

Acho que nem o mais otimista torcedor da Ponte imaginou um resultado como o do jogo de domingo… nós, palestrinos, muito menos. Ainda bem que, segundo alguns debiloides, ‘a Crefisa compra os resultados dos nossos jogos’, né?

Eu sei que não existe time imbatível, tenha ele o elenco que tiver… não tenho a pretensão que o Palmeiras seja invencível – ele não foi invencível no Brasileiro 2016, e foi campeão, com sobras. No entanto, tenha o Palmeiras um elenco de craques, ou de jogadores comuns, ele tem que entrar em campo pra buscar a vitória. Se vai ganhar, se vai perder, é outro papo, mas o time tem que suar a camisa, tem que sujar o uniforme, tem que ralar em campo… e, pra mim, o Palmeiras não fez nada disso no domingo. Tomar 3 gols, no primeiro tempo, e, no segundo, não tentar nem descontar o prejuízo? Inimaginável, ainda mais com esse elenco atual, que tem jogado sempre com tanto empenho.

Não sei o motivo desse desastre – sim, foi um desastre -, não sei se a partida anterior contra o Peñarol, de adrenalina a milhão, acabou fazendo essa partida do Paulistão ser vista de outra forma, se a fez perder a importância, não sei se estavam todos “de chico”, ou se estavam mental e fisicamente cansados… Não sei, não tenho como saber, tampouco posso adivinhar, mas, sinceramente, achei que faltou atitude, eles não costumam ficar nessa preguiça, só andando em campo… Muitos torcedores disseram que foi soberba, pois eu acho o contrário, tivesse o time um pouquinho que fosse de soberba, e não teria aceitado aquele resultado tão passivamente.

E sem querer desmerecer a Ponte e seus jogadores (têm um bom time e mereceram a vitória), mas o Palmeiras, num dia de apagão total, não foi realmente um adversário , e acabou entregando o resultado ‘facinho, facinho’. No primeiro tempo, a única coisa que o Palmeiras fez foi tomar três gols. E o adversário nem precisou jogar grande coisa pra isso, como o Palmeiras não oferecia perigo, ela fez o arroz com feijão mesmo, e nós ajudamos um bocado.

Acredito que em condições normais, com o time do Palmeiras ligado, no ModeON, a Ponte poderia até ganhar, mas não iria fazer esses 3 gols não (faz tempo que não somos derrotados assim), com toda essa facilidade, com vacilos e escorregões (justo do cara que, em 2016, num escorregão mágico, cheio de garra e determinação nos ajudou num lance importantíssimo na conquista de um título maravilhoso – até a sorte estava de mal da gente no domingo).

Tudo muito confuso… o juiz também. Deixou de expulsar Bob, da Ponte,  por agredir Willian, quando o placar marcava 2 x 0 para os donos da casa.

O árbitro deixou de marcar  um pênalti também, cometido por Prass, quando a Ponte já vencia por 3 x 0.

Muito embora fosse provável que a Ponte fizesse o quarto gol caso o juiz apitasse corretamente, não dá para se ter certeza disso, afinal, Prass defendendo penalidades é coisa bastante comum.

Também não dá para sabermos se, com um a menos, caso o juiz expulsasse Bob (o juiz já tinha deixado de dar um amarelo pra ele antes) como ele merecia e quando a partida estava 2 x 0, a Ponte teria feito o terceiro gol, não dá para sabermos se a dinâmica de jogo mudaria, se o Palmeiras, com um a mais, teria descontado, ou se a coisa teria se desenrolado do mesmo jeito…

Uns acham que poderiam ter feito o quarto gol, outros acham que não teriam tomado nem o terceiro e teriam descontado… Mas fica tudo no campo da hipotése, no “e se”… A partida acabou mesmo com 3 x 0.

Foi difícil de lidar com esse resultado, mais difícil de lidar ainda foi termos visto o Palmeiras tão apático, sem alma… tão ao contrário do que temos visto ultimamente. Mas já passou… já é página virada. Jamais vou ficar “de mal” com o meu tão amado time, que tem me dado tantas alegrias…

E por isso mesmo, porque esse time me dá muitas alegrias, porque ele é sempre cheio de garra, está sempre jogando com a alma e o coração, é que eu espero outro Palmeiras para o jogo de hoje (sim, já chegou o dia da segunda partida); espero aquele Palmeiras, valente, que vai “morder” o adversário… aquele, que incendeia o Allianz Parque com garra, energia, dribles e ataques velozes… aquele, que não desiste, que entrega a alma em busca da vitória…  e luta muito… até o último minuto… até o apito final…

Está no nosso DNA, está na nossa história…

E já vencemos a Ponte por 3 ou mais gols… 18 vezes. Já vencemos esse mesmo clube, por 5 x 0, em uma final de Paulistão… Neste ano, já vencemos 4 partidas no campeonato por 3 ou mais gols…

Em nosso livro de grandes feitos, já viramos uma partida – que até o narrador considerava decidida -, de maneira épica, pra cima do Flamengo, nos últimos minutos…

Já tomamos 5 gols do Grêmio, no sul, e depois fizemos 5 gols em nossa casa…

Já decidimos uma Libertadores, num jogo em parecia que ia dar tudo errado (tomamos gol, tivemos jogador expulso)… e saímos campeões…

Em 2012, a torcida do Coritiba já tinha até pintado a estrela de campeão na parede… e teve que tirar, porque a estrela veio brilhar no céu do Palestra…

Disputamos uma Copa do Brasil, em 2015, e o adversário da final, antes mesmo do jogo, já tinha até poster de campeão… só que o caneco foi morar em nossa casa…

Fomos campeões brasileiros em 2016 – com sobras, diga-se de passagem – mas todo mundo fazia questão de sentir um ‘cheiro’ diferente… e o único cheiro que se sentiu, de verdade, o campeonato todo, foi cheiro de porco, líder e campeão…

Nosso destino é lutar… e vencer…  Tá no sangue, no DNA, na alma… tá na história do maior campeão do Brasil!

Boooooora Prass, Jailsão da Massa, Vinícius, Jean, Fabiano, Zé Roberto, Egídio, Mina, Vitor Hugo, Dracena, Antonio Carlos, Thiago Martins, Tche Tche, Arouca, Felipe Melo,Thiago Santos, Guerra, Michel Bastos, Raphael Veiga,  Dudu, Keno, Willian, Guedes, Rafa Marques, Borja, Alecsandro… seus lindos!! Booooooora, Verdão! Vamos buscar!

Booooooora, Eduardão da Massa, agita a rapaziada aí… nós confiamos em vocês!

É difícil? É… muito, mas não é impossível. E se não é impossível, a gente corre atrás. Não precisamos inventar nada, não precisamos nos pilhar… basta jogarmos o que sabemos e o que podemos… no ritmo do coração da Que Canta e Vibra.

Temos time, temos torcida, temos vontade, temos alma e coração, temos um amor do tamanho do mundo… E QUEREMOS A VITÓRIA! O placar… depois a gente vê o que dá!

O CALDEIRÃO DO PORCO VAI FERVER!!! O PALMEIRAS VAI JOGAR,  NÓS VAMOS! BOA SORTE, VERDÃO!!!!!

 É LUTA, É GARRA, É ALMA E CORAÇÃO…  #AtéOMinutoFinal

 

 

“Onde amamos, é o nosso lar: lar que nossos pés podem deixar, mas não nossos corações” – Oliver Wendell Holmes

Nosso primeiro jogo em casa foi num 21 de Abril de 1917 (éramos inquilinos e viraríamos proprietários em 1920, com uma entrada de 250 contos de réis e mais duas parcelas de 125 contos – uma para Dezembro de 1921 e a outra para Dezembro de 1922. Quase todo o dinheiro envolvido veio por mãos e corações palestrinos). Na ocasião, pela primeira rodada do Campeonato Paulista, o Palestra Italia venceu o Internacional-SP por 5 x 1 (auspicioso esse placar, não?)

São 100 anos de Parque Antárctica… Palestra Itália… Allianz Parque…

Tanti auguri para a nossa casa linda e tão amada!! Que ela continue lar e abrigo dos parmeras por muitos séculos mais… e que, nela, o Palmeiras obtenha muitas e novas conquistas, para continuar a ser o maior campeão do Brasil. 

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Páscoa…..
Época de renascimento…
De renovar as esperanças, o amor, e partilhar a vida…

A Família Alviverde vive hoje a Páscoa em sua  plenitude. O nosso Palmeiras  renasceu, as nossas  esperanças são renovadas a cada dia, nossas alegrias estão sendo partilhadas. Nunca se teve tanta  confiança, tanta  esperança, tantas certezas, tantas alegrias, como nos dias de hoje. A paz renasceu em nossos corações.

Novas alegrias chegaram a nós…

Do trabalho sério e profissionalismo de muitos,  da força e do amor de milhões de torcedores… se levantou um gigante…

A Páscoa é oportunidade para agradecermos a Deus… por abençoar a nossa vida e nossos caminhos, por ter nos mandado Jesus para nos ensinar que tudo se transforma, que o que parece morte é vida, é renascimento… por nos mostrar que sempre há de vir o dia “de sol”, de alegria, o dia de paz no coração…

Sabemos o quanto lutamos por cada minuto dessa felicidade que hoje nos acompanha.

Esperamos, sofremos, tivemos que nos reinventar, mas nunca deixamos de acreditar. Porque aqui é Palmeiras!! E porque aprendemos a renascer todos os dias…

FELIZ PÁSCOA, FAMÍLIA ALVIVERDE!!!  Feliz Páscoa a todos! Muito amor e paz em seus corações e em seus lares.

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e recomeço…

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Antes de qualquer coisa, quero deixar bem claro que, como torcedora palestrina que sou, estou bastante satisfeita com o contrato de patrocínio do Palmeiras com a Crefisa/FAM (empresas de mesmos proprietários que estampam as suas marcas em nosso uniforme).  A parceria é muito boa para clube, ainda mais porque, ao exigir exclusividade no uniforme do Palmeiras – não podemos ter outros patrocinadores em nosso uniforme – e ter exposição ainda maior, a patrocinadora acaba tendo que pagar mais por isso, e nem poderia ser diferente.

O que pega, o que está errado, e é por isso que faço essa postagem, é a necessidade absurda dos proprietários da Crefisa de querer fazer as pessoas acreditarem que fazem um favor ao Palmeiras, de que não teríamos nos reerguido se não fosse a empresa, ou que patrocinam o Palmeiras por amor… Onde estava esse amor, essa palestrinidade toda, no início de 2013, quando estávamos com a corda no pescoço, falidos e na segundona? Quem nos socorreu mesmo, quem reergueu o Palmeiras, quem fez pelo Palmeiras o que ninguém tinha feito antes se chama Paulo de Almeida Nobre.

Outra coisa que pega, e pega muito mal, é o que essa vontade, nociva,  de quererem ser mais do que apenas patrocinadores, está fazendo ao Palmeiras. Todo mundo está vendo Mustafá (fortalecido pelos muitos conselheiros de sua chapa, que a dona da Crefisa ajudou a eleger),  sair da sombra onde ele passou quatro anos e ganhar exposição nos portais, falando todas as besteiras que acha conveniente (abre o olho, Palmeiras!). Mas, para qualquer bom observador – pena que nem todo torcedor o é – fica muito clara, muito exposta, a mentalidade retrógrada e tacanha do Sr. Mustafá. Ele ainda pensa que um clube tem que economizar, e só economizar. Não contaram pra ele que atrair receitas – pra se poder gastar na montagem de bons times -, como foi feito na gestão anterior, é que é o pulo do gato, ou melhor, do porco.

Ano passado, segundo o que foi amplamente divulgado na imprensa, somando Avanti, bilheterias, patrocínios, naming-rights, cota de TV, venda de jogadores, venda de camisas e produtos oficiais… o Palmeiras terminou o ano com uma receita de quase R$ 500 milhões (440 milhões do futebol + 48 milhões, aproximadamente,  do clube social ( clube, para onde iam, antigamente, boa parte das receitas do futebol, né Mustafá?).

Nesse inicio de temporada 2017, em apenas 5 jogos pelo Paulistão e 1 pela Libertadores, o Palmeiras arrecadou o equivalente a R$ 9.282.856,67, com média de R$1.547.142,77 por jogo, e levou ao Allianz Parque 170.853 pagantes, média de público de 28.475 pessoas. No jogo Palmeiras x Mirassol, o mais recente jogo em nossa casa, o Palmeiras levou ao Allianz 21.488 pagantes, e arrecadou R$ 1.123.41,02. Pra você ter uma ideia, no campeonato carioca, Fla x Ban, Bot x Flu e Vas x Bot, juntos, levaram aos estádios 16.143 pessoas, e arrecadaram R$ 678.110,00.

Se levarmos em conta que, no Brasileirão 2016, o Palmeiras arrecadou R$ 42,3 milhões, com uma média de  R$ 2.226.928 e 31.359 pagantes por partida, e sabendo que ele está na Libertadores, com boas chances de se classificar à próxima fase, já está classificado no Paulistão,  disputará Copa do Brasil e o Brasileiro (onde deverá repetir as boas arrecadações), não fica difícil calcularmos, ainda que aproximadamente, que o Palmeiras, apenas com as bilheterias como mandante, vai faturar por volta de 80 milhões, se não mais.

Já a patrocinadora,  segundo as notícias, pagou ao Palmeiras no ano passado o equivalente a R$ 66 milhões, mais os R$ 12 milhões pelos gastos anuais com Lucas Barrios. E, neste ano, pagará R$ 78 milhões ao Palmeiras mais R$ 200 mil mensais, como parte dos salários de Borja. As luvas de 1 milhão de dólares (R$ 3,13 milhões) serão divididas entre o Palmeiras e a patrocinadora. Coube à patrocinadora também investir R$ 63,8 milhões mas negociações de Dudu (pagamento dos outros 50% dos seus direitos, e, ainda segundo as notícias, esse dinheiro, seria descontado quando o contrato fosse renovado), Fabiano, Guerra e Borja. E, no caso de negociação desses jogadores, o dinheiro investido será devolvido aos patrocinadores.

É realmente um ótimo patrocínio, a Crefisa é parceira do Palmeiras, no entanto, se ela muito faz ao Verdão, ela muito recebe também, não é mesmo ? Quanto mais investe no time, mais exposição positiva, e além do uniforme, ela tem, em todos os segmentos onde isso é possível. E o retorno é muito grande (A FAM, por exemplo, que tinha aproximadamente 5 mil alunos antes do patrocínio, tem hoje 17 mil).  E é essa parte que não vemos ser escrita por aí… são esses números que não são citados nas entrevistas  que ouvimos  por aí…

Eu não entendo nada de contabilidade, mas fui atrás das informações que poderiam me mostrar se é mesmo um patrocínio de “caridade”, se realmente “pagam muito mais do que vale”, ou se a patrocinadora “vai muitíssimo bem, obrigada” depois que veio patrocinar o Palmeiras. E, mesmo sem entender do assunto, (sei ler, somar e subtrair muito bem), tive a impressão que os números da Crefisa aumentaram bastante desde que ela passou a estampar a sua marca em nosso uniforme… tive a impressão de que o Palmeiras é muuuuito vantajoso pra ela…

Talvez, eu me engane… talvez, minha impressão seja correta…

Senhoras e senhores, apresento-lhes os balanços patrimoniais da Crefisa (parte deles) de 2013/2014 (antes do contrato com o Palmeiras) e 2015/2016 (depois do contrato com o Palmeiras)… Tirem as suas conclusões…

Então, né? Quem é que se dá bem com esse patrocínio mesmo? Parece que a ajuda é mútua… parece que a coisa é muito vantajosa para as duas partes… parece que o Palmeiras faz valer – e muito – cada moedinha investida nele…  parece que tem gente contando uma historinha pela metade para o torcedor palmeirense, você não acha?

Palmeiras e Crefisa é parceria que dá muito lucro… para os dois.

“Pau que bate em Chico… bate em Francisco também.”

Tem uns torcedores (torcedores jornalistas também) que são uns bobocas mesmo , e devem ser assim, bobocas, em todos os setores da vida…

‘Retardado’ Oliveira, enquanto achava que ia ser campeão da CB (e não só nessa ocasião), provocava os torcedores do Palmeiras, provocava jogadores (pisou no Prass, foi gritar na orelha do Dudu), tirava sarro de todo mundo, era um deboche só, e a sardinhada achava lindo (a press idem)… O Palmeiras foi o campeão do torneio, e fez máscara do ‘Retardado’ – pra zoar mesmo, para dar o troco (isso é do futebol, tem a ver com rivalidade, e sempre existiu) – e, então, ficou todo mundo de mimimi, inclusive, ele…

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………………..Imagem relacionada

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Romarinho, depois de um gol, no Pacaembu,  foi até a grade, em frente à torcida organizada do Palmeiras, para comemorar… com a mão nos testículos, no gesto característico de provocação (ali, naquele momento,  foi uma irresponsabilidade a provocação, pois ela poderia ter desencadeado até mesmo uma tragédia)… e ninguém condenou o moço por isso… Numa outra ocasião, jogando fora do país, fez um vídeo para provocar o Palmeiras e os palmeirenses, de novo, e o time Lava-jato até usou a provocação em seu site…
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Edilson Capetinha, também num derby, ficou fazendo embaixadinhas com a bola no pescoço, provocando a torcida e desrespeitando os jogadores do Palmeiras… e, com exceção dos palmeirenses, todo mundo achou lindo, teve até quem tenha chamado aquilo de “futebol arte”…
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Jogadores do Corinthians, no treino, após uma vitória sobre o Palmeiras (uma ocasião em que Valdivia saiu lesionado), se divertiram imitando o chute no vácuo (inventado pelo Mago) e o momento da sua lesão… Apesar de,  no meu entender, isso ser apenas um demonstrativo da pequenez, como profissionais e como seres humanos, dos jogadores “lava-jato”, ninguém achou nada errado nisso, nenhum jornaleiro de ‘programicho’ esportivo desceu a lenha neles… e ficou tudo na conta do “isso é do futebol”

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As provocações são muitas, dos profissionais de imprensa também… Para fazer graça, ou até mesmo por rivalidade, falam e escrevem cada coisa, fazem gozação com clubes, técnicos e jogadores… e está tudo certo, “é do futebol”

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“Agora sim” é ótimo, né?

………………..Será que só o Palmeiras usa o tal “GPS”, e só ele o utiliza sob esse mesmo suporte?

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Quem não lembra, ou não ouviu falar, de Viola, imitando um porco em provocação aos palmeirenses, num derby de final de campeonato (no jogo seguinte, de paura, estava vomitando no vestiário antes mesmo do jogo começar, antes de levar 4 x 0 no lombo)… e ninguém achou condenável o que ele fez, pelo contrário, acharam tão divertida a provocação, “isso é do futebol”

Vampeta, Sheik, Romário,  Diego Souza, Leo, Lucas Lima, Felipe (que disse: “ganhar roubado é mais gostoso”, depois de o Flamengo ser campeão graças a um gol escandalosamente impedido) … a lista é enorme, e as provocações são sempre “coisa do futebol” (e são mesmo, a reação dos provocados também é ), menos quando quem provoca  joga no Palmeiras (Valdivia, Dudu, Felipe Melo…),  aí a implicância/perseguição da imprensinha transforma a  coisa em crime inafiançável, com direito à pública” execução, em cadeira elétrica”, do provocador…

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E não foi diferente depois do último domingo… Antes do jogo entre Palmeiras e Santos, no Aquário,  Lucas Lima – que é muito falastrão e adora provocar antes da hora (e depois tem que engolir  o sapo) disse que ia rir da cara do Felipe Melo…  As sardinhas torcedoras, por sua vez, provocaram o Pitbull o jogo todo, e desde antes do jogo – até mesmo durante a execução do hino, quando dirigiram um monte de impropérios para vários jogadores do Palmeiras, inclusive, Felipe Melo -, e estava tudo bacaninha, era tudo coisa do futebol… E então, o Palmeiras virou o jogo, saiu com a vitória, e o Pitbull, claaaaaaaaro, devolveu a provocação (e foi sábio em fazê-lo depois de o Palmeiras ter vencido, quando era ele quem “estava por cima da carne seca”, ou seria da sardinha seca?). E começou o mimimi…

Afinal, eles não gostam de provocar ninguém, não é mesmo?

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ENTÃO, NÉ?  SE NÃO SABE BRINCAR, NÃO DESCE PRO PLAY!!

 

 

 

Que o Palmeiras – bem sucedido, ganhando campeonatos, com muitas e boas receitas, com o melhor elenco do país, com um patrocinador forte, com uma torcida apaixonada/parceira/patrocinadora – incomoda os rivais, a gente sabe… que ele incomoda, muito, os torcedores (rivais) “profissionais” de imprensa, já estamos até carecas de saber…

O Palmeiras não tem culpa de estar na excelente situação em que se encontra hoje,  não tem culpa de ter as melhores rendas (no Paulistão 2017, até agora, o Palmeiras arrecadou mais que Corinthians, São Paulo e Santos juntos, no Brasileirão 2016, foram aproximadamente 42 milhões em bilheterias); não tem culpa de ter o programa de sócio torcedor com mais adesões; não tem culpa de ter um patrocínio forte, enquanto a maioria dos times no Brasil, cujas administrações beiram o amadorismo, não consegue patrocinador, enquanto a maioria deles se sustenta às custas do dinheiro público da CAIXA, o banco estatal que é patrocinador máster da maioria dos clubes brasileiros (e nenhum jornalista vê nada errado numa estatal que acha necessário aumentar a prestação do “Minha Casa Minha Vida”, mas injeta muitos milhões em mal administrados clubes de futebol).

O Palmeiras também amargou um período sem um patrocínio máster que valesse a pena… também amargou um período de vacas muito magrinhas… Ninguém queria investir no clube desestruturado, que ia disputar a segundona, que estava falido e sem receitas…

Só que o Palmeiras, administrado por Paulo Nobre, consertou e estruturou a casa para que o clube passasse a ser atraente, financeiramente falando, para os investidores (com exceção de Paulo Nobre, ninguém, nenhuma empresa, coloca muitos milhões num clube se não for para ter retorno/lucro muito bom), e talvez seja essa a “culpa” do Palmeiras, que tanto incomoda “torcedores jornalistas” e pseudo jornalistas por aí: o trabalho e a seriedade que serviram para estruturar o clube, para torná-lo rentável e uma excelente opção de investimento  – foi por esse motivo, por ter se tornado um clube no qual valia a pena um patrocinador investir, é que a Crefisa veio expor a sua marca em nossas camisas. Se não fosse por isso, por querer investir de maneira segura, e se fosse apenas para ajudar, como dizem alguns, ela teria vindo antes, quando estávamos a help, atolados em problemas e sem nenhuma moedinha no porquinho, não é mesmo?

Tentaram de todo jeito encontrar algo errado, condenável, na maneira em que Paulo Nobre, no início da sua gestão, emprestou o seu dinheiro ao Palmeiras, mas não conseguiram (a dívida com ele atualmente, e segundo as notícias, já foi paga em mais de 50% do seu total). Tentam, então, achar algo errado no patrocinador máster do Palmeiras – que investe uma boa quantidade de dinheiro no clube sim,  mas tem um retorno muito bom também, claro (tem centuplicada cada moeda investida no Palmeiras, ou seja, ganha muito mais dinheiro do que investe). Tentam diminuir o Palmeiras usando o seu patrocinador…

A Crefisa (Crefisa e FAM, dos empresários José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, são os patrocinadores do clube) não administra o Palmeiras, não é a dona do Palmeiras como tanto tentam fazer parecer algumas pessoas, tampouco é a tábua de salvação do clube como insistem em dizer alguns – até mesmo, e infelizmente, os donos da empresa. A Crefisa é parceira, uma excelente parceira, e a parceria é ótima para os dois lados, clube e empresa ganham bastante com o contrato de patrocínio. A empresa dá e recebe de volta, e recebe muito; em exposição da marca e, consequentemente, em muito dinheiro. O patrocínio gira em torno de apenas 20% das receitas da SEP, portanto, o Palmeiras não é dependente da “caridade” dos proprietários da Crefisa. O Palmeiras tem uma parceria forte, tem um bom investidor ao seu lado, mas a vontade de desvalorizar/atacar o Palmeiras – o rival bem sucedido – é tanta, que esse patrocínio acaba sendo uma das pautas preferidas da imprensinha, e os patrocinadores, infelizmente, entram nessa. Colocando a vaidade em primeiro plano, e adorando a visibilidade que têm agora, embarcam na canoa furada da avidez de alguns profissionais de imprensa de querer  ignorar a importância da marca Palmeiras.

“Sai do Armário” Cezar, o torcedor flamenguista e jornalista – figurinha carimbada em ter raivinha do Palmeiras -, entrevistou o dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia, para o seu blog no portal UOL (espn.uol.com.br)… e algumas coisas me pareceram incoerentes… nas respostas do empresário, e também nas perguntas, que, a mim, deram a impressão de conduzir a uma resposta específica, que o entrevistador, talvez, quisesse muito ouvir/ler, e que serviu até de título para a matéria.

Vejamos…

Ele paga mais do que vale, mas diz que compensa… Se compensa, então vale o investimento, não é mesmo?

O próprio entrevistador admite que só fixou a marca “Crefisa” depois que ela passou a patrocinar o Palmeiras;  o investidor diz que vale a pena investir em futebol, revela que faz anúncios na Globo há anos (imagine quanto dinheiro foi investido nisso) e, mesmo assim, muita gente – o entrevistador, inclusive – só passou a conhecer a sua empresa DEPOIS QUE ELA TEVE A SUA MARCA ESTAMPADA NA CAMISA DO PALMEIRAS (então, a parceria com o Palmeiras foi muito boa para o patrocinador também, não é?). Uma declaração bastante significativa, que mostra que não há ninguém fazendo benemerência nessa parceria, e que ela só existe porque é muito vantajosa para clube e empresa.

De novo, o empresário afirma que o patrocínio é um ótimo negócio (pra sua empresa). Diz que o retorno é excelente e que vale a pena patrocinar

 

Mesmo com a afirmação do empresário de que a Crefisa e o Palmeiras já tinham combinado que, quando ela banca a contratação de um atleta para o clube o Palmeiras fará a devolução, sem juros e sem correção monetária, do valor pago no jogador, o entrevistador imagina/supõe/adivinha/chuta que, se algum deles for vendido, o Palmeiras vai querer usar o dinheiro para fazer novas contratações (nas entrelinhas, parece que ele acha que  o clube não vai honrar o combinado, vai dar um “perdido” no patrocinador). E o empresário, que gosta tanto do Palmeiras e do presidente atual, mostrando não ser muito perspicaz ao responder, diz que “sabe bem disso (que o clube vai querer o dinheiro para novas contratações) e que não é bobo”.

E então, uma declaração  intrigante…

Segundo o empresário, ele pagou a reforma e a construção do Centro de Excelência – mais ou menos R$ 6,5 milhões  de um total de R$ 8 milhões do investimento total.

Uéééééé…

Se o total do investimento era de R$ 8 milhões, como afirmou o empresário, e se Paulo Nobre deu R$ 4 milhões, se um fundo parceiro também ajudou na construção, no início, então tem algo errado nesse “a estrutura e o Centro de Excelência paguei a reforma e a construção”,  e também tem algo errado na conta desse “de aproximadamente R$ 8 milhões paguei uns R$ 6,5 milhões”…  E nenhum jornalista procura checar essa informação que não bate… parece até que é mais interessante vender a falsa ideia de que sem a patrocinadora o Palmeiras não seria nada.

As notícias de alguns meses atrás são diferentes do que nos é falado agora, não é mesmo? Até Alexandre Mattos – de quem José Roberto Lamacchia fala tão bem – confirma que Paulo Nobre terminava a obra com recursos próprios…

Acho que está na hora de a Crefisa ser uma grande parceira também nas declarações de seus proprietários. Está na hora de assumir que se deu muito bem ao resolver patrocinar o Palmeiras, e que se faz assim, se investe valores considerados altos para o mercado (o que determina se um valor investido é alto ou não é o retorno que ele dá) o faz porque tem uma grande compensação financeira, que justifica o investimento feito, que a relação com o clube é de parceria e não de favor.

Acho que está na hora, também, de ficarem mais espertos com a mídia e jogarem no time do parceiro, porque, se resolverem fazer o jogo da maioria dos parciais, despeitados e tendenciosos “jornaleiros”, se escolherem apenas estar “bombando em toda e qualquer notícia”,  estarão jogando no time dos clubes rivais ao clube onde investem o seu dinheiro, estarão jogando contra o seu próprio investimento.

E essa insistência em querer não reconhecer, de tentar diminuir o que fez o presidente anterior, em querer ter uma importância maior do que a que teve Paulo Nobre para o Palmeiras, é luta perdida. Paulo Nobre é palmeirense, de sangue e alma (era torcedor de arquibancada), sempre esteve envolvido com o clube, com a política do clube, e ajudou – até mesmo financeiramente – em outras gestões. Seguiu um longo caminho, não caiu de paraquedas na cadeira de presidente e fez um bem imenso ao Palmeiras – quem quiser fazer o mesmo, tem que esquecer os “atalhos” e seguir no caminho certo.

E, gostem dele ou não, Paulo Nobre foi o divisor de águas, merece reconhecimento, respeito e muita gratidão, foi um dos melhores presidentes palestrinos de todos os tempos (pra mim, foi o melhor), e já está na história da Sociedade Esportiva Palmeiras… pra sempre.

E quanto aos “jornalishtaish”… que continuem “verdes” de inveja… 😉

Palmeiras x SPFW, no Allianz Parque… mais de 36 mil palestrinos, ansiosos, sorridentes, aguardavam o apito inicial…

Tche Tche, nosso motorzinho, estava de volta; Mina, nosso motorzão da zaga, também… Eduardo Baptista escalara Prass, Fabiano, Mina, Mito, Egídio, Thiago Santos, Tche Tche, Michel Bastos, Guerra, Duduzinho e Willian… Borjão da Massa estava no banco, Jean, Zé, Dracenão e Keno também estavam; o Pitbull, que havia tomado um amarelo pra lá de mandrake, encomendado, estava suspenso; Moisés, lesionado, continuará fora do time pelos próximos seis meses…

Torcedores sempre ficam tensos em clássicos e, ao mesmo tempo, se sentem confiantes, esperam grandes atuações, goleadas… ainda mais quando o adversário é mais do que um rival, é um inimigo de longa data. Ter grandes expectativas com esse timaço atual do Palmeiras é  natural, espontâneo, ainda que os ‘mimizentos’ vivam reclamando do técnico – mesmo nas vezes em que o técnico não merece – , no entanto, a parmerada não estava achando que seria tão fácil… de novo, e nem que aconteceria… de novo.

Cantamos o nosso hino, nos emocionamos… festejamos nossos craques… A torcida, linda, gritou o nome do Eduardo Baptista, gritou o nome do Vitor Hugo (é dessa maneira que se joga com o time, e não perseguindo os que se vestem de verde e branco)… Fizemos um minuto de silêncio – de aplausos, na verdade – para o Moacir, um dos fundadores da Mancha, que fora covardemente assassinado…

E, então, o clássico começou.

Logo de cara, já percebemos que o Palmeiras não ia dar mole para os bambis; com dois minutos de jogo, Michel Bastos, lá da direita do ataque, arriscou um chutão de fora da área, e a bola pegou a rede pelo lado de fora. Achei (todo mundo achou) que a bola ia entrar.

O Palmeiras era ofensivo, aguerrido, e marcava a saída de bola do adversário muito bem… os bambis pareciam temerosos, talvez, pelo retrospecto  – em Paulistas, não ganham do Palmeiras desde 2009, e no Allianz, até hoje, ainda não conseguiram ganhar nem um pontinho -,  alguns jogadores deles, algumas vezes, pareciam nem saber o que fazer com a bola.

Em compensação, o árbitro… ah, o árbitro… esse parecia saber muito bem o que fazia. Ignorava todas as faltas que o Palmeiras sofria perto da área – mesmo as mais escandalosas -, transformava nossos escanteios em tiros-de-meta, deixava Duduzinho apanhar e nem falta marcava…  ele tinha um critério para as infrações do Palmeiras e outro, bem diferente, para as infrações dos bambis.  E, por isso, era “homenageado” muitas vezes pela torcida…

Só dava Palmeiras no jogo – com Tche Tche em campo é outra coisa. Ele joga muito -, os bambis eram um arremedo de time, mas, mesmo assim, o nosso gol não saía…  O toque de bola do Palmeiras era bonito, veloz, envolvente, com bola no chão (essa bola no chão me agrada muito), mas parecia faltar um acerto antes do último passe… Embora o Palmeiras fosse muito mais ofensivo do que o adversário, faltava chegar de maneira mais incisiva, faltava emoção. O primeiro tempo se desenrolava meio morno e, para atrapalhar, os leonores estavam sempre parando o jogo, precisando de algum atendimento, sempre tinha um caído… todos vítimas daquela velha e conhecida “lesão”: ‘paura cerosa purulenta’.

Bambi Ceni, diplomado no “supletivo de técnico” na Inglaterra, enquanto via seu time totalmente inoperante, sendo anulado pela defesa do Palmeiras, enquanto via a sua defesa, horrorosa (ainda bem que ele foi goleiro e entende de defesa, né?), tomando umas entortadas e enfiadas de bola, ficava lá na lateral fazendo pose, sem ao menos tirar a mão do bolso. Era “homenageado” pela nossa torcida também.

A placa de  3 minutos de acréscimo já tinha subido, o relógio marcava 45′ e, muito provavelmente, iríamos levar o empate para o intervalo…

E então, Egídio, na lateral, bem próximo da linha do meio de campo, bateu a carteira do distraído Buffarini e tocou para Dudu… e então, o Allianz parou até de respirar… Duduzinho lindo resolveu botar fogo no jogo e, de muito longe, olhou, viu o discípulo de Bambi Ceni adiantado,  e bateu pro gol encobrindo o goleiro (Denis, que fez todo mundo lembrar do M1CO na hora, estava ‘adiantadérrimo’,  já estava em Maio, no mês das noivas, quando Dudu, em Março, chutou)…

Como se fosse um Da Vinci pintando a sua Monalisa, Duduzinho fez uma pintura, uma verdadeira obra de arte, um gol m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o!! Nós ficamos olhando a longa trajetória da bola… encantados, sem falar, sem respirar…  E com que perfeição ela  foi morrer no fundo da rede…

A torcida enlouqueceu no gol de Dudu… o grito de gol foi um estrondo que fez o Allianz tremer, todo mundo gritava alucinado (só tínhamos vontade de gritar, gritar muito), todo mundo se abraçava… De novo, um golaço, e, de novo, por cobertura; de novo, em cima do inimigo, de novo no gol que nomeamos “Rogério Ceni” (o do Gol Norte). Vaidar, você tinha razão, meu caro, tem clube se apequenando mesmo, você só não sabia que era o seu, né?

Não basta apenas uma falha, um goleiro adiantado, para se fazer um gol desse… é preciso a percepção e o chute perfeito do craque. Sem isso, o goleiro pode falhar quanto quiser, que um gol desse não sai de jeito nenhum (Rogério Ceni, o técnico bambi, sabe bem como isso acontece)…. Méritos totais do Duduzinho.

Nossos jogadores correram levantar o Pequeno Gigante para festejar a maravilha de gol que ele fizera, e ele parecia até meio sem jeito pra comemorar  a sua obra prima… Eduardo Baptista vibrava como se estivesse na bancada… Que momento, amigo palestrino, que momento…

O intervalo foi ruidoso, festivo, a parmerada, contente com o Palmeiras que via em campo, não parava de conversar sobre o gol e comemorar. Voltamos para o segundo tempo com a imagem do gol em nossa memória… olhávamos um para o outro e dizíamos/pensávamos: “De novo por cobertura?”  hahahaha Ninguém tirava mais o sorriso da nossa cara.

Quando o Palmeiras voltou, e até que a bola rolasse de novo, não nos demos conta de que ele voltara “de fraque e cartola”… Que segundo tempo espetacular ele faria.

Só dez minutos tinham se passado – o Palmeiras já tinha ido na área dos bambis algumas vezes -, quando Michel Bastos, pela direita, achou Tche Tche pertinho da área… ‘Yaya’ Tche Tche ajeitou a bola e, de esquerda, bateu forte no canto , fazendo 2 x 0.  E saiu batendo no peito e dizendo: “Eu não, Deus”, antes de sumir no bolo de jogadores que foram comemorar com ele. Eduardo Baptista, morrendo de alegria, puxava a própria camisa, batia no escudo do Parmera em seu peito… Foi um gol lindo. E que delícia a sensação de bater “azinimiga” de novo. A festa no chiqueiro pegava fogo…

O SPFW, perdidaço, dava espaços para o Palmeiras e ele ia pra cima (alguns jogadores leonores pareciam que não viam a hora do jogo acabar)… Pratto, pesadão, não assustava ninguém. A torcida cantava e vibrava como sempre…

Eduardo chamou Borja pro lugar de Willian. “Ole lê, ola lá… o Borja vem aí e o bicho vai pegar”.

Cabeçada de Egídio… uma grande defesa, meio milagre, de Denis…

Passe lindo de Guerra pra Borja, ele chuta forte, mas a bola vai por cima do gol…

Era uma atrás da outra, os bambis, atordoados, estavam praticamente nocauteados. E o Palmeiras jogava bonito, jogava do jeito que a gente gosta, do jeito que a gente quer ver o Palmeiras jogar, do jeito que eu acho que Eduardo Baptista vai nos fazer jogar sempre, tão logo esse time e esquema encaixem, e tomara isso aconteça. Mesmo ganhando, e com o adversário já batido, o Palmeiras ia pra cima, e Eduardo Baptista dava uma aula para a Borboleta-Mor…

Denis cobrou o tiro de meta e Thiago Santos devolveu de cabeça pro ataque; Michel Bastos ficou com a bola e lançou Borja, que tinha Douglas em seu encalço. Borja levou a melhor, mas quando chegou na cara de Denis foi empurrado pelo são paulino e foi para o chão, Denis se atrapalhou todo, a bola passou por ele, e Guerra, esperto, chegou rápido para empurrar pro gol. Com goleada é mais gostoso!

Com muita festa na torcida, aos gritos de “Olé”, com o Palmeiras em tarde de gala e  infernizando as vizinhas, o jogo seguiu… e, aos 48′, pra alívio dos leonores (o jogo poderia durar dois dias que eles não iam conseguir fazer nada), e com muita alegria verde , o juiz encerrou a partida.

E, mais uma vez, o recado foi dado: No Allianz, o “sorvete” é com cobertura sim! Tchuuuuupa, bambi!

 

Texto publicado em 08/03/2015 e editado em 2017.

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Guerreira, forte, mãe dedicada, sexo frágil, batalhadora, intuitiva, sexy, que não desce do salto, que não fala palavrão, que fala palavrão, que trabalha fora, que cuida do lar, que faz as duas coisas, recatada, despudorada, desinteressada, interesseira, que sabe cozinhar, que não sabe cozinhar, que tem filhos, que não tem filhos, que não gosta de futebol, que não vive sem futebol,  “boa de cama”, “o alicerce do lar”, “que suporta todas as dores”, “que adora fazer faxina” (o.O)”,  “que dá colo pra família inteira”… Uffa!

Quantos rótulos nos dão, quantos “TEM QUE” ou “NÃO DEVE” ouvimos a vida toda (e acabamos dizendo e rotulando também)…

Eu desejo às minhas amigas, parmeras e não parmeras, desejo à minha filha, à todas as mulheres do mundo, principalmente às que são tão massacradas por sociedades machistas, o mesmo que desejo pra mim… a liberdade de apenas “ser”… que possamos ser apenas mulheres, de acordo com a essência de cada uma de nós, e do jeito que bem entendermos!! O único rótulo que nos cabe é esse “MULHER”, e ele já diz tudo, já faz toda a diferença!

E que não nos esqueçamos, nas relações pessoais, de trabalho, ou em qualquer outra, o melhor “veneno” contra o machismo de alguns é, e sempre vai ser, o amor próprio, o cuidar de si mesma com muito amor, respeito e responsabilidade, o “não permitir ser desvalorizada, diminuída”, o “não me faz feliz, não é recíproco, então, não quero”…  ainda que isso não resolva tudo, certamente será meio caminho andado.

FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES, SUAS LINDAS!!

E que as palestrinas tenham como presente hoje uma bela e deliciosa vitória do Verdão! 😉

Depois da goleada de carnaval  na Ferroviária, foi a vez de o Palmeiras enfrentar o Red Bull, em Campinas. Seria nosso último teste, uma última oportunidade de experimentos antes da estreia na Libertadores…

Porque tinha chovido bastante, o gramado estava cheio de poças d’água, e isso atrapalhava o toque de bola dos ‘parmeras’, mas, mesmo assim, o Verdão fez um bom jogo, soube se impor na casa do adversário e foi aprovado com méritos.

Logo nos primeiros minutos – nem tínhamos reclamado do campo encharcado ainda – , o Verdão balançou a rede do Red Bull… Cobrança de falta marota de Egídio, cheia de veneno,  e o goleiro tirou de manchete, do jeito que deu, a bola sobrou pra Dudu tentar concluir, mas ele acabou mandando a bola  na direita, onde estava Willian; o Bigode, esperto, só teve o trabalho de completar pro fundo da rede. E na alegria da comemoração, como tem acontecido sempre, jogadores que chegaram agora, e jogadores que já estavam aqui antes,  num abraço e alegria gigantes, nos mostravam o quanto o grupo está unido.

O Verdão pressionava o Red Bull, marcava forte, procurava criar as jogadas, e era cada enfiada de bola, que assustava o Red Bull; o adversário, embora já tivesse feito uma tentativa num chute de fora da área, que Prass tirou de mão trocada,  não conseguia nem trocar passes direito, e nas vezes em que botou alguma pressão no Palmeiras não chegou mesmo a nos assustar. Adversário, que tinha o Valentim como técnico, o nosso ex-auxiliar técnico, que trabalhou com Cuca, com MO… e devia estar doidinho pra ganhar da gente.

O árbitro, naquele esquemão manjado, usado pelas arbitragens  em jogos do Palmeiras, ignorava algumas faltas (pra cartão) que o Palmeiras sofria… Guerra foi atropelado em campo, os jogadores do Palmeiras cobraram amarelo do árbitro, mas ele nem pensou em punir o “atropelador”… se as camisas fossem contrárias, certamente nem precisaria um atropelamento para o cartão sair do bolso dele (teríamos a comprovação disso mais à frente)…

Palmeiras no ataque, a bola sobra pra Willian, que mata no peito e é derrubado; o juiz nada marca (essa falta em Willian foi muuuuito mais falta do que a que a falta – que não existiu – que o árbitro, e só ele, veria Felipe Melo fazer mais tarde)…

O Red Bull tentava dificultar a saída de bola do Palmeiras, e o jogo ficou mais equilibrado, porém o Palmeiras continuava tentando criar jogadas, continuava em busca de mais um gol.

Lembra do atropelamento do Guerra, sem cartão para o atropelador? Lembra do zagueiro acertando bola e Willian na área? Então… Como se fosse uma “encomenda”, o árbitro deu um cartão amarelo para Felipe Melo, por uma falta que ele não cometeu, uma falta que nem existiu, tirando-o do próximo jogo do Paulistão contra o SPFW…

E pensa que apareceu algum jornalista reclamando falta de caráter de alguém? Pensa que o tribunal burlou alguma regra do futebol para anular o cartão dele como fez com o do jogador do time que tem o apito por muleta? Na na ni na não… A regra é clara, não se pode cancelar nada que que tenha sido decidido por um árbitro durante uma partida, nem mesmo cartões dados equivocadamente, a não ser quando isso é feito no trambique… para ajudar determinados times…

O Palmeiras voltaria do intervalo com Michel Bastos, no lugar de Guerra, e Borja, no lugar de Willian.

E o Borjão da Massa começou a preocupar os defensores adversários, puxou um contra ataque com Michel Bastos e quase que Dudu marcou – eu achava que Borja parecia meio ansioso para balançar a rede logo -; no entanto, o Red Bull conseguia criar chances, achava uns espaços…

O rendimento do Palmeiras caíra, não era o mesmo do primeiro tempo, a chuva também tinha voltado. Eduardo Baptista chamou Guedes para o lugar de Keno.

O Red Bull, por sua vez, tentava crescer no jogo, mas o Palmeiras, mesmo rendendo menos, continuava a buscar mais um gol.

Guedes foi lançado, o goleiro saiu na bola, tirando-a com os pés, ela desviou no jogador do Red Bull e voltou para Guedes. Ele girou e tocou, encobrindo o goleiro, mas a bola bateu na trave e foi pra fora… que pecado, teria sido um gol lindo.

As 34′, Roger Guedes interceptou um passe de Luan, a bola ficou com Zé Roberto… ele deu um passe lindo demais, com uma baita categoria, para Guedes… que entrou na área e fuzilou o goleiro, marcando o segundo do Verdão.

A parmerada, que estava em peso no Moisés Lucarelli fazia a festa. Faltava o gol de alguém… alguém que pareceu bem iluminado em sua estreia…

O Red Bull, que tentava chegar e tomou o segundo, sentiu o gol, claro, e o Palmeiras aproveitava para ir pra cima. No entanto, aos 42′,  num erro de marcação da nossa zaga, o adversário descontou… 2 x 1. E claro que, com a diferença de um gol, o juiz, que no final do primeiro tempo dera apenas dois minutos de acréscimo, ia resolver dar quatro minutos agora , não é mesmo? Imagina se não?

E então… aos 48′, após a cobrança de falta, Borja fez o pivô (o zagueiro não achou nada e ficou no chão) e tocou na saída do goleiro… ‘borjamente’ perfeito, preciso… pra enlouquecer a parmerada e fechar a conta e o jogo.

“Ole lê, ola lá… o Borja já chegou e o bicho já pegou”.

Tudo certinho com o Palmeiras no Paulistão, líder do seu grupo, com 15 pontos, 8 à frente do Novorizontino…

E VAMOS ATRÁS DA LIBERTADORES AGORA… BOOOOORA BUSCAR ESSA VITÓRIA, VERDÃO!!