Sorvete-AllianzParque

Sabe aquela sorveteria italiana, que tem uns sorvetes maravilhosos, a Diletto? Ela fez uma parceria com  o Allianz Parque para criar um gelato com um sabor especialíssimo… o sorvete Allianz Parque.

Não é demais isso, amigo palestrino? Um sabor de sorvete especial para a nossa torcida?

Esse nosso sorvete estará à venda em todos os postos de venda da Diletto, que também terá uma gelateria no Allianz Parque, é claro.

Mas você deve estar curioso para saber que sabor é esse, que cor terá esse sorvete, não é mesmo?

Um dos desafios na criação desse sorvete foi escolher uma cor que representasse festa, celebração e congraçamento. A cor verde seria muito óbvia. O nosso sorvete precisaria de um toque ainda mais especial. O Allianz Parque e a Diletto queriam algo genuíno como nosso amor pelo futebol jogado como se fosse arte, nosso fervor quase religioso pela música, nossa paixão por uma boa conversa.

O café foi escolhido como o protagonista. Presente na história do Brasil e na de milhares de imigrantes que vieram até aqui trabalhar no cultivo. Além disso, é apreciado pelos italianos tanto quanto o vinho, na forma única e especialíssima do espresso. E café não é coisa só de italianos, não. Qual o brasileiro que não gosta de um bom café, não é mesmo?

No entanto, o café nunca é apreciado sozinho, assim com um craque sempre tem um parceiro ao lado. A baunilha foi escolhida a companhia perfeita para o café. O resultado é um gelato com sabor único, que contrasta a forte personalidade do café, com a sutileza da baunilha.

Eu adoro café, costumo fazer algumas sobremesas que levam essa bebida e o resultado é excelente. O nosso sorvete de café com a companhia da baunilha, que eu também adoro, deve ser algo delicioso. Não sei você, palestrino, mas eu não vejo a hora de me ver dentro do Allianz, na companhia dos amigos, vendo o Palmeiras jogar, gritando gol e tomando um sorvetinho sabor Allianz Parque. Que tudo, não é mesmo?

Falta pouco… e vamos poder dizer: Valeu a pena esperar!!

Fonte: http://www.allianzparque.com.br/blog/2014/04/allianz-parque-e-diletto-lancam-sorvete-oficial/

Depois de ter sentido na pele o que as arbitragens fizeram com o Palmeiras nos “mata-matas” do Paulistão, depois de ter visto o Bragantino arrebentar nossos jogadores – com a conivência do juiz, que não puniu ninguém – e tirar o Mago, o nosso mais talentoso jogador, da semifinal; depois de ter visto Alan Kardec ser agredido por duas vezes na semifinal contra o Ituano, e, por isso, ter saído de campo lesionado ainda no primeiro tempo, sem que seu agressor tivesse sido expulso; depois desse “enfraquecimento forçado” do Verdão, fator determinante para tirá-lo da final do campeonato, eu não poderia deixar de escrever sobre o futebol do último final de semana.

No País da Copa do Mundo, dos estádios superfaturados e não-acabados, construídos com dinheiro público; no país do Fluminense, que é rebaixado, e volta à série A na mutreta armada para rebaixar a Lusa; no país em que o torcedor (do Ituano), num programa de rádio, agradece ao seu zagueiro, por ele ter quebrado o jogador adversário (Kardec) e “ter conquistado o campeonato nesse lance”; num país como esse, o futebol não poderia ser uma maravilha mesmo. Mas o que se viu na reta de chegada de alguns estaduais, é para deixar o Cristo Redentor, no RJ, e a estátua do Borba Gato, em SP, querendo comprar passagem, só de ida, pra Argentina.

Nesse último domingo, nas finais dos campeonatos paulista e carioca, as arbitragens nos mostraram que não sabemos nada sobre o futebol e suas regras disciplinares.

Ao acompanhar as decisões do final de semana, me senti como aquelas mulheres que não manjam niente de futebol, que desconhecem a regra de impedimento, que nem desconfiam porque aquele homem de calção preto, que usa uma camisa igualzinha à do Corinthians, sopra o apito quando alguém cai naquele lugar do campo com uns retângulos pintados na grama, e que fica perto do jogador que pode por a mão na bola. Na verdade, sem conseguir associar o que via acontecer em campo ao que sabia de futebol, fiquei com a impressão que as regras todas mudaram.

NO RJ…

Partida final entre Vasco e Flamengo pelo campeonato carioca; nos últimos minutos da partida, o placar apontava 1 x 0 para o Vasco, resultado que faria o time de São Januário campeão. O Flamengo precisava do empate para ficar com o título, mas, com o relógio caminhando para a última volta do ponteiro, a situação dos rubros-negros parecia muito difícil e a fatura praticamente liquidada…

Só que, aos 45′, num ataque do Flamengo, a bola bateu na trave, Márcio Araújo (o Caramujinho) ficou com o rebote, empatou a partida, e o título do campeonato mudou de mãos.

Que sorte do Flamengo! SORTE???? Sorte de ter um árbitro, por acaso torcedor, que ‘não viu’ o lance, não é? Sorte os auxiliares também ‘não terem visto nada’ (não é o que mostram as imagens).

O Sr. Marcelo de Lima Henrique, da foto acima, validou o gol de Márcio Araújo, que só chegou na bola em condições de mandá-la pra rede, porque se beneficiou de uma posição irregular. Estava “impedidaço”! Pelo menos, eu costumava achar que esse tipo de lance era impedimento, mas já não sei mais se é, uma vez que a arbitragem, mesmo tendo visto claramente a posição do jogador, nada assinalou.

E, assim, com um “erro grosseiro”, o título foi tomado do Vasco e dado de bandeja ao Flamengo. Nessa batida, o Vasco vai ser vice “ad eternum”.

Dá uma olhada no tamanho do impedimento que os auxiliares viram muito bem:

 Impedimento-Flamengo1

Num país com tantos “erros” de arbitragem, como pode a FERJ escalar um árbitro – que já cometeu outros grandes erros -, para apitar a decisão do time… dele?

E para completar a lambança, e aguçar ainda mais a desconfiança sobre esse título que caiu no colo do Flamengo, a gente volta no tempo e lê  o que a esposa, vascaína, do árbitro flamenguista, escreveu numa rede social, dias antes da partida: “Quanto ao Vice isso já é certo”… “qualquer coisa a gente comemora o campeonato como vice de novo, mesmo. kkkkkkkk”. E não é que, graças ao marido dela, ela acertou na profecia? Que coisa, não? Só eu achei estranhíssimo uma torcedora fazer piada com o que seria (mais) um possível vice campeonato (mais uma desgraça) do seu próprio time?

Que horror, não? Só por isso, para evitar qualquer problema, o árbitro da partida jamais deveria ser o marido dessa senhora, não é mesmo? É muita coincidência para ser só coincidência… Tudo tão suspeito… E valendo título… Tão fácil colocar a culpa num “erro” e pronto.

E para fechar com chave de (des)honra essa lambança (mais uma) do futebol carioca, ao final da partida, o goleiro flamenguista, Felipe, esquecendo os valores morais e o profissionalismo no vestiário,  zombou e tripudiou dos adversários e do próprio futebol, dizendo que “ganhar roubado é mais gostoso” (então, até ele confirma que foi roubado?). Nossa! Como ele é “esperto”, não? “Profissionalíssimo o cara”! Perdeu uma grande oportunidade para ficar de boca fechada.

E pensar que a Justiça Desportiva puniu Valdivia, com uma pena inédita no futebol brasileiro, por um “sorrisinho” que incomodou o promotor… Tenho quase certeza que a tal Justiça Desportiva será omissa agora. Quer apostar que não vai acontecer nada com o goleiro das “trancinhas” com as cores favoritas dos promotores? Quer apostar como não vai aparecer nenhum promotor para enquadrá-lo em nenhum artigo? Quer apostar como a imprensa toda vai publicar um monte de notícias dizendo que foi… piada?

E depois não sabem porque o público é cada vez menor nos estádios do RJ e do Brasil. O futebol brasileiro, com seus campeonatos de cartas marcadas, vai enchendo o saco de todo mundo e perdendo o brilho dia após dia.

EM SP…

E se no RJ, foi vergonhoso ver o título ser tirado do Vasco e dado ao Flamengo, graças a um “erro” de arbitragem, em SP, só não aconteceu o mesmo porque o Ituano levou a melhor nas cobranças de pênaltis e evitou que o título fosse parar nas mãos do Santos. Mas os dois times só chegaram a esse tipo de decisão, porque o árbitro da partida, Raphael Claus, deu uma mãozinha para o time da Vila, quando marcou uma penalidade em Cícero. Com o gol marcado, o Santos conseguiu tirar a vantagem do empate do Ituano e levar a decisão para a loteria dos pênaltis.

Acontece que a penalidade assinalada pelo árbitro não existiu, e, ainda que tivesse existido, na jogada que originaria o lance houve uma irregularidade. O jogador Cícero, que sofreria o tal pênalti, estava em completo impedimento  antes de  ir em direção à bola e cair/ser derrubado na área. Confira:

 Impedimento-Santos1

Mais uma partida em que a arbitragem interferiu no resultado. E o título do paulistão só não mudou de endereço de novo (já tinham mudado o seu endereço na semifinal do Pacaembu), porque o Santos foi incompetente. Afinal, o time da Vila pôde decidir em duas partidas contra o Ituano, com o estádio cheio de santistas nas duas ocasiões, com time completo, com juiz ajudando a levar a decisão para os pênaltis, lhe dando uma sobrevida e, nem assim, conseguiu superar o adversário. Mas, como disse a imprensa, isso foi zebra, foi raça do Ituano. ‘Vexame’, ‘vergonha’, ‘tropeço’, é só com o Palmeiras, que, graças ao regulamento mal-feito da FPF, jogou uma partida só com o time de Itu, foi garfado pela arbitragem e perdeu jogadores importantes, antes e durante a partida semifinal.

Como vai mal o futebol brasileiro, não é mesmo? Cada vez mais afundado em armações e situações que não enganam ninguém. Os torcedores reclamam, reclamam e nada acontece. São sempre os mesmos clubes a serem favorecidos, assim como são sempre os mesmos os prejudicados. A impressão que se tem é que os demais servem apenas de instrumento para que os favorecimentos ou desfavorecimentos possam ser colocados em prática.

Foi lamentável acompanhar o que aconteceu no RJ e em SP na semifinal e final, é revoltante saber que alguns campeonatos e finalistas possam ser decididos no apito; dá nojo imaginar que esses “erros”, que acontecem cada vez mais, possam não ser apenas “erros” …   e que tem sempre alguém da imprensa para tentar fazê-los parecer legítimos (será que as arbitragens da Copa terão esse mesmo nível?).

O futebol perde a credibilidade, o público vai perdendo o interesse e diminuindo nos estádios, o espetáculo vai ficando mais pobre de futebol-arte… Nem mesmo a seleção brasileira é unanimidade entre os torcedores do país, descontentes com as convocações mandrakes, com os amistosos caça níqueis, com os escândalos envolvendo a CBF, com o balcão de negócios que virou a seleção nacional.  Se a coisa não mudar, chegará a hora em que vai ficar ruim pra todo mundo… até mesmo para quem acha que está levando vantagem hoje.

Quem viver verá…

*”juiz ladrão” é a forma com que as torcidas se referem aos  árbitros que cometem erros grosseiros demais.

 

violência
vi.o.lên.cia
sf (lat violentia1. Qualidade de violento.
2. Qualidade do que atua com força ou grande impulso; força, ímpeto, impetuosidade. 3. Ação violenta. 4. Opressão, tirania. 5. Intensidade. 6. Veemência. 7. Irascibilidade. 8. Qualquer força empregada contra a vontade, liberdade ou resistência de pessoa ou coisa.  Dir. Constrangimento, físico ou moral, exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a submeter-se à vontade de outrem; coação.  10. usar a agressividade de forma intencional e excessiva para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.

Incitar: v.t.d e v.bit. Incentivar alguém a fazer alguma coisa; impelir, instigar, encorajar.

O leitor que não me acompanha no Twitter e Facebook, e que não leu alguns tweets que me foram dirigidos por um profissional de imprensa, não deve estar entendendo muito bem esse início de postagem, mas eu explico.

Recebi alguns tweets de um repórter que trabalha no SporTV. Repórter, a quem nunca me dirigi no Twitter, no Facebook, ou em qualquer lugar que fosse, mas que foi citado por mim num tweet e numa das minhas postagens do blog:

https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/03/04/e-press-nao-desiste/

Esse profissional, pasme, atribuiu ao meu blog e a alguns outros, que ele classificou como iguais ao meu, a existência da violência no futebol!?!  Pode uma coisa dessa?

Se, por um lado, essa afirmação é digna de risos,  porque todo mundo sabe (até a minha cachorra sabe) que a violência no futebol é bem mais antiga do que a existência de qualquer blog, que ela se origina por vários outros motivos e não pelo que alguém escreve/lê num blog sobre o esporte favorito dos brasileiros, e que um profissional de imprensa esportiva TEM que saber isso; por outro lado, ela é uma acusação muito séria e irresponsável, além de ser uma inverdade e uma baita falta de argumentos, não é mesmo?

E, diante dessa descabida e pública afirmação; diante dos e-mails, mensagens inbox, mensagens via Whatsapp, DMs, e até alguns telefonemas que recebi depois, com mensagens de apoio ao blog, com perguntas sobre o que estava acontecendo (nem todo mundo entendeu a história) e com a indignação de algumas pessoas com o que me fora dirigido; diante do fato de o profissional se referir ao blog, mas não vir aqui dizer o que pensa dele, como seria o correto; e porque foi o blog e suas postagens que foram citados e responsabilizados pelo futebol violento (Chesus!); por todos esses motivos, vou contar aqui o que aconteceu. E, como é de praxe, no mesmo estilo “Clorofila way of writing”, documentando tudo, sem inventar nada.

No sábado passado, enquanto fazia panquecas americanas pro café da tarde, recebi esses dois tweets:

AndréHernan-blogAndréHernan-blog1

Oiiiiii??? Não fui informada pelo repórter, que caiu de paraquedas na minha timeline, sobre o quê, exatamente, ele falava. Os tweets dele vinham atrelados a um tweet que eu havia escrito, com um questionamento aos meus seguidores, que estavam reclamando um bocado por causa uma mesma pergunta ‘mandrake’, que ele, repórter, teria feito a dois jogadores do Palmeiras. E eu queria saber do que se tratava (copiei e colei os demais tweets aqui, mas é claro que tenho os prints) .

E o André Hernan (sei lá como escreve) do SporTV fez a mesma pergunta para dois jogadores do Palmeiras?

Não havia nada demais nesse tweet…  então, como ele citava o blog, que “detona os outros”, concluí que a reclamação fosse pela postagem que eu havia feito umas semanas antes, e que trazia críticas à maneira como ele conduzira uma entrevista com o jogador Valdivia, após a partida contra o São Bernardo.

Não me agrada ficar ‘batendo boca’ no Twitter – penso que um profissional de imprensa deveria gostar disso menos ainda -, tenho milhares de seguidores – e ele também tem -, e penso que eles não precisam acompanhar esse tipo de coisa, mas, diante do que me foi dito e atribuído, diante da confusão que ele fazia entre “reclamar da falta de profissionalismo de alguém” e “detonar esse alguém”, eu tive que responder:

@andrehernan Se vc tivesse bom-senso, o mínimo que faria seria se questionar sobre as reclamações que algumas pessoas fazem do seu trabalho.

@andrehernan E não, não sou jornalista. Mas, como torcedora, esclarecida, que sou, sempre vou apontar o dolo ao Palmeiras onde eu o encontrar.

@TaniaClorofila Vc ja repensou algum post que fez (pelo jeito faz sempre) detonando alguém?

@andrehernan Repenso sim. Por isso, procuro me valer de imagens, fatos anteriores, que sustentem aquilo que penso sobre um assunto.

@andrehernan Como fiz quando o seu amigo cavou uma suspensão para um jogador do Palmeiras, sem ter feito o mesmo para o do time dele.

@andrehernan Essa sua afirmação é bastante inconsequente, viu moço jornalista??

@TaniaClorofila Se vc é uma torcedora esclarecida, repense seus tweets e posts detonando quem está trabalhando.

@andrehernan Moço, por acaso, eu lhe dirigi algum tweet? Não me lembro de tê-lo feito.

Abaixo, o suprasumo da incoerência, a pessoa que me dirigiu tweets reclamando das críticas à sua conduta profissional, que foram feitas no blog, me respondia assim:

@TaniaClorofila Não quer ver criticas? então assista a TV do Palmeiras… a chance de vc se chatear é zero.

Ele poderia fazer o mesmo com o blog e com os meus tweets, não é verdade? Não quer ler críticas ao seu trabalho, que vá ler blogs sobre horticultura, jardinagem…

@andrehernan Se vc não quer receber críticas, esqueça o futebol, com seus milhões de torcedores e vai entrevistar as bordadeiras no Ceará.

@TaniaClorofila Crítica é uma coisa… Clubismo é outra. Por um futebol sem ódio.Boa tarde pra senhora!

@andrehernan Vou desenhar pra vc… Eu sou t-o-r-c-e-d-o-r-a!! Posso ser clubista o qto eu quiser. Os jornalistas é q não podem!

@andrehernan Quem dá ao Palmeiras o mesmo tratamento que dá a outros clubes tem todo o meu respeito e consideração. Tenha uma boa tarde.

@TaniaClorofila Então… sugiro vc soletrar, desenhar a palavra Respeito!! Boa tarde para a senhora.

Como você pode observar, leitor, ele não apresentou nenhum argumento que indique que a(s) minha(s) postagem(s) incite(m) os leitores à violência; tampouco apresentou alguma prova de que seja por causa de blogs como o meu que o futebol é violento (é duro ele provar isso, hein?). Ao falar de clubismo e fanatismo, ao falar em ódio (??) ele apenas demonstrou incapacidade de argumentação, pois apelou a chavões que, sem argumentos, não têm valor algum.

E se for assim, o que dizer da própria imprensa, o canal PremiereFC (SporTV), por exemplo, que fez matéria em sua página do FB, para ‘comemorar’ o dia em que um clube, ‘por acaso’ o Palmeiras, levou uma goleada de um time pequeno? E ainda trazia a chamada: “Lembra do vexame do Verdão? Então, curte aí!”. Clubismo? Maaaagina! Não é preciso esforço algum para imaginarmos para que time time provavelmente torce o estagiário que fez essa “beleza” de postagem, não é mesmo? E imagine a raiva que isso causou na torcida palmeirense, que é uma das  maiores assinantes do Premiere? Foi tão sem propósito e desrespeitosa a postagem, que eles acabaram retirando-a do site e se retratando com o clube e com a torcida.

O fato é que a internet, com a participação do público, acabou com aquela conhecida e desagradável via de mão única, onde o cara com microfone na mão podia fazer e acontecer, podia te dar a informação do jeito que ele quisesse, e, muitas vezes, com meias verdades, ou com verdades um tanto quanto distorcidas, cheias de veneno. E blogs como o meu passaram a mostrar ao público a falta de profissionalismo de algumas pessoas em alguns momentos; pessoas que deveriam estar no esporte para trabalhar e não para distorcer fatos, provocar jogadores nas entrevistas, jogar a torcida contra eles, criar situações polêmicas para ganhar audiência, e até usar de inverdades – o próprio Palmeiras já desmentiu alguns veículos de comunicação, e mais de uma vez.

O Palmeiras vence uma partida, um jogador se destaca, e o repórter, que o entrevista na saída de campo e, depois, na saída do vestiário, não tem mais nada a lhe perguntar, a não ser sobre um terceiro cartão amarelo tomado. Recebe uma resposta irônica e aborrecida e continua  insistindo na mesma questão. Do jogo mesmo, dos gols, da excelente partida que  time e jogador haviam feito, daquilo que o torcedor quer ouvir, o repórter não tem nada a perguntar.

O Palmeiras ganha do Vilhena, e um repórter vai perguntar para um jogador DO PALMEIRAS se é um jogo para esquecer? Recebe uma resposta meio azeda e, não satisfeito com a resposta, faz a mesma pergunta para um outro atleta palestrino, recebendo outra resposta meio azeda. Como assim? Os jogadores, que obviamente não gostaram da perguntinha mandrake, não são torcedores e nem blogueiros ‘clubistas e fanáticos’, são profissionais, e um deles, por acaso, é só campeão mundial de futebol, com larga experiência no futebol profissional europeu. Quem será que foi o torcedor nessa história?

Talvez  o repórter tenha achado que a partida era para esquecer, é um direito dele achar o que ele quiser, mas, o que ele acha, não interessa aos jogadores e tampouco aos torcedores. Uma vitória,  desde que não seja construída no apito, será sempre soberana a qualquer problema ou dificuldade que a equipe tenha encontrado dentro de campo. Ainda mais, uma  vitória que leva o time à uma próxima fase de um campeonato.

E eu pergunto: onde estava o repórter após o jogo contra o Ituano, para perguntar ao Kardec sobre as agressões que ele sofrera em campo? Onde estava o profissional, para perguntar ao árbitro porque ele não expulsou o desleal  e botinudo jogador Alemão, que agredira Kardec duas vezes? Onde estava o repórter para pedir a esse mesmo Alemão, que falasse sobre as agressões que ele cometera na partida? Para ir atrás dele na saída do vestiário e pedir que contasse detalhes das duas joelhadas desferidas em Kardec, que tiraram o melhor atacante do campeonato do jogo da semifinal, ainda no primeiro tempo, prejudicando consideravelmente o Palmeiras na disputa pela vaga? Onde estava o repórter para lembrar que esse mesmo Ituano, fugindo do descenso em 2013, e com a mesma prática de botinadas, quebrou o goleiro do Palmeiras e o tirou da partida? Onde estava o repórter para trazer a você a informação de que Valdivia saíra machucado da partida diante do Bragantino, quando ele foi deslealmente caçado?  O próprio jogador é quem teve que publicar uma foto do seu tornozelo vermelho e bastante inchado, para mostrar à torcida o que a imprensa ‘não viu’, o que repórter nenhum lhe perguntou na saída do vestiário. Onde estava o profissional para dizer o quanto o Palmeiras fora prejudicado sem seus dois melhores jogadores, e sem que um único adversário tivesse sido punido por tê-los tirado da semifinal?

Mas foi atribuída a mim uma parte da culpa  pelo futebol violento – a outra parte é culpa dos blogs iguais ao meu -,  sim, a mim, uma vez que o blog não tem alma, não pensa, a não ser através de sua redatora, que lhe empresta as suas ideias e conceitos a respeito de determinados assuntos, que lhe empresta a sua “voz”.

Triste isso, né? O jornalista, não possui argumentos; eu, a blogueira “fanática” e “clubista”, que, segundo ele, é uma das responsáveis pelo futebol violento, fundamento e documento tudo o que publico aqui. Acho que isso é respeito (que ele diz que não conheço) com o Palmeiras, com os meus leitores, comigo mesma, e, principalmente, com as pessoas citadas nas postagens, uma vez que não critico a conduta profissional de quem quer que seja, por criticar, não faço críticas por fanatismo e nem clubismo, e é isso que me dá credibilidade. Credibilidade, que faz com que algumas pessoas se incomodem comigo e com a seriedade das coisas que escrevo.

Imagino que deveria ser assim também, ou muito mais cuidadoso ainda o trabalho da imprensa: se preocupar com a credibilidade, respeitar quem a lê/ouve/assiste, respeitar as personagens que servem de notícia, sem distorcer fatos,  sem provocar, irritar, apimentar, sem agigantar os problemas de um e minimizar os de outros, sem minimizar as pequenas conquistas de um e ampliar as de outros… sem fazer o papel de torcedor, e apenas levar a informação ao torcedor do jeito que ela é, da maneira que aconteceu.

Mas o que temos visto é o contrário disso. Um dia, é o cara que telefonou para o tribunal para sugerir punição a um jogador do Palmeiras, mas não fez o mesmo com o jogador do time dele… outro dia, é a página do FB de um canal de TV que desrespeita o time e da torcida do Palmeiras… tem dias em que é o repórter preocupadíssimo com o cartão amarelo recebido por um jogador palmeirense, ou provocando jogadores ao final de uma partida…

Parece aquele ‘rodízio de faltas’, em que cada hora é um que ‘bate’. A continuar assim, vamos  ficar curiosos para saber se existe um “técnico” orientando esse time…

O Blog da Clorofila vai continuar apontando a falta de profissionalismo sempre que ela se fizer notar, vai continuar cobrando da imprensa que o Palmeiras receba o mesmo tratamento que ela dá aos outros clubes, e isso nada tem a ver com ódio, com violência. E quem não gostar disso, que passe a ter uma conduta estritamente profissional.

NÃO TEM JEITO, “PRESS”, ESTAMOS DE OLHO, E VAMOS CONTINUAR ASSIM!

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Olha só, amigo palestrino, para comemorar o lançamento da nova terceira camisa do Palmeiras, os palmeirenses poderão ajudar na composição de uma música em homenagem ao centenário do clube.
Já pensou que coisa fantástica poder dar uma contribuição na composição da música que homenageará o centenário do clube mais amado do planeta?
Para participar, será necessário fazer um cadastro no site familiapalmeiras.com.br. Lá, o torcedor poderá enviar versos que completem a letra do poema, que será convertido em música.
A nova e linda camisa III do Verdão remete à época de Palestra Italia e traz um símbolo de 100 anos com parte do poema Ovunque gridiamo: Vittoria! Vittoria! Palestra Italia è un nome di gloria, tradicional lema palestrino, cantado nas arquibancadas durante as primeiras décadas de existência do clube – e quantas glórias o Palestra Italia viveu. O modelo ainda tem como principal novidade o retorno da Cruz de Savoia, um dos primeiros escudos da história do clube.
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O novo uniforme do Palmeiras estará à venda a partir do dia 23 de abril nas lojas adidas, adidas e-com http://www.adidas.com.br/palmeiras, nas oficiais do clube e lojas de varejo esportivo, nas versões Adulta, Infantil e Feminina.
E, enquanto pensamos nos versos que vamos enviar para a composição da música do centenário,  já podemos tratar de esvaziar os cofrinhos… mas com cuidado, sem quebrar o porquinho, tá?

TVPalmeiras

A Press publicou, é verdade, mas os grandes portais sobre futebol não jogaram nem uma luzinha sobre o assunto, e não te contaram que o Head do Youtube na América Latina, John Farrell, se encontrou com o Presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, na Academia de Futebol, na semana passada, para parabenizá-lo pessoalmente pelo crescimento “impressionante” – foi o que ele disse -, da TV Palmeiras no site.

Não é brincadeira, parmerada, em menos de três meses de existência, a TV Palmeiras é a primeira do Brasil e a 6ª do mundo. Desbancou todos os clubes brasileiros e também alguns grandes clubes do mundo.

Não foi a toa que o chefão do Youtube declarou: “O Youtube ama o Brasil e ama o Palmeiras. Nos dois últimos meses, o Palmeiras teve um crescimento incrível na nossa plataforma… Porque eu acho que o Palmeiras tem os torcedores mais engajados não só do Brasil, mas de todo o mundo. Estamos aqui para parabenizar e agradecer pelo crescimento dos negócios no Youtube… Eu acho que o primeiro motivo para o sucesso é uma base de torcedores apaixonados. Eu ouvi que não existe torcedor como o do Palmeiras na hora de falar de amor pelo time.”

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=0rsOR8j06K0[/youtube]

Nossa torcida, que dizem estar encolhendo, é fantástica, não é mesmo? E até os gringos reconhecem isso, menos a imprensa esportiva no Brasil, menos a Globo, quando vai calcular as cotas que cabem aos clubes.

Pra você ter uma ideia, à frente do Palmeiras estão apenas Barcelona, Real Madrid, Chelsea, Juventus e Manchester City.

E vamos continuar aumentando o número de inscritos, parmerada! Faltam apenas 7 mil para atingirmos a marca de 250 mil inscrições. Não demora muito, vamos ultrapassar mais um.

Vai lá no site, é só clicar… YouTube.com/Palmeiras 

 

Sabe aquele deus do futebol, que deu uma caneta no Pelé? Aquele, que jogava um futebol tão lindo, mas tão lindo, que as pessoas, sem encontrar um adjetivo que definisse o dono de tão raro talento, passaram a lhe chamar “Divino”? Aquele, que era o craque da Academia, e que escreveu páginas maravilhosas da história da Sociedade Esportiva Palmeiras?

Ele está comemorando 70 anos hoje…


Parabéns, mestre Ademir da Guia, Divino e imortal camisa 10 do Verdão!! Saúde, alegrias, sucesso e um OBRIGADO TAMANHO GIGANTE!

Foi uma benção você jogar no meu time, é motivo de orgulho ter um ídolo como você e foi um privilégio tê-lo conhecido!!

Foto: Sabe aquele deus do futebol que deu uma caneta no Pelé? Aquele, que escreveu páginas maravilhosas da história da Sociedade Esportiva Palmeiras? Ele está comemorando mais um aniversário...Parabéns, Ademir da Guia,  Divino e imortal camisa 10 do Verdão!! Saúde, alegrias, sucesso e um OBRIGADO TAMANHO GIGANTE!  Foi uma benção você jogar no meu time, é uma honra ter um ídolo como você e foi um privilégio tê-lo conhecido!!Que Deus o abençoe e ilumine, sempre! Amamos você, seu lindo!!  Bjs

Que Deus o abençoe e ilumine, sempre! Você mora no meu coração!

Não importa se chove ou faz sol… se o Palmeiras joga bem ou joga mal… se está jogando amistoso ou disputando vaga… se está ganhando ou está perdendo… se são os titulares ou  os suplentes… se o estádio está cheio ou está vazio… se é jogo da TV ou é jogo das rádios… se o adversário é um time grande ou  e sé totalmente inexpressivo no cenário nacional…

Se o juiz não meter a mão, não é o Palmeiras que está em campo!!!

penalidade-Vilhena

O jogador do Palmeiras sofreu pênalti ao ter a sua camisa puxada pelo jogador do Vilhena-RO. O árbitro não marcou, Kleina reclamou com o quarto árbitro, pediu a marcação, e sabe o que ele disse? Disse que o jogador “Puxou, mas não o suficiente para o jogador cair”. Pode uma coisa dessa? Pode uma pessoa tão “categorizada” assim fazer parte do quadro de árbitros?

O Livro de Regras desse senhor aí, deve ser diferente, e  todos os puxões de camisa que foram assinalados como penalidade até hoje, e desde que a regra foi inventada, foram assinalados por engano, né “seo” quarto árbitro?

DETALHE: Esse quarto árbitro aí, Antonio Rogério Batista do Prado, que não sabe niente das regras de futebol, ou faz que não sabe, apitou a semifinal do Paulistão entre Palmeiras e Ituano. Tá bom pra você?

Vai ver, foi por isso que, no jogo de domingo, ele permitiu que Kardec fosse agredido duas vezes e seu agressor ficasse impune, afinal, o Kardec nem desmaiou, não é mesmo?

Você entende agora  do que tanto falo aqui no blog?

“Tu te tornas eternamente responsável pelas expectativas que cultivas”

Nunca essa frase fez tanto sentido…

Ver o Palmeiras ser desclassificado, pelo Ituano, foi de lascar.  Ainda não dá para acreditar que aconteceu… mas aconteceu, e, deixando de lado o fato que dói, sempre que respiramos, o que é que a gente faz? Diz que o time é medíocre e pronto? Não, porque isso não é verdade.

Tá todo mundo p… da vida, e eu também estou, estamos todos muito aborrecidos, de farol baixo… mas, vamos combinar, se tínhamos tantas expectativas, se acreditávamos no título, é porque acreditávamos no time, e também porque ninguém achava o time medíocre até ele perder, certo?

Passei esses dias pensando sobre tudo o que vi no estádio, tentando entender, revendo lances do jogo e vendo o que não vi na hora e que a imprensa não mostrou depois… penso que começamos a perder a classificação na partida anterior, e nem percebemos. Termos perdido o nosso melhor jogador, vítima da violência do Bragantino, não foi uma ocorrência normal de jogo, e sim decorrência de uma arbitragem licenciosa. Já fomos “mancos” para a semifinal.

Apesar da chuva, das dificuldades para o torcedor chegar, da “batalha” para comprar ingressos, no domingo, às 19h30, o estádio se iluminava com a presença de quase 33 mil torcedores, com a alegria e energia dessas pessoas. Mas, infelizmente, como se fosse um filme de terror, daqueles bem ‘trash’, deu tudo errado e os “mocinhos” todos ‘morreram’ no final. Um miserável conjunto de fatores que culminaram numa decepção tamanho GG.

A começar pelo regulamento esdrúxulo da competição, que fez os dois times de melhor campanha jogarem a semifinal contra times de campanhas inferiores, em partida única, e sem a vantagem do empate. O que permitiu aos outros usarem a tática do “tentar levar o jogo para os pênaltis a qualquer custo, descendo sarrafadas o tempo todo, fazendo cera o tempo todo”. E, só para lembrar, o Palmeiras foi o único time que teve um dia a menos de descanso antes da semifinal. Para quem tinha seu melhor jogador machucado, pelo excesso de pancadas sofridas na partida anterior (que ‘coincidência’ a juizada liberar a pancadaria pra cima do Palmeiras nessas duas partidas), um dia de tratamento podia fazer uma diferença e tanto.

Mas os times concordaram com essa fórmula, o Palmeiras concordou com as datas, portanto, pulemos essa parte, mas que fique registrado que a fórmula do campeonato foi uma droga.

No jogo, o Palmeiras foi ofensivo, tentou chegar, mas o Mago fazia muita falta, Bruno César e Mendieta, juntos, não deram conta de chamar o jogo, ainda que Mendieta tenha feito algumas boas jogadas.

E faltou caprichar mais, errar menos passes… desperdiçar menos oportunidades… estar mais “pilhado no jogo” e “morder as orelhas do adversário” mostrando quem era o dono da casa…  não tentar jogar só pela esquerda, porque tínhamos um zagueiro jogando improvisado na lateral direita (como assim, Kleina?)… faltou Bruno César e Wesley “aparecerem”… faltou Leandro decidir (se atrapalhou na hora de dominar e perdeu um gol feito. Tem que levantar a cabeça na hora que recebe a bola, man)… faltou Vinícius jogar futebol… faltou o Kleina ter feito substituições melhores… faltou ter colocado o Raphael no gol (Bruno, na melhor das hipóteses, é um azarão do c…….) faltou o time jogar mais bola… faltou marcarem o jogador que arriscou de longe, só porque era o Bruno no gol, faltou o Bruno não estar adiantado na hora do chute (eu achei que estava)…

Mas, mesmo com tudo que nos faltava, o Palmeiras tinha totais condições de ficar com a vaga. O Ituano só estava interessado no anti-jogo. Pensa num time fazendo cera até não querer mais, desde o apito inicial, e multiplica essa cera por mil. O goleiro, que fez um monte de defesas, levava um tempo infinito para bater um tiro-de-meta, caía na área e ficava ganhando tempo a cada vez que o Palmeiras ia pro ataque ou cometia uma falta; os jogadores de linha, por sua vez, levavam séculos até chegarem para cobrar um lateral, para bater um escanteio. A torcida xingava, e o juiz nem aí… Pensa num time abusando do jogo violento. Foram 11 faltas, muito duras (sem contar as outras), só no primeiro tempo, e o Ituano não teve nenhum jogador expulso, e recebeu só dois amarelos no jogo (o Palmeiras recebeu cinco)…

Tudo devidamente permitido pela arbitragem…

Um lance passou batido na transmissão e nos programas esportivos do dia seguinte…

Com 1:29 min de jogo, Cristian deixou o braço na cara de Marcelo Oliveira e, na sequência, meteu a mão na bola. O juiz nem pensou em dar cartão no lance – no segundo tempo, ele se lembraria, e Valdivia seria prontamente amarelado, por “ter deixado o braço” em Josa.  E a imprensa se apressaria em noticiar a agressão do Mago, mas esqueceria dessa aqui. Na cara do ‘parmera’ pode? E aí não é agressão?

Christian-mão-na-cara

Christian-mão-na-bola

E 6 minutos depois, Cristian, esquecendo a bola, pegou o Juninho na lateral. Lance pra cartão, que o juiz não deu. Em 6 minutos, o jogador do Ituano, graças ao árbitro, deixou de levar dois cartões amarelos. Amarelo + amarelo = vermelho . Qual a probabilidade de o 10 do Palmeiras, caso estivesse em campo, cometer infrações semelhantes e não ser expulso  e massacrado depois pela Press?

Christian-Juninho1

A diferença entre o que o árbitro permite a um time e não permite a outro é assombrosa. A diferença entre o que a imprensa esportiva ‘ilumina’ e o que ela ‘escurece’ também é intrigante…

Mas, mesmo com esse anti-jogo todo, só perderíamos a classificação por uma fatalidade… ou duas…

E nos pareceu uma fatalidade a lesão na coxa que tirou Alan Kardec da partida, aos 40′ do primeiro tempo. E o “Lã”, nos deixando assustados e órfãos no ataque,  saiu de campo chorando…

Fatalidade??  Aos 35′, Kardec, que já apanhava o tempo todo do zagueiro Alemão, teve a “fatalidade” de ser agredido por ele, e o juiz não ter punido o agressor. E eu te pergunto, outra vez, qual a probabilidade de um zagueiro nosso, entrar pra quebrar um adversário, e o juiz  não expulsá-lo? E a imprensa não execrá-lo no dia seguinte? O do Ituano, nem amarelo recebeu.  (Lembra da expulsão do Kardec, à toa, numa outra partida contra o Ituano? Da expulsão do Bruno César? Do Leandro?  Por tão menos, Valdivia também foi expulso da final da Copa do Brasil, lembra?)

Repare na imagem abaixo, o jogador já chega com o joelho levantado para acertar o Kardec… antes mesmo da bola chegar. Foi agressão, sem bola.  E o bandeira viu direitinho.

Alemão-agride-Kardec

Alemão-agride-Kardec1

Depois dessa entrada desleal, com a intenção de quebrar nosso artilheiro, fiquei preocupada e prestando atenção no “Lã”, que mancava… mas, graças a Deus, ele parecia que ia continuar em campo. O zagueiro do Ituano deve ter prestado atenção também, porque, já que não levou cartão mesmo, 5 minutos depois, ele completaria o serviço… e tiraria o goleador do Verdão do jogo. Com as bençãos do juiz, como você pode observar. E eu pergunto, você acha mesmo que, contra Bragantino e Ituano o árbitro liberou a pancadaria dos pequenos, para beneficiar os… pequenos?

Repare, aos 40′, ele faz a mesma coisa, de novo. E o juiz, Antonio Rogério Batista do Prado, está vendo!! E se viu porque não puniu o jogador??? O cara quebrou o artilheiro do campeonato, tinha que ter sido expulso e ficou em campo. Que cazzo de arbitragem foi essa? É muito desrespeito com o Palmeiras e com os jogadores do Palmeiras!

Kardec-agredido1A

Um absurdo! E valendo vaga na final. O Bragantino já tinha tirado o Mago da semifinal e, agora, o Ituano tirava  Kardec.  E nenhum jogador foi expulso. A intenção era garantir que, caso o Palmeiras fosse para a final, fosse bastante enfraquecido?

A diretoria do Palmeiras não pode repetir as anteriores e não ver o que acontece “nas entrelinhas”, nos bastidores… tem que tomar providências. Com os outros times a juizada não faz isso, de jeito nenhum. Qual a probabilidade de o Lúcio, ou qualquer outro jogador alviverde, num jogo contra um outro time grande, ter essa licença para bater e agredir? N-e-n-h-u-m-a!

Adversário desleal, árbitro conivente… E nós, prejudicadíssimos, sem o Mago e sem Kardec,  Mal sabíamos o que ainda estava por vir…

Quando vimos o Bruno se aquecendo no intervalo não entendemos nada… Prass, que tinha torcido o pé no treino, nessa partida tão violenta, voltou a sentir dores… Agora sim, não faltava mais nada. Não era possível! Isso não estava acontecendo.

Sem Valdivia, o time não tem criatividade, perde qualidade e fica bastante previsível (ainda assim, poderia bater um “Ituano”); sem Kardec,  perde completamente o poderio ofensivo (ainda assim, tivesse o Kleina feito escolhas melhores, talvez tivesse dado – Vinícius não é substituto pra Kardec); mas, sem o Prass, não dá, de jeito nenhum.

E não temos um único substituto para o nosso goleiro titular – se o Bruno não serve, e, mesmo assim, o Raphael Alemão nunca é a segunda opção, posso presumir que o Bruno é a melhor opção que temos (O.o). Quando perdemos Kardec, fiquei bastante apreensiva, com todos os alarmes ligados, mas, quando vi que o Prass não tinha voltado do intervalo… os alarmes todos disparam e meu mundo caiu.

O sangue da torcida esmeraldina gelou nas veias e todo mundo se preparou para o pior. Minha confiança ficou totalmente abalada… mas me recusava a imaginar que podia dar tudo errado e rezava pelo Bruno. Olhava à minha volta e todos tinham o mesmo semblante… o ar se tornara pesado… mas a torcida não parava de cantar…

Os jogadores do Ituano receberam o aviso pra arriscar de longe (que moral, hein Bruno?), os do Palmeiras, agora bastante inseguros em campo sem a sua espinha dorsal, faziam de tudo para a bola nem chegar ao gol. E o time foi ficando nervoso… e a gente custando a acreditar no que se desenrolava à nossa frente.

Aos 25′ (o relógio corria), Kleina, vendo que tudo tinha desandado, chamou Valdivia pro jogo. O Mago deu outra movimentação para a equipe, o Palmeiras ficou mais perigoso, mas faltava o “Lã” lá na frente, faltava mais tempo. Com cinco minutos em campo, o Mago sofreu uma falta,  revidou e tomou cartão.  O juiz poderia dar amarelo pra ele sim,  pelo revide (teria que ter dado também para o Cristian, lá no começo),  mas nunca sem marcar a falta que ele recebeu antes.

Falta-ituano-Mago

E com o Bruno no gol (eu mal conseguia olhar as descidas do adversário), o Ituano arriscava chutes de longe  (quase tomamos um por cobertura), e foi assim, numa dessas tentativas, aos 38′, que achou o seu gol e decidiu a partida.

Por mais que o Palmeiras tivesse tentado, não conseguiu empatar… e nos despedimos do campeonato. À minha volta, os torcedores incrédulos, de olhos tristes e úmidos nem sabiam o que dizer. Olhávamos um pra cara do outro e não entendíamos o que tinha acontecido.

Triste, doído… tão difícil de administrar… tão difícil sair do estádio e deixar tudo o que sonhamos lá dentro. O meu caminho de volta nunca pareceu tão longo…

Mas, para mim, agora, a vida segue, e o que interessa é a Copa do Brasil. Quando eu canto “Eu sempre te amarei e te apoiarei…”♫, eu canto de verdade.

TAMOJUNTO, PALMEIRAS! SEMPRE!

MAS ABRE O OLHO, DIRETORIA, ESTAMOS CHEIOS DE ‘AMIGOS-DA-ONÇA’ NOS BASTIDORES DO FUTEBOL, E, SE BOBEARMOS, REPETIRÃO A DOSE NA COPA DO BRASIL.

Saí de casa a caminho do jogo, ansiosa, feliz pelo Palmeiras estar na briga pelo título, e, no trajeto, me deparei com um mendigo, dos muitos que dormem nas calçadas do meu caminho habitual.

Em todas as vezes que o vi, ele me chamou atenção. Tem uma certa boa aparência, está sempre usando roupas que parecem limpas, calçando tênis… mas o que me fez prestar atenção nele, mesmo, foram algumas camisas do Palmeiras (tem mais de uma) com as quais ele está quase sempre vestido.

Quando me viu passar, pela primeira vez falou alguma coisa comigo; parei, já mais à frente, me voltei pra ele e disse: Hã? E ele, que estava sentado no chão, levantou os braços pra cima, me deu um sorriso, levou as duas mãos ao peito e me disse:

Palmeiras, o meu amor! É hoje… Palmeiras!

Me deixou com um nó na garganta… só consegui sorrir e balbuciar: É Palmeiras!

Sinais…

Eu, que sabia que o Palmeiras não ia perder, e temia apenas o nosso grande inimigo de sempre, a arbitragem (e ela bem que tentou), tive então certeza da vitória.

Chegando ao Pacaembu, enquanto nos dirigíamos para o portão, caminhar não me parecia suficiente, a minha vontade era a de correr lá pra dentro.

Quando o jogo começou, o estádio estava cheio (mais de 25 mil pessoas), e o Palmeiras, estava do jeito que a gente queria: Valdivia, Bruno César, Leandro, “Lã” Kardec e Wesley… para desespero dos carniceiros jogadores do Bragantino.

E não deu outra, ou melhor, não deu “outro”, o Palmeiras foi o senhor da partida (teve 69% de posse de bola, pra você ter uma ideia). O Verdão atacava, controlava o jogo, e o Bragantino, na retranca, sem competência para praticar futebol, distribuía pancadas, abusava das faltas, muitas vezes violentas – time pequeno e covarde é assim mesmo – com bastante conivência do árbitro.

Com menos de 3 minutos de jogo, Valdivia – que foi deslealmente caçado durante toda a partida – como sempre acontece -, foi agredido com uma cotovelada, e o juiz  deixou passar e nem amarelo deu para o agressor. (Na final da Copa do Brasil, o Mago foi agredido com um pontapé por um jogador do Coritiba, e o juiz também deixou passar). Um absurdo um árbitro estar em campo para coibir a violência e deixar passar agressões, permitir que um jogador seja pisado, chutado, leve cotovelada. “Legal” o árbitro, Flávio Guerra, né? Depois que o colocaram na geladeira por ter assinalado 3 penalidades, LEGÍTIMAS, para o Palmeiras, diante dos bambis, em 2008, ele agora me dá a impressão de ter aprendido o jeito “certo” de apitar jogos do Verdão, sem ir parar no freezer outra vez. Olha a agressão, para expulsão, sofrida pelo Mago, que o juiz deixou sem punição:

AgressãoAoMago

Será que Valdivia poderia fazer algo parecido e continuar em campo?

Ao final do jogo, o tornozelo do Mago, o jogador “desleal” (ele desleal??), “que deveria ter sido expulso” (por apanhar tanto??), segundo o pessoal do Bragantino,  ficaria assim:

Foto: Olha o tornozelo do Mago como ficou de tanta botinada que ele levou!!!!!!

Mas, mesmo com violência dos adversários, mesmo com agressão já no início do jogo, os primeiros 25 minutos do Palmeiras foram dentro da área do Bragantino, que não conseguia sair do seu campo de defesa, e já fazia cera em qualquer lance, tentando ganhar tempo.

Bruno César cobrou falta, a bola passou pertinho… Bruno César cruzou,  o “Lã” mandou na rede pelo lado de fora… Wesley mandou uma bola perigosa na área, o zagueiro afastou o perigo… Tava chegando!

O Pacaembu se inflamava, chamava o gol. A torcida cantava, jogando com o time, fazia barulho, reclamava muito das faltas violentas do Bragantino e da conivência do árbitro que parecia não vê-las… A tática do adversário (será que foi o técnico quem preparou essa estratégia?) era dar chutão lá pra frente e tentar cavar faltas, escanteios, laterais, tentar desestabilizar os nossos jogadores… qualquer coisa para ganhar tempo e, quem sabe, cavar a expulsão de algum palmeirense, quem sabe, levar o jogo para as penalidades,

A nossa ansiedade para ver a rede dos linguiceiros balançar era enorme. Aos 20′, Bruno César chutou de fora da área e o goleiro espalmou; na cobrança de escanteio, Wesley levantou na pequena área, o zagueiro se atrapalhou todo tentando tirar a bola, e ela sobrou… pro “Lã” Kardec lindo!!! E se sobra pra ele, é rede!  Linha atacante de raça!

O Pacaembu explodiu no gol do artilheiro do Paulistão! Era o Palmeiras mais pertinho da semifinal do campeonato. Que alegria, meu Deus! Faz cera agora, Bragantino!

O Bragantino não nos assustava, a não ser pela violência com que atingia nossos jogadores. Valdivia, que jogava um futebol maravilhoso, apanhava mais que Judas em Sábado de Aleluia (e depois não querem que ele reclame). E nenhum jogador  do Bragantino era expulso!! Nossos atletas apanhavam com bola, sem bola… O árbitro era péssimo, ignorava as faltas que sofríamos e deixava o jogo seguir. Só parava o jogo quando a falta era cometida por alguém de verde… numa oportunidade, deu cartão amarelo para o jogador palmeirense errado, o que nos levava a pensar que se não viu nem o jogador, como poderia ter visto a falta?A torcida ficava revoltada.

O Palmeiras continuou comandando as ações, mesmo tendo tirado um pouco o pé do acelerador.  Nas modestas tentativas do Bragantino a defesa verde, comandada por Lúcio, estava esperta, Prass atento…e a primeira etapa acabou com 1 x 0 mesmo.

No segundo tempo, o Bragantino pareceu colocar o time pra cima do Palmeiras, na tentativa de buscar o empate – resultado que era tudo o que ele queria desde o início  – mas a defesa esmeraldina não dava chance. E, pra falar a verdade, os adversários não levavam perigo.

Valdivia, que tomava sarrafada a cada vez que tentava um de seus mágicos dribles, fez uma falta normal e recebeu amarelo. Lembra que ele foi agredido no começo do jogo e nem amarelo seu agressor levou? Então… Um desaforo esse livro de regras inventado para o Palmeiras! O juiz parecia avaliar a gravidade da infração dependendo de quem fosse o  jogador infrator ou de qual fosse o time dele…

Mas não tinha jeito, o Palmeiras sobrava no jogo mesmo apanhando, mesmo com o juiz facilitando a vida do adversário… Wesley, Valdivia, Bruno César, Leandro e “Lã” Kardec estavam impossíveis, Juninho jogava um absurdo! Wendel era um guerreiro. A defesa estava como no hino… ninguém passava! Coisa linda esse ‘Parmera’!

Valdivia fez jogada individual, invadiu a área e chutou, mas o goleiro fez a defesa. No rebote, Kardec encheu o pé e, de novo, o goleiro salvou. O grito de gol parou na garganta…

O Verdão metia artilharia pesada pra cima do Bragantino; Marcelo Oliveira chutou de longe, o goleiro conseguiu espalmar… no rebote, Kardec mandou pra fora…

Faltava a pá de cal nos “açougueiros” …

17′, … a bola passou de pé em pé… Valdivia se livrou de uma falta, ficou com a bola, tocou pra Juninho, que mandou pra área; Leandro foi na bola, atrapalhou o goleiro, a bola sobrou pra Kardec, que tocou para Wesley mandar pro gooooooooooooool! ESTÁVAMOS NA SEMIFINAL!! Que festa da Que Canta e Vibra!

Enquanto enlouqueciámos na bancada, e o ‘Fred Flintstone’ na lateral do campo, uma cena linda se desenrolava à nossa frente. Depois do gol, Kardec e Wesley se abraçaram, e os outros jogadores foram chegando para aumentar o tamanho do abraço… e ficaram ali, comemorando abraçados, parceiros em campo e fora dele…

Abraço

Meu coração não aguentou a alegria do gol, a imagem dos jogadores, e minha razão se rendeu à emoção. A torcida cantava… “Eu sempre te amarei…”,  arrepiante! Eu não conseguia cantar e nem parar de chorar… Meu Palmeiras classificado, meu Palmeiras em paz (apesar de tanto fogo-amigo), a torcida feliz, meu Palmeiras a caminho do título…

Não consegui ver mais nada direito depois desse gol, meu coração se antecipava, e já sonhava com o próximo jogo… mas, mesmo com olhos no futuro, vi Leandro soltar a bomba e o goleiro espalmar… vi entrar Eguren, Patrick… vi o Mago fazer magias ao lado do “Lã”… ouvi a torcida homenagear Valdivia durante a partida… ouvi os gritos de “Olé… vi entrar o Vinícius… ouvi o juiz apitar o final de jogo… ouvi os aplausos da torcida, vi os jogadores comemorando, vi o Kleina feliz, vi meu Palmeiras, imponente, classificado… eu continuava antevendo um domingo futuro, num outro Pacaembu lotado, sonhando com um gol do Mago, outro do “Lã” Kardec, um do Juninho… com defesas precisas do Prass… com o Palmeiras na final…

E O DOMINGO FUTURO, COM O QUAL EU TANTO SONHAVA,  É HOJE!!!

AVANTI, PALMEIRAS,  SCOPPIA CHE LA VITTORIA È NOSTRA!!

“O Palmeiras foi melhor, embora o Santos tenha sido mais efetivo” – Beletti

O Belletti tem razão. Mesmo com algumas falhas, com alguns erros no primeiro tempo,  o Palmeiras jogou mais do que o Santos. O goleiro Aranha trabalhou pra caramba e foi o melhor jogador da partida.

E o Palmeiras não ganhou por que? Porque, além das suas próprias falhas, além do goleiro santista, Aranha, ele tinha uma outra “aranha” em seu caminho.. uma “aranha” Oliveira…

Mas o Santos foi mais efetivo – dirá você, disse também o Beletti -, porque, nas oportunidades que teve, guardou dois na rede. Verdade. Mas foi só isso que vimos acontecer em campo?

Vejamos… desde o início da partida, naquele “arbitration manjadation” de sempre, Luís Flavio Oliveira, o cara do apito (ele não merece ser chamado de árbitro), irmão do PCO, e tão “Oliveira” quanto ele (eles “erram” tanto, que isso ainda vai virar adjetivo. O juiz “oliveirou” no lance),  começou a ignorar as faltas, pra cartão amarelo, a favor do Palmeiras, permitiu a caçada ao Mago, e marcava tudo para  o time da casa.

Eu já tinha cantado essa bola antes do jogo, aqui mesmo no blog… E falo sempre também, que um time jogar mal (não foi o nosso caso) não legitima que ele seja prejudicado pelo juiz, que é pago para fazer o seu trabalho e só. Mas, ultimamente, ando em dúvida sobre qual seja o verdadeiro ‘trabalho’ de alguns desses apitadores…

Você se lembra como xingou o cara do apito quando Leandro foi acertado por trás, e o Oliveira… “oliveirou”? Lembra como ficou p… da vida quando David Braz (aquele que jogou no Palmeiras) deu uma cotovelada no Kardec, que precisou ser atendido, e o irmão do PCO (quando não é um, é outro) deu mais uma “oliveirada”? Lembra como você xingou em todas as vezes que desceram o sarrafo no Mago?  Lembra como você reclamou, quando o jogador santista, Neto (guarde esse nome), meteu a mão no peito do Leandro, impedindo que ele avançasse, e o Luís Flávio… “oliveirou”, de novo? E se assistia na Globo, você lembra como teve vontade de quebrar a TV, quando o comentarista Arnaldo “Cego” Oliveira, ooops, Coelho, comentou o lance sobre o Leandro, falando um monte de asneiras para enfiar na sua cabeça que não tinha acontecido nada de errado (eles acham que no Brasil só tem idiotas) ? Se você reclamou é porque você viu algo errado…

Então, né? Mas o Valdivia levou cartão, mesmo sem ter merecido… apenas pela predisposição do cara do apito em dar um avisinho para ele, para arrefecer o ímpeto do jogador na partida (os “Oliveira” & Amigos parecem estar sempre armados contra Valdivia),  e o Santos, que era para ter uns três amarelados e, por isso mesmo, menos botinudos, foi beneficiado.

E já que não levou amarelo mesmo, o tal Neto resolveu se aventurar no ataque e fazer um gol. Recebeu a bola na área, subiu de cabeça e marcou o primeiro do time da Vila.

E a coletividade alviverde em peso gritou: Bruno, mão-de-alface!!! Bruno falhou sim, horrivelmente, uma vez que ficou plantado e nem sequer teve o reflexo de ir na bola, nem se mexeu. Podia até ter caído pro lado errado, mas tinha que ter se mexido e tentado a defesa, está lá pra isso. Prass certamente o faria.

Mas não é porque ele falhou que eu deixei de ver que, antes antes da falha, aconteceu algo… teve uma grande “oliveirada” do Luís Flávio, irmão do PCO – que o site da Record nos revelou como torcedores corintianos (que “surpresa”, né? Os caras estão sempre “errando” contra o Palmeiras, e são… corintianos! Quem (não) diria?).

Mas acontece que, no lance do gol, o jogador santista, para ter impulsão, se apoiou em Marcelo Oliveira, o impediu de subir, portanto, FEZ FALTA NO PALMEIRENSE, e o cara do apito não marcou, o bandeira não marcou, o árbitro de linha de fundo não marcou… o Arnaldo ‘Cego’ Coelho não viu, ou fingiu que não viu… “oliveirada” master!

Acompanhe… Marcelo Oliveira está no chão, a bola ainda nem chegou no jogador santista, e ele já está escorado/apoiado  em cima do palmeirense.

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Veja por outro ângulo… por isso ele conseguiu subir tanto, não é mesmo? Por isso o Marcelo Oliveira, QUE, FORÇADAMENTE SERVIU DE APOIO, não saiu do chão.

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Repare  na carga que o Neto faz nas costas de Marcelo Oliveira. E é só então que ele vai cabecear a bola. FALTA, CLARA, INDISCUTÍVEL!

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A bola ainda está longe do gol, e a falta está escancarada…

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O Lúcio, que tentara ajudar o companheiro, durante todo o lance, foi acertado também… e o cara do apito, ali pertinho… nada!

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Qualquer árbitro marcaria falta nesse lance que antecedeu o gol do Santos, e, caso fosse um gol do Palmeiras, construído dessa maneira, a falta seria marcada por qualquer árbitro, e por qualquer Oliveira também.

Ao Palmeiras restava lutar (contra 12 não é fácil), correr, tentar… não faltava empenho dos camisas verdes. Numa sobra de bola do ataque, por pouco o Kardec (joga muito) não guardou. Seria um gol maravilhoso! Aranha teve que se esticar todo e a bola ainda bateu na trave.

E o time santista lustrava as chuteiras nas canelas do Mago, e o Oliveira nem aí…

Mas, aos 35′, num vacilo nosso, o jogador santista passou por dois marcadores e chutou no canto esquerdo de Bruno. A impressão que eu tinha era a de que Prass, caso estivesse lá, teria defendido…

O Palmeiras foi pra cima e, por três vezes, esteve na área do Santos, mas fomos para o intervalo no prejuízo de dois gols. E para dar mais dor de cabeça ainda, sabendo que um deles tinha sido irregular. E eu só queria que alguém fosse buscar o Prass na casa dele, e que o maledeto do Oliveira tivesse uma dor de barriga e passasse o resto da tarde no banheiro…

No segundo tempo, o Palmeiras parecia disposto a descontar. Kardec escorou de cabeça e Aranha defendeu… Bruno César cobrou falta com perigo, Aranha defendeu…

E então, numa jogada linda do “Lã”, Bruno César foi lançado na área; ele se livrou da marcação, chutou, Aranha rebateu, e, quando pensei que Bruno César pegaria o rebote, ele caiu lá na frente e ficou imóvel, desmaiado na área.

Preste atenção ao que aconteceu. À frente dos seus marcadores, diante do goleiro Aranha, prontinho para tentar pegar o rebote, ele sofre falta, DENTRO DA ÁREA (isso é pênalti, né Oliveira?), é jogado longe, lá na frente, bate o rosto no chão, provavelmente o queixo e fica desacordado. Acompanhe a sequência da jogada:

Um ‘toquinho’ no pé e uma mão nas costas para começar…

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Um joelho na coxa e duas mãos nas costas para reforçar…empurrão-em-BC

“Pô, esse cara não cai? Deixa eu empurrar com mais vontade.”

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Na imagem abaixo, com o goleiro à sua frente, ele continua sendo empurrado… E olha a bola, ‘vivinha’, ali, gente! Bola em jogo! Só o Arnaldo “Cego” Coelho “esqueceu” que com a bola em jogo as faltas todas podem e devem ser marcadas… e na maior picaretagem Global, no programa do dia seguinte, encheu os telespectadores de informações enganosas.

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Mas, lá na Espanha, o pênalti em cima do Neymar (parecido com aquele que a Ponte fez no Palmeiras e todo mundo disse ser ilegítimo),  foi né, Press?

Imagina, nesse lance do Bruno César, se o jogador de verde vestisse a camisa de algum outro time grande? Já pensou no escarcéu da Press? Já pensou nos lances, repetidos de todos os ângulos, discutidos por todos os “entendidos”?

E o Palmeiras no ataque… e quase Kardec guardou;  na desviada de Valdivia, quase o Patrick marcou… Minha Nossa Senhora do Gol Espírita!!!

42′, Juninho cruzou na área e “Lã” Kardec, lindo, mandou pra rede!! Que maravilha! Dava tempo de buscar.

O Palmeiras jogava muito mais. Aranha Defendia, a zaga tirava, e o Palmeiras insistia. Mas com um Oliveira em campo era difícil… esses espécimes conseguem “errar” o suficiente para conter o poder de reação do Palmeiras…

Finalzinho de jogo, Valdivia desceu pela esquerda e cruzou para Kardec na área; o atacante subiu pra cabecear, foi tocado pelo adversário, que deixou a bola e visou o corpo do atacante, se desequilibrou e caiu.  Pênalti?? Não para o Oliveira (estou procurando imagens desse lance nos ângulos mais apropriados).

Moral da história: Se tivéssemos um árbitro, competente, e, principalmente, preocupado em assinalar as infrações que ocorreram na partida, na pior das hipóteses – caso o Palmeiras desperdiçasse as duas penalidades que sofreu -o resultado seria 1 x 1.

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Ah, mas reclamar de arbitragem é coisa de time pequeno, dirão alguns torcedores, dirão os “profissionais de imprensa” (que querem que os menos favorecidos intelectualmente acreditem nisso)… Verdade! Por isso que o Real Madrid, aquele “timinho pequeno”, “ridículo”, “sem craques”, “sem dinheiro” e “sem títulos” reclamou um bocado da arbitragem nesse final de semana, não é mesmo?

ABRE O OLHO PALMEIRENSE! VÃO OPERAR O SEU TIME DE NOVO, PODE ANOTAR AÍ!!