Palmeiras - 101a

PALMEIRAS, 101 ANOS… 

A cada aniversário da Sociedade Esportiva Palmeiras costumamos cantar os seus feitos, os seus heróis/craques, as suas conquistas e lutas. Sim, claro, elas nos trouxeram até aqui… e estão guardadas em nosso peito, gravadas em nossas células e retinas, numa herança maravilhosa que, há 101 anos, passa de pai pra filho, ou apenas floresce em nosso coração, nos fazendo conhecedores de cada trechinho da nossa história, como se realmente os tivéssemos vivenciado.

Se fecharmos bem os olhos, poderemos ver as cenas da fundação do Palestra Italia, o primeiro título… poderemos ver o nosso estádio, assim que ele foi comprado, e os torcedores, elegantes, assistindo às partidas depois…

Poderemos ver o jogo, marco da Arrancada Heroica, em que o Palestra virou Palmeiras e, respeitado e aplaudidíssimo, entrou em campo com a bandeira do Brasil para conquistar mais um título,  e para fazer os leonores fugirem de campo antes mesmo da partida acabar…

Podemos sentir aquele momento,  verdadeira orgia dos sentidos, que foi a conquista do primeiro mundial de clubes, a Copa Rio. Fomos ao RJ (meu pai foi)… torcemos, choramos, comemoramos… Lavamos a alma e resgatamos o orgulho do Brasil, tão ferido na Copa de 50. Lemos todos os jornais, fomos parte daquele um milhão de pessoas que foram às ruas para receber os heróis da Sociedade Esportiva Palmeiras na chegada à São Paulo… nossos risos, sorrisos, nossas vozes estavam lá, podíamos ouvi-los, assim como ouvíamos as buzinas dos carros… nosso sangue pulsava forte nas veias… e nossas mãos não se cansavam de acenar e de aplaudi-los.

Podemos ver  tudo de novo… basta querermos e fecharmos os olhos, e veremos o Paulistão de 93, veremos a Libertadores sendo conquistada no Palestra lotado. Temos guardados conosco todos os sons, cores e perfumes, todas as emoções, desde 1914…

Podemos ouvir os cantos e gritos de gol, ver a comemoração dos jogadores, as bandeiras da torcida, os troféus e medalhas, as flâmulas que eram trocadas entre os clubes…  podemos sentir todas as alegrias experimentadas desde o primeiro suspiro do Palestra, da primeira vez em que ele entrou em campo, até os dias de hoje quando é o  Palmeiras Imponente que pisa os gramados do Allianz e do Brasil.

Todos os gritos de campeão, em 101 anos de conquistas, são nossos, e ecoam em nossos ouvidos… todos os gols e craques desfilam em nossa memória… todas as camisas são vistas pelos nossos olhos fechados… e todas as lágrimas de alegria ainda escorrem em nossa face…

Nós vimos todos os títulos conquistados no Pacaembu, no Morumbi… levantamos todas as taças que conquistamos no glorioso Palestra Italia… nossas mãos seguravam nas mãos de nosso santo goleiro a cada vez que ele fazia uma defesa, e sempre que ele as erguia aos céus… demos tantas voltas olímpicas…

A vida do Palmeiras costurada em nossas vidas… pra sempre.

Porém, para falar do Palmeiras, é preciso mais. É preciso falar da gente que se veste de verde e branco. Ela é a maior glória do Palmeiras.

O tempo nos fez quase 20 milhões, espalhados pelo mundo. Somos mais que torcedores, somos apaixonados, diferenciados, e compartilhamos o mágico segredo do que é ser PALMEIRAS. O tempo não nos divide, ‘palestrino’ e ‘palmeirense’ tem hoje um único significado.

Nós somos o grande patrimônio do clube. Damos a ele o que temos de melhor, de mais caro… Nos entregamos de corpo e alma ao Palmeiras. Não existem dores, não existe chuva, nem sol… Se o Palmeiras vai jogar, nós vamos. Seja como for, longe e ou perto, no estádio, na TV, no rádio, no PC, ou em pensamento… de alguma maneira,  estamos sempre com ele. E, pra nós, não é só futebol, nunca foi… é paixão, é vida. E não existe vida sem Palmeiras…

O Palmeiras é aquele pai, que chora abraçado ao filho pequeno, emocionado com a vitória maiúscula que o time impõe a um rival…

É o garotinho do Acre, que na campanha de Natal dos Correios pede para o “Papai Noel” uma camisa do Verdão de presente…

O Palmeiras é o torcedor bem velhinho, que caminha com muita dificuldade e, amparado por familiares, vai sim à arena ver o Verdão jogar…

É o Allianz Parque lotado após uma vitória, e igualmente lotado após uma derrota…

É o torcedor que vem de outros estados, e chora como criança pela emoção de estar “em casa” e ver o seu amor de perto…

São as crianças, que torcem como se fossem gente grande…

É a comemoração que toma conta do país depois de uma conquista… são as carreatas no Amazonas, em Tocantins, Ceará, Paraíba… no Brasil todo.

O Palmeiras é o grito que ganha os ares, é a explosão de alegria, é o riso e o afeto dos amigos que se abraçam na comemoração de cada gol, cada vitória…

É o olhar aflito, as mãos postas em prece e a respiração suspensa nos momentos de tensão…

É o torcedor que mora lá em outro continente e fica acordado de madrugada, num dia de semana, para acompanhar uma partida…

O Palmeiras é um aeroporto lotado de torcedores, no Mato Grosso (em vários outros  estados também), pra festejar a chegada do time do coração…

É  um jogador do Palmeiras, que dá a um garoto uma prótese, que ele não teria nenhuma condição de comprar, e  por gratidão e alegria, mais um coração se faz verde no mundo…

É a mãe, a avó, que faz a macarronada no dia que tem jogo do Verdão…

É a força da torcida que faz do Palmeiras o clube com o maior número de sócios torcedores, o que mais vende camisas, o que mais tem inscrições no Youtube, o que mais vai aos jogos…

É o torcedor, deficiente visual, que, acompanhado do seu cão-guia, vai sempre à arena, só pra “sentir o Palmeiras que ele tanto ama, já que não pode enxergá-lo”…

É a Torcida Que Canta e Vibra, na alegria e na tristeza, e que nunca para de cantar…

A maior conquista do Palmeiras nesses 101 anos é  o amor incondicional de sua gente… Amor que, aconteça o que acontecer, não acaba nunca e vai transcender o tempo de cada um de nós…

O Palmeiras é você, sou eu, somos nós, os que  vieram antes e os que virão depois de nós… é  tudo o que vamos construir, ‘juntos’, no próximo século.

Tanti auguri, Palmeiras, amore mio! Parabéns, torcedor palmeirense! Hoje, começa o nosso caminho de mais 100 anos de amor e glórias!

 

“…que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós”. – Manoel de Barros
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Chegou a hora de me despedir de você aqui também, Valdivia…

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É bem triste tudo isso. Além de um ídolo, você é também um amigo.  Gosto muito do seu futebol, você é o melhor jogador que apareceu no Palmeiras em quase duas décadas, é campeão da América – dificilmente aparecerá outro igual – , e gosto da pessoa que você é, uma pessoa linda, com a qual pude ter contato, o que faz que não me baseie em ‘achismos” quando falo a seu respeito.

Sinto bastante pelo futebol do Palmeiras, que, infelizmente, não tem um substituto pra você. Fico triste pela estupidez de se desfazerem de um craque do seu nível, porque sofreremos mais com as retrancas adversárias, porque cairemos na mesmice das bolas levantadas na área (não funcionam muito bem contra retrancas), do futebol mais burocrático, sem magia, sem irreverência, sem o inesperado… futebol, que pode ser muito eficiente assim também – por que não? -, mas que perderá o seu encantamento e poesia, e disso tenho certeza.
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Fico triste também, porque o Palmeiras, desde sempre, adora se desfazer dos craques, de talento,  matéria prima tão rara aqui no Brasil. Até um Jair da Rosa Pinto passou por isso.
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Ano passado, sentimos na pele, e quase na carne, o efeito colateral de uma atitude similar à de agora. Alá nos deu uma mão, você voltou, e o nosso “Titanic”, graças a Deus/Alá, ao aproveitamento de G4 que o time tinha com você (era de Z4 sem você), graças à algumas infiltrações, muitas dores e garra, graças ao amor da torcida, não naufragou.
Sempre fará falta um jogador criativo e diferenciado, que acha espaços onde eles não existem, que pensa o jogo, que faz aquilo que o adversário nunca espera; esses jogadores são raros hoje em dia e fazem falta em qualquer time.
Fará falta aquele drible absurdo, mágico e incompreensível, aquela assistência nunca antes imaginada, o caminho, inexistente, que você faz aparecer, o chute no vácuo – assinatura da irreverência do gênio -, fará falta o cara “fora da caixa onde moram todos os normais”, aquele que tem a bola nos pés e, então, oito adversários mais o goleiro ficam apavorados, porque sabem do que ele é capaz –  e isso porque lutávamos na parte de baixo da tabela e o adversário brigava pelas primeiras posições…
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Um futebol lindo como o seu, Valdivia, o seu talento raro, que faz o torcedor sonhar, pular da cadeira, e que encantou pessoas de várias partes do mundo durante a Copa América, tinha que estar no Alviverde Imponente e ser “o” acessório desse time tão bom que temos agora.
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Se o Palmeiras decidiu não renovar com você,  ainda que eu não goste disso, não concorde, nada posso fazer além de lamentar tamanha burrice. Mas sou apenas uma torcedora, que torce e vai continuar torcendo para quem entrar em campo. Sempre foi assim e assim vai ser. A vida segue para todos nós, todos passaremos, só o Palmeiras permanecerá.
E você, Valdivia, foi Palmeiras esse tempo todo (vai continuar sendo que eu sei)… E eu quero que saiba que sou muito grata a você.
Obrigada, Mago, por tanto encantamento, pela poesia escrita por seus pés, por ter me feito pular na arquibancada tantas vezes, por ter me deixado de boca aberta, literalmente, com as suas jogadas e dribles inexplicáveis; por ter me feito aplaudir, tão espontaneamente, os lances mágicos com que você nos brindou, pela emoção, que me fez chorar de alegria inúmeras vezes, por ter me feito sonhar…
Obrigada por ter me representado diante dos mais indigestos rivais, e ter respondido às provocações, na bola e com o fino da ironia, como se fosse eu mesma, uma  torcedora, que estivesse em campo…
 
Por ter suportado e respondido por mim, e por milhões de outros parmeras, ao veneno da imprensinha, à maldade e ao clubismo, disfarçados de jornalismo, de alguns…
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Obrigada por nunca toldar a confiança que tenho em você… e obrigada por confiar em mim também…
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Obrigada por todas as vezes (desde 2010) que você entrou em campo machucado, para ajudar o nosso – sei que é seu também – Palmeiras…
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Gracias pelos títulos que você nos ajudou a conquistar,  os únicos momentos de luz intensa de um longo período “sem sol”…
 
E por ajudar a salvar o Palmeiras do descenso em 2011, quando faltavam três rodadas para o campeonato acabar… Por ter ficado para jogar a série B em 2013, quando tantos outros se acovardaram e preferiram ir embora… por ter ajudado, e muito, a trazer o Palmeiras de volta, e de cabeça erguida…
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Obrigada pelo “título” do dia 07/12/2014, pelas infiltrações para nos ajudar a “conquistá-lo”, pelo comprometimento com que você se conduziu em campo – o que mais correu -. e por nos ajudar a estar onde estamos agora em 2015… Por ter sentido vergonha também, e ter chorado de alívio conosco naquele dia, por ter sido Palmeiras esse tempo todo.
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Eu te agradeço por ter jogado ao lado de companheiros de futebol demasiadamente modesto, e em equipes fraquíssimas que o Palmeiras montou; por ter ‘roído muito osso’ e carregado o time nas costas em muitas partidas, ajudando a escrever algumas páginas lindas na nossa história. O seu nome ficará pra sempre guardado com ela.
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Não se poderá falar da conquista do Paulistão 2008, sem repetir seu nome muitas vezes, Valdivia; tampouco poderemos falar das mais deliciosas vitórias, conquistadas diante dos rivais, das ‘trollagens’ em cima deles, do jejum que impusemos aos gambás, do resgate da nossa auto-estima, durante esse período “quase sem luz”,  sem falarmos do nosso Mago…
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Impossível falar da Copa do Brasil 2012 sem falar dos seus gols, das suas assistências e dribles, da mágica feita no frio e na chuva diante do Grêmio, e que nos levou à final… da cobrança perfeita do pênalti na final, em Barueri, que nos abriu o caminho para o título (o único que botou a bola embaixo do braço e disse: eu cobro)… Muito obrigada, Valdivia.
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Obrigada até mesmo por tentar ‘dar uma força’ nas eleições palestrinas, ano passado, se posicionando publicamente, para evitar que o Palmeiras caísse em mãos erradas – coisa  que a maioria dos jogadores não costuma ter a coragem de fazer.
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Você sempre foi O CARA, o diferencial!! Não esqueça de nós, porque os que te amam não o esquecerão nunca.
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Seja feliz, Mago! Muito feliz (vou acompanhar todos os seus jogos)! E leva meu respeito, minha admiração e meu imenso carinho… Leva as alegrias que dividimos com você, as risadas que demos por causa das suas míticas tiradas e entrevistas, leva os nossos aplausos…
E leva o Palmeiras em seu coração também. Nós – o futebol do Palmeiras, eu, e mais uma tonelada de torcedores – ficaremos aqui com a saudade. O futebol vai sentir a sua falta, a falta do seu talento,  da sua alegria, sua franqueza e irreverência, sentirá falta de alguém que tire o sono dos rivais, que chame a responsa, e que não se esconda em jogo nenhum… e eu também vou sentir muita falta disso tudo.
Torça por nós, viu Mago? Se formos campeões brasileiros, você também será. Eu vou torcer sempre pelo seu sucesso, dentro e fora de campo. E, com todo respeito a quem usa a camisa 10 agora, e a quem possa vir a usá-la depois, saiba que sempre vou me lembrar do Mago quando vê-la em campo. Sempre vou vê-lo dentro dela. E acredito que ela também se lembrará de você com muita saudade.
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Que Deus o abençoe,  Valdivia, meu ídolo, meu amigo, e encha de luz o seu caminho. Será impossível esquecer você e vamos (eu vou) esperar você voltar. Quem sabe um dia…
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E, seja aqui perto, seja lá longe, não importa onde, “tamojunto”, Maguito… longe é um lugar que não existe para o coração.

Embora nunca saibamos a ordem de partida desse mundo, há uns anos, eu meio que me preparava, aos poucos, para um Dia dos Pais como esse… Não adiantou nada…

Eu tenho um péssimo hábito/mecanismo – é involuntário, creia – de ignorar as minhas maiores dores, as que machucam mais. Abro uma gaveta no peito e tranco a dor lá dentro. Até que seria bom esse artifício, se não acontecesse de, de repente, a gaveta escancarar por conta própria sem que eu tenha tempo de fechá-la outra vez…

Meu pai se foi há seis meses e ficaram as perguntas, que vira e mexe, cortantes, aparecem na minha cabeça…

Pai, onde você está agora?
Será que existe mesmo um lugar pra você estar?
Pai, será que você fica triste nas vezes em que choro aqui sozinha?
Será que você se magoa nas vezes em que não choro e escondo de mim mesma o que sinto?
Pai, será que você me perdoa por não ter tido coragem de voltar ao cemitério nenhuma outra vez? Por não ter coragem de ir lá amanhã?
Será que você lembra das vezes em que te dei meu café com leite e bolachas escondido das enfermeiras?
Será que você já sarou, pai?
Pai, será que você estava comigo na quarta-feira? Será que ficou feliz?
Pai, será que você pode ver que eu durmo com o seu pijama? Que calço as suas meias quando vou aos jogos? Que eu queria tanto te levar pra ver o Allianz e não deu tempo?
Será que você percebeu que eu te achei tão lindo na última vez que o vi?
Pai, será que você sentiu medo?
Será que você sabe que cada vez que passo em frente à uma loja de camisas eu penso em comprar uma pra você?
Será que você percebeu que fiz sempre o melhor que pude para nunca desapontá-lo?
Será que você sente que algumas vezes quando para um carro aqui em frente, eu me confundo por uns segundos, achando que poderia ser você, mesmo sabendo que você já não dirigia mais?
E que eu senti a sua presença quando aquele cara, do nada, começou a assobiar dentro do metrô, na minha frente, como você fazia quando vinha pra casa almoçar?
Pai, será que você sabe que eu adoraria poder fazer bolinhos pra você?
Será que você está feliz com o time do Palmeiras? Será que gosta do MO?
Será que você se orgulha por tantas coisas que me ensinou e deixou comigo?
Será que você sente que eu sinto uma saudade imensa de você?

Feliz Dia dos Pais, meu pai, onde quer que você esteja. E fica em paz porque gente vai dando conta de tudo aqui.

E Feliz Dia dos Pais pra você, meu amigo. Pra você, para o seu pai, e para os pais de todos os palestrinos e palestrinas também! Aproveite a data, e não só ela, para poder beijar e abraçar o seu pai. Se a vida seguir a ordem natural das coisas, vai chegar um dia em que você sentirá a maior vontade de fazer isso e, assim como acontece comigo agora, não vai poder mais…


Todo torcedor acha que o seu clube é o maior, o mais “isso”, o mais “aquilo” e as discussões entre eles não têm fim. E não há nada errado nisso, afinal, pra nós, torcedores, nenhum outro outro clube é melhor ou maior que o nosso.

Mas uma coisa é fato, o que faz um clube ser considerado vencedor, maior que os demais, são os canecos que ele tem guardado, as conquistas que ele foi colecionando ao longo do tempo, desde a sua fundação. Todo o resto vem depois. O que conta mesmo são os títulos que esse clube e os seus muitos times e elencos conseguiram conquistar.

Então, vamos acabar com a discussão sobre qual é o clube brasileiro mais vencedor, o mais “copeiro”, como costumam dizer.

Aqui estão os clubes mais vencedores do Brasil, com as suas principais conquistas relacionadas, e com os campeonatos estaduais atualizados – você poderá ver todos os títulos de cada um desses clubes aqui (a relação de títulos do Palmeiras é imensa):
http://www.90min.com/pt-BR/posts/2402835-os-maiores-campeoes-absolutos-do-brasil?a_aid=35667 

12º – Cruzeiro – 77 taças oficiais

Copa Libertadores: 1976, 1997
Supercopa dos Campeões da Libertadores: 1991, 1992
Recopa Sulamericana: 1997 (disputada em 1998)
Copa Master da Supercopa: 1995

Campeonato Brasileiro:1966, 2003, 2013 e 2014

Copa do Brasil: 1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018

Campeonato Mineiro: 1926, 1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956, 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2002 (Supercampeonato), 2003, 2004, 2006, 2008, 2009, 2011, 2014, 2018 e 2019

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11º – Botafogo – 83 taças oficiais

Copa Conmebol: 1993

Campeonato Brasileiro: 1968 e 1995

Torneio Rio-São Paulo: 1962, 1964, 1966 e 1998

Campeonato Carioca: 1907, 1910, 1912, 1930, 1932, 1933, 1934, 1935, 1948, 1957, 1961, 1962, 1967, 1968, 1989, 1990, 1997, 2006, 2010, 2013 e 2018
Taça Guanabara: 1967 e 1968 (seletivas da Taça Brasil), 1997, 2006, 2009, 2010, 2013 e 2015
Taça Rio: 1989, 1997, 2007, 2008, 2010, 2012 e 2013

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10º – Santos – 89 taças oficiais

Copa Intercontinental 1962, 1963
Copa Libertadores 1962, 1963 e 2011

Recopa Sul-Americana 2011 (disputada em 2012)

Supercopa dos Campeões (Zona Intercontinental) 1969
Supercopa dos Campeões (Zona Sulamericana) temporada 1968/69

Copa Conmebol 1998

Campeonato Brasileiro: 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968, 2002, 2004

Copa do Brasil 2010

Torneio Rio-São Paulo 1959, 1963, 1964, 1966 e 1997

Campeonato Paulista 1935 (LPF), 1955, 1956, 1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1973, 1978, 1984, 2006, 2007, 2010, 2011, 2012, 2015 e 2016

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9º – Fluminense – 120 taças oficiais

Copa Rio de 1952

Campeonato Brasileiro: 1970, 1984, 2010 e 2012
Copa do Brasil: 2007
Torneio Rio-São Paulo: 1957 e 1960

Campeonato Carioca : 1906, 1907, 1908 , 1909 , 1911, 1917, 1918, 1919, 1924, 1936, 1937, 1938, 1940, 1941, 1946, 1951, 1959, 1964, 1969, 1971, 1973, 1975, 1976, 1980, 1983, 1984, 1985, 1995, 2002, 2005 e 2012
Taça Guanabara: 1966, 1969, 1971, 1975, 1983, 1985, 1991, 1993, 2012 e 2017
Taça Rio: 1990, 2005, 2018 e 2020

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8º – Corinthians – 123 taças oficiais

Mundial de Clubes FIFA: 2000 e 2012

Taça Libertadores da América: 2012

Recopa Sul-Americana: 2013

Troféu Ramón de Carranza: 1996

Campeonato Brasileiro: 1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015 e 2017

Copa do Brasil 1995, 2002 e 2009

Supercampeonato Brasileiro: 1991

Torneio Rio-São Paulo: 1950, 1953, 1954, 1966, 2002

Campeonato Paulista: 1914, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003, 2009, 2013, 2017, 2018 e 2019

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7º – Vasco – 131 taças oficiais

Copa Libertadores da América: 1998
Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões: 1948
Copa Mercosul: 2000
Troféu Ramón de Carranza: 1987, 1988, 1989.

Campeonato Brasileiro: 1974, 1989, 1997 e 2000
Copa do Brasil: 2011

Torneio Rio-São Paulo: 1958, 1966 e 1999

Campeonato Estadual: 1923, 1924, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988, 1992, 1993, 1994, 1998 e 2003, 2015 e 2016

Taça Guanabara: 1965, 1976, 1977, 1986, 1987, 1990, 1992, 1994, 1998, 2000, 2003 e 2016
Taça Rio: 1984, 1988, 1992, 1993, 1998, 1999, 2001, 2003, 2004 e 2017

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6º – Atlético-MG – 139 taças oficiais

Copa Libertadores: 2013

Recopa Sul-Americana: 2014

Copa Conmebol: 1992 e 1997

Troféu Ramón de Carranza: 1990

Campeonato Brasileiro: 1971

Copa do Brasil: 2014

Campeonato Mineiro: 1915, 1926, 1927, 1931, 1932, 1936, 1938, 1939, 1941, 1942 (invicto), 1946, 1947, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1962, 1963, 1970, 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1985, 1986, 1988, 1989, 1991, 1995, 1999, 2000, 2007, 2010, 2012, 2013, 2015, 2017, 2020 e 2021

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5º – Flamengo – 146 taças oficiais

Copa Intercontinental (Toyota Cup): 1981

Taça Libertadores da América: 1981 e 2019

Copa Mercosul: 1999

Copa Ouro Sulamericana: 1996 (Invicto)
Recopa Sul-americana: 2020

Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980

Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983, 1992, 2009, 2019 e 2020
Supercopa do Brasil: 2020 e 2021

Copa do Brasil: 1990 (Invicto), 2006 e 2013
Copa dos Campeões: 2001

Torneio Rio-São Paulo: 1961

Copa dos Clubes Brasileiros Campeões Mundiais: 1997 (Invicto)

Campeonato Carioca: 1914, 1915 (Invicto), 1920 (Invicto), 1921, 1925, 1927, 1939, 1942, 1943, 1944, 1953, 1954, 1955, 1963, 1965, 1972, 1974, 1978, 1979 (Invicto), 1979, 1981, 1986, 1991, 1996 (Invicto), 1999, 2000, 2001, 2004, 2007, 2008, 2009, 2011 (Invicto), 2014, 2017 (invicto), 2019, 2020 e 2021

Taça Guanabara 1970, 1972 (Invicto), 1973 (Invicto), 1978, 1979, 1980 (Invicto), 1981, 1982, 1984, 1988, 1989 (Invicto), 1995, 1996 (Invicto), 2001, 2004, 2007, 2008, 2011 (Invicto), 2014, 2018, 2020 e 2021.

Taça Rio (2° turno): 1983, 1985 (Invicto), 1986, 1991 (Invicto), 1996 (Invicto), 2000, 2009, 2011 (Invicto) e 2019.

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4º – Internacional – 157 taças oficiais

Mundial de Clubes da FIFA: 2006

Taça Libertadores: 2006 e 2010

Copa Sulamericana: 2008 (Invicto)

Recopa Sulamericana: 2006 (disputada em 2007) e 2010 (disputada em 2011)

Campeonato Brasileiro: 1975, 1976 e 1979 (Invicto)
Copa do Brasil: 1992

Recopa Gaúcha: 2016 e 2017

Campeonato Gaúcho: 1927, 1934, 1940, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947, 1948, 1950, 1951, 1952, 1953, 1955, 1961, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 1981, 1982, 1983, 1984, 1991, 1992, 1994, 1997, 2002 (Super), 2003, 2004, 2005, 2008, 2009, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016

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3º – São Paulo – 160 taças oficiais

Mundial de Clubes da Fifa: 2005

Copa Intercontinental: 1992 e 1993

Taça Libertadores da América: 1992, 1993 e 2005
Supercopa da Libertadores: 1993

Recopa Sulamericana: 1992 e 1993

Copa Sulamericana: 2012 (Invicto)

Copa Conmebol: 1994

Supercopa Conmebol (Copa Master): 1996

Troféu Ramón de Carranza: 1992

Campeonato Brasileiro: 1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008

Torneio Rio-São Paulo: 2001

Campeonato Paulista: 1943, 1945, 1946, 1948, 1949, 1953, 1957, 1970, 1971, 1975, 1980, 1981, 1985, 1987, 1989, 1991, 1992, 1998, 2000, 2005 e 2021
Supercampeonato Paulista: 2002.

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2º – Grêmio – 193 taças oficiais

‘Copa Intercontinental 1983

Taça Libertadores 1983, 1995, 2017
Recopa Sul-americana 1996 e 2018

Campeonato Brasileiro 1981, 1996

Copa do Brasil 1989, 1994, 1997, 2001, 2016
Supercopa do Brasil 1990

Campeonato Gaúcho 1921, 1922, 1926, 1931, 1932, 1946, 1949, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1977, 1979, 1980, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1993, 1995, 1996, 1999, 2001, 2006, 2007, 2010, 2018, 2019 e 2020

  PALMEIRAS – 356 taças oficiais (I’m so sorry Brasil)

1º Torneio Mundial de clubes – “Copa Rio”: 1951
Copa Libertadores da América : 1999 e 2020
Copa Sul-Americana Mercosul: 1998
Troféu Ramon de Carranza – Espanha: 1969, 1974 e 1975

Campeonato Brasileiro: 1960, 1967 (Taça Brasil), 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016 e 2018
Copa do Brasil: 1998,  2012,  2015 e 2020
Copa dos Campeões: 2000

Torneio Rio-São Paulo: 1933, 1951, 1965, 1993, 2000
Taça dos Campeões Rio-São Paulo: 1926, 1934, 1942, 1947

Campeonato Paulista: 1920, 1926 (invicto), 1927, 1932 (invicto), 1933, 1934, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959 (supercampeão), 1963, 1966, 1972 (invicto), 1974, 1976, 1993, 1994, 1996, 2008 e 2020
Campeonato Paulista Extra: 1926 (invicto), 1938

Nenhum clube brasileiro colecionou tantas glórias e ostenta uma história tão vitoriosa quanto o Palmeiras. É o maior colecionador de títulos nacionais (nove Brasileiros, três Copas do Brasil e uma Copa dos Campeões). Foi o primeiro campeão mundial de clubes. É o clube brasileiro que mais títulos possui.  Não foi à toa que ele foi considerado o Campeão do Século 20.

E, como podemos observar, mesmo com alguns períodos menos afortunados, o Palmeiras é o que clube que mais regularmente conquistou títulos ao longo da sua história.

E esse número, não demora muito, vai aumentar novamente.

VIDA LONGA AO PALMEIRAS, O CLUBE MAIS VENCEDOR DO BRASIL.

“Vou te mostrar que é de chocolate, de chocolate que o amor é feito…” ♫

Sinto muito pelos “torcedores profissionais de imprensa”, pelos “rivaus”, e pelos predadores da oposição, eles devem estar inconsoláveis, mas o fato é que… O PALMEIRAS ESTÁ NO G4.

E não é um “estar no G4” assim, sem merecer, de um chegar desenxabido, meio se sentindo um peixe fora d’água… nada disso! O Palmeiras chegou chegando! Goleou o Vasco, tomou todas as atenções para si, escancarou as portas do seleto salão do G4, colocou os bambis pra fora (eles também tomaram um chocolate verde), e, a passos largos, tomou lugar entre os quatro melhores colocados do campeonato brasileiro.

Desde que o MO começou a treinar o time, a fase tem sido ótima. Foram seis vitórias e um empate, (4 x 0 no SPFW, 2 x 0 na Chapecó, 2 x 0 na Ponte, 3 x 0 no Avaí, 2 x 2 com o Sport, 1 x 0 no Santos, 4 x 1 no Vasco)18 gols marcados e 3 sofridos, 19 pontos conquistados. Show de bola a campanha do Verdão, não é mesmo? A troca de técnicos foi providencial. O MO(zão) entende mesmo das coisas.

E o que temos agora é o PALMEIRAS no G4, em terceiro lugar, pertinho do líder (os dois primeiros na tabela têm um jogo a mais), com um timaço, jogando um bolão, acertadinho, fazendo muitos gols, tomando bem poucos… e com salários em dia.  É candidato ao título sim.

O jogo era no RJ, contra o Vasco. A parmerada, com uma semana de saudade do time, estava animada, todo mundo alegre, se preparando pra assistir e torcer…

Não há vida sem Palmeiras!! É ele quem dita o ritmo do “nosso” jogo. E não importa se o adversário é fraco, se é forte; se vai passar na TV, se não vai; se o nosso time é ruim, ou se é um baita time (como o que temos agora); se tá frio ou calor; se chove ou faz sol; se é jogo de campeonato, amistoso ou rachão… SE TEM PALMEIRAS, NADA MAIS IMPORTA!

E quando ele entrou em campo… que coisa linda! Uns 4 mil palestrinos estavam lá pra receber o Verdão. A torcida “cappuccino” – como um certo ‘jornaleiro’ costuma nos chamar, tentando desmerecer o amor que nos faz lotar o Allianz Parque em todos os jogos -, foi “tomar café” e “fazer selfies” lá no RJ também. Que gente abusada.

Assim que o juiz apitou o início da partida, o Palmeiras ligou o turbo… Não deu nem tempo da gente se ajeitar no sofá, e, no primeiro ataque verde, saiu uma troca de bola linda, BenzeMarques pra Arouca, que tocou pra Robinho, que devolveu meio de calcanhar pra Arouca, que matou no peito com categoria e tocou pra Leandro Pereira, que ajeitou, chutou de longe, rasteiro e guardou na rede. Que golaço! Alviverde Imponente em São Januário. Festa na bancada e nos corações palestrinos.

Na transmissão do SporTV disseram que, no jogo, eram oito títulos brasileiros em campo. Imaginei que tivessem contado só os títulos do Palmeiras…

Depois, ‘consertaram’ a informação leviana e explicaram que são quatro títulos conquistados pelo Palmeiras nesse formato de campeonato atual e quatro no antigo, blá, blá, blá… Mas, alguma vez você já ouviu algum ‘jornaleiro’ dizer que o Brasil ganhou duas Copas, e só depois explicar que ele ganhou outras três quando a competição tinha outro nome e outro troféu?   Ah, esses “Torcedores Profissionais de Imprensa”…

Mas, em campo, o octacampeão brasileiro não estava pra brincadeira e parecia disposto a passar o carro  no adversário. Ainda comemorávamos o nosso gol, quando Robinho fez boa jogada pela direita e cruzou na área para Leandro Pereira. Ele cabeceou pro gol, mas a bola explodiu na trave. Quase…

O Palmeiras jogava tranquilo, e o Vasco, atordoado, não passava do meio de campo e nem via a cor da bola.

Aos 17′, Egídio recebeu de Dudu na esquerda, cruzou na área buscando Leandro Pereira, o goleiro saiu em cima do atacante palestrino socando a bola lá pra frente, Dudu, que anda jogando um bolão, pegou a sobra e, de primeira, mandou um balaço pro gol e guardou o segundo do Verdão. E que gol lindo! Maravilhados com esse Palmeiras atual, sorríamos sorrisos imensos… com os olhos e a boca, com o  coração e a alma. O Palmeiras  que a gente tanto queria, estava ali, bem diante dos nossos olhos.

Eu ficava impressionada com o futebol do Verdão e me perguntava: “O que foi que o MO fez com esse time?”. Sim, Marcelo Oliveira transformou o time. Os jogadores são os mesmos, mas estão mais confiantes, rendendo mais… e davam um show em São Januário,  que maravilha.

E já que só um time jogava… Aos 34′, Egídio cobrou falta, Victor Ramos foi pra bola, o goleiro saiu todo atrapalhado e não achou nada, a bola bateu no pé  de um jogador vascaíno e sobrou para Victor Ramos, que só teve que girar o corpo e tocar pro gol vazio.

Palmeiras avassalador, ganhando lugar no G4. Difícil era a gente segurar o coração passarinho dentro do peito. Com 34 minutos de jogo, o Palmeiras vencia o Vasco por 3 x 0 e já tinha mandado uma na trave. Torcedores adversários, sabendo que “Inês era morta”, deixavam o estádio ainda no primeiro tempo.

A parmerada  parecia até que estava em casa, e cantava sem parar, feliz da vida.

Aos 40′, meio que por acidente, Herrera, na ‘banheira’, acabou recebendo uma bola de maneira legal (foi tocada por um palmeirense antes), e quase o Vasco descontou. Herrera, fazendo jus ao nome, driblou o Prass e “herrou”, lindamente.

A segunda etapa começou com uma tentativa do Vasco, que Prass defendeu, e com um ataque veloz do Palmeiras, que só não foi fatal porque o goleiro saiu muito bem – o Vasco tinha trocado três jogadores, inclusive o goleiro.

Aos 9, cobrando falta, Egídio lançou Rafael Marques, que avançou para a linha de fundo e tocou para o meio da área, a zaga rebateu e Robinho pegou a sobra, saiu de Guiñazu, e, num belíssimo cruzamento, girou e cruzou por cima da zaga, buscando Leandro Pereira. Nosso Matador cabeceou com perfeição e guardou o seu segundo gol na partida, o quarto do Verdão pra cima do Vasco. Que gol lindo – gols do Palmeiras são sempre lindos! Chocolate Verde no RJ – não demora muito, o tal ‘jornaleiro’ vai ter que trocar o ‘cappuccino’ pelo ‘chocolate’ para se referir à nossa torcida.

https://www.youtube.com/watch?v=Yg_qtInkk14

O Palmeiras dava as cartas em campo, o Vasco não oferecia resistência.

MO sacou Rafael Marques e  colocou Cristaldo; logo depois, Leandro Pereira (super aplaudido pelos torcedores) deu lugar a Barrios.

Aos 23′, num vacilo da nossa zaga, e só por isso, Riascos recebeu na cara de Prass e descontou para os cariocas. Mas o Vasco já estava batido, desde a hora em que o Palmeiras entrara em campo.

E o dono do jogo, quase fez mais um com Egídio. E seria um gol de placa. Ele arrancou do nosso campo de defesa, passou por todo mundo, entrou na área, mas, na hora de concluir, o jogador do Vasco conseguiu tocar a bola em escanteio.

Já perto dos 40′, Cristaldo avançou sozinho pela esquerda e deu um presente para Barrios invadir a área, totalmente livre. Só que o árbitro viu um impedimento… que não existiu.

O Verdão tocava a bola esperando o jogo acabar, a torcida fazia a festa e comemorava mais uma vitória… e juiz encerrou a partida. O Palmeiras fez uma partida brilhante, venceu, convenceu, sobrou em campo, nos encantou e entrou para o G4, finalmente. Para não sair mais.

E agora, ele vai em busca do título do brasileirão. E nós vamos com ele.

Domingo tem mais… Palmeiras x Atlético-PR, no Allianz Parque.

VAMOS GANHAR (MAIS UMA), PORCOOOO!!

Hoje, muito se falou sobre uma proposta de renovação de contrato que o Palmeiras teria feito a Valdivia, e que teria sido recusada pelo seu pai, que é o seu representante. Falaram também, que o pai do jogador teria abandonado a reunião.

Num programa, na Fox Sports, foi dito que o Palmeiras teria oferecido 260 mil mensais, mais 60 mil por jogo em que o atleta fosse relacionado. Informação inverídica, que alguns blogs palmeirenses trataram de dilatar…

E assim, toda a torcida tomou conhecimento que uma proposta de “360 mil mensais”, mais 60 mil por jogo em que Valdivia fosse relacionado, teria sido feita ao seu representante, que a recusara e acabara abandonando a reunião.

Todo mundo se apressou a fazer o julgamento e dar o seu veredito.

No entanto, nada disso é verdade. A assessoria do Mago me informou que não houve uma nova reunião. A proposta feita ao jogador ainda continua sendo aquela de muitas semanas atrás, ou seja, 120 mil reais, mais 60 mil por jogo em que ele for titular (estar apto para o jogo, é algo que depende do atleta; ser escalado, não).

Na Fox Sports, embora ainda tenham deixado a informação equivocada de que os 60 mil é para cada jogo em que ele for relacionado – ele precisaria ser escalado para adicionar esse valor ao fixo de 120 mil -, já consertaram o erro. Veja no vídeo abaixo:

https://youtu.be/eN1v3UJelHo

Portanto, amigo palestrino, parece que o impasse continua. Valdivia quer ficar, mas não depende só dele.  E a gente fica com a impressão que Mattos não quer mesmo renovar, mas que também não vai admitir que não quer… O técnico Marcelo Oliveira já perguntou para o Mattos sobre o Mago, e o mesmo disse a ele que não era pra contar com o jogador.

A falta que o futebol de Valdivia faz ao time é cada vez mais explícita… Muito time rival do Palmeiras pensa/sonha em contratar Valdivia desde sempre. E ele em campo, a gente sabe bem o que faz, não é mesmo? Eu não gostaria de vê-lo num rival, mas de jeito nenhum. Primeiro, porque não gostaria de ver o seu talento a serviço de um adversário nosso; segundo, porque ele é um ídolo pra mim.

Nosso time é bom, temos bons jogadores, AlePorco chegou, Barrios vem depois da Copa América, mas, como bem me disse um amigo hoje, estamos bons de flecha, mas cadê o arco? Valdivia é o nosso “Mestre de Criação”, o nosso jogador mais talentoso (tá comendo a bola lá na Copa América), aquele que tira o  sonos  dos adversários, que é detestado e temido pelos  rivais, o craque do time, e todos sabemos disso (vimos a sua importância na última vitória sobre os itakeras). O Palmeiras adora perder seus craques, não sei porquê.

Espero, sinceramente, que o Palmeiras renove com ele, e que, com as mágicas assistências do Mago, nossos atacantes façam a festa e balancem muito as redes adversárias.

Ah, e espero também que sejamos campeões brasileiros.

Boooora, Paulo Nobre, só falta acertar com o “10 do Chile” pra irmos em busca da taça.

#AjudaNoix

 

De certa forma, nós já sabíamos, mas a confirmação veio ontem. Marcelo Oliveira, bicampeão brasileiro 2014/13 com o Cruzeiro, é o novo técnico do Palmeiras.

Ele foi oficialmente apresentado no dia de ontem, na Academia de Futebol, e esteve com os jogadores no período da tarde, quando o grupo se reapresentou após folgar na segunda-feira.

Marcelo Oliveira disse que se rendeu à grandeza do clube, analisou muito o projeto do Palmeiras, que ele disse achar muito bacana. Além, disso, no dia de ontem, antes da assinatura de contrato, ele teve uma reunião com a comissão técnica permanente e ficou bastante impressionado com a estrutura e com as inovações.

“Considerei muito o elenco do Palmeiras. Penso que podem ter elencos iguais ao do Palmeiras no futebol brasileiro, mas talvez não tenha melhor do que o nosso (só alguns torcedores parecem não saber disso). Precisamos formar um time forte, utilizar bem a presença do torcedor. Com estádio próprio e uma torcida empolgante, que empurra o time, vamos criar um aproveitamento alto em casa, o que é importante nos pontos corridos. É arregaçar as mangas e ir para o campo”, declarou.

Marcelo Oliveira já treinou o time nesta quarta-feira – AlecPorco marcou dois gols – e fará a sua estreia às 21h00 de sábado, contra o Grêmio, em Porto Alegre. E ele já avisou que não pretende fazer mudanças muito drásticas na equipe que foi treinada pelo interino Alberto Valentim na última rodada.

“Assisti atentamente ao último jogo (vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense). Gostei mais do segundo tempo do que do primeiro, vi um comprometimento grande dos jogadores. Não vou fazer mudanças substanciais (para o jogo contra o Grêmio), mas alguma ideia de jogo. Tenho trabalhado com linha de quatro, dois volantes e times ofensivos. No Coritiba, no primeiro ano, fomos o melhor ataque do Brasil. O Cruzeiro era o time que mais finalizava. Pouco a pouco vamos buscando a melhor formação. Não trago comigo a minha maneira de jogar, minha distribuição em campo, acho que isso é moldado pela qualidade dos jogadores”, afirmou (tá faltando o Mago no time, e o Barrios também, Marcelo Oliveira. Conversa com o Mattos aí).

Acompanhe como foi a sua chegada e apresentação:

SEJA MUITO BEM-VINDO, MARCELO OLIVEIRA! BOA SORTE, SUCESSO, MUITAS VITÓRIAS E TÍTULOS EM SEU CAMINHO!

Desde a última partida do Palmeiras, quando ele foi derrotado pelo Figueirense (um absurdo essa derrota), as coisas estão meio agitadas no Palmeiras… Oswaldo de Oliveira foi demitido e um novo técnico vem aí.

Eu sempre tenho dúvidas sobre ficar trocando de técnico…  E toda vez que um técnico vai embora, eu fico triste, de verdade. Porque preferiria que ele tivesse dado muito certo e que não tivéssemos que recomeçar outra vez. Dá uma sensação de tempo e trabalho desperdiçados…

Nem tudo foram flores com OO, muitas coisas não deram certo e deixaram muito a desejar – nossa posição na tabela que o diga. Mas teve a parte boa também… e agradeço ao Oswaldo por ela, por ajudar a levar o Palmeiras à final do Paulistão e por fazer o Palmeiras voltar a vencer clássicos, jogando bem, se impondo dentro de campo.

Sem contar que estava  gostando muito também de dar umas sapecadas nos gambás… Que Oswaldo de Oliveira leve o nosso respeito e seja muito feliz.

E vamos recomeçar um trabalho, mais uma vez… E como sempre imaginamos a cada recomeço… “agora vai”.

Sai OO e chega o MO…

Segundo mensagens trocadas via internet por de Marcelo Oliveira, o ex-técnico do Cruzeiro já está mesmo acertado com o Verdão (Palmeiras e Cruzeiro são meio parceiros agora, o que não serve aqui, vai pra lá; o que não serve lá, vem pra cá. Exceto Valdivia. Ele, que é pretendido pelo Cruzeiro, serve aqui, sim, é importante, e serve bem em qualquer outro time, como declarou Marcelo Salas, maior artilheiro da história do Chile. Só algumas pessoas do Palmeiras parecem não se dar conta disso).

Uma nova fase recomeça, Marcelo de Oliveira, nosso  novo comandante, está chegando (espero que esteja mesmo), a maior parte da torcida aprova a contratação, está confiante, e toda ela deseja que ele tenha sucesso e sorte por aqui, repetindo a trajetória campeã que teve no Cruzeiro.

Além do novo técnico, contratamos um novo atacante, Alecsandro antigo AlecGol, e atual AlecPorco, o terceiro maior goleador em campeonatos brasileiros na era dos pontos corridos. E ele  já foi relacionado por Valentim, nosso técnico interino para a partida de hoje, no Allianz Parque, diante do FluminenC.

A torcida ficou animada com a chegada dele – dizem que Barrios pode chegar também -, mas ele deu uma escorregada monstro em algumas declarações que fez para o seu antigo clube, justo quando se transferia para o Palmeiras – merece uns puxões de orelha da diretoria, e vai ter que balançar a rede até não querer mais, para esquecermos a história da “segunda pele”.

Apesar da vacilada, AlecPorco (como ele se autodenomina agora) vai ser recebido com respeito e vai contar com o apoio da Que Canta e Vibra pra se sentir em casa e balançar as redes inimigas já na estreia. Boa sorte e muitos gols é o que desejamos a ele.

E booora enfrentar o FluminenC, né? Esses três pontos  precisam cair na nossa conta hoje.

Boa sorte, Palmeiras!

ÔÔÔ VAMOS CHUTAR E GANHAR, PORCOOOOOO!

No jogo passado, diante do Inter, que veio jogar atrás, se defendendo (a maioria dos times vem ao Allianz assim agora), o Palmeiras tinha tudo para sair com os três pontos, mas saiu com um só…

Estádio lotado, cantando… Time adversário encolhido, jogando atrás, fazendo cera… Palmeiras fazendo 1 x 0… a vitória flertando descaradamente com o Verdão…

Segundo as estatísticas, os números do Palmeiras foram bem melhores que os do Inter:

Posse de bola – PAL 58% x INT 42%
Finalizações – 14×5
Passes certos – 365 x 226
Faltas: 15×13 (o juiz deixou de marcar muitas faltas cometidas pelo Inter)

Mas uma coisa é estranha nesses números… Se finalizamos quase três vezes mais do que os adversários e o jogo terminou 1 x 1, teve algum “pobrema” com as nossas finalizações, não é mesmo?

E isso é o que tem nos incomodado nesse Brasileirão… Mesmo em jogos bem fáceis, como foi  diante do Joinville por exemplo, deixamos pontos importantes.

O time joga legalzinho, mas falta levar perigo lá na frente. Falta chegar chegando…

O time do Palmeiras é bom, sabemos disso, mas o que acontece então?

Mais da metade dos nossos problemas se resolveriam se o Palmeiras chutasse pro gol. Ninguém chuta! Sem chutar, a bola não entra, a não ser que seja por um mero acaso. Diante do Inter, além das finalizações equivocadas, o torcedor enlouquecia ao ver muitas jogadas de ataque acabarem morrendo, sem que ninguém tivesse ao menos tentado chutar a gol.

Uma outra parte dos nossos problemas se resolveria se o O.O substituísse melhor. Diante do Inter, ele me tira o Kelvin, por exemplo, que estava jogando bem, e mantém o Dudu que não estava bem na partida. Como assim, Oswaldo? A preocupação é com os jogadores ou com o rendimento do time?

Junte-se a isso a falta que fazem as bolas mastigadas que Valdivia manda pro ataque (e quanta ensebação para renovarem com ele, como se ele não fosse tão importante), aí resolvemos o restante. Nossa única vitória no campeonato, diante dos itakeras, cujos gols passaram pelos pés do Mago, é a maior prova disso. Foi bem mais fácil com ele, né? E, no jogo  contra o Inter, jogando com três atacantes, nosso gol foi de zagueiro – Vitor Hugo é artilheiro, mas é zagueiro.

Eu sei que é mais fácil para os atacantes quando recebem passes açucarados, mas, ainda que não os recebam,  eles precisam chutar a gol, não é mesmo? Sem chutes a gol = sem gols.

Hoje, teremos mais um compromisso pela frente diante do Figueirense. E já que perdemos alguns pontos em casa, passa a ser necessário conquistarmos esses três pontos, mesmo jogando fora.  E o pedido da torcida palestrina é um só:

ÔÔÔ VAMOS CHUTAR (A GOL), PORCOOOOOO! #ChutaNoGolCazzo

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E o Senhor falou: Se uma porta te é fechada, eu abrirei duas outras; se você não comer a Asa na quarta, eu te darei a Galinha inteira no domingo. – Coríntios 0, 2

Quem diria, foi mais difícil enfrentar a Asa do que a Galinha inteira. O Parmera foi passear em Itaquera, de novo.

Oswaldo escalou o time direitinho (até que enfim, né OO?) e, com time escalado direitinho… a coisa funciona, é óbvio. O Palmeiras tinha os desfalques de Victor Ramos Robinho e Dudu, por suspensão, de Gabriel Jesus e João Pedro, na seleção sub-20 e ainda continuava sem poder contar com Allione, Tobio e Mouche,  que estão no DM há um bom tempo

Nem bem o jogo começou, jogaram – a torcida do Corinthians jogou – uma latinha de cerveja no Prass (isso é proibido, né?). O goleiro entregou a lata para o árbitro, todo mundo viu, porém, nos dias que se seguiram à partida, o STJD, do procurador e paladino da Justiça, Paulo Schmitt (tá metido nuns rolos o sujeito), faria de conta que nem ficara sabendo do caso.

Na TV, narrador e comentarista, mencionavam o fato de que a lata atirada no jogador do Palmeiras, poderia causar perda de mando para o dono da casa, e, PASMEM, a repórter da emissora argumentou que a cerveja era sem álcool!?!? A repórter inventou uma  exceção para a proibição de se atirar objetos no gramado! Vai casar com o Neto essa! Se jogarem uma latinha de cerveja, sem álcool, na cabeça dela, tudo bem? O problema é a lata ser de cerveja com álcool? Se não for assim, beleza? Acho que ninguém contou  pra ela que nos estádios só vendem cerveja sem álcool. E que se é proibido atirar objetos no gramado, isso vale pras latas de cerveja sem álcool também, of course.

Pois é… tem cerveja sem álcool, tem cara que é de pau, e tem cabeça que parece sem cérebro…

O Palmeiras nem deu bola pros itakeras, pra latinha de cerveja “sem álcool”,  pro celular, que jogariam no campo mais tarde, depois do gol de Zé Roberto…

Só deu Verdão no “Istádio dos Quatro Tobogãs”.

Comecinho de partida, jogada bonita de Lucas e Arouca, e o Kelvin, nosso Edmundo afrodescendente, chutou pro gol, fazendo a bola passar raspando a trave. Sim, o Verdão não tinha ido brincar em Itaquera.

O Palmeiras marcava a saída de bola do adversário, e marcava em cima. O time ‘itakera’, sem oferecer perigo ao Palmeiras, era desarmado em muitas oportunidades e não conseguia fazer as jogadas.

O jogo corria e o Palmeiras mandava na partida.

O árbitro amarelara Arouca na sua segunda entrada mais forte, porém, as entradas “mansinhas” no Mago, no Kelvin, as entradas por trás nos parmeras, não recebiam cartão nenhum.

O Verdão, com boa movimentação, passou a ficar cada vez mais próximo da área inimiga… e, numa jogada de mago, do Mago, uma matada na coxa, e a bola levada na embaixadinha, no meio da gambazada – que lindo -, Kelvin foi lançado e cruzou perfeitamente para “Benzemarques”, que estava do outro lado. E ele,  fulminante, por trás da zaga, cabeceou pro fundo do gol de Cássio. QUE GOL LINDO!!!!

O Palmeiras, sobrava no Esmolão, e eu pulava de alegria em casa. Na TV, Milton Leite parecia um balão murchando – de tristeza – na hora de gritar o gol do Palmeiras.

Rafael Marques foi comemorar com a sua gente, e como foi emocionante vê-lo abrir os braços de frente pra Que Canta e Vibra, enlouquecida de alegria, e e bater no peito, porque o PALMEIRAS é grande!!

Rafael Marques (“mi” gosto dele)… já fez mais gols no Itaquerão do que “artilheiro do amor”… Ele, que já chega e “abre a geladeira” na casa  do rival, daqui a um tempo, vai poder “ir ao banheiro de porta aberta”.

Os itakeras perderam o rumo depois do gol, e batiam sempre que podiam; Valdivia levava cada traulitada e o juiz… nada de cartão. Fagner aproveitou uma dividida e acertou a mão no rosto de Egídio, o juiz estava pertinho do lance, mas o cartão ficou no bolso; Kelvin sofria faltas duras, Gabriel também, e o cartão continuava no bolso do juiz.

Enquanto o Palmeiras se mantinha calmo e tocava bem a bola – Rafael Marques, Mago e Zé Roberto comandavam o jogo -, os itakeras eram anulados pela defesa esmeraldina e não conseguiam passar pela marcação; ficavam nervosos e jogavam menos ainda. O time do Palmeiras, compacto, com bom volume de jogo, marcando forte, estava acertadinho em campo. A área dos itakeras era assombrada o tempo todo, por Rafael Marques, por Valdivia, por Zé Roberto, às vezes por Kelvin, que apareciam sempre com boas chances de marcar.

Um drone, com uma camisa do Guaraní, do Paraguai, que eliminou da Libertadores o time “que pode jogar a Champions” , sobrevoava o Itaquerão… e a parmerada fazia a festa com ele.

Só aos 38′, o juiz lembrou que podia dar amarelo pros adversários também, e Ralf levou o dele. Logo depois, Egídio, por uma falta em Fagner, foi amarelado também (merecidamente) – o Fagner já tinha acertado o rosto do Egídio, lembra? A cobrança dessa falta foi o lance que mais eriçou a torcida rival no primeiro tempo, pra você ter uma ideia do “volume” de jogo deles.

Só que o “Parmera” era melhor em campo, e, embora já tivesse cadenciado o jogo, já tocasse mais a bola, esperando o final da primeira etapa, aproveitou um ataque, aos 46′, originado num tiro de meta comprido de Prass. Zé tocou de cabeça pra Valdivia, e correu lá pra frente, o Mago desceu pela direita e cruzou de volta pro Zé, já no meio da área. O Zé saiu da marcação, deixando o Edu Dracena no chão, chutou, Cássio defendeu, ficou no chão também e, no rebote, antes que Bruno Henrique chegasse, o Zé pegou a sobra e guardou de cabeça na rede ‘itakera’.

Golaço do Zé! 2 x 0… fora o baile.

No segundo tempo, a dinâmica do jogo foi a mesma. O rival até que tentou reagir, mas parava em Vítor Hugo, Jackson, Egídio, Lucas, Arouca, Gabriel… no Mago, que ajudava a desarmar, no Zé, no Rafael Marques, no Kelvin… Prass quase nem precisou trabalhar.

Já o Palmeiras, se aproveitava dos contra ataques e dos espaços que encontrava, e por pouco não goleou o rival. Cássio foi quem impediu fazendo boas defesas. Como quando se esticou todo pra mandar em escanteio uma falta cobrada pelo Zé; ou quando Valdivia – ele jogou muito – deu um passe de gênio pro Zé Roberto e, por pouco, não saiu o terceiro. Cássio foi quem impediu.

O time todo do Verdão fazia uma boa partida, mandava no jogo, dentro da casa do adversário. Valdivia, Zé Roberto e Rafael Marques, incansáveis, se movimentavam muito, e ditavam o ritmo do jogo. Valdivia, aliás, fez uma partidaça (Vamos renovar com ele, hein Palmeiras? Não dá pra perder um talento desse nível).

Últimos minutos de jogo… Um monte de “fiéis” já tinha desistido de torcer fazia tempo, e a parmerada fazia a festa… “Olé! Olé!”

O juiz deu quatro minutos de acréscimo, depois deu mais um, mas não teve jeito. O Palmeiras, muito seguro em campo, tranquilo, não deu o mínimo espaço pro adversário.

O juiz apitou o final da partida. E o Palmeiras saiu com 3 pontinhos na conta, deixando lá em Itaquera a encheção de saco, da imprensa, pelas 3 partidas sem marcar; acabando com a invencibilidade do dono da casa no Brasileirão; acabando com o papo furado de “eliminou o Corinthians no Itaquerão, mas não venceu”…

https://www.youtube.com/watch?v=jbyySzgv17g&list=PL2RjbjKuG1xTuBXmVfmA99raPkDNiMivW

Segura a crise aí, Cu rintia! Caiu em Itaquera, o porco atropela!

ÔÔÔ  O FREGUÊS VOLTOOOOU!