Antes mesmo do Campeonato Brasileiro-2017 se iniciar,  a informação de que a tabela do campeonato favorecia dois clubes – um deles, muito mais acintosamente -, já  era de conhecimento público, já estava em alguns veículos de informação.

Horácio Nelson Wendel, um engenheiro, que é considerado um especialista em análise de tabelas, e que participou da formatação das rodadas em algumas edições do Campeonato Brasileiro depois que ele passou a ser por pontos corridos,  dava o alerta: “A tabela do Brasileirão 2017 é toda feita para o Flamengo ser campeão. Um absurdo”.

Nós sabemos muito bem que todos vão jogar contra todos e que quem pegou um caminho fácil agora, pegará o mais difícil depois… No entanto, sabemos muito bem também, que, dependendo da orquestração da coisa, dá sim para favorecer e facilitar o caminho todo de alguns, dá para fazer com que alguns deslanchem em momentos em que outros têm a tabela mais complicada. Além do mais, somados à essa facilitação na tabela, existem outros ‘expedientes’…já vimos no ano passado, a anulação – “depois de uma verdadeira reunião de  condomínio em campo” – de um gol ilegal do Fluminense, num  jogo em que também houve um gol ilegal do Flamengo, que ninguém sequer pensou em anular. Fomos vítimas de jogada de vôlei na área, que o juiz preferiu ignorar, tomamos gol após a cobrança de um lateral, que não foi lateral porque a bola nunca saiu… vimos um lobby, pra lá de exagerado, para um mesmo clube, quando a imprensa vivia sentindo cheiro disso, cheiro daquilo… e vimos agora, no Brasileirão 2017, a utilização do recurso de imagem em benefício do Flamengo, que  fez com que a arbitragem anulasse a marcação de uma penalidade em favor do Avaí  – seria ok se o recurso de vídeo estivesse disponível para os demais clubes também. Mas não é o que acontece, na rodada passada, teve um pênalti cometido pelo Grêmio, (a favor do Palmeiras), que o juiz transformou em falta fora da área; teve uma falta fora da área que o juiz fez virar pênalti a favor do  Corinthians… e nada de utilizarem o tal recurso.

O especialista analisou os pontos positivos e negativos da tabela do Brasileiro 2017, encontrou 73 erros e ficou impressionado com o favorecimento ao Flamengo, com  a tabela feita em favor do time carioca. Ele ainda chamou a atenção para a falta de critérios da CBF para confeccionar a ordem dos jogos (Santa ingenuidade, Batman engenheiro! Falta de critérios? Será que nem passa pela sua cabeça a possibilidade de a “corretíssima” CBF ter feito essa tabela com muito ‘critério’?).

E o especialista afirma:  “A tabela da Serie A 2017 tem parcialidade clubística flagrante, tem todos os ingredientes para um desinteresse técnico e comercial da competição”. Claro, se os torcedores perceberem que esse campeonato é de cartas marcadas… vão se desinteressar bastante pela competição. E, com torcedores desinteressados, caem  as rendas, os patrocinadores perdem também (menos a emissora tão interessada em empurrar certos dois times)

Mas só achar, não basta; só falar, também não,  é preciso que o especialista aponte onde  estão os “erros”, o “arranjo facilitador”, para que todos possam observar e tirar as suas próprias conclusões.

Vejamos alguns dos erros que ele encontrou…

1 – O Flamengo jogou três vezes seguidas no Rio nas rodadas 7 (PON), 8 (FLU) e 9 (CHA) e jogará mais três vezes seguidas no Rio nas rodadas 11 (SAO), que ele já jogou, e nas rodadas 12 (VAS) e 13 (GRE).

2 – O Flamengo joga cinco vezes seguidas na cidade do Rio de Janeiro nas rodadas 21 (ATL-GO), 22 (CAP), 23 (BOT), 24 (SPO) e  25 (AVA). Cinco partidas sem sair do RJ… Mas que camaradagem da CBF, não é mesmo?

3 – No segundo turno, o Flamengo tem outra sequência camarada. Jogará na cidade do Rio de Janeiro da rodada 2 até a rodada 5  (ATL-MG, ATL-PR, BOT, SPO) e só depois viaja para enfrentar o Avaí.

4 – O Flamengo fará 11 jogos em casa e 1 jogo fora de casa, em 2 períodos seguidos, de 12 rodadas.

Deram  uma facilitada boa para o time carioca, não é mesmo? E ninguém na CBF percebeu isso? Maaaagina…

Mas o especialista aponta benefícios para o “lava-jato” também:

1) O Corinthians joga quatro vezes seguidas em São Paulo nas rodadas 11 (BOT), que ele já jogou, e nas rodadas 12 (PON), 13 (PAL), 14 (CAP).  Joga o clássico estadual sem ter precisado sair da cidade, por duas rodadas, antes dele.

2) No returno, entre as rodadas 21 e 25, o Corinthians joga quatro vezes em São Paulo (VIT, ACG, VAS, SAO) e uma vez fora de casa contra o Santos, na rodada 23 – dois em casa, um  fora, e dois em casa outra vez. De novo,  joga os clássicos do seu estado, sem precisar viajar antes deles.

Mas que CBF boazinha…

Outras facilidades foram apontadas para alguns outros clubes também:

FLU jogou 3 vezes seguidas no Rio de Janeiro nas rodadas 3 (VAS), 4 (VIT), 5 (CAP) e repetirá a dose  nas rodadas 27 (FLA), 28 (AVA), 29 (SAO)

VAS jogou 3 vezes seguidas no Rio de Janeiro nas rodadas 8 (AVA), 9 (BOT), 10 (ACG) e também jogará 3 vezes seguidas nas rodadas 30 (CFC), 31 (FLA), 32 (VIT)

BOT joga 3 vezes seguidas no Rio de Janeiro nas rodadas 12 (ATL-MG), 13 (FLU), 14 (SPO) e nas rodadas 26 (VIT),  27 (CHA), 28 (VAS)

CBF, tão “”gentil” com os times cariocas…

ATL-PR jogou 3 vezes seguidas em Curitiba nas rodadas 2 (GRE), 3, (FLA), 4 (COR)

BAH joga 3 vezes seguidas em Salvador nas rodadas 10 (FLA), 11 (VIT), 12 (FLU)

CRU joga 3 vezes seguidas em Belo Horizonte nas rodadas 10 (CFC),11 (ATL-MG), 12 (PAL)

CFC joga 3 vezes seguidas em Curitiba nas rodadas 21 (SAN), 22 (VIT), 23 (CAP)

ATL-MG joga 3 vezes seguidas em Belo Horizonte nas rodadas 29 (CHA), 30 (CRU), 31 (BOT)

VIT joga 3 vezes seguidas em Salvador, nas rodadas 29 (CAP), 30 (BAH), 31 (ACG)

Enquanto isso… Ao término das 12 primeiras rodadas (a 12ª rodada será jogada no próximo final de semana), o Palmeiras – que não aparece na lista de erros da tabela – será o único time, dentre os que potencialmente podem brigar pelo título, a ter feito apenas cinco jogos como mandante… em 12 partidas. É o clube com menor número de jogos como mandante até a 12ª rodada – o Flamengo também terá feito cinco partidas como mandante, no entanto, dos jogos como visitante, dois foram na cidade do RJ. Em uma sequência de 7 jogos do time carioca, só um deles realmente foi fora de casa .

Já o Palmeiras, durante o campeonato todo, por quatro vezes faz 2 – e não 3, nem 4, e nem 5 – partidas seguidas fora de casa e, por quatro vezes também, faz 2 partidas seguidas em casa. Uma coisa compensando a outra, mas não vemos essa compensação com os times que receberam a regalia de 4 e 5 partidas seguidas em casa, não tem o inverso para equilibrar, não tem as 4 ou 5 partidas seguidas fora de casa.

Muito difícil acreditarmos que a CBF planejou tão mal o maior campeonato do país, o campeonato que lhe dá um lucro bastante grande com rendas, patrocínios e contrato de TV; mais difícil ainda acreditarmos que ninguém lá tenha percebido que a tabela favoreceria bastante dois clubes, que a tabela tenha sido elaborada de maneira extremamente favorável para um único clube… Eu diria que é impossível acreditarmos nisso. Ainda mais quando vemos o que anda acontecendo  com as arbitragens, com o recurso de imagem utilizado só para um clube…

O pior é que os demais clubes que disputam o campeonato – o nosso, inclusive – aceitam a tabela sem reclamar.

Vamos continuar de olho…

SEGUNDA PARTE – “Edilsão 2015”

Nunca as arbitragens “erraram” tanto na história do futebol como no Brasileirão 2015… Mas a imprensinha jura – e vai repetir isso até que vire verdade – que foi na bola…

O modus-operandi mudou, mas o absurdo de se dar um campeonato de presente, tirando dos demais clubes as chances de realmente disputá-lo, foi o mesmo do Brasileiro 2005 e de outros tantos. Ainda faltavam três rodadas, e o título do “Edilsão, versão 2015” já tinha sido entregue, e da maneira mais descarada possível.

Sabe aquela criança, que você pega pela mão para ela aprender a andar, e fica por perto pra ela não cair quando se desequilibrar, até que ela, sabendo que tem alguém para ampará-la, caso necessite, consiga caminhar sozinha? Assim fizeram com o S.C.Itaquera.

Depois que o ajudaram a ganhar confiança,  a “andar” (rapidinho) no campeonato, e o colocaram na primeira colocação, ele foi sozinho, ou quase, quando ia dar uma escorregada, a mão generosa do apito estava lá para ampará-lo. Aí apareceu o trabalho do técnico, o futebol bacana, o time sem pressão… Saber, por antecipação, que vai “dar certo” é uma tranquilidade…

Pra se ter uma ideia, foram 35 rodadas, sem que nenhum, eu disse NENHUM, pênalti fosse marcado contra o S.C.Itaquera, mesmo ele tendo cometido vários (isso é muito revelador), alguns deles, verdadeiras jogadas de vôlei. E nenhum dos árbitros que apitaram seus jogos viu qualquer coisa – fizeram o oposto com o Palmeiras, não marcando nenhum dos muitos pênaltis que ele sofreu em casa, nem muitos dos que ele sofreu fora, mas assinalando outros tantos contra ele, que nem aconteceram de fato…

Edilsão2015-pênaltis-cometidos-e-sofridos

Só na 36ª rodada, quando o título já tinha  sido “conquistado”, marcaram uma penalidade contra o time de Itaquera. E uma penalidade inventada, diga-se de passagem, com cara e pinta de ter sido arranjada para mascarar a vergonha de 35 rodadas sem um mísero pênalti contra e de ter sido beneficiado o campeonato todo.

35 rodadas podendo  cometer pênaltis impunemente…  Como esse de Uendel, por exemplo. Tão “discreto”, tão “difícil” para a arbitragem marcar, não é mesmo?

Edilsão2015-Bambis

Mas essa bola na mão, com  braço junto ao corpo, e que veio de um chute muito próximo, eles marcaram. Ah, mas era contra o Palmeiras…

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Ficou parecendo que a “ajeitada” dada na regra sobre o toque de mão na bola foi feita para facilitar o trabalho das “forças ocultas”. E, levando-se em conta que já tinham determinado antes que as arbitragens tivessem mais rigor com as reclamações dos jogadores, ficou meio estabelecido que, levar porrada e ser garfado podia/pode, mas reclamar disso, não.

A juizada fez a festa com essa nova possibilidade de interpretação… Inventou pênalti onde não tinha, ignorou os que não queria (não podia?) ver… e ai daquele que reclamasse. E a imprensinha, com bem raras exceções, disse amém às apitadas. Tinha sempre um “eu também marcaria”, “eu também não daria”, “os árbitros erram com todos os times”…

E todo mundo se perguntava: quem será que banca a “cegueira” das arbitragens? Por que a regra não legitima essas “apitadas” não. Pela regra, nas imagens postadas acima, aquele toque de mão do Uendel, não assinalado, foi muuuito pênalti; o pênalti de Victor Ramos, o juiz só marcou porque estava com vontade de marcar…

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Não bastasse isso, ainda teve um extra, o de se fazer todos os times, menos um (a princípio, dois) jogarem às 11h00 da manhã, aos domingos, no “calorzinho básico” que faz aqui e que mina o rendimento da maioria dos jogadores.

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Segundo as notícias, Corinthians e Flamengo seriam poupados da experiência a pedido da Globo, por causa da audiência. E já estamos carecas de saber que esse papo de audiência é só papo mesmo, não é?
http://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/12/15/quem-e-que-da-mais-audiencia-mesmo-dona-platinada/

O experimento teve início na primeira rodada do Brasileiro, em 10/05/2015.  E até Setembro, só um time ainda não tinha jogado às 11h00 – o Palmeiras já tinha feito 3 partidas nesse horário, outros clubes tinham feito 5  (Flamengo, FluminenC e SPFW, que sempre recebem agradinhos da CBF, também eram poupados, e tinham feito só 1):

Roubo-Brasileiro-20015-jogos às 11-1

Então, porque estava dando muito na cara, marcaram – às pressas – um jogo do time de Itaquera para uma manhã de domingo, contra o Joinville, último colocado na tabela. Tudo no “disfarcetion”. Fariam depois uma segunda partida de manhã, mas a pedido da diretoria do Santos, o adversário, que pensava apenas na renda.

A imprensinha noticiaria ao final do campeonato: “Números do Timão impressionam”. E ela tinha razão, o número de pênaltis cometidos por seus jogadores e não marcados pelas arbitragens, os dos gols irregulares e validados, os dos gols legítimos dos adversários, que foram anulados… o número de pontos que lhe foram “doados,” os que foram tirados de seus concorrentes diretos (o Galo, por exemplo), eram, e ainda são, impressionantes.

E sem contar aquelas coisas que as arbitragens brasileiras sabem fazer tão bem… amarrar o jogo de um time e liberar o jogo de outro, aplicando cartões amarelos e vermelhos à conveniência de alguns, deixando de marcar algumas faltas, inventando outras… dando licença para alguns times baterem à vontade… mudando resultados de partidas… Tudo muito impressionante mesmo.

E foi assim, com muitas reclamações de torcedores, clubes, jogadores, e até mesmo de alguns (poucos) jornalistas,  que o time que pouco aspirava na competição (perdera jogadores importantes por não ter dinheiro nem para pagar os salários), pulou da 7ª colocação (16 pontos) para a 1ª . Arrancaram do Atlético-MG – prejudicado quando “foi necessário” – a liderança do campeonato. E tudo com o “selo de qualidade” da arbitragem brasileira, e do Chefe de Arbitragem, o Sr. Sérgio Corrêa, aquele mesmo, que o ex-árbitro Gutemberg acusara de fazer pressão nos árbitros que iam apitar jogos do S.C.Itaquera.

Gutemberg

É muito provável que eu tenha me esquecido de algum “erro” de arbitragem dentre os inúmeros erros que fizeram o campeão de 2015, porém, acredito que os mais relevantes estejam aqui.


9ª rodada – Corinthians 2 x 1 Figueirense

Uma penalidade “mandrake” marcada contra o Figueirense, e a expulsão do zagueiro Thiago Heleno, por causa do pênalti, que não existiu.


11ª rodada – Goiás 0 x 0 Corinthians

O juiz não viu, porque não quis, nada errado nessa “faltinha” de Gil no atacante do Goiás. Pênalti, e muito pênalti, aliás.

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17ª rodada – São Paulo 1 x 1 Corinthians

Pênalti escandaloso, cometido por Uendel e não marcado pela arbitragem. Muito provavelmente, seria uma derrota na conta do “S.C.Ajudado Paulista”…

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18ª rodada – Corinthians 4 x 3 Sport

Pênalti inventado por Luís Flávio de Oliveira. Veja só, a Comissão de Arbitragem “sorteia” um árbitro paulista, e corintiano, para apitar uma partida entre Corinthians e Sport. E no finalzinho da partida, o árbitro paulista e corintiano,  faz essa presepada a favor do time paulista, e quando o placar era de 3 x 3. O jogador está caindo – ninguém cai com o braço colado ao corpo – a bola toca em seu braço e ele marca a penalidade máxima.

Edilsão2015-Sport

OK, poderíamos até acreditar que foi apenas uma questão de má interpretação da regra, de critério do tal Luís Flávio, mas, acontece,  que o mesmo Luís Flávio , que assinalou a penalidade contra o Sport, não assinalou essa penalidade aqui contra o Cruzeiro:

Roubo-Brasileiro-20015-Gambá-Oliveira-Cruzeiro-pênalti-cometido

Dois critérios diferentes, “dois pesos e duas medidas” do gambá Oliveira, para “errar” , “coincidentemente”, a favor do seu time de coração – o “liMdo” também operou o Palmeiras, rival figadal do time dele, na primeira final da Copa do Brasil.

A Comissão de Arbitragem não é fraca nos “sorteios” não…

Roubo-Brasileiro-20015-Gambá-Oliveira-dois-pesos-e-duas-medidas

Depois desse jogo, a opinião pública caiu de pau – mais ainda – nos benefícios do apito para o time de Itaquera. O jogador Diego Souza, do Sport, disse publicamente que o Corinthians era beneficiado pelas arbitragens. Em todas as bocas se falava tanto do “Apito Amigo”, que o jogador corintiano, Elias, saiu com essa:

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Então, né? Parecia até um pedido…  E não demoraria nadinha para que ele fosse atendido e as arbitragens colocassem o time do Elias na liderança.


19ª rodada – Avaí 1 x 2 Corinthians

Um gol do Avaí mal anulado pela arbitragem, e mais uma vitória na conta do apito.

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22ª rodada – Corinthians 2 x 0 FluminenC

Gol legítimo do FluminenC anulado pela arbitragem quando o placar era 1 x 0 para os paulistas e o time carioca estava muito melhor na partida do que o dono da casa, o que poderia desencadear uma reação do visitante. Mas, imagina se a arbitragem ia deixar o time Itaquera correr esse risco… Olha o “impedimento” que foi marcado:

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23ª rodada – Palmeiras 3 x 3 Corinthians

Pênalti de Cássio sobre Gabriel Jesus, que a arbitragem ignorou. A imprensinha tratou logo de dizer que “eles dividiram a bola, que Cássio foi na bola”… A imagem (abaixo) mostra que o goleiro foi pra cima do jogador palmeirense e o derrubou (veja onde Jesus estava no início e onde estava quando foi atingido. Veja que o goleiro é que foi em sua direção, e de pé direito levantado). A bola, inclusive, já tinha passado, como mostra uma das imagens. E tanto houve o contato violento, que o goleiro teve até um corte na perna e precisou ser atendido.

Se o goleiro não foi na bola, se houve o contato violento com o atacante, se ele derrubou o jogador que ia  pro gol… como é que chama isso?

Um pênalti – a possibilidade do Palmeiras fazer um gol -, mais a expulsão do goleiro, que o juiz não deixou acontecer… O Palmeiras deixou de ganhar 2 pontos, e o Corinthians ganhou 1, de presente da arbitragem.

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Foi na bola sim… Deus tá vendo.  E Jesus também.

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E não foi só isso, teve também a falta não marcada em Arouca na ocasião do terceiro gol “itakera”. Bola em jogo, e o Arouca sendo puxado na área (imagem abaixo)… a arbitragem nada marcou.

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26ª rodada – Inter 2 x 1 Corinthians

De novo, Uendel, o “goleiro de linha” itakera, meteu a mão na bola e arbitragem nada marcou. O Inter ganhou (no sufoco), é verdade, mas o jogo estava 0 x 0, era praticamente o primeiro lance da partida, quando a arbitragem, beneficiando o time do Apito Amigo, ignorou a penalidade máxima cometida por Uendel (vida mansa a do time cujos jogadores de linha podem meter a mão na bola à vontade).

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27ª rodada – Corinthians 2  x 0 Santos

A arbitragem marcou uma penalidade em Vagner Love, quando a partida estava 0 x 0 – ajudinha boa. A penalidade existiu mesmo, mas, antes dela, teve uma solada do atacante corintiano, teve uma mão na bola do mesmo Vagner Love e, só depois, é que ele sofreu a penalidade. O juiz “ficou cego” por uns momentos e “não viu nada” do que aconteceu antes,  assinalando só o que ele quis…

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Uma solada digna de cartão vermelho, que o juiz fez de conta que não  viu, na sequência, V.Love ajeita a bola com a mão, e só depois disso tudo recebe a falta… Mais uma vez, um árbitro “segurava a mão da criança” mais favorecida desse “Edilsão, edição 2015″…

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34ª rodada – Corinthians 2 x 1 Coritiba

Pênalti contra o time itakera no primeiro tempo, não marcado pelo juiz.

Edilsão2015-Coritiba

O benefício maior na partida, um absurdo, foi a marcação de impedimento em uma jogada totalmente legal do Coxa (ele lutava contra o rebaixamento, e precisou ser garfado em benefício do time itakera). O bandeira tinha condições totais de observar a legalidade da jogada, e o juiz também. E era jogo em que o Galo poderia encostar… Mais uma vez, “seguraram a criancinha pela mão”

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Um descaramento marcar impedimento nessa jogada, não é mesmo? Na sequência, Cássio cometeu pênalti (esqueceu a bola e foi no jogador), e poderia/deveria ter sido expulso, mas como juiz e bandeira já tinham dado uma apitada amiga pro “Curintia”, invalidando a jogada legal  do Coxa… ficou por isso mesmo.

Edilsão2015-Coritiba-impedimento

Uma vergonha esse campeonato. Uma vergonha o que as arbitragens fizeram. Uma vergonha a imprensa legitimar tantos “erros”…

Teríamos que ser muito inocentes para imaginarmos que os árbitros todos “resolveram  ajudar um mesmo time  a conquistar o campeonato”, assim, sem mais, nem menos… porque, talvez, “eles sejam todos corintianos e, na dúvida, apitaram em favor do time de coração”… Aham…

Os 7 x 1 na Copa não foram acidente de percurso. Hoje, há um abismo entre o futebol europeu, a sua organização e estrutura, e o que chamamos de futebol aqui.

Não somos mais o País do Futebol…

Mapa-Corrupção-Futebol1

Somos o país da corrupção e maracutaia no futebol – e não só no futebol -, o país dos dirigentes corruptos, dos resultados arranjados, da televisão que manda no esporte, da mutreta no tribunal, da imprensa omissa e covarde.

O esporte mais querido dos brasileiros (será que ainda é?) agoniza… A CBF, mergulhada em corrupção, conseguiu esculhambar e enlamear o futebol brasileiro… Pra se ganhar um título legitimamente hoje em dia, é preciso ganhar das arbitragens também, dos “sorteios” de árbitros, como o Palmeiras precisou fazer na Copa do Brasil…

Passa da hora de acabarem com a CBF. Passa da hora de acabarem com o  tribunal de promotores/torcedores, que julgam de acordo com a “cor das trancinhas”… tá na hora de acabar com essa tentativa canalha de espanholização do futebol brasileiro…

Agora é a hora de virar essa grande lata de lixo de cabeça pra baixo, “queimar todo o lixo” e começar tudo outra vez.

Você já ouviu falar sobre os motivos – eles não são verdadeiros – que fazem a Globo pagar cotas de transmissão para dois clubes, com valores absurdamente maiores do que o que paga para os demais não é mesmo? E são esses os mesmos “motivos” que levam a emissora, detentora dos direitos de transmissão dos campeonatos no Brasil, a transmitir uma overdose de jogos dos dois times na TV…

Segundo o que alega a emissora platinada, eles dão muito mais audiência (cê jura, platinada?) e, por isso, recebem cotas maiores. Ainda que fosse verdade o lance da audiência, e não é, a distribuição das cotas estaria sendo feita da maneira errada e em prejuízo do futebol brasileiro, uma vez que ajuda a fortalecer apenas dois clubes, ajuda a vender a marca de apenas dois clubes, ajuda a valorizar os atletas de apenas dois clubes, ajuda a despertar o interesse dos patrocinadores em apenas dois clubes, e enfia na cabeça dos torcedores que existem apenas dois clubes, o que vem a ser a chamada “espanholização” do futebol brasileiro, que tanto querem fazer. Quem perde com isso é o futebol brasileiro. Por que será que a Alemanha deu um vareio de bola na última Copa, não é mesmo?

Na Alemanha, por exemplo, as TVs pagam cotas praticamente iguais aos clubes, para que todos se fortaleçam,  o que faz com que o futebol daquele país vá ficando cada vez mais forte. O 7 x 1 no Brasil, a superioridade da seleção alemã sobre a outrora “melhor do mundo”, do outrora “melhor futebol do mundo”, do outrora “país do futebol” (faz tempo isso, hein?) não foi mero acaso. E, pela mentalidade da emissora que detém os direitos de transmitir futebol no Brasil, pela mentalidade dos dirigentes que comandam o futebol no Brasil, as coisas por aqui vão continuar caminhando ladeira abaixo. Taí o Botafogo, falido, que não me deixa mentir; estão aí os clubes devendo meses de salários  aos seus atletas (direito de imagem faz parte dos vencimentos de um atleta, a maior parte deles, aliás), estão aí os desaparecidos patrocinadores dos clubes,  que não me deixam mentir.

Mas voltemos aos motivos da emissora para enfiar dinheiro em dois únicos clubes no Brasil, especialmente no seu protegido e empurrado time de Itaquera… A AUDIÊNCIA!! E o que acontece com os times do estado de São Paulo muito nos interessa.

Você sabia que a vitória magra dos “itakeras” por 2 a 1 sobre o Criciúma, no sábado, garantiu a eles uma marca negativa? E que o time tido como o mais popular do estado (porque será que os números não andam comprovando isso?) se tornou dono da pior audiência do campeonato brasileiro deste ano, levando-se em conta todos os jogos transmitidos para São Paulo?

Foram apenas 16 pontos de média, sendo 13 na Globo e 3 na Band. E valia uma escapada da pré-Libertadores, e era na TV aberta (“di grátis”), mas nem assim o torcedor do time de Itaquera quis assistir – o gol do Inter aos 49 minutos do segundo tempo , no outro confronto do sábado, diante do Figueirense, acabaria com as pretensões do time alvinegro.

Até então, a pior audiência era de outro jogo do Corinthians: 0 x 0 diante do Coritiba, no início de agosto, em Curitiba. Na oportunidade, a Globo teve 13 pontos e a Band 5 – cada ponto equivale a 61.952 domicílios sintonizados, de acordo com o Ibope. Os dados de medição representam apenas a audiência na região metropolitana de São Paulo.

Mas o que talvez você não saiba é que a média de audiência do time de Itakera, o favorito da Globo, teve o pior desempenho no ibope na era de pontos corridos. Foram 16,87 pontos na Grande São Paulo (e, reza a lenda, que na Grande São Paulo é onde ele teria mais torcida). Foram melhores os números de Palmeiras (17,1), São Paulo (17,0) e Santos (16,93)  – o Ibope arredonda e iguala os quatro clubes em 17 pontos.

Dos 38 jogos do campeonato brasileiro em 2014, a transmissão em TV aberta ficou nessa ordem:

Corinthians – 20 jogos – 16,87 pontos na Globo –  5,4 na Band

São Paulo   – 17 jogos – 17  pontos na Globo  – 4,7 na Band

Palmeiras  –   5 jogos  – 17,1 pontos na Globo – 5,3 na Band

Santos       –   3 jogos  –  16,93 pontos na Globo  –  5,2 na Band

Se somarmos as audiências das duas emissoras, o Palmeiras é o clube com os melhores números no ibope: 22, 4 pontos, o Corinthians teve queda de 5%; o Santos, queda de 2%;  São Paulo teve um aumento de 7,6%.

E mesmo que se tivesse levado em conta os números da audiência de 2013, quando o Palmeiras jogou a segunda divisão e teve seus jogos transmitidos no sábado, dia em que a audiência é menor mesmo, a conta ainda não justificaria a diferença gritante no número de partidas transmitidas pela Globo em 2014:

Corinthians – 17,8 / São Paulo – 15,8 / Palmeiras – 10,1 / Santos – 17,3 . De 2013 para 2014, o Palmeiras teve a sua audiência aumentada em 70%, o São Paulo teve um aumento de 7,6%, enquanto o Corinthians teve queda de 5% e o Santos, queda de 2%.

Como você pode ver, caro leitor, não existe motivo algum para que haja diferença nas cotas de patrocínio pagas pela TV, tampouco para que haja essa discrepância no número de partidas transmitidas na TV aberta. Não existe motivo para que o Palmeiras tenha 5 jogos na TV e o Santos tenha 3, enquanto itaqueras e leonores tenham, 20 e 17 respectivamente.

Tá na hora dos clubes acordarem (né Palmeiras?) e passarem a exigir a revisão e o ajuste dessa distribuição de dinheiro e de jogos transmitidos na TV para 2015. Se o Palmeiras foi o clube que mais audiência deu, vai ter que ser o clube que vai receber mais dinheiro e que vai ter mais jogos na TV aberta, afinal, não é esse o critério utilizado? Não cola mais esse enrolation global para favorecer alguns times e prejudicar outros. Uma marca que nunca é vista, dentre outros inúmeros prejuízos, não atrai patrocinadores.

E se a Globo quer continuar protegendo seu clube favorito e prejudicando outros, que morra abraçada com ele e seus baixos números do ibope, vamos buscar uma outra emissora que saiba, e pague, quanto o Palmeiras vale.

Quando a Globo acordar, o futebol terá virado um “esquenta”… que ninguém mais vai querer assistir.

 

 

Tá todo mundo fazendo de conta que não está vendo o que acontece no futebol brasileiro, tem muita gente fingindo não perceber as maquiavélicas ligações e manobras entre a CBF, STJD, arbitragens e TV, os favorecimentos “eternos” pra uns, os prejuízos pra outros… Todo mundo deixa pra lá as mutretas e armações que estão sendo levadas a cabo de maneira cada vez mais descarada…

Com raríssimas e profissionalíssimas exceções, a imprensa se finge de morta, e obscenamente legitima as armações, com notícias que blindam e valorizam determinados clubes e jogadores, ou que atacam/denigrem outros determinados clubes e jogadores; somem  com imagens, legitimam “erros” do apito, do tribunal, com comentários ridículos, idiotas e sem noção, nos programas de TV e nas transmissões dos jogos, como aconteceu  no SporTV, no jogo entre FluminenC e Palmeiras. De maneira nojenta, narrador e comentarista – ex-jogador do FluminenC – só enxergavam aquilo que o árbitro marcava, desmentiam o óbvio das imagens e só viam o que lhes era conveniente ver. O juiz garfando o Palmeiras na cara dura, e “osh cariocaish” avalizando o seu serviço. E assim faz a maioria dos tais profissionais de imprensa…

E o futebol brasileiro mergulha numa lata de lixo sem fim, comandado pelo  cartel dos “donos da bola”, e com a ajuda de uma boa parte da mídia, que nunca mostra o que realmente acontece em campo e nos bastidores do futebol, vai se atolando na sujeira. A imoralidade é muito grande e está além dos limites aceitáveis – se é que há algum limite aceitável para a imoralidade.

O árbitro de FluminenC x Palmeiras, inventou essa penalidade abaixo, fez 2 x 0 para o time da casa, e praticamente matou as chances do Palmeiras reagir, ainda mais na difícil situação em que ele se encontra. O jogador já está caindo, de braços abertos – ninguém consegue cair com os braços colados ao corpo – antes mesmo do adversário chutar a bola; na sequência, a bola é chutada em sua direção. E isso é pênalti??

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O árbitro marcou? Então, “osh cariocaish” afirmam que é pênalti sim.

E uma arbitragem que considera pênalti o que você viu nas imagens acima, não reconhece a penalidade nesse lance abaixo? (Repare que ele tem sim a mão aberta, carregando a bola) Estranhíssimo, não é mesmo?

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A mesma arbitragem (fizeram curso de árbitro onde? Nas Laranjeiras?) também não é capaz de identificar essa penalidade em Cristaldo? Olha só a pinta do árbitro e do auxiliar de linha de fundo…

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“Osh cariocaish” não viram esses lances (vai ver tinham ido ao banheiro ou dormiam), também não viram as inúmeras vezes em que a arbitragem invertia faltas, marcava outras inexistentes, nem os impedimentos mandrakes marcados em ataques do Palmeiras, nem as “providenciais” paralisações de lances que poderiam originar ataques ou contra-ataques do time “paulishta”…

Com todas as suas falhas, com dois gols que deu de presente ao adversário, com todos os gols que perdeu, o Palmeiras, que não jogou bem – o FluminenC jogou pior ainda – jamais sairia derrotado do RJ se a arbitragem tivesse sido imparcial (falarei sobre o jogo ruim do Palmeiras em outra postagem).

E a “cariocada” é contínua – como são contínuos os favorecimentos ao time paulista do “istádio” doado pelo governo federal às custas de 1,2 bi do dinheiro público.

O Flamengo consegue passar de fase na Copa do Brasil 2014, graças à duas penalidades inventadas pela arbitragem – ganhou o campeonato carioca no apito também -, e a imprensa faz que não viu o que aconteceu, e, no dia seguinte, noticia que houve “um milagre” em campo. Uma garfada master do apito vira “milagre”, e o outro clube que se dane, não é mesmo? Um viva para os “amigos do rei”!

Flamengo-milagre

Mas o “milagre”, tinha um único “santo”:

Flamengo-milagre1

 

 

Será que o mesmo aconteceu para que ele saísse da zona de rebaixamento?

Mutreta-Flamengo

O link original dessa postagem está aqui:

https://www.facebook.com/leonardo.ribeiro.3363334/posts/733959486670085

Por coisas assim, os resultados de jogos, as arbitragens, os julgamentos e punições do futebol brasileiro, os campeonatos, parecem cada vez mais suspeitos…

Eles (CBF, STJD, Comissão de Arbitragem, TV, parte da Mídia e os clubes “amigos do rei”, os sempre favorecidos) pensam que são os “espeRtoish” e que todo o resto do país é idiota…

O futebol brasileiro sempre foi cheio de maracutaias e de armações, mas, desde 2005, a coisa está escancarada. 2005 foi o ano em que o Corinthians lavou dinheiro da Máfia Russa no Brasil (e não foi punido por isso), crime devidamente comprovado em escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal. Ano em que Márcio Resende de Freitas expulsou Tinga (Inter) de campo porque ele sofrera um pênalti de Fábio Costa (Cor); ano em que o título do campeonato brasileiro foi tirado do Inter e “coincidentemente” caiu no colo do time da “lavanderia”, graças à uma manobra pra lá de suspeita.

Até mesmo o presidente alvinegro na época, Alberto Dualibi, confirmaria isso num telefonema, cuja escuta foi amplamente divulgada. Em suas próprias palavras, eles “ganharam o título ROUBADO, porque o campeão deveria ter sido o Inter”, “se não tivesse a anulação, o Corinthians não teria sido campeão”, “porque campeão de fato e de direito teria sido o Internacional”. Ele mesmo confirma que foi roubado, e o que fizeram os responsáveis pelo futebol brasileiro? Nada! Que vergonha, não? Se houve manipulação dos resultados – esse foi o “motivo” alegado (inventado?) pelo tribunal para fazer voltar 11 partidas que beneficiavam o Corinthians -, porque o agora ex-árbitro e demais responsáveis não foram presos?

CBF e STJD – quiçá patrocinadores de alguns clubes também – promovem o acesso e o descenso das equipes que bem entenderem. Rebaixaram a Portuguesa em 2013, pelo uso de um jogador irregular, e, com a perda de pontos da Lusa, como prevê a regra em caso de jogadores irregulares, salvaram o Fluminense (time do coração de João Havelange), que havia caído para a segunda divisão (todas as vezes que esse time é rebaixado, ele volta à série A sem jogar a série B).

No entanto, a mesma CBF e STJD, não fazem absolutamente nada a respeito do Corinthians, que neste brasileirão, colocou Petros em campo em situação irregular. Ele jogou seis partidas (continua jogando) de maneira irregular! Os clubes são os responsáveis por colocar os jogadores em campo (a CBF e STJD afirmaram isso quando da punição da Lusa), e a regra que prevê que o Corinthians, por se utilizar de um jogador irregular, deva perder 21 pontos no campeonato e a vaga na Copa do Brasil, é completamente ignorada agora. E como é que a regra pode valer só para alguns clubes, Sr. Paulo Schmitt? 

O promotor alega que é preciso haver uma denúncia para que o tribunal possa agir no caso do Corinthians (o que os demais clubes estão esperando?), que se utilizou de um jogador irregular, igualzinho fez a Lusa. E perguntamos: QUEM DENUNCIOU A LUSA EM 2013? A CBF? E POR QUE ELA NÃO FAZ O MESMO AGORA? E SE NÃO HOUVE DENÚNCIA NO CASO DA LUSA, SE O STJD FOI QUEM DENUNCIOU, POR QUE ELE SE RECUSA A DENUNCIAR O CORINTHIANS AGORA ? Onde estão a ética e os escrúpulos desse tribunal? Os “homens” do tribunal, serviçais que são da CBF, utilizam as regras, as distorcem, de acordo com as suas conveniências. Quem é da “tchurma dos amigos do rei” está livre de ser punido, faça o que fizer. E livrar um clube de uma punição, pela mesma irregularidade que serviu de punição a outro, é trambique, é armação.

Os torcedores pagam para assistir jogos de campeonatos com cartas marcadas.

Advogado-BlogDoPaulinho

http://blogdopaulinho.wordpress.com/2014/09/03/caso-petros-stjd-nao-julga-a-culpa-mas-a-irregularidade-corinthians-tem-que-ser-punido-diz-advogado/

 

Rebaixaram o Palmeiras em 2012, com mais de 12 pontos subtraídos por erros absurdos de arbitragem – de tão absurdos, não poderiam ser erros -, e se valendo de recursos inéditos, inclusive de imagens de TV, utilizadas durante uma partida (RECURSO PROIBIDO PELA FIFA), para anular um gol do Palmeiras num lance em que seu jogador cometera uma irregularidade, que ninguém da arbitragem vira; lance onde o jogador também havia sofrido uma penalidade e, por isso, acabara se utilizando da mão para marcar o gol (nas imagens da TV, ilicitamente utilizadas durante a partida, a mão na bola – que aconteceu depois e por causa da penalidade -, todo mundo viu; a penalidade claríssima em Barcos, foi ignorada). Na ocasião, a jornalista, que confirmara ter havido a consulta das imagens, foi proibida por sua emissora de testemunhar no caso. A TV compactuando com a ilegalidade na anulação de um gol… E, novamente, uma maneira inédita de se prejudicar um mesmo clube.

PenaltiIndio-BlogClorofila

E os gols de mão continuam a acontecer impunemente no futebol, sem que sejam anulados por imagens de TV, sem que apareçam “delegados balutas” :

Gol de mão de Luís Fabiano, validado pelo árbitro

Um jogador agride um árbitro durante uma partida (a imprensa transforma a agressão em “trombada – importante o “serviço” que ela presta, não é? ) e ele é absolvido, como aconteceu com Guerrero, do Corinthians; outro, pela mesma infração (que a imprensa também transformou em “trombada”), pega seis meses de gancho, e depois, magicamente, os mesmos promotores que acharam um horror a agressão e lhe deram a severa punição, mudam de ideia, e, com suas varinhas mágicas, fazem “plim-plim” e transformam a punição em apenas três partidas de suspensão, como fizeram com Petros, do mesmo Corinthians (interessante esse detalhe, né?).

Veja o vídeo e repare como Petros muda até de direção para ir ao encontro do árbitro e lhe dar uma “trombada”:

Até na terra do Guerrero o pessoal achou que ele receberia uma dura punição pela agressão ao árbitro (repare, ele dá uma cotovelada, usa força, sabendo que vai atingir alguém, né?). Mas o “corretíssimo” STJD o absolveu.

Teve também uma agressão de Renato Augusto, do Corinthians (olha o Curintia de novo), que também ficou por isso mesmo; o juiz não expulsou o jogador, e o STJD não o pegou pelas imagens, como costuma fazer com jogadores de outros clubes, os do Palmeiras, por exemplo.

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No entanto, um jogador força um terceiro cartão amarelo para poder servir a seleção do seu país – como fazem jogadores do mundo todo -, e o tribunal, como se ele fosse um bandido infrator, o pune, de maneira inédita, com dois jogos de gancho, porque ele sorriu, como aconteceu com Valdivia, do Palmeiras. NUNCA, ANTES OU DEPOIS DISSO, UM JOGADOR NO BRASIL FOI PUNIDO POR FORÇAR UM TERCEIRO CARTÃO OU POR TER SORRIDO – nem existe uma regra para isso. Para o STJD, dependendo das cores da camisa do jogador, forçar um terceiro cartão e sorrir é praticamente a mesma coisa que agredir um árbitro pelas costas.

O TRIBUNAL NÃO TEM O DIREITO DE FAZER AS SUAS PRÓPRIAS REGRAS, OU DE USAR AS QUE EXISTEM À SUA CONVENIÊNCIA OU À CONVENIÊNCIA DOS “AMIGOS DO REI”!!  Mas ele faz isso…

Thiago Alves, do Palmeiras, agrediu um adversário, e, graças ao uso das imagens, foi denunciado e punido pelo STJD com dois jogos de suspensão.

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Mas esse jogador do FluminenC aqui, o STJD não quis denunciar e nem punir. E esse é só um exemplo, dos muitos outros que ficaram e ficam sem punição alguma.

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E, assim,  vamos chegando à conclusão que o tribunal trabalha apenas pelos interesses de alguns clubes, que são interesses da CBF – a famigerada entidade, mergulhada em corrupção até o pescoço. Seu presidente anterior,  investigado por lavagem de dinheiro, por recebimento de propinas (até a Globo é citada nisso) – tinha até mudado do país por isso -, é suspeito de participar de várias falcatruas, inclusive a de fazer parte do grupo que vendeu ao Qtar o direito de sediar uma Copa.

Em sua gestão na CBF, parte do dinheiro de amistosos da seleção brasileira ia parar na conta de Sandro Rosell, na época presidente do Barcelona,  que, “por acaso” tinha sido o representante da Nike no Brasil que, por acaso, é patrocinadora da seleção, do Corinthians, do Neymar… O mesmo Rosell que teve que renunciar à presidência do Barcelona, depois do escândalo dos milhões “desaparecidos” na contratação de Neymar. Sujeira… sujeira… sujeira… Um polvo de tentáculos imensos a tomar conta do futebol brasileiro.

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O João Havelange, sogro de Ricardo Teixeira, e citado na notícia acima, é um “ilustre” torcedor do FluminenC,  o time que vive se servindo da “bondade” da CBF de não deixá-lo jogar a segundona todas as vezes em que é rebaixado.

http://limpinhoecheiroso.com/2013/07/03/a-globo-esta-envolvida-no-suborno-de-havelange-e-ricardo-teixeira/ As suspeitas estão em todos “os cantinhos” do futebol brasileiro…

Mas o que seria do futebol  brasileiro e suas armações não fossem os “erros” das arbitragens? Pênaltis inexistentes assinalados, pênaltis legítimos não marcados, impedimentos mandrakes, gols irregulares validados, gols legítimos anulados, expulsões e cartões intimidatórios pra uns, benevolência com as infrações de outros, conivência com a caçada a determinados jogadores, campeonatos decididos no apito…

A comissão de arbitragem, agora/outra vez capitaneada por Sérgio Correa, que, segundo dizem, foi trazido de volta por Marco Polo del Nero, manda a campo árbitros que mais parecem vassalos de alguns clubes, apitando em seu benefício e em prejuízo aos seus adversários, e das maneiras mais inimagináveis possíveis.

E aí a gente lembra do ex-árbitro Gutemberg, que acusou a Comissão de Arbitragem de telefonar para os árbitros antes das partidas (você vai apitar o jogo do timão, hein?), para lembrá-los do clube que estaria jogando sob a sua arbitragem. Num claro “olha lá o que você vai fazer, hein?”. Acusação que foi ignorada e “esquecida” pelo tribunal e pela imprensa, o que fez que a opinião pública também esquecesse…

Depois da volta desse senhor ao posto, as arbitragens passaram a “errar” ainda mais…

Há algumas rodadas, o Palmeiras abriu o placar diante do Atlético-MG, com uma cobrança de pênalti, mas o árbitro fez voltar a cobrança, alegando invasão na área. Antes e depois desse jogo, todas as cobranças de penalidades do país foram/são feitas com invasão de jogadores e os gols são validados. Como aconteceu ontem mesmo, na partida do Palmeiras diante do FluminenC (que se não fosse a CBF e o STJD estaria disputando a série B e não a série A). As regras continuam valendo só para um, ou, na melhor das hipóteses, para alguns poucos.

Veja outras imagens de penalidades validadas, mesmo com invasão de jogadores:

http://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/08/29/se-e-jogo-palmeiras-quem-joga-e-o-juiz/

Diante do Coritiba, o Palmeiras teve uma penalidade marcada pelo árbitro, e desmarcada depois, sob a alegação que o bandeira vira impedimento de Lúcio. O bandeira nada viu ou assinalou, e as imagens são claras. Então, de onde veio a “instrução” para desmarcar a penalidade? Por que os árbitros não foram avisados para desmarcarem as penalidades que não existiram em tantos outros jogos – o do Flamengo, por exemplo? Por que nunca desmarcam penalidades de outros clubes, mesmo quando elas foram marcadas equivocadamente? As regras existem sim, mas apenas para alguns…

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Eu poderia escrever mil páginas, poderia printar mil imagens, citar centenas de outros exemplos e ainda assim ficaria muita coisa por dizer, por mostrar…

Está tudo aí, o tempo todo batendo na cara da gente…

O futebol brasileiro, do fundo da lata de lixo onde se encontra,  vai perdendo o seu restinho de brilho e encantamento, vai morrendo; os clubes, perdem a capacidade de tomar providências; os jogadores, a de se indignar…  e os torcedores… esses, já mal percebem o dolo ao seu clube de coração.

Quando todo mundo acordar, poderá ser tarde demais…

VAMOS BOTAR A BOCA NO TROMBONE AÍ, FAZ FAVOR? (Você também, Palmeiras. Todo clube tem que ter o direito de ganhar, empatar e perder  por seus próprios méritos. Não há futebol ruim que justifique que um time seja prejudicado pela arbitragem e aceite isso.)