A assinatura separa a WTorre de um acordo com a AEG para a gestão da nova Arena do Palmeiras. A empresa de engenharia está nos detalhes finais da burocracia para assinar um contrato de pelo menos dez anos com uma das maiores empresas de gestão de arenas do mundo. O acerto deve trazer uma série de benefícios para o clube, além de prejudicar rivais de forma indireta.

Isso porque a AEG, que também é dona de times de futebol como o LA Galaxy, e de basquete, como os Los Angeles Lakers, compra shows pelo mundo e os coloca nas arenas que tem a gestão. Por isso, vários megashows que antes iriam para o Morumbi e dariam lucro para o São Paulo, no futuro próximo, irão para a Arena Palestra e gerarão lucro para o Palmeiras e para a WTorre.

Além disso, a AEG estava cotada para fazer a gestão do Fielzão. Por causa da localização não muito boa do novo estádio corintiano, a empresa preferiu a nova casa palmeirense. Sendo assim, todos os shows que, eventualmente dariam lucro para o Corinthians, irão para o novo Palestra.

A AEG também atinge a Traffic, ex-parceira do Palmeiras e atual responsável pela comercialização de camarotes e alguns outros itens da Arena. Com essa assinatura, a empresa de J. Hawilla perde o direito de ganhar dinheiro também com shows. Outro item que pode ajudar o Palmeiras, neste caso, é que a AEG, por tradição, investe nos times que são donos das casas que ela tem gestão.

O Stamples Center, que pertence à AEG e é a casa que recebe os jogos dos Lakers, ganhou o prêmio “The Stadium Bussines Awards”, como melhor arena do mundo. Também faz partes dos planos da AEG a construção de um novo estádio em Los Angeles e o investimento em um time de futebol americano para a cidade.

No Brasil, com a Copa do Mundo, a AEG ainda estuda fazer a gestão dos estádios de Natal, de Belo Horizonte e de Salvador.

Por Danilo Lavieri / iG São Paulo | 10/09/2011


Já perdi a conta de quantas vezes o Palmeiras teve chances de se aproximar dos líderes do campeonato e vacilou; de quantas vezes, por sua própria inoperância, jogou fora uma boa chance de vencer.

Ontem, foi para matar o torcedor de desgosto…

Jogamos melhor a partida toda, tivemos domínio do jogo e, por medo de atacar, quando em vantagem, e por inoperância no lance que decidiria a partida, perdemos dois preciosos pontos.

Felipão alega que o elenco é limitado. Eu concordo, faltam jogadores ao elenco. Mas o nosso presidente, torcedor do Chelsea que é, preocupado apenas em economizar, parece não estar nem aí para ganhar títulos. Mas já fala em reeleição…  Neste ponto Felipão tem razão, mas acho que nosso técnico se esquece que nesse limitado elenco,  muitas das pedras, das quais dizem que ele tira leite, foram bancadas por ele mesmo. Acho também que o cérebro de muitos jogadores nossos também é limitado. As táticas do nosso treinador também me parecem ser limitadas. Suas escolhas são limitadas. Nos desfizemos de Lincoln, mas seguramos Tinga; despachamos Pierre (que teve nota 7 atuando pelo Galo) e seguramos Rivaldo, João Vítor; não demos chances a W.Paulista e ficamos com Dinei… Não temos jogadas ensaiadas (eu não as reconheço), a não ser nas bolas paradas. E elas são tão iguais que raramente funcionam…

O Palmeiras abriu o placar com um belo gol de Fernandão, que a arbitragem anulou. Confesso que na hora não vi nadinha errado no lance e xinguei um bocado. Embora não jogássemos mal, a coisa não fluía, alguns jogadores não se achavam… Íamos bem até chegar na área adversária, ali a coisa complicava. Difícil para alguns jogadores nossos perceberem que, de azul, era o time adversário que jogava. Quantos passes errados, quantas tentativas de se chegar ao gol de Rafael, destruídas pela falta de raciocínio… O jogo feio, com poucos lances criados, não tinha emoção alguma, mas continuávamos confiantes, achando que nem que fosse por uma bola parada, sairíamos com a vitória. Pobre coração torcedor…

Eu seria injusta se não dissesse que Cicinho joga muito! Que se estivesse jogando num time daqueles que a imprensinha puxa o saco,  já estaria até na seleção; que o acho o melhor lateral direito do futebol brasileiro.  Se não dissesse que Henrique também é muito bom jogador; que Fernandão, que ainda está “chegando”, se entrosando, me agrada bastante.

Mas o Palmeiras, não criava quase nada – Continuo sem saber porquê Felipão não arrisca dar uma chance para Patrick Vieira. – Vivemos o primeiro tempo, de alguns pequenos momentos de entusiasmo. Um drible aqui, um toque mais bonitinho ali, um cruzamento mais perigoso acolá, um “quase”, não muito “quase”… E levamos um baita susto também, quando Anselmo Ramon, recebeu de Montillo, se antecipou à zaga e bateu. Juro que achei que foi San Genaro quem fez alguma coisa para aquela bola não entrar…

Veio a segunda etapa e o Palmeiras me pareceu ter voltado mais decidido. Assunção arriscou de longe, o goleiro rebateu; minutos depois, a bola sobrou para Luan, na área, chutar pro gol. Ela tocou num jogador do Cruzeiro e foi na rede pelo lado de fora. Aos 14′, cabeçada linda, cheia de estilo de Fernandão, que o goleiro espalmou. O time se acertava. A torcida, pequena, começava a se inflamar.

Aos 17′, Felipão trocou o sumido Patrik, pelo sempre “desaparecido” Tinga. O Palmeiras estava embalado em busca do seu gol. A torcida cantava, tentava empurrar. Parece que a gente pressente quando um gol está chegando. E ele veio! Depois de belo passe de Fernandão, Luan chutou, o goleiro espalmou e a bola sobrou, de novo, para Luan chutar forte e abrir o marcador. Festa nas arquibancadas. “Agora vai”, pensávamos todos nós.

Não demorou nadinha e Felipão tirou Fernandão (diria depois que ele pediu para sair) para a entrada de Ricardo Bueno. Não gostei nem um pouco. Quase sem criação, a não ser pelas belas jogadas de Cicinho na direita, o time vivia de bolas alçadas na área e, justo o alto Fernandão, é quem saía de campo, para entrar um baixinho? Tirasse então o Vinícius!

Mas o Palmeiras continuava buscando. Assunção quase fez de falta… Nós já contávamos com a vitória e sabíamos que alguns de nossos rivais perdiam seus jogos. Naquela tarde ensolarada, uma vitória serviria de bálsamo para o coração palestrino, tão machucado depois da derrota da partida anterior. Mas…

Nesse filme que assistimos há um bom tempo, sempre tem um mas… Felipão tirou o atacante Vinícius e colocou o volante João Vítor. (Mais tarde ele diria que Vinícius ‘não tinha mais pernas’. Estranho que um rapaz com 18/19 anos não tenha pernas para jogar 90 minutos). Fiquei me perguntando, qual a utilidade de se trocar um atacante por mais um volante quando temos uma vantagem tão magrinha? Qual o benefício de fazer com o que o time, que manda no jogo, perca ofensividade, facilitando a vida do adversário? Sei que lhe faltam peças, mas será que Felipão não se dá conta que é melhor perder uma partida, com um pouco de ousadia, tentando ganhá-la a qualquer custo, do que apenas fazer o meio termo e ficar no meio termo quanto às pretensões no campeonato? Que até os nossos jogadores parecem pensar pequeno e se conformam diante de resultados que deveriam ser inadmissíveis?

Eu quero, pelo menos, poder sonhar com títulos… Mas não porque sou uma sonhadora incorrigível; quero sonhos fundamentados em possibilidades reais.

E, no jogo, menos ofensivos, tendo convertido uma vez dentre inúmeras chances, deixamos que o Cruzeiro aproveitasse uma das poucas oportunidades que teve. Aos 40′, Montillo, após o vacilo de dois marcadores, empatou a partida. Que frustrante! Os torcedores olhavam uns para os outros sem entender como o time que jogou mais, deixava a vitória escapar…

Quando tudo parecia perdido, quando muitos torcedores já saíam do Pacaembu, João Vítor foi derrubado na área e o juiz apontou a marca da cal. Nós que sempre reclamamos a não marcação de muitos dos pênaltis que sofremos, comemorávamos felizes. Assunção seria o batedor. Eu achei bom. Afinal, se ele é quem tem mais habilidade para cobrar as faltas, não teria dificuldades em guardar de pênalti, sem barreira, só ele e o goleiro.

Mas que nada… Assunção que está no time pela habilidade com as bolas paradas, simplesmente desperdiçou a chance. Percebeu o goleiro pulando antes e bateu no meio. Rafael defendeu sem querer. Nunca mais vou me esquecer da fisionomia dos torcedores; daquele “não acredito no que vi” estampado nos olhos de cada um… Senti pena deles; senti pena de mim mesma, por ter que digerir mais uma frustração e não me conformei com o que vi, ou melhor, não vi…

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=JAEdptO3feU[/youtube]

Ao descer as escadas, em direção à saída, eu tinha uma certeza, o Palmeiras não faz por merecer estar onde nós gostaríamos que ele estivesse…

Mas, como diz o ditado, enquanto há vida, há esperança… Muitos pontos estão em disputa e, teoricamente estamos há 2 vitórias e um empate do líder. Podemos consertar o que está errado. Teremos a volta do Mago (tomara que não seja grave a sua lesão), Thiago Heleno melhora bem da amigdalite, Kleber talvez jogue na próxima, Maikon Leite se recupera…

Muita água ainda vai passar embaixo dessa ponte, e queira Deus ela seja verde esmeralda…

FORÇA, PALMEIRAS! Não adianta pedir para o torcedor acreditar. Ele acredita até mesmo quando não têm motivos! Quem tem que acreditar são os que entram em campo!

O Palmeiras fechou a contratação do atacante Ricardo Bueno até o dia 7 de maio de 2012, logo após o término do Campeonato Paulista. O jogador tem 24 anos e será apresentado nesta terça-feira (30), às 12h, na Academia de Futebol. O novo reforço palmeirense vinha atuando pelo Atlético-MG desde meados de 2010, e o período de principal destaque do atacante aconteceu no Paulistão do mesmo ano, quando ele foi o artilheiro da competição com 16 gols em 19 jogos disputados. Antes de atuar pelo Oeste, Bueno teve uma curta passagem pelo Grêmio, mas sequer chegou a atuar pelo clube gaúcho. 

Confira a ficha técnica do atacante:
Apelido: Ricardo Bueno
Nome completo: Ricardo Bueno da Silva
Idade: 24 anos (15/08/1987)
Natural de: São Paulo-SP
Altura: 1m83
Clubes: Nacional-PR (2007), Londrina (2008-09), Grêmio (09), Oeste (2010) e Atlético-MG (2010-11).

Agência Palmeiras

Que aniversário, esse, do Palmeiras…

Comemoramos 97 anos em grande estilo. Na noite do dia 26, teve uma festa linda no CT do Palmeiras, para comemorar a existência do nosso clube tão amado. Tive o privilégio de estar lá, de poder me emocionar quando ouvi tocar o nosso hino, de poder cantar parabéns e, ao lado de amigos queridos, tomar um champanhe e comer uma fatia do bolo mais lindo que eu já vi. Também, com aquelas cores e o distintivo tão amado, nenhum outro poderia ser mais bonito. Vejam só se não tenho razão…

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Mas, justamente na semana do aniversário, teríamos uma pedreira pela frente. Clássico diante do freguês, líder do campeonato, amiguinho do trambiqueiro lá da CBF e, como efeito colateral dessa “amizade, amiguinho dos juízes também. Jogar contra o time dos gambás, nunca é problema mas, jogar contra os inventores, em parceria com a prefeitura de SP, do roubo travestido de incentivo fiscal, inventores da lavanderia invisível (a justiça e a CBF, simplesmente não a viram e nem a veem), parentes muito próximos da Família Oliveira, não ia ser fácil.

A rivalidade, que já é imensa, tomou proporções gigantescas depois de uma atitude idiota da maior torcida do adversário. Apareceram com uma antiga ficha de inscrição de Kleber como associado deles. Claro que a nossa torcida nem ligou. Claro que a nossa torcida não aceitou a “pilha” que tinha como objetivo tumultuar as coisas para o clássico. Se até Pokémons podem evoluir, por que Kleber não poderia?  E, claro que esse medo, tão revelado nessa atitude dos gambás, serviu ainda mais de motivação para o Palmeiras, e deixou o nosso ambiente mais alegre e divertido. Mas que burrice desses caras! Logo eles, que até outro dia tinham por ídolo um gordo e fervoroso torcedor do Flamengo.

Mas, é como diz o ditado, não se cutuca uma onça, ou melhor, um porco, com a vara curta… E a vara dos gambás, dentro das quatro linhas ficou curtinha, curtinha…

Jogo lá em Presidente Prudente, um calor infernal, que logo nos primeiros minutos da partida já deixava os jogadores bastante extenuados. Felipão, inteligentemente, mandara o Palmeiras à campo vestindo o uniforme branco, o que obrigaria os gambás a jogarem de preto. Não ia ser nada refrescante para os nossos fregueses.

Maikon Leite sentira uma contusão e estava fora, Cicinho, suspenso, também estava; Felipão, que tinha sido julgado e pegara duas partidas de gancho, assistiria o jogo de uma cabine. Em seu lugar, estaria o pé quente do Murtosa. E sabem que eu acho que o que fora, intencionalmente engendrado para nos prejudicar, acabou sendo uma ajuda inestimável? Lá de cima, Felipão viu o jogo muito bem e, com Murtosa, acertou o time direitinho quando precisamos.

O Palmeiras nem quis saber do calorão e foi prá cima dos gambás, desfalcados de Paulo Cesar Oliveira. Aos 8′, Patrik avançou e cruzou na cabeça de Kleber. Faltou pouco para ele guardar… Cinco minutos depois, Kleber avançou na área e chutou cruzado. Júlio César conseguiu mandar para escanteio. Só dava Palmeiras. Mas, aos 17, Emerson tentou cruzar, Henrique não conseguiu interceptar, acabou tirando Marcos da jogada e a bola entrou. Que saco!!

Meu coração, insistentemente, me avisava que o Palmeiras jamais perdera para os gambás com Valdivia em campo… E esse mesmo Valdivia, que dava uns passes lindos para seus companheiros, era caçado por Chicão… Kleber também sofria muitas faltas. Liedson tentava provocar Thiago Heleno. Mas nada dava certo… Os palestrinos estavam espertos às provocações. Chico, Luan, Valdivia, Kleber, Henrique, Thiago Heleno, Gabriel… marrentos, encaravam as discussões e os adversários.

Luan, apesar do sol escaldante, corria como nunca e jogava muito bem. Os gambás não conseguiam pará-lo. Imaginem se tivéssemos Cicinho também? Só Patrik destoava da disposição dos demais. E, ainda no primeiro tempo, aos 32′, Murtosa o trocou pelo estreante Fernandão. A alteração já surtiu efeito. Aos 34, Assunção cobrou escanteio. Fernandão e Henrique subiram, tentando cabecear; o goleiro Julio César se atrapalhou, fez uma defesa no vácuo, e Luan, sozinho, pegou a sobra e encheu o pé, estufando as redes. Que gol lindo! Os jogadores se abraçavam em campo, Felipão pulava lá nas cabines e a Que Canta e Vibra explodia na bancada. Que alegria eu senti! Que petardo do Luan! Mais tarde, o goleiro gambá, diria que Kleber o atrapalhou por estar à sua frente. Esse Kleber não tem mesmo fair play, hein gente? Tadinho do moço… Ninguém contou prá ele que os atacantes adversários vão prá área quando seus times estão no ataque? Me lembrou até um certo ‘goleiro de hóquei’…

E antes que acabasse o primeiro tempo, Luan, que estava inspirado, tentaria marcar mais duas vezes. Numa delas, depois do Mago tê-lo “achado”lá na frente, o goleiro defendeu o chute. Achei que, no segundo pau, Kleber e Fernandão poderiam ter concluído melhor, se ele tivesse passado. Mas a vontade de ganhar, quando é muita, faz dessas coisas…

Veio a segunda etapa, a sombra também veio para uma parte do gramado, e o Palmeiras veio prá cima dos gambás! Tínhamos 7′ de jogo quando Assunção lançou por cima da zaga para Fernandão. Ele, com uma categoria desgraçada, avançou pelo meio de dois marcadores, matou no peito, olhou onde estava o goleiro, e tocou sem chance de defesa. UM GOLAAAAAAAAAAAÇO MARAVILHOSO! Sei não… não é qualquer um que faz um gol daquele… com aquela calma e categoria…

Ao Palmeiras coube começar a administrar a virada, mas sem deixar de atacar. Com a vantagem, minha adrenalina ia à milhão. O time que já lutava muito desde o primeiro minuto, agora lutava mais ainda. Que orgulho eu sentia em ver meu time guerreiro, com aquela baita raça, brigando, apanhando, desarmando, batendo boca, “mordendo” o adversário… Mais do que os gols em si, a maneira como o time estava conquistando a vitória me deixava orgulhosa! O jogo não acontecia só onde a bola estava… Valdivia e Kleber que o digam! Isso é futebol!

O Palmeiras fazia um jogo digno de ser o presente de aniversário ao clube e à torcida. E se era presente, faltava o laço para embelezar o embrulho… O Mago, respondendo à todas as provocações, respondendo à vez em que, lesionado, foi motivo de chacota no treino dos gambás, meteu um chute no vácuo, enlouqueceu os palestrinos e matou de raiva a gambazada… “Tchicón” que o diga!  A torcida, feliz, gritava o nome de Valdivia!!

O árbitro Luiz Flávio, embora não tenha atuado à altura do seu irmão e ídolo alvinegro, Paulo César Oliveira, também não fez feio à linhagem. Deixou de expulsar Chicão, por uma cotovelada no Mago (imaginem se fosse Kleber a dar cotovelada em alguém? Seria enforcado pelo tribunal inquisidor); deixou de dar vermelho para Emerson, por todos os coices desferidos (já pensou se fosse o Mago a dar o carrinho criminoso que Emerson deu em Luan?). Os gambás tentavam com o “Milk” Sheik, mas os chutes eram sempre fraquinhos. Murtosa sacou Assunção para a entrada de João Vítor. Logo depois, o Mago deu um passe mágico para Luan (o grande nome da partida) invadir a área e chutar cruzado. Passou raspando…

Levamos um susto aos 43′, num chute de Liedson que Marcos bloqueou com uma defesa sensacional. Chicão, descontrolado, ainda tentava provocar o Mago no finalzinho da partida. E acabou por desferir um tapa na cara de Valdivia. (QUERO VER O QUE FARÁ, NESTE CASO, O STJD, QUE LEVOU KLEBER A JULGAMENTO, NUMA OUTRA OPORTUNIDADE, POR ACHAR FALTA DE FAIR PLAY ELE TER CONTINUADO UMA JOGADA EM QUE A BOLA ERA DE POSSE DO PALMEIRAS (Cotovelada e tapa na cara é  agressão, né promotor?). Juiz e bandeirinha fizeram que não viram a agressão, o jogo foi até os 50′, mas nada de diferente aconteceu… O PALMEIRAS VENCEU O DERBY!

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=ETLqJEtNcfU[/youtube]

Aos gambás sobrou o chororô habitual. E eles choraram mais pelas coisas que o Valdivia fez em campo do que pelos gols tomados e pela derrota sofrida. Aos programinhas esportivos coube a mesma ladainha de todas as vezes… Valdivia merece apanhar (eles mudam até as regras do futebol para justificar as asneiras que vomitam aos microfones) por ter feito o seu lance genial. Alguns “profissionais”de imprensa se incomodam tanto quando o Mago dá o chute no vácuo,  mas quando o Neymar conseguiu dar um igual, acharam o máximo. Que gente hipócrita!

Mas já estamos acostumados a isso, Valdivia também está. E lá se vão 97 anos de freguesia e, agora, Tite deve estar calculando a jogabilidade e freguesabilidade para entender o que aconteceu… hahahah…  Muchas Gracias, SCCP (Small Club Cliente Preferencial), nem Felipão motivaria melhor o meu time.

E… Parabéns, Palmeiras!!! Vocês foram bárbaros e merecem aplausos!

Meu Palmeiras comemora mais um aniversário… São 97 anos! Que lindo!

E, no momento em que nossos olhos vislumbram o futuro, no momento em que aguardamos que a nossa nova casa esteja pronta,e seja palco de muitas novas conquistas; no momento em que nos orgulhamos em que ela seja construída de maneira honrada, como é comum a tudo que se relaciona ao Palmeiras, não podemos evitar que nossos corações olhem para trás… Não podemos deixar de levar o nosso pensamento àqueles imigrantes italianos que iniciaram a dinastia Palestra Itália, que iniciaram a família de sangue esmeralda.

Mesmo aqueles que não são palmeirenses conhecem as tuas glórias, Palmeiras. Todos sabem daquele Palestra valente que, em 1951, conquistou um mundial e ajudou a balsamizar as feridas dos corações de todo um país. Palestra imponente, que já naquele tempo escrevia o seu nome no cenário internacional. Todos sabem do clube solidário, que ajudou a sair da falência o clube, ingenuamente considerado irmão, e que mais tarde iria tentar apunhalá-lo pelas costas, inúmeras vezes…

Basta que as pessoas leiam em qualquer enciclopédia sobre futebol e ela saberá que foi o Palestra o time que conquistou as “5 coroas” e ostentou o título de Campeoníssimo…Todos conhecem a linda história de amor daquela gente de sangue esmeralda que, por amor ao Palestra, para defendê-lo do ódio e da inveja, para evitar que seu estádio lhe fosse ilícitamente tomado, tirou de cena o Palestra, líder do campeonato, e fez surgir o Palmeiras Campeão.

Está tudo lá nas enciclopédias. A conquista Mundial de Clubes de 1951 – a Copa Rio -, que parou todo  um país; a conquista do Troféu Ramon de Carranza, que fez o nome Palmeiras brilhar em solo europeu; os oito títulos brasileiros, os 102 gols marcados num campeonato; a conquista da América; as partidas inesquecíveis, as viradas de placar, enlouquecedoras e inimagináveis; o título de Campeão do Século que o Palmeiras ostenta por ter sido o clube brasileiro que mais títulos ganhou no século que passou; está lá também a história da melhor escola de goleiros do Brasil e quem sabe, do mundo; está lá a trajetória de Marcos, que virou São Marcos; Lá estão os nomes de nossos heróis; Ademir, o Divino, Oberdan, Dudu, Bianco, César Maluco, Julinho, Evair, Edmundo, Alex, Rivaldo, Djalma Santos, Leão, César Sampaio, Cafu, Antonio Carlos, Valdivia… São tantos! Não caberiam todos num parágrafo. Mas os nomes estão todos lá. Os heróis de todos os títulos que conquistamos. Mas estão nos livros também, os nomes de todos os outros que, mesmo tendo sido considerados jogadores de menor expressão, nos ajudaram a conquistar os campeonatos. Nossas páginas de glórias estão escritas em nossos corações e em todos os livros que contam a história dos grandes do futebol mundial.

Mas o que esses livros não contam, e não têm como fotografar,é o tamanho do amor que a gente sente por você, Palmeiras. Ninguém é capaz de descrever o orgulho que experimentamos ao vestir a camisa que leva o teu distintivo no lado esquerdo do peito. Só quem é palestrinos sabe o que sentimos naquele vitória diante do Fluminense, quando morríamos de alegria e não parávamos de cantar, embaixo de um verdadeiro dilúvio…E como explicar o que significou os 4 anos sem perder ou empatar com o maior de nossos rivais? Como retratar a superioridade do único time que conseguia parar Pelé e Cia?

Ah… ninguém pode colocar num livro o que significou aquela noite de 12 de Junho de 1993, ninguém jamais poderá retratar o que sentimos quando, depois do jogo que tinha nos sagrado campeões paulistas, os portões do Palestra Itália foram abertos à torcida, que lotou as arquibancadas e, quase que completamente no escuro, não parava de gritar: “É Campeão!”…

Ninguém pode dizer sobre o que sentimos ao nos despedirmos do Palestra Itália… Não se pode explicar as nossas explosões incontidas de amor, raiva, frustração, alegria, tristeza e lágrimas… Ninguém vai poder saber o que sente a tua gente quando aplaude o time, por sentir orgulho da sua bravura, mesmo após uma desclassificação…

Nenhum livro jamais poderá explicar às pessoas porque é que, aconteça o que acontecer, ganhe ou perca títulos, você Palmeiras, nos faz sentir vivos. Porque era tão gostoso estar nas ruas no entorno do Palestra, nas horas que antecediam as partidas… Porque é tão delicioso estar em qualquer lugar, com os amigos que este amor nos deu, nas horas que antecedem o nosso encontro com você…

São 97 anos, Verdão! Sabe o que é isso? Quase um século de amor, incondicional, que nós, seus filhos, de todas as raças, sentimos por você! Amor que, desde 1914, já morava no peito de nossos antepassados… Hoje, você é o Palmeiras de todas as gentes, de todas as cores. Hoje, você é o Palmeiras brasileiro, de sotaque italiano…

Abraçar o time quando tudo vai bem, quando os títulos se avizinham, qualquer torcedor, de qualquer time sabe fazer. Mas a tua gente é mais do que isso, Palmeiras! Essa tua gente te ama na “dureza do prélio”, no amargo das derrotas e na doçura das vitórias. E nada, jamais, vai mudar isso. A tua gente que vai te abraçar nos momentos em você mais precisar. A tua gente  vai mudar até asregras políticas que hoje regem a tua vida, para te ver livre de tudo o que o amarra, de tudo que te é nocivo.

E hoje, essa gente palestrina vai às ruas com o seu melhor sorriso, vestindo a camisa mais linda de todas, para contar ao mundo o que os livros não são capazes de contar, para dizer ao mundo que o nosso amor é o maior de todos, que o Palmeiras tem a torcida mais apaixonada deste mundo…

Parabéns Verdão, Academia, Palestra, Dream-Team, Alviverde, Parmera… PARABÉNS PALMEIRAS! Parabéns, Família de Sangue Esmeralda! Parabéns a todos que honraram e aos que honram a tua camisa. Parabéns a todos aqueles que, dentro de campo, dão o melhor de si!

Eu te desejo muitos títulos, Parmera! Te desejo um futuro de glórias! Desejo o estádio cheio de gente de camisa verde, feliz cantando; te desejo muita sorte; desejo juízes honestos para arbitrar as suas partidas; desejo defesas milagrosas, jogadas geniais, chutes no vácuo, gols memoráveis; desejo novos e melhores dirigentes; desejo que essa camisa esmeralda seja vestida com orgulho e respeito pelos palestrinos espalhados por todo o planeta; te desejo aplausos, lágrimas de alegria e muito amor. Mas, acima de tudo, eu te desejo paz, amore mio. Muita paz…

TANTI AUGURI, PALMEIRAS!! A tua gente te abraça.

No dia 26 de agosto de 2011 a Sociedade Esportiva Palmeiras comemora o seu aniversário de 97 anos de muita história e tradição. O perfil da adidas especializado em futebol, o @adidasfutebol, criou uma ação para proporcionar ao torcedor a chance única de participar da festa de comemoração do clube e ainda sentar-se a mesa junto aos jogadores, dirigentes da equipe e da adidas.

 Para participar o usuário deverá criar um vídeo de até 20 segundos, mostrando toda a sua paixão pelo clube alviverde, e enviar para o perfil do twitter @adidasfutebol. O torcedor que for mais autêntico/apaixonado será premiado com um convite VIP para a festa.

 A ação inicia-se na tarde do dia 23 e termina às 15h do dia 26/08, horas antes do início da festa.

Eu não considero bom qualquer empate fora de casa, como é de praxe as pessoas afirmarem. Não mesmo! Principalmente, num campeonato de pontos corridos, depois de já termos empatado em casa, e num jogo em que jogamos melhor e não saímos com a vitória porque não soubemos enfiar e bola no gol, porque tivemos (Felipão teve) medo de ganhar, E PORQUE O JUIZ NOS ROUBOU!

Tá certo que a gente até esperava que o juiz metesse a mão. Já é rotineiro na vida dos palmeirenses. Nem por isso vamos aceitar! Na partida anterior, diante do Bahia, sofremos o empate com um gol prá lá de impedido. Sofremos pênaltis, não marcados, diante do Flamengo, Coritiba. Mesmo com todas as nossas deficiências e ineficiência de ataque, contabilize os pontos perdidos atráves do apito e veja em que posição estaríamos, MESMO PERDENDO GOLS DE BACIADA! Mas reclamar com quem? Para os jogadores e técnicos, dependendo da camisa que vestem, tem punição de todo jeito. Mas para os árbitros…

E  contra os bambis, não foi diferente…

Jogo no Morumbi, ingressos mais caros para os palestrinos, poucos lugares à disposição (para nós, só 3600), e não é que, para quem assistiu na TV, parecia que estávamos em maioria? Público total de 16.813 pagantes. Os bambis, que já quiseram nos roubar o estádio e agora,  querem nos roubar também o posto de terceira maior torcida do Brasil, não conseguiram colocar nem 14 mil “modinhas” no estádio. Mas conseguiram colocar uma bomba, de fabricação caseira, que jogaram nos torcedores palestrinos. Detalhe: os palmeirenses, estiveram acompanhados o tempo todo pelo promotor. Imaginem se a bomba fosse “verde”? O que aconteceria com a nossa torcida? Quero ver o que farão agora… A imprensinha já quase faz de conta que nem soube do ocorrido.

Em campo, estávamos sem Valdivia, sem Thiago Heleno e Gerley, suspensos por cartões amarelos e guardadinhos para o Derby. Maikon Leite estava no banco – não entendo isso, viu Felipão?  Ele é bom jogador e, se está em má fase, só vai sair dela jogando! Gostei do esquema de quatro jogadores no meio. Chico e Márcio Araújo, Assunção e Patrik. Pena que quem resolveu armar o jogo, na maioria das vezes, foi o Márcio Araújo.  E ele não fez uma boa partida e, no decorrer do jogo, o que tínhamos eram 3 volantes reforçando a marcação e apenas um atacante, Kleber, lá na frente. Por isso, João Filipe, sem ter quem marcar, sobrava na defesa bambi.

Mas o fato é que o Palmeiras dominou as ações, botou pressão nos bambis e teve muitas oportunidades. M.Araújo subia pela direita e Luan pela esquerda. Mas o goleiro de hóquei resolveu ter uma boa tarde. Pegou um chute perigoso de Luan, depois de um belo passe de Assunção. E teve muita sorte quando o mesmo Luan, ao tentar chutar pro gol, deu um chute no vácuo nele mesmo; na sequência, meio caído, achou a bola outra vez e tentou de bicicleta. Seria um golaço, mas o goleiro, que na primeira tentativa de chute, estava caído dentro do gol, já tinha conseguido voltar e defendeu.

Em alguns momentos, o Palmeiras deixava os bambis, que adiantaram a marcação, crescerem no jogo, Dagoberto se mostrava perigoso.  Marcos fez uma defesa de Marcos, num perigoso chute de Fernandinho. O jogo estava muito mais para o Palmeiras mas, num erro de passe lá atrás, os bambis vieram prá cima, Rivaldo (esqueceram que ele saber fazer o que fez) recebeu da intermediária, e achou Dagoberto lá na frente. Leandro Amaro dormiu na frente do atacante são paulino, Marcos saiu errado, Dagoberto tocou por cima e guardou. Um vacilo e tanto nosso. Um preço muito caro para se pagar pela desatenção..

Veio o segundo tempo e o Palmeiras voltou com Maikon Leite no lugar de Márcio Araújo. (Eu só não conseguia entender porque Felipão, que tinha levado o Patrick Vieira, não o colocava no time no lugar do outro Patrik.) Nossas oportunidades surgiam. Kleber, agora com um companheiro no ataque, desceu pela esquerda, fez boa jogada e cruzou; Patrik meteu de cabeça, mas o goleiro defendeu. O gol palestrino começava a amadurecer. Minutos depois, Kleber, muito marcado, sofreu falta; Assunção cobrou e meteu na área, Henrique, de costas, cabeceou pro gol e igualou os números da partida! Aleluia! Se os atacantes não guardam, o zagueiro vai lá e confere! Gol lindo de Henrique! Não deu tempo nem de a “Borboleta” bater as asas…

Mas, sem conseguirmos marcar nossos gols, o jogo foi caminhando para o empate, como resultado final. Últimos minutinhos de jogo e Kleber foi derrubado na área por Piris… O JUIZ, CLEBER WELINGTON ABADE, NÃO DEU NADA e, aos 47′, terminou a partida! Na conta de quem fica o prejuízo que o Palmeiras levou ao ser garfado em dois pontos?

Foi pênalti indiscutível em Kleber (igual àquele que Ronaldo sofreu ano passado e que a imprensinha toda afirmou ser pênalti claro), que o juiz fez questão de não ver. Costumo dizer que jogar mal,  faz parte do repertório de todos os times, o que não faz é o juiz mudar o resultado de uma partida, por conta própria. De uns anos prá cá, os ‘deuses’ onipotentes do apito, graças à impunidade, estão cada vez mais sem vergonha e caras de pau! Quero que o meu time tenha o direito de vencer, se tiver oportunidade, mesmo quando não está sendo eficiente, mesmo quando tem dificuldades em guardar nas redes. Eu sei que poderíamos ter saído com a vitória, mesmo sendo garfados, se tivéssemos sido mais decisivos, se Felipão tivesse sido mais ousado… Mas não pode ser o juiz quem vai determinar se o Palmeiras merece ou não vencer. Mas são eles que, há muito, têm determinado a nossa sorte em vários campeonatos.

Você pensa que estou “puxando a brasa para o meu lado”? Já não somos só nós, os palestrinos, que achamos isso. Existe um site, o Placar Real, que traz estatíticas a esse respeito:

MUDANÇA ENTRE OS SEIS PRIMEIROS

CLASSIFICAÇÃO REAL            TABELA COM OS “ERROS”
1. Corinthians – 37 pontos       1. Corinthians – 37 pontos
2. Flamengo – 35 pontos         2. Palmeiras – 35 pontos
3. São Paulo – 34 pontos         3. Vasco – 33 pontos
4. Vasco – 34 pontos              4. Flamengo – 32 pontos
5. Botafogo – 31 pontos          5. São Paulo – 32 pontos
6. Palmeiras – 29 pontos          6. Botafogo – 31 pontos

São seis pontos (e olha lá) que nos garfaram na mão grande! E sabemos muito bem disso! Eu tenho comigo algumas lembranças de favorecimentos aos gambás que parecem não ter sido computadas. Mas o que me interessa é o Palmeiras e, nessa farra do apito, nos tiraram 4 posições na tabela!

OS MAIS “AJUDADOS” (segundo o site Placar Real)

INTERNACIONAL: dois pontos a mais e quatro posições acima
SANTOS: dois pontos a mais e três posições acima
FLAMENGO: três pontos a mais e duas posições acima
SÃO PAULO: dois pontos a mais e duas posições acima

OS MAIS “PREJUDICADOS”

PALMEIRAS: menos seis pontos e quatro posições abaixo
ATLÉTICO-MG: menos cinco pontos e três posições abaixo
FLUMINENSE: menos dois pontos e duas posições abaixo
CORITIBA: menos dois pontos e duas posições abaixo

Vejam só quem é o mais prejudicado…  Assim, a torcida perde a paciência com jogadores e técnico, perde a vontade de ir aos jogos… Assim, é desmotivante para quem vai a campo e luta uma barbaridade. Sim, porque, com algumas poucas partidas como exceções, o time do Palmeiras tem lutado um bocado em campo. Assim é sempre mais difícil, não é mesmo? Assim, o prejuízo acaba acontecendo também em outras esferas e se torna muito maior.

E como se não soubéssemos que há uma verdadeira máfia atuando neste brasileiro, de Ricardo Teixeira apoiado por Andrés Sanchez, sabem quem é que vai apitar o jogo contra os gambás? Luiz Flávio de  Oliveira, irmão de PCO, da família “Metralha Oliveira”! SORTEIO? SORTEIO A PQP!!! E Tirone e Frizzo, dirigentes omissos, covardes, assim como aceitaram PCO nas semi do Paulistão, agora se escondem e aceitam esse outro vagabundo. Mais um para operar o Palmeiras e fazer o servicinho incluído no Bolsa “Istádio”.

E a torcida gosta mesmo é de  bater em jogadores…

Não gosto do que vejo acontecendo ao/no Palmeiras…

Não gosto de ver meu time perder; não gosto quando um técnico, ainda que bem intencionado, deixa de escalar um jogador porque a torcida o quer no time; que tira de campo alguém que está jogando bem e nunca tira o perna de pau que ele mesmo pediu para ser contratado; não gosto quando jogadores de qualidade perdem gols feitos; não gosto quando os pernas de pau também os perdem; não gosto quando um técnico insiste num modelo, num esquema que não dá resultados; não gosto de não poder disputar títulos em igualdade com os demais clubes; não gosto da desonestidade, cada vez mais clara, que existe no futebol; não gosto de ouvir um comandante falar mal de seu comandado publicamente; não gosto de gente, que se diz palestrina, fornecendo informações, muitas vezes mentirosas, para que a imprensa tumultue cada dia mais o ambiente do Palmeiras; não gosto de saber que um jogador sem talento e sem condições de vestir a camisa do meu time, tem seu contrato renovado; não gosto de saber que dispensamos, e de graça, um jogador, ídolo da torcida, melhor dos que os que ficaram para a posição, apenas porque o técnico cismou que não o quer; não gosto de saber que “palestrinos” que trabalham contra o clube, continuam tranquilos e impunes lá no Palestra…

Não gosto de pensar que meu time talvez não treine finalizações suficientemente; me aborrece concluir que meu time não sabe cruzar, que não sabe fazer gols, não sabe acertar aquele tão necessário último passe; tenho pavor de ver meu time ser goleado por times pequenos e os jogadores mal se importarem com isso; não gosto de perceber que meu time não tem alegria; não gosto de ver a diretoria desvalorizar os jogadores do meu time; não gosto de saber que além de não contratar jogadores, nossos dirigentes acham bom negócio se desfazer dos que temos, apenas para se livrar dos salários a serem pagos; não gosto de imaginar que alguns jogadores possam atuar sem vontade; não gosto de ver gente nossa desrespeitando e difamando na imprensa os jogadores que são patrimônio do Palmeiras; não gosto de agora parecer instituído que torcedor para ser bom, tem que se contentar em ficar sem títulos; não gosto de diretor de futebol fazendo negócios que são melhores para o time com o qual negocia, do que para o time que ele representa;  não gosto de saber que a torcida não pode reclamar quando o time não vai bem, mas não gosto de ver que a torcida desrespeita quem veste a camisa mais linda do mundo; não gosto de saber que na “família de sangue esmeralda” tem torcedor profissional, que arruma encrenca e confusão, ainda que seja em prejuízo ao time que diz amar…

Não gosto de saber que o tribunal pune o meu técnico, e só ele, por faltas, que nem mesmo são provadas, por reclamações e erros, que todos os outros técnicos cometem; não gosto de sentir que algumas boas características, de vários jogadores do Verdão estão sendo desperdiçadas; não gosto de saber que até na convocação da seleção brasileira, tem armação para favorecer clubes no campeonato brasileiro; não gosto de ver juízes roubarem meu time, por tantas vezes, e a diretoria nada fazer; não gosto de não ter um centroavante bom no Verdão;  não gosto de saber que o talento e a habilidade que existem no meu time, sucumbem num esquema que privilegia a marcação; não gosto de ver que não há continuidade de trabalho no Palmeiras; Não gosto de ver que não sabemos mais respeitar nossos ídolos; não gosto de ter que não gostar de tantas coisas…

Mas, acima de tudo, não gosto e não consigo ficar de mal com o Palmeiras! Não gosto e não sou capaz de não torcer por quem defende as nossas cores! Não gosto de vaiar e humilhar, quando vou ao estádio, quem quer que seja que vista a camisa do Palmeiras! Não gosto de querer, e não quero, que o técnico e os bons jogadores do Palmeiras, sejam dispensados apenas porque há pedras no caminho! Não gosto de não me emocionar ao ouvir a torcida cantar feliz e fazer a festa que só ela sabe…

Não gosto de não poder abraçar os amigos quando o Palmeiras marca um gol… Não gosto de não estar do lado de fora do estádio, conversando e fazendo planos com os amigos, enquanto esperamos a hora de entrar… Não gosto de não imaginar a nossa nova casa… Não gosto de não acreditar que, apesar de todos os pesares, vamos superar tudo e conquistar o título… Não gosto de não sonhar com São Marcos, Mago, Felipão e Cia dando a volta olímpica, loucos de alegria…

Você deve estar se perguntando, e do que será que ela gosta? Ah, eu gosto mesmo é de poder dizer… ÊÊÊ PALMEIRAS MINHA VIDA É VOCÊ!  ESTAMOS JUNTOS PRO QUE DER E VIER!

Agência Palmeiras
Assessoria de Imprensa

O vice-presidente de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo, desmente a notícia publicada na noite desta quarta-feira (17) pelo portal ‘O Estado de S.Paulo’, de que o clube teria acertado com o técnico Paulo César Carpegiani, demitido recentemente do São Paulo, para o lugar de Luiz Felipe Scolari.

A presidência e a diretoria de futebol do Palmeiras reiteram que Luiz Felipe Scolari é um profissional extraordinário, exemplar, competente e um dos principais treinadores do mundo, e que em nenhum momento cogitou-se a troca de comando, pois o trabalho está sendo muito bem conduzido pelo atual treinador palmeirense.

“Tratam-se de cinco ou seis ratazanas do esgoto, que insistem em querer tumultuar o ambiente do Palmeiras. O Felipão é o nosso técnico, continuará sendo e tem a total confiança da presidência e da diretoria de futebol do Palmeiras”, declarou o vice-presidente.

O técnico Luiz Felipe Scolari e o goleiro Deola participam nesta quarta-feira (10) do lançamento oficial do Verdão Super Segurado, seguro de vida exclusivo para os torcedores palmeirenses, anunciado pela Seguros Unimed, patrocinadora do clube desde 2010. O evento vai acontecer a partir das 11h na Loja Oficial do Palmeiras, localizada no estádio Palestra Itália. A entrada para os jornalistas será pela Rua Turiassu, No. 1840. O diretor de novos negócios da Seguros Unimed, Mauri A. Raphaelli, também estará presente para falar sobre esse e outros projetos da empresa em parceria com o clube. 

Após o evento, o técnico Luiz Felipe Scolari e o goleiro Deola vão conceder entrevista coletiva na própria Loja Oficial do Palmeiras. Em razão disso, o treino marcado para a tarde desta quarta-feira (10) será fechado para os jornalistas.

Verdão Super Segurado

O novo seguro facilita o acesso do torcedor palmeirense aos estádios de futebol e à programação de TV com a transmissão dos jogos (canais e horários), além de disponibilizar informações sobre locais, preços e horários para aquisição de ingressos para os principais campeonatos de futebol do Brasil. Resultados da loteria esportiva, a classificação dos times dos principais campeonatos de futebol do Brasil, Itália e Espanha, assim como informações sobre o trânsito e previsão do tempo nos dias dos jogos são alguns dos benefícios fornecidos ao segurado.

Ao adquirir o Verdão Super Segurado o torcedor contribui com uma porcentagem do valor investido em prol da Sociedade Esportiva Palmeira e concorre a R$ 500 mil pela Loteria Federal, todos os meses. A promoção de lançamento do seguro inclui ainda como brinde uma flâmula exclusiva do Palmeiras. 

Sobre a Seguros Unimed

A Seguros Unimed iniciou suas operações em 1989, com o objetivo de atender as demandas do Sistema Unimed, formado pelas 373 cooperativas, 110 mil médicos cooperados e 17 milhões de clientes em todo o Brasil. Com matriz em São Paulo e 26 escritórios regionais estrategicamente distribuídos pelo Brasil, a empresa visa expandir os seus negócios e atender as necessidades do mercado em geral por meio da melhoria contínua de seus processos, da valorização de seus colaboradores e do compromisso com os clientes. Com 6,1 milhões de clientes, 33 produtos nos segmentos de Vida, Previdência e Saúde, a seguradora está entre as maiores do setor, sendo a 4ª em Saúde, 13ª em Vida e a 14ª em Previdência Privada. Além disso, ocupa a 9ª colocação no ranking das onze maiores seguradoras do Brasil não ligadas a bancos, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo.

Agência Palmeiras
Assessoria de Imprensa

Se tiver cobertura para infarto, depressão, ansiedade, insônia, taquicardia e juiz ladrão, tá perfeito, hein amigos??