“O autêntico, o verdadeiro grande talento descobre as suas maiores alegrias na realização”  – Johann Goethe

“Sofri muitas faltas, tomei soco, pancada. Mas fiquei feliz mesmo com tudo isso” – Valdivia 

 

Início de temporada, estreia de Juninho, estreia do Palmeiras no Paulistão… Mesmo sem termos um 9, nós esperávamos uma vitória. A gente sempre espera.

O jogo era fora de casa diante do Bragantino, mas a Rede Globo, que sempre transmite os jogos que acontecem fora da capital, não transmitiu o Palmeiras para transmitir um jogo que acontecia no… Morumbi! Mais uma das sacanagens platinadas com o Palmeiras e com a sua torcida.

Deola cumpria suspensão por ter ‘elogiado’, via Twitter, a federação paulista quando, PCO, encomendado, nos afanou a vaga na semi do Paulista, ano passado. O tribunal entrou em ação e, num óbvio “mea culpa” da federação, que captou a ironia, apenas subentendida no que disse o goleiro, já que em suas palavras nada havia de errado, assinou o recibo de que sacaneou mesmo o Palmeiras, e suspendeu o goleiro. “Semvergonhice” a gente vê por aqui!! Felipão também estava suspenso e Murtosa comandou o time, que abriu o placar logo aos 6′. Nem a gente estava esperando um gol tão cedo. Assunção cobrou escanteio com precisão, para Leandro Amaro, de cabeça, guardar no canto direito do goleiro Rafael. A grande torcida palestrina presente, explodiu na bancada.

Mas o jogo não foi tão fácil quanto o gol nos primeiros minutos poderia sugerir… Sem um 9 no time, e com 9 em campo (Ricardo Bueno e Tinga não contam), não é fácil a nossa vida. Sem contar que Ricardo Bueno, ao desperdiçar todas as bolas que chegam aos seus pés, joga mais como se fosse um zagueiro do time adversário. Então, somos 9 contra 12!!

Eu juro que queria saber o que faz Felipão escalar Ricardo Bueno e Tinga (e preterir Carmona), já que eles nunca jogam bem. E não engulo esse papo que neguinho vai bem no treino, porque, infelizmente, não existe um campeonato de treinos a ser disputado, não é mesmo? Nosso técnico reclama, com razão, das contratações que pede e os incompetentes Tirone e Frizzo não fazem, mas o treinador, muitas vezes, faz as piores escolhas dentre os jogadores que tem à mão. Ajuda aí, né Felipão? Para não fazer p…. nenhuma, pode-se muito bem colocar um garoto da Base no time. O pior que pode acontecer é ele não jogar nada, e aí, vai empatar com os postes que você escala. Dou um desconto para Tinga, porque ele nunca é aproveitado na função que fazia na Ponte Preta e que fez com que o Palmeiras tivesse interesse em contratá-lo.

Mas, em campo,  sem poder de fogo no ataque, a bola aérea, como sempre, era a nossa ‘arma secreta’. Arma secreta já tão manjada por todo mundo. O Bragantino, que depois do gol tomado, começou a ter mais volume de jogo, também se utilizava dessa jogada e de uma boa dose de velocidade; em algumas oportunidades, levou perigo ao goleiro Bruno, que estava muito bem na partida.

Precisávamos de um diferencial… E são os craques que fazem a diferença… Em campo, quem tinha o craque era o Palmeiras. Mas foi preciso uma ordem, vinda do banco, para Luan ficar mais aberto na esquerda, para que o craque pudesse jogar pelo meio, para que ele pudesse fazer o que sabe…

E ele foi caçado, sofreu um monte de faltas (segundo ele mesmo, um “termômetro” para avaliar a sua performance em campo), correu, lutou, driblou, entortou os zagueiros, cavou amarelo pro adversário, quase faz um golaço, deu muitos passes e encantou a torcida!! Claro que estou falando do craque do nosso time, El Mago Valdivia!  Inspiradíssimo em campo, mesmo sem ter alguém que jogue com ele, o Mago teve seu nome gritado pela torcida palestrina presente ao estádio do Bragantino. Naquele seu jeito Valdivia de ser, meteu cada bola linda pros companheiros, e nada deles aproveitarem… Ricardo Bueno, o mais novo poste que Felipão nos enfia goela abaixo, perdeu dois gols feitos, dados pelo Mago, por pura falta de habilidade. Habilidade que sobra em Valdivia! Foi ele o nome do jogo!

Enquanto o Bragantino, atrás no placar, tentava ir pra cima do Verdão, ao Palmeiras cabia explorar os contragolpes. E foi dos pés do Mago que surgiram as nossas melhores chances, as nossas mais perigosas jogadas ofensivas. Pena que elas eram todas desperdiçadas.

Na segunda etapa, o Bragantino continuou apostando na velocidade. Os atacantes do Palmeiras, por sua vez, continuavam errando muito. O Verdão tinha dificuldades para marcar. Aos 14′, Cicinho, que é muito bom jogador, cometeu pênalti, na tentativa de parar Léo Jaime. Wellington foi para a cobrança e empatou a partida. Que raiva! Logo a seguir, o Mago colocou Ricardo Bueno na cara do gol, mas ele chutou por cima (Esse cara é atacante mesmo? E ele sabe disso?)!! Que raiva, de novo! Valei-nos ‘São Jorge Valdivia’!

E Valdivia quase marcou na cobrança de falta de Assunção. O goleiro Rafael teve que voar para espalmar a cabeçada do Mago. A tarde era do meu ídolo, e eu sabia que a virada viria pelos seus pés!

Só aos 23, Murtosa resolveu sacar o inútil Ricardo Bueno e colocar Fernandão em campo, mas o Palmeiras não conseguia balançar as redes do Bragantino. Demorou muito, mas, os 37′, Tinga deu lugar a Maikon Leite. (Como um técnico pode deixar Maikon Leite no banco e Tinga em campo?) Dois minutos depois, Valdivia fez linda jogada na esquerda, se livrou da marcação e mandou na cabeça de Maikon Leite que, decisivo (ele também foi decisivo, viu Lancenet?), balançou as redes inimigas. GOOOL DO PALMEIRAS! Que festa na bancada! Que festa fazia Maikon Leite na comemoração! Que festa eu fiz em casa, sozinha!! Meu time vencendo a primeira partida do campeonato e o meu ídolo brilhando em campo!

Aos 47′ Valdivia deixou o campo aplaudido pela torcida! Merecidíssimo! Chorei de emoção, pois sabia que ele estava feliz, mesmo tendo levado tanta porrada; porque eu sei o quanto ele quer jogar bem, porque sei que o Palmeiras está no coração do Mago…

Aos 48′ o juiz apitou o final de jogo.

Uma já foi! Que venham as outras! E que os inimigos se preparem! Agora vamos saquear as suas “cidades” com El Mago e El Pirata!

SEJA MUITO BEM VINDO, HERNÁN BARCOS!! MUITA SORTE COM A CAMISA MAIS LINDA DO MUNDO!

Prepare seu coração, amigo palestrino! Vai começar tudo outra vez!

Hoje, o Palmeiras faz a sua estreia no Paulistão, diante do Bragantino, lá na casa do adversário. E leva na bagagem milhões de corações dos seus apaixonados torcedores.

Não importa se estaremos lá, ou se vamos assistir pela TV. De um jeito, ou de outro, O PALMEIRAS VAI JOGAR, NÓS VAMOS!!!

BOA SORTE, PALMEIRAS! PRA CIMA DELES, MAGO!



Meu 18 de janeiro foi um dia bastante diferente…

Uma promoção da WTorre, proporcionou a alguns torcedores a oportunidade de visitarem as obras da Arena, em companhia de São Marcos e Ademir da Guia, o Divino. Fui acompanhando o amigo Glauco, um dos vencedores. Ele estava bastante ansioso, e eu, por mais que não quisesse me sentir assim, também estava. Embora já tivesse estado com os dois em outras oportunidades, encontrar São Marcos e o Divino, não é nada rotineiro, não é mesmo?

Entramos no Palestra totalmente em obras (que saudade da nossa casa), descemos as escadas que levavam para os antigos vestiários, encontramos outros torcedores, alguns nossos conhecidos e, de repente, chegou Marcos! Passou pela gente, cumprimentando a todos, e sumiu por uma das portas.

Nos deram capacetes, botas de segurança e nos conduziram para uma sala, onde já estavam Marcos, Ademir da Guia e um monte de gente da imprensa. Imaginem só… Umas 30 pessoas (até o “Papa” estava lá) e dois de seus ídolos… Os maiores deles! Já foi um tal de assinar aqui, assinar ali. Tinha uma mesa grande, e nos sentamos. Alguém me perguntou se o Marcos poderia sentar ao meu lado. Maaaagina!

Eu olhava o Santo ali, tão vizinho, e procurava “beber” daquela presença, daquele carisma, que é uma baita energia positiva. Aquele homem com cara e olhar de gente boa, jeito de gente boa, atitudes de gente boa, era o mesmo profissional, sério, focado, que me deixou de olhos e coração grudados na TV em 99 e em centenas de inesquecíveis partidas… O mesmo que, tantas vezes, me fez chorar de alegria… Procurei não pensar nisso, me manter na “superfície”, para poder ter controle sobre as minhas emoções. Simpáticos, simples, humildes e atenciosos (penso que essas são as principais matérias primas para se fazer um ídolo, além do talento), as duas lendas do Verdão iam assinando camisas e mais camisas, tirando fotos… Os torcedores numa felicidade tamanha, estavam cheios de sorrisos…

Antes do passeio pelas obras, Rogério Dezembro, muito simpático, nos mostrou um filme sobre a Arena, sobre como ela funcionará, como será o resultado final. Emocionante. Tão distraída eu estava, acabei esquecendo que Marcos estava ali. De repente, olhei pro lado e, surpresa, me dei conta da sua presença; olhei de novo e ele continuava ali, em pé… Aí, o filme a que eu assistia mudou na minha cabeça, e me dei conta que, aquele cara ao meu lado, era o nosso goleiro tão amado. O melhor de todos, ali no meio da gente. Aí não teve jeito, não teve como não chorar… Ainda bem que a sala estava um pouco escura e todo mundo prestava atenção ao filme.

Tínhamos ganhado umas sacolas com brindes e novos capacetes… verdes! Mais uma coisa para os dois autografarem. No caminho, Marcos se lembrava da porta do vestiário que, um dia, ele tinha arrebentado com um chute, após uma derrota para o Grêmio, e brincava, perguntando se já tinham arrumado. Os trabalhadores, sorridentes, paravam para ver os dois passarem. E então, subimos as escadas que levavam ao campo. O coração bateu diferente… Impossível não pensar, “eles subiram por aqui”… Esse “eles” pode se referir a todos os campeões que só conhecemos através da história, podem ser Dudu, Ademir, Lei
vinha, César… na década de 70; ou então Evair Edmundo, Zinho… na de 90; podem ser Valdivia, Alex Mineiro, Pierre e Marcos, chorando antes de subir as escadas para ser campeão pela última vez, em 2008; Oséas, Junior, Paulo Nunes, Arce, Alex, Marcos… em 99. Marcos e o Palestra… quantas imagens nos arquivos da nossa memória… No tempo que durou a subida de uns poucos degraus, minha mente virou um caleidoscópio de lembranças. Tive que respirar fundo, para continuar na “superfície”…

Marcos e Divino continuavam sendo o alvo de todas as câmeras, dos microfones da imprensa, continuavam dando autógrafos. O Santo, enquanto assinava, brincava com os profissionais de imprensa, meio apressados, dizendo que agora, aposentado, ele não tinha pressa alguma; dizia também para o pessoal da obra procurar bem o sapo enterrado lá.

                      

E então, subimos no distintivo, que ficava atrás do gol, e que ainda se mantém “vivo” ali no campo, para uma foto histórica. E, juntos, cantamos o hino do Palmeiras, Hino que, talvez, tenha sido cantado pela última vez naquele local. Lindo demais! Emocionante! Em meio às ruínas, me senti prestando uma última homenagem àquele lugar tão nosso. Que sacrifício eu tinha que fazer para não mergulhar de vez na minha emoção, como mergulho agora ao lembrar.

Mas o Marcos simplesmente não deixa espaço para as tristezas. Brinca o tempo todo, fala cada uma! Rimos muito com ele.

E então, continuamos a visita pelas obras. Por ser o ídolo que todo mundo viu jogar, a presença de Marcos atraía a todos como se fosse um ímã. Não sei traduzir em palavras o brilho que os trabalhadores locais tinham nos olhos,  tampouco sei falar sobre a expressão que observei em seus rostos. Devia ter muitos palmeirenses ali entre os trabalhadores, mas não podemos esquecer que Marcos conseguiu a façanha de ser ídolo de torcedores de todos os clubes. Quando estávamos de passagem por dentro do novo ginásio (que lindo vai ficar!) eu pude ouvir um trabalhador dizer para uns outros: Ah, como eu queria um autógrafo do Marcos! O trabalhador da obra e eu, olhamos um para o outro, nos sorrimos, cúmplices, e eu soube, ali tinha um coração palestrino batendo muito forte diante do Santo!

                        

Então, nos dirigimos ao elevador que nos levaria ao último andar do prédio em obras. E o Divino foi conosco! O Glauco me sai com esta: Eu não vi Ademir da Guia jogar, mas vou poder dizer que andei de elevador com ele. Risada geral! Todos nós, sem podermos acreditar muito onde, e com quem, estávamos, tirávamos fotos deles, e com eles, o tempo todo.

Ao chegarmos lá em cima, na cobertura que será a quadra de futebol society, mais fotos mais autógrafos… Marcão me chamando de amendoim… hahaha E eu lhe dizendo que só falava bem dele no Blog, e que o texto que escrevi quando ele anunciou que não mais jogaria, tinha tido uma tonelada de acessos em apenas dois dias. Então, ele me disse que nem sabia direito como usar a net do telefone. Que figura! E queria saber de que cidade éramos, ia perguntando para as pessoas. Aquela voz tão familiar… que pessoa linda é Marcos, o maior goleiro do Brasil!

E a visão do último andar era completa do nosso Palestra em ruínas. Sentimentos opostos tomam conta da gente. Alegria e orgulho pela nova casa que vem aí, tristeza pelo Palestra que deixa saudades.

                        

Chegou a hora de voltarmos lá pra baixo. Tivemos o privilégio de descer com o Marcos e Ademir. Marcão dizia que o elevador costumava dar problema, e nós dizíamos que ele era Santo mesmo, iria resolver… E ele respondia que isso era coisa pro Divino… Aproveitei e peguei mais um autógrafo. Ele me disse: “Se você aparecer com mais uma camisa aqui, vai ter!”

Antes de voltarmos para a sala do início, Glauco e eu, tiramos mais uma foto com ele e fomos devidamente sacaneados e chifrados pelo Santo. Mas ele pode tudo!!

Com uma paciência infinita, Marcos e Ademir atenderam a todos nós, assinaram dezenas de camisas, agendas, bandeiras, luvas, livros, sempre com boa vontade e simpatia. Ali na sala e, durante todo o trajeto, atenderam às solicitações dos empregados da obra, tiraram fotos, deram autógrafos… fizeram um monte de gente feliz.

Marcos, que não é mesmo desse mundo, enquanto autografava uma quantidade infinita de camisas, nos pediu que assinássemos o seu capacete, porque ele queria levá-lo pra casa e guardar. Foi surreal darmos autógrafos para o nosso ídolo! Só ele mesmo!

                        

Assinei o capacete do Marcos, peguei a fila para um último autógrafo do Divino, o agradeci pelas glórias que deu ao Palmeiras e fui na fila para chegar até Marcos. Eu tinha algo que queria dizer ao Santo, e esperei a hora de ir embora para fazê-lo, porque sabia que talvez não conseguisse.

Tirei uma outra foto com ele, e então eu o agradeci por tudo que ele nos deu. Ele me pareceu meio sem jeito, nos abraçamos e então, eu lhe disse (não seria capaz de dizer olhando pra ele) que jamais veremos aquele gol sem nosso Santo, porque ele sempre estará lá. Dei um beijo nele e saí. Emocionada, feliz, Divinamente Santificada!

Numa época de tantas tristezas palestrinas, a WTorre (e não o Palmeiras, cujos dirigentes não valorizam os ídolos e a torcida) conseguiu nos fazer extremamente felizes…


De onde você imagina que não sai nada, é que não sai nada, mesmo!! 

Ele brinca de dirigente! Dá declarações cínicas à imprensa, faz piadas o tempo todo, achincalha e desrespeita o nome do Palmeiras, debocha da apaixonada torcida do Verdão, mas, trabalhar que é bom… NADA! Penso que nunca antes na história do Palmeiras, tivemos dirigentes tão incompetentes, que trataram com tanto descaso a Sociedade Esportiva Palmeiras, nunca começamos uma temporada com contratações tão minguadas. Ele e Tirone, “o filho do pai”, torcedor do Chelsea, que não sabe nada, nem mesmo que é presidente do Palmeiras, só podiam ter sido os candidatos de Mustafá, aquele inútil que nos levou à segundona!

Mas o vice, Roberto Frizzo, aquele, que achou boa a arbitragem de Paulo César Oliveira, no Paulistão 2011, aquele que, “por acaso”, também é diretor de futebol, E QUE DEVERIA SER O RESPONSÁVEL PELA MONTAGEM DE UM TIME COMPETITIVO, parece nem estar preocupado se vamos ter condições de brigar pelo campeonato, se vamos ser candidatos ao descenso… O “diretor” não contrata ninguém e ainda faz piadas a cada vez que perde uma contratação, ou nas vezes em que nem mesmo tenta fazê-las.

“a Bíblia diz que Jonas deve ir para a baleia” – disse Frizzo, quando da frustrada tentativa de contratar o jogador Jonas, se referindo à uma passagem bíblica e ao apelido do Santos, clube que também negociava com o jogador.

“O Palmeiras não é marinha para querer ter Barcos” – declarou Frizzo, se referindo ao jogador argentino Hernán Barcos, da LDU, que o Palmeiras, CLUBE ONDE FRIZZO É DIRETOR DE FUTEBOL, tenta contratar.

Já foram tantas as bobagens que Frizzo declarou por aí, tanta estupidez… o torcedor está cansado de passar vergonha! O fato é que O DEPARTAMENTO DE FUTEBOL DO PALMEIRAS ESTÁ UMA ZONA! E o diretor de futebol (o presidente também), se utilizando convenientemente do apelido de “banana”, dado pelos torcedores, quando de banana ele não tem nada, QUER FAZER PIADA, SER ENGRAÇADO! Mas, desde que Frizzo e Tirone assumiram, os únicos que riem são os nossos rivais.

CHEGA DE PASSARMOS VERGONHA COM AS DECLARAÇÕES RIDÍCULAS DESSE DIRIGENTE INCAPAZ!! CHEGA DE VERMOS O FUTEBOL DO PALMEIRAS SE APEQUENANDO A CADA DIA!! NÃO QUEREMOS MAIS ROBERTO FRIZZO (DES)CUIDANDO DO FUTEBOL DO TIME QUE AMAMOS!

QUEREMOS A PROFISSIONALIZAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE FUTEBOL! QUEREMOS ELEIÇÕES DIRETAS PARA COMEÇARMOS A TRILHAR O LONGO E DEMORADO CAMINHO QUE NOS LIVRARÁ DE PESSOAS DESSE TIPO, QUE TIRARÁ O ‘BRINQUEDINHO’ DA MÃO DOS MESMOS, QUE MOSTRARÁ QUE O PALMEIRAS É FUTEBOL, E NÃO O CLUBE SOCIAL, QUE JOGARÁ POR TERRA, DEFINITIVAMENTE, OS ‘MUROS’ DO FEUDO CHAMADO PALESTRA ITÁLIA.

FRIZZO A SUA MAIOR PIADA FOI QUERER SER DIRIGENTE DO PALMEIRAS! SÓ QUE NINGUÉM RIU DELA! PORTANTO, VAZA DO MEU VERDÃO!!! 

 

 

 

 

 

 

Desde que a diretoria afirmou que traria os “camarões” que o técnico Felipão pediu, os torcedores estão esperando… esperando… esperando…  E NADA!

Aí, num negócio “espetacular”, digno da sagacidade de B1 e B2, nossos dirigentes bananas, trocaram Pierre, por um empréstimo de um ano de Daniel Carvalho. Ele foi apresentado hoje. Segundo a diretoria, é o nosso primeiro camarão.

Quando viu o “camarão” cheio de gordura trans e com prazo de validade meio vencido, o torcedor já teve a premonição que a receita do risoto não vai dar muito certo, e se perguntou: É esse o camarão, Frizzo?

Mas o fato é que o tal camarão do Frizzo existe! E o Blog da Clorofila o encontrou. Só falta ele ser liberado… DO TELHADO!!!


Parece que a contratação do meia Carlos Alberto, confirmada por B1 e B2, nossos bananas de Pijamas, não vai mais sair… Segundo dizem, por problemas clínicos. E olha que o jogador já tinha sido aprovado nos exames médicos. Ou o nosso departamento médico está pisando na bola quanto às suas avaliações, ou então, o “gabaritadíssimo” Pastor da Bola de Neve, que foi quem indicou o jogador a Frizzo (que vergonha, hein?), é que tá de sacanagem com os “garotos espertos” B1 e B2…

O fato é que, depois dessa indicação ‘bombástica’ do cara lá da Bola de Neve, parece que um pai de Santo andou indicando Biro Biro e Serginho Chulapa!! Só falta o filho do B2 dizer se aprova a contratação.

                           

 

A gente faz piada das lambanças que aqueles paspalhões estão fazendo lá, mas o caso é muito sério. Eles debocham do torcedor com essas atitudes e com suas declarações ridículas, prejudicam o clube e desvalorizam cada vez mais a marca Palmeiras, não é a toa que os patrocinadores estão se mandando. Quem vai querer associar a sua marca às inúmeras bobagens que esses dois fanfarrões andam fazendo?

Já chega, né amigo palestrino? Tirone e Frizzo já brincaram bastante de Presidente e Vice/Diretor de Futebol no Palmeiras. Acho que está na hora de saírem do “playground”…

Eu tenho tanto pra lhe falar, mas com palavras não sei dizer como é grande o meu amor por você… (Roberto Carlos)

Marcos-reza

Dizem que o sol nasce no Oriente… hoje ele se pôs em Oriente…

Eu sabia que iria ser triste quando esse dia chegasse, mas não imaginei que seria tanto…

Hoje, 04 de Janeiro de 2012, Marcos, que nós chamamos Santo, goleiro fantástico, de carreira e vida coerentes, limpas, de um amor imenso pelo Palmeiras, nosso ídolo, anunciou que não mais jogará. Uma estrela de quinta grandeza, totalmente desprovida de vaidade, e que até mesmo na hora de encerrar a carreira o fez de forma simples, sem holofotes, sem programas de TV, no jeitão São Marcos de ser. Simplesmente chegou para César Sampaio e disse:

“pô, Sampaio, f… vou ter que parar”.

A gente palestrina, que anda tão carente, ao receber a notícia inesperada, se sentiu com um buraco no peito. Jogando ou não, estando bem ou não, Marcos é uma referência para o torcedor. É pra ele, e com ele, que direcionamos o nosso amor, o nosso orgulho, quando nos sentimos muito feridos. Na hora em que parece que não temos nada e precisamos contar as nossas bençãos para continuar acreditando, para o nosso coração palestrino continuar batendo, é dele que nos lembramos, é na sua grandeza que vamos buscar consolo, alento.

Não sei você, meu amigo, mas quando eu soube, senti uma tristeza imensa, daquelas que doem tão fundo, fininho, aquele tipo de dor que não sai do lugar, que fica ali doendo, roendo o coração o tempo todo. Não perdemos um jogo, nem um campeonato, perdemos um ídolo, ou melhor, perdemos  o “estar perto” desse ídolo, absurdamente amado. E a única maneira de aliviar esta dor no peito é deixar que as lágrimas sigam seu curso…

E, chorando, eu assisti a um filme… sem roteiro e em desordem…

CT do Palmeiras, 1993. Eu tinha ficado sabendo por um parente do goleiro Sérgio, que ele teria dito que o terceiro reserva do Palmeiras é que era bom e que quando entrasse no time, não sairia mais. E lá fui eu chamar o terceiro goleiro para pedir um autógrafo. Vai que ele viesse a ser tudo que tinham me dito… Olhei bem para aquele cara cabeludo (pasmem, Marcos era cabeludo!) e pensei: Será?? Simples, com um sotaque meio caipira, ele me sorriu, um tanto quanto sem jeito e, parecendo não entender porque eu lhe pedia um autógrafo, assinou a minha agenda.

Palestra Itália, 2007. Último jogo do campeonato brasileiro. Marcos estava fora da partida. Eu entrava pelos portões da Avenida Matarazzo quando percebi uma aglomeração entre as pessoas que chegavam. Olhei bem e vi que Marcos, entrando por ali também, estava no meio de um monte de torcedores. Fui até lá. Ele, atencioso, com uma paciência de monge, atendia a todos, tirava fotos, dava beijos, abraços, sorrisos… mal podia caminhar. Levei minha filha até ele, que a abraçou e beijou com carinho (claro que eu aproveitei e o beijei também). Tanto tempo tinha passado, desde que eu estivera com ele pela primeira vez, tantas coisas Marcos conquistara em sua carreira, tinha virado ídolo, tinha nos dado tantas alegrias, conquistado títulos importantes, mas em seus olhos, em seu sorriso, naquele seu jeito meio tímido, eu vi o mesmo garoto desconhecido que me dera um autógrafo em 93. Ele era a mesma pessoa, sem pose, sem máscara…

Minha filha se mantinha calada enquanto nos dirigíamos à bancada. Ainda não é fanática por futebol, e, por isso mesmo, me surpreendi quando notei que ela tremia, profundamente tocada pela impressão que Marcos lhe causara. Quando ela olhou para mim, bastante pálida, chorando me disse: Mãe, eu não acredito que vi o Marcos! E ele me abraçou, me beijou! Então, chorando também, eu lhe disse, guarda esse beijo e esse abraço pra sempre, porque você esteve com São Marcos, o melhor goleiro do mundo.

E o filme continua… Lembranças de tantas coisas que vivemos, de momentos maravilhosos e inesquecíveis que ele nos deu. Impossível falar de todos eles…

Marcos tomando café durante uma partida de Libertadores! Que outro poderia ter feito isso? Marcos saindo do banco na sua primeira disputa pela América, e entrando para a história do Palmeiras e no coração da gente… Quem é que se esquece de suas defesas, às vezes tão difíceis, que passaram a se chamar milagres? E  nós estávamos todos embaixo das traves com ele, braços abertos, quando Zapata, se apequenando diante daquele monstro das traves, chutou para fora e o Palmeiras se fez campeão da América… Você se lembra do que sentiu naquele momento? Lembra como foi difícil segurar o coração dentro do peito? Então, você entende porque o nome e a imagem de Marcos ficaram impressos em nossos corações pra sempre…

Quem é que se esquece do jogadorzinho farsante e dissimulado que perdeu a pose e a vaga na final da Libertadores, ao ser parado por ele?

Lá vai Marcelinho Carioca para a cobrança…  correu, bateu… DEFENDEU MARCOOOOSSSS!!

E todos nós demos aquele “peixinho” com Marcos. Pudemos sentir a grama no peito enquanto ele, enlouquecido de alegria, deslizava pelo gramado.

Nosso Marcos não é deste mundo. Respeitado por torcedores de todos os times, por jogadores de todos os times e, na mesma medida, temido por esses mesmos torcedores e jogadores, ele virou um mito, virou ídolo de um país inteiro! É respeitado e querido também por aqueles que disputaram a posição com ele.  Nunca haverá outro como Marcos! O melhor goleiro da história da Sociedade Esportiva Palmeiras!

Falar do que ele fez na Copa do Mundo é chover no molhado. Falar que ele encantou o planeta com suas defesas precisas, de tirar o fôlego da gente, falar que ele foi o melhor goleiro da Copa (porque ele foi melhor que Oliver Khan, sim!) nem precisa. Prefiro dizer que foi lindo foi vê-lo comemorando o campeonato mundial, com a alegria de um menino! De um menino que era um pedacinho da gente, um pedacinho do Palmeiras lá no Japão, menino que levou nosso coração com ele…

Mas tem coisas que só aos palestrinos dizem respeito… Eu prefiro me lembrar de quando ele gravou o hino do Palmeiras com Edmundo e Valdivia… Como nos fez bem ver o Marcão lá cantando, sem jeito, se divertindo e nos divertindo também.

Prefiro me lembrar até o final da vida, do goleiro campeão do mundo que recusou uma proposta (verdadeira e não fabricada) do Arsenal para jogar a série B. Não me importa se ele ficou por amor ou qualquer outro motivo que seja. ELE FICOU! E nos ajudou a voltar de cabeça erguida, sem trambique algum, à Série A!

Também não me esquecerei do jogo no Palestra em que dávamos adeus ao campeonato e ele, desesperado, foi lá na área tentar fazer o gol que não conseguíamos marcar. Muitos o criticaram, mas eu senti um orgulho imenso, senti a alma lavada, porque ele fez o que cada um de nós na bancada tinha vontade de fazer.

Prefiro guardar comigo aquela noite em que jogávamos diante do Sport, na Libertadores/09 e Marcos fez uma defesaça impedindo que eles nos tirassem a vaga no último minuto. Depois, nos pênaltis, ele pegou três deles e lavou a nossa alma! Chorando de joelhos na cozinha, onde eu ouvia o jogo no rádio, eu pensei que fosse morrer de tanta alegria.

Prefiro me lembrar da felicidade daquela volta olímpica em 2008, das coisas que ele chorando disse aos companheiros antes de entrarem em campo… “Eu me quebro tudo de novo, mas eu não perco para essa Ponte Preta nem a pau… porque eu sei o que eu sofri pra tá aqui…”

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=hAw_hVzbKOg[/youtube]

Hoje, o futebol fica mais triste…  Hoje, a camisa 12 vai chorar sozinha… E, tenho certeza, nunca mais desejará ser vestida por ninguém!

Não vamos te dizer adeus, porque você estará sempre conosco. Mas que saudades vamos sentir, Marcão! Do goleiro fantástico, das defesas maravilhosas, dos milagres… sentiremos saudades também da “convivência” com a sua alegria, com o cara bonachão, humilde, com o “parente próximo” que você se tornou pra nós… Mas a gente te entende. Sabemos de todas as suas dores, de todo o sacrifício para entrar em campo. Sabemos que você não merece mais um ano de desgostos.  Você já nos deu muito, cara. Lhe seremos eternamente gratos. Você foi um presente de Deus! Agradecemos a Ele termos visto você jogar. Falaremos de você aos nossos netos, repetiremos os seus divertidos causos, contaremos da sua garra, das suas defesas e do orgulho que você fazia e faz a gente sentir…

Obrigada, Marcos! A Nação de sangue esmeralda te agradece do fundo do coração por você um dia ter vestido a camisa do Palmeiras, por ter fugido daquela espelunca e ter vindo para o Palestra. O nosso amor por você é infinito e não poderemos lhe retribuir toda a dedicação e carinho jamais. Mas saiba que, passe o tempo que passar, nunca iremos ver aquele gol sem você. Porque a cada vez que olharmos aquelas traves, mesmo que vivamos duzentos anos, iremos ver o nosso Santo, de camisa azul, olhos fechados, braços abertos apontando para o céu… essa é a imagem que estará impressa em nossos corações prá sempre…

SEJA MUITO FELIZ MARCOS! AMAMOS VOCÊ E VAMOS MORRER DE SAUDADES!!

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Zyd8CdYcMcs[/youtube]

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Dy-EZ29EqVY&feature=related[/youtube]

 

Os ingressos para o Amistoso entre Palmeiras x Ajax-HOL, que acontece no dia 14 de janeiro (sábado), às 17h, no estádio do Pacaembu, já estão à venda para torcedores Avanti a partir desta segunda-feira (02) pela INTERNET, através do site www.futebolcard.com, 24h por dia, e para todos os torcedores pela Internet a partir de terça-feira (03) . A carga total é de 36.600 mil ingressos.

Nas bilheterias do estádio Palestra Itália, os ingressos estarão à venda nos dias 11, 12 e 13 de janeiro, das 10h às 17h. No sábado (14), dia do jogo, os ingressos serão vendidos no estádio Palestra Itália, das 10h às 15h, e no Pacaembu, das 10h até o intervalo.

Nos outros postos de venda, as vendas vão acontecer nos dias 11, 12 e 13 de janeiro (horários e postos serão divulgados nos próximos dias).

Os valores dos ingressos são:
Arquibancadas Verde e Amarela – R$30,00 [R$15,00 meia-entrada] Arquibancada Laranja (Setor Itaucard) – R$30,00 [R$15,00 meia-entrada] Tobogã – R$30,00 [R$15,00 meia-entrada] Cadeira Laranja – R$60,00 [R$30,00 meia-entrada] Cadeira Descoberta – R$80,00 [R$40,00 meia-entrada] Cadeira Coberta Azul – R$ 150,00 [R$75,00 meia-entrada] Arquibancada Visitante Lilás – R$ 30,00 [R$15,00 meia-entrada]

Drible a fila com Visa Passfirst – Clientes dos cartões de crédito Visa além de realizar a compra através do site www.futebolcard.com, poderão utilizar o seu cartão como instrumento de entrada ao estádio, com a facilidade de não enfrentar filas para compra nas bilheterias ou retirada de ticket. Os demais compradores do site, deverão retirar seus ingressos em guichês identificados nas bilheterias do estádio

Torcedor Itaú Card – O estádio do Pacaembu disponibiliza o Espaço Torcedor Itaú Card (portão 21), localizado no setor de Arquibancada Laranja. Os clientes Itaú terão direito a pagar meia-entrada para este setor apresentando identificação no ato da compra do ingresso.

Ingressos para a torcida visitante
Serão vendidos normalmente nas bilheterias do estádio Palestra Itália e nos postos de venda.

IMPORTANTE: De acordo com Lei 14.950, é OBRIGATÓRIO a apresentação de RG na aquisição de ingressos de inteira e meia inteira, no ato da compra nas bilheterias e também nas catracas de acesso ao estádio.

De acordo com Lei 14.590 de 11/10/2011, é obrigatório o cadastramento dos torcedores na aquisição de ingressos nas bilheterias. Essa Lei vale para todos os ingressos (inteira e meia-entrada) de todos os setores do estádio.

Torcedor: Para evitar transtornos e filas no dia da partida, compre os seus ingressos antecipadamente. Com comodidade e segurança, é possível comprar os ingressos PELA INTERNET através do site www.futebolcard.com, 24h por dia, para todos os setores.

Regras de acesso

Torcida Uniformizada: No Estádio do Pacaembu as torcidas uniformizadas do time local só poderão entrar pelo Portão 03 (Arquibancada Amarela). Em outros portões não será permitida a entrada de torcedores com trajes de Torcidas Organizadas.

Torcida Visitante: O acesso não será permitido para torcedores com camisas, bandeiras e acessórios do time adversário nos setores da torcida local.

Gratuidade

PNE – Portadores de Necessidades Especiais: Para o acesso ao estádio o torcedor deverá estar portando documento oficial de PNE com foto. Entrada apenas pelo portão Principal ou Tobogã.

Crianças de 5 a 12 anos: Para o acesso ao estádio o torcedor deverá estar acompanhado de um adulto pagante. Entrada apenas pelo portão Principal ou Tobogã.

Adultos maiores de 60 anos e Aposentados: Não pagam ingresso mediante apresentação de identificação. Entrada apenas pelo portão Principal ou Tobogã.

Regras de meia entrada

Estudantes: Estudantes do ensino fundamental, médio ou superior (público ou particular) pagam meia entrada. Para acesso ao estádio o estudante deverá apresentar comprovante de matrícula ou frequência, carteira da Instituição com foto e o RG.

Professores da Rede Pública Estadual de São Paulo: Pagam meia entrada. Para acesso ao estádio o beneficiário deverá apresentar comprovante legal da Rede Pública Estadual de Ensino de São Paulo com foto e o RG.

Obs.É necessário apresentar o documento comprovatório na entrada do evento. Caso o portador do ingresso não tenha direito ao benefício, será necessário pagar a diferença do valor do ingresso na bilheteria do estádio.

Vale lembrar ao torcedor que a Outplan e o Palmeiras sempre colocam os ingressos à venda 72 horas antes da partida. Para garantir o acesso aos jogos, o torcedor deve adquirir seus ingressos sempre nos postos de venda oficiais citados acima.

Torcedor: Para evitar transtornos e filas no dia da partida, compre os seus ingressos antecipadamente. Com comodidade e segurança, é possível comprar os ingressos PELA INTERNET através do site www.futebolcard.com, 24h por dia, para todos os setores. Além disso, estão disponíveis outros quatro postos de venda (ver relação de postos e horário abaixo) e também o estádio Palestra Itália.

Agência Palmeiras
Fábio Finelli

                       

Pensamos que, às vezes, não restou um só dragão.

Não há mais qualquer bravo cavaleiro, nem uma única princesa a passear por florestas encantadas.

Pensamos, às vezes, que a nossa era está além das fronteiras, além das aventuras. Que o destino já passou do horizonte e se foi para sempre.

É um prazer estar enganado.

Princesas e cavaleiros, encantamentos e dragões, mistério e aventura… não existem apenas aqui e agora, mas também continuam a ser tudo o que já existiu nesse mundo.

Em nosso século, só mudaram de roupagem. As aparências se tornaram tão insidiosas que as princesas e cavaleiros podem se esconder uns dos outros, podem se esconder até de si mesmos.

Contudo, os mestres da realidade ainda nos encontram, em sonhos, para nos dizerem que nunca perdemos o escudo de que precisamos contra os dragões; que uma descarga de fogo azul nos envolve agora, a fim de que possamos mudar o mundo como desejarmos.

A intuição sussurra a verdade!
Não somos poeira, somos magia!
Feche os olhos e siga sua intuição.

(Richard Bach)

E foi o que fizemos o ano todo. Quantas vezes fechamos os olhos a um monte de coisas e seguimos a nossa intuição e o nosso coração sem saber direito onde pisávamos e quando seria o momento em que a casa viria abaixo de uma vez. Só o amor a nos conduzir…

Quantas dificuldades, decepções e revolta tomou conta do nosso coração! Como foi doloroso atravessar 2011… Nos tomaram à força quase todos os nossos sonhos, perdemos quase todas as batalhas, contra quase todos os ‘dragões’ que tivemos pela frente. E eles assumiram formas horrendas e inimagináveis…

A Girafa Amarela, e o Rei dos Beirutes, colocados no poder pelo Sapo asqueroso e maldito, quase nos mataram de vergonha, raiva  e desgosto.

Perdemos patrocínios importantes, jogadores; não valorizamos as pratas da casa; fizemos um escarcéu para tirar Miguel Bianconi das férias e trazê-lo pro time de cima e, sem dar as oportunidades para que ele se entrosasse, fosse trabalhado e desenvolvesse seu futebol, o garoto sumiu.

Passamos o ano inteiro com jogadores atuando fora das suas posições (a garotada da base, desvalorizada em desastrosas declarações, foi esquecida), num prejuízo danado ao rendimento da equipe, enquanto, em algumas vezes, alguém da posição ficava no banco ou nem relacionado era… Emprestamos o guerreiro Pierre e agora ele não quer mais voltar.

Passamos 12 meses vendo jogadores descontentes; as nossas esperanças de títulos, nosso amor de torcedor, ficaram no meio do fogo cruzado que se instalou entre jogadores, técnico e diretoria, entre entrevistas concedidas “sem querer”, bilhetes no vestiário, declarações humilhantes, faixas colocadas no CT, sem que os responsáveis pelo clube soubessem explicar como foram parar lá,  conselheiro admitindo fornecer informações sigilosas à imprensa…

365 dias envergonhados, vendo tanta sujeira que deveria ter ficado entre nossas paredes, sendo atirada no ventilador; acompanhamos tantas intrigas, tantas maneiras sórdidas de se conduzir um clube, de se manipular torcedores, de se tentar vender jogadores; lemos e ouvimos tantas notícias plantadas na imprensa, por gente do próprio Palestra. A nossa história de glórias e a marca Palmeiras sendo atiradas na lixeira…

52 semanas nos descabelando com os resultados ridículos nos jogos, com as gozações dos rivais, com as contratações de atacantes medíocres; nos revoltando com escalações e substituições equivocadas; nos desesperando com o time que se encolhia diante de adversários fracos, estupefatos com a falta de ousadia, com equipe que não conseguiu vencer um candidato ao rebaixamento, mesmo tendo dois jogadores a mais… E fomos chamados de turma do limão por querermos ver o time jogar ofensivamente e vencer as partidas, por querer o nosso Verdão (ELE É NOSSO, SIM!) com um padrão condizente ao grande time que é…

Passamos 8.760 horas feridos, brigando entre nós e com o mundo, mas apoiando o Palmeiras acima de todos os mal feitos, acima de todos os vexames, de todas as vergonhas que nos foram impostas; acima de todas as oportunidades de gol desperdiçadas, de todas as falhas, dos erros de passes, de todas as desclassificações… e ainda fomos ao estádio apoiar o time, mesmo depois de um humilhante 6 x 0…

Ah,  nobody said it was easy… Mas foi muito difícil ter nosso amor colocado à prova de maneiras tão doídas, e por tantas vezes…

Mas hoje, quando o relógio marcar a meia noite, e os fogos anunciando o novo ano se fizerem ouvir, 2011 terá sido para nós, 525.600 minutos de amor incondicional ao Palmeiras, de orgulho pelo que ele representa nas nossas vidas… 525.600 minutos de entrega, de sentir no peito e na alma uma paixão imensa, que, a despeito de todos os acontecimentos, nos faz feliz, apenas por ela “ser”… Por mais que digamos que não, que estamos fartos, que acompanharemos o futebol apenas por diversão, basta um pequeno chamado e o nosso coração nos grita que o Palmeiras nunca saiu de lá, e nunca sairá…

E por ele, pelo amor que sentimos e que nos une, seremos os cavaleiros e princesas, seremos os guerreiros capazes de lutar contra o próximo dragão, e contra qualquer outro que venha após ele…

Sabemos que 2012 não vai ser fácil, mas é preciso ter força, é preciso ter raça é preciso ter sonhos, sempre! Que o novo ano nos traga novos e melhores sonhos, que ele nos traga o poder de acreditar neles, de tentar realizá-los, que nos traga a sabedoria para reconhecê-los quando os encontrarmos, e a rapidez para agarrá-los antes que escapem de nossas mãos!

BOOORA PRA 2012, PARMERADA! SERÃO 31.536.000 SEGUNDOS EM QUE RESPIRAREMOS PALMEIRAS, LUTAREMOS POR ELE, E O AMAREMOS AINDA MAIS! 31.536.000 segundos que farão a nossa existência valer a pena

FELIZ PALMEIRAS 2012, AMIGO PALESTRINO!! E COM MUITA MAGIA!!!

 

“Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.” – Fernando Pessoa

O ano está chegando ao fim… Amanhã já é Natal…

As ruas, cheias de luzes e enfeites, estão repletas de pessoas apressadas, carregando pacotes, sacolas, presentes. O que busca toda essa gente?

Todos os anos eu fico me perguntando se Natal é isso mesmo. Comprar roupas e sapatos novos, aparelhos eletrônicos de última geração, mobília nova, carro novo, muita comida… Eu sei, isso faz parte. É compreensível… afinal, é como nos preparamos para celebrar a data. Mas Natal não é isso! Natal é amor! É estar perto de quem se ama (ainda que seja só com o coração) e poder dizer isso. Natal é fraternidade!

De que adianta nos vestirmos com as melhores roupas e sapatos, se dentro de nós não tivermos os melhores sentimentos, se dentro de nós a casa estiver em ruínas? De que adianta distribuirmos presentes, se não formos capazes de dar algo de nós mesmos? Se não formos capazes de compartilhar, de ouvir, de estender a mão ao semelhante? Se não formos capazes de deixar o orgulho e o egoísmo de lado? Se não formos capazes de abraçar alguém, de verdade, com o coração…

O espírito mais iluminado que já pisou neste planeta veio aqui só para nos ensinar isso. E, 2010 anos depois, ainda apresentamos tanta dificuldade em aprender. Parece que o homem, cada vez mais se distancia da evolução que aqui veio buscar e, mesmo em meio à uma multidão, se sente cada vez mais sozinho. E nessa desesperada busca daquilo tudo que, ilusoriamente, imaginamos necessitar (mas não necessitamos de verdade), não conseguimos encontrar paz…

Na nossa Família Palestrina não é diferente. Um dia estamos em paz com a vida e, no outro, ao menor motivo, uma guerra “nuclear” tem início. Ano após ano, o torcedor palestrino não consegue a paz tão sonhada…

Essa, é uma parte do texto que escrevi no Natal de 2010…

Naquele momento, eu pedia paz… E 2011, foi uma verdadeira guerra! Com direito a “batalhas” inimagináveis… Nunca a animosidade e o ódio estiveram tão presentes. Quem poderia prever tudo o que nos aconteceu? Quem poderia imaginar todas as decepções, os resultados desastrosos, todas as vergonhas por que passamos? Tivemos até que lutar para não cair. Nosso coração, pobre coitado, nunca apanhou tanto!

Mas é Natal, de novo… Estamos tão assustados com tudo que nos aconteceu, que tememos ‘colocar o sapatinho na janela’ e ele acabar sendo roubado, como nos foi roubada a vaga à final do Paulistão…

Afinal, roubaram todos os nossos sonhos em 2011… E o que é pior, estão nos roubando a capacidade de sonhar, de ter esperanças…

E a gente fica com o coração dilacerado. Confia, desconfiando. Reclama, xinga, acusa! E continuamos ali, firmes e fortes, às vezes, nem tão firmes e nem tão fortes, mas aguentando, sempre. E sabem por que? Por amor, incondicional, ao Palmeiras. Aconteça o que acontecer, nunca deixaremos de amá-lo. Eu, pelo menos, não deixarei. Talvez seja genético, cármico, loucura, vai saber. Nomes e razões não importam. Só sabemos que “é”, e isso basta! Somos vinte milhões de apaixonados, espalhados pelo planeta e queríamos tantas coisas para o Palmeiras, que às vezes entramos em parafuso, diante de tantos obstáculos que nos aparecem e de tantas pessoas que prejudicam o clube. Ficamos tão cansados de sempre ter que desacreditar em alguém em que depositamos a nossa confiança, de que esperar o ano que vem, e o outro, o outro… Santa paciência a nossa, Batman!

Em um ano a “Girafa Amarela”, o “rei dos beirutes” e a falta de capacidade de ambos, destruiram completamente a imagem do Palmeiras, algo que se assemelha ao “capolavoro” de nos levar à segundona, de Mustafá, mentor e mestre da dupla de incapazes que administra o Verdão. Temos um time limitado, fizemos uma única contratação até agora, perdemos os maiores patrocínios, jogadores se recusam a vir para o clube, outros preferiram ir embora, Pierre não quer mais voltar, viramos motivos de piadas, o presidente, que vive da sombra do que foi o pai, só abre a boca para nos envergonhar… um prejuízo inimaginável para quem tem por lema fazer dinheiro, economizar, mas que não cuida do que deveria cuidar. Nossas esperanças se esvaem…

E, em pleno Natal, eu sinto vergonha de ter Arnaldo Tirone como presidente do Palmeiras!

As profecias apontam o fim do mundo para 2012 (será que os Maias já eram parmeras antes mesmo do clube ser fundado?). E nós, aterrorizados, nunca acreditamos tanto nelas. Mas, graças à um maluco que resolveu dividir o tempo e o contar em dias, meses e anos, nós temos sempre a oportunidade de, a cada Dezembro, encerrar um ciclo e começar tudo de novo em Janeiro. As coisas não vão mudar só porque um ano vai acabar e outro irá começar. Somos nós que usamos esse marco para repensar e consertar os erros, para repetir os acertos. Renascer! Para nos abrirmos às oportunidades que surgirão, às surpresas, às alegrias. Nos enchermos de esperanças e deixarmos prá trás o que não vale a pena ser lembrado. E não é diferente agora. É Dezembro!!! Um novo ano vai nascer! Um novo Palmeiras há de surgir!

Não sei você, meu amigo, mas aqui no meu coração, como rescaldo da guerra que foi 2011, sobrou uma esperançazinha. Meio encolhida, é verdade, meio machucada, tímida, sem graça, mas ela consegue me sorrir apesar de tudo.

Não consigo não acreditar! Não consigo não esperar que tudo de ruim vá embora e que possamos encontrar tempos de paz, de alegrias. Somos do tamanho daquilo que sentimos e fazemos, do tamanho dos nossos sonhos, e não do tamanho que os outros nos enxergam. E o Palmeiras é do tamanho do amor que a ele dedicamos. Por isso ele é o maior clube do Brasil, o primeiro no ranking, ainda que tenhamos atravessado anos tão difíceis. O Palmeiras é do tamanho do respeito que devemos ter por nossos ídolos e por quem veste a nossa camisa. Ele é do tamanho da nossa coragem de caminhar e buscar com ele tempos melhores…

E se em 2011 eu pedia paz de espírito, paz entre os palestrinos, agora eu peço que lutemos! Não adianta apenas nos enchermos de esperança! Neste ano que termina, quase nos afogamos nelas. Não basta esperarmos que o “Papai Noel” nos dê os presentes que queremos ganhar; teremos que buscá-los, conquistá-los. É hora de arregaçarmos as mangas e lutarmos para trazer o nosso Palmeiras de volta! Não podemos mais permitir que maltratem, que façam mal ao nosso amor! Precisamos estar unidos, e só assim é que nossos objetivos serão alcançados e melhores tempos chegarão.

UM FELIZ NATAL, DE PAZ, SAÚDE E AMOR, À FAMÍLIA DE SANGUE ESMERALDA QUE O PALMEIRAS ME DEU, E A TODOS OS LEITORES DO BLOG! Que Deus os abençoe!

P.S. Feliz Natal, Mago!! Muita Paz pra você! Que Deus ilumine a sua vida e a de sua família!