O Blog da Clorofila se solidariza com o palestrino Conrado Cacace, do site Verdazzo, e repudia e lamenta a agressão covarde que ele sofreu na tarde de ontem, na Vila Belmiro, após a partida Santos x Palmeiras.

Para esclarecimento aos amigos do blog, segundo relato do próprio Conrado, enquanto ele descia as escadas, embaixo das arquibancadas, na área destinada aos palmeirenses, e estava distraído mexendo no seu celular, levou um soco no rosto e caiu, levando vários chutes em seguida, sem ter condição de ver quem era o seu agressor ou agressores.

Como resultado, ele teve várias fraturas na face e precisará se submeter à uma cirurgia.

Não se sabe quem foi, uma vez que o relato do Conrado é bastante breve, e nem poderia ser diferente. Caso sejam torcedores santistas que invadiram o local e o agrediram, o que é pouco provável, será inadmissível pensar que uma pessoa deva ser agredida apenas porque torce para um time diferente. Caso sejam palmeirenses os agressores, a maior das possibilidades, é deprimente saber que existem pessoas que resolvem assim as diferenças de pensamento e conduta. É triste observar que na falta de argumentos, a saída de alguns seja a violência; mais triste ainda é saber que esse tipo de coisa, tão primitiva, aconteceu entre palmeirenses, que deveriam colocar o fato de torcerem para o mesmo time, acima de quaisquer outras diferenças, ao invés de agredirem pessoas ou, vergonhosamente, comemorarem quando elas são agredidas.

Nada serve de razão para atos como esse, que já não deveriam mais acontecer nos dias de hoje.

Deixo aqui a minha solidariedade a você, Conrado. Melhoras, e que o período para a sua recuperação seja breve.

Tânia “Clorofila” Dainesi
Blog Da Clorofila

“O caminho é este
tem pedra, tem sol

tem bandido, mocinho
tem você amando
tem você sozinho
é só escolher
ou vai, ou fica.
Fui.” – Martha Medeiros

Ano passado, muita gente dizia que as vitórias do Palmeiras na série B não valiam nada, porque era um campeonato da série B… que em 2014, só passaríamos vergonha, que apanharíamos de todo mundo, QUE SERÍAMOS REBAIXADOS NO PAULISTÃO, que o centenário seria um desastre, um vale de lágrimas…

O trabalho de mudança, de chacoalhar as podres estruturas e construir novos alicerces, começou a ser feito no início do ano passado, e nós, torcedores, que estamos sempre ao lado do Palmeiras, ajudamos o nosso amado clube a se enveredar por essa nova estrada, ajudamos a fazer mais bonita a sua difícil jornada, o ajudamos a tirar as pedras do caminho, e, juntos, voltamos a sorrir.

O caminho é longo e não ganhamos ‘nada’ ainda, a não ser o direito de termos orgulho do time, o direito de voltarmos a tirar sarro dos rivais, de sermos líderes de um campeonato, de admirarmos os jogadores do nosso time, de termos jogadores felizes por estarem no clube, de vermos a nossa camisa ser honrada em campo, de sermos considerados candidatos ao título, de voltarmos a sorrir (como isso é bom),  de termos os melhores números da competição, a melhor campanha, a estarmos com a alma mais leve, de acreditarmos que podemos, sim, conquistar o Paulistão, de vestirmos o manto com mais orgulho ainda, por sabermos o respeito que ele causa nos demais…

Talvez você ache pouco, mas eu acho tudo. Tudo o que precisávamos. Mas, e os títulos?  Eles virão por consequência. Não sei  o dia e nem a hora; pode ser agora (eu acredito nisso) , pode ser mais tarde, mas tenho certeza que virão.

E é porque o Palmeiras está no caminho certo, porque nós estivemos ao seu lado mesmo quando ele estava no caminho errado,  porque escolhemos estarmos ao seu lado agora, na delicada hora da reconstrução, que eu digo, ‘Bem- aventurados aqueles que respeitam e apoiam o Palmeiras, e que, juntos, respiram em verde-e-branco o orgulho e a glória de serem palestrinos’ .

VAMOS ‘PESCAR’, PORCOOO!!

Se apitar clássicos e jogos importantes do Palmeiras fosse o mesmo que ganhar na loteria, os membros da família Oliveira estariam milionários. Que “sorte” eles têm, não é mesmo? Sempre são ‘sorteados’. Dos três clássicos do Palmeiras, até agora, neste paulistão, o jogo contra o Santos será o segundo apitado por Luís Flavio Oliveira (ele foi “sorteado” de mentirinha no clássico contra os bambis, lembra?).

No clássico contra os leonores, ele deixou baterem à vontade em nossos jogadores, enquanto os cartões dormiam em seu bolso; deixou Rogério Ceni impune quando tentou chutar Valdivia, e também quando ele deu uma cotovelada em Kardec… o juizão, que não marcou duas penalidades para o Palmeiras, fez aquele joguinho manjado de ignorar as faltas sofridas pelo Verdão, não dar cartão para os botinudos, e marcar tudo a favor do adversário… irritando profundamente os jogadores e torcedores do Palmeiras ( https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/02/04/beijinho-ombro-bvambvis/ ). Mesmo tendo saído com a vitória (nem por isso deixaria de reclamar dos erros do árbitro), eu, e toda a torcida palmeirense, voltamos roucos pra casa naquele dia, de tanto xingar o juiz.

Esse jogo contra o Santos, vale a melhor campanha, vale decidir em casa, ter a vantagem do empate… tem gente que diz até que é uma final antecipada, portanto, pelo sim, pelo não, por sermos “gatos escaldados”, OLHO NESSE OLIVEIRA AÍ, PARMERADA! Os árbitros dessa família, nas partidas mais importantes, costumam aprontar “poucas e boas” para o Verdão – a “capivara” é extensa.

arbitragem

ÔÔÔ VAMOS GANHAR, PORCOOO!!

O Brasil, guiado pela impunidade, por um senso de moral seletivo, caminha para o desgoverno total, caminha para o favorecimento de alguns grupos em detrimento de outros. Nos dias de hoje, é mais fácil você surrar uma mulher e ser punido apenas com o pagamento de cestas básicas, do que surrar um homossexual e ir parar atrás das grades. Se você fizer uma manifestação na rua contra o governo, você vai parar na cadeia, mas se você for um político condenado por corrupção (há muitos corruptos e poucos condenados), aparece um monte de juízes (!?!?) “amiguinhos”, que dão um jeitinho para você ficar em regime semi-aberto, recebendo um considerável número de regalias (devolver o dinheiro adquirido com a corrupção, nem pensar)… Como se cidadãos pudessem ser diferenciados, em seus direitos de cidadãos, pelo sexo, cor, preferências sexuais, classe social…

No futebol é a mesma coisa. Cansei de ouvir no estádio, as coisas mais absurdas e horrorosas, proferidas por torcidas inteiras, para mulheres que atuavam como bandeirinhas, repórteres de campo, sem que jamais a imprensa dedicasse uma linha a isso, sem que alguém se revoltasse com isso, sem que direito humano algum quisesse enquadrar os agressores (xingamentos são agressões também), sem que alguém saísse em defesa do direito dessas mulheres serem mulheres, mas se você xingar um adversário de “bicha”, que escarcéu isso dá… é pejorativo. Chamar mulher de biscate, de cachorra, de gostosa, entre outras coisas bem mais ‘cabeludas’, é ‘bacaninha’, e não dá nada.

A sociedade vai se separando em grupos, e quando alguns desses grupos passam a ter mais direitos do que outros, nasce a hostilidade entre eles e eles começam a trilhar o caminho do ódio; sem contar o dano que a impunidade, concedida apenas para alguns, causa no âmago dessa sociedade, que, estimulada pelo que vê acontecer, passa a assimilar e repetir os comportamentos que deveriam ser punidos e nunca são.

A impunidade é uma doença em nosso país… E os interesses que estão por trás da impunidade são ainda piores.

No universo do futebol, estamos cansados de acompanhar o ‘dois-pesos-e-duas-medidas’ da Justiça Desportiva para punir clubes e atletas de clubes. O Palmeiras teve que jogar no interior porque a sua torcida brigou, enquanto que uma briga no Pacaembu, não deu em nada para o time de outros torcedores brigões. Punição para uns, impunidade para outros… clubes que caem e não vão para a série B, e clubes que não caem e têm a sua vaga tomada pelo que caiu… uma Justiça “prostituta” com dois tipos de moral.

Temos acompanhado os abusos de alguns integrantes de torcidas organizadas , de todos os times, e o dois-pesos-e-duas-medidas para se punir esses abusos e para punir os clubes aos quais elas pertencem. Já vimos recompensa em dinheiro(!!!), para um “di menor”, suposto assassino de um torcedor na Bolívia (eu nunca acreditei que ele fosse o responsável), já tivemos notícias de tantas brigas entre torcidas rivais, tantas mortes de torcedores; já acompanhamos as notícias de atletas que foram agredidos por torcedores, de outros que quase foram; de paredes pixadas, sala de troféus destruída, de apreensão de armas, de drogas, nas quadras de algumas torcidas… Violência que cresce a cada dia… e algumas torcidas são punidas – sem o rigor necessário, é verdade, mas são punidas -;  outras, ficam totalmente impunes… Alguns clubes, são punidos por atos de suas torcidas; outros, nem são lembrados e relacionados aos atos de seus torcedores…

O caso mais recente:

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As notícias são claras: Invasão, depredação das telas de proteção, perseguição aos jogadores – que precisaram ficar escondidos por horas -,  furto de coletes e equipamentos de treino, furtos de celulares, agressões, veículos dos jogadores danificados, danos ao patrimônio do clube, terror (o médico do clube, de tão assustado, teve uma alteração arterial, caiu e se feriu), uma funcionária pega pelo pescoço, um jogador também (mas, depois, ele desmentiu a agressão)… e, na ocasião, mesmo a PM estando no local ninguém foi preso, nem mesmo “convidado” a se retirar. Só depois de alguns dias, e muita coisa que ficou mal explicada (várias câmeras de segurança do CT, por exemplo, que ‘estavam com defeito’ e não filmaram os invasores), é que algumas prisões foram feitas.

Dos cem invasores, três foram presos no Centro de Detenção Provisória (um deles, era um dos que haviam sido presos em Oruro, pelo envolvimento na morte de Kevin Espada), e um quarto torcedor, também denunciado, estava foragido.

E não é que a Justiça concedeu alvarás de soltura pra eles, nessa segunda-feira?  O torcedor que estava foragido, teve o pedido de prisão revogado pelo juiz. Isso até poderia ter acontecido, caso tivesse ficado comprovado que eles não estavam envolvidos naquele episódio. Mas nunca poderia ter acontecido porque o juiz resolveu dar uma “canetada”.

Sabe por quê eles foram soltos? Porque  o juiz, Gilberto Azevedo de Moraes Costa, pasme, proferiu a seguinte sentença:

“… queriam apenas chamar a atenção: fazer com que os jogadores honrassem os salários que ganham”.

A denúncia oferecida pela Promotoria, que vai recorrer da sentença, foi rejeitada pelo juiz, que considerou que não houve formação de quadrilha. “tudo não passou de um ato (nada abonador) de revolta dos torcedores”.

“Fiéis que são e disso a própria equipe se vangloria -, queriam apenas chamar a atenção: fazer com que os jogadores honrassem os salários que ganham; mostrando um futebol verdadeiramente brasileiro.”

Para o magistrado, a denúncia não individualizou a conduta do trio. “Na espécie, a inicial também não descreve no que consistiu a participação dos réus. Lá se vê que eles teriam comandado, mas não se especificou no que consistiu esse comando. Aliás, não ficou claro se se tratava de instigação ou induzimento.”

Seja com torcedor do time que for, tem cabimento uma sentença como essa? Conheço torcedores corintianos que disseram se sentir envergonhados com isso.

Uma sentença como essa é mais do que um alvará de soltura, é um deboche, é um passaporte para a impunidade, um alvará de permissão para o uso da violência; violência  que a Justiça tem a obrigação de punir; um incentivo para torcedores de todos os clubes, organizados ou não (ou será que o raciocínio do juiz vale só para essa torcida?), invadirem CTs, agredirem pessoas, fazerem jogadores reféns, danificarem carros, furtarem equipamentos e celulares, a cada vez que eles se sentirem “revoltados”, ou cismarem que o time tem que mostrar um “futebol bem brasileiro”.

Que vergonha!! Como pode um representante da Justiça ter coragem de proferir uma sentença como essa? Como pode alguém se aproveitar do posto ocupado para fazer uma Justiça particular e proferir uma sentença tão subjetiva assim?

Seguindo a linha de raciocínio do juiz, podemos então, invadir o Planalto para chamarmos atenção, para exigirmos que eles honrem os polpudos salários que recebem por lá? É isso? Podemos fazê-lo por que estamos revoltados com o que está acontecendo no país? Porque o povo está abandonado, sem Educação e Saúde decentes? É o que tal sentença nos faz entender, não é mesmo?

Não sei o que você pensa, meu amigo, mas eu me reservo o direito de imaginar (pensar eu posso) que esse juiz ou não está em condições de fazer pleno uso de suas faculdades mentais, ou então, que ele é torcedor do time em questão e agiu apenas como tal. Se não for nenhuma dessas possibilidades, vou imaginar que ele não pode fazer com que a Justiça seja cumprida… e vou ficar aqui tentando imaginar por qual, ou quais, motivos ele não poderia fazê-lo…

O último que sair, por favor, apague a luz. Mas só isso, pois já não há mais portas para serem fechadas…

“Foi lindo ver no meu Estado a reunião de tantos palmeirenses. A maior parte das arquibancadas tinha um ponto verde escuro, verde limão, azul, branco com verde, amarelo…” – Juliana Oliveira 

O Palmeiras estreou na Copa do Brasil 2014, jogando diante do Vilhena,  em Rondônia. Quando houve o sorteio, o clube paulista até poderia ter optado por um estádio com melhores condições, mas, no ano do seu centenário, o Palmeiras tem procurado ir aos locais aonde a sua família está. E foi uma decisão bastante acertada.

Eu mostrei aqui pra você, na postagem anterior, o alvoroço que foi a chegada do Verdão por lá. Pra se ter uma ideia, até seguranças, roupeiros, médicos e nutricionistas do clube posaram para fotos e distribuíram autógrafos. E quem assistiu à partida viu o que aconteceu no ‘Portal da Amazônia’ na hora do jogo. Uma loucura! Num estádio com capacidade para 5 mil pessoas, tinha quase 15 mil – construíram arquibancadas móveis para aumentar em 10 mil lugares a capacidade do estádio e receber o Campeão do Século com a festa que ele merece!! E, segundo a Juliana, a torcedora cujo texto inicia essa postagem, com menos de 1/4 da torcida vestindo vermelho e branco, o time da casa era o Palmeiras!

E que coisa impressionante foi ver aquele mar de bandeiras e camisas oficiais do Palmeiras, em verde, branco, limão, amarelo, espalhadas nas arquibancadas e nas grades do estádio também. Que tocante foi sentir a emoção dos torcedores que viam o seu amado clube pela primeira vez (me contaram que muita gente chorou). E tudo isso a 2.366 Km de São Paulo. Parecia um Palestra Italia em Rondônia! É PALMEIRAS, P%@#RRA! NÃO TEM NENHUM TIME DO BRASIL QUE CHEGUE PERTO DISSO!!!

Já pensou se fosse com outros times aí, o que a imprensinha não falaria, não faria? Mas, como é o Palmeiras, a Press faz que não está vendo, “narradoresh e comentarishtaish” não dão  o destaque merecido. Mas acontece, que os telespectadores não são cegos, e as imagens, as demonstrações de amor ao Verdão, onde quer que ele vá, são sensacionais e indiscutíveis!

Veja essas imagens. Parece São Paulo, mas é Rondônia! São os nossos irmãos do Norte do país!

A festa era linda, mas o “palco”… uma lástima. Manja o garimpo de Serra Pelada depois que tiraram todo o ouro que havia lá? Era mais ou menos isso, cheio de desníveis, com a grama muito alta, além disso, com as chuvas diárias do “inverno amazônico”, o campo estava completamente encharcado, havia uma infinidade de poças d’água – principalmente na área onde o Palmeiras tentava fazer gols no primeiro tempo, e no lado direito do campo também -. O gramado, muito pesado, estava mais horroroso do que aquele mosaico dos gambás (mentirinha, não há nada pior do que aquilo). Pobre futebol…

gramado

Repare na imagem abaixo, você nem pode ver a chuteira do jogador do Palmeiras, cujo pé está sumido na grama bastante alta e na água.

Complicado, né? E, por isso mesmo, o primeiro tempo foi de matar a gente de desgosto. Horrível! Embora o Palmeiras atacasse o tempo todo, nossos jogadores não conseguiam tocar a bola do jeito que sabem, os passes não davam certo, a bola não corria como deveria correr, a coisa não fluía e as tentativas de jogadas precisavam ser feitas todas pelo alto.

Nossos jogadores mais habilidosos eram os que mais sentiam dificuldades. Mais ou menos a mesma coisa que querer que uma “Ana Botafogo” dance “O Lago dos Cisnes” num piso de pedregulhos… não rola.

Se o campo é ruim para um, é ruim para os dois, disseram alguns. Não é bem assim, uma vez que o dono da casa está acostumado a jogar ali. E some-se a isso uma boa quantidade de botinadas que o juiz deixou os jogadores do Vilhena darem nos palmeirenses à vontade. Valdivia, Kardec, França e Patrick apanharam um bocado, Vinícius também levou “boas” sarrafadas, e nenhum parmera escapou. O Mago, claro, foi quem apanhou mais, e se irritou bastante com isso, mas não era pra menos…

Olhe onde está a bola, e repare o pé e o foco do “artista” de camisa branca que prepara a solada (‘Má que mané bola, o quê?’). Esse Carlinhos cansou de bater nos palmeirenses, principalmente no  Mago. O cara ia de sola, pra pegar mesmo, e, ao contrário do que seria normal, caso ele jogasse de verde, não foi expulso e pôde distribuir botinadas como bem quis. Aí, o Mago, cansado de levar pontapé, deixou o braço na cara dele e levou amarelo. Claro que o amarelo para Valdivia foi merecido, mas o ‘liMdo’, do time adversário (a cera era tanta,  que ele saiu de maca após o lance com Valdivia?!?), deveria ter levado o amarelo dele, e quem sabe o vermelho também, muito antes disso (só no segundo tempo o árbitro o puniria). Após o jogo, a Press falaria até não querer mais sobre esse lance, mas esqueceria da agressão que Kardec sofreu depois, quando levou um soco de Alex Barcellos, e que ficou só no amarelo.

E, por falar no “Lã” Kardec, vou mudar só um pouquinho de assunto. Nosso atacante foi expulso no dia 19/02, no jogo contra o Ituano, sem ter feito nada para merecer cartão vermelho, e vai ser julgado pelo STJD. Não deveria ter julgamento algum, uma vez que a expulsão foi puro “inventation” do árbitro.  Mas o curioso é que o Bruno César, que foi expulso em uma partida que aconteceu no dia 23/03, portanto, depois dessa, já foi julgado e absolvido. O julgamento do Kardec, QUE FOI EXPULSO ANTES, não tem data marcada ainda. Só eu estou pensando o que eu estou pensando? O STJD está guardando isso para uma “ocasião propícia”? Vamos ter mais do ‘mesmo de sempre’? Vamos ficar de olho, parmerada!

Mas voltando ao jogo no ‘pântano’ do Portal da Amazônia, se jogar estava difícil, vontade não faltava para o Palmeiras (para o outro time, que sonhava com o jogo de volta, também), e, quando ele engatava um ataque era parado na falta, e o juiz… deixava barato. Como aconteceu aos 26′, quando Eguren passou para o Mago, que tocou de primeira para o Patrick; ele tocou pra Wendel, que deixou mais à frente para o próprio Patrick, que saiu à frente de Marinho; o adversário, ao se ver ultrapassado, o puxou, o derrubou, e o juiz  só marcou a falta. Cartão que era bom…  Patrick reclamou um bocado, e com razão.

E dá-lhe botinada em Vinícius, no “Lã”, no Mago, no Patrick… França apanhava bem mais do que batia…

Nossa zaga deu um vacilo e, numa jogada de impedimento, não marcado pelo árbitro, e tampouco pelo bandeira, Edilsinho teve a oportunidade de marcar e chutou pra fora.

Edilsinho-impedido

Já pensou se o gol tivesse sido marcado? Na conta de quem ficaria esse prejuízo?

No segundo tempo, o Palmeiras, atacando para o lado menos encharcado, começou a encontrar melhores oportunidades, mas pecamos, muito, nas finalizações. Vinícius perdeu um gol feito. Os jogadores (dos dois times!), correndo tanto naquele lamaçal que virou o campo, pareciam extenuados. E o nosso futebol não fluía como deveria, como temos visto em outras oportunidades… A torcida, vendo toda a dificuldade que o Palmeiras enfrentava, não parava de apoiar.

Cansada dos comentários do ‘porre’ chamado Maurício Noriega, tão contra o Palmeiras, mudei de canal e coloquei na ESPN. Kleina colocou Mendieta e Leandro no lugar de Patrick e Vinícius (que perdera um gol imperdível) e o gol nada de sair…

O Palmeiras não desistia, mas sofria com o campo pesado demais; o Vilhena, que já fazia cera antes, fazia ainda mais agora, ao contrário do que aconteceria mais tarde, no jogo de “Lojas Marisa” 1 x 0 “C&A”, quando quem procuraria o jogo seria o pequeno e o “grande” faria cera.

Aos 34′, Kleina colocou Bruno César em lugar de Eguren. O desgraçado do relógio parecia fazer o tempo correr mais rápido. As coisas caminhavam para um 0 x 0… não era possível uma coisa dessas.

E não era possível mesmo… Aos 42′, Bruno César recebeu na direita, raçudo, levou a melhor na disputa com seu marcador, avançou e meteu a bola na área; Leandrinho deu uma ajeitadinha e guardou!

E o ‘Portal da Amazônia’ explodiu de felicidade! Aqueles torcedores todos, que tanto esperaram para ver o Palmeiras em campo, que saíram de várias cidades e estados, que viajaram muitas horas para chegarem até ali, merecidamente, viram o seu time marcar um gol, vencer a partida. E vibraram com ele, se abraçaram, choraram e sorriram de felicidade… e o ‘Portal da Amazônia’ nunca mais será o mesmo depois do Palmeiras ter estado lá…  dizem que, agora, ele se chama “Palestra Italia de Rondônia”…

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=1tBj-hOZ1MQ[/youtube]

E, enquanto por aqui, havia quem morresse de raiva porque o Palmeiras teve dificuldades para jogar no meio da água, da lama, dos buracos, da grama alta (qual time não teria?), e conseguiu uma vitória ‘magrinha’ (nas duas Copas do Brasil que conquistamos, não iniciamos eliminando o jogo de volta)… lá de Rondônia, a torcedora que viajara 12 horas para ver o seu time de coração, a Juliana Oliveira, do início dessa postagem, me diria:

“Tenho certeza que o jogo seria melhor num campo seco, só que estamos em pleno “inverno amazônico” ou seja chove muito. Vai ficar pra sempre em nossas mentes, um jogo do Palmeiras pela Copa do Brasil, equipe titular (com exceção de lesionados), ver o Prass em ação, a caçada ao Mago, Lã Kardec, a pegada do França (e não é que pegou o “Lã Kardec” e “a pegada do França”?), a corrida do Juninho… a garra dos jogadores do Vilhena (às vezes maldosa) e tudo isso sendo transmitido ao vivo pro mundo…”

Não é preciso dizer mais nada, né?

“… quero vivê-lo em cada vão momento, e em seu louvor hei de espalhar meu canto, e rir meu riso e derramar meu pranto, ao seu pesar ou seu contentamento…” – Vinícius de Moraes

Hoje, às 19h30, tem Palmeiras estreando na Copa do Brasil 2014, diante do Vilhena, em Rondônia. E o Verdão precisou viajar 2.366 km para chegar até lá. Viagem longa, cansativa, que fez com que o Palmeiras, estrategicamente, resolvesse dar uma paradinha no meio do caminho. E, assim, a delegação foi dar uma ‘esticadinha nas pernas’ em Cuiabá.

Acho lindo ver vídeos e fotos da chegada do Palmeiras a outros estados, me emociono vendo os torcedores, tão felizes, tirando fotos, pegando autógrafos… acho lindas essas demonstrações de amor e carinho, que fazem tanto bem aos torcedores e ao time… fico imaginando como eles se sentem em momentos como esses… fico me sentindo tão privilegiada, e até com remorsos, por poder ver o Palmeiras jogar todas as semanas.

E olha só o que aconteceu no aeroporto onde o Palmeiras, o time da torcida que está encolhendo (você acreditou nisso?), ia desembarcar.

Verdão-chegada-CuiabáVerdão-chegada-Cuiabá1Verdão-chegada-Cuiabá2

O Palmeiras, tão calorosamente recebido pelos seus, fez um treino em Cuiabá, e o local  encheu de torcedores, felizes, com camisas, bandeiras, cantando, matando a vontade de ver seus ídolos, de tirar fotos com eles, de pegar autógrafos… coisa linda!

E então, se despedindo dos “familiares” de Cuiabá, o Palmeiras embarcou para Rondônia; faltava quase 800 Km ainda.

Através do Facebook, eu conheço muitos palestrinos de Rondônia, mas tinha muita gente se perguntando: Será que tem  palmeirenses por lá???

Dá uma olhadinha na primeira estrofe do hino do Vilhena, ela responde à pergunta.

“Quando surge o Vilhena imponente,
a torcida vai dando o recado.
Sabe bem o que vem pela frente…”

Simpaticíssimo esse hino, não é mesmo, leitor? E tão familliar…

O Palmeiras tem uma legião de torcedores, muito apaixonados, espalhados por todo esse Brasil. E eles colocam muito “girador de catraca” no bolso. Acompanhamos o que aconteceu, ano passado, na Série B, quando algumas cidades paravam pra ver o Palmeiras; acompanhamos a festa em todo território nacional, quando conquistamos a Copa do Brasil de 2012. Você lembra das carreatas pelo Brasil? Que outro clube faz o Brasil inteiro comemorar, dessa maneira, uma conquista?

https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2012/07/16/sociedade-esportiva-brasil/  .

Não tem jeito de tentarem nos apequenar, não adianta tentarem nos “esconder” com pesquisas mandrakes, com números e estatísticas falsas… É O PALMEIRAS! Simples assim. E gostem ou não, ele tem torcida pra caramba, e é o clube mais amado do Brasil.

Veja só a chegada em Rondônia do maior campeão nacional, do Campeão do Século (e é só a estreia no campeonato). Uma multidão foi atrás do Verdão:

Palmeiras-Vilhena

Palmeiras-Vilhena1

Fotos: Fellipe Lucena / Lancenet

Para completar, assista ao vídeo e morra de orgulho desse nosso time e da nossa família.

http://sportv.globo.com/videos/palmeiras/t/ultimos/v/antes-de-jogo-em-rondonia-palmeiras-faz-a-alegria-dos-torcedores-em-mato-grosso/3207753/

BOA SORTE, VERDÃO, SEU LINDO! E BOOORA BUSCAR ESSE CANECO, PARA BEBERMOS NELE O CHAMPANHE DO CENTENÁRIO!!

Lançada há menos de dois meses, após a reformulação do setor de comunicação e da contratação de profissionais da TV Santos (contratação tão criticada por alguns palmeirenses) a TV Palmeiras já é a líder entre os clubes brasileiros em número de inscrições no Youtube, e é a sétima entre os clubes do mundo. Tá bom assim pra você, palestrino?

É isso mesmo, meu amigo, no ano de nosso centenário, passamos a perna nos demais clubes brasileiros e em alguns grandes clubes do mundo também. O Verdão mais lindo e mais amado do planeta ultrapassou o Bayern de Munique (ALE), atual campeão da Europa e do Mundo, a Inter de Milão (ITA), o Paris St Germain (FRA) e, no Brasil, se colocou à frente do Santos, que era o líder de inscrições no Brasil, São Paulo, Corinthians… Mas que ‘Parmera’ abusado!

Confira o Top 10 do mundo:

1) Barcelona: 1.281.368
2) Real Madri: 1.109.375
3) Chelsea: 307.469
4) Juventus: 254.551
5) Manchester City: 251.550
6) Liverpool: 223.343
7) Palmeiras: 219.807
8) Milan: 217.432
9) Santos: 209.071
10) Bayern de Munique: 139.521

(O texto foi editado porque, hoje, 13/03 o Palmeiras, que tinha 209.084 inscrições subiu para a sétima colocação, com 219.807 inscrições.)

A seguir vem a Inter de Milão: 114.754, São Paulo: 97.371, Paris St Germain: 93.016, Corinthians: 80.126 e Roma: 72.644

Dá uma olhada nesse vídeo e veja se nosso “garoto-propaganda”, Marcelo Oliveira, não está dando um banho de simpatia e alegria na TV Palmeiras:

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=GgCL8MlVzjw[/youtube]

Que força tem a nossa torcida… se capricharmos, poderemos estar em terceiro nessa lista não demora muito, e temos torcedores suficientes para desbancar até mesmo os dois bichos-papões lá de cima.

E isso porque a Press, e as suas pesquisas mandrakes, “juram” que a nossa torcida está encolhendo – isso nos leva a concluir que não se pode confiar muito nas pesquisas da Press e, consequentemente, na própria Press -, mas, contra fatos, não há argumentos, ainda que existam alguns que não tenham capacidade de enxergar esses fatos.

PARABÉNS, PALMEIRAS! PARABÉNS, TORCIDA QUE CANTA, VIBRA E ADOOORA ESSE VERDÃO!

#TVPALMEIRAS #TVPALMEIRAS

Amigo leitor, estou cansada de falar aqui sobre a sacanagem da mídia esportiva com o Palmeiras, estou cansada de falar das matérias tendenciosas, das levianas entrelinhas, das tentativas incessantes de denegrir o Palmeiras e as coisas do Palmeiras (ah, essa Clorofila “lunática”…). Hoje, uma amiga e leitora, indignada, me alertou para uma certa notícia que ela leu num portal e eu fui conferir.

Todo mundo sabe – principalmente a Press – que a maioria das pessoas lê apenas as chamadas das notícias e só abre mesmo aquelas que lhe interessam diretamente. Portanto, se você não for torcedor do Palmeiras, nem da Lusa, você lê a notícia abaixo, absorve a informação que ela traz em seu título, faz seu julgamento pessoal sobre os envolvidos na notícia, tira inúmeras conclusões… e passa tudo isso pra frente.

Na home da Globo a notícia é essa:

NotíciaMentirosa-Globo

Nossa! Um torcedor do Palmeiras agrediu a mãe de um jogador do Palmeiras? Mas, se você abrir a notícia… TCHA RAM! Num passe de mágica o agressor da mãe do Diogo passa a ser… torcedor da Portuguesa!!  Ora pois!

NotíciaMentirosa-Globo1

Pode ser um erro? Pode. Muito embora, seja absurdo acreditarmos que num portal desse tamanho ninguém faça a revisão da notícia, não é mesmo?

E, para não parecer que é paranóia de torcedor, até às 13h17, desta segunda-feira, a notícia continuava inalterada (foi editada depois desse horário), e os leitores ficavam de posse da informação de que um torcedor do Verdão era o agressor da mãe do jogador Diogo (talvez eu não perceba, não tenha olhos pra isso, mas o fato é que nunca vejo esses “erros” nas matérias de outros clubes). Legal, né? Só que não…

NotíciaMentirosa-Globo3

SporTV-entrevista

Eu não poderia deixar de registrar aqui, algo que aconteceu na quinta-feira, quando o Palmeiras enfrentou o São Bernardo.

Após o final da partida, com tanta coisa bacana que aconteceu com o Palmeiras em campo, com a vitória – quase a classificação -, com dois gols lindos (Kardec e Valdivia), com uma apresentação brilhante do Mago, do time, o repórter André Hernan, do SporTV (tinha que ser do SporTV), foi perguntar ao Mago sobre o cartão amarelo, o terceiro, que ele tomara nos útimos minutos da partida, depois de cometer uma falta.

Já não bastava ter sido  iniciativa do SporTV, aquela presepada armada para Valdivia ser punido em 2013 (o único jogador na história do futebol brasileiro a pegar um gancho, graças à colaboração de um programa de TV, por forçar um cartão amarelo), e, agora, seus repórteres farão marcação cerrada a cada vez que ele (e só ele) tomar um terceiro cartão? Isso já é perseguição.

Mas o Mago, na quinta-feira, estava num dia de muita inspiração fora de campo também…

Repórter: Valdivia, qual o tamanho do alívio de saber que você vai voltar e não vai estar mais pendurado?

Valdivia: Você pensou quanto essa pergunta? (Essa é a pergunta perfeita para ser feita para um bom número de profissionais de imprensa)

Repórter: Tô perguntando porque você foi lá, fez a falta no jogador, faltando poucos minutos pra terminar (Será que tem alguma regra ditando que só se pode cometer uma infração se faltar bastante tempo para acabar o jogo?)

Valdivia: Não pode fazer falta?

O repórter, que talvez tenha imaginado que o Mago acabasse confirmando o que ele parecia querer que fosse confirmado, ficou meio sem graça com a resposta, deu um tempinho, mas pareceu tentar “pegar o Mago de calça-curta” numa segunda pergunta:

Repórter: O Palmeiras está na frente dos adversários? (e nada sobre a partida, sobre como a vitória foi construída…) 

Valdivia: Sim, nós estamos em primeiro e eles não.

‘HAT-TRICK’ DO MAGO! E assunto encerrado!

Assunto encerrado? Que nada. Mais tarde, quando Valdivia saía do vestiário para ir embora do Pacaembu, lá estava o repórter do SporTV, de novo querendo saber sobre o terceiro cartão (e nada de perguntar sobre a partida, sobre a boa atuação de Valdivia…). Estranho que o tal repórter, e todos os outros, não se preocupem com terceiros cartões de mais nenhum jogador, não é mesmo?

Repórter: Deixa eu só voltar num lance, que eu te perguntei lá no gramado, e você ficou até um pouco irritado (mesmo assim, ele foi perguntar outra vez. Será que ele queria irritar o jogador? Não, Sim ou Com certeza?), essa questão de cartão, aquilo que aconteceu no STJD, isso acaba te irritando? É isso? Me fala um pouco do lance em si (o cara parecia querer que o Mago falasse que forçara o cartão, tal qual ele, repórter, imaginava que tivesse sido).

Valdivia: Bom, primeiro, eu não fiquei irritado pela pergunta. Só achei estranho que a primeira pergunta fosse direcionada ao cartão. (eu também achei, viu Mago?). Eu tinha feito gol, a gente tinha ganho, depois de uma derrota, acho estranho que, vocês, na primeira pergunta que seja feita, é relacionada ao cartão (Né?)… o cartão foi lance normal.

Mas o moço não se dava por vencido e insistia (se está entrevistando o jogador, fez a pergunta, ele respondeu que não, é não)…

Repórter: Gostaria de perguntar… desculpa, até vou te perguntar, porque eu fiz a pergunta, né? Perguntei pela proximidade do lance, que aconteceu no finzinho de jogo… eu queria que você falasse do lance…

Valdivia: Bom, da próxima vez, eu vou fazer (a falta) no minuto um… tomara que eu faça um gol, e tenho certeza que a primeira pergunta de você vai ser a mesma.

Bingo, Mago! O problema é a intenção que está por trás da pergunta, da insistência toda, e também a incapacidade da maioria desses repórteres para fazer perguntas e pautas melhores. O problema é tentarem sempre te complicar (pelo menos, é a impressão que dá), e fazer parecer malandragem sua, o que é malandragem no futebol brasileiro desde sempre. Sem contar que você, com a sua enorme visibilidade, dá uma audiência e tanto.

Fica esperto com esses caras da Press, Mago! Estamos todos de olho neles. A maioria é gambá e ainda não esqueceu o chororô…  😉

http://globotv.globo.com/sportv/futebol-nacional/v/valdivia-ironiza-possivel-malandragem-em-cartao-amarelo-nao-pode-fazer-falta/3179602/

http://globotv.globo.com/sportv/redacao-sportv/v/valdivia-se-irrita-com-pergunta-quando-falo-de-stjd-unico-a-ser-punido-sempre-sou-eu/3180443/