“Oh, as long as I know how to love
I know I’ll stay alive!
And I’ve got all my life to live.
And I’ve got all my love to give.
And I’ll survive. I will survive!” 

Cristaldo, gol Palmeiras x Criciúma (Foto: Marcos Ribolli)

Era jogo de seis pontos!! Grazie Dio que ganhamos. 

Ah, mas o Criciúma é fraco”. É benhê, mas teve time “badalado”, eternamente beneficiado pelo Apito Amigo – nesta mesma rodada, por exemplo -, que não ganhou do Criciúma, né?”.

O Pacaembu não lotou, mas tinha um público considerável para uma partida realizada numa quarta-feira, às 19h30, e na cidade de São Paulo: quase 19 mil torcedores estavam lá – o terceiro melhor público de todos os jogos realizados na quarta.

Por causa do horário, havia grandes filas para entrar – até mesmo na entrada dos avantis -, e tinha tanta gente, que conseguimos chegar na bancada quando o jogo já tinha começado.

Até a lua, brilhante, maravilhosa, espiava o Palmeiras lá do alto…

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A torcida, plenamente consciente da importância do seu apoio neste momento do time, não parava de cantar… Linda!

E o Criciúma veio de João Victor (aquele), Paulo Baier, o “presente de Natal” que Palaia nos deu um dia, e Luís Felipe, o ‘moço do Benfica’ – fez tudo aquilo para ir parar, com todo o respeito, no Criciúma? Que coisa! E não tá jogando nada.

Muito embora os dois times disputassem bravamente os espaços, as jogadas, o jogo em si era mixuruca, muitos erros de passes, muitas jogadas que não davam em nada… a parte técnica era sofrível. Mas o Palmeiras fez uma jogada linda com Juninho e Diogo, que entrou na área e tocou no meio para Leandro, na cara do goleiro, chutar… fraquinho (precisamos encontrar uma forma de ajudar Leandro a reagir também, saber jogar ele sabe, já nos mostrou isso).

E cisca daqui, cisca dali (o Palmeiras sofre com a falta de um bom armador), e nada acontecia; o Criciúma, por sua vez, fazia cera, enrolava, esperando uma oportunidade de um contra ataque. E foi numa cobrança de falta que eles nos assustaram, mas o Fábio voou na bola e fez uma defesa espetacular.

E então…  com dores na coxa, Tobio deixou o jogo. Ô fase madrasta! Com Lúcio e Wellington no DM, Dorival mandou Marcelo Oliveira pra zaga e chamou Eguren para o seu lugar.

O Criciúma queria se defender, o Palmeiras queria ganhar, e até conseguia fazer algumas jogadas, mas faltava alguém acertar aquela última bola. Leandro, que não se saía nada bem na cara do gol, fazia uns cruzamentos interessantes, mas lá na área alguém sempre os desperdiçava.

A torcida não parava de cantar, mas estava impaciente com o jogo fraco, com tantos “quases” que não davam em nada, com tanta bola que ia pro ataque e que acabava voltando para a defesa,  com tanta vontade de ver o time vencer…

Eu não gostava nada do jogo, mas meu coração estava tranquilo… eu acreditava que iríamos vencer. Não sei porque, olhava o Dorival lá na frente do banco, de azul, e pensava: Ele vai sair com a vitória daqui.

Veio a segunda etapa, e tinha que ser naqueles 45 minutos ou nunca. Dorival sacou o contestado Leandro e colocou Felipe Menezes. Eu preferiria o Cristaldo, mas até entendi a intenção de Dorival de ter alguém que pudesse armar o jogo (pena que ele não fez isso em campo).

O Criciúma, vendo que o Palmeiras não chegava mesmo com grande perigo, começou a se atrever um pouco mais; o Palmeiras, por sua vez, parecendo pressionado pelo gol que não saía, e pelo adversário mais presente em seus domínios, errava ainda mais passes, perdia mais vezes a bola – temos que ter muita paciência, a fase é ingrata e, por mais que queiramos ver o time jogando bem, temos que “contar as nossas bençãos” e todo e qualquer pontinho que pudermos fazer.

No meio daquele nada que nos irritava, a boa atuação de Victorino não passava despercebida, nem a de Diogo, que quase fez um gol, nem as importantes defesas do Fábio… apesar de nossos maiores problemas esbarrarem na falta de criação, a finalização também nos incomoda muito e, talvez por isso, nós estávamos doidos para ver Cristaldo em campo. E Dorival atendeu as nossas preces, chamou o argentino para o lugar de Juninho.

O Criciúma enrolava como ele só… E eu queria só ver os seus jogadores começarem a correr feitos uns desesperados quando o Palmeiras marcasse. E ele ia marcar!

Eguren, parecendo atacante, chutou da entrada da área e a bola passou perto… pouco depois, Weldinho cruzou para a área e Eguren quase fez de cabeça… a bola passou perto de novo e Eguren  se desesperava em campo por não ter guardado…

Corríamos contra o tempo… o nervosismo do Palmeiras  era visível, a impaciência da torcida também. Mas, nem por isso ela deixava de cantar. O coração palestrino só em compasso de espera… o grito na garganta, só esperando para ganhar os ares… FORÇA, VERDÃO!

O Coritiba ganhava o seu jogo, o Palmeiras tinha que ganhar o dele de qualquer jeito para não ser ultrapassado na tabela. A angústia no peito do torcedor fazia “arder” o Pacaembu, que pegava fogo, de novo… “Porco, e dá-lhe, dá-lhe Porcoooo, e dá-lhe, dá-lhe Porcoooo, razão da minha vida”, a todo volume.  A torcida chamava o gol. Emocionante! A lua, como se torcesse também, brilhava ainda mais…

E então, aos 36′, a bola saiu da nossa defesa e encontrou Diogo; ele, de cabeça, mandou a bola pra frente para Henrique; ela pingou no chão, Henrique, vendo Cristaldo no lance, deu uma protegida… quase vinte mil pares de olhos grudados em campo, quase vinte milhões de corações batendo no peito de Cristaldo quando ele, rápido, ganhou a bola do zagueiro, girou para encontrá-la à sua frente, e, de pé direito,  fazê-la morrer nas redes do Criciúma. O Pacaembu explodiu no grito de gol, o gol argentino do Palmeiras!

E com que emoção CR9 comemorou! E que lindo foi ver o “racha” que há os entre brasileiros e estrangeiros do time…  eu chorava de emoção na bancada…

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=hhvFJaw45N8[/youtube]

Marcelo Oliveira, sem poder ser substituído, jogava machucado, o Palmeiras fechava todas as portas para o time que tanta cera fizera durante o jogo – depois do gol eles resolveram correr.  E, ainda assim, fechadinho, poderia ter marcado o segundo com Henrique, que recebeu cruzamento de Cristaldo, mas chutou por cima do gol escancarado, e com o próprio Cristaldo, que recebeu um passe na medida, mas mandou pra fora.

Mas nada mais importava… A vitória, tão importante neste momento, e tão desejada por nós, tinha chegado (esse sangue de Dudu tem poder). A torcida, que gritara o nome do nosso camisa 9, saía do estádio mais leve, mais feliz… e a lua, que agora era de “cristal… do” , estava ainda mais linda no céu…

Estamos vivos! Muchas Gracias, Cristaldo!

Jogando fora, e melhor do que o dono da casa, com um jogador a menos, um pênalti em Marcelo Oliveira, não marcado por Leandro Vuaden, e outro em Henrique, também não marcado pela arbitragem – é brincadeira (sacanagem?) o que fazem as arbitragens nos jogos do Verdão -, e o Palmeiras não perdeu!!!! GLÓRIA A DEUS!!!

Parece que Dorival vai conseguir dar mais tranquilidade ao elenco  parece que, com um esquema mais defensivo, os jogadores se sentem mais seguros e o time fica menos desarvorado (custava Gareca ter sido menos cabeçudo e ter montado o time mais defensivo, pelo menos, até ‘desafogar’?).

Mas não foi fácil conseguir trazer um ponto pra Sampa. O time já foi pra lá sem Prass, Valdivia, Lúcio, Allione, Wesley (com “gastrite” na coxa), entre outros, e, nem bem o jogo começou, nos primeiros minutos, já perdeu o zagueiro Wellington, que sentiu o tendão de Aquiles. Foi exatamente esse, o momento em que comecei assistir à partida (soube depois que Leandro já tinha obrigado o goleiro a espalmar uma bola); Wellington saía chorando de campo, dando lugar a Victorino. Tem momentos que parece que tudo conspira contra você…

E a “conspiração” continuava… Fábio saiu (muito bem) numa bola no alto e foi atingido por uma cabeçada do adversário, e ficou lá no chão com a cabeça rachada, sangrando… Mais um?

Depois dos atendimentos, Fábio continuou no gol, mas com uma touca por causa do ferimento, e o jogador do Atlético, que acabou permanecendo em campo por quase 10 minutos mais, deixou a partida com o rosto inchado e meio arroxeado.

Fábio-cabeçadaFábio-cabeçada1

Bastante diferente da rodada anterior, o Palmeiras se portava direitinho na partida, se movimentava bem, dificultando a vida do Atlético, e tinha mais chances de gol. E eu pensava – você também pensava, aposto -: “Será que hoje quebraremos a maldita sequência de derrotas”?

Mas as oportunidades (o árbitro também) ainda conspiravam contra nós… Leandro saiu na cara do gol, chutou tentando tirar do goleiro, mas parou na trave. Na continuação da jogada, Juninho ajeitou pra Henrique, que foi derrubado na área pelo jogador atleticano. Você lerá nos portais (vai lá na Globo ver) que Henrique escorregou (são tão convenientemente cegos os narradores, comentaristas e “jornaleiros”), mas passaram o pé nele e o derrubaram, e as imagens são claras:

  Henrique-sofre-pênalti-PalxAtl

 

No vídeo abaixo, aos 2:40, você pode conferir a penalidade cometida em Henrique. E os caras de pau da transmissão e dos portais “juram” que ele escorregou… estranho que ninguém, além dos palmeirenses, tenha visto que  “escorregaram ele”.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=GxV296iF5tA[/youtube]

Assim é difícil mesmo sair da parte de baixo da tabela… Ainda mais quando tudo, até o juiz, conspira contra você…

Depois do pênalti não marcado em Henrique, o Atlético foi ao ataque, Fábio espalmou direitinho, para o lado, o chute de Marcos Guilherme, mas,  na sequência, Delatorre, de calcanhar (mais um que nunca mais repetirá a façanha), mandou pro gol.

Que raiva! O Palmeiras jogando melhor, na casa do adversário, o juiz mete a mão no pênalti que talvez pudesse colocá-lo à frente do placar, e, pra piorar, quem acaba fazendo gol é o Atlético…

Mas, ao contrário do que temos visto acontecer em muitas partidas,  o Palmeiras foi à luta, jogando direito, querendo empatar, e sem aquelas bizarrices (só algumas) de outras oportunidades. Ah, e sem deixar de se defender também (Victorino tava jogando um bolão).

Eu torcia para que os jogadores tivessem paciência, não se desesperassem… Não me conformava que o Palmeiras estivesse atrás no placar, sem merecer estar.

E embora tivesse criado mais algumas chances, o Palmeiras foi para o intervalo com a sombra da derrota a lhe amendrontar… e nós, torcedores, imersos na bipolaridade da situação que vivemos atualmente, mesmo percebendo que o Palmeiras já tinha uma outra cara, mesmo acreditando que o nosso gol iria sair, nos sentíamos um pouquinho ameaçados pela “escuridão” de mais um resultado negativo… Claro e escuro dentro de um mesmo coração… Difícil…

O Palmeiras “chegou chegando” no segundo tempo. O goleiro adversário tirou uma, a defesa tirou outra… A torcida se animava. O coração esperava…

Cobrança de falta para o Palmeiras, a bola ficou com Diogo na área, ele deu uma pedalada e o jogador do Atlético o derrubou. Pênalti! Esse, o juiz marcou. Restava saber se ele não iria inventar uma nova cobrança, caso o Palmeiras convertesse…

Eu nem consegui olhar. Nem vi com que categoria o Henrique cobrou… só esperei os meus fones de ouvido serem invadidos pelo grito da torcida… E, finalmente, a escuridão perdia para a luz que invadia o meu (nosso) coração…

Há quanto tempo não víamos o Palmeiras reagir depois de tomar um gol… era pra glorificarmos de pé! O oitavo gol de Henrique, lindo, no campeonato, o décimo na temporada – já alcançou o “Travec”.

O dia parecia mesmo diferente. E então, Josimar, que tinha entrado no lugar de Weldinho no segundo tempo, cometeu uma falta violenta – sem intenção, diga-se de passagem, uma vez que visava/olhava apenas a bola – e foi expulso. Tá certo ele ter sido expulso, quer dizer, estaria certo se os todos os árbitros apitassem todos os jogos com o mesmo livro de regras, com o mesmo critério.

Repare bem na falta – violenta, eu sei -, que Josimar, com a intenção ou sem, cometeu:

Josimar-lance-expulsão

 

E me diga, em quê ela é diferente dessa falta em Mouche, cometida pelo jogador do Inter, que nem amarelo levou?

Mouche-atingido

Em quê ela é diferente dessa outra aqui, ainda mais violenta, cometida pelo jogador Cícero, do FluminenC (aquele mesmo FluminenC que voltou à série A, graças à punição dada à Lusa pelo uso de um jogador irregular. Punição dada pelo mesmo STJD, que agora ignora – tá com rabo preso/faz que não sabe – o jogador irregular do Corinthians)?

Cícero-voadora1

Cícero

Viu só? O jogador do FluminenC não tem nem a desculpa de que “visava a bola”.

Você se lembra dessa outra falta aqui? Por causa dela, e com o uso das imagens, Thiago Alves, do Palmeiras, foi denunciado e punido pelo STJD. Vamos ver se o STJD vai fazer com o Cícero(FLU) o mesmo que  fez com o palmeirense.

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Aos amigos do rei, tudo (impunidade, favores, benefícios); aos demais, as leis, as regras.

Difícil disputar campeonatos nessas condições… Revoltante perceber que as arbitragens parecem prestar serviços para determinados clubes – de onde viriam essas instruções, no caso disso ser verdade? Do mesmo lugar denunciado pelo ex-árbitro Gutemberg? Complicado imaginarmos – e temos imaginado cada vez mais – que talvez o STJD aja em função de outros interesses que não os da Justiça Desportiva…

A cada partida, o Palmeiras tem que lutar contra os adversários que vê e os que não vê…

E lá íamos nós lutar para não perder o jogo, na casa do adversário, com um jogador a menos, com um juiz “meio cego”, com todos os nossos receios… e por trinta longos minutos restantes.

Eu esperava apenas que o Palmeiras lutasse dali pra frente, e que não tomasse gol de jeito nenhum. A cada tentativa do Atlético, mesmo aquelas quase sem perigo, a espinha gelava. Era  como estar numa montanha-russa…

Mas a “sorte”, tendo como instrumento o árbitro da partida, ainda queria conspirar contra o Palmeiras.

Marcelo Oliveira sofreu penalidade clara, indiscutível – o jogador do Atlético deixa a perna para derrubar o palmeirense -, e Leandro Vuaden mandou o jogo seguir.

MarceloOliveira-pênalti1

 

Até a imprensa, que sempre ignora os prejuízos sofridos pelo Palmeiras, que fez que nem viu a penalidade sofrida por Henrique, concordou:

MarceloOliveira-pênalti2

O Palmeiras sofre três penalidades, e o árbitro, que está em campo para marcar todas as que forem cometidas, marca uma só. Acho que, para o Palmeiras,  de cada duas ou três penalidades sofridas, a arbitragem pode marcar só uma. Deve ser por cota. E a cota do Palmeiras diante do Atlético foi de 1/3.

Por nossos méritos, poderíamos ter saído com a vitória, mas por méritos do apito, tivemos que dar graças a Deus por sairmos com o empate. Na conta de quem fica isso?

Os guerreiros palestrinos – sim, eles foram guerreiros -, mais equilibrados psicologicamente, seguraram o seu pontinho, não deixaram que o adversário e nem o juiz o tomassem, e o trouxeram para casa.

E é assim que tem que ser de hoje em diante, Verdão, na raça!

Valeu, Dorival! Quebramos a maldita sequência de derrotas! Esse “sangue de Dudu” tem poder!!

100Anos-Brasão

Há 49 anos, o Palmeiras foi o Brasil em campo… foi a seleção brasileira.

Depois daquela derrota doída para o Uruguai na final Copa de 50, a celeste permanecia entalada na garganta dos brasileiros. E a rivalidade entre as duas seleções, fazia com que qualquer confronto entre elas passasse a ter muita importância.

E naquele 7 de Setembro de 1965, num amistoso, com público de 80 mil pagantes, Brasil e Uruguai se enfrentariam novamente na inauguração do Mineirão.

E quem foi que a CBD chamou para representar o Brasil naquela missão? O Palmeiras, claro! A  famosa Academia!

E não foi à toa, afinal, o Palmeiras possuía um dos principais times do país na época, que era chamado de “verdadeira Academia”. E contava com vários jogadores “selecionáveis”, ou seja, jogadores com passagem anterior pelo selecionado nacional ou que seriam convocados no futuro. O bicampeão mundial Djalma Santos, Julinho Botelho (um dos destaques da seleção na Copa de 54), Djalma Dias, Servílio, Rinaldo e Valdir de Moraes já tinham passagem pela seleção. Jovens talentosos como Ademir da Guia e Dudu, certamente acabariam sendo convocados.

O médico e os massagistas também eram esmeraldinos. O treinador, o argentino Filpo Nuñes, também era do Palmeiras. Até hoje, ele foi o único estrangeiro a dirigir a seleção brasileira. 

Que moral tinha la nostra Academia, non è vero?

Time bom, entrosado, bem treinado, cheio de jogadores talentosos… não deu outra! O Brasil/Palmeiras criou um monte de chances de gol, e abriu o placar aos 27′ do primeiro tempo, com Rinaldo cobrando pênalti. Sete minutos depois, Tupãzinho fez 2 a 0. No segundo tempo, mesmo tendo feito cinco substituições, a seleção verde(esmeralda)-amarela, esbanjou categoria e futebol e, literalmente superior em campo, ampliou aos 29, com gol de Germano.

E porque era o Palmeiras, não bastava apenas representar a seleção, tinha que honrá-la com uma vitória, com um 3 x 0 nos rivais uruguaios.

E assim, o Palmeiras, com a sua inesquecível Academia, escreveu mais uma página da sua linda história, e da história do futebol brasileiro também.

Bravíssimo, Palmeiras!

“São cem anos de história, de lutas e de glórias, te amo meu Verdão…”♫♪

100Anos-Brasão

 

 

 

Você se lembra da Lusa, que, no final de 2013, foi punida pelo STJD, por colocar em campo um jogador em situação irregular?

Lembra que ela foi rebaixada à segunda divisão por causa dos pontos perdidos com essa punição? E que essa punição serviu para que o FluminenC, REBAIXADO mais uma vez, voltasse à série A, e, mais uma vez também, usando as portas dos fundos?

Lembra do circo armado pelo STJD para julgar a Lusa, que alegava não saber que o jogador ainda estava sem condição de jogo quando o mandou a campo, porque no site da CBF nada havia sido publicado? E que mesmo com a falha da/na CBF, a Lusa foi punida, porque, segundo o tribunal, cabe ao clube a responsabilidade por colocar em campo um jogador irregular?

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Na ocasião, Paulo Schmidt, o procurador-geral do STJD, afirmou que a CBF havia denunciado a Lusa para o tribunal (devia estar bem intere$$ada nisso a dona CBF, não é mesmo?), mas, oficialmente, a CBF preferiu se manter distante do problema, por entender que o caso era uma tarefa que cabia única e exclusivamente ao STJD (preste atenção à essa informação) .

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Todo mundo achou um horror que a punição à Lusa servisse para içar o Fluminense à série A; todo mundo se perguntava por que não davam o acesso ao Icasa; todo mundo ficou suspeitando que o dirigente da Lusa tivesse vendido para a CBF – supostamente intermediária do FluminenC e de seu patrocinador – a vaga do time na primeira divisão;  todo mundo imaginou que haviam outros interesses nessa história. Mas estava/está na regra, jogador irregular não pode entrar em campo, e o clube que colocar um jogador irregular em campo tinha/tem que ser punido, e isso era/é irrefutável.

O STJD, representado pelo seu procurador, Paulo Schmitt dizia:

“Se clubes não puderem perder pontos quando culpados, passa a ideia de que se faz julgamento político, e não técnico. Se houver interesses clubísticos em julgamentos e as normas não forem aplicadas de acordo com o Direito, é a falência das nossas instituições.” (Será que ele ainda pensa assim, ou já mudou de ideia? Esse, muda de discurso como quem muda de roupa).

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E não foi só a Lusa que foi punida pela ‘objetiva’ Justiça Desportiva (que tem de prezar pela efetividade da pena) por usar um jogador irregular:

Em 2010, o Prudente perdeu pontos em situação parecida com a da Lusa.

Também em 2010, o Joinville herdou vaga do suspenso América-AM (que utilizou um jogador irregular por apenas 5 minutos na partida)

http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2013/12/portuguesa-escala-jogador-irregular-e-pode-ser-rebaixada-no-brasileirao.html http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2013/12/portuguesa-perde-quatro-pontos-e-rebaixada-e-fluminense-se-salva.html

E então, depois da polêmica toda, depois da punição para a Lusa, depois de se aproveitar a punição da Lusa para o FluminenC voltar, depois da “moralização do futebol e do cumprimento das regras, sem politicagem”, como afirmavam os “arautos da justiça” do STJD, e como afirmava a imprensa também… depois de alguns meses da ocorrência desses fatos… eis que surge um outro caso de atleta irregular, e muito irregular, diga-se de passagem:

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Olha só! A CBF dando condição de jogo para um jogador que ainda não assinou o seu contrato. E o jogador entra no BID  da CBF, sem ter assinado o contrato e não há nada errado nisso, “itakeras”? Que o futebol brasileiro é a “Casa da Mãe Joana”, a gente sabe (a Alemanha também), mas estão exagerando nos favores pros “amigos do rei”. Não demora muito vão começar a aceitar contratos assinados em guardanapos de papel…

Nós, palmeirenses, por tantas vezes, ficamos esperando um tempão pela regularização de novos atletas do Verdão, para que seus nomes apareçam no BID, e a CBF regulariza um jogador do Corinthians, antes mesmo dele assinar o contrato? Hmmmm… Mas que “parceria” boa essa do clube com a manda-chuva do futebol brasileiro, hein?

E com a imprensa também parece haver uma parceria, afinal, ela até se finge de morta agora e mal fala sobre o caso do Petros, e, quando fala, é para fazer parecer vítima o clube infrator – os corintianos das bancadas televisivas tentam defender o seu time de coração, e o profissionalismo que se dane -, no Globo Esporte, por exemplo, continua parecendo que desconhecem esse caso.

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Mas que embrulhada, não? A inscrição não poderia ter sido feita nem no dia 2, porque era um sábado. E, uma vez que apareceu no BID um contrato que não estava em vigor – não tinha sido assinado, não existia, juridicamente falando -, a operação ficou invalidada, e, por isso, Petros atuou de maneira irregular em seis partidas. E isso é fato.

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http://www.lancenet.com.br/corinthians/Registro-controverso-Petros-problema-STJD_0_1204079761.html

Essa é a imprensa, querendo fazer parecer que não é, o que, na verdade, é… “Se” o Corinthians for considerado responsável… SE?? Não eram responsáveis  os outros clubes punidos por se utilizaram de jogadores irregulares? Não foi dito que os clubes são responsáveis pelos atletas que colocam em campo? Por que seria diferente agora? Ou está todo mundo achando/imaginando/tendo certeza que o STJD vai “esquecer” a regra, a lisura e a honestidade e dar um jeitinho?Hmmmmm…

A regra é clara, e não fui eu que a elaborei:

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Ta aí… Agora, vamos ver se a Capitania Hereditária tem rabo preso ou não; se é vendida, como suspeitam alguns, ou não.

E a CBF não faz a denúncia, como fez no caso da Lusa, como não fez no caso do Figueirense com o Icasa (ela só denuncia quando é do seu interesse)… E o STJD afirma que é preciso que a CBF faça a denúncia (quando puniram Valdivia por forçar o terceiro cartão amarelo, além do “jornaleiro telefonista”, que não tem autonomia para denunciar nada, quem mais fez a denúncia, STJD?)…

O promotor, que muda de discurso como quem muda de roupa, falando sobre o caso de Petros, disse: “vou esperar que a CBF ou um clube interessado envie uma notícia de infração para me posicionar”.  Repare, ele já “mudou de roupa”.

O fato é que está todo mundo “mudando de roupa” e discurso, “fazendo a egípcia”, “empurrando o ‘caso Petros’ com a barriga”, para não ter que fazer o que deve ser feito, que a regra seja cumprida, para não ter que punir o clube que nunca querem (não podem?) punir.

A Gazeta não apresenta matérias a respeito do assunto… o blog do Godói tenta transformar o clube infrator em vítima… Na Globo, GloboEsporte.com, SporTV, o caso não merece destaque (why?)… os clubes, que deveriam estar muito interessados, parecem paralisados (medo de represálias?)… os torcedores, de maneira geral, parecem conformados com o destino, com o fato de que alguns clubes recebem proteção, descarada, da CBF, do STJD e da mídia, e, por isso, podem burlar o regulamento da maneira que desejarem… os palmeirenses da imprensa, que não perdem uma chance de menosprezar o próprio clube por qualquer motivo, palmeirenses, que deveriam estar carecas de ver o quanto as regras são usadas de maneira rígida, e até mesmo distorcida, apenas contra o Palmeiras, e que deveriam se indignar com essa situação, parecem até que saíram de férias agora…

E, peneirando tudo isso, a gente fica com a nítida impressão que o STJD, com a colaboração de um monte de gente, só existe para trabalhar em favor dos interesses da CBF e de alguns clubes,  nada mais.

E ficamos nós com a lembrança do ilustre advogado do FluminenC no julgamento do caso da Lusa, ao citar “O Pequeno Príncipe”, de Saint-Exupéry: CUMPRA-SE O REGULAMENTO!

Ainda bem que existem as noites, para desligarem momentaneamente a nossa angústia… Ainda bem que existem os dias seguintes, para nos fazerem acreditar de novo…  Mas isso não muda a realidade… 

Sábado, no Pacaembu, foi um desperdício… de torcida.

Time em situação muito ruim no campeonato, lá embaixo na tabela,  sábado à noite… e 34 mil pessoas estavam no Pacaembu para jogar com o Palmeiras. Uma coisa linda! 

A energia que emanava da nossa torcida era literalmente arrepiante!

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Mas deu tudo errado… pra nós.

A começar pela escalação do time. Gareca errou, levou o Palmeiras a campo com uma formação que, como diria o capitão Lúcio depois, deixou o time exposto, e justo contra um time como o Inter. Nosso técnico sempre diz: “Eu jogo pra ganhar. O Palmeiras é um time grande, não tem que se defender” –  quanto sonhamos com um técnico com essa filosofia. É verdade, Gareca, você tem razão, mas, no momento atual, é preciso se defender sim. Você não está vendo como o time se abate a cada vez que toma um gol?

Mal tinha começado a partida, aos dois minutos, Rafael Moura ajeitou a bola com a mão e o juiz, que viu e marcou a falta, esqueceu o cartão. Como assim, seu juiz? Uns minutinhos depois, Mouche foi atingido por Cláudio Winck. Um pontapé na cabeça, que derrubou o atacante do Palmeiras. Repare que ele está fora do chão, e, ainda assim, é atingido. E, normalmente, “pé alto” costuma ser punido, não é mesmo? O juiz nem amarelo deu… Imagine um palmeirense fazendo o mesmo…

Mouche-atingido

Aos 9′, chutão lá para frente, Rafael Moura ajeitou com a mão para Jorge Henrique marcar (mão, de novo? É vôlei, meu filho?). O juiz anulou o gol e Rafael Moura foi advertido com um cartão amarelo, que já deveria ter sido o segundo.

Durante os primeiros vinte minutos, o Palmeiras até fazia jus à sua formação tática mais ofensiva, e estava em cima do Inter, no entanto, numa jogada idêntica à jogada do gol que havia sido anulado, e numa falha absurda de Fábio (o que acontece com ele, que faz ótimas defesas, mas dá umas entregadas bisonhas?), o Inter abriu o placar – de novo, três toques; chutão lá pra frente, e alguém ajeita para o atacante marcar.

E aí, já viu… desfalcado de vários titulares (suplentes também), desfalcado de confiança, de auto-estima, a bola começou a bater na canela, a não parar no pé… Não faltava vontade, não. Eles corriam, se esforçavam, mas produziam pouco, faltava inteligência, faltava pensar com clareza – vai ficando cada vez mais difícil pensar com clareza.

A torcida, linda, cantava, torcia, marcava o juiz em cima; uma mão gaúcha na bola,  dentro da área do Inter, passou batido… A torcida chiou um bocado. Não é porque estamos numa situação difícil, porque o time não anda jogando bem, que um pênalti pode ficar na “conta do Abreu”. Numa hora dessa é que cada falta invertida, cada cartão deixado de dar para o adversário, cada penalidade ignorada, ou desmarcada, cada invasão de área que faz voltar um pênalti batido com sucesso (e não faz voltar todas as outras cobranças, invadidas, do país), faz uma falta monstra… Aquele pênalti em Henrique contra o Bahia, por exemplo, poderia ter significado mais dois pontos nessa luta que travamos.

Estava escrevendo essa postagem quando soube que Gareca havia sido demitido… que cacetada! Chorei… pela saída dele, ocasionada por essa derrota diante do Inter, e pela fatalidade de termos contratado um técnico como ele (com a mentalidade diferente da mentalidade dos retranqueiros daqui), com o qual tanto sonháramos, mas justo quando o time atravessa um período difícil e a sua filosofia de trabalho não consegue apresentar resultados. Que pena… Gareca não merecia essa má sorte, e nem nós.

Ele queria ver o Palmeiras jogando como Palmeiras, mas tinha que ter tido jogo de cintura para adiar isso um pouquinho e fazer o time jogar mais fechado agora. Se continuasse insistindo em jogar do mesmo jeito – o que, em outra situação, seria a maneira perfeita de se fazer um time jogar -, certamente iríamos colecionar mais derrotas.

Que difícil… sonhamos tanto com o sucesso dele, antevimos tantas vitórias… e aconteceu tudo ao contrário, e, por estarmos na metade do campeonato, a sua saída acabou sendo inevitável… mas era agora ou nunca… O Palmeiras precisa de uma chacoalhada, de um choque de 220V, já. Não dá para esperar mais algumas rodadas e depois tentar mudar tudo. Pode ser tarde demais…

Nosso tango com Gareca foi interrompido… mas, outras músicas virão, e o Palmeiras e nós – a sua torcida – sempre estaremos aqui.

Valeu, Gareca! E boa sorte, porque você merece! Quem sabe um dia não nos encontremos de novo…

E, seja lá quem for que vá substituir Gareca, que seja muito bem-vindo, que conquiste muitas vitórias, e  tenha muita sorte e muita Luz em seu caminho!!

BOOOOORA REAGIR, VERDÃO!!

Não entendi a ideia de se poupar jogadores para o confronto com o Atlético-MG, pela Copa do Brasil. Ainda mais para um jogo em casa.

Caso não houvesse rodada da Copa do Brasil no meio de semana, o time não estaria jogando pelo Brasileirão? Não daria na mesma? Tinha que entrar com o time titular, sim. E poderíamos até ter vencido o Galo, que, apesar de ter chegado com perigo algumas vezes na nossa área, e o Fábio ter feito umas três importantíssimas defesas, não era tudo isso, não.

Desde o início do jogo, o misto do Palmeiras parecia “bem” diante do time titular do Galo, sexto colocado no campeonato brasileiro. Voluntarioso, correndo, com mais posse de bola, mas, conforme os minutos iam passando, íamos percebendo que nossos jogadores não sabiam como entrar efetivamente na área inimiga. Ciscavam, ciscavam, sempre pelas beiradas, e nada de sair a jogada principal, a que leva o atacante para o gol…

Toca aqui, toca lá, volta mais um pouco, dá um drible (foram poucos), volta outra vez, avança, toca de novo e, quando a gente ia pro “quase”, naquele momento em que todo mundo vai levantar da cadeira, da arquibancada, do sofá… nem o “quase” saía…

Se não conseguíamos criar, deveríamos tentar de fora da área, não é mesmo? Mas as tentativas eram bem poucas e ninguém conseguia acertar o gol – tão grandão, paradão no mesmo lugar o tempo todo -, e se uma chance surgia de perto, na cara do goleiro, a visível falta de tranquilidade e de qualidade para concluir  produzia cenas bizarras. Henrique tava de doer… Que difícil…

O juiz, ah, o juiz (aquele mesmo quarto árbitro, que fez o juiz anular um gol do Barcos em 2012,  avisado pelo “além”, lembra? Aquele, que “viu” Barcos fazer um gol com a mão, mas não “viu” o pênalti que Barcos sofreu no mesmo lance)… o Sr. Jean Pierre Gonçalves Lima deixava de marcar inúmeras faltas que o Palmeiras sofria, mas não deixava passar uma sequer a favor do Galo. Renato sofreu umas três faltas nas proximidades da área,  e ele não marcou nenhuma, bastou o Palmeiras fazer uma igual contra o Galo, e o apito não titubeou. A torcida se mostrava bastante irritada com ele: Ei, juiz, vai…..!!!

Depois do que vimos acontecer diante do Coritiba, quando o juiz marcou um pênalti a favor do Palmeiras e o desmarcou logo em seguida, – alegando um impedimento que nem ele e tampouco os seus auxiliares viram (será que a TV tem “auxiliares de arbitragem” do lado de fora do campo?), já ficávamos ressabiados com esse tal Jean “quarto árbitro que sacaneou o Palmeiras em 2012” Pierre…

E quando a sua intuição o avisa de algo, ela nunca está enganada…

No finalzinho do primeiro tempo, Mazinho recebeu a bola na entrada da área, avançou e foi derrubado pelo jogador do Atlético, que lhe fez uma carga com o braço. O juiz marcou pênalti, que maravilha (quase nunca marcam as penalidades a favor do Palmeiras)! E não desmarcou! Pra glorificarmos de pé!

Henrique colocou a bola na marca da cal, cobrou e guardou! Mas o Jean “quarto árbitro que sacaneou o Palmeiras em 2012” Pierre mandou voltar a cobrança alegando que tinha havido invasão. Sorte do goleiro do time infrator, que já sabia o lado que o atacante costuma bater, e azar do atacante, que ia ter que mudar de lado.

Henrique colocou a bola na marca da cal pela segunda vez e cobrou… pra fora!

E o juiz “não viu” que teve invasão de novo, e o Palmeiras ficou sem o seu gol e sem a vantagem na partida… Mas que juiz filho da p$#@%uta! A torcida enlouqueceu!

O primeiro tempo acabou, veio a segunda etapa, e o Palmeiras encontrava as mesmas dificuldades de antes, e mal chegava no goleiro mineiro. O Galo, nas tentativas que fazia, parava em um inspiradíssimo Fábio. Mas, aos 25′, após um cruzamento atleticano pela esquerda, Luan, que tinha entrado uns minutos antes, guardou de cabeça.

Adivinha se o Palmeiras, intranquilo como anda, não levou um tempão para assimilar esse gol? O jogo ficou uma dureza de assistir… Só lá pelos 40′ é o Palmeiras pareceu se dar conta que estava no prejuízo e tinha que buscar. O juiz deu quatro minutos de acréscimo. Aos 46′, um belo passe, que saiu do meio de campo, achou Mouche lá na frente, ele entrou na área, mas, acabou perdendo uma boa chance de empatar.

No finalzinho, Felipe Menezes quase marcou, Victor conseguiu espalmar e salvou. Mas não teve jeito e  o jogo acabou assim.

E então, a torcida correu para os celulares (dentro do estádio, a maioria dos aparelhos fica sem sinal), para os rádios dos carros, na tentativa de entender o que tinha acontecido lá na penalidade guardada por Henrique, que o juiz fizera voltar a cobrança.

A imprensa não viu nada de errado no que fizera o árbitro (ela nunca vê quando quem vai ser prejudicado é o Palmeiras), afirmou que estava certo o juiz fazer voltar porque tinha havido invasão, isso está na regra… blá, blá, blá… Teve muita gente dizendo que nem pênalti tinha sido mesmo – o que não entra na pauta da discussão, uma vez que o árbitro o havia marcado.

Me contaram que até o Simon, na TV, afirmou que não foi pênalti, e que, no entanto, durante a transmissão, quando o árbitro marcou uma falta cometida por Lúcio de maneira semelhante (braço do defensor empurrando o pescoço do atacante) o tal do Simon não achou que a marcação do árbitro estivesse errada, nem disse não houve a falta… Mas que credibilidade tem esse senhor, que garfou um gol legítimo de Obina em 2009; que operou o Brasiliense numa final de Copa do Brasil, para comentar sobre arbitragem? É quase a mesma coisa que Mário Sérgio comentar sobre disciplina e comportamento dos jogadores… não pode!

Me diga, leitor, se trocarmos as camisas dos dois jogadores abaixo, a “press” vai achar que foi pênalti, não vai? E se para o Palmeiras esse tipo de falta não é permitida,  por que deveria ser, e é,  permitida para outros times?

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Mas o problema foi que o árbitro mandou voltar a cobrança porque houve invasão, e houve mesmo. E aí, a gente supõe que todas as vezes que acontece invasão em uma cobrança de pênalti, a cobrança será repetida. Certo?

Errado! A não ser que as regras tenham mudado antes do jogo do Palmeiras… A regra diz que em caso de invasão dupla (jogadores das duas equipes) tem que voltar a cobrança. Mas não é isso que tem sido feito pelas arbitragens (essa postagem será editada durante o campeonato, para que sejam acrescentadas novas imagens de cobranças de penalidades, com invasão permitida pelos árbitros):

Fluminense x Palmeiras – Brasileirão 2014 – 21ª rodada

 

Flamengo x Coritiba – Copa do Brasil-2014

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Como você pode ver, a regra existe, mas não vale pra todo mundo, só vale para o Palmeiras. Tem time fazendo gol de pênalti, com invasão e tudo; tem goleiro defendendo, com invasão e tudo… E nada da juizada fazer cumprir a tal regra. Essa rigidez toda, da arbitragem e da imprensa esportiva, é só com o Palmeiras.

James “quarto árbitro que sacaneou o Palmeiras em 2012” Pierre fez voltar a cobrança porque houve invasão dupla (teria mandado voltar, caso a primeira cobrança fosse mal sucedida?). OK.  Mas por quê, na segunda cobrança, com dupla invasão, de novo, com goleiro adiantado (dois pés à frente da risca, não pode) ele não fez voltar também? A “graça” já tinha sido alcançada?

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Terá tido ele um “surto de amnésia repentino” e esquecido a regra que o fizera voltar a primeira cobrança um minuto antes? Ou será que já que o Henrique errou mesmo, não precisava mais fazer voltar?

Esse “é só com/para o Palmeiras” já está ficando pra lá de esquisito e manjado…

O Palmeiras que abra o olho e tome providências… senão, vai ficar cada vez pior.

– “Espelho, espelho meu, existe estádio mais bonito do que o Allianz Parque?”
– “NÃO!” 

Entrar no Allianz Parque é sempre arrebatador – você vai se lembrar disso quando entrar lá pela primeira vez! Ele é simplesmente grandioso! E não há nenhum exagero no uso do adjetivo.

Eu, que tinha estado lá não faz muito tempo, quase caí dura quando entrei no Allianz ontem. Fiquei literalmente arrepiada! Ele estava todo bonito e “arrumado” para as comemorações do centenário. Quase todas as cadeiras colocadas, o gramado pronto, demarcado, os refletores acesos, o hino do Palmeiras tocando, os telões mostrando alguns momentos da nossa torcida cantando, comemorando… E tudo isso, no dia do aniversário de cem anos do Verdão. Olha, mesmo que eu não fosse emotiva pela própria natureza, eu teria baqueado.

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Lá dentro, com praticamente tudo pronto (gramado, refletores, telões, 90% das cadeiras colocadas, bandeirinhas de escanteio), não tem como você não dar uma viajada legal e imaginar o Palmeiras entrando em campo, a torcida aplaudindo o time, cantando, gritando gol… e então, você se dá conta que isso é mais do que uma simples vontade, é um desejo imenso, da alma… É ela quem não vê a hora disso tudo acontecer.

Eu, que desde ontem sou uma senhora “centenária”, me sentia igual criança abrindo os presentes de Natal e constatando que o Papai Noel trouxera  mais do fora pedido…

Não dá para acreditar que ali era o Palestra, que o espaço físico é praticamente o mesmo. E a gente se pergunta – me pergunto sempre que vou lá -: Como foi que ficou desse tamanhão todo? E o que é esse verde por todos os lados, e em diversos tons nas cadeiras? O Allianz Parque é um espetáculo!

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Como diria a música: “Lindo, e eu me sinto enfeitiçada…” 

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Mas a ocasião era de aniversário, e o Allianz Parque recebeu 100 convidados, entre aniversariantes do dia 26 e seus convidados, para encerrar a comemoração no dia do centenário do clube. Os convidados assistiram a um vídeo com fotos deles, que foi exibido nos telões da arena, ao som do hino do Palmeiras.

E se tem aniversário, tem que ter bolo… e que bolo!

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E tem que ter velinhas… e aniversariante(s), convidados… tem que cantar parabéns… tem que cantar o hino do Palmeiras…

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Foi muito legal estar no Allianz Parque, a casa do Palmeiras, exatamente no dia do seu aniversário. Foi emocionante, e achei que de muito bom agouro também, ter palmeirenses felizes ali, vestindo o manto, cantando o hino do clube, gritando “Palmeiras, Palmeiras”…

Foi muito legal ver como a nossa casa  está linda, digna do Campeão do Século e da sua apaixonada torcida…

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Olha a rede que balançaremos no gol que dará o nosso primeiro título no Alianz Parque…  Tenho 50% de chances de acertar…

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É brincadeira o tamanho desse telão, hein?

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E, para que fiquemos mais felizes ainda, uma quase resposta à pergunta que muita gente me fez depois que estive no Allianz Parque, “quando vai inaugurar?” Com 95% da obra concluída, o Allianz Parque já está quase pronto para receber seu primeiro evento-teste em… setembro!

Setembro é logo ali. O que faz a gente pensar que a inauguração da arena mais linda do país, e do mundo, que não usou um centavo de dinheiro público, não está assim tão longe…

Tá chegando a hora de voltarmos à nossa casa, parmerada. E vamos entrar lá felizes pra caramba, e de cabeça erguida!

100Anos-Brasão#100AnosDePalmeiras

 

 

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“Te voglio bene assai
Ma tanto tanto bene sai
É una catena ormai
Che scioglie il sangue dint’e vene sai…” (Lucio Dalla)

100 anos…

Tanti auguri, Palmeiras!

Completar um século de existência sendo o maior campeão do seu país, só podia ser coisa de Palmeiras mesmo.

A Família de sangue esmeralda está em festa! E nós, os teus filhos apaixonados, te desejamos mais 100 anos de sucesso e glórias. Mais 100 anos de amor.

Que você viva pra sempre e em paz!

Que a tua Sala de Troféus seja cada vez maior e mais repleta de conquistas!

Que a tua gente seja sempre digna da tua história ! Que teus títulos continuem a ser legítimos! Que as tuas conquistas sejam sempre honradas, como foram por um século inteiro! 

Eu te desejo a casa sempre cheia de filhos, sempre cheia de alegrias e sorrisos, de bandeiras e sonhos, aplausos e lágrimas de felicidade, e cheia dessa gente linda que nunca para de cantar… 

Desejo que as novas crianças, as que estão chegando, e as que hão de vir, aprendam a te amar e te respeitar, assim como aprendemos nós um dia… 

Que a alma do Palestra Italia esteja no Allianz Parque pra sempre, e que a grama que cobre o nosso solo sagrado possa servir de palco para mais uma infinidade de ídolos, que vestirão e respeitarão o teu manto, e que com seus gols e dribles formarão novas Academias…

E que venham outras “Muralhas”, outros “Leões” e Chevrolets, novos “Divinos”, e “Julinhos”, “Jorginhos”, “Leivas”, “Dudus”, “Robertos” e “Rivaldos”, “Jorges Mendonças” e “Arces”, “Djalmas” e “Césares”… que venham outros “Pais da Bola”, “Matadores”, “Magos” e “Animais”… que Deus te envie um outro São Marcos…

E que todas as suas glórias e teus feitos maravilhosos ao longo desses cem anos, se repitam no novo século que está começando!!

Que os teus filhos, os que vierem depois de nós, te amem tanto quanto nós te amamos hoje, e que se orgulhem de ti como nos orgulhamos nós.

Que eles o defendam sempre que for preciso, contra todo e qualquer inimigo, como têm feito todos os palestrinos desde 1914.

A história contará todos os seus feitos, Palmeiras, e é isso o que cabe à história. Ela mostrará as suas grandes equipes, os títulos conquistados, narrará uma por uma todas as suas glórias… dirá que você é o maior de todos, o Campeão do Século, o primeiro Campeão Mundial de Clubes – que resgatou o orgulho de um país inteiro -, o clube brasileiro que mais títulos conquistou durante um século inteirinho. Ela poderá dizer que o Palmeiras foi o único clube a bater o Santos de Pelé, ganhando três campeonatos estaduais na melhor fase do rival…

A história poderá contar que você foi o único clube que, inteirinho, do goleiro ao ponta esquerda, e também com a comissão técnica, representou a seleção brasileira, diante da temida seleção do Uruguai,  vencendo por 3 x 0…

Poderá dizer que nunca uma seleção brasileira conseguiu se sagrar campeã sem que houvesse um palmeirense na equipe…

Ela contará que o Palmeiras enfiou 8 x 0 no maior rival na década de 30, e até hoje não levou o troco… que ele fez um outro rival, que queria lhe tomar o estádio, fugir de campo, com medo de uma goleada, em plena final de campeonato em 1942…

Ela dirá agora que a nossa casa é a mais bela e a mais moderna do mundo, que não leva um centavo de dinheiro público…

Ela poderá contar muitas coisas, Verdão, afinal, seus feitos são tantos e tão inesquecíveis, estão escritos na história… poderá dizer que a sua gente, apaixonada, se espalha  pelo Brasil e o mundo. Isso todo mundo sabe…

Mas a história jamais traduzirá o que sentimos em cada uma das vezes que entramos no Palestra Itália; o que sentíamos quando o nosso time subia as escadas e aparecia em campo; ela não poderá falar da energia que impregnava os ares enquanto cantávamos lá na “ferradura”, nem da felicidade de sairmos cantando pelas alamedas após as vitórias, após títulos conquistados, ou do prazer da cerveja gelada lá na Turiaçu… tampouco saberá exprimir o que sente um palestrino ao vestir o manto…

A história também não saberá contar sobre que sentimos hoje, o que sentiremos quando entrarmos no Allianz Parque pela primeira vez, o que sentiram os palestrinos de várias gerações durante esses 100 anos da tua existência…

Ninguém jamais conseguirá expressar em palavras esse misto de amor, orgulho e alegria que mora  no coração de todo aquele que respira em verde e branco…

E daqui a 100 anos, Palmeiras, tenha certeza, de alguma maneira, ainda que em espírito, nós estaremos aqui, comemorando com você outra vez. 

Obrigada por tanto! Receba todo o meu amor, carinho e respeito.

E boooora escrever mais um século de glórias, Verdão, amor da nossa vida!

Márcia Bertol Carloto – Chile

Pedro Henrique, Elísia, Ana Luísa e Isadora – San Francisco – USA

Richard Werdine Bogari – Ceará

Pietro José – São Geraldo de Tumiritinga-MG

Richard Meckien – Cabo das Tormentas-África do Sul

Rodrigo

Rodrigo Carvalho Lima – Goiânia-GO

Ismael Viana – Canoa Quebrada-CE

Ana Beatriz Portugal – Cruzeiro-SP

Ana Carolina Leme – Cruzeiro-SP

 

E o “Parabéns a você” vem lá da Cidade do Cabo, na África do Sul:

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=IkE52JjTuts[/youtube]

(E, agora, segura o porco, porque acabou o inferno astral!!)


100Anos-Brasão#Palmeiras100AnosDeAmorEGlórias

Na noite de sábado, o Palmeiras venceu o Coritiba por 1 x 0, saindo da indesejada posição em que se encontrava na tabela. Os alviverdes jogaram bem mais que o time de “mecânicos” do Coritiba. Leandro e Allione fizeram uma grande partida, Wesley também jogou um bom futebol, Marcelo Oliveira foi bem e deu uma de Messi na jogada que construiu o gol do Palmeiras, e o Juninho, que marcou o belo gol da vitória palestrina, fez uma partidaça. Sem contar o Lúcio, que é o “senhor” capitão!! Tem uma garra sem limites! Adoro ele (acho que a chacoalhada que ele deu no time foi providencial. Ninguém queria ser o “cara que não corre” do time).

Que noite! O Palmeiras voltando a apresentar um bom futebol, saindo do Z4, Leandro, Wesley e Juninho batendo um bolão, e o sinal da TIM… funcionando! Mal dava para acreditar.

E a torcida… ah, a torcida… quando ela quer ser apenas linda, ela consegue ser maravilhosa! Deixou as broncas em casa, entrou em campo e jogou com o time, e o time sentiu a força e a energia que vinha da bancada! Mesmo quando, no segundo tempo, o emocional da equipe a deixou meio insegura, a força que vinha da torcida lhe dava a segurança que faltava. Podíamos sentir isso.

Era a-r-r-e-p-i-a-n-t-e ouvir o Pacaembu cantar a plenos pulmões “EU SEMPRE TE AMAREI E TE APOIAREI, EU CANTO AO PALMEIRAS”… O nó na garganta era imenso, os olhos brilhando, o peito inchado de orgulho por sermos palestrinos, palmeirenses, alviverdes; por estarmos vivendo o centenário – que dádiva -, DO CAMPEÃO DO SÉCULO, DO TIME BRASILEIRO QUE MAIS TÍTULOS CONQUISTOU (tchuuupem essa manga) o time pelo qual a gente morre de paixão, e não importa a fase que ele atravesse, o orgulho e o amor permanecem intactos. Foi mágico… Saímos leves do Pacaembu, nos sentindo passarinhos com vontade de voar…

Mas nem por isso, vamos fazer de conta que não aconteceu nada errado na partida, porque aconteceu. Jogo contra o Coritiba é sempre a mesma coisa. O Palmeiras sendo prejudicado pela arbitragem, eles batendo um bocado e, depois, para justificar a derrota, vem um mané qualquer falar em “armação”… uma cara de pau do tamanho do mundo tem esses coxinhas. “Cê” concorda, Celso Roth?

A mesma coisa que aconteceu na final da Copa do Brasil 2012, e é sempre bom lembrar isso. Valdivia foi expulso por ter feito uma falta em Wiiliam, que o agredira com um chute no s#@%aco um minuto antes, sem que o juiz marcasse qualquer coisa (ele faz uma falta e é expulso, o jogador William, que o agride com um pontapé, continua em campo, e o “prejudicado” é o Coritiba. Ah, tá! – o STJD até hoje “não viu” essas imagens), pênalti em Valdivia no primeiro jogo, que o juiz não marcou; pênalti em Betinho, também na primeira partida, marcado pelo árbitro, mas sem a expulsão do infrator. O árbitro Wilton Pereira Sampaio, tirou Valdivia da segunda partida da final, mas não tirou o jogador do Coritiba, que agrediu o Mago, e tampouco o jogador Jonas, que cometeu o pênalti em Betinho quando ele ia marcar um gol, e que deveria ter sido expulso, sim! E o beneficiado foi quem mesmo?

Na segunda final, a arbitragem também fez que não viu a penalidade em Henrique… e o Coritiba, cara de pau que só ele, ajudado pela “press”, posou de prejudicado, falou em esquema, tentou desmerecer o título legítimo do Verdão, quando, na verdade, ele, Coritiba, foi pra lá de ajudado.

E não foi diferente no último sábado, o Palmeiras jogou bem mais que o time paranaense, e ficou com os três pontos na raça, mesmo apanhando um bocado dos botinudos adversários, mesmo o juiz deixando de amarelar muitas faltas violentas dos coxinhas, que mereciam cartão (Leandro levou entrada dura por trás, e quem tomou amarelo foi ele, a vítima. Para o infrator, nada), mesmo com o juiz deixando de marcar algumas faltas a favor do Palmeiras, mesmo com o juiz deixando de expulsar uns três jogadores do Coritiba que mereciam ter sido expulsos (só expulsou um)… e… mesmo tendo um pênalti em Lúcio, marcado pelo árbitro, e desmarcado (vê se pode) por sabe-se lá quem (o nosso terceiro pênalti desmarcado em dois anos). Vai ver, apareceu um “delegado Baluta” e “soprou” algo no ouvido do juiz, do bandeira…

Na hora, vendo que a penalidade tinha sido desmarcada – só com o Palmeiras acontece isso – eu, que estava no Pacaembu, não entendi nada, uma vez que tinha certeza  que o bandeira nada marcara.

Mas imagina se a “press” iria questionar isso?  Muito pelo contrário, ela só se preocupou em veicular a choradeira do técnico Celso Roth, dizendo que estava tudo armado para ajudar o Verdão – Roth deveria ser chamado a se explicar no STJD por isso, não é? Deola, por muito menos, foi chamado na “Capitania Hereditária da Justiça Desportiva”, Felipão também.  E se “estava armado” como Celso Roth dizia,  por que será que ele perdeu o emprego depois? Que pateta!

E a “press” não só não questionou a desmarcação da penalidade que o Palmeiras iria cobrar, como a legitimou. Nas notícias que foram publicadas após a partida – nos comentários dos vídeos de melhores momentos também -, a informação que tínhamos era a de que o bandeira tinha visto e assinalado o impedimento…

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Mas será que o bandeira viu Lúcio em posição de impedimento mesmo, “Press”? Quem publicou isso, jura sobre a Bíblia que o bandeira viu e assinalou impedimento quando o lance ocorreu? Se jurar, vai jurar em falso…

No momento em que Lúcio é derrubado, a bandeira do bandeira está abaixada, como você pode observar na imagem abaixo:

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Quando Lúcio está se levantando, depois de ter sofrido pênalti, a bandeira do bandeira continua abaixada. A imagem não mente. Se ele viu algum impedimento, ele viu depois que o lance ocorreu, ou depois que o “além” o avisou?

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E quando o juiz, avisado pelo auxiliar de linha de fundo, marca a penalidade, a bandeira do bandeira continua abaixada… repare que, pela posição das pessoas em campo, levou um tempinho para marcação. Parece que O BANDEIRA NÃO VIU IMPEDIMENTO ALGUM…

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Que coisa, não? Tem sempre uma “força oculta” em linha direta com as arbitragens dos jogos do Palmeiras… e a imprensa sempre a reforçar isso.  A questão nem é se Lúcio estava ou não impedido. As imagens são claras, o juiz assinala a penalidade, e nem bandeira ou auxiliar de linha de fundo assinalam qualquer coisa que fosse contrária à essa marcação. Então, quem viu o impedimento? O bandeira é que não foi…

E é muito esquisito o bandeira “ter visto” irregularidade só depois que o Lúcio foi derrubado, levantou, deu alguns passos,  e depois que  o juiz assinalou o pênalti. O auxiliar não tem que levantar a bandeira tão logo veja a infração? Se não o fez, é  porque não tinha visto nada. E se não viu nada na hora, como viu depois?

Metem a mão no Palmeiras à vontade, sem medo de serem felizes. O pênalti não nos fez falta dessa vez, mas poderia ter feito… como fez falta a penalidade sofrida por Henrique, e não marcada pelo árbitro carioca no empate diante do Bahia (e o Flamengo, que precisava escapar do Z4 na ocasião, foi quem acabou se beneficiando com algumas arbitragens cariocas em jogos palestrinos – 3 seguidas).

O futebol brasileiro não toma vergonha na cara mesmo. De nada adiantou o vexame dos 7 x 1 que o Brasil sofreu diante da Alemanha. Essa mutreta toda, que rola por aqui, está do tamanho certo para os interessados na “espanholização do futebol brasileiro”, principalmente, quando um dos clubes “hispano tupiniquim”, e de trancinhas rubro-negras, está na zona de rebaixamento ou muito próximo dela.

E o Palmeiras é o time favorito para ser prejudicado… Abre o olho palmeirense, em campeonatos brasileiros todo cuidado é pouco!

100Anos-Brasão

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