A temporada 2014 começou no final da semana passada, quando tivemos a primeira rodada do Paulistão.

O Palmeiras fez a sua estreia diante do Linense, apresentou algumas caras novas, deixou  outras ‘guardadas’ (os clássicos vêm aí)  e, de virada, conquistou a sua primeira vitória. Normal…

Normal?? Foi a primeira vitória do centenário da Sociedade Esportiva Palmeiras!! O clube mais vencedor do Brasil, o Campeão do Século, o clube mais amado desse planeta… o nosso Palmeiras, nosso Verdão, o Palestra, o glorioso Alviverde Imponente está comemorando 100 anos!  E como foi gostoso estar com o Palmeiras nessa estreia de centenário, como foi gostoso comemorar os lindos gols de Mazinho e “Lã” Kardec,  os primeiros gols, da primeira vitória do nosso ano 100! Me sinto tão privilegiada por estar vivendo isso.

A parmerada fez a festa! A parte da torcida que insistia na bobagem de perseguir o próprio time, deixou isso pra lá e cantou bonito, sem parar; gritou os nomes dos jogadores todos no começo do jogo (acho isso tão importante), e, ao final da partida, cantou a música que fez em homenagem ao centenário. Muito linda… Saímos do estádio arrepiados.

E, depois da partida, lá fomos nós, ávidos, buscar as notícias sobre a vitória. E qual não foi a nossa surpresa ao constatarmos que para alguns estagiários, o Palmeiras venceu de virada, por…  1 x 0!!

A imprensa se esforçar para mostrar um Palmeiras sem brilho não é novidade alguma. Na verdade,  é mais do mesmo. Mas alguém me explica como é que se vence, de virada por 1 x 0?

Estagiário-Lance

Deve ser do mesmo jeito que Manchester fica em Londres, né? Nessa outra notícia, o estagiário ficou tão preocupado em fazer um veneninho na contratação do Lúcio (ninguém falou em “fracassos” quando ele chegou aos bambis, né?), que quando foi falar da nossa arena e da sua cobertura,  disse que o Manchester City é de Londres. Cuma??

Manchester-Londres1

Se ele procurasse no Google, iria se surpreender e descobrir que Manchester não fica em Londres… Olha aqui, ‘liMdo’, como as duas cidades não ficam no mesmo lugar.

Manchester-Londres

É… pelo visto, a Press também fez pré-temporada, e deve ter treinado bem, porque não perdeu a pegada habitual de aliviar pra uns e forçar pra outros; mesmo que seja à custa de publicar bobagens. E as coisas que lemos nesse começo de 2014 são do tipo: “Ceni falha e SP é derrotado” (quem lê, imagina que tava tudo sob controle e uma falha do goleiro foi fatal. Só esqueceram de falar que foi 2 x 0, né? Fora os gols perdidos pelo Braga.), “Palmeiras vence, pra começar o ano em paz” (Se a Press não conta, a gente nem saberia que, com salários em dia, contratando mais do que qualquer outro clube, estávamos em guerra). Mas não tinha ‘guerra’ no “Cu rintia” que ficou a 4 pontos do rebaixamento em 2013 (o SP também quase foi rebaixado), com o segundo pior ataque do Brasil, que deve salários, que tá sem dinheiro e não está conseguindo fazer muitas contratações. Esse time, quebrado, também ganhou por 2 x 1, mas, pra ele, a vitória não foi para acalmar os ânimos ou para iniciar o ano em paz….

Estamos ainda no começo de ano e já podemos observar que o ‘modus operandi’ dos torcedores estagiários da Press não mudou nada. Colocam holofotes no que querem que você enxergue, na marra, e tiram as luzes daquilo que não querem que você veja. E pouco conta a importância do que vão levar até você.

Eu já falei aqui, e acho que você se lembra, sobre as ‘pesquisas’ que davam conta que a nossa torcida encolheu, que a do  ‘SPFW’, a do “Vaixco” a superaram. Acho que você se lembra também das desculpas esfarrapadas para nos darem uma única transmissão, além da de um clássico, na grade da TV aberta no Brasileirão 2012 , não é mesmo? A pouca audiência, a torcida que diminuiu… e quanta gente acreditou, e ainda acredita…

As informações passaram despercebidas, ninguém acendeu os refletores, não deram destaque…

O público dos campeonatos estaduais, que continuam provando que nosso número de jogos  na grade da TV aberta não têm motivo algum para serem menores que os de Vasco, Fluminense, Botafogo e São Paulo, por exemplo, na primeira rodada de 2014, ficaram muito aquém dos números esperados para os jogos dos grandes de SP e RJ.

Mas, ainda assim, com públicos ruins, você sabia que  Palmeiras x Linense,  – mesmo com o Verdão cobrando ingressos mais caros, o que favoreceu um público menor -, foi o jogo com o maior público da primeira rodada do Paulistão 2014? Sabia?

Palmeiras x Linense    –  10.717
Corinthians x Lusa      –   8.278
Santos x XV de Piracicaba    –   7.895
(na segunda rodada, Santos x Audax teve público de 2.284 pagantes)
Bragantino x São Paulo        –   5.938

Público total dos 4 grandes de SP: 32.828  –  Média: 8.207

E você sabia também que, no RJ, cujos clubes a CBF e a Globo tanto querem empurrar para a opinião pública, tanto querem ajudar, a coisa foi ainda pior?

Flamengo x Audax   –  10.522
Vasco x Boa Vista    –    5.763
Madureira – FluminenC   –  2.826
(nem tendo roubado a vaga da Lusa no tapetão, o FluminenC não tem quem queira vê-lo jogar
Resende x Botafogo  –   2.538
(tirando os 15 habituais torcedores do Botafogo, o Resende até que foi bem representado)

Público total dos 4 grandes do RJ: 21.649  –  Média: 5.412

Estranho que, mais uma vez, os clubes cujas ‘torcidas aumentaram’, continuem com públicos ridículos em suas partidas, e o Palmeiras, da torcida que diminuiu, mesmo com ingressos a 60,00 (eu sei que é uma estratégia para alavancar o Avanti – com ele paga-se muito menos – mas baixa um pouquinho isso, presidente) continua levando mais gente aos jogos.

Pode ser que isso seja um reflexo da situação financeira dos clubes, das pouquíssimas contratações das equipes, dirão alguns. E o Palmeiras, que contratou mais, talvez esteja empolgando um pouco mais o torcedor. Pode até ser…

Mas não era isso que a Press nos vendia em DEZ de 2013, não é mesmo?

Corinthians-Quebrado

Em Dezembro de 2013, a gente também ouvia e lia que o Palmeiras estava sem dinheiro, sem patrocínio, que não ia contratar (e como essas notícias, repetidas à exaustão, fizeram a cabeça de alguns palmeirenses incautos)… ouvia e lia que o Corinthians era um dos clubes mais valiosos/ricos do mundo, que recebia os maiores valores de patrocinio, que arrecadava mais do que gastava…

Alguém mentiu…

Como poderia um clube tão rico, tão valioso (estão colocando nessa conta o valor do Esmolão, que não vai ser dele tão cedo?), ficar quebrado, um mês depois de ser anunciado tão “poderoso”?

Corinthians-Quebrado1

A gente percebe que foi enganado, quando fica sabendo que tem jogador gambá que não recebe há três meses; quando fica sabendo que os dirigentes do clube tão “rico” pagaram dois meses de salários e ficaram devendo três (eram cinco??? E você ficou quietinha, né Press?);  quando lê que pediram ajuda a um banco para pagar as prestações de um atleta contratado junto ao América-MG (what?); quando ouve falar que  o time tão “rico” comprou 25% dos direitos de um atleta, que não é nenhuma celebridade, porque não podia comprar o resto… Os caras não podem nem comprar um pastel de feira (quem mandou dispensar o Zizao? Pelo menos, o pastel ele garantiria). O que aconteceu com a riqueza toda? (O governo federal tem outras prioridades agora?) Em Dezembro, tão “rico”; em Janeiro, quebrado…

Você vê como compra muita mentira vendida pela imprensa? Basta a gente raciocinar um pouquinho para ver que a realidade de contos de fada, era algo que foi ampliado muito além da verdade. Ou então, o dinheiro tava vindo por algum cano não muito lícito e agora o cano foi tapado.

E o Palmeiras, o time  sem patrocínio, sem dinheiro, que venderam pra você como o coitadinho, que não teria condições de estar na série A (dos 14 times que rondaram o rebaixamento), que seria apenas sparring dos demais em seu centenário, contratou muitos e bons jogadores (os demais clubes não estão contratando praticamente ninguém). O time que os estagiários se empenham em desmerecer (o WOW, até notícia inventou, e foi desmentido pelo Palmeiras) trouxe ao futebol brasileiro o contrato de produtividade (que tantas pessoas afirmavam que não funcionaria, e que agora muita gente já quer copiar). E vai colocando a casa em ordem e vai caminhando pelo caminho que já deveria estar caminhando há muito tempo.

Não deram muito destaque também, mas Palmeiras e Cruzeiro são os únicos clubes que estão com salários em dia. Coisa boa, né?

E por que estou falando isso (de novo) agora, quando o ano mal começou? É porque o ano mal começou mesmo, que devemos nos precaver.

Amigo torcedor, palestrinamente falando, este é o ano mais importante de nossas vidas. Não pelos títulos que ganharemos, ou não ganharemos. Ninguém pode afirmar isso, tenhamos o elenco que tivermos. Este ano é importante porque estamos vivendo o centenário do Palmeiras, o clube que faz a gente chorar de alegria, sem vergonha alguma; que tira o nosso sono, a nossa fome, a vontade de sair, quando ele não vai bem; que faz a gente explodir de felicidade quando faz um gol, ainda que seja contra um time sem expressão…

O clube que a gente ama faz 100 anos, e vamos comemorar com ele. Todos os dias, um de cada vez,  até chegar 26 Agosto.

Então, façamos um trato, um trato de palestrinos. Chega de fazer o jogo do bandido! Chega de fogo-amigo. O Palmeiras merece uma trégua, ele merece paz e alegrias.

Que nesse ano, ninguém faça a nossa cabeça contra o nosso time, contra o nosso clube; que neste ano, independentemente de virem ou não as conquistas que tanto desejamos (vamos buscar com ele), o brilho do Palmeiras seja o da sua gente, da gente de verde, que joga com o time, que carrega um grande “P” no coração.

Vamos pintar 2014 de verde e branco! Vamos encher de luzes o centenário, as nossas luzes! E, assim, vamos ajudar o Palmeiras a ser campeão! Nós podemos, e sabemos disso!

Unidos, somos mais fortes do qualquer coisa!

Vamos cantar, vibrar, torcer…  vamos fazer, por que não, o Palmeiras campeão!

EM 2014,  DIA TODO É ANIVERSÁRIO DO PALMEIRAS!!  E a festa é nossa!

TANTI AUGURI, PALESTRA!

Essa premiação deveria ter acontecido em 2013, no final de Dezembro pra ser mais exata, mas esperei a FIFA entregar os seus prêmios primeiro, porque, caso o Blog da Clorofila entregasse os seus troféus antes da entidade máxima do futebol, seria capaz do FluminenC encontrar alguma irregularidade nisso, se valer do STJD e da cegueira proposital da CBF, para impugnar o CLOROFILA AWARDS 2013*.

Todo ano é a mesma coisa, um monte de gente da área esportiva, que “esquece” de ser profissional e veste a camisa dos seus times na hora de noticiar, escrever, comentar sobre o Palmeiras; todo ano tem a juizada enfiando o garfo no Verdão (até na série B!!), e todo ano tem o STJD, a Capitania Hereditária do Futebol Brasileiro (passa de pai pra filho), fazendo absurdos com o Palmeiras e com os jogadores do Palmeiras, inventando até punições exclusivas para os nossos atletas,  todo ano tem os promotores do Tribunal de Justiça Desportiva achando que são eles, e o que eles pensam, a própria Justiça (no final de 2013, eles jogaram no lixo o resto de decência que havia no futebol brasileiro) … tudo com a “legitimação” dos fatos pela Press e com as bençãos da CBF (Confederação Brasileira do FluminenC).

E toda essa encheção de saco, não poderia deixar de ser reconhecida.

Vamos à premiação!

TROFÉU JUMENTO-FALANTE

Ele é cheio de profetizar contratações (Ganso – de multa paga -, Seedorf e Tevez no Corinthians (Seedorf já está até aposentado); vende todo mundo do Palmeiras e nunca acerta uma. Já tinha colocado o Felipão no FluminenC, colocou o Valdivia umas três vezes no Flamengo… na mais recente invenção, no final de 2013, cravou a saída do técnico Gilson Kleina, mas o Kleina continua no Palmeiras, “lindo, loiro e japonês”.

Sem contar a insistente (por que será?) ladainha do custo x benefício do jogador Valdivia (custo x benefício, convenientemente esquecido, quando o jogador é o Pato, o Luís Fabiano, o Ganso, o Renato Augusto – que jogou menos partidas do que o Mago em 2013); sem contar  o clubismo no lugar do profissionalismo, e as abobrinhas ditas na TV – já falou mal até do Marcos -, que enchem o saco de quem assiste jogo na Band quando ele é o comentarista. E assim, ele faz com que nos lembremos daquele companheiro do Shrek no desenho infantil (que, na verdade, dizia menos bobagens que a nossa televisiva personagem).

E é por isso que o vencedor do “Jumento-Falante 2013”, na categoria “Abobrinhas na TV”, não poderia ser outro. Quer uma dica? “O Luan até parece que tem dois pulmões”. hahahah Matou, né? É ele mesmo!

Parabéns, Neto, o prêmio é seu!

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TROFÉU “PALHAÇO DE OURO” e  TROFÉU “TELEFONE MODELO X9”

E por falar em clubismo no lugar do profissionalismo, um  jornalista se destacou no ano de 2013. Fazendo parecer que apenas exercia a sua função,  esqueceu o profissionalismo, “vestiu a camisa do seu time” e arranjou uma presepada para o Valdivia, do Palmeiras; bancou o dedo-duro e arranjou uma punição inédita para o jogador, por algo que sempre foi e é feito no Brasil: forçar um terceiro cartão amarelo.

Levaram o Valdivia ao programa na TV, lá abordaram o assunto dele estar pendurado, e o jogador, usando de sinceridade (nem imaginava que usariam isso para dedurá-lo depois), afirmou que pensava, sim, em forçar o terceiro cartão na partida seguinte, para poder servir à seleção de seu país sem prejuízo ao Palmeiras. Tão logo terminou o jogo em que Valdivia tomou o tal cartão, o “jornaleiro”, num programa ao vivo, ligou para o STJD, só para perguntar qual seria a pena cabível para o jogador. Veja só, um jornalista (torcedor?) dar a dica/sugerir ao tribunal uma pena para um atleta (como se fosse da sua competência), é o cúmulo !!! E atleta do time rival ao seu!!

Criticado por isso, até mesmo por muitos colegas de profissão, o moço, que gosta tanto de telefonar , quando lhe convém, afirmou que a sua atitude de telefonar para o tribunal para questionar a pena cabível a Valdivia, era “missão do jornalista”. Mas, meses antes, quando o Paulinho, do Corinthians (o time para o qual ele torce), forçara um cartão, (fato devidamente noticiado pela imprensa e admitido pelo técnico Tite), ele não telefonou para o tribunal, não cumpriu a sua ‘missão de jornalista’… como não a cumpriu em nenhuma das outras “n” vezes, antes e depois disso, em que outros jogadores, de outros clubes, fizeram o mesmo.

Pela palhaçada, produzida em nome do jornalismo (coitado do jornalismo), pelo “migué” da missão jornalística, que esse moço cumpre de maneira ‘tão seletiva’, e pelo circo armado na TV para dedurar o Mago, ele mereceu dois troféus…

Parabéns, Gambazek!! O “Palhaço de Ouro” e o “Telefone modelo X9” são seus!

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TROFÉU “CARA-DE-PAU”

Quanta gente no mundo do futebol está gabaritada para ganhar esse troféu. Dirigentes, advogado e torcida do Fluminense, o advogado Sestário, o Marin, o Del Nero, o comedor de “s”, o Blatter, o Valcke (e seu sorteio mandrake da Copa), o Sheik, envolvido em contrabando, com mandado de prisão em seu nome, e falando mal de companheiros de profissão, falando em “exemplo”; a imprensa, vendendo o Corinthians, que deve 3 meses de salários, como o clube mais rico da América, e até a presidAnta – queimando dinheiro público nos estádios superhiperultramegafaturados – por causa da Copa… Esses todos podem se sentir premiados, mas, para o Blog da Clorofila, ninguém foi tão cara-de pau quanto ‘ele’, o mestre das desculpas esfarrapadas e do “dois-pesos-e-duas-medidas”…

“… vou analisar a situação do jogador Elias (pelo cartão amarelo forçado), ver qual foi a sua reação no momento. Valdivia riu quando tomou o cartão…”

EM 2010 … “Não acredito que haja condição moral, disciplinar, até (de tirar os pontos do Fluminense). Pode ter (condição) técnica. Técnica, jurídica, com base em uma jurisprudência. Mas moralidade… rediscutir o título que foi conquistado no campo de jogo, da forma como foi, agora (ao final do campeonato), abrindo um precedente… Essa decisão poderia ser em algum momento revista, mas isso seria um caos”. 

EM 2013 – “Essas expressões passam a ideia de canetada na calada da noite. Estamos falando em julgamento, processo. A lei é para todos, e não só para Flamengo ou Portuguesa . Se a legislação não for aplicada, é um desrespeito com dezenas de clubes e jogadores que cumprem suas obrigações nos campeonatos. Se todos os jogadores que tinham suspensões para cumprir na última rodada entrassem em campo, os resultados dos jogos poderiam ser outros.”

Parabéns, Ximit, ninguém foi tão cara-de-pau quanto você nos últimos tempos. O troféu  é seu, com méritos!

 

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TROFÉU “HONRA AO DEMÉRITO”

E se o promotor celebridade é o rei das desculpas esfarrapadas e do “dois-pesos-e-duas-medidas”, o tribunal, do qual ele faz parte, também. Quanta lambança eles fazem no futebol brasileiro! Denunciam e julgam clubes e jogadores como bem entendem, como se houvesse mais de um Livro de Regras e como se a sua lógica estivesse acima da verdadeira Justiça.

Fizeram o Palmeiras perder vários mandos de campo em 2013, e absolveram outros clubes, ou nem os denunciaram, pelos mesmos motivos pelos quais o Palmeiras foi punido. Deram suspensões para jogadores do Palmeiras e, pelas mesmas infrações, inocentaram atletas de outros clubes (Valdivia pegou gancho pelo cartão amarelo forçado, mas Elias, do Flamengo, não).

Mas, terem tirado a Lusa da série A (ela conquistou isso em campo!!), para trazerem o FluminenC de volta da série B, onde ele foi parar pelo que fez em campo também, foi o cúmulo da pouca vergonha.

Como se fosse na historinha do gibi, Tio Patinhas viu a sua “moedinha da sorte” lhe ser subtraída pelos “Irmãos Metralha”, para ser dada à Maga Patalógica FuminenC (ô time sem vergonha e sem moral!).

Uma vergonha imensa para o já tão trambiqueiro futebol brasileiro. O STJD, ressuscitou o tapetão e assassinou a moral do maior esporte do país. Com as bençãos da CBF…

O troféu de “Honra ao Demérito 2013” só poderia ficar com a Capitania Hereditária da Justiça Desportiva (lá não há concurso ou exame para se ocupar, por mérito, o cargo de promotor).

Parabéns, STJD!  Vocês acabaram, de vez, com a decência do futebol brasileiro e deram um tapa na cara do torcedor, que paga para assistir jogos de campeonatos com cartas marcadas.

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TROFÉU “ALÔ RJ, AQUELE ABRAÇO”

O Tribunal arrebatou muitos prêmios do Clorofila Awards 2013 , e nem poderia ser diferente, dada a sua atuação durante todo o ano. Mas os promoAtores do tribunal deram um banho de interpretação na novelinha de circo barato que foi o julgamento da Lusa, transmitido ao vivo na TV. A predominância do “carioquês” entre promotores e advogados e as declarações de amizade pessoal entre alguns promoAtores e advogados já teriam, por si só, os gabaritado a este prêmio, mas, termos ouvido o celular de um deles tocar, durante o julgamento, e o toque de chamada ser o Hino do “Flameingo”  – o time que tem as trancinhas na cor certa –  fez com que fosse fosse unanimidade a nossa decisão…

Parabéns, promoAtores do STJD!! Vocês merecem essa premiação!

 

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TROFÉU “IRMÃOS CARA-DE-PAU”

E no Clorofila Awards 2013 a Capitania Hereditária da Justiça Desportiva é premiada mais uma vez. E desta feita, é um troféu para duas pessoas.

Uma delas, o pai, foi presidente do tribunal e a última coisa que fez por lá foi legitimar a grande embrulhada do Brasileirão de 2005, a maior vergonha do futebol brasileiro (ninguém pode provar, mas nem precisa, todo mundo sabe que o que aconteceu naquele campeonato – lembra do Tinga sofrendo pênalti e sendo expulso?). Depois que a coisa foi consumada, o  presidente sumiu de cena; o árbitro, que teria roubado as partidas que o presidente fez serem jogadas de novo, ficou livre, leve e solto. Não aconteceu nadinha com ele. O presidente de Comissão de Arbitragem também saiu de cena. O título, que deveria ter sido do Internacional-RS, com a lambança levada a cabo pelo tribunal, mudou para as mãos do time dos gambás, que com a MSI , sua patrocinadora, lavava dinheiro de crimes da Máfia Russa, num esquema denunciado por escutas telefônicas…

A outra pessoa, o filho, herdou do pai, como se fosse uma Capitania Hereditária, a presidência do tribunal, e assim como o pai fizera em 2005, presidiu o tribunal numa das maiores vergonhas do futebol brasileiro, e ressuscitou o odioso e vergonhoso “tapetão”, recurso dos que não têm competência. Tomaram a vaga da Lusa na série A e a deram para o incompetente, fracassado e desmoralizado FluminenC, que,  pela terceira vez, volta da série B no trambique, pelas portas dos fundos.

A presidência passou de pai para filho, e a esculhambação com o futebol Brasileiro também. Mas eles juram que fizeram o que tinham que fazer.

Por isso, esse troféu vai para eles…

PARABÉNS, “Ixveiter Pai” e “Ixveiter Filho”, o troféu “Irmãos Cara-de-Pau”, categoria “Lambanças em Família” é de vocês!

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TROFÉU “PRIVADA DE LUXO”

Mas toda essa lambança no futebol brasileiro 2013, não poderia jamais ter acontecido, sem o “patrocínio” da CBF. E  ficamos nos perguntando se ela assiste passivamente essa armações todas, por estar pensando nas próximas eleições, ou se ela participa desse imbróglio todo exatamente por pensar nas próximas eleições.

O fato é que o futebol brasileiro, mesmo jogado no esgoto, faz com que a CBF fique cada vez mais poderosa, rica. Tão rica que, dizem (li no jornal), uma parte do que ela ganha em amistosos da seleção, vai parar direto na conta do presidente do Barça, que antes de ser presidente lá, era o representante  da Nike no Brasil, que por acaso é a patrocinadora da seleção brasileira e da CBF, assim como a Unimed, patrocinadora do FluminenC  – levado de volta para a série A no tapetão voador -, passou a ser patrocinadora da CBF também. Que coisa ‘enrolada’, né?

Parabéns, CBF! Por matar o futebol brasileiro, por jogar na privada o esporte mais popular do Brasil, arrecadando milhões. O “PRIVADA DE LUXO” é seu!

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TROFÉU “PINÓQUIO”

E na premiação de 2013, não poderíamos esquecer de alguns boleiros ‘muy queridos’ nossos… houve um empate e dois serão premiados.

O primeiro é um atacante argentino, que fez muitos gols em 2012, que foi convocado pela seleção de seu país, e que prometeu pra torcida: “TAMOXUNTO em 2013”. Mas ele esqueceu as promessas,  e se achando bom demais para jogar a humilhante série B, se achando o último tango de Gardel,  foi em busca de mais visibilidade no Grêmio. O “Tamoxunto em 2013” era uma baita lorota, era mentira! A ‘Praga de Parmera’ o atingiu e seus gols sumiram, as convocações não chegaram e ele desapareceu. E enquanto isso, no Palmeiras, Mago, Henrique, Eguren, Leandro e Vinícius foram parar nas seleções brasileira, chilena, uruguaia, sub-20…

O segundo é, em minha opinião, um marketeiro de primeira.  Bom cobrador de faltas (mas nem sempre), que não marcava e nem corria em campo, mas querendo um belo aumento para jogar a famigerada série B, chorava (mesmo) amor ao time, dizia que queria ficar, iludia a torcida com um amor que ele não sentia pelo time (acho que esperando que ela pressionasse a diretoria a lhe dar o cobiçado aumento) e, enquanto pedia os tubos para o Verdão, pediu ao Santos menos da metade do que pedia aqui. Ficou no banco, não jogou niente, e agora está gabaritado a jogar dominó na praia.

Parabéns, Tamoxunto! Parabéns, Marketing Assunção. Vocês nos enganaram durante um bom tempo com as suas juras de amor. O “Pinóquio de Ouro” só poderia ir pra vocês!!

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TROFÉU “BOLAS DE OURO”

E, excepcionalmente neste ano, que foi tão conturbado por alguns e para alguns, o Blog da Clorofila resolveu premiar uma pessoa do Palmeiras. Na verdade, nossos dirigentes todos são merecedores desse troféu…

 

Ele chegou pela vontade de todos, pelo desejo daqueles que confiavam em seu trabalho. Doze entre cada dez palmeirenses o queriam aqui, de volta. Mas, porque ele  veio pelas mãos do candidato eleito, os amigos do candidato derrotado passaram a vê-lo com os olhos do ressentimento e insuflaram a torcida contra ele. E, a partir daí, tudo o que ele fazia (faz) não presta, e qualquer torcedor acha que sabe como fazer melhor. Ele precisaria ser perfeito (quem é perfeito?) para agradar aos despeitados e ressentidos predadores.

Mas, apesar das adversidades todas encontradas, apesar da falta de dinheiro para trabalhar mais fácil, ele conseguiu montar um time com a pegada da série B, um time melhor do que o que tinha sido rebaixado em 2012. E o Palmeiras voltou e foi campeão. Agora, ele ainda continua sem ter o cartão de crédito ilimitado, que muitos torcedores exigem que ele tenha, mas, ainda assim, conseguiu trazer bons jogadores e uma nova e boa equipe está sendo montada para o centenário (imagino que mais gente ainda vai chegar).

E, para os descontentes, para a turma dos empregos perdidos, dos ingressos perdidos, das visitas ao CT interrompidas, das camisas que não podem mais ser autografadas e vendidas… para essas pessoas todas, nada serve. Nem mesmo a máxima de que torcedor torce pelo time sempre, mesmo quando ele não gosta do que vê. Na verdade, aí é que ele tem que torcer mais.

E é por isso, pelo trabalho feito até aqui, por smontar o time com jogadores comprometidos e satisfeitos por estarem no Palmeiras (com contratos de produtividade), que o Clorofila Awards 2013 dedica o trofeú “Bolas de Ouro” para José Carlos Brunoro.

Parabéns, Brunoro! Só tendo mesmo bolas de ouro para aguentar tanta encheção de saco! Sucesso em  2014!

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E aqui se encerra a premiação do CLOROFILA AWARDS 2013. Muito obrigada.

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Basta-me um pequeno gesto,
feito de longe e de leve,
para que venhas comigo
e eu para sempre te leve… (Cecília Meireles)

Hoje, precisei dar um pulinho no caixa eletrônico e, como sempre faço, cortei caminho por dentro do shopping que fica aqui pertinho da minha casa.

Sabadão, um calor enorme, o shopping estava cheio de gente. Enquanto caminhava pelo largo corredor, algo chamou a atenção dos meus olhos: um distintivo do Palmeiras, uma bandeira, que se movia por entre as pessoas.

Eu caminhava com pressa e a “bandeira”, que vinha em sentido contrário ao meu, também. Era um rapaz, alto, com uma bandeira do Palmeiras, linda e enorme, usada como se fosse uma capa de um super-herói ou de um imperador da Roma Antiga. Ela estava colocada sobre o seu ombro direito e ia até abaixo dos joelhos; ele também usava uma faixa palestrina na cabeça, por sobre a testa. E o super-herói palestrino ia todo altivo, imponente… Uma visão e tanto!

Pena que estava sem o celular para fotografar o ‘super-herói, mas, acredite, fiquei arrepiada (mesmo) quando o vi. Dei um sorriso grande para a bandeira, para cumprimentá-la (o moço não me notou, mas a bandeira sim, me olhou e sorriu de volta), e, conhecendo tão bem esse amor e esse orgulho que faz o moço andar pelas ruas com a sua ‘capa de super-herói’, nem preciso falar que tive que disfarçar as lágrimas depois…

E então me lembrei de um fato, ocorrido há pouco mais de um ano atrás…

Eu estava na rua, vestida com a camisa do Palmeiras (numa época tão dolorida para os nossos verdes corações), e caminhava numa calçada ao lado de um ponto de pequenos caminhões que fazem transportes, carretos.

Dois senhores estavam sentados num banco desse ponto – deveriam ser motoristas/donos dos veículos -; já tinham uma certa idade e sorriram pra mim quando me aproximei de onde eles estavam. Um deles, de cabeça toda branca, me disse: Que camisa mais linda! E você também é linda! – Eu me virei pra ele, lhe dei o meu melhor sorriso de volta e agradeci: Muito obrigada, essa camisa é a coisa mais linda do mundo, mesmo!

Ele então me estendeu a mão. Numa cidade maluca como a nossa, a gente sempre hesita, nem que seja por um segundo, em parar  para conversar com um estranho, mas não hesitei (ele era palestrino, pô!) e estendi a mão pra ele. Ele segurou a minha mão, com as suas duas mãos (o amigo dele, palestrino também, sorria), e, num sotaque caipira, tão simpático, me disse:

Moça (o ‘moça’ era por conta dele), é uma coisa linda você com essa camisa passando assim na rua. Sou palmeirense desde criancinha, meu pai também era. Sabe, as coisas ‘tão feia’ pro nosso lado agora, mas o Palmeiras não vai cair, não, se Deus quiser (meu coração, machucado, se torcia no peito). Nós que somos palmeirenses ficamos tristes, né? Às vezes eu tenho que escutar no radinho, mas quando eu assisto, a gente vê os jogadores se esforçando em campo. Vamos torcer, quem sabe dá? Mas, se não der, não tem problema, filha, porque ele vai voltar. Do jeito que vai ele volta, pode ter certeza, viu? Ele vai, mas ele volta. A gente tem sempre que sentir muito orgulho do Palmeiras.

Era amor, explícito, pelo Palmeiras, o que o motivara a falar comigo. Amor puro, de torcedor. Era a camisa, era aquela cumplicidade, que palmeirenses do mundo todo têm quando se encontram e se percebem identificados pelo coração. E eu sentia isso na maneira tranquila dele falar, nos “r” marcados, no jeito que me olhava sorrindo, na delicadeza com que segurava as minhas mãos… na semelhança que ele tinha com o meu avô, que morrera há tanto tempo. Eu sorria pra ele, segurava as lágrimas (o queixo não parava de tremer), dizia algumas coisas de volta, dizia que também sentia orgulho do Palmeiras em qualquer situação e que não tinha importância mesmo, porque nós traríamos ele de volta se fosse preciso; o amigo dele também falava que gostava do Palmeiras, que ouvia no rádio, que “tava torcendo muito pro Palmeiras não cair”

Mas o  meu ‘amigo’ parmera, da cabeça toda branca, vivida, continuava segurando a minha mão…

Deus te abençoe, filha, tão linda assim com essa camisa linda. E Deus abençoe o Palmeiras também. Ainda vamos ter muitas alegrias…

Nem lembro direito o que falei pra ele, me despedi e saí. Me sentia tão orgulhosa de compartilhar com milhões de pessoas, do “segredo” de saber o que é ser palestrino. E fui brigando com as lágrimas no caminho pra casa, e chorei à vontade quando lá cheguei. Que bonito quando o sentimento do torcedor é esse, apenas amor ao time, ingênuo, sem rancor, sem revanchismo, sem interesses pessoais…

E o meu “amigo”, que não sei quem é e nem como se chama, tinha razão; se caísse, o Palmeiras voltaria em seguida… E VOLTOU! E ganhou outro jeito de ser cuidado, e passou pela segundona sem atropelo algum, e se prepara dignamente para o ano do seu centenário… enchendo de esperança e orgulho os corações daqueles que o amam.

Tanto isso é verdade, que, hoje, eu vi até um super-herói, em pleno shopping, mostrando pra todo mundo o seu orgulho se ser palmeirense…

Feliz2014-Palmeiras-Blog1

 

“A alma só se alimenta daquilo que lhe traz alegria.” – Santo Agostinho

Mais um ano chega ao seu final…

Sabemos muito bem que é só mais um dia que vai terminar e um outro que irá amanhecer, dentre os milhares dias das nossas vidas.

Mas a importância está no que essa última noite do ano e esse novo amanhecer representam para nós. Usamos essa passagem da noite pro dia, como se fosse uma ‘porta mágica’, que transpomos renovados, com a alma também nova, onde nos damos a chance de tentar acertar tudo o que não acertamos antes, nos lembramos de repetir tudo o que nos trouxe alegria, nos perdoamos dos nossos próprios erros e perdoamos os erros alheios.. lamentamos os amigos perdidos, e agradecemos pelos novos que foram conquistados; nos enchemos de bons propósitos e deixamos no ano que termina todas as nossas tristezas, e atravessamos a porta “mágica” carregando conosco as lições aprendidas, os bons momentos vividos e as alegrias experimentadas.

2013 foi importante… e nos deu grandes lições. Foi um ano que serviu também, para, mais uma vez, o Palmeiras mostrar para o Brasil e o mundo que que não é chamado de gigante por acaso… mais uma vez, sem os trambiques e sujeira (que vimos a CBF e o STJD levarem a cabo há uns dias atrás), o Palmeiras, digna e honradamente, como só os grandes sabem fazer, disputou a segunda  divisão, e voltou pelas portas da frente, apenas jogando bola. Que orgulho eu senti e sinto disso.

Mas 2013 vai embora e um novo ano vai chegar, e para nós, palestrinos, 2014 já é pra lá de especial… é o ano do centenário do Palmeiras! É o ano em que ficará pronta a nossa casa (tivemos que brigar por ela, de novo). Um ano de grandes alegrias…

Você já se deu conta de que quando o relógio marcar a meia-noite de hoje, entraremos, com malas e bagagens, no privilégio de viver o centenário do clube que amamos? Eu quase morro de emoção ao pensar nisso. Não haverá comemoração de 200, de 300 anos… para nenhum de nós. A hora é agora, o ano é esse. 2014!! E nós estamos aqui! Que privilégio vivermos esse momento, que alegria podermos vivenciar a inauguração do Allianz Parque. Que orgulho podermos reverenciar os nossos antepassados, a fundação do Palestra Italia e a história, cheia de glorias que foi escrita até aqui.

Então, vamos fazer da alegria a nossa roupa nova para 2014. Vamos estampar o sorriso no rosto e fazer valer o que tanto cantamos no estádio: “Êêêê, Palmeiras minha(nossa) vida é você”.

Que as perseguições fiquem sepultadas em 2013, que a animosidade e a hostilidade não consigam chegar em tempo pra nossa festa da passagem de ano, que os interesses pessoais sejam barrados pelos seguranças na porta de entrada. Vamos fazer a festa com o Palmeiras e porque existe o Palmeiras! Essa festa é só nossa. Vamos colocar o nosso coração em campo para encher de brilho o nosso centenário. Vamos mostrar ao Brasil e o mundo a alegria de sermos palestrinos!

Eu não sei você, amigo, mas, à meia-noite, eu vou erguer um brinde ao Verdão, vou mentalizar, desejar e pedir a Deus, em voz alta, que me permita a alegria de ver o Palmeiras forte, mágico (claro) e campeão em 2014. E vou aproveitar essa postagem e pedir também uma coisinha para o presidente… “Eu sei que a situação encontrada foi muito pior do que imagina a nossa vã filosofia, mas pega o cartão de credito aí, Paulo Nobre, dá um “perdido” na austeridade (eu sei que ela é necessária para se colocar a casa em ordem), faz uma ‘extravaganciazinha’, paga em ‘trocentas’ vezes se for preciso, segura quem tiver que segurar e vai buscar um presentinho bacana para dar ao Palmeiras em seu centésimo ano. Precisamos fazer as coisas acontecerem, precisamos ajudar as coisas a acontecerem. Você também não poderá ‘estar presidente’ em nenhum outro centenário. A oportunidade é única! O momento é de tapar os buracos nas paredes, eu sei, mas não podemos esquecer de plantar uma florzinha no quintal…”

Em todo caso, seja como for, eu sempre vou esperar muito do Palmeiras, mesmo que ele tenha só meia dúzia de jogadores para entrar em campo. Não importa. Faz parte do meu DNA de torcedora. Eu também preferiria ter um timaço, com estrelas nas 11 posições e algumas no banco também, mas se não tem, não tem. Confio em quem cuida do Palmeiras agora. Sei que não há descaso e tampouco falta de vontade entre os que administram o clube.

E nada, nada mesmo, vai toldar a minha alegria de ser Palmeiras. Eu não torço para o Palmeiras “se”… Eu torço pelo/para o Palmeiras e ponto final! E ele pode entrar em campo com o time que for, com os jogadores de pernas amarradas, se for o caso. Estou com o Verdão, com o Alviverde Imponente, com o Campeão do Século, pro que der e vier, em qualquer situação, mesmo.

Eu sou feliz pra c… aramba por isso!,

FELIZ 2014, PALMEIRAS, SEU LINDO! Muita garra, talento, determinação, magia, sorte e vontade de vencer em 2014! E nenhum árbitro te roubando! Nenhum tribunal sacana atrapalhando, o seu caminho!

FELIZ ANO NOVO, PALESTRINOS! Paz, saúde e alegrias em suas vidas, em seus lares.

Que o Allianz Parque seja a casa do campeão do novo século! Seja o palco de muitas e novas conquistas da Sociedade Esportiva Palmeiras…

… e que em 2014, todas as alegrias sejam nossas, e que a gente nunca pare de cantar!

Projeto da fachada do novo prédio que servirá de concentração para o Palmeiras

Imagem: 1.folha.uol.com.br

Nesta semana, o Palmeiras comecará uma reforma na Academia de Futebol. Mas não é uma reforma qualquer. O Palmeiras  vai modernizar o seu centro de treinamento. Vamos ter o Allianz, uma arena de primeiro mundo, e o CT não pode deixar a desejar, precisa ser de primeiro mundo também.

Veja só que coisa bacana, leitor, a reforma, que não vai mexer com os campos de futebol, prevê que parte do ginásio de esportes seja demolida para a construção de um hotel para concentração dos jogadores, entre outras melhorias

O hotel vai servir de alojamento para os jogadores profissionais durante as concentrações – eventualmente, as categorias de base e os outros esportes poderão utilizar o local. Não vai ser mais preciso levar os jogadores pra lá e pra cá nos dias que antecedem as partidas. Eles ficarão na própria Academia de Futebol. Serão mais de 30 quartos, além de piscina, sala de jogos, auditório para palestras e minicinema. A previsão é que as obras sejam concluídas em Janeiro de 2015.

Além disso, no ano que vem, o clube deverá inaugurar novas instalações para os departamentos médicos e de fisiologia, e também os refeitórios. Instalações pra ninguém botar defeito, não é mesmo? E para fazer com que bons jogadores se sintam mais motivados para vestirem a nossa camisa.

Mas muita gente reclamona deve estar se perguntando: Quanto dinheiro o Palmeiras vai gastar nisso? E as contratações? Calma! O investimento será de aproximadamente R$ 8 milhões, e, segundo Brunoro, 80% desse valor será bancado pela Ambev, que repassará o dinheiro ao Palmeiras (faz o mesmo para outros times), por meio do programa “Movimento por um futebol melhor”, ligado aos programas de sócios torcedores dos clubes. Para os 20% restantes e que caberiam ao Verdão, a diretoria pensa em buscar patrocínio ou alguma parceria.

Que coisa boa! Palmeiras de volta à Série A; programa de sócio-torcedor indo de vento em popa; Allianz Parque perto de ser inaugurado; títulos conquistados em vários outros esportes palestrinos; basquete, de patrocinio independente, crescendo; o desperdício de recursos, chamado Palmeiras B, extinto; lojas oficiais sendo inauguradas pelo Brasil afora; um hotel,  que comecará a serconstruído no CT (esse projeto de um hotel no CT existe há muito tempo, mas, até os dias de hoje,  não tivemos ninguém capaz de tirá-lo do papel)… Não adianta, mesmo, pintar a casa de cores bonitas, se as paredes estiverem caindo, se os alicerces estiverem ruindo, se portas e janelas estiverem cheias de cupins (ratos?)…

O Palmeiras, que foi mantido no atraso por tanto tempo, está mesmo entrando no novo século! Graças a Deus!

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2013/12/1380997-palmeiras-vai-construir-hotel-em-seu-ct.shtml

“No centenário, não quero choro e nem vela, quero comprar a minha camisa amarela… “

Para comemorar o centenário do clube e a ocasião em que a Sociedade Esportiva Palmeiras, A PEDIDO DA CBD, representou a seleção brasileira (isso é diferente de ter pedido à CBD para representar a seleção, como fez um outro clube aí); para relembrar aquele histórico 07 de Setembro de 1965, quando a seleção brasileira foi dignamente representada pelo poderoso Palmeiras, da Academia, época em que a seleção era respeitada e admirada por 100% dos brasileiros (agora não é mais unanimidade e sofre uma rejeição enorme), o Palmeiras lançou uma camisa amarela, comemorativa, que ficou simplesmente divina. Aliás, tudo o que é confeccionado pela Adidas tem muita qualidade, e o distintivo do Palmeiras dá o toque divino.

Além da camisa ter sido aprovadíssima pela torcida esmeraldina, a muito inteligente e bem sucedida estratégia de marketing da Adidas, acabou incomodando a empresa responsável pela confecção do uniforme da seleção brasileira, a Nike, cujo departamento de marketing deixou a desejar. No popular: a patrocinadora da seleção ficou com dor-de-cotovelo. E com a maior cara-de-pau acionou a CBF (a CBF permite que ela mande no futebol brasileiro) e pediu providências (“providências” = Dar um jeito de fazer o Palmeiras parar de vender a sua maravilhosa camisa, porque a patrocinadora da seleção – que não existia no Brasil quando o Palmeiras representou a seleção brasileira – não pode suportar o mico de ter sido superada pela rival Adidas – se não for isso que aconteceu, é o que está parecendo).

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E então, segundo publicado nos principais portais do país, a confederação, por meio de seu vice-presidente, Marco Polo Del Nero, que também é conselheiro do Palmeiras (e tem palestrinidade paraguaia), entrou em contato com a diretoria do clube no início do mês de novembro, para revelar o problema e solicitar a suspensão das vendas da camisa amarela.

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Como assim solicitar a suspensão das vendas, Sr. Marco Polo? Como assim, CBF? Se não estou enganada, não há nada que, legalmente, legitime esse “pedido” (ordem).

A camisa é igual à da seleção? NÃO! É cópia? NÃO! Pelo contrário, elas são bem distintas uma da outra, e a do Palmeiras é muito mais bonita. Não há como confundi-las.

Tem o distintivo do “balcão de negócios” do futebol brasileiro? NÃO! Tem o distintivo do maior vencedor nacional, do Campeão do Século: PALMEIRAS!

A Nike, em seu contrato de patrocínio com a CBF,  detém os direitos de exclusividade sobre as cores da bandeira do Brasil? NÃO! Exclusividade sobre o uso das cores da bandeira nacional, aposto que ela não tem e nem poderia ter, porque seria um absurdo.

E na hipótese de que um clube não pudesse usar uma camisa com a cor da seleção (ISSO É INADMISSÍVEL E ARBITRÁRIO), como é que a Umbro, pegando carona na ideia da Adidas e do Palmeiras, fez uma camisa amarela para a Chapecoense? Como é que a própria NIKE, PEGANDO CARONA NA IDEIA DA ADIDAS E DO PALMEIRAS, que parece pretender copiar, na cara-dura, o que o departamento de marketing da empresa rival criou, quer fazer uma camisa amarela para o Corinthians? E por qual motivo ele usaria uma camisa amarela, se quando pediu para representar a seleção – dois meses depois do Palmeiras tê-lo feito. Imagina se não – perdeu a partida, usando uma camisa azul? E por que ele poderia usar uma camisa amarela e outro clube do Brasil não poderia? Que picaretagem é essa? Vão fazer o Brasiliense mudar de cor também?

Além do mais, a seleção também usa camisas azuis e tem muito time por aí que já fez camisa azul sem problema algum, inclusive o Corinthians, para ‘comemorar’ o dia em que representou a seleção brasileira e foi derrotado (pobre seleção). E a CBF não se importou nem um pouquinho que essas camisas fossem vendidas. É só o Palmeiras que não pode?

E, seguindo a lógica desses dirigentes e empresários sem lógica, o basquete, o vôlei, futsal e demais esportes do país, não poderão usar camisas com a cor amarela porque a dona CBF se tornou a dona das cores verde, amarela, azul e branca da nossa bandeira, tomou posse delas? Ou porque isso só é permitido aos clubes patrocinados pela empresa que se comporta como se tivesse comprado os direitos das cores da bandeira nacional?

Isso é um abuso, e está tão errado quanto a embrulhada do Brasileirão 2005; tão errado quanto o ex-representante da Nike no Brasil, hoje presidente do Barcelona, ter depositado em sua conta bancária parte do pagamento que a CBF recebe pelos amistosos da seleção brasileira…

O problema é a Adidas, não é mesmo, dona patrocinadora? O problema é o Palmeiras, não é mesmo dona patrocinadora do invejoso rival do Verdão? O problema é a CBF, fazendo qualquer concessão à patrocinadora, por causa dos $eu$ belo$ olho$ azui$, não é mesmo, senhores dirigentes?

Bem que eu estava achando estranho o Palmeiras não ter jogado mais com a camisa amarela… bem que eu estava estranhando as propagandas da nossa camisa comemorativa terem praticamente sumido…

Mas, até agora, isso não foi oficialmente noticiado, a coisa ainda parece bastante velada, e  não sabemos se há mesmo uma proibição por parte da CBF.

No entanto, algumas coisinhas estranhas começaram a acontecer…

Na tarde de ontem, um leitor do Palmeiras Todo Dia (PTD) escreveu para o site, dizendo que seu pedido da camisa amarela tinha sido cancelado. E, pasmem, a loja alegou o seguinte:

“O Motivo do cancelamento se dá pelo fato da adidas ter sido impedida de comercializar o produto em questão por tempo indeterminado”.

O site entrou em contato com a Adidas, e a empresa pediu um prazo para responder – se estivesse tudo bem não teria porque pedir tempo “pra pensar”, não é mesmo? Tentando buscar uma resposta o pessoal do site consultou algumas lojas e foi  informado por uma delas que há sim o veto; numa outra, foram informados que as vendas aconteciam normalmente.

http://www.verdao.net/noticia.php?n=10981

Depois que eu soube que as vendas da camisa comemorativa do Palmeiras poderiam estar suspensas, fui ver se os meus amigos no Facebook e seguidores no Twitter sabiam de algo:

@gunucci @NilsondaSilva17 @TaniaClorofila @palmeirasptd Entrei no site pra comprar e realmente ta indisponível. Só tem “P”.

@rodnei_pinesso @TaniaClorofila Tâninha, deve ser por isso que netshoes ainda não entregou a minha camisa amarela comprada em 26/10…
@trovs_@NilsondaSilva17 @TaniaClorofila @palmeirasptd quando o amarelo virou patente de alguma marca? amarelo é uma cor. cor não tem dono
@vivirossetto @TaniaClorofila Deu tempo deu comprar uma pra mim aqui na Academia Store em Bauru. Mas me disseram que não vai ter mais!!
@dudu2k @TaniaClorofila @MundoPalmeiras e parece que no site da adidas ta vendendo normal tb, apesar de só ter P e M (um absurdo)
@alexandre12 @TaniaClorofila @MundoPalmeiras Em 2 lojas aqui da minha cidade, não estão fazendo novos pedidos,não sabem dizer o pq, mas sem novos pedidos

Caio Hingst Parece que quem comprou pela internet por esses dias tiveram seus pedidos cancelados

Mario Forestieri sim, qdo vc pos a pergunta ai, na mesma hora liguei, pra matriz da academia store… tenho contato com o gerente, e ali me disseram que é verdade, a cbf BARROU…

Mario Forestieri ainda vende… mas o q um dos vendedores me disse é q qdo acabar o estoque nao vem mais, pq foi barrada, isso na matriz da academia store, tomara que a adidas reverta isso…

Jose Carlos Portolese Na Netshoes só tem P e M e faz tempo que não chega tamanhos maiores

Thaluana Marum no final de semana não tinha nenhuma na academia store do shopping mooca, mas tinha na centauro

Ralph Nogueira Eu comprei a minha na Ponto Verde dia 11/11 e eles enviaram apenas hj. Liguei lá ontem reclamando é a atendente disse q a demora na entrega era devido há um problema da Adidas com a Nike.

Algumas respostas nos levam a crer que há, sim, alguma coisa errada nessa história. E a procura pelas camisas aumentou ainda mais. Os palmeirenses estão furiosos por aí, prometendo boicotar qualquer produto da Nike e, até mesmo, os dos outros patrocinadores da seleção. Só espero que o Palmeiras e a Adidas não aceitem essa imposição absurda e arbitrária, caso ela tenha mesmo acontecido. Os  clubes fazem camisas nas cores que bem entenderem.

Eu já tenho a minha, mas, se for preciso, no ano da Copa, encheremos o Brasil de camisas amarelas do Palmeiras… piratas. Mas que elas vão ser vistas pra todo lado, vão… Nenhuma cor tem dono, as cores da nossa bandeira não estão à venda, e não vai ser um empresa americana que vai mudar isso, por mais vassalos que sejam os dirigentes da CBF.

A Nike, que não vende só camisas da seleção e do time da farra com dinheiro público, vai acabar perdendo mais do que imagina, e a seleção, já tão desprestigiada, vai perder, em plena Copa do Mundo, um número considerável de torcedores…

Mago, na seleção do Chile; Eguren, na do Uruguai; o nosso clube, fundado por italianos (na Selenike, torceremos só pelo Henrique)… opções não nos faltarão!

Imagem: GazetaPress

Imagem: GazetaPress

“Terminou há instantes reunião entre o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, o diretor-executivo do clube, José Carlos Brunoro, e o técnico Gilson Kleina em que ficou acertada verbalmente a renovação do vínculo do treinador com a equipe por mais um ano. As partes combinaram de assinar o novo contrato nesta quarta-feira (27) e, às 15h, Nobre e Kleina concederão entrevista coletiva na Academia de Futebol.”

Essa foi a notícia que tivemos no finalzinho da noite de ontem, e que nos foi passada pela Assessoria de Imprensa do clube. E foi também um belo tombo em alguns espertos que cravaram e oficializaram a saída de Kleina durante o dia de ontem (viu como a imprensinha noticia mentiras? Né, Neto? Né, Jorge Não Sei das Quantas?).

Quanto a mim, depois de ter ouvido o dia todo, e com um medo imenso, o nome de Luxemburgo como o provável novo técnico do Palmeiras, só tive uma coisa a dizer: Obrigada, Senhor!

É claro que eu queria um outro técnico, um que causasse mais impacto, que abalasse as estruturas… eu queria o Bielsa, e mais um monte de gente também queria. Mas, diante de tudo o que ele pediu, não dava mesmo para o Palmeiras fazer a loucura de trazê-lo. Se chegamos ao centenário numa situação financeira pra lá de difícil, certamente a culpa não é de quem administra o Palmeiras agora – muita coisa já foi acertada, muita dívida já foi paga. E não dá para o Palmeiras pegar o “cartão de crédito” e parcelar o Bielsa em ‘trocentas’ vezes e depois ficar só pagando os juros quando não puder pagar as parcelas, deixando todas as outras contas sem pagar.

E já que Bielsa não viria, o que é que tínhamos por opção: Luxemburgo? Passo! Só colecionou fracassos nos últimos anos, sem contar aquelas contratações pra lá de esquisitas que ele faz, e o seus “pojetos” pra ‘inglês ver’. Mancini? Ainda é só uma aposta, e ele não sairia de seu clube nesse momento. Abel? Ele estava quase sendo rebaixado com o Flu e não conseguia reverter a situação, por isso foi demitido. Cuca? Assinou com o Galo. Tite? Sem o seu grande auxiliar, o Apito Amigo, não tem o mesmo desempenho…

Na minha concepção, trocar de técnico, só por trocar, não era a coisa certa a se fazer. Por isso, diante da escassez de bons técnicos no Brasil, diante da realidade que nos mostrou os melhores times de 2013 sem nenhum técnico medalhão no comando (Cuca era motivo de zombaria até mesmo durante a Libertadores), acho que o Palmeiras fez a escolha certa e preferiu manter o técnico da brilhante campanha da Série B (quem diz que ela foi pífia, medíocre, não diz a verdade). E, ainda por cima, com o salário reduzido e sendo aumentado de acordo com as metas atingidas. Uma bela sacada da diretoria. E era o Kleina mesmo que eu queria (ele só precisa ser menos medroso), se não pudéssemos ter o Bielsa.

Os jogadores queriam que Kleina ficasse (é importante ouvi-los); boa parte da torcida também queria  (por onde o Palmeiras passava, em seus muitos jogos na série B, torcedores pediam pra ele ficar), e uma outra parte o rejeitava/rejeita. Nenhum técnico seria unanimidade. Nem o Bielsa. Qualquer que fosse o nome ele receberia críticas de algum lugar, não havia um único nome que fosse consenso.

O Luxemburgo, por exemplo, que eu abomino e execro, e que em minha opinião seria o caos, era a ‘salvação da lavoura’ para alguns outros torcedores… Não tem certo e errado. São apenas preferências pessoais, são pontos de vista. Para alguns, o centenário está perdido com a permanência de Kleina; para outros, estaria perdido se o “X” chegasse… Quem será que tem razão? O tempo dirá.

Kleina tem qualidades, mas tem falhas também, tem pontos negativos (todos os técnicos têm), porém,  essas falhas são passíveis de correção. A nossa diretoria tem que ficar atenta, trabalhar nisso e cobrar ousadia do técnico, porque agora ela será extremamente necessária.

Mas o fato é que o martelo está batido e Kleina será o comandante do Palmeiras em 2014, e nós, torcedores que somos, gostemos dele ou não, temos que torcer para que ele tenha muito sucesso aqui; temos que cobrar, é claro, mas temos que apoiar, ajudar, seja como for, a fazer esse 2014 dar certo.

Kleina, 2014 é o ano do centenário do Gigante.  E, acredite, ele será o ano de nossas vidas! Da sua e da de todos nós palestrinos (torcedores, jogadores, dirigentes)! Não tenha medo, ouse! A pressão de ter que trazer o Palmeiras de volta já acabou. Agora, os caminhos que vamos trilhar têm mais perigos, têm mais inimigos, mas as conquistas serão muito mais deliciosas! O medo não tem mais vez, ele não nos ajudará em nada; por isso, as peças precisarão ser colocadas e mexidas no tabuleiro de maneira diferente e corajosa.  E é isso que esperamos do seu trabalho: coragem, ‘dar a cara pra bater’. Acredite em você, porque nós vamos acreditar!

Que Deus o abençoe e ilumine, Kleina, para  que você consiga ser vencedor no Palmeiras.

Se você se sair bem no maior de todos, vai virar o melhor técnico de todos também, assim como aconteceu com Luxemburgo um dia.

Boa sorte, ‘Fred Flintstone’!!

E cobra da diretoria aí, os reforços (BONS REFORÇOS) para o centenário. Já está na hora deles começarem a aparecer.

Enquanto esperávamos pelo jogo do Palmeiras diante do Ceará, a imprensinha deu mais uma mostra do jornalismo sem-noção que faz.

Num portal, na home do Palmeiras, uma matéria, um tanto quanto bombástica, chamava a atenção:

“Isolado e chateado com Paulo Nobre, Brunoro cogita sair do Palmeiras” 

Reparem que é uma afirmação (quem afirma tem certeza). Uma notícia para fazer o leitor  pensar: “Caramba! A coisa está pegando fogo lá no Palestra e o Brunoro está querendo até sair.”

Será mesmo?

Claro que todos os palmeirenses que leram isso, e muitos não palmeirenses também, foram correndo acessar a tal notícia para saber o que é que está acontecendo; pra saber direitinho essa história de que Brunoro, chateado com o presidente do clube, está pensando em sair do Palmeiras; para saber os motivos que fazem ele querer sair (será que a intenção de quem escreveu é só conseguir acessos?). E então, ao ler a notícia… “Pegadinha do Malandro”. Ao ser ouvido, o CEO do Palmeiras diz exatamente o contrário! Me senti uma vítima de “enganation”!

Dois jornalistas assinam a matéria, e eu fiquei com a impressão que um escreveu a chamada e a primeira parte da notícia e que o outro escreveu a parte final. Me pareceu também,  que um não leu a parte que o outro escreveu. Só isso justificaria o título fazer uma afirmação sobre algo que Brunoro sente (isolamento por parte de Paulo Nobre) e pensa em fazer (sair do Palmeiras) e no corpo da notícia, uma declaração do próprio Brunoro desmentir isso.

Apesar de eu não ser do ramo, imagino que a tarefa de um jornalista, que recebeu informações de um ‘Gasparzinho’ qualquer a respeito de outras pessoas, seja ouvir as partes envolvidas (nesse caso, Brunoro e Paulo Nobre), e depois noticiar o que essas pessoas disserem a respeito do assunto – o título da matéria também deve ser feito depois disso . Mas, mesmo tendo ouvido Brunoro e ele ter dito o contrário do que a chamada equivocadamente afirma, colocaram um título sensacionalista e diferente do que o executivo palmeirense declarou. Pode até ser que seja assim que as coisas funcionem no jornalismo, não entendo disso, mas a mim isso não parece correto. Parece a você, leitor? Se o Brunoro, que é a pessoa de quem a notícia fala, diz que não, com que direito um jornalista diz que sim, ou tenta fazer parecer que sim?

Leia a notícia e tire as suas conclusões:

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E então… o “isolado e chateado”, “que pensa em sair do Palmeiras” declara:

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“Está tudo excelente. Estou trabalhando com apoio e super sossegado.”

Ele poderia até estar mesmo chateado com Paulo Nobre e ter preferido não falar (não acredito nisso), mas a notícia deve se basear naquilo que ele disse após ter sido consultado, não é mesmo? E pensar que muitos torcedores, que só leem o título da maioria das notícias, compram o que esses títulos vendem… e pensar que há tantas outras matérias, no mesmo estilo dessa (e não é só no futebol, não), sendo publicadas diariamente por aí…

Abre o olho, torcedor!!!

Eles se dispuseram a trazer o Palmeiras de volta, se fecharam na busca de um objetivo e cumpriram aquilo a que se determinaram. Mas, a campanha brilhante, as 24 vitórias (até agora), os 71 gols marcados e só 27 sofridos, o título, conquistado antecipadamente, vieram pela vontade, determinação e luta do grupo. Grupo que, aliás, era visto por muitos desses que estão dando “piti” pelas comemorações, como fadado a nem subir…

Muito obrigada, seus lindos, por terem feito o meu Palmeiras passar pelo inferno de maneira digna, sem trambiques e sem sujeira. Por terem trazido o meu Palmeiras de volta, pelas portas da frente e com a taça na mão.

É CAMPEÃO! E QUE VENHA 2014!

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E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música. -Friedrich Nietzsche

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Benditos sejam os torcedores que não costumam ir sempre aos jogos e que trataram o Palmeiras com o carinho e respeito que ele merece…

Com eles, a arquibancada ficou mais bonita, festiva e não houve quem tivesse coragem de estragar a comemoração quando o juiz apitou o final da partida. E, afinal, torcedor que é torcedor não tem um botão “amar o time incondicionalmente/ficar feliz com as suas conquistas” que pode ser desligado dependendo da divisão em que ele esteja. Os que possuem o tal botão como acessório é que são os verdadeiros “modinhas”.

Com feriado na sexta-feira, o paulistano aproveitou o final de semana prolongado para viajar. Ainda assim, com aquele calorão, com aquele sol todo, 20 mil palestrinos (muitas crianças) estavam no Pacaembu. Embora a missão do Palmeiras em 2013 já tivesse sido cumprida, a torcida queria acompanhar a conquista do título. Sim, queríamos conquistar e comemorar o título da Série B. E por que não?

Cair foi uma vergonha, uma tristeza, mas tudo o que foi feito depois para reparar o que nos aconteceu, para nos trazer de volta, sem Copa Havelange, sem retorno pelas portas dos fundos, sem ajuda da arbitragem para voltar à série A (nem para nos ajudar a escapar do descenso em 2012, como fazem agora com alguns clubes), é motivo de alegria e orgulho, sim.  Não temos  temos muletas pra nada, ao contrário de muitos clubes, que são ajudados e beneficiados, somos sistematicamente prejudicados pela CBF, pelo STJD, pelas arbitragens, e não temos a imprensa para nos blindar em momentos mais difíceis, para valorizar nossos jogadores mesmo quando eles não fazem nada dentro de campo… muito pelo contrário, ela adora fomentar discórdia entre os palestrinos. Com o Palmeiras é tudo na raça, e ele só pode contar com ele mesmo e com os torcedores que não têm o tal botão “amar o time incondicionalmente/ficar feliz com as suas conquistas”, que liga e desliga conforme a divisão ou a situação em que o time se encontre. E isso não é fácil… mas é digno.

E no sábado, o Palmeiras, cheio de vontade e dignidade, entrou em campo “abraçado” pela torcida. Nos primeiros 30 segundos de jogo, os jogadores do Palmeiras e do Boa começaram a tocar a bola entre si em sinal de apoio ao Bom Senso F.C. A força do Palmeiras sendo usada para conseguir o apoio dos demais times.  A arquibancada aplaudiu, assobiou, gritou e deu o seu apoio também!

O Verdão estava tão disposto quanto a torcida a buscar a vitória e o título. Quando a bola rolou, de verdade, “Lã” Kardec cobrou uma falta, buscou o ângulo e carimbou a trave. A bancada já tremeu. O Boa tentou reagir com Marcelinho Paraíba, mas Prass, com reflexo de gato, foi buscar. Aplausos pra ele!

O Palmeiras estava ciente que faltava só um pontinho – ou nem faltava nada, dependendo do andamento do jogo da Chapecoense. Mas a torcida e o time não estavam nem aí com o jogo do Sul. A conquista do campeonato viria pelos nossos pés! Eu disse nossos? Claro! Estávamos em campo também, jogando com o Palmeiras, felizes demais com o fim do pesadelo. Insanos? O que importa?

Os portais publicariam no dia seguinte, que o clima do jogo era morno… Que nada! O Pacaembu cantava sem parar, a parte resmungona da nossa torcida cantava sem parar. Assim é que é bonito, todo mundo jogando o mesmo jogo. E o jogo estava gostoso, o Palmeiras, embora cadenciando as ações em campo, era perigoso, se insinuava várias vezes na área do Boa. Mas faltava o gol pra sacramentar o que a gente já sabia há tanto tempo…

Um pouco antes dos 30′, o jogador do Boa ‘piscou’ antes de dominar, e Wendel, esperto, apareceu pra ficar com a bola e cruzar pro Felipe Menezes. E não é que ele dominou,  chutou e guardou? Um gol lindo! Estava decretada a “Festa no Chiqueiro”! ÊÊÊ, PALMEIRAS MINHA VIDA É VOCÊ!! Logo em seguida, levamos perigo com Leandro; depois, com Eguren. Mas o Verdão diminuiu o ritmo e o primeiro tempo se encerrou com 1 x 0.

O Palmeiras pareceu voltar para a segunda etapa ainda mais veloz e decidido. Aos 11′, Charles, que tinha vindo para o segundo tempo no lugar de Wendel, recebeu pelo meio, fez uma jogada linda pro Leandrinho entrar livre na área, e o garoto arrasou! Ao receber a bola na área, em movimento contínuo, dominou e, com muita categoria, tirou do goleiro (quase sem tocar na bola – show!) e marcou um baita de um golaço! Ele merecia esse gol lindo, o Palmeiras merecia, nós todos merecíamos! Meu coração já tava gritando “É Campeão” fazia tempo, mas a torcida ainda estava acanhada…

É muito louco observar o momento do gol, olhando em volta, olhando os torcedores, os abraços, os braços que apontam os céus, os sorrisos e os olhos transbordando de felicidade (Se, muito tempo depois, olharmos uma foto desse momento, jamais poderemos dizer em qual divisão do futebol aconteceu aquela alegria toda). A imagem fica gravada em nossos corações, mas não soumos capazes de traduzi-la em palavras…

O Verdão era senhor do jogo. Serginho, Leandrinho e Felipe Menezes faziam uma boa partida; nossa defesa reserva estava esperta; Prass pegava tudo que chegava até ele;  Charles e Eguren estavam bem na partida, Kardec e Leandro rondavam a área do Boa; “Caramujo” tentou de longe, a bola passou perto e ele ganhou aplausos da torcida… sim, era um dia especial!

E já que era um dia especial, dia de campeão… Eguren recebeu de Charles quase no meio de campo, viu Juninho que descia pela esquerda e meteu um passe em diagonal, à La Valdivia, pro lateral dominar, entrar na área e fuzilar o goleiro. Coisa linda de gol, coisa linda de passe!

Então, os ‘insanos’ torcedores, que ficam felizes com qualquer conquista do seu time, não conseguiram mais se conter. O Pacaembu gritava: É Campeão! É Campeão! A parte reclamona da torcida, aquele 1/4 de Pacaembu, não participava da comemoração. Mas nem era preciso. Numeradas, tobogã, cadeiras laranja e arquibancada verde faziam a festa! Os torcedores se abraçavam, aplaudiam o time e cantavam…

É legítimo o nosso direito à comemoração. Vivemos numa democracia (pelo menos, é o que dizem), e em qualquer democracia a maioria é soberana. E a maioria da torcida palmeirense está feliz com o título do Palmeiras, assim como a maioria da torcida no Pacaembu também estava feliz da vida… Portanto, é soberana a nossa alegria!

PALMEIRAS CAMPEÃO! Não poderia ser diferente…

Chorei de emoção por termos saído do inferno de cabeça erguida, por ver a torcida entregar ao Palmeiras o seu coração… puro, sem vícios, sem a nódoa dos interesses pessoais… Chorei de alívio porque o pesadelo finalmente terminara, por ver a alegria dos que ficaram pra se redimir, a dos que chegaram pra nos ajudar e a dos que esperaram durante um ano, sem jamais menosprezar o próprio time. Chorei por saber que, assim como no Pacaembu, pelo Brasil afora outros alviverdes corações dançavam a mesma música…

O juiz apitou e, então, os jogadores puderam comemorar também. “Lã” Kardec e Leandrinho se ajoelharam… os outros jogadores correram até o Prass e se abraçaram felizes. Aplaudiram a torcida, que os aplaudiu de volta; trouxeram uma faixa de agradecimento pelo apoio incondicional… Como não se alegrar? É o nosso Palmeiras… o maior campeão nacional, que por duas fatídicas vezes esteve na série B mas, nem assim, foi alcançado pelos seus rivais.

Finalmente, poderíamos virar a página desse malfadado campeonato, e pra todo o sempre.

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Até nunca mais Série B! Pode anotar aí, o Palmeiras jamais voltará!

Estamos chegando, 2014, e já ensaiamos direitinho os gritos de “É CAMPEÃO”!!