“Foi lindo ver no meu Estado a reunião de tantos palmeirenses. A maior parte das arquibancadas tinha um ponto verde escuro, verde limão, azul, branco com verde, amarelo…” – Juliana Oliveira 

O Palmeiras estreou na Copa do Brasil 2014, jogando diante do Vilhena,  em Rondônia. Quando houve o sorteio, o clube paulista até poderia ter optado por um estádio com melhores condições, mas, no ano do seu centenário, o Palmeiras tem procurado ir aos locais aonde a sua família está. E foi uma decisão bastante acertada.

Eu mostrei aqui pra você, na postagem anterior, o alvoroço que foi a chegada do Verdão por lá. Pra se ter uma ideia, até seguranças, roupeiros, médicos e nutricionistas do clube posaram para fotos e distribuíram autógrafos. E quem assistiu à partida viu o que aconteceu no ‘Portal da Amazônia’ na hora do jogo. Uma loucura! Num estádio com capacidade para 5 mil pessoas, tinha quase 15 mil – construíram arquibancadas móveis para aumentar em 10 mil lugares a capacidade do estádio e receber o Campeão do Século com a festa que ele merece!! E, segundo a Juliana, a torcedora cujo texto inicia essa postagem, com menos de 1/4 da torcida vestindo vermelho e branco, o time da casa era o Palmeiras!

E que coisa impressionante foi ver aquele mar de bandeiras e camisas oficiais do Palmeiras, em verde, branco, limão, amarelo, espalhadas nas arquibancadas e nas grades do estádio também. Que tocante foi sentir a emoção dos torcedores que viam o seu amado clube pela primeira vez (me contaram que muita gente chorou). E tudo isso a 2.366 Km de São Paulo. Parecia um Palestra Italia em Rondônia! É PALMEIRAS, P%@#RRA! NÃO TEM NENHUM TIME DO BRASIL QUE CHEGUE PERTO DISSO!!!

Já pensou se fosse com outros times aí, o que a imprensinha não falaria, não faria? Mas, como é o Palmeiras, a Press faz que não está vendo, “narradoresh e comentarishtaish” não dão  o destaque merecido. Mas acontece, que os telespectadores não são cegos, e as imagens, as demonstrações de amor ao Verdão, onde quer que ele vá, são sensacionais e indiscutíveis!

Veja essas imagens. Parece São Paulo, mas é Rondônia! São os nossos irmãos do Norte do país!

A festa era linda, mas o “palco”… uma lástima. Manja o garimpo de Serra Pelada depois que tiraram todo o ouro que havia lá? Era mais ou menos isso, cheio de desníveis, com a grama muito alta, além disso, com as chuvas diárias do “inverno amazônico”, o campo estava completamente encharcado, havia uma infinidade de poças d’água – principalmente na área onde o Palmeiras tentava fazer gols no primeiro tempo, e no lado direito do campo também -. O gramado, muito pesado, estava mais horroroso do que aquele mosaico dos gambás (mentirinha, não há nada pior do que aquilo). Pobre futebol…

gramado

Repare na imagem abaixo, você nem pode ver a chuteira do jogador do Palmeiras, cujo pé está sumido na grama bastante alta e na água.

Complicado, né? E, por isso mesmo, o primeiro tempo foi de matar a gente de desgosto. Horrível! Embora o Palmeiras atacasse o tempo todo, nossos jogadores não conseguiam tocar a bola do jeito que sabem, os passes não davam certo, a bola não corria como deveria correr, a coisa não fluía e as tentativas de jogadas precisavam ser feitas todas pelo alto.

Nossos jogadores mais habilidosos eram os que mais sentiam dificuldades. Mais ou menos a mesma coisa que querer que uma “Ana Botafogo” dance “O Lago dos Cisnes” num piso de pedregulhos… não rola.

Se o campo é ruim para um, é ruim para os dois, disseram alguns. Não é bem assim, uma vez que o dono da casa está acostumado a jogar ali. E some-se a isso uma boa quantidade de botinadas que o juiz deixou os jogadores do Vilhena darem nos palmeirenses à vontade. Valdivia, Kardec, França e Patrick apanharam um bocado, Vinícius também levou “boas” sarrafadas, e nenhum parmera escapou. O Mago, claro, foi quem apanhou mais, e se irritou bastante com isso, mas não era pra menos…

Olhe onde está a bola, e repare o pé e o foco do “artista” de camisa branca que prepara a solada (‘Má que mané bola, o quê?’). Esse Carlinhos cansou de bater nos palmeirenses, principalmente no  Mago. O cara ia de sola, pra pegar mesmo, e, ao contrário do que seria normal, caso ele jogasse de verde, não foi expulso e pôde distribuir botinadas como bem quis. Aí, o Mago, cansado de levar pontapé, deixou o braço na cara dele e levou amarelo. Claro que o amarelo para Valdivia foi merecido, mas o ‘liMdo’, do time adversário (a cera era tanta,  que ele saiu de maca após o lance com Valdivia?!?), deveria ter levado o amarelo dele, e quem sabe o vermelho também, muito antes disso (só no segundo tempo o árbitro o puniria). Após o jogo, a Press falaria até não querer mais sobre esse lance, mas esqueceria da agressão que Kardec sofreu depois, quando levou um soco de Alex Barcellos, e que ficou só no amarelo.

E, por falar no “Lã” Kardec, vou mudar só um pouquinho de assunto. Nosso atacante foi expulso no dia 19/02, no jogo contra o Ituano, sem ter feito nada para merecer cartão vermelho, e vai ser julgado pelo STJD. Não deveria ter julgamento algum, uma vez que a expulsão foi puro “inventation” do árbitro.  Mas o curioso é que o Bruno César, que foi expulso em uma partida que aconteceu no dia 23/03, portanto, depois dessa, já foi julgado e absolvido. O julgamento do Kardec, QUE FOI EXPULSO ANTES, não tem data marcada ainda. Só eu estou pensando o que eu estou pensando? O STJD está guardando isso para uma “ocasião propícia”? Vamos ter mais do ‘mesmo de sempre’? Vamos ficar de olho, parmerada!

Mas voltando ao jogo no ‘pântano’ do Portal da Amazônia, se jogar estava difícil, vontade não faltava para o Palmeiras (para o outro time, que sonhava com o jogo de volta, também), e, quando ele engatava um ataque era parado na falta, e o juiz… deixava barato. Como aconteceu aos 26′, quando Eguren passou para o Mago, que tocou de primeira para o Patrick; ele tocou pra Wendel, que deixou mais à frente para o próprio Patrick, que saiu à frente de Marinho; o adversário, ao se ver ultrapassado, o puxou, o derrubou, e o juiz  só marcou a falta. Cartão que era bom…  Patrick reclamou um bocado, e com razão.

E dá-lhe botinada em Vinícius, no “Lã”, no Mago, no Patrick… França apanhava bem mais do que batia…

Nossa zaga deu um vacilo e, numa jogada de impedimento, não marcado pelo árbitro, e tampouco pelo bandeira, Edilsinho teve a oportunidade de marcar e chutou pra fora.

Edilsinho-impedido

Já pensou se o gol tivesse sido marcado? Na conta de quem ficaria esse prejuízo?

No segundo tempo, o Palmeiras, atacando para o lado menos encharcado, começou a encontrar melhores oportunidades, mas pecamos, muito, nas finalizações. Vinícius perdeu um gol feito. Os jogadores (dos dois times!), correndo tanto naquele lamaçal que virou o campo, pareciam extenuados. E o nosso futebol não fluía como deveria, como temos visto em outras oportunidades… A torcida, vendo toda a dificuldade que o Palmeiras enfrentava, não parava de apoiar.

Cansada dos comentários do ‘porre’ chamado Maurício Noriega, tão contra o Palmeiras, mudei de canal e coloquei na ESPN. Kleina colocou Mendieta e Leandro no lugar de Patrick e Vinícius (que perdera um gol imperdível) e o gol nada de sair…

O Palmeiras não desistia, mas sofria com o campo pesado demais; o Vilhena, que já fazia cera antes, fazia ainda mais agora, ao contrário do que aconteceria mais tarde, no jogo de “Lojas Marisa” 1 x 0 “C&A”, quando quem procuraria o jogo seria o pequeno e o “grande” faria cera.

Aos 34′, Kleina colocou Bruno César em lugar de Eguren. O desgraçado do relógio parecia fazer o tempo correr mais rápido. As coisas caminhavam para um 0 x 0… não era possível uma coisa dessas.

E não era possível mesmo… Aos 42′, Bruno César recebeu na direita, raçudo, levou a melhor na disputa com seu marcador, avançou e meteu a bola na área; Leandrinho deu uma ajeitadinha e guardou!

E o ‘Portal da Amazônia’ explodiu de felicidade! Aqueles torcedores todos, que tanto esperaram para ver o Palmeiras em campo, que saíram de várias cidades e estados, que viajaram muitas horas para chegarem até ali, merecidamente, viram o seu time marcar um gol, vencer a partida. E vibraram com ele, se abraçaram, choraram e sorriram de felicidade… e o ‘Portal da Amazônia’ nunca mais será o mesmo depois do Palmeiras ter estado lá…  dizem que, agora, ele se chama “Palestra Italia de Rondônia”…

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=1tBj-hOZ1MQ[/youtube]

E, enquanto por aqui, havia quem morresse de raiva porque o Palmeiras teve dificuldades para jogar no meio da água, da lama, dos buracos, da grama alta (qual time não teria?), e conseguiu uma vitória ‘magrinha’ (nas duas Copas do Brasil que conquistamos, não iniciamos eliminando o jogo de volta)… lá de Rondônia, a torcedora que viajara 12 horas para ver o seu time de coração, a Juliana Oliveira, do início dessa postagem, me diria:

“Tenho certeza que o jogo seria melhor num campo seco, só que estamos em pleno “inverno amazônico” ou seja chove muito. Vai ficar pra sempre em nossas mentes, um jogo do Palmeiras pela Copa do Brasil, equipe titular (com exceção de lesionados), ver o Prass em ação, a caçada ao Mago, Lã Kardec, a pegada do França (e não é que pegou o “Lã Kardec” e “a pegada do França”?), a corrida do Juninho… a garra dos jogadores do Vilhena (às vezes maldosa) e tudo isso sendo transmitido ao vivo pro mundo…”

Não é preciso dizer mais nada, né?

“… quero vivê-lo em cada vão momento, e em seu louvor hei de espalhar meu canto, e rir meu riso e derramar meu pranto, ao seu pesar ou seu contentamento…” – Vinícius de Moraes

Hoje, às 19h30, tem Palmeiras estreando na Copa do Brasil 2014, diante do Vilhena, em Rondônia. E o Verdão precisou viajar 2.366 km para chegar até lá. Viagem longa, cansativa, que fez com que o Palmeiras, estrategicamente, resolvesse dar uma paradinha no meio do caminho. E, assim, a delegação foi dar uma ‘esticadinha nas pernas’ em Cuiabá.

Acho lindo ver vídeos e fotos da chegada do Palmeiras a outros estados, me emociono vendo os torcedores, tão felizes, tirando fotos, pegando autógrafos… acho lindas essas demonstrações de amor e carinho, que fazem tanto bem aos torcedores e ao time… fico imaginando como eles se sentem em momentos como esses… fico me sentindo tão privilegiada, e até com remorsos, por poder ver o Palmeiras jogar todas as semanas.

E olha só o que aconteceu no aeroporto onde o Palmeiras, o time da torcida que está encolhendo (você acreditou nisso?), ia desembarcar.

Verdão-chegada-CuiabáVerdão-chegada-Cuiabá1Verdão-chegada-Cuiabá2

O Palmeiras, tão calorosamente recebido pelos seus, fez um treino em Cuiabá, e o local  encheu de torcedores, felizes, com camisas, bandeiras, cantando, matando a vontade de ver seus ídolos, de tirar fotos com eles, de pegar autógrafos… coisa linda!

E então, se despedindo dos “familiares” de Cuiabá, o Palmeiras embarcou para Rondônia; faltava quase 800 Km ainda.

Através do Facebook, eu conheço muitos palestrinos de Rondônia, mas tinha muita gente se perguntando: Será que tem  palmeirenses por lá???

Dá uma olhadinha na primeira estrofe do hino do Vilhena, ela responde à pergunta.

“Quando surge o Vilhena imponente,
a torcida vai dando o recado.
Sabe bem o que vem pela frente…”

Simpaticíssimo esse hino, não é mesmo, leitor? E tão familliar…

O Palmeiras tem uma legião de torcedores, muito apaixonados, espalhados por todo esse Brasil. E eles colocam muito “girador de catraca” no bolso. Acompanhamos o que aconteceu, ano passado, na Série B, quando algumas cidades paravam pra ver o Palmeiras; acompanhamos a festa em todo território nacional, quando conquistamos a Copa do Brasil de 2012. Você lembra das carreatas pelo Brasil? Que outro clube faz o Brasil inteiro comemorar, dessa maneira, uma conquista?

https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2012/07/16/sociedade-esportiva-brasil/  .

Não tem jeito de tentarem nos apequenar, não adianta tentarem nos “esconder” com pesquisas mandrakes, com números e estatísticas falsas… É O PALMEIRAS! Simples assim. E gostem ou não, ele tem torcida pra caramba, e é o clube mais amado do Brasil.

Veja só a chegada em Rondônia do maior campeão nacional, do Campeão do Século (e é só a estreia no campeonato). Uma multidão foi atrás do Verdão:

Palmeiras-Vilhena

Palmeiras-Vilhena1

Fotos: Fellipe Lucena / Lancenet

Para completar, assista ao vídeo e morra de orgulho desse nosso time e da nossa família.

http://sportv.globo.com/videos/palmeiras/t/ultimos/v/antes-de-jogo-em-rondonia-palmeiras-faz-a-alegria-dos-torcedores-em-mato-grosso/3207753/

BOA SORTE, VERDÃO, SEU LINDO! E BOOORA BUSCAR ESSE CANECO, PARA BEBERMOS NELE O CHAMPANHE DO CENTENÁRIO!!

Lançada há menos de dois meses, após a reformulação do setor de comunicação e da contratação de profissionais da TV Santos (contratação tão criticada por alguns palmeirenses) a TV Palmeiras já é a líder entre os clubes brasileiros em número de inscrições no Youtube, e é a sétima entre os clubes do mundo. Tá bom assim pra você, palestrino?

É isso mesmo, meu amigo, no ano de nosso centenário, passamos a perna nos demais clubes brasileiros e em alguns grandes clubes do mundo também. O Verdão mais lindo e mais amado do planeta ultrapassou o Bayern de Munique (ALE), atual campeão da Europa e do Mundo, a Inter de Milão (ITA), o Paris St Germain (FRA) e, no Brasil, se colocou à frente do Santos, que era o líder de inscrições no Brasil, São Paulo, Corinthians… Mas que ‘Parmera’ abusado!

Confira o Top 10 do mundo:

1) Barcelona: 1.281.368
2) Real Madri: 1.109.375
3) Chelsea: 307.469
4) Juventus: 254.551
5) Manchester City: 251.550
6) Liverpool: 223.343
7) Palmeiras: 219.807
8) Milan: 217.432
9) Santos: 209.071
10) Bayern de Munique: 139.521

(O texto foi editado porque, hoje, 13/03 o Palmeiras, que tinha 209.084 inscrições subiu para a sétima colocação, com 219.807 inscrições.)

A seguir vem a Inter de Milão: 114.754, São Paulo: 97.371, Paris St Germain: 93.016, Corinthians: 80.126 e Roma: 72.644

Dá uma olhada nesse vídeo e veja se nosso “garoto-propaganda”, Marcelo Oliveira, não está dando um banho de simpatia e alegria na TV Palmeiras:

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=GgCL8MlVzjw[/youtube]

Que força tem a nossa torcida… se capricharmos, poderemos estar em terceiro nessa lista não demora muito, e temos torcedores suficientes para desbancar até mesmo os dois bichos-papões lá de cima.

E isso porque a Press, e as suas pesquisas mandrakes, “juram” que a nossa torcida está encolhendo – isso nos leva a concluir que não se pode confiar muito nas pesquisas da Press e, consequentemente, na própria Press -, mas, contra fatos, não há argumentos, ainda que existam alguns que não tenham capacidade de enxergar esses fatos.

PARABÉNS, PALMEIRAS! PARABÉNS, TORCIDA QUE CANTA, VIBRA E ADOOORA ESSE VERDÃO!

#TVPALMEIRAS #TVPALMEIRAS

Amigo leitor, estou cansada de falar aqui sobre a sacanagem da mídia esportiva com o Palmeiras, estou cansada de falar das matérias tendenciosas, das levianas entrelinhas, das tentativas incessantes de denegrir o Palmeiras e as coisas do Palmeiras (ah, essa Clorofila “lunática”…). Hoje, uma amiga e leitora, indignada, me alertou para uma certa notícia que ela leu num portal e eu fui conferir.

Todo mundo sabe – principalmente a Press – que a maioria das pessoas lê apenas as chamadas das notícias e só abre mesmo aquelas que lhe interessam diretamente. Portanto, se você não for torcedor do Palmeiras, nem da Lusa, você lê a notícia abaixo, absorve a informação que ela traz em seu título, faz seu julgamento pessoal sobre os envolvidos na notícia, tira inúmeras conclusões… e passa tudo isso pra frente.

Na home da Globo a notícia é essa:

NotíciaMentirosa-Globo

Nossa! Um torcedor do Palmeiras agrediu a mãe de um jogador do Palmeiras? Mas, se você abrir a notícia… TCHA RAM! Num passe de mágica o agressor da mãe do Diogo passa a ser… torcedor da Portuguesa!!  Ora pois!

NotíciaMentirosa-Globo1

Pode ser um erro? Pode. Muito embora, seja absurdo acreditarmos que num portal desse tamanho ninguém faça a revisão da notícia, não é mesmo?

E, para não parecer que é paranóia de torcedor, até às 13h17, desta segunda-feira, a notícia continuava inalterada (foi editada depois desse horário), e os leitores ficavam de posse da informação de que um torcedor do Verdão era o agressor da mãe do jogador Diogo (talvez eu não perceba, não tenha olhos pra isso, mas o fato é que nunca vejo esses “erros” nas matérias de outros clubes). Legal, né? Só que não…

NotíciaMentirosa-Globo3

SporTV-entrevista

Eu não poderia deixar de registrar aqui, algo que aconteceu na quinta-feira, quando o Palmeiras enfrentou o São Bernardo.

Após o final da partida, com tanta coisa bacana que aconteceu com o Palmeiras em campo, com a vitória – quase a classificação -, com dois gols lindos (Kardec e Valdivia), com uma apresentação brilhante do Mago, do time, o repórter André Hernan, do SporTV (tinha que ser do SporTV), foi perguntar ao Mago sobre o cartão amarelo, o terceiro, que ele tomara nos útimos minutos da partida, depois de cometer uma falta.

Já não bastava ter sido  iniciativa do SporTV, aquela presepada armada para Valdivia ser punido em 2013 (o único jogador na história do futebol brasileiro a pegar um gancho, graças à colaboração de um programa de TV, por forçar um cartão amarelo), e, agora, seus repórteres farão marcação cerrada a cada vez que ele (e só ele) tomar um terceiro cartão? Isso já é perseguição.

Mas o Mago, na quinta-feira, estava num dia de muita inspiração fora de campo também…

Repórter: Valdivia, qual o tamanho do alívio de saber que você vai voltar e não vai estar mais pendurado?

Valdivia: Você pensou quanto essa pergunta? (Essa é a pergunta perfeita para ser feita para um bom número de profissionais de imprensa)

Repórter: Tô perguntando porque você foi lá, fez a falta no jogador, faltando poucos minutos pra terminar (Será que tem alguma regra ditando que só se pode cometer uma infração se faltar bastante tempo para acabar o jogo?)

Valdivia: Não pode fazer falta?

O repórter, que talvez tenha imaginado que o Mago acabasse confirmando o que ele parecia querer que fosse confirmado, ficou meio sem graça com a resposta, deu um tempinho, mas pareceu tentar “pegar o Mago de calça-curta” numa segunda pergunta:

Repórter: O Palmeiras está na frente dos adversários? (e nada sobre a partida, sobre como a vitória foi construída…) 

Valdivia: Sim, nós estamos em primeiro e eles não.

‘HAT-TRICK’ DO MAGO! E assunto encerrado!

Assunto encerrado? Que nada. Mais tarde, quando Valdivia saía do vestiário para ir embora do Pacaembu, lá estava o repórter do SporTV, de novo querendo saber sobre o terceiro cartão (e nada de perguntar sobre a partida, sobre a boa atuação de Valdivia…). Estranho que o tal repórter, e todos os outros, não se preocupem com terceiros cartões de mais nenhum jogador, não é mesmo?

Repórter: Deixa eu só voltar num lance, que eu te perguntei lá no gramado, e você ficou até um pouco irritado (mesmo assim, ele foi perguntar outra vez. Será que ele queria irritar o jogador? Não, Sim ou Com certeza?), essa questão de cartão, aquilo que aconteceu no STJD, isso acaba te irritando? É isso? Me fala um pouco do lance em si (o cara parecia querer que o Mago falasse que forçara o cartão, tal qual ele, repórter, imaginava que tivesse sido).

Valdivia: Bom, primeiro, eu não fiquei irritado pela pergunta. Só achei estranho que a primeira pergunta fosse direcionada ao cartão. (eu também achei, viu Mago?). Eu tinha feito gol, a gente tinha ganho, depois de uma derrota, acho estranho que, vocês, na primeira pergunta que seja feita, é relacionada ao cartão (Né?)… o cartão foi lance normal.

Mas o moço não se dava por vencido e insistia (se está entrevistando o jogador, fez a pergunta, ele respondeu que não, é não)…

Repórter: Gostaria de perguntar… desculpa, até vou te perguntar, porque eu fiz a pergunta, né? Perguntei pela proximidade do lance, que aconteceu no finzinho de jogo… eu queria que você falasse do lance…

Valdivia: Bom, da próxima vez, eu vou fazer (a falta) no minuto um… tomara que eu faça um gol, e tenho certeza que a primeira pergunta de você vai ser a mesma.

Bingo, Mago! O problema é a intenção que está por trás da pergunta, da insistência toda, e também a incapacidade da maioria desses repórteres para fazer perguntas e pautas melhores. O problema é tentarem sempre te complicar (pelo menos, é a impressão que dá), e fazer parecer malandragem sua, o que é malandragem no futebol brasileiro desde sempre. Sem contar que você, com a sua enorme visibilidade, dá uma audiência e tanto.

Fica esperto com esses caras da Press, Mago! Estamos todos de olho neles. A maioria é gambá e ainda não esqueceu o chororô…  😉

http://globotv.globo.com/sportv/futebol-nacional/v/valdivia-ironiza-possivel-malandragem-em-cartao-amarelo-nao-pode-fazer-falta/3179602/

http://globotv.globo.com/sportv/redacao-sportv/v/valdivia-se-irrita-com-pergunta-quando-falo-de-stjd-unico-a-ser-punido-sempre-sou-eu/3180443/

“Quanto riso, oh, quanta alegria…”

Na véspera do carnaval, o Palmeiras foi a campo e voltou à sua rotina. Rotina de vitórias, a oitava em onze jogos, nesse Paulistão. Depois de um (único) tropeço, de um dia pra lá de infeliz e um juizinho mequetrefe, o Verdão voltou ao Pacaembu para enfrentar o São Bernardo,  jogou um bolão – com direito à magia de um “falso 9”-,  e venceu por 2 x 0.

Antes do jogo, a Press fazia questão de lembrar que o Palmeiras iria enfrentar um time que tinha a melhor defesa do Paulistão, que parara outros grandes (esse São Bernardo é o mesmo que venceu os “itaqueras” e empatou com os bambis, viu?)  – mas, depois do final da partida, a imprensa tratou rapidinho de esquecer o assunto.

Eu não estava nem um pouco preocupada com o adversário, afinal, o time do Palmeiras é muito bom, o Prass estaria no gol, o Lúcio na zaga, “Lã” Kardec, estava de volta, Wesley também, Valdivia estaria em campo  – quando ele está em campo, a minha confiança é redobrada, triplicada.

Entrei no Pacaembu quando o hino já estava sendo cantado e me espantei ao ver que o Palmeiras ia enfrentar um time de… “árbitros”! O uniforme era praticamente igual, naquele amarelo e preto que até nos embrulha o estômago, por nos fazer lembrar as presepadas  que os homens do apito fizeram (e continuam fazendo) com o Palmeiras (deve ter sido por isso que o juiz da partida foi tão ‘simpático’ com eles e os deixou baterem bastante no Mago, no Kardec… deve ter sido por isso que não viu a posição legal do Mendieta, quando o safardana do bandeirinha marcou impedimento). Era mais um motivo pra o Palmeiras bater o time do São Bernardo.

Mas o São Bernardo, que está entre os oito melhores times deste paulistão, e veio pro jogo com a melhor defesa do campeonato (era a melhor até enfrentar o Parmera), é um time acertadinho, mas que não fica lá atrás retrancado, muito pelo contrário, sai pro jogo e deixa jogar também.

E o Palmeiras, de Prass, Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira, Juninho, Eguren, Wesley, Valdivia, Marquinhos Gabriel, Vinicius e Alan Kardec, com muito mais qualidade no elenco, desde o primeiro minuto, se impôs na partida. As jogadas no ataque eram sucessivas, com Kardec, com Wendel, Eguren, Vinícius, Wesley (cobrando falta), Valdivia, Wesley de novo, Wendel e Eguren…  até o Lúcio, recebendo aplausos da torcida, deu uma arrancada pro ataque, saiu fazendo fila… coisa linda! E não tínhamos nem quinze minutos de jogo ainda. Valdivia (joga muito o meu craque favorito) enfiou uma bola para Marquinhos Gabriel chutar cruzado e ela passar pertinho… Huuu!

Só aos 18′, o São Bernardo botou o Prass pra trabalhar; no chute de Careca, o goleirão foi no cantinho e espalmou pra fazer a defesa. No minuto seguinte, em novo ataque, Careca chutou cruzado, ‘Van Der’ Prass defendeu com o pé. Aplausos pra ele!

Mas quem era perigoso no jogo era o Palmeiras. Marquinhos Gabriel cruzou na área e Kardec cabeceou pro gol. O goleiro deu um baita salto pro lado e conseguiu mandar pra fora… quase! O Palmeiras queria o gol. A bancada se inflamava.

Na jogada seguinte, aos 24′, a superioridade verde ganharia número. Wendel cruzou pelo alto, Valdivia deu uma escoradinha, de leve, e a bola foi encontrar  “Lã” Kardec, matador, de frente pro gol. Ele só desviou de direita e meteu na rede. (Você vai se arrepender de não o ter levado, Felipão. Escreve aí.) GOOOOOOOOL, ‘LÃ’ KARDEC, SEU LINDOOO !!!! A classificação chegando…

Lúcio quase deixou o dele (a torcida está ansiosa por esse gol). Numa jogada pelo alto, ele mandou de cabeça, e o filho-da-mãe do goleiro espalmou, no rebote, Kardec cabeceou também, mas a defesa tirou. A torcida já estava toda de pé…

Valdívia,  peça fundamental do time, ora estava na meia articulando o jogo, metendo bolas açucaradas pros companheiros, dando passes lindos, dribles, ora era atacante, puxava contra-ataques, dava arrancadas… e em muitas ocasiões ajudava a marcar, gritava com os companheiros. A presença de Vinícius no time me agradava bastante; na defesa, Lúcio batia um bolão (e eu que achei que o Palmeiras não deveria contratá-lo, me enganei redondamente).

O jogo até que estava fácil, mas jogar com aquele calorão parecia bem difícil. Os jogadores dos dois times se mostravam bastante extenuados. Na bancada, os torcedores bebiam muita água, refrigerante, compravam sorvetes…

Na segunda etapa, os jogadores do Palmeiras voltaram com uma faixa de apoio para o menino Lucas, que precisa de um transplante de pulmão. Família que se ajuda… lindo!

O São Bernardo voltou querendo descontar. Deu umas aparecidas na área, sem muito perigo, mas, numa delas, Careca bateu forte, e Prass fez uma boa defesa. A vida do tal Careca não estava fácil com o Prass pela frente.

Aos 10′, mais magia no jogo… Wesley tocou pra Vinícius, que mandou a bola na área; o”falso 9″ estava por lá… o Mago recebeu, dominou, olhou onde queria guardar e guardou, do jeito que quis, sem chance alguma pro goleiro. GOOOOOOL, MAGO, SEU LINDOO! Que festa na bancada! Meu coração também pulava de alegria. O Palmeiras, praticamente garantia a sua classificação e ia poder descansar tranquilo no carnaval (Descansar? O time está treinou até no sábado, e Valdivia está com a seleção chilena).

Podíamos ter feito mais gols na partida, as chances foram muitas. Podíamos ter feito o terceiro quando Mendieta, em posição legal, se dirigia em direção ao gol, sozinho, e o bandeirinha assinalou impedimento (o juiz não viu que não foi?),  mas já estava garantido, o carnaval palestrino seria de festa, seria de tranquilidade, liderança no campeonato…. seria do Mago comandando o time; seria do matador Kardec rondando a área adversária; seria de Wesley, Juninho, Wendel, Marcelo Oliveira, Vinícius, Mendieta, Marquinhos Gabriel, Eguren, fazendo boa partida; seria de Lúcio, sensacional, chapelando o adversário no último minuto do jogo, e arrancando aplausos e gritos da galera; seria de Kleina, enfiando muito técnico renomado no bolso; seria da amizade, determinação e companheirismo que existe na equipe; seria daquela gente de verde, de branco e de amarelo, que não parava de sorrir e de cantar…

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=5Z2EAT9mEtE[/youtube]

Com dez pontos a mais que o terceiro do seu grupo, e doze pontos em disputa, o Palmeiras, jogando o que tem jogado, já pode se considerar classificado (pra mim, já está), mas dizem que falta uma vitória… pois então, vamos buscá-la. Vai ser na quinta-feira, no Pacaembu, diante da Lusa. Mais uma vitória a caminho do título. Eu acredito.

E SE O PALMEIRAS VAI JOGAR, NÓS VAMOS!!

ÔÔÔ VAMOS GANHAR, PORCOOO!!

 

Nós, torcedores, sabemos que a média de público do futebol brasileiro têm deixado a desejar e, até agora, quase na metade das primeiras fases dos campeonatos estaduais, o número de torcedores que acompanham os seus times são reduzidos. Poucos times têm se salvado, mas levando-se em conta os  públicos dos campeonatos Paulista, Mineiro, Carioca e Gaúcho, os clubes que têm melhores médias de público são: Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro, Grêmio e Atlético-MG.

Mas você sabia que, dentre os clubes que têm melhor média nos principais campeonatos estaduais do Brasil, o Verdão é o que vem em primeiro? Isso mesmo, palestrino! O nosso “Parmera”, no ano do seu centenário, tem colocado, em média, 14.549 pessoas no Pacaembu, deixando os “canpiaum mundiau” e seus fiéis(??) que não vivem de títulos(??) em segundo, com 13.942 torcedores por jogo. Em seguida vêm Cruzeiro (10.836), Grêmio (10.742) e Atlético-MG (10.075). Esses, são os únicos com médias de público acima de 10.000.

Ah, essa torcida palmeirense, que as pesquisas (compradas) teimam em dizer que está encolhendo…

Dentre os clubes não considerados “grandes” quem está melhor no quesito “média de público” é o São Bernardo, que tem a oitava melhor média de público dentre os quatro maiores estaduais, com 8.356 torcedores por jogo, e está à frente de times como o São Paulo (7.412), Santos (7.198), Inter (3.813), Vasco (8.252), Botafogo-RJ (1.255).

E como você viu no parágrafo anterior, alguns times andam amargando médias de público baixíssimas, e, consequentemente, rendas insignificantes, como é o caso do Inter, 15º da lista, com média de 3.813 torcedores por jogo, e do Botafogo, 33º, com 1.255 torcedores por jogo (quase a torcida inteira deles). E, acredite, eles não estão atrás só do São Bernardo. Clubes como Pelotas-RS, Friburguense-RJ, URT-MG e Audax Osasco-SP, levam mais público aos estádios.

E se formos comparar os campeonatos estaduais entre si, o Paulistão é o que tem melhor média, com 4.398 torcedores por jogo, seguido pelo campeonato mineiro, carioca e gaúcho (xiiii, Tamoxunto, o campeonato gaúcho é o que tem menos público. E a visibilidade?). Confira os times melhores colocados nos quatro campeonatos com melhores médias de público do país (presta atenção no time lindo que está em primeiro):

 Melhores públicos nos quatro estaduais
(Melhores Públicos nos quatro estaduais. Crédito: Revista Placar)

E segundo a Placar, se levarmos em conta os públicos em outros estaduais, o do Palmeiras ainda é o melhor.  A equipe que chega mais perto do líder de público Palmeiras,  é o Remo (Pará), que tem média de 12.549 torcedores por jogo. Depois vem o Criciúma (SC), que  coloca 7.757 torcedores por jogo.

Paysandu (Pará), Central, Salgueiro e Santa Cruz (Pernambuco), Maringá e Coritiba (Paraná), e ABC (Rio Grande do Norte), aparecem bem na lista, com números que se aproximam dos melhores colocados dos quatro estados com melhores médias de público.

Confira os 29 melhores públicos dos estaduais dos outros estados (Pernambuco, Ceará, Pará, Bahia, Goiás, Brasília, Santa Catarina, R.G.Norte):

Públicos superiores a 3 mil torcedores em outros estaduais

(Fonte: http://placar.abril.com.br/materia/palmeiras-tem-melhor-media-de-publico-dentre-os-grandes-estaduais)

Como você pode ver, amigo palestrino, ainda que possamos colocar muitos torcedores mais no estádio (nossos números costumam ser ainda melhores do que esses), o Palmeiras, da torcida que está “diminuindo” (e teve quem acreditasse nisso) é o clube que mais torcedores leva aos estádios.

E a gente sabe, aqui não tem “modinhas”, não tem “fiéis” e nem bando de louco… aqui tem uma torcida perdidamente apaixonada pelo seu clube, pelo seu time…

E amanhã tem Verdão, lindo, no Pacaembu!! Vamos aumentar a nossa média e mostrar para o Brasil que AQUI É PALMEIRAS, P%$@RRA!!

“Tropeçar faz parte do ‘caminhar’, é assim que ficaremos mais alertas, focando o objetivo sim, mas tomando mais cuidado com todas as pedras do caminho.”

O Palmeiras perdeu a sua invencibilidade no Paulistão ao sofrer a sua primeira derrota para o Botafogo, em Ribeirão Preto. Que pena… Estava tão boa a brincadeira de ‘invicto pra cá, invicto pra lá’. Mas a gente sabia que uma hora ou outra isso iria acontecer, não é mesmo? E, embora o Palmeiras tenha facilitado a vida do Botafogo, foi mais ou menos normal que tivesse sido ontem (só não foi normal porque vacilamos muito em campo), uma vez que o time entrou em campo cheio de desfalques.

Sem Kardec (expulso pela inventividade de Seneme na partida anterior), Leandro (sofreu um corte profundo na perna durante o treino), Wesley e Juninho (poupados por desgaste físico), Diogo (problemas no adutor da coxa direita), Wellington (posterior da coxa esquerda) e Mazinho (no banco), Gilson Kleina precisou promover um monte de mudanças.

E nos primeiros minutos, com o Palmeiras em cima do Botafogo, levando perigo ao dono da casa, a coisa até parecia que ia funcionar. Mas o adversário foi se acertando e o Palmeiras se desacertando…

Meu pai sempre me disse que time que ganha o meio de campo, ganha o jogo. E o Botafogo começou a ganhar o meio de campo. Ai, ai, ai… As mudanças não estavam dando certo. E eu tinha que assistir ao lado de uma visita que, embora não torça para time nenhum, só para ser cruel, se deliciava nas vezes em que o Botafogo atacava… que saco!

E numa descida do Botafogo, a bola foi cruzada na área e, Mike, de cabeça, abriu o placar. Achei que o jogador do Palmeiras, que o marcava, podia ter tirado a bola dele, mas se atrapalhou na jogada (nem olhei pra cara da visita). Teríamos que ir buscar…

E não demorou nada. William Matheus cruzou para Mendieta, ele deu um corte no marcador, mas chutou em cima do zagueiro. O rebote ficou com o Mago que, dentro da área,  chutou direto pro gol,  Henrique Mattos entrou na frente de Valdivia e, de braço meio aberto, ou longe do corpo para exemplificar melhor, acabou cortando a trajetória da bola (se o braço está aberto é pênalti sim).

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Mão à frente do corpo, na altura do cotovelo, interceptando a trajetória da bola, o juiz tem que marcar:

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O árbitro marcou a penalidade. Na cobrança, o Mago bateu no canto esquerdo e empatou a partida. Que maravilha!! Tchuuupa, visita! (Tenho pavor de pênaltis e quase morro do coração, pela importância que ele tinha naquele momento).

O Botafogo, em sua casa, querendo manter a liderança do seu grupo – onde os ‘itaquera’ são lanterna -, ia pra cima do Palmeiras. Aos 33′, William Matheus deu uma baita vacilada e perdeu a bola, de bobeira; o jogador que lhe bateu a carteira avançou e bateu colocado (de fora da área!!), e Prass nada pôde fazer. Cáspita! Atrás no placar outra vez… Teríamos que ir buscar de qualquer maneira, mas, três minutos depois, o juiz inventou um pênalti para o Botafogo (como os árbitros adoram inventar contra o Palmeiras).  Daniel Borges tentou o cruzamento e a bola bateu no braço de William Matheus (ele estava num dia lastimável, mas essa culpa ele não tem). Braço colado ao corpo e nenhuma intenção de interceptar a trajetória da bola. E onde que isso é pênalti?

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O Botafogo cobrou e marcou. A visita, sem consideração alguma à minha aflição, se divertia com a marcação; a minha paciência já estava na reserva.

Tomando o terceiro, o Palmeiras até tentou reagir, mas, o time que já estava num dia ruim (e isso acontece), que não se encontrava em campo, que não conseguia fazer as suas características jogadas de infiltração, ficou mais perdido ainda, e aí que as coisas não davam certo mesmo. Eu gostava do França, mas Eguren me parecia lento; eu tinha a impressão que as posições estavam todas trocadas. Valdivia (o mais lúcido do time) me parecia que jogava de centroavante, Marquinhos Gabriel de atacante (que desperdício, Kleina!) e como Mendieta não estava muito bem na partida (a maioria dos jogadores não estava) as bolas não chegavam nos “atacantes” lá na frente. No segundo tempo teríamos que consertar o que estava errado.

No segundo tempo, entraram Bruno César e Vinícius, no lugar de Marquinhos Gabriel e Miguel. Eu já tinha largado a visita e ido assistir no note, que travava um bocado. Estava pra lá de irritada.

A mudança deu mostras que surtiria efeito; o Palmeiras, impaciente, pela incômoda e inédita situação de estar perdendo por dois gols de diferença, foi pra cima. Bruno César, França, Valdivia… quase! O ‘quase’ deixava os jogadores mais impacientes ainda, os jogadores começavam a se irritar e o futebol do Palmeiras sofria, a torcida também…

Os jogadores do arrumadinho Botafogo tentavam atrapalhar as nossas cobranças de falta, e eu me lembrava do Kardec (que não fez nada) ter sido expulso na partida anterior, sob a alegação que tentara retardar uma cobrança… Acho que a regra vale só para expulsar ‘parmeras’, quando eles são importantes para o time.

E por falar nisso, aos 29′, Bruno César fez uma falta e tomou amarelo. Reclamou com o árbitro e imediatamente foi expulso (como os juízes são severos com o Palmeiras, o segundo jogador expulso em duas partidas seguidas.). Na transmissão, o venenoso Milton Leite dizia: “… é… para quem está chegando agora, ser expulso em sua segunda partida, não é uma boa coisa…”. Acho que ele não viu, ou esqueceu, que no clássico entre São Paulo e Santos – que terminou momentos antes do jogo do Palmeiras começar – Luís Fabiano se cansou de reclamar, acintosamente, com o árbitro; esqueceu que a Borboleta-Mor também reclamou um bocado, e que nenhum dos dois foi expulso. Isso sim, não é uma coisa boa. E o nervosismo de Bruno César, que saiu do banco, para entrar pela segunda vez no time, com a missão de ajudar a reverter um placar adverso, embora pudesse ter se controlado mais, pelo bem do time, era bastante compreensível.

O fato é que com a expulsão de Bruno César – em pouco tempo no jogo deu mostras de que vai se dar bem com Valdivia -, o Palmeiras,  irritado, impaciente, num dia muito ruim, ficou impossibilitado de reagir e conheceu a sua única derrota em dez jogos.

Eu não queria que o Palmeiras perdesse, de jeito nenhum e, nos primeiros momentos, fiquei bastante irritada (quando lembrei que os “itaquera” se prejudicavam com o resultado, a minha irritação diminuiu). Mas, manja aquela história de contar as suas dádivas? Já que perdeu, melhor que tenha sido agora, quando não nos complica, quando a derrota pode apenas servir de alerta, quando o maior prejudicado foi o grande rival, que está no outro grupo.

Pra mim, não há nada de cruz, pregos e martelos; não há motivo para crucificar ninguém. Não há crise na Turiaçu. Foi mesmo um tropeço, indigesto, de um dia atípico, em que o time esteve apático, em que as mudanças não surtiram efeito; dia em que algumas atuações foram muito ruins, em que a arbitragem nos prejudicou, dia em que Juninho fez falta, sim, dia em que o futebol ficou muito aquém do que o Palmeiras pode jogar, dia em que o “Seo Girso” não se(nos) ajudou também.

Mas esse dia já ficou pra trás, e nós vamos seguir em frente, porque temos uma classificação a conquistar e um campeonato também!!

Na quinta-feira tem mais… ÔÔÔ, VAMOS GANHAR, PORCOOO! 

Na noite dessa quarta-feira (19), o Palmeiras enfrentou o Ituano no Pacaembu para defender a sua invencibilidade, a liderança do Paulistão e para colocar mais três pontinhos em sua conta.

Jogo às 22h00 é de uma falta de bom-senso e lógica absurdas. Um descaso com o torcedor! Não há motivo algum para que uma partida seja realizada nesse horário – a não ser o interesse da TV (para não perder a audiência da novela e do BBB) e a conivência da FPF -, ainda mais durante a semana. Os torcedores, que se utilizam de transporte público, têm sérios problemas para voltar pra casa, uma vez que, depois da meia-noite, não há mais trens circulando e, dificilmente, dará tempo para pegar o último metrô. E, seja de transporte público ou particular, os torcedores trabalham no dia seguinte, não é mesmo?

Nem sei pra que existe o tal “Estatuto do Torcedor”, já que os torcedores são tão desrespeitados.

Em campo, sem Valdivia, Leandro (suspenso), Wesley (com um desgaste muscular) e Wellington, Gilson Kleina escalou Mendieta, Diogo, França e o estreante Josimar.

É claro que, sem entrosamento das novas peças palestrinas, com os times fazendo muitas faltas e com o Ituano na retranca, o futebol ficaria comprometido. Tirando alguns poucos lances, como a cobrança de falta de Juninho, que Lucio, vindo de trás da defesa do Ituano, cabeceou forte pro gol, obrigando o goleiro a fazer grande defesa e, no rebote, o próprio Lucio quase guardou na rede, ou a jogada de Mazinho, que pegou a bola na intermediária, arriscou de longe e ela passou pertinho do gol, e uma boa defesa de Prass, o primeiro tempo foi meio sem graça, sem emoção, apático.

No segundo tempo, “seo Girso” sacou Mazinho e chamou Marquinhos Gabriel. O Palmeiras foi com tudo pra cima do Ituano. Não tinha nem um minuto de jogo ainda, ‘Lã’ Kardec avançou pela esquerda e passou para Juninho dentro da área. Juninho chutou no ângulo, mas o maledeto do goleiro  mandou para escanteio. Na cobrança, a zaga desviou, Lucio apareceu e bateu forte, o goleiro defendeu com os pés…

O Ituano abusava do direito de fazer faltas no Palmeiras, além disso, fazia uma cera desgraçada e revoltante, que Seneme (árbitro Fifa???) deixava impune. A torcida ficava enlouquecida com a displicência do árbitro.

O Palmeiras tentava… Juninho, se aproveitando de saída errada do goleiro do Ituano, meteu um chute cruzado e quase abriu o placar. E nada do Kleina colocar o Bruno César…

Por incrível que pareça, fazia frio. Enrolada na bandeira pra me aquecer, eu esperava pelo gol que derreteria o “gelo” do Pacaembu… esperava pelo gol do ‘Lã” Kardec Seleção (mas podia ser gol de qualquer outro parmera)… os ‘itaquera’ deviam estar acendendo velas pro Verdão marcar…

Na cobrança de falta, Mendieta rolou para Lúcio, que soltou uma bomba, mas o goleiro espalmou para longe. Tudo quanto é goleiro quer fazer o nome em cima do Palmeiras (Campeão do Século, né?), e esse, do Ituano, tava pegando o que podia e o que não podia também.

“Seo Girso” chamou Bruno César para o lugar de Josimar. Até que enfim ele ia estrear. E “mi” gostei dele. Se movimentava bem, tava solto, desenvolto, e, numa boa jogada que fez, foi parado com falta pelo jogador Dener, que foi expulso.  Até que enfim, o Seneme (árbitro Fifa??) resolveu punir o time que abusava das faltas. Mal sabia eu o que ele iria aprontar mais tarde…

Eguren entrou no lugar de França.

Jean Carlos ficou na cara com Fernando Prass e tentou dar uma cavadinha (cavadinha no Prass? Tolinho…), o goleirão deve ter pensado: “Aqui, não! Aqui é Palmeiras”, e fez a defesa. Dois minutos depois, Rafael Silva bateu de fora da área com perigo e Prass defendeu!

A torcida cantava, chamava o gol… Bruno César cobrou falta e bola passou pertinho. Conforme o tempo passava, o Ituano fazia mais cera, com a permissão do Seneme. Rafael Silva se jogou no gramado, e o árbitro Fifa, aos 40′, parou o jogo para atender o jogador que apenas procurava ganhar tempo. A torcida xingou ele até não querer mais.

O jogo se encaminhava para o final… O Pacaembu, como se pressentisse, começava a se inflamar por inteiro… cantava, empurrava o time.

E então… ‘ele’, que passara o jogo todo ajudando o time a armar, procurando abrir espaços… ele, que é o matador do Verdão… ‘ele’, que vai jogar na seleção, se Deus quiser… ‘ele’ ia matar a partida…

42’… Diogo, no meio, recebeu de Bruno César, abriu pra Juninho na esquerda, ele fez um cruzamento preciso, que foi achar Kardec livre na área, lá do outro lado… e quem é matador, não perdoa… ele ajeitou e fuzilou o goleiro! GOOOOOOOOOOOL, ‘LÃ’ KARDEC, SEU LINDOOOOO!! Que festa na bancada, que gol delicioso! Faz cera agora, Ituano!

A temperatura no Pacaembu esquentou, ninguém mais sentia frio, a alegria aquecia a nossa alma…

Mas o árbitro (Fifa??) não deve ter gostado muito do gol do Kardec, porque resolveu expulsá-lo de campo sem que ele fizesse algo para isso. O jogador do Ituano meteu a mão na bola, e o árbitro deu a posse para o… Ituano!

Kardec tentou atrasar a cobrança, mas nada fez de errado, foi chutado, foi seguro e, quando se desvencilhou de quem o segurava… foi expulso pelo exagerado árbitro (Fifa???). Não acredita? Então confira…

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Seneme deu posse de bola para o ‘jogador de queimada’… e então, Kardec foi até onde estava a bola e foi atacado por dois jogadores do Ituano. Repare que Kardec (está onde a flecha mostra) é chutado pelo jogador que chega empurrando o palmeirense… O árbitro (Fifa???), Seneme, está vendo…

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Os jogadores empurram Kardec, que nada faz de errado, e Seneme (Fifa???) continua vendo

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Kardec se dirige em direção à bola (isso não é proibido, a menos que ele faça algo com ela), é agarrado por dois jogadores do Ituano (um deles, é o que chutara Kardec momentos antes) , e o árbitro continua vendo…

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Kardec se desvencilha do “abraço dos ursos” (os pés dele não saíram do chão em nenhum momento, ele não acertou ninguém, ao contrário dos adversários) e o jogador do Ituano, o time que fez cera o jogo todo, se joga no chão (olha o joelhinho do moço onde está)…

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O outro jogador do Ituano continua agarrado ao Kardec, que, como mostram as imagens, não faz nada para ser expulso.  O árbitro (Fifa???) pôde acompanhar bem todo o lance e constatar isso.

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Quando viram o árbitro, os jogadores do Ituano foram pra cima do Kardec, veio um outro, meteu as mãos nas costas do palmeirense e o empurrou longe e o juiz… tirou o vermelho pro… KARDEC!!

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O ‘criativo’ árbitro (Fifa???), que expulsou um do Ituano também, inventou a expulsão espírita e prejudicou o Palmeiras e seu jogador. Lamentável, seu Seneme! Ainda bem que você é da Fifa. Imagina se não fosse.

E vai anotando aí, torcedor, a cada jogo tem uma presepada diferente. E começou com aquela banderinha (lembra dela?) que anulou um gol legítimo do Serginho.

VAMOS FICAR DE OLHO!