A partida entre Palmeiras x Flamengo, válida pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro, segue com a data indefinida em razão da classificação da seleção Brasileira para a próxima fase da Copa América. O jogo pode acontecer no no domingo (17), às 16h, como estava previsto desde o início da competição, ou na quarta-feira (20) em dois horários: às 19h30 ou às 21h50, no estádio do Pacaembu. As possibilidades são:

1- Se o Brasil perder nesta quarta-feira (13) para o Equador, Palmeiras x Flamengo jogam no domingo (17) às 16h.

2- Se o Brasil ganhar ou empatar com o Equador, a partida automaticamente será realizada na quarta-feira (20). O horário da partida, porém, vai depender do jogo da seleção brasileira, que será relizado no domingo (17):
a) Palmeiras x Flamengo se enfrentam na quarta-feira (20), às 19h30, em caso do Brasil ganhar no domingo (17) pelas Quartas de Final.
b) Palmeiras x Flamengo se enfrentam na quarta-feira (20), às 21h50, em caso do Brasil perder no domingo (17) pelas Quartas de Final.

IMPORTANTE sobre venda de ingressos:

1 – Em caso de Palmeiras x Flamengo se enfrentarem no domingo (17), a venda dos ingressos vai começar na quinta-feira (14) pela internet – www.futebolcard.com -, postos de venda e estádio Palestra Itália. Neste caso, as vendas pela internet vão acontecer até o dia do jogo, 24h por dia. Nos postos, as vendas acontecem entre quinta-feira (14) e sábado (16) (ver horários abaixo). No Palestra, as vendas acontecem entre quinta (14) e sábado (16), das 10h às 17, e domingo (17), das 10h às 14h. No Pacaembu, as vendas acontecem apenas no domingo (17), das 10h até o intervalo.

2 – Em caso de Palmeiras x Flamengo se enfrentarem na quarta-feira (20) -independentemente do horário (19h30 ou 21h50), as vendas iniciam pela internet – www.futebolcard.com – na sexta-feira (dia 15, para torcedores Avanti) e a partir de sábado (dia 16, para todos os torcedores). Nos postos de venda, as vendas acontecem segunda (18) e terça-feira (19) (ver horários abaixo). No Palestra, as vendas acontecem segunda (18), terça (19) e quarta-feira (20), das 10h às 17h. E no Pacaembu, as vendas acontecem apenas na quarta-feira (20), das 10h até o intervalo.

Os valores dos ingressos são:
Arquibancadas Verde e Amarela – R$30,00 [R$15,00 meia-entrada] Arquibancada Laranja (Setor Itaucard) – R$30,00 [R$15,00 meia-entrada] Tobogã (Palmeiras) – R$30,00 [R$15,00 meia-entrada] Cadeira Laranja – R$40,00 [R$20,00 meia-entrada] Cadeira Descoberta – R$60,00 [R$30,00 meia-entrada] Cadeira Coberta Azul – R$ 150,00 [R$75,00 meia-entrada] Arquibancada Visitante Lilás – R$ 30,00 [R$15,00 meia-entrada]

Drible a fila com Visa Passfirst – Clientes dos cartões de crédito Visa além de realizar a compra através do site www.futebolcard.com, poderão utilizar o seu cartão como instrumento de entrada ao estádio, com a facilidade de não enfrentar filas para compra nas bilheterias ou retirada de ticket. Os demais compradores do site, deverão retirar seus ingressos em guichês identificados nas bilheterias do estádio

Torcedor Itaú Card – O estádio do Pacaembu disponibiliza o Espaço Torcedor Itaú Card (portão 21), localizado no setor de Arquibancada Laranja. Os clientes Itaú terão direito a pagar meia-entrada para este setor apresentando identificação no ato da compra do ingresso.

Além do estádio Palestra Itália, seguem abaixo os 4 postos de venda para a torcida do Palmeiras.

> Bar Brahma 
Avenida São João, 677 – Centro
Horário de funcionamento (das 09h às 11h30 e das 15h às 19h)

> Posto Ipiranga – Central Park 
Rua Jurubatuba, 1500 – Centro, São Bernardo do Campo-SP
Horário (10h às 21h)

> Central de Entretenimento Express / Sede 
Rua Américo Brasiliense, 1827 Sala 3 – Santo Amaro
Horário (09h às 17h)

> Super Shopping Osasco 
Av. dos Autonomistas, 1828 (Recepção) – Vila Yara
Horário (10h às 22h)

Regras de acesso

Torcida Uniformizada: No Estádio do Pacaembu as torcidas uniformizadas do time local só poderão entrar pelo Portão 03 (Arquibancada Amarela). Em outros portões não será permitida a entrada de torcedores com trajes de Torcidas Organizadas.

Torcida Visitante: O acesso não será permitido para torcedores com camisas, bandeiras e acessórios do time adversário nos setores da torcida local.

Gratuidade

PNE – Portadores de Necessidades Especiais: Para o acesso ao estádio o torcedor deverá estar portando documento oficial de PNE com foto. Entrada apenas pelo portão Principal ou Tobogã.

Crianças de 05 a 12 anos: Para o acesso ao estádio o torcedor deverá estar acompanhado de um adulto pagante. A entrada da criança será permitida mediante autorização do policiamento. Entrada apenas pelo portão Principal ou Tobogã.

Regras de meia entrada

Estudantes: Estudantes do ensino fundamental, médio ou superior (público ou particular) pagam meia entrada. Para acesso ao estádio o estudante deverá apresentar comprovante de matrícula ou frequência, carteira da Instituição com foto e o RG.

Adultos maiores de 60 anos: Pagam meia-entrada. Para o acesso ao estádio o torcedor deverá estar portando sua carteira de identidade.

Aposentados: Pagam meia-entrada. Para o acesso ao estádio o beneficiário deverá apresentar comprovante legal com foto e o RG.

Professores da Rede Pública Estadual de São Paulo: Pagam meia entrada. Para acesso ao estádio o beneficiário deverá apresentar comprovante legal da Rede Pública Estadual de Ensino de São Paulo com foto e o RG.

Obs. É necessário apresentar o documento comprobatório na entrada do evento. Caso o portador do ingresso não tenha direito ao benefício, será necessário pagar a diferença do valor do ingresso na bilheteria do estádio.

Vale lembrar ao torcedor que a Outplan e o Palmeiras sempre colocam os ingressos à venda 72 horas antes da partida. Para garantir o acesso aos jogos, o torcedor deve adquirir seus ingressos sempre nos postos de venda oficiais citados acima.

Torcedor: Para evitar transtornos e filas no dia da partida, compre os seus ingressos antecipadamente. Com comodidade e segurança, é possível comprar os ingressos PELA INTERNET através do site www.futebolcard.com, 24h por dia, para todos os setores. Além disso, estão disponíveis outros quatro postos de venda (ver relação de postos e horário abaixo) e também o estádio Palestra Itália.

 

Agência Palmeiras
Fábio Finelli
12/07/2011 14h07



 

Já tinha sido uma dor de cabeça termos deixado dois pontos em Minas, quando jogamos diante do fraco time do América/MG. Pontos que vão nos fazer falta depois e que fizeram também agora, quando poderíamos ter ficado isolados na vice liderança do campeonato.

 

Mas nem podia ser diferente… Apesar de o juiz ser muito ruim e, na minha opinião, ter prejudicado o Palmeiras em alguns lances, nem dá para reclamarmos do sujeito. O Palmeiras apresentou um futebol ruim, sem criatividade alguma (ainda bem que Valdivia volta logo), com falhas nas finalizações, muitos erros de passe; Chico foi, equivocadamente, escalado na lateral; Lincoln não rendeu absolutamente nada, W.Paulista, esforçado, mas meio perdido em campo; Luan voltou a ser Luan; muitas falhas; time sem pegada nenhuma e sem Kleber, lesionado…


Ah, essa lesão… Que novela!

Justo quando o Flamengo acenou com uma proposta de salários mais altos, o nosso Gladiador sentiu uma dor muscular. Confessoque fiquei meio desconfiada, afinal, ele já tinha feito seis partidas pelo Palmeiras. Se fizer a sétima não poderá mais ser negociado para times aqui do Brasil. Mas acreditei que ele estivesse lesionado. Tantos jogadores nossos vêm se machucando, por que não Kleber?

Mas a coisa começou a se arrastar, vieram os papos de que Kleber queria e quer aumento. Aumento? Mas como, se o time só ganhou desclassificações? Uma delas com um vexatório 6 x 0. Como algum jogador, daqueles 10 (Marcos fez o que pode) que se arrastaram em campo naquele 6 x 0, pode pensar em pedir aumento? Eu não daria!

O empresário do jogador desmentia os pedidos de aumento, mas nada do Kleber, que costuma ser tão falante no Twitter, vir a público colocar uma pedra sobre o assunto. Como tinha feito Valdivia, quando o Botafogo quis contratá-lo. Ele simplesmente disse: NÃO VOU! E eu achava que, num momento ou outro, Kleber faria o mesmo. Mas que nada…

Eu sou apenas uma torcedora. E quando escrevo aqui, ainda que tenha as minhas fontes, ainda que tenha os meus contatos, me baseio apenas na visão da torcedora que sou. Por isso, fiquei observando os acontecimentos. Não conversei com dirigente algum sobre o assunto, não tenho acesso ao Kleber, apenas tive algum contato com seu empresário, Giuseppe Dioguardi, que me passou a informação que ele não tinha tido reunião alguma com o Flamengo nesta semana, e não tinha nenhuma outra agendada. Me disse também que ele e Kleber não estavam pedindo um centavo sequer de aumento. Se eu acreditei nessa história ou não, é outro papo. Mas acho justo que seja dito aqui.

Só que um novo episódio causou rebuliço nesta semana. Nosso DM (quem me lê sempre sabe que não confio muito nele) liberou o atleta e deu carta branca a Felipão para escalá-lo. Kleber treinou normalmente na semana, não tomou mais remédios, nem mesmo precisou fazer gelo na coxa (segundo disse em seu blog o Alex Muller). E, detalhe importante, também não se queixou de dores! Então, todo mundo supôs que ele estava recuperado, não é mesmo? Que nada!

Eu não confio em nosso DM, mas isso é coisa minha. Só que, a liberação do jogador, “casou” com o fato de que ele treinou normalmente, sem remédios, sem dores e sem gelo. Mas não é que, após o treinamento da manhã de ontem, quando teria que se concentrar com o restante do elenco, Kleber se reuniu com Frizzo e, após essa conversa, comunicou ao médico do Palmeiras que ainda sentia dores e, por isso, não iria jogar?

À tarde, foi à uma clínica particular, muito conceituada por sinal, e por conta própria, realizou novos exames, que apontaram uma lesão grau dois em sua coxa esquerda.

E isso é que não “casa” com a performance que o atleta tinha tido nos treinamentos durante a semana… Isso eu não consegui assimilar.

O fato é que o jogador está desmentindo o DM do Palmeiras. Isso é uma coisa muito séria! Não me atrevo aqui a culpar e, tampouco, a inocentar quem quer que seja. Mas não posso fazer de conta que não reli, no dia de ontem, a notícia de um ano atrás, de uma lesão na coxa de Kleber, justamente quando estava para fazer o sétimo jogo pelo Cruzeiro e o Palmeiras o queria contratar. A situação é semelhante demais à que temos agora. Que triste…

Mas, se a versão de Kleber for verdadeira, que ele compre essa guerra com o DM então! E já que não tem intenção de sair do Palmeiras, que não está apenas forçando a sua saída, é muito fácil de mostrar isso a todos. Que entre em campo hoje e depois peça para ser substituído por estar com dores.

As pessoas que me leem aqui, e as que privam da minha amizade, sabem muito bem que Kleber nunca foi meu ídolo, mas também sabem que gosto dele e o respeito. Fiquei muito feliz com a volta do Gladiador. Me emocionei bastante com aquelas cinco mil pessoas, numa tarde de um dia útil, fugindo do trabalho, da escola, só para sentir de perto a alegria de ver o ídolo de volta.

Também não consegui ficar indiferente às juras de amor de Kleber…

E é por isso que, com tristeza, estou quase acreditando que ele vai escolher jogar fora tudo o que conquistou aqui, e que nenhum dinheiro do mundo pode comprar.

Vamos lá, Gladiador! Mostre prá mim, e para milhões de outros, que estamos errados!

A bola tá pingando na área… você chuta se quiser. Mas nunca se esqueça, O PALMEIRAS VEM SEMPRE EM PRIMEIRO LUGAR!!!

 

Nossos divertidos rivais, estão sempre inovando… E, pelo visto, vão revolucionar a TV brasileira.   Será que agora o pessoal do Barcelona vai ficar sabendo que eles existem? hahaha


TV Cu rinthias ( a sua TV a Gato) – Grade de Programação

06:00 – 07:00 – Pequenos Furtos, Grandes Negócios (apresentação:  Dualibi)

07:30 – 08:00 – Tele-curso 2º Grampo (Tele aula sobre como arrombar carros, explodir caixas, fazer gatos – apresentação:  Marcola)

08:00 – 08:01 – Café com o presidente (tudo sobre o Itaquerão e quem sai/fica no Timão – apresentação: Andres Sanches)

08:02 – 09:00 – Minha vida atrás das grades (depoimentos reais – documentário – narração: Biro-Biro)

09:00 – 10:00 – Seção matinal: Sonho de uma noite de verão (O ano em que o Cu rinthias ganhou a Libertadores – Ficção)

10:00 – 11:00 – TV Roubinho (Infantil, aventuras infantis em locações na FEBEM do Tatuapé e em Heliópolis)

11:00 – 12:00 – Seja um fenômeno (Dicas sobre saúde e dietas – apresentação: Ronaldo Nazário)

12:00 – 13:00 – Hora do esporte (VT do rachão na fazendinha, comentários: Chico Lang)

13:00 – 14:00 – A maravilhosa cozinha do Carandiru – apresentação: Ana Maria Brega e Boca de Traíra

14:00 – 15:30 – Vale a pena ver de novo: 1977 Corinthians x Ponte Preta (7.675ª apresentação)

15:30 – 16:00 – Nat Geo: Minha vida de gavião

16:00 – 17:00 – Todo mundo odeia um corinthiano (seriado sobre garoto corinthiano que sofre bulling na escola por causa da Libertadores)

17:00 – 18:00 – Mercado Preso (Atualize-se sobre o mercado de peças receptadas)

18:00 – 19:00 – Novela das 6: Danação (O dia a dia dos jovens da cracolândia)

19:00 – 19:30 – SP TV (notícias de Sapopemba  e Itaquera  – apresentação: Dentinho)

19:30 – 20:00 – Jornal Marginal (notícias do Tatuapé e adjacências – apresentação: Gilmar Fubá)

20:00 – 21:00 – Novela das 8: Prisione

21:00 – 22:00 – Loco Reporter (Apresentação: Neto)

22:00 – 23:00 – Seção das 10: Carandirú – Drama

23:00 – 23:30 – Jornal da BANDidagem

23:30 – 00:00 – Polícia 24h (flashes da vida real)

00:00 – 01:00 – Bandido 24h – Policial (a saga de Jucka Bauer)

01:00 – 02:00 – Seção dos 318 Macumbeiros (sua hora de despacho pra tentar ganhar a Libertadores – apresentação: Pai Jacú)

02:00 – 03:00 – Fala que eu te “estrupo” (e se não falar, “estrupo” do mesmo jeito!)

03:00 – 04:00 – Cine BANDido Prive (Ronaldo e seus travestis)

O campeonato Brasileiro, ‘palco’ onde se apresentam os maiores clubes do Brasil, está em andamento. Os confrontos entre esses grandes clubes levam milhares de torcedores aos estádios e dão pontos preciosos no IBOPE para as emissoras que transmitem os chamados clássicos.

Pelo que representam, pelos títulos conquistados, são 12 os times considerados os maiores do Brasil: Palmeiras, Santos, Flamengo, Corinthians, Fluminense, São Paulo, Inter, Grêmio, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Botafogo e Vasco (4 de São Paulo, 4 do Rio de Janeiro, 2 de Minas Gerais e 2 do Rio Grande do Sul).

E você sabia que, no histórico dos confrontos entre esses grandes clubes do Brasil, desde 1942, o Palmeiras leva a vantagem diante de 8 deles? Uma marca bastante significativa, não é verdade? Ainda mais se considerarmos que há alguns anos, as péssimas administrações do nosso clube acabaram interferindo demais dentro de campo. Ainda assim, o Palmeiras, Octocampeão Brasileiro, se mantém soberano diante de 8 dos seus 11 maiores rivais.

Contra os números, não há argumentos. Confira:

Poderia ter sido a nossa 500ª vitória em campeonatos brasileiros. Acredite amigo, o futebol já existia antes de 1971. Mas o Palmeiras perdeu para o Ceará, por 2 x 0. E todos nós vimos que não há motivos para que se dê aumento a nenhum dos nossos jogadores.
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Perder, na casa do adversário, é um resultado normal. Estamos fazendo uma boa campanha, mas não podemos achar que o time não vai perder ao longo do campeonato, não é mesmo? Só que, jogar esse futebolzinho chinfrim de hoje, é que não dá para o torcedor engolir. O Palmeiras adora ser o bom samaritano e ajudar a tirar times da zona de rebaixamento. O Ceará ainda não tinha vencido nenhuma partida em casa. E, como tem acontecido nos últimos anos, quando temos a oportunidade de encostar no líder, perdemos!! Caímos para terceiro na tabela mas, graças ao “Bonde da Barbie Sem Freio” lá no Morumbi, continuamos os mesmos 4 pontos atrás do líder.
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O Palmeiras até começou bem (era o que nós achávamos), indo prá cima do adversário. Primeiros minutos de jogo e Wellington Paulista, depois de boa jogada de Rivaldo (pasme!), mandou de cabeça, mas o goleiro fez boa defesa. Acontece que o Ceará, aos 7′, na primeira boa oportunidade que teve, abriu o placar. E com Washington (aquele, que passou por aqui. Na cobrança de escanteio, ele cabeceou entre Leandro Amaro (que mal saiu do chão) e Márcio Araújo, e mandou prá rede, sem chances para Marcos.
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Não sei se foi impressão minha, mas achei que o time sentiu o gol e sentiu também o forte calor que fazia porque, a partir daí, o que imaginávamos ser o volume de jogo do Verdão, foi diminuindo, diminuindo… Para complicar, Cicinho, que estava sendo bastante acionado, saiu machucado, dando lugar a Patrik. O Palmeiras tinha que atacar, mas era contido pela defesa do Ceará. E, sem perceber, ia abrindo espaços… e o Ceará criando chances. E começou um festival de erros. Não ganhávamos as divididas, errávamos passes de menos de dois metros, ninguém driblava o adversário e ia prá cima, ninguém criava… Não tinha como não sentir falta do Mago.
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E toda a falta do mundo fazia Danilo. Vender o zagueiro titular do time e não trazer outro de mesmo nível para o substituir, não me parece coisa de uma diretoria que pensa em conquistar alguma coisa. Na primeira bola aérea já ficamos no prejuízo. Outra ausência sentida era a de Luan que, ainda que não seja um brilhante jogador em todas as partidas, faz muita falta na marcação, sem contar que ele luta um bocado e tá sempre procurando jogo. Sem ele em campo para ajudar no lado esquerdo, a ruindade de Rivaldo nos mata de desgosto. E nada de contratarem um lateral…
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Eu tinha achado que a entrada de Chico seria proveitosa e poderia deixar Assunção com mais liberdade para organizar o jogo. Que nada! Chico fez uma partida bem ruim. Até mesmo Kleber não foi bem. Não conseguia sair da marcação dos adversários e me fez lembrar até de um antigo, e injusto, apelido que a torcida dava para Zinho. Mas não creio em nenhum “fantasma” por trás dessa partida ruim do Gladiador. Foi apenas um dia em que nada deu certo. Lincoln também teve uma atuação fraquinha, não armou nadinha, e me pareceu escondido em campo. O time, que tinha jogado um bolão contra o Avaí, parecia outro. Alguns jogadores davam a impressão de se arrastar em campo. E o torcedor fica sem entender porque a equipe faz uma bela partida numa rodada e, na seguinte, dá a impressão que nem foi pro jogo. Será que essa “bipolaridade” é para combinar com a torcida? Somos nós que, num dia, achamos o time o melhor do Brasil e, no outro, queremos mandar todo mundo embora.
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E já que em campo, o nosso futebol não aparecia, nossos jogadores pareciam desconcentrados, cansados, e Leandro Amaro não substituía Danilo à altura, os donos da casa, aos 46′, aproveitaram. Boiadeiro cruzou, Vicente escorou e Thiago Humberto bateu de primeira e guardou no canto esquerdo de Marcos.
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Na segunda etapa, Lincoln nem voltou e, em seu lugar, entrou Adriano MJ. Cheio de pose, de gola levantada, só faltou a luva brilhante… Mas futebol que é bom, ele ficou devendo. Até que no começo a mudança pareceu surtir efeito, pois ficamos mais com a bola no pé. Felipão então, colocou Vinícius em lugar do inoperante W.Paulista, mas ele também pouco conseguiu produzir. A defesa do Ceará não deixava passar nada. E, quando deixou, Chico (eu teria preferido Pierre) desperdiçou a chance da bola tocada por MJ.  Não era mesmo nosso dia. Sorte que São Marcos e a trave (que pegou 3) estavam a fim de jogo. Enquanto isso, lá no Panetone, o Carrossel da Barbie rodava bonito… E assim terminou a partida e a nossa tarde de domingo…
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=0qPPIl9GcJE[/youtube]
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Nem vou falar do péssimo juiz, das nossas faltas que ele deixou de marcar, das que marcou para o Ceará equivocadamente. Tampouco vou falar das duas penalidades que, em minha opinião, deixou de assinalar em W.Paulista. O Palmeiras não jogou bem, vacilou pela 879.876.657.567 vez na bola aérea e, por isso, a retranca não funcionou, tomamos dois gols e não fizemos nenhum.
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E se o Palmeiras não conseguiu a sua 500ª vitória em Brasileiros, lá no Panetone, o “Barcelona”, do Tiranossauro bambi, conseguiu o seu milésimo frango. Uma marca imbatível, sem dúvida! Agradecemos a diversão, numa tarde em que teríamos só motivos para nos aborrecer.
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O campeonato é longo, meu amigo; o médico já garantiu a volta de Cicinho para a próxima partida quando, muito provavelmente, teremos a estreia de Maikon Leite; mais umas semanas e Valdivia estará de volta… SÓ FALTA A DIRETORIA CONTRATAR UM ZAGUEIRO E UM LATERAL, NÉ? E urgente, porque a coisa está complicada nessas posições, né Tirone?
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Bom e barato não funciona, nem mesmo no Cartola, tá? Fica a dica!

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“O Palmeiras merece a generosidade dos que o servem…” (Belluzzo)
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Eu poderia falar do Palmeiras que entrou em campo com Lincoln e W.Paulista, como a torcida tanto pediu…
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Poderia falar do carinho que a torcida tem por Felipão, e em como ele é aplaudido todas as vezes que faz a sua entrada no campo; em como isso já deixa nosso coração diferente a cada início de partida…
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Talvez eu devesse falar do belo futebol que o Palmeiras apresentou diante do fraco Avaí. E que, mesmo sendo um time fraco, tendo dois laterais ruins e um goleiro inexperiente, não foi a causa do belo futebol do Verdão e nem tirou o mérito e o brilho da apresentação do Palmeiras…
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Poderia falar que Luan, ontem, foi sensacional! Que, em minha opinião, ele foi o melhor jogador da partida. Que toda a luta e empenho, que ele tem apresentado em todas as partidas, foram premiadas com dois gols e lances muito bonitos. Que eu fiquei arrepiada quando o Canindé inteiro começou a gritar seu nome, em reconhecimento ao que ele fazia em campo. Que fiquei com os olhos cheios d’água quando percebi a alegria de Cicinho, vendo seu companheiro ovacionado. Poderia falar em como me pareceram desconfortáveis e negativas, aos atletas, as atitudes de uns poucos mentecaptos…
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Talvez fosse melhor que eu falasse que Cicinho joga prá caramba!! Que eu fico impressionada vendo aquele jogador, magrinho, raça pura, nos dando alegrias na lateral direita, como há muitos anos, mas muitos mesmo, a gente não tinha…
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Quem sabe eu devesse contar que o time todo  foi bem. Que Thiago Heleno é uma beleza de zagueiro; que nosso “Caramujo” joga muito; que o nosso lorde Assunção (sim, ele é um lorde), de futebol elegante, fez uma bela partida; que Lincoln correu e lutou muito, armou o jogo e saiu aplaudido quando foi substituído; que W.Paulista se movimentou muito bem; que Marcos fez defesas importantes…
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Talvez o leitor prefira que eu fale da bela performance e do golaço, maravilhoso, do nosso Gladiador… que,  equivocado e talvez mal orientado, ao final do jogo acabou dando uma declaração totalmente desnecessária…
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Talvez eu devesse falar daquele estádio que cantava sem parar, das inúmeras famílias presentes, e daquelas crianças de olhinhos brilhando com todos os lances de emoção e com os gols que o Palmeiras marcou…
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Tudo isso eu poderia ter dito ainda no primeiro tempo, até o momento em que o placar marcava 4 x 0 para o Palmeiras, quando Lincoln foi derrubado na área e o juiz assinalou o pênalti…
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O que aconteceu então, acho que eu não sei explicar. Foram alguns minutos, mas me pareceu ter sido um tempão. Começou como um pequeno rumor e foi ganhando força… “Marcos, Marcos!!”. Em poucos segundos o estádio inteiro pedia para Marcos bater o pênalti… Era eletrizante! O Santo, meio acanhado, lá do campo gesticulava que não. Ele não iria bater, e parecia irredutível. E a torcida insistia: “Marcos, Marcos, Marcos…”.
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Eu ficava pensando que, caso Marcos concordasse em bater o pênalti,  aquele seria um momento histórico, que uma página maravilhosa da história de Marcos e do Palmeiras seria escrita ali, diante dos meus olhos e de milhares de outros que, com certeza, estariam em lágrimas… Que aquele era o momento certo, porque o Palmeiras vencia por 4 x 0 e, caso Marcos não convertesse o pênalti em gol, não teria problema algum. Eu pensava que mais do que por nós mesmos, queríamos aquele momento para Marcos, nosso goleiro absurdamente amado. Queríamos uma homenagem à maravilhosa carreira que ele construiu vestindo o nosso manto. Como se fosse um presente nosso prá ele. Nós que jamais poderemos retribuir tudo o que ele nos deu e ainda nos dá…
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Não tinha como não imaginar o que seria termos um gol de Marcos ali. Imaginar o orgulho que isso traria ao torcedor; imaginar quantas camisas do goleiro seriam vendidas no dia seguinte; a exposição maravilhosa da marca Palmeiras e do nome do nosso Santo, que seria a atração dos programas esportivos, que mostrariam o seu gol à exaustão.  Um feito inédito, que seria o assunto de muito tempo nas rodas palestrinas, e em outras também; que seria manchete no resto do mundo…
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Era impossível não desejar, do fundo do meu coração que Marcos caminhasse até o gol, com o estádio a gritar seu nome, que colocasse a bola na marca da cal e que nós, juntos, marcássemos aquele gol histórico. Juntos sim, porque estaríamos ali dentro de campo com ele, de alguma forma. Seríamos milhões a cobrar o pênalti. Marcos, os milhares de palestrinos presentes e os milhões de outros espalhados pelo mundo, diante das suas TVs ou mesmo os que ouviam pelo rádio… Marcos, marcando o gol, comemorando ajoelhado tendo seus companheiros à sua volta o abraçando… O Canindé vindo abaixo, sem que se pudesse saber, naquele momento, dentre os torcedores quais  eram os adultos e quais eram as crianças. Ah, eu sonhei tantas coisas em alguns segundos; eu senti tantas coisas diferentes naqueles breves momentos…
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Os gritos de “Marcos, Marcos…” se faziam mais fortes. A torcida tentava convencer o ídolo. O Santo já hesitava…
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O Canindé estava ensurdecedor! Os jogadores pararam em campo e começaram a chamar Marcos para ir bater o pênalti. A torcida enlouquecida não parava de gritar. Acho que até os anjos no céu vieram dar uma espiada para ver o que estava acontecendo ali. Foi quando Marcos deu alguns passos à frente e nos pareceu que ele iria em direção ao gol. Um jogador, nem me lembro quem foi, veio buscá-lo. A expectativa da torcida, que não parava de gritar seu nome, era tocante. Poucas vezes na vida senti uma emoção tão forte. Senti como se tivesse um sol dentro do peito. Um calor que começou no coração e invadiu meu corpo. O estádio era energia pura! Sentia a pele toda arrepiada… Mas, Marcos, mesmo sendo puxado pelo companheiro, mesmo vendo os outros jogadores o chamando, tomou a decisão final e voltou para o gol dizendo que não iria bater.
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Confesso que fiquei frustrada, acho que ficamos todos nós… Não poderíamos perder um momento como aquele. Momento em que o livro da história estava aberto, com uma página em branco, só esperando para ser escrita…
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Caímos do sonho e voltamos ao estádio… Nosso Gladiador foi lá e marcou o quinto gol do Palmeiras, colocando números finais na goleada. Coroando com mais um gol a belíssima partida que o Palmeiras de Felipão e, por causa de Felipão, fizera. Um resultado importante, que colocava o Palmeiras na vice liderança do campeonato e trazia de volta o futebol que o torcedor gosta de ver.
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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=t5XZvxAiUs4[/youtube]
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Na saída, os comentários eram todos sobre o gol que Marcos poderia ter feito, eram todos sobre aquela alegria, rara, que poderíamos ter tido.  Felipão não permitira, mas isso eu só saberia mais tarde. Marcos até teria ido para a cobrança, embalado no apelo da torcida. Ele confessaria depois que estava louquinho para ir, mas que não poderia, em sinal de respeito ao jovem, em começo de carreira, que agora defendia as traves do Avaí.
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Ainda que eu não concorde, uma vez que, em seu lugar, nenhum outro teria hesitado um segundo sequer, não posso deixar de me curvar à humildade de Marcos, à sua grandeza. Não posso deixar de sentir um orgulho do tamanho do mundo, daquele homem que está prestes a encerrar a carreira, do jeitinho que a começou: com muito talento, mas também com simplicidade, coerência, respeito aos companheiros de profissão, com generosidade e muita humildade. Carreira construída com feitos notáveis e exemplos maravilhosos! E é isso que Marcos é: EXEMPLO!
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Não é a toa que só ele é o Santo,  só ele é o goleiro Pentacampeão, só ele é querido e respeitado por torcedores de todos os clubes do Brasil. Só ele é nosso…
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BEM AVENTURADO, SÃO MARCOS DE PALESTRA ITÁLIA! OS TEUS DEVOTOS TE AMAM IMENSAMENTE!

Sexta-feira é dia de diversão, é dia de piada.  E se tem gambá na história, a diversão é garantida!!!

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ALÔ, ALÔ, PREZADO MORADOR DA ZONA LOST, ITAQUERA E REGIÃO!!!!

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O recente contrato de patrocínio firmando entre Palmeiras e Skill vai além da tradicional exposição da marca da empresa em uniformes da equipe e em placas de publicidade na Academia de Futebol. A escola de idiomas vai disponibilizar também bolsas de estudos para atletas e comissão técnica tanto do departamento de futebol profissional quanto do amador.

As aulas, que a princípio serão de língua inglesa e francesa, serão realizadas na Academia de Futebol e em um dos alojamentos da base e terão início daqui a duas semanas. Porém, quem quiser, poderá optar também por estudar em uma das unidades Skill espalhadas pela capital.

O técnico Luiz Felipe Scolari é um dos que vai aproveitar a parceria. “É sempre importante continuar estudando, mas esta iniciativa é ainda mais interessante para os atletas. É fundamental que eles tenham conhecimento de uma língua diferente e que possam se preparar para uma possível saída para o exterior, além de conviver em um ambiente em que não se fala apenas de futebol. Será fundamental para o desenvolvimento pessoal e cultural deles”, comentou o treinador alviverde, que optou por estudar fora da Academia “justamente para sair um pouco do âmbito do futebol”.

Um dos atletas mais jovens do elenco, o goleiro Raphael Alemão, de 22 anos, também já garantiu o seu lugar. “Eu vou aproveitar essa oportunidade, com certeza. É uma iniciativa excelente da Skill e do Palmeiras”, comentou. “Nunca tive a chance de estudar inglês e, independentemente de um dia eu jogar ou não no exterior, vou fazer o curso porque acho que é muito importante estudar um outro idioma tanto para o enriquecimento cultural como para se preparar para os desafios do futuro, quando a carreira de jogador acabar”, completou.

A superintendente comercial da Skill, Geovana Donella, destaca que é um orgulho para a empresa contribuir com o aprimoramento cultural e profissional dos palmeirenses. “Todos os jogadores, treinadores, árbitros e colaboradores em geral do futebol estão expostos à constante necessidade de se comunicar com estrangeiros, sejam estes dirigentes, árbitros, atletas ou membros da mídia. Sendo assim, é muito importante que todos os envolvidos com o esporte possuam a habilidade de falar diferentes línguas. É com muita satisfação que prestamos este serviço ao Palmeiras, um clube de abrangência internacional.”

Agência Palmeiras


O amor não se limita a relações entre pessoas. É uma celebração da vida. (Paulo Coelho)
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Já fazia uma semana que eu não conseguia dormir direito. Aquelas chamadas “borboletas no estômago” não paravam de voar… meu coração ficava apertado a cada vez que eu me lembrava da segunda partida da final do Paulistão. Tentava me manter tranquila, mas era impossível. Por pouco eu não tinha ficado sem ingresso para a decisão. Depois de não ter conseguido comprá-los lá no Palestra, graças a Oberdan Cattani eles estavam no meu criado mudo, junto com a imagem da Madre Paulina.
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De sexta para sábado foi difícil dormir, foi difícil não pensar, não imaginar aquele grito de campeão saindo da nossa garganta. Eu mentalizava aquele momento, imaginava, o tempo todo, a cena do Palmeiras campeão, e chorava o tempo todo também. A emoção estava à flor da pele. Era uma coisa tão estranha… Embora estivéssemos há 16 anos sem conquistar um título, embora eu morresse de medo, eu tinha certeza que seríamos campeões. E o único lugar do mundo em que eu queria estar era no Morumbi, para a segunda final…
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E tinha aquela imagem… Desde a semana que antecedeu a primeira partida, uma imagem não saía da minha cabeça. Não era uma coisa que eu imaginava, não, era quase como se fosse uma visão… me acompanhando por duas semanas. Evair correndo pra galera, de braços abertos e comemorando diante de mim. Evair de joelhos no gramado… Era tão nítida, tão real! Achei que fosse um sinal, sei lá… Ainda me dá, um nó na garganta a cada vez que penso nisso. Mas quando jogamos a primeira partida e perdemos, me pareceu que a tal imagem fosse só birutice minha mesmo. Acabei até me esquecendo um pouco dela… mas nunca deixei de senti-la
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E o dia chegou! Era 12 de Junho, Dia dos Namorados… Tava certinho. Afinal, nosso caso de amor, nosso “namoro” sempre foi com o Palmeiras. Daquele tipo de amor que dura por toda uma vida e além dela.  Eu mal conseguia esperar pelo momento de estar no Morumbi. Não via a hora de estar na arquibancada. Tinha certeza que ganharíamos, mas ficava tentando imaginar o que aconteceria. Achava que o Palmeiras, mordido com a derrota no primeiro jogo, mordido com a idiotice de Viola, iria atropelar os gambás. Mas, às vezes, pensava que gostaria de dormir e acordar depois que tudo tivesse sido resolvido. Que angústia! Nem conseguia comer… Mas nada que eu imaginasse poderia ser melhor do que aquilo tudo que eu vivi no Morumbi…
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Faltavam quase duas horas para começar a partida quando chegamos no estádio. E ele estava cheio. E foi enchendo cada vez mais. Ficou lotado! Que coisa linda a massa verde em meio às bandeiras! A torcida palestrina cantava como nunca, sorria como nunca, se abraçava e desejava sorte como sempre. Mas a tensão era grande, o nervosismo era quase palpável. Como expressar aqui o que eu senti quando o Palmeiras entrou em campo? Que festa linda! E quanta emoção, meu Deus.
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O jogo começou e o empate favorecia os gambás. Mas o Palmeiras, que era muuuito melhor, foi mostrando que tinha chegado a hora de ser campeão. O Verdão sobrava na partida. Evair, cerebral,  comandava as ações do time. O volume de jogo do Palmeiras enlouquecia a gente na arquibancada e desnorteava os gambás em campo… Mas faltava o gol…
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Eu mal conseguia esperar por ele.  Evair estava começando uma partida como titular, depois de quase dois meses machucado, e jogava maravilhosamente, como sempre. Edmundo, que infernizava os adversários, já tinha perdido um gol incrível. Eu não conseguia nem raciocinar,  só conseguia sentir meu coração, quando Evair tocou para Zinho, que entrou na área, pela direita e chutou cruzado, mesmo sendo puxado pelo seu marcador. A bola atravessou a área e foi morrer lá no canto direito do goleiro. Eu queria tanto o gol do Palmeiras, mas tanto… e ali estava a bola… no fundo da rede.
Foi a redenção! Foi a certeza, para todos os que estavam no estádio, que o título paulista de 1993 tinha dono! Enquanto metade do Morumbi se calava, a outra metade, mais linda, explodia!! “Obrigada, meu Deus!” era tudo que eu conseguia gritar, e gritava muito, sem parar. E gritei tanto, que perdi completamente a voz naquele lance. Nunca na minha vida eu tinha sentido uma felicidade daquele tamanho. Todos sabíamos que aquele gol era a senha para tudo que viria depois…
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Enquanto o Palmeiras começava a ganhar o título, os gambás começavam a perder a pose, a cabeça. Não conseguiam parar a Máquina Verde e apelavam para as botinadas. Henrique foi expulso ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, o Palmeiras continuava o massacre. A torcida não parava de cantar, jogava com o time, e era como se todos nós estivéssemos dentro de campo. O Palmeiras se portava como um legítimo campeão, como se jogasse por música. Evair era o maestro. Edmundo, com seus dribles maravilhosos, deixava irados os defensores corintianos. Edilson fazia o mesmo… Neto, gordo, sofria com Antonio Carlos, que não o deixava jogar. Sampaio parava Viola que, antes de entrar em campo, tinha até vomitado nos vestiários, tamanha era a tensão daquela partida…
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A nossa Defesa Que Ninguém Passa se mantinha intransponível! Mas o Palmeiras queria mais. Nós queríamos mais! Ronaldo saiu da área ao ver Edmundo avançar e, ao ser driblado, parou o Animal com falta. Foi expulso! “AU AU AU, EDMUNDO É ANIMAL” cantava a arquibancada!! Eu cantava também,  mesmo sem a voz que tinha perdido no gol de Zinho…
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A raça do time era contagiante! Eu sentia tonturas e tremia muito. E foi tremendo que vi Mazinho pegar uma bola quase no meio de campo e avançar até chegar pertinho do goleiro e tocar rasteiro para o segundo pau. Adivinhem quem vinha lá? “Ele”! Evair, o “Matador”, que povoa os nossos sonhos (e o pesadelo dos adversários) até hoje, mandou pras redes e fez o segundo gol do Palmeiras. Eu gelei quando olhei pro campo, e não consegui parar de chorar ao ver Evair correr pra galera, exatamente onde eu estava. Então, eu pude ver, de verdade, a imagem que me acompanhara por dias e dias. As lágrimas correm pelo meu rosto ainda hoje, ao lembrar daquela cena… “EÔ, EÔ… EVAIR É UM TERROR!”, cantava a metade feliz do Morumbi!!!
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Mas o Matador Evair queria mais! Fez a jogada e chutou para marcar o terceiro, mas a bola pegou na trave.  No rebote,  Edilson (que saiu da história e do coração da torcida por conta própria) mandou pras redes! Delírio!! OLÊ, PORCOOO! OLÊ, PORCOOOO!! O Morumbi se tornou verde!! O mundo todo ficou verde!! O sangue que corria frenético em nossas veias era verde!! Muitos torcedores se ajoelhavam, olhando pro céu…  Nunca vi tantos homens e mulheres chorando ao mesmo tempo. E que sabor tinham as nossas lágrimas. De felicidade, palpável, explícita, correndo pelas nossas faces… Era intenso demais. “Boi, boi, boi, boi do Evair, Palmeiras Campeão, vai cair o Morumbi”!!!
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Com a vitória, o Palmeiras levava o jogo para a prorrogação… Meu amigo, imagine o que significava poder sair da fila de 16 anos, em cima do maior rival, e ter que jogar uma prorrogação.  Os nervos estavam à flor da pele. Meu corpo todo formigava… O coração batia tão alto e tão forte que chegava a doer o peito.
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Era chegada a hora! Apenas trinta minutos nos separavam de um sonho…Trinta minutos para acabar com um jejum de  16 anos…Trinta minutos para desbancar o “protegido” rival. Estávamos com o “coração-na-boca”. Vaaai, Palmeiras!!! Não tínhamos nenhuma dúvida. Éramos as crianças correndo até a árvore de Natal para encontrarmos a tão sonhada “bicicleta”. Apenas esperávamos… felizes, confiantes, ansiosos, sorrindo…
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Mas time que tem Edmundo e Evair, não deixa a torcida esperando. O Animal, genial, que já tinha feito uma jogada maravilhosa, (Edilson perdeu o gol quase embaixo das traves), numa outra jogada de craque, partiu pra dentro da área e foi derrubado… PENALIDADE MÁXIMA, DIZIAM OS COMENTARISTAS!!!
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Sabíamos que, com Evair, era só esperar a cobrança e comemorar… Sabíamos que aquele gol seria o gol do título… Sabíamos que, finalmente, sairia de nossas gargantas o grito de “É CAMPEÃO”… EVAIR, O CRAQUE DA CAMISA NÚMERO 9, SERIA O COBRADOR! Ninguém ousou respirar, quando ele correu para a bola e o mundo explodiu num verde-e-branco campeão… GOOOOOOOOOOOOOOOL!!
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Albert Einstein saberia explicar, eu não, mas o mundo parou naquele momento. Naquele exato momento entre a bola tocar as redes e o grito sair de nossas gargantas. E então, voltamos a respirar, nosso coração voltou a bater, o mundo se encheu de cor e calor… Luxemburgo, num ritual que se repetiria inúmeras vezes, desceu para os vestiários, antes mesmo do jogo acabar. Ele já sabia… nós todos já sabíamos…  O Palmeiras era o Campeão!! Nada no mundo poderia ser mais delicioso do que aquele momento.  O juiz ter apitado o final do jogo foi um mero detalhe. A Nação comemorava, ria e chorava ao mesmo tempo, as pessoas se abraçavam, se beijavam, pulavam e gritavam… muitas se mantinham de joelhos agradecendo a Deus… 4 x 0, fora o baile…

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Evair, louco de alegria, de braços abertos, correndo para a torcida – também enlouquecida de alegria – e se ajoelhando no gramado, é a imagem que ficou impressa em nossos corações… pra sempre (a visão de tantos dias se repetia e, finalmente, de maneira completa) . “É Campeão” era o grito ensurdecedor no Morumbi… “É campeão”  foi o grito que ficou gravado em mim… pra sempre.
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Obrigada, Sérgio, Mazinho, Antonio Carlos, Tonhão, Roberto Carlos, César Sampaio, (Edilson), Daniel, Zinho, Edmundo e Evair, meus heróis amados (menos você, Edilson)! Enquanto eu viver, jamais me esquecerei desse dia, jamais deixarei de me emocionar ao lembrar.
Deus o abençoe Evair, seu “Matador” maravilhoso, que, num 12 de Junho de 1993, dia em que celebramos um amor do tamanho do mundo,  comandou o fantástico time do Verdão e devolveu a vida  a milhões de torcedores palestrinos…
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FELIZ 12 DE JUNHO DE 1993 A TODOS AQUELES QUE TÊM O PALMEIRAS NO CORAÇÃO! 

Era uma vez, uma  dívida do Corinthians com o Palmeiras, envolvendo o lateral Rogério, que rolava na justiça há anos… desde 2002, se não me engano.O Palmeiras teve ganho de causa, o Corinthians, que costuma dever prá Deus e todo mundo, recorreu. E assim, entre sentenças e recursos, vimos passar tempo demais. Mas, hoje, a sentença final foi publicada no Diário Oficial e ganhou os portais:

Palmeiras ganha pequena fortuna do Corinthians

10 de junho de 2011

A Justiça de São Paulo, em segunda instância, deu 15 dias para que o Corinthians pague mais de R$ 16 milhões ao Palmeiras, acrescidos de correção desde 2009 (último calculo do valor), referentes à negociação envolvendo o ex-lateral direito Rogério.

Parte desse valor será repassado ao União São João de Araras, proporcionais à sua participação nos direitos do jogador.

A decisão foi publicada hoje, no Diário Oficial.

Em caso da não quitação da pendência, será realizada a penhora dos bens, até que o montante devido seja atingido.

Requerente SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
Requerido SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA
Requerente UNIÃO SÃO JOÃO ESPORTE CLUBE

CÍVEL

Comarca/Fórum Fórum Central Civel João Mendes Júnior
Processo Nº 583.00.2002.195898-2 /000004-000
Tipo de Incidente Carta de Sentença
Cartório/Vara 23ª. Vara Cível
Competência Cível
Nº de Ordem/Controle 3009/2002
Grupo Cível
Ação Procedimento Ordinário (em geral)
Tipo de Distribuição Livre
Entrada em 23/02/2011
Distribuído em 19/05/2011 às 17h 29m 49s
Moeda Real
Valor da Causa 0,00
Qtde. Autor(s) 2
Qtde. Réu(s) 1

Diz a notícia: “Em caso da não quitação da pendência, será realizada a penhora dos bens.” A pergunta que não quer calar: O QUE MAIS HÁ PARA SER PENHORADO NO PARQUE SÃO JORGE? O time que se auto intitula “todo poderoso”, que andou lavando dinheiro, tendo até o fornecimento de energia cortado, por falta de pagamento, não tem estádio e nem coisa alguma que possa  ser penhorada.

Vamos ver como isso vai se desenrolar nos próximos 15 dias…