Deus certamente deve ter um lugar especial para pessoas tão especiais…

Único brasileiro a integrar a seleção da FIFA que enfrentou a Inglaterra em um amistoso no estádio de Wembley…
Na final da Copa do Mundo de 1958, entrou no lugar do titular De Sordi, contundido e, em apenas noventa minutos, foi eleito o melhor jogador da posição no Mundial…
Ídolo no Palmeiras (498 jogos), fazia parte do time, do único time, que parava o Santos de Pelé. Conquistou o Campeonato Paulista em 1959 (em cima do Santos), 1963 e 1966; e os títulos da Taça Brasil de 1960 e 1967 ; o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1967, reconhecidos posteriormente como Campeonatos Brasileiros pela CBF . Além disso, venceu o Torneio Rio-São Paulo em 1965…
Fez parte daquele Palmeiras/Seleção Brasileira que goleou o Uruguai no Mineirão, em 1965…
Nunca foi expulso de campo…

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras…
O maior lateral da história… um dos melhores jogadores de todos os tempos…

Eu não o vi jogar, mas sei que suas cobranças de laterais iam direto pra área, como se fossem cruzamentos; que ele não temia os atacantes, pelo contrário, os encarava e saía jogando com a bola dominada; que ele ajudou o Palmeiras a parar o Santos de Pelé; sei também que ele não dava chutão; sei que ele motivava a equipe, porque sempre acreditava na vitória, fossem quais fossem os obstáculos…  em qualquer matéria que se leia sobre ele, vamos encontrar a informação de que ele era imbatível em jogadas no ombro a ombro e em divididas…

Sei que ele se emocionou com a homenagem que o Palmeiras fez a ele, há poucos dias, na partida diante do Oeste, quando o time entrou em campo com os dizeres #forzadjalmasantos estampados na camisa… e ele, emocionado, respondeu: “Saibam que, de certa forma, o Palmeiras nunca deixará de ser a minha casa”.

Sei o que li, sei o que meu pai me contou, sei o que a minha herança genética palestrina gravou em meu DNA…

Sei também que a Família de Sangue Esmeralda está muito triste hoje, e junto com o futebol chora a perda de seu grande craque.

Que Deus o abençoe, mestre Djalma Santos. Ídolos não morrem, eles se eternizam em seus grandes feitos e apenas mudam de estádio…

Os palestrinos te agradecem pelos 10 anos em que você dignificou a camisa do Palmeiras; pelo futebol maravilhoso, que você praticou vestindo as nossas cores; pelo orgulho que nos fez e faz sentir; e pelas páginas lindas da história da Sociedade Esportiva Palmeiras que você ajudou a escrever.

Descanse em Paz, campeão. E muito obrigada.

“Em janeiro de 1951, o periódico brasileiro, “O Globo Sportivo”,  noticiava em destaque que o presidente da FIFA, Senhor Jules Rimet, concedera apoio incondicional ao torneio a ser realizado no Rio de Janeiro. Para tanto, nomeava oficialmente o engenheiro Ottorino Barassi, secretário geral da entidade, para o Comitê Organizador do Campeonato Mundial de Clubes Campeões (prestou atenção, leitor, no nome do comitê?). A importante matéria vinha assinada pelo jornalista francês Albert Laurence – integrante do L ‘Equipe e do France Football, ambos da França.”  Trecho retirado do site Palestrinos.

A Fifa, querendo aproveitar o sucesso da Copa do Mundo de 1950, realizada no Brasil, organizou um mundial de clubes em 1951, também no Brasil.  Eram oito times, divididos em duas chaves de quatro: Vasco da Gama/Brasil, Áustria Viena/ Áustria, Nacional/Uruguai e Sporting/Portugal, PALMEIRAS/Brasil, Juventus/ Itália, Estrela Vermelha/Iugoslávia e Olympique/França.

A importância dele era tanta, que o campeonato paulista foi paralisado; no Uruguai, o Torneio Competência também parou. Afinal, o Uruguai tinha acabado de ganhar uma Copa do Mundo no ano anterior, e a ganhara do Brasil, em pleno Maracanã. Não podia deixar que lhe carimbassem a faixa de campeão do mundo. O Brasil, por sua vez, estava “mordido”, e o povo brasileiro, traumatizado, sonhava com a possibilidade de ver resgatado o orgulho de uma nação inteira.

O torneio prometia ser um sucesso! O Vasco, considerado uma máquina de jogar futebol, era um dos favoritos, sem contar os ‘bichos-papões’, Estrela Vermelha da Iugoslávia, e Juventus da Itália.

E boa parte do mundo parou pra acompanhar essa disputa…

E viu um certo time, muito conhecido nosso, da camisa verde-esmeralda mais linda do mundo, imponente como ele só, desclassificar a “máquina de jogar futebol”, ultrapassar os adversários todos e chegar à final, contra o único time que o vencera na competição, o temível Juventus da Itália – que goleara o Palmeiras por 4 x 0, na fase classificatória. Duas partidas entre eles decidiriam o campeão mundial de clubes.

Que tarefa para o Palmeiras… Que tarefa para Fábio Crippa, Oberdan Cattani, Juvenal, Richard, Aquiles, Lima, Rodrigues, Canhotinho, Liminha, Salvador, Dema, Luiz Villa, José Sarno, Túlio, Jair da Rosa Pinto, Ponce de Leon, Waldemar Fiume e o técnico Ventura Cambon…  Quanta responsabilidade!

Com as ameaças do Juventus de deixar o torneio, caso a segunda partida não fosse realizada no RJ, a CBD (a CBF daquele tempo) resolveu fazer a vontade dos italianos. Palmeiras sendo desfavorecido desde sempre…

O Verdão, disposto a se desforrar do resultado da fase classificatória, se agigantou, e, num jogo épico, venceu o Juventus por 1 x 0, levando a vantagem do empate para o segundo jogo. Os italianos acreditavam que ganhariam a segunda partida e também a prorrogação.

E, na final, o Maracanã ficou pequeno pra tanta torcida! 100.093 pessoas foram assistir à partida, enquanto o resto do Brasil a acompanhava no rádio.

E o futebol ficou pequeno para tanto Palmeiras… O PALMEIRAS ERA O BRASIL! O Brasil, que queria gritar “é campeão”, que queria esquecer a dor e a tristeza da Copa do Mundo do ano anterior.

E o gigante Palmeiras, destemido, guerreiro, numa apresentação soberba, empatou com o Juventus em 2 x 2 [Praest (Juv), Rodrigues (Pal), Boniperti (Juv) e Liminha (Pal)], e fez o Brasil explodir de alegria. A festa, que atravessou a noite e o dia seguinte, contagiou os brasileiros de Norte a Sul do país. Não tinha ninguém torcendo contra naquele dia. Cada torcedor brasileiro era “palmeirense desde criancinha”; cada torcedor deste país morreu de alegria nos gols de Rodrigues e Liminha; todos os brasileiros ‘defenderam’ embaixo das traves de Fábio Crippa.  Nunca se tinha comemorado tanto um título. Nunca se tinha desejado tanto um campeonato… Nunca se festejaria tanto a volta pra casa de um campeão mundial.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=SrZBxTIE6Q0[/youtube]

E numa noite muito fria, o Palmeiras, que aquecera o coração de um país inteiro, chegava em São Paulo, e foi acompanhado da Estação Roosevelt até o Parque Antártica por um milhão de pessoas. Sim, um milhão de pessoas! Nenhum clube de futebol jamais havia proporcionado uma apoteose dessa, e, até hoje, não houve quem conseguisse uma conquista com tanta magnitude e importância.

E 22 de Julho de 1951, em todos os jornais, em todas as rádios, em todas as bocas, em todo Brasil, ficou marcado como o dia em que o mundo conheceu o seu primeiro campeão mundial de clubes…

 

Hoje em dia, há quem coloque em dúvida ter sido esse campeonato um mundial de clubes. A Fifa o reconheceu em 2007 (e se o reconheceu é porque sabia que era um mundial, senão, não o teria feito jamais), a CBF comunicou ao Palmeiras a oficialização e nunca saberemos por quais motivos a Fifa voltou atrás. Nunca saberemos quem os convenceu a mudar de ideia e com quais argumentos.

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Não foi o Palmeiras quem se auto-intitulou “campeão mundial interclubes”, esse era o torneio do qual ele participou, e, porque não poderia ser diferente, o Brasil e o mundo o aclamaram assim.

O Palmeiras é o 1º Campeão Mundial Interclubes e sabemos muito bem disso, assim como a Fifa também sabe. Se ela vai reconhecer ou não, pra nós isso pouco importa. O que importa mesmo é o que ficou na história do futebol brasileiro e mundial, o que essa história conta do grandioso feito do Palmeiras; importa tudo o que foi escrito sobre o Palmeiras e sua conquista; importa toda a alegria de um país que resgatou o seu orgulho; importa o troféu que dorme no Palestra; importa o que ficou no coração de cada brasileiro…

As notícias atravessaram o tempo, e são, hoje, as testemunhas do Palmeiras Campeão Mundial. E ninguém pode desmenti-las, nem mesmo a Fifa.

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FELIZ 22 DE JULHO, AMIGO PALESTRINO!!

ORGULHE-SE, VOCÊ É TORCEDOR DO PALMEIRAS, O PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL INTERCLUBES!

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=ZFBX5B_oEsY[/youtube]

Informações e imagens: www.palmeiras.com.br  e  www.palestrinos.com.br

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O Palmeiras está bem, o Mago está de volta – batendo um bolão e fazendo das suas em campo -; o futebol do time tá bonito, os jogadores estão fazendo boas partidas, o ataque tá funcionando, os dois últimos adversários foram goleados… Não tem mais notícia vazando, não tem mais encrenca nos vestiários, o ambiente está tranquilo… é um bom momento pra imprensinha nos deixar livre do seu veneno de cada dia, e falar dos problemas dos outros times, não é mesmo?

Mas, diante disso, o que você acha que ela faz?

1 – Fala da crise no São Paulo? O condena ao rebaixamento, faltando 30 rodadas, como fez com o Palmeiras em 2012?

2- Fala que nesse mesmo São Paulo o ambiente interno é péssimo? Que o time é limitado? Calcula o custo-benefício do Ganso, do Luís Fabiano? Vai fuçar e noticiar se tem alguém abusando das baladas lá?

3- Calcula o custo-benefício do Pato? Diz que ele foi vaiado? Investiga a sua vida particular (como fez e faz com jogadores do Palmeiras) e traz a público a notícia que ele tomou uma “bola nas costas” da italiana?

3- Aproveita a onda de insatisfação da população com o dinheiro público sendo torrado, nos superfaturados estádios da Copa, e traz à pauta todas as irregularidades do Esmolão?

4- Conta, finalmente, por quais motivos o Jorge Henrique foi mandado embora do time?

5- Fala sobre o jogador que tem problemas com a Polícia Federal por contrabando de carros, que tem documentos falsos, e continua tranquilinho por aí, “lindo, loiro e japonês”?

6 – Fala que a prefeitura está exigindo que o Palmeiras custeie o alargamento de uma avenida, no entorno do Palestra, quando ele é o único clube que constrói seu estádio sem o uso de dinheiro público? Ela diz que a prefeitura deveria custear isso com o dinheiro dos impostos com os quais “presenteou” o Esmolão?

NÃO! CLARO QUE NÃO! Isso, dessa forma, você não vai ler  por aí.  O Palmeiras é o favorito da GambambiPress, mas só em pautas que sirvam para depreciá-lo ou para fazer aparecer problemas onde eles não existem.

Por falar em depreciar, em duas notícias da Globo, que falam sobre o jogo-treino do Palmeiras realizado nesta semana, o nome do adversário, Atibaia, vem acompanhado da seguinte informação: “… time da Segunda Divisão Paulista (equivalente à quarta)”. Embora esteja correto, qual a importância de se ressaltar isso em duas notícias? Afinal, com todo respeito ao Atibaia, quem vende a notícia é o Palmeiras.

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Parece que eles não sabem que isso não tem a menor importância, que jogo-treino é assim mesmo, contra times “carne-de-pescoço”, com dois tempos de 50 minutos, sem título em disputa, sem briga pela ponta da tabela; sem a obrigação de vencer, e sim de treinar, de observar jogadores, de testar formações táticas, de ensaiar algumas jogadas, de substituir um jogador no time, e colocá-lo de volta mais tarde, se o técnico assim desejar; de dar ritmo a quem está chegando, a quem volta de contusão, de poupar alguns outros; sem ninguém jogando por um “prato de comida”, saindo contundido… daí o nome “jogo-treino”.

E, ontem, véspera do jogo entre Figueirense e Palmeiras, mesmo o Palmeiras tendo vencido os últimos confrontos diante dos catarinenses, a notícia na Globo era sobre uma goleada que o Palmeiras sofreu num confronto entre os times, ocorrido há 10 anos atrás. Vê se pode! Se a notícia estivesse só na página do Figueirense seria compreensível.

E já que é assim que a GambambiPress raciocina, seria justo que a cada vez que o Palmeiras enfrentasse os gambás, a Globo lembrasse dos 4 x 0 (fora o baile) de 1993, não é mesmo? Ou então, lembrasse daqueles 4 gols palestrinos, em 99, marcados em 12 minutos.

Mas tem coisa pior… Essa mesma imprensa, que blinda o fraquíssimo time do São Paulo de seus inúmeros fracassos, e o chama de vice campeão da Recopa (quem foi o terceiro colocado, Press? E o último?); que não gasta uma letrinha para falar sobre o Esmolão; a imprensinha, que não se favorece mais de notícias vazadas pelas “rachaduras” do Palestra;  a imprensinha, que está sem pauta para esculhambar o Palmeiras, imaginou ter encontrado um “absurdo”. Mas de absurdo mesmo, o que a notícia tinha era a própria pauta.  Beirou o ridículo…

Preste atenção, leitor, o mundo nunca mais será o mesmo depois que você ler a notícia abaixo; a cotação do dólar vai cair vertiginosamente, a inflação vai desaparecer; a crase vai passar a ser bem usada pelos estagiários das redações; O Batman vai sair do armário e dar um beijo na boca do Robin; os mensaleiros condenados irão pra cadeia, o Luís Fabiano, o Ganso e o Pato vão passar a ser maravilhosos investimentos de seus respectivos clubes; Mustafá vai admitir que torce pros gambás; o Papa vai encampar o projeto de cura gay junto ao Feliciano; o Obama vai te cumprimentar a cada vez que você usar o telefone…

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Por essa você não esperava, né? ACABARAM AS VAGAS NO ESTACIONAMENTO DO PALMEIRAS (onde já se viu uma coisa dessa?) E OS ARMÁRIOS NOS SEUS VESTIÁRIOS; ACABOU A VAGA PARA A CONCORDÂNCIA VERBAL NA REDAÇÃO DO LANCE (“quem é da base… sofrem mais”. Que deselegante! Cadê a vaga para a concordância verbal? Em que armário ela foi guardada? Sujeito no singular e verbo no plural, não!).

E reparem,  a noticia traz chamadas “simpáticas”: “Alan Kardec… perde gol incrível em jogo-treino”  O gol, incrível, que o Alan Kardec perdeu no treino, (por estar sem ritmo), pareceu ter mais importância do que aquele que o Pato perdeu diante do Boca, na desclassificação do Corinthians na Libertadores…

O título da outra notícia: “André não quer ver o Palmeiras comparado a times da Série A”, (que pode deixar furioso qualquer palestrino que não leia a notícia toda) não resume o que o jogador realmente disse:

“O Palmeiras é time de Série B porque está disputando a Série B. Mas a maioria, para bem dizer todos, pode jogar a Série A, não vejo tanta diferença em nível de jogador. Mas não tem que fazer a comparação. Temos que chegar na Série A ficando entre os quatro primeiros da Série B”

A verdade é que, enquanto mascaram os reais problemas de alguns times e fazem a vida deles mais fácil, encontram problemas “imensos” no Palmeiras, na tentativa de fomentar a discórdia entre clube, jogadores e torcida. Onde já se viu o Palmeiras ter o elenco inchado? Não era essa mesma imprensa que, n começo do ano, batia na tecla que o Palmeiras não tinha elenco nem pra fazer um coletivo? Melhor ter gente sobrando, né? Ainda mais quando se sabe que isso é provisório.

Mas o Lance foi até ouvir um especialista em gestão…  De tão ‘especialista’ que o especialista é, não foi preciso nem citarem o seu nome. Como é que citam um especialista, sem dizer quem ele é? Credibilidade… nenhuma! Podemos arriscar que o consultado foi o…  Gasparzinho? (no dia de hoje, a notícia traz o nome do especialista. Mas, como você pode ver no printscreen abaixo, a notícia foi publicada sem ele)

E ele sabe tanto, que afirma que “está muito claro que houve, talvez…”. Decide, Gasparzinho, está muito claro ou é talvez?

E ele fala até sobre a questão da dificuldade para que muitos atletas façam as suas refeições. Mas ninguém o consultou quando os gambás, sem ter um refeitório, faziam as refeições no “Linguição” (acho que era esse o nome), não é mesmo?

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Nunca vamos ter certeza se pautas como essas são feitas por “torcedores profissionais”, por inexperientes estágiários, ou são pautas compradas, matérias pagas. Só podemos imaginar.

Mas é como eu sempre digo… Abre o olho, leitor, senão a GambambiPress engana você!

Quando conquistamos algo que desejamos por um longo tempo, algo com o qual sonhamos, até mesmo de olhos abertos, o medo de acordarmos de repente e tudo ter sido só um sonho, é imenso.

Há um ano atrás, tínhamos ido dormir felizes e campeões e, no dia seguinte, acordávamos mais felizes ainda, ao constatarmos que não tínhamos sonhado…

Era real, era “palpável”, tinha ainda o calor de todas as lágrimas que choramos de felicidade e o brilho de todos os nossos sorrisos; tinha a energia de todos os nossos pensamentos e orações, tinha cor… verde esmeralda, misturada à prata do troféu que o Palmeiras estava trazendo pra casa… tinha a camisa mais linda do mundo, nos olhando da cadeira do quarto… tinha o corpo dolorido, pelos músculos tensos, contraídos, do dia anterior, do jogo que tínhamos jogado com o time, do campeonato que tínhamos disputado com o Palmeiras… tinha a garganta doendo, pela voz, que usáramos até que ela se acabasse, nos gritos de “É CAMPEÃO”… tinha a certeza, que aquela conquista e todos os seus detalhes, as suas imagens e maravilhosas sensações nos acompanhariam por toda a vida…

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=dK5GDjpcg1Y[/youtube]

E cá estamos nós, em novos caminhos, sonhando novos sonhos, esperando por novos e felizes dias seguintes…

E é em busca desses sonhos, em busca desse “day after”, que estamos caminhando agora. Não importa qual seja a situação que o Palmeiras se encontre, não importa o time que o esteja representando… Estamos juntos, sempre!

E depois da partida passada, do futebol lindo que o Palmeiras mostrou em campo, ficou mais gostoso sonhar e acreditar que, não demora muito vamos viver tudo isso outra vez.

E hoje teeem mais… PALMEIRAS!!

E se o Verdão precisa que seus guerreiros façam do Pacaembu um Caldeirão Verde enquanto o Allianz Parque não fica pronto; se ele precisa do amor e da força inesgotável da sua gente, a força e o amor estarão lá, e o Caldeirão vai ferver, porque…

SE O PALMEIRAS VAI JOGAR, NÓS VAMOS!!

Valdivia-voltou1

“Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca

Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre” ♪♫ (Milton Nascimento)

Pareceu uma eternidade esse tempo de Copa das Confederações em que o Verdão ficou sem jogar… Custou tanto a passar.

Não há vida sem Palmeiras! A gente continua fazendo tudo como sempre, trabalha, estuda, passeia, dá risada, se alimenta, anda, respira… mas é tudo tão sem cor, sem calor, sem perfume… A sensação de que falta algo é permanente.

Contamos os dias até esse sábado (06), ficamos ansiosos como quem mal pudesse esperar pra rever um grande amor. E era isso mesmo, íamos rever o nosso grande amor.

As expectativas eram as melhores possíveis, time descansado, que treinou bastante durante a “férias”, o garoto Luís Felipe no time, Prass de volta, Valdivia de volta… O Mago… com ele em campo sempre podemos esperar um futebol mais bonito.

Pra não ficar na pilha, passei o dia batendo pernas na 25 de Março, e cheguei em casa quase na hora do jogo começar. E então… surpresa! Nenhuma emissora ia transmitir o jogo do Palmeiras. A Band, que acenara com a possibilidade, mudou de ideia (ou a Globo fez com que ela mudasse) e transmitiria o ‘badaladíssimo’, confronto entre os dois “grandes campeões brasileiros”, São Caetano e Avaí. Era compreensível… afinal esses times, que ‘conquistaram tantos títulos nacionais’, ‘possuem milhões de torcedores espalhados pelo país’, não é mesmo? Eles têm jogadores que já vestiram a camisa da seleção brasileira, da seleção chilena… são times que têm muito mais apelo. E, deve ter sido por esses motivos que ‘São Caetano x Avaí’ foi o jogo que os milhões de palmeirenses, espalhados pelo Brasil inteiro, tinham pra assistir.

As TVs ‘preferiram’ levar ao ar uma programação que lhes daria menos pontos no Ibope? Estranho… Deve ser a Dona Globo, detentora dos direitos de transmissão, querendo forçar o torcedor palmeirense a comprar os pacotes de PPV da série B. Eu não sei você, amigo leitor, mas eu não compro!

E lá fomos nós assistir via PC… Estava um calorão em Presidente Prudente e o Palmeiras, de Fernando Prass, Luis Felipe, André Luiz, Henrique, Juninho, Márcio Araújo, Charles, Wesley, Valdivia, Leandro e Vinícius,  estava lindo de branco. Nas camisas, uma mensagem de apoio ao grande Djalma Santos, ex-jogador do Palmeiras, que se encontra hospitalizado. No banco, o auxiliar técnico, Juninho, substituía Gilson Kleina. No gramado, antes do apito inicial, Valdivia se ajoelhava em oração – e eu rezei com ele, rezei por ele… muito mais do que nós, torcedores, o Mago sabia o quanto essa volta significava, sabia tudo o que estava em jogo…

Apesar do gramado ruim, esse time, lindo, que vestia branco, precisou de apenas 7 minutos para abrir o placar. Jogada linda do Mago – tão bom ter ele de volta -, que driblou dois marcadores, tabelou com Leandro e rolou pra Luís Felipe cruzar no meio. Charles tentou mandar pro gol, mas acabou sendo travado; a bola sobrou para Leandro, que encheu o pé e estufou as redes (Tchuuupa, Tamoxunto!). Que alegria eu senti! O Palmeiras, do jeito que a gente gosta, saía na frente.

O toque de bola do Verdão era outro, o time estava mais rápido. A qualidade do passe de Valdivia, a sua visão de jogo, que são indiscutíveis, faziam muita diferença.  O Palmeiras precisa tanto disso…

O Oeste até quis nos importunar, mas a zaga estava esperta. Aos 36′, eles deram um susto na gente com uma bola na trave. Mas nem deu tempo de ficarmos preocupados. Na sequência, Valdivia, – os adversários batem um bocado nele – com um passe preciso lançou Vinícius; ele cruzou e Leandro, “facinho, facinho”, fez o segundo do Palmeiras, segundo dele na partida (visibilidade é isso, Tamoxunto! Fazer gols, jogando por um grande time). Que maravilha!!

No finalzinho do primeiro tempo, o Mago deu um passe perfeito pro Charles e o deixou na cara do gol, mas ele foi derrubado na linha da área. Que gostoso ver o Palmeiras jogar um bom futebol! Que delícia ver o Valdivia em campo, fazendo das suas… Que alegria ver o garoto Luís Felipe se saindo tão bem, ver o Juninho fazendo bons cruzamentos, o Wesley jogando certinho, o Charles marcando dois gols no jogo… que bom ter o Henrique no time… que alívio constatar que, a despeito das reclamações da época, a diretoria acertou em cheio ao escolher Leandro, nosso artilheiro, entre os jogadores que lhe foram oferecidos pelo Grêmio.

Na segunda etapa, aos 6′, Luís Felipe fez jogada pela direita, cortou para o meio e, de fora da área, arriscou de esquerda acertando a trave. Quase! Valdivia estava Valdivia, enlouquecendo os adversários e encantando a torcida! Aos 12′, depois da jogada de Wesley (na posição certa ele joga bem, né Kleina?) e Luís Felipe, o rebote ficou com o Mago, que mandou uma “bomba” e o filho-da-mãe do goleiro defendeu. Foi por pouco…

O terceiro gol tava amadurecendo. Charles invadiu a área e chutou forte; o maledeto do goleiro conseguiu tirar. A gente sabia que ia sair mais um gol, mas só não sabíamos que ele seria tão espetacular…

Valdivia entortava um aqui, outro ali; chapelava, metia cada bola linda pros companheiros… organizava e armava as jogadas de ataque, fazia o futebol do Palmeiras ter muito mais qualidade. Mas, Mago que é, ainda faltava um sortilégio. Faltava ele deixar a gente maravilhado, faltava deixar o Prudentão transbordando de magia.  De fora da área, desmontou a defesa inimiga, meteu a bola por entre vários adversários, e ela foi encontrar Leandro, sozinho na área (como ele faz isso?). O garoto, esperto, rolou pra Charles que aparecia na trave oposta, e ele, como se fosse um ‘Fio Maravilha’, só não entrou com bola e tudo porque teve humildade em gol... Jogada maravilhosa! Genialidade explícita e descarada em campo. A arquibancada enlouquecia, a bancada virtual também. Nossos corações, inundados de felicidade. Quanta saudade sentíamos desse futebol…

O time todo se apresentava bem, nossa camisa parecia ainda mais linda… parecia refletir o sol que inundava o Prudentão e o nosso peito…

O técnico Juninho substituiu Valdivia, o melhor jogador da partida, pelo estreante Mendieta (quero ver esses dois juntos em campo), e foi emocionante. O torcedor, grato pelo futebol palestrino, que renasceu pelos pés do Mago, gritava o seu nome e o aplaudia de pé. Merecidíssimo! As lágrimas corriam no meu rosto.

(Tá vendo, Mago? É como diz a música: “… é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter sonhos, sempre…”. Você sabe o quanto tem trabalhado, e o resultado está aí; a receita também: trabalho, paciência, trabalho, paciência…)

E se estava bom, ficou melhor ainda. Aos 38′, depois da cobrança de escanteio, a defesa do Oeste aliviou pra fora da área, Charles ficou com a sobra e, de primeira, emendou uma paulada acertando o canto direito do goleiro. Que golaço! O segundo dele no jogo, o quarto da goleada do Palmeiras.

E por pouco o estreante da tarde não deixa o dele. Na jogada de Wesley, Juninho cruzou, e Mendieta cabeceou pro gol. O goleiro conseguiu defender com os pés – não fosse ele tinha sido uns 7 x 0.  Minutos depois, Caio foi lançado, tentou o chute e o goleiro defendeu. Ele não viu Mendieta livre na frente do gol. Que pecado! No minuto final, Caio, de cabeça, quase marcou o quinto gol; o goleiro fez uma grande defesa. E então, o juiz apitou. E a torcida saiu feliz, cantando, aplaudindo o time.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=NDCwBbu1h0w[/youtube]

E o final de semana foi uma maravilha!  Parmera goleou, Valdivia jogou muito, Leandrinho fez 2 gols (Tchupa, Tamoxunto), Charles também fez, o gambá idiota foi nocauteado, os bambis perderam… Uma beleza!

Quanto a nós, eu sei que foi só um jogo, que o caminho é longo, e que vai ser preciso manter a pegada, a regularidade, porque, certamente, as dificuldades aparecerão. Mas eu também sei que o time não jogou bem por acaso, que esse futebol bonito e vibrante poderá ser repetido muitas outras vezes. Sei que Alan Kardec, Felipe Menezes e Eguren ainda vão entrar no time… e, mais do que saber, tenho certeza, chegou a hora de podermos sonhar com um novo Palmeiras…

E como dizia aquele sábio barbudo e de óculos escuros: “Sonho que se sonha junto é realidade…”

Booora sonhar e fazer acontecer, parmerada! Sexta feira é no Pacaembu.

A gente se encontra lá!

 

Está vendo só, amigo leitor? O Allianz Parque, antes mesmo de ficar pronto, já está na rota dos grupos e bandas mais famosos do planeta. Faltando mais ou menos nove meses para que ele seja entregue – estamos oficialmente grávidos do Allianz Parque – o primeiro contrato já foi fechado.

A One Direction, a maior banda pop da atualidade, vai excursionar pelo mundo, e já estão sendo anunciados os shows que ela fará no RJ e em São Paulo.  A princípio, seria uma única apresentação em cada estado, mas, ontem (25/06), a banda confirmou que fará duas apresentações em Sampa, no Allianz Parque (nossa casa)  nos dias 10 e 12 de Maio de 2014.

Maio de 2014, parece que está longe, né? Mas as entradas para os shows começaram a ser vendidas ontem e já estão quase acabando.

Se você curte a banda e não quer perder esse show por nada, corre!

Confira:

OneDirection

OneDirection1

OneDirection2

OneDirection3a

http://www.t4f.com.br/umbrella/one-direction.html

Junho…

Mês em que o Palmeiras comemora a conquista do Paulistão/93 – a primeira, de um time que ganharia muitos títulos mais.  Mês da comemoração da conquista da Libertadores; mês em que o Palmeiras está de férias, em virtude da realização da Copa das Confederações-2013; mês de muitas manifestações, de um povo que clama por um país mais justo; mês de protesto contra a corrupção que assola o país, empobrece cada vez mais a população e enche o bolso de alguns…

E eu vou aproveitar esse mês glorioso e as férias do Verdão, para fazer uma manifestação particular, para acabar com uma falsa verdade, criada à conveniência de alguns, com o intuito de convencer os que não assistiram à uma determinada partida, os que eram muito pequenos ou nem eram nascidos numa certa época… de que não aconteceu o que, de verdade, aconteceu: o Palmeiras atropelou o Corinthians na final do Paulistão 93, sem receber nenhum tipo de ajuda do juiz.

Todo mundo sabe que o Palmeiras não tem um único troféu conquistado à custa do apito. Muito pelo contrário, algumas taças que dormem em outros clubes, lhe foram surrupiadas graças à esses “profissionais”. Né, Armando Marques?

E nesse mês de Junho de 2013, quando o Palmeiras e a Família de Sangue Esmeralda comemoravam 20 anos da conquista do Paulistão-93, apareceu uma certa e platinada manchete, afirmando que o árbitro daquela partida, José Aparecido de Oliveira, teria se arrependido de ter apitado aquele jogo; matéria que não dizia, mas sugeria, que o árbitro, talvez, estivesse arrependido de ter errado.

Talvez ele tenha mesmo se arrependido… Mas de ter apitado  seguindo as regras determinadas pela Fifa (coisa tão em desuso no Brasil), por ter punido corretamente alguns jogadores, de um time que é useiro e vezeiro em receber ajuda do apito. E, como, contrariando a maioria dos árbitros, contrariando o costume, ele não favoreceu o time do apito-amigo, (errou algumas vezes, mas não contra o time da beira do rio), acabou sendo bastante prejudicado em sua carreira. No popular, enfiaram o homem na ‘geladeira’… por ter tido a coragem de fazer os corintianos cumprirem as regras que não costumam cumprir. Né, Márcio Rezende de Freitas? Né, PCO?

Vou postar aqui o relato dos fatos ocorridos em campo, cuja veracidade você poderá comprovar com as imagens do vídeo da Globo, e com a transcrição de alguns comentários, feitos durante a partida, por Luís Alfredo e Juca Kfouri, narrador e comentarista – esse último, assumidamente torcedor do Corinthians; o outro, dizem que é também, mas não tenho certeza -, e de Arnaldo César Coelho.

 

12 de Junho de 1993 – Jogo: S. E.Palmeiras X Corinthians
Histórico da partida:

01 min – Edmundo perde gol feito.

04 min – Henrique comete falta violenta em Edmundo, por trás, e recebe cartão amarelo. Arnaldo César Coelho diz que “a falta foi violenta e o cartão foi muito bem marcado”.

10 min. – Roberto Carlos faz falta violenta em Paulo Sérgio, por trás, e recebe o cartão amarelo. Arnaldo diz que “nesse começo de jogo, Aparecido está preocupado em marcar tudo, porque se não apitar tudo, esse jogo pode descambar pra violência”.

Até esse momento, tinham sido 8 chutes a gol do Palmeiras, contra 1 do Corinthians, diz o narrador Luís Alfredo.

15 min. – Henrique comete falta em Edmundo para o recebimento do segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho. O árbitro dá a vantagem no lance e não adverte o jogador (o Corinthians é beneficiado com a não expulsão de Henrique nesse lance).

17 min – Nova falta violenta de Henrique, desta vez em Evair. Luis Alfredo, narrador da Globo, diz que o lance era para expulsão (mais uma vez, o Corinthians é beneficiado com a não expulsão do seu zagueiro).

19 min – Leandro, lateral direito do Corinthians, recebe o amarelo por falta violenta em Edmundo.

20 min – Marcelinho Paulista dá carrinho em Daniel Frasson e não leva cartão.

22 min – Mazinho faz falta para cartão e não leva.

23 min – Ezequiel faz falta para cartão e não leva.

28 min – Zinho recebe cartão amarelo por reclamação. Reclamava da marcação de uma falta inexistente de Mazinho. A Globo mostra com imagens que a falta não existiu. O narrador confirma: “Na bola, a entrada de Mazinho”. Arnaldo diria: “Veja que com o pé esquerdo ele toca a bola e depois é que derruba o jogador do Corinthians. A intenção dele era nitidamente a bola” (o juiz prejudicou o Palmeiras com uma falta inexistente e com o cartão para Zinho, que reclamou com razão).

29 min – Paulo Sérgio dá um chute em Edmundo, sem bola. No lance, para expulsão, nem falta foi marcada e o auxiliar Oscar Roberto de Godoy observa tudo sem fazer nada (o narrador fala da entrada forte do Paulo Sérgio no Edmundo, entrada forte – um chute -, que o bandeira, Godoy, ali pertinho, não viu. Luxemburgo ficou furioso com a não marcação, reclamou com Godoy, que ameaçou o técnico: “Você vai dançar”).

37 min. – Zinho marca Palmeiras 1 x 0.

39 min – Henrique faz mais uma falta violenta, a terceira após o primeiro amarelo, agora em Edílson, e é expulso. Toda a equipe da Globo, inclusive o corintiano Juca Kfouri, elogia a atitude do árbitro. Arnaldo César Coelho diz: “Muito bem expulso! Ele já tinha cartão amarelo e parou a jogada de forma violenta. O Edílson foi deslocado de forma violenta e, por isso, foi expulso. Correta a atitude do José Aparecido de Oliveira”.

…………………….

40 min – Ronaldo, após um ataque histérico, pela justa expulsão de Henrique – que deveria ter sido expulso aos 15′ de jogo – recebe o amarelo por reclamação.

41 min – Cartão amarelo para Edmundo, que tenta revidar a cotovelada dos 29 minutos, ignorada pela arbitragem. Entra de carrinho em Paulo Sérgio, que pula, não sendo atingido (se o carrinho violento que Henrique deu em Edmundo, aos 4 minutos, foi pra amarelo, obviamente que, na tentativa de carrinho de Edmundo, que não atingiu Paulo Sérgio, o cartão deveria ser o amarelo também. Acertou o árbitro). Arnaldo César Coelho diz: “Edmundo entrou de forma muito dura para ir à forra daquela entrada do Paulo Sérgio” (não se perca, leitor, ele fala da cotovelada que Edmundo levou, e que José Aparecido nem falta assinalou), o corintiano Juca Kfouri diz sobre a falta cometida por Edmundo: “Não pegou ninguém, diga-se passagem. Nem a bola, nem o Paulo Sérgio”.

42 min – Neto recebe o Amarelo, depois de jogada no meio de campo; reclamava cartão para o time do Palmeiras. Na transmissão da Globo o corintiano Juca Kfouri diz: “os jogadores do Corinthians estão pressionando o árbitro para ver se conseguem a expulsão de um jogador do Palmeiras. Não há motivos até agora para  expulsar nenhum palmeirense”.

46 min. – O árbitro encerra o primeiro tempo da partida.

Segundo Tempo:

05 min – Marcado impedimento de Evair em situação clara de gol. Lance difícil, mas o impedimento existiu. Se a arbitragem fosse mal intencionada teria validado o gol.

15 min – Tonhão lança Edmundo que é derrubado por Ronaldo (fora da área). Ronaldo finge ser atingido por Tonhão na seqüência do lance, simulando contusão. Ronaldo e Tonhão são expulsos. Arnaldo César Coelho diz sobre o goleiro corintiano: “Expulso! Tem que ser expulso!”, Luís Alfredo completa: “Era o último homem”.

Comentários da equipe da Globo:

Arnaldo: “Não houve nada! A expulsão do goleiro é clara. Já tinha um amarelo, e além desse amarelo, fez essa falta que é uma falta digna de expulsão. Correta a atitude do juiz. Agora, se ele vier a expulsar algum jogador do Palmeiras, ele tá inventando”. “Veja na repetição, a expulsão foi clara. É lamentável, mas o zagueiro não fez nada”.

…………………….

Juca Kfouri, ao saber que Tonhão também tinha sido expulso, pergunta: “Mas por quê? Ele não fez nada!” Ao ver o replay sobre a inventada agressão de Tonhão em Ronaldo, Juca afirma: “Não aconteceu nada, o Ronaldo é que tentou cabeceá-lo . Não é possível que o Tonhão tenha sido expulso”.

Luís Alfredo: “Realmente, Tonhão não fez nada. Por esse ângulo dá pra gente ver bem a encenação do Ronaldo”. 

Juca Kfouri juntamente com Arnaldo e Luis Alfredo dizem que Ronaldo armou a expulsão do zagueiro.

E a imagem é clara, Ronaldo, ao ver Tonhão se aproximar, se joga no jogador palmeirense, provocando a trombada que permitiria a ele, Ronaldo, simular uma agressão que não existiu. Os braços de Tonhão estão estendidos ao longo do corpo (O Palmeiras foi prejudicado com a expulsão de um zagueiro que não cometeu falta alguma, muito menos uma agressão).

Quando, finalmente, José Aparecido mostrou o cartão vermelho para Ronaldo (Tonhão, que não fez nada, foi expulso primeiro), o corintiano Juca Kfouri diz: “Você vê aí, o cartão vermelho, infelizmente, mostrado com toda justiça pro goleiro Ronaldo”, “… faltou cabeça pro Ronaldo”.

Arnaldo, ao ver Tonhão saindo de campo, disse: “É lamentável, mas o zagueiro Tonhão foi expulso. Está saindo do campo, do lado oposto, em direção aos seus vestiários. O juiz foi na onda, o Ronaldo foi expulso e, espertamente, cavou a expulsão do Tonhão…”, ao que Juca Kfouri retrucaria: “Aí, Arnaldo, eu nem diria que, espertamente, eu diria que o José Aparecido queria algum motivo pra expulsar alguém do Palmeiras, pra dar uma compensada, porque é de uma profunda injustiça a expulsão do Tonhão, que aliás, originou todo o lance, numa jogada belíssima”.

26 min – Edmundo perde gol feito à frente de Wilson.

28 min – Evair faz 2×0 em jogada de Mazinho.

34 min – Arnaldo elogia José Aparecido por não marcar um recuo de bola a Sérgio. A jogada não foi intencional: “Jogada perfeitamente normal. Não houve a intenção, deliberada, de atrasar a bola pro goleiro. É o que diz a regra. Correto o Aparecido”.

38 min – Gol de Edílson após conclusão de Evair na Trave.

40 min – Comentário de Juca Kfouri:

“Por coisas como essa, eu prefiro os campeonatos por pontos corridos. Esse terceiro gol não valerá nada, o jogo já está decidido e vai para a prorrogação. O Palmeiras tem, agora, nove pontos a mais que o Corinthians e, por todos os méritos, é o legítimo campeão. Terá que decidir o título em uma prorrogação”.

Aos 45 minutos ele diz: “Henrique e Ronaldo erraram, mas não podem ser vistos como vilões”.

Prorrogação – Primeiro Tempo:

02 min – Edílson perde gol incrível embaixo das traves.

04 min – Falta em Evair, não marcada

Juca Kfouri: “O Palmeiras tem que buscar o resultado, tem que tentar fazer o gol, porque é muito superior”.

07 min – Viola tenta jogada individual e perde para a zaga.

07 min – No contra ataque, Edmundo enrola-se com o Zagueiro Ricardo e, na seqüência, recebe o pênalti. Os corintianos reclamam e Ezequiel é expulso.

Luís Alfredo, revendo a imagem, com Ricardo puxando a camisa de Edmundo: “Vejam aí, ele foi puxado”.

O Arnaldo diz que as reclamações são em função da falta de Edmundo em Ricardo (a falta de Edmundo existiu, mas também existiu simultaneamente, a falta de Ricardo em Edmundo, por isso o árbitro deixou seguir, ai veio a penalidade).

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10 min – Evair cobra a penalidade e faz Palmeiras 1 x 0 na prorrogação.

Juca Kfouri diz: “Faz-se justiça, integralmente”.

13 min – Alexandre Rosa, que acabara de entrar em lugar de Evair, toma cartão amarelo por uma falta que não cometeu. Luís Alfredo diz: “Neto, cavou e conseguiu a falta!” Vendo o replay, Juca Kfouri diz: “Ele empurrou com o peito”

Prorrogação – Segundo Tempo:

04 min – Viola toca a bola com a mão e Neto recebe impedido, mesmo assim reclamam da arbitragem. Luís Alfredo é categórico: “Primeiro, o toque com a mão; depois, o Neto impedido”. Todos concordam.

05 min – Viola tenta cavar pênalti. O narrador diz: “Olha o Viola na área… tentou cavar, tentou cavar! Viola… se ele esquece a tentativa (de cavar), se ele cruza, teria o Corinthians uma boa chance”.

08 minutos – Falta em Jean Carlo na entrada da área e, novamente, exagero nas reclamações. Diz Arnaldo: “Falta clara e bem marcada. O time do Corinthians, agora, está procurando criar problema pro juiz, porque vê a coisa perdida. Veja na repetição que a falta foi clara”.

Comentários de Juca Kfouri:

“Eu só espero que o Corinthians saiba perder e não force mais duas expulsões para sair de campo sem que a prorrogação termine.

O Palmeiras é o legítimo campeão, fez por merecer… … e a campanha, quem fez pra ser campeão é a torcida que tá berrando o grito que há tantos anos ela abafa”.

“…se abre aqui uma nova era em que aqueles tempos de Academia podem voltar (e voltaram mesmo).

15 min e 22 seg – José Aparecido encerra a prorrogação e o Palmeiras, com 9 pontos a mais, é o legítimo Campeão Paulista de 1993.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Aa2qPQzlD4U[/youtube]  (o vídeo que havia sido originalmente postado aqui, sumiu. Com a justificativa no Youtube de “conta encerrada por violação de direito autoral”. É assim que algumas coisas são apagadas da história. Mas sempre há uma outra opção…ainda bem)

https://www.youtube.com/watch?v=o2_OTg711iM

Taí… os fatos são incontestáveis e o passado é imutável!

Agora, chega de chororô e de repetirem essa historinha inventada. Ainda que algumas pessoas, das que nada viram de errado nessa partida, ao longo do tempo, tenham se “esquecido” disso, permitindo que uma nova verdade fosse criada (da final do Paulista de 99, ninguém fala nada…) Quem tem olhos pode ver, e quem tem ouvidos pode ouvir.

Se aqueles que perderam, ainda insistem em reclamar de alguém, que reclamem com Deus, por ele ter colocado no mundo craques com o talento de Evair, Edmundo, Zinho, César Sampaio, Roberto Carlos, Antonio Carlos, Mazinho, Sérgio, Edílson… e por eles terem vestido, ao mesmo tempo, a gloriosa camisa esmeraldina.

Eu só tenho a agradecer a ELE!

Pelos olhos e relatos de meu pai eu ‘vi’ Oberdan jogar… e ele se tornou meu ídolo desde então.

No sábado passado, meu ídolo comemorou 94 anos, e eu tive o privilégio e a honra de poder comemorar com ele e de lhe dar um abraço e um beijo.

Na entrada do salão, o verde-e-branco já se fazia presente, e eu encontrei o aniversariante na sua mesa repleta de amigos, como sempre… Altivo, elegante, bem disposto, atencioso, lá estava Oberdan Cattani, a lenda do Palmeiras… O único remanescente do Palestra Italia…

FestaOberdan-Mesa

A minha palestrina cabeça pira diante dessa constatação. Oberdan faz a ponte com um tempo que eu não vivi, com um Palestra que eu não vi jogar. É como se ele tivesse saído de uma máquina do tempo, ou eu tivesse feito uma viagem até aqueles dias.

Pra mim, é mágico poder segurar aquelas mãos imensas, que fizeram defesas tão importantes, que ajudaram o Palmeiras a conquistar títulos, inclusive um mundial, num tempo em que eu ainda não tinha nascido. Quando estou com ele, nunca deixo de me lembrar que esse senhor, de 94 anos, vestia a camisa do meu time e entrava em campo para fazer valer aquele trecho do nosso hino, “defesa que ninguém passa”. E ele fez isso tão bem… Quem o viu em campo diz que ele foi o mais fantástico de todos, e que pegava a bola com uma mão só, num tempo em que os goleiros não usavam luvas, e que as faltas no goleiro eram permitidas… Num tempo em que se jogava por prazer e por amor… Num tempo em que o atacante do grande rival lhe rasgava a coxa com as travas da chuteira, e ele, que continuava jogando mesmo assim, lhe quebrava algumas costelas no lance seguinte…

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Ele se lembra de tudo, e nos coloca diante do Palestra Italia do qual só ouvimos falar, e é como se estivéssemos vendo acontecer a história do Palmeiras que apreendemos dos livros. Ele defendeu o Palestra que morreu líder e o Palmeiras que nasceu campeão, ajudou o Palmeiras a conquistar o primeiro mundial de clubes e resgatar o orgulho de um país inteiro. Viu o Palmeiras ser aclamado pelo mundo por esse feito. A história da vida de Oberdan, de verdade, se confunde com a história da Sociedade Esportiva Palmeiras. Não dá para contar a história de um sem falar do outro.

Lembro do meu pai me falando dele (ele sempre fala); lembro de como a sua expressão, depois de tanto tempo, ainda parecia maravilhada com as lembranças, com o filme que passava lá em sua cabeça. Oberdan, o ídolo que passou de pai pra filha, que era conhecido como o “goleiro de mãos gigantes”, “muralha verde”, “fortaleza voadora”, e até mesmo “Clark Gable”, devido sua semelhança com o ator americano…

Que foi fazer um teste no Palmeiras, lá no distante ano de 1940, com o exigente técnico Caetano de Domênico, que costumava, durante os testes, jogar a bola com as mãos em direção à meta e, caso o goleiro não a pegasse, perdia a vez para o próximo da fila. Oberdan não só pegou a bola jogada pelo técnico, como o fez com apenas uma das mãos e na maior tranquilidade, para surpresa de Caetano de Domênico. E assim ele foi aprovado para o quadro de aspirantes. E sem salário algum.

O tempo passou e ele completou 94 anos. Com bolo e vela de bola de futebol; com distintivo do Palmeiras e goleiro embaixo da trave, enfeitando a mesa; com champanhe, alegria… com a família e os amigos, com os votos de felicidades de milhões de novos e jovens fãs palestrinos, e com Palmeiras… no coração, no sangue e no hino que tocou depois do “Parabéns a você”.

Auguri, Oberdan Cattani. Tante grazie!

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FestaOberdan-velinhas

Esse texto foi escrito há alguns anos. Resolvi republicá-lo para relembrar aquele 16 de Junho, pra relembrar aquele campeonato conquistado. Comecei aquele dia, chorando de tristeza e ansiedade; tristeza, por não ter ingresso para ir ao Palestra, e  ansiedade, pelo título inédito. Ao final daquele mesmo dia, eu choraria de felicidade… uma felicidade tão grande que nem caberia no peito…

16 de Junho de 1999… que dia foi aquele… Eu nem tinha conseguido dormir à noite. A cabeça pensando, pensando, sem parar. Tentando imaginar qual seria o desfecho da partida que teria início logo mais. Algumas horas apenas nos separavam de um sonho. E ele parecia tão real, naquela manhã. O coração apertado, nem me deixava engolir o café da manhã. Evair, Zinho, Alex, César Sampaio, Arce, Euller, Junior Baiano, Cléber, Junior, Galeano, Paulo Nunes, Sérgio, Roque Junior, Oséas, Marcos… o que será que eles estariam fazendo àquelas horas… Muito provavelmente estariam dormindo. Será que estavam nervosos, ansiosos, assim como nós?  Claro que sim, né? Conquistar a Copa Libertadores seria um feito único, inigualável, inesquecível.

Eu confiava tanto, mas tanto em Felipão, que tinha quase certeza do título. Mas, claro, sempre tem o inesperado, os juízes e suas “falhas”. Ai que meeedo! Eu, que tinha ido em quase todos os jogos do Verdão, estava de fora da final. Mesmo tendo ficado na fila, lá no Palestra, desde muito antes da bilheteria abrir, não consegui comprar ingresso. Eles acabaram sem que a fila tivesse andado 20 metros. Disseram que Mustafá tinha “sumido” com uma boa parte, para distribuir como cortesia. E muitos dos torcedores, reais, que vivem e respiram Palmeiras vinte e quatro horas por dia, iam assistir na TV. As horas passavam e o momento tão esperado ia chegando. Quem disse que eu almocei? Trabalhar foi um suplício. Durante a tarde, a cada vez que imaginava o apito final, eu já não conseguia segurar as lágrimas… “Meus Deus, por favor, permita que eu tenha essa alegria…” – era a única coisa que eu conseguia rezar.

Se você me perguntar o que eu me lembro do jogo, direi que quase nada, mesmo me lembrando de tudo. Era como se eu estivesse no meio de uma nuvem. Não conseguia ficar à frente da TV. Andava de um lado pro outro, tentando me acalmar, e rezando. O Palmeiras em cima, e a bola ia na trave, ou raspando…Parece mentira mas, quando a aflição já não cabia mais no peito, quando já era o segundo tempo, eu peguei uma imagem de Sto Expedito, num papel, e corri pro quarto rezar a oração que estava escrita no verso. No exato momento em que acabei a oração eu escutei: “Pênalti para o Palmeiraaaas!”. Deus do céu! Quase caí dura! Evair ia cobrar, eu não parava de tremer. Ele foi prá bola e guardou!!!!! GOOOOOOOOOOOOOOOOL! Obrigada, Santo Expedito! Obrigada, Evair!

Jogo de Libertadores é sempre difícil, catimbado e os piores para acalmar o coração do torcedor. Só que Junior Baiano fez pênalti e o Deportivo empatou. Nós tínhamos perdido a primeira por 1 x 0 e agora tínhamos que ganhar, ou ganhar. Lá pelos 30′, Euller lançou Junior na esquerda, que cruzou na área e encontrou Oséas que enfiou pras redes. Ubaldo Aquino, maledeto, ainda expulsou Evair, no finzinho. Eu que nem bebo, tomava vinho para acalmar… O juiz apitou e a decisão seria nos temíveis pênaltis. Eu simplesmente não era capaz de assistir. Não sabia se fechava ou abria os olhos.

Zinho, tão querido, perdeu o primeiro; Dudamel fez pros inimigos; Junior Baiano guardou; Deportivo fez mais um; Roque Junior marcou e dele e  vibrou tanto que chamou a torcida pros pênaltis , também. Era só coração e raça naquele momento. Os inimigos marcaram mais um… eu quase morria do coração… Rogério cobrou e guardou; o jogador colombiano meteu na trave. O Palestra explodiu de alegria!!! Tava tudo igual. “Nos ajuda, meu Santo Expedito”… Euller foi prá ultima cobrança e a fez com uma categoria de campeão… Naquele momento ninguém mais estava em sua casa, na rua; estávamos todos no Palestra, uma energia só, milhões de corações e olhos grudados no campo; milhões de preces ao céus; milhões de vozes que pediam: “Fora, fora, fora…”

Marcos e Zapata, frente a frente… o mesmo Zapata que havia marcado, de penalti, no segundo tempo… O que será que pensavam agora, esses dois jogadores? A Nação, de respiração suspensa, de olhos grudados na bola, em Marcos, o coração esperando… Os jogadores palmeirenses, de joelhos, e eu também. Os suplentes e a comissão abraçados, rezando… O colombiano chutou… e ela, a bola, numa reverência ao melhor goleiro do mundo que se encontrava à sua frente, foi pra… FORA!!!!!!

O pranto, que era contido, se fez  livre no rosto do palestrino, os jogadores choravam, todos gritando, alucinados, ninguém sabia para onde corria, ou a quem abraçava… Até os anjos e santos, tão lembrados e cantados durante a partida, vieram espiar que alegria era aquela no Palestra. Deus, por certo, estaria sorrindo naquele momento. O Palestra era verde e branco, a América era verde e branca, e reverenciava a fantástica conquista da Sociedade Esportiva Palmeiras.

MUITO OBRIGADA, GUERREIROS DO VERDÃO! OBRIGADA, FELIPÃO! VOCÊS FORAM GENIAIS! SEUS NOMES ESTÃO ESCRITOS EM NOSSOS  CORAÇÕES… PRA SEMPRE!

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=jDv4brBX4-w[/youtube]

Mendieta-apresentação

O meia William Mendieta, que atuou pelo Libertad-PAR na Copa Libertadores deste ano, acertou os últimos detalhes de sua transferência para o Palmeiras nesta terça-feira (11) e é o novo reforço do Verdão para esta temporada. Após ser aprovado nos exames médicos, o jogador assinou um contrato de quatro anos com o time palmeirense, sendo que o clube paulista adquiriu 100% de seus direitos econômicos. O Palmeiras apresentará oficialmente o jogador na tarde desta quarta-feira (12).

Aos 24 anos, Mendieta chega ao Alviverde com o objetivo de ajudar ainda mais a equipe palestrina a alcançar os seus objetivos em 2013. “Primeiramente, o mais importante é voltar à primeira divisão (do Campeonato Brasileiro), a mentalidade é essa. Depois, temos de defender o título de campeão da Copa do Brasil”, afirmou.

Muito animado com o desfecho da negociação, o meia declarou que o acerto com o Verdão será uma etapa essencial em sua carreira. “Para mim, é um passo grande e importante. No Paraguai, se fala muito do Palmeiras por causa do ‘Chiqui’ Arce. É um time grande que todo mundo conhece, até pelo título da Copa Libertadores (conquistada em 1999)”, disse.

O novo reforço aproveitou para se apresentar aos torcedores do Palmeiras. “Venho para cá e já estou pensando em jogar. Gosto de criar situações de gols e marco também. Mas a minha principal característica é a criação, espero que eu possa dar certo aqui no Palmeiras”, falou. “Quero me adaptar o mais rapidamente possível, entrar bem no time e conquistar a torcida”, almejou o atleta.

Ficha Técnica: William Mendieta

Nome completo: William Gabriel Mendieta
Nascimento: 09/01/89
Natural de: Assunção (Paraguai)
Altura: 1,74m
Clubes: Libertad-PAR (2009), Rubio Ñu-PAR (2010), Libertad-PAR (2011), Sol de América-PAR (2012) e Libertad-PAR (2012/2013)
Títulos: Campeonato Paraguaio de 2010 (Clausura) e de 2012 (Clausura)

Agência Palmeiras