“Todo e qualquer time tem o direito de ganhar, perder ou empatar os seus jogos pelos seus próprios méritos, ou deméritos. Um árbitro não pode interferir nisso, ainda mais em uma final… isso seria como um assalto, cuja arma seria o apito”  – Tânia Clorofila

A PF deveria fazer uma limpa no futebol brasileiro. Uma Operação “Apito a Jato” cairia bem por aqui… porque a coisa tá feia… as arbitragens acabaram de fazer o campeão do “Edilsão 2015” e está parecendo que querem fazer o da Copa do Brasil também.

O Palmeiras conseguiu o feito inédito – ou será que foram as arbitragens mandrakes que se superaram? – de ser garfado por dois árbitros diferentes numa mesma partida. Luís Flávio de Oliveira, nosso velho “conhecido”, operou o Palmeiras, sem anestesia, e numa final de campeonato – passou mal depois (aposto que não foi de remorso), foi substituído, e o seu substituto, Marcelo Aparecido de Souza, terminou de fazer a lambança. Foi a primeira vez  que um “jogador itakera” foi substituído num Palmeiras x Santos.

Entre outras coisas (falta violenta em Jesus, sem nenhuma punição para o agressor; cartões amarelos para o Palmeiras por qualquer motivo; Ricardo Oliveira apitando a partida (será que é parente?), Lucas(PAL) expulso – pelo árbitro substituto -, mas Lucas Lima(SAN) que acertou a cara do nosso Lucas antes, continuou em campo e nem amarelo levou), “Mr.Magoo” Oliveira deixou de marcar um pênalti absurdo e escancarado em Barrios, e de expulsar o zagueiro do Santos pelo pênalti cometido. Isso mudaria completamente a partida, não é mesmo? É assim que fazem o resultado de muitas partidas. Por causa disso, e só por causa disso,  o Palmeiras saiu derrotado da Vila Belmiro pelo placar de 1 x 0.

Foi tão escandaloso o pênalti que praticamente toda a imprensa esportiva – até a rgt –  confirmou que Barrios fora mesmo tocado por trás pelo zagueiro santista, quando entrava na área com clara chance de gol. Na Band, até o Neto confirmou o pênalti. E quando até o Neto afirma que foi pênalti para o Palmeiras, é sinal  que o lance teve até “tiro” e “facada”…

Porém, apareceram alguns legitimadores do erro do árbitro – o que acabou servindo de senha para que boa parte da opinião pública desse o veredito de lance normal, e as reclamações dos palmeirenses parecessem infundadas – é sempre assim.

Na Fox, foram dois jornalistas “destemidos” e familiares e um ex-árbitro a contestar o lance. Um dos jornalistas, diria que “houve o atropelamento, mas não houve o pênalti” (Santa falta de senso, Batman); o outro, depois de ser muito contestado por torcedores, por ter afirmado que não havia sido pênalti, acabou dizendo que o lance foi polêmico e, portanto, não se poderia culpar o árbitro (tô bem na fita com todo mundo, benhê! E em cima do muro!).

MuroBeting

Já o ex-árbitro, Simon – aquele, que operou o Brasiliense diante do S.C.Itaquera, numa final de Copa do Brasil, e que também operou o Palmeiras num campeonato brasileiro, diante do Fluminense, invalidando um gol de Obina, porque ele “teria cometido pênalti” (no jogador que o agarrava por trás) – afirmou com todas as letras que Barrios tropeçara em sua própria perna.

Apareceu até o Chefe da Arbitragem, Sérgio Correia, para, baseado em uma imagem(!?!?), dizer que o lance fora legal e que Barrios tropeçara. Ele declarou: “Por essa foto dá pra ver claramente que Barrios tropeçou”. Por essa foto? Como assim? Tem que ver o vídeo! Se a avaliação do Chefe de Arbitragem é nesse nível tão “profissional”… imagina a arbitragem como é, né?

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Quantas afirmações equivocadas, equivocadamente formando opiniões…

Vejamos o quanto Barrios “tropeçou”, o quanto “foi polêmico” o lance, o quanto esse “atropelamento não foi pênalti”, o quanto ele “foi Pelé em chutar a própria perna”… Vamos ver o vídeo que o Sérgio Correia tinha por obrigação ver, mas parece não ter visto…

A penalidade é incontestável e, depois desse vídeo, só continuarão a negá-la os que forem deficientes visuais, intelectuais ou muito mal intencionados…

Precisa desenhar?

https://www.youtube.com/watch?v=XKukmaIrWOM

Barrios foi tocado em seu pé direito, depois, em sua perna esquerda e, pra arrematar, foi pisado em seu pé esquerdo… um pênalti três em um… e o corintiano Oliveira não viu, o bandeira também não, nem o quarto-árbitro (que sempre costuma “apitar” em nossos jogos), não apareceu nem um delegado “baluta”, ninguém se valeu de imagens externas para “soprar” para o juiz…

Como se já não bastasse o que o Ceretta fizera na final do Paulistão (na mesma Vila Belmiro, diante do mesmo Santos)… O PALMEIRAS FOI GARFADO NA FINAL DA COPA DO BRASIL TAMBÉM!

Na conta de quem vai ficar isso, eu não sei. Mas sei que tinha que ter punição, e severa, para um árbitro que faz um resultado de partida, com o agravante  de ser uma final. O Palmeiras tem que processar os responsáveis por isso, não pode aceitar isso passivamente. É muito fácil prejudicar um time e ficar tudo por isso mesmo… ficar tudo na conta do erro. Depois, basta aparecer um torcedor profissional de imprensa e sair com essa pérola:

https://www.youtube.com/watch?v=-brhqsQWELM&feature=youtu.be

“O Palmeiras não tem o direito de colocar a conta do resultado no erro da arbitragem, porque não jogou nada” – Carlos Cereto

Veja só…  se um time não jogar bem, não pode reclamar de ter sido prejudicado pelo árbitro? De onde essa pessoa tirou essa pérola? É a “legitimação do estupro”…

Uma mulher não pode reclamar de ser estuprada porque saiu na rua de saia curta e blusa decotada, e o Palmeiras não pode reclamar de ser roubado, NUMA FINAL, porque jogou mal…

Jogou mal sim, mas só saiu derrotado por causa do árbitro.

As arbitragens, são péssimas, horríveis, tendenciosas; a imprensinha, parece que vai pelo mesmo caminho…

E O PALMEIRAS… FOI GARFADO NA VILA BELMIRO, DE NOVO!

“Depois de tudo o que passamos, não vamos deixar ninguém nos tomar esse título, esse sonho. NEM A PAU!” – São Marcos

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Há 15 anos não sabíamos o que era fazer duas finais no mesmo ano…  Mas os tempos mudaram.

Fomos trocando de caminho, saindo daquela estrada errada, que não nos levava a lugar algum… e quantas pedras encontramos… como foi difícil ter paciência para trocarmos de caminho… quanta turbulência nos chacoalhou quando tentamos sair do chão e voar…

Mas, entre caminhadas, algumas tímidas tentativas de voo, gols maravilhosos, dribles, Allianz Parque sempre lotado, muita vontade, disposição e alegria (sim, tivemos muitas alegrias), aqui estamos nós! Na segunda final de 2015.

Chegou o hoje… Um hoje de 20 títulos nacionais em campo (11 deles do Palmeiras)… Um hoje, como todos os outros “hojes” em que fomos felizes, construído a duras penas, passando por cima de todas as adversidades possíveis e imagináveis…

Torcedores, jogadores, comissão técnica e dirigentes sabem como foi duro vencer adversários difíceis, vencer as arbitragens tendenciosas, os pênaltis não marcados, vencer as inesperadas lesões, os desfalques, as cirurgias, as dores, a pressão… as notícias, propositadamente turbulentas e venenosas… o deboche de alguns adversários, que, em fim de carreira, vão confundindo talento com polêmica, provocação e falta de fair play…

Mas sabemos também como ficamos mais fortes quando nos colocaram à prova, quando duvidaram da nossa capacidade; como ficamos insuperáveis quando estivemos unidos e nos mantivemos alegres, e como essa força nos empurrou pra frente, mesmo quando até pareceu que não ia dar…

“Ah, do Cruzeiro o Palmeiras não vai passar”“O Inter tem mais time do que o Palmeiras e tem todas as chances de passar à semifinal”… “O FluminenC leva uma boa vantagem para a segunda partida e tem mais chances de chegar à final”… “A final será entre FluminenC e Santos”… blá blá blá… mimimi…

As  fichas dos “eshpecialishtaish de futebol” eram/são todas apostadas em nossos adversários… sempre.

E olha a gente aqui. Contrariando a “lógica torcedora rival” de alguns “jornaleiros”, e a “bundamolice” de outros tantos, estamos a um punhado de horas de realizarmos um sonho… Não dormimos direito essa noite, não conseguimos comer direito, os batimentos do coração já tem ritmos de arquibancada, e não conseguimos deixar de pensar no jogo, de imaginar lances, jogadas, dribles e gols…e camisas verdes se abraçando, e bandeiras verdes sendo agitadas… e lágrimas verdes de felicidade… vitória do Verdão…

Não vemos a hora da hora chegar…

Mas, de novo, eles dizem que não podemos… de novo eles nos subestimam, de novo eles esquecem a força dessa camisa e dessa gente verde-esmeralda. De novo eles minimizam a garra de nossos jogadores. De novo ignoram os méritos  que nos trouxeram até aqui…

Vamos mostrar que podemos sim, e podemos muito. Temos time, torcida, uma vontade do c……. de conquistar esse título…  temos tudo o que precisamos.

A sorte está lançada. Eu boto a maior fé no Verdão, e é claro que esse título foi, e é sonhado, mentalizado, desejado, rezado, esculpido e desenhado… Claro que eu quero essa Copa.

Mas eu sempre disse nos meus textos, e repito agora, durante todo esse tempo – que ficou pra trás graças a Deus – o que eu queria mesmo era isso: poder sonhar com um título, disputar um título… Tinham tirado o meu direito de sonhar.

E então, eu só sonhava que sonhava…

Sonhava que sonhava com esse frio na barriga e esse nó na garganta…

Sonhava  com essa ansiedade e esse sorriso besta que fica na cara da gente o tempo todo…

Sonhava em contar os dias, as horas, os minutos pra chegar a hora de um jogo…

Sonhava em ficar um tempão decidindo qual seria a “camisa da sorte” que eu deveria vestir… e quais as superstições que eu teria que alimentar…

Sonhava com poder comprar o ingresso pra final…

Sonhava em estar sonhando, como estou agora, com gols do Palmeiras, e dribles, e comemorações em campo… e abraços e gritos… lágrimas de alegria…

Sonhava com a Que Canta e Vibra cantando muito alto, feliz, altiva…

Sonhava em ver meu Palmeiras de volta ao seu lugar… nas finais.

Sonhava com as lágrimas que correm no meu rosto agora…

Posso estar apreensiva, ansiosa, insone, com borboletas no estômago, rezando, mentalizando, sonhando, desejando, chorando emocionada… mas, de verdade, estou com o coração em paz… com a alma plena, orgulhosa do Palmeiras e muito feliz!

E aos que não acreditam no Palmeiras, só digo uma coisa: Segurem-se nas cadeiras, porque o Verdão vai buscar! E a sua fantástica torcida vai com ele.

E que assim seja.

BOOOOOORA, PALMEIRAS!

Que não nos faltem os lindos dribles e passes de Dudu, nem as jogadas do Menino Jesus… que não nos falte a garra do Prass, do Rafa, do Cristaldo, do Zé, do Mouche, do Amaral… que não faltem as cabeçadas certeiras de Vitor Hugo, Barrios, Jackson e Rafa Marques… que não nos faltem as pinturas em forma de gol de Robinho, nem os desarmes de Arouca, Lucas e Egídio… que não nos faltem a fibra e a experiência de Zé Roberto, nem a segurança de Vitor Hugo… que não nos faltem as maravilhosas mãos e defesas de Prass…

E que não nos falte sabedoria pra discernir entre esperar e avançar…  nem calma e paciência pra lembrar que a decisão será no Allianz Parque… que não falte “jogar com a alma e o  coração” a nenhum palmeirense em campo… e, claro, que não nos faltem gols, muitos deles, na rede adversária.

Alegre-se palestrino, torça muito, o nosso Palmeiras está de volta… e quer ser campeão.

À luta, Verdão,  que o amor imenso da sua gente, amor que nunca está em falta, te conduza.

VAMOS BUSCAR A COPA!

 

 

 

Você lembra que escrevi aqui, há uns dias, sobre algumas notícias inverídicas, algumas informações distorcidas, que, repetidas à exaustão fazem com que verdades virem mentiras e mentiras virem verdades, não é mesmo? Como aconteceram com os “erros” de arbitragem contra o Palmeiras, nas partidas diante de Inter e FluminenC, que a imprensa, distorcendo tudo e negando o óbvio das imagens, fez parecerem benefícios ao Palmeiras.

Lá vamos nós, outra vez…

No domingo passado, na zona Leste, região de Itaquera, dois homens – um deles, com a camisa do Santos – foram covarde e brutalmente agredidos por dois indivíduos. Infelizmente, em decorrência dos ferimentos, um dos agredidos, que estava internado no Hospital Santa Marcelina, na região de Itaquera, morreu nessa quinta-feira.

As agressões foram filmadas por uma câmera de segurança de um posto de gasolina onde a selvageria ocorreu.

Os motivos eram desconhecidos (até hoje), mas, uma vez que um dos agredidos usava uma camisa do Santos, algumas pessoas trataram logo de classificar o ataque como briga de torcedores. Pode até ser que fosse mesmo, esse tipo de coisa costuma acontecer, e até com uma certa frequência, mas também podia ter sido uma coisa totalmente diferente, afinal, ninguém sabia nada sobre o caso, os agressores não tinham sido identificados e tudo estava no campo das hipóteses.

Mas claro que a “imprensinha”, caçadora de cliques e acessos, fez questão de, leviana e maldosamente, associar o Palmeiras à esse assassinato… Inventou mesmo. Uma camisa verde, usada por um deles, que nada tinha a ver com o Palmeiras, serviu para o imbróglio. Um, na base do “achômetro”, escreveu a asneira, a adivinhação; os outros todos, a repetiram na base do “Control+C e Control+V”.

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Olha só o vidente global: “a PM informou que era um grupo de oito palmeirenses“… O nariz dele deve ter crescido um bocado depois disso…

https://www.youtube.com/watch?v=b1aWt9Cs67U

Lamentável… pessoas que deveriam trabalhar com a informação limpa, contando ao telespectador o que aconteceu, e só o que aconteceu, acabam acrescentando detalhes por conta própria, distorcendo a notícia e trazendo ao telespectador uma “verdade” inventada… Atitude leviana, maldosa e irresponsável. E que, depois, fica por isso mesmo.

E a notícia, com o “detalhe” inventado, se espalhou até para outros países: Palmeirenses haviam matado um santista. Olha só a responsabilidade de uma informação assim. Olha só a exposição negativa à instituição Palmeiras, cujo nome e torcida – tem até fotos da Mancha(!!) – foram enfiados, graças à “boa vontade” da imprensa, numa notícia de agressão e assassinato.

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Uma brutalidade absurda, um crime, e cabia à polícia desvendar o ocorrido, caçando os assassinos e colocando-os na cadeia.

Porém, à imprensa, a esportiva especialmente, cabia apenas noticiar os fatos, como eles ocorreram, sem adicionar nenhum “extra” por conta própria. Por mais que ela queira apimentar a final da Copa do Brasil, que acontecerá entre Palmeiras e Santos, não dá pra se colocar uma camisa do Palmeiras numa imagem onde não há uma camisa do Palmeiras, não é mesmo? Só se usarem Photoshop.

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Os agressores podem ser torcedores de qualquer time, até mesmo do Palmeiras, mas é preciso ter muuuuuito “boa vontade” e “estar muito disposto” a ver uma camisa do Palmeiras onde não tem uma camisa do Palmeiras.

Nem o camelô vende camisas do Palmeiras sem as listras da Adidas no local dos ombros e sem o distintivo do clube na parte da frente… por mais marreta que ele as faça. E se não tem as listras, se não tem o distintivo, se não tem p#@&rra nenhuma relacionada ao Palmeiras na camisa, esses “jornaleiros”  todos tiraram de onde que um dos assassinos é palmeirense? Viram na borra do café servido nas redações?

Um dos agressores está de camiseta verde e bermuda listrada de vermelho e branco. Seguindo a lógica torta da imprensinha, e a grande vontade de fazer o sujeito ser torcedor, eu diria que da cintura para baixo, por causa das cores da sua bermuda, o time dele poderia ser outro, não é mesmo? E o que dá as pauladas nas vítimas, qual a cor da roupa dele? São cores que podem ser associadas a algum outro time também? E por que só a camiseta verde caiu nas garras do ‘achismo’ da imprensa?

“Ah, mas um crime aconteceu e tem gente preocupada com o time?”, disseram alguns. Nos preocupamos, e muito, mas é com a irresponsabilidade, e as consequências, de uma afirmação baseada em “achismo”. Principalmente porque, como torcedores que somos, estaremos à mercê do “troco” de quem foi envenenado com a informação leviana, sem confirmação alguma , de que palmeirenses mataram um santista (como a imprensa noticia  fatos e detalhes sem a confirmação dos mesmos?)

Se são bandidos, se mataram um homem, não importa se torcem pro Palmeiras, pro Barcelona ou pro Ipatinga, da mesma  forma que não importa se a vítima era santista, cruzeirense ou ponte pretana… Não importa se foi assalto, vingança, rixa antiga, briga de torcedores, briga no trânsito, ou se um mexeu com a mulher do outro…  O que importa é que uma pessoa perdeu a vida porque foi atacada brutalmente por dois covardes, que precisam estar na cadeia.

Mas a imprensa não tem o direito de instituir que os assassinos sejam “palmeirenses”, se nenhum deles vestiam a camisa do Palmeiras, se eles nem  tinham sido  presos e identificados ainda. Digo “eles”, porque alguns veículos, além de nomearem o sujeito de verde como torcedor palmeirense, fizeram pior, nomearam palestrino o outro agressor também… “palmeirenses seriam os agressores”. Os ponteiros do “achômetro” dando voltas sem parar… E os níveis do profissionalismo e isenção… na reserva.

Que coisa irresponsável, não é mesmo? As torcidas de Palmeiras e Santos vão se “encontrar” em duas finais daqui a alguns dias. E nego dando um jeito de “incrementar” a rivalidade. E o pior, usando de poderes mediúnicos.  Jornalistas instigando duas torcidas rivais, com suposições, com informações não verificadas e não confirmadas. E depois ficam fazendo campanhas de “Paz nos Estádios”. Hipocrisia pura.

Mas, tem um agravante nesse achismo,  tem um detalhe nessa história que os “imprenseiros esportivos” mal

contaram pra você… Enquanto culpavam palmeirenses, pelo simples prazer de culpar palmeirenses, sem terem recebido informação alguma que confirmasse essa culpa, eles não divulgavam algo que foi dito na quinta-feira (12/11) no programa “Brasil Urgente”, na Band. Segundo o que foi dito no programa, testemunhas afirmaram que havia um outro elemento além dos dois agressores, e ele estaria num carro – que não aparece nas imagens – esperando os “amigos”. Esse outro elemento estaria usando a camiseta de uma organizada do Corinthians.

http://www.televideoteca.com.br/rede-band/brasil-urgente/homem-e-morto-a-pauladas-em-sp-172676

E a imprensa, por conta e achismo próprio, culpou torcedores do Palmeiras… que coisa, não? E isso se espalhou por aí e até em outros países noticiaram que “um santista foi morto por palmeirenses”.

Mas… eis que a polícia prendeu os assassinos… eis que a tal camisa verde apareceu… e… surpresa! A camisa era a do Brasil! E o motivo do assassinato foi uma briga de trânsito!

Agressão-ao-torcedor-Santos-camisaBrasil

https://youtu.be/nL1ezUhmyiw

Coisa feia o que fez a imprensinha, não é mesmo?

Vamos acionar os cronômetros para marcar quanto tempo a imprensinha vai levar para se retratar com o Palmeiras e com a torcida do Palmeiras – a Mancha Alviverde, especialmente… Se ela, “imprensinha” (a mesma, que fez inocentes os comprovadamente assassinos de Kevin, o torcedor boliviano), vai ser tão rápida para se desculpar, quanto foi para “supostamente” acusar…

Eu acho que vai demorar um bocado, tipo umas duas encarnações. E você, palmeirense, o que acha?

“Uma Mentira contada mil vezes, torna-se uma verdade.” –  Joseph Goebbels, chefe da propaganda nazista de Hitler.

A picaretagem comendo solta no campeonato brasileiro 2015,  as arbitragens garfando geral,  fazendo resultados, decidindo partidas e as posições dos clubes na tabela de classificação, distribuindo muitos pontos – mais de 15 só para o S.C.Itaquera  -, e, com toda essa esbórnia,  tem “jornaleiro(s)” (me recuso a chamar de jornalista quem falta com a verdade na sua função de levar informação ao leitor, ao ouvinte) colocando sob suspeição a classificação do Palmeiras à final da Copa  do Brasil, afirmando que ele foi favorecido pelas arbitragens. Aham…

O tal de José Calil, que, para mim, é apenas um torcedor santista fanático travestido de jornalista, muito arrogante e malcriado, por sinal, e  que usa o seu espaço num veículo de comunicação e nas mídias sociais para falar um monte de asneiras e agir como se estivesse na arquibancada do “Aquário”, no começo do ano achou por bem atacar o Palmeiras, insana e diariamente, por ele ter contratado Arouca, QUE NÃO RECEBIA SALÁRIOS NO SANTOS. “Viúva do Arouca” (pensei que só existissem viúvas do Pelé), e parecendo muito despeitado, o “jornaleiro” falou os diabos do Palmeiras e do jogador – será que ele não achou nada errado no fato de seu clube de coração dar calote em Arouca, Aranha e tantos outros atletas? Será que ele gostaria de trabalhar sem receber?

Um tempo depois, veio a final do Paulistão entre Palmeiras e Santos. O Palmeiras foi prejudicado nas duas partidas. Todo mundo viu, menos o “Zé Caiu”. Você lembra como foi?

Foram dois pênaltis favoráveis ao Palmeiras, e não marcados pela arbitragem, mais duas expulsões palmeirenses mandrakes. A arbitragem interferiu no resultado do jogo e decidiu o campeonato.

O “jornaleiro esperteeeenho” não achou nada errado nas arbitragens, e nem na maneira como o time dele foi campeão. Essa moral seletiva medra como grama no pasto aqui no Brasil.

No entanto, até os que costumam fazer vistas grossas quando o Palmeiras é prejudicado, noticiaram a garfada na final – num programa esportivo da rgt, o apresentador  diria, ao vivo,  para o “árbitro melhor do Paulistão” (foi considerado o melhor) que ele TINHA OPERADO O PALMEIRAS.

Algumas das noticias sobre a “apitada”:

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Veja a imagem abaixo. Gabriel, na direita, tocou para Lucas lá no meio da área, e quando Lucas ia iniciar uma nova jogada, Chiquinho, em lance sem bola, atropelou Valdivia dentro da área. Pênalti, mas o “melhor do Paulistão” (Aham) nada marcou.

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Vítor Hugo foi agarrado e derrubado na área (saca só o Leandro Pereira sendo agarrado na área também). O “melhor do Paulistão” está em cima do lance, de frente para o lance, não tem a visão encoberta, e não marcou nem uma falta e nem outra. Favorecido o Santos? Maaaagina… Será que o “jornaleiro viu isso”? Será que ele achou a arbitragem safada? Sou capaz de apostar que não.

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Na primeira partida, vencida pelo Palmeiras, no Allianz, a arbitragem também deixara de marcar uma penalidade em Rafael Marques – deixara de marcar é ótimo. Os árbitros não  estão em campo para  marcar as infrações e fazer com que a partida tenha o resultado mais justo possível? Mas… “Senta lá, né Cláudia”?

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Não vi/li nada do tal “torcedor jornaleiro” sobre ter sido suspeita ou imoral a maneira como o Santos, às custas do apito, conseguiu levar a partida para os pênaltis  – o árbitro da ocasião, o santista Guilherme Ceretta de Lima, recebeu R$ 200 mil da FPF depois que o campeonato acabou, como prêmio por ter sido o “melhor do Paulistão”(Aham). Só que, no Campeonato Brasileiro, o “melhor do Paulistão” foi escalado para uma partida apenas. Esquisito, né?

Mas o torcedor jornaleiro resolveu atacar o Palmeiras (de novo), e tão logo ele se classificou à final da Copa do Brasil para jogar contra o…   Vai ganhar um doce quem adivinhar o clube… Isso mesmo, contra o … Santos! O time do coração do “torcedor jornaleiro”. E olha as asneiras que ele diz:

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Até entendo que ele seja torcedor doente e, por não conseguir ser imparcial, queira puxar a brasa para a sua sardinha, mas deveria haver um limite para o  ridículo e a estupidez. UM PROFISSIONAL DA IMPRENSA ESPORTIVA insinua que o torneio foi armado e AFIRMA (pay attention lawyers) que o Palmeiras “armou” no Paulistão, mas perdeu assim mesmo? Confere, produção?

Só que na primeira fase da Copa do Brasil, quando o Santos enfrentou o Londrina, o “torcedor jornaleiro” não achou a arbitragem safada quando ela “achou” um pênalti num lance em que a bola bateu no ombro do jogador do Londrina, não é mesmo? Nem nas muitas vezes em que o Santos foi ajudado neste Brasileirão com pênaltis “achados” (aposto que na partida de ontem, ele também não achou nada imoral que o tal “pastor” pudesse distribuir cotoveladas impunemente, enquanto Cristaldo era expulso por… reclamação!?!) Tão bipolar o senso de moral de algumas pessoas…

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Na ESPN, um outro ‘jornaleiro’ santista –  que também não deve ter visto nada de errado nas finais  do Paulistão 2015 -, teve como convidado do seu programa o zagueiro palestrino Vitor Hugo. Entre outras coisas, meio distantes do profissionalismo, e da ética que o profissionalismo exige, ele, levianamente, e insinuando que o Palmeiras chegou  à final com a ajuda das arbitragens, perguntou ao jogador se o Palmeiras vai convidar os árbitros para a festa, caso vença a competição, algo assim, (mas não perguntou ao David Braz, que também estava lá, se o Santos convidou o Ceretta para a festa do título do Paulistão, ou se o Santos iria fazer pressão para tê-lo apitando a final). E o tal apresentador, cujo nome no Twitter é “JACcanalha” (falo nada desse nome), ao se despedir de Vitor Hugo, ironicamente  o chamou de vice-campeão… Será que vão garfar o Palmeiras outra vez e a ESPN já foi informada? Hmmmm…

Olha o nível desses formadores de opinião, responsáveis por levar a informação até os torcedores! A maior bandalheira nas arbitragens do Brasileiro e ‘nego’ vem achar benefício ao Palmeiras em jogos da Copa do Brasil onde ele foi garfado? Como assim?

Como pode um apresentador de TV, torcedor do time que disputa um título com o Palmeiras, não conseguir ser capaz de tratar com isenção e gentileza um de seus convidados no programa, tentando conspurcar um possível título  do Palmeiras na Copa do Brasil?  É o fim da picada (tudo isso é medo do Verdão?). E isso porque o Palmeiras chegou à final passando por Cruzeiro, Inter e FluminenC (de respeito essa trajetória, né não?), e foi prejudicado pelo apito nas últimas quatro partidas que disputou na competição. Imagina se ele  tivesse sido mesmo favorecido como o cagaço de alguns tenta fazer parecer?

E eu pergunto, que país é esse em que você precisa se municiar de imagens, informações – até mesmo regras(!?!) – para que a verdade não  vire mentira, e a mentira não acabe virando verdade na boca de alguns “profissionais de imprensa”?  Como é possível que nós, torcedores, precisemos provar para profissionais de imprensa que um pênalti foi pênalti mesmo? Deveria ser o contrário.

E imoral mesmo é uma pessoa, por conveniência, falar inverdades, distorcer os fatos, esquecer a ética, a imparcialidade, esquecer as regras…

Vejamos quão “imoral” foi a classificação do Palmeiras e o quanto ele “se favoreceu” com as arbitragens…

Quartas de Final
Inter 1 x 1 Palmeiras – 1ª partida – Beira Rio

O jogo estava 0 x 0, Barrios cobrou uma penalidade e o  goleiro rebateu. Houve invasão na hora da cobrança, e o invasor se favorecendo com a invasão, conseguiu chegar, antes de qualquer outro jogador,  a tempo de mandar pra fora a bola que ia ficar “vivinha” para Barrios não fosse ele, o invasor, estar ali (já vimos voltarem cobrança de pênalti do Verdão por causa de invasão, não é mesmo?). Confira:

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Teve também uma penalidade, não marcada, em Gabriel Jesus. O goleiro Allison, esquecendo a bola,  passou  o pé no jogador do Palmeiras. Isso é falta, e dentro da área é pênalti. E o goleiro deveria ter levado vermelho também. Palmeiras prejudicado, de novo. Foi o Inter quem se beneficiou com a invasão, não assinalada pelo árbitro, com a não marcação do pênalti em Gabriel Jesus e com a não expulsão do goleiro, viu “Zé Caiu”?

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Quando árbitros, usando  o poder de validar ou invalidar jogadas que lhes é conferido, passam a fazê-lo de maneira diferente do que ditam as regras,  eles estão fazendo o resultado das partidas, não é mesmo? E isso não deveria acontecer.

Quartas de Final
Palmeiras 3 x 2 Inter – 2ª Partida – Allianz Parque

O Palmeiras vencia por 2 x 0 quando o Inter, que ficaria com a vaga caso conseguisse um empate por mais de um gol, marcou duas vezes, em duas situações onde houve “falha” da arbitragem.

O primeiro gol surgiu da continuação de um lance de pé alto, uma falta muito clara,  e não marcada (a imagem mostra que o juiz viu muito bem o lance). A jogada continuou e nasceu o primeiro gol do Inter. O Inter foi beneficiado, certo?

Inter-pé-alto-não-marcado

O segundo gol, que daria a vaga ao Inter, estava impedido, mas a arbitragem validou. Inter beneficiado mais uma vez. Ainda bem que Girotto fez o terceiro do Palmeiras logo depois, senão, a vaga na semifinal teria mudado de dono…  graças à arbitragem.

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Semifinal
Fluminense 2 x 1 Palmeiras – 1ª partida – Maracanã

O FluminenC vencia por 2 x 0, Zé Roberto sofreu pênalti, o juiz assinalou, e o Palmeiras descontou. Depois, Amaral  empatou, mas a arbitragem anulou o gol alegando impedimento… que não existiu.

Logo após a partida, o presidente do time carioca, que deveria lavar a boca com sabão e creolina para reclamar de arbitragem, surtou. O liMdo “esqueceu” do gol legal de Amaral, anulado pela arbitragem e tentou convencer todo mundo que não tinha sido pênalti em Zé Roberto. Falou um monte de asneiras à imprensa, afirmando que o Palmeiras fora ajudado pela arbitragem.

E logo ele, do time trambiqueiro, que por três vezes voltou à série A na mutreta, no tapetão – em 96, o presidente da época apareceu até tomando champanhe pra comemorar; em 99 conseguiu sair da série C de maneira pouco honrosa já que se favoreceu do fato de o STJD tirar pontos do São Raimundo. E não bastasse a tapetada, saiu da série C direto para a série A -, sem jogar a segundona; caiu de novo em 2013 e voltou logo depois, num teatro dos absurdos encenado no STJD,  ocupando a vaga que a Lusa deixara (as investigações concluíram que a vaga foi vendida). E isso sem contar naquela operada master que Simon deu no Palmeiras em 2009, ajudando o mesmo FluminenC a fugir do rebaixamento.

Parte da imprensinha, que sempre nega o óbvio das imagens, e que adora perseguir o Palmeiras, fez coro com a hipocrisia e cara de pau do presidente: “O FluminenC foi prejudicado” (logo o “santo” do FluminenC, né?).

A imagem é indiscutível. Foi pênalti sim! Uma pessoa precisa ser muito tapada ou muito mal intencionada para dizer que não houve a penalidade máxima. Por sorte, a Fox tinha imagem e ângulo melhores do que os que estavam sendo mostrados na doutrinação de  “Palmeiras beneficiado”.

https://youtu.be/vJmHVVPWNSw

E não tem como fazer de conta que não se sabe e não se viu o Palmeiras ainda ter sido impedido, pela arbitragem, de empatar o jogo no RJ, com a anulação do gol legal de Amaral. O FluminenC foi beneficiado pelo apito e saiu da partida com uma vitória que, na verdade, não conquistara. Está acompanhando aí, “Zé Caiu”?

Amaral-gol-legal-anulado

 

SEMIFINAL
PALMEIRAS 2 X 1 FLUMINEN’C’ (4 x 2)- Allianz Parque

O Palmeiras tinha acabado de abrir o placar  e, no minuto seguinte, Gabriel Jesus foi derrubado na área. O árbitro acertadamente marcou pênalti, mas errou  ao não expulsar o jogador carioca, como prevê a regra. Minutos depois, com 2 x 0 no placar, Barrios iria marcar o terceiro e foi derrubado na área, quase embaixo das traves, no momento em que ia chutar. A arbitragem nada marcou, e a imprensinha pouco falou disso depois. Uma penalidade cometida e não marcada e dois jogadores que não foram expulsos… o que fez com que a partida fosse decidida nos pênaltis.  Nossa,  como as arbitragens “ajudaram” o Palmeiras a chegar na final, né “Zé Caiu”?

Depois do jogo e da conquista da vaga pelo Verdão, a choradeira “pó de arroish” lavou os microfones e câmeras da imprensa… “Ladrãozinho”… “Não foi pênalti em Jesus”… “O FluminenC foi prejudicado”… “Alguém precisa tomar uma providência”… (estão acostumados a se favorecerem com as mutretas, e quando não têm isso…) e o mimimi de alguns portais (ESPN principalmente), e de santistas jornaleiros, de fraldas cheias por medo do Palmeiras, teve início. “Não foi pênalti em Jesus”, “a falta aconteceu fora da área”, “ele começou a ser puxado fora da área e, portanto , o juiz  errou”… “o Palmeiras foi ajudado”… “a classificação do Palmeiras é imoral, fruto das arbitragens safadas”…

Como essas pessoas conseguem emprego na imprensa esportiva? Desconhecem completamente as regras, ou é de propósito que se portam apenas como torcedores e informam os  telespectadores e os leitores de maneira equivocada e distorcida?

A regra é clara, e não tem essa de que se puxou fora primeiro, tem que considerar falta fora da área. Se puxou dentro da área, pode ter começado a puxar lá no vestiário, no estacionamento, na Palestra Italia/Turiaçu, que vai ser pênalti do mesmo jeito. Qualquer coisa diferente disso é querer mudar a regra à sua própria conveniência.

 

Regras-faltas-na-área1

A regra é clara, as imagens são claras e e as opiniões também… Confira no vídeo abaixo o pênalti em Gabriel Jesus, o pênalti em Barrios e os dois jogadores cariocas, que deveriam ter sido expulsos, mas que continuaram em campo.

https://www.youtube.com/watch?v=dPIJktsHW_4&feature=youtu.be

O que mais queria o FluminenC? Um teatrinho no STJD para trazer de volta a vaga perdida, como aconteceu quando eles caíram em 2013? PAGUEM A B, SEUS HIPÓCRITAS!!

E onde tem imoralidade nessa classificação, “Zé Caiu”?  Onde tem favorecimentos, para o Palmeiras ter que convidar árbtros para a festa, caso seja campeão,  seu “JACcanalha”? É fácil insinuar e distorcer os fatos à própria conveniência…. Tem muita gente precisando se reciclar na imprensa esportiva, gente ultrapassada, que precisa trocar os óculos e dar uma lidinha nos livros de regras também. Pelo menos, de vez em quando. Já está ficando muito feio esse tipo de comportamento.

E agora basta desse mimimi todo. Mais do que isso só se eu desenhar.

E ABRE O OLHO, PALMEIRAS!! SENÃO, NA  FINAL, TE GARFAM OUTRA VEZ, E COM AS BENÇÃOS DA IMPRENSINHA!

(Meus agradecimentos ao Arthur Carvalho pela ajuda com as imagens e vídeos)

“Se em 2012 nós fomos a Curitiba para encerrar uma noite de 2011, agora chegou a vez de acabar com aquela maldita tarde de 2009 no Macaranã” –  by @forzapalestra

Em 2012, diziam que a gente “não ia ganhar do Grêmio no Olímpico”… que “não íamos conseguir segurar o time de Luxemburgo aqui em Barueri”…

Diziam que o Coritiba estava melhor… que “não ganharíamos no Horto”… pintaram até uma certa estrela de campeão  numa certa parede…

Todos desconfiavam do nosso time… colocavam mil senões nas nossas chances… Todos – rivais, imprensa – nos davam por derrotados…

Mas nós nunca deixamos de acreditar… abraçamos o nosso time, fomos abraçados por ele e, juntos, encaramos os nossos problemas e fomos à luta… remendados, desacreditados, roubados na semifinal e nas duas finais…

E o que aconteceu ficou na história… na nossa história…

Conquistamos a vaga pra final e fomos campeões depois! Mesmo com desconfianças e desfalques, deu Verdão!  Com sequestro e apendicite, deu Verdão! Com juiz roubando, com pênaltis não marcados e expulsões injustas, deu Verdão! Com pancadaria, com soco na cara, com chute no saco, deu Verdão!

Deu Verdão… na força da nossa gente! Na raça e na fibra de nossos jogadores… no maravilhoso Corredor Alviverde… no frio e na chuva… nos aplausos, nos gritos, nas orações, nos risos e lágrimas de alegria… nas mãos apertadas, nervosas; na respiração suspensa… nos milhões de corações palestrinos que “entraram em campo”… na valentia de nossos heróis (sim, eles foram nossos heróis)… na fé do sangue verde-esmeralda…  e sabe por que?  Porque aqui é Palmeiras, porra!

VAMOS BUSCAR A VAGA, PALMEIRAS!!!! RUMO AO TRI !!!

E não esqueça que hoje é dia de obrigação. Sim, obrigação.

A OBRIGAÇÃO HOJE É A DE LUTAR! É obrigação honrar a camisa verde-esmeralda mais linda do mundo! É obrigação correr, e correr muito dentro de campo! É obrigação se entregar  de corpo e alma! É obrigação não temer o adversário! É obrigação “dar o sangue” e brigar por cada centímetro do gramado do Allianz Parque! É obrigação ir pra cima do inimigo! É obrigação aliar talento e malícia, muita vontade e sabedoria, sangue nos olhos e muita calma…

É obrigação ter a responsabilidade que o momento exige e ter muito cuidado com a arbitragem também… É obrigação não desistir nunca, um segundo sequer, até o apito final… É obrigação jogar no  ritmo do coração da Que Canta e Vibra…

É obrigação bater no peito e dizer “Eu tenho orgulho de ser Palmeiras”!

Tudo o que nós, torcida, jogadores, comissão técnica e diretoria, queríamos é que chegasse esse momento, era estar nesta batalha. Sonhamos com ela, lutamos para estar aqui. E queremos mais, queremos estar na final. Então… Booora, Palmeiras! Vamos buscar!

Nós confiamos em vocês. E faremos a nossa obrigação também. Vamos cantar e torcer, vamos fazer tremer o Allianz Parque, apoiar e empurrar o nosso time os 90 minutos e além deles, carregar nosso time nas costas se preciso for, vamos “entrar em campo e jogar também”…

Tamojunto, Verdão!! É PRA  JOGAR COM A ALMA E O CORAÇÃO!! E VAMOS GANHAR, PORCOOOO!!

Era uma vez, um rei falastrão e arrogante chamado Vaidar…

Quando era apenas um jovem camponês, Vaidar tinha ouvido a predição de uma bruxa que lhe dissera que ele seria coroado rei no reino de Bambilândia, na região da ‘Cornoalha’ (é cornOalha mesmo), e que seria o maior monarca dentre todos os monarcas de todos os outros os reinos… O que ele não sabia era que a bruxa vinha da “Ilha da Zoeira Never Wendels” e tava zoando com a cara dele, mas ele, tolinho, acreditou.

Porém, depois de muitos anos, graças a uma série de acontecimentos (descobriram que ele era filho bastardo do rei Juju Daniels I), ele acabou mesmo sendo proclamado rei de Bambilândia. Na vã tentativa de se auto-afirmar como um rei poderoso e respeitado – que ele, graças à zoeira da bruxa, imaginava que viria a ser -, e se valendo de algumas manobras, feitas na surdina, levou para o seu reino um grande e ambicioso cavaleiro do reino vizinho, o reino de Palestra Itália, da região de Campeonis di Seculorum.

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Era até comum um rei buscar cavaleiros em outro reino, era comum eles trocarem alguns deles, os negociarem, era comum que almejassem ter a seu serviço os cavaleiros mais habilidosos e lhes oferecessem alguns sacos de moedas de ouro para que eles mudassem de reino e de senhor e fossem servir em outras terras…

O que não era comum era que um rei fizesse contato com um cavaleiro de outro reino sem antes ter falado com o rei a que esse cavaleiro servia. Havia um código de honra entre os reinos, que estabelecia essa conduta ética para que pudessem trocar seus cavaleiros. Tinha-se que “falar com o rei primeiro”, mas Vaidar pareceu esquecer o que era ética, código de honra,  e , sem falar com o rei vizinho, levou Sir Travec – um dos cavaleiros mais queridos de Palestra Italia  – para o reino de Bambilândia.
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O rei de Palestra Italia, Paulus Nobris,  ficou irado com a quebra do Código de Honra e a manobra por baixo dos panos para levarem Sir Travec, e disse para todos os mensageiros e escribas, e para quem quisesse ouvir, que Sir Travec era um baita dum traíra (o cavaleiro tinha inventado até uma “gastrite na coxa”), disse que estava puto da cara com o rei Vaidar, e que ele havia agido com uma baita falta de ética.
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A animosidade se intensificou quando o destemperado e arrogante rei Vaidar, que estava “se achando o último paetê da última fantasia do Clóvis Bornay”,  tornou pública uma declaração sobre Paulus Nobris, o chamando de “rei juvenil”,  “patético”, e dizendo que o “choro era livre”…  Não satisfeito com a trapaça e grosseria já feitas, Vaidar diria também que o reino vizinho – que era muito, mas muito maior que o de Vaidar – estava se apequenando. Ao desrespeitar toda uma nação (que era muito mais numerosa do que a dele), Vaidar acabou fazendo com que Paulus Nobris cortasse relações com ele, e então, a “guerra” se instalou entre os reinos e entre os povos.
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Não bastasse isso, Vaidar, debochado, ainda tinha aparecido em público para essas declarações carregando pencas de bananas, que ele fazia questão de comer e dizer que estavam verdes – verde era a cor usada por todos da Casa Palmeiras; os da Casa Leonor usavam a cor magenta.
As bananas deram o que falar… todos se espantavam (alguns se revoltavam)  com a falta de classe e compostura do rei de Bambilândia – reis costumam ter outro tipo de comportamento. Todo mundo achou muito esquisito um rei aparecer em público como se fosse uma Carmem Miranda ressuscitada e repaginada – Carmem fora uma artista das longínquas terras de “Balangandãs”, que se apresentava nas festas dos castelos, abusando dos adereços, usando frutas na cabeça  (foi só o que faltou ao rei). A saudosa Carmem, da trupe de Miranda, o grande produtor de espetáculos da época. Vaidar parecia a própria Carmem (de) Miranda com tantas bananas – o tempo acabaria direcionando as bananas todas para um mesmo lugar.
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Nem era preciso que Vaidar se esforçasse para antagonizar os dois reinos, o povo de Palestra Italia já não gostava mesmo do povo de Bambilândia, não ia com a cara deles, porque, séculos antes, Bambilândia tentara tomar o castelo de Palestra Italia -esquecendo até mesmo das Cruzadas das Barricas, que o povo de Palestra Italia e os Itaquerenses haviam feito, alguns anos antes, para juntar moedas e salvar a Bambilândia da miséria.
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Dizia a história, inclusive, que naquele tempo,  na batalha entre Bambilândia, da Casa dos Leonores, e o reino de Palestra Italia, da Casa Palmeiras, o exército de Bambilândia havia fugido do campo de batalha. Vai vendo…
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O fato é que Sir Travec, o cavaleiro que “pulou os muros da fortaleza de Palestra Italia”, para ir para a Bambilândia (dizem que levou dois cachorrinhos com ele), nunca mais foi o mesmo. A coisa mais relevante que se ouviu falar dele, desde que lá chegou, foi o vexame dado na famosa batalha entre Bambilândia e Nacional, da Cruzada Sul-americana. Na hora em que ia “disparar o aríete”, Sir Travec deu uma senhora escorregada, atirou muito longe do alvo e os leonores perderam a batalha.
Foi um babado essa escorregada. O povo de Bambilândia e Sir Travec viraram motivo de chacota em todos os reinos. Algum tempo depois, numa outra batalha, Sir Travec se acidentou e, ficou impossibilitado de andar à cavalo e, até agora, não houve curador, feiticeiro ou benzedeira que o trouxesse de volta à ativa. Reza a lenda que ele morre de arrependimento pela “pulada de muro”…
Paulus Nobris, com muita classe, revidaria o golpe desferido por Vaidar. Bambilândia e Itaquera, sem um puto nos cofres e nos alforjes, disputavam um arrojado e habilidoso cavaleiro e cada qual se gabava que sairia vitorioso na disputa. Mas, como eles não tinham ouro algum para contratar o tal cavaleiro, como era só enrolation, e a disputa já se alongava demais… Paulus Nobris, que tinha ouro até não querer mais, levou Sir Dudibres, o disputado cavaleiro, para o reino de Palestra Italia – depois disso, Vaidar  (e o rei de Itaquera também) passaria a ter que usar um chapéu enorme no lugar da coroa.
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Vaidar não percebia os reveses que as suas atitudes inconsequentes iam lhe trazendo e ao seu reino também… Gastara quase cinco sacos de moedas de ouro para “roubar” Sir Travec do outro reino. Ouro, que fazia falta no reino de Bambilândia, que mal podia sustentar seu exército e cavaleiros (diziam que não pagavam os salários por lá). Graças à sua conduta nada polida com os outros reinos (adorava provocar todos eles, adorava brindá-los com a sua falta de polidez e de gentileza habituais) ele ia caindo em desgraça, perdendo prestígio e beirando o ridículo. Até mesmo os riquíssimos comerciantes orientais das distantes terras de “Sempre” e “Tochibra”, que patrocinavam as justas realizadas em Bambilândia, parecendo descontentes com a falta de realeza do rei e com o episódio envolvendo Sir Travec, acabaram se mandando de lá e deixando o reino ainda mais pobre.
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Porém, para se manter na pose e na “viagem” de se achar um rei de primeiro mundo (rei de Barcelona, de Bayern, essas coisas…), mais bobagens Vaidar fazia. E foi assim que ele “roubou” mais um cavaleiro de Palestra Italia. Mas acabou gastando dinheiro e prestígio à toa, contratando o cavaleiro mais preguiçoso do reino vizinho. Os da Casa Palmeiras deram graças, e até comemoraram, quando Sir Uesli, que todos chamavam de  “come-e-dorme”, se debandou para o outro reino.
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Mas as batatas reais – ou seriam bananas? – de Vaidar estavam assando, até mesmo do lado de dentro dos muros de seu castelo – não era bem um castelo, aos moldes da época. Na verdade, era uma construção muito antiga, bastante ultrapassada, precisava de reforma, faltava telhado em muitos lugares, tinha infiltrações por todo lado, as masmorras inundavam com as chuvas mais fortes; não tinha wi-fi (imagina um castelo sem wi-fi?); não havia estacionamento para as carruagens e nem mesmo para os cavalos.  Nem os artistas da ópera queriam se apresentar mais lá.
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Por outro lado, Paulus Nobris fazia de Palestra Italia um reino próspero. O seu programa de “sócios-camponeses” ia de vento em popa, vendiam armaduras de todas as cores e aos milhares, o castelo nunca estivera tão bonito, tão moderno, a grama cada vez mais verdinha, e vinha gente  dos lugares mais distantes apenas para conhecê-lo. As companhias de espetáculos mais famosas preferiam se apresentar lá, deixando Bambilândia às moscas. Os camponeses de Palestra Italia estavam orgulhosos e, ao contrário dos camponeses do reino vizinho, que pareciam sumir a cada dia, os da Casa Palmeiras ajudavam Paulus Nobris como podiam e acompanhavam com grandes festejos o crescimento e prosperidade do seu reino.
Nesse período, Bambilândia disputaria três batalhas contra o reino de Palestra Itália e levaria dois cacetes que entrariam para a história, na terceira vez, teriam o “doce retirado da boca” no último minuto. Sir Robinho humilharia, por duas vezes, Sir Frangueirón, o mais badalado cavaleiro de Vaidar.
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No reino de Bambilândia, até o arco-íris, símbolo da Casa Leonor, já estava pra lá de desbotado. Vaidar enviara um pássaro treinado para espionar o treinamento dos cavaleiros de Palestra Italia e todo mundo ficou sabendo. Um mico! Os conselheiros, ministros e até mesmo os camponeses já não aguentavam mais as birutices e falta de sabedoria do rei Vaidar, que afundava a Bambilândia em escândalos e deixava os cofres reais cada vez mais vazios.
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E foi assim que aconteceu uma briga entre o rei e o seu mais importante ministro. As bruxas do palácio correram contar pra todo mundo que o ministro tinha dado uma porrada na cara do rei, e que ele fora a nocaute. E pior, após a briga, Vaidar banira do castelo o ministro agressor – revoltados com o rei, conselheiros acompanharam o ministro. Mas, para zoar ainda mais o barraco do Vaidar  (a bruxa era zoeira, hein?) o ministro banido era conhecedor de uma “capivara” extensa do rei. E ameaçava contar pra todo mundo os podres todos que ele sabia.
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Pra se ter uma ideia, o ministro o acusava de desviar, e embolsar, dinheiro do reino de Bambilândia, que, diziam os mensageiros da época, já acumulava uma dívida de 300 milhões e agora se atolava em corrupção. Dizia ter provas de desvio de dinheiro nas contratações de vários cavaleiros,  nos acordos com alguns comerciantes… E ainda acusava o rei Vaidar de ter privilegiado nesses rolos uma aia do castelo, que Vaidar dera um jeito de enfiar em alguns negócios e comissões, e com quem ele mantinha um romance… Um bafão!
Vaidar quis blefar, mas o ministro banido, que conhecia a “capivara” real, deu um ultimato: O castelo caiu, rapá! ou renuncia, ou vou expor essa sujeirada toda e a p…. vai ficar séria.
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Sendo “colocado na ponte levadiça” para cair fora do castelo ou ser jogado às jacaroas do fosso, sabe o que fez aquele rei que chamava outros reis de “juvenis”, “patéticos”,  e que dizia que todos os outros reinos tinham inveja da administração de “primeiro mundo” com que ele conduzia a Bambilândia? Sabe o que fez o prepotente monarca, que adorava zombar de outros reinos?
Enfiou o rabo entre as pernas, ‘assinou o recibo’ e renunciou!!
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E as bananas… ah, as bananas…  segundo a bruxa da “Ilha da Zoeira Never Wendels” (essa bruxa é comédia), as bananas foram todas parar num mesmo orifício…
E assim, no ano da graça de 2015, acaba o reinado de Vaidar…
O quê? Você quer saber o que o rei Paulus Nobris achou de tudo isso? Ah… ia me esquecendo de contar… Dizem os mensageiros de Palestra Italia que ele ficou profundamente #Xatiado…

nobres1

*Esse texto é obra da ficção, é uma grande brincadeira,  baseada em alguns fatos reais e de domínio público.

….

Eu não assisti ao jogo do Palmeiras contra o SPFW, exceto os 3 minutos finais (pé-quente eu? Maaagina)… Ia assistir pela internet, mas não consegui achar um link que funcionasse (depois do jogo eu veria os vídeos). Então, acompanhava os comentários de alguns amigos com os quais eu conversava via whatsapp, acompanhava o Twitter, o Facebook… Que difícil não poder assistir.

Um amigo da Itália me dizia que num canal de lá, que transmite jogos do Brasileiro e  que ia transmitir o Palmeiras, Altafini Mazzola – que sempre torce para o Verdão nas transmissões (claro) – , seria o comentarista.

Em jogo, na tarde desse último domingo, estava o lugar do Palmeiras no G4, que os leonores, com dois pontos a menos, estavam louquinhos para ocupar.

A partida começou e, uns dez/quinze minutos depois, parmera nenhum estava gostando do que via/ouvia/lia… todo mundo já reclamava que o Palmeiras estava deixando o SPFW jogar. Lá na Itália, Mazzolla, enfurecido dizia: “Isso não pode ser o Palmeiras”, “Será que entramos só com 9 jogadores?”. Ah, Mazzolla, meu caro, esse ‘nosso’ time anda tão bipolar. Tem dia que joga certinho, e tem dia que parece não saber como fazer a bola rolar em campo.

O SPFW arriscava de longe muitas vezes, e nossos defensores deixavam que eles continuassem arriscando. Nas maioria das vezes, os leonores finalizavam muito mal; nas outras, Prass segurava a bronca fazendo boas defesas.

O nosso time não estava jogando nada, essa era a verdade, nada criava também (e o meia lá no banco, né MO?), e ia tentando viver dos chutões à frente. Segundo me diziam, Gabriel Jesus estava num dia bem ruim, Robinho estava numa inércia irritante… ninguém estava bem. Só um time jogava, e, para nosso desgosto, era o time adversário…

“Assistindo” à partida através dos comentários de muitas pessoas, eu concluía que esse “só um time joga” demonstrava que os leonores também tinham suas deficiências e não estavam aproveitando o apagão do Palmeiras… Afinal, se só um time joga, por que é que ele não está ganhando, e de goleada? Aí eu ficava mais desgostosa ainda, porque, se o Palmeiras estivesse num dia bom, venceria os bambis “facinho” outra vez.

De qualquer forma, eu não gostava nadinha de saber que o Palmeiras, totalmente apagado, abdicava de jogar e deixava o time leonor vir pra cima numa boa. É como dizem…”Deixa o adversário chutar uma, chutar duas, chutar três… e uma hora ela entra”. Ai, ai, ai.

Numa das tentativas tricolores, Prass saiu saiu do gol para se antecipar ao jogador leonor que vinha em direção à área, mas se atrapalhou e, tentando evitar que a bola passasse por ele e sobrasse para o jogador adversário, tocou a bola com a mão quando estava fora da área. O juiz nada marcou, a jogada seguiu e o jogador do SPFW chutou pra fora.

Na TV – me contavam -, todo mundo se apressou em pedir até a expulsão de Prass, mas acontece que o Prass estava fora da área mesmo, mas a bola não estava toda fora. Todos sabemos que num lateral, por exemplo, a bola tem que ter saído inteira para que se considere que ela saiu mesmo, não é assim?A risca da área é considerada “dentro” na marcação de penalidades. Então… por sorte de Prass ou por ele saber muito bem o que estava fazendo (who knows?), a bola não saiu inteira, e a não marcação acabou sendo correta – opinião que se dividiu entre os especialistas televisivos tendo o “bola dentro da área” ganhado do “bola fora da área”.

Prass está fora da área, mas se inclina bastante, para trás, em direção à ela, como podemos ver na imagem abaixo:

Prass-defesa-bola-dentro-da-área

Na outra imagem, vista do alto, a risca do campo nos mostra direitinho que, no momento do toque, a bola não tinha saído completamente. Infelizmente, mesmo a TV tendo “trocentas” câmeras em diversos locais do estádio, só esses dois ângulos foram disponibilizados.

Prass-defesa-bola-dentro-da-área1

As tentativas leonores continuavam, assim como os seus erros de finalização.

Garimpar as notícias, ainda mais quando os informantes estão todos nervosos, era um sofrimento. Eu não via o que estava acontecendo e ficava mais nervosa ainda. O Palmeiras não tinha finalizado ainda uma única vez (?!?!).

As opiniões dos amigos eram unânimes: sofríamos com a falta de criação, com erros de posicionamento também. E o Allione lá no banco.

A coisa não mudava, e  o Palmeiras continuava não jogando nada. E pelo que eu podia concluir das coisas que lia, apesar da má jornada de Gabriel Jesus, era ele o nosso mais perigoso e veloz jogador, e o Prass ia segurando o rojão lá atrás também.. O Palmeiras, bem marcado nos seus cruzamentos, ficava sem alternativas para chegar ao gol leonor. Que saudade de um certo meia…

Não era possível que o Palmeiras não fosse acordar e jogar.. alguma coisa tinha que acontecer…

Nossa primeira finalização acontecia aos 29′ (!?!?), mas a bola de Robinho carimbou a trave. Ai, meu San Genaro…

Rafael Marques levou uma traulitada de Bruno, por trás,  e o juiz marcou falta do… Rafael Marques! É mole? Como ele poderia ter visto cometer falta alguém que levou um desleal carrinho por trás? Tudo bem que ele consertou e desmarcou a falta do Rafa e marcou falta do Bruno, mas o cartão que o Bruno deveria ter tomado… ficou na “conta do Abreu”, o juiz não deu e nem eu.

O jogo continuou igual. Porém, aos 47′, a arbitragem aprontou conosco. Ataque do Palmeiras e a bola foi lançada à frente. Gabriel Jesus foi puxado pelo jogador são paulino, mas a bola sobrou para Rafael Marques, que ia sair na cara do “goleiro do sorvete com cobertura”… E o que Anderson Daronco, o árbitro, fez?? Beneficiou o SPFW, o infrator, e parou a jogada para marcar falta em Jesus e dar cartão para o jogador tricolor, quando Rafael Marques sairia na cara de Rogério Ceni.

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Tá brincando, seu Daronco?? O senhor também não fez o “Ensino Fundamental” da Arbitragem? Até lá na Itália, narrador e comentaristas acharam ridículo o árbitro não dar vantagem ao Palmeiras na jogada. O juiz tirou do Palmeiras a chance de tentar marcar um gol. Esse Brasileirão é uma maracutaia só.

Na segunda etapa, entrou João Pedro e saiu o Girotto, e o Palmeiras parecia estar mais veloz e mais acordado nos primeiros minutos, e mostrava que queria jogo. Barrios teve uma oportunidade,  mas finalizou em cima dos marcadores.

Não deu nem tempo de reclamar do Barrios e meus amigos me deram a notícia… gol do SPFW. Um chute de fora da área. Água mole em pedra dura… e nossa pedra nem estava tão dura assim… A superstição “conversava comigo” e me fazia acreditar que se eu estivesse assistindo à partida, o Palmeiras não estaria perdendo. E nada daqueles malditos links funcionarem.

MO, queria o lugar no G4 de volta e colocou o Palmeiras mais pra frente; Alecsandro e Kelvin entraram nos lugares de Barrios e Lucas. Osorio, por sua vez, chamou o Wesley… Aeeeeeee, Osorio!!  😈

O SPFW fazia o tempo  passar… a torcida purpurina comemorava o G4… e o Palmeiras tentava… Gabriel Jesus pisou na bola e caiu. Que dia infeliz, tudo nos acontecia…

Aos 44′, achei um link que funcionava… minha esperança não morria…

Estávamos nos acréscimos,  Kelvin recebeu de Jesus e mandou pra fora… VAAAAMOS, PALMEIRAS!!

E foi então, que, aos 47′, em meio às comemorações leonores, o SPFW deixou a meta aberta e o Robinho foi lá e dobrou a meta!

Isso mesmo. Presepada do Rogério Ceni, que quis sair jogando dentro da área, o Alecsandro apertou, ele se apavorou, tocou errado e deu de presente pro… Robinho. Podia ter dado a bola pro Jesus, pro Rafa, pro Alecsandro, pro bandeira, pro Osorio, pra qualquer um… mas não, tinha que ser para o Robinho. Risos eternos! Robinho não se fez de rogado e meteu por cima, por cobertura… de novo!!   Que golaaaaaaço!! Gol de placa! Gol de “Dá licença, bambi, esse lugar no G4 é meu”.

A cara do Ceni de “f………, de novo” enquanto ele olhava a bola entrar, não tinha dinheiro que pagasse… Se nos tivesse sido dado o poder de escrevermos o “roteiro” dessa partida, jamais faríamos melhor, estamos rindo até agora. O M1CO está tão acostumado a levar gols por cobertura dos parmeras, que agora ele já está dando até assistência. hahaha  Se demorar muito pra aposentar vai virar ídolo da parmerada. Aposenta não, Ceni!! (Lá nos Emirados, o Mago deve ter curtido à beça esse gol)

https://www.youtube.com/watch?v=4oYATotxcSE

E ainda bem que aquela vidente purpurina,  “Mãe Fabulosa dos Gols Fantasmas”, tinha vaticinado que o Robinho nunca mais faria um gol como o que ele havia feito  no Allianz… Ele não só fez de novo, como foi diante do mesmo time, no mesmo goleiro e na casa deles. Tchuuupem, leonores!

E na saída do Panetone – me contaram -, enquanto a parmerada comemorava o gol de placa,  um sorveteiro solitário e sorridente gritava pelas ruas:

-Olha o sorveeeeete de uva verde!! Quem vai querer? Tem duas coberturas!! 😈

……..

Quando a gente pensa que a bandalheira das arbitragens acontecem só no campeonato Brasileiro – campeonato, que a CBF parece ter decidido que seria disputado por um time só (se ela não concordasse com árbitros decidindo partidas para favorecer um único time, se não tivesse interesse nisso, certamente já teria punido esses apitadores e auxiliares todos, e até o tal do Sérgio Correa) -, eis que a gente vê a mesma coisa acontecer na Copa do Brasil.

Fase de mata-mata, onde um erro capital pode decidir uma classificação,  e nos vemos às voltas com alguns “erros” capitais cometidos pela arbitragem. Claro que o jogo ao qual  me refiro é o do Palmeiras.

O Verdão, brigando pela vaga na semifinal da Copa do Brasil, foi ao sul enfrentar o Internacional na primeira partida do mata-mata. E, muito embora, o Palmeiras, no primeiro tempo, tenha deixado o (ruinzinho) time do Inter jogar mais do que eu gostaria que ele jogasse – Prass teve que fazer uma defesa importante num chute de Alex, Valdivia genérico errou feio numa chance que teve para marcar -, muito embora o Barrios tenha perdido um gol feito na cara do goleiro (na segunda etapa, Jesus também perderia um gol), foi o Palmeiras quem jogou melhor e quem teve a chance de ouro para abrir o placar.

Pênalti em Dudu – uma paulada/rasteira por trás -, que a arbitragem milagrosamente marcou (acho que na Copa do Brasil pode) e que Barrios foi cobrar. O goleiro conseguiu rebater a bola, um jogador do Inter chegou a tempo e colocou-a pra fora.

Isso é o que você lê na maioria dos portais. E aconteceu mesmo, mas não foi exatamente assim… ou melhor, não foi só isso, estão faltando algumas informações.

Lembra daquela cobrança de pênalti do Henrique, num Palmeiras x Galo de 2014, que o árbitro, aplicando a regra, de maneira extremamente rigorosa, fez voltar porque tinha havido invasão?

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Lembra que, na segunda cobrança, houve invasão de novo, mas, curiosamente, o “tão rigoroso” juiz, abdicando de ser rigoroso dessa vez, não mandou voltar (vai ver, foi porque o Henrique já tinha perdido mesmo)?

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Então… lá no sul, não só teve invasão, como teve o invasor se favorecendo com a invasão e mandando pra fora a bola que o goleiro do Inter rebateu, e que ia ficar “vivinha” para Barrios não fosse o invasor estar ali . Confira nas imagens abaixo:

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O Inter, o time infrator, se beneficiou muito com a invasão, não é mesmo? E o juiz, Sandro Meira Ricci, que precisava/deveria ter determinado que fosse feita uma nova cobrança nada fez  (Barrios já tinha perdido na primeira mesmo, né?). Qualquer juiz que tenha feito o “Ensino Fundamental da Arbitragem” deveria saber isso. Não precisa ser universitário do apito ou PHD pra saber essas coisas, tão básicas. Pisou na bola o juizão, não é mesmo?

O jogo ficou mais ou menos equilbrado, mas os chutões do Palmeiras o deixavam menos perigoso – o time funciona melhor se toca a bola. E o primeiro tempo acabou assim, com o Palmeiras melhor que o Inter apesar dos  dois gols desperdiçados..

Na segunda etapa, o Palmeiras voltou sem mudanças, e o Rafa Marques e o Allione, que eu achava que deveriam ter entrado jogando, continuavam lá no banco…

O Verdão dava umas cutucadas no Inter, mas  foi o Inter quem abriu o placar. Oito minutos de jogo,  e  Alex arriscou um senhor chute de fora da área e guardou. Prass nada pôde fazer… Ele estava adiantado, eu achei, mas achei também que o chute seria indefensável mesmo se ele estivesse mais atrás.

O Palmeiras, que voltara melhor na segunda etapa, mas ainda deixara uns buracos na defesa – por pouco não se complicou em alguns lances -, tinha que correr atrás do prejuízo. Jesus tentou, mas a bola parou no travessão. O Palmeiras, buscando a reação, tinha mais posse de bola, mas ainda sofria por não criar.

O Inter, temendo a reação do Palmeiras, recuava e dava claras mostras que a sua maior preocupação era não tomar gol.

MO, tentando pressionar mais o Inter, chamou Rafael Marques e Cristaldo para os lugares de Arouca e Barrios (só não entendi porque foi o Arouca quem saiu e não o Amaral).

Dois minutos depois das alterações, Jesus desceu pela esquerda e tocou rasteiro pelo meio da zaga inimiga para encontrar Lucas, que descia pela direita. Lucas levantou pra área e o iluminado Rafael Marques (15 gols na temporada, que acabara de entrar no jogo), aparecendo entre os zagueiros e subindo lá no terceiro andar, meteu uma cabeçada certeira na rede do Inter. Um gol lindo, que fez o Rafa Marques e a torcida do Palmeiras comemorarem muito, e que me fez pular feito louca diante da TV. Bendito sejam os gols que o Palmeiras faz na casa dos adversários!

O Inter sentiu o gol tomado, e o Verdão, que estava bem mais ofensivo depois das alterações, foi pra cima.

Quatro minutos depois do gol de Rafa Marques, Dudu deixou a bola passar, Gabriel Jesus dominou, ia pro gol, com todas as chances de virar a partida, e foi derrubado na área pelo goleiro Alisson, do Inter, mas a arbitragem, assim como já tinha acontecido no derby, quando Cássio fez pênalti em Jesus,  nada marcou – assim é fácil para alguns, né? Se o árbitro ajuda um time a se defender, como é que o outro terá condições de virar uma partida? No “Ensino Fundamental” da Arbitragem o Sandro Meira Ricci não aprendeu que isso é pênalti??

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Para o Palmeiras, essas coisas são sempre “o jogador do Palmeiras disputou a bola com o goleiro”, “o goleiro saiu na bola”, “é discutível”, “precisamos ver melhor o lance”, o árbitro não tinha condição de ver” (olha a carona de tacho do bandeira lá atrás)… e é assim que a roubalheira corre solta nos gramados do Brasil Brasil, que, pelo visto, só vai voltar a ganhar uma Copa do Mundo quando conseguir fazer tramoia na arbitragem do mundial também.

Com o jogo em seus minutos finais – e esperto com o juizão mandrake – , o Palmeiras ficou mais atrás esperando o contra-ataque do Inter. E segurou o resultado, trazendo a vantagem de jogar por uma vitória simples ou, até mesmo, por um empate de 0 x 0.

O resultado foi bom pra gente, claro, mas, por ter jogado mais do que o Inter, teria sido justo se o Palmeiras tivesse saído com a vitória. E só não saiu porque Sandro Meira Ricci, o árbitro da partida, não deixou.

Quarta-feira tem a segunda partida.

BOOOORA LÁ, PARMERADA!! VAMOS LOTAR O ALLIANZ E AJUDAR O VERDÃO A SE CLASSIFICAR.

Meu ingresso já está comprado, e o seu?

“Não nos querem Palestra, pois seremos Palmeiras e nascemos para ser campeões”

Qual é o palmeirense que não conhece a história desta foto, que não sabe o nome de pelo menos um herói daquela partida?

Qual é o palmeirense que não sabe o que significa “Arrancada Heroica”, que é como foi chamado o episódio, a final do Campeonato Paulista de 1942 que entrou para a história? “Arrancada Heroica”, que acabou sendo a resposta que o Palestra/Palmeiras deu à toda a situação, tão difícil, vivida naquela época – tentaram fazer o Palmeiras ser visto como se fosse um inimigo da pátria

Sim, todos conhecemos… Mas haveremos de nos lembrar pra todo o sempre, porque a grandiosa história do Palmeiras, que nossos pais nos transmitiram, e que transmitimos aos nossos filhos, continuará a ser passada aos filhos dos nossos filhos, aos filhos que eles tiverem e assim por diante…

Foi por isso,  por causa da Segunda Guerra Mundial e da perfídia de alguns, e para que o clube não fosse perseguido, que o Palestra Italia, ao final do campeonato de 1942, do qual era líder, mudou de nome. Ele já tinha passado a ser Palestra de São Paulo (fez 18 partidas – 17 V e 1 E), e depois se tornou Sociedade Esportiva Palmeiras, o nosso amado Palmeiras, Verdão, Alviverde Imponente, o meu “Parmera”.

A mudança de nome se deu também, porque o São Paulo – clube rival, que viraria inimigo a partir disso – se aproveitando do fator “inimigo da pátria”, inventado para o Palestra por alguns, tentou lhe tomar o patrimônio, tentou nos tomar o nosso estádio. Sim, por causa da guerra, e da estupidez de se achar que a cidadania italiana fazia qualquer cidadão tornar-se inimigo do Brasil  – o Brasil era inimigo da Itália na guerra -, era considerado lícito  se aproveitar disso para tomar os bens dos italianos que aqui viviam. Fizeram essa crueldade com muitas pessoas, com muitos italianos trabalhadores…

E em relação às instituições ligadas a outros países que não cumprissem a determinação governamental de mudar seus respectivos nomes, elas poderiam ter os bens confiscados e, na sequência, leiloados pelo governo. E o São Paulo, pressionando as autoridades, bem que tentou se aproveitar do momento para tomar o patrimônio do Palestra.

E o Palmeiras, que não só mostrou ao país que não era inimigo nenhum, que era um clube brasileiríssimo fundado por italianos, que defendeu seu patrimônio com a raça e a fibra da sua gente, foi também defender o título que estava em jogo no campeonato, cuja liderança o Palestra lhe deixava por herança.

Na véspera do clássico, o clima de hostilidade entre São Paulo e Palmeiras, visto por alguns como “inimigo da pátria”, foi alimentado. “Criaram uma situação deplorável, como se no dia 20 houvesse um choque de honra entre duas famílias” (jornal A Gazeta, na semana da final).

Temendo um confronto entre tricolores e palestrinos, que já era dado quase como certo, a polícia impediu que os torcedores entrassem no estádio com bengalas (muito usadas pelos homens elegantes da época) e guardas-chuvas. Até mesmo laranjas e outras frutas foram proibidas, para que não fossem arremessadas ao campo.

Daí a importância gigante dessa partida disputada com o São Paulo.

 

20 de Setembro de 1942…

O clima era bastante tenso e temia-se que o time do Palmeiras fosse apedrejado tão logo entrasse em campo, naquele estádio de quase 70 mil pessoas.

Só que Palmeiras foi aplaudido de pé quando entrou em campo carregando a bandeira do Brasil (ideia de Adalberto Campos, um capitão do exército ligado ao clube). O Palmeiras, com a alma do Palestra, desfazia o clima extremamente hostil e impunha mais uma derrota ao seu adversário, agora dentro das quatro linhas… E quando o Palmeiras já vencia por 3 x 1, e teve uma penalidade marcada a seu favor, o São Paulo aproveitou e fugiu da partida…

O clube, que não conseguira tomar do Palmeiras o seu estádio, que o vira ser aplaudido por todos, ia vê-lo também  conquistar o campeonato, e com uma goleada… Acho que foi demais pra eles, e o São Paulo desistiu de jogar. O Palmeiras ganhou o campeonato e o São Paulos ganhou uma suspensão de 30 dias da FPF.

Claro, que da mesma forma como tentaram nos pintar de “inimigos da pátria”, alguns tentariam macular a nossa conquista depois, mas, assim como ocorreu em todas as conquistas do Palmeiras até hoje, essa também era legítima e irrefutável.

 

A história guarda os fatos, os nomes, os gols (65 marcados e 19 tomados), as jogadas, os dribles,  as lágrimas de alegria, os abraços, os sorrisos, os aplausos… tem ela todas as memórias…

Nós guardamos no sangue, que corre em nossas veias, a fibra, a força de nossos antepassados e o orgulho de ser Palestra/Palmeiras…

O céu guarda os nossos heróis…

 

Muitas glórias ao Palmeiras! E que o espírito de 42 nos acompanhe por todo o sempre.

 

 

– Alô? É da NET? Eu gostaria de comprar alguns jogos do campeonato brasileiro.

– Desculpe-nos senhor, mas não temos mais jogos para vender. O Cu rintia já comprou todos.
(essa é a “piada” que está na boca de todos os torcedores do país neste campeonato brasileiro 2015)

Em terra de CBF, com um dirigente preso pelo FBI, por corrupção, e com mais alguns com as barbas de molho pelo mesmo motivo – não se arriscam nem a viajar pra fora do país, com medo de serem presos também -, o maior campeonato nacional vai bem de acordo com os que o dirigem… tá uma bandalheira! Uma roubalheira desgraçada e descarada! Se o FBI vier aqui investigar, fico com a impressão que vai faltar cadeia…

As arbitragens estão mesmo dando o que falar nesse brasileiro, decidindo partidas, fazendo resultados (de 2005 pra cá, está cada vez pior e mais descarada a coisa). Em 22 rodadas do primeiro turno as arbitragens não marcaram uma penalidade sequer contra o SC Itaquera – mesmo ele tendo cometido várias -, ao mesmo tempo que inventaram algumas a seu favor, anulam gols legais de seus adversários, marcam impedimentos absurdos, prejudicam concorrentes diretos na disputa pelo título. E adivinha quem, graças aos muitos pontos recebidos das arbitragens, lidera o campeonato?

A CBF – seria a rgt? – (re)inventou o horário das 11h00 nos domingos. Os jogadores e técnicos reclamam bastante disso. E, enquanto tem times que já fizeram até 5 partidas no domingo de manhã (o Palmeiras fez três), adivinha qual foi o único time que ainda não jogou nesse horário? Uma dica: É o mesmo citado no parágrafo acima.

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Muitos dirigentes de clubes, torcedores, jornalistas, radialistas estão chiando por causa da roubalheira. Fala-se em “esquema” – e é o que parece que está acontecendo. O Galo  é um dos clubes que reclamam. E, antes do jogo contra o Palmeiras, há 15 dias, reclamou a semana toda da ajeitada que as arbitragens tinham dado na rodada anterior, para que ele fosse substituído na primeira posição do campeonato. E adivinha quem ganhou uma penalidade da arbitragem no jogo contra o Palmeiras? Elementar, né meu caro “Watson”?

– a CBF, ao invés de punir os árbitros, resolveu então colocar mais um nas partidas a partir da 18º rodada. Inventou o 5º árbitro e, mesmo assim,  a mutretagem correu solta.

Se fosse na história infantil, Chapeuzinho perguntaria: “Para que esse outro árbitro no jogo?” E o lobo responderia: “É pra ‘errar’ melhor, Chapeuzinho!”

Eu não acredito que essas coisas sejam somente erros de arbitragem, como afirmou na imprensa o presidente do Palmeiras – os árbitros teriam que ser muito tapados (burros mesmo), cegos e despreparados para errarem tanto e em situações tão claras, e não concordo que tenhamos que parar de reclamar dos árbitros e auxiliares, muito pelo contrário (você viu uma penalidade que marcaram no escorregão do jogador do Santos, há duas rodadas? Viu a anulação do gol do Fluminense, na rodada passada? Viu os absurdos de marcação no jogo da Ponte? Viu o resultado feito pela arbitragem no jogo do Palmeiras contra o Goiás? O pênalti marcado para o Galo e contra o Palmeiras lá em MG?).

Esse tipo de declaração, que ajuda a justificar essa roubalheira toda,  nos deixa com a impressão que o nosso presidente andou em Nárnia nos últimos anos – nas finais do Paulistão 2015 também -, e não acompanhou a roubalheira da qual o Palmeiras tem sido vítima pontual (nem na série B ele escapou disso, aliás, ele foi pra série B graças aos muitos pontos que as arbitragens tiraram dele. Postei no blog as imagens de muitos desses lances). O Palmeiras não teve uma penalidade sequer marcada a seu favor no primeiro turno todo, mesmo tendo sofrido inúmeras – continua a não tê-las marcadas no segundo turmo também. Haja “erro”, hein?

Na rodada passada, o que já era uma vergonha, o que já era picaretagem explícita e campeonato sendo decidido no apito (alguém tem que ser o mentor disso tudo, você não acha?), ficou ainda pior. O mesmo time que vem sendo beneficiado pelas arbitragens o campeonato todo, foi beneficiado outra vez, com a anulação de um gol do Fluminense por impedimento,  – só nas partidas mais recentes, o time de Itaquera foi beneficiado diante do Goiás, Avaí, São Paulo, Sport, Figueirense e Fluminense – faça as contas. Veja só o “impedimento” de Cícero… um “errinho de nada”, não é mesmo?

O Atlético-MG, o segundo colocado, que já foi prejudicado em várias rodadas também – por isso, perdeu a primeira posição na tabela -,  teve um pênalti, inexistente, marcado a favor do seu adversário, e teve também inúmeros impedimentos assinalados pelos bandeiras, em jogadas em que seus atacantes se encontravam com grande chance de marcar gols. Impedimentos que nunca existiram.

O Palmeiras, que já tinha sido garfado diante do Flamengo (mas venceu mesmo assim), diante do Galo (pra prejudicar o Palmeiras mudara de ideia e resolveram favorecer o Galo) e de muitos outros, também estava no G4, e foi operado, sem anestesia, mais uma vez. Fez um gol legal, anulado pela arbitragem, quando a partida estava 0 x 0, e sofreu uma penalidade, não assinalada. Uma vantagem de 2 x 0 que a arbitragem não deixou acontecer. Depois disso, o Goiás  marcou um gol e venceu a partida por 1 x 0. Mais um resultado feito por uma arbitragem, como tantos outros que elas já fizeram nesse brasileirão.

E há que se considerar que, com jogos  ainda não decididos, em andamento,  o jogo poderia ser outro bem diferente, se não houvesse a interferência das arbitragens, não é mesmo? Quem garante que o Fluminense, ao empatar a partida (caso não tivesse o seu gol subtraído pela arbitragem), não poderia fazer o segundo?

Quem garante que o Goiás marcaria um gol, caso a arbitragem não prejudicasse o Palmeiras, e ele, Goiás, estivesse perdendo de 2 x 0?

E é preciso que se leve em consideração também as muitas faltas não cometidas por um e não marcadas pelas arbitragens,  as faltas que são inventadas a favor desse mesmos um, os cartões não dados a um, os cartões inventados para os adversários do um… coisas que vão ditando a dinâmica de uma partida.

Tivesse sido uma arbitragem tupiniquim na Copa do Mundo, e certamente a Alemanha teria seus 7 gols anulados, o que daria a vitória para o Brasil por 1 x 0… VERGONHA!! MAIS UMA, DO FUTEBOL BRASILEIRO E DOS HOMENS QUE O DIRIGEM.

E a CBF num “tapeation” do tamanho da sua cara de pau, resolveu punir vários bandeiras e um árbitro que “estiveram a serviço” na 22ª rodada – mesmo assim, teve bandeira escalado para atuar em uma partida da Série C. Nem a “geladeira” é de verdade na CBF (escritório da rgt, como disse o jogador Alex).

E de que adianta a “punição”? Cadê a devolução dos pontos para os que foram prejudicados, e a perda de pontos dos que foram beneficiados?? Ao punir os “prestadores de serviço” da arbitragem, a CBF admitiu que as coisas não aconteceram de acordo com as regras do futebol, e se não aconteceram, como é que seus resultados vão permanecer – não  foi por acaso que Sérgio Correia foi trazido de volta, não é mesmo?

É tudo enrolação, pura e simples.

Eu sei que tem muitos clubes com rabo preso com a CBF, clubes que caíram pra série B e voltaram pela porta dos fundos, clube que foi campeão ajudado pelo apito, clube que foi salvo do descenso, várias vezes, várias vezes pelas arbitragens… Mas sei também que nem todos estão nesse esgoto.

E é por saber que muitos times não fazem parte da “tchurma” que habita essa vala podre e fétida é que eu acho que os seus dirigentes deveriam se juntar e retirar os seus clubes desse lixo de campeonato. Não é um circo tudo isso (o palhaço é o torcedor)? Pois que o façam o circo pegar fogo de vez.

E quanto a nós, torcedores, acho que poderíamos mover uma ação conjunta contra a CBF, uma vez que compramos ingressos, gastamos uma boa quantidade de dinheiro, temos prejuízo morais e financeiros, num campeonato de cartas marcadas, onde a disputa é apenas ficção.

E hoje tem derby no Allianz Parque. O apitador “sorteado” já nos prejudicou em outras oportunidades, e o normal é que façam o de sempre: assaltem o Palmeiras. No entanto, como o escândalo do campeonato supostamente vendido está muito grande, eu não duvidaria nada se mudassem a dinâmica hoje e resolvessem favorecer o Palmeiras, só para mascarar a sujeira que vêm fazendo desde que o Brasileirão começou – não precisamos e não queremos, viu CBF?

Vamos observar, meu amigo… vamos observar…