Categoria: Palmeiras
A JUSTIÇA QUE SE DANE… A COR DAS TRANCINHAS VEM PRIMEIRO
Apita o árbitro, bola rolando no STJD… e começa o jogo sujo!
Está parecendo que a ocupação principal do tribunal é atrapalhar o Palmeiras, e de todas as maneiras possíveis. Inventam penas exclusivas para nossos jogadores, denunciam nossos atletas por imagens – mas nunca veem as imagens das infrações escabrosas de jogadores de outros times (cotovelada do Fagner no Dudu, agressão de Maicon no Tche Tche…) -, um absurdo de abuso de poder de um órgão tido e havido como Tribunal de… Justiça.
Acompanhamos há poucas semanas o caso do jogador Alecsandro, do Palmeiras. Por causa do uso de um xampu contra calvície, que ele teve que usar após um implante de cabelos, foi pego no exame antidoping e participou de um massacre no STJD, com resultado pré definido e nenhuma, absolutamente nenhuma consideração dos “nobres” auditores aos fatos técnicos, às explicações de dois professores de Bioquímica da USP e da UFRJ, sobre como o tal metabólito (um pedaço da substância original) de Andarine (substância proibida, que só pode ser conseguida no mercado negro e não é vendida em farmácia nenhuma do Brasil, nem nas de manipulação) foi parar na urina do atleta através do uso da flutamida (substância permitida e contida no xampu de Alecsandro), de classe semelhante ao Andarine.
Deram dois anos de gancho para o atleta – dois dos auditores queriam dar 4 anos – por ter usado um xampu para tratar queda de cabelo. A punição para Alecsandro foi semelhante à que foi dada a Jobson, depois de dois exames antidoping seguidos que apontaram o uso de cocaína, mas foi muito diferente da punição que foi dada, pelo mesmo tribunal, à velocista Cláudia Lemos, por exemplo, que, por uso de anabolizante, pegou 5 meses de suspensão (a suspensão acabou exatamente um dia antes da convocação da equipe brasileira de atletismo para a Olimpíada. Ela não poderia ficar fora da Olimpíada, não é mesmo?).
O exagero para com o atleta do Palmeiras foi explícito, a disposição de punir o atleta (acabar com a sua carreira e manchar a sua reputação) podia ser cortada com a faca de tão palpável…
E eis que a WADA, a Agência Mundial Antidoping, atestou falso-positivo para o exame de Alecsandro, ou seja, comprovou a tese, que foi desprezada pelos auditores aqui, e o absolveu da acusação de doping. Como confiar na isenção desse tribunal tupiniquim, como dar credibilidade ao que ele denuncia, julga e pune, não é mesmo? E se não existisse a WADA?
E a WADA não anda muito contente com o que fazem aqui…

A bola verde da vez no ‘doping’ é Arouca, que fez uso de uma injeção intra-articular no joelho esquerdo, com um medicamento chamado Triancil (o princípio ativo se chama triancinolona), justamente o encontrado no teste, e que é um glicocorticóide, uma substância proibida em algumas situações, mas permitida em em uso intra-articular, conforme regras da WADA.
O jogador, que ainda não teve uma definição sobre o seu caso, assim como Alecsandro não fez uso de doping algum, mas, também como Alecsandro, foi tirado do time por 30 dias – Alecsandro ficou até mais tempo fora. Quem se responsabilizará pelos danos aos atletas e ao clube?
Mas o assunto que me faz escrever agora é outro, uma outra modalidade de prejuízo ao Palmeiras…
Ficou parecendo que já estava tudo preparado para o “Se o Jogador Tivesse as Trancinhas Rubro-negras F.C”, o time mais sujo do futebol brasileiro, entrar realmente em campo, e só algumas distraídas “carolinas” não viram…
Como o Palmeiras – ao contrário do que sonhavam as maiores expectativas de alguns – se mantém na liderança há tantas rodadas; como o Palmeiras se mantém na liderança mesmo tendo sido subtraído – pelas arbitragens – em muitos pontos; e como o time querido da rgt e da CBF conseguiu chegar na segunda posição na tabela de classificação do campeonato brasileiro, há 3 pontos do líder Palmeiras, a maracutaia ganhou forma definitiva.
Lembra daquela briga entre as torcidas de Flamengo e Palmeiras, ocorrida no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, em 05 de Junho?
Então, o STJD deixou para julgar essa briga em Setembro (essa prática é antiga. Que o diga Reinaldo, o centroavante que jogava no Galo há muitos anos). Sim, parece mesmo que guardou o julgamento e a punição para agora. E, pasme, ao contrário do que dizem as regras, “o mandante de um jogo é também o responsável pela segurança do/no local”, ao contrário do que preveem as regras e que temos visto em situações semelhantes, a punição maior, mais pesada, dessa vez acabou ficando para o… visitante! Para o… Palmeiras! Ah, essa cor de trancinhas que o tribunal nunca consegue punir…
Sou totalmente contrária à violência nos estádios, e penso que torcedores que só pensam em brigar, se matar, precisam ser responsabilizados e punidos pelo que fazem, não terem apenas as suas camisas de TO punidas e proibidas de entrarem no estádio, mas o que é certo, é certo.
Palmeiras – visitante
– R$ 60 mil de multa
– 5 jogos sem torcida no setor Gol Norte do Allianz Parque
– 5 jogos sem torcida visitante
– 10 jogos sem organizadas
Flamengo – mandante e responsável pela segurança
– R$ 30 mil de multa
– 3 jogos sem torcida visitante
– 6 jogos sem organizada
Por quais motivos/regras o Palmeiras teria que pagar o dobro do valor da multa que foi dada ao Flamengo? Seria pela cor das trancinhas?
Por quais motivos o Palmeiras tem que inutilizar um setor do seu estádio e o Flamengo não?
Por quais motivos o STJD pune também torcedores palmeirenses, que não são de torcidas organizadas, não participaram da briga em Brasília, e que frequentam o Gol Norte porque seus planos no Avanti lhes dão gratuidade exatamente nesse setor, como é o meu caso? Quem vai nos ressarcir pelos danos?
Por que ainda vão “estudar” se e qual setor do estádio ficará vazio em jogos do Flamengo (todo mundo sabe que eles não enchem o estádio nunca e, portanto, isso não será punição alguma)?
Por quais motivos, ou regras, o Palmeiras tem que ser punido em um número maior de partidas do que o Flamengo, que era o responsável pela segurança?
Quais são as regras que determinam essa “partilha” torta e defeituosa que o STJD faz, beneficiando o responsável pela segurança e prejudicando o clube que era o visitante?
Não sou advogada, mas alguns princípios do Direito até eu conheço.
Se compararmos com outras brigas de torcida – elas ocorrem com frequência, algumas até piores, como a que ocorreu entre os torcedores de Atlético-PR e Vasco, por exemplo -, chegaremos à conclusão que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva viola o princípio da impessoalidade, pois em alguns casos julga com interesse em favorecer uma das partes, como fez agora, quando aplicou uma punição menor para o Flamengo, o time que era o responsável pela segurança.
Outro princípio que parece ter sido violado por quem “faz justiça” é o da proporcionalidade; se compararmos todas as brigas de torcida, não há coerência no tamanho da infração e punição de um, com o tamanho da infração e punição de outro.
Vejamos um caso semelhante ao de Flamengo e Palmeiras, briga de torcidas no estádio em Brasília, uso de spray de pimenta, jogadores afetados pelo spray sentem dificuldades para respirar, alguns torcedores também…
E qual foi a punição para os times? Uma multa de R$ 5 mil…
A gravidade das situações parece não ter peso algum para a Justiça Desportiva (TJD e STJD devem, ou deveriam, rezar pelo mesmo “livrinho de catecismo”).
E o que dizer sobre a segurança ser de responsabilidade dos mandantes dos jogos?
Vejamos o que aconteceu em relação à uma das mais medonhas, se não a mais medonha, briga de torcida que testemunhamos no futebol nos últimos tempos… uma selvageria.
Atlético-PR x Vasco, em Joinville. As torcidas se enfrentaram, quase se mataram, mesmo. Na imagem abaixo, um único torcedor do Atlético está no chão sendo pisado, chutado por vascaínos…




Apesar de toda a violência e covardia dos vascaínos – não que os atleticanos tenham sido apenas vítimas -, apesar de quase tirarem a vida de alguns rivais, a responsabilidade pela segurança era do mandante, era do Atlético-PR, e deve ter sido por isso que a pena maior coube a ele, não é mesmo?

E o que é diferente agora com a questão da briga de torcedores de Flamengo e Palmeiras? A cor das trancinhas? (Lembra do promotor do STJD julgando Vagner Love-PAL e dizendo que era uma pena ele não ter as trancinhas rubro-negras?)
É por isso que ao Palmeiras, que não tem as trancinhas rubro-negras, cabe a pena maior? É por isso que os promotores do tribunal esquartejam as regras para usarem o pedaço que melhor lhes aprouver?
Não tem mais sentido de existir esse tribunal picareta, braço direito da CBF em muitas armações (rebaixar a Lusa e salvar Flamengo e FluminenC do descenso foi uma delas).
Qual a necessidade de um tribunal ditador, que pune quem ele quer punir e amacia pra quem ele quer amaciar? Que faz regras e justiça próprias?
Os homens que representam a Superior Justiça Desportiva no Brasil não têm mais o mínimo pudor de denunciar, julgar e punir clubes e jogadores com dois pesos e duas medidas, pela “cor das trancinhas”, à conveniência de seus clubes de coração (ou sabe-se lá quais outros motivos teriam), como se fossem torcedores numa arquibancada… e o Palmeiras é a sua vítima favorita… ainda que pra isso tenham que jogar o livro de regras, a isenção e a justiça no lixo…
PALMEIRAS 10.2… NOSSO CORAÇÃO ESTÁ EM FESTA
102 anos de Palmeiras… é festa em nosso coração
Mas o que dizer sobre o Palmeiras que ainda não tenha sido dito?
Que ele é o maior campeão do Brasil… o primeiro campeão mundial de clubes… que já foi recebido e festejado por um milhão de pessoas após uma conquista… que a seleção brasileira só conseguiu ser campeã nas vezes em que teve um palmeirense na equipe… que ele vestiu a camisa da seleção brasileira – do goleiro ao ponta esquerda, com técnico e tudo – e a honrou vencendo um dos seus grandes rivais… que ele tem a melhor, mais atuante e apaixonada torcida… que ele teve que vencer adversários + arbitragens desde a primeira vez que se inscreveu na liga, em 1916… que ele foi o clube que abriu as suas portas para a Cruz Vermelha transformar as suas instalações em hospital, na época da gripe espanhola, e ganhou a simpatia e o respeito do povo… que ele conquistou as 5 coroas… que seus títulos são todos legítimos… que ele venceu o Santos por 8 x 0, venceu o Corinthians por 8 x 0 e nunca recebeu o “troco” de nenhum dos dois… que ele comprou seu campo de futebol, e mais uma grande área no entorno dele, há quase um século, em 1920… que, no seu primeiro jogo internacional, ele goleou a seleção paraguaia por 4 x 1… que foi o primeiro clube do Brasil a ter a honradez de assumir os seus erros e jogar a série B, sem fazer mutretas e conchavos para permanecer na série A… que ganhou o título e o troféu de Campeoníssimo… que ele enfiou 6 x 1 no Boca Juniors… que ele foi Palestra e teve que virar Palmeiras para que não lhe tomassem o seu patrimônio… que ele entraria em campo como “inimigo da pátria” e ao pisar no gramado seria aplaudido por todos…
Que quando reformou o Parque Antarctica, em 33, passou a ter o Palestra Italia, o estádio mais moderno do país… que hoje tem o Allianz Parque, a melhor, mais moderna e mais bonita arena do Brasil, uma das melhores do mundo… que saiu de uma “fila” indigesta, em 93, goleando o seu maior rival por 4 x 0 (fora o baile)… que 12 de Junho é o nosso feriado… que ganhou uma Copa do Brasil, em 2012, e teve festa do ‘Oiapoque ao Chuí’… que conquistou uma Libertadores, apresentando ao país o maior goleiro de todos… que passou vários anos sem conquistas e, mesmo assim, nenhum rival conseguiu superá-las… que o Palmeiras nasceu numa final de campeonato em que ele foi o campeão e o seu adversário fugiu de campo antes do jogo acabar… que o Palestra/Palmeiras deu ao Brasil os maiores craques de todos os tempos… que ele é o campeão do Século… que conquistou a Copa do Brasil, em 2015, de maneira épica, e que nunca se viu nada parecido com o que aconteceu no Allianz…
Nada disso eu preciso dizer… Isso todo mundo conhece, todo mundo sabe (mesmo aqueles que fingem que não sabem). A história do futebol guarda todas essas lindas memórias.
O que a história não conta é que desde que eu e o Palmeiras nos esbarramos (numa outra existência, talvez), a minha vida mudou por completo…
Que ele tem a capacidade de me encantar por qualquer motivo, de me fazer sorrir, de fazer meu coração quase parar de felicidade, de me emocionar, até mesmo quando entra em campo…
A história do futebol não conta que o Palmeiras sempre foi generoso comigo, sempre me permitiu ser exatamente do jeito que sou, que me ajudou a conhecer as boas coisas que haviam dentro de mim… e me fez ser uma pessoa melhor…
Que ele me deu as maiores e mais inesquecíveis alegrias… os melhores e mais caros amigos…
Me deu ídolos maravilhosos e tão amados… me deu o privilégio de ver em campo os mais talentosos e mágicos jogadores…
Que me tirou o sono tantas vezes, numa ansiedade gigante, antes de partidas importantes… e me deixou sem dormir outras tantas vezes porque a alegria era tão grande que não cabia no peito e nem na cama…
Que em todas as vezes que alguém me perguntou para qual time eu torcia, eu sempre respondi (e respondo) com um sorriso, sentindo o maior orgulho do mundo ao dizer: Eu sou Palmeiras…
Que em todas as vezes em que canto o “nosso hino” no Allianz, em alguns trechos só consigo mexer a boca, porque a voz não sai de tanta emoção…
Que eu vivo e respiro Palmeiras… que ele é a melhor parte da minha vida…
Não dizem também, que nunca houve – e não vai haver -, tempo ruim entre mim e ele. Que ele será amado e respeitado, na alegria e na tristeza, nas vitórias ou na falta delas, com títulos, ou sem eles… por todos os dias em que eu viver.
Parabéns, Palmeiras, seu lindo!
Eu te desejo muitas conquistas, é claro. Te desejos muitos gols marcados, nenhum ou pouquíssimos gols sofridos, desejo grandes defesas embaixo de nossas traves; te desejo jogadores de fibra, de raça e talento, que deixem a alma em campo para honrar a sua camisa; te desejo paz para seguir seu caminho, te desejo mais uns 42 pontos conquistados no restante desse campeonato… mas, acima de tudo, e por toda a sua existência, eu te desejo pessoas… que te amem tanto quanto nós o amamos agora, que “entrem em campo” como nós fazemos agora; te desejo o Allianz Parque sempre cheio, a sua gente sempre feliz e cantando sem parar.
Te amo, ‘Parmera’! Auguri.
CAPRICHA AÍ, CUCA! E VAMOS GANHAR, PORCOOO!!
Sabe quando você está adorando uma pessoa e, depois de um tempo, começa a perceber uns defeitos que não via antes? Sou eu com o Cuca…
Sei que ele é o responsável pelos muitos pontos que o Palmeiras amealhou no campeonato, sua escalações “de acordo com o jeito de jogar do adversário”, as suas substituições, sacando do time quem não estava rendendo e fazendo mexidas cirúrgicas, colocando pra jogar quem estivesse melhor (eu estava adorando isso) fizeram o Palmeiras ganhar jogos nos quais precisou vencer até mesmo as arbitragens (GRE, FLA…), só que isso não vem mais acontecendo… E perdemos muitos pontos de bobeira… e, no meu entender, por grande responsabilidade de nosso técnico.
Não frequento os treinos, não sei o que acontece, mas, aqui de fora, percebo algumas coisas… se estou certa, não sei… mas tá parecendo que Cuca não gosta de argentinos e os quer bem longe (e que idiotice se isso for mesmo verdade). Sem contar que anda segregando bons jogadores do nosso elenco, como é o caso do Gabriel, do Rafa… E o pior, essa segregação toda acontece em favor de jogadores que não rendem pra justificar essa preferência.
O rendimento do time vem caindo, na hora em que deveria estar acontecendo o contrário. Os rivais dão mole, e a gente, ao invés de aproveitar os vacilos adversários, dá mole também…
Jesus faz falta, eu sei (Prass faz muito mais), mas dá para jogarmos sem ele, dá para vencermos, afinal, temos um bom elenco. Não entendo um Dudu (que decidiu uma partida de final de campeonato) no banco, e não entendo também ele jogar como meia, nas vezes em que entra em campo… Não entendo o Allione que nunca é chamado pro jogo (mesma coisa com Rafa, que já foi decisivo em tantas partidas importantes), mesmo nas vezes em que CX está sumido nas partidas, só tocando de lado… E não vou entender nunca um Barrios no banco e Leandro Pereira em campo… não faz sentido algum, e também não há estatística e número nenhum que justifique isso…
Se formos olhar, só por cima, Leandro fez 121 partidas como profissional, marcou 35 gols, média de 0,289 por partida; Barrios fez 439 partidas (colocou Lewandovski no banco), marcou 194 gols, média de 0,441 por partida. Leandro marcou 11 gols jogando pela Chapecoense, marcou 9 pelo Palmeiras, foi para a Bélgica e em 24 partidas não marcou nenhum. Não quero desmerecê-lo, mas Barrios vai ser reserva dele por qual motivo?
Jogadores são peças de uma engrenagem e devem ser utilizados no time como tal, para fazer a engrenagem render o melhor possível, e nunca serem escalados porque são amiguinhos, ou porque são brasileiros, ou seja lá qual for o motivo. Pô, Cuca!
Sei que o Cuca é bom técnico, já nos mostrou isso, e o que espero dele é que faça o seu melhor, como estava fazendo antes, como fazia quando o time tava sobrando em campo… acredito que ele pode nos dar o que pedimos, e é por isso a cobrança, quero ser campeã com ele. Além do mais, já não basta todos os pontos que as arbitragens nos tiram? Não podemos contribuir com isso, não é mesmo?
Não jogamos bem boa parte da partida, não criávamos nada, mas poderíamos ter ganhado da Chapecoense; um gol impedido, que o juiz e bandeira validaram, a colocou em vantagem no jogo – embora a imprensinha nada, ou quase nada, tenha falado sobre esse impedimento, estava impedido sim.
Mesmo num ângulo não muito favorável – ninguém disponibiliza a imagem de lado – é inconfundível o fato que os de camisa escura estavam à frente dos de camisa branca.
No segundo tempo, quando viu que a coisa tava complicada e nosso gol não saía, Cuca, parecendo ouvir nossos apelos colocou Barrios e Allione em campo (CX já tinha entrado antes), e eles mudaram o jogo, o Palmeiras passou a jogar diferente, ficou mais perigoso, o goleiro deles, -como fazem todos os goleiros que jogam contra o Palmeiras – pegava tudo e mais um pouco.
E então, já depois dos 30′ do segundo tempo (estávamos atrás no placar desde a primeira etapa) num ataque verde, Cleiton Xavier foi tocado por trás dentro da área. E, para nossa sorte, o juiz marcou o pênalti (a maioria dos árbitros se recusa a marcar as penalidades máximas que sofremos).
Tudo bem que CX exagerou na tentativa de mostrar que tinha sido atingido, mas, ao contrário do que o descontrolado Caio Junior reclamava (tô esperando o STJD o fritar, como faria se fosse o Cuca a fazer aquele escândalo todo, a retardar o jogo), ao contrário do que a imprensinha tanto tentou fazer parecer (ela adora fazer parecer que o Palmeiras foi beneficiado, quando, na verdade, ele foi prejudicado), foi pênalti sim.
Jean foi lá e empatou a partida.
O time tentou buscar a virada, mas o jogo terminou empatado. O importante é que mostrou a todos nós, deve ter mostrado ao Cuca também, que o caminho pra realinhar o time, que o caminho para fazê-lo jogar melhor está logo ali, pertinho, ao nosso alcance. Tomara o nosso técnico tenha percebido…
Vou falar de novo… quero ser campeã com Cuca, estou esperando por isso desde 92… e acho que ele também.
CAPRICHA AÍ, CUCA!! Hoje é só fazer a lição de casa!
PRA CIMA DO VITÓRIA! E VAMOS GANHAR PORCOOO!!
#FORZAPRASS ! E ATÉ BREVE, CAMPEÃO

Foi uma paulada… jamais imaginaríamos que aconteceria algo com Fernando Prass, o nosso goleiro amado, herói das metas palestrinas e melhor goleiro do Brasil, enquanto ele estivesse a serviço da seleção brasileira, ainda mais antes de estrear.
Eu não pude acreditar quando me avisaram no whatsapp que Prass teria uma fratura no cotovelo… como assim, meu Deus? Fratura? Ele havia sentido dores no cotovelo, ok, mas, na sexta-feira à noite, uma publicação da CBF dizia que estava tudo bem com ele, que provavelmente poderia até jogar o amistoso, e no final da tarde de sábado… uma fratura? A ser confirmada ainda? Uma fratura que acontecera no aquecimento (era o que diziam)?
A notícia esmagou o meu coração…
Às vezes, a vida tem um jeito horrível de escrever as coisas… Era impossível não chorar… era impossível não sentir a dor que Prass deveria estar sentindo… a empatia me fazia sentir aquele gosto horrível de sonho que não se realizou por inteiro, aquele gosto amargo de “quase”… me fazia sentir a dor dele, que perdia também o restante do campeonato brasileiro. Sim, para aumentar a nossa tristeza, Prass não joga mais neste ano.
Não era nosso sonho que Prass fosse convocado, que viesse a ser capitão da seleção brasileira, não, nós o queríamos no Palmeiras; a maioria das pessoas (sou uma delas) nem gosta mais da seleção. Mas a seleção era o sonho de Prass (é o sonho de todos os jogadores de futebol) e, por isso, sonhamos com ele, nos alegramos com ele, por isso, quase morremos de felicidade quando o vimos com a camisa da seleção canarinho… por ele – por Gabriel Jesus também -, iríamos torcer muito pela seleção.
Mas nosso herói sofreu um revés da vida… e se tinha uma pessoa que não merecia passar por isso, essa pessoa é Fernando Prass, profissional, sério, ético, muito dedicado… um atleta que honra mesmo a camisa que veste. E é por isso, por ele, que doeu tanto na gente.
“O Prass não!”, dizíamos todos… mas a confirmação do corte veio… e também a imagem dele, mochila nas costas, abatido, falando ao celular… como administrar algo assim? E, chorando, eu só conseguia me lembrar daqueles olhos brilhando, sorridentes, que fizeram Prass parecer mais menino que Gabriel Jesus na coletiva pós convocação…
Numa hora dessa a gente vê que gosta do Prass ainda mais do que imagina… e chorávamos todos. Estou chorando até agora.
Mas a vida é assim, Prass… ninguém poderia ser chamado de guerreiro se não tivesse batalhas para vencer… ninguém poderia ser chamado “forte” se não tivesse que enfrentar obstáculos e momentos de superação…
Não se abale, não esmoreça, capitão! Você representa muito pra todos nós, é o nosso herói, o cara que ajudou (e como ajudou) a escrever o início de novos e felizes tempos no Palmeiras, e que escreverá muitos mais. Estamos com você nessa! E estaremos juntos em cada momento dessa batalha, que será mais breve do que imaginamos, se Deus quiser. “Iremos” até às sessões de fisioterapia com você, esteja certo disso. E nossa admiração, nosso carinho e nosso amor vão te recuperar (os médicos do Palmeiras também, claro), e logo você estará de volta ao gol do Verdão. Outras oportunidades na seleção vão te encontrar pelo caminho, acredite. Você merece que isso aconteça.
Hoje, choramos todos de tristeza (imagino que até a camisa da seleção esteja chorando porque não será mais vestida pelo melhor do país)… mas, em breve, choraremos de alegria, juntos!
O Palmeiras jogará pra você, tenho certeza. Esse infortúnio de agora será o combustível extra pra conquistarmos a outra metade do campeonato e oferecê-la a você, já que você foi indispensável na conquista de quase um turno inteiro. Vagner e Jaílson, que são ótimos goleiros, serão um espelho seu em campo. Se tudo der certo – e vai dar -, no final do ano, ao lado de seus companheiros e da sua família verde-esmeralda você levantará a taça de campeão pra nós.
#ForzaPrass!! Um cara que joga brilhantemente no gol, que superou tantos momentos difíceis transformando-os em alegrias imensas, e tirou de letra a pressão de cobrar um pênalti pra decidir uma competição e dar um título ao seu time, pode superar qualquer coisa! Que o imenso amor da Família Palmeiras conforte o seu coração… e esteja com você todos os dias.
Global, mundial… whatever… É Palmeiras campeão do mundo!
E então, ontem, a Fifa parabenizou o Palmeiras pela conquista do Mundial de 51, uma conquista que o cotovelo de um monte de gente insiste em negar…
E então, a Fifa escreveu que “verde era a cor da inveja”, e se referiu ao Palmeiras como “first global champion” – o Ibama não consegue nem calcular a quantidade de gambás (e outros bichos) que foram dizimados com essas afirmações…
Aí, parte da imprensa tupiniquim, a parte dos torcedores (rivais) profissionais de imprensa, se viu meio obrigada a noticiar a homenagem da Fifa ao Palmeiras, uma vez que os palestrinos veicularam as imagens dessa homenagem até não querer mais. Mas a imprensa não foi capaz de traduzir todas as palavras de “first global champion”, não foi capaz de usar a palavra que tanto a incomoda… fizeram questão de não traduzir “global” como “mundial”, que seria o termo que mais comum aos brasileiros. Embora o significado seja o mesmo, não costumamos dizer aqui “campeão global”. Chegou a ser engraçado ler as tais manchetes.
Talvez, tenha doído muito a articulação entre o braço e o antebraço de uns; talvez, tenha doído o “curanchinho” de outros… talvez, se valendo da ignorância de muitos, tenha a imprensa feito uma última tentativa de fazer parecer diferente o que é fato consumado, é história… who knows?
Mas vamos lá… não exige muito dos neurônios. Até os dois que eu possuo – Edmundo e Valdivia – dão conta do recado…
Primeiro, vamos procurar os sinônimos (palavras de mesmo significado) para o termo “global”, usado em inglês…
Um dos sinônimos é “worldwide”…
E qual será o significado de “worldwide”?
Tcharam… M-U-N-D-I-A-L !!! Até o tradutor do Google sabe isso.
OMG!! Mundial? Como assim?
Será que no dicionário Inglês-Português é mundial também? “Não podice”! “Quitaconteceno??”
I’m sorry, people…
Então, né? Mais do que isso só se for desenhando… Palmeiras “first global champion” = PALMEIRAS PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL !! Consummatum est!
Força no analgésico e no antinflamatório, “rivaus”! 😉
GREEN IS THE COLOUR OF ENVY
Hoje, comemoramos a conquista do Mundial de 1951… a nação palestrina está em festa.
65 anos da Copa Rio… 65 anos de uma explosão de alegria que parou e emocionou todo um país… 65 anos de paixão…
Sim, foi num distante 22 de Julho de 1951, no ano seguinte ao Maracanazo (a frustração imensa pela derrota do Brasil para o Uruguai, na final da Copa de 1950), que a Sociedade Esportiva Palmeiras protagonizou o feito mais espetacular de um clube para o futebol brasileiro… Enfrentando grandes times europeus, enfrentando, na final, a temida Juventus de Turim-ITA, conquistou a Copa Rio e resgatou o orgulho de uma nação. Assim, o Palmeiras se sagrou campeão mundial, o primeiro campeão mundial de clubes, e trouxe o sorriso de volta ao rosto tão sem alegria do Brasil. Trouxe o futebol, e a vontade de se falar sobre futebol, de volta à todas as conversas, de volta aos bares, ao rádio, às TVs, aos estádios, às ruas, de volta à vida dos brasileiros…
Só podia ser o Palmeiras… quem mais haveria de protagonizar um feito tão maravilhoso? Quem mais poderia ter a torcida e o carinho de todo um país, de torcedores de todos os clubes? Quem mais poderia escrever uma página tão linda para o futebol brasileiro e mundial?
Os torcedores brasileiros todos conhecem essa história – até os que fingem não conhecê-la a conhecem. Nem é preciso republicar as imagens dos jornais da época, as fotos todas… Todo mundo já viu isso em algum lugar, em algum momento…
A data de hoje é nossa, é dos palmeirenses, palestrinos, alviverdes… apaixonados pelo Palmeiras, de todas as etnias, e dos mais diversos pontos deste planeta. É uma data para comemorarmos, para reverenciarmos o nosso clube – gigante do futebol -, e os heróis desse feito tão extraordinário. Uma data de festa em nosso coração.
Hoje, abrimos as janelas e deixamos a taça da Copa Rio, a taça do Mundial, iluminar o nosso mundo. Hoje, abrimos os nossos corações e os baús todos, para “revivermos” a história, para contarmos aos mais jovens sobre a história e grandeza da SEP.
Nunca antes – nem depois também – na história do futebol brasileiro um clube foi recepcionado por mais de um milhão de pessoas após uma conquista – imagina o tamanho da alegria que sentia aquela gente toda? Imagina o orgulho dos palmeirenses na ocasião?
Meu pai foi um deles… ele foi assistir ao jogo do Palmeiras em 1951… O que ele viu e sentiu naquele dia, ele me transmitiu no DNA, no sangue… Talvez seja por isso que eu me emocione tanto nesse dia.
Hoje, 22 de Julho de 2016, 65 anos depois daquela maravilha, da catarse que foram os gols de Liminha e Rodrigues e a conquista do Palmeiras, estamos comemorando o campeão mundial e o seu título, estamos “relembrando” aquelas coisas que não vivemos, mas que a história e a memória do futebol palestrino, brasileiro e mundial guardaram para os nossos tempos… estamos falando o dia todo sobre isso, e eu fico pensando com meus botões (todos verdes)…
Conheci Oberdan Cattani, beijei aquelas mãos inúmeras vezes, mãos que escreveram páginas tão lindas da nossa história, agradeci a ele inúmeras vezes também. Em cada oportunidade em que pude estar com Oberdan eu olhava pra ele e dizia pra mim mesma: é a história do Palmeiras que está diante de mim – nunca perdi a impressão tão forte que ele me causava. Era sempre emocionante estar diante daquele homem, lenda viva da SEP, era como se ele trouxesse o perfume e o brilho daqueles jogos que eu não vi, daquele Palestra/Palmeiras que não conheci, dos gols e defesas que não comemorei… Ele me fazia respirar os mesmos ares de outrora… Enquanto ele me contava as histórias, e seus olhos pareciam rever todas as cenas, eu passava a me sentir como se tivesse mesmo estado lá.
E foi através de Oberdan que pude conhecer e abraçar, pude agradecer Fabio Crippa, o goleiro que foi titular do Palmeiras na final de 51. Ainda não acredito nisso tudo e me pergunto: Como pode Deus, a vida, terem me proporcionado algo tão fantástico assim? É muita coisa pra uma reles mortal.
Hoje, enquanto Brandãozinho, o único remanescente dessa conquista, teve a oportunidade de matar a saudade da taça do Mundial – o Palmeiras a levou até ele dias atrás -, nossos outros heróis descansam no Olimpo Verde… e por certo há comemoração lá também. Talvez até meu pai esteja com seus ídolos…
E a energia da fantástica façanha palestrina, daquele torneio memorável, daquela última partida de tirar o fôlego dos 100 mil torcedores que estavam no Maracanã, a energia dos sorrisos todos que foram dados, das lágrimas de alegria que correram por milhões de rostos, dos gritos que ganharam os ares, de todos os abraços que foram trocados, dos aplausos… a energia dos torcedores do Palmeiras, a energia de cem mil pessoal, em pé no estádio, acompanhando os últimos minutos com uma ansiedade enorme, esperando o juiz apitar o final…a energia da raça, fibra e talento com que nossos jogadores conquistaram esse título -um dos mais sensacionais do futebol brasileiro – para o Palmeiras e para o Brasil… essa energia toda permanecerá conosco, e será transmitida aos nossos filhos, e aos filhos dos nossos filhos e a todos os que vierem depois de nós e deles… e ela será eterna.
O livro da vida escreveu e nada e nem ninguém jamais poderá apagar… o Palmeiras é o Primeiro Campeão Mundial de Clubes. E seus filhos se enchem de orgulho.
A Fifa também lembrou dessa conquista, a Fifa também homenageou o campeão mundial de 1951…
E é a Fifa quem diz: “Verde é a cor da inveja”… “O Verdão (o grande verde) foi a inveja do mundo todo”… “para se tornar o primeiro campeão mundial do esporte (futebol)…”
Arrasou a Fifa com esse “verde é a cor da inveja”, não é mesmo? Parece até que ela sabe como tem gente por aqui morrendo de dor de cotovelo do “Big Green” e desse nosso título…
O Palmeiras merece todas as homenagens, merece todo o nosso amor e orgulho. É o primeiro campeão mundial, é o clube mais vencedor do Brasil, o que mais títulos nacionais possui, é o Campeão do Século… e esse Big Green vai muito mais longe… tem muita história linda pra ser escrita por ele…
PARABÉNS, PALMEIRAS, AMORE MIO! PARABÉNS, PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL!! E MUITO OBRIGADA POR TANTO!
Descansem em paz heróis palestrinos de 1951… vocês se tornaram eternos, na história e em nossos corações.
QUANDO VÃO PARAR DE ROUBAR O PALMEIRAS?
14ª rodada… E lá fomos nós disputar o clássico contra as sardinhas…
Time desfalcado de peças importantes, uma delas, Gabriel Jesus, que virou desfalque graças à “boa vontade” e “criatividade” do árbitro de Palmeiras x Sport, que deu amarelo pra G.Jesus, depois que ele tentou dar uma caneta no adversário e levou uma cotovelada no queixo (parmeras levam cartão até quando são agredidos).
Allianz Parque lotado, público de 40.035, recorde de público na arena. A parmerada em festa, e era uma terça-feira à noite, de uma 14ª rodada de um campeonato longo, com 38 partidas para cada time.
O telão explodia em muitos tons de verde, em verde-e-branco, em azuis, amarelos… mostrava muitos sorrisos, olhos brilhantes, orgulho de estar ali, de fazer parte da melhor família do mundo… mostrava palestrininhos que, mesmo ainda tão pequeninos, já comungavam a paixão em verde e branco. E que linda, e sempre emocionante, a execução do hino à nossa moda.
Achei que a cara do árbitro não me era estranha e, por algum motivo, que na hora eu não lembrava, eu não gostava nada dela. Comentei isso até com um amigo, e já fiquei cismada com o juiz (mais tarde, ao saber o nome da “peça”, eu me lembraria que ele, Wilton Pereira Sampaio, na época aspirante Fifa, fora o primeiro árbitro da final da Copa do Brasil 2012, “aquele”, que amarelou Valdivia sem motivo algum, e depois de permitir que ele fosse agredido por Willian Farias, e de não ter expulsado o tal Edílson como manda a regra, deu um segundo cartão para o Mago na sequência do lance, tirando-o do jogo por uma falta – bem mais inofensiva – no cara que tinha acabado de olhe dar um chute e ficara impune; e, se não bastasse isso, ele também não expulsou o jogador que cometeu o pênalti em Betinho, facilitando a vida do Coritiba que deveria ter tido dois jogadores expulsos e não teve nenhum…
Lembraria também que Wilton Pereira Sampaio tinha sido o árbitro de Palmeiras x Inter, pela Copa do Brasil 2015, e permitiu que o Inter fizesse dois gols irregulares; um deles, na sequência de uma falta em Lucas – um pé na cabeça do palmeirense – e um outro, em impedimento – dois “erros” que quase nos custaram a classificação. E foi ele também quem marcou uma penalidade a favor do Grêmio, em 2015, num toque praticamente involuntário de Amaral, do Palmeiras. Olha o naipe do juiz.).
O Palmeiras começou como sempre, indo pra cima do adversário – jogadores do Santos discutiam com os palmeirenses, parecendo até ser de propósito. Gustavo Henrique bateu boca com Barrios e o juiz os advertiu verbalmente.
Tínhamos só 6 minutos de jogo quando Dudu foi cobrar um escanteio. Eu, que estava na outra ponta do campo, só vi a bola ir certinha na direção de um parmera, vi esse parmera subir muito e cabecear, vi também a bola morrer no fundo da rede. GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL! Eu não sabia ao certo quem tinha feito o gol, mas ao vê-lo dançar, sabia que não poderia ser outro… Yerry Mina. Primeiro jogo dele em casa, e que apresentação – impossível não lembrar de Armero e seu “armeration”.
Gabriel provocava Moisés e os dois se encaravam, batiam boca, Wilton Pereira Sampaio, ao contrário do que fizera com Gustavo Henrique e Barrios, deu amarelo para os dois. Que coincidência o juiz resolver amarelar justo o parmera que estava pendurado…
Não tinha nem 10 minutos de jogo e Moisés, que estivera lesionado, e tinha sido escalado minutos antes do jogo, sentiu a lesão, e iria ter que ser substituído (um erro ele ter sido escalado).
Enquanto nos preocupávamos com mais uma importante baixa no time, o Santos cobrou uma falta, antes que o árbitro autorizasse, e a bola passou pertinho do gol de Prass. Os palmeirenses ficaram bravos e reclamaram muito com o árbitro.
Aos 12′, Moisés foi substituído. Ao invés de Cleiton Xavier, ou Rafa Marques, que sempre se sai bem em clássicos (Allione não estava nem no banco), Cuca acabou optando por um volante: Arouca.
Na hora, até achei acertada a substituição, mas logo percebi que colocar Arouca em campo tinha sido um erro de Cuca. Não que o jogador não tivesse se saído bem na sua função, mas com ele, o Palmeiras recuou, e a bola não chegava nos pés dos atacantes, de Barrios, principalmente, que tinha que voltar toda hora para buscar jogo e perdia a sua melhor característica: a de ser finalizador. A opção deveria ter sido por um jogador que pudesse criar jogadas para levar os atacantes pra dentro da área.
O clima era quente entre os jogadores… resquícios da última Copa do Brasil, que o Santos parecia querer desforrar nem que fosse na botinada… Em uma cobrança de escanteio santista, Gustavo Henrique deu uma pancada em Mina, que ficou caído, reclamando, mas a arbitragem “nem viu”.
As chances se revezavam entre um time e outro, e o Palmeiras, jogando no contra-ataque, não era tão perigoso como costuma ser, permitindo que a bola ficasse mais nos pés do adversário.
Estávamos nos acréscimos do primeiro tempo quando Mina, que tinha sentido alguma coisa e ficara caído no gramado, saiu de maca, chorando… mais um desfalque. Dracena entrou em seu lugar.
Na segunda etapa, o Palmeiras começou pressionando o Santos, e já no primeiro minuto o goleiro santista teve que trabalhar na jogada de Dudu com a finalização de Erik. O Santos respondia, mas não conseguia furar a defesa do Verdão.
E então, aos 5′, um “erro” capital da arbitragem… na cobrança de falta de Dudu, Zeca ajeitou a bola no braço, dentro da área, na frente do bandeira, na cara do juiz, e isso é pênalti, mas nenhum deles assinalou a infração.
E não tinha desculpas para a não marcação, não cabia o “foi lance interpretativo”, “foi discutível”, uma vez que o mesmo árbitro, na mesma partida, já tinha assinalado falta de Barrios num lance idêntico, no primeiro tempo. E por que usava outro critério na infração santista? Se Wilton Pereira Sampaio achou que o toque de Barrios foi uma infração, não tinha como ele achar que o de Zeca não foi. Isso não é erro, tem outro nome. A “capivara” de “crimes” de Wilton Pereira Sampaio contra o Palmeiras vai aumentando.
No vídeo abaixo, tem o lance de Amaral, que ele assinalou como pênalti, em 2015. O critério de Wilton Pereira Sampaio muda consideravelmente quando o infrator é o Palmeiras, não é mesmo?
Com o time desfalcado, vencendo o jogo, segurando o adversário e o árbitro decide não marcar um pênalti que poderia fazer o Palmeiras aumentar a vantagem e determinar o ritmo da partida… é pra se pensar, não?
Cinco minutos depois da garfada no pênalti para o Palmeiras, o Santos empatou. E foi um lance de sorte. Após a cobrança de uma falta, que bateu na barreira, Gabriel arriscou de fora da área, a bola desviou em Vitor Hugo, e tirou qualquer chance de defesa de Prass.
Cuca então, em tarde não muito feliz, sacou Barrios e colocou Leandro em campo – ele acabaria desperdiçando uma boa chance. O problema do time não era o centroavante… Se o Cuca quer se livrar do Barrios – é essa a impressão que tenho -, tinha que ter pedido “O” 9 para a diretoria. Leandro é bom jogador, gosto dele, mas ele não tem esse status de Evair que estão querendo lhe dar. Saiu daqui sem esse status e não fez nada lá fora pra voltar com ele. Eu, particularmente, fico desapontada com isso, não gosto nada dessa “fritura” de jogador, seja ele quem for.
Faltava uma peça no nosso time, e as substituições já tinham sido feitas, o Santos tinha mais posse de bola, mas o Palmeiras finalizava mais.
O juiz ia fazendo o que podia para não dar o segundo cartão amarelo para Gabriel, e isso era nítido. Além disso, marcava falta de ataque do Palmeiras, deixava de assinalar umas faltas santistas, mas marcava qualquer coisa a favor deles, e a torcida xingava…
Luiz Felipe(SAN), tocou a bola com o braço e o juiz marcou a falta (fora da área é tranquilo marcar, né juizão?). A bola estava parada para a cobrança e Gabriel, pra provocar, a tirou do lugar. Dudu, então, chutou a bola nele. Imagina se o juiz mostrou amarelo pra eles? Imagina se o juiz daria o segundo amarelo para Gabriel (e eu até me lembrei de uma final de Paulistão, em 99, quando Galeano foi expulso por tirar do lugar uma bola preparada para uma cobrança de falta)?
Nada de mais relevante aconteceu… e o Santos, vaiado pela torcida, e como se vencesse o jogo, ficou trocando passes, fazendo o tempo passar para garantir o empate. E assim terminou a partida.
Já foram 14 rodadas, e o Palmeiras foi prejudicado com “erros” capitais em pelo menos 10 delas. Isso não é por acaso… tampouco o silêncio e omissão da imprensa, que faz um escândalo quando os prejudicados são outros. A coisa está escancarada… É como se roubar o Palmeiras fosse legal, permitido…
Cada um que pense o que quiser, mas não tenho como não achar que isso seja proposital… não tenho como deixar de comparar o que fazem ao Palmeiras com o que não fazem para certos outros times.
A diretoria do Palmeiras que abra bem os olhos, enquanto é tempo… não há lugar para a diplomacia quando você “está faminto e tentam roubar a sua comida”…
Continuamos na liderança, apesar de todos os prejuízos (7 pontinhos já nos foram garfados), não é possível ser campeão dessa forma, time nenhum consegue vencer adversários + arbitragens num campeonato todo, num campeonato longo, e sabemos muito bem disso.
Amanhã tem mais… vamos observar…
ESTÁ ABERTA A TEMPORADA DE GARFAR O PALMEIRAS (desde 1914)
Sinto muito, imprensinha, não foi dessa vez… e não será da próxima também…
Mimimi… o “Lava-jato” é líder até que o Palmeiras jogue (aham. ‘Jornaleiro’ mal informado ou mal intencionado?)… mimimi… o Palmeiras não ganha fora de casa (e tem mais pontos que todo mundo)… mimimi… Os times que têm menos pontos jogam mais bonito (por isso é que o Palmeiras é o que faz mais gols, né?)… mimimi… Gabriel Jesus não é tudo isso (10 gols e 4 assistências em 13 jogos do Brasileirão)… mimimi… O Palmeiras só pegou time fácil (jogou com 5 dos que ocupam as oito primeiras posições)… mimimi… o Palmeiras vai cair da liderança na 12ª rodada (Mãe Dinah, é você?)… mimimi… a torcida tá cantando música de campeão, ainda é muito cedo pra isso (música que ela canta há ‘trocentos’ anos e só a imprensinha não ouviu)… que choradeira dos torcedores (rivais) profissionais de imprensa (e continuaram chorando nesses dias de paralisação do Brasileiro)…
Choraram tanto, que lá em Recife estava até chovendo na hora do jogo do Verdão contra o Sport.
O adversário era/é fraco, mas costuma ser uma carniça quando joga contra o Palmeiras, aliás, repare, todo mundo quer virar Godzilla contra o Verdão. Conhecem o tamanho da fera.
E não importa se o adversário é mais fraco ou mais forte, todo jogo vale três pontos, e temos que buscá-los, vencendo adversários e arbitragens também… Por isso, Cuca, mesmo com vários jogadores importantes pendurados (quem não sabia o que o juiz faria com eles?), colocou força máxima em campo, ou quase. Duduzinho, acabou vetado; CX começou no banco; Barrios, que está voltando de contusão, também estava no banco; Egídio ainda não voltara; Dracena, não tinha sido relacionado – Yerri Mina faria a sua estreia na zaga -, e Erik seria titular no ataque.
E o Palmeiras, para tristeza da imprensinha chorona, dos adversários e de alguns “profissionais” de arbitragem, venceu, convenceu, e saiu de campo mais líder do que nunca. 28 pontos em 13 jogos, 9 vitórias, o melhor ataque (29 gols), 16 gols de saldo, 71.8% de aproveitamento, o artilheiro do campeonato, e na liderança desde a 9ª rodada. Tá bem o Palmeiras, hein?
O jogo foi tranquilo, um pouco mais disputado em alguns momentos, mas no geral bastante administrável para o Palmeiras.
Mesmo desfalcado de Dudu, o Palmeiras se manteve totalmente ofensivo, e desde o começo, como tem sido peculiar ao time de Cuca.
O relógio ainda ia marcar 10 minutos de jogo, quando Jesus, o artilheiro do campeonato, generoso como ele só, serviu Erik com um belo cruzamento, e ele, na cara do goleiro, apenas teve que desviar pra guardar. E dá-lhe festa palestrina na casa do inimigo.
Seguro, com Thiago Santos no meio, o Palmeiras, sempre ofensivo, levando perigo com Jesus, Guedes, Erik, Tche Tche, Moisés, não facilitava a vida do Sport; eles, atrás no placar, querendo tirar o prejuízo, tentavam com chutões, parecendo até o time do MO e não do “Oshvaldo”… A única chance inimiga, realmente perigosa, no primeiro tempo, foi uma cobrança de falta do falastrão Diego Souza, que Prass, seguro, mandou pra fora – DS pisa em adversário, não toma cartão vermelho e nem amarelo, mas tem a cara de pau de reclamar do árbitro depois do jogo.
No segundo tempo, o dono da casa veio determinado a buscar a reação. Numa disputa de bola dentro da área, Mina se atrapalhou e se enroscou com Rogério, e a bola sobrou para Gabriel Xavier empatar a partida.
O Palmeiras continuou ofensivo e nos minutos seguintes ao gol tomado teve duas oportunidades com Jesus – numa delas, a bola passou pertinho; em outra, a zaga tirou.
E então, em 6 minutinhos o Palmeiras mostraria que tinha ido à Recife buscar 3 pontos e ratificar a liderança que já era dele mesmo sem jogar…
Aos 20′, Thiago Santos roubou uma bola quase no meio do campo, deu um passe lindo pra Jesus lá na frente (passe com cara do Mago), e o artilheiro do campeonato, entrando na área em velocidade, fuzilou pro gol. Ah, menino Jesus, seu lindo (Xô, Barça, Bayern, Juve, Internazionale…)!
A parmerada enlouquecia na Ilha do Retiro…
Não tinha nem acabado a comemoração da galera, quando Jesus, meteu uma bola por cima do adversário e ele deixou o braço e derrubou nosso atacante… Pênalti! Cleiton Xavier, que entrara aos 18′ em lugar de Jean, foi lá, bateu no canto direito alto e fechou a conta. DÁ-LHE, PORCO! DÁ-LHE, LÍDER!
O Sport até tentou descontar, mas Prass estava esperto, e o Palmeiras, sem deixar de ser ofensivo (Jesus quase marcou mais um), administrava a vantagem que construíra, e com gritos de “Olé” da sua torcida, manteve a vantagem até o juiz apitar o final de jogo. Que maravilha! O líder, cada vez mais líder…
Tudo certinho para o Palmeiras… pena que as arbitragens estejam fazendo de tudo para atrapalhar o seu caminho…
E o Daronco, o árbitro da partida, não escapou do que tem sido usual em nossos jogos, garfou o Palmeiras também.
Pra começar, esse negócio de juiz marcar faltas pra um time e ignorar as que o outro sofre, esse negócio de deixar um bater e amarelar quem toma porrada, esse negócio de inverter escanteio em tiro de meta, ainda que não sejam “erros” capitais, mudam completamente a dinâmica de uma partida… O favorecido pelo apito, sentindo-se mais “protegido”, digamos assim, se enche de vontade, enquanto que o prejudicado vai se irritando, enervando, começa a reclamar…
O mesmo juiz que deixou passar batido essa agressão aqui (você se lembra quando Valdivia, por muito menos, foi expulso e depois denunciado pelo STJD?), de Diego Souza sobre Thiago Santos, logo depois mostrou amarelo para o Erik… não que o Erik não merecesse o amarelo, mas o Diego Souza merecia o vermelho e o Daronco nem falta marcou…
22:40 min -Tche Tche, na bandeirinha de escanteio, protegia a bola; o jogador do Sport, que tentava tomá-la dele, o agarrava, então, chegou mais um adversário, que deu um tranco e levantou o Tche Tche, uma falta dura, clara, uma “puta” falta, e o Daronco deu… tiro de meta (o vídeo com as imagens está no final dessa postagem). Tava fácil a vida dos jogadores do Sport, o juiz não assinalava nem as faltas que eles cometiam, que dirá mostrar cartão pra eles.
23:15 min – Roger Guedes desce em velocidade até a linha de fundo, cruza e o goleiro manda pra escanteio… o bandeira assinala que a bola saiu e Daronco dá tiro de meta. Só que a bola não tinha saído coisa nenhuma (em jogos do Palmeiras, árbitros e bandeiras parecem que nunca atuaram numa partida sequer, porque “desconhecem” as regrinhas mais básicas de arbitragem).
No segundo tempo, logo aos 10:05 min, Gabriel Jesus tenta dar uma “caneta” em Samuel e leva cotovelada no queixo. Daronco dá amarelo para Samuel e para Jesus. ‘Canetas’, são permitidas no futebol; cotoveladas, não, mas Daronco tirou G. Jesus, o artilheiro do campeonato, do próximo jogo do Palmeiras (ele estava pendurado), de um clássico, sem que ele tivesse feito absolutamente nada para levar cartão.
Ninguém pode receber cartão por ter levado uma cotovelada. É para imaginarmos que esse cartão tava encomendado, ou não? Diego Souza pisou Thiago Santos e o juiz nem falta marcou, Tche Tche foi levantado com um tranco e ele também não marcou nem falta, mas para G.Jesus teve cartão? Me engana que eu gosto, “seo” Daronco (o Palmeiras que fique bem esperto na próxima partida. As “forças ocultas” estão agindo…).
18 min – De novo, Roger Guedes corre até a linha de fundo, se estica todo e cruza, mas o auxiliar dá a saída de bola e o árbitro marca tiro de meta. Só que, de novo, a bola não tinha saído.
Veja os lances:
No final da história, Jesus, Roger Guedes e Thiago Santos, todos pendurados, tinham levado cartão amarelo (quem não sabia que eles seriam amarelados, não é mesmo?).
Tá difícil a vida do Palmeiras tendo que vencer adversários e arbitragens. Não acredito que todos esses erros, que prejudicam o Palmeiras – já tiraram uns 5 pontinhos dele nesse Brasileirão – e favorecem os seus adversários sejam apenas erros, afinal, árbitro nenhum erra a nosso favor, não é mesmo? Não queremos ser favorecidos de maneira alguma, mas já estamos com o saco cheio de sermos roubados.
E eu continuo achando que isso tem um(ns) mandante(s)…
O mimimi continua, tá todo mundo de cotovelo doendo com o Palmeiras na liderança… vamos acompanhar o que a arbitragem fará no jogo contra as sardinhas…
ABRE O OLHO, PALMEIRAS! ESTÃO QUERENDO LHE TOMAR A LIDERANÇA, MAS NÃO É NA BOLA, É NO APITO!
MUCHAS GRACIAS, CHURRY CRISTALDO!! #AjudouNoix
Churry Cristaldo, nosso camisa 9, nosso argentino talismã, que virou xodó da torcida, está indo embora… O Palmeiras o negociou com o Cruz Azul, do México.
É assim que as coisa funcionam no futebol, jogadores vêm e vão. Nós entendemos, mas, mesmo assim, ficamos tristes.
Vamos sentir falta do argentino raçudo, que vestiu e respeitou a nossa camisa e ganhou o amor e o carinho da Que Canta e Vibra; do jogador, carismático que encarnou o verdadeiro “espírito de porco” e criou grande identificação com o clube e a torcida, que aprendeu a comer feijão e que nos ensinou a amar os argentinos… vamos sentir falta daqueles gols iluminados, que ele sempre fazia nas horas mais necessárias… vamos sentir falta da alegria do Churry, das postagens no Twitter, das brincadeiras…
Boa sorte e sucesso, Cristaldo, seu lindo! Que a sua luz brilhe onde quer que você vá! Muchas Gracias pelos gols, pela alegria, pela conquista da Copa do Brasil e por ter honrado a nossa camisa!
Que Deus o abençoe, Churry! Você mora em nosso coração! #AjudouNoix #SejaMuitoFeliz #AtéUmDia :'(

















