Não tive tempo pra escrever depois da 8ª rodada, mas tenho que deixar registrado aqui o que aconteceu com o meu time na ocasião…

O Palmeiras foi à Curitiba, enfrentar o Coritiba e, de novo, teve que enfrentar as “forças ocultas”. Isso não acaba nunca? O “garfo” de árbitros e bandeiras não tiram férias, não vão operar outros clubes?

Difícil assim, e ainda mais difícil quando dá um ataque de burrice galopante em alguns de nossos torcedores e eles ajudam as “forças ocultas” e o… adversário!

Antes do jogo começar, já podíamos ver que jogar ali não seria muito fácil. O gramado era um horror. Em muitos lugares do campo, ao invés de grama se podia ver apenas areia. O dono da casa alegava que tinha plantado grama de inverno há apenas duas semanas e que ela ainda não tinha crescido  – não deveriam permitir que fossem mandados jogos em gramados assim. E pensar que  reclamamos do gramado do Allianz.

Quando a bola rolou, o melhor ataque do campeonato logo abriu o placar, pra variar. Com seis minutos de jogo, Thiago Santos roubou a bola do “Radiador” e com um lançamento longo encontrou Roger Guedes, que descia em velocidade pela direita; Roger entrou na área, girou sobre o seu marcador e meteu a bola na rede, colocando o Palmeiras na frente. Um golaço, que viria a ser o gol mais bonito da rodada. A comemoração de Roger e dos seus companheiros foi em homenagem à Alecsandro, suspenso.

O Palmeiras me parecia melhor na partida, mas, aos 19′, numa cobrança de falta, os parmeras vacilaram na marcação – ficou todo mundo olhando a bola – e o jogador João Paulo, do Coritiba, de cabeça, mandou na rede do Prass.

O Palmeiras tinha mais posse de bola, acertava muito mais passes do que o seu adversário e, muito embora o Coritiba tentasse tirar os espaços do Palmeiras, era o Verdão quem tinha domínio das ações, era o Verdão quem desarmava tudo (estou gostando muito das partidas do Thiago Santos).

Mas, depois dos gols, o jogo ficou meio truncado; ainda assim, o Palmeiras manteve a superioridade na posse de bola. Já no final do primeiro tempo, o Palmeiras estava errando passes e a nossa zaga parecia assistir à algumas jogadas do Coxa, por conta disso Prass precisou aparecer no jogo e fez duas boas defesas, uma delas já nos descontos.

O árbitro tinha dado 5 minutos de acréscimo por conta do atendimento a Prass aos 13′ de jogo, depois do goleiro ter sido atingido pelo “Radiador” ao tentar fazer uma defesa – o curioso foi o Palmeiras, que teve seu goleiro atingido e ferido na testa,  ter que devolver a bola ao Coritiba em… fair play (totalmente equivocado o nosso entendimento de fair-play, não é mesmo?).

Na segunda etapa, Thiago Santos não voltou e Cleiton Xavier entrou em seu lugar. No primeiro lance, quase que Gabriel Jesus ficou com a bola de cara para o goleiro, mas o goleiro foi mais rápido e ficou com ela.

O jogo corria, as investidas eram quase todas do Palmeiras, que era melhor em campo e buscava o segundo gol. E Jesus teve outra chance, e quase marcou depois de um lindo lançamento de Moisés.

Cuca sacou Rafa Marques e colocou Cristaldo em campo… e quem não sabia o que Cristaldo faria?

Não fazia nem dez minutos que Cristaldo estava em campo quando Moisés cobrou lateral e mandou lá na área, Vitor Hugo desviou de cabeça e Cristaldo, iluminado, e com uma vontade imensa, ao ver a bola pingar à sua frente, meteu a cabeça nela (precisou até se abaixar), balançou a rede, desempatou a partida e colocou o Palmeiras na liderança do campeonato.

Que alegria eu senti! Tinha que ser ele… Cristaldo!! E que festa da torcida, que lotava o espaço destinado a ela. Quatro mil ingressos haviam sido vendidos para os parmeras, num estádio com público de 12.794 pagantes.

Tudo certinho pra gente, e o Coritiba, vendo jogo se aproximava do final, tentava ir pro tudo ou nada, mas sem grande perigo, seus jogadores já pareciam ter aceitado a derrota. O Palmeiras se fechava na defesa e segurava a vantagem, segurava a vitória, que, na era dos pontos corridos, ainda não tinha acontecido lá em Curitiba.

E então,  graças à uma burrice galopante de parte da nossa torcida – “até tu, Brutus?” – o jogo foi paralisado pela arbitragem.

Quem pode acreditar que uma torcida, cujo time vence o jogo em cima de um adversário já batido, já conformado com a  derrota, vai fazer a burrice de acender sinalizadores – que são proibidos – e aos 42′ do segundo tempo, para que o árbitro paralise a partida, para que o adversário tenha tempo de conversar e acertar algumas coisas, e para esfriar e  tirar a concentração do seu próprio time?

A nossa torcida – que sabe muito bem que as partidas são paralisadas quando torcedores fazem uso de sinalizadores, e esse é o detalhe mais decepcionante -, descartando completamente o uso do cérebro, fez isso, e atrapalhou o Palmeiras . E o pior, os demais torcedores não reclamaram disso e nem tentaram impedir que eles fossem acesos.

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O jogo ficou parado alguns minutos, o juiz deu 6 de acréscimo, nossa zaga, desconcentrada com a parada, vacilou numa bola levantada, e o Coritiba empatou a partida aos 49, com um chute de longe de Leandro (aquele, a calopsita). E pensar que a partida, normalmente, mal passaria dos 48…

Já vi torcedor fazer muita burrada, dar muito tiro no próprio pé, mas, ajudar o time a perder dois pontos, e quando ele briga pela liderança do campeonato – um campeonato que ele não conquista há 22 anos -, eu nunca tinha visto. Essa, foi uma “punhalada mas costas”, digna de quem tem orelhas de burro na cabeça.

E pra não perdermos  o costume, para o serviço que andam fazendo contra o Palmeiras ficar completo (quem é o mandante disso?),  o gol foi impedido, mas a arbitragem não assinalou o impedimento, mesmo com o bandeira tendo visão total.

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Não dá pra acreditar que isso é erro, que o bandeira, que faz curso pra ser bandeira, que é preparado pra ser bandeira e enxergar as infrações , não teve como ver o impedimento – um está à frente, e de camisa branca;  o outro está mais atrás, e de camisa verde verde. Sem contar que são dois jogadores impedidos e com a possibilidade de receber a bola. E sem contar também que o Palmeiras, na mesma partida, teve impedimentos milimétricos marcados em seus ataques. E como esse, escancarado, não foi?

Está dando na cara demais… em todas as rodadas as arbitragens “erram” contra o Palmeiras. E ficamos nos perguntando: Quem está por trás disso? Se a coisa parece orquestrada, essa coisa tem chefe, tem mandante… você não acha?

Um pontinho aqui, dois ali… no final, é um prejuízo imenso.

ABRE BEM O OLHO, PALMEIRAS! E COMPRA ESSA BRIGA!

“E a gente tem que ser bem boboca pra achar que esses árbitros todos decidem assim, do nada, garfar e esfolar um mesmo time, né? Pra não imaginar que tenha um mandante por trás desse prejuízo (perseguição) constante”. – Rita Hayworth

 

Palmeiras 4 x 0 Atlético-PR

– Pênalti do goleiro do Atlético-PR sobre Jesus, e não marcado pelo árbitro.
– Cartão amarelo para Barrios – que sofreu  falta – quando o cartão deveria ser vermelho e para o jogador do Atlético-PR.

Ponte Preta 2 x 1 Palmeiras

– Gol de Jesus, legítimo, anulado pela arbitragem.
– Cuca, expulso por reclamação (reclamou sozinho, sem se  dirigir ao árbitro) após a marcação de falta inexistente em Tche Tche.

Palmeiras 2 x 0 FluminenC

– Entrada criminosa em Egídio, no campo de visão do juiz (do auxiliar também), que deixou de mostrar cartão (vermelho) e marcou apenas a falta.

São Paulo 1 x 0 Palmeiras

– Falta em Dudu, não marcada pela arbitragem, dando sequência à jogada de gol do  time do Panetone. (o Palmeiras não perdeu por causa disso, mas é um erro de arbitragem (mais um), importante, dentre tantos erros com o Palmeiras).

Palmeiras 4 x 3 Grêmio

Gol do Grêmio em total e claro impedimento, validado pela arbitragem – e depois dos acréscimos.
Tche Tche, pisado por Maicon, na cara do juiz, e o juiz,ao invés de assinalar a falta de Maicon, e mostrar o cartão vermelho por agressão, assinalou falta do… Tche Tche.
Pênalti de Geromel em Jesus, não marcado pela arbitragem, na sequência da jogada, gol de Roger Guedes, segundo do Palmeiras, que perdia por 2 x 1 (e se o gol não tivesse saído?).
Jesus agarrado e derrubado por Geromel, o juiz marcou apenas a falta, sem mostrar cartão, no entanto, Matheus Sales levou amarelo por ter agarrado o adversário, e Fabrício também levou amarelo por ter tentando segurar um gremista.

Muitos “erros” de arbitragem prejudicando um time só, não é mesmo?

E, depois do Grêmio, teríamos o Flamengo pela frente… aquele, que as arbitragens costumam ajudar; que ganha campeonato, no último minuto, com gol escandalosamente impedido, marcado por juiz conhecidamente flamenguista… o que escapou do descenso em 2013, aproveitando carona na manobra que rebaixou a Lusa  e subiu o FluminenC (reza a lenda que a ajuda visava mesmo salvar o time rubro-negro); um dos queridinhos da imprensinha e da emissora platinada (o outro, será o nosso próximo adversário… imagina a arbitragem?)… e que andou dando uns vexames ultimamente…

O juiz seria Dewson Fernando Freitas da Silva (PA), o árbitro FIFA, que já tinha nos operado diante do Atlético-PR, em 2015, e  que, por isso mesmo, foi chamado por Robinho de “c@*$ralho ruim”.

E quem não sabia o que ia acontecer, né?

Jogo em Brasília, mais de 54 mil pessoas (torcedores dos dois times  todos juntos e misturados. Lindo!), a maioria de palmeirenses. Palmeirenses, que faziam mais barulho, que estavam felizes por ver o time de coração de perto, e que se deslocaram de vários outros estados só pra ver o Palmeiras jogar.

E eles viram bem mais do que isso, viram o Palmeiras ser assaltado, de novo (quem estaria por trás desses “erros” todos e em todas as partidas do Palmeiras?). E, graças a Deus, viram também o Palmeiras vencer a arbitragem, de novo…

Pra variar, Jesus abriu o caminho da vitória logo no comecinho da partida. Tche Tche interceptou uma bola e, de cabeça, a colocou à frente de Jesus que entrava na área. E Jesus, matador (desculpe a heresia) finalizou com perfeição.

Tomamos o empate dois minutos depois, com um gol de Alan Patrick, num chute de longe, do canto da área. A bola fez uma curva que impossibilitou a defesa de Prass.

E, então, o c@#%ralho ruim começou a aparecer…

Dudu roubou uma bola e partiu para o ataque. Márcio Araújo o parou com falta, que o juiz não marcou. Só que o bandeira viu a falta, a assinalou e, convicto, fez até o gesto para mostrar ao juiz como a falta tinha sido feita por Márcio Araújo (era pra amarelo), mas o juiz preferiu ignorar as informações do bandeira (tem auxiliar pra quê?).

Moisés deu um lançamento lindo para Jesus, mas, ao invés de matar no peito e fuzilar o goleiro, ele tentou parar e ajeitar a bola com o pé e a jogada se perdeu. Cuca ficou bem contrariado.

Embora desse alguns espaços ao Flamengo, o Palmeiras tinha o controle do jogo, ficava mais com a bola, descia com velocidade e as oportunidades mais perigosas eram verdes. Novo lançamento de Moisés para Jesus, mas o nosso menino não conseguiu finalizar…

As jogadas saíam, mas estávamos pecando nas finalizações. Nosso meio de campo era melhor, Moisés ficava livre para criar.

E com dois minutos de acréscimo (cinco de acréscimo, e sem motivo algum, é só em jogo dos ‘lava-jato’) o primeiro tempo acabou com o empate no placar.

No intervalo, teve uma confusão com as torcidas organizadas dos dois times na área dos banheiros e bares;  a polícia fez uso de gás-pimenta, que se espalhou pelo estádio todo, afetando torcedores, jogadores, e fazendo com que muitas pessoas – as que estavam com crianças principalmente (elas eram muitas), tivessem que ir embora. Um horror!

Segundo uma notícia do UOL, o Flamengo, responsável pela segurança, porque era o mandante do jogo, não seguiu o que havia sido combinado e deixou as torcidas muito próximas:

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Na segunda etapa, o Flamengo começou tentando pressionar o Palmeiras, mas não levava tanto perigo, o Palmeiras me parecia que tinha tomado chá de camomila no intervalo.. mas não demorou muito e ele ficou bem acordado.

Cuca, que sempre acerta nas substituições, colocou Luan em lugar de Matheus Sales, e, ao contrário do que eu imaginara que aconteceria, Luan entrou bem na partida.

Moisés lançou Luan, que cruzou para a área, Jesus dividiu com o goleiro, que acabou soltando a bola e ela entrou  no gol. O juiz acertadamente anulou o gol.

E então, a garfada master aconteceu… Dudu tocou pra Luan, ele cruzou, e Léo Duarte, que não alcançou a bola, a desviou, intencionalmente, com a mão. Ela ainda bateu na trave antes de sair. Até as minhocas embaixo da grama e da terra viram a penalidade, menos o juiz e o bandeira.

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Jogo empatado, o flamenguista mete a mão na bola, como se fosse vôlei, e a arbitragem… nem aí! Uma vergonha! Não marca o pênalti e nem expulsa o jogador pela infração cometida. Imaginem se a camisa do jogador fosse verde?

Os árbitros podem errar e “errar” à vontade e nada acontece. Deveria ser regra que árbitros e bandeiras dessem coletiva após as partidas.

Jesus entrou na área, tocou por cima do goleiro e o zagueiro, como se fosse goleiro, fez uma defesaça… com a mão . Nem se o “c@#&ralho ruim” quisesse teria como ignorar tamanha penalidade. Ele marcou e expulsou César Martins pela infração. Jean colocou na marca da cal e colocou o Palmeiras na frente de novo.

Mancuello quase quebrou a perna do Fabrício e levou amarelo… E então, o juiz deu um jeitinho de amarelar Vitor Hugo e tirá-lo do próximo jogo do Palmeiras –  quem não tinha certeza que ele seria amarelado?

Aos 41′, Jesus fez a jogada e lançou Rafa Marques, que ia sair na cara do goleiro. Márcio Araújo fez a falta e derrubou o Rafa dentro da área. Eu não achei que foi pênalti, porque Márcio Araújo o toca ainda fora da área, mas foi falta, e quando o Rafa entraria na área com bola dominada, com grande chance de marcar mais um gol para o Palmeiras; falta pra expulsão. Dewson Freitas, o “@#&ralho ruim”, ignorou a falta e o cartão vermelho que deveria mostrar a Márcio Araújo – já tinha deixado de dar um amarelo pra ele antes (mas amarelo pro VH ele deu, né?)

E, pra fechar com “chave de ouro” a péssima  atuação e desempenho do “árbitro-FIFA”, na súmula da partida ele anotou que, Jean, autor do segundo gol do Palmeiras aos 26′ do segundo tempo, havia sido substituído aos 12 minutos (14 minutos antes de fazer o gol) para a entrada de Luan, quando, na verdade, quem deixara o campo fora Matheus Sales.

Não dá pra entender como esses árbitros podem ser promovidos a “Árbitros-FIFA” ou “aspirantes-FIFA”. Parece até que andam distribuindo promoções para árbitros e auxiliares por outros motivos que não a capacidade dos promovidos…

Será que é para eles fazerem essas lambanças (e resultados) mesmo?

Abre o olho, Palmeiras!! Até quando vão nos roubar? Quanto mais vamos permitir que isso aconteça? No futebol é ao contrário, os bonzinhos, que nunca reclamam de nada, que não prestam atenção nas manobras dos bastidores, não se dão bem e nem colocam a faixa no peito.

Chega de sermos as ovelhas servindo de banquete para a festa dos lobos, né?

Um absurdo o que estão fazendo com o Palmeiras, ele vem sendo garfado pelas arbitragens um jogo sim e outro também… As “forças ocultas” e nefastas, que esculhambam o futebol brasileiro (taí a horrorosa selenike que não me deixa mentir), parecem estar preocupadas com esse Palmeiras  2016. E agora nem disfarçam mais.

Hoje, meteram a mão no Verdão de novo, e com a assinatura do Sr. Dewson Freitas, o “c@#%ralho ruim” – by Robinho, que nos operou ano passado diante do Atlético-PR. E não apareceu quarto-árbitro, nem delegado, nem jornalista nenhum pra avisar que ele “errou”…

A coisa está cada vez pior, alguém precisa tomar uma providência, pra ontem (viu Palmeiras?), afinal, nem sempre vamos conseguir ganhar da arbitragem.

O texto sobre a roubalheira de hoje já está a caminho… estou pescando as imagens.

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As vitórias do Palmeiras deveriam valer 6 pontos cada… Pensa que é fácil jogar contra as arbitragens? Sem contar as vezes em que a “força-tarefa” da imprensa entra em ação…

Pintam e bordam com o Palmeiras…  Anulam gols legítimos seus, validam gols irregulares de seus adversários; dão penas exclusivas para jogadores palestrinos e não punem jogadores de outros times pelas mesmas infrações; não marcam as penalidades que sofremos; ignoram o jogo brusco em cima dos ‘parmeras’, mas consideram falta qualquer coisa que jogadores palmeirenses façam dentro de campo; distribuem cartões à vontade para os palmeirenses e os racionam para os seus adversários… perseguem nossos técnicos, que são expulsos e punidos por qualquer motivo, motivos que não servem de punição para técnico de nenhum outro time, e  a perseguição acaba assim que eles trocam de clube.

Cuca comemorou um gol dentro do campo e foi expulso; Tite fez o mesmo e nada aconteceu…

Cuca usou ponto (diz a imprensinha que usou), foi denunciado, julgado e pegou 2 jogos de gancho (seus auxiliares também), Tite fez o mesmo, Dorival, Marcelo Oliveira também fizeram, todo mundo viu, e nenhum deles foi denunciado, julgado ou punido – nem teve força-tarefa de repórter para que eles fossem pegos pelo STJD.

Cuca reclamou  da arbitragem – sozinho, não se  dirigiu ao árbitro – e foi expulso no jogo contra a Ponte Preta; o técnico do Grêmio, de dedo em riste na cara do juiz, reclamou até não querer mais na partida de ontem, no Pacaembu – pela TV todo mundo via e ouvia – e nada aconteceu…

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Parece que algumas regras só valem para o Palmeiras…

Marielson Alves Silva, o árbitro de Palmeiras x Grêmio – um mix de PCO, Sandro Meira Ricci, Carlos Eugênio Simon e tudo o que há/houve de pior na arbitragem -, abusou de garfar o Palmeiras. E descaradamente. Se dependesse da vontade dele e das circunstâncias que proporcionou (deixar nosso time uma pilha, amarelar vários jogadores nossos enquanto ignorava faltas desleais dos gremistas, validar gol impedido, ignorar penalidade sofrida por Jesus) teríamos saído derrotados do Pacaembu. Ficávamos com a impressão que ele tinha sido “sorteado” exatamente pra isso… e que dificultar para o Palmeiras era uma incumbência. Um verdadeiro ‘apito-inimigo’.

Todo Palmeiras x Grêmio é jogão, é pegado, tem atritos, bate-boca, é tenso, mas quando o juiz veste a camisa dos gaúchos fica ainda pior. Lembra o Henrique, na Copa do Brasil-2012, sendo expulso por ter levado um  soco na cara? O Barcos sendo pisado e xingado sem que o juiz fizesse qualquer coisa a respeito? O Valdivia levando um chute nas costas, na lateral de campo, com a bola em jogo muito longe dali? Então… só Deus sabe como foi difícil conseguirmos a vaga na final rumo ao título.

Meter a mão no Palmeiras é de praxe, é tranquilo, é favorável, nossos dirigentes nunca tomam providências – só os torcedores, “com mania de perseguição”, é que ficam revoltados.

Somos assaltados pelo apito em todas as situações, em tudo quanto é partida; contra times grandes, contra pequenos também; em amistoso, final de campeonato, fora de casa, em casa. Nenhum juiz é caseiro quando o mando é do Palmeiras (ser “caseiro” é usar dois livros de regras)… E o pior é que esses assaltos – que nos mandaram pra segunda divisão em 2012 – sempre encontram justificativas e justificadores na verborrágica imprensa esportiva… e nos cansamos de ler que foram “erros”, que era “lance interpretativo”, que “não acreditam em má fé”, que “a força não era desproporcional”, que “árbitros erram para os dois lados”, que “eu também não daria”, que “eu também marcaria”… tudo para fazer o torcedor “desver” o que ele viu.

Mas, Marielson Alves Silva, o árbitro dessa quinta-feira, abusou de “errar”, de “interpretar”,  de ignorar as faltas sofridas pelo Palmeiras, de não punir agressões sofridas por jogadores do Palmeiras, abusou de marcar qualquer coisa em favor dos gaúchos e de amarelar os de verde…. abusou de irritar os palmeirenses, de dentro e de fora de campo, abusou de permitir que um gol escandalosamente impedido fosse validado.

O interessante nisso tudo é que o tal Marielson Alves da Silva, que pertence ao grupo de árbitros da Bahia,  foi promovido pela CBF a aspirante FIFA. E isso foi em 10/05, não faz nem um mês.

O cara é promovido a aspirante Fifa e faz uma arbitragem dessa? Aham… Num jogo importante, entre o time que lidera(va) a competição e o maior campeão nacional, dois candidatos ao título? Ou a CBF é irresponsável em promover um árbitro fraco e incapaz como ele, ou ele tem capacidade sim, mas garfou o Verdão porque quis, ou, vai saber, porque quiseram que ele apitasse assim.

Os lances foram inúmeros, e a impressão que tínhamos era a de que ele viera incumbido de apitar daquele jeito, favorecendo o time visitante, que vinha com moral pro jogo, era líder da competição, sua defesa não tinha tomado nenhum gol ainda no campeonato.

O Palmeiras balançou a invicta rede dos gaúchos com um minutinho e meio de jogo, numa assistência linda de Dudu e finalização de Jesus, e aí nossos aborrecimentos começaram.. Alecsandro sofreu falta, e o juiz não marcou não marcou…

Geromel deu um coice em Jesus, e ficou por isso mesmo – Gabriel Jesus apanhou o jogo inteiro, e do time adversário inteiro (isso acontece em  todos os jogos).

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Jesus foi agarrado – acabou derrubado -, o juiz marcou só a falta, até aí, estaria ok, porém, mais tarde, Matheus Sales seguraria um gremista, e aí o juiz mostraria o amarelo pra ele. No final do segundo tempo, Fabrício também levaria um amarelo por tentar retardar um adversário…

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Dudu sofreu falta clara, foi empurrado na linha lateral e jogado pra fora de campo, na frente do bandeira, e nem bandeira nem juiz marcaram a falta. Uns segundinhos depois, o juiz assinalou uma falta de Dudu, e Dudu, que tinha acabado de sofrer uma falta não marcada, reclamou, com razão, e o juiz… deu amarelo pra ele. Para os burros da CBF, apanhar, tá liberado… reclamar é que é infração.

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O árbitro fazia o que bem entendia… Veja as imagens abaixo e tente adivinhar o que o “aspirante Fifa” (tá de sacanagem CBF?) marcou…

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Marielson Alves Silva, o “promovido pela CBF”, marcou falta do Tche Tche(!!??!!). Pode??? Ele foi pisado, agredido; Maicon nem lembrou da bola e só visou a perna do palmeirense, e tinha que ter levado vermelho, mas o “aspirante Fifa” marcou falta da vítima e não do infrator.

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E não pense que ele se equivocou porque não viu o lance, ou porque teve a visão encoberta… na na ni na não… Ele viu sim, e como viu.

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E, mesmo tendo visto,  ele resolveu ignorar a agressão, não expulsar Maicon, e inverter a falta… Por que será?

Apesar de todas essas ‘delicadezas’ em campo, o Grêmio levou o primeiro amarelo só aos 40′ de jogo, Dudu e Matheus Sales já tinham sido amarelados.

Jesus levou uma cabeçada de Geromel… e a coisa continuava “tranquila e favorável” para o gremista.

O juiz deu 4 minutos de acréscimo – boa parte deles por causa dos sinalizadores usados pela torcida gaúcha. E não é que ele validou um gol do Grêmio, em indiscutível impedimento de Bressan (tanto juiz quanto bandeira tinham visão do lance), e aos 49:22 min, além do tempo estipulado??

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Fomos com um empate para o intervalo graças ao árbitro. O Grêmio tem um bom time e, no segundo tempo, acabou virando o jogo, graças a um vacilo nosso – tivesse acabado assim o jogo, na conta de quem ficaria a nossa derrota? Na do “aspirante Fifa”, na de quem o “sorteou”, na da CBF?

Mas o Palmeiras, logo a seguir, com um golaço de Roger Guedes, deixou tudo igual. Jesus sofreu pênalti de Geromel na jogada, e o juiz não marcou nada (será que esse Geromel é parente do juiz? Teve alvará pra bater nos jogadores do Palmeiras). Por sorte, a bola ficou com o Roger Guedes que, de puxeta, fez um gol maravilhoso, mas a penalidade aconteceu antes, e o juiz não marcou.

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Geromel, que já tinha cometido várias faltas duras, só aos 26′  do segundo tempo é que recebeu amarelo, depois de mais uma falta dura em Jesus.

Pra atrapalhar o juiz, o Palmeiras  tinha muito mais presença ofensiva, era muito mais perigoso; Dudu cobrou escanteio, Vítor Hugo apareceu na área, subindo lá no 8º andar e, de cabeça, mandou um míssil pra rede do Grêmio e virou o jogo.

O jogo era tenso… o mesmo juiz que parara um ataque do Palmeiras para atender um gremista caído, não parou quando era Moisés quem estava no chão, e o Grêmio também não quis saber de fair-play,  isso revoltou Prass e seus companheiros e o tempo fechou entre os boleiros.

Lincoln deu um carrinho criminoso, por trás, em Roger Guedes, e o juiz só amarelou…

Dudu cobrou falta e, na sua terceira assistência do jogo, colocou na cabeça de Thiago Santos para fazer o quarto do Verdão.

O Grêmio descontou aos 45’… mas a noite era esmeraldina e o Palmeiras, que jogou muita bola, e foi bem melhor que o Grêmio, saiu com a vitória…

O árbitro (tchuuupa, juiz), que já tinha precisado da proteção da polícia no intervalo, ficou ali no campo,  protegido mais uma vez, e com aquela cara de tacho de quem apitou dois tempos em favor de um time.

Onde isso vai parar, eu não sei. Mas sei que nem todas as vezes, vamos conseguir superar o apito, e ninguém se responsabilizará pelo prejuízo que possamos ter. A  diretoria do Palmeiras precisa ficar bem esperta. Esse Palmeiras, de Cuca, tem tudo pra ser campeão.

Eu não falo pra você que foi pouco o 7 x 1 da Alemanha pra cima desse futebol brasileiro esculhambado, dessa CBF envolvida em corrupção (o FBI já prendeu um dirigente por corrupção, e tem mais gente da CBF na mira), de campeonatos de cartas marcadas, de favorecimentos pra uns e prejuízos e perseguição pra outros?

Não falo pra você que o STJD é um tribunal de ocasião, que, de justiça não tem nada, e usa dois livros de regras, “dois-pesos-e-duas-medidas”, para punir clubes e jogadores de acordo com a “cor das trancinhas” dos envolvidos?

Não falo que, na imprensinha,  está cheio de gente sem um pingo de vergonha na fuça, que não tem o menor pudor de fazer jornalismo (??) como se fosse torcedor numa arquibancada?

Então…

Depois da vitória do Palmeiras em cima do FluminenC (o clube queridinho do João Havelange e dos promotores da Justiça Desportiva), o  STJD (o mesmo tribunal que montou um teatro, em 2013, para rebaixar a Portuguesa, tirar o FluminenC da série B e salvar o Flamengo do descenso, e cuja corregedoria, agora, investiga o seu Procurador-Geral, Paulo Schmitt, por denúncia de armações nos julgamentos, em favor da CBF) denunciou o técnico Cuca e mais três profissionais do Palmeiras pelo uso de ponto eletrônico durante a partida. Detalhe, denunciou por muita insistência de, André Hernan, um repórter do SporTV (leia-se rgt).

“Ah, mas o uso do ponto eletrônico é proibido”, “a comunicação externa é proibida”,  dirão alguns. Sim, isso é proibido, e há muitos anos. No entanto, a comunicação externa continua acontecendo normal e abertamente, com ponto ou com outros artifícios também, principalmente, quando um técnico, por expulsão, está fora de uma partida.

Pois bem… Cuca tinha sido expulso diante da Ponte Preta  (por ter socado o ar em sinal de protesto quando o juiz marcou uma falta do Palmeiras – expulsão mandrake… Cuca nem se dirigiu ao árbitro, e estava certo em se aborrecer, a tal falta não existiu). Assim, ele não pôde comandar o Palmeiras diante do FluminenC e assistiu ao jogo no camarote, mas, segundo a denúncia do repórter do SporTV, ele e seu substituto se comunicaram através de um ponto eletrônico.

Cuca nega ter usado qualquer coisa, e reclama da perseguição que está sofrendo por parte da imprensa (até ele, que acabou de chegar, já sabe como é “que a banda  toca” em relação ao Palmeiras)…

https://www.youtube.com/watch?v=DJ2kneja6GQ&feature=youtu.be

O repórter do SporTV e a emissora “mãe” não sossegaram enquanto não conseguiram que o STJD (serviçal da CBF, que, segundo o ex-jogador Alex, é apenas um escritório da rgt) denunciasse o palmeirense. Mais uma vez, a imprensa esportiva (a rgt) sai da sua esfera de trabalho usual e se empenha na denúncia de um profissional do Palmeiras – se fosse mesmo da sua competência, deveria fazer igual em todas as situações, mas a press não faz o mesmo com os profissionais de outros clubes, não há uma enxurrada de notícias sobre os “delitos” de alguns clubes e jogadores, nem sobre o estádio citado na Lava-jato, o diretor preso por receber propina, o jogador que toma todas, os salários muito atrasados em alguns clubes, as declarações desastrosas de jogadores sobre dirigentes… No Palmeiras, até as vagas no estacionamento, ou a quantidade de atletas que o clube contrata, viram notícias negativas.

Eu sei que a um repórter de campo cabe reportar os fatos de uma partida, no entanto, reportar os fatos de um time e não reportar os de outros, reportar os supostos delitos de uns e fazer de conta que não viu os de outros, exagerar no ato de “reportar”, não é trabalho de repórter – de um bom repórter – nem aqui e nem na China, ou no Chile, que é de onde vem o “meio-quilo” platinado – e há quem o parabenize ainda. Dá a impressão que a intenção é só a de atrapalhar o trabalho de um clube e seus profissionais.

E porque a imprensa tem agido assim, com essa ética e profissionalismo  seletivos , e porque o tribunal julga e denuncia de acordo com a “cor das trancinhas”, é que achamos que imprensa e tribunal perseguem mesmo os profissionais do Palmeiras.

É fácil sabermos se temos razão, caro leitor.

Façamos um teste. Tente encontrar as matérias sobre as denúncias que o STJD fez, e as punições que ele aplicou para esses técnicos das imagens abaixo, que também se utilizaram de recursos eletrônicos proibidos.

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Encontrou? Não????  O STJD não denunciou nenhum desses técnicos pelo uso do proibido recurso eletrônico? Nenhum deles foi punido? Só tem denúncia para o Cuca? Se o tribunal não denunciou esses, por que então denuncia os profissionais do Palmeiras se a infração é a mesma? Pra que serve uma Justiça Desportiva que não faz justiça?

Continuemos, procure as matérias da rgt dando total enfoque nisso (duas vezes numa mesma página, por exemplo), procura as insistentes denúncias do “profissionalíssimo” “repórti” do SporTV, sobre os recursos ilícitos dos quais fizeram uso o Tite, o Dorival, o Marcelo Oliveira (muito mais gente se utiliza do ponto); procura a edição do rgt Esporte em que essas imagens foram mostradas com muito destaque, como fizeram agora com o Cuca; procura o jornal matinal, da mesma emissora, com notícias sobre o uso do ponto de Tite, Dorival, Marcelo Oliveira…

Achou? Não? A rgt não deu enorme destaque pra isso? Nem o “meio-quilo platinado” se esforçou pra denunciar esses técnicos? Por que com eles a coisa é diferente, se o uso foi ainda mais acintoso?

Bem, já que você está com a mão na massa, leitor, tenta então encontrar a denúncia e a punição recebida pelo preparador de goleiro do Santos, que, na semifinal do Paulistão 2016, entrou em campo com um recurso eletrônico proibido, para ajudar o seu goleiro a saber como defender as cobranças dos jogadores que o Palmeiras indicara para os pênaltis, (o do Santos pôde entrar em campo, e com um recurso ilícito, enquanto que o preparador do Palmeiras FOI PROIBIDO DE ENTRAR EM CAMPO para preparar o Prass).

Procura também notícias que mostrem o quanto a imprensinha se dedicou e se esforçou no afã de denunciar o Tite, no alambrado do Pacaembu, atrás do banco de reservas do seu time,  passando instruções para alguém da comissão técnica, depois de ter sido expulso num jogo diante do Vasco.

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Ah, só mais uma coisinha, tente encontrar as denúncias e as punições do STJD para Marcelo Fernandes, técnico do Santos  em 2015,  e para os seus auxiliares, numa ocasião em que ele estava suspenso (Maio/2015) e ficou numa cabine ao lado do banco de reservas, quando abriram até um buraco no acrílico pra ele poder se comunicar com os auxiliares.

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E então? Achou alguma coisa? Não? O STJD não puniu o preparador de goleiros do Santos pelo dispositivo eletrônico em campo? Também não puniu o técnico santista e os demais profissionais da comissão técnica do Santos?  E por que será que não o fez, né?  A mesma coisa com a imprensinha e seu “repórti”? Não se empenharam em denunciar esses casos?

É…  eu sabia mesmo que você não ia encontrar nada… e sabe por que eu sabia? Porque não há denúncia, punição e “empenho jornalístico” quando os profissionais são de outros clubes; porque, aqui, no Brasil, é uma mutreta só; aqui, se pune clubes e seus profissionais com dois-pesos-e-duas-medidas. Para alguns pode tudo, para outros (para o Palmeiras) tudo é proibido; para uns (Palmeiras, Verdão, Alviverde…), as regras devem ser cumpridas à risca, enquanto que, para outros, elas podem ser burladas o tempo todo e de todas as maneiras.

Mesmo com as imagens escandalosas, com pontos visíveis e rádio na cintura, o STJD não denunciou o Tite, nem o Dorival, tampouco o fez com Marcelo Oliveira. E sabe por que? Porque esses técnicos não trabalhavam no Palmeiras.

O STJD pune quem ele quer, quando quer, com a cara de pau de inventar até punições exclusivas para alguns (remember o “mas o Valdivia sorriu”, do Schmidt?).

As TVs, por sua vez, colocam holofotes nas infrações de um, e “apagam as luzes” e “desligam microfones” nas infrações de outros.

Já os “geornalistas” e “repórtis” também sabem ser “profissionais” só quando lhes convêm. O Gambazek, que parabeniza agora o repórter pelo empenho em denunciar o Cuca, em outra ocasião, dedurou Valdivia ao STJD, instigou o tribunal contra ele,  por forçar um terceiro cartão, só que esse “jornalista” NUNCA dedurou nenhum outro jogador, dos muitos  que fizeram e continuam fazendo o mesmo, principalmente, os do time para o qual ele torce – algumas semanas antes do cartão forçado pelo Mago, teve um cartão forçado por Paulinho, do COR, e pergunta se o jornalista falou algo contra isso? Quer mais prova de que ele não agiu com profissionalismo com o jogador do Palmeiras e foi apenas um torcedor rival?

A mesma coisa acontece com  o tal “repórti”, que, em suas entrevistas, abusa de provocar e ironizar os jogadores de alguns times (os do Palmeiras principalmente) enquanto banca o camarada com os demais, mesmo que tenha assunto mais polêmico pipocando na ocasião. No caso do ponto usado por Cuca, ele fez questão de dizer, todo orgulhoso,  que “fez uma espécie de força tarefa para denunciar”. Veja bem, ele não se preocupou em apenas reportar os fatos, ele se esforçou, fez uma força-tarefa para denunciar. Mas não fez o mesmo , não fez uma força-tarefa para denunciar o Tite, por exemplo, ou Dorival, Marcelo Oliveira. Que grande “profiçionau” ele é, você não acha?

Não me importo nem um pouco com as punições, desde que elas sejam aplicadas igualmente para todos os clubes e profissionais. Só que não é isso o que acontece aqui. O STJD prejudica quem ele bem entende e alivia pra quem ele bem entende também. Já passou da hora de acabarem com ele.

Espero que o Departamento Jurídico do Palmeiras não aceite essa denúncia e punição seletiva do STJD, esse vergonhoso “minha mãe mandou punir esse daqui” do tribunal, que não se cansa de prejudicar o Palmeiras, enquanto é bonzinho com os demais. Que o Palmeiras acione a Fifa, se preciso for, para provar que o STJD é um atraso. Só serve aos interesses da CBF, e de justiça ele não tem nada.

Ah, e quanto à emissora… ASSINA LOGO COM O ESPORTE INTERATIVO, PALMEIRAS! CORRA O RISCO, E MANDA ESSA RGT E SEUS “PROFIÇIONAIS” PRA PONTE QUE CAIU!!

Nós vamos aplaudir… de pé!

“A decepção é um bichinho que se alimenta de expectativas… Somos eternamente responsáveis pelas expectativas (de ganhar todas) que cultivamos.”

Palmeiras foi à Campinas, no último sábado, enfrentar a Ponte Preta, pela segunda rodada do Brasileirão, e não se deu bem como visitante.

Começou jogando melhor, é verdade, foi pro ataque no comecinho de jogo e quase que abriu o placar com Jesus – ele acabou mandando a bola por cima do gol; em seguida, roubada de bola do Palmeiras – que marcava forte – e Cleiton Xavier finaliza pro gol, mas manda pra fora. E tínhamos só dois minutos de jogo…

Parecia que estava tudo bem e que íamos repetir o futebol da primeira rodada, no entanto, o Palmeiras começou a errar na defesa, começou a perder a bola, em lances bobos, vacilos, que acabaram nos custando caro.

A Ponte,  dona da casa, tratou de aproveitar, e logo o Prass precisou fazer uma “senhora” defesa. Nosso time procurava trocar passes, mas esbarrava na defesa da Ponte e não conseguia chegar…

O jogo ficou equilibrado, e os adversários iam criando as suas chances. A Ponte passou a atacar mais, mas o Palmeiras quase marcou depois de cruzamento de Roger Guedes, e cabeçada de Cleiton Xavier, que obrigou o goleiro a se esticar todo pra defender.

Eu achava que o Palmeiras estava esquisito… se do meio pra frente ele não levava tanto perigo para o adversário, do meio pra trás, alguns erros bobos, que ele cometia, traziam perigo para Prass. E foi assim, que, aos 23′, a Ponte cobrou uma falta num cruzamento longo, e a bola encontrou o atacante campineiro sozinho na área, sem marcação alguma, e  ele nem precisou saltar para cabecear e abrir o placar. Assim, não pode, né? Que vacilo!

O Palmeiras deu espaços, a Ponte aproveitou; o Palmeiras teve boas chances de marcar, mas desperdiçou; em duas delas, o goleiro salvou a Macaca.

Veio a segunda etapa, Cuca colocou Dudu em campo (aí sim!) e sacou Matheus Sales (por onde anda o Thiago Santos, hein Cuca? Ele era titular e estava indo bem quando você chegou), trocou também Alecsandro por Rafael Marques.

O Palmeiras buscava a reação, se movimentava bem, mas a Ponte procurava não dar espaços (já fazia cera também)… Cuca sacou Roger Guedes e colocou Moisés em campo, Dudu jogaria aberto pela direita.

Achei que o Palmeiras melhorou com as substituições, principalmente com a entrada de Moisés, e isso fez a Ponte ir para o campo de defesa. As investidas passavam a ser mais  do Palmeiras.

Então, nosso velho conhecido de todas as partidas, o árbitro do jogo – na ocasião era Leandro Vuaden -, marcou uma falta inexistente de Tche Tche e, na sequência expulsou Cuca por reclamação.

Vou fazer um aparte aqui, pra me aprofundar nessa expulsão. O árbitro expulsou Cuca, porque ele reclamara sozinho – não se dirigiu ao árbitro – da marcação errada e prejudicial ao Palmeiras – a CBF dá poderes para os árbitros “errarem” como bem entenderem e engessa técnicos e jogadores (os do Palmeiras, principalmente) que podem ser prejudicados, mas não podem reclamar do prejuízo? Tem que ter impeachment na CBF também.

O filho da mãe do árbitro, o Sr. Leandro Vuaden, que não sabe escrever “Palmeiras” e escreve “palmeira”, expulsou o Cuca porque ele deu socos no ar… e isso está na súmula da partida. Que coisa, não??

E por uma falta  que não aconteceu, o que dava razão ao Cuca de reclamar. A imagem está embaçada, mas dá pra ver perfeitamente o pé do Tche Tche, que vai na… bola.

Tche-Tche-na-bola

Até o Sálvio Spínola confirmou que a falta não existiu… e quando ex-árbitrosa (imprensa e programas esportivos tb) dão pareceres favoráveis ao Palmeiras é porque a coisa é muito verdade mesmo.

É sempre a mesma história, técnico do Palmeiras – pode ser quem for – é sempre expulso. E, ainda que continue a ser a mesma pessoa, com o mesmo temperamento e jeito de ser, quando ele muda de time, ‘voilá’, os árbitros nunca mais se lembram de expulsá-lo por motivo algum.

Lembra do Cuca sendo expulso na Vila Belmiro, num jogo de semifinal, por ter entrado no campo durante a comemoração?

https://www.youtube.com/watch?v=goAK1afMj10&feature=youtu.be

Entrar no campo não pode, né? Será que não mesmo? Um Tite, descontrolado, invadindo o campo para comemorar com Jadson, ninguém pensou em expulsar, né? E se não pode pra um, por que pode pra outro?

Mas o Cuca, esse “mau elemento”, lá em Campinas, deu soco no ar, porque ficou contrariado com a marcação errada do juiz… É muita vontade de expulsar o Cuca, você não acha? Conta outra, Vuaden, e aprenda a escrever, é P a l m e i r a s, com “P” (maiúsculo) e “s” no final.

Voltemos à partida…

O Palmeiras ia pra cima. O jogo caminhava para os 40 minutos, quando Gabriel Jesus, saindo de frente para o goleiro, dominou uma bola levantada na área e balançou a rede. A arbitragem anulou o gol, marcando impedimento, e marcou muito errado. E não  fui eu só que achei, não.

PalxPon2016-impedimento-mal-marcado

Num programa esportivo, acharam o mesmo que eu…

https://www.youtube.com/watch?v=gxwThmC-mCA

O ex-árbitro, Sálvio Spínola, também achou o mesmo, e explica o lance…

https://www.youtube.com/watch?v=047xv2k9QJs

Um “erro” capital, não é mesmo? A arbitragem, que tem que ver mais do que todo mundo – pra isso e por isso é que existem árbitro e auxiliares nas partidas -, não viu que foi o jogador da Ponte quem cabeceou a bola  que Jesus recebeu… e esse “não ver” acabaria determinando o resultado da partida…

A gente torcendo por um gol e quando faz um, legalíssimo, vem a arbitragem  e o anula… que filhos da “Pluta”. Nunca vou acreditar que essas pessoas se enganam, porque sei que  elas são preparadas para desempenhar a função. E se eu sei que “não há impedimento se foi o adversário que tocou a bola”, juiz e bandeiras têm a obrigação de saber também.

Logo depois dessa “apitada” (o Vuaden devia estar apitando com garfo), levamos uma bola na trave, mas o Palmeiras não desistia…

45’… Dudu pegou rebote da defesa inimiga e chutou forte, o goleiro rebateu e Moisés, esperto, mandou ela pro  gol. O juiz deu cinco minutos de acréscimo, o Palmeiras continuou tentando, mas o jogo acabou assim.

A arbitragem, que não pode fazer o resultado das partidas, deu dois pontos para a Ponte Preta e tirou um do Palmeiras, mudando até a posição dos clubes na tabela de classificação… e isso porque o campeonato está só começando…

Entra ano e sai ano e somos prejudicados pelas arbitragens. Um ponto faz a diferença entre um campeão e o vice, entre um time que caiu e um que ficou na série A…

Certamente encontraremos muitas pedras no caminho, mas abre o olho, Palmeiras, e abre muito, e enquanto está no começo… Para o jogo contra o FluminenC o árbitro será o Sandro Meira Ricci, que é um velho “conhecido” nosso… (garfou a gente, ano passado, diante do Goiás, lembra? Na Copa do Brasil, diante do Inter, garfou um pênalti cometido sobre Jesus).

PRA CIMA DO FLU, VERDÃO!! RUMO AO TÍTULO, SIM!! E cuidado com o garfo, oooops, com o apito!!

 

Eu não via a hora de chegar o sábado… Vinte dias sem Palmeiras em campo estava sendo um castigo. Não via a hora, também, de ver como estaria o time depois do período em que o Cuca pôde treiná-lo; ver se o time estaria veloz, se teria um esquema de jogo que funcionasse, se os jogadores estariam numa “vibe” diferente…

Tinha muito boas expectativas para o jogo, mas o Palmeiras me surpreendeu. Jogou fácil, sem tomar sustos, se impôs, pra valer, em seus domínios (sim, o adversário teve medo do Palmeiras) e deu o primeiro passo, dos 38 que precisará dar, rumo ao título.

O Allianz Parque estava lindo, cheio de gente (34 mil parmeras). As camisas mais maravilhosas do mundo desfilavam diante dos meus olhos. Todos os modelos atuais, alguns antigos também, estavam ali.

Não sei se foi por causa da saudade, da abstinência, mas deu um nó na garganta quando o Palmeiras, de camisa nova (linda), entrou em campo. Em alguns trechos do nosso “hino nacional” eu só mexi a boca, porque a voz tropeçou na garganta…

Iríamos ver o Palmeiras que Cuca imaginou para o Brasileirão. O lateral Tche Tche faria a sua estreia, Roger Guedes vinha de titular em lugar de Dudu, que ainda não estava apto pra jogo, Cleiton Xavier estava de volta… a torcida, com letras verdes em camisetas brancas, mandava o recado “Estamos juntos rumo ao título”. Título, que o técnico Cuca nos prometeu…

E só deu Palmeiras! Se compararmos os dois tempos de jogo, diremos que o primeiro – parte dele – foi mais equilibrado. Mas foi delicioso ver o Palmeiras jogar os 90 minutos sem sustos, com o Prass tranquilão, praticamente “de folga”; com Jesus, pra variar, levando muitas botinadas, desde os primeiros minutos de jogo; com Tche Tche e Jean trocando de posição em campo muitas vezes; com Cleiton Xavier fazendo uma bela partida; com a velocidade de Roger Guedes; com Barrios jogando bem;  com Jesus, desculpe a heresia, matador…

O Palmeiras marcou muito bem o Atlético, que se viu obrigado a, muitas vezes, tentar com lançamentos mais longos (isso não funciona, e sabemos muito bem). E, quando  tentou ficar com a posse de bola, sofreu com os contra ataques velozes do Palmeiras.

Achei que o juiz  deixou os adversários baterem, e não gostei disso nem um pouco.

Mas não dava nem tempo de ficar com raiva… a alegria era a palavra do dia. Cleiton lançou Jesus,  que desceu pela esquerda e cruzou na medida para Roger Guedes guardar. A bola ainda bateria em Thiago Heleno, mas, ao contrário do que disse a “press”, quem chutou mesmo foi o parmera.

Gol-RogerGuedes

Os adversários batiam um bocado, mas o juiz, que deixava de marcar muitas faltas cometidas pelo Atlético, resolveu dar um amarelo para… Barrios. E um amarelo totalmente “non-sense”.

Jean cruzou pra Jesus e ele foi atropelado na área pelo goleiro, levando uma cotovelada na cabeça e precisando de atendimento médico. Juizão não marcou nada. Como pode? Jesus à frente, e o goleiro Wewerton, tentando defender, chega por trás, dá uma cotovelada na cabeça dele, joga o corpo em cima dele o jogando no chão, e para o juiz não foi nada? Não há nenhuma regra que obrigue o jogador a se desmaterializar em campo para facilitar a defesa de um goleiro, né? Então…

cotovelada-goleiro-em-Jesus

Thiago Heleno levantou o pé  no rosto de Roger Guedes e o juiz, não marcou nada (contra o Palmeiras pode tudo)… essas coisas dão raiva, precisam ser lembradas e ditas, porque, muitas vezes, atrapalham e prejudicam o jogo do time que o juiz deixa apanhar.

E o árbitro causou uma confusão em campo… Barrios foi atingido por trás por Paulo André; o juiz parou o jogo e sinalizou que daria amarelo para… Barrios (ele cismou com o parmera, né?)!! Seria o segundo, e ele teria que expulsar o palmeirense  – por ter sofrido falta de Paulo André, vê se pode? Então, ele se tocou, ou foi avisado, do absurdo que ia fazer e, consertando a lambança, voltou atrás e deu (só) amarelo para o Paulo André – que  deu um carrinho por trás em Barrios, quando ele teria chance clara de gol. O Atlético, na maior cara de pau, ainda ficou reclamando.

Mas o Palmeiras mandou na primeira etapa (Tche TChe fazia uma bela estreia), e muitos ataques verdes se seguiram até o juiz apitar o final do primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Verdão voltou avassalador, veloz e determinado a aumentar o placar. Troca de passes em velocidade entre Cleiton, Jesus, Barrios, Cleiton (de novo), que cruzou na área pra Jesus guardar o segundo do Verdão. Que gol lindooooo! O décimo gol de Jesus na temporada. E com 22 segundos de jogo! Allianz explodia em festa.

O Palmeiras mostrava uma boa evolução era leve, rápido… Jesus estava impossível e, de cabeça, quase fez mais um; o goleiro conseguiu tirar. Um minuto depois, aos 7′, Cleiton Xavier cobrou escanteio e Thiago Martins, no primeiro pau e meio de costas pro gol, se antecipou, e de cabeça meteu a bola na rede pra fazer o terceiro do Palmeiras. A goleada se desenhava… e a torcida quase morria de felicidade.

Léo, que já tinha batido bastante nos parmeras o jogo todo, foi expulso por falta em Jesus. E, como se não tivesse feito nada, saiu dizendo que o árbitro era fraco (a press também diria que foi uma suposta falta)… Aham! E ainda ficou barato para o Paulo André, que já tinha amarelo, e também acertou Jesus…

Expulsão-poodle

Era Verdão e só Verdão em campo… Jean, quase… Roger Guedes, quase… O Atlético não sabia nem de qual caminhão de mudança tinha caído.

Cuca substituiu Cleiton Xavier (que pedira substituição) por Moisés, depois Barrios por Alecsandro.

As chances verdes se mutiplicavam… a torcida fazia festa em lateral, ataque, desarme… era só alegria no Allianz, e todos sabiam que ia sair mais gol.

Rafa Marques entrou no lugar de Roger Guedes. E foi ele, Rafa, que uns minutinhos depois, aos 41′, enfiou uma bola pra Gabriel Jesus dominar com estilo, entrar na área, fuzilar o goleiro, marcar o seu segundo gol e o quarto do Verdão. E Jesus saiu “atirando pra todo lado” na comemoração. Coisa linda esse menino!

E o jogo terminou assim… 4 x 0 pro dono da casa para alegria imensa de sua torcida.

Foi só o primeiro passo, de 38 que teremos que dar em busca do título. Sabemos que nem tudo serão flores em nosso caminho (nunca é, pra nenhum time),  no entanto, num campeonato de pontos corridos, é preciso ter regularidade. Que o Palmeiras sabe jogar, e bem, eu sei, eu vi nessa rodada (e não foi por acaso) mas o time precisa encaixar e fazer com que passe a ser rotina goleadas como essa, vitórias tranquilas como essa, um adversário com medo do Palmeiras, como foi o Atlético-PR.

Vamos em frente, Verdão! Temos um título a  conquistar!

Classificados no Paulista, primeiro do grupo, o time jogando melhor com Cuca no comando, com outra postura em campo… e, agora, chegou a hora de decidir vaga para a próxima fase da Libertadores…

Difícil? Sim é difícil. Impossível? De jeito nenhum.

Nos enrolamos, nas nossas próprias pernas, e complicamos a nossa situação no grupo, as nossas chances. É muito ruim termos

que torcer para um outro time para que seja bom para o Palmeiras, termos que depender da vontade de ganhar de um outro time, numa outra partida, por outro lado, saber que os dados ainda estão rolando é muito bom.

Não podemos fazer nada além de torcer, de estarmos todos juntos hoje, no Allianz, de coração e alma, e  doarmos a nossa energia e o nosso amor ao Palmeiras, mas temos que acreditar e acreditar muito. Nada está ganho e tampouco perdido antes do juiz apitar o fim de jogo.

E fhodhaC se o outro lá tem desfalques, fhodhaC se podem fazer um jogo de compadres, fhodhaC se o Palmeiras tem dificuldade pra marcar três gols… fhodhaC a calculadora! Se tiver que ser, será!

Como foi quando Euller marcou dois gols, um atrás do outro…

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… quando Galeano cabeceou “aquela” bola…

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… quando Valdivia saiu do banco pra nos colocar na final…

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… como foi quando São Marcos fez três milagres em poucos minutos…

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… quando uma defesa de pênalti nos fez avançar no caminho de um título inédito…
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… quando Zapatta, diante da Santa Muralha, chutou pra fora…

… quando Cleiton Xavier fez um gol inacreditável, num tempo quase improvável…

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Gol-CX-ColoColo

 

… quando Prass pegou tudo…

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… Como foi quando Dudu decidiu…

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… quando Jesus “multiplicou seus gols”…

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… quando Barrios nos manteve na luta…

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… como foi quando Prass correu, bateu e guardou, e nos fez campeões…

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Tá na nossa história, no nosso sangue, no nosso DNA… faz parte da nossa  essência…

As manchetes já devem estar todas escritas… VAMOS REESCREVÊ-LAS, VERDÃO!!

À LUTA, PARMERADA!! AQUI É PALMEIRAS, PORRA!

BEM-AVENTURADOS OS QUE ACREDITAM NO PALMEIRAS, PORQUE É DELES O REINO DOS CÉUS!

E Jesus disse: Vai que é tua, Prass! Enfia no gol, Dudu! – Corintios 0 – 1

E pensar que um monte de palmeirenses profetizaram que o Palmeiras tropeçaria (!?!) diante do Rio Claro e também no derby que viria na sequência. E pensar que um monte de gente “caiu” o Palmeiras por conta própria… Hereges!

A vitória diante do Rio Claro, quando Jesus “andou sobre as águas” e marcou um golaço maravilhoso (o que tá jogando esse menino!), já tinha sido espetacular, os gols de Alecsandro (ele jogou um bolão) e Rafa Marques, idem. Ver Cuca fazer o Palmeiras jogar melhor, mais organizado, com a bola no chão, foi um alívio…

Ver o Palmeiras exorcizando qualquer possibilidade de ir parar na zona de rebaixamento e voltar à zona de classificação de seu grupo, fazendo os descrentes voltarem a crer, foi uma delícia. Saber que ele ia fortalecido para o clássico era reconfortante…

E o dia do derby chegou… A praça do Pacaembu estava cheia… de sol, calor, e daquela gente de verde e branco – azul, amarelo, limão -, com um grande “P” no coração…

Eu estava um pouco tensa, claro, afinal, clássico é clássico, e se é um derby, então. Entre Palmeiras e o time da Lava-jato não dá pra perder nem no par ou ímpar – os rivais tinham usado os reservas no seu jogo anterior só para descansar os titulares para o derby, e falaram até em golear o Palmeiras, vai vendo a empáfia…

Havia uma outra tensão no ar… antes do jogo, e em outros pontos da cidade, já tinha havido confronto entre alguns torcedores organizados, tinha havido um tiroteio, que causou a morte de um inocente, que apenas estava no local errado – na verdade, no local errado estavam os bandidos que o mataram. Esses, deveriam estar na cadeia.

Some-se a isso o “detalhezinho” de termos sérios problemas com as arbitragens sempre que jogamos contra eles…

Some também a imprensinha cantando uma bola, furada, de uma invencibilidade alvinegra de 21 anos no Pacaembu, sendo que por 16 anos, desses 21, o derby não foi jogado lá… Cantando uma bola de 8 vitórias pra eles, quando, na verdade, foram 7…

E conte também os ‘torcedores jornaleiros’, preocupados apenas em ser torcedores, sem o menor pudor e vergonha na cara de falar asneiras – quem sabe de futebol, sabe que ninguém ganha antes do juiz apitar o final do jogo, e sabe também  que em clássicos não existe favorito nunca, e se o torcedor for “itakera”, como um certo jornaleiro aí, não pode nem falar em goleada, né? E ainda mais por 6 x 1, coisa que ele nunca viu o time dele fazer no Palmeiras, coisa que o Corinthians, em 106 anos de existência, nunca conseguiu fazer no Palmeiras (mas já levou 8 x 0, e também um 6 x 0, no Pacaembu mesmo).

O “jornaleiro”,  que “se vivesse, veria”, viveu e não viu e, veja só, dizem que deletou a postagem depois… mas o print screen mandou lembranças pra ele.

Em campo, o jogo ia começar…”Palmeiras, meu Palmeiras, meu Palmeiras…” cantava a parmerada no hino – dizem que os torcedores ‘itakeras’ estão doidinhos pra copiar a nossa ideia…

O “Çantu dus rivaus”, plagiando São Marcos, usava o número 12 às costas (rsrsrs why?) e tinha um uniforme igualzinho ao do Rogério Ceni (até agora não entendi essas coisas)… Quando olhei o “uniforme bambi” dele, pensei comigo: É hoje que alguém encobre ele… 

O jogo, embora não fosse na nossa casa, foi delicioso. A torcida, linda, cantava sem parar.

Se tínhamos alguma dúvida de como o Palmeiras se portaria em campo, desde o começo ela foi desfeita. Jogando com vontade, mais organizado e buscando o jogo, o time de Cuca deu trabalho para o rival, e não deixou ele jogar como pretendia, não lhe deu espaços e o obrigou a usar… chutões.

E se eles não  conseguiam jogar, dá-lhe botinada nos parmeras. Zé Roberto sofreu duas faltas duras, seguidas – uma do Fagner e outra do Elias -, Jesus (apanhou muito no jogo) também sofreu uma entrada pra cartão, mas o juizão fazia jus à tradição, e nada de cartão pra eles…

O Palmeiras pressionou desde o começo, mas, depois de uns 10/15 minutos, caiu um pouco de produção, atrasou umas bolas sem necessidade, deu uns chutões, no entanto, logo voltou ao normal (o nosso normal agora é bom).

E no NormalModeON, do jeito que a gente gosta, o Palmeiras foi rápido ao ataque, Alecsandro lançou Jesus, que entrou na área e mandou uma bomba; Cássio fez uma bela defesa e salvou o time de Itaquera, impedindo o Palmeiras de abrir o placar.

Prass deu um chutão lá pra frente e por pouco não pega o Cássio desprevenido. Na trave direita, ele precisou dar uma rebatida pra defender – Já pensou se o Prass me faz esse gol?

Embora tecnicamente o jogo não fosse tão bom, o Palmeiras era bem melhor em campo, faltava acertar aquele último passe para marcarmos o nosso gol… e o time do “grande estrategista”, que já tinha dado um chute perigoso no gol  do Palmeiras (a bola passou perto), não sabia com qual estratégia superar o Verdão.

Eu queria um gol de qualquer jeito, estava aflita por isso… e, naquelas coisas de torcedora, supersticiosa (só quando é com o Palmeiras), tentava sentir a minha intuição, buscar um sinal… olhava o céu e ele estava tão lindo, a luz da tarde deixava os prédios com cores tão bonitas… um deles, com vidros muito verdes que refletiam a luz do sol…

Mas o primeiro tempo terminou no 0 x 0 mesmo.

Durante o intervalo a gente ouviu o som de bombas lá na torcida visitante – vimos a fumaça também. A PM, que barra as toucas de porco das mulheres, e, quando cisma, os seus batons também, deixou mesmo os marmanjos entrarem com bombas? Como assim? E será que todos os repórteres, que têm o dever de reportar, reportaram esse fato?

Veio o segundo tempo… e o Palmeiras continuava querendo jogo – os adversários também queriam, mas a marcação adiantada do Palmeiras dificultava o querer dos alvinegros.

Elias, o “trunfo” do adversário para a partida, e que não rendeu nada, foi substituído. Eu queria que o Cuca também desse uma mudada no time, para ficar mais acertadinho, pra sair o nosso gol.

E se não fosse uma defesaça do goleiro ‘itakera’, Alecsandro teria aberto o placar. Jesus cruzou pra ele, da esquerda, e, na cara do goleiro, Alecsandro bateu de primeira. O S.C.Itaquera foi salvo pelo reflexo do goleiro. Na bancada, não acreditávamos que aquele gol não tinha saído. A torcida cantava mais forte ainda…

Cuca tirou Robinho, que não estava muito bem, e chamou o Duduzinho. Aí sim, Cuca!

Os adversários tentavam, mas os parmeras estavam espertos. Tite, o “grande estrategista” gritava para os seus atacantes:Tira do Vítor Hugo! Se algum palmeirense errava qualquer coisa, lá estava o Mito  consertando tudo. Ah, esse “zagueiro de série B”…

Eu estava tranquila em relação ao desempenho do Palmeiras, mas aflita pelo gol que não saía. Nós tínhamos que ganhar! Lembrei do meu terço verde que estava na bolsa.

Com o terço na mão, rezando para que os parmeras tivessem sabedoria para conduzir a partida e calma para chegarem ao gol, eu olhei pra cima, por sobre o meu ombro esquerdo, e percebi que o céu do Pacaembu se dividira em dois tons de azul… tão lindo… Na hora não entendi…

E se eu esperava que algo muito bom acontecesse, quase caí dura de desgosto quando o juiz assinalou pênalti de Thiago Martins no jogador do time da Lava-jato. E logo o Thiago Martins, que estava jogando muito. Na hora, ali atrás do gol, achei que não foi – se fosse para o Palmeiras, não dariam nunca – e xinguei muito o juiz.

Olhei pro terço na minha mão e pensei: Como assim?

O Pacaembu gritava o nome do Prass… Olhei o Prass ali, imaginei ele imenso, do tamanho do gol, fechando tudo…  Decidi que não veria a cobrança. Olharia para o céu e esperaria a minha torcida gritar. Meu coração não parava de dizer: “Pega, Prass! Pega, Prass!”.

E então, o Pacaembu explodiu no grito da minha torcida e nos abraços todos que vieram depois! Prass, maravilhoso, pegara mais um. Só estando no estádio pra ver a reação dos torcedores, pra ver os olhos, o rosto de cada um, o que cada um trazia se estampava no rosto… que emoção meu Deus!

PQP, é o melhor goleiro do Brasil, Fernando Prass!! Olhando o Prass no campo, comemorando, olhando a sua camisa, eu entendi o céu divido em dois tons de azul…

E um minutinho depois, um minutinho mesmo, quando eu ainda chorava de alegria pelo pênalti defendido por Prass, um outro “gigante”, pequenino, nosso duende favorito, meteu fogo no jogo, no nosso grupo do Paulistão, na rivalidade e fez o Pacaembu vir abaixo.

Alecsandro tocou pro meio, na entrada da área, Zé Roberto, de costas cabeceou lá pra frente. E então, a bola alta foi descendo… Dudu, com “meio metro” de altura foi pra bola, Cássio, com “dois metros e meio” também foi… e adivinhem quem encobriu quem e guardou no gol? Ele mesmo, Duduzinho lindoooooooo!

Se alegria matasse, teríamos morrido todos ali, naquele momento, um minuto depois do Gigante Prass pegar o pênalti. Era muita emoção para apenas 70 segundos,  tempo entre a cobrança de pênalti e o gol de Dudu. Era impossível não gritarmos, não berrarmos, era impossível contermos a emoção, escondermos as lágrimas… Loucura total entre os parmeras.

Alfacio

Borboletácio  – ou seria Alfácio? – não achou nada, e Duduzinho, nosso gigante pequenino, subiu o quanto pode e, de cabeça, encobriu o goleiro e guardou – encobriu um outro jogador também, que caiu dentro do gol depois. Duduzinho saiu comemorando, com “chapéu” e tudo (lembra da história do chapéu?)…

Dizem que, na transmissão, ficaram contando os milímetros tentando achar um impedimento do Dudu. Na Band, onde o insandecido Neto levou uma do Edmundo, os caras cortaram até um jogador da imagem (e parece que entortaram a linha mais do que a perspectiva exigiria), pra mostrar um impedimento que, na verdade, não houve…

Não entendo de geometria, mas sei que, pelo ângulo em que vemos a imagem, ela tende sim a se afunilar um pouco na parte de cima, a parecer mais larga na parte de baixo. Repare nas listras do campo. Mesmo assim, não há dúvidas quanto à posição legal de Dudu…

Gol-Dudu-legítimo1

Gol-Dudu-legítimo2

E ainda bem que os itakeras já estavam classificados e “não estavam nem aí pro jogo”, né? Ainda bem que eles “não gostam de Paulistinhas, só de campeonatos maiores”… Contar os milímetros tentando achar um impedimento, que não houve, é muy significativo.

Depois do gol, o “grande estrategista” colocou Danilo em campo, muito provavelmente por… superstição. Mas, não deu certo. Se o S.C.Itaquera já não podia fazer muita coisa antes, depois do gol do Palmeiras é que ele não pôde mais mesmo. O Verdão se portou muito bem em campo, correu, lutou, desarmou, deu bicão quanto tinha que dar bicão, segurou… e saiu com a vitória, de novo.

E a torcida, ah, a torcida… feliz da vida, rouca, cansada da “batalha” , foi comemorar a freguesia!!

VALEU, PALMEIRAS, SEU LINDO! É SÓ FAZER O MESMO NO PRÓXIMO JOGO, TÁ?  😉

Ontem, durante a partida na qual o Palmeiras venceu o Rio Claro por 3 x 0, o nosso preparador físico, Osmar Feitosa, foi expulso por ter se utilizado de um dispositivo eletrônico de comunicação, um “ponto”, com microfone, recurso que não é permitido no futebol desde o início dos anos 2000.

Ponto-eletrônico-proibição

Estaria tudo ok se o juiz não tivesse se inteirado do fato de maneira um tanto quanto “mediúnica”…

Ele não viu o dispositivo eletrônico, ninguém da arbitragem viu. Quem viu foi Thiago Maranhão, um repórter de campo, que falou sobre isso durante a transmissão; a TV mostrou as imagens e, quase na mesma hora, o juiz teve um insight: “Acho que o preparador físico do Palmeiras está usando um ponto eletrônico. Vou lá imediatamente tomar providências”… Aham…

Então, já sabendo do fato (como sabia?), o árbitro foi até o banco – Osmar já não estava mais com o tal ponto. O árbitro falou com Osmar, depois, confirmou com o quarto árbitro e então expulsou o profissional do Palmeiras.

recurso-eletronico-Juizrecurso-eletronico-Juiz1

Quando o juiz vem direto e reto no Osmar, já sabendo do ponto, logo depois da TV ter falado sobre isso, ele nos mostra que foi avisado por alguém, confere?

Quando ele pergunta para o quarto árbitro, querendo uma confirmação, ele nos dá indícios de que não foi o quarto árbitro quem o avisou, correto (mesmo porque o quarto árbitro também não tinha visto)?

Bem… ele não viu, alguém o avisou logo que a TV mostrou e que o repórter falou sobre isso, e não foi o quarto árbitro…

Tão proibido quanto o uso de recurso eletrônico é a arbitragem se utilizar de imagens da TV, ou de informações de pessoas que não façam parte da arbitragem,  para apitar/conduzir uma partida. A Fifa não permite isso.

Já tivemos inúmeros casos de interferências vindas de fora das quatro linhas – lembra do gol anulado do Barcos? -, feitas por pessoas que nada tinham a ver com a arbitragem.

E ontem, todo mundo ficou com a impressão de que o repórter que trabalhava na transmissão teria avisado à arbitragem sobre o fato, e nem dá para se culpar muito as pessoas por pensarem assim, porque as coisas aconteceram quase na mesma hora, e também porque, não seria a primeira vez que uma presepada da imprensa  aconteceria; em outras situações já houve consulta até das imagens de TV,  de profissionais da imprensa que estavam no campo, já houve jornalista ligando pra tribunal pra “lembrá-lo” que um jogador poderia ser punido. Cachorro mordido de cobra…

E como esse tipo de interferência só acontece quando é para o Palmeiras ser prejudicado de alguma maneira, a torcida, que já conhece esse modus-operandi dos torcedores (rivais) profissionais de imprensa, ficou irada com o moço e ele foi criticado e xingado via Twitter.

A imprensinha, corporativista que é, correu defender o amigo de profissão – que garantiu não ter sido ele o informante -, mas ela esqueceu do mais óbvio, do mais pertinente à tarefa de um jornalista: investigar. Se não foi o repórter, quem então avisou ao árbitro sobre o ponto utilizado por Osmar Feitosa, e justo no momento em que o repórter falou sobre isso na transmissão? Essas perguntas a imprensa deixou de lado… mas algo ilícito aconteceu, e mais uma vez, e como sempre, num jogo do Palmeiras e com o Palmeiras.

Não pode usar rádio? Não pode. Ok. Não pode a arbitragem receber informação de fora? Não pode também. E por que só uma das infrações tem punição?

A mesma imprensa que costuma investigar e expor detalhes da vida privada de tantos atletas (e se cala sobre as propinas no Itaquerão – se calou quando a patrocinadora do time da Lava-jato foi descoberta sem CNPJ e, depois disso, sumiu do mapa), se omitiu agora, se esquivou de tentar descobrir qual foi a “mágica” para que o árbitro soubesse do “ponto”.

E tão “profissional” que é, achando um horror que o repórter fosse atacado nas mídias sociais,  passou ela, a imprensa, a “atacar”, a desmerecer torcedores, chamando-os de “primatas”, ignorantes, a falar sobre “honestidade”, a dizer que os palmeirenses “querem se valer de um recurso ilícito, justo num momento em que o país está sendo passado a limpo…), a desmerecer toda uma torcida…

recurso-eletrônico-setorista

A moça em questão é setorista do Palmeiras, e  precisa da audiência da torcida que “nem dá pra chamar de torcida”, veja só. (se matar garotinho na Bolívia, aí dá pra chamar de torcida, moça?).

Tenho certeza que deve ter torcedores que passaram das medidas nas reclamações, mas tenho certeza também que não foram todos os torcedores. No entanto,  jornalistas podem generalizar (tem até os que provocam os torcedores), os torcedores não? Bem ‘democrática’ essa postura, e “justo quando o país está sendo passado a limpo”, não é?

Querem descer para o play, mas não querem brincar os liMdos? Como assim, press?

O corporativismo distorce a nossa reclamação, como se reclamássemos da expulsão, e não da informação passada ao árbitro só quando é, e porque é, o Palmeiras.

E a questão principal se perde, a imprensa não dá luzes à ela: COMO FOI QUE O JUIZ RECEBEU A TAL INFORMAÇÃO PARA EXPULSAR OSMAR FEITOSA?

Reza a lenda, e já vi um ex-árbitro falando a respeito, que existe alguém ligado à arbitragem, que assistiria aos jogos na TV, fora do estádio e que passaria as informações. Isso não é permitido. Não sei se é verdade, mas, supondo que exista mesmo essa pessoa que assiste na TV, por que é que não há interferência em partidas de outros times? Por que nunca ninguém avisou aos árbitros da tonelada de penalidades máximas que eles, erradamente, deixaram de marcar no Brasileiro 2015, por exemplo? (Seria por isso que as infrações cometidas por certos times, ajudados pelo apito e pelos comentários e notícias da imprensinha, nunca são mostradas na mesma hora – demoram um tempão -, e às vezes, são escondidas, como se nunca tivessem existido, enquanto as do Palmeiras são repetidas à exaustão, e por todos os ângulos possíveis?).

Por que razão não veem/viram outros “pontos” eletrônicos, onde eles são/foram absurdamente expostos? Por que não há repórteres tão “escandalizados” com a utilização do recurso ilegal por outras pessoas, de outros clubes?

André Rizek, do SporTV – aquele mesmo, que ligou para o STJD para perguntar qual seria a punição cabível para Valdivia, por ele forçar um terceiro cartão amarelo, mas que não fez o mesmo semanas antes, quando Paulinho tinha forçado um terceiro cartão a pedido de Tite, fato amplamente divulgado na imprensa – falando sobre as reclamações dos torcedores com o repórter, disse que “a função do repórter é contar o que está acontecendo, é reportar o fato”. Ele está certo.

E sendo assim, por que ninguém reportou que o Tite estava “ouvindo música” durante uma partida?

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Também não teve ninguém que reportasse que o Dorival estava “escutando as cotações da Bolsa” enquanto trabalhava?

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Por que será que ninguém se incomodou em reportar que Marcelo Oliveira usava um “radinho de pilha” durante uma partida?

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Esses, um árbitro só não vê se não quiser. Mas nenhum árbitro viu, e nenhum repórter, que tem a obrigação de reportar, reportou…

E é  disso que a gente fala… por que só com o Palmeiras??

(Meus agradecimentos ao Arthur Carvalho por pesquisar,  encontrar e me passar as imagens. Grazie, caro.)