“Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.”
                                                                                 Fernando Pessoa

 

Mais um ano que se acaba. E esse quase acaba com a gente… Muitas coisas boas aconteceram em 2008, é verdade. O Palmeiras foi Campeão Paulista (M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O), o Cú rintia ficou o ano todo na segundona (mas os seis pontos que eles sempre nos garantem, fizeram uma falta danada); os Giants foram campeões; detonamos os bambis no Paulista; Obama ganhou as eleições nos EUA; o Espaço Visa foi criado; a Arena foi aprovada; o volei feminino foi medalha de ouro na China; a camisa verde-limão foi recorde de vendas (a “dez” principalmente); Hamilton foi campeão do mundo; Alex Mineiro se tornou o artilheiro do  século, no Verdão; Cristiano Ronaldo (gatíssimo) ganhou a Bola de Ouro; Ingrid Bettancourt foi libertada;  Henrique chegou e blindou a zaga palestrina; “Orlandinho” personificou a torcida de modinha;  vamos disputar a Libertadores; Marcão, de volta, está em terceiro lugar na votação de jogador mais popular do planeta; El Mago (11º) com seu talento, alegria e muitos gols, roubou a cena e os nossos corações, vestindo a DEZ esmeraldina… Foram tantas alegrias que parecia que era só abrir os braços para que as estrelas do céu caíssem neles e se pudesse abraçá-las. E o palmeirense sonhou, todos os sonhos outrora proibidos. E aí eu pergunto: “O que é melhor? Acordar de um pesadelo terrível e se fartar da boa e velha realidade? Ou sonhar um sonho maravilhoso e perceber que era só um sonho, que se transformou apenas numa lembrança? Sinceramente, não sei…

E como a roda da fortuna não pára, a gente sofreu um bocado também. Quantas lágrimas, apreensão, tristeza, revolta, decepção. Caramba, é tão difícil equilibrar as coisas às vezes. Agora que o ano está acabando, lembranças maravilhosas se misturam a outras que doem um bocado ainda. Um estranho e maldito caleidoscópio que não para de mudar. Valdívia sendo vendido (buraco que se abriu no time e no peito do torcedor); o apito rosa em ação; as derrotas para o Sport; a Copa do Brasil,  Henrique indo embora; derrota para o Argentinos Juniors na Sulamericana; “promessas” que não vingaram;  queda de produção do time; STJD propositalmente nos tirando jogadores; diretoria sem força nos ‘bastidores’; derrota para o Grêmio no Palestra (essa doeu!); Luxa que não foi o “Luxa”; Campeonato Brasileiro que caiu no colo dos bambis…  Mas a gente aguenta tudo, mesmo quando parece que já estamos no limite. E ainda tem mais: o time Campeão Paulista está sendo desmanchado; estão todos indo embora. E vamos dando adeus para Elder Granja, Leandro, Martinez, Alex (nosso artilheiro do século)… Outros ainda podem sair também.

E a gente fica com o coração mais apertado. Confia, desconfiando. Reclama, xinga, acusa! E continuamos aguentando, sempre. E sabem por que? Porque amamos esse time incondicionalmente. Aconteça o que acontecer, nunca deixaremos de amar. Talvez seja genético, cármico, vai saber. Só sabemos que “é”. Somos vinte milhões de apaixonados, espalhados pelo planeta e queríamos tantas coisas para o Palmeiras, que às vezes entramos em parafuso, diante de tantos obstáculos que nos aparecem e de pessoas que prejudicam o Palmeiras. Mas graças à um maluco que resolveu dividir o tempo e o contar em dias, meses e anos, nós temos sempre a oportunidade de a cada Dezembro encerrar um ciclo e começar tudo de novo em Janeiro. Repensar e consertar os erros. Repetir os acertos. Renascer! Nos abrirmos às oportunidades que surgirão, às surpresas, às alegrias. Nos enchermos de esperanças e deixarmos prá trás o que não vale a pena ser lembrado. E não é diferente agora. É Dezembro!!! Um novo ano vai nascer!

Vamos festejar o Natal! Nos recolher com a nossa família e agradecer pelas coisas boas que recebemos e pelas ruins também, que nos fizeram ainda mais fortes. Vamos agradecer todos os “presentes” recebidos e o momento vivido no dia 4 de Maio de 2008! Aquela alegria ainda mora em nosso peito. E na chegada do Ano Novo, vamos brindar e festejar antecipadamente, às novas alegrias que viveremos em 2009. Vamos brindar às nossas conquistas futuras. Aos jogadores que virão, àqueles que ainda sonhamos que cheguem, ou voltem… Sem ideais mirabolantes, com os pés no chão, mas sonhando, e por que não?  E não vamos nos esquecer de deixar o sapatinho verde na janela, hein amigos? Quem sabe o que Papai Noel poderá deixar lá?

FELIZ NATAL, NAÇÃO ALVIVERDE! COM MUITA PAZ E SAÚDE!  

QUE O ANO NOVO  VENHA CHEIO DE LUZ TRAZENDO ALEGRIAS E ESPERANÇAS RENOVADAS!

QUE 2009 REALIZE TODOS OS NOSSOS VERDES SONHOS E FAÇA O PALMEIRAS AINDA MAIS VENCEDOR!            

E eu faço o meu agradecimento especial: “Muito obrigada Mago, por tantas alegrias vividas e jamais imaginadas. Pelas muitas lágrimas que derramei de felicidade. Por ter honrado tanto a camisa do time que eu amo, pelas lembranças maravilhosas que nunca irão se apagar… Que Deus abençoe você, onde quer que vá. Feliz Natal prá você, também!”
                  

                                                                                       

 

Vamos lá torcida palestrina! É hora de o Palmeiras ter um presidente à altura de sua grandeza. Vamos fazer uma grande campanha para termos Luís Gonzaga Belluzzo na presidência do Palmeiras.

Por favor Belluzzo, aceite ser o candidato da situação! Pelo bem do Palmeiras e para felicidade da Nação Alviverde.

Não!! Eu não sou louca; não estou tendo delírios. Estão desmanchando o time do Palmeiras!! Meu Deus! Luxemburgo quando aqui chegou, encontrou um time, que precisava apenas de alguns laterais para funcionar, uma vez que o centroavante já tinha chegado antes dele e quando  Caio Junior ainda era o técnico. Trouxeram dois atacantes, um zagueiro alto nível também, e montamos um timaço! Não tinha prá ninguém. Pobres adversários… sucumbiram à magia e ao talento que o Palmeiras esbanjava em campo. A zaga de Gustavo e Henrique, era imbatível. Marcão no gol a gente já sabe, né? Defesas, milagres… milagres, defesas… E o ataque? Com o Mago Maravilhoso na meia, o ataque era só alegria. Alex Mineiro nem bem chegou e já foi o artilheiro do Paulistão. Tínhamos até o “Quarteto Fantástico” de Valdívia, Diego, Kléber e Alex. Os adversários morriam de medo das derrotas e das comemorações do Mago.

Era um tal de “Chora Gambá”, “Coelhinho da Páscoa”, “Chocolate com Pimenta”, “Créu”, “Cala-a-boca Bambi”, “Chute no vácuo”…  A gozação era imensa e a gente quase morria de felicidade… Nossos rivais colocados em seus devidos lugares. E não adiantava juiz ajudar validando gol de mão. Sem chance! Com aquele time, o torcedor palmeirense ia ao campo com a certeza da vitória. Bastava esperar e comemorar.

Aí venderam Henrique e a zaga virou uma peneira. Quantos pontos a gente perdeu porque Luxemburgo não conseguia acertar a zaga. Nossa “sorte” foi a infelicidade de um atleta. Jéci se machucou e Gustavo teve que voltar ao time. Daí ficou evidente que Gladstone era quem estava mal ali e Maurício também foi pro time titular. Ufa!! Até que enfim a zaga se acertou. Mas o Palmeiras tinha um outro e mais sério problema: a ausência de Valdívia. Nosso craque foi vendido para os Emirados, por exigência de Luxemburgo. O ego imenso do técnico não pôde suportar o brilho do Mago e a adoração que a torcida tinha por ele. Valdívia cansou de dizer que queria ficar, até um site foi criado para pedir que não o vendessem. De nada adiantou. Nosso craque, Bola de Ouro no Brasileirão, recorde de vendas de camisas, aquele que enlouquecia a criançada (que mudava até de time só para torcer pelo Mago), foi mesmo vendido. Nem um patrocinador sequer foi tentado para bancar a permanência dele aqui. A diretoria tinha que agradar o técnico “melhor do Brasil”.

Em campo o brilho sumiu. Os gols foram sumindo, também. Foi muito sutil no começo e a maioria da torcida não percebeu. Mas, saímos da Sulamericana diante do fraco Argentino Juniors, dissemos adeus ao Brasileiro, diante do Grêmio, sem sete titulares, e em pleno Palestra Itália. Tomamos um chocolate do Fluminense, outro do Flamengo. E não fosse a derrota de um adversário, nem a vaga da Libertadores teríamos conseguido porque perdemos do Botafogo em nossa própria casa. O torcedor não entendeu nada, mas “engoliu o sapo” de ver o título desejado “pular o muro” e até ensaiou uma comemoração, afinal ganhamos o Paulistão e nos classificamos para a Libertadores. E a Libertadores é o foco do torcedor, agora.

Mas, espera aí! A gente doido prá se livrar dos “craques” que o técnico metido a manager contratou, e os que vemos saindo são os nossos jogadores titulares?E aqueles outros vão sobrando? E vamos ter que continuar com eles? Alguém está de brincadeira com o torcedor. Queremos ganhar a Libertadores, porra! Nós contratamos três bons jogadores até agora e precisaremos de muitas contratações mais. Concordo que não se deve sair anunciando interesse ‘nesse’ ou ‘naquele’ jogador. Isso só atrapalha. Mas que está meio devagar, a gente sabe que está. E os caras vão saindo… Jogador que não é prá sair, saindo… Granja… Martinez… Leandro… talvez Kléber, Alex (absurdo!)… quem sabe Gustavo, David (inaceitável!)… Nunca conseguiremos repor todos esses atletas. Temos que nos desfazer daqueles outros que não servem,lembram? Antes que qualquer um saísse, já precisávamos comprar, porque o nosso banco estava muito ruim. Agora então, quantos mais terão que chegar? Parece que vão nos empurrar “goela abaixo” alguns jogadores novamente. Mas a paciência do torcedor tem limites.

A diretoria que ia cuidar da Base (e não cuidou); que já tinha nos prometido (e não nos deu) um time mais forte que o do Paulistão, para o Campeonato Brasileiro, nos promete novamente um time forte para 2009. Nunca teremos um time para brigar pela Libertadores com jogadores cujos nomes nem preciso citar. Erros demais já foram cometidos. Agora é a hora de acertar!! Mais uma vez vamos esperar que os dirigentes palmeirenses cumpram as suas promessas…  Mais uma vez vamos esperar que coloquem o Palmeiras acima dos seus desejos de poder… Mais uma vez vamos esperar que sejam mesmo palmeirenses os que nos dirigem e não apenas homens de negócios… Mais uma vez vamos sonhar o ano que está por vir…

VEJA LÁ O QUE VAI FAZER, HEIN DIRETORIA? JÁ FORAM DADAS ‘BRECHAS’ DEMAIS PARA O SAPO MALDITO…

 

Éramos um pouco mais de vinte e um mil pagantes no Palestra. Casa cheia. Não estava lotado, mas tinha um público muito bom. E, afinal, era um jogo que valia a vaga para a Libertadores, a gente ia secar os Hexaviados, torcer pro Grêmio, aquelas coisas de futebol que o torcedor conhece tão bem. Antes do jogo, uma grata surpresa: a garotada do Sub-11, Campeã Paulista, em cima dos gambás, que veio a campo para nos mostrar a sua bela taça. E que festa bonita a torcida fez para os verdinhos. A Mancha Verde gritava o nome de cada um deles, que quase morriam de alegria com a homenagem. Era visível a pressa deles para chegar logo em frente à torcida. Fiquei olhando aqueles garotos e pensando se daqui alguns anos não estarei comprando a camisa de um deles.

O jogo ia começar e a festa estava linda. Que me perdoem as outras mas, dentro do estádio não tem prá ninguém, a Mancha arrasa! Uma delícia estar ali no meio daqueles balões coloridos, daquela gente que não para nunca de cantar e apoiar o time. O jogo começou bem, o Verdão dava ares de que ia prá cima, até as deficiências, que conhecemos tão bem, começarem a aparecer. Muitas chances de gol desperdiçadas… Ai, ai, ai… Uns vacilos de nossos jogadores, que acabaram fazendo o Botafogo, tão sem compromisso, gostar do jogo em alguns momentos. Aos 10′ já levamos um susto; Marcos mal posicionado e fora do gol, falava com a defesa, na cobrança de um escanteio que ainda chegou a tocar o travessão.  Aos 30′ Lúcio Flávio apareceu livre na área e disparou, a bola passou por Marcos e Capixaba salvou o gol. Logo depois, o mesmo Lúcio Flávio mandou um foguete no travessão…

O Palmeiras tinha seus bons momentos, que paravam no goleiro ou na  finalização… Sorte que os outros concorrentes à vaga da Libertadores, estavam se enrolando também.Isso até ajudou, porque a torcida, feliz com os resultados que nos favoreciam, só pensava em cantar. As cobranças eram isoladas com um ou outro jogador, mas nada que atrapalhasse o time, ou que fosse justificar mais tarde o resultado que nós veríamos. Mas a tarde estava complicada. Comecinho do segundo tempo e o Botafogo abriu o placar. Por essa ninguém esperava. Mas a torcida cantava: “O Palmeiras é o time da virada…”, e o empate não vinha, e muito menos a virada.  O Cruzeiro já ganhava o seu jogo e o torcedor palmeirense começou a prestar mais atenção no jogo do Flamengo, que continuava perdendo. Se eles virassem o placar a nossa vaga mudaria de dono. Só que eles continuavam perdendo. A torcida comemorava feliz mas, é claro, esperando pelo menos o empate do Verdão, que não vinha. Os gols continuavam a serem desperdiçados, Kléber que o diga… Luxemburgo, que permaneceu sentado, quase que os 90 minutos da “decisão” (segundo suas palavras), fez umas substituições, que até fizeram o time um pouco mais ofensivo, mas no resultado que é bom, não ajudaram em nada.

E assim o palmeirense viu a tão sonhada vaga  (que deixamos de ganhar em casa no ano passado), chegar. E, ironicamente, quem nos deu foi Caio Junior, que cumpriu a palavra, com um ano de atraso e nos colocou na Libertadores. Não fosse o resultado negativo do Flamengo, teríamos deixado escapar mais uma vez, e em nossa casa. Só que dessa vez com o “melhor” técnico do Brasil. E eu pensava no amigo que viajou seis horas para ver essa partida… na garota que mandou o moto-táxi à São Paulo comprar o seu ingressso e veio de Bragança Paulista na  maior esperança de ver uma vitória  ou pelo menos gritar um gol do seu time… Quantos outros anônimos não fizeram loucuras para estar ali… Saíram contentes e desapontados… Felizes, mas sorrindo menos…

Na verdade não importa como veio a vaga, e sim que tenha vindo. Vamos disputar a porra da Libertadores. Mas eu não quero só disputar. Eu quero ganhar e tenho certeza que os 20 milhões de palestrinos do planeta também querem. Mas quero que me dêem condições de acreditar que podemos vencer, conquistar. Não só acreditar porque sou palmeirense e tenho que acreditar e ponto final. Quero um time de bons jogadores, um técnico comprometido com conquistas para o clube e não as de sua conta bancária. Uma diretoria forte, atuante, dentro e fora dos corredores do Palestra Itália. Que aprenda a manter os bons jogadores e a recusar a vinda das  pobres “indicações” de pseudo entendidos em futebol. Só assim eu tenho certeza que poderei sonhar e comemorar o título da América em 2009.

VALEU, CAIO JUNIOR! MUITÍSSIMO OBRIGADA!

Estamos às vésperas (tomara que não) de ver novamente o time pederasta levar um caneco na mão grande. Cansativo e revoltante para o torcedor, que enojado, nada pode fazer além de reclamar, escrever, reclamar, escrever… Estamos cansados de saber a imunda história desse timeco, que se utilizou dos serviços de políticos não menos sujos, para existir e continuar existindo no cenário futebolístico nacional.

A maioria dos torcedores sabem – só os cor-de-rosa fingem  não ter conhecimento – que esse time nasceu falido. Faliu em 1935, outra vez em 1938. Sendo que em 38 precisou da ajuda do Palestra Itália e do Corínthians, para juntar um dinheirinho. Num jogo onde barricas foram colocadas  na entrada do Palestra para o povo jogar dinheiro (!!) e o presidente bambi da época, humildezinho, passava entre as torcidas com uma bandeira esticada recolhendo “donativos”.  Mendigos!! Isso é o que são. Nunca conseguiram andar com as próprias pernas. Sempre se utilizando de ‘muletas’ e mutretas no intuito de conseguir “ser” um clube de futebol. Nada deles é lícito. Em 42, aproveitando-se da declaração de guerra do Brasil contra o Eixo, os vigaristas tentaram nos tomar o Palestra Itália. Em 44 (sem dinheiro e sem patrimônio algum),”conseguiram” (roubaram) um estádio, que conhecemos hoje como Canindé e que pertencia à Associação Alemã de Esportes. Depois foi só começar os trambiques em alto escalão. Dinheiro público e políticos corruptos foram utilizados para a compra do terreno e a construção do que viria a ser o Estádio Purpurina.

O Presidente do time pederasta, Laudo Natel, assume o governo do estado, porque o Governador havia sido afastado por corrupção. Quem era o governador? Adhemar de Barros!! Aquele mesmo que conseguiu um  obsceno”empréstimo” de dinheiro público (pedido por sua própria imobiliária) para comprar a Gleba que seria “doada”para a construção do estádio do time imundo. Histórinha bacaninha essa, né?  Não é a toa que os seus torcedores são “sazonais”, de ocasião. Os chamados torcedores de modinha. Com uma história dessa, não há torcedor que aguente. Nem os Orlandinhos.

Mas você pensa que parou por aí? Engana-se redondamente meu amigo. Havia os campeonatos, os títulos, que legitimam um grande clube. E eles produtos do esgoto, precisavam disso para “parecerem” grandes. Para poder imitar os rivais Palmeiras e Corínthians. Os pederastas estavam numa fila de treze anos, quando o estádio que construíram com dinheiro público roubado, ia ser inaugurado. Imaginem a cena… Final de Campeonato, contra a Ponte Preta. Médici (bambi) na inauguração. E foi ovacionado pelos Orlandinhos. Argh, haja sal-de-fruta! O tal governador, que já costumava sentar no banco de reservas, para dar uma forçada na arbitragem, não se fez de rogado, desceu no meio do campo, de helicóptero (só faltou a purpurina voando) e foi diretinho ao vestiário da arbitragem, prá dar uma garantida. Arnaldo César Coelho era o árbitro… Agora entendo porque ele sempre quer contestar o óbvio das imagens. Ainda deve precisar justificar o penalti escandaloso que ele inventou para o time do governador e do Presidente… Tava feito! A bambizada saiu da fila no seu jeitinho imundo de ser: ROUBANDO!

1971 – Decisão do Campeonato Paulista entre Palmeiras e o time leonor. Armando Marques, safado, anula um gol legítimo de Leivinha e o título vai mais uma vez para o time do esgoto, que vai aprimorando a técnica de conquista. Nada de “3-5-2”, “4-4-2”, “3-6-1”,  não. O esquema é a mão grande, mesmo.
1977 – Decisão do Brasileiro  contra o Galo Mineiro. O São Paulo conseguiu nos bastidores a suspensão do atacante Reinaldo do Atlético Mineiro, artilheiro do campeonato, e entre outros acontecimentos, viu o volante Chicão quebrar a perna do meia Ângelo do Atlético. Não satisfeito,  o tal Chicão ainda pisou na perna quebrada do jogador enquanto este rastejava para fora do gramado… E essa impunidade permanece “ad infinitum”…
1981 – Semifinal do campeonato brasileiro de 1981, Bambis x Botafogo. No primeiro jogo no Rio, o Bota  vencera por 1 x 0. Era só vir para São Paulo e segurar o empate, pois a vantagem era do time leonor em caso de igualdade de vitórias. Começo de jogo e o Bota faz 1 x 0. Aos 19′ o Bota amplia. Os time do Jd. Leonor nunca poderiam reverter. Nunca??? Mas e o jeitinho imundo de ser? 45′ do primeiro tempo, o juiz Bráulio (tinha que ser bráulio, né?) Zanotto, “arruma” um penalti. Pronto! Esse era o “cara”! Os bambis mandam 3 seguranças, contratados da Ponte Preta, para esperarem o trio de arbitragem nos seus vestiários. Um bandeira conseguiu fugir, mas Bráulio e o outro assistente apanharam um bocado. Moral da história: a bambizada pode fazer o que quis e, claro, virou o jogo. Ainda bem que na final, contra o Grêmio, Baltazar se encarregou de fazer a justiça prevalecer e acabou com a escória leonor.
1986 – O São Paulo teve novamente a ajuda decisiva da arbitragem [Aragão] na conquista do Campeonato Brasileiro, não somente no penal não marcado para o Guarani, mas pela inversão de faltas, provocações e pressão sobre os atletas do Guarani, conforme depoimento dos jogadores que atuaram aquela partida.
1990 – o São Paulo foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Paulista, mas com o apoio dos dirigentes da FPF, conseguiram reverter no tapetão a fórmula de 1991. Disputaram a divisão inferior, mas conseguiram fazer com que esta indicasse vaga para as finais, e ainda considerasse esta campanha da segunda divisão para os critérios de desempate na finais de 1991.
1994 – Despeitada com o ostracismo provocado pela rivalidade Palmeiras e Corinthians e, principalmente, pela supremacia do Palmeiras, bi-campeão paulista e brasileiro, a Diretoria do time da farsa mandou esburacar o gramado do Morumbi só para impedir que o jogo das faixas fosse realizado lá. Como são trambiqueiras e invejosas essas moças!

Os roubos mais recentes, os leitores já conhecem bem. Todas as mutretas do tribunal, das arbitragens, o caso do gás, da pilha… São tantas que a gente até esquece. Os jogadores leonores que nunca são tirados do time com punições, enquanto que os outros, principalmente os do Palmeiras, se dependesse do STJD, não jogariam nunca. Os julgamentos e ‘rejulgamentos’! O campeonato de 2007, quando os bambis ganharam 12 pontos do “apito rosa” e mais um título foi para o “esgoto”. E, de novo, a lama sai do esgoto e enche de imundície o futebol brasileiro em 2008. Pontos roubados de Palmeiras, Vitória, Botafogo (para citar os mais escandalosos), levaram o time da farsa para a disputa do título. O árbitro do próximo jogo vai ser o Tardelli, já dá prá imaginar, né?

E aqui fica a pergunta que todo torcedor “não purpurina” faz: QUANDO É QUE OS CLUBES VÃO ACABAR COM ESSA BANDALHEIRA??

Não adianta a gente reclamar, escrever, se quem pode tomar providências não o faz. Vamos acabar com esse medo de dizer a verdade. Que história de co-irmão é essa? E como podem dizer que confiam na idoneidade dos homens do tribunal? O torcedor não aguenta mais. A diretoria do Palmeiras, clube mais prejudicado, precisa reagir e defender os nossos interesses. Ou vamos continuar vendo o nosso trabalho, contratações, planejamento indo para o espaço a cada ano, e os títulos indo para o esgoto??

 

Agradecimentos ao amigo Caio Fillardi, pela fonte inesgotável de informações.

 

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Ontem, ao ver a final da Copa Sulamericana entre o Inter e o Estudiantes, fiquei meio incomodada. E acredito não ter sido a única.Afinal, tínhamos todas as condiçõs de ganhar esse título, que foi tão desvalorizado por Luxemburgo e pela nossa diretoria. Nosso técnico alegava que esse título não valia nada. Típico da fábula “A Raposa e as Uvas”. Usou os reservas (tão ruins, que ele contratou) e, claro que não deu para seguir adiante. Nem mesmo quando resolveu usar os seus titulares mais badalados. No jogo lá na Argentina, nem ele quis viajar e acompanhar o seu time. Preferiu ficar na TV, fazendo piadinhas infames e juras de amor ao Flamengo.

Mas a gente nem ligou, íamos ganhar o Brasileiro, mesmo. Nos alagamos de esperança e acabamos nos afogando nelas. No final das contas nem Sulamericana e nem Brasileiro. Chato né? Acho que o pior de tudo é a sensação de ter perdido algo que você já pensava que era seu. E ontem era isso que ficava incomodando, me cutucando, enquanto eu ouvia o delírio da torcida lá no Beira-Rio.

Se a Copa Sulamericana vale alguma coisa, eu não sei. Mas que os caras lá, e a torcida estavam felizes prá burro, estavam viu? Prá eles devia valer bastante, bastava ver as comemorações. E se eu não estou maluca, ganhar um título, seja ele qual for, traz um prestígio danado ao clube e dinheiro também. Mas vai ver que é por que o Luxa nunca ganhou porra nenhuma fora do Brasil, que ele não tenha se dado conta de como seria bom ter ganhado esse título, que estava tão fácil…

E quanto a nós, sabemos muito bem o que fazer. É final de ano pô! Mais uma vez vamos fazer os nossos planos mirabolantes para 2009, assim como fizemos para 2008, 2007…  A quota de erros de todos já foi gasta. Que venha agora o tempo dos acertos, da dedicação total ao Palmeiras, do comprometimento de todos. Nós continuaremos torcendo, torcendo… Afinal, levamos o Verdão no lado esquerdo do peito…