Imagina um carro que a gente fica olhando na estrada, e que vai se distanciando… continuamos olhando e ele vai ficando cada vez mais longe… até que, num momento, de repente, ele não está mais ali, desaparece, ou vira numa curva qualquer, segue um atalho qualquer… Não vemos mais o carro, mas ele continua o seu caminho, continua seguindo em frente, em alguma estrada, em algum lugar… longe apenas dos nossos olhos… Não podemos mais vê-lo, ou tocá-lo, nem estar perto dele, mas nós sabemos que ele existe e que apenas segue uma outra estrada agora… e basta só que fechemos os olhos, para podermos vê-lo de novo, com o  coração…

Meu-pai2a

Marcos-Noel2

“Que o Natal existe, que ninguém é triste, e no mundo há sempre amor…”

Natal… Tempo de sentirmos o coração em paz… de promovermos a paz… de valorizarmos as pessoas que fazem parte da nossa jornada, de presentearmos o mundo com os melhores sentimentos que possuímos… tempo de amar, como nos ensinou o espírito mais iluminado que por aqui andou.

Por causa do aniversariante, e da mensagem maravilhosa que ele nos deixou,  nos tornamos todos um pouquinho melhores no Natal… por causa do espírito natalino, que acaba afetando a todos de alguma maneira, nos sentimos mais felizes, ainda que, para alguns de nós, seja só um pouquinho mais felizes…

Natal também é tempo de “Papai Noel” – símbolo da generosidade e do “fazer bem” às pessoas, da caridade sendo praticada por alguns em benefício de quem precisa. Aquela figura lendária – tão real no imaginário infantil -,  do bom velhinho que traz presentes, feitos por ele e por duendes que o ajudam.

E, sempre que o Natal está próximo, quem é que não se lembra de pedir alguma coisa para o bom velhinho? As crianças se apressam a lhe escrever cartinhas com pedidos de presentes; os adultos, por sua vez, se enchem de bons pensamentos, boas energias e também fazem os seus pedidos, ainda que mentalmente, numa simbiose divina que nos faz pedir a Deus e, ao mesmo tempo, imaginá-lo de gorro e roupa vermelha, e longas barbas brancas. E cada qual sabe o que mais lhe faz falta, o que mais necessita…

Tem gente que quer um carro novo, uma casa nova, quer ganhar dinheiro, trocar de emprego, ganhar uma promoção, quer fazer uma viagem para um país distante… tem quem queira um celular caríssimo, roupas bacanas, um vídeo game de última geração…

Tem uns que só precisam de mais saúde; outros, de coragem para enfrentar os problemas e o mundo; uns, precisam de um emprego; outros, de amigos; uns, precisam de presenças; outros, de alegria… uns, necessitam de comida, de um teto, de cuidados; há os que necessitam só de um abraço…

Há poucos dias, quando o Natal se aproximava… uma história, carregada com os sentimentos do Natal,  se desenrolava bem longe daqui…

Dizem que “Papai Noel” não existe… Dizem (uma brincadeira diz) que o Acre não existe… dizem que a torcida do Palmeiras encolhe, não cresce mais, e, por isso, imagina-se que não há mais crianças que o amem…

Dizem que nem todas as “verdades” são verdadeiras…

“Mikael, um garoto de 12 anos, não conheceu a poderosa Academia, não viu os grandes times do Palmeiras em campo, nem viu as maiores conquistas do clube. Vivendo no Acre, nunca viu um jogo sequer do Palmeiras ao vivo.

Ele tinha um tesouro, uma camisa do clube de coração, que havia ganhado, mas que foi rasgada, e ele não pôde ter uma nova…

E então, com a aproximação do Natal, ele escreveu uma cartinha para o “Papai Noel” e a enviou para uma agência dos Correios de sua cidade. Quando a cartinha de Mikael foi selecionada por alguém, o pedido que ele havia feito causou estranheza… Crianças costumam pedir brinquedos, vídeo-games, bicicletas…

O garoto do Acre, no alto de seus doze anos, fazia uma declaração de amor ao Palmeiras em sua carta, dizia que tinha sangue verde correndo nas veias (somos irmãos, Mikael) e queria de presente do Papai Noel uma camisa do seu time de coração.

Foi um pedido tão diferente daqueles que os Correios costumam receber, que ele ganhou a publicidade de uma TV e a sua cartinha chegou até aqui em Sampa…

Um amigo, do Acre, me mandou a matéria, publicada no site da Globo. Pensei em  enviar o pedido ao Palmeiras – imaginei que se ele ganhasse do clube de coração a sua tão sonhada camisa, ele se sentiria duplamente feliz – outros palmeirenses planejavam comprar a camisa e enviá-la. Mas nem deu tempo…

“Papai Noel” (a providência divina?) estava atento e colocou seus ajudantes pra trabalhar…

E o garoto, que, segundo a mãe, escreveu a cartinha com o coração, e acreditava sim que seu pedido seria atendido – acreditar é essencial -, nem de longe imaginou o que aconteceria…

O Palmeiras resolveu atendê-lo, e enviou na semana passada (17) uma camisa para ele usar no Natal. Mas não ficou só nisso. Mikael, que ficou famoso depois disso, acompanhado do pai e da mãe, virá conhecer o Allianz Parque, na partida do Verdão contra a Ponte Preta, no dia 4 de fevereiro de 2015; a viagem é mais um presente do Palmeiras.

Além da viagem, o garoto será presenteado com kits e camisas do Verdão e também com um plano de sócio-torcedor do programa Avanti, na categoria bronze.

Mágico, não é mesmo? Comovente. O seu amor incondicional ao Palmeiras tocou a todos que tomaram conhecimento da sua história – Mikael não precisa de títulos, nem de jogadores caros no elenco, para ser palmeirense, para amar o seu clube e sentir orgulho em vestir a camisa do time. Sua história nos chegou ao coração, ainda mais por ser a época em que todos estamos mais suscetíveis, mais sensíveis.  Época em que nos damos conta da importância das pequenas coisas, prestamos mais atenção aos sentimentos alheios, valorizamos o que importa de verdade…

E quantos de nós, ao conhecer a história de Mikael, se perguntaram? Será que não foi mesmo o “Papai Noel”? Será que não foi uma ajuda do Alto?

Eu nunca duvidaria…

Também pedi um presente ao “bom velhinho” e lhe “mandei uma cartinha” (Deus está nas palavras e em todas as coisas)… era um presente modesto, é verdade, mas era o que eu mais queria ganhar neste Natal… de Deus, da vida, do “Papai Noel”…

Pedi a ele(s) que, num dia e num lugar especial, num horário pré determinado, eu pudesse estar caminhando na rua,  com o coração e os ombros mais leves, deixando pra trás uma inquietação imensa… que eu pudesse olhar para o céu naquela ocasião e pudesse voltar a respirar, a encher os meus pulmões de ar e me deliciar com o perfume daquela noite, e pudesse me entorpecer de uma alegria com a qual eu sonhava há meses…

Pedi a ele para que eu pudesse ouvir as risadas dos meus amigos, e que, assim que chegássemos na calçada, pudéssemos nos olhar sem medo nos olhos, e, em paz, aliviados, nos abraçássemos, cúmplices e solidários por tudo o que havíamos vivenciado.

Parecia tão pouco,  mas era tanto…

“Papai Noel” atendeu o meu pedido – do jeitinho que estava na minha “cartinha” -, no dia 7 de Dezembro de 2014. Às 19h30, eu estava do lado de fora do Allianz Parque, exatamente como sonhara. E nunca mais vou me esquecer dos olhares molhados dos meus amigos, e os de todas as outras pessoas que vi… não vou me esquecer dos sorrisos, e tampouco dos gritos e dos abraços… nem dos que choravam copiosamente… não vou me esquecer daqueles milhões – sim, éramos milhões ali -, que submergiram, voltaram à superfície e, finalmente, puderam respirar… não vou me esquecer dos carros e da agitação da rua, não vou me esquecer de agradecer…

Que o seu Natal seja assim, meu amigo, feliz, com paz, alegrias e coração em festa, ao lado de pessoas queridas! Que a sua árvore seja enfeitada de esperança… E que os presentes trocados, sejam muito mais valiosos do que os que o dinheiro pode comprar, que eles sejam de sorrisos, beijos e abraços, de carinho, amizade, companheirismo, caridade, respeito e amor.

UM SANTO E FELIZ NATAL, PARMERADA! E que o “Papai Noel” abençoe você e a sua família nesta noite…

BOAS FESTAS!!

E aí, sai a lista da convocação da seleção brasileira…

E aí, na Inglaterra, eles publicam as fotos dos convocados por Felipão…

E aí, na hora de colocar a foto do Henrique, que foi convocado, de qual Henrique eles lembram mesmo?  Daquele, que fez meia dúzia de jogos pelo time “sem visibilidade”, time que “está ficando pequeno”, blá, blá, blá… nhem, nhem, nhem… mimimi…

Presta atenção no Henrique da seleção brasileira, que o jornal inglês “Daily Mail” publicou… Impagável!!!!!

E a “cereja do bolo” é a camisa que ele está usando!!!

Aprendeu, Tamoxunto? AQUI É PALMEIRAS, P#@&RRA!!

print Henrique seleção

Depois que fiz a postagem com a “capivara” dos nossos anti-éticos, deselegantes e desmemoriados vizinhos, para rebater os comentários ridículos do seu presidente, apareceu um monte de torcedores deles aqui. É óbvio que seus comentários não serão aprovados, uma vez que esse espaço é de uma palmeirense, destinado a torcedores palmeirenses. E de maneira alguma vou permitir que o blog vire um local de bate-boca entre torcedores de times rivais.

Alguns torcedores adversários listaram um monte de bobagens, como se fosse o Palmeiras quem estivesse se vangloriando por ter trapaceado um rival, e tivesse chamado um outro clube de ‘clube pequeno’ (essa falta de ética e de classe “queimou o filme” do presidente vizinho e falastrão, e, consequentemente, do seu clube também. Parece que nem o patrocinador gostou). Helloooo, leonores, quem fez isso foi o “desmemoriado” e “ético” presidente do “Dona Wilma F.C”.

Selecionei duas coisas para trazer a você, leitor…

“… o Palmeiras era um time racista nos primeiros anos após a sua fundação, e não aceitava jogadores negros”

Parece que houve um tempo que era assim mesmo, mas isso não era algo que acontecia exclusivamente com o Palmeiras, a sociedade brasileira era racista, esse era um problema da época (infelizmente, existe racismo no país até hoje). Dizem que o Fluminense, por exemplo, naquele tempo, ganhou o apelido de “pó de arroz” porque o jogador Carlos Alberto, mulato, tentando disfarçar a cor da pele, passava o cosmético no rosto antes de entrar em campo. Um horror isso, não é?

Graças a Deus, o Palmeiras consertaria logo as coisas. Og Moreira, em 1942, foi o primeiro negro a jogar pelo clube. Foi ele, aliás, que sofreu o pênalti que fez o São Paulo fugir do jogo, na final do Campeonato Paulista, momento espetacular da nossa história, que ficou marcado como “Arrancada Heroica”. Liminha, o autor do gol que  deu o título ao Palmeiras no primeiro Torneio Mundial de Clubes Campeões, em 1951, também era negro. Na galeria de imortais do Verdão estão craques maravilhosos, de futebol inesquecível, como Djalma Santos, Luís Pereira, Edu Bala, Nei, Jorge Mendonça, César Sampaio, Cleber, Djalminha… e o maior de todos, o Divino Ademir da Guia, filho de Domingos da Guia.

E atribuir a condição de racista à uma instituição cujos membros sofreram na pele a discriminação, apenas mostra que o jogo baixo não é privilégio da direção do tal clube vizinho, mas do pensamento comum de quem se identifica com ele.

Ou vamos fazer que não sabemos que os  italianos também sofreram com o preconceito, com a xenofobia? Especialmente, na época da guerra, quando qualquer italiano residente e trabalhador no Brasil, passou a ser “inimigo da pátria”, a ser perseguido, a ter os seus bens confiscados. O Palestra Italia também foi perseguido pelos quatrocentões da época, apenas por ser o “time de italianinhos”, “time de colônia”…

E foi por isso mesmo, para tentar se aproveitar da perseguição que havia aos italianos, e do confisco que faziam dos bens desses imigrantes, que os nossos atuais vizinhos tentaram tomar o estádio do Palestra Italia (as pessoas que lideravam o movimento para que o Palestra perdesse seu patrimônio eram todas ligadas a eles. E vale lembrar, o patrimônio do Palmeiras foi adquirido com recursos da sua gente e não com favores de governos). E isso tudo é história, é real, não é a torcedora palmeirense que inventa, por mais que os torcedores leonores queiram ‘berrar’ o contrário (e não foi só com o Palestra… Tietê em 35, Juventude da Mooca em 38, Associação Alemã de Esportes em 40 e em 42 a tentativa sobre o Palestra. Esse é o perfil deles).

E ainda hoje, o racismo, o preconceito, não são problemas resolvidos na sociedade brasileira, tampouco estão resolvidos no resto do mundo. Apesar de hoje, graças a Deus, essas demonstrações de preconceito serem consideradas atraso e ignorância, serem combatidas, ainda temos acompanhado várias situações de racismo e preconceito, principalmente no futebol. Entre as mais recentes, podemos citar a banana jogada em Daniel Alves e  a declaração do presidente “classudo” e “sensato” do SP (olha ele aí, de novo), que disse querer contratar o jogador Kaká porque ele tem todos os dentes na boca, porque ele é bonito (se precisa ser bonito, o que o goleiro faz lá há tanto tempo?) e sabe falar bem (ele quer um jogador ou um marido?)… a parte técnica do atleta parece nem ser levada em consideração… seria engraçado se não fosse uma baita demonstração de preconceito, não é mesmo?

Mas o absurdo “hors concours”, o suprasumo da falta de informação e da ignorância – uma vez que esse assunto já foi esclarecido e desmentido diversas vezes -, foi esse:

“… o Palmeiras se originou do Corinthians…”

Como diria o Chaves: “Que burro, dá nota zero pra ele(s)!”

O Corinthians foi fundado em 1910, por operários da região do Bom Retiro – principalmente da “São Paulo Railway” -, que praticavam o futebol em clubes da várzea dessa região. O objetivo era fundar um clube para continuar atuando na várzea (até porque era sabido por todos que a Liga da elite tinha enorme preconceito contra equipes populares da várzea).

O referencial dessas pessoas não era a etnia, mas sim a classe social e a região; eram todos operários, e de uma mesma região. E entre eles haviam espanhóis, portugueses, italianos, e até ingleses.

Na fundação do Palmeiras, os objetivos eram totalmente diferentes e mais arrojados. Em 1914, já haviam vários clubes italianos na cidade (25% da população era vinculada a esses imigrantes), mas eram todos varzeanos, clubes de operários que praticavam o futebol pelos campos disponíveis da cidade. Nas ligas da elite paulistana desfilavam apenas equipes representantes dos ingleses [Mackenzie], escoceses [Scottish Wanderers], alemães [Germânia] e da burguesia da cidade [como Paulistano e São Bento].

Depois da visita ao país de duas equipes italianas, que encheram a colônia de orgulho ao enfrentarem as poderosas equipes da elite paulista,  surgiu a vontade de se criar uma equipe que pudesse representar toda a colônia na cidade de São Paulo e jogasse na Liga da elite; um clube que pudesse reunir os vários atletas de origem italiana, espalhados por vários clubes da cidade, montando uma equipe única, competitiva, capaz de brigar por títulos contra as grandes equipes da elite.

Como você pode notar, a forma como os dois clubes foram criados e os seus objetivos na fundação eram totalmente diferentes. Vejamos agora, quem foram os seus fundadores e pioneiros.

Na reunião de fundação do Corinthians, em 1910, estiveram presentes:

Ambrósio, Joaquim
Bataglia, Miguel
Bataglia, Salvador
Campbell, Jorge
Correia, Anselmo
Desiderio, Afonso
Lopomo, Salvador
Lotito, Emilio
Magnani, Alexandre
Nunes, Antonio Alves
Pereira, Antônio
Perrone, Rafael
Silva, Carlos
Silva, João da
Teixeira, Alfredo
Valente, Felipe

Na reunião de fundação do Palmeiras, em 26/08/1914, eram esses os participantes:

Cervo, Luigi [Secretário-Geral]
Marzo, Luigi Emmanuelle [Vice-Presidente]
Ragognetti, Vicente [Diretor Esportivo]
Simone, Ezequiel [1º Presidente]
Aulicino, Antonio [vice-secretário]
Cileno, Francesco Vicenzo [inspetor de sala]
Giangrande, Oreste [revisor de contas]
Giannetti, Guido [revisor de contas]
Morelli, Francesco [2º mestre de sala]
Nipote, Francisco De Vivo [tesoureiro]
Rebucci, Armando [revisor de contas]
Silva, Alvaro F. da [1º mestre de sala]
Azevedo, Alfonso de
Betti, Delfo
Bucciarelli, Amadeo
Camargo, Francesco
Ciello, Michele A.
Del Ciello, Clementino
Ferré, Fábio
Gallo, Eugenio
Gallucci, Antonio
Giannetti, Giorgio
Giannetti, Giulio
Izzo, Adolfo
Izzo, Alfredo
Izzo, Luigi
Lamacchia, Giovanni
Lilla, Onofrio
Maninni, Battista
Médici, Luigi
Migliori, Alfredo
Mosca, Alfonso
Nigro, Giuseppe
Pareto, Leonardo
Prince, Giuseppe
Rizzo, Vicenzo
Rosario, Luigi M. F.
Romano Filho, Gennaro
Romano, Oreste
Rossi, Giovanni
Russo, Ercole
Tavollaro, Michele
Vaccari, Aughusto

E, agora, para concluirmos o assunto, aqui vai um passatempo do Blog da Clorofila…

Procure na lista de fundadores do Palmeiras (em verde), os “dissidentes do Corinthians”, da lista em preto, que ‘teriam fundado o Palmeiras’, e ligue os nomes. Quem encontrar nomes iguais nas duas listas vai ganhar um autógrafo do Valdivia.

Encontrou?

Não? 

Leia com calma…

Presta atenção…

Procura mais um pouquinho…

Nada ainda?

Oh, oh… Não tem, né?

Touché!!!  😉 

Depois  de ter atravessado a renovação de contrato do Palmeiras com o seu jogador, que, segundo deu a entender um apresentador de um programa esportivo, já tinha “pulado o muro” antes mesmo de jogar pelo Palmeiras contra o Criciúma (coisa feia, hein ‘Travec’?); depois de receber críticas do presidente da SEP, Paulo Nobre, sobre a sua conduta nada ética (Paulo Nobre foi ingênuo ao imaginar que o vizinho se conduziria com ética e lisura), o presidente bambi disse, entre outras bobagens, que o Palmeiras é um time pequeno.

Desrespeito e provocação irresponsáveis, de uma pessoa que não se dá conta que, ao se vangloriar de ter aliciado o jogador do Palmeiras,  está se comportando como se fosse um moleque contando vantagem por ter tomado a figurinha do álbum do vizinho; ao desrespeitar o clube rival, está instigando a animosidade e, consequentemente, a violência entre as torcidas dos clubes, que graças às presepadas históricas, e nada lícitas, do time dele, se tornaram inimigos.

Além do mais, todo mundo sabe qual é o time mais vencedor do Brasil, todo mundo sabe também, qual foi o time que recebeu o título de Campeão do Século…  Portanto, perdeu uma boa oportunidade de ficar calada essa pessoa, não é mesmo? Se ela acha que se comportar como um dirigente de um time de várzea é bacaninha, isso é problema dela. Mas precisa compreender melhor o sentido daquilo que fala.

“Time pequeno”…

E eu pergunto:

O time que é eliminado pela Ponte Preta, time da segunda divisão, numa semifinal de Sul-Americana, que tamanho tem???

O time que perde do CRB, time da terceira divisão, que tamanho tem?

O TIME QUE COLOCA O PREÇO DOS INGRESSOS A 2 REAIS, PARA NÃO TER ESTÁDIO VAZIO, QUE TAMANHO TEM?

O time que vende planos de sócio-torcedor com promoções de primeira mensalidade no valor de 0,50 centavos, QUE TAMANHO TEM?

O clube que tenta roubar, EU DISSE R-O-U-B-A-R, O ESTÁDIO DE UM OUTRO CLUBE, QUE TAMANHO TEM?

O time que consegue um estádio com terreno doado e com material de construção desviado de obras públicas, que tamanho tem?

O clube que se salvou da falência, numa partida realizada por caridade entre PALMEIRAS e Corinthians; o time que pegou dinheiro jogado em barricas por PALMEIRENSES e corintianos, nessa partida, e cujo presidente passava com uma bandeira aberta, recolhendo moedas jogadas por essas torcidas, QUE TAMANHO TEM??

O clube, que manda seguranças agredirem jogadores adversários no intervalo de uma partida, para poder sair com a vitória, QUE TAMANHO TEM?

O clube que contrata seguranças de um time pequeno, para agredir árbitros em seu vestiário, no intervalo de um jogo, pressionando-os a apitar favoravelmente pra ele, que tamanho tem?

O clube que recebe a alcunha de “Dona Wilma” por roubar jogadores da Base de outros clubes, que tamanho tem?

Um time que tenta ” fazer um agrado” no árbitro que vai apitar um jogo seu, dando a ele ingressos para um show da Madonna, que tamanho tem?

Um clube que precisou fazer um acordo com a SEP, para que o time alviverde, lhe fazendo um favor, fosse jogar partidas em seu campo, para conseguir dinheiro para a finalização do estádio, uma vez que não tinham torcida e nem renda, que tamanho tem?

O time que, por despeito, mandava esburacar o gramado do seu próprio estádio, que seria usado, em aluguel, por outros dois times, numa decisão de campeonato, que tamanho tem?

O TIME QUE ENGENDROU A FARSA DO GÁS, A FARSA DA PILHA, QUE TAMANHO TEM?

O time que, numa final histórica e épica no Pacaembu, valendo o título de “Campeoníssimo”, foge do gramado (SIM, ELE FUGIU, quando já perdia por 3 gols) para não ser goleado pelo Palmeiras, que tamanho tem?

Não basta se comportar como um imbecil, não é mesmo? É preciso também não ter memória.

Algumas coisas são explicadas pela ciência, outras pela fé. A Páscoa ou Pessach é mais do que uma data, é mais do que ciência, é mais que fé, Páscoa é amor. Albert Einstein

Podemos acreditar em Jesus Cristo como o Filho enviado por Deus, ou não… Podemos achar que ele foi apenas um visionário que passou por aqui, ou acharmos que ele foi apenas uma pessoa comum… Podemos sentir que ele foi o espírito mais iluminado que já pisou este planeta… Podemos acreditar em tudo isso e mais um pouco… ou nem acreditar…

Mas, o que ele veio nos ensinar, e que mais de dois mil anos depois, ainda não conseguimos aprender totalmente, é algo que nos toca profundamente, e em que todos acreditamos, tenhamos fé ou não, é algo que todos buscamos vivenciar, é aquele sentimento que nos faz melhores, nos faz felizes, nos faz maiores, nos faz mais humanos e, ao mesmo tempo, divinos… nos faz estar mais perto do inexplicável, nos leva pra perto da Luz,  pra perto de… Deus, nos faz entender que a vida é muito maior do que parece na maioria dos dias… nos faz renascer. Foi a amar que Ele veio nos ensinar, foi pra nos mostrar que somos amados que ele morreu e renasceu.

E o mundo não é nada sem amor…  Não seríamos quem somos, se nunca tivéssemos vivenciado e experimentado pelo menos um pouquinho de amor. Amor de Deus, de uma mãe, de um pai, de um filho, de um irmão, de uma avó, de um avô, de uma professora, de um amigo, de um homem, de uma mulher… de trocarmos amor e amarmos alguém, ao próximo, como amamos a nós mesmos.

Onde há amor, há paz, há luz…

A Páscoa é a paz dentro de cada um de nós, é o amor pela vida que nos foi dada…  é a gratidão pelo mundo de Luz que Ele veio nos mostrar… Páscoa é lembrarmos que Jesus morreu e renasceu para nos mostrar o sentido da vida, para nos ensinar o amor. Páscoa é a nossa alegria pelo renascimento!

Que Jesus, o grande mentor espiritual de nosso planeta, esteja no coração de todos nesta Páscoa!! E que a alegria do renascimento esteja em seu coração hoje e sempre!

FELIZ PÁSCOA!!

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=ito14AL7-cQ[/youtube]

O Blog da Clorofila se solidariza com o palestrino Conrado Cacace, do site Verdazzo, e repudia e lamenta a agressão covarde que ele sofreu na tarde de ontem, na Vila Belmiro, após a partida Santos x Palmeiras.

Para esclarecimento aos amigos do blog, segundo relato do próprio Conrado, enquanto ele descia as escadas, embaixo das arquibancadas, na área destinada aos palmeirenses, e estava distraído mexendo no seu celular, levou um soco no rosto e caiu, levando vários chutes em seguida, sem ter condição de ver quem era o seu agressor ou agressores.

Como resultado, ele teve várias fraturas na face e precisará se submeter à uma cirurgia.

Não se sabe quem foi, uma vez que o relato do Conrado é bastante breve, e nem poderia ser diferente. Caso sejam torcedores santistas que invadiram o local e o agrediram, o que é pouco provável, será inadmissível pensar que uma pessoa deva ser agredida apenas porque torce para um time diferente. Caso sejam palmeirenses os agressores, a maior das possibilidades, é deprimente saber que existem pessoas que resolvem assim as diferenças de pensamento e conduta. É triste observar que na falta de argumentos, a saída de alguns seja a violência; mais triste ainda é saber que esse tipo de coisa, tão primitiva, aconteceu entre palmeirenses, que deveriam colocar o fato de torcerem para o mesmo time, acima de quaisquer outras diferenças, ao invés de agredirem pessoas ou, vergonhosamente, comemorarem quando elas são agredidas.

Nada serve de razão para atos como esse, que já não deveriam mais acontecer nos dias de hoje.

Deixo aqui a minha solidariedade a você, Conrado. Melhoras, e que o período para a sua recuperação seja breve.

Tânia “Clorofila” Dainesi
Blog Da Clorofila

O Brasil, guiado pela impunidade, por um senso de moral seletivo, caminha para o desgoverno total, caminha para o favorecimento de alguns grupos em detrimento de outros. Nos dias de hoje, é mais fácil você surrar uma mulher e ser punido apenas com o pagamento de cestas básicas, do que surrar um homossexual e ir parar atrás das grades. Se você fizer uma manifestação na rua contra o governo, você vai parar na cadeia, mas se você for um político condenado por corrupção (há muitos corruptos e poucos condenados), aparece um monte de juízes (!?!?) “amiguinhos”, que dão um jeitinho para você ficar em regime semi-aberto, recebendo um considerável número de regalias (devolver o dinheiro adquirido com a corrupção, nem pensar)… Como se cidadãos pudessem ser diferenciados, em seus direitos de cidadãos, pelo sexo, cor, preferências sexuais, classe social…

No futebol é a mesma coisa. Cansei de ouvir no estádio, as coisas mais absurdas e horrorosas, proferidas por torcidas inteiras, para mulheres que atuavam como bandeirinhas, repórteres de campo, sem que jamais a imprensa dedicasse uma linha a isso, sem que alguém se revoltasse com isso, sem que direito humano algum quisesse enquadrar os agressores (xingamentos são agressões também), sem que alguém saísse em defesa do direito dessas mulheres serem mulheres, mas se você xingar um adversário de “bicha”, que escarcéu isso dá… é pejorativo. Chamar mulher de biscate, de cachorra, de gostosa, entre outras coisas bem mais ‘cabeludas’, é ‘bacaninha’, e não dá nada.

A sociedade vai se separando em grupos, e quando alguns desses grupos passam a ter mais direitos do que outros, nasce a hostilidade entre eles e eles começam a trilhar o caminho do ódio; sem contar o dano que a impunidade, concedida apenas para alguns, causa no âmago dessa sociedade, que, estimulada pelo que vê acontecer, passa a assimilar e repetir os comportamentos que deveriam ser punidos e nunca são.

A impunidade é uma doença em nosso país… E os interesses que estão por trás da impunidade são ainda piores.

No universo do futebol, estamos cansados de acompanhar o ‘dois-pesos-e-duas-medidas’ da Justiça Desportiva para punir clubes e atletas de clubes. O Palmeiras teve que jogar no interior porque a sua torcida brigou, enquanto que uma briga no Pacaembu, não deu em nada para o time de outros torcedores brigões. Punição para uns, impunidade para outros… clubes que caem e não vão para a série B, e clubes que não caem e têm a sua vaga tomada pelo que caiu… uma Justiça “prostituta” com dois tipos de moral.

Temos acompanhado os abusos de alguns integrantes de torcidas organizadas , de todos os times, e o dois-pesos-e-duas-medidas para se punir esses abusos e para punir os clubes aos quais elas pertencem. Já vimos recompensa em dinheiro(!!!), para um “di menor”, suposto assassino de um torcedor na Bolívia (eu nunca acreditei que ele fosse o responsável), já tivemos notícias de tantas brigas entre torcidas rivais, tantas mortes de torcedores; já acompanhamos as notícias de atletas que foram agredidos por torcedores, de outros que quase foram; de paredes pixadas, sala de troféus destruída, de apreensão de armas, de drogas, nas quadras de algumas torcidas… Violência que cresce a cada dia… e algumas torcidas são punidas – sem o rigor necessário, é verdade, mas são punidas -;  outras, ficam totalmente impunes… Alguns clubes, são punidos por atos de suas torcidas; outros, nem são lembrados e relacionados aos atos de seus torcedores…

O caso mais recente:

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As notícias são claras: Invasão, depredação das telas de proteção, perseguição aos jogadores – que precisaram ficar escondidos por horas -,  furto de coletes e equipamentos de treino, furtos de celulares, agressões, veículos dos jogadores danificados, danos ao patrimônio do clube, terror (o médico do clube, de tão assustado, teve uma alteração arterial, caiu e se feriu), uma funcionária pega pelo pescoço, um jogador também (mas, depois, ele desmentiu a agressão)… e, na ocasião, mesmo a PM estando no local ninguém foi preso, nem mesmo “convidado” a se retirar. Só depois de alguns dias, e muita coisa que ficou mal explicada (várias câmeras de segurança do CT, por exemplo, que ‘estavam com defeito’ e não filmaram os invasores), é que algumas prisões foram feitas.

Dos cem invasores, três foram presos no Centro de Detenção Provisória (um deles, era um dos que haviam sido presos em Oruro, pelo envolvimento na morte de Kevin Espada), e um quarto torcedor, também denunciado, estava foragido.

E não é que a Justiça concedeu alvarás de soltura pra eles, nessa segunda-feira?  O torcedor que estava foragido, teve o pedido de prisão revogado pelo juiz. Isso até poderia ter acontecido, caso tivesse ficado comprovado que eles não estavam envolvidos naquele episódio. Mas nunca poderia ter acontecido porque o juiz resolveu dar uma “canetada”.

Sabe por quê eles foram soltos? Porque  o juiz, Gilberto Azevedo de Moraes Costa, pasme, proferiu a seguinte sentença:

“… queriam apenas chamar a atenção: fazer com que os jogadores honrassem os salários que ganham”.

A denúncia oferecida pela Promotoria, que vai recorrer da sentença, foi rejeitada pelo juiz, que considerou que não houve formação de quadrilha. “tudo não passou de um ato (nada abonador) de revolta dos torcedores”.

“Fiéis que são e disso a própria equipe se vangloria -, queriam apenas chamar a atenção: fazer com que os jogadores honrassem os salários que ganham; mostrando um futebol verdadeiramente brasileiro.”

Para o magistrado, a denúncia não individualizou a conduta do trio. “Na espécie, a inicial também não descreve no que consistiu a participação dos réus. Lá se vê que eles teriam comandado, mas não se especificou no que consistiu esse comando. Aliás, não ficou claro se se tratava de instigação ou induzimento.”

Seja com torcedor do time que for, tem cabimento uma sentença como essa? Conheço torcedores corintianos que disseram se sentir envergonhados com isso.

Uma sentença como essa é mais do que um alvará de soltura, é um deboche, é um passaporte para a impunidade, um alvará de permissão para o uso da violência; violência  que a Justiça tem a obrigação de punir; um incentivo para torcedores de todos os clubes, organizados ou não (ou será que o raciocínio do juiz vale só para essa torcida?), invadirem CTs, agredirem pessoas, fazerem jogadores reféns, danificarem carros, furtarem equipamentos e celulares, a cada vez que eles se sentirem “revoltados”, ou cismarem que o time tem que mostrar um “futebol bem brasileiro”.

Que vergonha!! Como pode um representante da Justiça ter coragem de proferir uma sentença como essa? Como pode alguém se aproveitar do posto ocupado para fazer uma Justiça particular e proferir uma sentença tão subjetiva assim?

Seguindo a linha de raciocínio do juiz, podemos então, invadir o Planalto para chamarmos atenção, para exigirmos que eles honrem os polpudos salários que recebem por lá? É isso? Podemos fazê-lo por que estamos revoltados com o que está acontecendo no país? Porque o povo está abandonado, sem Educação e Saúde decentes? É o que tal sentença nos faz entender, não é mesmo?

Não sei o que você pensa, meu amigo, mas eu me reservo o direito de imaginar (pensar eu posso) que esse juiz ou não está em condições de fazer pleno uso de suas faculdades mentais, ou então, que ele é torcedor do time em questão e agiu apenas como tal. Se não for nenhuma dessas possibilidades, vou imaginar que ele não pode fazer com que a Justiça seja cumprida… e vou ficar aqui tentando imaginar por qual, ou quais, motivos ele não poderia fazê-lo…

O último que sair, por favor, apague a luz. Mas só isso, pois já não há mais portas para serem fechadas…

O Bom-Senso F.C. que me desculpe, mas, por melhores que sejam as suas intenções(?), não dá para engolirmos uma paralisação do campeonato, por um problema que pertence a apenas um clube e à sua torcida.

Eu sei que é a segurança dos jogadores (de todos os clubes) que está em jogo, mas, quando o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre,  pediu ajuda aos demais clubes para combater os abusos e violência das organizadas, violência que os jogadores do Palmeiras tinham sentido na pele, nenhum clube foi solidário, todos os clubes se recusaram, deixando o Palmeiras sozinho, inclusive, o Corinthians. A mesma coisa se deu quando se pensou em estabelecer regras para que os clubes não dessem mais dinheiro para as suas torcidas organizadas.

Além do mais, dentre os vândalos (destruíram instalações e carros dos jogadores), agressores (funcionários e jogadores foram agredidos) e ladrões (celulares foram roubados) que haviam no CT gambá, tinha gente do grupo que ficou preso na Bolívia, pelo assassinato do garotinho no estádio. Presos, que a diretoria corintiana (seus jogadores e técnico também) fez de tudo para libertar (arranjou até um menor para assumir a culpa); presos, que fizeram com que políticos brasileiros se deslocassem até a Bolívia para tentar negociar a libertação; presos, que a Rede Globo em incansável campanha, vendeu  como “apóstolos”, inocentes e  injustamente presos; presos, que o ex-presidente do Brasil tentou libertar usando a sua influência política; presos, que, segundo os jornais, pertenceriam à uma facção criminosa; presos, que depois de soltos, continuariam a se envolver em episódios de violência e crimes – um, foi preso assaltando na Bahia; outro(s), estava(m) na briga, dentro do estádio, com torcedores vascaínos, outro(s) na invasão do CT corintiano…

E se a diretoria corintiana protege e acoberta esses torcedores e essa torcida (o MP, a Justiça Desportiva e a PM também protegem), por que cazzo o campeonato tem que ser paralisado agora? Não faz sentido algum. Todos os clubes pagarão pela relação de camaradagem, financiamento e acobertamento dos delitos que existe entre o Corinthians e as suas organizadas? 

O Corinthians, além de ter muito interesse na paralisação do campeonato, uma vez que vai muito mal das pernas e das finanças (né, Paulo André?), é o único responsável pelo que aconteceu em seu CT. Foi picado pelas cobras que cria e sustenta (os defendeu até quando mataram um garotinho boliviano). Será que Vicente Matheus incorporou Mario Gobbi e estão tentando fazer um revival de 1979?

Será que é por isso que a maioria da imprensa esportiva (a parte corintiana dela) quer tanto a paralisação? Defendem tanto que isso aconteça? Será por isso que ela não pede a extinção da torcida (isso sim, serviria como parte da solução) como aconteceria se fosse com a torcida de outro clube?

A questão/solução passa muito longe da paralisação do campeonato – em que isso ajudaria os atletas e clubes?

A questão, e isso o Bom-Senso esqueceu, é cobrar do Corinthians, e da PM, os motivos que fizeram com que jogadores tivessem que ficar por 3 horas escondidos numa sala, e a comissão técnica em outra, fazendo barricada com armários, e a PM que estava no local não ter prendido ninguém, não ter sequer os colocado pra fora. Só eu achei  isso muito estranho, mas muito estranho mesmo?

O Bom-Senso, se tem mesmo bom-senso, vai perceber, “facinho”, que se as prisões não aconteceram, foi porque a diretoria do clube não quis que acontecessem. O presidente gambá teve a cara-de-pau (rabo preso?) de dizer que não houve invasão.

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Estava a PM no local enquanto agressões, roubos e vandalismos aconteciam e só agora é que vão analisar as imagens para tentar encontrar os culpados?

E se o Corinthians permitiu que os torcedores entrassem no CT, colocando em risco a segurança de seus atletas e funcionários, se o Corinthians não quis que os seus torcedores fossem presos, para que não levassem o longo rabo do clube junto, porque cargas d’água o movimento de jogadores (liderado por um jogador do… Corinthians), vai tirar da cartola uma paralisação, ao invés de cobrar, forte, uma atitude por parte do clube e  do MP?

Não tá certo isso, não, viu ‘seu’ Paulo André? Viu, Bom-Senso F.C.? É em cima do clube facilitador da violência e da PM inoperante que vocês devem ir.

Os jogadores dos demais clubes, principalmente os do Palmeiras, precisam tomar muito cuidado para que o seu movimento, que é muito justo, não seja usado para outros e escusos fins, como, por exemplo, aliviar e ajudar na má fase do Corinthians no campeonato, ou para um fim ainda pior, servir de trampolim para que Andrés Sanchez vá parar  na CBF (abram bem os olhos).

Muito cuidado, boleirada! E muito bom-senso também!

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“Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.” Cora Coralina

Ano passado, no Natal, nós éramos as palmeiras, que tinham sido podadas à força e precisavam renascer. Encolhidas, tristes, esperando por nova folhagem, novas flores… esperando por recomeçar. Algumas, tinham esperança; outras, não… algumas, preferiram acreditar; outras, não… algumas, procuraram tirar as pedras do caminho; outras, passaram o ano todo colocando novas pedras no caminho…

E, assim, os dias se passaram…

Eles não foram fáceis, eu sei, mas foram dias muito mais felizes, dias de recomeço. Dias de remover pedras, com alegria, com o espírito menos atribulado, com os sorrisos de volta.

Dias em que ficamos acompanhando a construção do Allianz Parque, a mais espetacular arena do mundo; em que ficamos contando pontos, gols, vitórias… dias em que nos alegramos com dribles, com jogadas lindas; que nos encantamos com a magia de Valdivia e a precisão de “Lã” Kardec, com zaga de Henrique e Vilson, com  maravilhosas defesas de Prass ; dias em que os mais diversos cantinhos do país, em alvoroço, ficaram aguardando a passagem do Palmeiras, o maior campeão do Brasil… Dias em que a arquibancada cantou e empurrou o time… dias em que a seiva correu forte pelo tronco das palmeiras, espalhadas pelo Brasil e pelo mundo; dias que nos separaram da volta à série A, cuja entrada fizemos pelos portões da frente e pelo caminho honrado (um gigante jamais poderia voltar de outra forma).

Nosso renascimento continua, temos muito caminho pela frente ainda, a reconstrução do Palmeiras está só começando.

Que esse Natal de 2013 nos ensine a paz, hoje, tão rara entre a nossa “família”… que nos ensine a união, que faz a força… nos ensine a cobrar e fazer críticas, sem o veneno dos interesses pessoais… nos ensine a respeitarmos uns aos outros, e ao Palmeiras acima de tudo.

Renascemos do pesadelo, e, agora, vamos em busca de nossas realizações, cientes de que ainda há pedras por retirar, roseiras por plantar e doces por fazer…

FELIZ NATAL, PARMERADA!!!

Que a paz e alegria, que tanto desejamos uns aos outros, sejam encontradas dentro de nós! Que o aniversariante deste Natal, mentor espirtitual de nosso planeta, encha de Luz as nossas vidas, agora e sempre!

Vamos celebrar o Natal em paz, com alegria, amor e gratidão. Va moscolocar nossos sapatinhos na janela, para que o Papai Noel nos traga, embrulhado em laço de fita verde-e-branca, o Palmeiras com o qual tanto sonhamos.

BOAS FESTAS A TODOS!

P.S- E não se esqueçam,  hoje tem a Missa do Galo… de sétimo dia!