Um absurdo o que estão fazendo com o Palmeiras, ele vem sendo garfado pelas arbitragens um jogo sim e outro também… As “forças ocultas” e nefastas, que esculhambam o futebol brasileiro (taí a horrorosa selenike que não me deixa mentir), parecem estar preocupadas com esse Palmeiras  2016. E agora nem disfarçam mais.

Hoje, meteram a mão no Verdão de novo, e com a assinatura do Sr. Dewson Freitas, o “c@#%ralho ruim” – by Robinho, que nos operou ano passado diante do Atlético-PR. E não apareceu quarto-árbitro, nem delegado, nem jornalista nenhum pra avisar que ele “errou”…

A coisa está cada vez pior, alguém precisa tomar uma providência, pra ontem (viu Palmeiras?), afinal, nem sempre vamos conseguir ganhar da arbitragem.

O texto sobre a roubalheira de hoje já está a caminho… estou pescando as imagens.

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As vitórias do Palmeiras deveriam valer 6 pontos cada… Pensa que é fácil jogar contra as arbitragens? Sem contar as vezes em que a “força-tarefa” da imprensa entra em ação…

Pintam e bordam com o Palmeiras…  Anulam gols legítimos seus, validam gols irregulares de seus adversários; dão penas exclusivas para jogadores palestrinos e não punem jogadores de outros times pelas mesmas infrações; não marcam as penalidades que sofremos; ignoram o jogo brusco em cima dos ‘parmeras’, mas consideram falta qualquer coisa que jogadores palmeirenses façam dentro de campo; distribuem cartões à vontade para os palmeirenses e os racionam para os seus adversários… perseguem nossos técnicos, que são expulsos e punidos por qualquer motivo, motivos que não servem de punição para técnico de nenhum outro time, e  a perseguição acaba assim que eles trocam de clube.

Cuca comemorou um gol dentro do campo e foi expulso; Tite fez o mesmo e nada aconteceu…

Cuca usou ponto (diz a imprensinha que usou), foi denunciado, julgado e pegou 2 jogos de gancho (seus auxiliares também), Tite fez o mesmo, Dorival, Marcelo Oliveira também fizeram, todo mundo viu, e nenhum deles foi denunciado, julgado ou punido – nem teve força-tarefa de repórter para que eles fossem pegos pelo STJD.

Cuca reclamou  da arbitragem – sozinho, não se  dirigiu ao árbitro – e foi expulso no jogo contra a Ponte Preta; o técnico do Grêmio, de dedo em riste na cara do juiz, reclamou até não querer mais na partida de ontem, no Pacaembu – pela TV todo mundo via e ouvia – e nada aconteceu…

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Parece que algumas regras só valem para o Palmeiras…

Marielson Alves Silva, o árbitro de Palmeiras x Grêmio – um mix de PCO, Sandro Meira Ricci, Carlos Eugênio Simon e tudo o que há/houve de pior na arbitragem -, abusou de garfar o Palmeiras. E descaradamente. Se dependesse da vontade dele e das circunstâncias que proporcionou (deixar nosso time uma pilha, amarelar vários jogadores nossos enquanto ignorava faltas desleais dos gremistas, validar gol impedido, ignorar penalidade sofrida por Jesus) teríamos saído derrotados do Pacaembu. Ficávamos com a impressão que ele tinha sido “sorteado” exatamente pra isso… e que dificultar para o Palmeiras era uma incumbência. Um verdadeiro ‘apito-inimigo’.

Todo Palmeiras x Grêmio é jogão, é pegado, tem atritos, bate-boca, é tenso, mas quando o juiz veste a camisa dos gaúchos fica ainda pior. Lembra o Henrique, na Copa do Brasil-2012, sendo expulso por ter levado um  soco na cara? O Barcos sendo pisado e xingado sem que o juiz fizesse qualquer coisa a respeito? O Valdivia levando um chute nas costas, na lateral de campo, com a bola em jogo muito longe dali? Então… só Deus sabe como foi difícil conseguirmos a vaga na final rumo ao título.

Meter a mão no Palmeiras é de praxe, é tranquilo, é favorável, nossos dirigentes nunca tomam providências – só os torcedores, “com mania de perseguição”, é que ficam revoltados.

Somos assaltados pelo apito em todas as situações, em tudo quanto é partida; contra times grandes, contra pequenos também; em amistoso, final de campeonato, fora de casa, em casa. Nenhum juiz é caseiro quando o mando é do Palmeiras (ser “caseiro” é usar dois livros de regras)… E o pior é que esses assaltos – que nos mandaram pra segunda divisão em 2012 – sempre encontram justificativas e justificadores na verborrágica imprensa esportiva… e nos cansamos de ler que foram “erros”, que era “lance interpretativo”, que “não acreditam em má fé”, que “a força não era desproporcional”, que “árbitros erram para os dois lados”, que “eu também não daria”, que “eu também marcaria”… tudo para fazer o torcedor “desver” o que ele viu.

Mas, Marielson Alves Silva, o árbitro dessa quinta-feira, abusou de “errar”, de “interpretar”,  de ignorar as faltas sofridas pelo Palmeiras, de não punir agressões sofridas por jogadores do Palmeiras, abusou de marcar qualquer coisa em favor dos gaúchos e de amarelar os de verde…. abusou de irritar os palmeirenses, de dentro e de fora de campo, abusou de permitir que um gol escandalosamente impedido fosse validado.

O interessante nisso tudo é que o tal Marielson Alves da Silva, que pertence ao grupo de árbitros da Bahia,  foi promovido pela CBF a aspirante FIFA. E isso foi em 10/05, não faz nem um mês.

O cara é promovido a aspirante Fifa e faz uma arbitragem dessa? Aham… Num jogo importante, entre o time que lidera(va) a competição e o maior campeão nacional, dois candidatos ao título? Ou a CBF é irresponsável em promover um árbitro fraco e incapaz como ele, ou ele tem capacidade sim, mas garfou o Verdão porque quis, ou, vai saber, porque quiseram que ele apitasse assim.

Os lances foram inúmeros, e a impressão que tínhamos era a de que ele viera incumbido de apitar daquele jeito, favorecendo o time visitante, que vinha com moral pro jogo, era líder da competição, sua defesa não tinha tomado nenhum gol ainda no campeonato.

O Palmeiras balançou a invicta rede dos gaúchos com um minutinho e meio de jogo, numa assistência linda de Dudu e finalização de Jesus, e aí nossos aborrecimentos começaram.. Alecsandro sofreu falta, e o juiz não marcou não marcou…

Geromel deu um coice em Jesus, e ficou por isso mesmo – Gabriel Jesus apanhou o jogo inteiro, e do time adversário inteiro (isso acontece em  todos os jogos).

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Jesus foi agarrado – acabou derrubado -, o juiz marcou só a falta, até aí, estaria ok, porém, mais tarde, Matheus Sales seguraria um gremista, e aí o juiz mostraria o amarelo pra ele. No final do segundo tempo, Fabrício também levaria um amarelo por tentar retardar um adversário…

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Dudu sofreu falta clara, foi empurrado na linha lateral e jogado pra fora de campo, na frente do bandeira, e nem bandeira nem juiz marcaram a falta. Uns segundinhos depois, o juiz assinalou uma falta de Dudu, e Dudu, que tinha acabado de sofrer uma falta não marcada, reclamou, com razão, e o juiz… deu amarelo pra ele. Para os burros da CBF, apanhar, tá liberado… reclamar é que é infração.

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O árbitro fazia o que bem entendia… Veja as imagens abaixo e tente adivinhar o que o “aspirante Fifa” (tá de sacanagem CBF?) marcou…

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Marielson Alves Silva, o “promovido pela CBF”, marcou falta do Tche Tche(!!??!!). Pode??? Ele foi pisado, agredido; Maicon nem lembrou da bola e só visou a perna do palmeirense, e tinha que ter levado vermelho, mas o “aspirante Fifa” marcou falta da vítima e não do infrator.

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E não pense que ele se equivocou porque não viu o lance, ou porque teve a visão encoberta… na na ni na não… Ele viu sim, e como viu.

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E, mesmo tendo visto,  ele resolveu ignorar a agressão, não expulsar Maicon, e inverter a falta… Por que será?

Apesar de todas essas ‘delicadezas’ em campo, o Grêmio levou o primeiro amarelo só aos 40′ de jogo, Dudu e Matheus Sales já tinham sido amarelados.

Jesus levou uma cabeçada de Geromel… e a coisa continuava “tranquila e favorável” para o gremista.

O juiz deu 4 minutos de acréscimo – boa parte deles por causa dos sinalizadores usados pela torcida gaúcha. E não é que ele validou um gol do Grêmio, em indiscutível impedimento de Bressan (tanto juiz quanto bandeira tinham visão do lance), e aos 49:22 min, além do tempo estipulado??

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Fomos com um empate para o intervalo graças ao árbitro. O Grêmio tem um bom time e, no segundo tempo, acabou virando o jogo, graças a um vacilo nosso – tivesse acabado assim o jogo, na conta de quem ficaria a nossa derrota? Na do “aspirante Fifa”, na de quem o “sorteou”, na da CBF?

Mas o Palmeiras, logo a seguir, com um golaço de Roger Guedes, deixou tudo igual. Jesus sofreu pênalti de Geromel na jogada, e o juiz não marcou nada (será que esse Geromel é parente do juiz? Teve alvará pra bater nos jogadores do Palmeiras). Por sorte, a bola ficou com o Roger Guedes que, de puxeta, fez um gol maravilhoso, mas a penalidade aconteceu antes, e o juiz não marcou.

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Geromel, que já tinha cometido várias faltas duras, só aos 26′  do segundo tempo é que recebeu amarelo, depois de mais uma falta dura em Jesus.

Pra atrapalhar o juiz, o Palmeiras  tinha muito mais presença ofensiva, era muito mais perigoso; Dudu cobrou escanteio, Vítor Hugo apareceu na área, subindo lá no 8º andar e, de cabeça, mandou um míssil pra rede do Grêmio e virou o jogo.

O jogo era tenso… o mesmo juiz que parara um ataque do Palmeiras para atender um gremista caído, não parou quando era Moisés quem estava no chão, e o Grêmio também não quis saber de fair-play,  isso revoltou Prass e seus companheiros e o tempo fechou entre os boleiros.

Lincoln deu um carrinho criminoso, por trás, em Roger Guedes, e o juiz só amarelou…

Dudu cobrou falta e, na sua terceira assistência do jogo, colocou na cabeça de Thiago Santos para fazer o quarto do Verdão.

O Grêmio descontou aos 45’… mas a noite era esmeraldina e o Palmeiras, que jogou muita bola, e foi bem melhor que o Grêmio, saiu com a vitória…

O árbitro (tchuuupa, juiz), que já tinha precisado da proteção da polícia no intervalo, ficou ali no campo,  protegido mais uma vez, e com aquela cara de tacho de quem apitou dois tempos em favor de um time.

Onde isso vai parar, eu não sei. Mas sei que nem todas as vezes, vamos conseguir superar o apito, e ninguém se responsabilizará pelo prejuízo que possamos ter. A  diretoria do Palmeiras precisa ficar bem esperta. Esse Palmeiras, de Cuca, tem tudo pra ser campeão.

“A decepção é um bichinho que se alimenta de expectativas… Somos eternamente responsáveis pelas expectativas (de ganhar todas) que cultivamos.”

Palmeiras foi à Campinas, no último sábado, enfrentar a Ponte Preta, pela segunda rodada do Brasileirão, e não se deu bem como visitante.

Começou jogando melhor, é verdade, foi pro ataque no comecinho de jogo e quase que abriu o placar com Jesus – ele acabou mandando a bola por cima do gol; em seguida, roubada de bola do Palmeiras – que marcava forte – e Cleiton Xavier finaliza pro gol, mas manda pra fora. E tínhamos só dois minutos de jogo…

Parecia que estava tudo bem e que íamos repetir o futebol da primeira rodada, no entanto, o Palmeiras começou a errar na defesa, começou a perder a bola, em lances bobos, vacilos, que acabaram nos custando caro.

A Ponte,  dona da casa, tratou de aproveitar, e logo o Prass precisou fazer uma “senhora” defesa. Nosso time procurava trocar passes, mas esbarrava na defesa da Ponte e não conseguia chegar…

O jogo ficou equilibrado, e os adversários iam criando as suas chances. A Ponte passou a atacar mais, mas o Palmeiras quase marcou depois de cruzamento de Roger Guedes, e cabeçada de Cleiton Xavier, que obrigou o goleiro a se esticar todo pra defender.

Eu achava que o Palmeiras estava esquisito… se do meio pra frente ele não levava tanto perigo para o adversário, do meio pra trás, alguns erros bobos, que ele cometia, traziam perigo para Prass. E foi assim, que, aos 23′, a Ponte cobrou uma falta num cruzamento longo, e a bola encontrou o atacante campineiro sozinho na área, sem marcação alguma, e  ele nem precisou saltar para cabecear e abrir o placar. Assim, não pode, né? Que vacilo!

O Palmeiras deu espaços, a Ponte aproveitou; o Palmeiras teve boas chances de marcar, mas desperdiçou; em duas delas, o goleiro salvou a Macaca.

Veio a segunda etapa, Cuca colocou Dudu em campo (aí sim!) e sacou Matheus Sales (por onde anda o Thiago Santos, hein Cuca? Ele era titular e estava indo bem quando você chegou), trocou também Alecsandro por Rafael Marques.

O Palmeiras buscava a reação, se movimentava bem, mas a Ponte procurava não dar espaços (já fazia cera também)… Cuca sacou Roger Guedes e colocou Moisés em campo, Dudu jogaria aberto pela direita.

Achei que o Palmeiras melhorou com as substituições, principalmente com a entrada de Moisés, e isso fez a Ponte ir para o campo de defesa. As investidas passavam a ser mais  do Palmeiras.

Então, nosso velho conhecido de todas as partidas, o árbitro do jogo – na ocasião era Leandro Vuaden -, marcou uma falta inexistente de Tche Tche e, na sequência expulsou Cuca por reclamação.

Vou fazer um aparte aqui, pra me aprofundar nessa expulsão. O árbitro expulsou Cuca, porque ele reclamara sozinho – não se dirigiu ao árbitro – da marcação errada e prejudicial ao Palmeiras – a CBF dá poderes para os árbitros “errarem” como bem entenderem e engessa técnicos e jogadores (os do Palmeiras, principalmente) que podem ser prejudicados, mas não podem reclamar do prejuízo? Tem que ter impeachment na CBF também.

O filho da mãe do árbitro, o Sr. Leandro Vuaden, que não sabe escrever “Palmeiras” e escreve “palmeira”, expulsou o Cuca porque ele deu socos no ar… e isso está na súmula da partida. Que coisa, não??

E por uma falta  que não aconteceu, o que dava razão ao Cuca de reclamar. A imagem está embaçada, mas dá pra ver perfeitamente o pé do Tche Tche, que vai na… bola.

Tche-Tche-na-bola

Até o Sálvio Spínola confirmou que a falta não existiu… e quando ex-árbitrosa (imprensa e programas esportivos tb) dão pareceres favoráveis ao Palmeiras é porque a coisa é muito verdade mesmo.

É sempre a mesma história, técnico do Palmeiras – pode ser quem for – é sempre expulso. E, ainda que continue a ser a mesma pessoa, com o mesmo temperamento e jeito de ser, quando ele muda de time, ‘voilá’, os árbitros nunca mais se lembram de expulsá-lo por motivo algum.

Lembra do Cuca sendo expulso na Vila Belmiro, num jogo de semifinal, por ter entrado no campo durante a comemoração?

https://www.youtube.com/watch?v=goAK1afMj10&feature=youtu.be

Entrar no campo não pode, né? Será que não mesmo? Um Tite, descontrolado, invadindo o campo para comemorar com Jadson, ninguém pensou em expulsar, né? E se não pode pra um, por que pode pra outro?

Mas o Cuca, esse “mau elemento”, lá em Campinas, deu soco no ar, porque ficou contrariado com a marcação errada do juiz… É muita vontade de expulsar o Cuca, você não acha? Conta outra, Vuaden, e aprenda a escrever, é P a l m e i r a s, com “P” (maiúsculo) e “s” no final.

Voltemos à partida…

O Palmeiras ia pra cima. O jogo caminhava para os 40 minutos, quando Gabriel Jesus, saindo de frente para o goleiro, dominou uma bola levantada na área e balançou a rede. A arbitragem anulou o gol, marcando impedimento, e marcou muito errado. E não  fui eu só que achei, não.

PalxPon2016-impedimento-mal-marcado

Num programa esportivo, acharam o mesmo que eu…

https://www.youtube.com/watch?v=gxwThmC-mCA

O ex-árbitro, Sálvio Spínola, também achou o mesmo, e explica o lance…

https://www.youtube.com/watch?v=047xv2k9QJs

Um “erro” capital, não é mesmo? A arbitragem, que tem que ver mais do que todo mundo – pra isso e por isso é que existem árbitro e auxiliares nas partidas -, não viu que foi o jogador da Ponte quem cabeceou a bola  que Jesus recebeu… e esse “não ver” acabaria determinando o resultado da partida…

A gente torcendo por um gol e quando faz um, legalíssimo, vem a arbitragem  e o anula… que filhos da “Pluta”. Nunca vou acreditar que essas pessoas se enganam, porque sei que  elas são preparadas para desempenhar a função. E se eu sei que “não há impedimento se foi o adversário que tocou a bola”, juiz e bandeiras têm a obrigação de saber também.

Logo depois dessa “apitada” (o Vuaden devia estar apitando com garfo), levamos uma bola na trave, mas o Palmeiras não desistia…

45’… Dudu pegou rebote da defesa inimiga e chutou forte, o goleiro rebateu e Moisés, esperto, mandou ela pro  gol. O juiz deu cinco minutos de acréscimo, o Palmeiras continuou tentando, mas o jogo acabou assim.

A arbitragem, que não pode fazer o resultado das partidas, deu dois pontos para a Ponte Preta e tirou um do Palmeiras, mudando até a posição dos clubes na tabela de classificação… e isso porque o campeonato está só começando…

Entra ano e sai ano e somos prejudicados pelas arbitragens. Um ponto faz a diferença entre um campeão e o vice, entre um time que caiu e um que ficou na série A…

Certamente encontraremos muitas pedras no caminho, mas abre o olho, Palmeiras, e abre muito, e enquanto está no começo… Para o jogo contra o FluminenC o árbitro será o Sandro Meira Ricci, que é um velho “conhecido” nosso… (garfou a gente, ano passado, diante do Goiás, lembra? Na Copa do Brasil, diante do Inter, garfou um pênalti cometido sobre Jesus).

PRA CIMA DO FLU, VERDÃO!! RUMO AO TÍTULO, SIM!! E cuidado com o garfo, oooops, com o apito!!

 

Eu não via a hora de chegar o sábado… Vinte dias sem Palmeiras em campo estava sendo um castigo. Não via a hora, também, de ver como estaria o time depois do período em que o Cuca pôde treiná-lo; ver se o time estaria veloz, se teria um esquema de jogo que funcionasse, se os jogadores estariam numa “vibe” diferente…

Tinha muito boas expectativas para o jogo, mas o Palmeiras me surpreendeu. Jogou fácil, sem tomar sustos, se impôs, pra valer, em seus domínios (sim, o adversário teve medo do Palmeiras) e deu o primeiro passo, dos 38 que precisará dar, rumo ao título.

O Allianz Parque estava lindo, cheio de gente (34 mil parmeras). As camisas mais maravilhosas do mundo desfilavam diante dos meus olhos. Todos os modelos atuais, alguns antigos também, estavam ali.

Não sei se foi por causa da saudade, da abstinência, mas deu um nó na garganta quando o Palmeiras, de camisa nova (linda), entrou em campo. Em alguns trechos do nosso “hino nacional” eu só mexi a boca, porque a voz tropeçou na garganta…

Iríamos ver o Palmeiras que Cuca imaginou para o Brasileirão. O lateral Tche Tche faria a sua estreia, Roger Guedes vinha de titular em lugar de Dudu, que ainda não estava apto pra jogo, Cleiton Xavier estava de volta… a torcida, com letras verdes em camisetas brancas, mandava o recado “Estamos juntos rumo ao título”. Título, que o técnico Cuca nos prometeu…

E só deu Palmeiras! Se compararmos os dois tempos de jogo, diremos que o primeiro – parte dele – foi mais equilibrado. Mas foi delicioso ver o Palmeiras jogar os 90 minutos sem sustos, com o Prass tranquilão, praticamente “de folga”; com Jesus, pra variar, levando muitas botinadas, desde os primeiros minutos de jogo; com Tche Tche e Jean trocando de posição em campo muitas vezes; com Cleiton Xavier fazendo uma bela partida; com a velocidade de Roger Guedes; com Barrios jogando bem;  com Jesus, desculpe a heresia, matador…

O Palmeiras marcou muito bem o Atlético, que se viu obrigado a, muitas vezes, tentar com lançamentos mais longos (isso não funciona, e sabemos muito bem). E, quando  tentou ficar com a posse de bola, sofreu com os contra ataques velozes do Palmeiras.

Achei que o juiz  deixou os adversários baterem, e não gostei disso nem um pouco.

Mas não dava nem tempo de ficar com raiva… a alegria era a palavra do dia. Cleiton lançou Jesus,  que desceu pela esquerda e cruzou na medida para Roger Guedes guardar. A bola ainda bateria em Thiago Heleno, mas, ao contrário do que disse a “press”, quem chutou mesmo foi o parmera.

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Os adversários batiam um bocado, mas o juiz, que deixava de marcar muitas faltas cometidas pelo Atlético, resolveu dar um amarelo para… Barrios. E um amarelo totalmente “non-sense”.

Jean cruzou pra Jesus e ele foi atropelado na área pelo goleiro, levando uma cotovelada na cabeça e precisando de atendimento médico. Juizão não marcou nada. Como pode? Jesus à frente, e o goleiro Wewerton, tentando defender, chega por trás, dá uma cotovelada na cabeça dele, joga o corpo em cima dele o jogando no chão, e para o juiz não foi nada? Não há nenhuma regra que obrigue o jogador a se desmaterializar em campo para facilitar a defesa de um goleiro, né? Então…

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Thiago Heleno levantou o pé  no rosto de Roger Guedes e o juiz, não marcou nada (contra o Palmeiras pode tudo)… essas coisas dão raiva, precisam ser lembradas e ditas, porque, muitas vezes, atrapalham e prejudicam o jogo do time que o juiz deixa apanhar.

E o árbitro causou uma confusão em campo… Barrios foi atingido por trás por Paulo André; o juiz parou o jogo e sinalizou que daria amarelo para… Barrios (ele cismou com o parmera, né?)!! Seria o segundo, e ele teria que expulsar o palmeirense  – por ter sofrido falta de Paulo André, vê se pode? Então, ele se tocou, ou foi avisado, do absurdo que ia fazer e, consertando a lambança, voltou atrás e deu (só) amarelo para o Paulo André – que  deu um carrinho por trás em Barrios, quando ele teria chance clara de gol. O Atlético, na maior cara de pau, ainda ficou reclamando.

Mas o Palmeiras mandou na primeira etapa (Tche TChe fazia uma bela estreia), e muitos ataques verdes se seguiram até o juiz apitar o final do primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Verdão voltou avassalador, veloz e determinado a aumentar o placar. Troca de passes em velocidade entre Cleiton, Jesus, Barrios, Cleiton (de novo), que cruzou na área pra Jesus guardar o segundo do Verdão. Que gol lindooooo! O décimo gol de Jesus na temporada. E com 22 segundos de jogo! Allianz explodia em festa.

O Palmeiras mostrava uma boa evolução era leve, rápido… Jesus estava impossível e, de cabeça, quase fez mais um; o goleiro conseguiu tirar. Um minuto depois, aos 7′, Cleiton Xavier cobrou escanteio e Thiago Martins, no primeiro pau e meio de costas pro gol, se antecipou, e de cabeça meteu a bola na rede pra fazer o terceiro do Palmeiras. A goleada se desenhava… e a torcida quase morria de felicidade.

Léo, que já tinha batido bastante nos parmeras o jogo todo, foi expulso por falta em Jesus. E, como se não tivesse feito nada, saiu dizendo que o árbitro era fraco (a press também diria que foi uma suposta falta)… Aham! E ainda ficou barato para o Paulo André, que já tinha amarelo, e também acertou Jesus…

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Era Verdão e só Verdão em campo… Jean, quase… Roger Guedes, quase… O Atlético não sabia nem de qual caminhão de mudança tinha caído.

Cuca substituiu Cleiton Xavier (que pedira substituição) por Moisés, depois Barrios por Alecsandro.

As chances verdes se mutiplicavam… a torcida fazia festa em lateral, ataque, desarme… era só alegria no Allianz, e todos sabiam que ia sair mais gol.

Rafa Marques entrou no lugar de Roger Guedes. E foi ele, Rafa, que uns minutinhos depois, aos 41′, enfiou uma bola pra Gabriel Jesus dominar com estilo, entrar na área, fuzilar o goleiro, marcar o seu segundo gol e o quarto do Verdão. E Jesus saiu “atirando pra todo lado” na comemoração. Coisa linda esse menino!

E o jogo terminou assim… 4 x 0 pro dono da casa para alegria imensa de sua torcida.

Foi só o primeiro passo, de 38 que teremos que dar em busca do título. Sabemos que nem tudo serão flores em nosso caminho (nunca é, pra nenhum time),  no entanto, num campeonato de pontos corridos, é preciso ter regularidade. Que o Palmeiras sabe jogar, e bem, eu sei, eu vi nessa rodada (e não foi por acaso) mas o time precisa encaixar e fazer com que passe a ser rotina goleadas como essa, vitórias tranquilas como essa, um adversário com medo do Palmeiras, como foi o Atlético-PR.

Vamos em frente, Verdão! Temos um título a  conquistar!

SEGUNDA PARTE – “Edilsão 2015”

Nunca as arbitragens “erraram” tanto na história do futebol como no Brasileirão 2015… Mas a imprensinha jura – e vai repetir isso até que vire verdade – que foi na bola…

O modus-operandi mudou, mas o absurdo de se dar um campeonato de presente, tirando dos demais clubes as chances de realmente disputá-lo, foi o mesmo do Brasileiro 2005 e de outros tantos. Ainda faltavam três rodadas, e o título do “Edilsão, versão 2015” já tinha sido entregue, e da maneira mais descarada possível.

Sabe aquela criança, que você pega pela mão para ela aprender a andar, e fica por perto pra ela não cair quando se desequilibrar, até que ela, sabendo que tem alguém para ampará-la, caso necessite, consiga caminhar sozinha? Assim fizeram com o S.C.Itaquera.

Depois que o ajudaram a ganhar confiança,  a “andar” (rapidinho) no campeonato, e o colocaram na primeira colocação, ele foi sozinho, ou quase, quando ia dar uma escorregada, a mão generosa do apito estava lá para ampará-lo. Aí apareceu o trabalho do técnico, o futebol bacana, o time sem pressão… Saber, por antecipação, que vai “dar certo” é uma tranquilidade…

Pra se ter uma ideia, foram 35 rodadas, sem que nenhum, eu disse NENHUM, pênalti fosse marcado contra o S.C.Itaquera, mesmo ele tendo cometido vários (isso é muito revelador), alguns deles, verdadeiras jogadas de vôlei. E nenhum dos árbitros que apitaram seus jogos viu qualquer coisa – fizeram o oposto com o Palmeiras, não marcando nenhum dos muitos pênaltis que ele sofreu em casa, nem muitos dos que ele sofreu fora, mas assinalando outros tantos contra ele, que nem aconteceram de fato…

Edilsão2015-pênaltis-cometidos-e-sofridos

Só na 36ª rodada, quando o título já tinha  sido “conquistado”, marcaram uma penalidade contra o time de Itaquera. E uma penalidade inventada, diga-se de passagem, com cara e pinta de ter sido arranjada para mascarar a vergonha de 35 rodadas sem um mísero pênalti contra e de ter sido beneficiado o campeonato todo.

35 rodadas podendo  cometer pênaltis impunemente…  Como esse de Uendel, por exemplo. Tão “discreto”, tão “difícil” para a arbitragem marcar, não é mesmo?

Edilsão2015-Bambis

Mas essa bola na mão, com  braço junto ao corpo, e que veio de um chute muito próximo, eles marcaram. Ah, mas era contra o Palmeiras…

Edilsão2015-PênaltiMandrake-VictorRamos

Ficou parecendo que a “ajeitada” dada na regra sobre o toque de mão na bola foi feita para facilitar o trabalho das “forças ocultas”. E, levando-se em conta que já tinham determinado antes que as arbitragens tivessem mais rigor com as reclamações dos jogadores, ficou meio estabelecido que, levar porrada e ser garfado podia/pode, mas reclamar disso, não.

A juizada fez a festa com essa nova possibilidade de interpretação… Inventou pênalti onde não tinha, ignorou os que não queria (não podia?) ver… e ai daquele que reclamasse. E a imprensinha, com bem raras exceções, disse amém às apitadas. Tinha sempre um “eu também marcaria”, “eu também não daria”, “os árbitros erram com todos os times”…

E todo mundo se perguntava: quem será que banca a “cegueira” das arbitragens? Por que a regra não legitima essas “apitadas” não. Pela regra, nas imagens postadas acima, aquele toque de mão do Uendel, não assinalado, foi muuuito pênalti; o pênalti de Victor Ramos, o juiz só marcou porque estava com vontade de marcar…

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Não bastasse isso, ainda teve um extra, o de se fazer todos os times, menos um (a princípio, dois) jogarem às 11h00 da manhã, aos domingos, no “calorzinho básico” que faz aqui e que mina o rendimento da maioria dos jogadores.

Roubo-Brasileiro-20015-jogos às 11a

Segundo as notícias, Corinthians e Flamengo seriam poupados da experiência a pedido da Globo, por causa da audiência. E já estamos carecas de saber que esse papo de audiência é só papo mesmo, não é?
https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/12/15/quem-e-que-da-mais-audiencia-mesmo-dona-platinada/

O experimento teve início na primeira rodada do Brasileiro, em 10/05/2015.  E até Setembro, só um time ainda não tinha jogado às 11h00 – o Palmeiras já tinha feito 3 partidas nesse horário, outros clubes tinham feito 5  (Flamengo, FluminenC e SPFW, que sempre recebem agradinhos da CBF, também eram poupados, e tinham feito só 1):

Roubo-Brasileiro-20015-jogos às 11-1

Então, porque estava dando muito na cara, marcaram – às pressas – um jogo do time de Itaquera para uma manhã de domingo, contra o Joinville, último colocado na tabela. Tudo no “disfarcetion”. Fariam depois uma segunda partida de manhã, mas a pedido da diretoria do Santos, o adversário, que pensava apenas na renda.

A imprensinha noticiaria ao final do campeonato: “Números do Timão impressionam”. E ela tinha razão, o número de pênaltis cometidos por seus jogadores e não marcados pelas arbitragens, os dos gols irregulares e validados, os dos gols legítimos dos adversários, que foram anulados… o número de pontos que lhe foram “doados,” os que foram tirados de seus concorrentes diretos (o Galo, por exemplo), eram, e ainda são, impressionantes.

E sem contar aquelas coisas que as arbitragens brasileiras sabem fazer tão bem… amarrar o jogo de um time e liberar o jogo de outro, aplicando cartões amarelos e vermelhos à conveniência de alguns, deixando de marcar algumas faltas, inventando outras… dando licença para alguns times baterem à vontade… mudando resultados de partidas… Tudo muito impressionante mesmo.

E foi assim, com muitas reclamações de torcedores, clubes, jogadores, e até mesmo de alguns (poucos) jornalistas,  que o time que pouco aspirava na competição (perdera jogadores importantes por não ter dinheiro nem para pagar os salários), pulou da 7ª colocação (16 pontos) para a 1ª . Arrancaram do Atlético-MG – prejudicado quando “foi necessário” – a liderança do campeonato. E tudo com o “selo de qualidade” da arbitragem brasileira, e do Chefe de Arbitragem, o Sr. Sérgio Corrêa, aquele mesmo, que o ex-árbitro Gutemberg acusara de fazer pressão nos árbitros que iam apitar jogos do S.C.Itaquera.

Gutemberg

É muito provável que eu tenha me esquecido de algum “erro” de arbitragem dentre os inúmeros erros que fizeram o campeão de 2015, porém, acredito que os mais relevantes estejam aqui.


9ª rodada – Corinthians 2 x 1 Figueirense

Uma penalidade “mandrake” marcada contra o Figueirense, e a expulsão do zagueiro Thiago Heleno, por causa do pênalti, que não existiu.

https://youtu.be/aBpRsgaBl_8


11ª rodada – Goiás 0 x 0 Corinthians

O juiz não viu, porque não quis, nada errado nessa “faltinha” de Gil no atacante do Goiás. Pênalti, e muito pênalti, aliás.

Edilsão2015-Goiás


17ª rodada – São Paulo 1 x 1 Corinthians

Pênalti escandaloso, cometido por Uendel e não marcado pela arbitragem. Muito provavelmente, seria uma derrota na conta do “S.C.Ajudado Paulista”…

Edilsão2015-Bambis1


18ª rodada – Corinthians 4 x 3 Sport

Pênalti inventado por Luís Flávio de Oliveira. Veja só, a Comissão de Arbitragem “sorteia” um árbitro paulista, e corintiano, para apitar uma partida entre Corinthians e Sport. E no finalzinho da partida, o árbitro paulista e corintiano,  faz essa presepada a favor do time paulista, e quando o placar era de 3 x 3. O jogador está caindo – ninguém cai com o braço colado ao corpo – a bola toca em seu braço e ele marca a penalidade máxima.

Edilsão2015-Sport

OK, poderíamos até acreditar que foi apenas uma questão de má interpretação da regra, de critério do tal Luís Flávio, mas, acontece,  que o mesmo Luís Flávio , que assinalou a penalidade contra o Sport, não assinalou essa penalidade aqui contra o Cruzeiro:

Roubo-Brasileiro-20015-Gambá-Oliveira-Cruzeiro-pênalti-cometido

Dois critérios diferentes, “dois pesos e duas medidas” do gambá Oliveira, para “errar” , “coincidentemente”, a favor do seu time de coração – o “liMdo” também operou o Palmeiras, rival figadal do time dele, na primeira final da Copa do Brasil.

A Comissão de Arbitragem não é fraca nos “sorteios” não…

Roubo-Brasileiro-20015-Gambá-Oliveira-dois-pesos-e-duas-medidas

Depois desse jogo, a opinião pública caiu de pau – mais ainda – nos benefícios do apito para o time de Itaquera. O jogador Diego Souza, do Sport, disse publicamente que o Corinthians era beneficiado pelas arbitragens. Em todas as bocas se falava tanto do “Apito Amigo”, que o jogador corintiano, Elias, saiu com essa:

Edilsão2015-DeclaraçãoElias1

Então, né? Parecia até um pedido…  E não demoraria nadinha para que ele fosse atendido e as arbitragens colocassem o time do Elias na liderança.


19ª rodada – Avaí 1 x 2 Corinthians

Um gol do Avaí mal anulado pela arbitragem, e mais uma vitória na conta do apito.

Edilsão2015-Avaí


22ª rodada – Corinthians 2 x 0 FluminenC

Gol legítimo do FluminenC anulado pela arbitragem quando o placar era 1 x 0 para os paulistas e o time carioca estava muito melhor na partida do que o dono da casa, o que poderia desencadear uma reação do visitante. Mas, imagina se a arbitragem ia deixar o time Itaquera correr esse risco… Olha o “impedimento” que foi marcado:

Roubo-Brasileiro-20015-cícero-impedimento-fluminense-x-corinthians-


23ª rodada – Palmeiras 3 x 3 Corinthians

Pênalti de Cássio sobre Gabriel Jesus, que a arbitragem ignorou. A imprensinha tratou logo de dizer que “eles dividiram a bola, que Cássio foi na bola”… A imagem (abaixo) mostra que o goleiro foi pra cima do jogador palmeirense e o derrubou (veja onde Jesus estava no início e onde estava quando foi atingido. Veja que o goleiro é que foi em sua direção, e de pé direito levantado). A bola, inclusive, já tinha passado, como mostra uma das imagens. E tanto houve o contato violento, que o goleiro teve até um corte na perna e precisou ser atendido.

Se o goleiro não foi na bola, se houve o contato violento com o atacante, se ele derrubou o jogador que ia  pro gol… como é que chama isso?

Um pênalti – a possibilidade do Palmeiras fazer um gol -, mais a expulsão do goleiro, que o juiz não deixou acontecer… O Palmeiras deixou de ganhar 2 pontos, e o Corinthians ganhou 1, de presente da arbitragem.

Roubo-no-derby-pênalti-em-Jesus

Roubo-no-derby-pênalti-em-Jesus1

Foi na bola sim… Deus tá vendo.  E Jesus também.

Roubo-no-derby-Cássio-esquece-a-bola

E não foi só isso, teve também a falta não marcada em Arouca na ocasião do terceiro gol “itakera”. Bola em jogo, e o Arouca sendo puxado na área (imagem abaixo)… a arbitragem nada marcou.

Edilsão2015-Palmeiras-Arouca


26ª rodada – Inter 2 x 1 Corinthians

De novo, Uendel, o “goleiro de linha” itakera, meteu a mão na bola e arbitragem nada marcou. O Inter ganhou (no sufoco), é verdade, mas o jogo estava 0 x 0, era praticamente o primeiro lance da partida, quando a arbitragem, beneficiando o time do Apito Amigo, ignorou a penalidade máxima cometida por Uendel (vida mansa a do time cujos jogadores de linha podem meter a mão na bola à vontade).

Edilsão2015-Inter


27ª rodada – Corinthians 2  x 0 Santos

A arbitragem marcou uma penalidade em Vagner Love, quando a partida estava 0 x 0 – ajudinha boa. A penalidade existiu mesmo, mas, antes dela, teve uma solada do atacante corintiano, teve uma mão na bola do mesmo Vagner Love e, só depois, é que ele sofreu a penalidade. O juiz “ficou cego” por uns momentos e “não viu nada” do que aconteceu antes,  assinalando só o que ele quis…

Roubo-Brasileiro-20015-Santos-soladaVL0 Roubo-Brasileiro-20015-Santos-soladaVL

Uma solada digna de cartão vermelho, que o juiz fez de conta que não  viu, na sequência, V.Love ajeita a bola com a mão, e só depois disso tudo recebe a falta… Mais uma vez, um árbitro “segurava a mão da criança” mais favorecida desse “Edilsão, edição 2015″…

Edilsão2015-Santos


34ª rodada – Corinthians 2 x 1 Coritiba

Pênalti contra o time itakera no primeiro tempo, não marcado pelo juiz.

Edilsão2015-Coritiba

O benefício maior na partida, um absurdo, foi a marcação de impedimento em uma jogada totalmente legal do Coxa (ele lutava contra o rebaixamento, e precisou ser garfado em benefício do time itakera). O bandeira tinha condições totais de observar a legalidade da jogada, e o juiz também. E era jogo em que o Galo poderia encostar… Mais uma vez, “seguraram a criancinha pela mão”

Edilsão2015-Coritiba-impedimento1

Um descaramento marcar impedimento nessa jogada, não é mesmo? Na sequência, Cássio cometeu pênalti (esqueceu a bola e foi no jogador), e poderia/deveria ter sido expulso, mas como juiz e bandeira já tinham dado uma apitada amiga pro “Curintia”, invalidando a jogada legal  do Coxa… ficou por isso mesmo.

Edilsão2015-Coritiba-impedimento

Uma vergonha esse campeonato. Uma vergonha o que as arbitragens fizeram. Uma vergonha a imprensa legitimar tantos “erros”…

Teríamos que ser muito inocentes para imaginarmos que os árbitros todos “resolveram  ajudar um mesmo time  a conquistar o campeonato”, assim, sem mais, nem menos… porque, talvez, “eles sejam todos corintianos e, na dúvida, apitaram em favor do time de coração”… Aham…

Os 7 x 1 na Copa não foram acidente de percurso. Hoje, há um abismo entre o futebol europeu, a sua organização e estrutura, e o que chamamos de futebol aqui.

Não somos mais o País do Futebol…

Mapa-Corrupção-Futebol1

Somos o país da corrupção e maracutaia no futebol – e não só no futebol -, o país dos dirigentes corruptos, dos resultados arranjados, da televisão que manda no esporte, da mutreta no tribunal, da imprensa omissa e covarde.

O esporte mais querido dos brasileiros (será que ainda é?) agoniza… A CBF, mergulhada em corrupção, conseguiu esculhambar e enlamear o futebol brasileiro… Pra se ganhar um título legitimamente hoje em dia, é preciso ganhar das arbitragens também, dos “sorteios” de árbitros, como o Palmeiras precisou fazer na Copa do Brasil…

Passa da hora de acabarem com a CBF. Passa da hora de acabarem com o  tribunal de promotores/torcedores, que julgam de acordo com a “cor das trancinhas”… tá na hora de acabar com essa tentativa canalha de espanholização do futebol brasileiro…

Agora é a hora de virar essa grande lata de lixo de cabeça pra baixo, “queimar todo o lixo” e começar tudo outra vez.

No Brasil a corrupção é motivo de orgulho. Não a escondem mais, pelo contrário, os corruptos gabam-se dela e a usam para ironizar os demais.

PRIMEIRA PARTE – 

Del-Nero-medo-de-ser-preso

Essa notícia é de várias semanas atrás…  Depois disso, ele já negociou a sua saída da entidade máxima do futebol, mas sem abrir mão de comandar a  “Confederação Brasileira dos Ovos de Ouro” (imagina se alguém ia querer largar um ossão desse?), no entanto, acusado pela Justiça americana de fazer parte do esquema de corrupção da Fifa, anunciou seu afastamento do cargo de presidente da CBF (nem esquentou muito a cadeira), podendo renunciar a qualquer momento, podendo também ser preso a qualquer momento.

Vai bem a CBF – o futebol brasileiro -, não é mesmo? Um ex-presidente, José Maria Marin, – no poder até o ano passado -, foi preso na Suíça por corrupção, depois de ter sido pego pelo FBI quando estava na Europa numa reunião da entidade, foi extraditado para os EUA e pagou uma fiança de US$ 15 milhões(!!!!!) para esperar o julgamento em prisão domiciliar, ou seja, no seu apartamento na 5ª Avenida. Tá podendo o Marin, hein? -; o outro, Marco Polo Del Nero – o presidente atual -, tem medo de sair do país para não ser preso também (por isso não ia às reuniões da Fifa), tentou, sem sucesso, arranjar um habeas-corpus para não ser preso em razão das investigações da CPI do Futebol, e para ter o direito de se manter calado quando interrogado (bobo ele, né?), e, agora, acusado pela Justiça americana, está prestes a renunciar e a ser preso aqui também; e há ainda Ricardo Teixeira, genro de João Havelange, ex-presidente da Fifa, à frente da entidade máxima do futebol durante o período de 1989 à 2012, que também está com medo de ficar zanzando pelo planeta e tem seu nome envolvido em escândalos e mais escândalos de corrupção – Andrew Jennings, o jornalista inglês, e suas denúncias que o digam.

Não foi à toa que, para o futebol brasileiro, a Copa do Mundo de 2014 tenha sido o maior fracasso da história, e o maior vexame também. Com essa picaretagem toda, o futebol tupiniquim, da seleção nacional, de zagueiros chorões – que virou um balcão de negócios e uma grande piada -, que toma de 7 x 1 em Copa do Mundo no Brasil, ficou em segundo plano e agoniza…

Se as acusações e suspeitas sobre os dirigentes da entidade máxima estão nesse nível, se eles estão envolvidos em tantos trambiques, qual a credibilidade do campeonato nacional, o mais importante e longo do país (e por ser longo, ele “rende”…),  que esta entidade organiza? Faz tempo que esses campeonatos brasileiros estão pra lá de suspeitos…

A Copa do Brasil não ficou atrás também, o Palmeiras precisou vencer as arbitragens nas quartas de final, nas semifinais e nas finais, nas partidas de ida e de volta também. Gols legítimos anulados, pênaltis não marcados, gols irregulares dos adversários… (o quarto árbitro da primeira partida final, em que o Palmeiras foi garfado por Luís Flávio Oliveira, fez declarações importantes no programa “Bate Bola”, de 08/12,da ESPN, sobre o pênalti não marcado em Barrios. Pena que não se encontre nada disso no site do canal de TV).

As queixas são inúmeras, e os absurdos das armações também. A cada ano temos um modus-operandi diferente, mas sempre contando com os “estimados serviços” das arbitragens e seus incontáveis “erros”. Tudo sempre, e de certa forma, legitimado pelos “braços-direitos” da CBF.

Um deles, é o famigerado STJD – do promotor falastrão, que teve seu nome envolvido na Máfia dos ingressos da Copa – que denuncia, julga e pune os jogadores dos clubes de acordo com a “cor das suas trancinhas”, que promove os julgamentos mais incoerentes e descabidos, que inventa penas e ganchos exclusivos para alguns jogadores, por infrações que não punem nenhum outro jogador do país e do mundo. E tudo isso sempre favorecendo os mesmos clubes, e desfavorecendo os de sempre (quem não se lembra como o FluminenC voltou da segundona em 2013, no mesmo mês em que caiu, e de como “caíram” a Lusa para que ele voltasse e o Flamengo não caísse, não é mesmo? As investigações concluíram que a Lusa vendeu a vaga, só não “conseguiram concluir” quem as comprou. “Difícil” concluir isso, né? Parece até piada).

Outro “braço-direito” é a imprensa esportiva, ou melhor, uma boa parte dela, na qual está incluída a emissora de TV, a rgt, que parece dona do futebol brasileiro; que coloca áudio gravado, em jogo ao vivo, para fazer parecer que uma determinada torcida é maior e mais barulhenta em determinados jogos (fez isso há alguns anos lá em Recife, e a torcida do Sport chiou um bocado depois, revelando a prática até então desconhecida do público); que já editou até tira-teima, para legitimar uma garfada do apito em favor desse mesmo time – e da selenike também – dessa mesma torcida (a imagem, mostrada no tira-teima para legitimar a anulação de um gol legítimo do Vasco, na Libertadores 2012, era completamente diferente da imagem da Fox no mesmo lance. A da rgt, além de editada, espertamente mostrava a posição do jogador no momento em que a bola já estava no ar, e não no momento do toque, que seria o correto); que tem sempre por comentaristas de arbitragens ex-árbitros que, quando na ativa, promoveram os maiores absurdos com o apito, favorecendo os mesmos favorecidos de sempre; emissora, que o jogador Alex acusou de ser a grande mandante do futebol brasileiro e de usar a CBF como seu escritório.

É essa emissora, e a CBF, que a opinião pública acusa de tentarem promover a espanholização do futebol brasileiro (uma boa parte da imprensa tupiniquim, omissa que é, parece ajudá-los nessa tarefa), empurrando, fortalecendo e tentando fazer protagonistas apenas dois times (Corinthians e Flamengo), e mais uns dois como coadjuvantes, enquanto o resto se afunda; emissora que transmite inúmeros jogos de apenas dois clubes, enquanto esconde outros – o Palmeiras, principalmente – , e que paga cotas de TV de valores altíssimos apenas para esses dois mesmos clubes – alguns outros recebem quase a metade -, justificando essa diferença com índices de audiência, que, se analisados, não comprovam o parcelamento das cotas que ela faz – no futebol alemão, campeão do mundo, pra se ter uma ideia, as cotas de TV são praticamente iguais entre os clubes, para que todos se fortaleçam e o futebol do país se desenvolva…

Em 2005, o campeonato brasileiro, que deveria ter sido conquistado pelo Internacional, foi colocado no colo do Corinthians. Todo mundo viu o que aconteceu… todo mundo viu o “boi de piranha” – Edilson, o árbitro –  que arranjaram para legitimar a anulação de 11 partidas do campeonato (a única maneira de impedir que o Inter fosse campeão), sendo que em muitas dessas 11 partidas não tinha havido nada que pudesse sugerir uma tramoia da arbitragem; e todo mundo viu também como foi que mesmo nos jogos “rejogados” meteram a mão para que o Corinthians ficasse com os pontos (e o título)… contra o Santos, por exemplo.

Todo mundo viu o seu Márcio Resende de Freitas operar o Inter diante do Corinthians  e depois, se aposentar e  virar comentarista de arbitragem numa afiliada da rgt; todo mundo ouviu as escutas telefônicas da Polícia Federal sobre a lavagem de dinheiro praticada pela MSI através do Corinthians, o clube que ela patrocinava; todo mundo ficou sabendo das contas no exterior, para onde enviavam parte dos “salários” de alguns atletas do clube; todo mundo ficou sabendo dos mandados de prisão, até mesmo para Dualibi, o presidente corintiano, e a declaração, via telefone, desse mesmo Dualibi, afirmando que o campeão de 2005 deveria ter sido mesmo o Internacional (dá um Google que você encontra tudo isso)… todo mundo ouviu falar de um certo relógio de ouro que o presidente da CBF teria recebido ao final do campeonato do representante da MSI (cujo endereço na Inglaterra era o de uma academia de ginástica, algo parecido com o patrocinador atual, cuja empresa nem CNPJ possui)…

Uma vergonha, um escândalo, uma maracutaia imensa que, se fosse na Europa, rebaixaria o time favorecido com a mutreta e daria o título ao seu legítimo campeão, que enfiaria muita gente na cadeia, mas que aqui no Brasil, ficou por isso mesmo.

Ninguém foi preso, o ex-árbitro tá por aí, mas ninguém sabe, ninguém viu; Márcio Resende de Freitas – que expulsou o jogador Tinga, do Inter, após ele levar uma voadora do goleiro Fábio Costa, do Corinthians, dentro da área, – se aposentou; Szveiter deixou o STJD e sumiu dos noticiários (mas o filho “herdou” o tribunal), Armando Marques, da Comissão de Arbitragem, também se aposentou e saiu de cena (morreu ano passado)… todo mundo sumiu do mapa…. a imprensinha “esqueceu” e…voilá… foi como se nada tivesse acontecido. Mataram a verdade, e criaram outra realidade.

E já que, à exceção do Inter, os demais clubes se calaram, e a opinião pública se deixou engabelar… entrou em cartaz, para todo o Brasil, e para alguns outros países do planeta, a segunda edição do Edilsão 2005, o nosso Campeonato Brasileiro 2015.

(Continua na Segunda Parte)

….

Eu não assisti ao jogo do Palmeiras contra o SPFW, exceto os 3 minutos finais (pé-quente eu? Maaagina)… Ia assistir pela internet, mas não consegui achar um link que funcionasse (depois do jogo eu veria os vídeos). Então, acompanhava os comentários de alguns amigos com os quais eu conversava via whatsapp, acompanhava o Twitter, o Facebook… Que difícil não poder assistir.

Um amigo da Itália me dizia que num canal de lá, que transmite jogos do Brasileiro e  que ia transmitir o Palmeiras, Altafini Mazzola – que sempre torce para o Verdão nas transmissões (claro) – , seria o comentarista.

Em jogo, na tarde desse último domingo, estava o lugar do Palmeiras no G4, que os leonores, com dois pontos a menos, estavam louquinhos para ocupar.

A partida começou e, uns dez/quinze minutos depois, parmera nenhum estava gostando do que via/ouvia/lia… todo mundo já reclamava que o Palmeiras estava deixando o SPFW jogar. Lá na Itália, Mazzolla, enfurecido dizia: “Isso não pode ser o Palmeiras”, “Será que entramos só com 9 jogadores?”. Ah, Mazzolla, meu caro, esse ‘nosso’ time anda tão bipolar. Tem dia que joga certinho, e tem dia que parece não saber como fazer a bola rolar em campo.

O SPFW arriscava de longe muitas vezes, e nossos defensores deixavam que eles continuassem arriscando. Nas maioria das vezes, os leonores finalizavam muito mal; nas outras, Prass segurava a bronca fazendo boas defesas.

O nosso time não estava jogando nada, essa era a verdade, nada criava também (e o meia lá no banco, né MO?), e ia tentando viver dos chutões à frente. Segundo me diziam, Gabriel Jesus estava num dia bem ruim, Robinho estava numa inércia irritante… ninguém estava bem. Só um time jogava, e, para nosso desgosto, era o time adversário…

“Assistindo” à partida através dos comentários de muitas pessoas, eu concluía que esse “só um time joga” demonstrava que os leonores também tinham suas deficiências e não estavam aproveitando o apagão do Palmeiras… Afinal, se só um time joga, por que é que ele não está ganhando, e de goleada? Aí eu ficava mais desgostosa ainda, porque, se o Palmeiras estivesse num dia bom, venceria os bambis “facinho” outra vez.

De qualquer forma, eu não gostava nadinha de saber que o Palmeiras, totalmente apagado, abdicava de jogar e deixava o time leonor vir pra cima numa boa. É como dizem…”Deixa o adversário chutar uma, chutar duas, chutar três… e uma hora ela entra”. Ai, ai, ai.

Numa das tentativas tricolores, Prass saiu saiu do gol para se antecipar ao jogador leonor que vinha em direção à área, mas se atrapalhou e, tentando evitar que a bola passasse por ele e sobrasse para o jogador adversário, tocou a bola com a mão quando estava fora da área. O juiz nada marcou, a jogada seguiu e o jogador do SPFW chutou pra fora.

Na TV – me contavam -, todo mundo se apressou em pedir até a expulsão de Prass, mas acontece que o Prass estava fora da área mesmo, mas a bola não estava toda fora. Todos sabemos que num lateral, por exemplo, a bola tem que ter saído inteira para que se considere que ela saiu mesmo, não é assim?A risca da área é considerada “dentro” na marcação de penalidades. Então… por sorte de Prass ou por ele saber muito bem o que estava fazendo (who knows?), a bola não saiu inteira, e a não marcação acabou sendo correta – opinião que se dividiu entre os especialistas televisivos tendo o “bola dentro da área” ganhado do “bola fora da área”.

Prass está fora da área, mas se inclina bastante, para trás, em direção à ela, como podemos ver na imagem abaixo:

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Na outra imagem, vista do alto, a risca do campo nos mostra direitinho que, no momento do toque, a bola não tinha saído completamente. Infelizmente, mesmo a TV tendo “trocentas” câmeras em diversos locais do estádio, só esses dois ângulos foram disponibilizados.

Prass-defesa-bola-dentro-da-área1

As tentativas leonores continuavam, assim como os seus erros de finalização.

Garimpar as notícias, ainda mais quando os informantes estão todos nervosos, era um sofrimento. Eu não via o que estava acontecendo e ficava mais nervosa ainda. O Palmeiras não tinha finalizado ainda uma única vez (?!?!).

As opiniões dos amigos eram unânimes: sofríamos com a falta de criação, com erros de posicionamento também. E o Allione lá no banco.

A coisa não mudava, e  o Palmeiras continuava não jogando nada. E pelo que eu podia concluir das coisas que lia, apesar da má jornada de Gabriel Jesus, era ele o nosso mais perigoso e veloz jogador, e o Prass ia segurando o rojão lá atrás também.. O Palmeiras, bem marcado nos seus cruzamentos, ficava sem alternativas para chegar ao gol leonor. Que saudade de um certo meia…

Não era possível que o Palmeiras não fosse acordar e jogar.. alguma coisa tinha que acontecer…

Nossa primeira finalização acontecia aos 29′ (!?!?), mas a bola de Robinho carimbou a trave. Ai, meu San Genaro…

Rafael Marques levou uma traulitada de Bruno, por trás,  e o juiz marcou falta do… Rafael Marques! É mole? Como ele poderia ter visto cometer falta alguém que levou um desleal carrinho por trás? Tudo bem que ele consertou e desmarcou a falta do Rafa e marcou falta do Bruno, mas o cartão que o Bruno deveria ter tomado… ficou na “conta do Abreu”, o juiz não deu e nem eu.

O jogo continuou igual. Porém, aos 47′, a arbitragem aprontou conosco. Ataque do Palmeiras e a bola foi lançada à frente. Gabriel Jesus foi puxado pelo jogador são paulino, mas a bola sobrou para Rafael Marques, que ia sair na cara do “goleiro do sorvete com cobertura”… E o que Anderson Daronco, o árbitro, fez?? Beneficiou o SPFW, o infrator, e parou a jogada para marcar falta em Jesus e dar cartão para o jogador tricolor, quando Rafael Marques sairia na cara de Rogério Ceni.

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Tá brincando, seu Daronco?? O senhor também não fez o “Ensino Fundamental” da Arbitragem? Até lá na Itália, narrador e comentaristas acharam ridículo o árbitro não dar vantagem ao Palmeiras na jogada. O juiz tirou do Palmeiras a chance de tentar marcar um gol. Esse Brasileirão é uma maracutaia só.

Na segunda etapa, entrou João Pedro e saiu o Girotto, e o Palmeiras parecia estar mais veloz e mais acordado nos primeiros minutos, e mostrava que queria jogo. Barrios teve uma oportunidade,  mas finalizou em cima dos marcadores.

Não deu nem tempo de reclamar do Barrios e meus amigos me deram a notícia… gol do SPFW. Um chute de fora da área. Água mole em pedra dura… e nossa pedra nem estava tão dura assim… A superstição “conversava comigo” e me fazia acreditar que se eu estivesse assistindo à partida, o Palmeiras não estaria perdendo. E nada daqueles malditos links funcionarem.

MO, queria o lugar no G4 de volta e colocou o Palmeiras mais pra frente; Alecsandro e Kelvin entraram nos lugares de Barrios e Lucas. Osorio, por sua vez, chamou o Wesley… Aeeeeeee, Osorio!!  😈

O SPFW fazia o tempo  passar… a torcida purpurina comemorava o G4… e o Palmeiras tentava… Gabriel Jesus pisou na bola e caiu. Que dia infeliz, tudo nos acontecia…

Aos 44′, achei um link que funcionava… minha esperança não morria…

Estávamos nos acréscimos,  Kelvin recebeu de Jesus e mandou pra fora… VAAAAMOS, PALMEIRAS!!

E foi então, que, aos 47′, em meio às comemorações leonores, o SPFW deixou a meta aberta e o Robinho foi lá e dobrou a meta!

Isso mesmo. Presepada do Rogério Ceni, que quis sair jogando dentro da área, o Alecsandro apertou, ele se apavorou, tocou errado e deu de presente pro… Robinho. Podia ter dado a bola pro Jesus, pro Rafa, pro Alecsandro, pro bandeira, pro Osorio, pra qualquer um… mas não, tinha que ser para o Robinho. Risos eternos! Robinho não se fez de rogado e meteu por cima, por cobertura… de novo!!   Que golaaaaaaço!! Gol de placa! Gol de “Dá licença, bambi, esse lugar no G4 é meu”.

A cara do Ceni de “f………, de novo” enquanto ele olhava a bola entrar, não tinha dinheiro que pagasse… Se nos tivesse sido dado o poder de escrevermos o “roteiro” dessa partida, jamais faríamos melhor, estamos rindo até agora. O M1CO está tão acostumado a levar gols por cobertura dos parmeras, que agora ele já está dando até assistência. hahaha  Se demorar muito pra aposentar vai virar ídolo da parmerada. Aposenta não, Ceni!! (Lá nos Emirados, o Mago deve ter curtido à beça esse gol)

https://www.youtube.com/watch?v=4oYATotxcSE

E ainda bem que aquela vidente purpurina,  “Mãe Fabulosa dos Gols Fantasmas”, tinha vaticinado que o Robinho nunca mais faria um gol como o que ele havia feito  no Allianz… Ele não só fez de novo, como foi diante do mesmo time, no mesmo goleiro e na casa deles. Tchuuupem, leonores!

E na saída do Panetone – me contaram -, enquanto a parmerada comemorava o gol de placa,  um sorveteiro solitário e sorridente gritava pelas ruas:

-Olha o sorveeeeete de uva verde!! Quem vai querer? Tem duas coberturas!! 😈

Depois da vitória em cima do Cruzeiro, na quarta-feira, assegurando a vaga à próxima fase da Copa do Brasil, o Palmeiras, de olho no G4, receberia o Joinville, no domingo, pelo campeonato brasileiro.

A rua Palestra Italia/Turiaçu estava repleta de torcedores. Os vendedores ambulantes não davam conta de vender água, cerveja, refrigerantes… fazia muito calor e o sol forte demais estava duro de aguentar – e pensar que a CBF pretende continuar com essa ideia infeliz de jogos às 11 da manhã. Se às 16h00 já estava difícil, imagina como serão os jogos das 11h00 daqui pra frente? E sem contar que, enquanto tem time que já fez até cinco partidas nesse horário – o Palmeiras já fez três – o time que está sendo ajudadíssimo pelas arbitragens ainda não fez nenhuma. Pilantragem da CBF? Maaaaagina…

O Allianz Parque estava cheio, quase 30 mil pessoas foram pro jogo – a Torcida Cappuccino é um espetáculo. E todo mundo apostando numa vitória sem sustos; todo mundo ainda falando do bolão que Jesus tinha jogado no meio da semana.

Parmerada feliz…

Na entrada do Allianz, eram distribuídos corações infláveis, em homenagem aos 101 anos do Palmeiras… <3

Na entrada do time, a nova camisa prateada, em homenagem à primeira taça do Palestra…

Na hora do hino, o som que ganhava o infinito… “Meu Palmeiras, meu Palmeiras” – impossível medir o tamanho desse amor… impossível não se emocionar…

Quando o juiz apitou o início da partida, nossos corações, que se emocionaram com a entrada do time em campo, com a execução do “nosso hino” particular, ainda estavam desavisados…

Victor Ramos fez um longo lançamento lá pra frente. Do lado esquerdo, Jesus, numa aparição súbita (esse Jesus e suas aparições…) avançou por trás da zaga, ficou com a bola e, com uma baita categoria, com um toque perfeito, guardou no canto de Agenor.

Sabe quanto tempo tinha de jogo? Quarenta e nove segundos!

Delírio na bancada! Palmeiras na frente, e com gol do nosso menino Jesus.

Egídio roubou uma bola, avançou com ela, cruzou na direção de Barrios e ele quase faz o segundo…

Dudu roubou uma bola no meio de campo e, de chaleira(!!!!), lançou Gabriel Jesus, colocando-o na cara do goleiro – que passe lindo. Pena que o zagueiro conseguiu salvar antes que Jesus chutasse.

O Palmeiras era o Senhor do Jogo, só dava ele rondando a área inimiga, ora aparecia Barrios por lá, ora Jesus… o JEC não conseguia passar pela nossa marcação.

Aos 23′, Robinho cobrou escanteio, a zaga aliviou, e Zé Roberto pegou a sobra, mandando uma bomba de fora da área; o goleiro rebateu, só que Dudu estava esperto no lance e mandou pra rede. Palmeiras avassalador! E festa da Que Canta e Vibra.

Mas, então, “o sol se escondeu”, e “nuvens escuras apareceram”…

Victor Ramos falhou ao tentar interceptar uma bola; na sequência, Vitor Hugo não conseguiu evitar o cruzamento, e Marcelinho Paraíba, na cara de Prass descontou… E isso, apenas três minutos depois do nosso gol… que vacilo!

No minuto seguinte, um lance bisonho, na verdade, um lance bastante infeliz… ataque do JEC, João Pedro foi aliviar e chutou em cima de Zé Roberto, a bola bateu no palmeirense e voltou, sobrando para Marcelinho Paraíba empatar a partida.

Que balde de água fria na parmerada… Como assim, Palmeiras, tomar dois gols em pouco mais de um minuto? Erros e falhas acontecem, mas time que quer brigar por títulos, que quer entrar no G4, não pode vacilar assim, nunca.

O pior é que o Palmeiras estava bem na partida, estava tranquilo, tudo certinho, ganhando por 2 x 0, e aí, acontece essas coisas… A gente nem sabia o que pensar, e, bastante contrariados, continuávamos torcendo.

Ataque do Verdão, Dudu enfiou uma bola na medida para Barrios, na cara do goleiro. Muito marcado, ele mandou pro gol e a bola, maledeta, bateu na trave, ficou viva na área, mas o goleiro ficou com ela.

O Palmeiras buscava a vitória, ia pro ataque, mas nada do gol sair. Uma tentativa com Barrios; outra com Vítor Hugo, de cabeça; uma rápida troca de passes entre Dudu e Zé, lançamento para Egídio; ele entra na área e chuta forte, com endereço no canto do gol, mas o goleiro consegue se esticar todo e espalmar… João Pedro, recebe na direita, dá um corte no jogador do JEC, deixa ele no chão e cruza, buscando Zé Roberto, por muito pouco ele não alcança a bola…

Mas o gol não saiu (cadê o meia pra criar as jogadas, MO? Cadê o Allione?), e fomos para o intervalo com esse empate duro de digerir.

A torcida vaiou o time… eu não costumo vaiar o Palmeiras, mas não posso condenar quem vaiou, a torcida tinha toda razão em estar muito aborrecida.

Mas eu sabia (acho que, no fundo, todo palmeirense sabia), iríamos ganhar de 3 x 2, na bacia das almas, mas sairíamos com a vitória. Comentei isso com um amigo.

O Palmeiras voltou do intervalo com Alecsandro no lugar de Barrios. Achei justa a substituição, mas queria também o Allione no lugar do Robinho, que não estava bem na partida. O MO não pensava como eu e deixou o Robinho lá.

O Verdão começou a visitar mais a área inimiga… Mo chamou Rafael Marques para o lugar de Egídio, que também não estava  bem no jogo.

Uns minutinhos depois de entrar, Rafael Marques fez jogada com Gabriel Jesus e sofreu falta. Robinho cobrou a falta direto pro gol, o goleiro do JEC rebateu, Jesus pegou a sobra, chutou forte e quase fez o terceiro.  Não era possível que o nosso gol não saísse…

Alecsandro entrara bem na partida, pena que o nosso meio de campo ande acionando tão pouco os atacantes. Ainda bem que temos o Dudu e seus cruzamentos e passes lindos (tá jogando um bolão e merecendo musiquinha especial também).

22’… Ataque do Palmeiras… Robinho toca para Alecsandro que, inteligentemente, deixa a bola passar pra Dudu, ele desce até a linha de fundo e cruza na área… e quem aparece pra mandar a bola pro gol? Quem? Ele mesmo! Jesuuuuuuuus, lindooooooo!

E ele corre feliz, sorrindo como menino, esbanjando alegria de menino,  que faz gols de gente grande…

Festa no Chiqueiro! O Allianz transbordava alegria. E ela era maior ainda porque fora nosso menino Jesus, iluminado, quem marcara o gol. Acho que até os anjos no céu estavam comemorando…

Não tinha mais nuvem escura… não tinha mais coração pesado… a Luz era nossa outra vez. Pena que Jesus, com câimbras, teve que deixar o jogo – Thiago Santos entrou e foi muito bem.

Na playlist da parmerada, uma nova música… e ela ganhava os ares e o coração da torcida – nova morada do menino Jesus: “GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA… É GABRIEL JESUS!!”. Que lindo! Ele merece!

Pra falar a verdade, nem vi o resto do jogo direito. Sei que tivemos algumas chances de ampliar, sei que o juiz nos surrupiou um escanteio, sei que cantamos muito… e sei que ele apitou o final, aos 49′.

Ainda nos sentíamos um pouquinho afetados pela contrariedade dos dois gols que tínhamos tomado de bobeira, é verdade. Mas o Palmeiras consertara a bobagem feita, e isso era o mais importante.

Saímos do Allianz sorrindo, com o coração em paz, nos sentindo mais uma vez abençoados…

“Glória, glória, aleluia…  É GABRIEL JESUS!”

“Vou te mostrar que é de chocolate, de chocolate que o amor é feito…” ♫

Sinto muito pelos “torcedores profissionais de imprensa”, pelos “rivaus”, e pelos predadores da oposição, eles devem estar inconsoláveis, mas o fato é que… O PALMEIRAS ESTÁ NO G4.

E não é um “estar no G4” assim, sem merecer, de um chegar desenxabido, meio se sentindo um peixe fora d’água… nada disso! O Palmeiras chegou chegando! Goleou o Vasco, tomou todas as atenções para si, escancarou as portas do seleto salão do G4, colocou os bambis pra fora (eles também tomaram um chocolate verde), e, a passos largos, tomou lugar entre os quatro melhores colocados do campeonato brasileiro.

Desde que o MO começou a treinar o time, a fase tem sido ótima. Foram seis vitórias e um empate, (4 x 0 no SPFW, 2 x 0 na Chapecó, 2 x 0 na Ponte, 3 x 0 no Avaí, 2 x 2 com o Sport, 1 x 0 no Santos, 4 x 1 no Vasco)18 gols marcados e 3 sofridos, 19 pontos conquistados. Show de bola a campanha do Verdão, não é mesmo? A troca de técnicos foi providencial. O MO(zão) entende mesmo das coisas.

E o que temos agora é o PALMEIRAS no G4, em terceiro lugar, pertinho do líder (os dois primeiros na tabela têm um jogo a mais), com um timaço, jogando um bolão, acertadinho, fazendo muitos gols, tomando bem poucos… e com salários em dia.  É candidato ao título sim.

O jogo era no RJ, contra o Vasco. A parmerada, com uma semana de saudade do time, estava animada, todo mundo alegre, se preparando pra assistir e torcer…

Não há vida sem Palmeiras!! É ele quem dita o ritmo do “nosso” jogo. E não importa se o adversário é fraco, se é forte; se vai passar na TV, se não vai; se o nosso time é ruim, ou se é um baita time (como o que temos agora); se tá frio ou calor; se chove ou faz sol; se é jogo de campeonato, amistoso ou rachão… SE TEM PALMEIRAS, NADA MAIS IMPORTA!

E quando ele entrou em campo… que coisa linda! Uns 4 mil palestrinos estavam lá pra receber o Verdão. A torcida “cappuccino” – como um certo ‘jornaleiro’ costuma nos chamar, tentando desmerecer o amor que nos faz lotar o Allianz Parque em todos os jogos -, foi “tomar café” e “fazer selfies” lá no RJ também. Que gente abusada.

Assim que o juiz apitou o início da partida, o Palmeiras ligou o turbo… Não deu nem tempo da gente se ajeitar no sofá, e, no primeiro ataque verde, saiu uma troca de bola linda, BenzeMarques pra Arouca, que tocou pra Robinho, que devolveu meio de calcanhar pra Arouca, que matou no peito com categoria e tocou pra Leandro Pereira, que ajeitou, chutou de longe, rasteiro e guardou na rede. Que golaço! Alviverde Imponente em São Januário. Festa na bancada e nos corações palestrinos.

Na transmissão do SporTV disseram que, no jogo, eram oito títulos brasileiros em campo. Imaginei que tivessem contado só os títulos do Palmeiras…

Depois, ‘consertaram’ a informação leviana e explicaram que são quatro títulos conquistados pelo Palmeiras nesse formato de campeonato atual e quatro no antigo, blá, blá, blá… Mas, alguma vez você já ouviu algum ‘jornaleiro’ dizer que o Brasil ganhou duas Copas, e só depois explicar que ele ganhou outras três quando a competição tinha outro nome e outro troféu?   Ah, esses “Torcedores Profissionais de Imprensa”…

Mas, em campo, o octacampeão brasileiro não estava pra brincadeira e parecia disposto a passar o carro  no adversário. Ainda comemorávamos o nosso gol, quando Robinho fez boa jogada pela direita e cruzou na área para Leandro Pereira. Ele cabeceou pro gol, mas a bola explodiu na trave. Quase…

O Palmeiras jogava tranquilo, e o Vasco, atordoado, não passava do meio de campo e nem via a cor da bola.

Aos 17′, Egídio recebeu de Dudu na esquerda, cruzou na área buscando Leandro Pereira, o goleiro saiu em cima do atacante palestrino socando a bola lá pra frente, Dudu, que anda jogando um bolão, pegou a sobra e, de primeira, mandou um balaço pro gol e guardou o segundo do Verdão. E que gol lindo! Maravilhados com esse Palmeiras atual, sorríamos sorrisos imensos… com os olhos e a boca, com o  coração e a alma. O Palmeiras  que a gente tanto queria, estava ali, bem diante dos nossos olhos.

Eu ficava impressionada com o futebol do Verdão e me perguntava: “O que foi que o MO fez com esse time?”. Sim, Marcelo Oliveira transformou o time. Os jogadores são os mesmos, mas estão mais confiantes, rendendo mais… e davam um show em São Januário,  que maravilha.

E já que só um time jogava… Aos 34′, Egídio cobrou falta, Victor Ramos foi pra bola, o goleiro saiu todo atrapalhado e não achou nada, a bola bateu no pé  de um jogador vascaíno e sobrou para Victor Ramos, que só teve que girar o corpo e tocar pro gol vazio.

Palmeiras avassalador, ganhando lugar no G4. Difícil era a gente segurar o coração passarinho dentro do peito. Com 34 minutos de jogo, o Palmeiras vencia o Vasco por 3 x 0 e já tinha mandado uma na trave. Torcedores adversários, sabendo que “Inês era morta”, deixavam o estádio ainda no primeiro tempo.

A parmerada  parecia até que estava em casa, e cantava sem parar, feliz da vida.

Aos 40′, meio que por acidente, Herrera, na ‘banheira’, acabou recebendo uma bola de maneira legal (foi tocada por um palmeirense antes), e quase o Vasco descontou. Herrera, fazendo jus ao nome, driblou o Prass e “herrou”, lindamente.

A segunda etapa começou com uma tentativa do Vasco, que Prass defendeu, e com um ataque veloz do Palmeiras, que só não foi fatal porque o goleiro saiu muito bem – o Vasco tinha trocado três jogadores, inclusive o goleiro.

Aos 9, cobrando falta, Egídio lançou Rafael Marques, que avançou para a linha de fundo e tocou para o meio da área, a zaga rebateu e Robinho pegou a sobra, saiu de Guiñazu, e, num belíssimo cruzamento, girou e cruzou por cima da zaga, buscando Leandro Pereira. Nosso Matador cabeceou com perfeição e guardou o seu segundo gol na partida, o quarto do Verdão pra cima do Vasco. Que gol lindo – gols do Palmeiras são sempre lindos! Chocolate Verde no RJ – não demora muito, o tal ‘jornaleiro’ vai ter que trocar o ‘cappuccino’ pelo ‘chocolate’ para se referir à nossa torcida.

https://www.youtube.com/watch?v=Yg_qtInkk14

O Palmeiras dava as cartas em campo, o Vasco não oferecia resistência.

MO sacou Rafael Marques e  colocou Cristaldo; logo depois, Leandro Pereira (super aplaudido pelos torcedores) deu lugar a Barrios.

Aos 23′, num vacilo da nossa zaga, e só por isso, Riascos recebeu na cara de Prass e descontou para os cariocas. Mas o Vasco já estava batido, desde a hora em que o Palmeiras entrara em campo.

E o dono do jogo, quase fez mais um com Egídio. E seria um gol de placa. Ele arrancou do nosso campo de defesa, passou por todo mundo, entrou na área, mas, na hora de concluir, o jogador do Vasco conseguiu tocar a bola em escanteio.

Já perto dos 40′, Cristaldo avançou sozinho pela esquerda e deu um presente para Barrios invadir a área, totalmente livre. Só que o árbitro viu um impedimento… que não existiu.

O Verdão tocava a bola esperando o jogo acabar, a torcida fazia a festa e comemorava mais uma vitória… e juiz encerrou a partida. O Palmeiras fez uma partida brilhante, venceu, convenceu, sobrou em campo, nos encantou e entrou para o G4, finalmente. Para não sair mais.

E agora, ele vai em busca do título do brasileirão. E nós vamos com ele.

Domingo tem mais… Palmeiras x Atlético-PR, no Allianz Parque.

VAMOS GANHAR (MAIS UMA), PORCOOOO!!

Desde a última partida do Palmeiras, quando ele foi derrotado pelo Figueirense (um absurdo essa derrota), as coisas estão meio agitadas no Palmeiras… Oswaldo de Oliveira foi demitido e um novo técnico vem aí.

Eu sempre tenho dúvidas sobre ficar trocando de técnico…  E toda vez que um técnico vai embora, eu fico triste, de verdade. Porque preferiria que ele tivesse dado muito certo e que não tivéssemos que recomeçar outra vez. Dá uma sensação de tempo e trabalho desperdiçados…

Nem tudo foram flores com OO, muitas coisas não deram certo e deixaram muito a desejar – nossa posição na tabela que o diga. Mas teve a parte boa também… e agradeço ao Oswaldo por ela, por ajudar a levar o Palmeiras à final do Paulistão e por fazer o Palmeiras voltar a vencer clássicos, jogando bem, se impondo dentro de campo.

Sem contar que estava  gostando muito também de dar umas sapecadas nos gambás… Que Oswaldo de Oliveira leve o nosso respeito e seja muito feliz.

E vamos recomeçar um trabalho, mais uma vez… E como sempre imaginamos a cada recomeço… “agora vai”.

Sai OO e chega o MO…

Segundo mensagens trocadas via internet por de Marcelo Oliveira, o ex-técnico do Cruzeiro já está mesmo acertado com o Verdão (Palmeiras e Cruzeiro são meio parceiros agora, o que não serve aqui, vai pra lá; o que não serve lá, vem pra cá. Exceto Valdivia. Ele, que é pretendido pelo Cruzeiro, serve aqui, sim, é importante, e serve bem em qualquer outro time, como declarou Marcelo Salas, maior artilheiro da história do Chile. Só algumas pessoas do Palmeiras parecem não se dar conta disso).

Uma nova fase recomeça, Marcelo de Oliveira, nosso  novo comandante, está chegando (espero que esteja mesmo), a maior parte da torcida aprova a contratação, está confiante, e toda ela deseja que ele tenha sucesso e sorte por aqui, repetindo a trajetória campeã que teve no Cruzeiro.

Além do novo técnico, contratamos um novo atacante, Alecsandro antigo AlecGol, e atual AlecPorco, o terceiro maior goleador em campeonatos brasileiros na era dos pontos corridos. E ele  já foi relacionado por Valentim, nosso técnico interino para a partida de hoje, no Allianz Parque, diante do FluminenC.

A torcida ficou animada com a chegada dele – dizem que Barrios pode chegar também -, mas ele deu uma escorregada monstro em algumas declarações que fez para o seu antigo clube, justo quando se transferia para o Palmeiras – merece uns puxões de orelha da diretoria, e vai ter que balançar a rede até não querer mais, para esquecermos a história da “segunda pele”.

Apesar da vacilada, AlecPorco (como ele se autodenomina agora) vai ser recebido com respeito e vai contar com o apoio da Que Canta e Vibra pra se sentir em casa e balançar as redes inimigas já na estreia. Boa sorte e muitos gols é o que desejamos a ele.

E booora enfrentar o FluminenC, né? Esses três pontos  precisam cair na nossa conta hoje.

Boa sorte, Palmeiras!

ÔÔÔ VAMOS CHUTAR E GANHAR, PORCOOOOOO!