STJD-vergonha

PRIMEIRA PARTE – A perseguição ao Palmeiras

Já não bastam as arbitragens, prejudicando o Palmeiras em muitas partidas, lhe tomando pontos importantes e posições melhores na tabela – contra FluminenC e Flamengo foi um abuso – e ainda vem, SEMPRE VEM, o Sacana Tribunal de Justiceiros Desportivos querer lhe prejudicar ainda mais?

Dois dias após a partida contra o Flamengo, quando o árbitro Anderson Daronco – “sorteado” para dois jogos seguidos do time carioca, hmmm – operou o Palmeiras, sem anestesia, Valdivia, expulso na partida por ter pisado um adversário após uma disputa de bola, foi denunciado pelo STJD por agressão (agora, você  pode fazer a denúncia, né, Ximit? Mas a do Petros irregular…).

Não tenho reclamação sobre a expulsão, que foi justa, Valdivia cometeu uma estupidez tremenda; também não reclamo da denúncia, ainda que ache uma picaretagem do tribunal querer punir de novo jogadores que foram expulsos e, portanto, já foram punidos – principalmente quando isso é feito de maneira tão “seletiva”.

Um julgamento só deveria acontecer nos casos em que uma expulsão não é punição suficiente, quando a infração foi cometida com muita violência e maldade, quando trouxe um prejuízo físico ao adversário, o impediu de continuar na partida… e isso não aconteceu. O vídeo mostra com clareza que Valdivia não quis realmente machucar, e não machucou, o adversário, e que ele, adversário, fez uma encenação absurda, encenação, que, segundo a Fifa, também tem que ser punida – Rivaldo fez isso na Copa de 2002 e até se livrou da punição, só que  o Brasil não se livrou de uma multa.  Mas já que o  STJD alega que é preciso julgar  todas as faltas que possam ser enquadradas em ato hostil ou agressão, que seja – pena que, dentre todas as infrações, ele decida no “minha mãe mandou bater nesse daqui” quem será denunciado e/ou punido.

E já pensou se o STJD trabalhasse em todos os casos com a mesma rapidez, disposição e rigor com que trabalha quando há possibilidade de se punir o Palmeiras e os seus atletas? Certamente o Corinthians já teria sido denunciado pela utilização do Petros em condição irregular (o tribunal tá enrolando, descaradamente)… o segundo julgamento do Fred (já aconteceu?), que tá de “efeito suspensivo” faz tempo, já teria acontecido… E outros “agressores” famosos teriam recebido pesadas punições…

Já pensou também se a imprensinha fizesse o mesmo “massacre”, que faz agora – e sempre – com Valdivia (e todos os jogadores mais talentosos do Palmeiras), com todos os outros protagonistas de lances hostis e agressões? O que seria do Fred, Petros, Guerrero, Sheik, Luís Fabiano, Chicão (até o Neymar em outros tempos)…? Mas, assim como o STJD, a imprensinha também faz vistas grossas pra muita coisa. Acho isso uma sacanagem.

E acho sacanagem também, quando nem todas as agressões são denunciadas pelo tribunal, ou quando nem todas as agressões denunciadas recebem punições… quando até o gandula palmeirense é denunciado, e ameaçado com 180 dias de suspensão,  por  “tentar favorecer o clube” ao repor a bola rapidamente – como se nenhum outro gandula do país fizesse o mesmo -, e a denúncia do Petros, irregular, que é muito mais grave, Paulo Schmitt não faz.   Essa, é mais uma prova da perseguição que fazem com o Palmeiras. Nem o gandula escapa.

É sacanagem também, quando você vê que duas agressões a um árbitro, como ocorreu com Petros e Guerrero (COR), viram “trombadas”, “choque inevitável”, e acabam em uma punição de três partidas para o primeiro e absolvição para o segundo (e o Mendieta, por muito menos, já pegou 4 jogos de gancho), é sacanagem quando um monte de outras agressões, ainda piores, “viram” ato hostil e dão em nada no tribunal.

E a sacanagem salta aos nossos olhos quando vemos que Valdivia foi denunciado dois dias depois do jogo em que foi expulso, e o mesmo STJD que alivia pra um monte de gente que agride árbitros, pisa pescoço, pisa mão, pisa perna… o ameaça com doze jogos de punição ou, no mínimo, quatro (agredir árbitro pode, STJD?). Ah, essa camisa do Palmeiras, tão detestada pelos justiceiros desportivos… ah, esse Valdivia, que joga no Palmeiras, e é estrangeiro…

Lembra dessa agressão aqui, na final da Copa do Brasil 2012?  O país inteiro viu! Menos a imprensinha, os torcedores do Choritiba e o STJD. E o que aconteceu? NADA! Não houve expulsão – o juiz nem marcou falta -, a imprensa se omitiu, e, dois anos depois, O TRIBUNAL AINDA NÃO DENUNCIOU WILLIAM DO CORITIBA… Por que, para o STJD, Valdivia pode ser agredido?

WilliamAgrideValdivia

Pelo que estamos acompanhando nos últimos anos, no futebol brasileiro o critério para se julgar e punir não segue o livro de regras, mas sim a vontade dos ‘justiceiros desportivos’ de punir determinados clubes e jogadores, ou a vontade imensa de deixar de fazê-lo quando bem entendem, quando as “cores das trancinhas” são as do clube de coração dos ‘justiceiros’.

Um jogador do Palmeiras tem a sua mão pisada (o outro pé do ‘pisador’ está no ar, portanto, o peso dele está todo na mão do jogador que está no chão).  E o STJD fez o quê?  Tente imaginar um palmeirense, Valdivia, por exemplo, fazendo o mesmo…

pisão-na-mão

E essa cabeçada o que deu?  E se fosse um palmeirense atingindo o adversário?

Cabeçada-Guerrero

 

E esse “chutinho” do Cícero na cabeça do jogador do Cruzeiro? Pro STJD… foi nada! (Lembra o Thiago Alves, DO PALMEIRAS, que foi pego pelo STJD por uma entrada semelhante?)

Essa cotovelada deu em quê?

cotovelada-no-palmeirense

 

E essa agressão aqui, Sr. Paulo Schmitt ?  Você não viu nada errado aqui, ou não viu a imagem até hoje? (A imprensinha também fez que não viu…)

Liedson-solada-em-Deola

 

Olha aqui o Fred distribuindo porrada na cara do adversário!! Pegou 4 jogos, 12 ou nenhum? Quem dá mais??

STJD-Fred-cotovelada

 

Para o STJD, Fred pode pintar e bordar…  Até esganar o jogador do Grêmio…

Fred-esgana-jogador-Grêmio

Olha o Fred, de novo, agora brincando de UFC em campo, e na cara do juiz!! Quantos 12 jogos ele pegou? Ele é da tchurma dos “amigos do rei”, né Ximit? E não é estrangeiro…

Até o Neymar, a “joia nacional”, pisou o jogador do Grêmio… e pegou gancho por agressão?

Neymar-pisa-jogador-Grêmio

Essa pisada  nada teve a ver com o STJD, uma vez que não era uma partida de um campeonato nacional. Mas a imprensa fritou o Neymar por isso? Teve jornalista da ESPN descendo a boca nele no twitter? Não, né? Hmmmmm… Ele é “joia nacional“…

E nem por isso ele virou um “facínora”, né?

Neymar-cotovelada3

Esse “”chutinho” aqui, também não serviu para a mídia fazer Luís Fabiano virar bandido…

Quantos 12 jogos pegou Roger, por agredir Danilinho?

Roger-suspenso Roger-PuniçãoAnulada

Nem o Google sabe quando, e se,  esse segundo julgamento aconteceu…

E essa agressão aqui, que tirou um jogador do Palmeiras de uma semifinal de campeonato, deu quantos jogos de gancho pro agressor? NENHUM? Como assim, Ximit? Você não fez a denúncia?  Só porque ele não joga no Palmeiras?

Jogador dá joelhada no adversário e não leva nem amarelo

Jogador dá joelhada no adversário e não leva nem amarelo

 

“Quando eu era criança pequena lá em Barbacena”, as pessoas diziam que jogador que esquece a bola e entra de sola na canela do outro, quando o pé do outro está apoiado, entra mesmo para quebrar. Querer quebrar a perna é agressão! E por qual motivo o STJD não denunciou e não puniu o Chicão(COR) por tentar quebrar a perna de Barcos(PAL)?

Chicão-solando-Barcos

 

E essa cotovelada na cara do Eguren? Foi denunciado o infrator? Pegou 4 jogos pelo menos?

Eguren sofre agressão e o árbitro nada marca

Eguren sofre agressão e o árbitro nada marca

 

E essa patada na cabeça de Mouche? O STJD também não viu? Como assim, ele vê só quando quer?

Mouche-atingido

E essa pisada/tentativa de quebrar o tornozelo de Henrique? Nos jogadores do Palmeiras pode tudo, né Ximit? Os ‘justiceiros’ não punem seus agressores!

pênalti-em-henrique2

Você vê, que “lindo”? O Palmeiras sendo prejudicado, sim, por arbitragens e, pelo que estamos vendo, até pelo tribunal. Seus jogadores podem sofrer as faltas mais escabrosas, mas não podem cometer infração alguma, que logo conhecem os rigores “mais rigorosos” da lei. E o STJD vai pegá-los do jeito que der, até mesmo inventando uma punição por forçar um terceiro amarelo, por sorrir… Um clube, perde seus jogadores por gancho, fica enfraquecido; outros, não perdem, são beneficiados. Isso é influir nos resultados dos campeonatos, ou não?

E se é sempre o mesmo – o Palmeiras – o muito prejudicado… isso é perseguição!

Tá todo mundo fazendo de conta que não está vendo o que acontece no futebol brasileiro, tem muita gente fingindo não perceber as maquiavélicas ligações e manobras entre a CBF, STJD, arbitragens e TV, os favorecimentos “eternos” pra uns, os prejuízos pra outros… Todo mundo deixa pra lá as mutretas e armações que estão sendo levadas a cabo de maneira cada vez mais descarada…

Com raríssimas e profissionalíssimas exceções, a imprensa se finge de morta, e obscenamente legitima as armações, com notícias que blindam e valorizam determinados clubes e jogadores, ou que atacam/denigrem outros determinados clubes e jogadores; somem  com imagens, legitimam “erros” do apito, do tribunal, com comentários ridículos, idiotas e sem noção, nos programas de TV e nas transmissões dos jogos, como aconteceu  no SporTV, no jogo entre FluminenC e Palmeiras. De maneira nojenta, narrador e comentarista – ex-jogador do FluminenC – só enxergavam aquilo que o árbitro marcava, desmentiam o óbvio das imagens e só viam o que lhes era conveniente ver. O juiz garfando o Palmeiras na cara dura, e “osh cariocaish” avalizando o seu serviço. E assim faz a maioria dos tais profissionais de imprensa…

E o futebol brasileiro mergulha numa lata de lixo sem fim, comandado pelo  cartel dos “donos da bola”, e com a ajuda de uma boa parte da mídia, que nunca mostra o que realmente acontece em campo e nos bastidores do futebol, vai se atolando na sujeira. A imoralidade é muito grande e está além dos limites aceitáveis – se é que há algum limite aceitável para a imoralidade.

O árbitro de FluminenC x Palmeiras, inventou essa penalidade abaixo, fez 2 x 0 para o time da casa, e praticamente matou as chances do Palmeiras reagir, ainda mais na difícil situação em que ele se encontra. O jogador já está caindo, de braços abertos – ninguém consegue cair com os braços colados ao corpo – antes mesmo do adversário chutar a bola; na sequência, a bola é chutada em sua direção. E isso é pênalti??

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O árbitro marcou? Então, “osh cariocaish” afirmam que é pênalti sim.

E uma arbitragem que considera pênalti o que você viu nas imagens acima, não reconhece a penalidade nesse lance abaixo? (Repare que ele tem sim a mão aberta, carregando a bola) Estranhíssimo, não é mesmo?

pênalti-Flu-nãomarcado1

A mesma arbitragem (fizeram curso de árbitro onde? Nas Laranjeiras?) também não é capaz de identificar essa penalidade em Cristaldo? Olha só a pinta do árbitro e do auxiliar de linha de fundo…

Cristaldo-camisapuxada

“Osh cariocaish” não viram esses lances (vai ver tinham ido ao banheiro ou dormiam), também não viram as inúmeras vezes em que a arbitragem invertia faltas, marcava outras inexistentes, nem os impedimentos mandrakes marcados em ataques do Palmeiras, nem as “providenciais” paralisações de lances que poderiam originar ataques ou contra-ataques do time “paulishta”…

Com todas as suas falhas, com dois gols que deu de presente ao adversário, com todos os gols que perdeu, o Palmeiras, que não jogou bem – o FluminenC jogou pior ainda – jamais sairia derrotado do RJ se a arbitragem tivesse sido imparcial (falarei sobre o jogo ruim do Palmeiras em outra postagem).

E a “cariocada” é contínua – como são contínuos os favorecimentos ao time paulista do “istádio” doado pelo governo federal às custas de 1,2 bi do dinheiro público.

O Flamengo consegue passar de fase na Copa do Brasil 2014, graças à duas penalidades inventadas pela arbitragem – ganhou o campeonato carioca no apito também -, e a imprensa faz que não viu o que aconteceu, e, no dia seguinte, noticia que houve “um milagre” em campo. Uma garfada master do apito vira “milagre”, e o outro clube que se dane, não é mesmo? Um viva para os “amigos do rei”!

Flamengo-milagre

Mas o “milagre”, tinha um único “santo”:

Flamengo-milagre1

 

 

Será que o mesmo aconteceu para que ele saísse da zona de rebaixamento?

Mutreta-Flamengo

O link original dessa postagem está aqui:

https://www.facebook.com/leonardo.ribeiro.3363334/posts/733959486670085

Por coisas assim, os resultados de jogos, as arbitragens, os julgamentos e punições do futebol brasileiro, os campeonatos, parecem cada vez mais suspeitos…

Eles (CBF, STJD, Comissão de Arbitragem, TV, parte da Mídia e os clubes “amigos do rei”, os sempre favorecidos) pensam que são os “espeRtoish” e que todo o resto do país é idiota…

O futebol brasileiro sempre foi cheio de maracutaias e de armações, mas, desde 2005, a coisa está escancarada. 2005 foi o ano em que o Corinthians lavou dinheiro da Máfia Russa no Brasil (e não foi punido por isso), crime devidamente comprovado em escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal. Ano em que Márcio Resende de Freitas expulsou Tinga (Inter) de campo porque ele sofrera um pênalti de Fábio Costa (Cor); ano em que o título do campeonato brasileiro foi tirado do Inter e “coincidentemente” caiu no colo do time da “lavanderia”, graças à uma manobra pra lá de suspeita.

Até mesmo o presidente alvinegro na época, Alberto Dualibi, confirmaria isso num telefonema, cuja escuta foi amplamente divulgada. Em suas próprias palavras, eles “ganharam o título ROUBADO, porque o campeão deveria ter sido o Inter”, “se não tivesse a anulação, o Corinthians não teria sido campeão”, “porque campeão de fato e de direito teria sido o Internacional”. Ele mesmo confirma que foi roubado, e o que fizeram os responsáveis pelo futebol brasileiro? Nada! Que vergonha, não? Se houve manipulação dos resultados – esse foi o “motivo” alegado (inventado?) pelo tribunal para fazer voltar 11 partidas que beneficiavam o Corinthians -, porque o agora ex-árbitro e demais responsáveis não foram presos?

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Hqk3_oTiLG0[/youtube]

CBF e STJD – quiçá patrocinadores de alguns clubes também – promovem o acesso e o descenso das equipes que bem entenderem. Rebaixaram a Portuguesa em 2013, pelo uso de um jogador irregular, e, com a perda de pontos da Lusa, como prevê a regra em caso de jogadores irregulares, salvaram o Fluminense (time do coração de João Havelange), que havia caído para a segunda divisão (todas as vezes que esse time é rebaixado, ele volta à série A sem jogar a série B).

No entanto, a mesma CBF e STJD, não fazem absolutamente nada a respeito do Corinthians, que neste brasileirão, colocou Petros em campo em situação irregular. Ele jogou seis partidas (continua jogando) de maneira irregular! Os clubes são os responsáveis por colocar os jogadores em campo (a CBF e STJD afirmaram isso quando da punição da Lusa), e a regra que prevê que o Corinthians, por se utilizar de um jogador irregular, deva perder 21 pontos no campeonato e a vaga na Copa do Brasil, é completamente ignorada agora. E como é que a regra pode valer só para alguns clubes, Sr. Paulo Schmitt? 

O promotor alega que é preciso haver uma denúncia para que o tribunal possa agir no caso do Corinthians (o que os demais clubes estão esperando?), que se utilizou de um jogador irregular, igualzinho fez a Lusa. E perguntamos: QUEM DENUNCIOU A LUSA EM 2013? A CBF? E POR QUE ELA NÃO FAZ O MESMO AGORA? E SE NÃO HOUVE DENÚNCIA NO CASO DA LUSA, SE O STJD FOI QUEM DENUNCIOU, POR QUE ELE SE RECUSA A DENUNCIAR O CORINTHIANS AGORA ? Onde estão a ética e os escrúpulos desse tribunal? Os “homens” do tribunal, serviçais que são da CBF, utilizam as regras, as distorcem, de acordo com as suas conveniências. Quem é da “tchurma dos amigos do rei” está livre de ser punido, faça o que fizer. E livrar um clube de uma punição, pela mesma irregularidade que serviu de punição a outro, é trambique, é armação.

Os torcedores pagam para assistir jogos de campeonatos com cartas marcadas.

Advogado-BlogDoPaulinho

http://blogdopaulinho.wordpress.com/2014/09/03/caso-petros-stjd-nao-julga-a-culpa-mas-a-irregularidade-corinthians-tem-que-ser-punido-diz-advogado/

 

Rebaixaram o Palmeiras em 2012, com mais de 12 pontos subtraídos por erros absurdos de arbitragem – de tão absurdos, não poderiam ser erros -, e se valendo de recursos inéditos, inclusive de imagens de TV, utilizadas durante uma partida (RECURSO PROIBIDO PELA FIFA), para anular um gol do Palmeiras num lance em que seu jogador cometera uma irregularidade, que ninguém da arbitragem vira; lance onde o jogador também havia sofrido uma penalidade e, por isso, acabara se utilizando da mão para marcar o gol (nas imagens da TV, ilicitamente utilizadas durante a partida, a mão na bola – que aconteceu depois e por causa da penalidade -, todo mundo viu; a penalidade claríssima em Barcos, foi ignorada). Na ocasião, a jornalista, que confirmara ter havido a consulta das imagens, foi proibida por sua emissora de testemunhar no caso. A TV compactuando com a ilegalidade na anulação de um gol… E, novamente, uma maneira inédita de se prejudicar um mesmo clube.

PenaltiIndio-BlogClorofila

E os gols de mão continuam a acontecer impunemente no futebol, sem que sejam anulados por imagens de TV, sem que apareçam “delegados balutas” :

Gol de mão de Luís Fabiano, validado pelo árbitro

Um jogador agride um árbitro durante uma partida (a imprensa transforma a agressão em “trombada – importante o “serviço” que ela presta, não é? ) e ele é absolvido, como aconteceu com Guerrero, do Corinthians; outro, pela mesma infração (que a imprensa também transformou em “trombada”), pega seis meses de gancho, e depois, magicamente, os mesmos promotores que acharam um horror a agressão e lhe deram a severa punição, mudam de ideia, e, com suas varinhas mágicas, fazem “plim-plim” e transformam a punição em apenas três partidas de suspensão, como fizeram com Petros, do mesmo Corinthians (interessante esse detalhe, né?).

Veja o vídeo e repare como Petros muda até de direção para ir ao encontro do árbitro e lhe dar uma “trombada”:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=lT5Z4EAuOZ8[/youtube]

Até na terra do Guerrero o pessoal achou que ele receberia uma dura punição pela agressão ao árbitro (repare, ele dá uma cotovelada, usa força, sabendo que vai atingir alguém, né?). Mas o “corretíssimo” STJD o absolveu.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=HgLoRxKa-xM[/youtube]

Teve também uma agressão de Renato Augusto, do Corinthians (olha o Curintia de novo), que também ficou por isso mesmo; o juiz não expulsou o jogador, e o STJD não o pegou pelas imagens, como costuma fazer com jogadores de outros clubes, os do Palmeiras, por exemplo.

Renato Augusto-agride

No entanto, um jogador força um terceiro cartão amarelo para poder servir a seleção do seu país – como fazem jogadores do mundo todo -, e o tribunal, como se ele fosse um bandido infrator, o pune, de maneira inédita, com dois jogos de gancho, porque ele sorriu, como aconteceu com Valdivia, do Palmeiras. NUNCA, ANTES OU DEPOIS DISSO, UM JOGADOR NO BRASIL FOI PUNIDO POR FORÇAR UM TERCEIRO CARTÃO OU POR TER SORRIDO – nem existe uma regra para isso. Para o STJD, dependendo das cores da camisa do jogador, forçar um terceiro cartão e sorrir é praticamente a mesma coisa que agredir um árbitro pelas costas.

O TRIBUNAL NÃO TEM O DIREITO DE FAZER AS SUAS PRÓPRIAS REGRAS, OU DE USAR AS QUE EXISTEM À SUA CONVENIÊNCIA OU À CONVENIÊNCIA DOS “AMIGOS DO REI”!!  Mas ele faz isso…

Thiago Alves, do Palmeiras, agrediu um adversário, e, graças ao uso das imagens, foi denunciado e punido pelo STJD com dois jogos de suspensão.

tiago-alves

Mas esse jogador do FluminenC aqui, o STJD não quis denunciar e nem punir. E esse é só um exemplo, dos muitos outros que ficaram e ficam sem punição alguma.

Cícero-voadora1

E, assim,  vamos chegando à conclusão que o tribunal trabalha apenas pelos interesses de alguns clubes, que são interesses da CBF – a famigerada entidade, mergulhada em corrupção até o pescoço. Seu presidente anterior,  investigado por lavagem de dinheiro, por recebimento de propinas (até a Globo é citada nisso) – tinha até mudado do país por isso -, é suspeito de participar de várias falcatruas, inclusive a de fazer parte do grupo que vendeu ao Qtar o direito de sediar uma Copa.

Em sua gestão na CBF, parte do dinheiro de amistosos da seleção brasileira ia parar na conta de Sandro Rosell, na época presidente do Barcelona,  que, “por acaso” tinha sido o representante da Nike no Brasil que, por acaso, é patrocinadora da seleção, do Corinthians, do Neymar… O mesmo Rosell que teve que renunciar à presidência do Barcelona, depois do escândalo dos milhões “desaparecidos” na contratação de Neymar. Sujeira… sujeira… sujeira… Um polvo de tentáculos imensos a tomar conta do futebol brasileiro.

RT-contasecreta   RT-suborno

O João Havelange, sogro de Ricardo Teixeira, e citado na notícia acima, é um “ilustre” torcedor do FluminenC,  o time que vive se servindo da “bondade” da CBF de não deixá-lo jogar a segundona todas as vezes em que é rebaixado.

http://limpinhoecheiroso.com/2013/07/03/a-globo-esta-envolvida-no-suborno-de-havelange-e-ricardo-teixeira/ As suspeitas estão em todos “os cantinhos” do futebol brasileiro…

Mas o que seria do futebol  brasileiro e suas armações não fossem os “erros” das arbitragens? Pênaltis inexistentes assinalados, pênaltis legítimos não marcados, impedimentos mandrakes, gols irregulares validados, gols legítimos anulados, expulsões e cartões intimidatórios pra uns, benevolência com as infrações de outros, conivência com a caçada a determinados jogadores, campeonatos decididos no apito…

A comissão de arbitragem, agora/outra vez capitaneada por Sérgio Correa, que, segundo dizem, foi trazido de volta por Marco Polo del Nero, manda a campo árbitros que mais parecem vassalos de alguns clubes, apitando em seu benefício e em prejuízo aos seus adversários, e das maneiras mais inimagináveis possíveis.

E aí a gente lembra do ex-árbitro Gutemberg, que acusou a Comissão de Arbitragem de telefonar para os árbitros antes das partidas (você vai apitar o jogo do timão, hein?), para lembrá-los do clube que estaria jogando sob a sua arbitragem. Num claro “olha lá o que você vai fazer, hein?”. Acusação que foi ignorada e “esquecida” pelo tribunal e pela imprensa, o que fez que a opinião pública também esquecesse…

Depois da volta desse senhor ao posto, as arbitragens passaram a “errar” ainda mais…

Há algumas rodadas, o Palmeiras abriu o placar diante do Atlético-MG, com uma cobrança de pênalti, mas o árbitro fez voltar a cobrança, alegando invasão na área. Antes e depois desse jogo, todas as cobranças de penalidades do país foram/são feitas com invasão de jogadores e os gols são validados. Como aconteceu ontem mesmo, na partida do Palmeiras diante do FluminenC (que se não fosse a CBF e o STJD estaria disputando a série B e não a série A). As regras continuam valendo só para um, ou, na melhor das hipóteses, para alguns poucos.

Veja outras imagens de penalidades validadas, mesmo com invasão de jogadores:

https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/08/29/se-e-jogo-palmeiras-quem-joga-e-o-juiz/

Diante do Coritiba, o Palmeiras teve uma penalidade marcada pelo árbitro, e desmarcada depois, sob a alegação que o bandeira vira impedimento de Lúcio. O bandeira nada viu ou assinalou, e as imagens são claras. Então, de onde veio a “instrução” para desmarcar a penalidade? Por que os árbitros não foram avisados para desmarcarem as penalidades que não existiram em tantos outros jogos – o do Flamengo, por exemplo? Por que nunca desmarcam penalidades de outros clubes, mesmo quando elas foram marcadas equivocadamente? As regras existem sim, mas apenas para alguns…

bandeira-safado2

Eu poderia escrever mil páginas, poderia printar mil imagens, citar centenas de outros exemplos e ainda assim ficaria muita coisa por dizer, por mostrar…

Está tudo aí, o tempo todo batendo na cara da gente…

O futebol brasileiro, do fundo da lata de lixo onde se encontra,  vai perdendo o seu restinho de brilho e encantamento, vai morrendo; os clubes, perdem a capacidade de tomar providências; os jogadores, a de se indignar…  e os torcedores… esses, já mal percebem o dolo ao seu clube de coração.

Quando todo mundo acordar, poderá ser tarde demais…

VAMOS BOTAR A BOCA NO TROMBONE AÍ, FAZ FAVOR? (Você também, Palmeiras. Todo clube tem que ter o direito de ganhar, empatar e perder  por seus próprios méritos. Não há futebol ruim que justifique que um time seja prejudicado pela arbitragem e aceite isso.)

Jogando fora, e melhor do que o dono da casa, com um jogador a menos, um pênalti em Marcelo Oliveira, não marcado por Leandro Vuaden, e outro em Henrique, também não marcado pela arbitragem – é brincadeira (sacanagem?) o que fazem as arbitragens nos jogos do Verdão -, e o Palmeiras não perdeu!!!! GLÓRIA A DEUS!!!

Parece que Dorival vai conseguir dar mais tranquilidade ao elenco  parece que, com um esquema mais defensivo, os jogadores se sentem mais seguros e o time fica menos desarvorado (custava Gareca ter sido menos cabeçudo e ter montado o time mais defensivo, pelo menos, até ‘desafogar’?).

Mas não foi fácil conseguir trazer um ponto pra Sampa. O time já foi pra lá sem Prass, Valdivia, Lúcio, Allione, Wesley (com “gastrite” na coxa), entre outros, e, nem bem o jogo começou, nos primeiros minutos, já perdeu o zagueiro Wellington, que sentiu o tendão de Aquiles. Foi exatamente esse, o momento em que comecei assistir à partida (soube depois que Leandro já tinha obrigado o goleiro a espalmar uma bola); Wellington saía chorando de campo, dando lugar a Victorino. Tem momentos que parece que tudo conspira contra você…

E a “conspiração” continuava… Fábio saiu (muito bem) numa bola no alto e foi atingido por uma cabeçada do adversário, e ficou lá no chão com a cabeça rachada, sangrando… Mais um?

Depois dos atendimentos, Fábio continuou no gol, mas com uma touca por causa do ferimento, e o jogador do Atlético, que acabou permanecendo em campo por quase 10 minutos mais, deixou a partida com o rosto inchado e meio arroxeado.

Fábio-cabeçadaFábio-cabeçada1

Bastante diferente da rodada anterior, o Palmeiras se portava direitinho na partida, se movimentava bem, dificultando a vida do Atlético, e tinha mais chances de gol. E eu pensava – você também pensava, aposto -: “Será que hoje quebraremos a maldita sequência de derrotas”?

Mas as oportunidades (o árbitro também) ainda conspiravam contra nós… Leandro saiu na cara do gol, chutou tentando tirar do goleiro, mas parou na trave. Na continuação da jogada, Juninho ajeitou pra Henrique, que foi derrubado na área pelo jogador atleticano. Você lerá nos portais (vai lá na Globo ver) que Henrique escorregou (são tão convenientemente cegos os narradores, comentaristas e “jornaleiros”), mas passaram o pé nele e o derrubaram, e as imagens são claras:

  Henrique-sofre-pênalti-PalxAtl

 

No vídeo abaixo, aos 2:40, você pode conferir a penalidade cometida em Henrique. E os caras de pau da transmissão e dos portais “juram” que ele escorregou… estranho que ninguém, além dos palmeirenses, tenha visto que  “escorregaram ele”.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=GxV296iF5tA[/youtube]

Assim é difícil mesmo sair da parte de baixo da tabela… Ainda mais quando tudo, até o juiz, conspira contra você…

Depois do pênalti não marcado em Henrique, o Atlético foi ao ataque, Fábio espalmou direitinho, para o lado, o chute de Marcos Guilherme, mas,  na sequência, Delatorre, de calcanhar (mais um que nunca mais repetirá a façanha), mandou pro gol.

Que raiva! O Palmeiras jogando melhor, na casa do adversário, o juiz mete a mão no pênalti que talvez pudesse colocá-lo à frente do placar, e, pra piorar, quem acaba fazendo gol é o Atlético…

Mas, ao contrário do que temos visto acontecer em muitas partidas,  o Palmeiras foi à luta, jogando direito, querendo empatar, e sem aquelas bizarrices (só algumas) de outras oportunidades. Ah, e sem deixar de se defender também (Victorino tava jogando um bolão).

Eu torcia para que os jogadores tivessem paciência, não se desesperassem… Não me conformava que o Palmeiras estivesse atrás no placar, sem merecer estar.

E embora tivesse criado mais algumas chances, o Palmeiras foi para o intervalo com a sombra da derrota a lhe amendrontar… e nós, torcedores, imersos na bipolaridade da situação que vivemos atualmente, mesmo percebendo que o Palmeiras já tinha uma outra cara, mesmo acreditando que o nosso gol iria sair, nos sentíamos um pouquinho ameaçados pela “escuridão” de mais um resultado negativo… Claro e escuro dentro de um mesmo coração… Difícil…

O Palmeiras “chegou chegando” no segundo tempo. O goleiro adversário tirou uma, a defesa tirou outra… A torcida se animava. O coração esperava…

Cobrança de falta para o Palmeiras, a bola ficou com Diogo na área, ele deu uma pedalada e o jogador do Atlético o derrubou. Pênalti! Esse, o juiz marcou. Restava saber se ele não iria inventar uma nova cobrança, caso o Palmeiras convertesse…

Eu nem consegui olhar. Nem vi com que categoria o Henrique cobrou… só esperei os meus fones de ouvido serem invadidos pelo grito da torcida… E, finalmente, a escuridão perdia para a luz que invadia o meu (nosso) coração…

Há quanto tempo não víamos o Palmeiras reagir depois de tomar um gol… era pra glorificarmos de pé! O oitavo gol de Henrique, lindo, no campeonato, o décimo na temporada – já alcançou o “Travec”.

O dia parecia mesmo diferente. E então, Josimar, que tinha entrado no lugar de Weldinho no segundo tempo, cometeu uma falta violenta – sem intenção, diga-se de passagem, uma vez que visava/olhava apenas a bola – e foi expulso. Tá certo ele ter sido expulso, quer dizer, estaria certo se os todos os árbitros apitassem todos os jogos com o mesmo livro de regras, com o mesmo critério.

Repare bem na falta – violenta, eu sei -, que Josimar, com a intenção ou sem, cometeu:

Josimar-lance-expulsão

 

E me diga, em quê ela é diferente dessa falta em Mouche, cometida pelo jogador do Inter, que nem amarelo levou?

Mouche-atingido

Em quê ela é diferente dessa outra aqui, ainda mais violenta, cometida pelo jogador Cícero, do FluminenC (aquele mesmo FluminenC que voltou à série A, graças à punição dada à Lusa pelo uso de um jogador irregular. Punição dada pelo mesmo STJD, que agora ignora – tá com rabo preso/faz que não sabe – o jogador irregular do Corinthians)?

Cícero-voadora1

Cícero

Viu só? O jogador do FluminenC não tem nem a desculpa de que “visava a bola”.

Você se lembra dessa outra falta aqui? Por causa dela, e com o uso das imagens, Thiago Alves, do Palmeiras, foi denunciado e punido pelo STJD. Vamos ver se o STJD vai fazer com o Cícero(FLU) o mesmo que  fez com o palmeirense.

tiago-alves

Aos amigos do rei, tudo (impunidade, favores, benefícios); aos demais, as leis, as regras.

Difícil disputar campeonatos nessas condições… Revoltante perceber que as arbitragens parecem prestar serviços para determinados clubes – de onde viriam essas instruções, no caso disso ser verdade? Do mesmo lugar denunciado pelo ex-árbitro Gutemberg? Complicado imaginarmos – e temos imaginado cada vez mais – que talvez o STJD aja em função de outros interesses que não os da Justiça Desportiva…

A cada partida, o Palmeiras tem que lutar contra os adversários que vê e os que não vê…

E lá íamos nós lutar para não perder o jogo, na casa do adversário, com um jogador a menos, com um juiz “meio cego”, com todos os nossos receios… e por trinta longos minutos restantes.

Eu esperava apenas que o Palmeiras lutasse dali pra frente, e que não tomasse gol de jeito nenhum. A cada tentativa do Atlético, mesmo aquelas quase sem perigo, a espinha gelava. Era  como estar numa montanha-russa…

Mas a “sorte”, tendo como instrumento o árbitro da partida, ainda queria conspirar contra o Palmeiras.

Marcelo Oliveira sofreu penalidade clara, indiscutível – o jogador do Atlético deixa a perna para derrubar o palmeirense -, e Leandro Vuaden mandou o jogo seguir.

MarceloOliveira-pênalti1

 

Até a imprensa, que sempre ignora os prejuízos sofridos pelo Palmeiras, que fez que nem viu a penalidade sofrida por Henrique, concordou:

MarceloOliveira-pênalti2

O Palmeiras sofre três penalidades, e o árbitro, que está em campo para marcar todas as que forem cometidas, marca uma só. Acho que, para o Palmeiras,  de cada duas ou três penalidades sofridas, a arbitragem pode marcar só uma. Deve ser por cota. E a cota do Palmeiras diante do Atlético foi de 1/3.

Por nossos méritos, poderíamos ter saído com a vitória, mas por méritos do apito, tivemos que dar graças a Deus por sairmos com o empate. Na conta de quem fica isso?

Os guerreiros palestrinos – sim, eles foram guerreiros -, mais equilibrados psicologicamente, seguraram o seu pontinho, não deixaram que o adversário e nem o juiz o tomassem, e o trouxeram para casa.

E é assim que tem que ser de hoje em diante, Verdão, na raça!

Valeu, Dorival! Quebramos a maldita sequência de derrotas! Esse “sangue de Dudu” tem poder!!

100Anos-Brasão

Ainda bem que existem as noites, para desligarem momentaneamente a nossa angústia… Ainda bem que existem os dias seguintes, para nos fazerem acreditar de novo…  Mas isso não muda a realidade… 

Sábado, no Pacaembu, foi um desperdício… de torcida.

Time em situação muito ruim no campeonato, lá embaixo na tabela,  sábado à noite… e 34 mil pessoas estavam no Pacaembu para jogar com o Palmeiras. Uma coisa linda! 

A energia que emanava da nossa torcida era literalmente arrepiante!

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Mas deu tudo errado… pra nós.

A começar pela escalação do time. Gareca errou, levou o Palmeiras a campo com uma formação que, como diria o capitão Lúcio depois, deixou o time exposto, e justo contra um time como o Inter. Nosso técnico sempre diz: “Eu jogo pra ganhar. O Palmeiras é um time grande, não tem que se defender” –  quanto sonhamos com um técnico com essa filosofia. É verdade, Gareca, você tem razão, mas, no momento atual, é preciso se defender sim. Você não está vendo como o time se abate a cada vez que toma um gol?

Mal tinha começado a partida, aos dois minutos, Rafael Moura ajeitou a bola com a mão e o juiz, que viu e marcou a falta, esqueceu o cartão. Como assim, seu juiz? Uns minutinhos depois, Mouche foi atingido por Cláudio Winck. Um pontapé na cabeça, que derrubou o atacante do Palmeiras. Repare que ele está fora do chão, e, ainda assim, é atingido. E, normalmente, “pé alto” costuma ser punido, não é mesmo? O juiz nem amarelo deu… Imagine um palmeirense fazendo o mesmo…

Mouche-atingido

Aos 9′, chutão lá para frente, Rafael Moura ajeitou com a mão para Jorge Henrique marcar (mão, de novo? É vôlei, meu filho?). O juiz anulou o gol e Rafael Moura foi advertido com um cartão amarelo, que já deveria ter sido o segundo.

Durante os primeiros vinte minutos, o Palmeiras até fazia jus à sua formação tática mais ofensiva, e estava em cima do Inter, no entanto, numa jogada idêntica à jogada do gol que havia sido anulado, e numa falha absurda de Fábio (o que acontece com ele, que faz ótimas defesas, mas dá umas entregadas bisonhas?), o Inter abriu o placar – de novo, três toques; chutão lá pra frente, e alguém ajeita para o atacante marcar.

E aí, já viu… desfalcado de vários titulares (suplentes também), desfalcado de confiança, de auto-estima, a bola começou a bater na canela, a não parar no pé… Não faltava vontade, não. Eles corriam, se esforçavam, mas produziam pouco, faltava inteligência, faltava pensar com clareza – vai ficando cada vez mais difícil pensar com clareza.

A torcida, linda, cantava, torcia, marcava o juiz em cima; uma mão gaúcha na bola,  dentro da área do Inter, passou batido… A torcida chiou um bocado. Não é porque estamos numa situação difícil, porque o time não anda jogando bem, que um pênalti pode ficar na “conta do Abreu”. Numa hora dessa é que cada falta invertida, cada cartão deixado de dar para o adversário, cada penalidade ignorada, ou desmarcada, cada invasão de área que faz voltar um pênalti batido com sucesso (e não faz voltar todas as outras cobranças, invadidas, do país), faz uma falta monstra… Aquele pênalti em Henrique contra o Bahia, por exemplo, poderia ter significado mais dois pontos nessa luta que travamos.

Estava escrevendo essa postagem quando soube que Gareca havia sido demitido… que cacetada! Chorei… pela saída dele, ocasionada por essa derrota diante do Inter, e pela fatalidade de termos contratado um técnico como ele (com a mentalidade diferente da mentalidade dos retranqueiros daqui), com o qual tanto sonháramos, mas justo quando o time atravessa um período difícil e a sua filosofia de trabalho não consegue apresentar resultados. Que pena… Gareca não merecia essa má sorte, e nem nós.

Ele queria ver o Palmeiras jogando como Palmeiras, mas tinha que ter tido jogo de cintura para adiar isso um pouquinho e fazer o time jogar mais fechado agora. Se continuasse insistindo em jogar do mesmo jeito – o que, em outra situação, seria a maneira perfeita de se fazer um time jogar -, certamente iríamos colecionar mais derrotas.

Que difícil… sonhamos tanto com o sucesso dele, antevimos tantas vitórias… e aconteceu tudo ao contrário, e, por estarmos na metade do campeonato, a sua saída acabou sendo inevitável… mas era agora ou nunca… O Palmeiras precisa de uma chacoalhada, de um choque de 220V, já. Não dá para esperar mais algumas rodadas e depois tentar mudar tudo. Pode ser tarde demais…

Nosso tango com Gareca foi interrompido… mas, outras músicas virão, e o Palmeiras e nós – a sua torcida – sempre estaremos aqui.

Valeu, Gareca! E boa sorte, porque você merece! Quem sabe um dia não nos encontremos de novo…

E, seja lá quem for que vá substituir Gareca, que seja muito bem-vindo, que conquiste muitas vitórias, e  tenha muita sorte e muita Luz em seu caminho!!

BOOOOORA REAGIR, VERDÃO!!

Não entendi a ideia de se poupar jogadores para o confronto com o Atlético-MG, pela Copa do Brasil. Ainda mais para um jogo em casa.

Caso não houvesse rodada da Copa do Brasil no meio de semana, o time não estaria jogando pelo Brasileirão? Não daria na mesma? Tinha que entrar com o time titular, sim. E poderíamos até ter vencido o Galo, que, apesar de ter chegado com perigo algumas vezes na nossa área, e o Fábio ter feito umas três importantíssimas defesas, não era tudo isso, não.

Desde o início do jogo, o misto do Palmeiras parecia “bem” diante do time titular do Galo, sexto colocado no campeonato brasileiro. Voluntarioso, correndo, com mais posse de bola, mas, conforme os minutos iam passando, íamos percebendo que nossos jogadores não sabiam como entrar efetivamente na área inimiga. Ciscavam, ciscavam, sempre pelas beiradas, e nada de sair a jogada principal, a que leva o atacante para o gol…

Toca aqui, toca lá, volta mais um pouco, dá um drible (foram poucos), volta outra vez, avança, toca de novo e, quando a gente ia pro “quase”, naquele momento em que todo mundo vai levantar da cadeira, da arquibancada, do sofá… nem o “quase” saía…

Se não conseguíamos criar, deveríamos tentar de fora da área, não é mesmo? Mas as tentativas eram bem poucas e ninguém conseguia acertar o gol – tão grandão, paradão no mesmo lugar o tempo todo -, e se uma chance surgia de perto, na cara do goleiro, a visível falta de tranquilidade e de qualidade para concluir  produzia cenas bizarras. Henrique tava de doer… Que difícil…

O juiz, ah, o juiz (aquele mesmo quarto árbitro, que fez o juiz anular um gol do Barcos em 2012,  avisado pelo “além”, lembra? Aquele, que “viu” Barcos fazer um gol com a mão, mas não “viu” o pênalti que Barcos sofreu no mesmo lance)… o Sr. Jean Pierre Gonçalves Lima deixava de marcar inúmeras faltas que o Palmeiras sofria, mas não deixava passar uma sequer a favor do Galo. Renato sofreu umas três faltas nas proximidades da área,  e ele não marcou nenhuma, bastou o Palmeiras fazer uma igual contra o Galo, e o apito não titubeou. A torcida se mostrava bastante irritada com ele: Ei, juiz, vai…..!!!

Depois do que vimos acontecer diante do Coritiba, quando o juiz marcou um pênalti a favor do Palmeiras e o desmarcou logo em seguida, – alegando um impedimento que nem ele e tampouco os seus auxiliares viram (será que a TV tem “auxiliares de arbitragem” do lado de fora do campo?), já ficávamos ressabiados com esse tal Jean “quarto árbitro que sacaneou o Palmeiras em 2012” Pierre…

E quando a sua intuição o avisa de algo, ela nunca está enganada…

No finalzinho do primeiro tempo, Mazinho recebeu a bola na entrada da área, avançou e foi derrubado pelo jogador do Atlético, que lhe fez uma carga com o braço. O juiz marcou pênalti, que maravilha (quase nunca marcam as penalidades a favor do Palmeiras)! E não desmarcou! Pra glorificarmos de pé!

Henrique colocou a bola na marca da cal, cobrou e guardou! Mas o Jean “quarto árbitro que sacaneou o Palmeiras em 2012” Pierre mandou voltar a cobrança alegando que tinha havido invasão. Sorte do goleiro do time infrator, que já sabia o lado que o atacante costuma bater, e azar do atacante, que ia ter que mudar de lado.

Henrique colocou a bola na marca da cal pela segunda vez e cobrou… pra fora!

E o juiz “não viu” que teve invasão de novo, e o Palmeiras ficou sem o seu gol e sem a vantagem na partida… Mas que juiz filho da p$#@%uta! A torcida enlouqueceu!

O primeiro tempo acabou, veio a segunda etapa, e o Palmeiras encontrava as mesmas dificuldades de antes, e mal chegava no goleiro mineiro. O Galo, nas tentativas que fazia, parava em um inspiradíssimo Fábio. Mas, aos 25′, após um cruzamento atleticano pela esquerda, Luan, que tinha entrado uns minutos antes, guardou de cabeça.

Adivinha se o Palmeiras, intranquilo como anda, não levou um tempão para assimilar esse gol? O jogo ficou uma dureza de assistir… Só lá pelos 40′ é o Palmeiras pareceu se dar conta que estava no prejuízo e tinha que buscar. O juiz deu quatro minutos de acréscimo. Aos 46′, um belo passe, que saiu do meio de campo, achou Mouche lá na frente, ele entrou na área, mas, acabou perdendo uma boa chance de empatar.

No finalzinho, Felipe Menezes quase marcou, Victor conseguiu espalmar e salvou. Mas não teve jeito e  o jogo acabou assim.

E então, a torcida correu para os celulares (dentro do estádio, a maioria dos aparelhos fica sem sinal), para os rádios dos carros, na tentativa de entender o que tinha acontecido lá na penalidade guardada por Henrique, que o juiz fizera voltar a cobrança.

A imprensa não viu nada de errado no que fizera o árbitro (ela nunca vê quando quem vai ser prejudicado é o Palmeiras), afirmou que estava certo o juiz fazer voltar porque tinha havido invasão, isso está na regra… blá, blá, blá… Teve muita gente dizendo que nem pênalti tinha sido mesmo – o que não entra na pauta da discussão, uma vez que o árbitro o havia marcado.

Me contaram que até o Simon, na TV, afirmou que não foi pênalti, e que, no entanto, durante a transmissão, quando o árbitro marcou uma falta cometida por Lúcio de maneira semelhante (braço do defensor empurrando o pescoço do atacante) o tal do Simon não achou que a marcação do árbitro estivesse errada, nem disse não houve a falta… Mas que credibilidade tem esse senhor, que garfou um gol legítimo de Obina em 2009; que operou o Brasiliense numa final de Copa do Brasil, para comentar sobre arbitragem? É quase a mesma coisa que Mário Sérgio comentar sobre disciplina e comportamento dos jogadores… não pode!

Me diga, leitor, se trocarmos as camisas dos dois jogadores abaixo, a “press” vai achar que foi pênalti, não vai? E se para o Palmeiras esse tipo de falta não é permitida,  por que deveria ser, e é,  permitida para outros times?

Penalidade-Mazinho2

Mas o problema foi que o árbitro mandou voltar a cobrança porque houve invasão, e houve mesmo. E aí, a gente supõe que todas as vezes que acontece invasão em uma cobrança de pênalti, a cobrança será repetida. Certo?

Errado! A não ser que as regras tenham mudado antes do jogo do Palmeiras… A regra diz que em caso de invasão dupla (jogadores das duas equipes) tem que voltar a cobrança. Mas não é isso que tem sido feito pelas arbitragens (essa postagem será editada durante o campeonato, para que sejam acrescentadas novas imagens de cobranças de penalidades, com invasão permitida pelos árbitros):

Fluminense x Palmeiras – Brasileirão 2014 – 21ª rodada

 

Flamengo x Coritiba – Copa do Brasil-2014

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penalidade-bambis-contra-Bahia

penalidade-bambis-contra-FluminenC

Pênalti-RCeni

 

pênalti-LocoAbreu-BotafogoCampeão

 

Pênalti-LocoAbreu-Cavadinha

penalidade-Brasil-contra-Croácia

penalidade-Coxa-contra-BOT

penalidade-Cruzeiro-contra-Figueira

penalidade-Cruzeiro-contra-Gambás

penalidade-Fla-contra-Galo

penalidade-gambás-contra-poodles

penalidade-gambás-contra-Santos

Como você pode ver, a regra existe, mas não vale pra todo mundo, só vale para o Palmeiras. Tem time fazendo gol de pênalti, com invasão e tudo; tem goleiro defendendo, com invasão e tudo… E nada da juizada fazer cumprir a tal regra. Essa rigidez toda, da arbitragem e da imprensa esportiva, é só com o Palmeiras.

James “quarto árbitro que sacaneou o Palmeiras em 2012” Pierre fez voltar a cobrança porque houve invasão dupla (teria mandado voltar, caso a primeira cobrança fosse mal sucedida?). OK.  Mas por quê, na segunda cobrança, com dupla invasão, de novo, com goleiro adiantado (dois pés à frente da risca, não pode) ele não fez voltar também? A “graça” já tinha sido alcançada?

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penalidade-invasão-de--campo

 

penalidade-invasão-segunda-cobrança

Terá tido ele um “surto de amnésia repentino” e esquecido a regra que o fizera voltar a primeira cobrança um minuto antes? Ou será que já que o Henrique errou mesmo, não precisava mais fazer voltar?

Esse “é só com/para o Palmeiras” já está ficando pra lá de esquisito e manjado…

O Palmeiras que abra o olho e tome providências… senão, vai ficar cada vez pior.

Na noite de sábado, o Palmeiras venceu o Coritiba por 1 x 0, saindo da indesejada posição em que se encontrava na tabela. Os alviverdes jogaram bem mais que o time de “mecânicos” do Coritiba. Leandro e Allione fizeram uma grande partida, Wesley também jogou um bom futebol, Marcelo Oliveira foi bem e deu uma de Messi na jogada que construiu o gol do Palmeiras, e o Juninho, que marcou o belo gol da vitória palestrina, fez uma partidaça. Sem contar o Lúcio, que é o “senhor” capitão!! Tem uma garra sem limites! Adoro ele (acho que a chacoalhada que ele deu no time foi providencial. Ninguém queria ser o “cara que não corre” do time).

Que noite! O Palmeiras voltando a apresentar um bom futebol, saindo do Z4, Leandro, Wesley e Juninho batendo um bolão, e o sinal da TIM… funcionando! Mal dava para acreditar.

E a torcida… ah, a torcida… quando ela quer ser apenas linda, ela consegue ser maravilhosa! Deixou as broncas em casa, entrou em campo e jogou com o time, e o time sentiu a força e a energia que vinha da bancada! Mesmo quando, no segundo tempo, o emocional da equipe a deixou meio insegura, a força que vinha da torcida lhe dava a segurança que faltava. Podíamos sentir isso.

Era a-r-r-e-p-i-a-n-t-e ouvir o Pacaembu cantar a plenos pulmões “EU SEMPRE TE AMAREI E TE APOIAREI, EU CANTO AO PALMEIRAS”… O nó na garganta era imenso, os olhos brilhando, o peito inchado de orgulho por sermos palestrinos, palmeirenses, alviverdes; por estarmos vivendo o centenário – que dádiva -, DO CAMPEÃO DO SÉCULO, DO TIME BRASILEIRO QUE MAIS TÍTULOS CONQUISTOU (tchuuupem essa manga) o time pelo qual a gente morre de paixão, e não importa a fase que ele atravesse, o orgulho e o amor permanecem intactos. Foi mágico… Saímos leves do Pacaembu, nos sentindo passarinhos com vontade de voar…

Mas nem por isso, vamos fazer de conta que não aconteceu nada errado na partida, porque aconteceu. Jogo contra o Coritiba é sempre a mesma coisa. O Palmeiras sendo prejudicado pela arbitragem, eles batendo um bocado e, depois, para justificar a derrota, vem um mané qualquer falar em “armação”… uma cara de pau do tamanho do mundo tem esses coxinhas. “Cê” concorda, Celso Roth?

A mesma coisa que aconteceu na final da Copa do Brasil 2012, e é sempre bom lembrar isso. Valdivia foi expulso por ter feito uma falta em Wiiliam, que o agredira com um chute no s#@%aco um minuto antes, sem que o juiz marcasse qualquer coisa (ele faz uma falta e é expulso, o jogador William, que o agride com um pontapé, continua em campo, e o “prejudicado” é o Coritiba. Ah, tá! – o STJD até hoje “não viu” essas imagens), pênalti em Valdivia no primeiro jogo, que o juiz não marcou; pênalti em Betinho, também na primeira partida, marcado pelo árbitro, mas sem a expulsão do infrator. O árbitro Wilton Pereira Sampaio, tirou Valdivia da segunda partida da final, mas não tirou o jogador do Coritiba, que agrediu o Mago, e tampouco o jogador Jonas, que cometeu o pênalti em Betinho quando ele ia marcar um gol, e que deveria ter sido expulso, sim! E o beneficiado foi quem mesmo?

Na segunda final, a arbitragem também fez que não viu a penalidade em Henrique… e o Coritiba, cara de pau que só ele, ajudado pela “press”, posou de prejudicado, falou em esquema, tentou desmerecer o título legítimo do Verdão, quando, na verdade, ele, Coritiba, foi pra lá de ajudado.

E não foi diferente no último sábado, o Palmeiras jogou bem mais que o time paranaense, e ficou com os três pontos na raça, mesmo apanhando um bocado dos botinudos adversários, mesmo o juiz deixando de amarelar muitas faltas violentas dos coxinhas, que mereciam cartão (Leandro levou entrada dura por trás, e quem tomou amarelo foi ele, a vítima. Para o infrator, nada), mesmo com o juiz deixando de marcar algumas faltas a favor do Palmeiras, mesmo com o juiz deixando de expulsar uns três jogadores do Coritiba que mereciam ter sido expulsos (só expulsou um)… e… mesmo tendo um pênalti em Lúcio, marcado pelo árbitro, e desmarcado (vê se pode) por sabe-se lá quem (o nosso terceiro pênalti desmarcado em dois anos). Vai ver, apareceu um “delegado Baluta” e “soprou” algo no ouvido do juiz, do bandeira…

Na hora, vendo que a penalidade tinha sido desmarcada – só com o Palmeiras acontece isso – eu, que estava no Pacaembu, não entendi nada, uma vez que tinha certeza  que o bandeira nada marcara.

Mas imagina se a “press” iria questionar isso?  Muito pelo contrário, ela só se preocupou em veicular a choradeira do técnico Celso Roth, dizendo que estava tudo armado para ajudar o Verdão – Roth deveria ser chamado a se explicar no STJD por isso, não é? Deola, por muito menos, foi chamado na “Capitania Hereditária da Justiça Desportiva”, Felipão também.  E se “estava armado” como Celso Roth dizia,  por que será que ele perdeu o emprego depois? Que pateta!

E a “press” não só não questionou a desmarcação da penalidade que o Palmeiras iria cobrar, como a legitimou. Nas notícias que foram publicadas após a partida – nos comentários dos vídeos de melhores momentos também -, a informação que tínhamos era a de que o bandeira tinha visto e assinalado o impedimento…

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Mas será que o bandeira viu Lúcio em posição de impedimento mesmo, “Press”? Quem publicou isso, jura sobre a Bíblia que o bandeira viu e assinalou impedimento quando o lance ocorreu? Se jurar, vai jurar em falso…

No momento em que Lúcio é derrubado, a bandeira do bandeira está abaixada, como você pode observar na imagem abaixo:

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Quando Lúcio está se levantando, depois de ter sofrido pênalti, a bandeira do bandeira continua abaixada. A imagem não mente. Se ele viu algum impedimento, ele viu depois que o lance ocorreu, ou depois que o “além” o avisou?

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E quando o juiz, avisado pelo auxiliar de linha de fundo, marca a penalidade, a bandeira do bandeira continua abaixada… repare que, pela posição das pessoas em campo, levou um tempinho para marcação. Parece que O BANDEIRA NÃO VIU IMPEDIMENTO ALGUM…

bandeira-safado2

Que coisa, não? Tem sempre uma “força oculta” em linha direta com as arbitragens dos jogos do Palmeiras… e a imprensa sempre a reforçar isso.  A questão nem é se Lúcio estava ou não impedido. As imagens são claras, o juiz assinala a penalidade, e nem bandeira ou auxiliar de linha de fundo assinalam qualquer coisa que fosse contrária à essa marcação. Então, quem viu o impedimento? O bandeira é que não foi…

E é muito esquisito o bandeira “ter visto” irregularidade só depois que o Lúcio foi derrubado, levantou, deu alguns passos,  e depois que  o juiz assinalou o pênalti. O auxiliar não tem que levantar a bandeira tão logo veja a infração? Se não o fez, é  porque não tinha visto nada. E se não viu nada na hora, como viu depois?

Metem a mão no Palmeiras à vontade, sem medo de serem felizes. O pênalti não nos fez falta dessa vez, mas poderia ter feito… como fez falta a penalidade sofrida por Henrique, e não marcada pelo árbitro carioca no empate diante do Bahia (e o Flamengo, que precisava escapar do Z4 na ocasião, foi quem acabou se beneficiando com algumas arbitragens cariocas em jogos palestrinos – 3 seguidas).

O futebol brasileiro não toma vergonha na cara mesmo. De nada adiantou o vexame dos 7 x 1 que o Brasil sofreu diante da Alemanha. Essa mutreta toda, que rola por aqui, está do tamanho certo para os interessados na “espanholização do futebol brasileiro”, principalmente, quando um dos clubes “hispano tupiniquim”, e de trancinhas rubro-negras, está na zona de rebaixamento ou muito próximo dela.

E o Palmeiras é o time favorito para ser prejudicado… Abre o olho palmeirense, em campeonatos brasileiros todo cuidado é pouco!

100Anos-Brasão

#Palmeiras100Anos

Depois de ter sentido na pele o que as arbitragens fizeram com o Palmeiras nos “mata-matas” do Paulistão, depois de ter visto o Bragantino arrebentar nossos jogadores – com a conivência do juiz, que não puniu ninguém – e tirar o Mago, o nosso mais talentoso jogador, da semifinal; depois de ter visto Alan Kardec ser agredido por duas vezes na semifinal contra o Ituano, e, por isso, ter saído de campo lesionado ainda no primeiro tempo, sem que seu agressor tivesse sido expulso; depois desse “enfraquecimento forçado” do Verdão, fator determinante para tirá-lo da final do campeonato, eu não poderia deixar de escrever sobre o futebol do último final de semana.

No País da Copa do Mundo, dos estádios superfaturados e não-acabados, construídos com dinheiro público; no país do Fluminense, que é rebaixado, e volta à série A na mutreta armada para rebaixar a Lusa; no país em que o torcedor (do Ituano), num programa de rádio, agradece ao seu zagueiro, por ele ter quebrado o jogador adversário (Kardec) e “ter conquistado o campeonato nesse lance”; num país como esse, o futebol não poderia ser uma maravilha mesmo. Mas o que se viu na reta de chegada de alguns estaduais, é para deixar o Cristo Redentor, no RJ, e a estátua do Borba Gato, em SP, querendo comprar passagem, só de ida, pra Argentina.

Nesse último domingo, nas finais dos campeonatos paulista e carioca, as arbitragens nos mostraram que não sabemos nada sobre o futebol e suas regras disciplinares.

Ao acompanhar as decisões do final de semana, me senti como aquelas mulheres que não manjam niente de futebol, que desconhecem a regra de impedimento, que nem desconfiam porque aquele homem de calção preto, que usa uma camisa igualzinha à do Corinthians, sopra o apito quando alguém cai naquele lugar do campo com uns retângulos pintados na grama, e que fica perto do jogador que pode por a mão na bola. Na verdade, sem conseguir associar o que via acontecer em campo ao que sabia de futebol, fiquei com a impressão que as regras todas mudaram.

NO RJ…

Partida final entre Vasco e Flamengo pelo campeonato carioca; nos últimos minutos da partida, o placar apontava 1 x 0 para o Vasco, resultado que faria o time de São Januário campeão. O Flamengo precisava do empate para ficar com o título, mas, com o relógio caminhando para a última volta do ponteiro, a situação dos rubros-negros parecia muito difícil e a fatura praticamente liquidada…

Só que, aos 45′, num ataque do Flamengo, a bola bateu na trave, Márcio Araújo (o Caramujinho) ficou com o rebote, empatou a partida, e o título do campeonato mudou de mãos.

Que sorte do Flamengo! SORTE???? Sorte de ter um árbitro, por acaso torcedor, que ‘não viu’ o lance, não é? Sorte os auxiliares também ‘não terem visto nada’ (não é o que mostram as imagens).

O Sr. Marcelo de Lima Henrique, da foto acima, validou o gol de Márcio Araújo, que só chegou na bola em condições de mandá-la pra rede, porque se beneficiou de uma posição irregular. Estava “impedidaço”! Pelo menos, eu costumava achar que esse tipo de lance era impedimento, mas já não sei mais se é, uma vez que a arbitragem, mesmo tendo visto claramente a posição do jogador, nada assinalou.

E, assim, com um “erro grosseiro”, o título foi tomado do Vasco e dado de bandeja ao Flamengo. Nessa batida, o Vasco vai ser vice “ad eternum”.

Dá uma olhada no tamanho do impedimento que os auxiliares viram muito bem:

 Impedimento-Flamengo1

Num país com tantos “erros” de arbitragem, como pode a FERJ escalar um árbitro – que já cometeu outros grandes erros -, para apitar a decisão do time… dele?

E para completar a lambança, e aguçar ainda mais a desconfiança sobre esse título que caiu no colo do Flamengo, a gente volta no tempo e lê  o que a esposa, vascaína, do árbitro flamenguista, escreveu numa rede social, dias antes da partida: “Quanto ao Vice isso já é certo”… “qualquer coisa a gente comemora o campeonato como vice de novo, mesmo. kkkkkkkk”. E não é que, graças ao marido dela, ela acertou na profecia? Que coisa, não? Só eu achei estranhíssimo uma torcedora fazer piada com o que seria (mais) um possível vice campeonato (mais uma desgraça) do seu próprio time?

Que horror, não? Só por isso, para evitar qualquer problema, o árbitro da partida jamais deveria ser o marido dessa senhora, não é mesmo? É muita coincidência para ser só coincidência… Tudo tão suspeito… E valendo título… Tão fácil colocar a culpa num “erro” e pronto.

E para fechar com chave de (des)honra essa lambança (mais uma) do futebol carioca, ao final da partida, o goleiro flamenguista, Felipe, esquecendo os valores morais e o profissionalismo no vestiário,  zombou e tripudiou dos adversários e do próprio futebol, dizendo que “ganhar roubado é mais gostoso” (então, até ele confirma que foi roubado?). Nossa! Como ele é “esperto”, não? “Profissionalíssimo o cara”! Perdeu uma grande oportunidade para ficar de boca fechada.

E pensar que a Justiça Desportiva puniu Valdivia, com uma pena inédita no futebol brasileiro, por um “sorrisinho” que incomodou o promotor… Tenho quase certeza que a tal Justiça Desportiva será omissa agora. Quer apostar que não vai acontecer nada com o goleiro das “trancinhas” com as cores favoritas dos promotores? Quer apostar como não vai aparecer nenhum promotor para enquadrá-lo em nenhum artigo? Quer apostar como a imprensa toda vai publicar um monte de notícias dizendo que foi… piada?

E depois não sabem porque o público é cada vez menor nos estádios do RJ e do Brasil. O futebol brasileiro, com seus campeonatos de cartas marcadas, vai enchendo o saco de todo mundo e perdendo o brilho dia após dia.

EM SP…

E se no RJ, foi vergonhoso ver o título ser tirado do Vasco e dado ao Flamengo, graças a um “erro” de arbitragem, em SP, só não aconteceu o mesmo porque o Ituano levou a melhor nas cobranças de pênaltis e evitou que o título fosse parar nas mãos do Santos. Mas os dois times só chegaram a esse tipo de decisão, porque o árbitro da partida, Raphael Claus, deu uma mãozinha para o time da Vila, quando marcou uma penalidade em Cícero. Com o gol marcado, o Santos conseguiu tirar a vantagem do empate do Ituano e levar a decisão para a loteria dos pênaltis.

Acontece que a penalidade assinalada pelo árbitro não existiu, e, ainda que tivesse existido, na jogada que originaria o lance houve uma irregularidade. O jogador Cícero, que sofreria o tal pênalti, estava em completo impedimento  antes de  ir em direção à bola e cair/ser derrubado na área. Confira:

 Impedimento-Santos1

Mais uma partida em que a arbitragem interferiu no resultado. E o título do paulistão só não mudou de endereço de novo (já tinham mudado o seu endereço na semifinal do Pacaembu), porque o Santos foi incompetente. Afinal, o time da Vila pôde decidir em duas partidas contra o Ituano, com o estádio cheio de santistas nas duas ocasiões, com time completo, com juiz ajudando a levar a decisão para os pênaltis, lhe dando uma sobrevida e, nem assim, conseguiu superar o adversário. Mas, como disse a imprensa, isso foi zebra, foi raça do Ituano. ‘Vexame’, ‘vergonha’, ‘tropeço’, é só com o Palmeiras, que, graças ao regulamento mal-feito da FPF, jogou uma partida só com o time de Itu, foi garfado pela arbitragem e perdeu jogadores importantes, antes e durante a partida semifinal.

Como vai mal o futebol brasileiro, não é mesmo? Cada vez mais afundado em armações e situações que não enganam ninguém. Os torcedores reclamam, reclamam e nada acontece. São sempre os mesmos clubes a serem favorecidos, assim como são sempre os mesmos os prejudicados. A impressão que se tem é que os demais servem apenas de instrumento para que os favorecimentos ou desfavorecimentos possam ser colocados em prática.

Foi lamentável acompanhar o que aconteceu no RJ e em SP na semifinal e final, é revoltante saber que alguns campeonatos e finalistas possam ser decididos no apito; dá nojo imaginar que esses “erros”, que acontecem cada vez mais, possam não ser apenas “erros” …   e que tem sempre alguém da imprensa para tentar fazê-los parecer legítimos (será que as arbitragens da Copa terão esse mesmo nível?).

O futebol perde a credibilidade, o público vai perdendo o interesse e diminuindo nos estádios, o espetáculo vai ficando mais pobre de futebol-arte… Nem mesmo a seleção brasileira é unanimidade entre os torcedores do país, descontentes com as convocações mandrakes, com os amistosos caça níqueis, com os escândalos envolvendo a CBF, com o balcão de negócios que virou a seleção nacional.  Se a coisa não mudar, chegará a hora em que vai ficar ruim pra todo mundo… até mesmo para quem acha que está levando vantagem hoje.

Quem viver verá…

*”juiz ladrão” é a forma com que as torcidas se referem aos  árbitros que cometem erros grosseiros demais.

 

Saí de casa a caminho do jogo, ansiosa, feliz pelo Palmeiras estar na briga pelo título, e, no trajeto, me deparei com um mendigo, dos muitos que dormem nas calçadas do meu caminho habitual.

Em todas as vezes que o vi, ele me chamou atenção. Tem uma certa boa aparência, está sempre usando roupas que parecem limpas, calçando tênis… mas o que me fez prestar atenção nele, mesmo, foram algumas camisas do Palmeiras (tem mais de uma) com as quais ele está quase sempre vestido.

Quando me viu passar, pela primeira vez falou alguma coisa comigo; parei, já mais à frente, me voltei pra ele e disse: Hã? E ele, que estava sentado no chão, levantou os braços pra cima, me deu um sorriso, levou as duas mãos ao peito e me disse:

Palmeiras, o meu amor! É hoje… Palmeiras!

Me deixou com um nó na garganta… só consegui sorrir e balbuciar: É Palmeiras!

Sinais…

Eu, que sabia que o Palmeiras não ia perder, e temia apenas o nosso grande inimigo de sempre, a arbitragem (e ela bem que tentou), tive então certeza da vitória.

Chegando ao Pacaembu, enquanto nos dirigíamos para o portão, caminhar não me parecia suficiente, a minha vontade era a de correr lá pra dentro.

Quando o jogo começou, o estádio estava cheio (mais de 25 mil pessoas), e o Palmeiras, estava do jeito que a gente queria: Valdivia, Bruno César, Leandro, “Lã” Kardec e Wesley… para desespero dos carniceiros jogadores do Bragantino.

E não deu outra, ou melhor, não deu “outro”, o Palmeiras foi o senhor da partida (teve 69% de posse de bola, pra você ter uma ideia). O Verdão atacava, controlava o jogo, e o Bragantino, na retranca, sem competência para praticar futebol, distribuía pancadas, abusava das faltas, muitas vezes violentas – time pequeno e covarde é assim mesmo – com bastante conivência do árbitro.

Com menos de 3 minutos de jogo, Valdivia – que foi deslealmente caçado durante toda a partida – como sempre acontece -, foi agredido com uma cotovelada, e o juiz  deixou passar e nem amarelo deu para o agressor. (Na final da Copa do Brasil, o Mago foi agredido com um pontapé por um jogador do Coritiba, e o juiz também deixou passar). Um absurdo um árbitro estar em campo para coibir a violência e deixar passar agressões, permitir que um jogador seja pisado, chutado, leve cotovelada. “Legal” o árbitro, Flávio Guerra, né? Depois que o colocaram na geladeira por ter assinalado 3 penalidades, LEGÍTIMAS, para o Palmeiras, diante dos bambis, em 2008, ele agora me dá a impressão de ter aprendido o jeito “certo” de apitar jogos do Verdão, sem ir parar no freezer outra vez. Olha a agressão, para expulsão, sofrida pelo Mago, que o juiz deixou sem punição:

AgressãoAoMago

Será que Valdivia poderia fazer algo parecido e continuar em campo?

Ao final do jogo, o tornozelo do Mago, o jogador “desleal” (ele desleal??), “que deveria ter sido expulso” (por apanhar tanto??), segundo o pessoal do Bragantino,  ficaria assim:

Foto: Olha o tornozelo do Mago como ficou de tanta botinada que ele levou!!!!!!

Mas, mesmo com violência dos adversários, mesmo com agressão já no início do jogo, os primeiros 25 minutos do Palmeiras foram dentro da área do Bragantino, que não conseguia sair do seu campo de defesa, e já fazia cera em qualquer lance, tentando ganhar tempo.

Bruno César cobrou falta, a bola passou pertinho… Bruno César cruzou,  o “Lã” mandou na rede pelo lado de fora… Wesley mandou uma bola perigosa na área, o zagueiro afastou o perigo… Tava chegando!

O Pacaembu se inflamava, chamava o gol. A torcida cantava, jogando com o time, fazia barulho, reclamava muito das faltas violentas do Bragantino e da conivência do árbitro que parecia não vê-las… A tática do adversário (será que foi o técnico quem preparou essa estratégia?) era dar chutão lá pra frente e tentar cavar faltas, escanteios, laterais, tentar desestabilizar os nossos jogadores… qualquer coisa para ganhar tempo e, quem sabe, cavar a expulsão de algum palmeirense, quem sabe, levar o jogo para as penalidades,

A nossa ansiedade para ver a rede dos linguiceiros balançar era enorme. Aos 20′, Bruno César chutou de fora da área e o goleiro espalmou; na cobrança de escanteio, Wesley levantou na pequena área, o zagueiro se atrapalhou todo tentando tirar a bola, e ela sobrou… pro “Lã” Kardec lindo!!! E se sobra pra ele, é rede!  Linha atacante de raça!

O Pacaembu explodiu no gol do artilheiro do Paulistão! Era o Palmeiras mais pertinho da semifinal do campeonato. Que alegria, meu Deus! Faz cera agora, Bragantino!

O Bragantino não nos assustava, a não ser pela violência com que atingia nossos jogadores. Valdivia, que jogava um futebol maravilhoso, apanhava mais que Judas em Sábado de Aleluia (e depois não querem que ele reclame). E nenhum jogador  do Bragantino era expulso!! Nossos atletas apanhavam com bola, sem bola… O árbitro era péssimo, ignorava as faltas que sofríamos e deixava o jogo seguir. Só parava o jogo quando a falta era cometida por alguém de verde… numa oportunidade, deu cartão amarelo para o jogador palmeirense errado, o que nos levava a pensar que se não viu nem o jogador, como poderia ter visto a falta?A torcida ficava revoltada.

O Palmeiras continuou comandando as ações, mesmo tendo tirado um pouco o pé do acelerador.  Nas modestas tentativas do Bragantino a defesa verde, comandada por Lúcio, estava esperta, Prass atento…e a primeira etapa acabou com 1 x 0 mesmo.

No segundo tempo, o Bragantino pareceu colocar o time pra cima do Palmeiras, na tentativa de buscar o empate – resultado que era tudo o que ele queria desde o início  – mas a defesa esmeraldina não dava chance. E, pra falar a verdade, os adversários não levavam perigo.

Valdivia, que tomava sarrafada a cada vez que tentava um de seus mágicos dribles, fez uma falta normal e recebeu amarelo. Lembra que ele foi agredido no começo do jogo e nem amarelo seu agressor levou? Então… Um desaforo esse livro de regras inventado para o Palmeiras! O juiz parecia avaliar a gravidade da infração dependendo de quem fosse o  jogador infrator ou de qual fosse o time dele…

Mas não tinha jeito, o Palmeiras sobrava no jogo mesmo apanhando, mesmo com o juiz facilitando a vida do adversário… Wesley, Valdivia, Bruno César, Leandro e “Lã” Kardec estavam impossíveis, Juninho jogava um absurdo! Wendel era um guerreiro. A defesa estava como no hino… ninguém passava! Coisa linda esse ‘Parmera’!

Valdivia fez jogada individual, invadiu a área e chutou, mas o goleiro fez a defesa. No rebote, Kardec encheu o pé e, de novo, o goleiro salvou. O grito de gol parou na garganta…

O Verdão metia artilharia pesada pra cima do Bragantino; Marcelo Oliveira chutou de longe, o goleiro conseguiu espalmar… no rebote, Kardec mandou pra fora…

Faltava a pá de cal nos “açougueiros” …

17′, … a bola passou de pé em pé… Valdivia se livrou de uma falta, ficou com a bola, tocou pra Juninho, que mandou pra área; Leandro foi na bola, atrapalhou o goleiro, a bola sobrou pra Kardec, que tocou para Wesley mandar pro gooooooooooooool! ESTÁVAMOS NA SEMIFINAL!! Que festa da Que Canta e Vibra!

Enquanto enlouqueciámos na bancada, e o ‘Fred Flintstone’ na lateral do campo, uma cena linda se desenrolava à nossa frente. Depois do gol, Kardec e Wesley se abraçaram, e os outros jogadores foram chegando para aumentar o tamanho do abraço… e ficaram ali, comemorando abraçados, parceiros em campo e fora dele…

Abraço

Meu coração não aguentou a alegria do gol, a imagem dos jogadores, e minha razão se rendeu à emoção. A torcida cantava… “Eu sempre te amarei…”,  arrepiante! Eu não conseguia cantar e nem parar de chorar… Meu Palmeiras classificado, meu Palmeiras em paz (apesar de tanto fogo-amigo), a torcida feliz, meu Palmeiras a caminho do título…

Não consegui ver mais nada direito depois desse gol, meu coração se antecipava, e já sonhava com o próximo jogo… mas, mesmo com olhos no futuro, vi Leandro soltar a bomba e o goleiro espalmar… vi entrar Eguren, Patrick… vi o Mago fazer magias ao lado do “Lã”… ouvi a torcida homenagear Valdivia durante a partida… ouvi os gritos de “Olé… vi entrar o Vinícius… ouvi o juiz apitar o final de jogo… ouvi os aplausos da torcida, vi os jogadores comemorando, vi o Kleina feliz, vi meu Palmeiras, imponente, classificado… eu continuava antevendo um domingo futuro, num outro Pacaembu lotado, sonhando com um gol do Mago, outro do “Lã” Kardec, um do Juninho… com defesas precisas do Prass… com o Palmeiras na final…

E O DOMINGO FUTURO, COM O QUAL EU TANTO SONHAVA,  É HOJE!!!

AVANTI, PALMEIRAS,  SCOPPIA CHE LA VITTORIA È NOSTRA!!

Se apitar clássicos e jogos importantes do Palmeiras fosse o mesmo que ganhar na loteria, os membros da família Oliveira estariam milionários. Que “sorte” eles têm, não é mesmo? Sempre são ‘sorteados’. Dos três clássicos do Palmeiras, até agora, neste paulistão, o jogo contra o Santos será o segundo apitado por Luís Flavio Oliveira (ele foi “sorteado” de mentirinha no clássico contra os bambis, lembra?).

No clássico contra os leonores, ele deixou baterem à vontade em nossos jogadores, enquanto os cartões dormiam em seu bolso; deixou Rogério Ceni impune quando tentou chutar Valdivia, e também quando ele deu uma cotovelada em Kardec… o juizão, que não marcou duas penalidades para o Palmeiras, fez aquele joguinho manjado de ignorar as faltas sofridas pelo Verdão, não dar cartão para os botinudos, e marcar tudo a favor do adversário… irritando profundamente os jogadores e torcedores do Palmeiras ( https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/02/04/beijinho-ombro-bvambvis/ ). Mesmo tendo saído com a vitória (nem por isso deixaria de reclamar dos erros do árbitro), eu, e toda a torcida palmeirense, voltamos roucos pra casa naquele dia, de tanto xingar o juiz.

Esse jogo contra o Santos, vale a melhor campanha, vale decidir em casa, ter a vantagem do empate… tem gente que diz até que é uma final antecipada, portanto, pelo sim, pelo não, por sermos “gatos escaldados”, OLHO NESSE OLIVEIRA AÍ, PARMERADA! Os árbitros dessa família, nas partidas mais importantes, costumam aprontar “poucas e boas” para o Verdão – a “capivara” é extensa.

arbitragem

ÔÔÔ VAMOS GANHAR, PORCOOO!!

Palmeiras-seleção

“… Felice di stare lassù…” ♫♪

Para nós, palmeirenses, só agora acabou 2012!

Estamos de volta! O Palmeiras está de volta! Um “novo ano” se inicia.

Graças a Deus, está desfeita a presepada de Tirone, Frizzo, Piraci e Cia. Nos impuseram uma obrigação e aí está, obrigação cumprida!

Uma campanha tranquila, sem sustos, acesso conseguido com seis rodadas de antecedência, com 21 vitórias, 6 empates, 5 derrotas (duas delas, contra Sport e ABC, fabricadas pelo apito), 60 gols marcados, 24 gols sofridos e aproveitamento, até aqui, de 71,9%. São 69 pontos em 32 jogos, 9 a mais do que o segundo colocado, 19 a mais do que o quinto (havia os que diziam que ficaríamos na série B) e 37 pontos a mais do que o primeiro na zona de rebaixamento (houve quem ousasse dizer que o Palmeiras poderia cair nesse campeonato). Se as coisas continuarem seguindo o seu curso, mais umas duas rodadas e o título também terá sido conquistado.

Ficamos numa ansiedade imensa esperando a partida do acesso e, no sábado, num dia lindo de sol, o Pacaembu estava lotado, torcida cantando… 20 milhões de corações palestrinos estavam ali, junto aos 37 mil torcedores que tiveram o privilégio de ir ao Pacaembu (sim é apenas privilégio, sorte, e nada mais do que isso, podermos estar ao lado do Palmeiras, quando tantos outros que gostariam de estar, infelizmente, não podem) e todo mundo esperando o time que iria entrar em campo, esperando pra ver a nova camisa verde e amarela, esperando pra ver a chuteira nova e exclusiva do Mago e, principalmente, esperando pra ver o Palmeiras carimbar o visto de volta à série A e acabar com o pesadelo…

Quando entrei no Pacaembu, os alto-falantes anunciavam os jogadores de outros tempos, aqueles que trazemos guardados no coração e que estariam ali naquela tarde. Entrei na hora em que ele anunciava Edmundo, amado Animal… todo mundo aplaudia, gritava o nome dele. Naquele calorão, nossa pele transpirava alegria.

Vários torcedores tinham seus cabelos pintados de verde, tinha gente com máscara de porco, uma quantidade enorme de bandeiras, de crianças, de sorrisos (e quantos outros torcedores mais,  com seus olhos grudados diante das TVs pelo Brasil e pelo mundo afora, tinham os seus corações ali no Pacaembu). Quem foi que disse que não iríamos comemorar o acesso, quem disse que não iríamos ficar felizes com ele? Qual o sentido de estarmos ali, cantando, de termos ido até o Pacaembu, senão pela felicidade de ver desfeito o mal que nos fizeram?

Para lembrar 1965, quando o Palmeiras, de ponta a ponta, representou a seleção brasileira e venceu o temido Uruguai por 3 x 0, vestindo agasalhos do Verdão e tendo por baixo a nova camisa entraram em campo Ademir da Guia -O Divino, Dudu, Evair, Edmundo, César Maluco, Rosemiro, Alfredo Mostarda, Amaral, Edu Bala, Valdir Joaquim de Moraes,  São Marcos (qual é o time que tem tantos ídolos desse quilate?). Eles foram saudados pela torcida e homenageados pelo presidente Paulo Nobre. Emocionante.

Não vi na hora, mas vi depois em imagens a cena maravilhosa do presidente Paulo Nobre ajoelhado aos pés de Ademir da Guia, o Divino, numa reverência ao fantástico ídolo palmeirense – olha a cara do Edmundo e a do Marcão. Não precisa nem ser palmeirense para que se possa sentir a grandeza desse momento, imagina para um palmeirense então… Realmente D I V I N O !! Paulo Nobre me representa!

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O time atual entrou vestido de verde, posou para foto com o time do passado – lado a lado estavam Valdivia e Ademir, Kardec e Evair, Valdir e Prass, Marcos e Bruno, Dudu e Márcio Araújo, Edmundo e Ananias, Leivinha e Wesley, César e Vinícius… olhos e coração ficavam confusos… surreal!

Palmeiras-seleções1

Mas de matar a gente de emoção mesmo – eu chorei – foi ver a troca de camisas entre eles. As camisas amarelas foram passadas para os que iam pro jogo e as verdes ficariam para os que iam assistir à partida. Um momento mágico, de arrepiar! Quase morro do coração vendo o Divino entregar a camisa pro Mago (e o Maguinho olhando os dois), o Evair pro Kardec, Edmundo pro Ananias, Leivinha pro Wesley, César pro Vinícius… Pátria Amada Palmeiras!

Palmeiras-seleção-troca-de-camisa1

Era a deixa para que o futebol fizesse jus àquela festa toda. Só que a coisa não saiu como a gente esperava…

Quando o jogo começou, o Palmeiras até foi pra cima querendo o gol; Vinícius recebeu pelo meio, viu o espaço e chutou, mas o goleiro defendeu. Porém, a ansiedade do time era visível. E ela começou a fazer com que os jogadores errassem muitos passes, perdessem algumas bolas bobas, se precipitassem. O São Caetano começou a arriscar. Prass estava esperto. Valdivia metia umas bolas lindas, mas na hora “h”, ou a finalização não saía direito ou o goleiro pegava. Em algumas vezes, a pessoa melhor colocada não era percebida e não recebia a bola… As 37′, a bola sobrou pra Henrique, que, dentro da área, e com uma categoria de atacante, dominou, deu um corte em seu marcador e chutou pro gol. A maledeta da bola passou raspando… A torcida se inflamava.

Um minuto depois, Kardec recebeu na área e foi derrubado pelo goleiro, a bola sobrou para Wesley, que ia pro gol,  mas o juiz apitou e marcou pênalti. O Pacaembu comemorava. Kardec pegou a bola e foi pra área, mas o juiz, que tinha sido avisado pelo bandeira (!!?!!), voltou atrás e desmarcou o pênalti. É mole? Desde quando bandeirinha assinala ou “desassinala” penalidade? E sem ser com o Palmeiras, quando mais você vê/viu um juiz voltar atrás numa marcação de pênalti ou um bandeira desmarcar uma penalidade?

Virou uma confusão danada, os jogadores reclamaram um bocado. Mais uma vez, o Palmeiras, e só o Palmeiras, tinha um lance anulado por interferência externa – como aconteceu com aquele gol do Barcos, quando a interferência externa viu a mão na bola, mas não viu o pênalti que ele sofrera no lance. É pro bandeira (quarto árbitro, delegado) interferir só se for para o Palmeiras não marcar? Deve ser, porque no jogo do São Paulo, no dia seguinte, um gol tricolor em impedimento (esse sim é lance pro bandeira), uma agressão praticada por Ganso e não punida pelo árbitro,  e um pênalti claro a favor do Inter, que no apito virou falta fora da área (três lances favorecendo o São Paulo – que luta para não ser rebaixado), não receberam a interferência de bandeirinha nenhum (assim é fácil escapar, né?).

E a imprensa, que achou tão correto o bandeirinha do jogo do Palmeiras, não disse nada sobre os dois auxiliares do jogo dos bambis, que deixaram o juiz “errar” quanto quis, e não interferiram em nada – ou será que nos outros jogos eles não precisam interferir? Faltou um dirigente palmeirense na CBF em 2012. Não para que fossemos favorecidos e ajudados a escapar como alguns estão sendo agora, mas apenas para que não tivéssemos sido tão roubados e, por isso, mandados para a série B.

Se o experiente Seneme apitou é porque viu a penalidade, e bastou o bandeira falar com ele que ele “desviu”? Se não foi pênalti, a jogada do Wesley tinha que continuar – o goleiro e o Kardec estavam no chão. Para não prejudicarem o São Caetano prejudicaram o Palmeiras, duas vezes!! Uma, quando o juiz parou a jogada, no momento em que Wesley ia pro gol; e a outra, quando ele desmarcou o pênalti, marcado na hora em que Wesley ia pro gol.

O fato é que se os jogadores já estavam ansiosos, com essa lambança toda ficaram nervosos também. E aí é que não saiu nada mesmo. No segundo tempo o futebol nossas deficiências (eu sei que temos muitas) estavam mais evidentes e futebol ficou muito feio… alguns jogadores tentavam resolver sozinhos, mas nada deu certo e o jogo terminou sem que conseguíssemos marcar um único gol.

Mas o grande mal estava desfeito, e era isso o que mais desejávamos desde Novembro de 2012. A torcida, apesar da brochante falta de gols, respirava aliviada, se sentia feliz com o fim do pesadelo; as pessoas se cumprimentavam e aplaudiam o Palmeiras que voltara à Série A. Então, uma pequena parte da torcida resolveu vaiar e xingar o próprio time (imagine o Pacaembu dividido em 4, menos de 1/4 do público foi a parte descontente). Mas ela foi prontamente vaiada de volta pelo restante de pessoas no estádio, pelos outros 3/4 do público, que se ofendeu com os xingamentos ao time, saiu em defesa dele e passou a gritar: Palmeiras! Palmeiras! Sensacional! O Palmeiras realmente pertence àqueles que o amam!

Missão cumprida, parmerada! Foi quase um ano de calvário e aprendizado mas o pesadelo acabou! Boora buscar o título, virar essa página, dar tchauzinho pra 2013 e entrar de cabeça erguida em 2014.

Nosso “novo ano” vai começar agora. E que ele traga muitas alegrias pra todos nós!