Sempre que jogamos um derby, acontece um monte de coisas estranhas (roubalheira)… Um “Liedson”, que rasga a coxa de um Danilo com as travas da chuteira, de propósito, e só o “Danilo” é expulso… um mesmo “Liedson”, que dá uma solada no peito de um “Deola” e continua em campo… um “Chicão”, que entra de sola na canela de um “Barcos” e o juiz não marca nem falta… um “Wallace”, que pisa na canela de um mesmo “Barcos”, que está no chão, e fica por isso mesmo… um “Romarinho”, que vai na grade provocar a torcida organizada rival (existe um artigo pra isso), leva apenas um amarelo, e só depois de muita confusão e reclamação… um “Gil”, que agride um “Henrique”, e o juiz (a imprensa esportiva também) faz de conta que não viu… um “Elias”, que dá uma cotovelada, proposital, num “Valdivia” e não leva nem amarelo… caso eu fosse relacionar tudo aqui, a lista seria imensa.

É um festival de coisas, cometidas pelos nossos rivais, que os árbitros deixam de marcar, deixam de punir como manda a regra… Somos useiros e vezeiros em soermos garfados no apito sempre que jogamos contra os gambás.

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E é porque, nesses jogos, os árbitros “erram” tanto em benefício de um mesmo time, porque os árbitros se omitem tanto, se acovardam tanto quando precisam punir jogadores desse time, porque deixam de marcar as faltas desse time,  porque deixam de amarelar seus defensores (pra não correr o risco de ter de expulsá-los depois), deixam de punir as agressões cometidas por eles, e a rivalidade fica ainda mais acirrada, é que o árbitro “sorteado” para um derby recebe tantos holofotes – já teve ocasião de saberem quem era o “sorteado”, antes mesmo do sorteio…

E olha só quem foi “sorteado” para o derby de amanhã:

O moço da foto, Thiago Peixoto Duarte, à direita, de branco, que está em companhia do seu pai, de um amigo e, veja só, da camisa dos gambás, vai apitar a semifinal do Paulistão amanhã – ele só apitou um clássico no campeonato paulista (Santos x Palmeiras).

Questionado sobre a já polêmica foto, o árbitro alegou que a camisa foi uma doação para a Santa Casa de Barretos, onde a sua mãe tinha estado internada antes de falecer, em 2011. Queria retribuir o bom atendimento à mãe, e soube que a Santa Casa fazia leilões para arrecadar fundos. Um amigo conseguiu a camisa gambá para a doação (logo a gambá, né? Que coincidência!).

Tenha ele o motivo que tiver, se é um árbitro de futebol, não deveria tirar foto com camisa de clube nenhum, não é mesmo?

No entanto, tem muita gente por aí, que diz que o moço é torcedor alvinegro sim. Há quem diga que ele tem até carteirinha de sócio torcedor. Como essas informações têm origem nas mídias sociais, não dá para se ter certeza se são verdadeiras ou não.

Não sei, não…  Depois de termos visto os gambás ganharem dois pênaltis da arbitragem no jogo com o Botafogo; depois de termos visto a Ponte Preta ser assaltada e os gambás ficarem com a vaga na semi; depois de termos visto o Palmeiras ser muuuuito roubado diante do mesmo Botafogo – roubado diante dos gambás -,  não é nada difícil imaginarmos que os gambás virão jogar com o mesmo esquema de sempre “dois bandeiras abertos e um juiz centralizado”. Difícil ganhar desse esquema, ainda mais se tiver um quarto árbitro na lateral.

E a imprensa, que fez um escarcéu por causa do patrocínio da Crefisa na camisa dos árbitros, “berrando” que haveria favorecimentos para o Palmeiras (ele foi garfado como sempre), agora, não fala nadinha sobre essa foto, não coloca nenhuma suspeita sobre a sua atuação no derby…

E o árbitro ficou bastante eufórico com a notícia de que iria pro jogo: “Acho que até soar o apito, vou tremer um pouco. Mas depois do apito, jogo.”

Espero que ele faça o trabalho dele com honestidade, e que seja ele o único a tremer, e não a torcida do Palmeiras por ver o time ser garfado em campo.

Porém, pelo sim, pelo não… ABRE BEM O OLHO COM O JUIZ, PALMEIRAS!! Algo me diz que teremos que jogar contra 15 de novo…

PRA CIMA DELES, VERDÃO! CONTRA TUDO E CONTRA TODOS, RUMO Á FINAL!!

MAGIA NELES, MAGO!!! E VAMOS GANHAR, PORCOOOOOO!!

“Tem time que ganha do Botafogo-SP graças à duas penalidades inventadas… Tem time que ganha do Botafogo-SP apesar de duas penalidades escandalosamente não marcadas…”

O alarme tocou de manhã e a diminuta parte do meu cérebro que acordou com o som, me dizia que era domingo, e que eu não tinha nada que acordar cedo… só que o coração deu um berro: “Hoje tem Palmeiras no Allianz Parque! Começou o mata-mata!” Foi o bastante, num segundo eu estava de pé!

Enquanto eu me preparava para sair de casa, percebi que alguns antigos medos estavam comigo… e era um tal de alimentar as superstições de estimação… “Será que fiz isso? Será que fiz aquilo?”, “Será que peguei aquilo outro?”… que saco. Dei um basta nas bobagens todas – são novos tempos agora – no entanto, antes de sair, corri no terraço e tratei de regar os meus trevos de quatro folhas…

Muitas camisas do Palmeiras podiam ser vistas na rua… A manhã de domingo era verde, branca, verde-e-branca, verde limão, amarela,  azul centenário… coisa linda.

Chegamos mais cedo no Allianz, temendo que a PM causasse um transtorno na entrada dos torcedores, mas estava tudo certinho, os torcedores iam chegando e entrando, tranquilamente. Muitos cambistas circulavam por ali.

O Allianz foi enchendo de gente (não sei porque a WTorre ainda não trocou por vidro aquelas grades que separam alguns setores. Não sei porque também, o gramado parecia bem ruinzinho, sem manutenção)…

Senti uma emoção muito grande quando o Palmeiras entrou em campo – na camisa branca as 300 mil inscrições na TV Palmeiras. O hino, cantado à nossa moda, por aquela parmerada toda, deixava a pele da gente arrepiada e a garganta com um nó… “Meu Palmeiras, meu Palmeiras”.

Valdivia no banco… e tava na cara que o Botafogo ia vir numa retranca só, fazendo sumir os espaços. Eu me sentia tranquila, confiava que o Palmeiras iria vencer. Nosso time é bom – muito melhor que o do Botafogo -, nossa torcida, linda, fazia uma festa linda também, tornando o Allianz um caldeirão… estava (quase) tudo certinho…

Eu temia as botinadas (elas aconteceram muito desleal e impunemente na quarta e na semi do Paulistão 2014, lembra?), e a arbitragem, claro… além de sempre permitirem as botinadas nos parmeras, as arbitragens costumam prejudicar o Palmeiras até mesmo em lances capitais…

Só que eu não imaginava que Marcelo Rogério, o árbitro da partida, fosse capaz de prejudicar (garfar?) tanto o Palmeiras, e dentro do Allianz, diante da sua torcida e de todas as câmeras de TV. Se dependesse do “bom trabalho” do juiz e dos seus auxiliares, o Palmeiras, mesmo sendo muito superior em campo, teria sido desclassificado. Coisa pra se pensar…

Não existe lógica alguma que legitime uma arbitragem influenciando diretamente no resultado de uma partida, não existe desculpa para que um árbitro “esqueça” as regras mais importantes (falta dentro da área é pênalti). E, se tentarmos pensar com a “lógica” torta dos que tentam arranjar justificativas para as “apitadas”, fica muito esquisito se prejudicar o maior campeão do país, em favorecimento à uma equipe, com todo o respeito ao Botafogo, sem expressão alguma. Na dúvida, sempre apitam contra o Palmeiras – imagine o que não vem por aí diante do time que se classificou graças à garfada na Ponte Preta? Time para o qual muitos árbitros – “jornaleiros também” – parecem trabalhar?

Começo de jogo e o Zé Roberto sofreu uma falta por trás, reclamou com o adversário, ele não gostou, discutiram, e o juiz deu bronca no… Zé Roberto. O amarelo pro botafoguense, nem pensar. Tava começando cedo…

Robinho finalizou de longe, tentando surpreender o goleiro. Uhuuu!! E todo mundo lembrou do golaço que ele tinha feito no “goleiro de hóquei”.

No minuto seguinte, cruzamento do Botafogo na área de Prass, ele saiu na bola, mas sofreu falta. Ao ser atingido, inclusive no braço, soltou a bola, e colocaram ela no gol. O juiz anulou, corretamente.

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O Botafogo, que reclamava de tudo com o juiz, ficava na retranca, mas o Verdão tocava a bola, pacientemente… sem afobação, invertia o jogo, tentava encontrar espaço, e apanhava… O Botafogo batia sem medo nenhum do juiz… Dudu que o diga, tadinho. Sofreu uma falta dura, pra cartão, e o juiz… nada.

O Palmeiras estava bem, a defesa jogava certinho, meio e ataque também… Rafael Marques, Leandro, Robinho, Dudu faziam boas jogadas, tinham velocidade, porém, para furar a retranca, estava faltando aquela jogada redondinha, o último passe açucarado.

O Zé levou perigo ao Botafogo num cruzamento da linha de fundo. A bola passou por toda a área e o zagueiro acabou tirando.

Lá pelos 25′, Dudu perdeu um gol feito. Zé Roberto cruzou, Victor Ramos foi na bola, de cabeça, e ela, implorando para entrar no gol, sobrou pro Dudu, que se atrapalhou, ou errou o tempo da bola, e mandou um gol feito na trave, e pra fora. Ai, meu Deus!

O grito de gol, pronto pra explodir em nossa garganta, se agitava e resmungava, inconformado de ter que esperar…

O domínio era total do Palmeiras. O Botafogo não conseguia passar do meio de campo, o Verdão metia pressão nos retranqueiros, fazedores de cera, que visavam o corpo dos palmeirenses em quase todas as jogadas, e iam pra cima do juiz a cada marcação de falta (imagina o Verdão fazendo isso?).

Mais de 35 mil pessoas não paravam de cantar e empurravam o Palmeiras no Allianz. Uma vibração intensa.  O paraíso era ali…

Finalzinho de primeiro tempo, e o bandeira marcou um impedimento inexistente do Palmeiras… Um pouco depois, contra ataque do Botafogo, a bola foi lançada lá na frente, Prass, poderoso, saiu da área e tirou de cabeça, mas o jogador do Botafogo, que nem lembrou da bola, foi no corpo de Prass, fazendo falta, e jogando ele no chão.  O juiz viu, mas foi como se não tivesse visto…

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Ninguém estava gostando do árbitro, que irritava os palmeirenses com faltas invertidas, com rigor exagerado e direcionado às pessoas erradas – Dudu sofria falta e ele é quem levava bronca -; que permitia que um jogador do Botafogo fizesse falta no Prass e ainda fosse pra cima dele, dar uma dura; que permitia que faltas para cartão amarelo ficassem impunes; que deixava de marcar a maioria das faltas que Dudu sofria (isso acontece em todo jogo). Essas pequenas coisas influenciam muito no andamento de uma partida – e eu lembrava o jogo diante do Bragantino em 2014.

O primeiro tempo acabou,  Oswaldo teria que dar uma mudada no time, no jogo… teria que colocar Valdivia em campo…

No entanto, para a segunda etapa, quem entrou foi o Victor Luís, no lugar do Zé Roberto, que tinha sentido a coxa.

Passava dos 5′, quando Robinho cruzou na área para Dudu. O atacante, que saía na cara do goleiro, com chance de marcar, foi atropelado, por trás, pelo zagueiro do Botafogo. Pênalti, escandaloso, indiscutível, que o juiz e o bandeira “não viram”.

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Na transmissão, que milagre, os comentaristas afirmariam: Pênalti! Mas olha só a penalidade na versão rgt:

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Dudu foi atropelado, nem “anotou a placa”, e a notícia diz que ele “se enrosca”? E o pior foi dizer que o Dudu é que se enroscou, que a ação foi dele e não do botafoguense. Que jeito bom de fazer parecer que não foi tão óbvia a penalidade, que foi lance discutível, que foi até compreensível o juiz não marcar… afinal, o Dudu “se enrosca” no outro (que o atingiu por trás)… basta uma “palavrinha mágica”, e a verdade muda de cara…

A torcida enlouquecia de raiva. Jogo valendo vaga, e o juiz nos garfa uma penalidade dessa? Chama o camburão!!

Poucos minutos depois, o Palmeiras rouba uma bola, Dudu é lançado, avança com ela, entra na área, aparece um adversário, e a bola passa, mas o Dudu fica. “Mi” achei com uma cara de falta esse lance, viu?

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Mas o juiz mandou seguir, o Botafogo engatou um contra ataque, e por muito pouco não fez um gol. E se tivesse feito, seria um gol na conta da arbitragem, porque houve um impedimento clamoroso… que ninguém marcou… E era bem fácil de ver que os de branco, e a bola, principalmente, estavam bem atrás do de vermelho, não é?

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Com o Palmeiras em cima, o Botafogo se fechava mais. E a bola não passava… O Palmeiras continuava insistindo em cruzamentos e mais cruzamentos, mas não dava certo.  A torcida, impaciente, pedia: Valdivia! Valdivia! Não demorou muito e Oswaldo chamou a nossa ‘chave-mestra’. Aplausos no Allianz!

O Mago entrou aos 17′, e, no primeiro lance, foi agredido por André Rocha. O jogador do Botafogo deu no meio do Mago, e deu tambem um tapa no rosto dele, sem nem olhar a bola. Foi direto pra cima do Mago. Não houve disputa de bola, só a agressão mesmo. E o juiz deu… amarelo(??!!). Se deu amarelo, viu a falta, e se viu a falta, não expulsou por quê? Imagina se fosse o contrário?

E a CBF tomando providências contra as reclamações dentro de campo… Bater, pode;  reclamar, não.

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Um gol do Botafogo, e outro do Palmeiras (Mago roubou uma bola e passou pro Dudu guardar), em menos de dois minutos, ambos em impedimento, foram anulados pelos bandeiras.

Se o Palmeiras já encurralava o Botafogo, depois da entrada de Valdivia, o jogo inflamou. Aí que o Verdão ia pra cima mesmo. E o Allianz cantava forte, numa voz só… sabendo que o gol estava chegando…

Mas o Botafogo fez mais um pênalti em Dudu, e o juiz, mais uma vez, não marcou – pra ele ser um árbitro ruim, só se não aprendeu que falta dentro da área é pênalti. Se aprendeu… sabe-se lá porque não marcou…

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Queríamos tanto um gol… E então, o Mago roubou uma bola no campo de defesa, tocou pro Dudu e correu mais à frente; Dudu devolveu pro Mago, que chamou a defesa inimiga pra dançar, deu um drible desconcertante em três marcadores, deixou um no chão, olhou pra um lado, não quis passar, olhou pra direita e lançou Lucas, que só teve o trabalho de cruzar para área, para Leandro Pereira, espertíssimo, balançar as redes!

O grito de gol, preso em nossa garganta o jogo todo, ganhou liberdade no Allianz Parque! Sabíamos que o gol era a passagem pra semifinal, apesar das penalidades não marcadas, apesar da agressão não punida, apesar da arbitragem.

Tá difícil de achar um espaço? Chama o Mago!! Ele entrou e mudou o jogo. E com o menu completo: driblou, armou o time, passou, chamou a marcação e a responsa, recebeu faltas bem duras, foi agredido, levantou a torcida da cadeira, arquitetou a jogada do gol da classificação… botou fogo no jogo, e ajudou os companheiros a construir a  vitória e carimbar a vaga na semifinal…

Vamos jogar no “Estádio dos Quatro Tobogãs” agora, e só voltaremos ao Allianz se passarmos à final…

E eu só digo uma coisa… ESPERA A GENTE AÍ, ALLIANZ PARQUE, SEU LINDO, SEMANA QUE VEM ESTAREMOS DE VOLTA!!

PRA CIMA DELES, PALMEIRAS!! VAMOS GANHAR, PORCOOOOO!!

“Sabe o que o arco-íris e a felicidade têm em comum? Ambos aparecem depois da tempestade.”

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Chovia um bocado enquanto eu me dirigia para o Allianz Parque… as camisas do Palmeiras eram vistas por todo lado. Pai e filho, de mãos dadas, vestindo camisas em branco e dourado, seguiam pro jogo. Na camisa do pai, o nome estampado era “Dudu”; na camisa do filho, “Arouca”. Dudu, só com um mês de Palmeiras… Arouca, nem tinha feito a sua estreia ainda…

Novos tempos no Palmeiras, novos tempos de Palmeiras dos bons tempos…

A chuva não impediu que a Turiaçu, ponto de encontro dos palestrinos, estivesse cheia de gente. Os vendedores de capa insistiam com os torcedores, mas não vendiam quase nada… “dentro do Allianz Parque não chove, moço”.

O Allianz estaria quase lotado. Enquanto tem time por aí que coloca 16 mil torcedores num jogo de Libertadores, o Palmeiras, cuja torcida “está encolhendo”, para um jogo diante do Capivariano, pelo “Paulistinha” – não é assim que alguns chamam o torneio? -, teria mais de 32 mil pagantes na arena, é mole? Alguns viriam do Mato Grosso do Sul, outros do Espírito Santo… várias localidades do estado, e vários estados do país, enviariam parmeras para conhecerem a sua nova casa.

Quase na hora do Verdão entrar em campo, a chuva parou… e um arco-íris lindo apareceu por sobre o Allianz Parque, para dar as boas-vindas ao time, ao estreante Arouca, pra ver o Palmeiras jogar. Nossa arena parecia o “pote de ouro” no final do arco-íris…

Arouca foi festejadíssimo – ele, que estava acostumado com uma torcida menor, deve ter “tremido no taco” quando foi recebido pela Que Canta e Vibra. Eu fiquei arrepiada.

O jogo começou com o Palmeiras indo pra cima das “capivaras”. No primeiro minuto, Allione invadiu a área, driblou o marcador e chutou; o zagueiro defendeu no reflexo e o goleiro conseguiu tirar com um tapa. Quase! Logo depois, Zé Roberto desceu pela esquerda e tocou para Cristaldo, ele recebeu de costas, girou, se livrando do marcador, e mandou pro gol, mas a bola pegou a trave.

Era pressão total do Palmeiras, que usava de velocidade e fazia a maioria das jogadas pelas pontas. Zé Roberto corria como um garoto;  Arouca parecia “velho de casa”, e ninguém dizia que ele estava sem jogar desde novembro. Os adversários só se defendiam e faziam muitas faltas. O juiz era um tanto quanto conivente com isso, e o bandeirinha, do lado que o Palmeiras atacava, fazia questão de não ver as faltas que ocorriam na sua frente, e invertia um monte de jogadas, dando posse de bola para Capivariano em muitas vezes em que a bola era do Palmeiras. Irritante.

O Palmeiras armava, era ofensivo, mas parecia afobado, ávido pela marcação do seu gol, e sempre na hora do último passe, ou da finalização, algo dava errado, e, por isso, o time finalizava muito pouco. O que faltava mesmo eram os chutes a gol, faltava também Robinho ser mais acionado. E o primeiro tempo acabou sem alteração no placar.

Na segunda etapa, de cara, Oswaldo tirou Allione e colocou Rafael Marques em campo. E nem tínhamos 4 minutos de jogo ainda, quando, num ataque do Palmeiras,  Arouca recebeu a bola na área e foi derrubado… pênalti claro, a torcida toda viu e gritou, mas o juiz, pra variar, nada marcou, o bandeirinha também não. Na sequência, Cristaldo chutou em cima do goleiro e, na sequência do lance  a bola pegou a trave. E o juizão fazendo o placar ficar no 0 x 0…

Um absurdo a arbitragem não marcar a penalidade. Um absurdo o o Belletti, na transmissão da TV (eu saberia disso depois) , depois de ser perguntado “E aí, Belletti? O torcedor pediu pênalti”, dizer apenas que “a bola sobrou para o Cristaldo e ele chutou fora”. Caramba, o comentarista, que está lá para comentar os lances do jogo, e esclarecê-los para o telespectador, não viu a penalidade? Então, ele está no emprego errado. E se viu, não falou nada sobre o lance, fez de conta que não ouviu a pergunta por quê? Imprensinha…

Veja as imagens. O jogador “capivara” vai pra cima do Arouca, empurra ele com o braço, coloca a perna direita à frente da perna esquerda do palmeirense, faz a carga, segura, empurra de novo, até derrubá-lo.

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Indiscutível, não é mesmo? Juiz e bandeira, que está escondido pelo placar do jogo, na tela da TV, só não viram porque não quiseram ver.

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O Palmeiras, de novo, foi prejudicado por uma presepada da arbitragem, e daquelas que podem interferir no placar. E, de novo, na transmissão fizeram o joguinho de sempre de não dizer nada concreto a respeito. Ainda bem que quando o Verdão ganha uma partida – títulos também -, ganha na raça mesmo.

O Palmeiras seguiu buscando o gol. O Capivariano seguiu fazendo cera e batendo; Dudu levava cada “arrepiada”. E sofreu uma falta, quando ia entrar sozinho na área, o adversário que o parou, era o último homem, mas o juiz só deu amarelo. Nos comentários da TV, Belletti diria: “É que existe uma ideia aí,  de que o último homem que faz a falta deve tomar cartão vermelho…“. Existe uma ideia? E eu achava que isso tava na regra…  E Belletti continua “explicando” que o jogador infrator pode levar vermelho “mas só quando a chance de gol é clara. Como não era, tá certo o cartão amarelo”. O jogador entrar, sozinho na área, com bola dominada, e na cara do goleiro não seria chance de gol? Era isso que ia acontecer se não parassem o Dudu.

O jogo seguiu, e o Zé Roberto quase marcou de falta. A bola passou raspando…

Arouca saiu para entrar Alan Patrick (ele sairia 19 minutos depois, sentindo a coxa, e dando lugar a Victor Luís); e saiu aplaudidíssimo. Oswaldo ajeitava o time com Rafael Marques pela esquerda, Dudu pela direita, recuando mais o Robinho. O Palmeiras continuava criando, mas o último passe não dava muito certo. A torcida, mesmo impaciente, não aparava de cantar e apoiar.

E então, Marlon cometeu um pênalti escandaloso em Cristaldo. O Allianz inteiro gritou ao mesmo tempo, mas o juiz nem aí. E olha que o bandeirinha correu para a linha de fundo, sinalizando que tinha visto a penalidade, mas, covardão, ou sabe-se lá porque, ficou quieto e nada comunicou ao árbitro.

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Pênalti claro, não é mesmo? Repare na imagem acima, o bandeirinha correu até o fundo, porque viu a infração, mas, pela segunda vez na partida, uma penalidade a favor do Palmeiras não foi marcada.

A TV diria depois, depois de muito consultar as imagens, que Cristaldo estaria impedido no momento do lançamento. Que seja – eu acho que ele apenas foi mais rápido que o seu marcador. Mas, uma vez que esse “impedimento” não foi visto por ninguém, nem pela arbitragem, e não foi assinalado, por que a penalidade, claríssima, não foi marcada? E na transmissão ninguém diz que achou que foi penalidade ou que achou que não foi… Belletti diz achou que houve impedimento e “por aquele replay, eu não consegui ver se foi pênalti ou não”. Mas, quando é pra achar que o jogador “X” teve a intenção de alguma coisa, pensou isso, pensou aquilo… aí eles acham bem, né?

Com duas penalidades sofridas, e não marcadas pela arbitragem – não teve nenhum ponto para avisar o juiz? – o Palmeiras seguiu buscando o seu gol.

E foi feito o anúncio de público recorde do Palmeiras em 2015: 32.134 pagantes, para uma renda de R$ 2.578.175,00 – as rendas de Corinthians, Santos e São Paulo, somadas, são praticamente a metade do que o Palmeiras arrecadou até agora no Paulistão.

E os 32.134 parmeras + os torcedores que não pagaram + o arco-íris (se escondeu, mas ficou espiando), queriam ver bola na rede. O juiz não deixava, é verdade, os adversários faziam cera também, mas o Verdão ia atrás do gol.

Gabriel sofreu uma falta dura na entrada da área… o Allianz Parque explodiu na cobrança magistral de Robinho. Um golaço – Prass comemorou com uma voadora na bandeirinha de escanteio. Um chute perfeito, indefensável, um gol histórico, o primeiro gol de falta no Allianz Parque. Vantagem merecidíssima do Palmeiras. Gol merecido de Robinho, que joga muito.

“Olê porcooooo, olê porcooooo”… A torcida cantava alto, cantava forte… O Palmeiras continuava indo pra cima e, então, Dudu fez bela jogada e “achou” Robinho lá na direita, na entrada da área. O homem-gol da noite, de novo, num chute perfeito, meteu a bola na rede e fechou a conta da noite e soltou mais um grito de gol da nossa garganta.

Que maravilha Palmeiras! Que maravilha, Robinho!

https://www.youtube.com/watch?v=-bGwsLf6zJo

Uns minutinhos depois, o jogo acabou… Saímos felizes, cantando, fazendo as costumeiras “selfies da vitória”, saímos ainda mais líderes do nosso grupo, saímos com mais de 400 minutos sem tomar gol…

Saímos com a certeza que a nossa tempestade passou, finalmente, e que o nosso arco-íris logo estará no céu…

Você se lembra do último derby?

O sábado palestrino tinha sido agitado… Depois da despedida do Divino, no Allianz Parque, na parte da manhã, fomos nos despedir do Pacaembu, à tarde. Seria o último derby, a última partida a ser realizada lá.

A imprensa não se cansava de anunciar há quantos anos o Palmeiras não vencia o rival no Pacaembu, e “se esquecia” de dizer, que, na maior parte desse “há quantos anos”, era costume que os dérbis fossem jogados no Morumbi – até mesmo em outras cidades -; se esquecia de dizer qual era o time que mais títulos conquistara no Pacaembu, e qual o que tinha sido mais roubado ali, nos jogos disputados entre os dois – Né, PCO? Também esquecia que, no Pacaembu, foram 16 partidas, com 4 vitórias para cada um e 8 empates, e que o Palmeiras tinha marcado mais gols…

Você lembra o que aconteceu, não é? Lembra da tática-pancadaria que Mano Menezes preparara para o jogo? Da caixa de ferramentas, aberta, como a principal estratégia de jogo dos “itakeras”? De Valdivia, a grande preocupação dos corintianos, sendo o alvo principal deles? E que ele sofreu faltas desleais de vários jogadores alvinegros – Elias, Fagner, Petros, Gil… e que, para o árbitro, algumas delas nem falta foram?

Lembra que o Palmeiras jogou mais e melhor? Que foi uma roubalheira? Que o Verdão apanhou muito, com a conivência do árbitro, Flávio Gomes Guerra? Que teve mais posse de bola, que fez um golaço aos 25′ do primeiro tempo, e, que se o árbitro tivesse apitado corretamente, o Palmeiras teria jogado sossegado, porque, na tática corintiana de descer o sarrafo a cada tentativa palmeirense de se criar uma jogada, pelo menos uns dois jogadores corintianos (estou sendo boazinha na conta) deveriam ter sido expulsos (sabe quando eles iriam empatar? Nunca.)

Certamente você não esqueceu que, os 5′ de jogo, Valdivia levou uma cotovelada de Elias, NÃO PUNIDA PELO ÁRBITRO – e, como constataríamos depois, OMITIDA PELAS TRANSMISSÕES ESPORTIVAS – e sofreu uma lesão abdominal, mal podendo caminhar durante uns 20 minutos, sentindo muitas dores durante a partida toda, e levando mais um monte de botinadas depois; não esqueceu também que o Palmeiras apanhou, deslealmente, a cada vez que tentou criar uma jogada, sem que o árbitro tomasse qualquer atitude para coibir a pancadaria. Henrique, Victor Luís, Marcelo Oliveira, João Pedro, sofreram faltas que deveriam ter originado cartão amarelo  para os infratores(ou segundos amarelos, caso a arbitragem fosse séria), mas quem amarelou foi o juiz, deixando os infratores impunes. Os jogadores corintianos, se valendo da camaradagem do árbitro, que não mostrava cartões amarelos e, muito menos, os vermelhos, seguraram o meio e o ataque do Palmeiras na porrada, e acabaram conseguindo um gol, nos acréscimos (imagina se não seria nos acréscimos), que foi fruto da nossa desatenção e de uma falta não marcada sobre Juninho.

E, assim como eu, você constatou que, depois da partida, nos vídeos de melhores momentos, não tinha/tem nem a metade do que vimos acontecer em campo… nos comentários da TV, idem (precisei assistir aos vídeos completos, para ver que aconteceu até mais do que consegui ver em campo, e para constatar que a imprensinha continua cada vez mais sem-vergonha).

E, agora, quando teremos mais um derby, um monte de gente faz a egípcia e finge que no anterior não aconteceu nada demais…

Vamos lembrar os lances capitais e a omissão da rgt e da imprensinha em geral?

No primeiro minuto de jogo, Henrique foi agarrado, seguro, o “itakera” subiu em suas costas, o derrubou na entrada da área, e o árbitro esqueceu que no bolso dele tinha cartão amarelo.

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Com dois minutos de jogo, segundo a transmissão da “alvinegra” rgt, Valdivia “tomou um tranco com T maiúsculo de Petros”. Ele e Fagner fizeram um sanduíche do Mago. A falta dupla, desleal, foi vista como falta normal pelo árbitro Flávio Rodrigues Guerra (depois que ele, um dia, marcou três penalidades, corretíssimas, a favor do Palmeiras e contra os bambis, e pegou uma geladeira inexplicável, passou a apitar assim, com essa parcialidade toda). A torcida chiou um bocado. Afinal, o jogo estava só começando… A partir dali, tivemos a certeza que, quebrar o Mago – Henrique também – era a tática corintiana para a partida.

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Aos 5′, Valdivia subiu para cabecear uma bola, e Elias – ele nem pensou em sair do chão -, esquecendo a bola e visando só o Mago, deu uma baita cotovelada nele, mais ou menos na altura da cintura. Valdivia teve uma lesão abdominal nesse lance. Na TV, diriam que foi uma “trombada”… Trombada? Ele visa o Mago, e o acerta, de propósito. Olha a cara dele, repare onde ele olha. E tem a mão aberta, pra dar precisão ao golpe, como se fosse caratê. Veja as imagens:

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Mano Menezes, segundo a transmissão, com muita cara de pau dizia para o árbitro que Valdivia era cai-cai, sugerindo que ele simulava a agressão que sofrera. Mas o mentor da tática/pancadaria viu bem o que aconteceu.

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E olha só a rgt:

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Disputa de bola? Trombada? Olha as imagens. Em nenhum momento houve uma disputa de bola. Elias nem saiu do chão. Valdivia sim, saiu do chão, foi na bola, mas Elias não, ele só visava Valdivia, e só olhava para a cintura do Mago. Como pode uma agressão dessa virar “trombada” – tipo o Petros trombando (agredindo) um árbitro, né rgt?

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“Lance Normal”, que absurdo! “Cotovelo de Elias bateu nas costas do jogador palmeirense”. Não foi o Elias que deu uma cotovelada em Valdivia, foi “o cotovelo que bateu nas costas do jogador do Palmeiras”. E o cotovelo tem vontade própria? Elias, o dono do cotovelo, não tem nada com isso? E o lance é normal? Que picaretagem da rgt!

Até o Neto, corintiano, que nunca diz coisa com coisa, e dificilmente admite os erros e falhas do seu time, meio que se lamentando, falou: “A verdade é que o Elias usou o cotovelo”.

E se ele usou o cotovelo para agredir um adversário, ele tinha que ter sido expulso, não é? Mas, lembra que o árbitro não lhe deu sequer amarelo? (Qual a possibilidade de Valdivia fazer o mesmo e não ser expulso na hora e, depois, julgado umas “trocentas” vezes por Paulo Schmitt e seus amigos?) Fica fácil jogar assim, você não acha? Ficou fácil para o time “itakera”, receber a ajuda do árbitro para não ser derrotado não é?

E, por causa da dor aguda que sentia, foi muito difícil para o Mago continuar em campo. Um grande prejuízo ao Palmeiras que, graças ao árbitro, “a serviço”, nada custou aos “itakeras”.

Imaginando que Valdivia fosse sair de campo, e fazendo parecer que ele sairia porque queria sair e não por estar lesionado, o narrador da Band e o comentarista Neto (“cê tem um pobrema” sério com o Mago, hein nego?), leviana e ironicamente diziam: “Já vai sair?”, “Jáááá?”. Em nenhum momento pensaram em dizer, “com 5 minutos de jogo o Elias JÁ está agredindo os adversários? JÁÁÁ”?

Na rgt, Cleber Machado dizia: “Valdivia caído, DE NOVO (como se ninguém tivesse feito nada a ele). É isso o que você chamava de jogo truncado, Casagrande?”, como se o Mago estivesse usando um artifício para truncar o jogo, e não que estivesse LESIONADO PELA AGRESSÃO QUE SOFRERA DE ELIAS E QUE ELES FAZIAM QUESTÃO DE IGNORAR. 

E a tática “itakera” foi a mesma o jogo todo… com as bençãos do árbitro, que deixava passar a maioria, e de cujo bolso os cartões amarelos eram mais raros do que a água da Cantareira. Bom jogar assim, batendo impunemente, não é mesmo?

As imagens não mentem…

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Essa aqui, para o árbitro não foi nada demais… imagina se as camisas fossem contrárias, e o de verde batendo?

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Lembra dessa agressão do Gil no Henrique? E o juizão só “itakerando”… os comentaristas idem. Fosse um de verde agredindo, e pediriam a sua expulsão… do planeta.

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Lembra dessa outra agressão aqui? Olha a cara do juizão. só olhando e “itakerando”…

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E já que o juiz deixava bater a vontade, o Gil fez a festa – num jogo sério, com arbitragem séria, teria sido expulso, e muito antes disso, assim como Elias também deveria ter sido expulso aos 5 minutos do primeiro tempo -; saiu de lá de onde estava, numa jogada que não era a dele, e foi chutar e derrubar Valdivia. E os auxiliares só roub… ooops, “itakerando”…

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Foi um horror, não é mesmo, amigo palestrino? Eu me lembro muito bem da arbitragem sem-vergonha que tivemos nessa partida, e em muitos outros derbys também.

E é por isso que eu digo: ABRE O OLHO, PALMEIRAS! Muito cuidado com o ladr… ooops, com o árbitro de hoje. Se não for no apito, o adversário não é o “Esporte Clube Itakera”!!

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Estamos vivendo um início de temporada de sonhos… Sim, ver o Palmeiras jogar bola, de verdade, ver o Palmeiras com um elenco pra disputar títulos, ver o Palmeiras dando as cartas nas contratações, era o sonho de cada 12 entre 10 palmeirenses. Como não vivemos às custas do apito, não conquistamos títulos dessa maneira, muito pelo contrário, sabemos que o único caminho pra nós é o trabalho bem feito, é ter um bom elenco, é o time jogando muita bola. E por estarmos no caminho certo é que nos sentimos felizes e com o coração em paz.

A estreia no Paulistão não podia ter sido melhor, vitória tranquila, por 3 x 1, diante do Grêmio Osasco – que joga junto há uns dois anos -, conseguida com futebol ofensivo, veloz, de um time bastante renovado, que ainda não teve sequência e nem tempo de se entrosar. Imagine quando as peças todas se encaixarem, quando o time tiver Valdivia, Arouca, Dudu… Gabriel, nosso Jesus menino…?

O time do Osasco, com todo o respeito de uma osasquense, parecia o Palmeiras do ano passado, e não sabia nem de qual caminhão de mudança tinha caído. Só deu Palmeiras na partida – o primeiro tempo foi arrasador -, com um volume de jogo com o qual já estávamos desacostumados. E quanta desenvoltura dos nossos novos jogadores. O Allianz Parque era uma festá só.

E teve um golaço de Leandro; outro golaço, com matada no peito e bola no chão antes do chute, de Robinho; um gol esperto de Maikon “Blondie” Leite… um gol anulado de Cristaldo… uma partidaça do Allione (que Dorival deixava no banco em 2014)… jogadas lindas… passes precisos, velocidade, garra, jogadores bons de bola, raçudos (totalmente diferentes do jeitão “Uéslei” de ser, do nosso time do ano passado)… torcida cantando, e, por tudo isso, pudemos ter a certeza que o nosso Palmeiras mudou da água pro vinho.

Mas, algumas coisas não mudam… e o “mais do mesmo” se repete, campeonato após campeonato…

E, assim,  teve juiz assaltando o Palmeiras (não é porque ganhamos que vamos deixar de falar sobre isso), deixando de marcar muitas faltas, claras, a nosso favor; invertendo outras… deixando de marcar pênalti em Allione (isso não vai mudar nunca?)… parece até que é proposital para prejudicar o Palmeiras.

https://www.youtube.com/watch?v=S55MfiP9rdY

Teve os funcionários da rgt chamando o Allianz Parque de Arena Palmeiras, durante a transmissão (disseram na imprensa que isso é ordem de um diretor da rgt)… teve um “repórti” (da rgt, claro) tentando diminuir jogadores nas entrevistas de campo – o “profissional” foi perguntar para o Leandro como ele se sentia (algo assim) sabendo que a torcida prefere o Cristaldo. Pode?

Com tanta coisa pra perguntar, com o gol lindo que o jogador marcou, o “repórti” – torcedor do time que queria contratar Leandro e levou um chapéu do Palmeiras -, achou/inventou(?) algo para desmerecer o atleta, para fazê-lo sentir-se preterido pela torcida – o que não é verdade -, e tudo isso com aquela falta de talento e profissionalismo que lhe é peculiar (espera o Mago voltar, que ele te enquadra)…

Saímos confiantes no Palmeiras 2015, encantados com o trabalho do Mattos na montagem do time, com o belo futebol apresentado, com a qualidade dos novos jogadores, com a velocidade do ataque, com a entrega do time em campo. E todos falávamos a mesma  coisa: Que mudança!

Mas as coisas mudaram nos vestiários também. Foi lá que aconteceu uma coisa espetacular, antes mesmo do time subir para o campo… uma coisa da qual nenhum de nós – nem mesmo os ‘imprenseiros’ – tinha conhecimento…

Nenhum de nós tinha visto a preleção, histórica, que aquele jogador “em final de carreira”, “aposentado”, “velho”, de elenco de “série B”, havia feito…

O nosso querido Zé Roberto (Au, Au, Au, Zé Roberto é Animal), que corre, em meio tempo, mais do que o nosso 11 anterior vai correr nas duas próximas encarnações; que joga um bolão; que vale por dois de 20; que transpira profissionalismo e seriedade, que sabe o tamanho do Palmeiras e que respeita a sua grandeza , tal qual um general, levantou um exército…

Prepare o seu coração…

Maravilhoso, não é mesmo? Como diria Joelmir, só nós sabemos o que sentimos ao assistir a esse vídeo… só nós temos essa história, tão maravilhosa para se orgulhar…

É isso mesmo, meu amigo palestrino… em 2015, o Gigante e seu exército se levantaram.

E vamos à peleja!

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=F50s7vaPsGs&[/youtube]

Procuram-se jornalistas esportivos que tenham visto o pênalti cometido por Lucas Fonseca em Valdivia, programas esportivos que o tenham mostrado e discutido, portais que tenham publicado essas imagens, narradores e comentaristas que sobre ela tenham falado, promotores da Justiça desportiva que, baseados nas imagens dessa agressão, tenham denunciado o jogador infrator…

São procurados também os replays – em todos os ângulos possíveis -, dessa penalidade no Mago, as análises sobre a agressão sofrida por ele, as imagens dessa penalidade nos vídeos de melhores momentos do jogo… Procuram-se os óculos dos elementos, totalmente míopes (cegos?), que arbitraram a partida entre Palmeiras e Bahia, e que não viram o jogador do Palmeiras ser agredido dentro da área, e com a bola em jogo…

Procuram-se o tal “jornalismo à serviço da informação” e a honestidade da imprensa esportiva…

VOCÊ OS VIU POR AÍ??

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“Toda vez que vires a imprensa encarniçada contra qualquer pessoa poderosa fica sabendo que há por trás disso algum desconto recusado, algum favor que não quiseram prestar.”  – HONORÉ DE BALZAC

Depois de ter sido bastante prejudicado pela arbitragem no jogo  contra o Corinthians, quando  o árbitro deixou impune, e a imprensa ignorou,  a tática “1-9-3-4” (1 cotovelada, 9 pontapés, 3 soladas e 4 chutes por trás) de Mano Menezes, o Palmeiras foi à Bahia em busca de 3 pontos.

Na Terra de Todos os Santos, a barulhenta e festiva torcida do Palmeiras, que anda rezando para todos os santos, dividiu o estádio da Fonte Nova. Coisa linda! E, brindados com duas embaixadinhas do Mago, nossos irmãos baianos já vibraram no primeiro minuto de jogo.

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No Z4, e jogando em casa, o Bahia era o time mais pressionado a sair pro jogo, e o técnico Gilson Kleina – nosso velho conhecido -, colocou o seu time pra cima do Palmeiras. Até levamos um susto numa bola que desviou, bateu na trave de Prass e, boazinha, voltou às mãos dele – “Valei-nos, São Marcos”! Mas o nosso velho conhecido não conhecia Nathan (Kieza deve ter sonhado com ele a noite inteira), Tobio, Victor Luís, João Pedro… Não passava nada ali.

No início, o time do Palmeiras parecia sem calma… não conseguia fazer as jogadas, tinha erros de posicionamento na defesa, errava passes e dava espaço para o Bahia. El Capitán Valdivia conversava com os companheiros, orientava o time.

Os ataques do Bahia começaram a esbarrar nos defensores do Verdão e na má finalização dos seus atacantes. E, quando tentavam de longe, Prass estava atento. E ele também conversava com os laterais, com os zagueiros, orientava. Antes mesmo dos 15 minutos, o Palmeiras já começava a encorpar… O Mago, inspirado, como sempre, corria, marcava e se movimentava cada vez mais perigosamente, tentando as jogadas com Mazinho, Mouche e Wesley, que errava muitos passes…

O árbitro, Leandro Pedro Vuaden, mais tolerante com as faltas, deixava o jogo correr. Menos mal quando o critério é o mesmo para os dois times, mas algumas coisas não podiam ser ignoradas. Uma pegada bem feia de Roniery em Victor Luís ficara sem cartão; Mouche deu um chapéu em Rodrigo Silva, foi parado na falta, e o árbitro esqueceu o cartão de novo.

Por duas vezes,  o juiz deixou de marcar falta a favor do Palmeiras quando ele estava no ataque. Lucas Fonseca era o mais favorecido com a omissão do apito, e ficava cada vez mais abusado para cometer faltas, xingar e provocar jogadores, além de fazer muitas faltas em Mouche.

Depois de um ataque do Palmeiras, o Bahia já fugia com a bola, quando Valdivia desarmou o jogador, tocou para Wesley, que serviu Mouche, que arriscou o chute pro gol… e a bola passou raspando. Quase! Ah, esse Valdivia que “não é guerreiro” e só “entra em campo”, como é que vai desarmar assim, feito zagueiro, como é que fica orientando o time, criando jogadas, né Mauro Cezar?

Velozes, Mazinho e Mouche passavam a ser mais acionados por Valdivia, e o Palmeiras ia se aproximando da meta de Marcelo Lomba…

Aos 35′, Mazinho cobrou escanteio, o zagueiro tirou, e a bola ficou com Wesley, que abriu para Mazinho na esquerda; ele avançou, driblou o adversário e tocou para Valdivia… e o Mago fez aquilo que faz sempre, e com a naturalidade de sempre, devolveu um passe genial e redondinho lá dentro da área e disse: Faz, Mazinho (até N.Sr. do Bonfim ficou encantado com o passe). Mazinho agradeceu, chutou cruzado e, de primeira, marcou um golaço. Dá-lhe, Mazinho! iluminado por Nosso Senhor do Bonfim, e fazendo jus à confiança de Dorival!

Metade da Fonte Nova explodiu no gol do Palmeiras. Em casa, eu quase morri de alegria.  Um passe genial do Mago, um gol lindo de Mazinho e o meu Palmeiras, guerreiro, vencendo, que maravilha!

O Bahia sentiu… ao Palmeiras caberia aproveitar, ou administrar o finalzinho de primeiro tempo e também as botinadas, que eram cada vez mais acintosas – Valdivia, o alvo peferido. Tudo bem que o juiz deixasse o jogo correr, mas, uma falta como a da imagem abaixo, tinha que ter sido punida com cartão. O juiz não deu, e beneficiou o infrator (a TV não mostrou esse lance de perto, claro).

Bahia-falta-em-ValdiviaPorTrás   Essa outra, também não mereceu cartão, segundo o árbitro: Bahia-Falta-em-Valdivia

Na segunda etapa,  imaginamos que o Bahia, ferido com o gol, e na zona desesperadora da tabela, fosse dar trabalho. Mas Dorival acertou o time e o que estava errado na defesa, e, assim, o Bahia viu irem por terra as suas aspirações na partida.

Eu queria mesmo é que o Palmeiras marcasse o segundo, senão, lá vinha o juiz dar cinco minutos de acréscimo, ou levar o jogo até empatar. Esse jogo valia uns “769” pontos e não podíamos perder nenhum deles.

Mas, à medida em que as esperanças do Bahia diminuíam, as botinadas de seus jogadores aumentavam, e os profissionais da transmissão pareciam não ver nada muito errado nisso.

Ataque do Palmeiras, o Mago recebe a bola na entrada da área. As opções de colocar um companheiro na cara do gol se abrem diante dele… O narrador diz “Valdivia com a bola, puxou pro pé direito, vai buscar o espaço”

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E então…

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Lucas Fonseca entrou de sola no Mago! Valdivia, PHD em ser caçado em todas as partidascom a conivência das arbitragens e a omissão da imprensa – pulou pra se proteger.

E tão logo ele caiu, o brucutu do Lucas Fonseca foi pra cima dele, gritar e tirar satisfações.

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Wesley não gostou, claro, e empurrou o jogador, tirando-o de lá (isso, o auxiliar de linha de fundo viu; todo o resto, não). Repare, Wesley coloca a mão no peito do adversário, mas o adversário leva a mão ao rosto, simulando ter sido atingido (sabia que essa simulação é passível de pena, STJD??)

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E o árbitro deu cartão amarelo para Wesley (só pra ele??) e posse de bola para o… Bahia! Como assim? A falta no Mago, falta que parou o ataque do Palmeiras, ficou por isso mesmo? E o Lucas Fonseca saiu de boa? Quando não é o Vuaden, é o Flavio; quando não é o Flavio, é o Guilherme; quando não é o Guilherme, é o Luís Flávio… não salva um, ninguém merece!

E ainda tem a imprensa… Na transmissão, Milton Leite, ignorando completamente a falta existente, diria: “Valdivia efetivamente se joga”, depois, disse que Lucas Fonseca “teria entendido que Valdivia tinha simulado para tentar ganhar uma falta“, que “ele foi gritar com Valdivia lá no chão” e que “O Lucas talvez merecesse um cartão” (talvez???????).

Eu não sei pra que servem alguns narradores e comentaristas se eles não conseguem ver as coisas mais óbvias de uma partida. Ou será que eles veem, mas, dependendo do jogador e do time, eles fazem de conta que não viram? Se o Valdivia não pulasse no lance, certamente estaria no DM agora, lesionado, mas, o fato dele ter pulado, não muda a entrada que o Lucas Fonseca deu nele, né narrador? Né comentarista? A ação primeira foi o Lucas Fonseca entrando de sola no Valdivia.

O jogo seguiu. O Verdão, guerreiro, jogava certinho e ia tentando chegar no gol baiano. Nossas crianças, valentes, jogavam como veteranos (Nathan, João Pedro, Victor Luís, seus lindos, onde vocês estavam esse tempo todo?). A torcida do Palmeiras era de arrepiar!!

Aos 29′, numa disputa de bola, Nathan caiu com o jogador do Bahia e, quando estava no chão, ao se virar, a bola bateu em seu braço. Ao perceber a bola, o jogador palmeirense se apressou em tirar o braço. Ficou claro que não teve a intenção alguma. Porém, no SporTV, o comentarista (volta pro mar, oferenda!) foi taxativo: Pênalti!

A vontade de acharem um pênalti contra o Palmeiras era tanta (a imprensinha faria um estardalhaço com isso depois) que nem se deram ao trabalho de ver o lance com atenção. Antes de tocar o braço de Nathan, a bola foi escorada pelo braço do jogador do Bahia.

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O Palmeiras foi conduzindo a partida, gastando o tempo, mas não deixava de tentar…  e quase fez o segundo. Jogada de Valdivia e deixada linda de Allione para João Pedro, o chute saiu de primeira e tirou tinta…

A torcida baiana, enlouquecida com o Palmeiras ali, tão pertinho dela, não parava de cantar; em campo, Valdivia não parava de apanhar – Mouche também.  Lucas Fonseca batia, sem medo de ser feliz. Pegou o Mago, sem bola, e o juiz nem falta marcou. Fosse do Palmeiras, já teria ido tomar banho faz tempo. Na TV  diziam: “Diz ele (Valdivia) que foi atingido”, numa clara insinuação de que Valdivia poderia estar fingindo – que imprensa é essa?

Milton Leite insistia que o “pênalti” do Nathan (que não foi pênalti coisa nenhuma) tinha prejudicado o Bahia… Mas na falta de Guilherme em Mouche, ele apenas disse, rindo, “mas que beleza, que delicadeza do Guilherme”.

Aos 44′, um lance capital e revelador de como atuam as arbitragens e como age a imprensinha esportiva.  João Pedro, em cobrança de lateral, lançou a bola quase na área, Valdivia correu, mas não conseguiu dominar, a bola ficou com o goleiro, que já acionou seu jogador; o Mago correu atrás do jogador e da bola, mas, Lucas Fonseca (ele, outra vez) estava no caminho do Mago, e o parou com uma porrada, DENTRO DA ÁREA. Ele deu no meio de Valdivia mesmo. Nem juiz, nem bandeira, nem árbitro de linha de fundo, nem narrador, nem comentarista… viram o lance. Só a “lunática” torcida palmeirense.

No SporTV, Milton Leite diria: “Lucas Fonseca e Valdivia se estranham lá de novo na grande área” (se estranham? Então, você viu, Milton Leite? E por que não falou sobre a penalidade ocorrida? Ao narrador não caberia informar o que realmente aconteceu no lance?). A “oferenda” dos comentários, que foi tão categórica no lance do Nathan, não emitiu um som sequer sobre essa falta… silêncio total na transmissão do SporTV, mudança de assunto, nada de mostrarem trocentas vezes o replay, e por todos os ângulos (como fizeram com o lance de Nathan), nada de analisarem o lance… e o pênalti escandaloso no Mago ficou por isso mesmo, como se  nunca tivesse existido.

O que teria acontecido se fosse o contrário? Se fosse Valdivia a atingir um adversário assim? O que diria a imprensinha? Quantas vezes veríamos as imagens  nos programas de TV? Mas porque é o Valdivia, e porque é o Palmeiras, tudo bem? Que imprensa é essa?

Veja o vídeo no link abaixo, e as imagens. Valdivia e o jogador que está com a bola estão em movimento; Lucas Fonseca fica parado à espera do Mago, e, então, quando percebe que ele vem correndo, dá dois passos em sua direção, para atingi-lo. Penalidade indiscutível e muito visível. E POR QUÊ A IMPRENSA CONTINUA FAZENDO DE CONTA QUE NÃO VIU ESSE LANCE? QUE ELE NÃO EXISTIU? ISSO É DESONESTO!

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Com 4 minutos de acréscimo, o jogo acabou, e o Palmeiras, cheio de axé, venceu a partida e conquistou os “769” pontos que estavam em jogo. Festa em Salvador, festa nos corações palestrinos espalhados pelo mundo, e com as bençãos de Nosso Senhor do Bonfim. Nossos dias vão se tornando cada vez mais iluminados… Falta pouco, Verdão!

Queria encerrar aqui, mas não foi possível…

Logo após o jogo, e nos dias que se seguiram, no SporTV, na Globo, e na maior parte dos programas esportivos, ninguém falou sobre o pênalti em Valdivia. As imagens do lance continuaram “desaparecidas”, e não estão nem nos vídeos de melhores momentos. Os profissionais de imprensa continuam fazendo de conta que não sabem que houve essa penalidade em Valdivia, que ele não foi agredido (o STJD também faz que não sabe), continuam escondendo que o Palmeiras foi prejudicado… continuam manipulando a informação e induzindo as pessoas  a verem só o que eles querem que elas vejam… e nós continuamos aqui, reclamando dessa postura nada honesta deles e do tratamento diferenciado – pra pior – que dão ao Palmeiras.

Vamos ficar vigilantes e de olhos bem abertos, parmerada! O Allianz Parque está praticamente pronto, nossas finanças estão em ordem, 2015 vem aí, e vamos escrever uma história diferente, se Deus quiser. E por isso mesmo, seremos ainda mais perseguidos.

Todo cuidado é pouco!

Sábado à noite… quase 30 mil pessoas no Pacaembu… Palmeiras x Grêmio  – o time grande, do técnico “isso” “aquilo” (ultrapassado?); do mimimi “Barcos vendido” pra lá, mimimi “Barcos vendido” pra cá… um time do G4…

Uma festa linda, em verde-e-branco… Uma balada de sábado à noite só para palestrinos…

Fiquei pasma ao ouvir a torcida gritar: “Não é mole não, o Felipão afundou a Seleção”. Gritei também; virou adversário é assim mesmo.

O jogo mal tinha começado, e vimos João Pedro descer pela direita e cruzar pra área, o Mago fazer um corta-luz sensacional (nem a Eletropaulo corta luz tão bem quanto ele), e Cristaldo, na cara do gol, chutar por cima. Deus do céu! levantou a bancada toda! Era Dia de Palmeiras mesmo!

Na TV (eu vi depois), o comentarista (Mr. Magoo, é você?) nem viu que foi Cristaldo quem chutou, e meteu o pau no Henrique – ele só se daria conta do engano 15 minutos depois.

E então, a nossa festiva e alegre torcida começou a ver a partida tomar uns rumos estranhos… Felipão, com a sua tática ultrapassada, colocara o time em campo para quebrar os palmeirenses, Valdivia principalmente. E a arbitragem lhe concedia alvará.

E se tivesse dependido da arbitragem, o Grêmio teria vencido – isso é muito sério, e tem acontecido muitas vezes com o Palmeiras ao longo deste campeonato.

Sandro Meira Ricci deixou o Grêmio abusar da violência. Demorou para expulsar Barcos, deixou de expulsar o violento Fellipe Bastos, deixou de expulsar (por que não?) Pará, que agrediu Cristaldo, deixou de assinalar o braço na bola, dentro da área, de Geromel… e, no comecinho da segunda etapa inventou uma penalidade para o Grêmio. Jogou pouco o juiz, né? E ao final da partida, pasme, os jogadores do Grêmio e até a imprensinha, sairiam falando que o Palmeiras tinha sido beneficiado… só se foi pelos gols de Mouche e João Pedro.

Vejamos…

Com 8′, Fellipe Bastos atingiu Valdivia, por trás, na cara do juiz, e nada de cartão. E já era a segunda pegada desleal que ele dava no Mago. O juiz só advertiu o jogador (imagina se fosse o contrário?). Trinta segundos depois, o mesmo Fellipe Bastos faria uma outra falta, dura, dessa vez, em Victor Luís. E só então o juiz lhe deu amarelo. Graças a Sandro Meira Ricci, o jogador do Grêmio já estava no lucro, assim como o seu time. O narrador ria e dizia: “ele não perde a viagem”, “já gastou todas as fichas com o Sandro Meira Ricci”; o comentarista, de pronto, disse que “o cartão foi merecido”. E não tinha como não ser, né? Duas faltas desleais, no intervalo de 30 segundos…

A torcida via o Palmeiras buscar o gol, jogar melhor no meio campo, mas o Grêmio queria bater, e o juiz deixava. Jogada do Palmeiras  na entrada da área, Henrique foi obstruído por Pará, e Sandro Meira Ricci nada marcou; “Mr. Magoo”, o comentarista, disse que não foi nada. Vai vendo… e tínhamos só 10′ de jogo…

Lúcio e Barcos se estranham,  batem boca, e os dois levam cartão amarelo.

Jogo pegado, o Palmeiras melhor, a torcida fazendo um barulho danado, jogando com o time…

Cristaldo foi agredido por Pará, e o juizão… nada! Na TV diriam que foi enrosca-enrosca (toma vergonha, imprensinha!)… veja na imagem abaixo, como o Pará se esticou todo, pra “se enroscar” no Cristaldo. Poderia um palmeirense se “enroscar” assim com um adversário, sem ser expulso? No Pacaembu a torcida ia à loucura com a arbitragem tão favorável ao Grêmio.

Pará-agressão

Mas, se você ler as notícias, nem saberá que Pará agrediu Cristaldo.

Pará-erra-o-drible

Valdivia, caçado em campo, apanhava de tudo quanto era jeito, Outros palmeirenses também sofriam faltas duras. Felipão ainda não aprendeu que isso não funciona mais…

O Verdão fazia boas jogadas… Valdivia com Cristaldo; Wesley arriscando de longe e a bola passando pertinho… João Pedro cruzando com perfeição e Cristaldo quase guardando de cabeça… A torcida, apesar de furiosa com Sandro Meira Ricci, que liberara as pancadas gremistas, gostava do Palmeiras que via, e não parava de cantar. Lindo demais!

Fellipe Bastos continuava batendo impunemente. Deu uma pegada criminosa em Valdivia (chutou a canela direita do Mago e deu uma joelhada na coxa esquerda, tirando o jogador do chão) e o juiz só marcou a falta. Já era a quarta dele  no Mago. “Mr. Magoo” diria que o juiz não expulsou Fellipe Bastos nesse lance, porque ele exagerara no amarelo dado anteriormente ao jogador do Grêmio. Como assim, Mr. Magoo, você não tinha dito que o cartão foi merecido? Exagero é um jogador tão violento ficar em campo. A imprensinha sendo condescendente com a pancadaria do Grêmio, aliviando pro brucutu Fellipe Bastos, e legitimando a péssima arbitragem de Sandro Meira Ricci, que deixava o Fellipe Bastos bater à vontade, mas já tinha amarelado Valdivia por reclamar das botinadas.

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Em meio à pancadaria, o Palmeiras jogava futebol. Victor Luís cobrou falta… e a bola tirou tinta da trave! O gol palestrino era questão de tempo…

Felipão, vendo que Fellipe Bastos exagerava na violência, e que talvez a cumplicidade do árbitro não durasse pra sempre, acabou tirando o “açougueiro” de campo aos 28’… do primeiro tempo!!! Até Felipão achava que ele estava merecendo ser expulso, menos a arbitragem, o narrador e o “Mr. Magoo”.

E se não tem tu, vai tu mesmo… Saiu o açougueiro, ficou o mecânico. Ramiro acertou Valdivia, por trás, pra estourar seu tornozelo (e o juizão vendo tudo e fazendo nada) – desse jeito, o Mago vai ter que trazer um fisioterapeuta de Júpiter, porque só o de Cuba não vai dar conta.

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É criminoso o que fazem com Valdivia em campo, e mais criminoso ainda é ter comentaristas que justificam às caçadas ao Mago, as agressões, dizendo que ele se joga, que provoca. Provoca como, com a beleza do seu futebol? Fosse hoje, diriam que Garrincha deveria entrar na porrada? Que era folgado, que provocava? Neymar merece ser quebrado em campo? O futebol arte de Valdivia, parado na botinada, e com o consentimento dos árbitros; o futebol arte indignando os “profissionais” de imprensa… Mas não é aqui o País do Futebol? E ter talento é crime agora? Se o talentoso jogar no Palmeiras, é crime sim. E inafiançável!

Barcos, que já tinha amarelo, fez uma falta feia em Tobio, e o juiz, que tinha que ter expulsado o milongueiro nesse lance, deixou passar – os árbitros nunca são “tolerantes ” assim com os palmeirenses. Por que será? Na transmissão da TV, sem criticar a deslealdade de Barcos, “Mr. Magoo” diria apenas que “era duelo de argentinos”. E, por isso, um dos argentinos pode quebrar o outro?

Barcos-entrada-desleal-em-Tobio

E a torcida, enfurecida, gritando “Ei, juiz, vai ….”, constatava que o “modus operandi” da arbitragem contribuía para o Palmeiras ser minado nas suas forças e para o adversário se encher de gás – essa dinâmica tem se repetido em quase todas as partidas do Verdão. A gente quase morria de raiva na bancada. Na TV, “Mr. Magoo”,  afirmou que Barcos deixou o pé, e depois disse que ele atingiu meio sem querer. Quem deixa o pé, deixa porque quer deixar, né?

Logo em seguida, num ataque do Palmeiras, Geromel deu um carrinho em Victor Luís, na linha de fundo, e a bola foi interceptada pelo seu braço. O juiz não marcou nada. O “poste” de linha de fundo nada viu (quando é para desmarcar penalidades do Palmeiras eles veem até o que não viram); O comentarista disse que não foi nada, que para dar carrinho o jogador tem que por a mão no chão mesmo (Mas parou a bola, né?).

Geromel-para-a-bola-no-braço1

No último minuto, Henrique, de cabeça achou o ângulo, mas o goleiro conseguiu espalmar.

No futebol, o Grêmio, do G4, não dava nem pro cheiro mas a arbitragem o ajudava demais. Nosso coração jogava com o Verdão e tentava ficar imune à raiva que o árbitro nos fazia sentir.

No começo da segunda etapa, o Palmeiras veio pra cima, e o Grêmio tratava de se defender . Mas, aos 8′, o juiz, o mesmo que nada vira no toque de Geromel, achou uma bola no braço de Valdivia e marcou pênalti.

mão-na-bola-Grêmio

pênalti-inventado-Sandro-Meira-Rici

O comentarista disse que era pênalti claro, que “Valdivia foi imprudente”, “subiu com braços abertos, o que ele vai fazer com braços abertos?” (Será que o comentarista consegue saltar, pegar impulsão para sair do chão sem abrir os braços, sem usá-los para impulso e equilíbrio? Percebe a diferença do comentário que inocentou Geromel, e do que incrimina Valdivia?) Comentário venenosinho… Barcos, que nem deveria estar mais em campo, desde quando atingira Tobio, cobrou a penalidade e abriu o placar, e acho que só não foi comemorar com o juiz porque ficaria chato.

Em desvantagem, o Palmeiras, mesmo jogando mais que o Grêmio, teria que superar a violência do time do sul e a arbitragem, pra lá de tendenciosa, se não quisesse sair derrotado.

Juninho mandou a bola na área, mas o zagueiro mandou pela linha de fundo; escanteio cobrado por Victor Luís, e Valdivia quase faz de cabeça…

Barcos deu uma pegada desleal em Cristaldo (Cristaldo anda apanhando bastante também), na lateral do campo, e foi tardia e merecidamente expulso. O melhor de tudo foi vê-lo saindo de campo, sendo devidamente “homenageado” pela parmerada toda: Ei, Barcos, vai …..!!! Tchuuuuupa, Tamoxunto!

Barcos-pegada-Cristaldo

Barcos-expulso

 

Aos 20′, Dorival sacou Juninho para a entrada de Mouche…

Aos 22′, Mouche incendiava o Pacaembu… Na cobrança de falta, o Mago (que partida fazia El Capitán) levantou a bola na área, Henrique tocou, e o predestinado Mouche, encobrindo todo mundo, guardou!! Tchuuupa, juiz!

Que emoção, meu Deus! A torcida, enlouquecida de alegria, via o Mouche, mais enlouquecido ainda, sumir no abraço dos seus companheiros. Na bancada. todo mundo se abraçava também. Poucas coisas na vida são tão redentoras quanto gritar um gol do seu time. Eu não conseguia conter a emoção, as lágrimas, deliciosas, vinham comemorar o gol também.

O Pacaembu inteiro – até o Grêmio – sabia que o Palmeiras ia buscar a vitória, o Pacaembu inteiro sentia que, comandado por Valdivia, protegido por Prass, e no empenho do time todo, o Palmeiras que víamos ali, tinha a alma daquele nosso Palmeiras, tão amado e conhecido, e com o qual tanto sonhamos nesses tempos difíceis.

Seis minutos depois do gol, um passe “daqueles” do Mago, encontrou Mouche na área, e ele quase fez o segundo…

E se o Pacaembu ‘ardia em chamas’ desde os 22′, o garoto João Pedro faria o estádio explodir aos 29’… nossa criança, de 17 aninhos, e futebol de 27, pegou uma sobra fora da área, dominou, avançou com a bola, driblou o adversário e, ainda de fora da área, meteu a bola na rede do Grêmio, no cantinho do goleiro, e decidiu a partida. GOD BLESS THE CHILDREN!!

Pode acabar juiz, pode roubar (mais) também se quiser, hoje, ninguém tira esses três pontos do meu time!

O Palmeiras comandava a partida, tocava a bola…

Valdivia desceu pela esquerda, cruzou fechado, e o goleiro precisou de dois tempos pra defender… Valdivia dominou a bola na linha de fundo, parecia segurar o jogo, mas  entrou na área e encheu o pé, a bola desviou no zagueiro e quase sai o terceiro. Dá-lhe, Mago!!

O tal Ramiro (o cara-de-pau sairia reclamando do juiz ao final do jogo), que já tinha dado uma pegada desleal em Valdivia, levou um chute no vácuo e desceu o sarrafo nele, e só então, quando deveria estar recebendo o segundo amarelo, foi que levou o primeiro. O estádio (quase) inteiro gritava: Eô, Eô, o Valdivia é um terror!! E o Mago foi ovacionado, de novo, quando deu lugar à Bernardo.

E então, o juiz (desistiu) encerrou a partida. Uma partidaça do Palmeiras. Uma partida (mais uma) em que ele teve que vencer o time adversário e o time do apito e das bandeiras…

A torcida, com sorrisos enormes, aplaudia o Palmeiras, comemorava feliz, saía cantando. E o Imortal… ah, esse estava mortinho da Silva…

VALEU, PALMEIRAS!

Existem sextas-feiras 13… e existem quintas-feiras 13º,  domingos 12º…

Bastaram 3 vitórias seguidas e o Palmeiras saiu do Z4 e subiu umas boas posições na tabela… bastou Valdivia, voltar ao time para que o futebol do Palmeiras começasse a apresentar qualidade… bastou Prass voltar, para que o nosso gol passasse a ter fechadura e cadeado…

Bastou a torcida acreditar e apoiar…

E aquele time “ruim”, “pior de todos”, “de pernas-de-pau” (a imprensinha – ela anda tão canalha ultimamente – vendeu isso pra nossa torcida, e  um monte de gente comprou), aquele time tão execrado e, propositadamente, diminuído por algumas bocas, tem a melhor campanha do segundo turno. Mesmo tendo sido assaltado seguidas vezes pelas arbitragens.  Tchuuupem essa manga!

Pra mim, não importa a fase, não importa a situação… uma vitória do Palmeiras enche de luz o meu mundo. Tenta imaginar 3 vitórias  seguidas… 

Início de Outubro, quinta-feira, às 19h30, quase 16 mil pessoas estavam no Pacaembu, para ver o Palmeiras golear, de virada, a Chapecoense por 4 x 2; para ver Henrique marcar 3 gols e virar artilheiro do campeonato (ele, tão “ruim”, do time “pior de todos”, rendendo mais que os badalados centroavantes dos “quartetos” e times “melhores” por aí); pra ver Valdivia sobrar em campo (foi o melhor da partida) e esbanjar categoria como capitão e líder do time; para ver o árbitro deixar de marcar duas penalidades claras a favor do Palmeiras; para ver o nosso melhor jogador, ser caçado em campo, com o consentimento de Vuaden, o juiz (de cada 5 faltas sofridas pelo Mago, os árbitros costumam marcar uma, repare); para ver Cristaldo ser pisado, e o mesmo Vuaden dar lateral para a Chapecoense, ignorando a falta feia… para ver um monte de outras faltas deixarem de ser marcadas contra o visitante; para ver o Palmeiras – ainda meio inseguro, é verdade -, jogar muito bem (Valdivia arrasou), e, abraçado pela sua torcida, e, mesmo tendo sido assaltado pela arbitragem, enfiar os três pontos no bolso e dar adeus ao Z4…

Veja os lances das penalidades ignoradas pelo árbitro. Aos 9′, do primeiro tempo, João Pedro dribla o marcador na área e é parado com falta. Vuaden teve totais condições de ver o lance e não marcou porque não quis (E POR QUE NÃO QUIS??). Repare, o zagueiro esquece a bola e pega o jogador. E isso é pênalti sim!

  Pênalti-Chapecoense-em-JPedro1Pênalti-Chapecoense-em-JPedro3

A regra de “mão na bola/bola na mão é falta”, continua não valendo para qualquer time que esteja enfrentando o Palmeiras. A infração aconteceu, o time inteiro do Verdão – a torcida também – reclamou o toque ao mesmo tempo, e quando todo mundo vê e reclama ao mesmo tempo… a gente sabe que foi, né? Mesmo com a imagem embaçada, se pode ver que ele usa a mão na tentativa de dominar a bola.

Pênalti-Chapecoense Pênalti-Chapecoense-time-pede

Depois dessa vitória tão importante, o Palmeiras, com Prass de volta ao gol, graças a Deus, foi ao RJ, enfrentar o Botafogo, que o juiz tanto quis ajudar (de tão vazio o estádio, eu tinha a impressão que a torcida local vestia azul e amarelo, a cor das cadeiras)…

A barulhenta torcida palmeirense, que o “comentariXta” Roger (que porre esse cara), “jurava” que era do Botafogo e seria o diferencial do jogo, viu o Palmeiras jogar mais que o dono da casa; viu Valdivia (melhor da partida, de novo) colocar os companheiros na cara do gol várias vezes e fazer uma jogada de Mago para Henrique marcar um golaço; viu Prass trancar o gol à sete chaves…

Viu também soltarem as “correias” pra cima do Verdão, e o juiz – doido para empatar o jogo -, começar a apitar só em “carioqueish”; viu Tobio levar um chute no peito e o “comentarishta” dizer que foi lance involuntário; viu Junior César fazer uma falta em Valdivia, o juiz dar amarelo para o… palmeirense(!?) e o “comentarishta” pedir a expulsão do Mago (expulsão, por sofrer uma falta?); viu uma bola bater no peito de Tobio, e a TV mostrar “n” vezes a jogada, na tentativa de encontrar um toque de mão que não existiu; viu o Mago, caçado em campo – com a permissão da arbitragem -, sofrer duas faltas duras, do mesmo jogador, o infrator nem amarelo levar, e o “comentarishta”, claro, dizer que foi lance normal; viu o Juninho levar amarelo por uma falta que não cometeu…

Assim, assaltados em todos as partidas, é bem mais difícil, não é mesmo?

Na imagem abaixo, você verá que o estagiário da Globo teve a cara de pau de colocar um título na notícia que é exatamente o oposto do que a imagem mostra. Valdivia “empurrou” tanto Junior César, que até se “desequilibrou no braço esticado do adversário”, e no corpo que o adversário usou para pará-lo, quando ele ia claramente atrás da bola…

JuniorCésar-FaltaEmValdivia

JuniorCesar-deixa-o-corpo0JuniorCesar-deixa-o-corpoJuniorCesar-deixa-o-corpo1JuniorCesar-deixa-o-corpo2JuniorCesar-deixa-o-corpo3

E pensar que o “comentariSHta” queria a “eSHpulsão” do Mago…

Tem picaretagem demais nesses comentários futebolísticos atuais – o cartão amarelo, dado injustamente a Valdivia, certamente prejudicará o Palmeiras mais à frente, quando ele ficar desfalcado do diferencial do seu time (sem contar que o segundo julgamento do Mago, cirurgicamente marcado para o dia 22, pode tirá-lo de campo  no Derby. Mas o Guerrero-COR acabou sendo só advertido pelo STJD por uma cabeçada no jogador do Grêmio).

Eis o “lance involuntário”, que o “comentarishta” alegou, que, por ser “involuntário” não era falta (!?)… (eles aliviam pra uns e “pesam” pra outros do jeito que bem entendem, do jeito que o coração torcedor, a conveniência e a falta de profissionalismo determinarem. Preste atenção aos comentários nas transmissões que você acompanhar)

Tobio-agredido

 

E mesmo com o “carioqueish” do apito, e os péssimos comentários da TV, o torcedor palestrino, feliz da vida, viu o Palmeiras sair do RJ com os três pontos… para “deXgoXto” do juiz (ele inventou 5 minutos de acréscimo!!) e “doSH comentariSHtas”…

Duas vitórias seguidas, importantíssimas, e, por causa das arbitragens mais difíceis de serem conquistadas.  E o Palmeiras, que tem sido prejudicado pelos árbitros em todos os jogos, subia mais um pouquinho na tabela. Nosso coração já podia bater mais distraído…

Mas ainda havia quem dissesse que os times vencidos pelo Palmeiras eram pequenos, fracos…

E lá fomos nós enfrentar o Grêmio, que estava no G4…

Queria falar sobre as três vitórias juntas, mas,  o que aconteceu nesse jogo foi tão surreal, foi tão omitido pelas “imprenseiras” bocas, que a história dessa partida vai ser contada na próxima postagem.

SEGUNDA PARTE – Perseguição e Xenofobia

A picaretagem contra o Palmeiras é constante… E a perseguição a Valdivia também! Sim, há perseguição a Valdivia; por parte das arbitragens, da imprensa, dos “Arnaldos” todos, e parece, que do tribunal também. E ela é tão exagerada, que fica com um baita ‘carão’ de xenofobia, xenofobia a estrangeiros palestrinos (se fosse um estrangeiro que jogasse em outro clube, seria endeusado)…

O chileno (a imprensinha o chama assim; Guerrero, por exemplo, não é chamado de peruano), que leva PUNIÇÃO INÉDITA NO BRASIL (inventada pelo tribunal), por forçar um terceiro cartão amarelo e, pasme, por sorrir, pode apanhar de todas as maneiras possíveis, com a permissão dos árbitros, e com o silêncio da imprensinha. Ele pode sair de campo de nariz quebrado, de olho roxo e boca cortada, sem que nenhum jogador adversário seja punido, ele pode apanhar em campo, de tudo quanto é jeito, ser caçado, e a imprensinha diz que ele é culpado, provoca, é cai-cai (essa, inventaram isso na Platinada) e o STJD NÃO FAZ P%@#RRA NENHUMA com os seus agressores, muito pelo contrário.

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Veja  o vídeo dessa agressão de Jorge Wagner em Valdivia, que o STJD NUNCA VIU (vê aí, Ximit):
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=MSee0a1saFI[/youtube]

Agressão de Gavillan (GRE) em Valdivia: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=hEbQyz2MphY[/youtube]

Agressão de Lúcio (SPO) em Valdivia:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=daVK9qntpSY[/youtube]

AgressãoEmValdivia-RCeniChuta

Rogério Ceni tenta chutar Valdivia e acerta Alan Kardec: [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=p3ggpfMDGB4[/youtube]

 

E Valdivia é sempre punido por infrações que deixam (o STJD deixa) outros jogadores impunes:

gancho-Valdivia

A súmula do árbitro Wilton Pereira Sampaio continha xingamentos do Mago depois da expulsão: “Você é um filho da p…”, repetido por três vezes. Ele poderia pegar um gancho de até 18 jogos e pegou 2.

POR QUE SERÁ QUE, NA VISÃO DO STJD, DEPENDENDO DA CAMISA DO JOGADOR, OUTROS XINGAMENTOS, MAIS GRAVES, NÃO FORAM PASSÍVEIS DE GANCHO?

Sheik-pena-social

LuísFabiano-pena-social

“Porra, marca uma só, seu merda. Tá inventando desde o início, é muito fraco. Seu filho da puta. Você é um viado. Dá vontade de meter um soco na tua cara, seu vagabundo. Te encher de pancada.” Essas foram as palavras que Luís Fabiano disse a Elmo Resende Cunha. Ele recebeu pena social, e Valdivia gancho de duas partidas. O São Paulo não perdeu o seu jogador, e o Palmeiras sim.

Um “Você é um filho da puta” resulta em dois jogos de gancho, e um “… seu merda… Seu filho da puta. Você é um viado, Dá vontade de meter um soco na tua cara seu vagabundo. Te encher de pancada”, resulta em pena social. É impressão minha ou o tribunal tá com picaretagem pra cima do Palmeiras, pra cima do Valdivia?

O STJD pode julgar e punir Valdivia, e quaisquer jogadores palestrinos, em todas as vezes em que eles merecerem, claro, imagina se íamos querer ter algum tipo de privilégio? MAS O STJD DEVE JULGAR E PUNIR VALDIVIA, E QUALQUER OUTRO JOGADOR DO PALMEIRAS, COM ISENÇÃO, E COM AS MESMAS REGRAS QUE JULGA E PUNE OS JOGADORES DOS OUTROS CLUBES. Assim é honesto, assim se faz justiça. Qualquer coisa diferente disso vai ficar parecendo arranjo de bastidores, acertos por fora, parcialidade, falta de honestidade… E eu acho que os promotores  não são desonestos, são, Ximit?

Vejamos alguns exemplos – existem muitos outros – de como é que o STJD pune as agressões cometidas pelos jogadores de outros times, que têm trancinhas nas cores que os promotores gostam, e da diferença que ele faz quando é jogador do Palmeiras, quando é o Valdivia (o favorito dos ‘justiceiros’).

EMERSON SHEIK (CORINTHIANS)

Esse pisão de Emerson (ou seria Márcio?) Sheik no pescoço do jogador do Avaí foi punido com um jogo de gancho. Os “justiceiros desportivos” decidiram que essa agressão não era agressão, era ato hostil… hmmmm… Mas que caras-de-pau!

Sheik-pena-agressão

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MICHEL BASTOS (SÃO PAULO)

Michel-BastosMichelBastos-chuta-rosto-adversário

MichelBastos-chuta-rosto-adversário1

Michel-Bastos-liberado

Michel-Bastos-pena

Mais um que agrediu o seu adversário, chutou o seu rosto (já tinha chutado o peito antes) , e os promotores o julgaram em “ato hostil”. E a imprensinha diz que foi uma “suposta” agressão… ah, tá!

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WALLACE (CORINTHIANS)

Wallace-pisa-Barcos

 

Wallace-denunciado

Veja que “bonzinho” (vigarista?) o STJD… adiou o julgamento do agressor para que ele pudesse jogar  contra o Sport.

Wallace-absolvido

 

O mais “sensacional” é o parecer do relator. Leia com atenção.

Wallace-parecer-relatorWallace-parecer-relator

Barcos estava no chão, o tempo todo. Wallace, nem estava no lance, não disputava a bola com Barcos, o que é um agravante, e precisou dar alguns passos até chegar onde estava o palmeirense caído e pisá-lo. Foi até lá pra isso, para pisar o jogador do Palmeiras! E ainda assim foi absolvido pelo STJD. O mesmo STJD que quer condenar Valdivia e lhe dar vários jogos de gancho.  Não faz sentido, tem algo estranho nisso tudo. Se é passível de absolvição pra uns, tem que ser para o outro.

Wallace1

Wallace2

 

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E o caso mais significativo de todos, prova cabal de que se Valdivia for julgado no artigo de agressão e for punido… aí teeem!

 

DAGOBERTO (SÃO PAULO)

Pisar adversário é agressão, né Ximit? E você disse que a pena é de 4 a 12 jogos. Então, o Dagoberto, na melhor das hipóteses, pegou quatro jogos, certo?

Dagoberto-sequência4

 

Errado!! Ele foi absolvido pelo STJD (em dois julgamentos), e POR UNANIMIDADE! E a denúncia só ocorreu, uns sessenta dias depois, porque houve uma grande manifestação na internet… senão, nem denunciado ele seria. Mas que coisa, hein Ximit? “Ceis” não tem vergonha na cara não?

E vejam a sequência do lance. Ele fez uma falta dura, por trás, o cara caiu e Dagoberto foi até ele, para pisá-lo.

Dagoberto-pisa-adversário

 

Dagoberto-Absolvido

E a única diferença entre os casos mostrados por mim aqui, além da maior quantidade de maldade e de intenção de machucar dos outros, é a camisa que Valdivia veste, e é o fato dele não ser brasileiro (essa é a impressão que tenho)…

Os campeonatos se tornam disputas de cartas cada vez mais marcadas.

Ou o Palmeiras toma providência urgentes para acabar com isso, ainda que seja preciso ir à FIFA, à Justiça Comum, ou a coisa vai ficar cada vez pior para o Palmeiras, enquanto melhora consideravelmente para os outros.