Um absurdo o que estão fazendo com o Palmeiras, ele vem sendo garfado pelas arbitragens um jogo sim e outro também… As “forças ocultas” e nefastas, que esculhambam o futebol brasileiro (taí a horrorosa selenike que não me deixa mentir), parecem estar preocupadas com esse Palmeiras  2016. E agora nem disfarçam mais.

Hoje, meteram a mão no Verdão de novo, e com a assinatura do Sr. Dewson Freitas, o “c@#%ralho ruim” – by Robinho, que nos operou ano passado diante do Atlético-PR. E não apareceu quarto-árbitro, nem delegado, nem jornalista nenhum pra avisar que ele “errou”…

A coisa está cada vez pior, alguém precisa tomar uma providência, pra ontem (viu Palmeiras?), afinal, nem sempre vamos conseguir ganhar da arbitragem.

O texto sobre a roubalheira de hoje já está a caminho… estou pescando as imagens.

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As vitórias do Palmeiras deveriam valer 6 pontos cada… Pensa que é fácil jogar contra as arbitragens? Sem contar as vezes em que a “força-tarefa” da imprensa entra em ação…

Pintam e bordam com o Palmeiras…  Anulam gols legítimos seus, validam gols irregulares de seus adversários; dão penas exclusivas para jogadores palestrinos e não punem jogadores de outros times pelas mesmas infrações; não marcam as penalidades que sofremos; ignoram o jogo brusco em cima dos ‘parmeras’, mas consideram falta qualquer coisa que jogadores palmeirenses façam dentro de campo; distribuem cartões à vontade para os palmeirenses e os racionam para os seus adversários… perseguem nossos técnicos, que são expulsos e punidos por qualquer motivo, motivos que não servem de punição para técnico de nenhum outro time, e  a perseguição acaba assim que eles trocam de clube.

Cuca comemorou um gol dentro do campo e foi expulso; Tite fez o mesmo e nada aconteceu…

Cuca usou ponto (diz a imprensinha que usou), foi denunciado, julgado e pegou 2 jogos de gancho (seus auxiliares também), Tite fez o mesmo, Dorival, Marcelo Oliveira também fizeram, todo mundo viu, e nenhum deles foi denunciado, julgado ou punido – nem teve força-tarefa de repórter para que eles fossem pegos pelo STJD.

Cuca reclamou  da arbitragem – sozinho, não se  dirigiu ao árbitro – e foi expulso no jogo contra a Ponte Preta; o técnico do Grêmio, de dedo em riste na cara do juiz, reclamou até não querer mais na partida de ontem, no Pacaembu – pela TV todo mundo via e ouvia – e nada aconteceu…

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Parece que algumas regras só valem para o Palmeiras…

Marielson Alves Silva, o árbitro de Palmeiras x Grêmio – um mix de PCO, Sandro Meira Ricci, Carlos Eugênio Simon e tudo o que há/houve de pior na arbitragem -, abusou de garfar o Palmeiras. E descaradamente. Se dependesse da vontade dele e das circunstâncias que proporcionou (deixar nosso time uma pilha, amarelar vários jogadores nossos enquanto ignorava faltas desleais dos gremistas, validar gol impedido, ignorar penalidade sofrida por Jesus) teríamos saído derrotados do Pacaembu. Ficávamos com a impressão que ele tinha sido “sorteado” exatamente pra isso… e que dificultar para o Palmeiras era uma incumbência. Um verdadeiro ‘apito-inimigo’.

Todo Palmeiras x Grêmio é jogão, é pegado, tem atritos, bate-boca, é tenso, mas quando o juiz veste a camisa dos gaúchos fica ainda pior. Lembra o Henrique, na Copa do Brasil-2012, sendo expulso por ter levado um  soco na cara? O Barcos sendo pisado e xingado sem que o juiz fizesse qualquer coisa a respeito? O Valdivia levando um chute nas costas, na lateral de campo, com a bola em jogo muito longe dali? Então… só Deus sabe como foi difícil conseguirmos a vaga na final rumo ao título.

Meter a mão no Palmeiras é de praxe, é tranquilo, é favorável, nossos dirigentes nunca tomam providências – só os torcedores, “com mania de perseguição”, é que ficam revoltados.

Somos assaltados pelo apito em todas as situações, em tudo quanto é partida; contra times grandes, contra pequenos também; em amistoso, final de campeonato, fora de casa, em casa. Nenhum juiz é caseiro quando o mando é do Palmeiras (ser “caseiro” é usar dois livros de regras)… E o pior é que esses assaltos – que nos mandaram pra segunda divisão em 2012 – sempre encontram justificativas e justificadores na verborrágica imprensa esportiva… e nos cansamos de ler que foram “erros”, que era “lance interpretativo”, que “não acreditam em má fé”, que “a força não era desproporcional”, que “árbitros erram para os dois lados”, que “eu também não daria”, que “eu também marcaria”… tudo para fazer o torcedor “desver” o que ele viu.

Mas, Marielson Alves Silva, o árbitro dessa quinta-feira, abusou de “errar”, de “interpretar”,  de ignorar as faltas sofridas pelo Palmeiras, de não punir agressões sofridas por jogadores do Palmeiras, abusou de marcar qualquer coisa em favor dos gaúchos e de amarelar os de verde…. abusou de irritar os palmeirenses, de dentro e de fora de campo, abusou de permitir que um gol escandalosamente impedido fosse validado.

O interessante nisso tudo é que o tal Marielson Alves da Silva, que pertence ao grupo de árbitros da Bahia,  foi promovido pela CBF a aspirante FIFA. E isso foi em 10/05, não faz nem um mês.

O cara é promovido a aspirante Fifa e faz uma arbitragem dessa? Aham… Num jogo importante, entre o time que lidera(va) a competição e o maior campeão nacional, dois candidatos ao título? Ou a CBF é irresponsável em promover um árbitro fraco e incapaz como ele, ou ele tem capacidade sim, mas garfou o Verdão porque quis, ou, vai saber, porque quiseram que ele apitasse assim.

Os lances foram inúmeros, e a impressão que tínhamos era a de que ele viera incumbido de apitar daquele jeito, favorecendo o time visitante, que vinha com moral pro jogo, era líder da competição, sua defesa não tinha tomado nenhum gol ainda no campeonato.

O Palmeiras balançou a invicta rede dos gaúchos com um minutinho e meio de jogo, numa assistência linda de Dudu e finalização de Jesus, e aí nossos aborrecimentos começaram.. Alecsandro sofreu falta, e o juiz não marcou não marcou…

Geromel deu um coice em Jesus, e ficou por isso mesmo – Gabriel Jesus apanhou o jogo inteiro, e do time adversário inteiro (isso acontece em  todos os jogos).

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Jesus foi agarrado – acabou derrubado -, o juiz marcou só a falta, até aí, estaria ok, porém, mais tarde, Matheus Sales seguraria um gremista, e aí o juiz mostraria o amarelo pra ele. No final do segundo tempo, Fabrício também levaria um amarelo por tentar retardar um adversário…

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Dudu sofreu falta clara, foi empurrado na linha lateral e jogado pra fora de campo, na frente do bandeira, e nem bandeira nem juiz marcaram a falta. Uns segundinhos depois, o juiz assinalou uma falta de Dudu, e Dudu, que tinha acabado de sofrer uma falta não marcada, reclamou, com razão, e o juiz… deu amarelo pra ele. Para os burros da CBF, apanhar, tá liberado… reclamar é que é infração.

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O árbitro fazia o que bem entendia… Veja as imagens abaixo e tente adivinhar o que o “aspirante Fifa” (tá de sacanagem CBF?) marcou…

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Marielson Alves Silva, o “promovido pela CBF”, marcou falta do Tche Tche(!!??!!). Pode??? Ele foi pisado, agredido; Maicon nem lembrou da bola e só visou a perna do palmeirense, e tinha que ter levado vermelho, mas o “aspirante Fifa” marcou falta da vítima e não do infrator.

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E não pense que ele se equivocou porque não viu o lance, ou porque teve a visão encoberta… na na ni na não… Ele viu sim, e como viu.

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E, mesmo tendo visto,  ele resolveu ignorar a agressão, não expulsar Maicon, e inverter a falta… Por que será?

Apesar de todas essas ‘delicadezas’ em campo, o Grêmio levou o primeiro amarelo só aos 40′ de jogo, Dudu e Matheus Sales já tinham sido amarelados.

Jesus levou uma cabeçada de Geromel… e a coisa continuava “tranquila e favorável” para o gremista.

O juiz deu 4 minutos de acréscimo – boa parte deles por causa dos sinalizadores usados pela torcida gaúcha. E não é que ele validou um gol do Grêmio, em indiscutível impedimento de Bressan (tanto juiz quanto bandeira tinham visão do lance), e aos 49:22 min, além do tempo estipulado??

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Fomos com um empate para o intervalo graças ao árbitro. O Grêmio tem um bom time e, no segundo tempo, acabou virando o jogo, graças a um vacilo nosso – tivesse acabado assim o jogo, na conta de quem ficaria a nossa derrota? Na do “aspirante Fifa”, na de quem o “sorteou”, na da CBF?

Mas o Palmeiras, logo a seguir, com um golaço de Roger Guedes, deixou tudo igual. Jesus sofreu pênalti de Geromel na jogada, e o juiz não marcou nada (será que esse Geromel é parente do juiz? Teve alvará pra bater nos jogadores do Palmeiras). Por sorte, a bola ficou com o Roger Guedes que, de puxeta, fez um gol maravilhoso, mas a penalidade aconteceu antes, e o juiz não marcou.

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Geromel, que já tinha cometido várias faltas duras, só aos 26′  do segundo tempo é que recebeu amarelo, depois de mais uma falta dura em Jesus.

Pra atrapalhar o juiz, o Palmeiras  tinha muito mais presença ofensiva, era muito mais perigoso; Dudu cobrou escanteio, Vítor Hugo apareceu na área, subindo lá no 8º andar e, de cabeça, mandou um míssil pra rede do Grêmio e virou o jogo.

O jogo era tenso… o mesmo juiz que parara um ataque do Palmeiras para atender um gremista caído, não parou quando era Moisés quem estava no chão, e o Grêmio também não quis saber de fair-play,  isso revoltou Prass e seus companheiros e o tempo fechou entre os boleiros.

Lincoln deu um carrinho criminoso, por trás, em Roger Guedes, e o juiz só amarelou…

Dudu cobrou falta e, na sua terceira assistência do jogo, colocou na cabeça de Thiago Santos para fazer o quarto do Verdão.

O Grêmio descontou aos 45’… mas a noite era esmeraldina e o Palmeiras, que jogou muita bola, e foi bem melhor que o Grêmio, saiu com a vitória…

O árbitro (tchuuupa, juiz), que já tinha precisado da proteção da polícia no intervalo, ficou ali no campo,  protegido mais uma vez, e com aquela cara de tacho de quem apitou dois tempos em favor de um time.

Onde isso vai parar, eu não sei. Mas sei que nem todas as vezes, vamos conseguir superar o apito, e ninguém se responsabilizará pelo prejuízo que possamos ter. A  diretoria do Palmeiras precisa ficar bem esperta. Esse Palmeiras, de Cuca, tem tudo pra ser campeão.

“A decepção é um bichinho que se alimenta de expectativas… Somos eternamente responsáveis pelas expectativas (de ganhar todas) que cultivamos.”

Palmeiras foi à Campinas, no último sábado, enfrentar a Ponte Preta, pela segunda rodada do Brasileirão, e não se deu bem como visitante.

Começou jogando melhor, é verdade, foi pro ataque no comecinho de jogo e quase que abriu o placar com Jesus – ele acabou mandando a bola por cima do gol; em seguida, roubada de bola do Palmeiras – que marcava forte – e Cleiton Xavier finaliza pro gol, mas manda pra fora. E tínhamos só dois minutos de jogo…

Parecia que estava tudo bem e que íamos repetir o futebol da primeira rodada, no entanto, o Palmeiras começou a errar na defesa, começou a perder a bola, em lances bobos, vacilos, que acabaram nos custando caro.

A Ponte,  dona da casa, tratou de aproveitar, e logo o Prass precisou fazer uma “senhora” defesa. Nosso time procurava trocar passes, mas esbarrava na defesa da Ponte e não conseguia chegar…

O jogo ficou equilibrado, e os adversários iam criando as suas chances. A Ponte passou a atacar mais, mas o Palmeiras quase marcou depois de cruzamento de Roger Guedes, e cabeçada de Cleiton Xavier, que obrigou o goleiro a se esticar todo pra defender.

Eu achava que o Palmeiras estava esquisito… se do meio pra frente ele não levava tanto perigo para o adversário, do meio pra trás, alguns erros bobos, que ele cometia, traziam perigo para Prass. E foi assim, que, aos 23′, a Ponte cobrou uma falta num cruzamento longo, e a bola encontrou o atacante campineiro sozinho na área, sem marcação alguma, e  ele nem precisou saltar para cabecear e abrir o placar. Assim, não pode, né? Que vacilo!

O Palmeiras deu espaços, a Ponte aproveitou; o Palmeiras teve boas chances de marcar, mas desperdiçou; em duas delas, o goleiro salvou a Macaca.

Veio a segunda etapa, Cuca colocou Dudu em campo (aí sim!) e sacou Matheus Sales (por onde anda o Thiago Santos, hein Cuca? Ele era titular e estava indo bem quando você chegou), trocou também Alecsandro por Rafael Marques.

O Palmeiras buscava a reação, se movimentava bem, mas a Ponte procurava não dar espaços (já fazia cera também)… Cuca sacou Roger Guedes e colocou Moisés em campo, Dudu jogaria aberto pela direita.

Achei que o Palmeiras melhorou com as substituições, principalmente com a entrada de Moisés, e isso fez a Ponte ir para o campo de defesa. As investidas passavam a ser mais  do Palmeiras.

Então, nosso velho conhecido de todas as partidas, o árbitro do jogo – na ocasião era Leandro Vuaden -, marcou uma falta inexistente de Tche Tche e, na sequência expulsou Cuca por reclamação.

Vou fazer um aparte aqui, pra me aprofundar nessa expulsão. O árbitro expulsou Cuca, porque ele reclamara sozinho – não se dirigiu ao árbitro – da marcação errada e prejudicial ao Palmeiras – a CBF dá poderes para os árbitros “errarem” como bem entenderem e engessa técnicos e jogadores (os do Palmeiras, principalmente) que podem ser prejudicados, mas não podem reclamar do prejuízo? Tem que ter impeachment na CBF também.

O filho da mãe do árbitro, o Sr. Leandro Vuaden, que não sabe escrever “Palmeiras” e escreve “palmeira”, expulsou o Cuca porque ele deu socos no ar… e isso está na súmula da partida. Que coisa, não??

E por uma falta  que não aconteceu, o que dava razão ao Cuca de reclamar. A imagem está embaçada, mas dá pra ver perfeitamente o pé do Tche Tche, que vai na… bola.

Tche-Tche-na-bola

Até o Sálvio Spínola confirmou que a falta não existiu… e quando ex-árbitrosa (imprensa e programas esportivos tb) dão pareceres favoráveis ao Palmeiras é porque a coisa é muito verdade mesmo.

É sempre a mesma história, técnico do Palmeiras – pode ser quem for – é sempre expulso. E, ainda que continue a ser a mesma pessoa, com o mesmo temperamento e jeito de ser, quando ele muda de time, ‘voilá’, os árbitros nunca mais se lembram de expulsá-lo por motivo algum.

Lembra do Cuca sendo expulso na Vila Belmiro, num jogo de semifinal, por ter entrado no campo durante a comemoração?

https://www.youtube.com/watch?v=goAK1afMj10&feature=youtu.be

Entrar no campo não pode, né? Será que não mesmo? Um Tite, descontrolado, invadindo o campo para comemorar com Jadson, ninguém pensou em expulsar, né? E se não pode pra um, por que pode pra outro?

Mas o Cuca, esse “mau elemento”, lá em Campinas, deu soco no ar, porque ficou contrariado com a marcação errada do juiz… É muita vontade de expulsar o Cuca, você não acha? Conta outra, Vuaden, e aprenda a escrever, é P a l m e i r a s, com “P” (maiúsculo) e “s” no final.

Voltemos à partida…

O Palmeiras ia pra cima. O jogo caminhava para os 40 minutos, quando Gabriel Jesus, saindo de frente para o goleiro, dominou uma bola levantada na área e balançou a rede. A arbitragem anulou o gol, marcando impedimento, e marcou muito errado. E não  fui eu só que achei, não.

PalxPon2016-impedimento-mal-marcado

Num programa esportivo, acharam o mesmo que eu…

https://www.youtube.com/watch?v=gxwThmC-mCA

O ex-árbitro, Sálvio Spínola, também achou o mesmo, e explica o lance…

https://www.youtube.com/watch?v=047xv2k9QJs

Um “erro” capital, não é mesmo? A arbitragem, que tem que ver mais do que todo mundo – pra isso e por isso é que existem árbitro e auxiliares nas partidas -, não viu que foi o jogador da Ponte quem cabeceou a bola  que Jesus recebeu… e esse “não ver” acabaria determinando o resultado da partida…

A gente torcendo por um gol e quando faz um, legalíssimo, vem a arbitragem  e o anula… que filhos da “Pluta”. Nunca vou acreditar que essas pessoas se enganam, porque sei que  elas são preparadas para desempenhar a função. E se eu sei que “não há impedimento se foi o adversário que tocou a bola”, juiz e bandeiras têm a obrigação de saber também.

Logo depois dessa “apitada” (o Vuaden devia estar apitando com garfo), levamos uma bola na trave, mas o Palmeiras não desistia…

45’… Dudu pegou rebote da defesa inimiga e chutou forte, o goleiro rebateu e Moisés, esperto, mandou ela pro  gol. O juiz deu cinco minutos de acréscimo, o Palmeiras continuou tentando, mas o jogo acabou assim.

A arbitragem, que não pode fazer o resultado das partidas, deu dois pontos para a Ponte Preta e tirou um do Palmeiras, mudando até a posição dos clubes na tabela de classificação… e isso porque o campeonato está só começando…

Entra ano e sai ano e somos prejudicados pelas arbitragens. Um ponto faz a diferença entre um campeão e o vice, entre um time que caiu e um que ficou na série A…

Certamente encontraremos muitas pedras no caminho, mas abre o olho, Palmeiras, e abre muito, e enquanto está no começo… Para o jogo contra o FluminenC o árbitro será o Sandro Meira Ricci, que é um velho “conhecido” nosso… (garfou a gente, ano passado, diante do Goiás, lembra? Na Copa do Brasil, diante do Inter, garfou um pênalti cometido sobre Jesus).

PRA CIMA DO FLU, VERDÃO!! RUMO AO TÍTULO, SIM!! E cuidado com o garfo, oooops, com o apito!!

 

Passado o susto, ou quase susto, eu poderia resumir assim o primeiro jogo de Libertadores, realizado no Allianz Parque: O Palmeiras fez 2 gols (o juiz ainda meteu a mão nele), o Rosario perdeu uma penalidade e não marcou nenhum.

Porque foi exatamente o que aconteceu, mas, as circunstâncias…

Antes do jogo, a Rua Palestra Italia já estava em festa. Muitos torcedores, temendo mais chuva, foram direto pro Allianz Parque (havia chovido um bocado antes do jogo – choveria durante e depois também).

Era climão de Libertadores… mas argentinos e palmeirenses se confraternizavam na Rua Padre Thomaz.

36 mil  torcedores foram pro jogo. E, como sempre acontece, que emoção na hora do hino “à nossa moda”… a voz tropeçava na garganta, mas as lágrimas, sem o menor pudor, saltavam de nossos olhos, como a chuva que caía no campo. E cantar o hino toda arrepiada já é de praxe… “Palmeiras, meu Palmeiras, meu Palmeiras…”, meu, seu, nosso Palmeiras… no mosaico da torcida o objetivo de todos os palestrinos estava traçado: Queremos a taça.

A partida apresentaria dois tempos de jogo completamente distintos. Mas a pegada foi uma só… de Libertadores. E que pegada. No entanto todo mundo pareceu ter assistido apenas à segunda etapa, mas muita coisa importante aconteceu antes. Coisas que poderiam ter decidido a partida nos primeiros 45 minutos.

No primeiro tempo, apesar do time meio manco que o MO anda mandando a campo (coloca meia nesse time, MO!), o Palmeiras fez a sua melhor partida no ano – eu sei que as anteriores não foram grande coisa -, e foi melhor que o Rosario, teve as melhores chances. Rosario, que, segundo a imprensa, era um bicho-papão e ia vencer o Palmeiras – para muitos, ele ia até golear, né “Armário” Cezar?

Logo no início de jogo, bola levantada na área do Palmeiras, Prass e o atacante foram na disputa e o goleiro foi atingido na cabeça. O juiz deixou por isso mesmo. Um minuto depois, Cristaldo levou uma sarrafada, e o juiz mandou seguir… Hmmmm

Cristaldo enfiou uma bola linda pro Dudu, e ele chutou pro gol, tirando do goleiro… a bola passou raspando,  pegou a trave. Isso aumentou ainda mais o volume da torcida… que energia no Allianz.

Robinho pegou uma sobra do goleiro, que se atrapalhou todo com a zaga depois de um cruzamento do Zé, ajeitou, saiu do marcador (que passou direto por ele), mas mandou pra fora…

O Allianz fervia… a torcida cantava forte. Eu, que teria que sair exatamente aos 45′ do segundo tempo, por causa do horário do trem, torcia para estar tudo resolvido favoravelmente ao Palmeiras antes do apito final, antes dos acréscimos.

O Palmeiras criava chances, chutava a gol, trocava passes… e isso era tudo o que queríamos ver.

O Rosário não levava perigo, mas quase pegou o Palmeiras de surpresa numa jogada ensaiada. Só que ela não tava tão ensaiada assim e deu em nada.

E foi então que Gabriel Jesus avançou veloz pela esquerda, entrou na área e foi derrubado. Veja na imagem abaixo, as pernas de Gabriel sendo atingidas pelo marcador que está à frente do argentino de número 29 (eram dois marcadores em Gabriel Jesus). Olha o pé/perna do sujeito atingindo Gabriel…

Se isso não for pênalti,  eu não sou palmeirense…

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Pênalti, muito pênalti, mas como o Palmeiras tem Roubocard Internacional… o juiz nada marcou. Difícil assim, né? Jogo de Libertadores, no Allianz Parque, contra argentinos catimbeiros, valendo a liderança do grupo, o seu time sofre uma penalidade dessa e o juiz não marca?

Os parmeras levando cada sarrafada, mas o cartão amarelo só saiu para o Thiago Santos…

A chuva já atrapalhava o jogo, e  impedia que a bola corresse em muitas jogadas de ataque do Palmeiras – deu uma atrapalhada nos hermanos também.

Passava da metade do primeiro tempo quando Prass lançou lá na frente, o zagueiro tentou interceptar e a bola sobrou pra Dudu, que, rápido, deu um senhor passe pra Gabriel Jesus; ele recebeu na área e foi atropelado (eu achei que foi), o zagueiro saiu com a bola mas apareceu o Churry, roubou a bola do Salazar, passou pelo Burgos, que veio em cima dele, driblou o goleiro, sem tocar na bola, só pisando na poça d’água, e meteu pro gol, deixando mais um adversário no chão.

GOOOOOOOOOOOOOL, CRISTALDO, SEU LINDOOOOOOOOOOO!!

Explosão de alegria no Allianz Parque! Gol de argentino raçudo, marrento, argentino parmera! Nosso Palmeiras vencia o time “favorito”  (né, Juca? Né, torcedores profissionais de imprensa?).

Então, quando o Palmeiras muito provavelmente ia fazer o segundo gol (que poderia até ser o terceiro, caso o juiz tivesse marcado aquele pênalti), quando Gabriel Jesus recebeu bola legal e saiu na cara do goleiro, tendo até a opção de encobri-lo (Jesus manja desses paranauês), a arbitragem marcou impedimento.

Olha como tava “impedido” o Jesus! Esse Roubocard Internacional do Palmeiras é uma coisa…

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E olha a continuação da jogada… seria “tão difícil” fazer esse gol, não é? Estava faltando só darem uma camisa do Rosario pro juiz, porque, jogando para os adversários ele já estava fazia tempo.

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O Palmeiras continuou ofensivo, sofreu muitas faltas que o juiz ora não marcou,  ora não deu cartão, e o primeiro tempo terminou 1 x 0 para o Palmeiras. E ficou barato para os argentinos.

E então,  veio o segundo tempo… os planetas se desalinharam, Marte entrou em Escorpião…

Claro que os argentinos, perdendo, iriam vir pra cima; claro que o Palmeiras iria defender a sua vitória parcial, iria se fechar, mas ninguém imaginou que desse um curto-circuito tão grande no Verdão.

O Rosario veio pra cima, e o Palmeiras parou, só se defendia. Nervoso… e não tinha motivos pra isso, ganhava a partida. Eu tinha vontade de entrar lá no campo e dizer para os nossos jogadores: Quem tá perdendo são eles, baralho! Calma!

O Palmeiras se deixando acuar e o Rosario querendo agredir, juntou a fome com a vontade de comer. Mas um time, não vive só de atacantes, não vive só de gols, não é mesmo?

Prass foi atingido no rosto por um adversário que tentou tocar de carrinho… e o juizão… nada! E o Rosario continuava em busca do gol de empate.

A tensão era grande na bancada…

Robinho tirou uma bola na área, e, na sequência, atingiu o atacante. O juiz marcou pênalti. Mas que cazzo – sempre fico em dúvida nessas ocasiões, porque, para os comentaristas, dependendo de quem está na jogada, ou do time, pode-se levar em conta que o jogador tocou a bola primeiro, visou a bola, como fez o Robinho, e, portanto, não é pênalti, ou pode-se levar em conta que ele acertou a bola primeiro, mas atingiu o adversário na sequência (nem sei se atingiu mesmo) e, então, é pênalti sim.

Aqui, todos foram categóricos em afirmar que o juiz acertou na marcação. No entanto, na Fox Sport da Argentina acharam que não foi pênalti.

O jornal Ole publicou o vídeo, mas você pode assisti-lo no Youtube. E dá para entender quando dizem que não foi nada, que o jogador não foi tocado. E dizem ainda:”Pero igual sirve”, algo parecido a “tanto faz”… Que diferença da imprensa daqui, não?

https://www.youtube.com/watch?v=YwPSw9cg27I

Pênalti marcado – se eles marcassem, a coisa ia engrossar -, jogador se preparando para a cobrança,  e, do outro lado, ele… FERNANDO PRASS… a parmerada, com a maior confiança, gritava o nome de seu goleiro…

Nem preciso falar o que aconteceu, né? Claro que o lindo e maravilhoso do Prass defendeu! Foi lá no cantinho e tirou! #NaMinhaCasaNão

Confesso, nem vi a cobrança. Segurando meu terço verde (sim, eu já o tinha tirado da bolsa), só olhei pra cima e esperei o grito da torcida. Impossível explicar a felicidade de ouvir o grito que ganhou os ares.

PRAAAAAAAAAAAAAAASSSSSSS!!! Obrigada!

Mas o Palmeiras não aproveitou, não foi pra cima. MO não mudava o jeito do time jogar, e a situação em campo continuava a mesma… O Rosario buscando o seu gol de todo jeito e o Palmeiras defendendo com todas as suas forças.  Que mudança radical em relação ao primeiro tempo. E não conseguíamos entender como o Palmeiras podia ter voltado do intervalo assim.

Porém, muito embora o Palmeiras tenha adotado uma postura suicida em campo, abdicando de atacar, de segurar mais a bola – 27% de posse de bola na segunda etapa. Isso é inadmissível num jogo de Libertadores, em casa, e quando estamos ganhando -, muito embora o MO tenha deixado o time com três atacantes e sem um meia para fazer a bola chegar neles, e por isso abusarmos dos horrorosos chutões, nosso maravilhoso goleiro estava em campo, nossa defesa valente estava em campo e, mesmo os jogadores parecendo muito perdidos, sendo desarmados facilmente, dando a bola de graça, não conseguindo ficar com ela no pé, o time inteiro foi guerreiro,  lutou, e muito, para não tomar gols.

Robinho tirou uma bola difícil, Cristaldo também, todos defendendo como podiam, que aflição, que desespero no Allianz. Mas, quando vi Jesus tirar uma bola muito perigosa na nossa área, falei para os amigos: Se até Jesus tá ajudando a defender, hoje a gente ganha sim.

Mo já tinha colocado Rafael Marques, Arouca e por fim Allione (que já deveria ter entrado muito antes)…

O jogo estava nos descontos, eu já estava indo embora, já tinha descido a escada, com os ouvidos grudados lá dentro, com o coração grudado lá dentro, quando o Glauco, o amigo que ia embora comigo, falou:

– Vem ver daqui, dá pra ver.

– Vamos embora, Glauco, não vai dar tempo. – e fui olhar numa fresta.

– É só um pouquinho, já vamos. Vem olhar daqui que dá pra ver o telão.

E quando olhei pro telão, só vi o Dudu recebendo do Rafa e tocando pro Allione… tudo parecia vazio ali naquela parte do campo (pensei até que não estivesse valendo)… Allione – que tá a cara do Pirlo – recebeu, e, guardadas as devidas proporções, num estilo meio Divino de ser, sem pressa, com uma frieza absurda, passou pelo marcador, dando uma finta leve e chutando com uma puta categoria…

GOOOOOOOOOOOOOOOOL. ALLIONE, SEU LINDOOOOOOOOO!!

O Allianz explodiu lá dentro, o Glauco e eu nos abraçávamos comemorando… quanta alegria, meu Deus! Os funcionários do Allianz nos perguntavam: Foi gol do Palmeiras? FOOOOOOOI!!!! E saímos apressados…

A corrida pra estação em 13 minutos nem foi nada, a chuva nem foi nada… O meu (nosso) Palmeiras vencera! E nada mais importava naquela noite…

SEGUNDA PARTE – “Edilsão 2015”

Nunca as arbitragens “erraram” tanto na história do futebol como no Brasileirão 2015… Mas a imprensinha jura – e vai repetir isso até que vire verdade – que foi na bola…

O modus-operandi mudou, mas o absurdo de se dar um campeonato de presente, tirando dos demais clubes as chances de realmente disputá-lo, foi o mesmo do Brasileiro 2005 e de outros tantos. Ainda faltavam três rodadas, e o título do “Edilsão, versão 2015” já tinha sido entregue, e da maneira mais descarada possível.

Sabe aquela criança, que você pega pela mão para ela aprender a andar, e fica por perto pra ela não cair quando se desequilibrar, até que ela, sabendo que tem alguém para ampará-la, caso necessite, consiga caminhar sozinha? Assim fizeram com o S.C.Itaquera.

Depois que o ajudaram a ganhar confiança,  a “andar” (rapidinho) no campeonato, e o colocaram na primeira colocação, ele foi sozinho, ou quase, quando ia dar uma escorregada, a mão generosa do apito estava lá para ampará-lo. Aí apareceu o trabalho do técnico, o futebol bacana, o time sem pressão… Saber, por antecipação, que vai “dar certo” é uma tranquilidade…

Pra se ter uma ideia, foram 35 rodadas, sem que nenhum, eu disse NENHUM, pênalti fosse marcado contra o S.C.Itaquera, mesmo ele tendo cometido vários (isso é muito revelador), alguns deles, verdadeiras jogadas de vôlei. E nenhum dos árbitros que apitaram seus jogos viu qualquer coisa – fizeram o oposto com o Palmeiras, não marcando nenhum dos muitos pênaltis que ele sofreu em casa, nem muitos dos que ele sofreu fora, mas assinalando outros tantos contra ele, que nem aconteceram de fato…

Edilsão2015-pênaltis-cometidos-e-sofridos

Só na 36ª rodada, quando o título já tinha  sido “conquistado”, marcaram uma penalidade contra o time de Itaquera. E uma penalidade inventada, diga-se de passagem, com cara e pinta de ter sido arranjada para mascarar a vergonha de 35 rodadas sem um mísero pênalti contra e de ter sido beneficiado o campeonato todo.

35 rodadas podendo  cometer pênaltis impunemente…  Como esse de Uendel, por exemplo. Tão “discreto”, tão “difícil” para a arbitragem marcar, não é mesmo?

Edilsão2015-Bambis

Mas essa bola na mão, com  braço junto ao corpo, e que veio de um chute muito próximo, eles marcaram. Ah, mas era contra o Palmeiras…

Edilsão2015-PênaltiMandrake-VictorRamos

Ficou parecendo que a “ajeitada” dada na regra sobre o toque de mão na bola foi feita para facilitar o trabalho das “forças ocultas”. E, levando-se em conta que já tinham determinado antes que as arbitragens tivessem mais rigor com as reclamações dos jogadores, ficou meio estabelecido que, levar porrada e ser garfado podia/pode, mas reclamar disso, não.

A juizada fez a festa com essa nova possibilidade de interpretação… Inventou pênalti onde não tinha, ignorou os que não queria (não podia?) ver… e ai daquele que reclamasse. E a imprensinha, com bem raras exceções, disse amém às apitadas. Tinha sempre um “eu também marcaria”, “eu também não daria”, “os árbitros erram com todos os times”…

E todo mundo se perguntava: quem será que banca a “cegueira” das arbitragens? Por que a regra não legitima essas “apitadas” não. Pela regra, nas imagens postadas acima, aquele toque de mão do Uendel, não assinalado, foi muuuito pênalti; o pênalti de Victor Ramos, o juiz só marcou porque estava com vontade de marcar…

Regras-toque-de-mão-na-bola

Não bastasse isso, ainda teve um extra, o de se fazer todos os times, menos um (a princípio, dois) jogarem às 11h00 da manhã, aos domingos, no “calorzinho básico” que faz aqui e que mina o rendimento da maioria dos jogadores.

Roubo-Brasileiro-20015-jogos às 11a

Segundo as notícias, Corinthians e Flamengo seriam poupados da experiência a pedido da Globo, por causa da audiência. E já estamos carecas de saber que esse papo de audiência é só papo mesmo, não é?
https://blogdaclorofila.sopalmeiras.com/2014/12/15/quem-e-que-da-mais-audiencia-mesmo-dona-platinada/

O experimento teve início na primeira rodada do Brasileiro, em 10/05/2015.  E até Setembro, só um time ainda não tinha jogado às 11h00 – o Palmeiras já tinha feito 3 partidas nesse horário, outros clubes tinham feito 5  (Flamengo, FluminenC e SPFW, que sempre recebem agradinhos da CBF, também eram poupados, e tinham feito só 1):

Roubo-Brasileiro-20015-jogos às 11-1

Então, porque estava dando muito na cara, marcaram – às pressas – um jogo do time de Itaquera para uma manhã de domingo, contra o Joinville, último colocado na tabela. Tudo no “disfarcetion”. Fariam depois uma segunda partida de manhã, mas a pedido da diretoria do Santos, o adversário, que pensava apenas na renda.

A imprensinha noticiaria ao final do campeonato: “Números do Timão impressionam”. E ela tinha razão, o número de pênaltis cometidos por seus jogadores e não marcados pelas arbitragens, os dos gols irregulares e validados, os dos gols legítimos dos adversários, que foram anulados… o número de pontos que lhe foram “doados,” os que foram tirados de seus concorrentes diretos (o Galo, por exemplo), eram, e ainda são, impressionantes.

E sem contar aquelas coisas que as arbitragens brasileiras sabem fazer tão bem… amarrar o jogo de um time e liberar o jogo de outro, aplicando cartões amarelos e vermelhos à conveniência de alguns, deixando de marcar algumas faltas, inventando outras… dando licença para alguns times baterem à vontade… mudando resultados de partidas… Tudo muito impressionante mesmo.

E foi assim, com muitas reclamações de torcedores, clubes, jogadores, e até mesmo de alguns (poucos) jornalistas,  que o time que pouco aspirava na competição (perdera jogadores importantes por não ter dinheiro nem para pagar os salários), pulou da 7ª colocação (16 pontos) para a 1ª . Arrancaram do Atlético-MG – prejudicado quando “foi necessário” – a liderança do campeonato. E tudo com o “selo de qualidade” da arbitragem brasileira, e do Chefe de Arbitragem, o Sr. Sérgio Corrêa, aquele mesmo, que o ex-árbitro Gutemberg acusara de fazer pressão nos árbitros que iam apitar jogos do S.C.Itaquera.

Gutemberg

É muito provável que eu tenha me esquecido de algum “erro” de arbitragem dentre os inúmeros erros que fizeram o campeão de 2015, porém, acredito que os mais relevantes estejam aqui.


9ª rodada – Corinthians 2 x 1 Figueirense

Uma penalidade “mandrake” marcada contra o Figueirense, e a expulsão do zagueiro Thiago Heleno, por causa do pênalti, que não existiu.

https://youtu.be/aBpRsgaBl_8


11ª rodada – Goiás 0 x 0 Corinthians

O juiz não viu, porque não quis, nada errado nessa “faltinha” de Gil no atacante do Goiás. Pênalti, e muito pênalti, aliás.

Edilsão2015-Goiás


17ª rodada – São Paulo 1 x 1 Corinthians

Pênalti escandaloso, cometido por Uendel e não marcado pela arbitragem. Muito provavelmente, seria uma derrota na conta do “S.C.Ajudado Paulista”…

Edilsão2015-Bambis1


18ª rodada – Corinthians 4 x 3 Sport

Pênalti inventado por Luís Flávio de Oliveira. Veja só, a Comissão de Arbitragem “sorteia” um árbitro paulista, e corintiano, para apitar uma partida entre Corinthians e Sport. E no finalzinho da partida, o árbitro paulista e corintiano,  faz essa presepada a favor do time paulista, e quando o placar era de 3 x 3. O jogador está caindo – ninguém cai com o braço colado ao corpo – a bola toca em seu braço e ele marca a penalidade máxima.

Edilsão2015-Sport

OK, poderíamos até acreditar que foi apenas uma questão de má interpretação da regra, de critério do tal Luís Flávio, mas, acontece,  que o mesmo Luís Flávio , que assinalou a penalidade contra o Sport, não assinalou essa penalidade aqui contra o Cruzeiro:

Roubo-Brasileiro-20015-Gambá-Oliveira-Cruzeiro-pênalti-cometido

Dois critérios diferentes, “dois pesos e duas medidas” do gambá Oliveira, para “errar” , “coincidentemente”, a favor do seu time de coração – o “liMdo” também operou o Palmeiras, rival figadal do time dele, na primeira final da Copa do Brasil.

A Comissão de Arbitragem não é fraca nos “sorteios” não…

Roubo-Brasileiro-20015-Gambá-Oliveira-dois-pesos-e-duas-medidas

Depois desse jogo, a opinião pública caiu de pau – mais ainda – nos benefícios do apito para o time de Itaquera. O jogador Diego Souza, do Sport, disse publicamente que o Corinthians era beneficiado pelas arbitragens. Em todas as bocas se falava tanto do “Apito Amigo”, que o jogador corintiano, Elias, saiu com essa:

Edilsão2015-DeclaraçãoElias1

Então, né? Parecia até um pedido…  E não demoraria nadinha para que ele fosse atendido e as arbitragens colocassem o time do Elias na liderança.


19ª rodada – Avaí 1 x 2 Corinthians

Um gol do Avaí mal anulado pela arbitragem, e mais uma vitória na conta do apito.

Edilsão2015-Avaí


22ª rodada – Corinthians 2 x 0 FluminenC

Gol legítimo do FluminenC anulado pela arbitragem quando o placar era 1 x 0 para os paulistas e o time carioca estava muito melhor na partida do que o dono da casa, o que poderia desencadear uma reação do visitante. Mas, imagina se a arbitragem ia deixar o time Itaquera correr esse risco… Olha o “impedimento” que foi marcado:

Roubo-Brasileiro-20015-cícero-impedimento-fluminense-x-corinthians-


23ª rodada – Palmeiras 3 x 3 Corinthians

Pênalti de Cássio sobre Gabriel Jesus, que a arbitragem ignorou. A imprensinha tratou logo de dizer que “eles dividiram a bola, que Cássio foi na bola”… A imagem (abaixo) mostra que o goleiro foi pra cima do jogador palmeirense e o derrubou (veja onde Jesus estava no início e onde estava quando foi atingido. Veja que o goleiro é que foi em sua direção, e de pé direito levantado). A bola, inclusive, já tinha passado, como mostra uma das imagens. E tanto houve o contato violento, que o goleiro teve até um corte na perna e precisou ser atendido.

Se o goleiro não foi na bola, se houve o contato violento com o atacante, se ele derrubou o jogador que ia  pro gol… como é que chama isso?

Um pênalti – a possibilidade do Palmeiras fazer um gol -, mais a expulsão do goleiro, que o juiz não deixou acontecer… O Palmeiras deixou de ganhar 2 pontos, e o Corinthians ganhou 1, de presente da arbitragem.

Roubo-no-derby-pênalti-em-Jesus

Roubo-no-derby-pênalti-em-Jesus1

Foi na bola sim… Deus tá vendo.  E Jesus também.

Roubo-no-derby-Cássio-esquece-a-bola

E não foi só isso, teve também a falta não marcada em Arouca na ocasião do terceiro gol “itakera”. Bola em jogo, e o Arouca sendo puxado na área (imagem abaixo)… a arbitragem nada marcou.

Edilsão2015-Palmeiras-Arouca


26ª rodada – Inter 2 x 1 Corinthians

De novo, Uendel, o “goleiro de linha” itakera, meteu a mão na bola e arbitragem nada marcou. O Inter ganhou (no sufoco), é verdade, mas o jogo estava 0 x 0, era praticamente o primeiro lance da partida, quando a arbitragem, beneficiando o time do Apito Amigo, ignorou a penalidade máxima cometida por Uendel (vida mansa a do time cujos jogadores de linha podem meter a mão na bola à vontade).

Edilsão2015-Inter


27ª rodada – Corinthians 2  x 0 Santos

A arbitragem marcou uma penalidade em Vagner Love, quando a partida estava 0 x 0 – ajudinha boa. A penalidade existiu mesmo, mas, antes dela, teve uma solada do atacante corintiano, teve uma mão na bola do mesmo Vagner Love e, só depois, é que ele sofreu a penalidade. O juiz “ficou cego” por uns momentos e “não viu nada” do que aconteceu antes,  assinalando só o que ele quis…

Roubo-Brasileiro-20015-Santos-soladaVL0 Roubo-Brasileiro-20015-Santos-soladaVL

Uma solada digna de cartão vermelho, que o juiz fez de conta que não  viu, na sequência, V.Love ajeita a bola com a mão, e só depois disso tudo recebe a falta… Mais uma vez, um árbitro “segurava a mão da criança” mais favorecida desse “Edilsão, edição 2015″…

Edilsão2015-Santos


34ª rodada – Corinthians 2 x 1 Coritiba

Pênalti contra o time itakera no primeiro tempo, não marcado pelo juiz.

Edilsão2015-Coritiba

O benefício maior na partida, um absurdo, foi a marcação de impedimento em uma jogada totalmente legal do Coxa (ele lutava contra o rebaixamento, e precisou ser garfado em benefício do time itakera). O bandeira tinha condições totais de observar a legalidade da jogada, e o juiz também. E era jogo em que o Galo poderia encostar… Mais uma vez, “seguraram a criancinha pela mão”

Edilsão2015-Coritiba-impedimento1

Um descaramento marcar impedimento nessa jogada, não é mesmo? Na sequência, Cássio cometeu pênalti (esqueceu a bola e foi no jogador), e poderia/deveria ter sido expulso, mas como juiz e bandeira já tinham dado uma apitada amiga pro “Curintia”, invalidando a jogada legal  do Coxa… ficou por isso mesmo.

Edilsão2015-Coritiba-impedimento

Uma vergonha esse campeonato. Uma vergonha o que as arbitragens fizeram. Uma vergonha a imprensa legitimar tantos “erros”…

Teríamos que ser muito inocentes para imaginarmos que os árbitros todos “resolveram  ajudar um mesmo time  a conquistar o campeonato”, assim, sem mais, nem menos… porque, talvez, “eles sejam todos corintianos e, na dúvida, apitaram em favor do time de coração”… Aham…

Os 7 x 1 na Copa não foram acidente de percurso. Hoje, há um abismo entre o futebol europeu, a sua organização e estrutura, e o que chamamos de futebol aqui.

Não somos mais o País do Futebol…

Mapa-Corrupção-Futebol1

Somos o país da corrupção e maracutaia no futebol – e não só no futebol -, o país dos dirigentes corruptos, dos resultados arranjados, da televisão que manda no esporte, da mutreta no tribunal, da imprensa omissa e covarde.

O esporte mais querido dos brasileiros (será que ainda é?) agoniza… A CBF, mergulhada em corrupção, conseguiu esculhambar e enlamear o futebol brasileiro… Pra se ganhar um título legitimamente hoje em dia, é preciso ganhar das arbitragens também, dos “sorteios” de árbitros, como o Palmeiras precisou fazer na Copa do Brasil…

Passa da hora de acabarem com a CBF. Passa da hora de acabarem com o  tribunal de promotores/torcedores, que julgam de acordo com a “cor das trancinhas”… tá na hora de acabar com essa tentativa canalha de espanholização do futebol brasileiro…

Agora é a hora de virar essa grande lata de lixo de cabeça pra baixo, “queimar todo o lixo” e começar tudo outra vez.

“Todo e qualquer time tem o direito de ganhar, perder ou empatar os seus jogos pelos seus próprios méritos, ou deméritos. Um árbitro não pode interferir nisso, ainda mais em uma final… isso seria como um assalto, cuja arma seria o apito”  – Tânia Clorofila

A PF deveria fazer uma limpa no futebol brasileiro. Uma Operação “Apito a Jato” cairia bem por aqui… porque a coisa tá feia… as arbitragens acabaram de fazer o campeão do “Edilsão 2015” e está parecendo que querem fazer o da Copa do Brasil também.

O Palmeiras conseguiu o feito inédito – ou será que foram as arbitragens mandrakes que se superaram? – de ser garfado por dois árbitros diferentes numa mesma partida. Luís Flávio de Oliveira, nosso velho “conhecido”, operou o Palmeiras, sem anestesia, e numa final de campeonato – passou mal depois (aposto que não foi de remorso), foi substituído, e o seu substituto, Marcelo Aparecido de Souza, terminou de fazer a lambança. Foi a primeira vez  que um “jogador itakera” foi substituído num Palmeiras x Santos.

Entre outras coisas (falta violenta em Jesus, sem nenhuma punição para o agressor; cartões amarelos para o Palmeiras por qualquer motivo; Ricardo Oliveira apitando a partida (será que é parente?), Lucas(PAL) expulso – pelo árbitro substituto -, mas Lucas Lima(SAN) que acertou a cara do nosso Lucas antes, continuou em campo e nem amarelo levou), “Mr.Magoo” Oliveira deixou de marcar um pênalti absurdo e escancarado em Barrios, e de expulsar o zagueiro do Santos pelo pênalti cometido. Isso mudaria completamente a partida, não é mesmo? É assim que fazem o resultado de muitas partidas. Por causa disso, e só por causa disso,  o Palmeiras saiu derrotado da Vila Belmiro pelo placar de 1 x 0.

Foi tão escandaloso o pênalti que praticamente toda a imprensa esportiva – até a rgt –  confirmou que Barrios fora mesmo tocado por trás pelo zagueiro santista, quando entrava na área com clara chance de gol. Na Band, até o Neto confirmou o pênalti. E quando até o Neto afirma que foi pênalti para o Palmeiras, é sinal  que o lance teve até “tiro” e “facada”…

Porém, apareceram alguns legitimadores do erro do árbitro – o que acabou servindo de senha para que boa parte da opinião pública desse o veredito de lance normal, e as reclamações dos palmeirenses parecessem infundadas – é sempre assim.

Na Fox, foram dois jornalistas “destemidos” e familiares e um ex-árbitro a contestar o lance. Um dos jornalistas, diria que “houve o atropelamento, mas não houve o pênalti” (Santa falta de senso, Batman); o outro, depois de ser muito contestado por torcedores, por ter afirmado que não havia sido pênalti, acabou dizendo que o lance foi polêmico e, portanto, não se poderia culpar o árbitro (tô bem na fita com todo mundo, benhê! E em cima do muro!).

MuroBeting

Já o ex-árbitro, Simon – aquele, que operou o Brasiliense diante do S.C.Itaquera, numa final de Copa do Brasil, e que também operou o Palmeiras num campeonato brasileiro, diante do Fluminense, invalidando um gol de Obina, porque ele “teria cometido pênalti” (no jogador que o agarrava por trás) – afirmou com todas as letras que Barrios tropeçara em sua própria perna.

Apareceu até o Chefe da Arbitragem, Sérgio Correia, para, baseado em uma imagem(!?!?), dizer que o lance fora legal e que Barrios tropeçara. Ele declarou: “Por essa foto dá pra ver claramente que Barrios tropeçou”. Por essa foto? Como assim? Tem que ver o vídeo! Se a avaliação do Chefe de Arbitragem é nesse nível tão “profissional”… imagina a arbitragem como é, né?

Roubo-CopadoBrasil-SergioCorreia

Quantas afirmações equivocadas, equivocadamente formando opiniões…

Vejamos o quanto Barrios “tropeçou”, o quanto “foi polêmico” o lance, o quanto esse “atropelamento não foi pênalti”, o quanto ele “foi Pelé em chutar a própria perna”… Vamos ver o vídeo que o Sérgio Correia tinha por obrigação ver, mas parece não ter visto…

A penalidade é incontestável e, depois desse vídeo, só continuarão a negá-la os que forem deficientes visuais, intelectuais ou muito mal intencionados…

Precisa desenhar?

https://www.youtube.com/watch?v=XKukmaIrWOM

Barrios foi tocado em seu pé direito, depois, em sua perna esquerda e, pra arrematar, foi pisado em seu pé esquerdo… um pênalti três em um… e o corintiano Oliveira não viu, o bandeira também não, nem o quarto-árbitro (que sempre costuma “apitar” em nossos jogos), não apareceu nem um delegado “baluta”, ninguém se valeu de imagens externas para “soprar” para o juiz…

Como se já não bastasse o que o Ceretta fizera na final do Paulistão (na mesma Vila Belmiro, diante do mesmo Santos)… O PALMEIRAS FOI GARFADO NA FINAL DA COPA DO BRASIL TAMBÉM!

Na conta de quem vai ficar isso, eu não sei. Mas sei que tinha que ter punição, e severa, para um árbitro que faz um resultado de partida, com o agravante  de ser uma final. O Palmeiras tem que processar os responsáveis por isso, não pode aceitar isso passivamente. É muito fácil prejudicar um time e ficar tudo por isso mesmo… ficar tudo na conta do erro. Depois, basta aparecer um torcedor profissional de imprensa e sair com essa pérola:

https://www.youtube.com/watch?v=-brhqsQWELM&feature=youtu.be

“O Palmeiras não tem o direito de colocar a conta do resultado no erro da arbitragem, porque não jogou nada” – Carlos Cereto

Veja só…  se um time não jogar bem, não pode reclamar de ter sido prejudicado pelo árbitro? De onde essa pessoa tirou essa pérola? É a “legitimação do estupro”…

Uma mulher não pode reclamar de ser estuprada porque saiu na rua de saia curta e blusa decotada, e o Palmeiras não pode reclamar de ser roubado, NUMA FINAL, porque jogou mal…

Jogou mal sim, mas só saiu derrotado por causa do árbitro.

As arbitragens, são péssimas, horríveis, tendenciosas; a imprensinha, parece que vai pelo mesmo caminho…

E O PALMEIRAS… FOI GARFADO NA VILA BELMIRO, DE NOVO!

….

Eu não assisti ao jogo do Palmeiras contra o SPFW, exceto os 3 minutos finais (pé-quente eu? Maaagina)… Ia assistir pela internet, mas não consegui achar um link que funcionasse (depois do jogo eu veria os vídeos). Então, acompanhava os comentários de alguns amigos com os quais eu conversava via whatsapp, acompanhava o Twitter, o Facebook… Que difícil não poder assistir.

Um amigo da Itália me dizia que num canal de lá, que transmite jogos do Brasileiro e  que ia transmitir o Palmeiras, Altafini Mazzola – que sempre torce para o Verdão nas transmissões (claro) – , seria o comentarista.

Em jogo, na tarde desse último domingo, estava o lugar do Palmeiras no G4, que os leonores, com dois pontos a menos, estavam louquinhos para ocupar.

A partida começou e, uns dez/quinze minutos depois, parmera nenhum estava gostando do que via/ouvia/lia… todo mundo já reclamava que o Palmeiras estava deixando o SPFW jogar. Lá na Itália, Mazzolla, enfurecido dizia: “Isso não pode ser o Palmeiras”, “Será que entramos só com 9 jogadores?”. Ah, Mazzolla, meu caro, esse ‘nosso’ time anda tão bipolar. Tem dia que joga certinho, e tem dia que parece não saber como fazer a bola rolar em campo.

O SPFW arriscava de longe muitas vezes, e nossos defensores deixavam que eles continuassem arriscando. Nas maioria das vezes, os leonores finalizavam muito mal; nas outras, Prass segurava a bronca fazendo boas defesas.

O nosso time não estava jogando nada, essa era a verdade, nada criava também (e o meia lá no banco, né MO?), e ia tentando viver dos chutões à frente. Segundo me diziam, Gabriel Jesus estava num dia bem ruim, Robinho estava numa inércia irritante… ninguém estava bem. Só um time jogava, e, para nosso desgosto, era o time adversário…

“Assistindo” à partida através dos comentários de muitas pessoas, eu concluía que esse “só um time joga” demonstrava que os leonores também tinham suas deficiências e não estavam aproveitando o apagão do Palmeiras… Afinal, se só um time joga, por que é que ele não está ganhando, e de goleada? Aí eu ficava mais desgostosa ainda, porque, se o Palmeiras estivesse num dia bom, venceria os bambis “facinho” outra vez.

De qualquer forma, eu não gostava nadinha de saber que o Palmeiras, totalmente apagado, abdicava de jogar e deixava o time leonor vir pra cima numa boa. É como dizem…”Deixa o adversário chutar uma, chutar duas, chutar três… e uma hora ela entra”. Ai, ai, ai.

Numa das tentativas tricolores, Prass saiu saiu do gol para se antecipar ao jogador leonor que vinha em direção à área, mas se atrapalhou e, tentando evitar que a bola passasse por ele e sobrasse para o jogador adversário, tocou a bola com a mão quando estava fora da área. O juiz nada marcou, a jogada seguiu e o jogador do SPFW chutou pra fora.

Na TV – me contavam -, todo mundo se apressou em pedir até a expulsão de Prass, mas acontece que o Prass estava fora da área mesmo, mas a bola não estava toda fora. Todos sabemos que num lateral, por exemplo, a bola tem que ter saído inteira para que se considere que ela saiu mesmo, não é assim?A risca da área é considerada “dentro” na marcação de penalidades. Então… por sorte de Prass ou por ele saber muito bem o que estava fazendo (who knows?), a bola não saiu inteira, e a não marcação acabou sendo correta – opinião que se dividiu entre os especialistas televisivos tendo o “bola dentro da área” ganhado do “bola fora da área”.

Prass está fora da área, mas se inclina bastante, para trás, em direção à ela, como podemos ver na imagem abaixo:

Prass-defesa-bola-dentro-da-área

Na outra imagem, vista do alto, a risca do campo nos mostra direitinho que, no momento do toque, a bola não tinha saído completamente. Infelizmente, mesmo a TV tendo “trocentas” câmeras em diversos locais do estádio, só esses dois ângulos foram disponibilizados.

Prass-defesa-bola-dentro-da-área1

As tentativas leonores continuavam, assim como os seus erros de finalização.

Garimpar as notícias, ainda mais quando os informantes estão todos nervosos, era um sofrimento. Eu não via o que estava acontecendo e ficava mais nervosa ainda. O Palmeiras não tinha finalizado ainda uma única vez (?!?!).

As opiniões dos amigos eram unânimes: sofríamos com a falta de criação, com erros de posicionamento também. E o Allione lá no banco.

A coisa não mudava, e  o Palmeiras continuava não jogando nada. E pelo que eu podia concluir das coisas que lia, apesar da má jornada de Gabriel Jesus, era ele o nosso mais perigoso e veloz jogador, e o Prass ia segurando o rojão lá atrás também.. O Palmeiras, bem marcado nos seus cruzamentos, ficava sem alternativas para chegar ao gol leonor. Que saudade de um certo meia…

Não era possível que o Palmeiras não fosse acordar e jogar.. alguma coisa tinha que acontecer…

Nossa primeira finalização acontecia aos 29′ (!?!?), mas a bola de Robinho carimbou a trave. Ai, meu San Genaro…

Rafael Marques levou uma traulitada de Bruno, por trás,  e o juiz marcou falta do… Rafael Marques! É mole? Como ele poderia ter visto cometer falta alguém que levou um desleal carrinho por trás? Tudo bem que ele consertou e desmarcou a falta do Rafa e marcou falta do Bruno, mas o cartão que o Bruno deveria ter tomado… ficou na “conta do Abreu”, o juiz não deu e nem eu.

O jogo continuou igual. Porém, aos 47′, a arbitragem aprontou conosco. Ataque do Palmeiras e a bola foi lançada à frente. Gabriel Jesus foi puxado pelo jogador são paulino, mas a bola sobrou para Rafael Marques, que ia sair na cara do “goleiro do sorvete com cobertura”… E o que Anderson Daronco, o árbitro, fez?? Beneficiou o SPFW, o infrator, e parou a jogada para marcar falta em Jesus e dar cartão para o jogador tricolor, quando Rafael Marques sairia na cara de Rogério Ceni.

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Tá brincando, seu Daronco?? O senhor também não fez o “Ensino Fundamental” da Arbitragem? Até lá na Itália, narrador e comentaristas acharam ridículo o árbitro não dar vantagem ao Palmeiras na jogada. O juiz tirou do Palmeiras a chance de tentar marcar um gol. Esse Brasileirão é uma maracutaia só.

Na segunda etapa, entrou João Pedro e saiu o Girotto, e o Palmeiras parecia estar mais veloz e mais acordado nos primeiros minutos, e mostrava que queria jogo. Barrios teve uma oportunidade,  mas finalizou em cima dos marcadores.

Não deu nem tempo de reclamar do Barrios e meus amigos me deram a notícia… gol do SPFW. Um chute de fora da área. Água mole em pedra dura… e nossa pedra nem estava tão dura assim… A superstição “conversava comigo” e me fazia acreditar que se eu estivesse assistindo à partida, o Palmeiras não estaria perdendo. E nada daqueles malditos links funcionarem.

MO, queria o lugar no G4 de volta e colocou o Palmeiras mais pra frente; Alecsandro e Kelvin entraram nos lugares de Barrios e Lucas. Osorio, por sua vez, chamou o Wesley… Aeeeeeee, Osorio!!  😈

O SPFW fazia o tempo  passar… a torcida purpurina comemorava o G4… e o Palmeiras tentava… Gabriel Jesus pisou na bola e caiu. Que dia infeliz, tudo nos acontecia…

Aos 44′, achei um link que funcionava… minha esperança não morria…

Estávamos nos acréscimos,  Kelvin recebeu de Jesus e mandou pra fora… VAAAAMOS, PALMEIRAS!!

E foi então, que, aos 47′, em meio às comemorações leonores, o SPFW deixou a meta aberta e o Robinho foi lá e dobrou a meta!

Isso mesmo. Presepada do Rogério Ceni, que quis sair jogando dentro da área, o Alecsandro apertou, ele se apavorou, tocou errado e deu de presente pro… Robinho. Podia ter dado a bola pro Jesus, pro Rafa, pro Alecsandro, pro bandeira, pro Osorio, pra qualquer um… mas não, tinha que ser para o Robinho. Risos eternos! Robinho não se fez de rogado e meteu por cima, por cobertura… de novo!!   Que golaaaaaaço!! Gol de placa! Gol de “Dá licença, bambi, esse lugar no G4 é meu”.

A cara do Ceni de “f………, de novo” enquanto ele olhava a bola entrar, não tinha dinheiro que pagasse… Se nos tivesse sido dado o poder de escrevermos o “roteiro” dessa partida, jamais faríamos melhor, estamos rindo até agora. O M1CO está tão acostumado a levar gols por cobertura dos parmeras, que agora ele já está dando até assistência. hahaha  Se demorar muito pra aposentar vai virar ídolo da parmerada. Aposenta não, Ceni!! (Lá nos Emirados, o Mago deve ter curtido à beça esse gol)

https://www.youtube.com/watch?v=4oYATotxcSE

E ainda bem que aquela vidente purpurina,  “Mãe Fabulosa dos Gols Fantasmas”, tinha vaticinado que o Robinho nunca mais faria um gol como o que ele havia feito  no Allianz… Ele não só fez de novo, como foi diante do mesmo time, no mesmo goleiro e na casa deles. Tchuuupem, leonores!

E na saída do Panetone – me contaram -, enquanto a parmerada comemorava o gol de placa,  um sorveteiro solitário e sorridente gritava pelas ruas:

-Olha o sorveeeeete de uva verde!! Quem vai querer? Tem duas coberturas!! 😈

……..

Quando a gente pensa que a bandalheira das arbitragens acontecem só no campeonato Brasileiro – campeonato, que a CBF parece ter decidido que seria disputado por um time só (se ela não concordasse com árbitros decidindo partidas para favorecer um único time, se não tivesse interesse nisso, certamente já teria punido esses apitadores e auxiliares todos, e até o tal do Sérgio Correa) -, eis que a gente vê a mesma coisa acontecer na Copa do Brasil.

Fase de mata-mata, onde um erro capital pode decidir uma classificação,  e nos vemos às voltas com alguns “erros” capitais cometidos pela arbitragem. Claro que o jogo ao qual  me refiro é o do Palmeiras.

O Verdão, brigando pela vaga na semifinal da Copa do Brasil, foi ao sul enfrentar o Internacional na primeira partida do mata-mata. E, muito embora, o Palmeiras, no primeiro tempo, tenha deixado o (ruinzinho) time do Inter jogar mais do que eu gostaria que ele jogasse – Prass teve que fazer uma defesa importante num chute de Alex, Valdivia genérico errou feio numa chance que teve para marcar -, muito embora o Barrios tenha perdido um gol feito na cara do goleiro (na segunda etapa, Jesus também perderia um gol), foi o Palmeiras quem jogou melhor e quem teve a chance de ouro para abrir o placar.

Pênalti em Dudu – uma paulada/rasteira por trás -, que a arbitragem milagrosamente marcou (acho que na Copa do Brasil pode) e que Barrios foi cobrar. O goleiro conseguiu rebater a bola, um jogador do Inter chegou a tempo e colocou-a pra fora.

Isso é o que você lê na maioria dos portais. E aconteceu mesmo, mas não foi exatamente assim… ou melhor, não foi só isso, estão faltando algumas informações.

Lembra daquela cobrança de pênalti do Henrique, num Palmeiras x Galo de 2014, que o árbitro, aplicando a regra, de maneira extremamente rigorosa, fez voltar porque tinha havido invasão?

penalidade-invasão-de--campo

Lembra que, na segunda cobrança, houve invasão de novo, mas, curiosamente, o “tão rigoroso” juiz, abdicando de ser rigoroso dessa vez, não mandou voltar (vai ver, foi porque o Henrique já tinha perdido mesmo)?

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Então… lá no sul, não só teve invasão, como teve o invasor se favorecendo com a invasão e mandando pra fora a bola que o goleiro do Inter rebateu, e que ia ficar “vivinha” para Barrios não fosse o invasor estar ali . Confira nas imagens abaixo:

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O Inter, o time infrator, se beneficiou muito com a invasão, não é mesmo? E o juiz, Sandro Meira Ricci, que precisava/deveria ter determinado que fosse feita uma nova cobrança nada fez  (Barrios já tinha perdido na primeira mesmo, né?). Qualquer juiz que tenha feito o “Ensino Fundamental da Arbitragem” deveria saber isso. Não precisa ser universitário do apito ou PHD pra saber essas coisas, tão básicas. Pisou na bola o juizão, não é mesmo?

O jogo ficou mais ou menos equilbrado, mas os chutões do Palmeiras o deixavam menos perigoso – o time funciona melhor se toca a bola. E o primeiro tempo acabou assim, com o Palmeiras melhor que o Inter apesar dos  dois gols desperdiçados..

Na segunda etapa, o Palmeiras voltou sem mudanças, e o Rafa Marques e o Allione, que eu achava que deveriam ter entrado jogando, continuavam lá no banco…

O Verdão dava umas cutucadas no Inter, mas  foi o Inter quem abriu o placar. Oito minutos de jogo,  e  Alex arriscou um senhor chute de fora da área e guardou. Prass nada pôde fazer… Ele estava adiantado, eu achei, mas achei também que o chute seria indefensável mesmo se ele estivesse mais atrás.

O Palmeiras, que voltara melhor na segunda etapa, mas ainda deixara uns buracos na defesa – por pouco não se complicou em alguns lances -, tinha que correr atrás do prejuízo. Jesus tentou, mas a bola parou no travessão. O Palmeiras, buscando a reação, tinha mais posse de bola, mas ainda sofria por não criar.

O Inter, temendo a reação do Palmeiras, recuava e dava claras mostras que a sua maior preocupação era não tomar gol.

MO, tentando pressionar mais o Inter, chamou Rafael Marques e Cristaldo para os lugares de Arouca e Barrios (só não entendi porque foi o Arouca quem saiu e não o Amaral).

Dois minutos depois das alterações, Jesus desceu pela esquerda e tocou rasteiro pelo meio da zaga inimiga para encontrar Lucas, que descia pela direita. Lucas levantou pra área e o iluminado Rafael Marques (15 gols na temporada, que acabara de entrar no jogo), aparecendo entre os zagueiros e subindo lá no terceiro andar, meteu uma cabeçada certeira na rede do Inter. Um gol lindo, que fez o Rafa Marques e a torcida do Palmeiras comemorarem muito, e que me fez pular feito louca diante da TV. Bendito sejam os gols que o Palmeiras faz na casa dos adversários!

O Inter sentiu o gol tomado, e o Verdão, que estava bem mais ofensivo depois das alterações, foi pra cima.

Quatro minutos depois do gol de Rafa Marques, Dudu deixou a bola passar, Gabriel Jesus dominou, ia pro gol, com todas as chances de virar a partida, e foi derrubado na área pelo goleiro Alisson, do Inter, mas a arbitragem, assim como já tinha acontecido no derby, quando Cássio fez pênalti em Jesus,  nada marcou – assim é fácil para alguns, né? Se o árbitro ajuda um time a se defender, como é que o outro terá condições de virar uma partida? No “Ensino Fundamental” da Arbitragem o Sandro Meira Ricci não aprendeu que isso é pênalti??

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Para o Palmeiras, essas coisas são sempre “o jogador do Palmeiras disputou a bola com o goleiro”, “o goleiro saiu na bola”, “é discutível”, “precisamos ver melhor o lance”, o árbitro não tinha condição de ver” (olha a carona de tacho do bandeira lá atrás)… e é assim que a roubalheira corre solta nos gramados do Brasil Brasil, que, pelo visto, só vai voltar a ganhar uma Copa do Mundo quando conseguir fazer tramoia na arbitragem do mundial também.

Com o jogo em seus minutos finais – e esperto com o juizão mandrake – , o Palmeiras ficou mais atrás esperando o contra-ataque do Inter. E segurou o resultado, trazendo a vantagem de jogar por uma vitória simples ou, até mesmo, por um empate de 0 x 0.

O resultado foi bom pra gente, claro, mas, por ter jogado mais do que o Inter, teria sido justo se o Palmeiras tivesse saído com a vitória. E só não saiu porque Sandro Meira Ricci, o árbitro da partida, não deixou.

Quarta-feira tem a segunda partida.

BOOOORA LÁ, PARMERADA!! VAMOS LOTAR O ALLIANZ E AJUDAR O VERDÃO A SE CLASSIFICAR.

Meu ingresso já está comprado, e o seu?

Essa postagem quase não sai. Levei dias procurando algumas imagens. Elas simplesmente desapareceram dos vídeos de melhores momentos, assim como o VT completo, que acabou aparecendo só ontem… Mas o registro do que aconteceu na final do Paulistão precisa ser feito, seja em que tempo for.

Não deu…

O Palmeiras perdeu a partida na Vila por 2 x 1… Deu trabalho ao Santos, é verdade, mas o jogo foi para as cobranças de pênaltis, desperdiçamos uma, o goleiro santista defendeu outra, e o Santos ficou com o título do Paulistão. Parabéns ao Santos pela conquista!

Não fizemos um bom primeiro tempo. O time estava muito instável, os jogadores estavam nervosos, bastante intranquilos, o que possibilitou ao adversário ir se acalmando, ficar menos temeroso, e em seus domínios, ir pra cima. Arouca fez muita falta ao Palmeiras; a escalação que Oswaldo fez nos deixou praticamente com um volante só, o Santos ficou com liberdade na intermediária, e o Zé Roberto teve dificuldades em seu setor pela falta de um marcador como Arouca.

Valdivia era pouco acionado, Robinho não rendia tão bem (mas quase fez um golaço), nem Rafael Marques, e o Palmeiras, dando mole pro adversário, não “mordia as orelhas” dele. Prass, no entanto, fazia boas defesas, Lucas fazia boa partida.

Vitor Hugo sofreu pênalti, e o juiz não marcou; no mesmo lance, Leandro Pereira também sofreu falta na área, ao ser agarrado pelo defensor santista. Dois em um, e o juiz não marcou nenhum.

Tomamos dois gols bem evitáveis. No primeiro deles, a nossa linha burra – que foi bem burra, por sinal – não funcionou, e Robinho teve dois companheiros entrando livres, para escolher um e tocar, deixando o zagueiro santista na cara do Prass para abrir o placar.  Uma marcação mais cuidadosa, poderia ter evitado esse gol. Fiquei em dúvida na hora, porque, quando a bola foi lançada pra Robinho, David, que foi quem fez o gol, estava impedido, mas quando Robinho recebeu a bola nos pés, uma nova jogada se iniciou, e então, quando ele lançou David, estava tudo certo (guarde essa informação).

Já no segundo gol, que o Santos fez aos 42′ do primeiro tempo, Vitor Hugo foi quem ‘comeu bola’. Era a típica jogada de “ou passa a bola, ou passa o cara; os dois, nunca”. Mas passou a bola e o cara (Ricardo Oliveira) também. Prass ficou vendido no lance.

Pra piorar, Dudu foi expulso aos 45′ – Geuvânio, do Santos, também foi…

No segundo tempo, o Palmeiras voltou outro, e, decidido a ir ao ataque, acordou pra final (Cleiton Xavier entraria aos 8′). Imprimiu velocidade à partida, passou a pressionar o Santos e a ficar mais com a bola. Os espaços santistas começaram a aparecer para o Palmeiras, Rafael Marques chutou de fora da área, o goleiro defendeu em dois tempos; Cleiton Xavier cobrou escanteio, Rafael Marques cabeceou perigosamente para o chão, mas o goleiro fez uma grande defesa; Zé Roberto recebeu de Valdivia e mandou no ângulo direito do  goleiro, mas ele, por milagre, conseguiu ir lá no alto e tirar.

O árbitro deu amarelo para Victor Ramos, num lance em que Ricardo Oliveira se jogou…

O gol do Palmeiras parecia inevitável. E foi. Lucas recebeu um passe maravilhoso de Valdivia, que o encontrou na frente do goleiro santista; ele se livrou de Ricardo Oliveira que o marcava, e deu só um toquinho para guardar no gol. Festa palestrina! O Palmeiras marcava o seu gol, mostrava que estava no jogo e assustava o Santos.

Victor Ramos, que tinha levado um amarelo mandrake antes, cometeu falta em Ricardo Oliveira e foi expulso. O Palmeiras, com dois a menos, tinha que empatar com o Santos ‘completo’.

Aos 43′, Amaral fez o segundo gol do Palmeiras, depois de cobrança de falta de Cleiton, mas o bandeira assinalou impedimento.

O jogo foi para os famigerados pênaltis… O goleiro santista defendeu a cobrança de Rafael Marques, Jackson mandou a dele na trave, os adversários não desperdiçaram nenhuma, e o Santos sagrou-se campeão.

Torcemos, sofremos, vibramos, rezamos, nos alegramos com o Palmeiras indo pra cima, morremos de felicidade com o gol, quase infartamos nas cobranças (foi bem mais fácil cobrar pênalti contra os gambás, hein?) choramos, ficamos tristes…queríamos o título para coroar o bom trabalho  deste ano. Porém, ao final de tudo, concordamos que o primeiro tempo foi o que mais atrapalhou o Palmeiras. Concordamos que a intranquilidade, a irritação, o nervosismo e o desequilíbrio do primeiro tempo acabaram sendo fatais no resultado final. Foram 4 tempos de final, em duas partidas, e o Palmeiras foi melhor em três deles. E como é que ficou sem o título?

Acontece que a intranquilidade, a irritação, o nervosismo e desequilíbrio de um time, e a consequente tranquilidade do outro, passaram diretamente pelo apito…

E quem não sabia que tipo de coisas poderiam acontecer, não é mesmo? Só o Palmeiras, bobinho, não sabia… E deve ser por isso que não mandou nem mesmo um representante no tal “sorteio”. E olha que cantamos a bola bem antes dele acontecer.

O Palmeiras tinha saído com a vitória e com a vantagem do empate para o jogo final diante do Santos, na Vila, mas tinha  sido muito assaltado, e em pleno Allianz Parque…

Durante a semana que antecedeu o último jogo, todo mundo dizia que o santista Guilherme Ceretta de Lima, seria o árbitro “sorteado” para apitar. E não deu outra. Ele foi mesmo “sorteado”!?!? Ele “tem tanta sorte nos sorteios”, que foi quarto-árbitro na primeira partida e foi árbitro na segunda.

E Guilherme Ceretta de Lima, o árbitro, influenciou diretamente no resultado da segunda partida.

– Ceretta amarelou dois jogadores do Palmeiras com menos de dez minutos de jogo, Dudu aos 3′, Valdivia aos 8′; Dudu, por sofrer uma falta dura e reclamar, Valdivia, por fazer uma falta normal, que em nada mereceria amarelo, ainda mais com 8 minutos jogo numa final.  

Quem não sabe que esse tipo de atitude serve apenas para intimidar uma equipe, para minar o seu ímpeto e desestabilizar seus jogadores? E, reza a lenda, que o árbitro teria discutido com os dois, fora de campo, na primeira final, quando foi quarto árbitro. Mais suspeitos ainda ficam esses cartões inventados por ele…

– Ceretta deu 7 cartões amarelos para os palmeirenses e dois vermelhos, e deu dois amarelos e um vermelho para o Santos (será que o vermelho santista foi só pra disfarçar?). Em 24 minutos de jogo ele já tinha dado 4 cartões amarelos, 3 para o Palmeiras e 1 para o Santos. E quanta falta santista ficou sem punição…Além disso, ele invertia um monte de faltas que o Palmeiras sofria e quem cobrava era o adversário… Todo mundo sabe que é assim que se “segura” uma equipe…

Na hora em que vi dois amarelados em 8 minutos de jogo, eu já sabia… tá deixando os dois “pendurados” para poder expulsar mais tarde, tá segurando o Palmeiras para tirar a tranquilidade do time. Sim, era isso o que eu pensava. O árbitro preparou “a cama”, e o Palmeiras deitou…

Vitor Hugo sofreu um pênalti, bastante claro, mas o árbitro, mesmo tendo visto o lance, resolveu não marcar.

E foram duas penalidades simultâneas. Bola em jogo, Vitor Hugo levando um tranco pelas costas, sendo empurrado e jogado no chão, e o Leandro sendo agarrado na área (e permaneceu sendo agarrado). O santista Ceretta tinha duas penalidades, num lance só, para escolher uma e marcar, mas ignorou as duas. E, ao contrário do que afirmaram alguns, até mesmo um, pasme, jornalista palmeirense, o juiz VIU SIM as faltas! As imagens não mentem.

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Ah, mas o Palmeiras não jogou bem no primeiro tempo e você vai reclamar do juiz? Eu devo ter vindo de outro planeta mesmo…

O Palmeiras, que venceu o 1º jogo, que TINHA A VANTAGEM DO EMPATE, sofreu um pênalti, QUANDO ESTAVA 0 X 0, tinha a chance de abrir o placar, tocar o terror nos santistas, jogar uma pressão danada neles, e o juiz, SANTISTA, que vê sim a falta, não marca o pênalti?  E tudo bem?

Dudu foi expulso (Geuvânio também), sem ter feito nada que justificasse a sua expulsão, e o Palmeiras passou a jogar com um a menos – o Santos, contando com o árbitro Guilherme Ceretta de Lima, continuava com onze.

Valdivia sofreu um pênalti de Chiquinho, mas Ceretta também não quis marcar.

E aí, os “pensadores” e “filósofos” mandrakes entraram em ação: “Valdivia estava impedido! Deveria ter sido punido por atrapalhar Chiquinho (olha o absurdo)…

Pau que bate em Chico… Se quando o David, voltando de impedimento, fez o primeiro gol do Santos, e o gol foi legal, porque, quando Robinho recebeu a bola uma nova jogada se iniciava e, nesse momento, o David já não estava mais impedido, o mesmo aconteceu em relação ao posicionamento de Valdivia. Quando Gabriel ia tocar lá pra direita, Valdivia estava impedido mesmo, porém, quando Lucas recebeu, e ia iniciar  uma nova jogada, Valdivia não estava mais impedido, e foi atropelado por Chiquinho. Mais um pênalti não marcado a favor do Palmeiras, na conta do Ceretta. Mais uma verdade que boa parte da imprensinha distorceu até virar mentira…

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E não fomos só nós palmeirenses que vimos isso, não…

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E pra coroar mais uma vergonha do futebol brasileiro (7 x 1 foi pouco)… para coroar a  falta de cabimento e  qualificação para se ter alguém como o Coronel Marinho à frente da Comissão de Arbitragem (o que o qualifica para esse posto?) para reforçar o serviço prestado por um árbitro que influenciou diretamente no resultado de uma final de campeonato, “coincidentemente” em favor do seu time de coração (o Coronel Marinho gostou do que Ceretta fez, e deu nota 9 pra ele – deram também 200 mil reais de premio. Fica com uma cara de “recompensa”, né??)…

Para coroar tudo isso, fique aqui com as imagens que a Globo mostrou na sua programação do dia seguinte, na matéria sobre a conquista do título, que mostrava os familiares dos jogadores e do árbitro, em suas casas, durante a partida…

http://globoesporte.globo.com/fute…bol/times/santos/noticia/2015/05/leifert-e-jogadores-santistas-choram-ao-ver-clipe-especial-do-titulo-assista.html

Foi só um segundinho no vídeo, quando, na passagem da camêra, alguns pertences do Ceretta foram mostrados, segundinho que passou despercebido da maioria…

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Reconheceu algo? Presta atenção…

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Não tem certeza? Compara com a da imagem abaixo, olha o logo na manga:

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Então, né?

O APITO “PASSOU NA JANELA” E SÓ O PALMEIRAS NÃO VIU!