Enquanto o time purpurina vai conseguindo seus pontos no mesmo “esquema” (gols impedidos assinalados e penalti contra não marcado) de sempre, Kléber e Valdívia continuam sendo vítimas do “esquema” de cartões amarelos. A juizada vagabunda não tem nem a cara-de-pau de disfarçar. Mesmo em lance normal de jogo, eles marcam falta e ainda amarelam os nossos craques, depois ainda vem o tribunal querer julgar os nossos atletas. Se o Palmeiras não se fortalecer nos bastidores, vamos ter muitos problemas…  Passa da hora da diretoria se posicionar contra isso, lá na CBF e “entrar chutando as portas” lá no tribunal. Ou pelo menos brigar para que o moralizem, tirando esses Conselheiros Bambis de lá.  Isso é imoral!!! É indecente!!!

Kléber vai ser julgado amanhã… E O DAGOBERTO, QUE PISOU NO ADVERSÁRIO?? VAI FICAR POR ISSO MESMO? HEIN, ZAGO? NÃO VAI TER DENÚNCIA DESSA VEZ?

PEDE PRÁ SAIR, BAMBI!!

“Era uma vez um clube de futebol. Cheio de títulos e glórias. Celeiro de craques que sempre encheram os olhos de quem quer que o visse jogar.Desde quando ainda “engatinhava” no cenário esportivo, o danadinho já roubava a cena e colecionava títulos. Seu nome era Palestra Itália!  Palestra cresceu tanto que passou a incomodar. Alguns, por inveja,  quase roubaram o seu patrimônio, mas ele esperto, mudou de nome e seguiu seu caminho de vitórias. O chamaram então  Sociedade Esportiva Palmeiras. Os torcedores passaram a chamá-lo apenas Palmeiras ou Verdão.

E ele cresceu, amealhando títulos atrás de títulos. Dono de uma grandeza tamanha, ganhou mais um substantivo para usar ao lado do nome: Academia. E mais talentos vieram vestir a maravilhosa camisa verde-esmeralda. Grandes técnicos e jogadores passaram pelo Palmeiras ao longo de quase cem anos. Grandes homens o dirigiram também. Mas como nas histórias infantis, um período sem luz, de trevas profundas o atingiu. Vítima de uma péssima administração, de um homem interesseiro, intolerante e incapaz, o Palmeiras viveu o pior momento de sua trajetória e foi parar na segunda divisão. Por falta de capacidade e pelo desinteresse dos que o comandavam, toda uma Nação se viu afundada em lágrimas e tristeza…”

Isso, meus amigos, parece historinha infantil, mas não é. É uma parte da história do nosso amado clube, que conhecemos tão bem. E o período das “Trevas” citado, é aquele que todo palmeirense gostaria de jamais ter vivido. O time Campeão do Século, administrado pelo “Sapo”; viu o time ser “desmontado” inúmeras vezes. Com a filosofia do bom e barato, o  dinheiro em caixa deixado pelo patrocinador, foi sumindo, sumindo, sem que nada de bom fosse feito pelo clube. Mas como a nossa história sempre foi de glórias;  mesmo na escuridão da segunda divisão, mesmo sem fazer boas contratações, usando os jogadores juniores, o Palmeiras brilhou, ganhou e voltou à série “A”. E de sobra, ainda apresentou ao mundo, Vagner Love, o craque artilheiro. A Nação, carente de ídolos, ficou maravilhada com ele e quase enlouqueceu  quando o ganancioso administrador, prejudicando imensamente o clube, resolveu vendê-lo a “preço de banana”.

O tempo passou, os palmeirenses lutaram e conseguiram tirar o Sapo do poder. Uma nova era, de luz, de gente feliz, sem lista negra no clube, surgiu! E homens do calibre de Belluzo, Cipullo, junto com Della Mônica, começaram a varrer as sujeiras que estavam embaixo do tapete e foram colocando a casa em ordem. Mas faltava uma coisa pela qual a Nação tanto ansiava: um craque, ídolo legítimo, que nos fizesse comprar a camisa, a ter ainda mais orgulho de vesti-la. Alguém que nos encantasse, como outrora nos encantou Ademir, Evair, Rivaldo, Djalminha, Edmundo… E todos se perguntavam: cadê você?  Queremos tanto que  apareça…

E ele surgiu! EL MAGO chegou, e nós nem suspeitávamos tudo o que iria acontecer então. A Nação ficou louca por ele. A Nação “É” louca por ele. Jorge Valdívia, é o Mago que, com um sorriso lindo veste a nossa camisa como há muito ninguém faz. Suas comemorações nos enchem de prazer. Seus gols nos enchem de orgulho; seus dribles enlouquecem os adversários. Nunca tantas crianças quiseram usar a camisa de um craque; nunca um craque vendeu tantas camisas… e agora, alguma coisa está acontecendo e queremos saber o que é? El Mago está triste e seu futebol não é o mesmo. Isso é visível. E tá na cara que não é porque quer sair como dizem alguns. Parece exatamente o contrário. Ele sempre disse que não quer ir para um clube que não seja grande como o Palmeiras. Mas será que a nossa diretoria, em que tanto confiamos, vai vender o nosso ídolo, a troco de uma merreca? Para um time qualquer? Mandar o nosso ídolo para o Qatar? Hertha Berlim? Isso é piada e chega a ser um insulto à torcida! A Multa era 25 milhões de euros e agora é 12. Isso é um leilão? E são vocês mesmos a desvalorizá-lo? Não podemos acreditar!  Já mandamos o Sapo embora, os tempos são outros e a história não pode e não deve se repetir.

Não somos clientes de banco, somos torcedores, porra! E torcemos para um clube, que precisa de craques, muito mais que de dinheiro. Precisam de grana? Aprendam a explorar a imagem do ídolo. É assim que deve ser feito! É o ídolo que faz o clube respeitado, admirado, prestigiado. É ele quem faz um clube ganhar títulos, se encher de torcedores, vender milhares de camisas, lotar os estádios, ganhar dinheiro… Diretoria, pare de tratá-lo apenas como uma mercadoria. Ele é nosso ídolo e sabem disso. Não deixem que percamos a confiança em vocês e nos lembremos das “trevas”…  do Sapo…  por favor!