O presidente do clube “Lava-jato”, Roberto de Andrade (eu nem sabia quem era a figura), em entrevista coletiva, e numa “elegância” imensa, citou a parceria entre Crefisa e Palmeiras:

“Ninguém mais nesse mundo tem dinheiro mais que banco, é desleal. Todos os clubes relatam a mesma situação. Esse é um caso a parte, um ponto fora da curva”.

Pronto! O Palmeiras é o responsável pela incompetência administrativa do time dele, pela falta de um patrocinador forte. Só pela frase do sujeito, pela argumentação, já dá pra ver que, além de muito amador, incapaz… ele também é muito cara de pau. Começa que ele não tem nada a ver com o Palmeiras, ele tem a ver com o clube dele, tem que se preocupar com os problemas que tem lá. E é muito pequeno da sua parte ficar se vitimizando, procurando a culpa no outro, para desculpar a sua própria incapacidade administrativa de gerar receitas para o seu clube, de conseguir um patrocinador forte. E tirar os incompetentes do poder e colocar gente séria para administrar o clube – como o Palmeiras fez -, reestruturar as finanças e a casa, nem pensar, né?

O Palmeiras (de Paulo Nobre) passa dois anos, sem patrocínio máster, reestruturando o clube, as finanças, tapando os vazamentos por onde escoavam o dinheiro do futebol (clube social, Palmeiras B…), segurando a bronca imensa da sua torcida, faz o Avanti explodir em número de adesões,  e com uma gestão séria, transparente, torna o clube atraente para investidores, traz um patrocinador forte, e com a força da exposição em sua camisa, faz a marca Crefisa ser muito conhecida, e proporciona ao investidor um retorno de mais de 1 bilhão (não foi à toa que o contrato foi renovado e com valores mais  elevados) – não caiu nada do céu -, e o dirigente ‘lava-jato’, amador, incapaz, do clube que vive de trambique, de dirigentes aproveitadores  – Andrés Sanchez, é investigado por ter aparecido na planilha da Odebrecht como o recebedor de propina de R$ 500 mil nas mutretas da construção do Itaquerão – afirma que o Palmeiras é que é desleal?

Mas isso aqui  não era desleal, né?

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R$ 80 milhões no ano… R$ 400 milhões nos naming-rights (que o clube, há anos, não consegue vender)… ajudar o time com reforços… astro alemão, argentino ou holandês, da seleção de seu país, já bem encaminhado para a próxima temporada… Que maravilha! O patrocínio dos sonhos, com valores bem maiores do que os dos outros clubes… E tudo isso anunciado na imprensa com muita alegria por parte dos dirigentes e dos jornalistas também – os mesmos que agora acham sempre um jeito de reclamar da parceria Palmeiras-Crefisa…

Pena – pra eles – que não deu certo, né? Pena que a empresa era de fachada (e sabe-se lá de onde viria tanto dinheiro como foi anunciado, sabe-se lá quem colocaria mesmo o dinheiro no clube)… Pena que a empresa, que “ia investir tantos milhões”, não possuía nem CNPJ e, tão logo isso foi descoberto, por um garoto, um blogueiro, e passou a ser de conhecimento público, tão logo a o cheiro de trambique se fez sentir, ela sumiu do mapa e da camisa ‘lava-jato’ e nunca mais se ouviu falar dela.

Mas o problema é o Palmeiras… é ele que inflama alguns cotovelos… e não sou eu que digo…

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Estavam loucos para conseguirem um patrocínio de valor maior do que o do Palmeiras, e o Palmeiras é desleal por ter conseguido patrocínio aos moldes do patrocínio que eles tanto queriam ter e chegaram até a anunciar? Então, né?

“Leal” mesmo é ser sustentado por banco/muleta estatal (A CAIXA é banco?? UIA!!), com valores maiores do que os que são pagos a outros clubes… é lavar dinheiro de crimes da máfia russa com a MSI (a PF comprovou isso) e comprar campeonato (BRA 2005) com ele…  é passar 36 rodadas num Brasileirão (2015) sem um único pênalti assinalado, mesmo tendo cometido muitos… é conseguir mais de 15 pontos – e o título – no apito… é conseguir ter um estádio, no trambique, com propinas, com vergonhosas e arranjadas isenções de impostos e muito dinheiro roubado do povo e nem assim pagar as prestações (a obra, além de escusa desde a sua idealização pelo corrupto-mor do país, foi superfaturada)… “Leal” é receber da TV 40% do total das receitas do clube – valores muito maiores do que os outros clubes recebem, e muito maior do que a Crefisa paga ao Palmeiras… Aí é o ponto dentro da curva, não é? Aí, os outros clubes que se danem. Se não paga as dívidas, se não honra compromissos, é porque o clube é caloteiro mesmo, e a administração é amadora.  

VAI CARPIR UM LOTE, GAMBÁ! E passa Gelol nos cotovelos e óleo de peroba nessa sua cara de pau!

Honestidade, lisura, correção… são coisas que andam distantes da Conmebol nas últimas décadas. Pra se ter uma ideia, seus três últimos presidentes, Eugenio Figueredo, Nicolás Leoz, Juan Ángel Napout – trio que comandou a entidade de 1986 até 2016 -,  estão presos… por corrupção – os dois primeiros, em prisão domiciliar (o ex-presidente da CBF, José  Maria Marin, também está preso por corrupção).

Os escândalos são inúmeros… e não é à toa que muitos considerem que a Conmebol seja uma das entidades mais corruptas do mundo.

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Um lamaçal essa Conmebol, não? Seríamos ingênuos demais se achássemos que essa sujeira toda não esteve nos gramados também, imagina se poderia ser diferente… Torneios disputados em campos horríveis, péssimas arbitragens, garfadas históricas, resultados de jogos feitos pelo apito, agressões, pancadarias, emboscadas… são marca registrada dos torneios organizados pela Conmebol, que não está nem aí pra nada disso. Quantos gordo$ intere$$e$ podem haver em resultados de jogos fabricados, em punições ‘mandrakes’ pra um, exageradas pra outros, em determinados clubes ganhando competições, não é mesmo?

Quem não se lembra de Ubaldo Aquino, assaltando o Palmeiras na Argentina, em 2001 (sempre pensei que se um árbitro prejudica muito uma equipe, se “erra” demais, em lances capitais, e em partidas importantes, se faz o resultado de uma partida e não recebe uma severa punição por isso, certamente ele agiu servindo aos interesses de quem poderia puni-lo)…

Quem nunca ouviu falar da roubalheira descarada do árbitro José Roberto Wright para favorecer o Flamengo – seu time de coração -, na Libertadores de 1981?

Quem não se lembra da torcida corintiana que matou um torcedor dentro de um estádio, na Bolívia, e da punição – ultrajante – de um único jogo com portões fechados que a Conmebol deu ao clube que inúmeras vezes admitiu bancar essa mesma torcida? A mesma Conmebol que excluiu o Boca da Libertadores 2015, depois de uma confusão em campo e do uso de gás pimenta por parte dos seus torcedores. Além da exclusão,  o Boca sofreu outras sanções: 4 partidas sem torcida – como mandante – em competições organizadas pela Conmebol; e 4 partidas, também sem a sua torcida, como visitante em torneios sul-americanos, além de multa de US$ 200 mil. Os casos são tantos… e a falta de critério é assombrosa. Não que o Boca não merecesse punição, mas, de acordo com as punições aplicadas, para a Conmebol, um torcedor perder a vida, dentro do estádio, sem motivo algum, apenas pela sacanagem dos que acenderam e direcionaram um sinalizador na torcida adversária, parece ter muito menos importância,  do que uma confusão com uso de gás pimenta…

Uma lata de lixo essa Conmebol… por onde circularam (será que ainda circulam?) muitos ratos.

Com a prisão de Juan Napout, um novo presidente foi eleito em 2016. Alejandro Dominguez, também paraguaio, como Leoz e Napout – dois dos que estão presos -,  chegou prometendo mudanças, transparência, prometendo limpar a sujeira,  mas será que ele está mudando algo mesmo?

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Parece que não…

Dentro de campo, as competições com o selo de “qualidade” da Conmebol continuam a mesma coisa. Como é o caso da Libertadores, torneio em que muitos clubes brasileiros são prejudicados.

Ano passado, obrigaram o Palmeiras a cobrir o nome da Allianz em sua arena, do patrocinador que pagou 300 milhões para que seu nome fosse visto, tivesse exposição (legal a Conmebol, né?)mas o patrocinador do Toluca pôde aparecer à vontade nas transmissões dos jogos lá na Argentina – postei aqui sobre isso na época.

Postei aqui também, há algumas semanas, imagens sobre as muitas pancadarias, desde 1961, que o Peñarol promoveu em inúmeras partidas em que foi derrotado, inclusive em competições sulamericanas. Fosse a Conmebol uma entidade séria,  o Peñarol, e seus jogadores, com tantas reincidências, já teriam levado uma punição bem severa. Mas o Peñarol, que parece ser apadrinhado pela benevolente Conmebol, continua tendo alvará para a covardia.

E foi isso que vimos a Conmebol confirmar há alguns dias, quando julgou os incidentes (a emboscada preparada para o Palmeiras) de Peñarol 2 x 3 Palmeiras,  pela Libertadores 2017.

No mesmo dia em que iríamos conhecer o resultado do julgamento, em um evento da Conmebol, estiveram presentes o presidente da AUF, a Associação Uruguaia de Futebol, Wilmar Valdez – ele tinha sido muito cotado para ser o presidente da Conmebol em 2016. Deve ter “pouca” influência o dirigente uruguaio,  não é mesmo? -, e Rubem Paz, técnico de futebol e ex-jogador do Peñarol…

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E, quando veio o resultado do julgamento, vimos o mesmo de sempre, o mesmo que sempre acontecia no tempo dos corruptos que agora estão presos… o Palmeiras, que tinha vencido a partida na casa do adversário, que estava felizão da vida, sem motivo algum para querer brigar com alguém (a troco de que ele brigaria, se saía dali praticamente classificado?), e que teve seus jogadores cercados pelos jogadores do Peñarol (que já não tinha mais nada a perder, já estava desclassificado), que teve Prass e Willian agredidos (Willian foi agredido segundos antes do apito final), que teve Felipe Melo perseguido e acuado por jogadores uruguaios, que queriam agredi-lo, assim como agrediram o Prass (Felipe Melo se defendeu e deu um soco num jogador uruguaio); Palmeiras, que se viu em meio à uma emboscada, num estádio sem policiamento, com portões fechados, que não davam ao Palmeiras a chance de sair do campo e ir para os vestiários (não fosse os seguranças que o Palmeiras sabiamente levou ao Uruguai, e que abriram os portões na marra e tiraram nossos jogadores de lá, teria acontecido uma tragédia)… pois esse mesmo Palmeiras recebeu uma punição maior do que os covardes e violentos uruguaios… que partiram pra briga, que foram pra cima dos jogadores do Palmeiras depois do apito final.

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Mesmo com ‘trocentas’ imagens, de vários ângulos, que confirmam que o Palmeiras não iniciou a briga, que seus jogadores foram agredidos… mesmo com toda a escancarada culpa do Peñarol, a Conmebol, das “mudanças” e “transparência”(AHAM), deu 6 jogos de punição para Felipe Melo, que foi perseguido e acuado por vários jogadores depois do final da partida, e que tentou evitar o confronto de várias maneiras, e deu 5 jogos de punição para os uruguaios que iniciaram a confusão e agrediram Prass e Willian, vê se tem cabimento?

Não bastasse isso,  pra mostrar que  Alejandro Dominguez não está mudando coisa nenhuma na entidade, e está com jeitão de ser ‘farinha do mesmo saco’, a Conmebol determinou que Palmeiras jogue 3 partidas, como visitante, sem a sua torcida, e para o Peñarol, o responsável pela confusão, o que time que partiu para a briga, e que não levou policiamento ao estádio,  a Conmebol deu 1 jogo apenas, como mandante, sem a torcida. Coube ainda ao Palmeiras, uma multa de US$ 80 mil dólares (R$ 250,7 mil) e para o Peñarol a multa foi de US$ 150 mil.

É muito suspeita essa benevolência da Conmebol com o responsável pelos acontecimentos no Uruguai – para quem tanto faz a punição,uma vez que já está eliminado da competição – e esse rigor todo ao Palmeiras, a vítima da emboscada, e que está a  ponto de se classificar…

E todo mundo se pergunta: E cadê a CBF? Por que ela não faz nada a esse respeito? A CBF não faz nada a respeito porque o seu presidente, Marco Polo Del Nero, não pode colocar nem um pezinho pra fora do país com medo de ser pego pelo FBI e ir parar na cadeia também.

Tá ‘bem cuidado” o futebol Sul-americano, não é amigo leitor? Não é a toa que estamos há anos-luz dos campeonatos europeus… E, se continuar assim, nessa picaretagem toda, os próximos torneios Sul-americanos serão idealizados/organizados de dentro dos presídios.

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Uma agitação esse nosso Palmeiras…

Na noite de ontem, foi anunciada a saída de Eduardo Baptista – que ele seja feliz e tenha sorte onde for…

Na noite de hoje, depois de um dia de muito frisson e especulação na torcida, na imprensa… Cuca já está de volta!

Sim, amigo palestrino, pode comemorar. Nosso técnico favorito, que nos deu uma alegria tamanho gigante há alguns meses, voltou! Que a sua luz brilhe de novo e ele faça nosso Palmeiras campeão outra vez!

ÔÔÔ, O CUCABOL VOLTOU!!

 

1961 – Final da Libertadores – Jogadores do Peñarol agridem jogadores do Palmeiras (não encontrei  imagens disponíveis)…

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1990 – Copa Competência – Peñarol e Nacional protagonizam uma luta campal…

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1993 – Supercopa – Peñarol (derrotado, claro) quebra o pau com o Grêmio, agride policiais e jogadores do time brasileiro…

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1999 – Semifinal da Copa Mercosul – Eliminado pelo Flamengo, em Montevidéu, o Peñarol partiu pra cima dos brasileiros assim que a partida foi encerrada, e os jogadores do Flamengo foram agredidos até chegarem ao túnel de acesso para os vestiários.

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2000 – Torneio Clausura – Mais uma covarde, e corriqueira, batalha campal de uruguaios… e adivinha se o  Peñarol não estava nela?

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2009 – Amistoso com o Newell Old Boys,  e mais violência e covardia… ainda bem que era amistoso, não é mesmo?
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2011 – Final da Libertadores – Derrotado pelo Santos, o Peñarol, covarde e despeitado, querendo impedir a volta olímpica do time brasileiro, promoveu a maior pancadaria depois que o jogo acabou (teve agressão durante a partida também). E, pra variar, os covardões, cheios de querer bater em todo mundo, apanharam um bocado.

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2016 – Campeonato Uruguaio – Peñarol x Nacional – Mais pancadaria…

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2017 – Amistoso com o Atlético-PR … Muy ‘amistoso’ esse Peñarol, não?

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2017 – Copa Libertadores – Fase de Grupos – Derrotado  em Montevidéu pelo Palmeiras, e praticamente eliminado da competição, o Peñarol partiu para o que sabe fazer de melhor… e não é mais futebol o que ele sabe melhor. Mais uma vez, os covardes, racistas e despeitados uruguaios,  que não praticam um bom futebol há muito tempo, que não se garantem na bola, e que sempre mostram não ter hombridade e civilidade suficientes para aceitar uma derrota… partiram para a briga, chamaram nossos jogadores de “macacos”, agrediram Willian com um soco na cara, antes de o juiz apitar o final de jogo, e, após o apito, cercaram Felipe Melo, correram atrás dele querendo agredi-lo, cercaram Prass e o agrediram… Deram um vexame duplo. Tomaram uma virada espetacular quando venciam por 2 x 0 (com um gol irregular) e pipocaram na briga que arrumaram… e, como sempre, covardes e sujos e desleais que são, justificaram a sua incompetência e selvageria culpando o adversário, que não se cansaram de chamar de “macaco”…

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O vídeo abaixo tem todas as imagens e não deixa nenhuma dúvida sobre quem começou, sobre quem queria a violência… e por qual motivo Felipe Melo deu um direto na cara do uruguaio – o sujeito corria atrás dele para agredi-lo.

E a culpa dessa violência toda que vimos acima, a culpa da ignorância e covardia uruguaia,  que acontece desde que a Libertadores começou a ser disputada, que acontece sempre e em qualquer campeonato, há mais de 50 anos, é do… Felipe Melo.

Faz tempo que o Pitbull joga  futebol, hein?

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Antes do jogo, imaginando que os nossos adversários transformariam a partida em uma guerra campal (que intuição a minha), eu achava que qualquer pontinho que o Palmeiras pudesse trazer lá do Uruguai seria lucro … e ele trouxe TRÊS!!

Que jogo! Com duas etapas totalmente distintas…

Tive que assistir ao jogo no note, e o link travava, tinha delay de quase dois minutos… um sofrimento para um espírito ávido por ver o Palmeiras em mais uma partida importante.

À princípio, achei bom (mais ou menos bom) irmos com três zagueiros,  não sermos tão ofensivos (o Peñarol, em sua casa, teria que ir pra cima), no entanto, mesmo tendo assistido muito mal à partida, não tive como não perceber que a coisa não ia, o Palmeiras não rendia, não atacava, não tinha posse de bola, tinha problemas com a marcação, Borja estava isolado… que aquilo que o Eduardo parecia ter imaginado não dera certo… e que Willian tinha que estar no time.

Pra piorar, logo aos 12′, o Peñarol abriu o placar com um gol irregular. Mina foi muito visivelmente puxado na área, impedido de disputar a bola. Que raiva. Um jogo difícil, na casa do adversário, o Palmeiras, desfalcado de Dudu, defendendo a primeira colocação no grupo, buscando a classificação, e a arbitragem valida um gol irregular ignorando uma falta tão fácil de ser vista.

Mas o Palmeiras não estava nada bem na partida, não dava mostras que ia em busca do empate, não criava nada, não se acertava na marcação, não conseguia trocar três passes direito…

E então,  aos 39′, tomamos o segundo gol, que o link travado nem me deixou ver, e nem queria ver mesmo – um amigo me  enviara uma reclamação no messenger e, então, concluí que eles tinham marcado o segundo, e cadê coragem pra confirmar?  Que desgraça… Sem a visão ‘full time’ do que acontecia em campo, e numa aflição enorme, com o coração acelerado, eu só podia torcer, e conversar com o meu outro Amigo, o lá de cima…

O primeiro tempo terminou 0 x 2… e então, na volta para a segunda etapa, Eduardo Baptista, com duas substituições certeiras, mudou tudo… e consertou o que não estava dando certo antes. Fez surgir o Alviverde Imponente. O sol palestrino, que, daquele momento em diante, passaria a brilhar no Uruguai, iria aquecer nosso sangue, nosso coração e nossa alma…

O Palmeiras voltou com Tche Tche e Willian nos lugares de Egídio e Vítor Hugo. Tirando um zagueiro e colocando um atacante, EB dava mostras que queria o Palmeiras consertando o estrago do primeiro tempo. Michel Bastos acabaria indo, e indo muito bem, para a lateral esquerda, Tche Tche iria jogar ao lado de Felipe Mello (como joga bem nosso Pitbull) e Willian, certamente  – e era o que eu esperava – ia ser Willian, o bom e iluminado jogador de sempre. Vaaaamos, Palmeiras!

Meu link ainda estava mostrando uma falta para o Peñarol quando fui avisada do gol do Palmeiras… de Willian! Quando vi o lance quase caí dura… que golaço, que categoria do Bigode! Depois do cruzamento de Jean, da tentativa de Borja pelo alto, Willian pegou a bola que sobrava pra ele, dominou, DEU UM CHAPÉU NO ZAGUEIRO e, de voleio, mandou pro fundo das redes. É muita “ousadura”! 1 x 2, e tínhamos só 3 minutos de jogo no segundo tempo… Pra cima deles, Palmeiras, vamos buscar !

Eduardo Baptista reposicionara o time e o futebol começara a fluir… o Alviverde Imponente, que não tinha aparecido no primeiro tempo, chegou para a segunda etapa com tudo. O Peñarol não conseguia acompanhar a subida de produção do Verdão, não tinha como segurar os toques mais rápidos, as chegadas na área, os belos passes trocados entre nossos velozes jogadores… a marcação do Palmeiras voltava a ser eficiente. A intensidade do Verdão determinava o ritmo da segunda metade de jogo. Meu coração já estava de sobreaviso esperando o segundo gol, e quase que o gol saiu pelos pés de Guedes, que perdeu uma chance incrível aos 12′, depois de um cruzamento de Jean.

Mas não demoraria nada… O Palmeiras tinha voltado com tudo mesmo…

Cinco minutinhos depois do gol de Willian, aos 17′, Jean cruzou de longe… a bola, perfeita de Jean, encontrou Mina lá na área, entre dois zagueiros… nosso zagueiro artilheiro, esperto, subiu mais e mandou pro fundo da rede. O Palmeiras empatava a partida! E Mina certamente estaria dançando pra comemorar. Graças a Deus! Eu chorava de alegria e emoção… e tinha que esperar quase dois minutos para ver nosso gol, para ver a dança do Mina… Não tinha importância. Nada tinha mais importância agora… o Palmeiras estava jogando do jeito que a gente gosta, do jeito que ele sabe e pode jogar.

E eu, que antes do jogo me contentava com um empate, agora queria a virada… E acreditava muito nela… o amigo que me mantinha informada também acreditava. Meu coração estava totalmente descontrolado… Eu assistia ao jogo sabendo que aquilo que eu via em campo já tinha acontecido quase dois minutos antes, e sabendo também que, se ninguém me avisara de nada, é porque nada relevante acontecera… mas eu torcia mesmo assim.

Tínhamos tempo de sobra para virar… “Deus, por favor”…

O jogo chegara aos 27’… o celular me avisou que tinha uma mensagem no whatsapp… meu coração deu um salto… será que era gol do Palmeiras? Uma outra mensagem chegava no messenger… era, sim, gol do Palmeiras! Willian!! Meu Deus! Como assim? Já viramos? Fizemos 3 gols em 24 minutos? Sim… Saímos do inferno e entramos no paraíso! Tche Tchezinho tocou para Guerra e ele chutou forte, de fora da área; o goleiro espalmou para o lado, Jean estava lá (que partidaça do Jean!), pegou o rebote, viu Willian LIVRE DE MARCAÇÃO NA ÁREA, e cruzou nos pés do Bigode mais iluminado de todos… ele só teve o trabalho e a competência de mandar pro fundo da rede…  O sol verde brilhava em nosso mundo… os parmeras no estádio, aquecidos pelos gols de Willian e Mina, nem sentiam mais o frio… e faziam a festa…

Calma agora Verdão, paciência, e força… os uruguaios vão até morder, se for preciso, pra tentar empatar… Eu nem conseguia respirar direito esperando o tempo correr, o Palmeiras, quem sabe, marcar outro gol, e o juiz acabar logo o jogo…

O Palmeiras continuou jogando bem e se impondo diante do Peñarol… o jogo se aproximava do final… Fui avisada de que Keno tinha entrado no lugar do Guedes e que Guerra quase tinha feito o quarto gol, mas eu ainda estava vendo o desarme perfeito do Pitbull, que acontecera um pouco antes disso… Guenta aí, Parmera, falta pouco…

Eu já não assistia mais, aflita, esperava só o aviso de que o jogo tinha acabado…

– Falta quanto?

– Um minuto.

Parecia que meu coração estava batendo em vários lugares do corpo…

– Pqp! Fim!

#Amor #Orgulho desse meu Palmeiras, meu Alviverde Imponente, valente, raçudo, talentoso, que venceu o Peñarol, no Uruguai, de maneira espetacular, histórica – o Peñarol, em seus domínios, e ganhando por 2 x 0, nunca tomara uma virada antes…

Queria poder morar na alegria desses gols…

Mas, tão logo o jogo acabou, os jogadores uruguaios, de maneira covarde, muito provavelmente querendo tirar o foco de terem sido derrotados em casa, de virada, e também, muito provavelmente, porque é de praxe arrumarem encrencas com seus adversários, é de praxe a pancadaria… fizeram uma emboscada, deixaram trancados os portões de acesso aos vestiários e partiram pra cima dos jogadores palmeirenses.

Willian foi agredido, Prass foi cercado por vários jogadores uruguaios e também foi agredido, Felipe Melo, de braços levantados, comemorando o resultado da partida, foi puxado pelo pescoço, cercado por vários jogadores e deu um murro, com ousadura (bem dura mesmo) e muita responsabilidade, na cara de um dos jogadores que queriam agredi-lo, a torcida uruguaia jogou bombas em nossa torcida, tentou invadir o seu espaço… não fosse a nossa torcida organizada segurando a bronca na bancada, não fossem os vinte seguranças que o Palmeiras sabiamente tinha levado para o Uruguai, certamente teria acontecido uma tragédia… Eduardo Baptista, na coletiva, de maneira sensacional, espinafrou a imprensa, especialmente Juca Kfouri, pelas inverdades que ele, escondido atrás de uma fonte qualquer, publicara em seu blog… mas isso é coisa para a próxima postagem…

Hoje, só quero lembrar que o Alviverde Imponente, do time “rachado”, “brigado”, “em crise”, se matou em campo, jogou muito, fez jogadas lindas, fez três gols, virou o jogo, enfrentou os covardes uruguaios, ganhou no campo e fora dele… #RachaMaisQueTáPouco

 

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“Eu não perco pra essa Ponte Preta nem a pau! Eu me quebro todinho de novo se for preciso…” – São Marcos, na final do Paulistão 2008.

Ultimamente, apenas por falta de tempo, não tenho escrito sobre os jogos do Palmeiras, e olha que andamos fazendo algumas partidas memoráveis (contra o Santos, Jorge Wilstermann, Peñarol, por exemplo)… mas quero falar sobre o jogo contra a Ponte Preta, que, para nós, nada teve de bom.

Acho que nem o mais otimista torcedor da Ponte imaginou um resultado como o do jogo de domingo… nós, palestrinos, muito menos. Ainda bem que, segundo alguns debiloides, ‘a Crefisa compra os resultados dos nossos jogos’, né?

Eu sei que não existe time imbatível, tenha ele o elenco que tiver… não tenho a pretensão que o Palmeiras seja invencível – ele não foi invencível no Brasileiro 2016, e foi campeão, com sobras. No entanto, tenha o Palmeiras um elenco de craques, ou de jogadores comuns, ele tem que entrar em campo pra buscar a vitória. Se vai ganhar, se vai perder, é outro papo, mas o time tem que suar a camisa, tem que sujar o uniforme, tem que ralar em campo… e, pra mim, o Palmeiras não fez nada disso no domingo. Tomar 3 gols, no primeiro tempo, e, no segundo, não tentar nem descontar o prejuízo? Inimaginável, ainda mais com esse elenco atual, que tem jogado sempre com tanto empenho.

Não sei o motivo desse desastre – sim, foi um desastre -, não sei se a partida anterior contra o Peñarol, de adrenalina a milhão, acabou fazendo essa partida do Paulistão ser vista de outra forma, se a fez perder a importância, não sei se estavam todos “de chico”, ou se estavam mental e fisicamente cansados… Não sei, não tenho como saber, tampouco posso adivinhar, mas, sinceramente, achei que faltou atitude, eles não costumam ficar nessa preguiça, só andando em campo… Muitos torcedores disseram que foi soberba, pois eu acho o contrário, tivesse o time um pouquinho que fosse de soberba, e não teria aceitado aquele resultado tão passivamente.

E sem querer desmerecer a Ponte e seus jogadores (têm um bom time e mereceram a vitória), mas o Palmeiras, num dia de apagão total, não foi realmente um adversário , e acabou entregando o resultado ‘facinho, facinho’. No primeiro tempo, a única coisa que o Palmeiras fez foi tomar três gols. E o adversário nem precisou jogar grande coisa pra isso, como o Palmeiras não oferecia perigo, ela fez o arroz com feijão mesmo, e nós ajudamos um bocado.

Acredito que em condições normais, com o time do Palmeiras ligado, no ModeON, a Ponte poderia até ganhar, mas não iria fazer esses 3 gols não (faz tempo que não somos derrotados assim), com toda essa facilidade, com vacilos e escorregões (justo do cara que, em 2016, num escorregão mágico, cheio de garra e determinação nos ajudou num lance importantíssimo na conquista de um título maravilhoso – até a sorte estava de mal da gente no domingo).

Tudo muito confuso… o juiz também. Deixou de expulsar Bob, da Ponte,  por agredir Willian, quando o placar marcava 2 x 0 para os donos da casa.

O árbitro deixou de marcar  um pênalti também, cometido por Prass, quando a Ponte já vencia por 3 x 0.

Muito embora fosse provável que a Ponte fizesse o quarto gol caso o juiz apitasse corretamente, não dá para se ter certeza disso, afinal, Prass defendendo penalidades é coisa bastante comum.

Também não dá para sabermos se, com um a menos, caso o juiz expulsasse Bob (o juiz já tinha deixado de dar um amarelo pra ele antes) como ele merecia e quando a partida estava 2 x 0, a Ponte teria feito o terceiro gol, não dá para sabermos se a dinâmica de jogo mudaria, se o Palmeiras, com um a mais, teria descontado, ou se a coisa teria se desenrolado do mesmo jeito…

Uns acham que poderiam ter feito o quarto gol, outros acham que não teriam tomado nem o terceiro e teriam descontado… Mas fica tudo no campo da hipotése, no “e se”… A partida acabou mesmo com 3 x 0.

Foi difícil de lidar com esse resultado, mais difícil de lidar ainda foi termos visto o Palmeiras tão apático, sem alma… tão ao contrário do que temos visto ultimamente. Mas já passou… já é página virada. Jamais vou ficar “de mal” com o meu tão amado time, que tem me dado tantas alegrias…

E por isso mesmo, porque esse time me dá muitas alegrias, porque ele é sempre cheio de garra, está sempre jogando com a alma e o coração, é que eu espero outro Palmeiras para o jogo de hoje (sim, já chegou o dia da segunda partida); espero aquele Palmeiras, valente, que vai “morder” o adversário… aquele, que incendeia o Allianz Parque com garra, energia, dribles e ataques velozes… aquele, que não desiste, que entrega a alma em busca da vitória…  e luta muito… até o último minuto… até o apito final…

Está no nosso DNA, está na nossa história…

E já vencemos a Ponte por 3 ou mais gols… 18 vezes. Já vencemos esse mesmo clube, por 5 x 0, em uma final de Paulistão… Neste ano, já vencemos 4 partidas no campeonato por 3 ou mais gols…

Em nosso livro de grandes feitos, já viramos uma partida – que até o narrador considerava decidida -, de maneira épica, pra cima do Flamengo, nos últimos minutos…

Já tomamos 5 gols do Grêmio, no sul, e depois fizemos 5 gols em nossa casa…

Já decidimos uma Libertadores, num jogo em parecia que ia dar tudo errado (tomamos gol, tivemos jogador expulso)… e saímos campeões…

Em 2012, a torcida do Coritiba já tinha até pintado a estrela de campeão na parede… e teve que tirar, porque a estrela veio brilhar no céu do Palestra…

Disputamos uma Copa do Brasil, em 2015, e o adversário da final, antes mesmo do jogo, já tinha até poster de campeão… só que o caneco foi morar em nossa casa…

Fomos campeões brasileiros em 2016 – com sobras, diga-se de passagem – mas todo mundo fazia questão de sentir um ‘cheiro’ diferente… e o único cheiro que se sentiu, de verdade, o campeonato todo, foi cheiro de porco, líder e campeão…

Nosso destino é lutar… e vencer…  Tá no sangue, no DNA, na alma… tá na história do maior campeão do Brasil!

Boooooora Prass, Jailsão da Massa, Vinícius, Jean, Fabiano, Zé Roberto, Egídio, Mina, Vitor Hugo, Dracena, Antonio Carlos, Thiago Martins, Tche Tche, Arouca, Felipe Melo,Thiago Santos, Guerra, Michel Bastos, Raphael Veiga,  Dudu, Keno, Willian, Guedes, Rafa Marques, Borja, Alecsandro… seus lindos!! Booooooora, Verdão! Vamos buscar!

Booooooora, Eduardão da Massa, agita a rapaziada aí… nós confiamos em vocês!

É difícil? É… muito, mas não é impossível. E se não é impossível, a gente corre atrás. Não precisamos inventar nada, não precisamos nos pilhar… basta jogarmos o que sabemos e o que podemos… no ritmo do coração da Que Canta e Vibra.

Temos time, temos torcida, temos vontade, temos alma e coração, temos um amor do tamanho do mundo… E QUEREMOS A VITÓRIA! O placar… depois a gente vê o que dá!

O CALDEIRÃO DO PORCO VAI FERVER!!! O PALMEIRAS VAI JOGAR,  NÓS VAMOS! BOA SORTE, VERDÃO!!!!!

 É LUTA, É GARRA, É ALMA E CORAÇÃO…  #AtéOMinutoFinal

 

 

“Pau que bate em Chico… bate em Francisco também.”

Tem uns torcedores (torcedores jornalistas também) que são uns bobocas mesmo , e devem ser assim, bobocas, em todos os setores da vida…

‘Retardado’ Oliveira, enquanto achava que ia ser campeão da CB (e não só nessa ocasião), provocava os torcedores do Palmeiras, provocava jogadores (pisou no Prass, foi gritar na orelha do Dudu), tirava sarro de todo mundo, era um deboche só, e a sardinhada achava lindo (a press idem)… O Palmeiras foi o campeão do torneio, e fez máscara do ‘Retardado’ – pra zoar mesmo, para dar o troco (isso é do futebol, tem a ver com rivalidade, e sempre existiu) – e, então, ficou todo mundo de mimimi, inclusive, ele…

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………………..Imagem relacionada

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Romarinho, depois de um gol, no Pacaembu,  foi até a grade, em frente à torcida organizada do Palmeiras, para comemorar… com a mão nos testículos, no gesto característico de provocação (ali, naquele momento,  foi uma irresponsabilidade a provocação, pois ela poderia ter desencadeado até mesmo uma tragédia)… e ninguém condenou o moço por isso… Numa outra ocasião, jogando fora do país, fez um vídeo para provocar o Palmeiras e os palmeirenses, de novo, e o time Lava-jato até usou a provocação em seu site…
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Edilson Capetinha, também num derby, ficou fazendo embaixadinhas com a bola no pescoço, provocando a torcida e desrespeitando os jogadores do Palmeiras… e, com exceção dos palmeirenses, todo mundo achou lindo, teve até quem tenha chamado aquilo de “futebol arte”…
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Jogadores do Corinthians, no treino, após uma vitória sobre o Palmeiras (uma ocasião em que Valdivia saiu lesionado), se divertiram imitando o chute no vácuo (inventado pelo Mago) e o momento da sua lesão… Apesar de,  no meu entender, isso ser apenas um demonstrativo da pequenez, como profissionais e como seres humanos, dos jogadores “lava-jato”, ninguém achou nada errado nisso, nenhum jornaleiro de ‘programicho’ esportivo desceu a lenha neles… e ficou tudo na conta do “isso é do futebol”

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As provocações são muitas, dos profissionais de imprensa também… Para fazer graça, ou até mesmo por rivalidade, falam e escrevem cada coisa, fazem gozação com clubes, técnicos e jogadores… e está tudo certo, “é do futebol”

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“Agora sim” é ótimo, né?

………………..Será que só o Palmeiras usa o tal “GPS”, e só ele o utiliza sob esse mesmo suporte?

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Quem não lembra, ou não ouviu falar, de Viola, imitando um porco em provocação aos palmeirenses, num derby de final de campeonato (no jogo seguinte, de paura, estava vomitando no vestiário antes mesmo do jogo começar, antes de levar 4 x 0 no lombo)… e ninguém achou condenável o que ele fez, pelo contrário, acharam tão divertida a provocação, “isso é do futebol”

Vampeta, Sheik, Romário,  Diego Souza, Leo, Lucas Lima, Felipe (que disse: “ganhar roubado é mais gostoso”, depois de o Flamengo ser campeão graças a um gol escandalosamente impedido) … a lista é enorme, e as provocações são sempre “coisa do futebol” (e são mesmo, a reação dos provocados também é ), menos quando quem provoca  joga no Palmeiras (Valdivia, Dudu, Felipe Melo…),  aí a implicância/perseguição da imprensinha transforma a  coisa em crime inafiançável, com direito à pública” execução, em cadeira elétrica”, do provocador…

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E não foi diferente depois do último domingo… Antes do jogo entre Palmeiras e Santos, no Aquário,  Lucas Lima – que é muito falastrão e adora provocar antes da hora (e depois tem que engolir  o sapo) disse que ia rir da cara do Felipe Melo…  As sardinhas torcedoras, por sua vez, provocaram o Pitbull o jogo todo, e desde antes do jogo – até mesmo durante a execução do hino, quando dirigiram um monte de impropérios para vários jogadores do Palmeiras, inclusive, Felipe Melo -, e estava tudo bacaninha, era tudo coisa do futebol… E então, o Palmeiras virou o jogo, saiu com a vitória, e o Pitbull, claaaaaaaaro, devolveu a provocação (e foi sábio em fazê-lo depois de o Palmeiras ter vencido, quando era ele quem “estava por cima da carne seca”, ou seria da sardinha seca?). E começou o mimimi…

Afinal, eles não gostam de provocar ninguém, não é mesmo?

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ENTÃO, NÉ?  SE NÃO SABE BRINCAR, NÃO DESCE PRO PLAY!!

 

 

 

Que o Palmeiras – bem sucedido, ganhando campeonatos, com muitas e boas receitas, com o melhor elenco do país, com um patrocinador forte, com uma torcida apaixonada/parceira/patrocinadora – incomoda os rivais, a gente sabe… que ele incomoda, muito, os torcedores (rivais) “profissionais” de imprensa, já estamos até carecas de saber…

O Palmeiras não tem culpa de estar na excelente situação em que se encontra hoje,  não tem culpa de ter as melhores rendas (no Paulistão 2017, até agora, o Palmeiras arrecadou mais que Corinthians, São Paulo e Santos juntos, no Brasileirão 2016, foram aproximadamente 42 milhões em bilheterias); não tem culpa de ter o programa de sócio torcedor com mais adesões; não tem culpa de ter um patrocínio forte, enquanto a maioria dos times no Brasil, cujas administrações beiram o amadorismo, não consegue patrocinador, enquanto a maioria deles se sustenta às custas do dinheiro público da CAIXA, o banco estatal que é patrocinador máster da maioria dos clubes brasileiros (e nenhum jornalista vê nada errado numa estatal que acha necessário aumentar a prestação do “Minha Casa Minha Vida”, mas injeta muitos milhões em mal administrados clubes de futebol).

O Palmeiras também amargou um período sem um patrocínio máster que valesse a pena… também amargou um período de vacas muito magrinhas… Ninguém queria investir no clube desestruturado, que ia disputar a segundona, que estava falido e sem receitas…

Só que o Palmeiras, administrado por Paulo Nobre, consertou e estruturou a casa para que o clube passasse a ser atraente, financeiramente falando, para os investidores (com exceção de Paulo Nobre, ninguém, nenhuma empresa, coloca muitos milhões num clube se não for para ter retorno/lucro muito bom), e talvez seja essa a “culpa” do Palmeiras, que tanto incomoda “torcedores jornalistas” e pseudo jornalistas por aí: o trabalho e a seriedade que serviram para estruturar o clube, para torná-lo rentável e uma excelente opção de investimento  – foi por esse motivo, por ter se tornado um clube no qual valia a pena um patrocinador investir, é que a Crefisa veio expor a sua marca em nossas camisas. Se não fosse por isso, por querer investir de maneira segura, e se fosse apenas para ajudar, como dizem alguns, ela teria vindo antes, quando estávamos a help, atolados em problemas e sem nenhuma moedinha no porquinho, não é mesmo?

Tentaram de todo jeito encontrar algo errado, condenável, na maneira em que Paulo Nobre, no início da sua gestão, emprestou o seu dinheiro ao Palmeiras, mas não conseguiram (a dívida com ele atualmente, e segundo as notícias, já foi paga em mais de 50% do seu total). Tentam, então, achar algo errado no patrocinador máster do Palmeiras – que investe uma boa quantidade de dinheiro no clube sim,  mas tem um retorno muito bom também, claro (tem centuplicada cada moeda investida no Palmeiras, ou seja, ganha muito mais dinheiro do que investe). Tentam diminuir o Palmeiras usando o seu patrocinador…

A Crefisa (Crefisa e FAM, dos empresários José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, são os patrocinadores do clube) não administra o Palmeiras, não é a dona do Palmeiras como tanto tentam fazer parecer algumas pessoas, tampouco é a tábua de salvação do clube como insistem em dizer alguns – até mesmo, e infelizmente, os donos da empresa. A Crefisa é parceira, uma excelente parceira, e a parceria é ótima para os dois lados, clube e empresa ganham bastante com o contrato de patrocínio. A empresa dá e recebe de volta, e recebe muito; em exposição da marca e, consequentemente, em muito dinheiro. O patrocínio gira em torno de apenas 20% das receitas da SEP, portanto, o Palmeiras não é dependente da “caridade” dos proprietários da Crefisa. O Palmeiras tem uma parceria forte, tem um bom investidor ao seu lado, mas a vontade de desvalorizar/atacar o Palmeiras – o rival bem sucedido – é tanta, que esse patrocínio acaba sendo uma das pautas preferidas da imprensinha, e os patrocinadores, infelizmente, entram nessa. Colocando a vaidade em primeiro plano, e adorando a visibilidade que têm agora, embarcam na canoa furada da avidez de alguns profissionais de imprensa de querer  ignorar a importância da marca Palmeiras.

“Sai do Armário” Cezar, o torcedor flamenguista e jornalista – figurinha carimbada em ter raivinha do Palmeiras -, entrevistou o dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia, para o seu blog no portal UOL (espn.uol.com.br)… e algumas coisas me pareceram incoerentes… nas respostas do empresário, e também nas perguntas, que, a mim, deram a impressão de conduzir a uma resposta específica, que o entrevistador, talvez, quisesse muito ouvir/ler, e que serviu até de título para a matéria.

Vejamos…

Ele paga mais do que vale, mas diz que compensa… Se compensa, então vale o investimento, não é mesmo?

O próprio entrevistador admite que só fixou a marca “Crefisa” depois que ela passou a patrocinar o Palmeiras;  o investidor diz que vale a pena investir em futebol, revela que faz anúncios na Globo há anos (imagine quanto dinheiro foi investido nisso) e, mesmo assim, muita gente – o entrevistador, inclusive – só passou a conhecer a sua empresa DEPOIS QUE ELA TEVE A SUA MARCA ESTAMPADA NA CAMISA DO PALMEIRAS (então, a parceria com o Palmeiras foi muito boa para o patrocinador também, não é?). Uma declaração bastante significativa, que mostra que não há ninguém fazendo benemerência nessa parceria, e que ela só existe porque é muito vantajosa para clube e empresa.

De novo, o empresário afirma que o patrocínio é um ótimo negócio (pra sua empresa). Diz que o retorno é excelente e que vale a pena patrocinar

 

Mesmo com a afirmação do empresário de que a Crefisa e o Palmeiras já tinham combinado que, quando ela banca a contratação de um atleta para o clube o Palmeiras fará a devolução, sem juros e sem correção monetária, do valor pago no jogador, o entrevistador imagina/supõe/adivinha/chuta que, se algum deles for vendido, o Palmeiras vai querer usar o dinheiro para fazer novas contratações (nas entrelinhas, parece que ele acha que  o clube não vai honrar o combinado, vai dar um “perdido” no patrocinador). E o empresário, que gosta tanto do Palmeiras e do presidente atual, mostrando não ser muito perspicaz ao responder, diz que “sabe bem disso (que o clube vai querer o dinheiro para novas contratações) e que não é bobo”.

E então, uma declaração  intrigante…

Segundo o empresário, ele pagou a reforma e a construção do Centro de Excelência – mais ou menos R$ 6,5 milhões  de um total de R$ 8 milhões do investimento total.

Uéééééé…

Se o total do investimento era de R$ 8 milhões, como afirmou o empresário, e se Paulo Nobre deu R$ 4 milhões, se um fundo parceiro também ajudou na construção, no início, então tem algo errado nesse “a estrutura e o Centro de Excelência paguei a reforma e a construção”,  e também tem algo errado na conta desse “de aproximadamente R$ 8 milhões paguei uns R$ 6,5 milhões”…  E nenhum jornalista procura checar essa informação que não bate… parece até que é mais interessante vender a falsa ideia de que sem a patrocinadora o Palmeiras não seria nada.

As notícias de alguns meses atrás são diferentes do que nos é falado agora, não é mesmo? Até Alexandre Mattos – de quem José Roberto Lamacchia fala tão bem – confirma que Paulo Nobre terminava a obra com recursos próprios…

Acho que está na hora de a Crefisa ser uma grande parceira também nas declarações de seus proprietários. Está na hora de assumir que se deu muito bem ao resolver patrocinar o Palmeiras, e que se faz assim, se investe valores considerados altos para o mercado (o que determina se um valor investido é alto ou não é o retorno que ele dá) o faz porque tem uma grande compensação financeira, que justifica o investimento feito, que a relação com o clube é de parceria e não de favor.

Acho que está na hora, também, de ficarem mais espertos com a mídia e jogarem no time do parceiro, porque, se resolverem fazer o jogo da maioria dos parciais, despeitados e tendenciosos “jornaleiros”, se escolherem apenas estar “bombando em toda e qualquer notícia”,  estarão jogando no time dos clubes rivais ao clube onde investem o seu dinheiro, estarão jogando contra o seu próprio investimento.

E essa insistência em querer não reconhecer, de tentar diminuir o que fez o presidente anterior, em querer ter uma importância maior do que a que teve Paulo Nobre para o Palmeiras, é luta perdida. Paulo Nobre é palmeirense, de sangue e alma (era torcedor de arquibancada), sempre esteve envolvido com o clube, com a política do clube, e ajudou – até mesmo financeiramente – em outras gestões. Seguiu um longo caminho, não caiu de paraquedas na cadeira de presidente e fez um bem imenso ao Palmeiras – quem quiser fazer o mesmo, tem que esquecer os “atalhos” e seguir no caminho certo.

E, gostem dele ou não, Paulo Nobre foi o divisor de águas, merece reconhecimento, respeito e muita gratidão, foi um dos melhores presidentes palestrinos de todos os tempos (pra mim, foi o melhor), e já está na história da Sociedade Esportiva Palmeiras… pra sempre.

E quanto aos “jornalishtaish”… que continuem “verdes” de inveja… 😉

Palmeiras x SPFW, no Allianz Parque… mais de 36 mil palestrinos, ansiosos, sorridentes, aguardavam o apito inicial…

Tche Tche, nosso motorzinho, estava de volta; Mina, nosso motorzão da zaga, também… Eduardo Baptista escalara Prass, Fabiano, Mina, Mito, Egídio, Thiago Santos, Tche Tche, Michel Bastos, Guerra, Duduzinho e Willian… Borjão da Massa estava no banco, Jean, Zé, Dracenão e Keno também estavam; o Pitbull, que havia tomado um amarelo pra lá de mandrake, encomendado, estava suspenso; Moisés, lesionado, continuará fora do time pelos próximos seis meses…

Torcedores sempre ficam tensos em clássicos e, ao mesmo tempo, se sentem confiantes, esperam grandes atuações, goleadas… ainda mais quando o adversário é mais do que um rival, é um inimigo de longa data. Ter grandes expectativas com esse timaço atual do Palmeiras é  natural, espontâneo, ainda que os ‘mimizentos’ vivam reclamando do técnico – mesmo nas vezes em que o técnico não merece – , no entanto, a parmerada não estava achando que seria tão fácil… de novo, e nem que aconteceria… de novo.

Cantamos o nosso hino, nos emocionamos… festejamos nossos craques… A torcida, linda, gritou o nome do Eduardo Baptista, gritou o nome do Vitor Hugo (é dessa maneira que se joga com o time, e não perseguindo os que se vestem de verde e branco)… Fizemos um minuto de silêncio – de aplausos, na verdade – para o Moacir, um dos fundadores da Mancha, que fora covardemente assassinado…

E, então, o clássico começou.

Logo de cara, já percebemos que o Palmeiras não ia dar mole para os bambis; com dois minutos de jogo, Michel Bastos, lá da direita do ataque, arriscou um chutão de fora da área, e a bola pegou a rede pelo lado de fora. Achei (todo mundo achou) que a bola ia entrar.

O Palmeiras era ofensivo, aguerrido, e marcava a saída de bola do adversário muito bem… os bambis pareciam temerosos, talvez, pelo retrospecto  – em Paulistas, não ganham do Palmeiras desde 2009, e no Allianz, até hoje, ainda não conseguiram ganhar nem um pontinho -,  alguns jogadores deles, algumas vezes, pareciam nem saber o que fazer com a bola.

Em compensação, o árbitro… ah, o árbitro… esse parecia saber muito bem o que fazia. Ignorava todas as faltas que o Palmeiras sofria perto da área – mesmo as mais escandalosas -, transformava nossos escanteios em tiros-de-meta, deixava Duduzinho apanhar e nem falta marcava…  ele tinha um critério para as infrações do Palmeiras e outro, bem diferente, para as infrações dos bambis.  E, por isso, era “homenageado” muitas vezes pela torcida…

Só dava Palmeiras no jogo – com Tche Tche em campo é outra coisa. Ele joga muito -, os bambis eram um arremedo de time, mas, mesmo assim, o nosso gol não saía…  O toque de bola do Palmeiras era bonito, veloz, envolvente, com bola no chão (essa bola no chão me agrada muito), mas parecia faltar um acerto antes do último passe… Embora o Palmeiras fosse muito mais ofensivo do que o adversário, faltava chegar de maneira mais incisiva, faltava emoção. O primeiro tempo se desenrolava meio morno e, para atrapalhar, os leonores estavam sempre parando o jogo, precisando de algum atendimento, sempre tinha um caído… todos vítimas daquela velha e conhecida “lesão”: ‘paura cerosa purulenta’.

Bambi Ceni, diplomado no “supletivo de técnico” na Inglaterra, enquanto via seu time totalmente inoperante, sendo anulado pela defesa do Palmeiras, enquanto via a sua defesa, horrorosa (ainda bem que ele foi goleiro e entende de defesa, né?), tomando umas entortadas e enfiadas de bola, ficava lá na lateral fazendo pose, sem ao menos tirar a mão do bolso. Era “homenageado” pela nossa torcida também.

A placa de  3 minutos de acréscimo já tinha subido, o relógio marcava 45′ e, muito provavelmente, iríamos levar o empate para o intervalo…

E então, Egídio, na lateral, bem próximo da linha do meio de campo, bateu a carteira do distraído Buffarini e tocou para Dudu… e então, o Allianz parou até de respirar… Duduzinho lindo resolveu botar fogo no jogo e, de muito longe, olhou, viu o discípulo de Bambi Ceni adiantado,  e bateu pro gol encobrindo o goleiro (Denis, que fez todo mundo lembrar do M1CO na hora, estava ‘adiantadérrimo’,  já estava em Maio, no mês das noivas, quando Dudu, em Março, chutou)…

Como se fosse um Da Vinci pintando a sua Monalisa, Duduzinho fez uma pintura, uma verdadeira obra de arte, um gol m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o!! Nós ficamos olhando a longa trajetória da bola… encantados, sem falar, sem respirar…  E com que perfeição ela  foi morrer no fundo da rede…

A torcida enlouqueceu no gol de Dudu… o grito de gol foi um estrondo que fez o Allianz tremer, todo mundo gritava alucinado (só tínhamos vontade de gritar, gritar muito), todo mundo se abraçava… De novo, um golaço, e, de novo, por cobertura; de novo, em cima do inimigo, de novo no gol que nomeamos “Rogério Ceni” (o do Gol Norte). Vaidar, você tinha razão, meu caro, tem clube se apequenando mesmo, você só não sabia que era o seu, né?

Não basta apenas uma falha, um goleiro adiantado, para se fazer um gol desse… é preciso a percepção e o chute perfeito do craque. Sem isso, o goleiro pode falhar quanto quiser, que um gol desse não sai de jeito nenhum (Rogério Ceni, o técnico bambi, sabe bem como isso acontece)…. Méritos totais do Duduzinho.

Nossos jogadores correram levantar o Pequeno Gigante para festejar a maravilha de gol que ele fizera, e ele parecia até meio sem jeito pra comemorar  a sua obra prima… Eduardo Baptista vibrava como se estivesse na bancada… Que momento, amigo palestrino, que momento…

O intervalo foi ruidoso, festivo, a parmerada, contente com o Palmeiras que via em campo, não parava de conversar sobre o gol e comemorar. Voltamos para o segundo tempo com a imagem do gol em nossa memória… olhávamos um para o outro e dizíamos/pensávamos: “De novo por cobertura?”  hahahaha Ninguém tirava mais o sorriso da nossa cara.

Quando o Palmeiras voltou, e até que a bola rolasse de novo, não nos demos conta de que ele voltara “de fraque e cartola”… Que segundo tempo espetacular ele faria.

Só dez minutos tinham se passado – o Palmeiras já tinha ido na área dos bambis algumas vezes -, quando Michel Bastos, pela direita, achou Tche Tche pertinho da área… ‘Yaya’ Tche Tche ajeitou a bola e, de esquerda, bateu forte no canto , fazendo 2 x 0.  E saiu batendo no peito e dizendo: “Eu não, Deus”, antes de sumir no bolo de jogadores que foram comemorar com ele. Eduardo Baptista, morrendo de alegria, puxava a própria camisa, batia no escudo do Parmera em seu peito… Foi um gol lindo. E que delícia a sensação de bater “azinimiga” de novo. A festa no chiqueiro pegava fogo…

O SPFW, perdidaço, dava espaços para o Palmeiras e ele ia pra cima (alguns jogadores leonores pareciam que não viam a hora do jogo acabar)… Pratto, pesadão, não assustava ninguém. A torcida cantava e vibrava como sempre…

Eduardo chamou Borja pro lugar de Willian. “Ole lê, ola lá… o Borja vem aí e o bicho vai pegar”.

Cabeçada de Egídio… uma grande defesa, meio milagre, de Denis…

Passe lindo de Guerra pra Borja, ele chuta forte, mas a bola vai por cima do gol…

Era uma atrás da outra, os bambis, atordoados, estavam praticamente nocauteados. E o Palmeiras jogava bonito, jogava do jeito que a gente gosta, do jeito que a gente quer ver o Palmeiras jogar, do jeito que eu acho que Eduardo Baptista vai nos fazer jogar sempre, tão logo esse time e esquema encaixem, e tomara isso aconteça. Mesmo ganhando, e com o adversário já batido, o Palmeiras ia pra cima, e Eduardo Baptista dava uma aula para a Borboleta-Mor…

Denis cobrou o tiro de meta e Thiago Santos devolveu de cabeça pro ataque; Michel Bastos ficou com a bola e lançou Borja, que tinha Douglas em seu encalço. Borja levou a melhor, mas quando chegou na cara de Denis foi empurrado pelo são paulino e foi para o chão, Denis se atrapalhou todo, a bola passou por ele, e Guerra, esperto, chegou rápido para empurrar pro gol. Com goleada é mais gostoso!

Com muita festa na torcida, aos gritos de “Olé”, com o Palmeiras em tarde de gala e  infernizando as vizinhas, o jogo seguiu… e, aos 48′, pra alívio dos leonores (o jogo poderia durar dois dias que eles não iam conseguir fazer nada), e com muita alegria verde , o juiz encerrou a partida.

E, mais uma vez, o recado foi dado: No Allianz, o “sorvete” é com cobertura sim! Tchuuuuupa, bambi!