“Pau que bate em Chico… bate em Francisco também.”

Tem uns torcedores (torcedores jornalistas também) que são uns bobocas mesmo , e devem ser assim, bobocas, em todos os setores da vida…

‘Retardado’ Oliveira, enquanto achava que ia ser campeão da CB (e não só nessa ocasião), provocava os torcedores do Palmeiras, provocava jogadores (pisou no Prass, foi gritar na orelha do Dudu), tirava sarro de todo mundo, era um deboche só, e a sardinhada achava lindo (a press idem)… O Palmeiras foi o campeão do torneio, e fez máscara do ‘Retardado’ – pra zoar mesmo, para dar o troco (isso é do futebol, tem a ver com rivalidade, e sempre existiu) – e, então, ficou todo mundo de mimimi, inclusive, ele…

………………..
………………..

………………..Imagem relacionada

…………………..
Romarinho, depois de um gol, no Pacaembu,  foi até a grade, em frente à torcida organizada do Palmeiras, para comemorar… com a mão nos testículos, no gesto característico de provocação (ali, naquele momento,  foi uma irresponsabilidade a provocação, pois ela poderia ter desencadeado até mesmo uma tragédia)… e ninguém condenou o moço por isso… Numa outra ocasião, jogando fora do país, fez um vídeo para provocar o Palmeiras e os palmeirenses, de novo, e o time Lava-jato até usou a provocação em seu site…
…………….

Edilson Capetinha, também num derby, ficou fazendo embaixadinhas com a bola no pescoço, provocando a torcida e desrespeitando os jogadores do Palmeiras… e, com exceção dos palmeirenses, todo mundo achou lindo, teve até quem tenha chamado aquilo de “futebol arte”…
………………..
………………..
Jogadores do Corinthians, no treino, após uma vitória sobre o Palmeiras (uma ocasião em que Valdivia saiu lesionado), se divertiram imitando o chute no vácuo (inventado pelo Mago) e o momento da sua lesão… Apesar de,  no meu entender, isso ser apenas um demonstrativo da pequenez, como profissionais e como seres humanos, dos jogadores “lava-jato”, ninguém achou nada errado nisso, nenhum jornaleiro de ‘programicho’ esportivo desceu a lenha neles… e ficou tudo na conta do “isso é do futebol”

………………..

As provocações são muitas, dos profissionais de imprensa também… Para fazer graça, ou até mesmo por rivalidade, falam e escrevem cada coisa, fazem gozação com clubes, técnicos e jogadores… e está tudo certo, “é do futebol”

………………..
“Agora sim” é ótimo, né?

………………..Será que só o Palmeiras usa o tal “GPS”, e só ele o utiliza sob esse mesmo suporte?

………………..

Quem não lembra, ou não ouviu falar, de Viola, imitando um porco em provocação aos palmeirenses, num derby de final de campeonato (no jogo seguinte, de paura, estava vomitando no vestiário antes mesmo do jogo começar, antes de levar 4 x 0 no lombo)… e ninguém achou condenável o que ele fez, pelo contrário, acharam tão divertida a provocação, “isso é do futebol”

Vampeta, Sheik, Romário,  Diego Souza, Leo, Lucas Lima, Felipe (que disse: “ganhar roubado é mais gostoso”, depois de o Flamengo ser campeão graças a um gol escandalosamente impedido) … a lista é enorme, e as provocações são sempre “coisa do futebol” (e são mesmo, a reação dos provocados também é ), menos quando quem provoca  joga no Palmeiras (Valdivia, Dudu, Felipe Melo…),  aí a implicância/perseguição da imprensinha transforma a  coisa em crime inafiançável, com direito à pública” execução, em cadeira elétrica”, do provocador…

………………… ……………….. ………………..

……………….. …………………

E não foi diferente depois do último domingo… Antes do jogo entre Palmeiras e Santos, no Aquário,  Lucas Lima – que é muito falastrão e adora provocar antes da hora (e depois tem que engolir  o sapo) disse que ia rir da cara do Felipe Melo…  As sardinhas torcedoras, por sua vez, provocaram o Pitbull o jogo todo, e desde antes do jogo – até mesmo durante a execução do hino, quando dirigiram um monte de impropérios para vários jogadores do Palmeiras, inclusive, Felipe Melo -, e estava tudo bacaninha, era tudo coisa do futebol… E então, o Palmeiras virou o jogo, saiu com a vitória, e o Pitbull, claaaaaaaaro, devolveu a provocação (e foi sábio em fazê-lo depois de o Palmeiras ter vencido, quando era ele quem “estava por cima da carne seca”, ou seria da sardinha seca?). E começou o mimimi…

Afinal, eles não gostam de provocar ninguém, não é mesmo?

…….

         ……….

    

………………..

ENTÃO, NÉ?  SE NÃO SABE BRINCAR, NÃO DESCE PRO PLAY!!

 

 

 

Que o Palmeiras – bem sucedido, ganhando campeonatos, com muitas e boas receitas, com o melhor elenco do país, com um patrocinador forte, com uma torcida apaixonada/parceira/patrocinadora – incomoda os rivais, a gente sabe… que ele incomoda, muito, os torcedores (rivais) “profissionais” de imprensa, já estamos até carecas de saber…

O Palmeiras não tem culpa de estar na excelente situação em que se encontra hoje,  não tem culpa de ter as melhores rendas (no Paulistão 2017, até agora, o Palmeiras arrecadou mais que Corinthians, São Paulo e Santos juntos, no Brasileirão 2016, foram aproximadamente 42 milhões em bilheterias); não tem culpa de ter o programa de sócio torcedor com mais adesões; não tem culpa de ter um patrocínio forte, enquanto a maioria dos times no Brasil, cujas administrações beiram o amadorismo, não consegue patrocinador, enquanto a maioria deles se sustenta às custas do dinheiro público da CAIXA, o banco estatal que é patrocinador máster da maioria dos clubes brasileiros (e nenhum jornalista vê nada errado numa estatal que acha necessário aumentar a prestação do “Minha Casa Minha Vida”, mas injeta muitos milhões em mal administrados clubes de futebol).

O Palmeiras também amargou um período sem um patrocínio máster que valesse a pena… também amargou um período de vacas muito magrinhas… Ninguém queria investir no clube desestruturado, que ia disputar a segundona, que estava falido e sem receitas…

Só que o Palmeiras, administrado por Paulo Nobre, consertou e estruturou a casa para que o clube passasse a ser atraente, financeiramente falando, para os investidores (com exceção de Paulo Nobre, ninguém, nenhuma empresa, coloca muitos milhões num clube se não for para ter retorno/lucro muito bom), e talvez seja essa a “culpa” do Palmeiras, que tanto incomoda “torcedores jornalistas” e pseudo jornalistas por aí: o trabalho e a seriedade que serviram para estruturar o clube, para torná-lo rentável e uma excelente opção de investimento  – foi por esse motivo, por ter se tornado um clube no qual valia a pena um patrocinador investir, é que a Crefisa veio expor a sua marca em nossas camisas. Se não fosse por isso, por querer investir de maneira segura, e se fosse apenas para ajudar, como dizem alguns, ela teria vindo antes, quando estávamos a help, atolados em problemas e sem nenhuma moedinha no porquinho, não é mesmo?

Tentaram de todo jeito encontrar algo errado, condenável, na maneira em que Paulo Nobre, no início da sua gestão, emprestou o seu dinheiro ao Palmeiras, mas não conseguiram (a dívida com ele atualmente, e segundo as notícias, já foi paga em mais de 50% do seu total). Tentam, então, achar algo errado no patrocinador máster do Palmeiras – que investe uma boa quantidade de dinheiro no clube sim,  mas tem um retorno muito bom também, claro (tem centuplicada cada moeda investida no Palmeiras, ou seja, ganha muito mais dinheiro do que investe). Tentam diminuir o Palmeiras usando o seu patrocinador…

A Crefisa (Crefisa e FAM, dos empresários José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, são os patrocinadores do clube) não administra o Palmeiras, não é a dona do Palmeiras como tanto tentam fazer parecer algumas pessoas, tampouco é a tábua de salvação do clube como insistem em dizer alguns – até mesmo, e infelizmente, os donos da empresa. A Crefisa é parceira, uma excelente parceira, e a parceria é ótima para os dois lados, clube e empresa ganham bastante com o contrato de patrocínio. A empresa dá e recebe de volta, e recebe muito; em exposição da marca e, consequentemente, em muito dinheiro. O patrocínio gira em torno de apenas 20% das receitas da SEP, portanto, o Palmeiras não é dependente da “caridade” dos proprietários da Crefisa. O Palmeiras tem uma parceria forte, tem um bom investidor ao seu lado, mas a vontade de desvalorizar/atacar o Palmeiras – o rival bem sucedido – é tanta, que esse patrocínio acaba sendo uma das pautas preferidas da imprensinha, e os patrocinadores, infelizmente, entram nessa. Colocando a vaidade em primeiro plano, e adorando a visibilidade que têm agora, embarcam na canoa furada da avidez de alguns profissionais de imprensa de querer  ignorar a importância da marca Palmeiras.

“Sai do Armário” Cezar, o torcedor flamenguista e jornalista – figurinha carimbada em ter raivinha do Palmeiras -, entrevistou o dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia, para o seu blog no portal UOL (espn.uol.com.br)… e algumas coisas me pareceram incoerentes… nas respostas do empresário, e também nas perguntas, que, a mim, deram a impressão de conduzir a uma resposta específica, que o entrevistador, talvez, quisesse muito ouvir/ler, e que serviu até de título para a matéria.

Vejamos…

Ele paga mais do que vale, mas diz que compensa… Se compensa, então vale o investimento, não é mesmo?

O próprio entrevistador admite que só fixou a marca “Crefisa” depois que ela passou a patrocinar o Palmeiras;  o investidor diz que vale a pena investir em futebol, revela que faz anúncios na Globo há anos (imagine quanto dinheiro foi investido nisso) e, mesmo assim, muita gente – o entrevistador, inclusive – só passou a conhecer a sua empresa DEPOIS QUE ELA TEVE A SUA MARCA ESTAMPADA NA CAMISA DO PALMEIRAS (então, a parceria com o Palmeiras foi muito boa para o patrocinador também, não é?). Uma declaração bastante significativa, que mostra que não há ninguém fazendo benemerência nessa parceria, e que ela só existe porque é muito vantajosa para clube e empresa.

De novo, o empresário afirma que o patrocínio é um ótimo negócio (pra sua empresa). Diz que o retorno é excelente e que vale a pena patrocinar

 

Mesmo com a afirmação do empresário de que a Crefisa e o Palmeiras já tinham combinado que, quando ela banca a contratação de um atleta para o clube o Palmeiras fará a devolução, sem juros e sem correção monetária, do valor pago no jogador, o entrevistador imagina/supõe/adivinha/chuta que, se algum deles for vendido, o Palmeiras vai querer usar o dinheiro para fazer novas contratações (nas entrelinhas, parece que ele acha que  o clube não vai honrar o combinado, vai dar um “perdido” no patrocinador). E o empresário, que gosta tanto do Palmeiras e do presidente atual, mostrando não ser muito perspicaz ao responder, diz que “sabe bem disso (que o clube vai querer o dinheiro para novas contratações) e que não é bobo”.

E então, uma declaração  intrigante…

Segundo o empresário, ele pagou a reforma e a construção do Centro de Excelência – mais ou menos R$ 6,5 milhões  de um total de R$ 8 milhões do investimento total.

Uéééééé…

Se o total do investimento era de R$ 8 milhões, como afirmou o empresário, e se Paulo Nobre deu R$ 4 milhões, se um fundo parceiro também ajudou na construção, no início, então tem algo errado nesse “a estrutura e o Centro de Excelência paguei a reforma e a construção”,  e também tem algo errado na conta desse “de aproximadamente R$ 8 milhões paguei uns R$ 6,5 milhões”…  E nenhum jornalista procura checar essa informação que não bate… parece até que é mais interessante vender a falsa ideia de que sem a patrocinadora o Palmeiras não seria nada.

As notícias de alguns meses atrás são diferentes do que nos é falado agora, não é mesmo? Até Alexandre Mattos – de quem José Roberto Lamacchia fala tão bem – confirma que Paulo Nobre terminava a obra com recursos próprios…

Acho que está na hora de a Crefisa ser uma grande parceira também nas declarações de seus proprietários. Está na hora de assumir que se deu muito bem ao resolver patrocinar o Palmeiras, e que se faz assim, se investe valores considerados altos para o mercado (o que determina se um valor investido é alto ou não é o retorno que ele dá) o faz porque tem uma grande compensação financeira, que justifica o investimento feito, que a relação com o clube é de parceria e não de favor.

Acho que está na hora, também, de ficarem mais espertos com a mídia e jogarem no time do parceiro, porque, se resolverem fazer o jogo da maioria dos parciais, despeitados e tendenciosos “jornaleiros”, se escolherem apenas estar “bombando em toda e qualquer notícia”,  estarão jogando no time dos clubes rivais ao clube onde investem o seu dinheiro, estarão jogando contra o seu próprio investimento.

E essa insistência em querer não reconhecer, de tentar diminuir o que fez o presidente anterior, em querer ter uma importância maior do que a que teve Paulo Nobre para o Palmeiras, é luta perdida. Paulo Nobre é palmeirense, de sangue e alma (era torcedor de arquibancada), sempre esteve envolvido com o clube, com a política do clube, e ajudou – até mesmo financeiramente – em outras gestões. Seguiu um longo caminho, não caiu de paraquedas na cadeira de presidente e fez um bem imenso ao Palmeiras – quem quiser fazer o mesmo, tem que esquecer os “atalhos” e seguir no caminho certo.

E, gostem dele ou não, Paulo Nobre foi o divisor de águas, merece reconhecimento, respeito e muita gratidão, foi um dos melhores presidentes palestrinos de todos os tempos (pra mim, foi o melhor), e já está na história da Sociedade Esportiva Palmeiras… pra sempre.

E quanto aos “jornalishtaish”… que continuem “verdes” de inveja… 😉

Quer dizer que, segundo alguns jornalistas, a culpa de o juiz ter amarelado o ‘lava-jato’ errado e tê-lo expulsado (no momento errado), ontem, é do Palmeiras, por ele não ter alertado o juiz sobre o engano que ele cometera ao expulsar Gabriel? Nossos jogadores não foram honestos porque ajudaram a ludibriar o juiz?

É fato que Gabriel não era o jogador que fez a falta em Keno, portanto, naquele momento, ele não tinha que tomar cartão amarelo nenhum, mas também é fato que o juiz já tinha errado ao deixar de amarelar Gabriel muito antes de ele tomar o primeiro cartão, e, na verdade, tivesse o juiz apitado direito, Gabriel teria sido expulso bem antes. O juiz errou ao não amarelá-lo e expulsá-lo antes, e errou ao amarelá-lo e expulsá-lo quando ocorreu a falta em Keno.

Mas o Palmeiras foi desonesto porque deveria ter avisado o juiz…

Oi??? Como dizia a minha avó, “vê se no céu tem festa”

Por acaso a gambazada, em 2015, avisou ao juiz que o David Braz(SAN), tinha sido expulso, por engano, porque o juiz confundiu os jogadores?

Será que avisaram ao juiz que o pênalti, sem vergonha, que marcaram outro dia no Jô, não tinha sido nada? Que o jogador se jogou simulando ter sido empurrado?

SERÁ QUE OS ‘HONESTÍSSIMOS’ GAMBÁS AVISARAM AO JUIZ QUE ELE TINHA EXPULSADO O CARA ERRADO QUANDO TINGA FOI EXPULSO POR LEVAR UMA VOADORA DE FÁBIO COSTA? (Isso mudou uma taça de campeão de endereço e quem acusou o beneficiado de desonestidade? Onde estavam esses hipócritas que agora chamam o Palmeiras de desonesto?)

Será que algum jogador lava-jato avisou ao juiz, ontem, no derby, que o Gabriel tinha que ter levado amarelo quando pegou o Dudu?

Será que a gambazada avisou ao juiz que aquele gol anulado do Alecsandro, na Libertadores, tinha sido legal?

Os jogadores ‘lava-jato’ avisaram ao árbitro que tinha sido o Petros quem o empurrara?

Será que avisaram aos árbitros todos, em 2015, que tinham cometido todos os pênaltis que as arbitragens deixaram de marcar?

Será que o ‘Lava-jato” avisou ao árbitro que, em 93, o Tonhão tinha sido expulso injustamente porque fora o goleiro Ronaldo quem ludibriara o juiz simulando ter levado uma cabeçada do palmeirense?

Será que a gambazada avisou ao juiz que o gol de Luisão, no Torneio de Verão, não foi gol porque a bola não entrou?

NÃO?????

Será que o Fluminense avisou ao juiz que o Obina não tinha feito falta nenhuma e, na verdade, tinha sofrido um pênalti no momento em que marcava um gol?

Será que o Santos avisou ao juiz que, na final com o Palmeiras, o Barrios não tinha tropeçado nas próprias pernas – como afirmaram os que quantificam a honestidade alheia agora -, e tinha sido atingido, sim, por trás, pelo jogador sardinha?

Será que o Santos avisou ao árbitro que ele errou ao validar um gol seu, nesse Paulistão 2017, porque a bola não entrou?

Será que o São Paulo avisou ao árbitro que o Adriano tinha feito o gol com a mão?  Será que o clube e os jogadores avisaram ao árbitro e a imprensa que a “farsa da pilha” era só isso mesmo, uma farsa?

Será que, na final da Copa do Brasil, o Coritiba avisou ao árbitro que era o Willian Farias quem tinha que ter sido expulso e não Valdivia, porque ele dera um chute no palmeirense primeiro?

Será que a seleção brasileira avisou ao árbitro que o gol de Túlio, que balançou a rede argentina e eliminou os hermanos da Copa América, tinha sido feito com a mão?

Será que os jogadores canarinhos avisaram ao árbitro que Luís Fabiano, na Copa do Mundo 2010, fez um gol com o braço na partida contra a Costa do Marfim?

Será que o Flamengo avisou ao árbitro que o gol de Márcio Araújo, que tirou um título do Vasco, no último minuto de jogo, tinha sido escandalosamente impedido?

Será que o Flamengo, no Brasileiro 2016, avisou ao juiz que não era só o gol irregular do Flu que tinha que ter sido anulado, porque, ele, Flamengo, também fizera um gol ilegal no mesmo jogo?

NÃO????

Nenhum desses clubes e jogadores, beneficiados com os muitos erros e “erros” das arbitragens, avisou aos árbitros que eles cometiam um engano? Ninguém falou a verdade pra eles?

NÃO??

E algum jornalista tirou o senso de honestidade seletivo do bolso, desceu do muro, cobrou honestidade desses clubes e jogadores? Os adjetivou de “desonestos” por terem se omitido nessas ocasiões, e em todas as outras vezes que as arbitragens erraram e “erraram” feio? Pautaram as suas notícias falando na desonestidade e falta de caráter dos clubes e jogadores beneficiados com esses erros e “erros”?

TAMBÉM NÃO?? Então, vão carpir um lote!

Estranho cobrarem do Palmeiras aquilo que nenhum dos que o cobram faz, que nenhum clube faz, aquilo que não cobram de nenhum outro clube e seus jogadores em nenhuma situação, estranho agirem assim, de maneira dúbia, seletiva, e falarem em honestidade, em caráter…

Honestidade seletiva, sazonal, não é honestidade, coisa nenhuma. É a hipocrisia – de sempre – vestida com outra roupa.

Desde que começaram os rumores de que o Palmeiras queria contratar  Felipe Melo, a imprensinha, formadora de opinião – que adora esculhambar a reputação de alguns parmeras – entrou em polvorosa e tratou de espinafrar o jogador e fazê-lo parecer um Godzilla repaginado.  Depois que ele foi apresentado então… só se fala nele.

E é um tal de “Felipe Melo é violento” pra cá, “Felipe Melo é violento pra lá”… não falam outra coisa (até o violento do Zé Elias  se achou no direito de chamá-lo de violento – quem não te viu jogar que te compre, Zé).

Quem ouve/lê  os profissionais de imprensa, mesmo estando acostumado a ver as muitas e constantes botinadas e agressões por aqui – de um Fagner, de um Leandro Donizete, um Rodrigo, Diego Souza, Luís Fabiano, Gil, Ricardo Oliveira (são tantos… sempre),  por exemplo –  fica imaginando que o “malvadão” do Felipe Melo vai entrar em campo com uma metralhadora numa mão,  e uma granada – sem o pino – na outra, e acabar com os adversários. E sabemos muito bem que não é nada disso, não é mesmo? Ele é um jogador viril, que joga duro sim, eu sei,  mas em nada é diferente dos muitos que temos visto jogando aqui  e com os quais a imprensinha não se importa, não se “horroriza” e também nunca quer classificar como “violentos” – Fagner, por exemplo, é muito pior, é extremamente violento , nunca toma cartão, e é só “raçudo”.

Aqui – dependendo do time do sujeito, claro – as faltas mais duras, desleais – até mesmo algumas agressões – são sempre sem querer, ou porque o jogador chegou atrasado no lance, tropeçou na própria perna… Se um pisa no pescoço do outro, é porque o outro colocou o pescoço no caminho do um…  se dá uma cotovelada, foi o outro jogador que  “se chocou com o cotovelo do outro” (tenho até print de uma notícia platinada assim)… Estourar joelho, dar soco e cotovelada na cara, mandar jogador para o hospital e deixá-lo meses parado, sem perspectiva de volta aos gramados (como Fagner fez com Ederson-Fla, num lance em que o juiz, tão camarada, nem falta marcou), morder (só foi agressão quando o Suárez fez isso), pisar na mão, rachar a cabeça e tirar sangue de alguém com uma cotovelada… só se for sem querer, ninguém aqui faz de propósito.

Aqui, o jogador “tem apenas muita vontade de ganhar”, “não usou força desproporcional”, “tem espírito de decisão”, “sabe jogar Libertadores”. “Não existem faltas duras, desleais e nem agressões aqui (por isso, a imprensinha está fazendo esse escarcéu e difamando tanto a nova contratação do Palmeiras)… não existem jogadores violentos aqui… “não tem jogadores que já levaram 15/17/19/20 vermelhos na carreira”… “não tem jogadores que levam dois vermelhos num mesmo campeonato”… “os árbitros marcam e punem todas as faltas duras e desleais, severa e igualmente”,  e “a imprensa esportiva não perdoa os jogadores desleais, agressores, sejam de qual time eles forem, e faz marcação cerrada nos mais exagerados, que são execrados pelos jornalistas nos portais, mídias sociais e programas esportivos”…

E quem me falou tudo isso foi o Coelho Branco… do País das Maravilhas.
.

Cícero-voadora1Sheik-pisa
Falta-desleal-CássioFalta-desleal-Cássio-estoura-joelho-de-Abila
Falta-desleal-FagnerFalta-desleal-Fagner1
Pal1x0LavaJato-12-06-2016-Fagner-agride-Dudu3Pal1x0LavaJato-12-06-2016-Fagner-agride-Dudu1
Falta-desleal-GaloFalta-desleal-Galo1
Falta-desleal-Grêmiofalta-desleal-LeandroDonizete

falta-desleal-LeandroDonizete1falta-desleal-LeandroDonizete2

Falta-desleal-RodrigoFalta-desleal-Rodrigo2

Falta-desleal-Rodrigo1Diego-Souza-pisa-ThiagoSantos-blog

Falta-desleal-VilsonFalta-desleal-Vilson1
Falta-desleal-DaniloPal3x1StaCruz-Cotovelada-em-RGuedes

PALxGre-pênalti-em-Jesus2PALxGre-pênalti-em-Jesus1PALxGre2016-Falta-em-Jesus-1556PALxGre2016-falta-em-TcheTche3Expulsão-poodlecotovelada-goleiro-em-JesusRoubo-Brasileiro-20015-Santos-soladaVL0Roubo-Brasileiro-20015-Santos-soladaVL    Edilsão2015-GoiásInter-pé-alto-não-marcadoLucio-rostoLiedson-solada-DeolaPalxBot-Mago-agredido2derby9-Gil-solada-em-VictorLuísSTJD-Fred-agride-jogador-Goiásderby9-Romero-chute-Juninho

PalxSan-Joelhada-em-Arouca1Renato Augusto-agride

PoodlesxPal-Falta-em-JesusPalxBot-Falta-penalti-em-Dududerby8-GilCotoveladaEmHenrique2derby8-GilCotoveladaEmHenrique4Bahia-Carrinho-de-frente0FellipeBastos-acerta-Valdivia1derby2cderby2ePará-agressãoDagoberto-sequência4       Wallace-pisa-BarcosTobio-agredidoFred-esgana-jogador-Grêmiocotovelada-no-palmeirenseWilliamAgrideValdiviapênaltiDenilsonSPFW-em-Diogo0Final-Paulistão-pênalti-Rafael-Marques3pisão-na-mãoBarcos-expulsoNeymar-pisa-jogador-GrêmioValdivia-carrinho-de-IbsonChicão-solando-BarcosMarceloOliveira-pênalti1cotovelada-em-Eguren

abc-datena-segundopênalti-Caio6ASTJD-Fred-cotoveladaKardec-mão-pisadaMago-machucado-ferimento1

 

Já deu pra perceber como é a coisa por aqui, né Felipe Melo? A imprensinha já te mostrou as “armas” também. Tente se adequar à “inocência” e ao “fair-play” do futebol brasileiro – ao dois pesos e duas medidas, tão canalha, da imprensinha também -, sem contaminar os jogadores, tão “leais”, e com “tanto espírito desportivo” que atuam aqui no Brasil, tá?

E fica esperto, porque, alguns veículos de comunicação, alguns “torcedores (rivais) profissionais de imprensa” – que adorariam ter você no time deles – jogam sujo. E, como você é jogador do Palmeiras e não do time deles, vão pintar você com as cores mais violentas possíveis, vão te dar uma péssima reputação, que não dão a outros aqui. O que eles querem mesmo, é que os árbitros, ao contrário da benevolência (vistas grossas mesmo) que costumam ter aqui com alguns atletas violentíssimos, vejam você como o grande vilão, te persigam e punam, até pela mais insignificante falta, com o rigor que não costumam usar com os “Fagners”, “Rodrigos”, “Diegos”, “Ricardos”, “Alfacios”, “Márcios”, “Luíses”…
>

Falta-desleal-Sheik-morde falta-desleal-LuisFabiano

.
Bem-vindo ao Palmeiras, Felipe Melo! Bem-vindo ao mundo dos jogadores perseguidos pela imprensinha canalha.

E é assim desde 1914…

2016 acabou e a temporada 2017 vai ter início…  Vivemos momentos surreais nesse ano que “acabou de acabar”, nos alegramos com um monte de coisas, com um monte de gente, mas, em compensação,  aguentamos muita encheção de saco… da imprensinha, principalmente.

O jornalismo esportivo no Brasil anda meio ‘caidaço’ mesmo, muitos de seus profissionais abdicaram do serviço de levar ao torcedor a informação como ela é, primando apenas pela guerrinha de ódio aos clubes rivais dos seus clubes de coração. E ainda há os que buscam “notoriedade” provocando torcedores nas mídias sociais. #RestInPeaceJournalism

Agem tão naturalmente que nem percebem que as suas declarações são um festival de contradições e incoerências, temperadas apenas com o despeito e a raivinha que sentem pelos rivais. E com o Palmeiras (sempre) vale qualquer coisa…

Quem não se lembra do Gambazek, ‘dedurando’ Valdivia ao STJD por forçar um terceiro cartão amarelo (ele jura que não foi ele, mas, se foi no programa dele, se era pauta do programa dele) e, no entanto, nunca tê-lo visto fazer o mesmo com nenhum outro jogador dentre todos os que forçam cartões? Quem não o viu, nesse Brasileirão 2016, ironizar Paulo Nobre por “ter reclamado do nível da arbitragem”, quando, na verdade, Paulo Nobre reclamou da tramoia de se valerem da interferência externa, ilegal, proibida pela Fifa, para se anular um gol ilegal num FlaxFlu de dois gols ilegais?

Atitudes pouco ou nada profissionais de alguns “jornaleiros” estão sempre pipocando por aí (não foi só em 2016)… Poderíamos listar uma tonelada delas. O santista, “Zé Caiu”, ofendendo até a mãe de torcedores no Twitter, fazendo insinuações levianas e maldosas sobre o Palmeiras, tripudiando sobre a lesão de um jogador (fez isso com Arouca em 2015). Os prints, inúmeros, estão por aí…

Sormani (outro santista), em 2015,  sendo extremamente grosseiro com Zé Roberto – convidado do programa da FOX -, ao falar sobre a mítica preleção do jogador, da qual o jornalista, com uma soberba tamanho GG, desfez um bocado – acabou pedindo desculpas depois, porque ficou feio pra caramba…  o mesmo Sormani, nesse Brasileirão, achou um horror a torcida do Palmeiras lotar o aeroporto para incentivar o time, mas não achou nada errado quando foi a torcida do Flamengo a fazer o mesmo, semanas antes… Renato “Felipão é 99,9% do Flamengo” Prado, dizendo que o Palmeiras “estava se borrando de medo do Flamengo” (dias depois, desesperançado, desceu a lenha no seu próprio time)…  Neto – esse, nem jornalista é – falando asneiras,  falando do Palmeiras, dos jogadores do Palmeiras, do presidente do Palmeiras, praticamente todos os dias, com o ranço curtido e envelhecido em tonéis de despeito de quem foi descartado pelo Ribamar…

J. Canalha, tão “elegante”, “isento” e santista,  chamando o zagueiro Vitor Hugo – convidado do programa da ESPN – de vice campeão da Copa do Brasil 2015, antes mesmo das partidas finais entre Palmeiras e Santos serem jogadas… e dando piti recentemente,  por causa dos sinalizadores – “podem queimar o olho de alguém” – que a torcida do Palmeiras acendeu em Congonhas. Mas ele não pareceu se preocupar com queimadura alguma nas vezes que outras torcidas fizeram o mesmo… André Hernan, fazendo “força-tarefa” para dedurar um ponto, supostamente usado por Cuca, mas deixando passar, em oportunidades anteriores, e sem “força-tarefa” alguma, os pontos usados, muy notadamente, por Dorival, Marcelo Oliveira, Tite…

A FOX, com o seu ‘dois pesos e duas medidas’, tentando fazer parecer ilícita uma situação que, semanas antes, e com outra torcida, ela tinha achado “histórica”.

fox-suja-imunda1

Chega a ser vergonhoso quando comparamos, não? Como dar credibilidade à essa imprensa?

A lista de “profiçionais” e “profiçionalices” é grande.  Os pênaltis não marcados para o Palmeiras são sempre “questionáveis”, polêmicos”, “interpretativos”, “o jogador tropeçou na própria perna”… alguns “erros” capitais contra o Palmeiras não são nem mesmo mostrados ou discutidos – vide os pênaltis sofridos por Yerry Mina, nesse Brasileirão, diante do Sport, diante do Galo. Um mínimo de beneficiamento que o Palmeiras receba – no meio de dezenas de prejuízos constantes que ele sofre e de pontos que lhe subtraem -, vira um escarcéu, e boa parte da imprensa, no seu jeitinho tão “Goebbels” de ser, repete incansavelmente o mesmo mantra de que o Palmeiras está sendo beneficiado.  No entanto, no brasileirão 2015, por exemplo, quantos ‘erros’, favorecendo um mesmo time, passaram quase despercebidos pela imprensa em geral – até mesmo pelos jornalistas ditos palmeirenses. Todo mundo deu um jeitinho de fazer parecer normal, entre outras coisas, um time cometer inúmeros pênaltis e passar 35 rodadas sem que nenhum deles tivesse sido assinalado…

O Palmeiras parece ser a vítima principal desse jornalismo rastaquera. Liderando o Brasileiro 2016 desde a 9ª rodada até a última, se viu em meio a uma verdadeira guerra que a imprensinha deflagrou contra ele, e sempre em favor de quem estivesse na segunda posição da tabela, principalmente quando quem esteve em segundo foi o “Flameingo”.

Quanta bobagem tivemos que ouvir e ler, quantas previsões furadas (até de pai de santo) tivemos que aguentar (o Palmeiras vai cair da primeira posição na 12ª rodada…), quantos torcedores profissionais de imprensa perderam a máscara querendo nos fazer acreditar que não ia dar para o Palmeiras… Difícil escolhermos o mais “disgusting”…

No entanto, teve um “jornalishta flamenguishta” – que jura que é torcedor do Racing-ARG  (jurava. Agora, não dá mais pra ele esconder o time de coração) -, que sempre se incomoda muito com o Palmeiras, e que quase surtou nesse 2016…

Não é de hoje que  Mauro Cezar Pereira nos dá a impressão que mistura o ato de informar com o de torcer. Pinta sempre com tintas mais escuras os comentários e análises sobre o Palmeiras e tudo o que se relaciona ao clube – nem os torcedores escapam -, se utilizando, muitas vezes, de argumentos que nos parecem meio distorcidos e um tanto quanto incoerentes.

A torcida do Palmeiras não engoliu a postura  pouco isenta do cidadão em 2016. Somos torcedores, e torcedores são passionais, é verdade, mas é exatamente por sabermos disso, que ficamos muito desconfiados que o torcedor lá “dentro do armário” do jornalista é quem andou escrevendo e falando sobre o Palmeiras no último ano.

O interessante é que, assim como os torcedores, ele também não é tolerante com certas coisas… Perguntaram a ele, certa vez, se em alguma ocasião ele achou que passou do ponto, se achou que tenha sido mal-educado, falado alguma grosseria ou usado um tom agressivo demais com um colega durante o debate, e tem um trecho na resposta dele que é bem interessante…

mauro-mulambo-estupidez

Então…  Deturpar algo que é dito para sustentar o próprio ponto de vista, não dá; e eu diria que distorcer alguns fatos para sustentar determinados argumentos é intolerável. E não tem como concordar com coisas que tentam fazer parecer que  “preto é branco e azul é vermelho”. É por pensarmos o mesmo que marcamos posição em relação à uma boa parte da imprensa.

Como você pode ver na imagem abaixo, falando sobre o Avanti, o programa de Sócio-Torcedor do Palmeiras, ele diz que 100 mil associados – marca que o Palmeiras comemorava efusivamente na ocasião, e que a maioria dos clubes ainda estava longe de atingir – não representam nada (o “nada” está nas entrelinhas), representam só 1% da nossa torcida, “segundo pesquisas”. Uma notícia aparentemente normal, uma informaçãozinha de nada, a não ser pelo fato de que as pesquisas. nas quais ele se baseou, “mataram” milhões de torcedores do Palmeiras.

mauro-mulambo-estupidez2

Eis aqui um exemplo do “fazer parecer que azul é vermelho”…  A pessoa tem que ser muito bobinha, ou ter muita vontade de encolher a torcida do Palmeiras, para acreditar que ele tem apenas 10 milhões de torcedores e outros times por aí têm mais de 30/40 milhões, não? Se, há alguns anos, o Palmeiras tinha 15 milhões de torcedores e os dos “mais de 30/40 milhões” atuais tinham, aproximadamente, 20 milhões, basta pensarmos um pouco para percebermos que essa conta aí não bate. Algumas torcidas aumentaram em 50%/100% o número de seus torcedores e a do Palmeiras encolheu mais de 30%?  Morreram milhões e não nasceram outros? Ah, esse jeitinho “Goebbels” da press…

O Palmeiras teve o melhor público do campeonato, está entre os melhores índices de audiência, vende uma tonelada de camisas – infantis, inclusive (há alguns anos, era um dos 5 que mais vendiam adidas no mundo. Imagina agora?) – tem o programa de sócio torcedor que está entre os 10 maiores do mundo; tem canal do Youtube com mais inscrições no país; enche estádios em outros estados… a supremacia dos outros clubes, em número de torcedores, aparece onde mais além das “pesquisas”?

E ele critica sempre os programas de sócios-torcedores (algo que existe nos maiores clubes do mundo, inclusive, no futebol inglês,  para o qual ele se derrete) e diz que os clubes estão segregando quem não pode pagar e fazendo futebol para a classe média.

mauro-mulambo-estupidez3

mauro-mulambo-estupidez7-pobre-nao-tem-espaco-no-futebol
“Preferem lugares sobrando no estádio”
… O Allianz está sempre cheio, mas, ainda que não estivesse, até parece que antes dos programas de sócios-torcedores os estádios estavam sempre lotados aqui  no Brasil, não?

E será que é o preço do ingresso mesmo o (único) termômetro do que leva, ou não, o torcedor ao estádio? Nem sempre quem cobra menos tem o melhor público (esta aí o SPFW , que não enche estádio nem cobrando R$ 10,00 – não encheu nem nem quando cobrou R$ 1,99 – que não me deixa mentir ). Como podemos constatar na imagem abaixo – onde não há nenhuma crítica do jornalista ao preço de ingresso, bem maior, praticado pelo Flamengo –, mesmo cobrando bem menos, o Santos teve público menor.

mauro-mulambo-ingresso-santos

Eu sei que ele parece falar de maneira geral quando critica os preços praticados pelos clubes em seus programas de sócio-torcedor, mas adivinhe se ao citar o Palmeiras não tem um veneninho?

mauro-mulambo-estupidez4

A postagem acima é de 2015…

Com tantas arenas por aí, só a do Palmeiras é que é a “arena do presidente Paulo”. Tem um veneninho aí, não? Além disso, o raciocínio não é muito lógico. Se o torcedor palmeirense pagava R$ 70.00 e tinha acesso direto, basta calcularmos, com 4 partidas como mandante no mês, esse ingresso saía muito mais barato que os 40 reais que pagávamos, sem Avanti, no Pacaembu e no Palestra, ou até mesmo os 30 reais de alguns anos atrás. Onde isso é ruim?

Nos valores de hoje, o Plano Ouro custa R$ 109,90 ao mês e dá 100% de desconto no setor que o jornalista chama de “menos nobre”, o Gol Norte; 4 mandos ao mês = ingressos a R$ 27,27 = uma senhora economia para o torcedor que vai sempre ao estádio -, no entanto, o sócio-torcedor do Flamengo, por exemplo, num plano quase equivalente, de R$ 99,00 ao mês, tem apenas direito a descontos no valor do ingresso, descontos que não ultrapassam os 50% (e se o torcedor quiser comprar mais de uma entrada, terá um acréscimo de R$ R$ 30,00 na mensalidade). Faça as contas…

Ah, mas “mais da metade da população brasileira é classificada como pobre ou de baixa renda”,  a maioria não pode pagar… “Não é moleza para a maioria desembolsar a taxa mensal. Ainda mais “num país em que a renda média domiciliar per capita é de R$ 1.052,00”.

É  verdade mesmo, a maioria não pode pagar por futebol –  não pôde nem pensar em pagar pelos caríssimos jogos da Copa do Mundo 2014, inclusive -, mas também não pode pagar por restaurantes, viagens, teatros, cinemas, Olimpíada e por… canais de TV! Ele não acha que são caras as assinaturas dos canais de TV?  Não acha que esses canais – o que ele trabalha, inclusive -, que muitas vezes transmitem jogos que a TV aberta não transmite – o que praticamente obriga os torcedores a assiná-los -, estejam fora do alcance do bolso de mais da metade da população brasileira? Não acha que é um abuso o torcedor ter que pagar por esses canais (com Premiere, é pior ainda) e ainda ter que assistir aos jogos com narradores tendenciosos, com torcedores rivais como comentaristas? Parece meio hipócrita isso, não? Os donos das TVs podem fazer programas sobre futebol (alguns bem ruinzinhos) apenas para a classe média,  podem transmitir futebol para menos da metade do país, segregando a outra parte, mas os clubes, que precisam investir muito em seus times e estádios, não podem? E quem vai sustentar os clubes, pagar as suas contas, montar os grandes times com os quais torcedores ricos e pobres sonham? Os jornalistas?

Os europeus podem vender carnês (em troca de descontos  “obrigam” o torcedor a comprar ingressos para o ano todo), podem até vender escalações antes dos jogos – como acontece na Inglaterra, com clube de divisão inferior – podem ter programas de sócios-torcedores, privilegiar esses associados com descontos nos ingressos, e tudo isso é lindo,  é de primeiro mundo, mas os clubes brasileiros, – a maioria deles, num miserê danado – não podem?

E ele não parece querer só dar aulas de marketing e administração para os clubes… Com o Palmeiras liderando o Brasileirão 2016, ele deu a impressão que queria ensinar o técnico Cuca a fazer o Palmeiras jogar. Quem o lia/ouvia até pensava que ele entendia mais da profissão do Cuca do que o próprio Cuca.

O Palmeiras foi campeão com 80 pontos, foi líder desde a 9ª rodada, com maior número de vitórias, o menor número de derrotas, o melhor ataque, a melhor defesa, o melhor saldo de gols, o Bola de Ouro, colocou vários jogadores na seleção do campeonato, fez o melhor segundo turno da história dos pontos corridos, e o futebol do Palmeiras, segundo o jornalista – que repetiu isso o campeonato todo -, era ruim, era o Cucabol. E não era apenas uma opinião dada, a crítica pontual, constante, tinha cara de perseguição mesmo – até o Cuca reclamou. Se fosse rubro-negra a camisa do líder, será que as críticas existiriam? Haveria perseguição? Faça a sua aposta.

sai-do-armariocucabol

E onde será que está escrito que há alguma coisa errada com os gols originados de rebote de lateral? Onde será que existe a tal “regra” que gols originados de cruzamentos têm menos valor? Quem determinou que um técnico não pode aproveitar o fato de ter jogadores altos, de ter bons cabeceadores no time ?  Isso ficou com cara de uma vontade imensa, e rubro-negra, de querer desmerecer o futebol do Palmeiras e o seu técnico, não? (Do gol irregular do Flamengo, ele nada falou) Afinal, se o “Cucabol” era ruim, como é que o ‘bom e objetivo’ futebol dos outros times não conseguiu ser mais eficiente que o do Palmeiras, e esses times ficaram 29 rodadas atrás do time do Cucabol? Como não conseguiram superar os números do Cucabol? Como perderam para o Palmeiras o título de melhor time do campeonato? Como o criador do Cucabol foi escolhido o melhor técnico da competição? Por que não houve um “Entregobol” e outros apelidos depreciativos para as defesas e esquemas dos times que tomaram 62 gols de um esquema “tão ruim” quanto o de Cuca? Que jornalismo é esse, que ataca só o time que lidera o campeonato?

E foi bizarro ele tanto desmerecer o “Cucabol”, mas fazer ‘cara de paisagem’ para o futebol de outros times, o do ex-segundo colocado na tabela, por exemplo, que não deu nem pro cheiro. Ele achava que esse time tinha o futebol mais objetivo do campeonato… Não é o que dizem as estatísticas. Essa, por acaso, foi feita um pouco depois do confronto entre Palmeiras e Flamengo no segundo turno.

mauro-mulambo-comparativo-palxfla

Confrontado com essas estatísticas por torcedores (que ele, tão “democrático”, bloqueia loucamente no Twitter), ele se saiu com essa:

mauro-mulambo-palmeiras-depende-da-bola-aerea

 

Puro enrolation… O Flamengo cruzava quase 4 vezes mais do que o Palmeiras e não dependia dessa jogada? E a fazia tanto por quê? Pra passar o tempo?  Deve ser por isso que o campeão foi o Flam… Oh, wait! E aí nos lembramos do craque Alex dizendo que os clubes jogam exatamente como treinam…

E dá-lhe pentelhação e dor de cotovelo…

Resultado de imagem para mauro cezar pereira cucabol

Na imagem abaixo, podemos perceber o “jornalismo ressentido”… Ele achou absurdo o pênalti a favor do Palmeiras, mas absurdo mesmo foi fazer de conta que essa penalidade não existiu e ainda tentar atrelar isso a um outro jogo onde uma grande picaretagem tinha dado a vitória ao Flamengo…

textoblog-mimimi-saidoarmario-torcedor

.

Em 15/09, o Flamengo continuava correndo atrás do Palmeiras, e, segundo o jornalista, o Palmeiras estava “estagnado” com o previsível Cuca,  e o Flamengo, do seu coração torcedor, estava em evolução…

mauro-mulambo-palmeiras-estagnado-flamengo-em-evolucao

 

A análise dele era tão “isenta”, “criteriosa”, tinha tanto “embasamento”, a “evolução” do Flamengo era tanta, e o Palmeiras, do “previsível Cuca”, estava “tão estagnado”  que, algumas rodadas depois, em 23 Outubro, ele já tinha jogado a toalha. Nem com o segundo lugar ele contava mais para o time que “estava em evolução”…

sai-do-armario-joga-a-toalha

.
E nem os torcedores escapam. Os do Palmeiras parecem ser os favoritos; são criticados pelo jornalista desde a inauguração do Allianz Parque, “enchem o estádio só porque é novidade”. Ele tem a pretensão de ignorar e diminuir até o amor dos palestrinos pelo Palmeiras, porque cansou de afirmar que a “torcida cappuccino”, que é como ele nos chama, “vai ao estádio apenas para fazer selfies e tomar café” (e ninguém conta pra ele que não vendem café no Allianz)… Não demora muito, o ca#ador de regras, vai querer dar dicas de moda para as torcedoras também…

E perde um tempão reclamando das selfies dos torcedores (o que ele tem com isso, né?)…

sai-do-armario-selfie-girls

Você leu na imagem acima? Então, fica estabelecido que selfie em estádio ‘é muito patético’, segundo a cartilha “O que o torcedor pode e o que ele não pode fazer no estádio”, que o jornalista parece ter escrito (o pau de selfie ele deve ter visto sabe-se lá onde;  no Allianz, os parmeras não usam isso não). E o mastro, que “agitava a bandeira com fervor”, só não está mais nos estádios (paulistas) porque foram proibidos pela polícia. O coitado do pau de selfie nem existia quando a proibição foi feita, as selfies também não.

E fazer selfie, com pau ou sem,  é mais patético ainda quando quem a faz é o ca@ador de regras, que critica as selfies de “girls and boys” que ‘ignoram o placar’…

Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Porque, comigo, preto é branco e azul é vermelho…

sai-do-armario-nem-gosta-de-selfie-mesmo

.
Confrontado por torcedores, de novo, após essas imagens irem parar na internet, ele se justificou dizendo que a selfie foi um pedido dos torcedores. Realmente, seria indelicado, arrogante, ele se recusar a atender um pedido de torcedores. Mas não é ele quem critica as selfies feitas com ou sem acompanhante?

Depois disso, ele foi fotografado na bancada do Pacaembu, num outro jogo do Flamengo – e não há nada demais que ele vá aos jogos do seu time -; as imagens caíram na internet, e ele, ironizando o fato e os que o fotografaram, continuou martelando que  “selfie é patético”…

saidoarmario-selfieepatetico

Parece que as definições de “patético” foram atualizadas… hahahahaha

,Resultado de imagem para mauro cezar pereira odeia selfiesResultado de imagem para mauro cezar pereira selfie no e stádio

Mauro_Racing

Não se esqueça,  amigo leitor, você e eu não podemos fazer selfie no estádio – os outros torcedores também não podem -, porque “é patético”, tá? hahahahaa

2017 promete… muito mais incoerência, hipocrisia e artrose em “jornalíshticosh” cotovelos…

“Sai do armário”, Cezar! Lugar de torcedor é na bancada!

Ia ser uma postagem no Facebook, mas, como virou textão, veio parar no blog…

Ontem (14/10), recebi muitos cumprimentos pelo meu aniversário, via timeline do FB, do TT, via inbox, DMs, e-mails, áudios, ligações, whatsapp… recebi cumprimentos de parmeras de várias localidades do país,  recebi cumprimentos dos EUA, do Japão, da Itália, da Turquia,  recebi carinho até de Amsterdã… coisas que esse mundo virtual faz acontecer…

Não consegui, infelizmente,  responder a todas as mensagens, porque as li na hora, mas não pude responder no mesmo momento e, depois, já não conseguia ter acesso a todas elas. Mas eu quero agradecer cada amigo pela gentileza de ter me oferecido um minutinho do seu tempo, do seu carinho, da sua palestrinidade… pelos bolos parmeras, pelos porquinhos, flores, abraços, beijos, e pelas palavras tão gentis. Vocês todos me deram muito mais do que eu mereço… Muito obrigada, seus lindos! <3

E como praticamente todas as mensagens me desejavam como presente “aquilo” que nós todos queremos ganhar… fiquei pensando  que é hora de gastarmos todo o “tesouro”  que temos guardado – no coração, na alma – no presente de todos os aniversários e aniversariantes do ano… no nosso presente de Natal… É hora de criarmos aquela energia mágica, maravilhosa (mais maravilhosa ainda do que já tem sido),   é hora de entrarmos no gramado, e de atuarmos fora dele também… pelo Palmeiras… para defender os interesses do Palmeiras.

Estamos acompanhando a prática espúria nos bastidores, a mutreta, tão habitual, da CBF (atolada em corrupção), da rgt  – e todos os seus tentáculos no mundo da comunicação -, dos árbitros sacanas e dos “profissionais” de imprensa – que, de dentro do esgoto que chamam de “redação”, ou dos bueiros televisivos, sempre fazem o trabalho de legitimar a podridão (parecido com aquele “ah, mas já roubavam antes do PT” , “ah, é golpe”)… Sabemos o que pretendem. Já vimos isso tantas vezes… vimos isso “ontem” mesmo, no brasileirão de 2015…

Sujeira (uma “reunião de condomínio” dentro de campo e dez minutos de informações EXTRA CAMPO para se anular um gol – em qual país você já viu isso? – súmula de jogo entregue só no dia seguinte à partida, e sem as informações exatas sobre o ocorrido), desonestidade, verdades distorcidas, moral seletiva (se é seletiva, não é moral, é falta dela), tentando se sobrepor a trabalho sério, a planejamento, reestruturação financeira – que levantou um clube, enquanto os restantes não sabem se vendem a janta pra pagar o almoço, ou vendem o almoço pra pagar a janta…

Os de “caráter seletivo” perderam a vergonha de vez  – na Fox, um “profissional” lembrou/sugeriu (só faltou pedir) ao jogador santista, que se o Santos perder para o time carioca na penúltima rodada, ele pode ” se vingar e tirar o título” do Palmeiras. Será que querem que o Botafogo, que enfrentará o Palmeiras nessa mesma rodada, entregue o jogo e, por rivalidade regional, tire as chances do outro time carioca? É uma depravação e  nem disfarçam mais (vou falar sobre isso em outra postagem)… 
 .
O grande vilão  a ser combatido é o que faz tudo certo… morrem de raiva daquele que prima pela honestidade, pela lisura… Essa “filosofia de vida” está matando o Brasil e ninguém se dá conta disso… a “Alemanha” faz “7 x 1” aqui todos os dias… 
 .
Portanto, somos nós com nós mesmos.  O Palmeiras só tem a nós com quem contar… e nós só temos o Palmeiras. E, se estão nos dando as “pilhas”, vamos aproveitar e carregar as nossas baterias com elas… não é mesmo? 😉
Que a partir de hoje, e durante as partidas, esteja encerrado o ciclo do “Ah, mas o Cuca errou quando tirou o Huguinho e deixou o Zezinho…”, “ah, mas eu prefiro o Luisinho ao Huguinho…”, “como ele pôde tirar o Cebolinha do jogo?”“ah, mas o Franjinha não jogou bem como poderia…”, “ah, mas ele perdeu um gol feito…”,  “Ah, mas se o Donald tivesse passado a bola pro Mickey…”, “Ah, o Gastão está com a cabeça em outras coisas”
Basta disso agora.
 .
É o Palmeiras, o nosso Palmeiras, pôxa!!
É o Palmeiras, líder há 21 rodadas…
É o Palmeiras, do melhor ataque e melhor saldo de gols…
É o Palmeiras, que o “Huguinho”, o “Zezinho” e o “Luisinho” trouxeram até aqui…
É o Palmeiras, a 8 partidas de um sonho…
É o Palmeiras, que nos tira o sono, e por quem nós fazemos qualquer coisa…
É o Palmeiras, que está em todas as nossas preces…
É o Palmeiras,  que nos faz chorar de emoção, alegria, e nos faz sentir um amor sem medidas…
 .

Querem sacanear o Palmeiras… E nós não vamos deixar.
.
Chegou a hora de sermos o Jailsão da Massa se esticando todo pra colocar a bola pra fora, de sermos o Prass cobrando pênalti para conquistar um título; a hora de sermos o Dudu driblando o inimigo e decidindo em uma final; de sermos o Gabriel Jesus apanhando o tempo todo e não desistindo; de sermos o Mito, que para no ar antes de fazer um gol…  ou  o Mina, que defende tudo, balança a rede e vai dançar de alegria… é hora de sermos o Alecsandro, que superando a mutreta e sacanagem premeditada do tribunal, entra em campo e vai pro gol… de sermos o Rafa, o Barrios, de gols decisivos; de sermos Moisés “abrindo” os caminhos para o time passar…
.
Chegou a hora de fazermos mais, de fazermos o “impossível” e sermos o “Zé Roberto tirando aquela bola em cima da  risca”… hora de mostrarmos ao Zé que aquele esforço, do c#@alho, que ele fez, vai virar taça sim!  Chegou a hora de fazermos nossos jogadores sentirem, de verdade, que estamos com eles em qualquer situação…
.
Vamos apoiar e defender o Verdão! Vamos apoiar e defender quem quer que entre em campo com a nossa camisa! Vamos torcer para que os erros – caso aconteçam – virem acertos… Vamos mostrar ao nosso time que acreditamos, muito, nele, que jogamos com ele… e que só queremos em troca muita, mas muita raça e dedicação.
.
O jogador do Palmeiras é o torcedor em campo, e o torcedor é o jogador na bancada…
.
Dissemos lá no começo… “JUNTOS PELO TÍTULO”… e é isso, JUNTOS VAMOS BUSCAR!
.
É uma guerra, Verdão, contra tudo e contra todos! Se não fosse assim não seria o Palmeiras, não seríamos nós! E de guerra nós somos bons, desde 1914; a Arrancada Heróica de 42 não nos deixa mentir. E é essa guerra, essa luta e esse monte de inimigos e sacanagens contra nós que carimbam cada título nosso com 100% de honra, dignidade e grandeza. É ela que transforma nossos jogadores em ídolos, inesquecíveis e imortais…
.
Na mão grande não vão levar, não, porque AQUI É PALMEIRAS, P#@RRA, e os palestrinos vão à luta!
.
BOOOOOOORA SER CAMPEÃO, VERDÃO! 

BEM-AVENTURADOS OS QUE ACREDITAM NO PALMEIRAS, PORQUE É DELES O REINO DOS CÉUS!

E Jesus disse: Vai que é tua, Prass! Enfia no gol, Dudu! – Corintios 0 – 1

E pensar que um monte de palmeirenses profetizaram que o Palmeiras tropeçaria (!?!) diante do Rio Claro e também no derby que viria na sequência. E pensar que um monte de gente “caiu” o Palmeiras por conta própria… Hereges!

A vitória diante do Rio Claro, quando Jesus “andou sobre as águas” e marcou um golaço maravilhoso (o que tá jogando esse menino!), já tinha sido espetacular, os gols de Alecsandro (ele jogou um bolão) e Rafa Marques, idem. Ver Cuca fazer o Palmeiras jogar melhor, mais organizado, com a bola no chão, foi um alívio…

Ver o Palmeiras exorcizando qualquer possibilidade de ir parar na zona de rebaixamento e voltar à zona de classificação de seu grupo, fazendo os descrentes voltarem a crer, foi uma delícia. Saber que ele ia fortalecido para o clássico era reconfortante…

E o dia do derby chegou… A praça do Pacaembu estava cheia… de sol, calor, e daquela gente de verde e branco – azul, amarelo, limão -, com um grande “P” no coração…

Eu estava um pouco tensa, claro, afinal, clássico é clássico, e se é um derby, então. Entre Palmeiras e o time da Lava-jato não dá pra perder nem no par ou ímpar – os rivais tinham usado os reservas no seu jogo anterior só para descansar os titulares para o derby, e falaram até em golear o Palmeiras, vai vendo a empáfia…

Havia uma outra tensão no ar… antes do jogo, e em outros pontos da cidade, já tinha havido confronto entre alguns torcedores organizados, tinha havido um tiroteio, que causou a morte de um inocente, que apenas estava no local errado – na verdade, no local errado estavam os bandidos que o mataram. Esses, deveriam estar na cadeia.

Some-se a isso o “detalhezinho” de termos sérios problemas com as arbitragens sempre que jogamos contra eles…

Some também a imprensinha cantando uma bola, furada, de uma invencibilidade alvinegra de 21 anos no Pacaembu, sendo que por 16 anos, desses 21, o derby não foi jogado lá… Cantando uma bola de 8 vitórias pra eles, quando, na verdade, foram 7…

E conte também os ‘torcedores jornaleiros’, preocupados apenas em ser torcedores, sem o menor pudor e vergonha na cara de falar asneiras – quem sabe de futebol, sabe que ninguém ganha antes do juiz apitar o final do jogo, e sabe também  que em clássicos não existe favorito nunca, e se o torcedor for “itakera”, como um certo jornaleiro aí, não pode nem falar em goleada, né? E ainda mais por 6 x 1, coisa que ele nunca viu o time dele fazer no Palmeiras, coisa que o Corinthians, em 106 anos de existência, nunca conseguiu fazer no Palmeiras (mas já levou 8 x 0, e também um 6 x 0, no Pacaembu mesmo).

O “jornaleiro”,  que “se vivesse, veria”, viveu e não viu e, veja só, dizem que deletou a postagem depois… mas o print screen mandou lembranças pra ele.

Em campo, o jogo ia começar…”Palmeiras, meu Palmeiras, meu Palmeiras…” cantava a parmerada no hino – dizem que os torcedores ‘itakeras’ estão doidinhos pra copiar a nossa ideia…

O “Çantu dus rivaus”, plagiando São Marcos, usava o número 12 às costas (rsrsrs why?) e tinha um uniforme igualzinho ao do Rogério Ceni (até agora não entendi essas coisas)… Quando olhei o “uniforme bambi” dele, pensei comigo: É hoje que alguém encobre ele… 

O jogo, embora não fosse na nossa casa, foi delicioso. A torcida, linda, cantava sem parar.

Se tínhamos alguma dúvida de como o Palmeiras se portaria em campo, desde o começo ela foi desfeita. Jogando com vontade, mais organizado e buscando o jogo, o time de Cuca deu trabalho para o rival, e não deixou ele jogar como pretendia, não lhe deu espaços e o obrigou a usar… chutões.

E se eles não  conseguiam jogar, dá-lhe botinada nos parmeras. Zé Roberto sofreu duas faltas duras, seguidas – uma do Fagner e outra do Elias -, Jesus (apanhou muito no jogo) também sofreu uma entrada pra cartão, mas o juizão fazia jus à tradição, e nada de cartão pra eles…

O Palmeiras pressionou desde o começo, mas, depois de uns 10/15 minutos, caiu um pouco de produção, atrasou umas bolas sem necessidade, deu uns chutões, no entanto, logo voltou ao normal (o nosso normal agora é bom).

E no NormalModeON, do jeito que a gente gosta, o Palmeiras foi rápido ao ataque, Alecsandro lançou Jesus, que entrou na área e mandou uma bomba; Cássio fez uma bela defesa e salvou o time de Itaquera, impedindo o Palmeiras de abrir o placar.

Prass deu um chutão lá pra frente e por pouco não pega o Cássio desprevenido. Na trave direita, ele precisou dar uma rebatida pra defender – Já pensou se o Prass me faz esse gol?

Embora tecnicamente o jogo não fosse tão bom, o Palmeiras era bem melhor em campo, faltava acertar aquele último passe para marcarmos o nosso gol… e o time do “grande estrategista”, que já tinha dado um chute perigoso no gol  do Palmeiras (a bola passou perto), não sabia com qual estratégia superar o Verdão.

Eu queria um gol de qualquer jeito, estava aflita por isso… e, naquelas coisas de torcedora, supersticiosa (só quando é com o Palmeiras), tentava sentir a minha intuição, buscar um sinal… olhava o céu e ele estava tão lindo, a luz da tarde deixava os prédios com cores tão bonitas… um deles, com vidros muito verdes que refletiam a luz do sol…

Mas o primeiro tempo terminou no 0 x 0 mesmo.

Durante o intervalo a gente ouviu o som de bombas lá na torcida visitante – vimos a fumaça também. A PM, que barra as toucas de porco das mulheres, e, quando cisma, os seus batons também, deixou mesmo os marmanjos entrarem com bombas? Como assim? E será que todos os repórteres, que têm o dever de reportar, reportaram esse fato?

Veio o segundo tempo… e o Palmeiras continuava querendo jogo – os adversários também queriam, mas a marcação adiantada do Palmeiras dificultava o querer dos alvinegros.

Elias, o “trunfo” do adversário para a partida, e que não rendeu nada, foi substituído. Eu queria que o Cuca também desse uma mudada no time, para ficar mais acertadinho, pra sair o nosso gol.

E se não fosse uma defesaça do goleiro ‘itakera’, Alecsandro teria aberto o placar. Jesus cruzou pra ele, da esquerda, e, na cara do goleiro, Alecsandro bateu de primeira. O S.C.Itaquera foi salvo pelo reflexo do goleiro. Na bancada, não acreditávamos que aquele gol não tinha saído. A torcida cantava mais forte ainda…

Cuca tirou Robinho, que não estava muito bem, e chamou o Duduzinho. Aí sim, Cuca!

Os adversários tentavam, mas os parmeras estavam espertos. Tite, o “grande estrategista” gritava para os seus atacantes:Tira do Vítor Hugo! Se algum palmeirense errava qualquer coisa, lá estava o Mito  consertando tudo. Ah, esse “zagueiro de série B”…

Eu estava tranquila em relação ao desempenho do Palmeiras, mas aflita pelo gol que não saía. Nós tínhamos que ganhar! Lembrei do meu terço verde que estava na bolsa.

Com o terço na mão, rezando para que os parmeras tivessem sabedoria para conduzir a partida e calma para chegarem ao gol, eu olhei pra cima, por sobre o meu ombro esquerdo, e percebi que o céu do Pacaembu se dividira em dois tons de azul… tão lindo… Na hora não entendi…

E se eu esperava que algo muito bom acontecesse, quase caí dura de desgosto quando o juiz assinalou pênalti de Thiago Martins no jogador do time da Lava-jato. E logo o Thiago Martins, que estava jogando muito. Na hora, ali atrás do gol, achei que não foi – se fosse para o Palmeiras, não dariam nunca – e xinguei muito o juiz.

Olhei pro terço na minha mão e pensei: Como assim?

O Pacaembu gritava o nome do Prass… Olhei o Prass ali, imaginei ele imenso, do tamanho do gol, fechando tudo…  Decidi que não veria a cobrança. Olharia para o céu e esperaria a minha torcida gritar. Meu coração não parava de dizer: “Pega, Prass! Pega, Prass!”.

E então, o Pacaembu explodiu no grito da minha torcida e nos abraços todos que vieram depois! Prass, maravilhoso, pegara mais um. Só estando no estádio pra ver a reação dos torcedores, pra ver os olhos, o rosto de cada um, o que cada um trazia se estampava no rosto… que emoção meu Deus!

PQP, é o melhor goleiro do Brasil, Fernando Prass!! Olhando o Prass no campo, comemorando, olhando a sua camisa, eu entendi o céu divido em dois tons de azul…

E um minutinho depois, um minutinho mesmo, quando eu ainda chorava de alegria pelo pênalti defendido por Prass, um outro “gigante”, pequenino, nosso duende favorito, meteu fogo no jogo, no nosso grupo do Paulistão, na rivalidade e fez o Pacaembu vir abaixo.

Alecsandro tocou pro meio, na entrada da área, Zé Roberto, de costas cabeceou lá pra frente. E então, a bola alta foi descendo… Dudu, com “meio metro” de altura foi pra bola, Cássio, com “dois metros e meio” também foi… e adivinhem quem encobriu quem e guardou no gol? Ele mesmo, Duduzinho lindoooooooo!

Se alegria matasse, teríamos morrido todos ali, naquele momento, um minuto depois do Gigante Prass pegar o pênalti. Era muita emoção para apenas 70 segundos,  tempo entre a cobrança de pênalti e o gol de Dudu. Era impossível não gritarmos, não berrarmos, era impossível contermos a emoção, escondermos as lágrimas… Loucura total entre os parmeras.

Alfacio

Borboletácio  – ou seria Alfácio? – não achou nada, e Duduzinho, nosso gigante pequenino, subiu o quanto pode e, de cabeça, encobriu o goleiro e guardou – encobriu um outro jogador também, que caiu dentro do gol depois. Duduzinho saiu comemorando, com “chapéu” e tudo (lembra da história do chapéu?)…

Dizem que, na transmissão, ficaram contando os milímetros tentando achar um impedimento do Dudu. Na Band, onde o insandecido Neto levou uma do Edmundo, os caras cortaram até um jogador da imagem (e parece que entortaram a linha mais do que a perspectiva exigiria), pra mostrar um impedimento que, na verdade, não houve…

Não entendo de geometria, mas sei que, pelo ângulo em que vemos a imagem, ela tende sim a se afunilar um pouco na parte de cima, a parecer mais larga na parte de baixo. Repare nas listras do campo. Mesmo assim, não há dúvidas quanto à posição legal de Dudu…

Gol-Dudu-legítimo1

Gol-Dudu-legítimo2

E ainda bem que os itakeras já estavam classificados e “não estavam nem aí pro jogo”, né? Ainda bem que eles “não gostam de Paulistinhas, só de campeonatos maiores”… Contar os milímetros tentando achar um impedimento, que não houve, é muy significativo.

Depois do gol, o “grande estrategista” colocou Danilo em campo, muito provavelmente por… superstição. Mas, não deu certo. Se o S.C.Itaquera já não podia fazer muita coisa antes, depois do gol do Palmeiras é que ele não pôde mais mesmo. O Verdão se portou muito bem em campo, correu, lutou, desarmou, deu bicão quanto tinha que dar bicão, segurou… e saiu com a vitória, de novo.

E a torcida, ah, a torcida… feliz da vida, rouca, cansada da “batalha” , foi comemorar a freguesia!!

VALEU, PALMEIRAS, SEU LINDO! É SÓ FAZER O MESMO NO PRÓXIMO JOGO, TÁ?  😉

Ontem, durante a partida na qual o Palmeiras venceu o Rio Claro por 3 x 0, o nosso preparador físico, Osmar Feitosa, foi expulso por ter se utilizado de um dispositivo eletrônico de comunicação, um “ponto”, com microfone, recurso que não é permitido no futebol desde o início dos anos 2000.

Ponto-eletrônico-proibição

Estaria tudo ok se o juiz não tivesse se inteirado do fato de maneira um tanto quanto “mediúnica”…

Ele não viu o dispositivo eletrônico, ninguém da arbitragem viu. Quem viu foi Thiago Maranhão, um repórter de campo, que falou sobre isso durante a transmissão; a TV mostrou as imagens e, quase na mesma hora, o juiz teve um insight: “Acho que o preparador físico do Palmeiras está usando um ponto eletrônico. Vou lá imediatamente tomar providências”… Aham…

Então, já sabendo do fato (como sabia?), o árbitro foi até o banco – Osmar já não estava mais com o tal ponto. O árbitro falou com Osmar, depois, confirmou com o quarto árbitro e então expulsou o profissional do Palmeiras.

recurso-eletronico-Juizrecurso-eletronico-Juiz1

Quando o juiz vem direto e reto no Osmar, já sabendo do ponto, logo depois da TV ter falado sobre isso, ele nos mostra que foi avisado por alguém, confere?

Quando ele pergunta para o quarto árbitro, querendo uma confirmação, ele nos dá indícios de que não foi o quarto árbitro quem o avisou, correto (mesmo porque o quarto árbitro também não tinha visto)?

Bem… ele não viu, alguém o avisou logo que a TV mostrou e que o repórter falou sobre isso, e não foi o quarto árbitro…

Tão proibido quanto o uso de recurso eletrônico é a arbitragem se utilizar de imagens da TV, ou de informações de pessoas que não façam parte da arbitragem,  para apitar/conduzir uma partida. A Fifa não permite isso.

Já tivemos inúmeros casos de interferências vindas de fora das quatro linhas – lembra do gol anulado do Barcos? -, feitas por pessoas que nada tinham a ver com a arbitragem.

E ontem, todo mundo ficou com a impressão de que o repórter que trabalhava na transmissão teria avisado à arbitragem sobre o fato, e nem dá para se culpar muito as pessoas por pensarem assim, porque as coisas aconteceram quase na mesma hora, e também porque, não seria a primeira vez que uma presepada da imprensa  aconteceria; em outras situações já houve consulta até das imagens de TV,  de profissionais da imprensa que estavam no campo, já houve jornalista ligando pra tribunal pra “lembrá-lo” que um jogador poderia ser punido. Cachorro mordido de cobra…

E como esse tipo de interferência só acontece quando é para o Palmeiras ser prejudicado de alguma maneira, a torcida, que já conhece esse modus-operandi dos torcedores (rivais) profissionais de imprensa, ficou irada com o moço e ele foi criticado e xingado via Twitter.

A imprensinha, corporativista que é, correu defender o amigo de profissão – que garantiu não ter sido ele o informante -, mas ela esqueceu do mais óbvio, do mais pertinente à tarefa de um jornalista: investigar. Se não foi o repórter, quem então avisou ao árbitro sobre o ponto utilizado por Osmar Feitosa, e justo no momento em que o repórter falou sobre isso na transmissão? Essas perguntas a imprensa deixou de lado… mas algo ilícito aconteceu, e mais uma vez, e como sempre, num jogo do Palmeiras e com o Palmeiras.

Não pode usar rádio? Não pode. Ok. Não pode a arbitragem receber informação de fora? Não pode também. E por que só uma das infrações tem punição?

A mesma imprensa que costuma investigar e expor detalhes da vida privada de tantos atletas (e se cala sobre as propinas no Itaquerão – se calou quando a patrocinadora do time da Lava-jato foi descoberta sem CNPJ e, depois disso, sumiu do mapa), se omitiu agora, se esquivou de tentar descobrir qual foi a “mágica” para que o árbitro soubesse do “ponto”.

E tão “profissional” que é, achando um horror que o repórter fosse atacado nas mídias sociais,  passou ela, a imprensa, a “atacar”, a desmerecer torcedores, chamando-os de “primatas”, ignorantes, a falar sobre “honestidade”, a dizer que os palmeirenses “querem se valer de um recurso ilícito, justo num momento em que o país está sendo passado a limpo…), a desmerecer toda uma torcida…

recurso-eletrônico-setorista

A moça em questão é setorista do Palmeiras, e  precisa da audiência da torcida que “nem dá pra chamar de torcida”, veja só. (se matar garotinho na Bolívia, aí dá pra chamar de torcida, moça?).

Tenho certeza que deve ter torcedores que passaram das medidas nas reclamações, mas tenho certeza também que não foram todos os torcedores. No entanto,  jornalistas podem generalizar (tem até os que provocam os torcedores), os torcedores não? Bem ‘democrática’ essa postura, e “justo quando o país está sendo passado a limpo”, não é?

Querem descer para o play, mas não querem brincar os liMdos? Como assim, press?

O corporativismo distorce a nossa reclamação, como se reclamássemos da expulsão, e não da informação passada ao árbitro só quando é, e porque é, o Palmeiras.

E a questão principal se perde, a imprensa não dá luzes à ela: COMO FOI QUE O JUIZ RECEBEU A TAL INFORMAÇÃO PARA EXPULSAR OSMAR FEITOSA?

Reza a lenda, e já vi um ex-árbitro falando a respeito, que existe alguém ligado à arbitragem, que assistiria aos jogos na TV, fora do estádio e que passaria as informações. Isso não é permitido. Não sei se é verdade, mas, supondo que exista mesmo essa pessoa que assiste na TV, por que é que não há interferência em partidas de outros times? Por que nunca ninguém avisou aos árbitros da tonelada de penalidades máximas que eles, erradamente, deixaram de marcar no Brasileiro 2015, por exemplo? (Seria por isso que as infrações cometidas por certos times, ajudados pelo apito e pelos comentários e notícias da imprensinha, nunca são mostradas na mesma hora – demoram um tempão -, e às vezes, são escondidas, como se nunca tivessem existido, enquanto as do Palmeiras são repetidas à exaustão, e por todos os ângulos possíveis?).

Por que razão não veem/viram outros “pontos” eletrônicos, onde eles são/foram absurdamente expostos? Por que não há repórteres tão “escandalizados” com a utilização do recurso ilegal por outras pessoas, de outros clubes?

André Rizek, do SporTV – aquele mesmo, que ligou para o STJD para perguntar qual seria a punição cabível para Valdivia, por ele forçar um terceiro cartão amarelo, mas que não fez o mesmo semanas antes, quando Paulinho tinha forçado um terceiro cartão a pedido de Tite, fato amplamente divulgado na imprensa – falando sobre as reclamações dos torcedores com o repórter, disse que “a função do repórter é contar o que está acontecendo, é reportar o fato”. Ele está certo.

E sendo assim, por que ninguém reportou que o Tite estava “ouvindo música” durante uma partida?

Ponto-eletrônico-Tite

Também não teve ninguém que reportasse que o Dorival estava “escutando as cotações da Bolsa” enquanto trabalhava?

Ponto-eletrônico-Dorivalrecurso-eletrônico-Dorival

Por que será que ninguém se incomodou em reportar que Marcelo Oliveira usava um “radinho de pilha” durante uma partida?

recurso-eletrônico-MO1recurso-eletrônico-MO

Esses, um árbitro só não vê se não quiser. Mas nenhum árbitro viu, e nenhum repórter, que tem a obrigação de reportar, reportou…

E é  disso que a gente fala… por que só com o Palmeiras??

(Meus agradecimentos ao Arthur Carvalho por pesquisar,  encontrar e me passar as imagens. Grazie, caro.)

Na postagem anterior você leu sobre a preleção do Zé Roberto, assistiu ao vídeo e, aposto, se emocionou bastante.

Realmente, a preleção do Zé foi tão sensacional, que os torcedores profissionais de imprensa, os ditos “jornaleiros”,  e até jogadores adversários, ficaram incomodadíssimos com o que aconteceu (o que eles têm com isso, né?). E, do alto da falta de classe/ética/educação dos “rivaus”, e, como se algum deles tivesse alguma coisa a ver com o que acontece nos vestiários do Palmeiras, trataram logo de arranjar manchetes para desmerecê-la. Como essa, que você vê abaixo:

Zé-Roberto-preleção-despeito-Elias

Elias, helooooo, você joga em outro time, “liMda”, ooops, “liMdo”. O Palmeiras não lhe diz respeito.

E aí, a gente fica pensando: O que é que o jogador “itakera” (envolvido naqueles boatos de “esquindô-lelê e esquindô-lalá” nos vestiários da selenike) tem a ver com uma preleção feita no… Palmeiras? Nada, né? Então, por que é que ele não vai cuidar da vida dele?

Mas, bem que dizem que o peixe – gambá, nesse caso – morre pela boca… Ontem (04/02), dois dias depois dessa declaração idiota e despeitada do jogador “itakera”, num programa esportivo da TV apareceu o Tite fazendo discurso motivacional e convocando a torcida para o jogo da pré-Libertadores. Será que a semana deles não foi bem feita lá, e a motivação deles não veio durante o trabalho? Até o Denilson, na Band, pareceu contrariado e disse: “Quando é o Zé é desnecessário, inútil e que não funciona, quando é o Tite é maravilhoso e tem que fazer…”

Mas se  fosse só esse o imbecil da história (usar isso como pauta também é uma imbecilidade), nem valeria a postagem… Mas, ver jornalistas desmerecendo a preleção do Zé, ver um jornalista sendo extremamente grosseiro com ele, foi o fim da picada.

Zé Roberto foi convidado (eu disse “convidado“) para ir em um programa esportivo na Fox. E foi humilhado lá. Humilhado por Fabio Sormani, um jornalista meia boca (essa é a minha opinião sobre ele), que acabou tratando o jogador de maneira arrogante e presunçosa – Lembra até aquele caso do: “Você é juiz, mas não é Deus”.

Esse jornalista, que, reza a lenda, ousou dizer  um dia que Ademir da Guia foi um jogador comum, que disse (eu ouvi) que Valdivia não tinha nem cacoete de jogador de futebol (logo depois disso, o Mago ganhou a Bola de Prata), parecendo tentar apequenar o Zé e os demais jogadores do Palmeiras, que se sentiram tocados pela preleção, disse que não se sentiu emocionado com ela,  que ela foi pobre, foi brega, decepcionante, e que ele não entendia como alguém podia se emocionar com aquilo (até o Fred achou emocionante).

Perceba, um mero “jornaleiro”, achando que pode ser quantificador da emoção alheia, achando que ele pode determinar para outras pessoas com o que elas podem ou não se emocionar. Quanta presunção… E é óbvio que ele não se emocionou, afinal, ele é santista – santistas estão bravinhos com o Palmeiras pela contratação de Arouca e e Aranha.

Ele disse também, que o Zé e os jogadores possuíam intelecto limitado, ao contrário dele “jornaleiro” – existe algo mais desrespeitoso e arrogante para ser dito por um jornalista a um convidado (eu disse “convidado”) em seu programa? Pequeno, mesquinho… Se eu fosse diretor desse canal de TV, certamente o “intelectual” teria perdido o emprego. Cultura é bom, mas educação é melhor ainda, e não faz mal pra ninguém, não é?

Um jornalista se gabar de ser mais dotado intelectualmente do que jogadores de futebol (isso é inveja!?) já o desmerece terrivelmente, o apequena e o descredencia do termo “profissional”. No popular: Foi uma puta falta de educação! E não há intelecto que baste para alguém que não tem educação.

Ninguém quer ser convidado de um programa de TV para ser desrespeitado, ser humilhado. Sem contar que o “jornaleiro” desrespeitou também milhões de torcedores do Palmeiras. Se ele não consegue ser imparcial, talvez não devesse trabalhar nessa área… E, seja ele imparcial ou não, educação e hombridade são imprescindíveis.

O Zé ficou desapontado com tamanha grosseria, mas se manteve educado (e ‘matou o jornaleiro’ aí), disse que respeitava a opinião dele, no entanto, disse que suas palavras não foram para emocionar o ‘jornaleiro’ e tampouco a imprensa, foram para os jogadores do Palmeiras – mais ou menos isso.

No dia seguinte, acredito eu que em virtude da repercussão extremamente negativa que teve essa grosseria e falta de educação do “jornaleiro” para com o convidado do programa, ele se desculpou publicamente com o Zé Roberto, com a torcida do Palmeiras, e até com os companheiros de programa, pelo constrangimento causado. Menos mal, e isso era o mínimo que ele poderia fazer.

Mas, com desculpas ou não, o “papel já foi amassado, e,  se depender de mim, esse sujeito vai morrer de fome, porque a minha audiência ele nunca mais terá.

E só para você ter uma ideia, do quanto rola de má intenção por aqui, enquanto alguns torcedores-jornaleiros tupiniquins fazem de tudo para desmerecer a preleção do Zé, lá na Europa acharam que ela foi a melhor da história…

Zé-Roberto-preleção-primeiro-mundo

E na vizinhança do Brasil, o pessoal gostou também…

Zé-Roberto-preleção-AméricaDoSul

Não é fácil essa nossa vida de parmera, não? “Marias”, despeitadas por causa do ‘Mittos’; sardinhas, por causa do Arouca e do Aranha; gambás, por causa do Dudu, do Leandro, do Gabriel; bambis, por causa do Dudu, da Crefisa… e ainda por cima, tem a imprensinha, despeitada e cheia de “mimimi” por causa da preleção do Zé? 

HAJA SAL GROSSO!

Embedded image permalink

Estamos vivendo um início de temporada de sonhos… Sim, ver o Palmeiras jogar bola, de verdade, ver o Palmeiras com um elenco pra disputar títulos, ver o Palmeiras dando as cartas nas contratações, era o sonho de cada 12 entre 10 palmeirenses. Como não vivemos às custas do apito, não conquistamos títulos dessa maneira, muito pelo contrário, sabemos que o único caminho pra nós é o trabalho bem feito, é ter um bom elenco, é o time jogando muita bola. E por estarmos no caminho certo é que nos sentimos felizes e com o coração em paz.

A estreia no Paulistão não podia ter sido melhor, vitória tranquila, por 3 x 1, diante do Grêmio Osasco – que joga junto há uns dois anos -, conseguida com futebol ofensivo, veloz, de um time bastante renovado, que ainda não teve sequência e nem tempo de se entrosar. Imagine quando as peças todas se encaixarem, quando o time tiver Valdivia, Arouca, Dudu… Gabriel, nosso Jesus menino…?

O time do Osasco, com todo o respeito de uma osasquense, parecia o Palmeiras do ano passado, e não sabia nem de qual caminhão de mudança tinha caído. Só deu Palmeiras na partida – o primeiro tempo foi arrasador -, com um volume de jogo com o qual já estávamos desacostumados. E quanta desenvoltura dos nossos novos jogadores. O Allianz Parque era uma festá só.

E teve um golaço de Leandro; outro golaço, com matada no peito e bola no chão antes do chute, de Robinho; um gol esperto de Maikon “Blondie” Leite… um gol anulado de Cristaldo… uma partidaça do Allione (que Dorival deixava no banco em 2014)… jogadas lindas… passes precisos, velocidade, garra, jogadores bons de bola, raçudos (totalmente diferentes do jeitão “Uéslei” de ser, do nosso time do ano passado)… torcida cantando, e, por tudo isso, pudemos ter a certeza que o nosso Palmeiras mudou da água pro vinho.

Mas, algumas coisas não mudam… e o “mais do mesmo” se repete, campeonato após campeonato…

E, assim,  teve juiz assaltando o Palmeiras (não é porque ganhamos que vamos deixar de falar sobre isso), deixando de marcar muitas faltas, claras, a nosso favor; invertendo outras… deixando de marcar pênalti em Allione (isso não vai mudar nunca?)… parece até que é proposital para prejudicar o Palmeiras.

Teve os funcionários da rgt chamando o Allianz Parque de Arena Palmeiras, durante a transmissão (disseram na imprensa que isso é ordem de um diretor da rgt)… teve um “repórti” (da rgt, claro) tentando diminuir jogadores nas entrevistas de campo – o “profissional” foi perguntar para o Leandro como ele se sentia (algo assim) sabendo que a torcida prefere o Cristaldo. Pode?

Com tanta coisa pra perguntar, com o gol lindo que o jogador marcou, o “repórti” – torcedor do time que queria contratar Leandro e levou um chapéu do Palmeiras -, achou/inventou(?) algo para desmerecer o atleta, para fazê-lo sentir-se preterido pela torcida – o que não é verdade -, e tudo isso com aquela falta de talento e profissionalismo que lhe é peculiar (espera o Mago voltar, que ele te enquadra)…

Saímos confiantes no Palmeiras 2015, encantados com o trabalho do Mattos na montagem do time, com o belo futebol apresentado, com a qualidade dos novos jogadores, com a velocidade do ataque, com a entrega do time em campo. E todos falávamos a mesma  coisa: Que mudança!

Mas as coisas mudaram nos vestiários também. Foi lá que aconteceu uma coisa espetacular, antes mesmo do time subir para o campo… uma coisa da qual nenhum de nós – nem mesmo os ‘imprenseiros’ – tinha conhecimento…

Nenhum de nós tinha visto a preleção, histórica, que aquele jogador “em final de carreira”, “aposentado”, “velho”, de elenco de “série B”, havia feito…

O nosso querido Zé Roberto (Au, Au, Au, Zé Roberto é Animal), que corre, em meio tempo, mais do que o nosso 11 anterior vai correr nas duas próximas encarnações; que joga um bolão; que vale por dois de 20; que transpira profissionalismo e seriedade, que sabe o tamanho do Palmeiras e que respeita a sua grandeza , tal qual um general, levantou um exército…

Prepare o seu coração…

Maravilhoso, não é mesmo? Como diria Joelmir, só nós sabemos o que sentimos ao assistir a esse vídeo… só nós temos essa história, tão maravilhosa para se orgulhar…

É isso mesmo, meu amigo palestrino… em 2015, o Gigante e seu exército se levantaram.

E vamos à peleja!