As vitórias do Palmeiras deveriam valer 6 pontos cada… Pensa que é fácil jogar contra as arbitragens? Sem contar as vezes em que a “força-tarefa” da imprensa entra em ação…

Pintam e bordam com o Palmeiras…  Anulam gols legítimos seus, validam gols irregulares de seus adversários; dão penas exclusivas para jogadores palestrinos e não punem jogadores de outros times pelas mesmas infrações; não marcam as penalidades que sofremos; ignoram o jogo brusco em cima dos ‘parmeras’, mas consideram falta qualquer coisa que jogadores palmeirenses façam dentro de campo; distribuem cartões à vontade para os palmeirenses e os racionam para os seus adversários… perseguem nossos técnicos, que são expulsos e punidos por qualquer motivo, motivos que não servem de punição para técnico de nenhum outro time, e  a perseguição acaba assim que eles trocam de clube.

Cuca comemorou um gol dentro do campo e foi expulso; Tite fez o mesmo e nada aconteceu…

Cuca usou ponto (diz a imprensinha que usou), foi denunciado, julgado e pegou 2 jogos de gancho (seus auxiliares também), Tite fez o mesmo, Dorival, Marcelo Oliveira também fizeram, todo mundo viu, e nenhum deles foi denunciado, julgado ou punido – nem teve força-tarefa de repórter para que eles fossem pegos pelo STJD.

Cuca reclamou  da arbitragem – sozinho, não se  dirigiu ao árbitro – e foi expulso no jogo contra a Ponte Preta; o técnico do Grêmio, de dedo em riste na cara do juiz, reclamou até não querer mais na partida de ontem, no Pacaembu – pela TV todo mundo via e ouvia – e nada aconteceu…

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Parece que algumas regras só valem para o Palmeiras…

Marielson Alves Silva, o árbitro de Palmeiras x Grêmio – um mix de PCO, Sandro Meira Ricci, Carlos Eugênio Simon e tudo o que há/houve de pior na arbitragem -, abusou de garfar o Palmeiras. E descaradamente. Se dependesse da vontade dele e das circunstâncias que proporcionou (deixar nosso time uma pilha, amarelar vários jogadores nossos enquanto ignorava faltas desleais dos gremistas, validar gol impedido, ignorar penalidade sofrida por Jesus) teríamos saído derrotados do Pacaembu. Ficávamos com a impressão que ele tinha sido “sorteado” exatamente pra isso… e que dificultar para o Palmeiras era uma incumbência. Um verdadeiro ‘apito-inimigo’.

Todo Palmeiras x Grêmio é jogão, é pegado, tem atritos, bate-boca, é tenso, mas quando o juiz veste a camisa dos gaúchos fica ainda pior. Lembra o Henrique, na Copa do Brasil-2012, sendo expulso por ter levado um  soco na cara? O Barcos sendo pisado e xingado sem que o juiz fizesse qualquer coisa a respeito? O Valdivia levando um chute nas costas, na lateral de campo, com a bola em jogo muito longe dali? Então… só Deus sabe como foi difícil conseguirmos a vaga na final rumo ao título.

Meter a mão no Palmeiras é de praxe, é tranquilo, é favorável, nossos dirigentes nunca tomam providências – só os torcedores, “com mania de perseguição”, é que ficam revoltados.

Somos assaltados pelo apito em todas as situações, em tudo quanto é partida; contra times grandes, contra pequenos também; em amistoso, final de campeonato, fora de casa, em casa. Nenhum juiz é caseiro quando o mando é do Palmeiras (ser “caseiro” é usar dois livros de regras)… E o pior é que esses assaltos – que nos mandaram pra segunda divisão em 2012 – sempre encontram justificativas e justificadores na verborrágica imprensa esportiva… e nos cansamos de ler que foram “erros”, que era “lance interpretativo”, que “não acreditam em má fé”, que “a força não era desproporcional”, que “árbitros erram para os dois lados”, que “eu também não daria”, que “eu também marcaria”… tudo para fazer o torcedor “desver” o que ele viu.

Mas, Marielson Alves Silva, o árbitro dessa quinta-feira, abusou de “errar”, de “interpretar”,  de ignorar as faltas sofridas pelo Palmeiras, de não punir agressões sofridas por jogadores do Palmeiras, abusou de marcar qualquer coisa em favor dos gaúchos e de amarelar os de verde…. abusou de irritar os palmeirenses, de dentro e de fora de campo, abusou de permitir que um gol escandalosamente impedido fosse validado.

O interessante nisso tudo é que o tal Marielson Alves da Silva, que pertence ao grupo de árbitros da Bahia,  foi promovido pela CBF a aspirante FIFA. E isso foi em 10/05, não faz nem um mês.

O cara é promovido a aspirante Fifa e faz uma arbitragem dessa? Aham… Num jogo importante, entre o time que lidera(va) a competição e o maior campeão nacional, dois candidatos ao título? Ou a CBF é irresponsável em promover um árbitro fraco e incapaz como ele, ou ele tem capacidade sim, mas garfou o Verdão porque quis, ou, vai saber, porque quiseram que ele apitasse assim.

Os lances foram inúmeros, e a impressão que tínhamos era a de que ele viera incumbido de apitar daquele jeito, favorecendo o time visitante, que vinha com moral pro jogo, era líder da competição, sua defesa não tinha tomado nenhum gol ainda no campeonato.

O Palmeiras balançou a invicta rede dos gaúchos com um minutinho e meio de jogo, numa assistência linda de Dudu e finalização de Jesus, e aí nossos aborrecimentos começaram.. Alecsandro sofreu falta, e o juiz não marcou não marcou…

Geromel deu um coice em Jesus, e ficou por isso mesmo – Gabriel Jesus apanhou o jogo inteiro, e do time adversário inteiro (isso acontece em  todos os jogos).

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Jesus foi agarrado – acabou derrubado -, o juiz marcou só a falta, até aí, estaria ok, porém, mais tarde, Matheus Sales seguraria um gremista, e aí o juiz mostraria o amarelo pra ele. No final do segundo tempo, Fabrício também levaria um amarelo por tentar retardar um adversário…

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Dudu sofreu falta clara, foi empurrado na linha lateral e jogado pra fora de campo, na frente do bandeira, e nem bandeira nem juiz marcaram a falta. Uns segundinhos depois, o juiz assinalou uma falta de Dudu, e Dudu, que tinha acabado de sofrer uma falta não marcada, reclamou, com razão, e o juiz… deu amarelo pra ele. Para os burros da CBF, apanhar, tá liberado… reclamar é que é infração.

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O árbitro fazia o que bem entendia… Veja as imagens abaixo e tente adivinhar o que o “aspirante Fifa” (tá de sacanagem CBF?) marcou…

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Marielson Alves Silva, o “promovido pela CBF”, marcou falta do Tche Tche(!!??!!). Pode??? Ele foi pisado, agredido; Maicon nem lembrou da bola e só visou a perna do palmeirense, e tinha que ter levado vermelho, mas o “aspirante Fifa” marcou falta da vítima e não do infrator.

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E não pense que ele se equivocou porque não viu o lance, ou porque teve a visão encoberta… na na ni na não… Ele viu sim, e como viu.

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E, mesmo tendo visto,  ele resolveu ignorar a agressão, não expulsar Maicon, e inverter a falta… Por que será?

Apesar de todas essas ‘delicadezas’ em campo, o Grêmio levou o primeiro amarelo só aos 40′ de jogo, Dudu e Matheus Sales já tinham sido amarelados.

Jesus levou uma cabeçada de Geromel… e a coisa continuava “tranquila e favorável” para o gremista.

O juiz deu 4 minutos de acréscimo – boa parte deles por causa dos sinalizadores usados pela torcida gaúcha. E não é que ele validou um gol do Grêmio, em indiscutível impedimento de Bressan (tanto juiz quanto bandeira tinham visão do lance), e aos 49:22 min, além do tempo estipulado??

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Fomos com um empate para o intervalo graças ao árbitro. O Grêmio tem um bom time e, no segundo tempo, acabou virando o jogo, graças a um vacilo nosso – tivesse acabado assim o jogo, na conta de quem ficaria a nossa derrota? Na do “aspirante Fifa”, na de quem o “sorteou”, na da CBF?

Mas o Palmeiras, logo a seguir, com um golaço de Roger Guedes, deixou tudo igual. Jesus sofreu pênalti de Geromel na jogada, e o juiz não marcou nada (será que esse Geromel é parente do juiz? Teve alvará pra bater nos jogadores do Palmeiras). Por sorte, a bola ficou com o Roger Guedes que, de puxeta, fez um gol maravilhoso, mas a penalidade aconteceu antes, e o juiz não marcou.

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Geromel, que já tinha cometido várias faltas duras, só aos 26′  do segundo tempo é que recebeu amarelo, depois de mais uma falta dura em Jesus.

Pra atrapalhar o juiz, o Palmeiras  tinha muito mais presença ofensiva, era muito mais perigoso; Dudu cobrou escanteio, Vítor Hugo apareceu na área, subindo lá no 8º andar e, de cabeça, mandou um míssil pra rede do Grêmio e virou o jogo.

O jogo era tenso… o mesmo juiz que parara um ataque do Palmeiras para atender um gremista caído, não parou quando era Moisés quem estava no chão, e o Grêmio também não quis saber de fair-play,  isso revoltou Prass e seus companheiros e o tempo fechou entre os boleiros.

Lincoln deu um carrinho criminoso, por trás, em Roger Guedes, e o juiz só amarelou…

Dudu cobrou falta e, na sua terceira assistência do jogo, colocou na cabeça de Thiago Santos para fazer o quarto do Verdão.

O Grêmio descontou aos 45’… mas a noite era esmeraldina e o Palmeiras, que jogou muita bola, e foi bem melhor que o Grêmio, saiu com a vitória…

O árbitro (tchuuupa, juiz), que já tinha precisado da proteção da polícia no intervalo, ficou ali no campo,  protegido mais uma vez, e com aquela cara de tacho de quem apitou dois tempos em favor de um time.

Onde isso vai parar, eu não sei. Mas sei que nem todas as vezes, vamos conseguir superar o apito, e ninguém se responsabilizará pelo prejuízo que possamos ter. A  diretoria do Palmeiras precisa ficar bem esperta. Esse Palmeiras, de Cuca, tem tudo pra ser campeão.

Sábado à noite… quase 30 mil pessoas no Pacaembu… Palmeiras x Grêmio  – o time grande, do técnico “isso” “aquilo” (ultrapassado?); do mimimi “Barcos vendido” pra lá, mimimi “Barcos vendido” pra cá… um time do G4…

Uma festa linda, em verde-e-branco… Uma balada de sábado à noite só para palestrinos…

Fiquei pasma ao ouvir a torcida gritar: “Não é mole não, o Felipão afundou a Seleção”. Gritei também; virou adversário é assim mesmo.

O jogo mal tinha começado, e vimos João Pedro descer pela direita e cruzar pra área, o Mago fazer um corta-luz sensacional (nem a Eletropaulo corta luz tão bem quanto ele), e Cristaldo, na cara do gol, chutar por cima. Deus do céu! levantou a bancada toda! Era Dia de Palmeiras mesmo!

Na TV (eu vi depois), o comentarista (Mr. Magoo, é você?) nem viu que foi Cristaldo quem chutou, e meteu o pau no Henrique – ele só se daria conta do engano 15 minutos depois.

E então, a nossa festiva e alegre torcida começou a ver a partida tomar uns rumos estranhos… Felipão, com a sua tática ultrapassada, colocara o time em campo para quebrar os palmeirenses, Valdivia principalmente. E a arbitragem lhe concedia alvará.

E se tivesse dependido da arbitragem, o Grêmio teria vencido – isso é muito sério, e tem acontecido muitas vezes com o Palmeiras ao longo deste campeonato.

Sandro Meira Ricci deixou o Grêmio abusar da violência. Demorou para expulsar Barcos, deixou de expulsar o violento Fellipe Bastos, deixou de expulsar (por que não?) Pará, que agrediu Cristaldo, deixou de assinalar o braço na bola, dentro da área, de Geromel… e, no comecinho da segunda etapa inventou uma penalidade para o Grêmio. Jogou pouco o juiz, né? E ao final da partida, pasme, os jogadores do Grêmio e até a imprensinha, sairiam falando que o Palmeiras tinha sido beneficiado… só se foi pelos gols de Mouche e João Pedro.

Vejamos…

Com 8′, Fellipe Bastos atingiu Valdivia, por trás, na cara do juiz, e nada de cartão. E já era a segunda pegada desleal que ele dava no Mago. O juiz só advertiu o jogador (imagina se fosse o contrário?). Trinta segundos depois, o mesmo Fellipe Bastos faria uma outra falta, dura, dessa vez, em Victor Luís. E só então o juiz lhe deu amarelo. Graças a Sandro Meira Ricci, o jogador do Grêmio já estava no lucro, assim como o seu time. O narrador ria e dizia: “ele não perde a viagem”, “já gastou todas as fichas com o Sandro Meira Ricci”; o comentarista, de pronto, disse que “o cartão foi merecido”. E não tinha como não ser, né? Duas faltas desleais, no intervalo de 30 segundos…

A torcida via o Palmeiras buscar o gol, jogar melhor no meio campo, mas o Grêmio queria bater, e o juiz deixava. Jogada do Palmeiras  na entrada da área, Henrique foi obstruído por Pará, e Sandro Meira Ricci nada marcou; “Mr. Magoo”, o comentarista, disse que não foi nada. Vai vendo… e tínhamos só 10′ de jogo…

Lúcio e Barcos se estranham,  batem boca, e os dois levam cartão amarelo.

Jogo pegado, o Palmeiras melhor, a torcida fazendo um barulho danado, jogando com o time…

Cristaldo foi agredido por Pará, e o juizão… nada! Na TV diriam que foi enrosca-enrosca (toma vergonha, imprensinha!)… veja na imagem abaixo, como o Pará se esticou todo, pra “se enroscar” no Cristaldo. Poderia um palmeirense se “enroscar” assim com um adversário, sem ser expulso? No Pacaembu a torcida ia à loucura com a arbitragem tão favorável ao Grêmio.

Pará-agressão

Mas, se você ler as notícias, nem saberá que Pará agrediu Cristaldo.

Pará-erra-o-drible

Valdivia, caçado em campo, apanhava de tudo quanto era jeito, Outros palmeirenses também sofriam faltas duras. Felipão ainda não aprendeu que isso não funciona mais…

O Verdão fazia boas jogadas… Valdivia com Cristaldo; Wesley arriscando de longe e a bola passando pertinho… João Pedro cruzando com perfeição e Cristaldo quase guardando de cabeça… A torcida, apesar de furiosa com Sandro Meira Ricci, que liberara as pancadas gremistas, gostava do Palmeiras que via, e não parava de cantar. Lindo demais!

Fellipe Bastos continuava batendo impunemente. Deu uma pegada criminosa em Valdivia (chutou a canela direita do Mago e deu uma joelhada na coxa esquerda, tirando o jogador do chão) e o juiz só marcou a falta. Já era a quarta dele  no Mago. “Mr. Magoo” diria que o juiz não expulsou Fellipe Bastos nesse lance, porque ele exagerara no amarelo dado anteriormente ao jogador do Grêmio. Como assim, Mr. Magoo, você não tinha dito que o cartão foi merecido? Exagero é um jogador tão violento ficar em campo. A imprensinha sendo condescendente com a pancadaria do Grêmio, aliviando pro brucutu Fellipe Bastos, e legitimando a péssima arbitragem de Sandro Meira Ricci, que deixava o Fellipe Bastos bater à vontade, mas já tinha amarelado Valdivia por reclamar das botinadas.

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Em meio à pancadaria, o Palmeiras jogava futebol. Victor Luís cobrou falta… e a bola tirou tinta da trave! O gol palestrino era questão de tempo…

Felipão, vendo que Fellipe Bastos exagerava na violência, e que talvez a cumplicidade do árbitro não durasse pra sempre, acabou tirando o “açougueiro” de campo aos 28’… do primeiro tempo!!! Até Felipão achava que ele estava merecendo ser expulso, menos a arbitragem, o narrador e o “Mr. Magoo”.

E se não tem tu, vai tu mesmo… Saiu o açougueiro, ficou o mecânico. Ramiro acertou Valdivia, por trás, pra estourar seu tornozelo (e o juizão vendo tudo e fazendo nada) – desse jeito, o Mago vai ter que trazer um fisioterapeuta de Júpiter, porque só o de Cuba não vai dar conta.

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É criminoso o que fazem com Valdivia em campo, e mais criminoso ainda é ter comentaristas que justificam às caçadas ao Mago, as agressões, dizendo que ele se joga, que provoca. Provoca como, com a beleza do seu futebol? Fosse hoje, diriam que Garrincha deveria entrar na porrada? Que era folgado, que provocava? Neymar merece ser quebrado em campo? O futebol arte de Valdivia, parado na botinada, e com o consentimento dos árbitros; o futebol arte indignando os “profissionais” de imprensa… Mas não é aqui o País do Futebol? E ter talento é crime agora? Se o talentoso jogar no Palmeiras, é crime sim. E inafiançável!

Barcos, que já tinha amarelo, fez uma falta feia em Tobio, e o juiz, que tinha que ter expulsado o milongueiro nesse lance, deixou passar – os árbitros nunca são “tolerantes ” assim com os palmeirenses. Por que será? Na transmissão da TV, sem criticar a deslealdade de Barcos, “Mr. Magoo” diria apenas que “era duelo de argentinos”. E, por isso, um dos argentinos pode quebrar o outro?

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E a torcida, enfurecida, gritando “Ei, juiz, vai ….”, constatava que o “modus operandi” da arbitragem contribuía para o Palmeiras ser minado nas suas forças e para o adversário se encher de gás – essa dinâmica tem se repetido em quase todas as partidas do Verdão. A gente quase morria de raiva na bancada. Na TV, “Mr. Magoo”,  afirmou que Barcos deixou o pé, e depois disse que ele atingiu meio sem querer. Quem deixa o pé, deixa porque quer deixar, né?

Logo em seguida, num ataque do Palmeiras, Geromel deu um carrinho em Victor Luís, na linha de fundo, e a bola foi interceptada pelo seu braço. O juiz não marcou nada. O “poste” de linha de fundo nada viu (quando é para desmarcar penalidades do Palmeiras eles veem até o que não viram); O comentarista disse que não foi nada, que para dar carrinho o jogador tem que por a mão no chão mesmo (Mas parou a bola, né?).

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No último minuto, Henrique, de cabeça achou o ângulo, mas o goleiro conseguiu espalmar.

No futebol, o Grêmio, do G4, não dava nem pro cheiro mas a arbitragem o ajudava demais. Nosso coração jogava com o Verdão e tentava ficar imune à raiva que o árbitro nos fazia sentir.

No começo da segunda etapa, o Palmeiras veio pra cima, e o Grêmio tratava de se defender . Mas, aos 8′, o juiz, o mesmo que nada vira no toque de Geromel, achou uma bola no braço de Valdivia e marcou pênalti.

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O comentarista disse que era pênalti claro, que “Valdivia foi imprudente”, “subiu com braços abertos, o que ele vai fazer com braços abertos?” (Será que o comentarista consegue saltar, pegar impulsão para sair do chão sem abrir os braços, sem usá-los para impulso e equilíbrio? Percebe a diferença do comentário que inocentou Geromel, e do que incrimina Valdivia?) Comentário venenosinho… Barcos, que nem deveria estar mais em campo, desde quando atingira Tobio, cobrou a penalidade e abriu o placar, e acho que só não foi comemorar com o juiz porque ficaria chato.

Em desvantagem, o Palmeiras, mesmo jogando mais que o Grêmio, teria que superar a violência do time do sul e a arbitragem, pra lá de tendenciosa, se não quisesse sair derrotado.

Juninho mandou a bola na área, mas o zagueiro mandou pela linha de fundo; escanteio cobrado por Victor Luís, e Valdivia quase faz de cabeça…

Barcos deu uma pegada desleal em Cristaldo (Cristaldo anda apanhando bastante também), na lateral do campo, e foi tardia e merecidamente expulso. O melhor de tudo foi vê-lo saindo de campo, sendo devidamente “homenageado” pela parmerada toda: Ei, Barcos, vai …..!!! Tchuuuuupa, Tamoxunto!

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Barcos-expulso

 

Aos 20′, Dorival sacou Juninho para a entrada de Mouche…

Aos 22′, Mouche incendiava o Pacaembu… Na cobrança de falta, o Mago (que partida fazia El Capitán) levantou a bola na área, Henrique tocou, e o predestinado Mouche, encobrindo todo mundo, guardou!! Tchuuupa, juiz!

Que emoção, meu Deus! A torcida, enlouquecida de alegria, via o Mouche, mais enlouquecido ainda, sumir no abraço dos seus companheiros. Na bancada. todo mundo se abraçava também. Poucas coisas na vida são tão redentoras quanto gritar um gol do seu time. Eu não conseguia conter a emoção, as lágrimas, deliciosas, vinham comemorar o gol também.

O Pacaembu inteiro – até o Grêmio – sabia que o Palmeiras ia buscar a vitória, o Pacaembu inteiro sentia que, comandado por Valdivia, protegido por Prass, e no empenho do time todo, o Palmeiras que víamos ali, tinha a alma daquele nosso Palmeiras, tão amado e conhecido, e com o qual tanto sonhamos nesses tempos difíceis.

Seis minutos depois do gol, um passe “daqueles” do Mago, encontrou Mouche na área, e ele quase fez o segundo…

E se o Pacaembu ‘ardia em chamas’ desde os 22′, o garoto João Pedro faria o estádio explodir aos 29’… nossa criança, de 17 aninhos, e futebol de 27, pegou uma sobra fora da área, dominou, avançou com a bola, driblou o adversário e, ainda de fora da área, meteu a bola na rede do Grêmio, no cantinho do goleiro, e decidiu a partida. GOD BLESS THE CHILDREN!!

Pode acabar juiz, pode roubar (mais) também se quiser, hoje, ninguém tira esses três pontos do meu time!

O Palmeiras comandava a partida, tocava a bola…

Valdivia desceu pela esquerda, cruzou fechado, e o goleiro precisou de dois tempos pra defender… Valdivia dominou a bola na linha de fundo, parecia segurar o jogo, mas  entrou na área e encheu o pé, a bola desviou no zagueiro e quase sai o terceiro. Dá-lhe, Mago!!

O tal Ramiro (o cara-de-pau sairia reclamando do juiz ao final do jogo), que já tinha dado uma pegada desleal em Valdivia, levou um chute no vácuo e desceu o sarrafo nele, e só então, quando deveria estar recebendo o segundo amarelo, foi que levou o primeiro. O estádio (quase) inteiro gritava: Eô, Eô, o Valdivia é um terror!! E o Mago foi ovacionado, de novo, quando deu lugar à Bernardo.

E então, o juiz (desistiu) encerrou a partida. Uma partidaça do Palmeiras. Uma partida (mais uma) em que ele teve que vencer o time adversário e o time do apito e das bandeiras…

A torcida, com sorrisos enormes, aplaudia o Palmeiras, comemorava feliz, saía cantando. E o Imortal… ah, esse estava mortinho da Silva…

VALEU, PALMEIRAS!

“Eh, ôô, vida de ganado, pueblo marcado… ê… pueblo feliz” 

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Um jogador, “muy amigo” nosso, que foi para o Sul atrás de visibilidade e, praticamente, sumiu por lá, agora vê que até mesmo o salário anda sumindo (verdade seja dita, nossa péssima diretoria anterior “queimou” o dinheiro do clube e também atrasou seus salários). O Grêmio gastou muito dinheiro na montagem do time, que começou a ser feita pelo “pofexô e engenheiro de pojetos” Luxemburgo (graças a Deus o Palmeiras não o quis), acabou não ganhando nada, e agora se vê com dificuldades para pagar os salários. Isso acontece, mas não deveria – essa história de gastar mais do que pode, não garante títulos e, quando eles não vêm, a coisa começa a desandar.

O próprio Barcos, nosso “muy amigo”, admitiu que há atraso:

“O grupo teve reunião com a diretoria sobre esse tema. Aqui tem 30 ou 40 profissionais que trabalham com esta situação. O Grêmio é um clube que, historicamente, nunca teve problema. Hoje está passando por uma dificuldade. Seria injusto da nossa parte, nós temos que abraçar. Está atrasado sim, mas o grupo acredita no clube. Eles vão nos dar por escrito uma garantia. O primeiro dinheiro que entrar será dos funcionários com salários atrasados e depois para os jogadores.”

Reparem que “Está atrasado sim, mas o grupo acredita no clube. Eles vão nos dar por escrito uma garantia”. Isso é que é acreditar no clube! O grupo acredita, mas vai querer a garantia por escrito…

Dureza, hein Tamoxunto?

Sumiram os gols, a visibilidade, as convocações pra seleção e, agora, até o salário…

Mas não liga, não, cara. TAMOXUNTO!  

Esperei terminar a rodada para publicar e terminar esse texto, pois eu acreditava que a imprensinha seria surpreendida, e mais gente, além do Palmeiras e do adiantadamente desclassificado São Paulo,  acabaria tendo que ver a Libertadores no sofá… Mas não imaginei que teria que fazer dois textos em um…

– PRIMEIRA PARTE

Na terça-feira, no Pacaembu, a gente, que já tava com medo de ter que encarar o Galo na rodada seguinte (torcedores são assim), teve que encarar um frango… tão indigesto, que desarranjou o time todo. Depois dele, a história do jogo mudou… pelo menos, no primeiro tempo.

Claro, que é muita leviandade e injustiça culpar um único jogador quando se tem mais dez em campo; claro que, se Bruno falhou feio naquele lance, e falhou mesmo – até agora não entendi como ele conseguiu tomar aquele gol – nossa zaga falhou antes que o mexicano chutasse a bola que Bruno aceitou; claro, que Henrique também falhou na jogada do segundo gol do Tijuana – dar rebote pro meio da área, não pode  -; claro, que, jogando o tempo todo de costas pro gol,  Kleber teria muita dificuldade para mandar alguma bola na rede; claro, que as faltas, cobradas  horrivelmente por Souza – por que o Ayrton, que mandara uma na trave, não continuou cobrando depois? -, também nos atrapalharam; claro, que todos aqueles passes errados do Palmeiras estão na conta dessa derrota; claro que a falta de raciocínio rápido de nossos jogadores, em jogadas na cara do gol, também ajudaram a trazer a desclassificação… claro, que se o Ronny estivesse no banco, poderia ter entrado no time; claro, muito claro, que as arbitragens no México e em São Paulo foram decisivas, e, praticamente, “escolheram” o time a ir para a outra fase; então, é obvio que o Bruno não pode ser responsável pelo desempenho ruim do Palmeiras e, muito menos, pela desclassificação. Isso é mérito de um monte de gente…

Mas, é claro… que o nosso mundo ficou escuro…

Até imaginávamos que, mais cedo ou mais tarde, nossa participação na competição seria abreviada… mas estava tão gostoso desafiar a Lei das Probabilidades, e nenhum daqueles milhares de torcedores, que entraram tão felizes no Pacaembu, imaginava que seria naquela noite. E o pior de tudo é sabermos que o outro time não foi superior às nossas maiores possibilidades, muito pelo contrário, o time do Tijuana é horroroso, e fomos nós que ficamos aquém das nossas menores possibilidades.

Apesar de não termos saído com a vitória do México graças à uma garfada da arbitragem, a partida aqui nos era favorável e já tínhamos mandado até uma bola na trave. O Tijuana não jogava p…. nenhuma, e, às vezes, tinha os seus onze jogadores dentro da área, defendendo. Mas o Palmeiras não conseguia furar a retranca mexicana.  Além disso, o Tijuana fazia muitas faltas, algumas bastante violentas, fazia uma cera absurda, que ia muito além do que chamamos ‘catimba’, e o juiz, que tem a obrigação de coibir esse tipo de coisa, nada fazia.

Mas o fato é que aquele  frango que Bruno tomou – senti tanta pena dele por isso -, acabou com o moral do time, deixou todo mundo meio perdido, inclusive a torcida. Ninguém contava com aquele gol, acho que nem mesmo os mexicanos. Até agora não entendemos como uma bola, fraquinha, ‘facinha’, que parecia já estar nas mãos do goleiro, acabou entrando no gol. Que cacetada! Com o gol tomado, teríamos que fazer dois. E tudo mudou a partir dali…

Mas, ainda assim, nada desculpa o fato de termos ficado tão desestabilizados diante de um adversário tão ridículo. Com frango ou não, era para termos assimilado o golpe, ido pra cima dos mexicanos  e aproveitado o tempo que restava, que era muito. Mas a primeira etapa foi irritante, pela cera exagerada; pelo  nosso time, atordoado; pela arbitragem, parcial,  que encerrou o primeiro tempo quando o Palmeiras tinha um escanteio a ser cobrado; arbitragem que, mais tarde, ia fazer coisa pior…

Durante o intervalo, os torcedores já tinham olhos pisados, já evitavam encarar uns aos outros… Era uma sensação tão ruim a que eu tinha comigo e eu não conseguia aliviar aquele peso no coração…

Foi então, que vi o goleiro Bruno voltando do intervalo, sozinho, antes do time… E enquanto ele caminhava pelo gramado, de cabeça erguida, em direção ao gol das arquibancadas, em direção à torcida, desapontada por uma falha sua, o peso no meu coração se transformou em lágrimas. Era triste pelo que tinha nos acontecido, triste pelo Bruno, que, até ali, devia estar se sentindo o responsável pela desclassificação do seu time de coração. Era injusto pra ele e pra nós, mas, por outro lado, aquela atitude do Bruno me pareceu linda, de uma grandeza tocante; grandeza, tão peculiar aos palmeirenses.

Acho que eu não teria tido a coragem dele. A torcida entendeu o que aquilo representava, ou então, apenas tentava lhe incentivar para o segundo tempo, mas o fato é que ela gritou seu nome, lhe deu o seu apoio. Eu só conseguia chorar…

No segundo tempo, o Palmeiras voltou com Souza em lugar de Wesley; já o Tijuana voltou com a caixa de ferramentas mais aberta ainda e fazendo cera escandalosamente. Se o piso do Pacaembu fosse de madeira, teria ficado brilhando com tanta cera. O juiz, que já poderia ter expulsado uns dois mexicanos, se contentava apenas em amarelá-los. A torcida, por sua vez, ‘voltou’ cheia de esperanças.

Mas uma falha de Henrique (grandes zagueiros também falham), que rebateu uma bola para o meio da área, facilitou o segundo gol mexicano e chacoalhou as nossas estruturas. Se com 1 x 0 já era difícil… Os torcedores, incrédulos, se olhavam como a se perguntar: O que é isso que estamos vendo?

O Palmeiras procurava a reação e quase marcou com Henrique (ele tava no ataque!), minutos depois, aos 16′, o jogador mexicano colocou a mão na bola dentro da área e o juiz marcou o pênalti.

Confesso que não vi a cobrança, fiz a mesma coisa da final da Copa do Brasil, quando Valdivia ia cobrar a penalidade. Com o coração apertado, olhei pra cima e fiquei só esperando a torcida gritar, rezando para que ela gritasse…e ela explodiu em alegria! O Tijuana sentiu o gol,  o Verdão ainda tinha tempo suficiente para buscar o empate e  até a virada. A alegria voltava, a torcida inflamava! Meu coração queria tanto acreditar, que acreditava!

Três minutos depois, a história da partida teria mudado completamente. Kleber recebeu cruzamento na marca do pênalti e cabeceou para o gol. Era o empate do Palmeiras, o segundo gol em 3 minutos, e ainda faltavam 20 para fazermos o terceiro. Era a festa no coração do torcedor! Que alegria imensa a gente sentiu naquela pequena fração de tempo em que a bola tocou a rede… O Tijuana, que já não passava mais do meio de campo, não iria aguentar. Mas, acreditem, a arbitragem, alegando impedimento, QUE NÃO EXISTIU, anulou o gol do Palmeiras, minou a nossa chance de reagir, interferiu no resultado da partida, como já havia acontecido no México. E o jogo acabou 2 x 1 pros mexicanos, e eles ficaram com a vaga. Mais uma vez, o apito tinha um papel importantíssimo num mau resultado do Palmeiras.

Pretendia incluir os resultados dos jogos dos dois dias seguintes e terminar o texto aqui. Mas não fui capaz de deixar tantas coisas por dizer…

– SEGUNDA PARTE – LA JUSTICIA ES AMARILLA

Naquela noite de terça-feira, e durante o dia seguinte, todo mundo (jornais, rádio e TV) só falava na desclassificação do Palmeiras, que, segundo a imprensa se devia à falha de Bruno. Ninguém, MAS NINGUÉM MESMO, atribuía a desclassificação do Verdão aos dois grandes prejuízos que as arbitragens lhe impuseram na partida do México e na de São Paulo. “Libertadores é isso”, diziam alguns.

Na noite de quarta-feira, o time que a mídia considerava favorito ao título, aquele, que conseguiu mudar o árbitro que tinha sido escalado para a partida, e agora reclama dele, se estrepou diante do Boca, fechando a conta dos clubes paulistas fora da Libertadores. Bambis e gambás saíram na mesma fase que o time da segunda divisão, mas que coisa, hein?  O Corinthians, dono do Apito-amigo por uso capião, e que tomou um golaço de Riquelme numa falha do adiantado Cássio (valeu, hermano!), teve um pênalti a seu favor, não marcado, e um gol legítimo anulado – isso não te lembra algo, não te lembra uma uma outra disputa às quartas-de-final no dia anterior? Mas a do dia anterior, todo mundo esqueceu, a imprensa “não viu”, as TVs não mostravam mais, só os lunáticos palmeirenses é que se lembravam dela.

E foi um escarcéu porque os gambás foram prejudicados! Prejudicados uma vez entre ‘trocentas’ em que são ajudados! A Rede Globo, esquecida dos muitos campeonatos que o Corinthians já ganhou no apito, “esquecida” da lavagem de dinheiro que comprou o Brasileirão de 2005, esquecida do Castrilli, do Dulcídio, do Rui Rei, das escutas telefônicas, das últimas colocações nos campeonatos e os arranjos para permanecer na série A, do tira-teima editado, do Márcio Rezende de Freitas, do Simon, do PCO e tantos outros… esquecida do ex-árbitro Gutemberg, que acusou a Comissão de Arbitragem de induzir os árbitros ao favorecimento aos gambás…  A Globo, esquecida de tudo, até mesmo da ética e da conduta jornalística isenta, esqueceu também para qual time fora criada a expressão “apito-amigo” e porquê… e alçou o time à condição de vítima única das arbitragens no país e o juiz, Amarilla, à condição de vilão (como pode o Corinthians brigar com um árbitro, se, há muitos anos, têm sido os árbitros os seus melhores jogadores?)

A Vênus Platinada ficou tão indignada, que, enquanto mostrava imagens da torcida, tão ‘ordeira’, dentro do estádio (para uma TV que levanta bandeiras contra o preconceito, é estranho que sejam feitas tomadas só de torcedores brancos), “esquecia” de mostrar as brigas e selvagerias da torcida corintiana do lado de fora do Pacaembu – ela simplesmente fez que não aconteceu. Não fosse a Record mostrar, ninguém saberia que elas existiram, porque a Globo  escondeu as brigas, como esconde os erros de arbitragem sofridos pelo Palmeiras, por exemplo – os lances somem dos vídeos.   Ela manipula a informação de acordo com os seus interesses e só mostra aquilo que ela quer mostrar. Divide uma verdade ao meio, ou em muitas outras partes e apresenta ao telespectador a que melhor lhe convier.

Ao final do jogo, enquanto a Globo te mostrava isso…

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… ela deixava de te informar que, lá fora, na praça em frente aos portões de entrada do Pacaembu, acontecia isso:

GambáEliminado-briga-BlogClorofila

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E foi um festival de informação sobre todas as “celebridades” que se ‘sentiam insultadas’ com o que tinha sido feito ao pobre time do BolsaApito. Só não foram pedir o apoio e um depoimento do Papa sobre o “escândalo da arbitragem”, porque ele é argentino.

E qual a diferença dos erros que prejudicaram o Corinthians e dos que prejudicaram o Palmeiras, ou dos que prejudicam tantos outros clubes? Resposta: A HIPOCRISIA DA MÍDIA!

Confira o pênalti que possibilitaria ao Palmeiras sair com a vitória do México e jogar por um empate em São Paulo:

Confira o impedimento sem-vergonha, mandrake, que impediu o Palmeiras de empatar a partida, três minutos depois de ter feito o seu primeiro gol; que impediu o Palmeiras de jogar os 20 minutos restantes, com mais tranquilidade, contra um adversário já encolhido, com a sua torcida inflamada, e com amplas possibilidades de marcar o terceiro e até o quarto gol, suplantando assim, o prejuízo no apito, que tivera lá no México.

Kleber, que fez o gol, está atrás do defensor do Tijuana, e nunca esteve impedido, e Henrique, que está mais à frente, EM MOMENTO ALGUM PARTICIPOU DA JOGADA. Além disso, NÃO HAVIA NADA QUE IMPEDISSE O BANDEIRINHA DE VER QUE NÃO HAVIA IMPEDIMENTO. Ele não viu porque NÃO QUIS VER!

ImpedimentoMalMarcado-Kleber

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E NENHUMA REDE GLOBO FEZ ESCÂNDALO POR ISSO! Não houve cartinha da Brahma… Não houve o SBT levando ao ar um editorial (vejam só!) para dizer que a Libertadores tinha sido manchada, fazendo um desagravo à Conmebol em favor da “nação gambá”; não houve o Sportv mostrando a partida e os erros da arbitragem, durante uma tarde inteira…

Não houve dirigente dizendo que o juiz estava encomendado, que precisava levar uns tapas na cara. Belluzzo, em 2009, pegou um gancho enorme por chamar Simon de safado. Agora chamam o juiz de Corinthians e Boca de desonesto, (quem aceita uma encomenda para favorecer um time, é o quê?), e quer apostar que nada vai acontecer?

Não houve nenhuma indignação que o time mais vencedor do Brasil, fosse alijado de uma competição graças ao apito; assim como esse mesmo clube teve a omissão da mídia quando o apito foi fator preponderante ao seu descenso…

A mídia não se indignou e nem saiu em sua defesa em 2012… nos programinhas de TV ninguém falou nada sobre a injustiça de um time ser prejudicado em tantas partidas num mesmo campeonato. Ninguém o defendeu do erro de direito, nem do delegado da CBF, torcedor do Coritiba, influenciando na anulação de um gol seu…

Assim como ninguém defendeu o Palmeiras na Libertadores de 2000 e de 2001, quando ele foi roubado escandalosamente. Quem não se lembra de Ubaldo Aquino? Nenhuma emissora de TV, nenhum jornal, nenhum programinha esportivo se sentiu indignado por isso. Aí, não estava a Libertadores sendo manchada… POR QUÊ? Qual a diferença? De novo eu respondo: A hipocrisia de um bocado de pessoas, a falta de profissionalismo de um bom número de “profissionais” da informação é que fazem a diferença. MA$ $ERÁ QUE É $Ó I$$O ME$$$MO?

É como se, para o Palmeiras, fosse legítimo o direito de ser roubado. Um pênalti não marcado e um gol anulado ‘são coisas do futebol’, dizem os “jornaleirosh”. Como já disse aquele o escroto do Tite, quando seu time foi favorecido, “os árbitros erram pros dois lados”. Mas só quando seu time é ajudado, que esse clichê é válido, não é Tite?

No Brasil de hoje, está instituída a mentira. A TV faz o mau político parecer bom, em troca de polpudas propagandas feitas pelo governo; a mídia decide qual é o time que vai fazer parecer maior do que é, e qual vai parecer menor, decide o número de torcedores que cada clube possui; faz você pensar que a contusão do seu jogador é falta de caráter, enquanto a do jogador do outro time é um só um desconforto e que ele é uma vítima de zagueiros carniceiros; os comentaristas desmentem imagens, desmentem o óbvio; e, enquanto isso, as novelas mostram à população que é muito bacana morar na favela, não ter educação, nem instrução… que o modelo “biscatinha” é o que é mais engraçadinho e divertido para uma mocinha adotar; que as diferenças entre as pessoas devem ser resolvidas no tapa, nos puxões de cabelo, na baixaria, berrando no meio da rua; que é legal trapacear para se dar bem…

Onde isso tudo vai parar eu não sei, mas nós não podemos aceitar passivamente que pensem por nós, que pensem por nossos filhos, que enfiem em nossas cabeças que é certo o que é errado… Lá na frente, as pessoas descobrirão que o tamanho do prejuízo é muito maior que uma desclassificação num campeonato de futebol, do que ter baixos índices de audiência…

Pense nisso…

Ah, e antes que eu me esqueça! Parabéns, Tamoxunto! Você conseguiu mesmo o seu intento de ir mais longe na Libertadores e de ter mas visibilidade no falecido “imortal”. Teve uma quarta e quinta-feira inteirinhas para isso… TCHUUUPA!

Foi como uma bomba caída sobre nossas cabeças… No dia seguinte à declaração de Brunoro de que não havia possibilidade de Barcos sair por causa da dívida com a LDU, o jogador acertou com o Grêmio. E a gente ficou de bobeira…

Eu não sei quem tem razão, quem acertou/errou e onde acertou/errou, se é que alguém acertou/errou, mas, no dia seguinte, eu chorei vendo o Barcos na TV…

Situação estranha, de amor e ódio. Nosso centroavante, tão querido, talentoso, de futebol lindo e aguerrido; aquele,  de quem enchemos a bola já na estreia – antes mesmo de sabermos como ele se sairia em campo -, aquele, que já fazíamos ídolo, pra quem fazíamos a saudação pirata, pra quem demos tanto carinho, e que não queríamos que saísse, de jeito nenhum, foi embora… e o que é pior, ele quis ir.

O que fazemos agora com as ‘juras de amor’, com o #tamojunto e as ‘fotografias na gaveta’? Como vamos olhar aquela camisa 9 que leva o seu nome guardada no armário?

A parte torcedor de cada um de nós, que não consegue entender o que aconteceu, está arrasada, se sentindo traída… e vai ter que assimilar a porrada de ter que vê-lo com a outra “namorada”, de vê-lo com outras cores… Ele agora é o ex…  A gente xinga esse ex de tudo quanto é nome, diz que a nova namorada dele é feia, gorda, burra, tem a b*%nda caída e, ainda assim, continua morrendo de dor de cotovelo e chorando escondido, com o coração doendo de saudade. Afinal, o Pirata era nosso, e nos orgulhávamos disso.

Mas, sejamos racionais e francos; desde o ano passado, sabíamos que ele queria sair, que ele não queria, e não iria jogar a série B de jeito nenhum, por medo de perder a visibilidade (vira e mexe tinha um papo rolando sobre isso) e não ser mais chamado pela seleção argentina. Visibilidade que o Palmeiras lhe proporcionou – se não tivesse vindo pra o Palmeiras, não teria vestido a camisa da seleção argentina nem a pau. Estava até se naturalizando equatoriano para poder jogar na seleção de lá. Será que Barcos passou a se achar o último tango do bordel?

Segundo Brunoro, o atleta tinha pedido para ser informado de qualquer proposta que chegasse, o que nos leva a pensar que ele estava mesmo interessado em se transferir. O Grêmio fez a proposta, o Palmeiras a repassou ao jogador, ele gostou e a aceitou rapidinho… assim como poderia ter recusado (Valdivia já recusou várias). Isso é que doeu mais. Nós queríamos que ele tivesse recusado, queríamos que tivesse havido uma maneira dele ficar, queríamos que Brunoro tirasse um ás da manga e não deixasse o Pirata ir embora. Mas nada disso aconteceu…

Elogiávamos tanto a frieza de Barcos na área e, agora, nos lamentamos que ela estivesse presente também na hora de negociar. Mas ele é um profissional, que escolheu o que imagina ser o melhor pra ele, pra sua família e carreira.  Só achei que ele não precisava vir com esse blá blá blá de “querer ajudar o clube que está em situação financeira difícil”, afinal, não pensou nisso quando aceitou aumento há uns meses atrás.

E, por falar em aumento, nossos problemas atuais começaram quando Tirone ofereceu um aumento pro jogador e depois o deixou sem receber. Quatro meses de salários não pagos, que davam ao atleta a possibilidade de entrar na Justiça contra o Palmeiras. Corríamos, sim, o risco de perder o jogador sem ganhar um centavo. Tirone deixou o Palmeiras quebrado, sem nem mesmo poder contar com algumas receitas, recebidas em adiantamento, na gestão anterior. E o fanfarrão ainda queria contratar o Riquelme!

Resumo da ópera: Barcos não queria jogar a série B, já tinha dito isso antes. No entanto,  imaginamos que ele ficaria ainda um tempo aqui, por causa da vitrine da Libertadores. Só que o Grêmio carimbou a sua vaga na competição…

E em meio à tantas especulações e à tanta falta de informação, confesso que me questionei… Porque o Palmeiras não disse ao Grêmio: Quer o Barcos? Paga e leva. Ou ao Barcos: Quer sair? Paga a multa e vai com Dios! Nós é que tínhamos a mercadoria valiosa que o outro tanto queria. Mas sou obrigada a reconhecer, não estávamos em posição de dar as cartas, de bater o pé com o atleta, e ele e o Grêmio sabiam disso.

Apesar da tristeza imensa de perder o Pirata, a negociação, a princípio, parecia boa. Já que a saída era inevitável, o Palmeiras receberia 5 jogadores para “engordar” o elenco “magrinho”, as dívidas com Barcos (2 milhões e 150 mil reais) e com a LDU (1,5 milhão de reais) seriam pagas, e o Palmeiras ainda ficaria com alguns milhões. Computando os custos dos jogadores (ainda que a maioria seja por empréstimo, isso tem um custo), me pareceu o melhor que se podia arranjar.  Eu sei que estávamos perdendo um ótimo jogador, titular, querido; sei que estávamos reforçando um time rival na Libertadores e recebendo jogadores reservas desse rival, mas, com o rombo deixado pela gestão anterior, com as dívidas com Barcos e com a LDU, como dificultar a saída de quem estava com a faca e o queijo na mão? Como cobrar a multa de 70 milhões, se Barcos estava com 4 meses de salários atrasados? Não tínhamos muita escolha, e saber isso é que me faz não querer estrangular alguém.

De repente, o que nos parecia ter sido a melhor opção, virou um pesadelo. Já não bastava a dor da perda, veio a recusa de Marcelo Moreno e as declarações ridículas e ofensivas ao Palmeiras, por parte do seu pai, que jura que é pai de um  “Cristiano Ronaldo”, versão boliviana, que é reserva do “Louro” José no Grêmio e reserva na “poderosa” e “vitoriosa” seleção da Bolívia (e depois, o fracassado é o Palmeiras). O tal pai, prepotente e imbecil, virou a sua artilharia para o Palmeiras quando, na verdade, quem desvalorizou o “Cris”, fazendo dele moeda de troca, fazendo-o valer uma ínfima parte do valor do passe de Barcos, foi o seu próprio clube, o Grêmio. O pai do moço tinha que ter ficado bravo lá com os gaúchos.

A partir disso, virou um caos, com todo mundo atirando pra todo lado e se perguntando: Como entregamos o Pirata, sem ao menos ter acertado com os jogadores que viriam pra cá? Que difícil aceitar uma mancada dessa justo de Brunoro, cuja contratação foi pedida por 12 entre cada 10 palmeirenses.

E então, o que era certo, passou a ser errado. Nas bocas de muitos, as pessoas corretas, passaram a ser incorretas… passaram a ser incompetentes. E aí, os torcedores, ansiosos por ver o time do Palmeiras da maneira que sonham, passaram a reclamar, a ofender, a acusar (eu também sonho com um time ideal, mas sei que, gostemos ou não, vamos ter que esperar, e a culpa disso não é de quem chegou agora, e sim de quem fez todo o estrago antes)… outros, ainda inconformados com alguns privilégios perdidos, ou, quem sabe, com privilégios antevistos e frustrados, se aproveitaram, e ainda se aproveitam, para colocar mais veneno no coração ferido do torcedor. Até Tirone se achou no direito de fazer críticas! Logo ele, que despachou Pierre para trazer Daniel Carvalho; logo ele que fez contratações inimagináveis, e nunca explicadas, com o São Caetano; logo ele QUE REBAIXOU O PALMEIRAS (tem gente que parece achar isso menor) e, ainda por cima, foi curtir uma praia no dia seguinte.

Talvez pudéssemos ter lucrado mais na saída, inevitável, de Barcos… talvez, tenha sido uma negociação desastrada … talvez tenha sido o que se podia fazer, diante da situação que nos deixou a administração anterior… Talvez tenha sido uma baita mancada  (será que não tinha mesmo outro jeito, Brunoro?)… Talvez…

De qualquer maneira, eu continuo acreditando que os dirigentes querem, sim, acertar; continuo confiando e aceitando que, primeiro, as estruturas do Palmeiras sejam fortalecidas, pra depois se fortalecer o resto. Belluzzo tentou fazer o contrário, ficamos tão felizes e deu tudo errado! Já aprendemos que de nada adianta usarmos uma bela maquiagem, ou postarmos uma imagem photoshopada em nosso ‘perfil de time de futebol’, porque isso serve apenas para enganarmos a nós mesmos.

Não vai ser fácil, e nós já sabíamos disso antes mesmo que alguém ocupasse o lugar de Tirone; o remédio para a cura da doença que consome o Palmeiras há décadas vai ter algumas doses amargas (essa está sendo terrível de engolir)… Mas há de ser com ele que o Palmeiras vai se reerguer.

E, por mais difícil que seja, nós vamos chegar lá!

 

 

“Viver e não ter a vergonha de ser feliz… Cantar e cantar e cantar…”♫

É bem a cara do Palmeiras isso… quando a gente fica morrendo de medo de perder um jogo, quando a gente nem espera muito dele, ele vai na casa do adversário, leva o Santo de talismã, faz uma bagunça danada, esculhamba a ‘cozinha’ dos caras e muda até o nome da cidade…

A cidade do Grêmio agora é Porco Alegre!! E bota alegre nisso! A parmerada saiu feliz da vida! E, diga-se passagem, aplaudida pelos torcedores do Grêmio. Lindo isso! Saber perder é uma virtude!

Mas aqui em Sampa eu quase morri do coração… Me lembrei até daquela semifinal de 2008 contra os bambis. Como foi difícil esperar chegar a hora do jogo. Tava acreditando muito na vitória. Que ansiedade! Apesar de saber que não era fácil chegar lá no Olímpico e beliscar uma vantagem, eu tentava ser racional e pensar que, ainda que o nosso time não ande muito bem, o Grêmio, por sua vez, não é lá essas coisas. Mas quem explicava isso pro meu coração? Faltando quinze minutos pro início do jogo, ele já não cabia mais no peito.

Quando liguei a TV, o Palmeiras ia entrar em campo. Na tela, os jogadores já fora dos vestiários se preparando para ir pro campo. Vi o Bruno e o Thiago Heleno… o nervoso do dia inteiro e a apreensão de muitos dias, viraram um nó imenso na garganta e muitas lágrimas. Como eu amo esse time! E o amor aumenta sempre! Acho isso fantástico!

Achei que o Palmeiras começou meio nervoso. Mas não era pra menos. Mais de 45 mil pessoas no estádio pressionando desde o primeiro minuto. Pedreira! Nossa torcida era pequenina, diminuta… mas só em número. Porque eles ajudaram a fazer a diferença. Cantaram, torceram, empurraram o time, entregaram a alma… A gente, aqui, de longe, mas com o coração lá, também entregou a alma… E, daquele nosso jeitinho, de alguma maneira, estávamos todos juntos. Vinte milhões de corações palestrinos, onde cabiam uns dois mil.

Eu tinha pedido tanto a Deus que abençoasse os nossos jogadores, para que eles pudessem usar a suas potencialidades, tinha pedido a Deus que abençoasse e iluminasse Felipão. E Felipão, pasmem, veio meio iluminado do vestiário e enganou Luxemburgo. Deu uma mudada no esquema que usara no último confronto; tirou Márcio Araújo do time (falta tirar mais um…) e colocou 3 zagueiros. Henrique, Thiago Heleno e Maurício Ramos. Henrique ocupou a vaga de Márcio Araújo – às vezes ajudava lá atrás também – e jogou muito! Monstro! Ponto pro Felipão que percebeu que Henrique poderia jogar assim. O Pofexô escalou o Kleber, que tentou apitar o jogo, xingou juiz, meteu a mão na bola sem levar cartão, mas futebol que é bom… nada!

Apesar do jogo pegado, cheio de faltas, com exceção de poucos lances, os dois times, muito bem fechados do meio pra trás, não conseguiram chegar à área adversária. O Verdão não tinha saída de bola.  A prioridade de Palmeiras e Grêmio era mesmo não tomar gols. E o primeiro tempo terminou sem abertura de placar.

Quando começou a segunda etapa me pareceu que Felipão tinha adiantado a marcação, porque o Grêmio tinha mais dificuldades pra chegar. A minha cabeça formigava de tanto nervoso. Em pleno dia de Santo Antonio, eu já tinha rezado tanto pra ele, que ele devia estar até torcendo pro Palmeiras. De alguma maneira eu tinha certeza que sairíamos de lá com um bom resultado, mas nem por isso eu parava de tremer. Ainda bem que existem os juízes! O Heber, que apitava o nosso jogo, é figurinha manjada e, xingando ele, eu conseguia aliviar um pouco o nervoso.

Desde o começo de do segundo tempo, o Palmeiras me parecia mais certinho. E, por estar mais certinho, o time ganhava mais corpo. Valdivia fazia falta. Apesar de Daniel Carvalho ser um jogador inteligente, de toque mais refinado, ele não se saía muito bem. Artur e Luan também não me agradavam. Mas todos eles lutavam muito em campo; cada pedacinho do gramado era disputadíssimo. Aquela disposição do Palmeiras deixava a gente mais ansioso ainda.  O Pofexô, preocupado, tirou Kleber e Miralles, aos 15′; entraram  André Lima e Marcelo Moreno.

Já me sentia feliz da vida com um empate, mas sonhava com um golzinho do Barcos… Mas Felipão precisava trocar umas peças ali. Acompanhada pelos amigos no Twitter, jogávamos junto com o time. A torcida em Porco Alegre, jogava também. Fazia tanto tempo que eu não via a torcida tão parceira do time, fazia tanto tempo que eu não via o time tão parceiro da torcida, tão bem posicionado na defesa… Ver o Palmeiras bem em campo, entusiasmava a torcida e a fazia acreditar ainda mais.

O tempo ia passando e tinha momentos em que era difícil até respirar… As oportunidades de ataque começavam a surgir… O clima era quente. Luan discutia com Werley… Os desarmes ditavam o andamento da partida. Artur sentiu uma pegada mais dura e deu lugar a Cicinho.

O Palmeiras jogava melhor que o Grêmio (Luan jogava melhor também), mas a jogada de gol não vinha, finalizávamos quase nada. Já tava quase na metade do segundo tempo quando, em jogada de velocidade, Juninho recebeu na esquerda, desceu até a linha de fundo e cruzou na área. Por pouco o Pirata não pega… Meeeu Deeeus! E era isso que a gente tinha que fazer mesmo, meter bola no Barcos! Uma hora ia dar certo. Eu queria tanto que ele marcasse…

E o Felipão nada de mudar. Tinha ido lá buscar o empate e ia sair com ele. Tava bom, aqui a gente resolvia.

Mas, aos 40′, Santo Antonio, que já devia estar de saco cheio de ouvir os meus pedidos e do pessoal do Twitter e do Facebook, deve ter falado lá pro Felipão: Ô bigode, muda aí, que eu não aguento mais! Põe o Mazinho! E Felipão atendeu, sacando Daniel Carvalho. Não sei porque Mazinho é banco e Maikon Leite também.

UM MINUTO DEPOIS, o jogador do Grêmio deu uma furada e facilitou o contra ataque do esquadrão de Santo Antonio (desculpa aí San Genaro). Cicinho recebeu o passe na direita, quase lá no meio de campo, desceu com muita velocidade, Mazinho correu pro meio, Cicinho deu um passe lindo que Mazinho chutou tão logo a bola chegou à sua frente.  Eu mal podia acreditar no que estava vendo!  A bola balançou a rede e eu quase morri do coração. Que felicidade! Daquelas da gente chorar de alegria! Os reservas pularam do banco e foram para a beira do campo comemorar! Fomos buscar um empate e íamos sair com a vantagem!

Mas, na noite de ontem, “imponderável” se escrevia em verde…  A felicidade tinha endereço nas Perdizes…  e “Porto Alegre” conhecia outra grafia…

O relógio marcava 45′, e eu tava rezando, mas era pro juiz terminar, quando Juninho desceu pela esquerda, e cruzou para Barcos; o Pirata subiu e cabeceou pro gol, buscando o canto oposto do goleiro. Cabeceou de um jeito que a bola passou entre o goleiro e o zagueiro, e eles nada puderam fazer… GOOOOOOOOL DO PALMEIRAS! E GOL DE BARCOS! Saqueamos Porco Alegre! Santo Antonio, seu lindo, você caprichou!

Eu nem vi mais nada depois disso. Enlouquecida de alegria, chorando de emoção, tive que sair correndo atrás do meu coração que pulou do peito…

VITÓRIA SENSACIONAL DO VERDÃO EM PORCO ALEGRE! PALMEIRAS MUITO, MAS MUITO PERTO MESMO, DA FINAL DA COPA DO BRASIL!

PARA NOSSA ALEGRIA!

Ah… antes que eu me esqueça… TCHUUUPA, LUXA! TCHUUUPA, KLEBER!

O Palmeiras vai de mal a pior. Brigas (vou falar disso em outro post), um “disse me disse” danado e um futebol horroroso. Contrariando tudo o que o palestrino sonhou e imaginou para este ano, o time de Felipão (ele disse que poderíamos cobrá-lo em 2011) briga para não cair. Quem diria, hein?

Na partida anterior, diante do Coritiba, o time já tinha sido pavoroso. Uma bagunça tática, nos dando a impressão de cada jogador nosso passou a partida toda procurando o seu lugar em campo. Ninguém sabia onde jogar, falei sobre isso no post anterior e, agora, trago os números da partida passada. Os dados em verde são do Palmeiras:

FALTAS COMETIDAS: Marcos Assunção (03) e Thiago Heleno (0

PASSES ERRADOS: Luan (12), Assunção (5) e Tinga (5)

OS IMPEDIDOS: Thiago Heleno (01)

OS LADRÕES DE BOLAS: João Vítor (03), Henrique (02) e Luan (02)

FINALIZAÇÕES DEFENDIDAS PELO GOLEIRO DO CORITIBA: João Vítor (02) Thiago Heleno, Luan e Maikon Leite (01 finalização cada)

FINALIZAÇÕES ERRADAS: Cicinho (03), Luan, Maikon Leite e Ricardo Bueno (02 cada um)

Os números não mentem. Fica explicado porque o time perdeu e não teve poder de reação nenhum. Não jogou nada! E, na partida seguinte, o Palmeiras ia jogar com o Grêmio no Olímpico. Não ia ser fácil.

E lá foi o Verdão pro sul enfrentar o Grêmio, em busca dos assustadores 3 pontos que nos faltam. Felipão, que tinha treinado uma formação a semana inteira, colocou outra em campo. Comecei a assistir o jogo com alguns minutos de seu início. Sem saber a escalação e quem estava no banco, eu me ressentia de não termos em campo Maikon Leite (que não havia sido relacionado) e Carmona. Mas, ainda que tivesse sido relacionado, ele fatalmente estaria na suplência.

Eu mal podia acreditar no que via na tela da TV, ou melhor, no futebol que não via. A bola, como se fosse o coração do torcedor, era maltratada como nunca, passes errados aos montes davam o tom da partida. Os jogadores do Palmeiras, corriam, buscavam, se enroscavam uns com os outros e tentavam ir do jeito que dava. Era um sofrimento para o torcedor, dos dois times, diga-se de passagem. O Palmeiras finalizava mais, e errava todas as conclusões. Luan matava a gente de desgosto. Mas, sem que esperássemos, aos 25′, Cicinho fez uma boa jogada na direita, tocou para Tinga que, com um passe lindo (SIM, EU VIVI PARA VER O TINGA DAR UM LINDO PASSE) foi achar Ricardo Bueno na cara do goleiro. Ele cabeceou à queima roupa mas, Victor, espantosamente, conseguiu tirar; Cicinho, que acompanhava o lance, pegou a sobra e estufou as redes. No meio de um futebolzinho mixuruca, como se fosse uma flor no meio do pântano, uma jogada linda, trabalhada, colocava o Palmeiras em vantagem. Que grata surpresa… Nem acreditamos quando fomos para o intervalo vencendo a partida. Fazia tanto tempo que isso não acontecia.

Na segunda etapa, O Grêmio, que se atrapalhava um pouco, vinha atrás do seu gol, enquanto o Palmeiras tentava controlar o jogo. E, ainda que o futebol palestrino continuasse cheio de erros, o Palmeiras conseguia o seu intento de manter um certo domínio (se garantia na base do chutão, enquanto o Grêmio fazia de tudo para empatar) na partida. Aos 14′, Ricardo Bueno sofreu falta pelo lado esquerdo, Assunção foi para a cobrança e… guardou! A bola deu uma desviadinha na barreira e, não querendo nem saber do Victor, se jogou lá dentro do gol! Eu mal podia acreditar que estávamos vencendo o Grêmio, no Olímpico, por 2 x 0!! Era bom demais para ser verdade! Senti um calor (real) no peito, uma reação física para aquela sensação, já quase esquecida de estar vencendo uma partida que nunca costuma ser fácil.

Mas o Grêmio, que várias vezes já tinha levado perigo ao gol do Palmeiras, reagiu. Leandro, saindo do campo de defesa, fez boa jogada, passou por todo mundo como bem quis, invadiu a área e tocou para Brandão vencer Deola e guardar. Ainda bem que tínhamos feito dois.  E já que Luan, Ricardo Bueno e Patrik, pareciam ter encontrado uma maneira de abrir a defesa do Grêmio, com as suas jogadas rápidas (pena que a finalização era ruim), o jeito seria redobrar a atenção, a marcação, o desarme e tentar buscar mais um para garantir, sem atropelos, a tão desejada vitória. Buscar mais um? Xiiii…

Felipão resolveu tirar Ricardo Bueno para colocar Fernandão. Se, por um lado, levaríamos mais perigo em jogadas aéreas (o que Felipão tem contra bola tocada no chão, em velocidade?), por outro, perderíamos a velocidade…

Eu sei que a sorte é aliada da competência, mas o que acontece ao Palmeiras não é fácil… Estávamos tão felizes, já comemorando a vitória que há tanto tempo não tínhamos quando, Fernando, quase lá do meio de campo arriscou o chute. Sei lá o que acontece com Deola… Suas pontes, seus voos, são tão baixos… Seu tempo de bola me parece errado, sei lá… O fato é que tomamos o gol de empate (deu a impressão que o bandeira invalidaria o lance – com visitas em casa eu acreditei nisso), no melhor estilo ‘Jumar’ de ser. E o empate com um sabor muito amargo de derrota, fez com que o nosso coração fosse dormir sem vitória… em 14º lugar no campeonato, na última colocação do segundo turno…

Tivemos um desempenho meio parelho ao do Grêmio, como mostram os números, mas, com dois gols de vantagem, não ter conseguido manter o resultado (pelo menos isso) e, ainda por cima, tomar gol do meio de campo, nos acréscimos é pra acabar. Junte-se a isso o fato de que esse foi o primeiro gol do Fernando pelo Grêmio, o segundo em sua carreira. E tinha que ser contra o Palmeiras!

Que fase a nossa…


FALTAS COMETIDAS: Ricardo Bueno (06) e Luan (04)

PASSES ERRADOS: Luan (05), Assunção, Cicinho e Gerley (04 cada)

OS IMPEDIDOS: Luan e Ricardo Bueno (01 vez cada)

OS LADRÕES DE BOLA: Márcio Araújo, Tinga e Patrik (03 cada um)

FINALIZAÇÕES DEFENDIDAS PELO GOLEIRO DO GRÊMIO:  Tinga e Ricardo Bueno (01 cada)

FINALIZAÇÕES ERRADAS: Luan (04), Assunção e Thiago Heleno (01 cada)

Nem ia escrever sobre o jogo diante do Grêmio, mas não tive como não o fazer. Além de ser a estreia da camisa comemorativa do Santo, primeiro jogo do Henrique (que foi muito bem) em “casa”, não saía da minha cabeça a conversa e o entusiasmo do Gílson, um torcedor, portador de necessidades especiais, que acompanhei da estação Tietê até o Canindé. Enquanto íamos conversando, eu ficava pensando qual seria a razão de uma pessoa que não pode enxergar querer ir ao estádio… Saiu do trabalho lá na Freguesia do Ó, e veio “ver”, com os olhos do coração, o Palmeiras jogar. Enquanto íamos conversando, o Gílson ia me falando sobre todas as coisas que pode fazer, sobre a limitação estar apenas em nossas cabeças, e eu ia entendendo os motivos e confirmando algo em que sempre acreditei: a vontade do homem é soberana!

Imagino que a  emoção dele foi tão grande quanto a minha, quando Marcos entrou em campo. Sei que ele o viu, todo de branco, como um santo de verdade, com os olhos da alma… Aposto que gritou o nome dele também… Sei que você vai me ‘ouvir’ aqui, Gilson (combinamos isso), e quero que saiba que foi um prazer conhecê-lo. Pena que nosso time não correspondeu, pena que, se você se aborrecer, por não ter ouvido a torcida gritar gol, será taxado de torcedor limão…

Mas a verdade é que já tá ficando chato… Quantos pontos mais vamos perder de bobeira? Quando o jogo é fora, mesmo que tenha sido mais favorável ao Palmeiras, fingimos que nos contentamos com um mísero empate por não termos jogado em casa. Quando não fazemos a lição de casa, colocamos a culpa em algum jogador ou nos juízes (que andam mesmo afanando o Palmeiras) e fica tudo certo. HELOOO, FELIPÃO! Estamos disputando um campeonato de pontos corridos. Quem fizer mais, leva! Será que dá para deixar de ser teimoso enquanto temos ainda muitas rodadas pela frente? Será que dá para parar de querer converter todos os nossos jogadores em potenciais marcadores, sacrificando as suas qualidades naturais?

Que jogo feio fizemos diante do Grêmio que, é lógico, veio mais retrancado… Aos Palmeiras cabia a ousadia de, em seus domínios, agredir ao adversário. E tentamos, tramamos algumas boas jogadas, que más finalizações e passes errados, fizeram com que dessem em nada. E dá-lhe chutão! Poucos eram os jogadores que botavam a bola no chão e tentavam sair jogando. Valdivia, Henrique (!), Assunção, Kleber e M.Leite. As jogadas saíam, mas faltava alguém… Precisamos de um centroavante, prá anteontem! W.Paulista não teve oportunidade de jogar na posição. Mas Felipão cisma que Kleber (que tá jogando uma bolinha murchinha) pode fazer isso. E ele não faz, claro! Afinal, não é centroavante!

Maikon Leite se cansava de marcar e depois ficava sem perna para ir ao ataque. Valdivia, que fazia uma boa partida, quando tentava fazer a jogada, não encontrava um companheiro para passar a bola. Cansamos de vê-lo pedindo isso em campo. E ainda por cima, tomou amarelo, por ter reclamado de falta não marcada pelo juiz, enquanto ajudava na lateral… Felipão, que o elogia por estar marcando muito, se esquece que essa não é a sua função. Eu posso não entender nada de esquemas, mas tem coisa errada aí! Assunção é outro que não pode mais ficar correndo atrás de adversário.

Seria tão difícil colocar Márcio Araújo e Pierre, Assunção e Valdivia ali no meio? Mas nosso técnico nem relaciona o Guerreiro. Duro entender porque o técnico, QUE QUER O TIME GUERREIRO, não quer o jogador raçudo, que foi o melhor desarme do brasileiro por dois anos seguidos, e prefere Chico e João Vítor…

Eu sei que Felipão têm sido por demais importante nos bastidores palestrinos, que ele tem segurado uma bucha e tanto, de coisas que nem deveriam ser de sua alçada, e das quais ele cuida por amor ao Palmeiras. Sei que é uma pessoa bem intencionada, que trabalha sério, que fez Márcio Araújo jogar um bolão, que já montou times campeões com alguns cabeças de bagre, com alguns jogadores inventados, mas querer fazer igualzinho, em todas as oportunidades, é esperar demais da sorte.  Algumas decisões, mantidas por teimosia, têm nos custado alguns pontos importantes.

Não quero que ele saia do Palmeiras, nada disso, mas espero e quero que ele faça o melhor para o time, para o rendimento do futebol que apresentamos dentro das 4 linhas. Não adianta ele entrar em rota de colisão com o torcedor, que agora chama de “Limão”. Sei que muitos exageram nas críticas, mas a torcida está no seu direito de reclamar. Ela paga para assistir aos jogos, ela toma chuva, passa frio, engole sapos de montão… e ama esse time com loucura. A última boa partida nossa, com o time mordendo o adversário, foi diante do Santos, e até metade do segundo tempo. De lá prá cá, mesmo com as vitórias, a bola sofreu um bocado. É muito pouco para o Palmeiras! Queremos ver bom futebol, cáspita! Que mal há nisso?

Diante do Grêmio, do Mago para trás o time estava certo, mas achei que Cicinho e Gerley não precisariam ter ficado tão presos na marcação. Marcos fez apenas duas boas defesas. Mas lá na frente, apesar do nosso maior domínio de bola,  à exceção de um chute de Cicinho, que recebeu um belo passe do Mago e de uma falta cobrada por Assunção, o ataque não funcionava. Kleber, não conseguia se desvencilhar da marcação cerrada que sofria; Patrik “olhava os refletores”; Maikon Leite, ainda desentrosado com o Mago, não conseguia reeditar o bom futebol das primeiras partidas. O menino é bom, veloz, tem vontade, mas a torcida já coloca aspas quando o chama de craque, assim como faz com o Mago, que, diferente daqui,  no Chile joga solto pelo meio.

E eu ficava pensando no Gilson, que deu um duro danado, venceu tantas barreiras para estar ali “vendo” aquela falta de alegria da torcida e também dos jogadores em campo, e que podia apenas ouvir os “ahs”, “uhs” a cada passe errado, a cada finalização defeituosa…

Quando o juiz apitou o final da primeira etapa, estávamos confiantes na vitória. Apesar dos erros, o jogo estava mais pro Palmeiras. E foi com esse coração tranquilo, que vimos uma das cenas mais lindas que o futebol já nos proporcionou… Marcos, atravessando o campo vazio para se dirigir aos vestiários… O estádio inteiro aplaudia o goleiro pentacampeão do mundo, o nosso São Marcos de Palestra Itália; uma parte, cantava “Parabéns a Você”, outra, gritava seu nome. Os aplausos não cessavam… Lindo! De arrepiar! Eu ficava pensando em como alguém tão desprovido de vaidade, tão simples, tão de verdade, pode ter se tornado esse mito? A pergunta é a resposta. São essas qualidades, além do talento indiscutível,  que lhe dão tamanha grandeza.

Comecinho da segunda etapa e Valdivia quase marcou. O goleiro se enrolou com a bola que ele tocou no cantinho. O Grêmio batia, o juiz dava mole, o Palmeiras batia e levava cartão. Eu tinha a impressão que o gol não demoraria a sair… O Mago, caçado, participava de quase todas as boas jogadas do Verdão, entortava meio mundo, mas lá na frente faltava alguém, faltavam boas finalizações. Sobravam então, as bolas paradas de Assunção. Mas “sempre não é todo dia”, né? Elas funcionam ocasionalmente. E, como elas não funcionavam, o time vivia de chutões…

Felipão tirou M.Leite (achei que Patrik era quem deveria ter saído) e colocou Dinei. A coisa até melhorou. E ele teve a chance mais perigosa. Com uma referência na área o Palmeiras pressionava mais mas, querendo marcar de qualquer jeito, pecava nas finalizações.

E, se não pudemos gritar gol, Marcos nos ajudou a comemorar algo. Fez uma baita defesa quando Leandro tentou encobri-lo (imagina!) e o Canindé delirou. O Santo cresceu prá cima dele e interceptou a bola que subia. Foi um delírio! Felipão ainda trocou Patrik por Vinícius, mas o jogo terminou mesmo num brochante 0 x 0.

Próximo jogo é pela Sulamericana, diante do Vasco, no RJ!

CHEGA DE DAR MOLE, VERDÃO! TEM QUE TER BOLA NA REDE!

Era comemoração do aniversário do Grêmio, que, além dos 107 anos de existência, comemorava a milésima partida em campeonatos brasileiros. E, para a festa, “convidou” justo o Palmeiras…

22ª rodada do Brasileirão (faltam 16 ainda, mas o Jucilei dos gambás já afirma que seu time será o campeão.  Não sei não…  #2005feelings) e o Palmeiras, que tem oscilado bastante, entre cometer erros absurdos em campo e fazer partidas quase perfeitas, onde esbanja raça e vontade, resolveu que iria fazer bonito na festa do time gaúcho, mas não foi muito educado e jogou água nas velas do bolo gremista.

O Estádio Olímpico estava lotado, a torcida adversária era ensurdecedora, mas o Palmeiras nem se importou, ou vai ver que foi desse antagonismo todo que tirou ainda mais vontade de jogar. Para evitar que o time tomasse gols e acabasse se perdendo na partida, como já tinha ocorrido inúmeras vezes, Felipão (de novo com Rivaldo!?!) encheu de volantes na frente da zaga e deixou Kleber e Ewerthon lá na frente. Começo de jogo o Grêmio já “trombava” no meio-campo cheio de gente, do Palmeiras e encontrava muita dificuldade de se aproximar da meta de Deola. O time do Verdão mostrava atitude e pegada já nos primeiros minutos. Eu gosto quando percebo que meu time está aguerrido, com vontade de ganhar. E festa de aniversário sem chapéu não dá, né? Logo nos primeiros minutos, Vítor deu um chapéu lindo no jogador gremista. Maravilha!!

O Palmeiras estava diferente… Na retranca, é verdade, mas ia pará cima do Grêmio e, aos 14′, numa dessas investidas, sofreu falta na entrada da área. Do jeitinho que Assunção gosta. E não é que ele me fez um baita golaço? Meteu bem no ângulo esquerdo sem nenhuma chance para o goleiro Victor. Que gol maravilhoso!!! E quase que Ewerthon marca mais um aos 25′. Entrou na área e chutou rasteiro, mas Victor pulou no canto e evitou o gol. Em seguida foi a vez do Grêmio chegar com André Lima, que cabeceou forte após cruzamento de Jonas. Deola, esperto, mandou para escanteio. Com o estádio cheio, a torcida do Grêmio fazia uma pressão dos diabos, pedia pênalti “até em cobrança de lateral”, tá doido! A defesa do Palmeiras estava esperta não deixando passar quase nada; quando passava, Deola se encarregava de defender. Kleber sofria um monte de faltas, muitas delas o juiz fazia que não via… Mas foi ele quem levou cartão amarelo, por reclamação! Que raiva! Perdíamos o Gladiador para o clássico contra o time do Jd Leonor.

Na segunda etapa, O Palmeiras veio com tudo! E aos 2′, Marcos Assunção cruzou com perfeição para Ewerthon, na área, ganhar do zagueiro pelo alto e fuzilar de cabeça. Mais um lindo gol do Palmeiras!!! Eu mal podia acreditar, que já estávamos ganhando de 2 x 0!! E credito 70% do gol para o Assunção; ele “colocou” a bola na cabeça do Ewerthon! “Chiqui Assunção”? Sim, ele foi uma boa contratação.

A vantagem do Palmeiras, assustou os gaúchos e deixou o Palmeiras mais tranquilo, que ficou atrás, na retranca, mesmo! Aos 20′, Felipão colocou Valdivia no time mas, ao meu ver, errou tirando Ewerthon. O Mago tinha que entrar, demorou até, mas não creio que era Ewerthon quem deveria sair. O Grêmio trocou 3 jogadores (colocou até o Lúcio… “aquele”!!) tentando buscar uma reação, mas a retranca verde não deixava o time gaúcho marcar. Aos 28′, Jonas quase desconta, mas Deola mandou para escanteio. Na cobrança, Jonas, de novo, manda de cabeça e quem defendeu foi a trave! Que susto! Aos 35′, Felipão tirou Tinga e colocou Pierre. E deu certo! O Grêmio não conseguia reagir.  Mas aos 46′, já nos acréscimos, numa falha de Edinho após cobrança de escanteio, Jonas descontou para o time do Grêmio. Final de jogo Grêmio 1 x 2 Palmeiras! Que delícia ver o meu Verdão vencer jogando bem!!

Foi uma bela vitória do Palmeiras, e não pensem que ela ocorreu apenas porque jogamos com o time retrancado. Claro que isso ajudou, mas o diferencial foi o ataque que teve melhor aproveitamento do que nas partidas anteriores. Chutamos menos que o Grêmio, é verdade, mas com mais qualidade. E vamos fortalecidos para o clássico contra as “soberanas” do Jd Leonor, que também tiveram um adversário do Sul e acabaram levando um chocolate, em casa, com direito a frango da “borboleta-mor”. Que coisa, hein? “Clientes preferenciais” do Inter! hahaha

Kleber não vai estar no jogo de domingo, mas o Mago, sim! Está confirmadíssimo! Eu sei do que ele é capaz, e você também sabe. Tomara Valdivia consiga apresentar o seu melhor futebol. Tô botando a maior fé no Palmeiras, tanto que meu ingresso está comprado

E não se esqueça, amigo! 68 anos depois de termos  sido obrigados a  “matar” o Palestra Itália, para que o time do Jd Leonor não nos roubasse o estádio, vamos enfrentar o time da farsa outra vez! 20 de Setembro, de 1942, na final do campeonato, o Palmeiras foi à campo contra o já trambiqueiro time do São Paulo. E vencemos por 3×1. O resultado final só não foi maior, porque o São Paulo abandonou o jogo aos 19 minutos da segunda etapa. Os covardes bambis, sem alma, sem fibra e sem história, correram. E o Palmeiras,  sagrou-se “Campeão Paulista de 1942″. As manchetes dos jornais diriam: “Morreu líder para nascer campeão”…

VAMOS LOTAR O PACAEMBU, PALESTRINOS!! Dizem que  o Palmeiras entrará em campo no clássico deste domingo, vestindo um modelo de camisa igual ao do ano de 1942, quando, pela primeira vez, o antigo Palestra Itália atuou com o nome de Palmeiras. E nós estaremos lá, com a camisa atual, mas com o mesmo espírito de nossos avós e antepassados!

AVANTI PALESTRA! SCOPPIA CHE LA VITTORIA È NOSTRA!!!

SPJD

Caros torcedores, tomem os seus lugares que a maracutaia começou! A lama começa a jorrar a olhos-vistos, das infectas salas que comandam o futebol brasileiro e a roubalheira é descarada!

Quero só ver o que o SPJD ver fazer e dizer no caso Danilo… Depois das descontroladas leonores, agredirem os jogadores do Grêmio e serem expulsas de baciada (até que enfim, né?), o tal promotor vai ficar ‘numa sinuca de bico’; porque vai dar muito na cara deixar prá lá as agressões das “amigas”, e punir o jogador palmeirense, não é mesmo? Se bem que para quem levou  Love ao tribunal (o tirando de um clássico) e fez de conta que não viu as agressões de Ronaldo (contra o Santos e Ponte), e a agressão da borboleta monarca do gol leonor, ser desonesto e parcial não parece ser difícil. O tribunal de dois-pesos-e-duas-medidas, também não fez nada quando, na Copa do Brasil, Dentinho deu uma cotovelada no rosto do jogador do Atlético/PR. O agressor jogou normalmente a partida seguinte. E somem-se à essas, uma tonelada de outras infrações, deixadas de lado  pelo putrefato tribunal, que vê ou faz vistas-grossas, ouve ou permanece surdo, de acordo com as conveniências.

Malafutebol 

Caio Junior foi chamado ao tribunal por dizer que achava normal a mala-branca, mas o caso do Barueri e suas malas rosa e preta, vai ficar por isso mesmo? Ontem, todo mundo viu que o Grêmio estava tão desinteressado em fazer gols… Souza, que já havia dito que o Grêmio deveria perder para o time leonor, chutou prá fora uma chance clara… humm hummm… Não vai investigar isso, seu promotor? E as declarações? Também são pertinentes ao futebol?? Luxemburgo teve que depor por achar que um árbitro estava mal-intencionado contra o seu time mas, as declarações de Rogério Ceni, sobre Simon, são apenas o seu modo de pensar, segundo Paulo Schmitt. MAS CAIO JUNIOR E LUXEMBURGO TAMBÉM NÃO ESTAVAM APENAS NOS MOSTRANDO COMO PENSAM, CARO PROMOTOR?? QUAL A DIFERENÇA? O SENHOR É BURRO MESMO OU É MAL-INTENCIONADO? TODOS SABEMOS A RESPOSTA…

POR QUE TODA ESSA PUTARIA DO TRIBUNAL,NÃO CHEGA ATÉ A CBF?? E, SE CHEGA, POR QUE NADA ACONTECE? Quem banca isso lá? Será que nós, torcedores, vamos ter que mover uma ação conjunta contra o Tribunal bambi e contra a  CBF, por estarmos sendo prejudicados em favorecimento de outros? O CAMPEONATO, MAIS UMA VEZ ESTÁ SENDO COMPRADO! E MAIS DESCARADAMENTE DO QUE NUNCA!! Dois penaltis não marcados (fora todos os outros) a favor do Barueri e do Grêmio (que, curiosamente não jogou nada!), não são mero acaso, né? 4 pontos roubados e doados, em duas partidas. O árbitro que apitou  Grêmio x Bambis é aquele mesmo que, ano passado, validou o gol escandalosamente ilegítimo de Borges, contra o Goiás, lembram? O mesmo Goiás que perdeu mando de campo por uma invasão no Serra Dourada e teve que jogar onde os bambis queriam: em Brasília, uma vez que goianos teriam outra preferência. E AGORA, SPJD??? E O PANETONE? Será que o tal Paulo Schimitt não viu, não ouviu e não sabe o que aconteceu no jogo diante do Inter?? É muita falta de vergonha desse senhor e seus “parceiros” que estão fazendo o que bem entendem lá no tribunal.

Cheeega desses vagabundos decidindo o campeonato! Desde 2005 que o Brasileiro não é conquistado dentro das quatro linhas! AS REGRAS DO FUTEBOL TÊM QUE SER APLICADAS IGUALMENTE, SR. PAULO SCHIMITT! E NÃO DEPENDEM DO TIME ONDE JOGA O ATLETA A SER PUNIDO,  TAMPOUCO DO CLUBE PARA O QUAL O SR. TORCE!! Se o Sr, não é capaz de agir com a honestidade e lisura que o seu cargo exige: PEDE PRÁ SAIR, PORRA! OU VAI NOS SOBRAR A ALTERNATIVA DE TIRÁ-LO DAÍ, NA MARRA!! Passa da hora de moralizarmos esse tribunal!

E, quanto à nossa diretoria, QUE TAL COMEÇAR A USAR OS ESPAÇOS DA MÍDIA PARA SE POSICIONAR CONTRA ESSA “MÁFIA”??  ALGUÉM DO PALMEIRAS TEM QUE  RECLAMAR  DAS DIFERENÇAS DE “CRITÉRIOS” ADOTADAS POR ESSES ESPERTALHÕES!!  Só nós seremos prejudicados e ainda por cima ficaremos quietos?? Simon vem aí! E nós já sabemos muito bem do que ele é capaz! Abre bem os olhos e os ouvidos, Belluzzo…