PARABÉNS, PALMEIRAS SUB-17! CAMPEÃO PAULISTA 2011!

Felipão havia dito que não temos nada na Base (voltou atrás ontem e disse que sempre elogiou os garotos), e não é que a molecada resolveu contrariar o comandante palestrino?

No sábado (26) pela manhã, no estádio municipal Carlos Ferracini, em Caieiras, o time Sub-17 do Palmeiras, enfrentou o time do Santos pela segunda partida da final do Campeonato Paulista 2011. Mesmo tendo perdido por 2 x 1, o Palmeiras, que havia vencido a primeira partida pelo mesmo placar, e foi o time de melhor campanha, ficou com o caneco.

PALMEIRAS, CAMPEÃO PAULISTA 2011 NA CATEGORIA SUB-17. E foi merecido! Eu estive no jogo e, debaixo de um sol escaldante, vi uma garotada boa de bola, cheia de vontade, jogando num time arrumadinho.

No primeiro tempo, o Palmeiras foi para cima e, aos 9′, de lateral para lateral o gol palestrino aconteceu. Cesar, o lateral-direito, puxou contra-golpe em velocidade e cruzou para o lateral-esquerdo Lima que, livre de marcação (e pedindo desesperadamente a bola), dominou e bateu cruzado para colocar o Palmeiras em vantagem.

O Santos, que já tinha perdido em casa e perdia também na segunda partida, passou a ser um franco atirador e foi pra cima do Palmeiras. Num dos lances, a arbitragem assinalou pênalti para o time praiano. Vítor Hugo foi para a cobrança, Vinícius se esticou todo e com um leve toque mandou a bola na trave.

Na segunda etapa, o Santos veio decidido a conquistar o título. Em dez minutos se colocou à frente no placar. E então, para nós torcedores, a partida ficou nervosa. Mas tenho que ressaltar que, embora a partida estivesse aberta aos dois times, foi o Palmeiras foi quem teve as melhores oportunidades de marcar. Talvez o fator psicológico de se estar tão próximo de uma conquista tenha influenciado na hora de finalizar.

Mas foi lindo ver o Palmeiras jogando com tanta raça, foi emocionante ver aqueles garotos honrando a camisa com tanta determinação e superação. Porque foi um sufoco nos minutos finais. O desgraçado do juiz não apitava nunca! A torcida gritando que já tinha acabado, e ele deu mais 3 minutos, depois mais um… A nossa parte da bancada parecia estar em campo, jogando junto.

E a cada investida do Santos, aparecia alguém de verde para rebater. O goleiro Vinícius fazia boas defesas. E então… o juiz apitou o final da partida! Que maravilha! PALMEIRAS CAMPEÃO! Festa dentro de campo, festa na arquibancada!! E foi de arrepiar! De dar aquele nó na garganta ao comemorarmos o título, aos gritos de “É CAMPEÃO!”. Tão lindo ver a alegria daqueles garotos…

Com uma campanha belíssima (32 jogos / 25 V / 3 E / 4 D / 86 GP / 26 GC / 60 SD) esta foi a nossa 12ª conquista estadual na categoria. Ganhamos em 1926, 1927, 1937, 1941, 1944, 1952, 1955, 1960, 1961, 1966 e 1972. Fazia tempo, né?

PARABÉNS PALMEIRAS SUB-17, de Vinícius, Cesar, Mendes (Vinícius Andrade), Luiz Gustavo, Gabriel,  Lima, Bruno Sabiá (Juninho), João Denoni (Hugo), Lucas Taylor,  Bruno Dybal, Matheus, e do técnico Márcio Vicente Rodrigues. VOCÊS NOS ENCHERAM DE ORGULHO!!

E que nunca lhes faltem oportunidades, apoio e reconhecimento por parte do Palmeiras.

ENQUANTO ISSO… NO TWITTER DO SONNEN…

UAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUAHAUHAUAHUAHAUAUHAUHA

É impressionante a ‘fama internacional’ da gambazada… kkkkkk

O FANTASMA AGORA É VOCÊ, PALMEIRAS!! TREMEI GAMBAZADA!


Nem eu mesma sabia o tamanho do medo que trazia no peito…

Oficialmente, o jogo contra o Bahia lá em Salvador, seria o último jogo “fácil” para o Palmeiras. Depois dele, nos sobrariam dois clássicos, daqueles em que tudo pode acontecer, inclusive o juiz nos meter a mão descaradamente. Mas, jogo fácil era maneira de dizer, né? Porque jogar contra o Bahia, na sua casa, quando ele também luta para se manter longe da zona de degola, de fácil não tinha nada. Ainda mais depois de termos nos enroscado em tudo quanto é jogo fácil que jogamos neste segundo turno.

Famintos de vitórias, amargando um jejum doído e incômodo, fomos todos lá para o Pituaçu – sim, além do bom número de palestrinos que se encontravam no estádio, de alguma maneira toda a Nação Alviverde estava lá, com o coração esperando por um gol para poder voltar a bater, tensos e olhos grudados no que acontecia em campo.

Eu estava muito nervosa. A minha esperança, brigando com o medo que eu sentia de não vencermos a partida, queria um gol do Palmeiras de qualquer jeito, fosse do craque ou do perna de pau, com jogada linda ou com chute de canela, de bico, sem querer, contra… mas tinha que sair um gol. Como ele aconteceria, era algo totalmente irrelevante.

Mesmo tendo trancado a sete chaves o meu senso crítico e analítico, mesmo fazendo um esforço danado para não tentar entender porque Carmona não estava em campo ao lado de Valdivia, mesmo tendo me preparado apenas para torcer muito, eu achei que o Palmeiras marcava bem, estava mais arrumado em campo, mais organizado taticamente. Também, com Valdivia (e seus belos passes) no time, o papo é outro, as jogadas deixam de ser previsíveis, os avanços da equipe ficam mais interessantes e, os adversários, preocupados com quem pode desequilibrar, passam a te respeitar mais. Não era a toa que Fael não desgrudava do Mago que, mesmo muito marcado, e apanhando um bocado, dava um jeitinho de servir seus companheiros.

O Bahia tentava com Lulinha (aquele que os gambás juravam que tinha proposta européia de 30 milhões de euros) e com Camacho. Já o Palmeiras, além das bolas paradas do Assunção, apostava na visão de jogo do Mago, nos seus passes inteligentes, e na velocidade de Cicinho, Gerley, Luan e Ricardo Bueno.

Embora errássemos muitos passes, o Bahia errava mais. Isso me pareceu de bom agouro. Normalmente, somos nós quem erramos mais passes. O Palmeiras me parecia mais vibrante, confiante, sei lá… Éramos superiores na partida.Parece que a chegada do César Sampaio deu uma melhorada no astral da equipe.

E aos 20′, o grito de gol  explodiu entre os palestrinos! Assunção cobrou escanteio, Luan, de cabeça, mandou na trave. No rebote, Ricardo Bueno (que foi quem deu o último toque), Thiago Heleno e a bola foram todos parar dentro do gol. Graças a Deus o Palmeiras saía na frente! Eu tremia de emoção e alegria…

Com o Mago, ainda que bem marcado, as jogadas começaram a aparecer. Ora ele lançava Cicinho, ora tabelava com Luan. A mesmice dava lugar à criatividade. O Bahia levava perigo com Lulinha, mas Deola e a zaga tratavam de destruir as tentativas do adversário.

Assim que começou a segunda etapa Luan invadiu a área, chutou forte e quase fez o segundo. Patrik pegou o rebote e mandou por cima do gol. E foi então Valdivia apareceu, de vez!! O nosso Mago, de sempre, meteu um axé chileno pra cima dos desnorteados defensores do Bahia, e começou a deitar e rolar em campo. Isso fez o Palmeiras mais forte e me quase me mata de alegria.

E o Palmeiras começou a martelar o Bahia (que trazia perigo também). Aos 7′, Valdivia, do meio da rua soltou uma bomba. O filho da mãe do goleiro mandou pela linha de fundo; aos 8′, o Mago deu um passe lindo para Patrik, que dominou e bateu cruzado, o goleiro defendeu. As jogadas se sucediam… Luan com Valdivia, Valdivia com Cicinho… com Gerley, que recebeu um passe espetacular do Mago, pelo meio da zaga, que o deixou na cara do goleiro; ele bateu cruzado e Lomba salvou. Eu tava quase tendo um infarto… Acho que poucas vezes na vida eu desejei tanto um gol como aquele segundo, que não vinha nunca para acalmar meu coração…

Valdivia tocou na área com Ricardo Bueno, ele driblou pra lá, driblou pra cá, e a bola atravessou a área sem ninguém para empurrar. O gol palestrino parecia amadurecer, mas e o medo do Bahia empatar? Eu tremia…

Aos 27′, Cicinho cruzou e Valdivia apareceu livre na área para guardar; antes que eu caísse dura de alegria pelo gol do meu ídolo (com quem eu tinha estado na sexta feira e para quem eu tinha pedido ajuda para nos livrar da segundona), o desgraçado do juiz, assinalando impedimento, anulou o gol do Mago. No minuto seguinte, após cobrança de falta e um desvio de cabeça, Junior tocou para o gol de Deola. Antes que eu pudesse compreender que o gol tinha sido anulado, senti meu coração gelar. Já não conseguia mais assistir ao jogo normalmente. Até mesmo respirar ficava mais difícil…

O relógio parecia parado… não andava nunca! O Bahia pressionava, mas o Palmeiras segurava a bola e o jogo. “Acaba juiz!!” Com a adrenalina a milhão, eu até sentia tonturas.

Ainda era 37′ (maldito relógio preguiçoso), quando Valdivia dominou, girou e cruzou buscando Dinei, a zaga cortou e Luan emendou de primeira. O goleiro salvou. Felipão tirou Valdivia, o melhor jogador em campo, e colocou Chico. Imagina se ele não ia querer segurar o 1 x 0? Achei tão arriscado…  Eu já nem tava vendo mais nada direito, só queria mais um golzinho, de qualquer maneira, e pedia a Deus que ele saísse quando o Palmeiras teve uma falta a seu favor. Assunção foi para a cobrança e guardou!! Meeeu Deeeus!

Foi só então que eu me dei conta do peso que tinha o medo que eu sentia, só quando ele saiu de dentro do meu peito com o grito de gol, só quando a sensação de relaxamento invadiu o meu corpo e as lágrimas começaram a cair… Eu me sentia cada vez mais leve e, quanto mais leve me sentia, mais vontade de chorar eu tinha… Um estranho tipo de felicidade… Estávamos livres daquele fantasma horroroso! O ano já podia acabar…

Ooops! Talvez nosso ano não tenha acabado ainda… Na última rodada enfrentaremos a gambazada que disputa o título com o Vasco. Sabemos das maracutaias todas. Conhecemos o que vem com o “Bolsa Istádio”…

Mas, livres do fantasma da Segundona, podemos nos transformar no fantasma do pior pesadelo deles… E agora, leves, sem pressão, acho que dá para ajudarmos os amigos cariocas, hein? Seria simplesmente sensacional!

Vamos lá, Vascão! Faça a sua parte! O PARMERA VAI TIRAR O DOCE DA BOCA DOS GAMBÁS!!

Imagem de Amostra do You Tube

CHEGA DE SUSTOS, PALMEIRAS!


Nem nos meus piores pesadelos teria sido possível projetar um final de ano como esse…

Faltando 3 rodadas para o final do campeonato brasileiro, o Palmeiras vai enfrentar o Bahia, lá na casa dele, com os dois times correndo perigo de ir parar na segunda divisão. E os resultados de ontem acabaram colocando ainda mais pressão na nossa partida. Ai, esses 3 pontinhos que vamos conseguindo na base do conta gotas…

Na partida passada, para enfrentar o Vasco, um dos líderes, o Palmeiras entrou em campo sem casa cheia, sem bons jogadores, sem um esquema de jogo que funcionasse, sem arrumação tática, sem almejar nada na tabela de classificação, a não ser conseguir os benditos 3 pontos (faz tempo que estamos atrás deles) e se salvar da segundona. Triste e vergonhoso! E, para piorar, a vitória que precisávamos tanto, seria praticamente decisiva para a conquista do campeonato pelos gambás. Pra massacrar o coração da gente… Chegou a ser macabro ter os gambás torcendo para o nosso time, querendo uma vitória do Palmeiras para conquistar um título, enquanto nós apenas tentávamos nos safar da degola.

Graças à incompetência generalizada no Palmeiras, Papai Noel este ano virá visitar os palestrinos usando a máscara do pânico.

Em campo foi apresentado o mesmo filme de sempre, com um roteiro confuso, entediante, de difícil compreensão para o espectador, uma bagunça tática danada, estrelada por jogadores sem muita técnica, mas, justiça seja feita, com uma boa dose de vontade de vencer. Pena que a falta de técnica, aliada ao esquema previsível e à falta de criação (e o Carmona no banco), quase sempre transforma o nosso filme numa trama de horror.

E o horror começou cedo. Com três minutos de jogo o Vasco abriu o placar. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Dedé marcou e colocou o Vasco em vantagem. Faz um “século” que tomamos gols no mesmo tipo de jogada e até agora, Felipão, e os nossos defensores, não descobriram um jeito de anular as jogadas adversárias. Nossa espinha gela a cada bola alçada na área.

Coisa mais doida… a bola parada é mesmo motivo de aflição para o palestrino. Se é do adversário, ficamos aflitos com medo de tomar gols, se é para o Palmeiras, ficamos aflitos querendo que saia um gol da única jogada que temos. Tomara Valdivia mude essa “rotina” hoje, diante do Bahia. Mas, pelo que vi no treino de sexta feira, por melhores que sejam os passes do Mago, nossos atacantes dão sempre um jeitinho de desperdiçá-los.

O fato é que, “no frigir dos ovos”, o jogo contra o Vasco foi chocho, morno, com direito a um baita susto num arremate de longa distância do Jumar, e com direito à mesma carga de emoção que nos traz um comercial de salsichas.

Ainda bem que o Felipão teve uma luz e colocou Carmona e Dinei em campo. A “melhorada” deu uma ajeitada no time e aos 17′, acabamos empatando a partida. Num bate e rebate na área, após cobrança de escanteio que o goleiro defendeu, Luan guardou! Uffa! E, enquanto respirávamos com um pouco mais de alívio pelo pontinho que conquistávamos até ali, Luan comemorava como se fosse gol de classificação. Mais um que está aprendendo a jogar para a torcida. Será um alívio para o torcedor se livrar desse fantasma da segundona, é verdade. Mas, jogadores, comissão técnica e diretoria, não têm que posar de heróis e guerreiros quando isso acontecer. É obrigação! Guerreiros e heróis estariam brigando pelo título! E, afinal, é por culpa deles e da sua incompetência que estamos nessa fase horrorosa! Um pouquinho de “semancol” não faz mal a ninguém.

Se prepare, torcedor! Diante do Vasco, mesmo depois do empate e da “melhorada” que teve o time, nossos atacantes não conseguiram encontrar um jeito de furar a defesa adversária. Continuaram se embananando no último passe e na finalização defeituosa. Será que hoje as coisas vão melhorar? Será que hoje vamos, finalmente, conseguir a segunda vitória do segundo turno? Nem Jair Picerni conseguiria a façanha de ter apenas uma vitória em 35 rodadas. Que fase!

Haja coração, amigo palestrino! Não podemos adivinhar (só imaginar) de que tipo será o filme de hoje. Mas podemos torcer. Temos que torcer, e muito, para que seja um filme com final feliz para a sofrida gente palestrina. Vamos ver se o diretor escolhe o elenco direitinho, vamos ver se o elenco vai ter um bom desempenho, vamos ver o que a nossa “turma” nos reserva para a sessão de hoje.

Portanto, pegue a pipoca, as balas, o chocolate, o refrigerante a cerveja… sente-se confortavelmente em sua poltrona, mas não esqueça de tomar o seu calmante, de acender a sua vela,  e fazer muitas orações.

 O Palmeiras vai jogar… OREMOS!

 

KLEBER… MAS QUE EMBRULHADA!!

A semana pegou fogo!! Kleber (que já assinou um pré contrato com o Grêmio), ressentido com o técnico, deu uma entrevista na Band (que programinha ele foi escolher, hein?), detonou Felipão, lavou a roupa suja dos bastidores do Palmeiras, e trouxe ainda mais polêmica ao já tão conturbado ambiente palestrino.César Sampaio, nosso gerente de futebol, já veio a público e desmentiu o jogador, afirmando que falou com o elenco, ofereceu a possibilidade de demitir Felipão, caso essa fosse a vontade deles, mas que eles querem o técnico no comando do time. Gostei da atitude do Sampaio. O Palmeiras também já divulgou uma Nota Oficial a respeito do assunto.

 

Mas, quanto às declarações dadas na TV, é claro que nunca vamos conhecer toda a verdade desse imbroglio. É claro que não vou ficar em cima do muro e, ainda que reprove demais a atitude de Kleber -que eu sempre achei marqueteiro, um tanto quanto desleal, meio dissimulado, e de quem nunca gostei muito-, não penso que ele esteja mentindo em 100% do que falou. Só que eu acho que roupa suja se lava em casa, MESMO, e se Kleber mente em parte do que diz, acaba perdendo a credibilidade de algumas verdades que, supostamente, possa ter dito.

Eu não acredito que Felipão tenha se oferecido ao São Paulo. Primeiro, porque não creio que ele o faria; segundo, porque ele é um técnico, gostemos dele ou não, que não precisa se oferecer a clube nenhum. Sempre vai haver um presidente disposto a pagar uma fortuna para tê-lo comandando o time.  Mas eu também acho que, algumas vezes, Felipão erra muito no trato com  os seus jogadores, que faz declarações desastrosas, trazendo prejuízos ao time e ao ambiente. Concordo integralmente com o que é dito em relação ao Pierre, por exemplo. Um jogador querido pelo elenco, ídolo para boa parte da torcida e que jogou praticamente um ano machucado. Cansamos de gritar seu nome nos jogos, de pedi-lo no time, e não lhe foram dadas suficientes oportunidades para recuperar sua forma. Oportunidades essas, que foram gastas dezenas e dezenas de vezes com jogadores sem talento e sem nenhuma identificação com a torcida e com o clube. Acho que nem preciso citar nomes.

A título de curiosidade, vou fugir um pouquinho do assunto e acrescentar alguns dados sobre Pierre e Chico (que foi preferido pelo técnico). Os números não são meus e me foram passados:

CHICO – Quando  assumiu a titularidade, o Palmeiras estava em 6º.
Como titular foram 23 gols sofridos em 16 partidas, mais 5 gols aconteceram após o jogador sair do banco, totalizando 28 gols com ele em campo.
Sem ele, o Palmeiras sofreu 8 gols.
Chico errou 48 passes em 25 partidas, roubou 32 bolas, foi titular em 16 partidas, dessas 16, apenas duas vitórias.
Jogando como titular foram 2 vitórias e 8 derrotas em 16 partidas.
Sem ele no time titular foram 7 vitórias e 2 derrotas em 17 partidas.
Das 8 partidas que o Chico não disputou, o Palmeiras perdeu somente uma.

PIERRE – Quando ele assumiu a titularidade, o Atlético estava em 19º.
Com ele em campo foram 12 gols sofridos em 14 partidas.
Sem ele, o Galo sofreu 37 gols em 19 partidas.
Pierre errou 16 passes em 14 partidas e roubou 30 bolas.
Com Pierre foram 7 vitórias e 4 derrotas em 14 partidas.
Sem o Pierre foram 4 vitórias e 12 derrotas em 19 partidas.

Pra se pensar, não é mesmo?

Mas, voltando ao assunto, no vídeo abaixo estão algumas das declarações de Kleber e algumas opiniões do ex jogador Edmundo, comentarista da emissora. Logo abaixo do vídeo está a Nota Oficial do Palmeiras. Tire as suas conclusões…

Imagem de Amostra do You Tube

Nota oficial sobre declarações do atleta Kleber

Agência Palmeiras
15/11/2011 14h09

A Sociedade Esportiva Palmeiras, em nome de seu presidente, diretoria de futebol e comissão técnica vem comunicar a seus torcedores que repudia as declarações do atleta Kleber contra o técnico Luiz Felipe Scolari feitas em vários veículos de comunicação.

O atleta se coloca como líder de um grupo ao qual não exerce poder e não tem permissão para falar em seu nome.

As declarações vieram num momento inoportuno, às vésperas de um jogo importante no Campeonato Brasileiro, no qual a equipe do Palmeiras tem por objetivo a conquista da vaga para a Copa Sul-Americana. 

Infelizmente, esta não foi a primeira vez que o atleta se comportou desta maneira, como é do conhecimento de todos.

Todos os jogadores do Palmeiras estão focados na etapa final do Campeonato Brasileiro. Não serão tais declarações que irão afetar a união do grupo e tirá-lo do objetivo das conquistas nas últimas partidas deste campeonato.

A Sociedade Esportiva Palmeiras deixa claro também que não vai punir o atleta Kleber – como foi veiculado à imprensa -, e reitera que repudia tais declarações.

Presidente Arnaldo Tirone