EU QUERO SER FELIZ AGORA

“Se alguém disser pra você não cantar
Deixar teu sonho ali pr’uma outra hora…

… Se alguém disser pra você não dançar
E que nessa festa você tá de fora…

Não acredite, grite, sem demora…

Eu quero ser feliz agora!”  –  Oswaldo Montenegro

Por mais que nós soubéssemos que o Palmeiras precisava começar a ser reconstruído em seus alicerces – sei que essa é a lógica -, por mais que tenhamos conhecimento de que nos próximos dois anos, seja quem for o presidente, ele vai encontrar a instituição muito mais saudável, sem as sangrias de dinheiro palestrino que havia por todos os lados (dependendo de quem assumir, o clube vai sangrar tudo outra vez), sem  a falência, constatada em Abril de 2013; por mais que tivéssemos tido/tenhamos paciência, não dá para ficarmos inertes diante do que estamos vendo, não dá para não ouvirmos o nosso coração que quer apenas ser feliz…

As sirenes de alerta do futebol do Palmeiras estão “berrando”… A venda de Valdivia, o único craque diferenciado que tínhamos pra “pegar pelo rabo”, expôs a ferida da qual tanto nos horrorizamos agora. Era ele a “usina geradora de qualidade” que alimentava de bom futebol diversos setores do time.

Eu sei que vender e comprar jogadores é rotina de todos os clubes, mas sei também que um bom planejamento prevê que um craque nunca irá embora antes do seu substituto chegar. Todo mundo está vendo a ruindade que o time do Palmeiras ficou sem ele – e justo quando temos um bom técnico. E onde está o substituto de Valdivia? Onde está o novo camisa 10 diferenciado? E como podem os nossos dirigentes acreditar que o time sobreviverá sem ter alguém para criar as jogadas? E como podem não se incomodar que o time do Palmeiras não sobreviva – é essa a impressão que tenho – e despenque na tabela por causa disso, em pleno centenário do clube?

NÃO! MIL VEZES, NÃO! EM TEMPO ALGUM, AINDA MAIS EM NOSSO CENTENÁRIO!

Diante do Bahia, do fraco Bahia, que serviu de sparring pra todo mundo, nosso time só foi capaz de empatar. O primeiro tempo foi de doer. O time corria, tentava buscar, mas o nível técnico era sofrível. Do lado do Bahia, era pior. E o time baiano ficava inteirinho no campo de defesa, e fazia cera de montão.

O Palmeiras teve muito mais posse de bola na partida, o que foi uma inutilidade, já que eram poucos os que a punham no chão para tentar construir uma boa jogada. Ciscava, ciscava, e nada! Tinha posse, mas não tinha ‘munição’ para os ‘atiradores’ lá da frente. E, para alguns, fica tão mais fácil culpar os ‘atiradores’; para outros, fica fácil culpar o técnico…

Não acho que falta vontade aos jogadores como dizem alguns, nem que tenha jogador querendo sabotar o técnico como fantasiam outros. O que acontece é que falta qualidade no time, e, em várias situações de jogo, não se sabe como chegar ao gol adversário, por mais que se tente, por mais que Gareca procure acertar o time. Aquele malfadado “último passe” não acontece como deveria, e aí a finalização sai pior ainda. E isso é quase matemático, né? Sem uma boa assistência = ataque zerado, exceção feita apenas para jogadas individuais e cheias de talento, e algumas outras, de pura sorte. E estamos numa falta tremenda dessas jogadas…

A carência no setor é tanta, que estávamos todos lamentando a ausência do garoto Allione, recém contratado, e que tinha feito até então apenas uma partida – está na cara que a pressão e a cobrança em cima dele, acabarão sendo muito maiores do que deveriam ser. Ele terá que dar certo pra ontem, tadinho, e não deveria ser desse jeito, não é mesmo?

Ainda assim, precisamos de um 10, e dificilmente um substituto à altura do Mago poderá ser comprado pelo dinheiro que se conseguiu com a sua venda; precisamos de um lateral direito também, ainda que Weldinho se saia melhor do que Wendel; precisamos de mais um atacante, bom – vem chegando  Willian José, que estava emprestado ao Barcelona B  (será que é o irmão do Louro José?) Que seja uma grata surpresa, assim como aconteceu quando chegou Kardec, que estava encostado lá no Benfica… Não temos muito tempo para apostas, precisamos de gente pra chegar e resolver.

Mas, no Pacaembu, no nosso compromisso diante do Bahia, quando encarávamos os nossos problemas, a única bola redonda que chegou no ataque foi um cruzamento de Victor Luís (está se saindo bem o garoto), na medida, que Henrique guardou de cabeça aos 15′ do segundo tempo. Nas outras oportunidades criadas, no jogo todo, como a bola não chegava redondinha, era preciso que nossos atacantes tivessem boas doses de criatividade e talento para finalizar com acerto, e, por isso mesmo, nada acontecia.

Era triste ver o nosso futebol tão magrinho… Era doloroso ver o Palmeiras, às vésperas de seu aniversário de 100 anos, não conseguir se impor diante de um time da zona de rebaixamento. O Bahia, tão mixuruca, quando viu que o dono da casa não assustava, tratou ele de tentar. Ficamos tão felizes e aliviados com o gol de Henrique, mas não conseguimos nem comemorar direito, porque o Bahia logo empatou – muita gente não conseguiu ver o gol adversário, por estar, contrariadamente, embaixo de uma bandeira de torcida. Se, por acaso, tivesse sido um gol do Palmeiras, não teríamos visto também.

E se o Bahia já fazia cera antes do seu gol, imagine depois dele… E o Palmeiras sem cacife para detonar um adversário desse naipe. Pobre Palmeiras…

O juiz deu 4 minutos de acréscimo, mas podia ter dado 40… muito provavelmente o placar continuaria inalterado.

Olhávamos um pra cara do outro e nem sabíamos o que dizer, nem sabíamos o que pensar… o coração estragado por vermos o nosso amor tão enfraquecido dentro de campo.

A poucos dias de uma data que deveria ser memorável, pela qual tanto ansiamos, estamos nós aqui, esperando a entrega do Allianz Parque (que não fica pronto nunca, porque tem gente esquecendo que ele É do Palmeiras), com a tabela de classificação na mão, fazendo contas, e rezando para não entrarmos na zona de rebaixamento. Quem diria?

Que “presentão” de aniversário para aqueles que carregam o Palmeiras nas costas… e para a história do Palmeiras principalmente… Faz tempo que estamos só no #AmorModeOn da torcida.

Eu  me recuso a acreditar que Paulo Nobre e os responsáveis pelo Departamento de Futebol não estão vendo o perigo rondando… que o Departamento de Marketing não esteja sendo capaz de gerar receita para que seguremos alguns jogadores e compremos outros;  não consigo nem conceber a ideia de que o coração dos palmeirenses administradores não esteja doendo como dói o nosso… que eles não se sintam miseravelmente tristes e amargurados, como nos sentimos agora…

Não posso admitir que o futebol, a razão do Palmeiras existir, seja deixado de lado dessa maneira, assim como estão sendo deixados de lado os seus torcedores. Não posso esquecer que tínhamos um time bem melhor no ano passado, e no começo deste ano também… não vou subestimar a capacidade dos dirigentes, achando que só nós, torcedores, sabíamos que quebrar a espinha do time, perdendo Kardec, vendendo o Mago, e sem contratar à altura, ia nos deixar mancos, sem condições de caminhar…

Não quero só ter que entender – e olha que sou boa nisso -, não quero só ter que esperar, que aceitar, que ser racional… Quero poder enlouquecer de alegria, quero perder a razão… É aniversário do Palmeiras, e eu quero ser feliz com ele, agora!

E se não puderem, se não vão me fazer feliz, por favor, só não me façam infeliz… de novo.

  • jose luis

    O willian Jose era do Real Madrid Castilla e estava no banco no jogo Champions que o Real ganhou.
    O Palmeiras tá no caminho certo da reabilitação, não há atalhos. Ou é assim ou vai a falência e fecha de vez.
    Não somoa gambás nem urubus pro governo ajudar. Quem entender isto vi sofrer mrnos, quem não…

    • Marcio Lima

      Penso que, se tivesses patrocínio master seriamos capazes de ter jogadores melhores. Logo, se não temos a culpa é de quem?
      Eu sempre apoiei, briguei e discuti muito a favor do Nobre… mas chega uma hora, que vc para e percebe, que 100 milhões daria para ter contratado muita gente boa … e para onde foi o dinheiro desse empréstimo que pegamos dele? SIM… vamos perder 10% da nossa receita por 10 anos para paga-lo … e para onde foi esse dinheiro? Com jogadores como Victorino, Léo Gago, M.Oliveira, F.Menezes, Bruno Cezar e outros zé ruélas que serão uma pedra no Palmeiras pq os contratos são quase que eternos pela nossa urgência em conquistar títulos. Pra mim, Nobre já era… estou decepcionado e não tenho mais esperança que algo melhores.

      • O patrocínio é algo que eu sempre me questionei, porque entendia que era melhor termos valores menores a não termos valor nenhum.
        Mas fiquei na dúvida quando soube que as propostas recebidas eram muito aquém do que vale a nossa marca.
        Seríamos os primeiros a atirar uma porrada de pedras, e a querer “matar” meio mundo, quando fosse ventilado que o Palmeiras tinha fechado patrocínio por menos de 10 milhões/ano, por exemplo.
        O São Paulo não consegue patrocínio, mesmo tendo vários jogadores considerados valiosos lá, e gambás e urubus só têm porque o governo deu uma força,
        senão também estariam na roça.
        De qualquer forma, ainda que fosse sem patrocínio master, eu esperava que o marketing fosse ccapaz de gerar receitas para que um bom time fosse
        montado.

  • Marcio Lima

    Estou decepcionado com Paulo Nobre. Sinceramente, sabia que não seria fácil para ele colocar o clube nos eixos, mas também não imaginava que ele faria tanta bobagem assim.
    Perdemos Valdivia, Vilson, Barcos, Henrique e Alan Kardec e para o CEO, qualquer um pode ser vendido a qualquer momento… como assim? estamos precisando nos reforçar e não ser vitrine para reforçar os adversários.
    O Atletico MG contratou Ronaldinho Gaucho e os patrocínios triplicaram, o publico nos estádios aumentou em 480% segundo a folha… será difícil Nobre ter essa linha de raciocínio?
    Sim… fui iludido pelo Nobre … agora me convenci que ele é apensar um Tirone de Grife …

    desculpe a revolta.

    • Márcio, tudo bem que vc esteja bravo, eu também estou, mas vc está se lamentando por perder o Vílson? Desde que saiu do
      Palmeiras ele não jogou por conta da sua tendinite. O Cruzeiro o contratou e dispensou sem que ele tivesse jogado. E foi por isso que ele não aceitou contrato de produtividade, porque sabia que não ganharia nada. Nessa, a diretoria acertou em cheio. E o Barcos, até quando
      vcs vão fazer de conta que ele não queria sair de qualquer maneira? Os demais, td bem, perdemos mesmo.
      E, embora eu não esteja contente com a maneira como o futebol está sendo esquecido/conduzido pela diretoria atual, comparar essa administração com a que entregou o Palmeiras falido, cheio de dívidas, sem nada a receber, e na série B, não dá, né? Pelo menos, por enquanto…

      • Marcio Lima

        Vilson estava jogando bem e o que aconteceu, foi sorte para o Palmeiras e azar do Cruzeiro. O Barcos, sr. visibilidade, não queria ficar mas também o Palmeiras negociou pq quis. Mas tudo isso foi só um exemplo, pq tanto BARCOS quanto VALDIVIA, na minha opinião foram dispensados pq os salários eram altos.
        Quanto ao Nobre, o melhor que ele poderia fazer agora é trazer um jogador TOP para fortalecer o marketing e fazer com que o a TV se interesse em transmitir os jogos do Palmeiras.

  • André

    Será que não tinha jeito de reconstruir o clube sem enfraquecer tanto o time de futebol? Será que não dava pra negociar jogadores como time grande negocia, e não time pequeno? Pq será que, apesar do “barateamento” do time de futebol, as dívidas estão aumentando? Até quando vão continuar colocando a culpa nas gestões anteriores e não assumir as responsabilidades? já se passaram 1 ano e meio de “gestão. Até acredito nas boas intenções do Paulo Pobre, mas até hoje, ele está conseguindo ser o pior presidente da história do Palmeiras.

    • André, hoje, 04 de Agosto de 2014, é um absurdo dizer que Paulo Nobre é o pior presidente da história do Palmeiras.
      Sem me estender muito em relação aos demais, o presidente anterior nos rebaixou e deixou o clube falido. Por enquanto,Tirone é hors-concours.

      Esqueci de dizer, eu também me pergunto se não havia um meio de se reconstruir o clube sem enfraquecer tanto o futebol… tem que haver um meio.

    • Carlos Z/S

      Não sou fã do Nobre. Acho que ele errou mais do que acertou. Mas dizer que ele é o pior presidente da história do Palmeiras, de duas uma: ou é falta de memória ou é uma afronta à nossa inteligência.

      Pra quem teve Tirone, Mustafá e Saccomani, falta muuuuuito para o Nobre ser o pior.

      • Exatamente, Carlos, esses três aí causaram um dano imenso ao Palmeiras.

  • Miguel Malisia

    O meu verdão e muito para ter um time pequeno, o gareca tem de mudar muito para poder colocar seus conhecimentos e fundamentos pra cima deles VERDÃO.

  • sueli vallim

    Até agora não consegui digerir o jogo de ontem…O PN tá conseguindo me fazer desistir, e olha que nem nos anos 80 eu desisti…

  • Augusto

    PN é, a meu ver, o pior da história SIM. Mandato inteiro se desfazendo de jogadores importantes, sem marketing nenhum (td que temos é a Adidas quem faz), sem patrocínio nenhum o tempo todo, aumentando a dívida escandalosamente em negócios escusos e MTO mal explicados. No dia q alguém me explicar como o Palmeiras deve mais de 100milhões pra ele (como noticiado na imprensa fartamente) eu posso repensar na opinião sobre ele. Mas de qq forma, sei q ele (e sua diretoria oficial e a q manda por trás) está pouco se lixando pra torcida e pro nosso sentimento. Se cair pra B de novo, somos nós torcedores quem sofreremos.

    Por fim: e o tal de Valdívia? Que vexame. Que engodo. Sumir dessa forma ridícula, fazendo novamente a SEP de otária. E de pensar q já gostei mto dele… O q a carência de ídolos não faz…

  • Marco

    Nunca teremos unanimidade sobre um jogador. Até Ademir Guia era questionado. Existiam torcedores e jornalistas “esclarecidos” que o julgava lento. Até hoje, existe um pseudo jornalista que trabalha na rádio decadente que diz que Ademir não era craque. Tem gosto e tem opinião para tudo. Por que com Valdívia teria que existir unanimidade? Tem torcedor que prefere Bruno César (o atual, não o do Santo André) ou Felipe Menezes, fazer o que? Valdívia era dispensável!!!
    Então, vamos por hipótese aceitar a tese de que Valdívia poderia ser substituído facilmente.
    Nesse ponto entra a matemática e com números não há argumentação subjetiva que resista, a não ser em caso de manipulação desonesta.
    Primeiro, Valdívia não tinha contusão muscular desde o primeiro semestre de 2013, mas o número de jogos disputado a partir da metade de 2013 não foi suficiente para encerrar o discurso de que ele jogava pouco. Caso de ignorância ou de manipulação de dados! Como no comentário infeliz do Veloso no programa do crack neto, ao dizer que ele sempre esteve fora nos momentos decisivos. Nosso fogo amigo de sempre, que poderia ter aproveitado a oportunidade para denunciar o jogo violento não punido como o de Bragantino e Ituano na fase final do Paulistão.
    Outro número ignorado era o do aproveitamento de pontos com ele campo, muito superior ao do Palmeiras sem ele, mas esse número também sempre foi “esquecido”.

    Tínhamos também a análise financeira onde a preocupação com o salário do jogador era constante. Em alguns discursos indignados contra o salário do Valdívia, parecia existir a defesa da saúde financeira eterna para o Palmeiras. Mandar Valdívia embora deveria significar o equacionamento definitivo das finanças do clube. Nesse aspecto, também residia a desinformação.

    Vejamos: Pior cenário financeiro em termos de custos com Valdívia mantido no time. Um ano de contrato, 13 salários e mais a perda do dinheiro de uma negociação.
    Qual a contrapartida? A certeza da permanência na série A, a possibilidade de sucesso na Copa do Brasil e o aumento do público médio nos estádios. Como consequência indireta a valorização de todo o elenco pelo time mostrar resultados e bom desempenho em campo, valores não mensuráveis, mas que podem ser estimados.

    Valdívia vendido como foi agora:
    O Palmeiras “economiza” um ano de salário, recebe parte do dinheiro da venda que não será suficiente para comprar outro jogador de condição técnica semelhante, isso se conseguir comprar, pois quem tem, não vende.
    O Palmeiras correrá o risco de jogar fora essa quantia em apostas e ter que pagar salários que pela tendência natural devem superar o de Valdívia, para um jogador de igual condição ou se dizimado por salários de jogadores medianos, que não resolvem, apenas lotam o elenco tomando espaço de jogador vindo da base. Para completar o quadro, o time cai pelas tabelas, o público médio despenca, diminui a venda de produtos licenciados e do plano Avanti.

    Não seria melhor ter aberto negociação com o jogador, fazer um contrato de pelo menos mais dois anos, pagando aos poucos o investidor? (Ou pagar a ele com parcela dos direitos de outros jogadores?)
    A estrutura do meio de campo seria mantida, dando condição aos vários bons e novos jogadores de crescerem no Palmeiras e na carreira.
    Quem tem os raros jogadores de ponta os segura e faz dinheiro com a presença deles, paralelo à conquista de resultados. Quem pensa pequeno e fugiu das aulas de matemática age como aqueles que torcem para o time mandá-lo embora, simplesmente porque não vão com a cara do jogador.

    Jogador é empregado do clube, que tem por obrigação saber administrar seu elenco e seus problemas. Valdívia era um caso para ser trabalhado e ter seu potencial explorado, era ídolo e atraia público. Nos dias de hoje, com a mentalidade que passou a vigorar no Palmeiras, Edmundo não jogaria meio ano e se Garrincha jogasse aqui seria visto como a encarnação do diabo.
    O futebol atual passou a ser dominado pela frescura e por analfabetos funcionais.
    Pelo que tudo indica, Valdívia é passado, pois se voltar não faltarão abutres de plantão para conturbar o ambiente. Resta saber quem será o próximo jogador diferenciado que termos a ser escolhido como alvo para ser mandado embora, instigado pela imprensa e seguido pela legião de amadores que temos no nosso meio?

  • GILSON

    Outro dia o presidente bambi V-Aidar nos chamou de pequenos, até agora não vi uma resposta a altura.
    Nunca te perdoarei por isso, sr. Paulo Nobre, mas também está difícil te perdoar por perder o Kardec, o Barcos, Henrique, Valdívia e até uma de nossas melhores revelações, o Luís Felipe, lateral direito, muito bom jogador, em breve estará nos grandes europeus, podem acreditar…
    O presidente do Corinthians outro dia beijou, sim, eu disse beijou literalmente nosso presidente após não cumprimentar o presidente bambi…
    Percebo que hoje não sentem mais inveja ou ódio do Palmeiras, sentem pena…
    Não temos patrocinador máster, não temos time e ontem nosso diretor remunerado JC Brunoro disse em rede nacional de TV, após ser questionado por um telespectador palmeirense por e-mail, afirmou que “A Arena é da W Torre”.
    Não sabia disso, achei que éramos donos, mas pelo visto também não temos estádio.
    Em 2012 quando caímos eu sempre culpava as arbitragens, a Globo, todos, via teoria da conspiração em tudo; hoje, vejo que nosso time é fraquíssimo, muito pior que aquele time que tinha Valdivia, Barcos e Assunção, além do Felipão no banco.
    Agora, é só esperar uma proposta p lateral esquerdo Vitor Luís, aposto que em 30 dias será vendido por R$ 5 milhões, afinal, o Palmeiras não tem dinheiro…

    • Marco

      Não vamos misturar as coisas, em 2012 as arbitragens foram criminosas contra o Palmeiras. A condição técnica do time de hoje ou de 2012 não é motivo para justificar a postura parcial com que fomos tratados naquele ano. Caso façamos isso, estaremos dando alvará para sermos prejudicados. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa!!!!!
      Por que o centro avante perdeu um gol o árbitro passa a ter o direito de anular um gol legal?

      • É bem isso o que acontece, né Marco?
        As pessoas se desapontam com o time, com a diretoria, se enchem de raiva por verem frustradas as suas expectativas, e além de cobrar melhoras, contratações, o que é corretíssimo, misturam as bolas e passam a menosprezar e desfazer do… Palmeiras!! Nenhuma outra torcida faz isso de esculhambar o próprio time, full time. Os torcedores bambis, a quem chamamos “modinhas”, passaram o campeonato de 2013 inteiro vendo o time ora na zona de rebaixamento, ora ali pertinho. E mesmo sendo motivo de piadas dos torcedores de todos os outros times, eles fizeram um relógio que contaria as horas para que o SPFW escapasse. Apoiaram o time o tempo todo. E escaparam! E vê se no Paulistão, quando eles foram muito mal, os torcedores deles ficaram jogando na cara a péssima campanha do BRA 2013? Temos que repensar o conceito “modinha”.
        Fomos roubados até não querer mais em 2012. Tivemos marcação de pênalti pra adversário, por falta ocorrida muito fora da área, tivemos trocentos pênaltis não marcados a nosso favor, alguns impedimentos que pararam o nosso ataque foram criminosos (teve um do Barcos, que as imagens o mostravam há 3 metros do jogador adversário)… foi um escândalo! As situações foram inúmeras, as arbitragens nos tiraram pontos preciosos – a imprensa esportiva fez de tudo pra esconder -, e não teríamos caído se não fosse por isso.
        É surreal ver que há torcedores que já esqueceram toda a raiva e revolta que sentimos em cada uma dessas partidas, e que já nem defendem o próprio clube do que a CBF, Comissão de arbitragem e imprensa fizeram com ele. Daqui mais algum tempo, ninguém mais vai lembrar dos roubos… do Cara de Areia, que estava na CBF na ocasião, dizendo que queria que o Palmeiras caísse…

        • GILSON

          Tania, pelo que percebi vc está dizendo que os torcedores bambis, ao contrário de nós Palmeirenses, sabem torcer de verdade…
          Em suas palavras, vc quer dizer que se fôssemos iguais aos modinhas bambis não cairíamos…… nossa!
          Existem grandes diferenças, vou apontar somente três:
          1) Em nossa primeira queda em 2002 a torcida apoiou o time o tempo inteiro, eu e muitos outros choramos ao final do jogo contra o Vitória; em 2012 foi exatamente igual…
          2) Enquanto fomos rebaixados em 2002 e 2012, quase também em 2006 (se não fosse o Tite), os bambis foram nesse período campeões da Libertadores, Mundial e 3 vezes campeões brasileiros, ou seja, eles estão muito mais em paz com o clube do que nós… o astral é outro, totalmente diferente!
          Por favor, não me venha dizer que esculhambo o time e bla bla bla, acho que ultimamente é o Palmeiras quem deu as costas para a torcida, e não o contrário…
          Continuarei torcendo e apoiando, mas não significa que devo concordar com todas as atitudes daqueles que comandam, como vcs querem.

          • GILSON

            A terceira diferença é que o ingresso bambi para não cair era de R$ 2,00….

          • Preço de ingresso, nada tem a ver com postura de torcedor.
            Ele pode encher o estádio, mas é só.

          • O que você entendeu é exatamente isso, o que vc entendeu, e de sua total responsabilidade.
            O que eu escrevi, que é diferente do que vc conseguiu apreender do meu comentário, é que os torcedores bambis torceram para que seu time não caísse. Entenderam que, por mais contrariados que estivessem, por mais gozações que tivessem que suportar, a prioridade era estar ao lado do seu time. E isso não é comportamento de “modinhas”, por isso disse que deveríamos repensar esse conceito, que costumamos usar pra defini-los.
            Torcedores, por mais que queiram cobrar o time, a diretoria, e isso deve ser feito sempre, não podem deixar de ser torcedores. Jogar contra o próprio time não é coisa de gente inteligente. E essa é a minha opinião, com a qual ninguém é obrigado a concordar.
            E tem muito torcedor palmeirense que esquece, sim, de ser torcedor, e que só gosta do time quando ele está por cima, e quando pode se vangloriar para torcedores de times rivais. E, na minha concepção, “modinha” é isso.

        • Marco

          Hoje a corrupção no Brasil é vista como fato normal e aceita pelos eleitores como inerente ao sistema. Corrupção não é normal e nunca poderia ser vista como normal.
          Comparando essa realidade ao Palmeiras, temos o mesmo quadro.
          É inegável que o time esteve nos últimos jogos muito abaixo das expectativas, que não fez o que seria sua obrigação, que teve inúmeras falhas técnicas.
          Repetindo a frase popular que serve didaticamente para explicar a situação: “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”.
          O Palmeiras fez uma péssima partida contra o Bahia, tinha obrigação de jogar melhor e vencer, mas nada disso justifica o erro grosseiro de arbitragem ao não marcar uma penalidade que ela viu.
          Houve, má fé, má vontade, má intenção, houve parcialidade por parte do árbitro reconhecidamente flamenguista. As imagens mostraram claramente que ele vê a falta penal e não quis marcar.
          Entretanto, o problema maior não está na má fé da arbitragem, mas na omissão, na covardia, na anestesia geral palmeirense (jogadores, diretoria e torcida) que não percebem mais que o time é prejudicado e nunca reagem.
          Assumimos definitivamente (torcida, jogadores e diretoria) a condição de capachos, de covardes, de omissos e achamos que erros intencionais de arbitragens são situações tão naturais e inerentes ao futebol quanto à corrupção no Brasil.
          Pior do que isso, se ocorrer um erro a favor do Palmeiras, que sabemos ser por descuido, não faltarão otários de plantão para dizer que erram contra todos e usarão isso pelo restante do ano, mesmo que a proporção de prejuízos e benefícios seja de vinte para um.
          Nossa torcida e nossa diretoria estão mais preocupados em parecer politicamente corretos, em não passar a imagem de não dar desculpas do que em defendes os interesses do clube.
          O que falta entender é que defender nossos interesses jamais significará ignorar nossos problemas e enfrentá-los. Alias, um deles é a total fraqueza e inoperância nos bastidores.
          Essa critica não é para pessoas especificas, à diretoria (essa ou as anteriores), à situação ou a oposição, mas a mentalidade medíocre e covarde que tomou conta do nosso meio.

  • Marcio Lima

    Espelho, espelho meu, tem alguém mais decepcionado do que eu? … é só vir aqui e ler alguns comentários …rsrs

  • GILSON

    Contratações da dupla Paulo Nobre e Brunoro:

    Ronny (ex-Figueirense-SC)
    Weldinho (ex-gambá-SP)
    Marcelo Oliveira (ex-Cruzeiro-MG)
    Vilson (ex-Grêmio-RS)
    Charles (ex-Cruzeiro-MG)
    Leandro (ex-Grêmio-RS)
    Kléber (ex-Porto-POR)
    Léo Gago (ex-Grêmio-RS)
    André Luiz (ex-Nancy-FRA)
    Rondinelly (ex-Grêmio-RS)
    Serginho (ex-Oeste-SP)
    Ananias (ex-Cruzeiro-MG)
    Mendieta (ex-Libertad-PAR) (Paraguai)
    Alan Kardec (ex-Benfica-POR)
    Eguren (ex-Libertad-PAR) (Uruguai)
    Felipe Menezes (ex-Benfica-POR)
    Tiago Alves (ex-Mogi Mirim-SP)
    Thiago Martins (ex-Mogi Mirim-SP)
    França (ex-Hannover-ALE)
    Diogo (ex-Portuguesa-SP)
    William Matheus (ex-Goiás-GO)
    Lúcio (ex-bambi-SP)
    Marquinhos Gabriel (ex-Bahia-BA)
    Josimar (ex-Internacional-RS)
    Bruno César (ex-Al Ahli-Arabia Saudita)
    Rodolfo (ex-Rio Claro-SP)
    Bruninho (ex-Portuguesa-SP)
    Henrique (ex-Portuguesa-SP)
    Bernardo (ex-Vasco da Gama-RJ)
    Fernando Tobio (ex-Velez Sarsfield-ARG) (Argentino)
    Mouche (ex-Kayserispor-TUR)
    Alione (ex Veles).

    32 jogadores…
    Desses, quantos deram ou podem dar lucro em transferências, ou ajudam (ajudaram) a elevar o nível técnico do time?
    (copiado do comentário do “Banespa” no PDT).

    • Não esqueça que vários desses jogadores aí dessa lista, nos elevaram à série A, até muito facilmente. Teríamos ficado até hoje na B, se PN não tivesse dado um jeito de montar um time, quando o Palmeiras não tinha jogadores, dinheiro em caixa e nem dinheiro pra receber em 2013.
      A crítica não pode fechar os olhos para algumas coisas e enxergar só o que quer enxergar, senão não é crítica.

  • Marco

    Aproveitando a citação do time do Jardim Leonor nos comentários, lembro-me de mais uma diferença fundamental entre os dois clubes no que diz respeito á representatividade na imprensa.

    Vou usar o tema arbitragens, ignorado por muitos quando se trata de Palmeiras. O mesmo conceito descrito sobre o tema arbitragens se aplica a todos os demais fatores que envolvem o futebol e o clube.

    Notaram que jogador do SP nunca toma a iniciativa de falar de arbitragem quando alguma marcação de jogo não é favorável a eles? Quem toma a iniciativa são os jornalistas, que nos intervalos de jogos ou no final se apressam para entrevistá-los levantando de imediato a situação.

    O clube e os jogadores são preservados, pois parte da imprensa a cobrança pública e o questionamento da decisão de campo. Algumas entrevistas são verdadeiras peças de teatro, tudo muito ensaiado como se as perguntas estivessem prontas, partindo do próprio clube. Isso ocorre também nas entrevistas diárias no CT deles e nos jogos em vários assuntos. A cobertura dada ao SP é no estilo levantador de vôlei: levantam a bola para o jogador, diretor ou treinador cortar.

    Já no Palmeiras o cenário é muito diferente. Sinceramente não me recordo de uma partida que tenha ocorrido prejuízo de arbitragem ao Palmeiras em que algum jornalista fez perguntas ou levantou o problema. Entrevista com personagem do Palmeiras, obrigatoriamente, tem o viés negativo, abordam alguma situação ruim. Não temos representatividade na imprensa e os jornalistas “palmeirenses” que temos priorizam a “cornetagem” e o discurso constante de diminuir o time, o elenco e o clube para parecer “politicamente corretos e coerentes”, fazendo média com rivais. Querem se mostrar “imparciais” e acabam fazendo parte do exército do “fogo amigo”.

    Independentemente da fase em que vive, o Palmeiras recebe uma publicidade maciça negativa todos os dias, como verdadeiro condicionamento mental de que a instituição é o exemplo de fracasso. Isso vai minando a cabeça das pessoas, forçando e reforçando a ideia de que o Palmeiras é um caso perdido.

    Jogador do Palmeiras, por sua vez, nunca se manifesta em entrevista denunciando o que é feito com o time dentro de campo, como se tudo estivesse normal. Neste último jogo, o centroavante Henrique deveria ter se expressado logo após a partida sobre a penalidade que sofreu, mas não o fez, como ninguém faz no Palmeiras. Lembram-se na volta do intervalo do jogo contra o time da marginal como foram as declarações do treinador deles, reclamando de uma penalidade em lance de bola na mão? Nossa Assessoria de Imprensa, que em termos de futebol tem malícia zero, deveria orientar os jogadores, passar as informações do que vê durante o jogo para o banco de reservas, como todos os clubes fazem.

    O melhor porta voz que pode existir é o treinador e os jogadores nos intervalos e no final das partidas. Nossa omissão permite que tudo continue como está ou piore, pois já ficou consolidada a imagem de que errar contra o Palmeiras não traz consequências, mas se por descuido o erro for a favor cai o mundo sobre o árbitro e auxiliares e isso começa na própria torcida palmeirense.

    Espero que esse comentário seja viso como mais um aspecto a ser enfrentado pelo clube e que sua discussão não impede em nada a avaliação de todos os demais problemas. Discutir e cobrar mudança de mentalidade nesse aspecto não significa deixar de lado qualquer outra situação, fuga muito utilizada por quem se nega a enfrentar mais esse ponto de fragilidade na vida palmeirense.

  • Fernando

    Marco, concordo com seu comentário em 100%, não entendo como podemos criticar o elenco atual, a pergunta que fica é: Nosso elenco é pior que hoje ocupam zona de rebaixamento ou intermediária da tabela? Na minha opnião em hipótese alguma, o que nos falta hoje é um meia que faça a bola chegar com qualidade aos atacantes, não somos criativos tanto é que foi um absurdo o nº de bolas alçadas na área no ultimo jogo, fruto de não termos criação alguma. Pior de tudo é começar a bater desespero e as coisas ficarem ainda piores, acredito no elenco e vontade dos mesmos em reverter a situação, se não temos peças que nos remetam ao título, também não ao rebaixamento. Creio no verdão e tenho certeza de que sairemos desta situação, jogadores tem noção do que o verdão e torcedores necessitam. Confio na comissão técnica e atletas.

    • É bem isso mesmo, Fernando. De acordo com alguns torcedores, nosso elenco é o pior de todos, o que não é verdade.
      Antes do início da série B, haviam profetas que afirmavam que não subiríamos com aquele time “rídículo”; antes do Paulistão, havia quem dissesse que seríamos rebaixados… Estão sempre profetizando a derrocada do Palmeiras. Não entendo essa maneira de ser torcedor.
      Se o Palmeiras for jogar contra a poderosa seleção da Alemanha, que humilhou a selenike, e a probabilidade for a de levarmos uma goleada, vou torcer para o Palmeiras mesmo assim; se colocarmos em campo onze caras sem pernas, eu vou torcer por eles… não dá para fazer diferente. Por isso somos chamados de “torcedores”.

      O time sente a falta de alguém para armar as jogadas. Tivéssemos esse alguém e o nível do nosso futebol, e do futebol de alguns de
      nossos jogadores, já subiria bastante.

      Apesar de eu reclamar de algumas coisas, acredito no trabalho que está sendo feito agora, e no Palmeiras eu vou acreditar sempre, faça chuva ou faça sol.

  • Fernando

    Tânia, sou também verdão até debaixo d’agua, somos torcedores como enfatizou, críticas desde que sejam construtivas sempre ajudarão a fazer com que o Palmeiras seja ainda maior do que é, não podemos deixar nos levar por picaretas e que visam tão somente venda de jornais ou coisa que valha. Hoje reapareceu o “Mago”, parece que os céus ouviram os verdadeiros palmeirenses, aqueles que gostam do futebol arte e dos craques literalmente. Valdívia, seja bem vindo a sua casa e de onde nunca deveria ter saído, nós palmeirenses de paixão admiramos seu futebol, verdão precisa de você como o futebol de craques. Vamos dar a volta por cima, tenho convicção disto e o “Mago” será peça fundamental para o ressurgimento do palestra. Estou feliz pelo seu retorno, agora acredito ainda mais na força do verdão, que as más línguas esperem para ver, os críticos de plantão comecem a tremer…
    “QUEBRA TUDO VERDÃO”…”Palmeiras: te amamos de paixão!!!”

    • Fernando, vamos rezar para o Palmeiras não cismar de vendê-lo para outro clube.
      Precisamos demais do futebol de Valdivia. Esses dias sem ele nos mostraram bem isso. Com ele, o time tem qualidade; sem ele, fica muito comum, fica sem força ofensiva, uma vez que não temos ninguém que arme o jogo como ele. E sem contar que os adversários o temem.
      Tô rezando pra ele ficar, e já tô sonhando esse time com o Mago e o Allione… Prass de volta…

      Se Deus quiser, antes do aniversário do verde mais lindo e amado do mundo já teremos subido na tabela, pra comemorarmos o centenário em paz.

      ÊÊÊ Palmeiras nossa vida é você!!

      • Fernando

        Tânia, eu não sonho, já vejo novos horizontes, nosso time mudará da água para o vinho, nossa classificação será outra, o futebol voltou, nossa torcida terá orgulho, nossa camisa e equipe novamente colocará medo em muitos outros, o temer como colocou não é só do adversário, más também da imprensa tendenciosa e leviana, temem o “Mago”, nós deixaremos de ser a interrogação na imprensa para ser a afirmação, de um time que era taxado de mero participante, senhores lingua preta..o verdão voltou!!! Amigo, sorria, bata no peito e diga com todo amor: “Tenho orgulho de ser verdadeiramente Palmeirense, a mais linda camisa e verde do Brasil”

        • Fernando, só precisamos que o Palmeiras queira ficar com o Mago, e não queira arranjar um outro clube para negociá-lo.

  • Boa Noite Tânia, como vai?? A verdade seja dita, o choque de JESTÃO, isso, é com J de Jegue. Esse pensamento pequeno e tacanha de cortar gastos, de se apequenar, de achar que sempre está devendo, de profissionalizar mas beneficiar sempre gente de capacidade duvidosa, quem não pensa grande não ousa, e quem não ousa se apequena. Para mim o Nobre é a cara de má parcela elitista da nossa sociedade que vai ficar para trás.