• Rodrigo Tiedt

    tomara que essa dívida seja cobrada de verdade, aí quero ver montar time

    • Armando

      Pelos indícios, acho que não. A coisa sempre começa daquele jeito que já sabemos. Uma choradinha aqui, outra acolá. A conta não fecha, mesmo com os R$ 420 milhões em doações, ops, incentivos da Prefeitura de SP.

      Acho uma completa falta de vergonha na cara de todos (brasileiros, FIFA, gringos). Todos fingem que não sabem, que não é com eles. E se esse imenso tobogã provisório cair?

  • Igor Sausmikat

    Por essas e outras que não vou a um estádio desse, quem me garante segurança aí e sem contar na torcida também? Teve torcedor do Botafogo passando o mesmo aperto do Figueirense na estreia lá do famoso puxadinho.

    Ahhh o dinheiro jogado fora!

    Abraço

    Igor(@igorsausmikat)

    Meu blog de esportes: http://igoresportes.blogspot.com.br/ e no twitter ele é o @blogdoigor05 pra quem quiser!
    E que garfaram ontem o Palmeiras, isso foi fato!

  • Marco

    Em um período onde se fala tanto em custo de estádios, em superfaturamento de obras para Copa, alguém aqui leu ou ouviu qualquer citação na imprensa sobre o Allianz Parque ter sido sabotado pelas autoridades?

    Leu ou ouviu que o estádio do Palmeiras deveria ter sido o estádio paulista para a
    Copa por ter custo zero para os cofres públicos?

    Não poderia ter a abertura, mas poderia trocar essa abertura com Brasília e com a
    cidade de SP recebendo um jogo a mais.

    O fato é que a imprensa é demagógica e picareta. Critica o custo dos estádios, mas
    comemora que seu clube oficial recebeu do governo um estádio de graça, um
    estádio que eles não vão pagar e vai ficar por isso mesmo.

    Falam do Panetone como opção paulista, escondendo que o custo de reforma por lá seria igual ou maior, pois até o rio que passa embaixo do gramado teria que ser
    desviado e isso seria feito com dinheiro público. Teriam que fazer também um
    prédio de estacionamento na praça pública, Roberto Gomes Pedrosa, estacionamento que seria incorporado pelo time do Jardim Leonor em seu patrimônio.

    Em resumo, o time da marginal e o time do Jardim Leonor brigaram por favorecimento público para obter patrimônio, enquanto o Palmeiras buscou na iniciativa privada a alternativa para dar à cidade um equipamento esportivo de primeiro mundo, sem custo algum para o contribuinte. Sofreu pressões e todo tipo de dificuldade para ter seu estádio e não tem nos meios de comunicação a devida citação pelo que o clube proporcionou.
    Pior ainda, teve que arcar com custos de melhoria para o entorno do estádio, muito ao contrário do que foi feito para o time do governo e da imprensa.