AH, PALMEIRAS… A VITÓRIA ERA PRA TER SIDO NOSSA!

Perdemos mais uma… e dessa vez, por milagre, não foi o árbitro quem fez o resultado. Tivemos chances de ganhar, fomos mais perigosos que o adversário, mas foi o Fluminense quem levou os três pontos pra casa. O torcedor diz que foi um resultado injusto… Podia até ser, não tivéssemos sidos nós a dar uma facilitada  na vida deles.

Não sei se é trauma daquele malfadado jogo de 2010, e todos os que vieram depois dele, mas o fato é que vejo Patrik no time e já sei que, muito dificilmente, a gente vai ganhar.

Ele pode ser uma pessoa bacana, ser um jogador obediente, bonzinho, sei lá por quais motivos ele é escalado, mas jogar mesmo, ele não joga nada! Raramente faz uma jogada legal para um companheiro, ou faz uma jogada em que ele próprio se destaque e vá pro gol. Apenas troca passes… E o Patrick Vieira nunca tem chance… e o Denoni, que já mostrou que é bom jogador, também é preterido…

O torcedor reclama dos jogadores que estão fora e não jogam, mas é muito pior o que está dentro de campo, em tantas oportunidades, e não joga p…. nenhuma!

Ainda assim, não era uma partida para o Palmeiras perder. No primeiro tempo, o jogo pareceu meio equilibrado e o Fluminense deu a impressão que ficou mais no ataque, mas quem levou mais perigo foi o Palmeiras. Não corremos tantos riscos com os “cariocaish”. Nossa defesa estava esperta e os atacantes do Fluminense nem tanto.

O Palmeiras não teve muitas oportunidades de gol, mas teve as mais perigosas. Uma vez com Barcos, de cabeça, que Cavalieri mandou pra escanteio; outra, num cruzamento de Fernandinho na área, depois de receber de Obina, que Cavalieri interceptou. Tava difícil vencer o goleiro do Flu…

Assunção não estava num dia bom e não acertava nem escanteio, por isso, sem o perigo das bolas paradas, tínhamos que esperar alguma jogada que Barcos e Obina pudessem tirar da cartola. Mas, pouco acionados, eles não apareciam no jogo como gostaríamos. Por mim, Mazinho bem que podia estar em campo com eles.

No finalzinho do primeiro tempo, Artur conseguiu vencer Cavalieri, quando recebeu pela direita e chutou forte, pena que a trave, maledeta, tenha ficado no caminho e, no rebote, a zaga adversária tenha aliviado. Durante o jogo, ainda meteríamos mais uma na trave. Que dureza!!

E nós, que já queríamos um ajuste no time, ainda no primeiro tempo (a impressão que eu tinha é que faltava só um pequeno ajuste), vimos o Palmeiras voltar para a segunda etapa sem nenhuma novidade. O Fluminense voltou com Diguinho no lugar de Wagner.

Quando parecia que o Fluminense tinha voltado mais esperto, e o Palmeiras parecia sem  muita objetividade,  Obina fez uma jogada linda pela direita, invadiu a área, mas a defesa tirou; na sobra, Barcos chutou forte, mas Cavalieri defendeu… UUUHHH!! Eu, que estava assistindo no PC, até pulei da cadeira e pensei, agora vai! No instante seguinte, Obina recebeu cruzamento e desviou de cabeça por cima do gol… Murtosa chamou Mazinho!! Agora sim, os coelhos de Barcos e Obina iam ser tirados da cartola!!

Mas aí, veio a ducha de água fria… Quando todos imaginamos que o inoperante Patrik fosse sair do time, PORQUE ERA ELE QUEM DEVERIA SAIR, Murtosa sacou Obina, vejam só!! – Murtosa substituía Felipão, que tinha pegado mais um jogo de suspensão do STJD;  o mesmo tribunal que DÁ PENA EDUCATIVA PARA QUEM AMEAÇA O JUIZ DE PORRADA, e dá dois jogos a um técnico que reclama por seu time ter sido roubado! Os assaltantes ficam impunes, e a vítima do assalto toma dois jogos. É o rabo abanando o cachorro!!  A BALANÇA DA JUSTIÇA, UTILIZADA PELO STJD, TEM VÁRIOS PRATOS! E CADA UM COM UM DISTINTIVO DE UM CLUBE.

Mas, em campo, o Fluminense começava a chegar… Bruno tirou uma de soco; outra, num desvio errado de Thiago Heleno, ele tirou no reflexo…

Dez minutos depois, Mazinho faz uma jogada linda e, na linha de fundo, meteu pra área; Fernandinho dominou e chutou, mas a zaga mandou pra escanteio. Logo depois, Assunção cobrou escanteio com perigo na primeira trave, mas Cavalieri salvou… O nosso ex-goleiro tava pegando tudo e salvando os cariocas!! Dois minutinhos depois, O Fluminense saiu errado, Fernandinho se aproveitou e chutou de fora da área, mas o goleiro fez a defesa…

Aos 29′, e só aos 29′, Patrik foi sacado do time, para a entrada de João Vítor. “6 por meia dúzia”. Mas a ‘meia dúzia’ conseguiu ser pior que o “6”… João Vítor não entrou bem na partida.

Embora não levasse tanto perigo nas investidas, o Flu tava sempre rondando a nossa área. Eu não tava gostando nadinha de perdermos as nossas chances e deixarmos o inimigo insistir. E já que a gente pediu… Aos 38′, o Fluminense marcou. Jean dominou a bola na entrada da área e bateu rasteiro no canto esquerdo, vencendo Bruno. Embora eu torcesse muito; embora eu achasse que o Palmeiras  não merecia a derrota; embora eu soubesse que em futebol, enquanto o juiz não apita o fim de jogo, tudo pode acontecer; eu sabia que quem merece mesmo é quem balança a rede do adversário, e eu já não acreditava que pudéssemos empatar.

Aos 41′, Murtosa/Felipão sacou Artur e colocou Betinho em campo.  Ganhamos ofensividade na frente – perdida, quando a dupla Barcos e Obina foi desfeita -, e perdemos na lateral.

O time tentou ir pro ataque, mas o Flu prendeu a bola e o jogo terminou 1 x 0.

Com chances de termos vencido ou, na pior das hipóteses, sairmos de lá com um 0 x 0, tivemos que engolir mais essa invertida, tivemos que iniciar a semana ainda nessa bendita zona de degola.

Não, meus amigos, eu não acho que o Palmeiras vai cair. Não tenho medo nenhum disso. Temos time e tempo para reagir. Já vimos em outros campeonatos, equipes passarem o primeiro turno lá embaixo e depois disputarem o título na segunda fase. Mas não gosto de ver o meu time perder. TEMOS QUE JOGAR PARA GANHAR DURANTE OS 90 MINUTOS DAS PARTIDAS! Algumas substituições, às vezes, fazem o Palmeiras dar uma encolhida, e isso é que não pode acontecer.

Mas quarta feira é outra história, é mais uma página do grande livro do campeonato brasileiro. E se não tiver nenhuma tramoia lá na CBF, a página virá em branco, para ser escrita pelas equipes (E NÃO PELO JUIZ) durante a partida.

Pois que venha o “Flameingo”! Tomara o Palmeiras seja escalado direitinho;  tomara as substituições não encolham o time; tomara o Mago possa voltar, Daniel Carvalho e Maikon Leite também; tomara Barcos e Obina balancem as redes adversárias…

Mas vamos tomar muito cuidado com a arbitragem! Perdemos para o Flu por nossos próprios ‘méritos’, mas, quando a gente começa a balançar as redes inimigas, as “forças ocultas” sempre aparecem. PORTANTO, OLHOS BEM ABERTOS, PARMERADA!

FORZA, VERDÃO! TÁ NA HORA DE REAGIR !! PRA CIMA DA URUBUZADA!!

  • Tânia, agradeço de mais o Felipão pela Copa do Brasil. Sem dúvida, vimos um time com alma, superando a técnica. Mas, sinceramente, não gosto de ver esse time jogar. Enxergo algumas possibilidades não exploradas que tornam os atletas piores do que realmente são. Eu não entendo porque Patrick continua no grupo, porque buscamos a contratação, a peso de ouro, de mais um volante, relevando a necessidade de um meia armador. Porque arriscamos em “apostas” de outros clubes e não em jogadores de base, que precisam de quilometragem para se apurarem: João Denoni, Bruno Dybal, Diego Souza… Porque demos de graça o Felipe.
    Tem alguma coisa errada! Infelizmente, acho que começa com o bigode. Sempre demonstrou amor a nossas cores, sem dúvida. Honestidade, garra e personalidade são suas marcas, mas, cá pra nós, deve sim. A Copa do Brasil foi um oásis no meio de fracassos de dois campeonatos paulistas e dois Brasileirões com colocações abaixo dos 10 primeiros.

  • Gaetano

    Tânia, agradeço de mais o Felipão pela Copa do Brasil. Sem dúvida, vimos um time com alma, superando a técnica. Mas, sinceramente, não gosto de ver esse time jogar. Enxergo algumas possibilidades não exploradas que tornam os atletas piores do que realmente são. Eu não entendo porque Patrick continua no grupo, porque buscamos a contratação, a peso de ouro, de mais um volante, relevando a necessidade de um meia armador. Porque arriscamos em “apostas” de outros clubes e não em jogadores de base, que precisam de quilometragem para se apurarem: João Denoni, Bruno Dybal, Diego Souza… Porque demos de graça o Felipe.
    Tem alguma coisa errada! Infelizmente, acho que começa com o bigode. Sempre demonstrou amor a nossas cores, sem dúvida. Honestidade, garra e personalidade são suas marcas, mas, cá pra nós, deve sim. A Copa do Brasil foi um oásis no meio de fracassos de dois campeonatos paulistas e dois Brasileirões com colocações abaixo dos 10 primeiros.