Marcos 500 jogos. Veja um pouco da história do ‘Santo’ palmeirense

O goleiro Marcos vai completar 500 jogos nesta quinta-feira (19), assim que pisar no gramado do Pacaembu na partida contra o Vitória, pela Copa Sul-Americana. O site oficial http://palmeiras.com.br e o departamento de marketing do clube estarão promovendo uma série de ações e lançamentos para comemorar a data histórica de um dos maiores jogadores de toda a história do clube. Nesta quarta-feira (18), após o treino que terá acesso para a imprensa a partir das 16h30, o ‘Santo’ palmeirense concederá entrevista coletiva para os jornalistas.


Marcos 500 jogos: Sétimo atleta que mais jogou pelo clube, vai completar 500 jogos com a camisa palmeirense (quando esteve em campo nas 499 partidas, realizou 491 como titular e 8 como suplente). Conquistou 244 vitórias, 133 empates e 122 derrotas. Marcos já é o 2º goleiro que mais atuou na história alviverde, atrás apenas de Leão (617 jogos). Nesta temporada, ele jogou em 30 dos 44 jogos do time e vem mantendo a regularidade dos últimos anos: em 2008, atuou em 61 dos 70 jogos da temporada, e em 2009, em 54 das 71 partidas.

Lista seleta dos 500 jogos: Em quase 96 anos de vida do clube, somente mais seis jogadores atingiram ou ultrapassaram a marca de 500 partidas: Ademir da Guia (901 jogos), Leão (617 jogos), Dudu (609 jogos), Waldemar Fiúme (601 jogos), Valdemar Carabina (584 jogos) e Luís Pereira (568 jogos).

Marcos e o início no Verdão: Estreou pelo time sub-20 em 2 de maio de 1992, no empate em 2×2 contra o Santos, no Palestra Itália. Em 16 de maio de 1992, faz sua primeira partida na equipe profissional no amistoso contra a Esportiva de Guaratinguetá, na vitória por 4×0. Em 22 de maio de 1992, sagra-se campeão dos juniores pelo clube, na vitória de 2×1 sobre o Botafogo de Ribeirão Preto. No dia 19 de maio de 1996, começa pela primeira vez uma partida como titular em jogos oficiais, na vitória de 4×0 sobre o Botafogo de Ribeirão Preto, pelo Paulistão. De quebra, defende um pênalti, o primeiro da carreira como profissional. Em 10 de outubro de 1996, é convocado pela primeira vez para a seleção brasileira pelo técnico Zagallo, mesmo sendo reserva de Velloso.

São Marcos: Em 5 de maio de 1999, ‘nasce’ o São Marcos. Brilha na vitória sobre o Corinthians, nas Quartas-de-Final da Copa Libertadores e é eleito o melhor atleta da disputa após a conquista sobre o Deportivo Cali-COL. Em 13 de novembro de 1999, estreia com a camisa da seleção no empate em 0x0 com a Espanha, em Vigo. Na Libertadores de 2000, brilha mais uma vez e defende pênalti em cobrança do corinthiano Marcelo Carioca.

Nova Era: É titular e um dos principais destaques de toda a Copa do Mundo de 2002, disputada no Japão/Coréia. Na conquista do pentacampeonato contra a Alemanha, faz duas defesas milagrosas e sai como um dos melhores em campo. Em 20 de janeiro de 2003, recusa proposta milionária do Arsenal-ING e fica para reconduzir o Palmeiras à elite do futebol nacional. Nos anos de 2006 e 2007, atua em apenas 26 partidas (13 em cada um dos anos) em razão de lesões musculares, na clavícula e no braço direito. Entre janeiro e maio de 2008, faz um trabalho especial de preparação física é um dos mais regulares do time. Fecha o gol contra o São Paulo e Ponte Preta, sagrando-se campeão Paulista. Em 2009, após ótimas atuações, tem o nome cotado para voltar ao gol da seleção brasileira.

Marcos em números: Dos 499 jogos pelo Palmeiras, as competições que mais atuou foram: Brasileiro (178 jogos), Paulistão (129 jogos), Copa Libertadores (57 jogos) e Copa do Brasil (34 jogos). Somada todas as disputas sul-americanas e internacionais, Marcos soma um total de 85 partidas. É disparado o jogador da história do clube que mais atuou partidas de Libertadores, em 57 jogos (o meia Alex, com 39 partidas, aparece em segundo) e também o que mais atuou no estádio Palestra Itália, em 211 partidas (Ademir da Guia é o segundo, com 184).

Marcos nos pênaltis: É o goleiro em atividade no país que mais defendeu cobranças de pênalti, 33 no total. Esse número chega a 45 se forem computados os chutes que não resultaram em gol enquanto Marcos esteve debaixo da trave. Desde a primeira defesa, em 1996 (vitória de 4×0 sobre o Botafogo, pelo Paulistão), até a última, quando defendeu três pênaltis contra o Atlético-GO na Copa do Brasil deste ano, o camisa 12 é referência nesse quesito.

Marcos contra o Vitória: Apesar de ter sido lembrado pela derrota de 7×2 contra o Vitória, pela Copa do Brasil de 2003, o retrospecto de Marcos contra o Vitória é positivo. No total, foram 10 partidas, com 6 vitórias, 2 empates e apenas 2 derrotas, aproveitamento de 67%.


Agência Palmeiras
Fábio Finelli

Colaborou: Fernando Galuppo
  • Julio

    Cá entre nós hein Tânia: foi perfeito!!! Contra o Vitória, nossa homenagem ao Santo!!!

    Show de Bola!!!

    Emoção Palestrina….não tem igual!

    Abraços,